# não abra mão das suas expectativas acreditando que não haverá algo melhor

An episode of [Conversa Intrusiva](https://invisiblenetwork.ai/podcast/6786510471), 2 Sep 2026, 55 min.

Audio: https://anchor.fm/s/11472f028/podcast/play/125055163/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-8-1%2F430986123-44100-2-1bf97329af76b.mp3

Definitivamente a expectativa é o lobo do homem. A dúvida entre criar ou não cenários favoráveis a sua ideia, esperar demais algo que não vai estar sob o seu controle ou simplesmente se deixar levar pelo o momento da vida em que você se encontra é, no mínimo, o processo mais dúbio que podemos viver Entre espiritualidade, racionalidade e sociedade, a expectativa se distribui em todos os espectros da nossa existência até que nos alimente (ou nos afogue) com o aprendizado de uma frustração ou a felicidade de uma concretização. Criar ou não expectativas é também um dilema, porque nem sempre vamos conseguir nos apoiar na realidade nua e crua de forma a separar nossos sentimentos do complexo racional social de ações e percepções, mas o ato de não gestar expectativas é igualmente danoso pois deixamos de enxergar esperança e passamos a engolir o estado blasé e inóspito da vida. Nesse episódio mais que especial, trouxe uma convidada que esta presente todos os dias na minha vida e, de uma forma ou outra, sempre me faz rever meus conceitos sobre expectativas e o quanto criar ou não delas.

## Transcript

[0:04] EE, esse foi o começo do episódio dessa semana que temos
[0:09] uma convidada. Então para quem mandou na
[0:11] caixinha de perguntas do Instagram da semana passada,
[0:14] retrasada, perguntando se íamos ter convidados no conversa
[0:16] intrusiva, temos Maria Clara. Hello, gás.
[0:20] E temos Camila, que está ali por trás na produção hoje.
[0:23] Ela está apenas de espectadora. De espectadoras temos um
[0:26] microfone e uma garrafa Kuala. E é o que vai e um sonho.
[0:30] Mas vai dar certo, gente, vai dar certo e bom, sejam bem
[0:34] vindos ao conversa intrusiva. E para quem está me ouvindo pelo
[0:38] Spotify também pode nos ver, então, olá.
[0:43] Bom, essa semana eu pensei, que tipo os episódios que já
[0:46] passaram? A gente estava numa Vibe meio
[0:48] assim. Problemas, problemas, coisas
[0:50] pesadas, muito sem perspectiva. É uma.
[0:52] Coisa ele gosta de pesar o clima.
[0:53] É uma coisa meio melancólica. Assuntos que você fica dias
[0:57] pensando, entra em depressão, entendeu?
[0:59] Quer se matar? Mas agora é uma conversa mais
[1:01] contra ainda, né? Mas que eu não gosto de nada
[1:04] pesado. Não vai ser nada pesado, é uma
[1:07] pessoa. Leve e foi.
[1:08] Por isso que eu trouxe Maria Clara, tá vendo, ó?
[1:10] Um minuto de episódio, já deu pra rir pelo menos algum
[1:12] momento. Então eu pensei nesse episódio,
[1:15] isso é uma coisa um pouco mais leve.
[1:18] E ao mesmo tempo, ainda assim ter tipo, trazer um pouco da
[1:21] seriedade de ser uma conversa que vai contribuir, né, para o
[1:24] nosso propósito aqui. Não necessariamente melancólico,
[1:27] né? Que a gente tá nesse nessa Vibe
[1:28] meio melancólica aí. A gente trouxe a Camila ali de
[1:30] apoio de fundo, para dar risada. Ela é a plateia.
[1:33] Por favor, bate Palmas. Bate Palma na plateia lá.
[1:37] E é isso. Esse barulho, para quem estiver
[1:39] só ouvindo, também funciona muito bem.
[1:41] Mas é isso. Maria Clara se apresente.
[1:44] Na verdade, eu vou começar te apresentando e depois você,
[1:46] complementa, Maria Clara é minha colega de classe que virou amiga
[1:48] mesmo assim. Tipo, somos amigos.
[1:51] E quem me disse, quem diria, né? Mas Maria Clara já passou pelo
[1:56] curso de psicologia por alguns semestres, e aí ela resolveu que
[1:59] ela queria ser publicitária e isso inclusive, foi um dos
[2:02] motivos que ela está aqui, né? Como eu falei, eu converso,
[2:06] inclusive ele tem essa proposta. Oh, Mano, espera muito.
[2:08] Não desse negócio de psicologia que é a outra lá professora,
[2:11] agora não, não vamos falar que eu faço psicologia, que se não.
[2:14] Estou fazendo uma. Pergunta difícil que eu não sei
[2:16] responder, tá? Eu vi.
[2:19] Eu vi psicologia há 4 anos atrás, tá?
[2:22] Pelo amor de Deus. E é isso, né?
[2:25] É. Então a ideia é justamente essa.
[2:27] Maria Clara, ela fez um curso, ela tinha uma vida programada
[2:30] dentro desse curso e, de repente, ela teve que mudar a
[2:31] rota dela, terminou. Ela sentia a necessidade de
[2:33] mudar a rota dela. E aí ela veio parar em
[2:35] publicidade, então ela teve essa conversa intrusiva com ela mesmo
[2:39] e isso contextualizando o que ela trouxe.
[2:40] A gente tem uma matéria de comportamento do consumidor e a
[2:43] professora descobriu que ela fez psicologia e comportamento do
[2:46] consumidor. Tem muito esse viés, né?
[2:47] A gente fala muito de filosóficos, psicologia, EE um e
[2:51] essas coisas. E aí a professora pega no pé de
[2:53] Maria Clara. Maria Clara complemente a
[2:55] conversa. É.
[2:56] E ela acha lá que você respondeu, não me informei.
[2:58] Como é que eu vou saber responder as perguntas que ela
[3:00] faz aí? Umas perguntas.
[3:02] Nem você sabe responder. Às vezes eu me perfeito também,
[3:05] mas assim eu também não sou parâmetro para nada, né?
[3:07] É sim, Marcos, enfim, e aí? Metade da população brasileira.
[3:13] Que que é isso? Mas enfim, justamente eu gostei
[3:16] desse gancho da Maria Clara, porque vai ser o gancho do nosso
[3:18] tema. Hum, porque a professora, ela
[3:20] tem muitas expectativas na Maria Clara.
[3:22] E eu acho que essas expectativas, elas são bem
[3:24] fundamentadas. Eu não sei.
[3:25] Da onde que ela tirou? E eu não acho.
[3:27] Eu não acho que a nossa professora tenha que reduzir as
[3:30] expectativas dela, Hum pensando que ela não vai encontrar.
[3:33] Algo melhor em você, porque eu acho que você é uma pessoa que é
[3:35] capaz de chegar na próxima aula amanhã, e bater boca com ela, de
[3:39] tipo conversar, ter um papo cabeça.
[3:41] Eu tenho essa expectativa em você e eu não vou reduzir as
[3:43] minhas expectativas achando que você não vai atingir esse
[3:45] objetivo. E esse é o tema do nosso
[3:47] episódio, gente, não reduzo as expectativas de vocês.
[3:51] Tinha que estar ligando, Lucas. Ah, Lucas, calma aí.
[3:56] Não posso falar agora, estou fazendo um podcast.
[4:00] É ligação? Não.
[4:01] Eu já te ligo, não tem como. Está ao vivo.
[4:03] Foi de questão. Não tem corte.
[4:04] Vocês vão ouvir isso, está vendo?
[4:08] Não vai ter corte. Vocês vão poder assistir a Maria
[4:11] Clara conversando com a namorada.
[4:13] Dela. Ação de novo?
[4:15] Mas, enfim, esse é o tema do episódio dessa semana.
[4:17] É sobre a gente ter um pouco mais de Esperança na vida, que a
[4:21] gente não precisa reduzir as nossas expectativas com medo de
[4:24] de não encontrar o que vai suprir elas, entendeu?
[4:27] E aí eu trouxe a Maria Clara, porque a Maria Clara é a pessoa
[4:29] que vive de muitas expectativas e ela alcança todas elas,
[4:33] pensei. Que você IA falar que ela
[4:34] quebra? Eu acho que eu sou uma não, eu
[4:38] acho que eu sou uma pessoa. Eu estou tímida, eu acho que eu
[4:42] sou uma pessoa que eu coloco muitas coisas para o universo e
[4:47] o universo tem me retribuído por enquanto, espero que continue a
[4:52] serviu queridos no céu. Muito bem, eles têm, têm me
[4:57] retribuído com muitas coisas boas, com muitas conquistas, que
[5:00] eu, a Maria Clara de 1819 anos, não imaginaria que ela estaria
[5:04] aqui hoje. É, é uma coisa.
[5:07] Entendeu? Eu imaginaria que eu estaria.
[5:12] Eu nem nem sei. Nem sabe, é isso, eu acho que.
[5:16] Quando a gente. É, me fugiu, fugiu as palavras,
[5:20] me fugiu. Mas eu acho que isso é parte da
[5:21] expectativa, né? Ou a gente cria e a gente acaba
[5:24] não chegando lá e a gente fica meio dececionado.
[5:27] Mas o ponto é que eu acho que a gente sempre consegue chegar em
[5:29] algum lugar melhor. Com certeza.
[5:31] Tipo, com certeza. Mas eu acho que a gente tem que
[5:33] ter a cabeça para isso. Não completamente é.
[5:36] A Maria Clara teve essa história dela com a faculdade de
[5:38] psicologia e o tive a minha. Eu fiz ensino médio em instituto
[5:42] federal e aí a pandemia foi 11 momento, né?
[5:44] Foi um problema porque a gente ficou muito mais tempo parado do
[5:48] que, por exemplo, instituições públicas de outras Vertentes ou
[5:51] até mesmo instituições privadas, obviamente.
[5:54] Então minha ideia era terminar o ensino médio, ir direto para
[5:57] faculdade, e aí eu IA direto para faculdade de economia,
[5:59] administração, relações internacionais, porque eu queria
[6:01] uma coisa assim, meio Internacional em mercado.
