# Episódio #45: Bolsa cai e dólar dispara após corte da Selic para 14,25%

An episode of [Tá no preço?](https://invisiblenetwork.ai/podcast/6791758487), 18 Jun 2026, 19 min.

Audio: https://anchor.fm/s/11134a258/podcast/play/121683248/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-5-18%2Fdb4f1418-e8c5-006a-bf97-f937f78fa2f0.mp3

No episódio de hoje comentamos a reação negativa do mercado logo após a decisão do Banco Central do Brasil de cortar a Selic para 14,25%. Mesmo com a redução dos juros, a bolsa recuou e o dólar ganhou força, mostrando que o mercado segue atento ao cenário fiscal e às expectativas de inflação, além da volatilidade que está por vir por ser um ano eleitoral. Relembramos que a tomada de decisão do COPOM de ontem veio no mesmo dia que a tomada de decisão do FED, o que distanciou, inclusive, o valor entre a nossa moeda, real, e o dólar.

## Transcript

[0:08] Nem tudo que parece barato é oportunidade e nem tudo que
[0:12] parece caro está fora do radar. Meu nome é Ana Laura Magalhães.
[0:16] Eu sou especialista em investimentos e todos os dias eu
[0:18] venho aqui com Tatiana Pinheiro. Doutor em economia para traduzir
[0:22] para vocês, nossos ouvintes, o que aparece aqui na nossa tela
[0:25] depois de todo o fechamento de mercado todo dia.
[0:28] Um olhar de economia em investimentos para te ajudar a
[0:31] entender o mercado e o que fazer com ele.
[0:33] Se esse é um assunto que te interessa, eu te convido a
[0:35] seguir a página aqui do podcast para que todos os dias você
[0:39] aprenda um pouquinho mais conosco sobre esse universo.
[0:41] Hoje é dia 18/06/2026. São 18 horas e 6 minutos.
[0:46] Veja só que coincidência. E esse é o episódio número 45.
[0:49] Tudo bem com você, Tati? Tudo.
[0:51] Bem anah e você tudo. Ótimo, eu continuo aqui nos
[0:54] Estados Unidos, Tati no Brasil, e ontem a gente teve super
[0:58] quarta, que foi a coincidência de resolução de taxa de juros
[1:03] nos Estados Unidos e no Brasil, enquanto a gente gravava o
[1:06] episódio de ontem. Ainda não tinha saído o
[1:09] resultado da decisão do nosso comitê de política monetária
[1:12] sobre a movimentação da nossa taxa de da da nossa taxa básica
[1:16] de juros da Selic. Então, hoje a gente só só só
[1:20] pode falar dela. Hoje ela é a nossa pauta, hoje
[1:23] ela é. A nossa AAO, nosso assunto, o
[1:27] nosso foco. Mas antes de passar a palavra
[1:29] para a Tati, que com certeza nos vai dar uma aula sobre o
[1:32] assunto, como de praxe, vou só trazer um pouquinho do resumo do
[1:36] que aconteceu com a nossa bolsa hoje, o Ibovespa após a super
[1:40] quarta? Bom, ontem a taxa de juros foi
[1:42] reduzida em zero 25%. Então a gente teve aqui uma
[1:46] queda que a Tati já vai explicar melhor para vocês o que
[1:50] significa e quais são os impactos disso.
[1:52] Mas na bolsa isso também foi recebido com um pouquinho de
[1:56] queda. A gente perdeu pouquinho, foi
[1:58] zero ponto, 10%, mas fechou ali próximo dos 168000 pontos.
[2:04] Agora, o que aconteceu de relevante foi subir o dólar em
[2:09] mais de 1%, 1 e 30 por cento, para ser um pouquinho mais
[2:12] específica. Agora o dólar está sendo
[2:15] negociado a 5,17 BRL, além da curva de juros Futura.
[2:22] Ter subido muito também, tá Tati?
[2:24] Independente da tomada de decisão ontem, de ter sido de
[2:28] queda, o que que está acontecendo?
[2:29] Então foi um de indigesto, um de indigesto, com decisões de
[2:35] política monetária, monetárias indigestas, tanto nos Estados
[2:39] Unidos quanto no Brasil. Nos Estados Unidos, o
[2:43] posicionamento do Kevin warsing Oo, novo presidente do banco
[2:47] central, por lá é mais. Duro, mais preocupado com a
[2:52] inflação, pegou o mercado meio que no contrapé.
