# Internet via satélite no seu celular

An episode of [Tecnocast](https://invisiblenetwork.ai/podcast/505204037), 3 Sep 2025, 1 h 10 min.

Audio: https://anchor.fm/s/1075f6ce0/podcast/play/107744183/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-8-3%2F77f42a35-c6eb-95d7-4f69-8da8b69a0820.mp3

A internet via satélite no celular é um modelo que vem atraindo investimentos no mundo todo. O principal nome nesse mercado é a Starlink, mas outros players vêm atuando, com mais satélites sendo lançados e parcerias estabelecidas com operadoras de telecom. Projeções indicam que, em 2026, o setor irá movimentar US$ 15 bilhões de dólares. Será o início do sonho da conexão ininterrupta? No episódio de hoje, batemos um papo sobre a internet via satélite direct to device (DTD), quem é o público-alvo desse modelo e qual será sua função no cenário mais amplo de conectividade mundial. Dá o play e vem com a gente! Participantes • Thiago Mobilon • Josué de Oliveira • Thássius Veloso • Lucas Braga Atenção: vaga de Produtor(a) Audiovisual aberta para trabalhar no Tecnocast! • Acesse o site e veja se você tem o perfil que o Tecnocast precisa: https://tecnoblog.net/vaga/produtora-de-podcast/ Créditos • Produção: Josué de Oliveira • Edição e sonorização: Ariel Liborio • Arte da capa: Vitor Pádua

## Transcript

[0:02] Este podcast é apresentado pelo Tecnoblog.
[0:07] E o melhor de tudo é que teve um leitor do do TB que disse que IA
[0:12] fazer o teste Na Na área rural de não sei o quem, do primo
[0:16] dele, alguma coisa assim. E o foi o melhor comentário de
[0:18] todos. E ele falou, olha, tentei e não
[0:21] pegou nem Urubu, que dirá o sinal grátis do Stalin aqui.
[0:35] Olá ouvinte, seja bem-vindo. Está começando mais o episódio
[0:38] do tecnocast. Eu sou o Thiago mobillon.
[0:40] Eu sou Josué de Oliveira. Direto da órbita da Terra eu sou
[0:43] o Tasso de Velloso. E eu sou o Lucas Braga.
[0:45] Imagina você, várias Torres de celular, só que elas estão no
[0:49] espaço. É mais ou menos essa ideia por
[0:51] trás da internet via satélite direct to device.
[0:55] Com isso, você conseguiria acessar a internet pelo seu
[0:58] celular? A.
[0:58] Partir de satélites de órbita baixa.
[1:01] Essa ideia não é muito estranha, né?
[1:02] Você já deve ter ouvido falar disso por conta da Star link.
[1:05] E a pergunta que fica é, será que esse modelo de internet
[1:08] serve para todo mundo? No episódio de hoje a gente
[1:11] explica como funciona essa tecnologia e quem são os players
[1:14] se movimentando nesse mercado. Então não esquece de dar 5
[1:17] estrelinhas para o tecnocast no Spotify e Apple Podcasts.
[1:20] Segue a gente no seu app favorito e aguenta aí que a
[1:22] gente já começa. Caixa postal do tecnocast você
[1:36] tem novas mensagens? Caixa postal do tecnocast se
[1:47] você não quiser acompanhar com a gente, pode pular episódio para.
[1:50] 20 minutos e 40 segundos. Bola lá, Josué, antes da gente
[1:54] começar, na verdade a leitura, temos 11 anúncio para fazer hoje
[1:58] aqui, né? Bom, gente, vamos lá, é, eu
[2:01] estou aqui no TV há 4 anos e 2 meses exatamente atuando como
[2:06] produtor audiovisual. Foram com esse episódio aqui 188
[2:10] episódios. Caraca.
[2:11] Pois é, e esse vai ser meu último episódio como produtor
[2:15] audiovisual do Tecnoblog atuando no tecnocast.
[2:18] É, eu vou pegar um caminho diferente agora na minha
[2:21] carreira, então. Estou me despedindo da função da
[2:24] empresa e do tecnocast enquanto produtor.
[2:27] E é isso, gente. Esse é o meu último, minha
[2:30] última participação como com uma pessoa que, né?
[2:33] Está um pouco mais ali à frente do desse podcast.
[2:35] Quero deixar registrado aqui que quando eu entrei na empresa, em
[2:40] 2021, Paulo riga e Tiago mublon cometeram a imensa insensatez de
[2:44] contratar o rapaz que só tinha experiência com podcast, fazendo
[2:47] podcast, entendeu? Eu tinha um podcast na época.
[2:49] Você fez um episódio sobre batatas, né?
[2:51] Exato, é. Vou deixar as pessoas
[2:54] procurarem. Eu ainda olhei e falei assim,
[2:56] cara, é meio doido. Acho que acho que em.