[6:04] E aí hoje em dia eu acho que é meio zero a minha cara, mas
[6:05] naquela época eu não tinha essa noção, eu?
[6:07] Também acho que é zero a sua cara.
[6:09] Está vendo? A gente vai mudando, né, a
[6:11] gente? E aí a gente muda.
[6:12] É uma como é? Como?
[6:13] Diz, ó, vou agora ser profunda aqui, como diz Raul Seixas,
[6:17] somos uma metamorfose ambulante. Eu prefiro ser essa metamorfose
[6:21] ambulante. Do que ter aquela velha?
[6:22] Opinião formada sobre tudo. Eu acho que isso é Oo bom da
[6:25] vida. A gente não precisa ser uma
[6:27] pessoa só. A gente pode ser várias pessoas.
[6:31] Várias versões de nós mesmos, claro, sempre buscando uma
[6:34] versão melhor a cada dia, né? Porque ninguém quer ser pior,
[6:37] todo mundo quer ser melhor. Você anda para frente, mas
[6:41] dentro de nós mesmos podemos ter vários Marcos, várias Maria
[6:44] claras e. Eu acho que é muito disso
[6:46] também, né? É minha vida claramente, com
[6:50] certeza mudou. Tipo, eu tenho outras
[6:52] perspectivas, eu tenho outras outras referências, outros
[6:55] repertórios. Porque eu te conheci, e aí?
[6:58] Porque eu te conheci porque eu conheci várias pessoas, eu.
[7:00] Também com você? Então, e é isso porque querendo
[7:02] ou não, isso muda as minhas expectativas.
[7:04] Sim, é, a gente estava até conversando mais cedo e aí esse
[7:07] é um dos motivos de Maria Clara também estar aqui, né?
[7:09] Sobre, por exemplo, relacionamento a Maria Clara.
[7:12] Ela tem um relacionamento de 3 anos, sim.
[7:14] E fazer hoje? Está fazendo hoje, ó.
[7:16] Está vendo? 3 aninhos, 3 anos hoje.
[7:19] Será que esse microfone não vai pegando o barulho do Puff?
[7:21] Mas deixa ele ir agora. Depois a gente dá.
[7:22] Um tá é só o Puff. É o Puff, mas.
[7:28] É um é um relacionamento e que tem muita coisa envolvida ali,
[7:30] muita coisa colocada, tipo, é tempo, é esforço, é esforço, é
[7:34] emoção, é sentimento, dinheiro também, né?
[7:37] Porque, gente, vamos ser sincero, né?
[7:38] Na Na economia que a gente vive, relacionamento demanda dinheiro
[7:42] também. EEA.
[7:44] Maria Clara foi uma pessoa que meio que me ensinou sem querer,
[7:48] querendo tipo só de conviver com ela, a botar expectativa em em
[7:52] relacionamentos futuros, de que dá para você pedir mais, porque
[7:55] sempre vai ter alguém para entregar a Camila que está por
[7:57] trás da. Câmeras inclusive.
[7:59] Depois a Camila podia dar um wazinho aqui, né?
[8:00] Para as pessoas verem ela. Mas a Camila, ela também tem um
[8:02] relacionamento muito, muito sólido e foi construído muito
[8:06] rápido. Então, tipo, sabe quando a gente
[8:08] se pega naquela ideia de tipo, Ah, eu não posso ser emocionado?
[8:11] Porque hoje em dia a gente tem muito disso na nossa sociedade.
[8:13] Se a gente se entrega, morre ali de cara, né?
[8:16] Associarem isso às lésbicas. Olha a pauta importante aí, ó,
[8:22] por que que associaram isso as lésbicas?
[8:23] É porque falam que lésbicas são emocionadas.
[8:25] É Sério? Você nunca que preconceito
[8:28] falava que no primeiro mês você tem gato, você já está morando
[8:32] junto, sua casa é cheia de planta e falam que as então eu
[8:35] sou lésbica porque eu sou super emocionada AI amiga, que tudo
[8:41] não é Sério. Eu acho que Ah, é as pessoas
[8:43] hoje. Eu acho que as pessoas hoje em
[8:44] dia, elas têm medo. Não, sim.
[8:47] É porque é muito difícil. É a gente não hoje em dia, né?
[8:49] É no geral, mas é porque hoje em dia eu acho que a gente tem
[8:52] aquele fator da rede social que a gente vai trazer para vocês
[8:54] também. Uma bosta, viu?
[8:55] Não é uma bosta. É, é muito bom, tá?
[8:58] É A Rede Social? É.
[9:00] As informações chegam mais. Ah, aquele.
[9:03] A gente tem um lado positivo. Lá, mas.
[9:05] Mas é impossível não se comparar e, querendo ou não, tudo é
[9:09] intensificado, sabe? E voltando até um pouco para
[9:14] falar justamente dessa questão das expectativas que se colocam
[9:16] em relacionamentos. É, hoje em dia tem muito como a
[9:19] Maria Clara falou, nem só hoje em dia, mas acho que a gente tem
[9:22] essa percepção mais aguçada, né? Marie.
[9:26] Que eu tenho, eu eu acho que estão brigando comigo.
[9:27] É Maria. É porque a gente chama ela só de
[9:29] Marie, né? Mas aí a gente tinha feito 111
[9:31] brainstorm aqui para alinhar e eu fiquei com Maria Clara na.
[9:34] Cabeça melhor, Marie, tá, gente? Chamei ela de Marie, inclusive
[9:36] eu vou colocar, você prefere assim no título?
[9:38] Fit Marie aham fit Marie. Então vai ser fit Marie.
[9:40] E enfim, a Marie ela tem, é, ó, está vendo?
[9:45] Me perdi. Mas a gente estava falando desse
[9:47] negócio da expectativa, de tipo, você não pode se entregar muito,
[9:50] porque se não a pessoa foge, você tem que ficar moderando o
[9:52] quanto você entrega de amor. Mas a Marie foi uma pessoa,
[9:54] tanto ela quanto a Camila, que de assistir o relacionamento
[9:57] delas acontecerem na minha frente, meio que me fez entender
[10:00] que tudo bem você ser entre aspas emocionado, você se
[10:02] entregar de cara, porque vai ter alguém preparado para receber
[10:06] essa intensidade de volta e que você não precisa ficar
[10:10] procurando em si. OOOO, disjuntor, o medidor para
[10:15] você abaixar essa medida, para você estar com alguém, você vai
[10:18] achar a pessoa. Certa, tudo bem?
[10:22] Tem outros que vão receber. Eu não vou mudar o meu jeito
[10:25] como eu me entrego. Eu me entrego muito num
[10:27] relacionamento, eu me entrego inteira, de corpo e alma.
[10:30] Se a pessoa não tiver pronta, olha, eu tô muito, você tá vendo
[10:34] o que que tá saindo na minha boca?
[10:36] É. Se a pessoa não tiver preparada
[10:39] para isso, vai ser uma perda da pessoa, porque eu acho que a
[10:43] gente tem muito a entregar, tanto eu quanto você, quanto a
[10:46] Camila, enfim, e a outra pessoa também tem muito a dar.
[10:50] Então acho que é uma questão também de você estar preparado
[10:53] para receber ou não e para dar ou não dar.
[10:56] Isso vai de cada um na no seu tempo, na sua fase, no momento
[11:01] da sua vida que você está. Isso eu falo do meu
[11:04] relacionamento, é muita gente fala do meu relacionamento.
[11:09] É minhas amigas mais próximas, né, que é muito difícil você ter
[11:15] um relacionamento hoje em dia, porque a gente tem.
[11:19] Muita informação vem as redes sociais, vem a comparação.
[11:24] Então é muito difícil um relacionamento, ainda mais a
[11:27] gente jovem, né? Eu tenho 23 anos, o Marcos tem
[11:29] 2123 também, mas enfim, somos jovens e eu e é difícil a gente
[11:38] nessa idade, ter uma cabeça de pensar, nossa, eu vou estar com
[11:41] essa pessoa e vou estar com essa pessoa para sempre.
[11:44] E aí os outros falam, não tem que aproveitar a vida.
[11:48] Tem que curtir, você nunca mais vai ser jovem desse jeito, mas
[11:52] quem disse que eu quero curtir desse jeito?
[11:56] E é isso, às vezes é o. Estereótipo que as pessoas
[11:58] fazem. A gente é jovem, tem que sair
[11:59] fazendo o que pegando todo mundo geral, entendeu o que tá ótimo?
[12:03] Pode fazer isso. Acho maravilhoso, bem livre.
[12:06] Você também tem o seu momento assim, eu?
[12:07] Tive, eu era, vou nem falar aqui o.
[12:10] É porque não tem, não tem coisa indicativa aqui.
[12:13] Mas. Hoje em dia não estou mais nessa
[12:17] fase e tá tudo bem também, tá tudo bem se você não tiver.
[12:20] Se você tá na fase de aproveitar, de curtir, de ser
[12:23] jovem, né, como falam, eu acho que a questão de ser jovem tá
[12:28] dentro de você. Minha mãe tem 45 anos e eu acho
[12:31] ela super jovem. É a cabeça da pessoa.
[12:34] Eu acho assim, né? Essa é a minha, minha
[12:38] contribuição. E eu sinto que a gente puxa
[12:41] muito dessas coisas de acordo com o que a gente vai
[12:43] convivendo, né? Eu acho que.
[12:45] As pessoas presentes, elas moldam se em um ambiente, né?
[12:48] Então eu sou da pessoa que eu sempre falei para os meus
[12:51] amigos, tipo assim, viva uma vida ao máximo e Viver A Vida
[12:54] significa você ter várias experiências.
[12:56] E querendo ou não, quando a gente fala de experiência, isso
[12:59] abrange tanto da profissional quanto do acadêmico, quanto de
[13:01] viagem, até experiência. Assim, uma coisa mais íntima,
[13:05] né? Se vocês pegarem aí no ar, então
[13:08] eu sempre fui a pessoa que falei, gente, experimentem as
[13:11] coisas, tipo. É nada contra super apoio,
[13:13] inclusive entraria no movimento. Mas, por exemplo, do resolvi
[13:16] esperar. Ah, eu acho que é uma coisa que.
[13:19] Anel de coisa? De de castidade, né?