[2:55] E não só o posicionamento do Kevin loch como um dos membros
[2:59] do folk também, mostrando que metade deles vem uma necessidade
[3:04] de alta de juros ainda esse ano. Então isso já começou.
[3:08] O contrapé por aí, né? AA indigestão começou por aí
[3:11] depois, com a decisão do Brasil. De apesar de ter reduzido a
[3:17] Selic de 14 e 50 e 14 e 50 para 14 e 25, que não foi novidade, o
[3:23] consenso esperava, apesar da decisão ter sido no consenso.
[3:27] Então a comunicação veio também no contrapé, pegou o mercado no
[3:32] contrapé, porque o mercado estava esperando uma mudança na
[3:36] comunicação de uma forma clara. Porque até então, o banco
[3:41] central, ele fazia ali 11, processo que ele chamava de
[3:45] calibragem. Calibragem da taxa de juros Ah,
[3:49] ficamos com a taxa de juros muito tempo num patamar muito
[3:52] elevado. E a partir de agora a gente pode
[3:55] começar a reduzir esse patamar. Não para impulsionar a economia,
[3:59] não a ponto de impulsionar a economia, mas.
[4:02] Deixar esse lugar de maior taxa dos juros ou maior taxa de juros
[4:08] ou uma das maiores taxas de juros é do mundo.
[4:12] Então as pessoas Oo mercado esperava isso?
[4:14] O mercado esperava isso e acabou não acontecendo.
[4:19] A comunicação veio num sentido. Um pouco confuso porque ao mesmo
[4:24] tempo que o banco central, ele fala na comunicação que o
[4:28] cenário de inflação continua desafiador.
[4:31] Até mais desafiador porque a atividade econômica é voltou AAA
[4:37] retomar OA aceleração no primeiro trimestre de acordo com
[4:42] a conclusão do banco central, o mercado de trabalho permanece
[4:45] aquecido? EAA inflação corrente está
[4:49] acelerando e enquanto as expectativas.
[4:52] De inflação. Estão cada vez mais se
[4:54] distanciando da meta. Então Oo banco central.
[4:57] Ele pintou esse cenário, mas a conclusão dele foi por redução
[5:02] de taxa de juros, que não combina muito com o cenário que
[5:06] ele pintou por conta de uma alteração na prática do
[5:10] Horizonte relevante para política monetária.
[5:13] E aí é que pegou o mercado. Por que o que que é esse
[5:17] Horizonte relevante pra política monetária?
[5:20] O Horizonte relevante é o seguinte, o banco central, o que
[5:23] ele decide, taxa de juros hoje não afeta a atividade econômica
[5:28] e, consequentemente, a inflação de hoje.
[5:30] Isso demora um tempo pra ter efeito na economia, né?
[5:35] O que a gente costuma falar é que o efeito da da taxa de juros
[5:38] na economia acontece de maneira defasada.
[5:41] Por quê? Porque AA taxa de juros aumenta,
[5:43] demora um tempo pros bancos olharem.
[5:46] É e refletirem sobre o tema e elevarem as taxas que eles
[5:50] emprestam que eles fazem os empréstimos.
[5:52] Então, demora um tempo entre a alta de juros e o aumento do
[5:56] custo do crédito, por exemplo, que é o que as pessoas usam para
[5:59] comprar coisas, né? Para bens, viagens, é também
[6:05] demora um tempo para o empresário decidir se ele.
[6:07] Mantém Oo grupo de trabalho que ele tem, né?
[6:11] O número de trabalhadores, colaboradores que ele tem ou se
[6:14] ele tem que reduzir a folha de pagamento, demitir gente,
[6:18] porque, por exemplo, teve um aumento de taxas de juros que
[6:21] vai significar uma desaceleração econômica para frente.
[6:24] Então demora um tempo, não é assim, subiu taxa de juros, já
[6:27] teve efeito na atividade econômica e, consequentemente,
[6:30] na inflação. Isso é que é o Horizonte de é
[6:34] relevante de política monetária. Então, quando o banco central.
[6:38] Decide taxa de juros, ele está olhando para frente, ele está
[6:41] olhando o que? Que essa taxa de juros que ele
[6:42] decide hoje vai afetar a inflação lá na frente?
[6:46] Esse Horizonte, esse lá na frente, oficialmente era de 18
[6:51] meses. Ou seja, ele toma a decisão
[6:54] hoje, ou seja, ontem. Ele tomou a decisão ontem e, de
[6:57] acordo com a regra oficial, deveria olhar.