[2:57] Casa, Hein? Tem um.
[2:59] Negocinho aqui que eu acho que funciona.
[3:01] Exato. E aí naquela época eu pensei,
[3:03] pô, acho que eu conseguiria de repente trabalhar com esse
[3:05] negócio. Não me interesso por produção de
[3:07] conteúdo, por um Monte de coisa. Tinha episódios que é no
[3:09] subtecnologia, nesse meu podcast, que eu não vou falar
[3:11] qual era o nome dessas pessoas procurarem se quiserem, ainda
[3:14] está no ar, está em algum lugar aí.
[3:15] E aí, cara, mandei o currículo, fiz A Entrevista e, por alguma
[3:18] razão, esses caras acharam que era uma boa ideia.
[3:20] E cá estamos, nós permanecemos aqui no.
[3:23] Durante 4 anos foi um tempo muito bom.
[3:25] Tecnobloca me acompanhou por mudanças de apartamento de
[3:29] estado, de cidade é e putz, foi muito, muito bom contribuir para
[3:35] para esse podcast e para outras áreas UTB também.
[3:38] Então queria começar dando essa notícia para a galera que nos
[3:40] acompanha. É para o nosso público, é
[3:43] obrigado a todos. Espero que minhas participações
[3:46] e o tecnologias de modo geral. Ao longo desse tempo, tenha sido
[3:49] proveitoso para todos vocês, é isto, nos veremos por aí.
[3:51] De repente eu volto em outros momentos, né?
[3:53] Tipo, posso posso voltar com participante naturalmente, né?
[3:55] Claro, claro, não vou fingir que ainda isso não vai acontecer,
[3:57] sim, mas é isso, é, estou me despedindo da função de de
[4:02] produtor, então é isso, galera, sintam, sintam se abraçados e eu
[4:05] sinto abraços de todos vocês, se vocês quiserem me abraçar,
[4:07] obviamente. Né?
[4:08] Isso fica o nosso agradecimento. José também é em nome de toda
[4:12] equipe, todos esses anos de trabalho, né?
[4:14] E José segurou muita barra aqui de correr atrás de pauta.
[4:18] Parar pra gente colocar no ar, na correria.
[4:20] Então foi essencial esse papel que ele executou, né?
[4:23] Durante esses anos aqui com o technocast technocast não teria
[4:26] acontecido se não fosse Josué na correria.
[4:28] Mas é isso. Na mesma semana que Bonner se
[4:30] despede do Jornal Nacional, Josué se despede do technocast.
[4:33] Olha aí. Pois é, será que será que é esse
[4:36] meu novo caminho profissional que eu falo, olha?
[4:39] Aí. Não, não é.
[4:40] Eu IA falar que se Ana Marques estivesse aqui, ela IA falar de
[4:42] Mercúrio retrógrado. Alguma coisa assim essa semana
[4:45] tá rolando? Provavelmente, cara.
[4:46] Então com isso também. Né?
[4:48] Abre se aqui uma vaga para quem é tiver interesse em trabalhar
[4:52] com um produtor audiovisual, é, estamos exato.
[4:55] Aproveitando também, então para divulgar aqui no tecnocast,
[4:58] porque temos aqui uma audiência grande que acompanha o programa
[5:02] há 13 anos, 2012, né? De repente tem alguém que
[5:04] trabalha com isso, que curte isso, que já conhece a ideia
[5:07] technocast, conhece o estilo. Tecnocast negócios tecnologia e
[5:11] se você tiver interessado em se e se candidatar para essa vaga
[5:15] aí que por enquanto está em aberto, entra lá no post desse
[5:17] episódio. O jornal vai colocar o link, mas
[5:19] tecnoblog.net barra vagas, tem a vaga ali de produtor audiovisual
[5:24] e aí tem ali a descrição, né? Manda pra gente o seu currículo,
[5:27] suas experiências. Qual foi o seu episódio favorito
[5:30] do tecnocast? Para a gente ver também seu
[5:32] nível de intimidade com o programa.
[5:34] E vamos que vamos ter que manter o tecnocast rodando.
[5:38] Inclusive esse caso você não tenha experiência formal com com
[5:42] o jornalismo de tecnologia, mas tem interesse, saiba escrever,
[5:45] tem interesse em roteiro? Tem interesse em criar?
[5:48] Sabe, narrativas e conteúdos sobre tecnologia pode funcionar
[5:52] também. Então, né?
[5:54] Não se sinta necessariamente envergonhado caso não tenha
[5:57] experiência formal. Eu também não tinha a
[5:58] experiência formal. E vejam só o que aconteceu.
[6:00] Inclusive o Josué que chamou atenção no perfil do Josué.