[13:22] Mas eu acho que é uma coisa que que não é uma crítica, mas é um
[13:25] pensamento. É o ato, né?
[13:28] De de estar com alguém intimamente.
[13:31] Ele requer que as 2 pessoas se sintam confortáveis e que elas
[13:35] tirem proveito daquilo. Eu acho que se você energia
[13:37] muito grande, é uma troca de energia muito grande, então não
[13:39] dá para. Sair com qualquer pessoa o tempo
[13:42] todo. Mas eu acho que também se você
[13:43] não tem um preparatório disso antes, qual que é o seu
[13:45] repertório para você saber o que você gosta ou não gosta?
[13:48] Então, a partir dessa linha, eu não estou dizendo se ela está
[13:50] certa ou se ela está errada. E também não vou entregar se eu
[13:52] ainda acredito nisso ou não. Eu acho que a gente eu sempre
[13:57] joguei para as pessoas de que? Eu era essa pessoa de que?
[14:00] Assim, eu acho que a gente tem que aproveitar, a gente tem que
[14:02] viver, a gente tem que criar repertório, ter experiência,
[14:04] para a gente ter um local de fala, não como propriedade, mas
[14:07] de tipo quem viveu? Eu acho que viver é subjetivo
[14:10] também. E é esse o.eu queria chegar a
[14:12] viver. É subjetivo?
[14:12] É. Viver é subjetivo, porque você
[14:14] vive de um jeito. E aí você acha que aproveitar a
[14:16] vida é desse jeito? OPA, você vive de um jeito,
[14:19] senão você acha que aproveitar a vida é desse jeito.
[14:22] Maravilhoso, eu vivo de um jeito, eu acho que aproveitar a
[14:25] vida desse jeito, Camila, é a mesma coisa, então é tudo muito
[14:28] subjetivo, vai de pessoa pra pessoa.
[14:30] Então talvez eu vivendo a minha vida do jeito que eu estou
[14:32] vivendo, meu relacionamento do jeito que eu estou tendo pra
[14:36] outra pessoa, vai ser tipo, não quero, mas e aí você olha exato,
[14:41] igual vice versa, né? Então assim, é subjetivo, eu
[14:44] acho. Não tem como você botar um
[14:46] estereótipo, botar tipo uma, como é que é o nome tipo uma?
[14:52] Uma regra? É uma regra, uma faixa.
[14:54] Uma fórmula, né? É assim que vocês têm que
[14:56] seguir. Exatamente, não é?
[14:57] Você segue do jeito que você se sente confortável e do jeito que
[15:00] você acha que você deve seguir a sua vida.
[15:02] E ninguém tem direito de fala só quem paga as suas contas e olhe
[15:06] lá e olhe lá. Mas é esse 11 das coisas que eu
[15:09] acho mais interessante, dessa troca de conhecer pessoas e
[15:12] criar repertório. Porque isso mudou as minhas
[15:14] expectativas quanto a Viver A Vida de um lado mais romântico,
[15:17] de um lado mais íntimo. Porque para mim é até mesmo por
[15:20] uma construção, querendo ou não, da mídia, né?
[15:22] As coisas que a gente consome. Eu sempre falei isso, né?
[15:24] Que AA gente é muito empurrado na gente, que a gente tem que
[15:28] consumir. Mas chega um momento que a gente
[15:30] tem que ter o pensamento crítico de também avaliar o que que é
[15:32] útil para gente ou não é. E parte disso que eu fui criando
[15:35] ali e eu quando falando disso, a gente já quando eu tinha 14 até
[15:38] ali, os 1819. Até a entrada dos 20 anos,
[15:42] porque porque teve um pandemia nesse meio tempo.
[15:45] Então muda um pouco a formação de algumas opiniões.
[15:47] Mas depois que eu conheci a Maria Clara e a Camila também,
[15:51] eu conheci a Camila. A Camila estava solteira.
[15:53] E aí no meio do nosso processo de virarmos amigos, a Camila
[15:57] entrou num relacionamento e ele aconteceu de uma forma assim
[16:01] invejável. Eu acho legal, já estava.
[16:02] Num relacionamento quando te conheci, não.
[16:04] Já, já estava. Acho que você tinha mais ou
[16:06] menos um ano já. Já, já você tem 3 anos, eu tenho
[16:09] 2. Mas eu já entrei no DP
[16:10] namorando? Não?
[16:11] Sim. Não, gente, foi.
[16:13] Vocês começaram a namorar em agosto de 2020.
[16:15] E 3. Verdade, verdade, você IA fazer
[16:16] um ano em 2024. E eu entrei no DP namorando
[16:19] mesmo. E aí é uma coisa que, tipo
[16:22] assim, eu conheci a Maria Clara e eu via Oo relacionamento da
[16:25] câmera acontecendo. Mudou as minhas expectativas
[16:27] disso, porque eu vi que dava para ser plausível eu imaginar
[16:31] eu sonhar em encontrar alguém que eu conseguisse entregar
[16:34] intensidade essa e essa pessoa receberia.
[16:37] Essa intensidade com bons olhos e ela se sentiria grata por por
[16:40] receber essa intensidade, sim, e às vezes a gente vai se perdendo
[16:42] no caminho também. Gente, é impossível você querer
[16:44] andar numa linha reta, é e você se limitar de que tipo?
[16:47] Eu vou conhecer uma pessoa e eu vou me apaixonar por essa
[16:50] pessoa, e essa pessoa vai ser ideal.
[16:51] A gente também idealiza muito isso por conta da mídia.
[16:53] Existe, não existe, né? Não, eu acho que não existe uma
[16:57] pessoa que vai bater totalmente com você.
[16:59] Claro, né? Tem que pelo menos bater ali uns
[17:02] 90%. 90%, pelo menos. Porque se não, não tem como.
[17:06] Léo, os opostos se atraem até certo ponto.
[17:09] Exatamente. Isso isso é uma questão que eu
[17:12] me incomodo um pouco. Essa fala.
[17:13] Os opostos se atraem até certo ponto, né?
[17:15] Porque se a pessoa não tiver os mesmos princípios que você, os
[17:18] mesmos não precisam ter os mesmos sonhos, mas uma certa
[17:21] visão de vida ali, de futuro. Parecida é se a pessoa não está
[17:26] No No, né? Não tem as mesmas expectativas
[17:28] que você, aí fica difícil. Muito difícil.
[17:31] E se a pessoa também não tem? Se você acha que você é uma
[17:33] pessoa, por exemplo, Marcos, eu acho que ele é uma pessoa que
[17:36] entrega bastante essa questão de conhecimento, de intelecto.
[17:39] Ele trai sempre muitas novidades, muitos assuntos
[17:42] interessantes, se a outra pessoa não tiver.
[17:44] Me senti lisonjeado aqui. Que a gente também exalta.
[17:48] A gente não só degrada a pessoa, a gente também exalta ela.
[17:51] Mas se ele, se ele conhece uma pessoa que não tem isso para
[17:54] entregar para ele, vai ser chato, não vai?
[17:56] É? Uma coisa que que pega, né,
[17:57] porque, tipo. Eu vi um olha só minha fonte de
[18:00] notícias, né? Meu Twitter.
[18:02] Em meu Twitter eu vi 11 imagem, né?
[18:05] Daquelas bonitinhas astéricas com a seguinte frase, é, eu
[18:08] estou aberta a receber conhecimentos de coisas que eu
[18:11] não sei. Estou aberta a aprender com
[18:13] você. Você pode flertar comigo dessa
[18:15] forma. Eu acho que é uma coisa assim
[18:17] que eu gosto. Preparadas para isso, para
[18:19] flertar desse? Jeito é exato.
[18:20] Tipo, eu gosto muito da ideia de tipo sentar com alguém e ficar
[18:23] tipo, horas ouvindo ela falar sobre uma coisa que eu não sei.
[18:25] Ou até às às às vezes sobre uma coisa que eu sei.
[18:28] Mas ela tem um ponto de vista diferente.
[18:29] Sabe o que a gente podia fazer no próximo episódio?
[18:31] Porque eu vou voltar, né? Claro.
[18:32] Ela vai voltar? A gente podia sentar, sei lá, e
[18:36] tomar um vinho e ficar aqui conversando e papeando.
[18:38] Um, drinking? Episódio, eu acho, eu acho.
[18:41] Bebendo, eu gosto. Sabe para gente fazer tipo uma
[18:44] coisa bem? Mais descontraída, porque aqui a
[18:46] gente está num num, num negócio assim, tudo fechado.
[18:48] É um estúdio, né? Um estúdio.
[18:50] Lá e aí a gente faz um negócio bem?
[18:54] Bem diferente, bem descontraído. A gente pode pensar nisso para
[18:56] os episódios especiais de meio de temporada, entre a temporada
[18:59] um e a temporada 2. E a gente faz vários episódios
[19:01] especiais, tipo um temporada de inverno.
[19:04] Sim, aí a gente estamos só drinks invernais.
[19:06] É, e a gente vai lá pra cobertura da Pietra, pra ficar
[19:08] um ambiente bem astérico também. E aí a gente coloca ela, mas com
[19:12] com a camisa de força, aí a gente.
[19:14] Bota ela com um certo cuidado, né?
[19:17] Aí vai ser. Aí vai ser um episódio que vai
[19:18] ter que ter uma edição, vai ter que ter vários corpos.
[19:21] Não vai dar para manter a proposta de sentar, gravar e
[19:23] falar, mas votando No No assunto de tipo, criar expectativas.
[19:27] Eu acho que quando a gente vai vivendo a vida e principalmente
[19:31] nesse ponto da internet, tipo. Poxa, olha só o relacionamento
[19:34] da pessoa, olha só esse relacionamento, a gente cria uma
[19:37] expectativa muito alta, só que às vezes a gente se decepciona e
[19:41] parece que o algoritmo entende. Então parece que quando eu me
[19:43] decepciono, o algoritmo só me mostra, você nunca vai encontrar
[19:46] ninguém que vai te preencher, você nunca vai encontrar alguém
[19:48] que vai te acertar nisso nunca vai.
[19:49] Existe uma pessoa assim e você começa AAAA absorver essa carga
[19:53] sorumbática de tipo assim, nada vai dar certo.