[7:00] Ele deveria. Tomar essa decisão olhando para
[7:02] a inflação do final de 2027, eis que no comunicado, ele deixa
[7:09] claro que ele tomou a decisão por conta do comportamento da
[7:13] inflação que ele do do que ele projeta para a inflação no
[7:16] primeiro trimestre de 2028, ou seja, fora Além do Horizonte
[7:22] relevante de política monetária. Então, a.
[7:26] Na prática, a minha opinião é que o banco central mudou.
[7:30] Ele estendeu o Horizonte relevante de política monetária
[7:33] de 18 meses para 21 meses. Agora é sem prévia, sem, sem
[7:40] prévio, sem aviso, sem aviso prévio.
[7:43] É melhor escolhendo a palavra aqui, sem aviso prévio.
[7:47] Então isso é complicado, porque o mercado trabalha com
[7:50] expectativas. Ele viu esse movimento estranho?
[7:53] Do banco central. Estranho por quê?
[7:55] Porque não está dentro do do que é, do que estava esperado para o
[7:58] banco central. Quando o mercado vê uma atitude
[8:02] estranha, que que ele faz? Ele reage e é esse OOE.
[8:06] Como é que ele reage? Ele reage ficando mais o fluxo
[8:10] de capital fica um pouco mais pessimista, entra menos
[8:14] dinheiro. No mercado brasileiro, a taxa de
[8:17] de câmbio é tem. Impressão para depreciar os os
[8:21] locais aqui, o mercado local aqui é também fica mais
[8:27] preocupado, também tenta se posicionar mais, procura o
[8:32] seguro de estar em dólar e não em real.
[8:35] E aí tudo isso? Essas 2 forças combinadas levam
[8:38] a depreciação do câmbio, também levam ao aumento da taxa de
[8:42] juros. Porque o mercado tanto os.
[8:45] É, investidores internacionais, como os nacionais, olham e falam
[8:48] assim, poxa, tem um problema de inflação.
[8:51] Claro que o banco central identificou, mas ele mesmo assim
[8:54] cortou juros. Então vamos ter um problema para
[8:57] frente. Pode ser que essa inflação
[8:58] acelere mais ainda do que ela já acelerou.
[9:01] E aí tem uma preocupação. Da no, no qual é o patamar de
[9:05] juros que tem que ser pago futuramente e aí abre a curva de
[9:10] juros como você é, ressaltou. Então, tudo que aconteceu hoje
[9:15] foi uma reação do mercado ao a comunicação do banco central.
[9:20] E aí complica, né, Ana? Complica bastante.
[9:22] O que que você acha? É, eu acho que como a gente tem
[9:27] falado, né? Não é só.
[9:29] O resultado é um pouco do comunicado em si, mas a ata
[9:33] oficial a gente só recebe na próxima semana, certo?
[9:37] Isso, certo? Terça-feira, ó, terça-feira,
[9:40] então a gente já já vai ter assunto de novo aqui de política
[9:43] monetária na próxima terça-feira para comentar com vocês.
[9:46] Mas o que eu achei curioso também é óbvio, né?
[9:49] Que esse impacto acontece, ele vem, ele é sentido por todas as
[9:53] variáveis, tem impactos diferentes em todos os setores.
[9:56] A bolsa recebe isso, o câmbio recebe isso e, naturalmente,
[10:00] porque se a taxa de juros do Brasil é reduzida, o valor da
[10:04] nossa moeda também é reduzido. Então, natural que o dólar fique
[10:09] mais forte, né? Se fortaleça em relação à nossa
[10:11] moeda. Agora, o que eu achei já curioso
[10:14] antes de chegar a essa ata é que a gente não sabe o que vai
[10:17] acontecer na próxima reunião. Ou você saberia?
[10:19] Tati, porque assim, a próxima reunião é em agosto, né?
[10:23] E eu não senti que o banco central dessa vez passou
[10:26] qualquer tipo de sensação de como vai continuar agindo como
[10:30] que é algo um pouco de praxe, né?
[10:31] A gente fala, poxa, reduziu aqui um pouquinho, mas a gente
[10:34] percebe então que essa redução faz parte de uma redução maior.
[10:38] De um movimento de curva mais significativo.