[6:03] Não foi o fato dele vir com essa experiência, com formação, et
[6:07] cetera, mas o fato de ele demonstrar ser uma pessoa muito
[6:10] curiosa e muito interessada por muitas coisas.
[6:12] Foi isso que despertou interesse de ver, tipo assim, Ah, ele se
[6:15] vira para fazer um podcast sozinho.
[6:17] Ele bola. É ideias diversas ali de
[6:20] conteúdo. Nesse podcast é.
[6:22] Então acho que essa essa mentalidade mais não sei qual
[6:26] que é a palavra desenrolada é meio.
[6:27] É uma coisa meio de empreendedor, né?
[6:28] Você se vira, você corre atrás, você resolvedor de problemas
[6:31] ali. Exato, então vem resolver
[6:33] problemas de um tecnológico? É isso aí, então Bora lá por
[6:35] primeira mensagem dessa dessa caixa postal, que é uma mensagem
[6:38] de áudio, né? Exatamente mensagem de áudio do
[6:41] Diego ele deixou pra gente lá no Telegram, ele disse o seguinte.
[6:45] Olá a todos do tecnocast, me chamo Diego.
[6:48] E sobre o Windows 95, eu gostava muito dele por causa que quando
[6:52] saiu o Windows 98 e a Microsoft tentou empurrar OI 4.0.
[6:56] Ele ficou muito pesado e deixava o meu pente 200 muito lento.
[6:59] Além disso, eu cheguei a instalar o Windows 95, depois
[7:03] instalado enxertando alguns aplicativos do Windows 98 e do
[7:06] Windows m. E o tipo paciência Spider e,
[7:09] claro, o Windows 95. Ele trouxe várias revoluções
[7:12] tecnológicas do ponto de vista técnico, como nomes do nomes
[7:15] longos de. Que IA vos idia TCPIP, que antes
[7:17] era o Trump, tinha winsfork o de arte x, que revolucionou a parte
[7:20] gráfica, dando acesso de hardware permitido a existência
[7:23] de jogos de ação no Windows. 95. EOCD do Windows 95, tinha o
[7:27] clipe do do wiser, o budhol para demonstrar as capacidades de
[7:31] multimídia. Esse lance do do clipe do Wizard
[7:33] é é interessante. Eu acho que encaixa um pouco no
[7:36] que a gente falou sobre o lugar do Windows 95 como um produto da
[7:40] cultura pop, né? Que está presente na cultura
[7:43] pop. A gente falou sobre o vídeo de
[7:45] divulgação que tinha lá o partido, elenco de Friends e
[7:48] tal. Então taca aí 11 clipe do do
[7:50] Wizard junto e curiosamente, né, é dentro desse CD de instalação
[7:54] do 95 que vinha. Esse clipe do Wizard não vinha
[7:57] só isso. Na verdade tinha uma pasta
[7:59] chamada fan stuff que tinha esse clipe do do Wizard.
[8:02] Tinha um outro clipe, é de uma música chamada Good Times de
[8:06] Eddie brickel, que é não sei quem é, francamente.
[8:09] Tinha 13 de um filme chamado Robbie hoy, que é 11 filme de 95
[8:13] com Lean nisso, e também tinha um jogo de computador chamado
[8:15] hover que parece meio que ser de helicóptero e tal.
[8:18] Então era justamente essa tentativa de mostrar, olha só o
[8:21] que o nosso sistema operacional consegue fazer.
[8:23] Estamos aqui de de presente pra pra você as novas capacidades.
[8:26] Cidades técnicas dessa, dessa máquina que agora você tem nas
[8:29] mãos, parabéns, sabe? É, parece que era o começo do
[8:32] multimídia No No computador, né? Era o era o começo dessa desse
[8:37] computador, essa máquina. Mais entretenimento, mais pra
[8:41] pra pessoas normais. Existiam jogos de doses antes.
[8:44] A gente até comentou ali alguns jogos de doses, mas existiam
[8:47] jogos mais arcaicos. Eu lembro de no 486, no 286 do
[8:50] meu pai, às vezes jogar robocop, que era um joguinho de doses
[8:54] assim, e você IA fazendo assim com a.
[8:56] A mãozinha dele atirando para cima ou para baixo, né?
[8:58] Tinha tinha alguns joguinhos assim, né?
[9:00] Mas é que aí já a gente está falando mais de uma coisa mais
[9:03] avançada multimídia, né? Aquela coisa não, tipo joguinho
[9:07] com sonzinho Na Na caixinha da placa, mãe igual Carmen
[9:10] Sandiego, era, era outro nível, mas é, dá uma saudade, né?
[9:13] Bons tempos, era tudo tão básico que às vezes um recursinho a
[9:18] mais. A gente achava incrível, né,
[9:20] tipo aquela coisa na escassez, quando tem uma coisinha, a gente
[9:23] acha aquilo incrível. EE, hoje a gente vive numa era
[9:26] de abundante. Dança tecnológica, o que é
[9:28] ótimo, mas o sentimento acaba sendo diferente também.