[19:56] Nada vai dar. Certo, e obviamente, nada dá.
[19:58] Certo? E nada dá certo, porque a gente
[19:59] aqui é da Vibe, das energias. Eu nunca trouxe esse assunto
[20:01] aqui pro pro podcast ainda. Que um negócio chapado a Pedra
[20:04] das pessoas, mas a gente. Assim, ó, é um colarzinho com a
[20:07] Pedra. Eu nem sei se vocês devem digno,
[20:09] ó, tem uma pedrinha aqui. A gente azul claro, né?
[20:12] Mas a gente é dessa Vibe, das energias de te.
[20:15] Atrair? Eu acho que é super gente.
[20:16] Não tem como. Não tem como você não achar que
[20:18] é. Você bota aquilo no universo e o
[20:20] universo te entrega. Em algum, em algum, alguns
[20:25] momentos, mais até do que você pede.
[20:26] Né? Exatamente.
[20:27] E é outro ponto também, né, que eu acho que a gente tem que
[20:30] saber lidar com as coisas que a gente pede para o universo.
[20:33] Ah, e eu estou passando por uma situação muito assim.
[20:35] É exatamente o que eu pedi, só porque eu eu consigo ver que não
[20:39] está alinhado e que se eu for entrar de cabeça nisso agora,
[20:41] vai me fazer mal. Então parece que o universo, ele
[20:43] está moderando A Entrega que ele me dá aham, e foi uma coisa que
[20:46] eu sempre pedi, tipo assim. Me entregue para eu conhecer e
[20:49] aí, tipo assim, só me deixe ter por completo quando eu conseguir
[20:52] administrar aquela complexidade ali.
[20:54] E aí o universo não está me entregando e parece que a gente
[20:56] fica assim, meu Deus, meu Deus, meu Deus, mas é o que a gente
[20:58] pediu, gente, é o que a gente pediu, porque é melhor que eu
[21:01] tenha realmente quando eu conseguir lidar do que eu tenha
[21:03] completamente despreparado e eu perca, né?
[21:06] Uma coisa que eu sempre quis, mas esse esse ponto de tipo ver
[21:11] no outro, ver na internet, aí depois parece que seu algoritmo
[21:14] te acompanha e traz essa decepção, essa melancolia.
[21:17] Eu acho que isso acaba fazendo com que a gente mate as nossas
[21:20] esperanças. A quantidade de tweets que eu
[21:22] fiz, porque eu também não me isento da culpa, não é porque eu
[21:25] estou falando uma coisa que eu faço exatamente o que eu estou
[21:28] falando. Eu sou um homem de palavra.
[21:29] Eu sou de falar, não sou de fazer.
[21:31] E eu sou 100% do. Aquele aquele meme?
[21:33] É, faça o que eu falo, não faça o que eu faço, não é isso?
[21:40] Sou de falar, não, não, não é? É, sou um homem de palavra, sou
[21:43] de falar, não sou de fazer. Não, não, depois eu vou lembrar
[21:45] qual o? Nome, Ah, vai lembrar quando é
[21:46] lembrar ela, pá. Ela dá o eu jogo aqui, mas eu
[21:50] acho que a gente começa a criar essa carga de que tipo, nada vai
[21:52] dar certo e a gente fica muito melancólico e aí entra nas
[21:55] músicas. Eu sou muito fã de Taylor Swift.
[21:57] A Maria Clara também gosta de músicas tristes, de baladas
[21:59] românticas tristes, mesmo ela estando num relacionamento
[22:01] feliz. Eu adoro, gente.
[22:03] É o é o tipo é, é aquele coisa. Escuto Sabrina Carpenter
[22:06] acabando com um homem, entendeu? Até quinta geração dele, mas eu
[22:09] estou. Um relacionamento super
[22:10] saudável, mas eu amo cantar ment tiald e acabando com homem que a
[22:16] gente é. Homem é uma espécie
[22:18] diferenciada, né? É uma raça, olha ali, tira as
[22:23] caca do dente, mas é uma espécie diferenciada, né?
[22:27] É uma espécie que você tem que ter um pouco mais de paciência,
[22:30] um pouco mais, né? De.
[22:32] Tem que lidar de outra. Forma.
[22:34] Entendeu? Você tem que ensinar ele a fazer
[22:38] as coisas. Eu ensino meu namorado até hoje,
[22:41] espero que ele não veja isso, ele vai falar que não, eu deixo
[22:44] ele pensar que não, mas eu deixo ele pensar que eu não estou
[22:48] ensinando ele, que ele sabe tudo para o ego dele, que o ego do
[22:50] homem é desse tamanho, né, gente?
[22:52] Para o ego dele ficar assim, aí a gente vai moderando o ego para
[22:56] ficar assim, assim, assim, sabe? Isso é muito engraçado porque,
[22:59] por exemplo, no meu relacionamento tem discussões,
[23:02] mas a cada discussão a gente melhora um ponto, mas reclama de
[23:05] outro. É, mas é assim, mas nunca vai
[23:08] estar bom de mulheres. E aí já mostra que tipo assim, a
[23:11] gente já joga o ego mais de lado.
[23:13] Já demonstração de comunicação e sensibilidade sobre o que a
[23:16] gente está conversando. Isso é verdade.
[23:18] Camila e o. Relacionamento com 2 homens,
[23:22] então deve ser o inferno na Terra, né?
[23:24] 2 homens, imagino. Qual que é um signo assim.
[23:27] Muito vaidoso, não? 2 homens leoninos.
[23:29] Nossa, o Marcos para outro Marcos.
[23:32] Imagina gente, meu Deus, não IA dar certo, mas enfim, é eu.
[23:37] Gostaria de namorar comigo mesmo?
[23:39] Que que eu estava falando? Estava falando justamente sobre
[23:43] isso, de moderar o ego, tipo assim, ensinando alguma coisa
[23:46] ali, isso. Ensina não tá?
[23:47] Vamos, vamos tirar essa também. Essa fala que a gente sempre
[23:50] tem, né? Hoje em dia virou moda falar mal
[23:52] de homem. Coitado é, mas todo mundo tem
[23:55] ego. O ego é o é a pior.
[23:58] Parte do ser humano, cara assim. Tá, porque o tem gente que tem o
[24:03] ego lá nas alturas e aí é difícil você ter uma conversa
[24:07] com essa pessoa, você trocar ideia com essa pessoa, e tem.
[24:10] Que não existe troca, né? Exatamente porque ela acha que
[24:12] ela é que Jesus Cristo desceu da Terra.
[24:14] É. E igual você falou, né?
[24:15] Você tem que estar, você tem que a gente sabe que a gente o que a
[24:19] gente consegue entregar, mas às vezes a gente não sabe se a
[24:21] gente está. Aberto a receber.
[24:23] E esse negócio do ego é justamente se o ego é muito
[24:25] alto. Essa pessoa não quer receber,
[24:26] ela só quer dar, é. E se a pessoa tem o ego muito
[24:28] baixo, ela só absorve. Tudo, mas todos nós somos
[24:31] disputas de ego. Sim, eu acho que inclusive,
[24:34] estar no relacionamento, mesmo que saudável, é uma disputa de
[24:36] égua, é. Porque o homem, obviamente,
[24:38] sempre vai querer ser o macho alfa da relação.
[24:41] Gente, isso não é uma coisa, não é um preconceito, não é 11,
[24:44] entendeu? Não é um estereótipo, é verdade.
[24:47] O homem é condicionado para isso.
[24:48] Existem construções sociais muito mais Fortes do que o que a
[24:50] gente consegue colocar dentro, né, da nossa casa pra gente
[24:53] resolver. Mas é.
[24:55] É a sociedade. Infelizmente é assim.
[24:57] O homem sempre vai querer ser o homem, a mulher.
[25:02] Sempre. Sempre ele vai maior mulher,
[25:04] ele, todo mundo no mesmo lugar. É filha.
[25:07] Ele às vezes fica aqui, às vezes ele fica aqui.
[25:10] Mas ele nunca vai querer ficar aqui.
[25:11] Ele sempre vai querer ficar aqui, aqui.
[25:13] É, foi a mesma coisa que a nossa professora taróloga lá na cabana
[25:17] dela falou, né? Ah, cabana da não pode falar o
[25:19] nome dela, né? Aqui não, mas a nossa
[25:20] professora, né, nossa querida professora, professora.
[25:23] Vamos chamar ela de qual matéria?
[25:26] Comportamento do comportamento do consumidor, ela ela dentro
[25:31] dessas vibes, né? Tipo das energias dos signos, e
[25:34] aí a gente tava tendo uma conversa descontraída com ela no
[25:36] intervalo e ela tava falando é, foi uma com uma fala direcionada
[25:41] a mim, né? De que tipo dentro de um
[25:43] relacionamento AA minha Vênus, que é em leão, que ela falou,
[25:46] Ah, eu não lembro, mas era alguma coisa assim, que tipo
[25:49] assim. Eu não tenho problema em exaltar
[25:51] uma pessoa no relacionamento, mas eu sempre vou querer estar
[25:53] assim, eu sempre vou querer que a pessoa me coloque assim.
[25:56] E aí eu falei, todo mundo concordo, mas eu concordo, sim,
[25:59] é muito eu com espírito natural. A gente sempre gosta de ser
[26:02] exaltado. Com certeza, quem não gosta,
[26:05] tipo eu? Acredito nele, massageia.
[26:09] O ego isso massagem é bom, né? Mas, claro, ainda mais tântrica.
[26:13] Brincadeira, mas enfim, o homem sempre, como eu disse, vai ter
[26:18] aquele Taro aqui AI tem homens mais sem se.
[26:22] Mas é isso, às vezes é uma mulher também.
[26:24] Namorada da Rita ela, namorada da Rita, chora e está tudo bem.
[26:27] Amiga, você está expondo as pessoas, entendeu?
[26:30] É isso? A gente vai ter que editar, isso
[26:31] a gente vai ter que editar. Desculpa, piet.
[26:36] É agora, já foi, e o episódio não pode ter corte.
[26:39] E me fodeu então. Acabou.