[10:40] E eu sei que você acabou de falar um pouco sobre essa
[10:42] expectativa dos investidores. Mas os juros futuros muito
[10:45] altos, como eu estou vendo aqui em tela, em comparação a essa
[10:49] redução agora pontual, me deixa um pouco preocupada, porque,
[10:53] como você mesmo já explicou, essa redução de taxa de juros
[10:57] não é para inflação de agora, ela é para uma para uma inflação
[11:00] Futura. Então, será que o banco central
[11:02] não está enxergando que essa inflação pode ser reduzida lá na
[11:06] frente? Já que agora, inclusive, não
[11:08] comentamos mais, o importante de ser dito, parece que temos
[11:11] assinado o acordo entre Irã e Estados Unidos, que foi um dos
[11:15] principais percursores do aumento de inflação generalizada
[11:17] no mundo, que também repercutiu aqui, né?
[11:20] Então, não sei exatamente assim, acho que esse comunicado ficou
[11:23] um pouco aberto, não, eu não vejo mais.
[11:26] A economia está aqui desse podcast é você, mas se vai ter
[11:29] mais cortes lá na frente ou se você está vendo uma pausa na
[11:33] próxima reunião. Né, como é que você, como é que
[11:36] que a gente pode esperar, gente? É, é complicado a próxima
[11:40] decisão parecer tão longe. Ela aparece, só aparece longe.
[11:44] OOO tempo entre as as decisões são de 45 dias, né?
[11:49] Então, entre uma decisão e outra.
[11:51] Mas quando a gente fala agosto, estamos em junho, a gente fala
[11:54] em agosto, parece que tem uma eternidade aí no meio do
[11:57] caminho. É então esse esse ponto que você
[12:01] ressaltou aí do da da próxima reunião e o quão distante ela
[12:04] está. É um ponto relevante.
[12:06] O segundo ponto que você ressaltou que também é
[12:08] extremamente relevante é o acordo entre Estados Unidos e
[12:13] Irã. Então, hoje a notícia que o
[12:17] Trump deu foi que estão. Lá no, no, no quase, no fim é da
[12:24] da conclusão, né? No na, na conclusão do acordo.
[12:27] Mas lembrando que ontem ele falou que o Irã tinha que se
[12:31] comportar, senão ele IA voltar a atacar.
[12:33] Então, sabe? Uma incógnita, mas ser dessa vez
[12:37] o que vale é a conclusão que foi a notícia que o Trump deu por
[12:42] último. Aí da conclusão, esse que é o
[12:44] ponto que pode. Justificar o banco central estar
[12:49] olhando além, né? Por quê?
[12:52] Porque realmente a gente já viu que só com a suposição, o preço
[12:57] do petróleo caiu de 180. Então, se realmente você tem a
[13:01] completa desobstrução de ouro, a tendência do petróleo é cair
[13:06] rapidamente ou um pouco mais lento.
[13:08] Mas ele vai cair mais e isso vai desinflar a economia.
[13:11] E o banco central, como é isso? É o ponto, né, que eu tinha
[13:14] ressaltado, quando ele decide juros, ele está decidindo com
[13:17] base lá na frente, no que ele está vendo lá na frente.
[13:20] Ele está na dúvida de o que usar, né?
[13:24] O que usar como expectativa, porque pode ser que o cenário de
[13:29] inflação seja completamente diferente com o fim desse
[13:33] conflito, pode ser não, com certeza, o cenário de inflação
[13:37] vai ser completamente diferente com o fim.
[13:40] Desse conflito. Então ele está olhando para
[13:43] além. Mas ele teria para isso que
[13:47] serve comunicação. Ele teria que expor esses
[13:51] elementos, não alterar. Adoc, né?
[13:58] E aí, adoc, você vai fazer a tecla SAP aí da da nossa
[14:01] conversa. Não alterar do sem prévio sem
[14:05] prévio anúncio, alterar o Horizonte relevante de política
[14:09] monetária e falar assim, olha, eu não olhei para inflação de
[14:12] 2027 como vocês estavam esperando.
[14:14] Estou olhando para inflação do primeiro trimestre de 2028, que
[14:18] precisa de um enredo. Regime de meta de inflação o
[14:23] principal dele, AO pulo do gato desse desse regime de meta de
[14:28] inflação, qual é? É o banco central ter a
[14:31] capacidade de coordenar as expectativas.
[14:34] Então, o banco central, ele ganha a confiança dos dos
[14:38] agentes de que ele vai fazer o que ele se comprometeu a fazer.
