Antropóloga indígena pede mais conhecimento sobre ritos de luto em diferentes povos
Agência Brasil
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A antropóloga Braulina Baniwa, pesquisadora indígena do laboratório Matula da Universidade de Brasília (UnB), explica que o processo de luto guarda diferenças entre os mais de 305 povos originários do Brasil. "Existe um desconhecimento sobre as práticas e culturas em relação a esse tema". Ela pede que haja maior conscientização sobre a necessidade de ouvir quais são os ritos de cada lugar. "No meu povo, ao mesmo tempo que é dolorido, entendemos que esses ritos fortalecem os nossos familiares e a memória dos que partiram", disse.
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Edição e reportagem: Leyberson Pedrosa Luiz Cláudio Ferreira
Coordenação:
Nathália Mendes
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