[26:40] Ah, ela fala isso pra todo mundo, para quem quiser ouvir.
[26:43] Ela está falando eu falar. Queria fazer diferença alguma.
[26:46] Mas é isso, está vendo? E existem essas expectativas
[26:49] também. Eu acho que a Pietra foi uma
[26:50] pessoa que foi contra as expectativas dela no
[26:52] relacionamento dela. Muito, não.
[26:53] Não no sentido de abaixar a Pietra.
[26:55] Tinha expectativas muito baixas, muito, muito, muito, muito.
[26:58] Baixas? Ah, é aí, ó, um exemplo.
[27:01] As expectativas da Pietra era tipo assim, o lixo, o que você
[27:03] conseguia encontrar abaixo daquilo?
[27:05] E ela? Realmente era o lixo ao da mãe,
[27:06] você? E ela encontrou uma pessoa muito
[27:08] boa, muito, muito maravilhosa. Não vamos citar o.
[27:10] Nome para ele, para ela. Ele é assim.
[27:14] Deus em quem acredita. Colocou um anjo na vida dela.
[27:20] Até para mim, que vejo de fora. É pra eu também, se a Pietra
[27:23] mudou muito, muito. E a gente fala AI, ninguém muda
[27:27] por ninguém. A Pietra muda.
[27:29] É mentira, mas é isso. É justamente sobre você
[27:31] encontrar com outras pessoas. Exatamente.
[27:33] A gente muda. É obviamente pela gente, né, que
[27:37] eu acho que é o mais importante. Primeiro a gente tem que botar
[27:39] isso na nossa cabeça. É a gente saber que a gente tá
[27:41] mudando, primeiro pela gente, depois.
[27:42] Por favor, vamos sempre se botar em primeiro lugar, não numa
[27:45] forma de egoísmo, numa forma de se amar.
[27:51] Crescimento. Crescimento se amar, né?
[27:54] Se valorizar. Eu sou espírita.
[27:57] Sou espírita, metade católica. Eu sou bi híbrida, eu.
[28:03] Sou bi religião, eu? Sou bi religião.
[28:06] Bi religiosa. Mas é, eu gosto muito do é é
[28:11] dogma que fala? Dogma eu acho que é dogma, é
[28:13] dogma, é de convertente. Exatamente espírita.
[28:17] E também o meu problema é a igreja.
[28:20] Nós não vamos entrar nisso aqui agora.
[28:22] Não é o tema do episódio, não é o tema do episódio.
[28:23] Podemos ter um depois. Mas.
[28:27] É, eu vou. Às vezes eu participo, é lá no
[28:30] centro espírita de enfim, é, tem palestras, reuniões e eles falam
[28:35] isso que a gente sempre tem que se colocar em primeiro lugar.
[28:38] E um exemplo muito interessante que a moça da palestra deu lá é
[28:43] no avião. A aeromoça não sem fala, se
[28:46] tiver uma turbulência, se o avião querendo ou não cair, você
[28:49] não bota a primeira máscara em você e depois no outro.
[28:52] Caralho. Gente, vocês me subestimam
[28:58] demais, tá? Eu nunca te subestimei.
[28:59] Nunca deixo, inclusive, próximo passo.
[29:02] Eu nunca te subestimei, pelo contrário.
[29:04] Mas é isso? Exatamente.
[29:06] É uma analogia muito boa. Bote primeira máscara em você e
[29:09] depois no outro. Porque se você não se salvar, se
[29:12] você não se botar em primeiro lugar, você não consegue salvar
[29:14] o outro. E o outro também não vai.
[29:16] O outro foi instruído anão te colocar em primeiro lugar e.
[29:19] Você tem que estar bem. Primeiramente, você tem que
[29:22] estar bem consigo mesmo, tem que estar bem de espírito, de corpo,
[29:25] fisicamente você tem que estar bem, para depois você também.
[29:29] Isso é muito importante, você dar amor.
[29:31] Você tem que se amar primeiro, senão você não tem amor para
[29:33] dar, você não tem. Diferença do que você gosta, do
[29:36] que você quer? É dispensar, é dispensar, mas.
[29:45] É muito difícil botar. É muito lugar, eu acho que é
[29:48] justamente bate, né? Tipo essa questão da
[29:50] expectativa. Eu acho que se você não consegue
[29:52] se amar, se você não se encontra de forma inteira, se você começa
[29:56] AA ser muito imoral a sua própria carne.
[29:59] Eu amo essa frase desde o dia que eu escrever ela eu procuro
[30:02] contexto para enfiar essa essa frase, né?
[30:04] Mas se você começa a ser muito imoral a sua própria carne, você
[30:09] começa a se perder, né? Tipo, você sente que você não
[30:11] vai alcançar suas coisas e aí você reduz as suas expectativas.
[30:14] E eu acho que. Entre aspas, né?
[30:18] Tudo bem você não ter sonhos tão altos, mas expectativa, não.
[30:21] Eu acho que a sua expectativa sempre tem que estar alta, com
[30:23] que você quer conquistar ali. E eu não acho que você deve
[30:26] abrir mão delas, né? Como diz o título, episódio
[30:29] pensando que você não vai encontrar algo melhor, algo que
[30:32] vai ser sempre tem que ter. Expectativas altas por que que
[30:34] adianta você ficar ali parado na mesmice?
[30:38] Não faz? Sentido a vida, minha filha é
[30:40] para se movimentar, entendeu a vida?
[30:41] É para se movimentar. É para frente que se anda, não é
[30:43] para trás, não é parado. E voltamos.
[30:46] Porque acabou o espaço do que fazer algumas coisas é que eu
[30:51] estava falando para frente que se anda, né?
[30:53] Isso. É, é isso, né?
[30:55] Já a fase já fala por si só. Agora eu esqueci o perdi o
[30:58] raciocínio, mas é isso, ó pra frente, que se anda.
[31:01] A gente sempre tem que é olhar para frente.
[31:05] Não pensar tanto no futuro, mas pensar no futuro.
[31:08] Se a gente pensar tanto, a gente fica com ansiedade, se a gente
[31:10] não pensar, a gente fica parado. Então, tudo na vida é uma
[31:13] questão de equilíbrio, entendeu? Um pouco de droga, um pouco de
[31:15] salada, um pouco de ansiedade, um pouco de segurar ansiedade,
[31:20] entendeu? Tem que tentar equilibrar, é
[31:22] muito difícil, é muito difícil. Eu tenho uma experiência com
[31:25] ansiedade muito forte, porque eu tive uma época da minha vida que
[31:30] eu. Tinha crise de ansiedade todos
[31:32] os dias e era uma coisa horrível.
[31:34] Mas eu posso dizer aqui que a ansiedade me salvou de muitas
[31:39] coisas. Muitas é decisões que eu poderia
[31:45] ter tomado, mas a ansiedade me salvou no quesito de ter medo de
[31:50] tomar elas. E aí depois eu vi que realmente
[31:54] não era a decisão certa a se tomar.
[31:57] Enfim. Não ando mais Poliana da vida,
[31:59] de ser grato a tudo. É, vamos, vamos abraçar as
[32:03] coisas. Eu acho que a gente se pune
[32:05] muito. A gente se pune muito.
[32:08] Leia um texto do lovicho nada. É tão Sério assim?
[32:13] Nada é tão Sério. Se você parar para pensar, tá, a
[32:17] gente vai entrar aqui numa coisa que AI tá, mas assim, se você
[32:21] for parar para pensar, tem muita gente pior que você.
[32:26] E com muitos AI não podemos banalizar, tá?
[32:29] Os problemas. Vocês vão entender o que que eu
[32:31] tô falando aqui, né? Não vamos levar tudo ao pé da
[32:33] letra também. Mas se você parar para pensar
[32:36] racionalmente, e não toda hora, emocionalmente, porque tem
[32:40] momentos da vida que você precisa ser racional, não dá
[32:42] para ser emocional o tempo inteiro, senão a gente entra num
[32:45] looping de loucura, né? Fico.
[32:47] Maluco se perde completamente. É então assim, racionalmente,
[32:50] sempre vai ter alguém pior que você.
[32:52] E sempre vai ter alguém em pior condições que você.
[32:56] Se você olhar para o não só para o Brasil, mas para o mundo, tem
[33:01] muita gente sofrendo, muita gente passando fome, muita gente
[33:04] em guerra. Então, assim, às vezes o nosso
[33:07] problema é que a gente faz um big problema.
[33:10] A gente cria um elefante na sala, não tem a gente que coloca
[33:16] ele ali. Muitas vezes não é tão Sério
[33:18] assim, entendeu? E esse é um pensamento que eu
[33:22] tenho. Às vezes pode ser um pensamento
[33:24] radical, talvez, mas que é o pensamento que eu tenho para
[33:28] poder voltar e falar, não, calma, tá tudo bem, tem uma
[33:34] solução, vamos resolver e vamos embora.
[33:38] Partiu para frente. Segue o baile.
[33:41] É voltando um pouco naquele negócio das coisas que a gente
[33:44] consome, eu acho que quando a gente.
[33:47] Tá triste e a gente vai consumir mais coisa triste, é mais fácil
[33:50] a gente colocar esse elefante dentro dessa sala, sim,
[33:53] construir, tipo, o elefante nem estava lá dentro.
[33:55] Você construiu a sala ao redor do elefante, entendeu?
[33:57] Ele estava lá de boa, na dele, você construiu aquela sala ao
[33:59] redor e eu estava pensando nisso, porque foi uma coisa que
[34:01] me pegou ultimamente. Eu vejo as coisas e às vezes eu
[34:04] fico meio vidrado, é impressionado com elas, e aí eu
[34:07] vi essa essa nem lembro o que foi sua matéria, uma notícia, um
[34:11] tuíte, que geralmente é um tuíte, né, que é meu fante de
[34:13] referência da vida, falando que. É, se você ficar ouvindo muita
[34:17] coisa triste, você vai ficar triste, né?
[34:19] E aí puxando um pouco pra pros mistissismos, pros atorismos da
[34:23] vida, eu, uma vez um amigo meu, que ele é muito dessas energias,
[34:26] ele falou assim, amigo, você não está, você não é, você não está
[34:30] melancólico, você é melancólico. Se você ficar incentivando isso
[34:33] em você, você vai cair do buraco.