[14:42] Uma das coisas que ele se comprometeu a fazer é essa
[14:45] comunicação e as e a utilização das regras.
[14:48] Uma das regras era esse Horizonte de. 18 meses, então,
[14:52] sem aviso prévio, ele mudar esse Horizonte fica, fica muito
[14:56] estranho ou um top of this, né? Em cima disso, o fato dele não
[15:00] ter mostrado essa visão mais otimista que é a questão é do
[15:05] principalmente do da conclusão da da bem provável conclusão do
[15:10] do conflito do No No Golfo Pérsico.
[15:15] É, sabe, deixa tudo muito complicado.
[15:18] Ele tá certo em olhar pra frente, além do conflito, mas
[15:24] eles tem que comunicar isso. É pra isso que serve a
[15:26] comunicação, você entende, não comunica.
[15:29] E aí as pessoas acontece o que você falou de olha a curva, tá
[15:35] muito aberta. Sim.
[15:37] Muito aberta, com uma perspectiva de de mais queda do
[15:41] preço do petróleo. Concordo com você, mas é você
[15:44] tem que precificar Oo medo da você tem que considerar que foi
[15:49] colocado o prêmio de risco é de 11.
[15:53] Atuação de banco central é menos preocupada com a inflação.
[15:57] Você não acha que essa, essa comunicação confusa, não pode
[16:01] ter feito o mercado precificar? Esse maior prêmio por um banco
[16:05] central que está menos preocupado com inflação no
[16:08] futuro? Acho.
[16:09] Eu acho que você tem um ponto bem relevante aí nesse aspeto,
[16:12] porque a minha dúvida era sobre, ué, a gente já começou um
[16:18] movimento de redução, o conflito já não acabou?
[16:21] Já não vai parar de pressionar o preço do barril de petróleo.
[16:24] Já não vai ter menos inflação no longo prazo, possivelmente.
[16:27] Por que que a taxa de juros não vai?
[16:29] Não continuaria caindo, né? Complementando com essa curva de
[16:33] juros Futura? Mas eu entendo o que você quer
[16:35] dizer. Eu.
[16:35] Eu entendo que tem a ver com essa volatilidade, com esse
[16:38] medo, com essa queda na confiança das instituições.
[16:43] É ano eleitoral, além de tudo, né?
[16:45] A gente do futuro, meu Deus, como é que vai ser o futuro
[16:47] desse país, meu Deus, são muitas incógnitas.
[16:50] Muitas, muitas, muitas. Aliás, é o tema.
[16:53] Essa parte do do do fiscal. É o tema do artigo que eu vou
[16:57] publicar amanhã, então. Vamos ter muitos pontos a serem
[17:02] debatidos nos próximos nos nossos próximos podcasts.
[17:05] Ah, então amanhã nesse artigo a gente já vem aqui e já também
[17:10] fala sobre isso. Agora eu acho que a gente já
[17:14] passou pelos principais pontos. Acredito que seja que tenhamos
[17:18] aqui falado sobre as principais questões.
[17:21] É claro que sempre tem muita coisa para a gente prestar
[17:23] atenção, sempre tem muita coisa acontecendo.
[17:26] Mas a ideia desse podcast ser diário é também trazer um
[17:29] conhecimento recorrente para que vocês consigam, né?
[17:32] Nossos ouvintes acumular cada vez mais conhecimento,
[17:36] conhecimento agregado com os com tudo que vai acontecendo
[17:39] diariamente, com os impactos nas variáveis econômicas para vocês
[17:43] tomarem decisões financeiras mais assertivas.
[17:46] Se vocês gostaram do que aprenderam hoje, sigam aqui a
[17:49] página do podcast. Comentem.
[17:51] A gente adora ver os comentários de vocês.
[17:53] Voltem aqui o que vocês mais gostaram e a gente volta em
[17:56] breve com mais uma leitura, porque no final o preço pode até
[18:00] ser o que o que aparece na tela, mais valor é aquilo que vocês
[18:04] entendem. Esse episódio contou com Fontes
[18:07] de Broadcast, banco central, InfoMoney e o que é mais tarde
[18:12] que você usou por aí? Banco perdão é valor econômico,
[18:16] valor. Econômico?
[18:17] Vejo. Então é isso.
[18:18] A gente se fala em breve. Muito obrigada.
[18:20] E um beijo. Beijão, tchau, tchau.

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