[34:35] Isso não sei se isso é bom, né? Eu acho que tudo com equilíbrio,
[34:38] talvez. Do equilíbrio, né?
[34:39] Mas eu acho que se eu sou uma pessoa melancólica, aí é uma
[34:41] coisa. Meio pegada, né?
[34:43] Eu acho que as pessoas, o que as pessoas mais têm dificuldade na
[34:45] vida é eu achar o equilíbrio. Vão ouvir o álbum da Anitta?
[34:50] É equilíbrio. Eu acho que a Anitta, ela.
[34:54] Eu acho que ela. Hoje em dia ela atingiu o
[34:56] equilíbrio dela. Porque é isso, gente.
[34:59] Você não precisa ser totalmente espiritualizada ao ponto de você
[35:02] ser insuportável, entendeu? De você pegar um caixote na
[35:05] Rodoviária e ficar gritando igual um maluco para as, né?
[35:10] Isso já é um extremista. Você também não precisa ser
[35:13] totalmente Anitta de 2010, sei lá, né, tão livre assim, tipo,
[35:22] você está fazendo tatuagem no ânus, entendeu?
[35:25] Não precisa. Então, assim, eu acho que hoje
[35:29] em dia ela conseguiu encontrar. Eu não sei, tá?
[35:31] Eu não conheço ela, não somos amigas.
[35:33] Mas ela conseguiu, pelo que eu vi, né?
[35:35] No álbum, pelo que ela está mostrando, pelo menos, que
[35:38] segundo ela, tem 2 personalidades.
[35:39] Uma é a Larissa, outra é a Anitta.
[35:41] É Ela encontrou o equilíbrio entre AA Anitta e a Larissa?
[35:43] É agora, tem essa modo. Eu acho que é isso também, né?
[35:46] É encontrar o equilíbrio perfeito para você.
[35:48] Exatamente aqui, eu acho. Aparentemente ela encontrou
[35:51] nessa questão da religião e nessa questão de ser a Anitta
[35:54] show woman e livre mulher emponderada EE outro outra pauta
[36:01] que acabei de achar. Acho as mulheres confundem um
[36:05] empoderamento um pouco. É, mas isso é pauta para?
[36:07] Outro vídeo isso é pauta para outro vídeo, temos muito
[36:10] assunto. Temos muito assunto, a gente vai
[36:11] ter que rever isso aqui, escrever vários roteiros, mas a
[36:14] gente. Vai falando e os assuntos?
[36:16] Vão surgindo. É por isso que aquele episódio
[36:18] que eu fiz, que eu falei que tinha várias coisas que batiam,
[36:20] eu eu peguei um roteiro porque não tem roteiro.
[36:22] Gente aqui não tem nada de roteiro.
[36:23] A gente só conversou e geralmente é assim que eu faço.
[36:26] Mas esse negócio de saber equilibrar até mesmo que você
[36:29] consome foi uma coisa que me pegou.
[36:31] Porque, como eu disse no começo, eu sou fã da Taylor Swift.
[36:33] E tipo, as músicas da Taylor Swift, as que eu mais gosto são
[36:35] as mais, nossa assim, uma cambus assim, sorumbática, melancólica,
[36:39] sinônimos. E vamos jogando.
[36:40] E aí eu estava. Sentindo que você estava me
[36:42] pegando. Inclusive eu tinha anunciado que
[36:45] eu IA lançar um livro, né? O silêncio profano lá, que foi
[36:48] uma coisa assim que eu estava trabalhando e eu comecei a ler
[36:50] as coisas que eu tinha escrito no momento em que eu estava
[36:51] muito, sabe? Para baixo.
[36:53] Não, não, não consegui. Estava me deixando mais para
[36:55] baixar ainda. Eu falei, cancela esse livro aí.
[36:57] Por enquanto, até eu tenho cabeça, né?
[37:00] Uhum é, não quer colocar um livro mais ou.
[37:03] Menos imagina. Se quem escreveu está
[37:05] aguentando, né, é e. Se matam?
[37:08] Deus me livre. Mas a Taylor Swift tem isso, né?
[37:11] Ela é muito sensível. E ela é muito, muito
[37:13] melancólica. Né ela?
[37:15] É muito melancólica e a do Lipa é o oposto, e são as minhas 2,
[37:18] né? As 2 pops e aí eu, mas eu acho,
[37:20] cara, se eu fosse escolher, eu IA ser a do.
[37:22] Lipa? Não, cara, é, é isso.
[37:23] A gente quer ser adolipa, mas a gente identifica mais com a
[37:26] Taylor Swift. Segundo, pelo que eu vejo, nós
[37:28] também não somos amigas. Gostaria do olipa?
[37:31] Eu já sou, estou no lugar ali. Podcast, me liga, mas ela
[37:35] encontrou equilíbrio. Ela encontrou o equilíbrio.
[37:37] Ela é bem equilibrada. Eu acho que a vida da doripa
[37:39] inteira parece ser muito equilibrada, mas é isso parece,
[37:41] né? É, a gente não sabe.
[37:42] Mas o que a gente está vendo é uma vida bem equilibrada.
[37:44] Ela trabalha o suficiente, ela viaja o suficiente.
[37:46] O marido dela é único. O.
[37:47] Suficiente. É exatamente ela não é tipo, não
[37:49] tem demais. Ela não É Ela tão.
[37:50] Suficiente, igual a igual, as Kardashians que a gente vê e
[37:54] falando nossa, impossível. Demais, é?
[37:56] É uma ostentação que você fica assim, outra coisa que que essas
[38:01] famosas, e eu falo de famosas que.
[38:08] Não construíram uma carreira. AI vem me atacar aqui, os fãs
[38:12] das Kardashians, mas não construíram uma carreira, por
[38:15] exemplo, uma Meryl Streep, entendeu?
[38:19] Famosos assim. Que batalharam mais para chegar
[38:24] onde chegaram? Será que eu posso falar assim,
[38:28] posso, né? Pode, pode.
[38:30] Porque as Kardashians? Não caiu no colo delas, mas foi
[38:33] um não é uma carreira, é uma AI, sei lá, a gente não vou entrar
[38:37] nisso. É porque é porque existem tipos
[38:39] de carreira, né? A fama delas, onde foi feita
[38:41] vendo um lugar diferente de onde a fama da Meryl Streep foi.
[38:43] Feita por isso elas elas gostam de ostentar, e aí as pessoas
[38:46] olham para aquilo e falam, nunca vou ser assim.
[38:48] Nunca vou ter. Isso.
[38:50] E provavelmente não, você nunca vai ter isso realmente desse
[38:53] jeito. Mero episódio de voltou para
[38:54] assim? Gente, mas vamos ser realista
[38:56] aqui também, né? Não vai ter desse jeito que as
[38:58] Kardashians têm. É uma coisa que é um e 1000000 a
[39:02] gente também tem que querer ser, né?
[39:04] Sempre ser, mas também da nossa realidade.
[39:06] É porque senão a gente se frustra também.
[39:08] Exatamente, a gente se perde, né?
[39:10] Eu acho que é o ponto de equilíbrio entre você criar
[39:12] expectativas e ao. De expectativas realistas.
[39:15] É, não é sobre você deixar de criar a expectativa, mas é sobre
[39:18] você criar uma expectativa tangível.
[39:20] Você sabe, tudo é tangível também, que é uma coisa que Eu
[39:23] Acredito é. Uma coisa que eu que eu pensei
[39:26] essa manhã é que, tipo assim, me veio na cabeça.
[39:28] Às vezes me veio umas frases na cabeça, às vezes eu junto com
[39:30] alguma coisa que eu li ou com alguma coisa que eu estou
[39:32] consumindo e me veio muito essa frase na cabeça se dormindo, que
[39:35] é quando eu estou parado, eu consigo fazer tanto nos meus
[39:38] sonhos, porque acordado, que é quando eu posso fazer, eu não
[39:40] vou fazer aquilo. Eu controlo meus sonhos todos.
[39:43] Nossa, você controla, cara, que louco, que que é isso?
[39:45] Controlo os meus sonhos? Não, gente.
[39:46] E eu lembro de tudo. Isso é ansiedade, já eu.
[39:49] Controlo, eu estou lá. Dentro.
[39:50] E eu sei que eu estou lá dentro e eu sei o que que eu vou fazer.
[39:53] Entendeu? Eu sou eu, sou bruxa?
[39:56] Não. Mas eu penso nisso porque, tipo,
[39:57] sabe quando você dorme, você sonha, tipo, sei lá, você casou
[39:59] com o amor da sua vida. E você está tipo, muito rico.
[40:01] Você está num país que você. Sempre quis, eu crio histórias
[40:02] imaginárias para dormir. Está vendo?
[40:05] Mas se você consegue criar uma história imaginária para você
[40:07] fazer enquanto você está parado, assim ó.
[40:10] Você não vai conseguir fazer muito mais do que isso quando
[40:12] você está acordada, com certeza é o que eu penso e acho que é o
[40:14] meu gasto. Se eu conseguir sonhar que eu
[40:16] vou ser milionário dormindo, que é quando eu realmente estou
[40:19] parado, por que que eu não vou conseguir fazer isso acontecer
[40:21] se eu estou acordado, trabalhando e tudo mais?
[40:24] Só que assim entendível, né, gente?
[40:25] Milionário ter muito dinheiro, ter uma prosperidade que vai te
[40:28] trazer muito conforto. Ok, agora você querer chegar num
[40:30] nível assim, tipo Kardashians, Kardashians, mas.
[40:33] É isso que eu IA falar agora, dá.
[40:34] Para correr atrás, dá para correr.
[40:36] Atrás mas é isso que eu vou falar agora, por exemplo, você.
[40:38] Está fazendo por onde? É, também tem isso, mas assim
[40:41] elas não começaram desse jeito, né?
[40:43] Elas sempre tiveram dinheiro. Vou dar esse exemplo, esse vai
[40:45] ser o meu, a minha base de exemplo.
[40:47] Elas não começaram igual elas estão hoje em dia, claro, mas se
[40:51] você for perguntar para elas lá no começo da carreira, você acha
[40:55] que elas estariam aqui? Você acha que elas pensariam que
[40:59] estariam aqui? Provavelmente não, mas é isso
[41:03] que eu IA falar agora, elas foram elas conseguiram
[41:05] conquistar um lugar. Elas viram que talvez daria para
[41:09] conquistar mais um lugar, então elas vão indo.
[41:11] Então acho que você pode ir galgando de graz e pode ir
[41:15] querendo mais a partir do momento que você vai conseguindo
[41:18] mais. Colocou, você vai colocando aos
[41:20] poucos. Exatamente, é porque senão você
[41:22] se frustra. É aproveitar o processo sem
[41:24] ficar olhando só ou lá na frente gente está vendo tudo
[41:26] interconectado. É uma temporada muito coesa
[41:28] desse podcast. Mas então você tem que ir, é
[41:32] tipo. Baby steps.
[41:33] Baby steps de pouquinho em. Pouquinho, entendeu?
[41:36] Até você chegar lá, como é que é que tem aquele de de pouquinho
[41:39] em pouquinho você constrói. De pouco em pouco, a galinha de
[41:41] papo. De papo em pouco, isso aí a
[41:45] galinha enche o papo, mas é o. Que eu estou pensando, vai dar
[41:48] 11? Trabalho para a gente
[41:49] identificar todas as referências que a gente usou nesse episódio,
[41:51] a. Gente, vai ser nosso CCC?
[41:52] Vai ser nosso CCCO que a gente já fez.
[41:54] Tem várias referências. Gente, dá para colocar ali.
[41:57] É, enfim, a Maria Clara. Eu acho que ela não a Marie.
[42:01] Acho que ela ainda não viu como que funciona o podcast dentro da
[42:04] anime free, mas tem uma página com um texto corrido sobre o
[42:08] tema do episódio e todas as referências que a gente fala no
[42:10] episódio. A desse daqui vai ser uma
[42:12] leitura de 10 páginas a. Gente tem muito a acrescentar,
[42:14] né? Gente, é muito e.
[42:15] Eu quero muitas visualizações, por favor.
[42:18] Então vamos divulgar, eu vou, vamos divulgar.
[42:20] A Maria Clara vai divulgar a bola.
[42:21] Tá todo mundo para ouvir, para assistir.
[42:23] E se fizer muito sucesso, a Maria Clara vai ser uma
[42:25] personagem recorrente. Ah, sabe o que a gente pode
[42:27] fazer também? Minha tia vai abrir isso de
[42:29] pilates. A gente pode fazer lá.
[42:31] Aula de plástico, gente, está vendo?
[42:32] Eu tenho muito material. A melhor coisa?
[42:35] Trazer convidados. Palmas para quem pediu lá na
[42:38] caixa. No Instagram.
[42:38] Um convidado ó. Fui eu mesmo.
[42:40] Brincadeira, ó, continua. Mas é isso.
[42:44] E aí, pensando muito nessa de onde a gente coloca os nossos
[42:47] sonhos, eu acho que dá para você ser plausível ao mesmo tempo,
[42:51] sonhar grande, sonhar alto, querer mudar a sua realidade.
[42:55] E encontrar energia para mudar a realidade, porque querendo lá é
[42:57] difícil, né? A gente vive na sociedade que a
[42:59] gente vive. É complicado, né?
[43:02] A gente vive é cercado de de coisas, né, tipo tipo de
[43:04] problemas sociais e et cetera. Eu acho que.
[43:07] Então, no Brasil e no mundo? Né?
[43:11] E a gente? Viaja e a gente vê, né?
[43:14] Eu viajei agora para Portugal e a gente vê também que não é só a
[43:17] gente que tá. Com problemas só é o mundo.
[43:21] Tá todo mundo no mesmo barco. Titanic o nome eu acho que é
[43:25] isso. O mundo é o que a minha mãe
[43:27] fala. Isso é uma coisa muito clichê de
[43:29] pessoas que não são da geração z, que são da geração o que,
[43:31] Marcos? Não vou lembrar, acho que a
[43:33] geração é um alfa. Não sei que elas falam, o mundo
[43:37] hoje em dia não é mais o mesmo. E até a gente percebe isso.
[43:41] A gente cresceu num num, numa virada muito específica, porque
[43:44] a gente não era 100% digital, não, a gente era analógico.
[43:47] É, e aí a gente a gente estava no meio.
[43:50] Até eu preferia antes, eu também.
[43:52] Eu tenho. Eu tenho esse sentimento, tem
[43:55] uma palavra. Esse anemoia é que é quando você
[43:58] sente uma saudade de uma coisa que nem viveu.
[43:59] Eu fui criado mesmo nos anos 2000, já dentro de padrões dos
[44:03] anos 90 ali. Eu queria muito ter criado nos
[44:06] anos 90, eu seria a Cate Moss. Seria a Kate Moss.
[44:09] E minha mãe fala, graças a Deus, minha filha, que você não é
[44:12] famosa, que você não é riquíssima, entendeu?
[44:14] Que você não tem influência porque você seria Lindsay Lohan
[44:17] ou a Kate Moss. Sem influência das pessoas pro
[44:19] mal, não acho. Eu tenho uma expectativa em você
[44:21] de que você é uma pessoa. Sim, mas com dinheiro a cabeça.
[44:24] A cabeça sabe, e eu acho que a fama, na verdade, acho que a
[44:27] fama também sobe a cabeça, inclusive a outra ponta, né?
[44:29] É porque. Fama.
[44:31] Eu acho que chega até ser mais importante que dinheiro.
[44:34] Não, com certeza. Porque você ganha muita coisa
[44:36] ali, né? Em cima só.
[44:37] Por exemplo, você acha que o Justin Bieber paga para entrar
[44:39] nos lugares, paga os restaurantes que ele vai.
[44:42] E mesmo que que ele tivesse que pagar até o lugar que você não
[44:44] vai entrar pagando, é. É só com o nome dele.
[44:47] Então, o nome eu acho que é mais importante do que dinheiro.
[44:51] Não sei eu. Acho que é por isso que é
[44:53] interessante. Eu acho que é por isso que é
[44:55] interessante você construir quando a gente pensa na
[44:57] carreira, que vai alavancar uma fama desse nível.
[44:59] É muito interessante você construir isso num lugar limpo,
[45:01] né, que você alinha. A gente vê o exemplo que eu dei
[45:03] aqui é mery strip, a gente associa atuação, impor a quem
[45:08] mery strip. E é uma coisa também, né?
[45:11] Tipo, classe artística, que é influenciadora e et cetera.
[45:14] Vai mudando e é 11 expectativa que eu acho que as pessoas têm
[45:17] hoje em dia, né? E às vezes elas se prendem, mas
[45:21] elas não se prendem demais. Eu acho que elas acabam
[45:22] reduzindo as expectativas delas ou elas acabam se desalinhando,
[45:26] se perdendo no processo, que é questão de ser famoso, né?
[45:28] Tipo, é. Eu, particularmente, sou uma
[45:30] pessoa que eu acho que tudo bem. Obviamente está tudo bem, né,
[45:33] gente? Mas assim é porque eu tenho esse
[45:34] sentimento hoje em dia, tá Hum confortável em mim de que tudo
[45:38] bem querer ser famoso, querer ser conhecido, é.
[45:42] Acho que tudo bem, não vejo isso como algo ruim.
[45:44] É, é, é. Agora, o que você faz com isso,
[45:46] né? É, e como você constrói isso?
[45:48] E como você quando você fica famoso, o que que você faz com
[45:51] essa de que você? Retribui, né?
[45:53] É? Não adianta ser só.
[45:54] Famoso com ser? Famoso lembra daquele cara que
[45:56] entrou no big Brother e aí? Ele tipo assim isso?
[45:59] Ser famoso por ser? Famosa Ah, eu acho a Juliette ou
[46:01] boa famosa. Eu não acompanho.
[46:03] É assim. Eu não acompanho mais hoje em
[46:04] dia tanto assim. Mas é sempre que eu vejo alguma
[46:06] coisa dela. É uma coisa meio muito coerente,
[46:09] sabe? Assim é que tem famoso.
[46:10] Realmente não acrescento nada. A Grazi Massafera é uma boa
[46:12] fama, eu acho. Ela é uma ótima atriz.
[46:15] Hum, e Ela Foi aprendendo, né? Foi Ela Foi aproveitar.
[46:17] Sim, ó. E ela usou a fama dela para
[46:19] fazer e Ela Foi trabalhos e isso papéis.
[46:22] E foi construindo a expectativa dela dentro do que ela conseguia
[46:25] fazer, ela falou, eu acho, se eu não me engano.
[46:27] E sempre estudando, né? Eu acho que isso é importante
[46:29] também. É isso, você tem que você joga
[46:31] para o universo, mas também você faz a sua parte.
[46:33] Claro, também não é assim, gente.
[46:35] Também o universo. Não, não é não é o gênio da
[46:37] exatamente não é o gênio da lâmpada, né?
[46:39] Que você faz 7 pedidos, ele traz aqui não, você tem que ir.
[46:43] Vou dar outro exemplo, eu sou muito religiosa esses dias.
[46:46] Tô meio. Religiosa, me me baixou aqui, a
[46:49] irmã Bia, mas eu vou dar esse exemplo aqui.
[46:53] É que também foi falado lá Na Na comunhão espírita, as pessoas
[46:57] que tinham, por exemplo, na época de Jesus Cristo.
[47:00] Para quem acredita, claro, quem não acredita e não quiser ouvir,
[47:03] fecha o ouvidinho e pronto. Tá aí é que precisa é concordar
[47:08] com tudo que a gente fala, mas na época de Jesus Cristo.
[47:11] Que tinham os leprosos, as pessoas que tinham deficiências,
[47:14] né? As pessoas que viviam em
[47:16] condições ruins, essas pessoas não ficavam lá na cama assim,
[47:21] esperando Jesus Cristo venha até elas.
[47:23] Elas tinham que ir até Jesus Cristo.
[47:24] Ele não IA adivinhar também, né? Ele era humano, ele não IA
[47:28] adivinhar que aquela pessoa tava precisando dele.
[47:31] Claro, né? Vocês estão entendendo AA?
[47:34] Analogia da espiritualidade ali, né?
[47:36] Mas a gente está. A pessoa vai até ele.
[47:39] A pessoa busca. Busca ele.
[47:41] Eu acho que é o princípio de toda religião, é de todo, de
[47:43] toda a criança, não? Adianta você ficar parado
[47:45] achando que vai acontecer um milagre na sua vida?
[47:48] Às vezes acontece, acontece. Mas se você ficar que não, o
[47:52] idiota lá esperando a chance de acontecer é mínima.
[47:56] Então você tem que ir até aquilo, né?
[48:01] Sim, com certeza. Não adianta você ficar.
[48:03] E é o que te permite que é mais expectativa.
[48:05] Hoje em dia eu tenho muito mais expectativa, tipo, expectativas
[48:08] muito mais altas do que eu tinha antigamente, porque justamente
[48:12] aquele processo que você falou, você vai conquistando e você vai
[48:14] aumentando a expectativa, você vai aumentando na barra.
[48:15] Então, hoje em dia, cara, minha, minha expectativa assim para
[48:20] conquistar as coisas. Ela é alta e tipo assim, eu sei
[48:24] o que eu estou fazendo, eu sei o quanto eu estou me esforçando,
[48:27] eu sei o quanto eu estou me doando.
[48:28] Então eu me deixo aumentar mais essa barra da expectativa.
[48:32] Mas voltando para coisa do relacionamento, que eu acho que
[48:34] é uma coisa mais relacionável para todo mundo.
[48:36] É uma barra que agora, nesse momento, eu estou aprendendo a
[48:39] lidar. Intercorrência.
[48:44] Gente, calma aí, calma. Aí, calma aí.
[48:47] E voltamos, gente, a gente vai arrumar aqui, porque deve ter
[48:49] dado uma barulheira, e aí a gente.
[48:53] Não, não tem corte, né? O príncipe desse.
[48:55] Podcast não é ter toca. Estamos começando.
[48:57] Todo mundo tem que começar de um lugar.
[48:59] Depois que vocês começarem a colocar 10000 visualizações por
[49:02] episódio, aí eu vou aumentar minha expectativa de comparar.
[49:04] Depois vocês vão ver o Marcos na Globo, entendeu?
[49:08] Vou substituir o Bial, cara. Meu sonho.
[49:10] Então conversa com Bial aqui, ó, conversa com Marcos.
[49:13] Nossa, isso é massa. Nossa, eu IA adorar ficar
[49:15] fazendo várias perguntas, eu gosto de enxergar as pessoas,
[49:17] mas voltando no assunto do do, do relacionamento, né?
[49:21] Como eu pensei? Hoje em dia eu tenho
[49:24] expectativas um pouco mais altas ao mesmo tempo, de que eu não
[49:28] estou imune a passar por processos dolorosos.
[49:32] Então, tipo, às vezes vai acontecer da gente querer muito
[49:35] uma pessoa que não está 100% alinhado com as nossas
[49:37] expectativas, não. É todo mundo que vai querer a
[49:39] gente, não somos isso. E acho que é muito importante
[49:42] entender isso. É dolorido, muito dolorido, mas
[49:45] acho que é muito importante a gente entender isso.
[49:47] Para a gente saber onde a gente coloca as nossas expectativas.
[49:49] Não dá para a gente colocar as nossas expectativas naquilo que
[49:53] vai encher a gente demais. Eu adoro essa analogia.
[49:55] Você sempre tem que comer o suficiente para se nutrir e se
[49:57] sentir satisfeito, mas não que panturrado.
[50:01] Então é saber onde você coloca essa energia, sabe?
[50:05] Porque? Senão você também acaba.
[50:07] E tem gente que suga, suga, consegue energia, que você sai
[50:10] do ambiente, você até se sente drenado, cansado que aquela
[50:15] pessoa. Tirou tudo que você tem.
[50:18] Já eu, já. Várias pessoas na minha vida
[50:21] eram assim. Parecia o espírito dos
[50:23] obsessores que drena sua energia.
[50:24] Você fica, gente, que é isso? Parece que eu fui baqueado, isso
[50:28] é. Uma das coisas que tiram a gente
[50:29] da nossa rota, né? Que tipo que estabilizam a gente
[50:31] na nossa? Em relacionamentos, não só
[50:33] amorosos, tá? A gente fala que de
[50:35] relacionamento. Amoroso porque acho que é uma
[50:36] coisa mais tangível. Né?
[50:37] Sim, mas é amizade, família, tudo limite.
[50:42] É outra coisa muito importante. Eu, eu.
[50:46] E não só em relacionamento amoroso.
[50:48] Eu acho que limite em amizade, limite em em família também.
[50:52] Porque família acha que. Porque família é.
[50:55] Quero o mesmo sangue, né? O mesmo sangue.
[50:56] O negócio é bagunçado, mas também não é assim, né?
[50:58] Você tem que dar um certo limite.
[50:59] Porque sem limite, eu acho que desordena tudo, né?
[51:02] Você não sabe para onde olhar, o que querer, o que.
[51:04] Buscar. Não adianta ter uma vida sem
[51:06] limite, não adianta. A gente, a gente enlouquece.
[51:11] Dito isso, temos um episódio de 50 minutos.
[51:15] Sério, Sério? Um episódio de 50 minutos.
[51:17] E quem vai ver isso tudo? Todo mundo, eu espero.
[51:21] Todo mundo primeiro, todo mundo da nossa sala.
[51:23] Todo mundo vai ser obrigado a ver.
[51:24] Vai ser. A gente vai botar amanhã para
[51:26] reproduzir lá, não? Podia falar para para canar que
[51:28] é obrigatório, é interessante. Mas tudo bem, ninguém conhece.
[51:33] É, mas deixa eu falar para nossa querida professora que é
[51:36] obrigatório? Todo mundo assistir isso, gente.
[51:38] Isso aqui é utilidade pública, entendeu?
[51:42] Eu vou me candidatar à presidência da República, eu já
[51:44] estou deixando. Aqui é o meu vocês votarem em
[51:48] mim pré candidatura. Eu acho que eu poderia ser o
[51:51] vice e vou ser o presidente. Muito trabalho, eu acho, IA.
[51:54] Virar um pandemônio nessa cidade já é desorganizado.
[51:57] O Brasil imagina qual a. Gente.
[51:59] A gente é falir o Brasil. Vamos começar com governando
[52:02] Brasília e a gente vai. Começar governando OIDP, depois
[52:06] a gente vai. Vai ser lindo.
[52:07] A gente já falou, a gente já falou o nome da faculdade, o
[52:10] nome do professor. Isso foi o relacionamento da.
[52:12] Amiga, tudo é vai dar, é? Tudo fictício.
[52:16] Não, outra coisa vai dar para as pessoas.
[52:19] Vão querer fazer o quê? Vir para OIDP?
[52:22] É publicidade, é publicidade. A gente?
[52:24] Vai pedir um orçamento para comprar um estúdio novo para o
[52:27] nosso podcast? Exatamente.
[52:28] Tudo aqui é envolve a publicidade.
[52:30] Falamos da Pietra, inclusive vão lá na Juliana inglês, parte
[52:34] serri comer um doce como eu todo.
[52:36] Mundo sabe onde a gente mora agora, todo mundo sabe o nosso
[52:38] endereço. O Gabriel aqui.
[52:42] Compra passagem com o Gabriel, entendeu que tem uma agência de
[52:45] turismo e é isso. Falamos da Hannah, ela também
[52:49] tem agência e ela faz, é. Os trabalhos.
[52:52] Dela que eu não sei qual é, mas mas devem ser muito bons.
[52:55] Então é isso. Pronto, falamos, falamos, mas a
[52:57] gente tem valor nesses nomes. Um episódio que vai ter que
[53:01] acabar agora também se a gente não for preso.
[53:04] Coca para gravar a. Gente não for preso, caçado,
[53:08] expulso é escorraçado. A gente volta.
[53:11] Não é isso? Me deu até um pouco de desânimo,
[53:13] de gravar episódio sozinho, agora é?
[53:15] Claro, eu acrescentei. Mas é isso, pessoal, muito
[53:19] obrigado por ter participado do episódio.
[53:21] Você chegou até aqui, parabéns, entendeu?
[53:23] Foi muito loucura. Porque 50 minutos da gente
[53:25] falando realmente? Vai ser o maior episódio da
[53:27] temporada, eu acho. Da temporada.
[53:28] Eu não sei. Vai que a gente grava 1/02/2
[53:30] horas? Vai tomando vinho agora?
[53:32] Nossa, você vai durar 6 horas, aí você vai ter que ser live
[53:33] esse. Vai ter que ser live?
[53:34] Vai ter que ser live. Depois a gente coloca live a
[53:37] gente com episódio especial, é. É isso, galera, um beijo na
[53:40] bunda e até segunda. Mas é isso, pessoal, se você
[53:44] está vendo pelo Spotify, comenta no episódio.
[53:46] Gente, por favor, comenta no episódio.
[53:47] Deixa like, deixa a curtidinha, compartilha com seu amigo.
[53:51] Isso e deixa a review que eles falam.
[53:53] É e deixa a review. Deixa a review No No No No
[53:56] episódio, compartilha no Instagram, se compartilhar no
[53:58] Instagram e marcar OEA, Marie, a gente reporta e.
[54:00] No siga no Instagram, tá? Marie cambiagi CAMBEAGHI Marcos
[54:04] rutherford, fala aí, RUTHFGE, é isso?
[54:08] Vamos embora, vai para frente. Que se anda?
[54:12] E não abaixa as suas expectativas.
[54:15] Para encaixar na vida de ninguém.
[54:17] Exatamente. Obrigado pelo episódio.
[54:19] Lembre do comentário, pelo amor de Deus e até semana que vem.
[54:23] O episódio saiu atrasado essa semana porque, enfim, problemas
[54:25] técnicos e eu estou com a mesma camiseta de 3 semanas atrás.
[54:29] Foi quando eu gravo o último episódio vocês.
[54:30] Ouviram que a. Gente chamou de lavar louças,
[54:32] lava-louças, um beijo, um cheiro e um queijo.

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