[9:30] É não, não é. Putz.
[9:32] A gente recebe direta sempre o comentário por aqui sobre esse
[9:36] saudosismo dessa época que passou e.
[9:38] E, ao mesmo tempo, uma espécie de é tédio com a tecnologia
[9:42] atual, né? Como se tipo, pô, não tem nada
[9:44] de novo nos celulares, não tem nada de novo no videogame, tem
[9:46] nada de novo, ensina. Aqui a tecnologia é um pouco
[9:49] essa noção de que tipo, putz, a gente já tem tanta coisa
[9:51] avançada que quando vem algo novo, não, não tem esse
[9:54] sentimento de novidade, como algo como 95.
[9:57] E é, por exemplo, ver um clipe no computador ou jogar um
[9:59] joguinho no computador. Tinha é, mas enfim, é essa
[10:02] maturidade da tecnologia gera um pouco esse esse sentimento que é
[10:06] engraçado a gente ter tanta coisa.
[10:09] Tão avançada e tão é tão incrível e ao mesmo tempo vem
[10:13] 111 espécie de tédio relacionado a isso diz muito sobre a gente,
[10:16] não é mesmo? É normal, tipo quem mora no
[10:18] interior. Eu amo ir para a praia, mas se
[10:20] todo mundo morasse na praia, a praia não teria graça, né?
[10:23] Exato. É meio que isso.
[10:24] Tecnologia está muito presente em tudo hoje em dia, então deve
[10:27] ser alguma coisa muito inovadora, muito diferente para
[10:30] realmente chamar atenção. Mas seguindo aqui, o próximo
[10:32] comentário que é grande também é do Fábio Jesus e ele deixou lá
[10:36] na comunidade e diz o seguinte, para variar, aqui vou eu
[10:39] comentar sobre episódio nostálgico, como sempre.
[10:42] Episódio divertido de se ouvir primeiramente quero dizer que o
[10:45] episódio me ajudou a fazer a redação para uma entrevista que
[10:48] eu estava indo fazer. Como o tema era livre, eu
[10:50] pensei, o tema Windows 95 está fresco na cabeça, por que não
[10:54] né? Obrigado pessoal, olha aí,
[10:55] fizemos o trabalho uma de nada trabalho aí pro pro Fábio.
[10:59] Eu sou da lista de redes, mas trabalhando com suporte.
[11:02] Mas antes que me esqueça, o software que o tassos falou que
[11:05] fazia videochamada era o net meeting.
[11:08] Eu lembro dele vir nativo em algum Windows que usei.
[11:11] Creio que foi no Windows 98 e lembro que achei incrível um
[11:13] software para isso, apesar de eu nunca ter tido uma bicampa,
[11:17] tipo, não dava pra usar. Era frustrante, né?
[11:20] Quanto ao Windows 95, eu lembro que no primeiro curso de
[11:22] informática que eu fiz em 97, era o Windows que vinha nativo
[11:26] no PC. Eu tinha 12 anos, mas para os
[11:28] meus pais saber mexer em computador era algo
[11:31] imprescindível. Aquele foi o primeiro curso que
[11:33] fiz, depois fiz mais 2 com conteúdos mais avançados, como
[11:37] manutenção e fui. Creio que ainda sou o que o
[11:39] mobillon chama de micro. Ainda hoje não consigo fazer uma
[11:43] compra online usando celular. É, acho que isso é um pouco da
[11:46] idade, cara. Tenho que usar o computador.
[11:47] Eu também não consigo fazer pelo celular.
[11:49] Eu tenho que usar o computador. Eu também me considero um
[11:51] micreiro aí. Pausa aqui rapidão esse curso de
[11:54] manutenção. Era bastante comum o curso de
[11:56] montagem e manutenção eu fiz também esqueci.
[11:59] Tudo não tem nada que eu me lembre dessas 2 caras, mas eu
[12:02] sei que eu fiz. Tem lá em algum lugar?
[12:04] E o certificado? Você sabe encaixar a plaquinha
[12:06] pelo menos? É isso, eu acho que eu sei
[12:07] fazer. Alguma coisa que você lembra,
[12:09] vocês não chegaram a falar, mas naquela época os cursos de
[12:11] informática tinham na grade cursos de MS-DOS lembro que eu
[12:15] me senti um hacker usando as linhas de comando para criar uma
[12:18] pasta, acessar uma pasta, apagar uma pasta, digitar edit e abrir
[12:22] uma espécie de wordpad do dos. Eu também me sinto um hacker
[12:25] quando eu estou configurando o servidor do tecno blog pelo
[12:27] mesmo motivo, só que hoje em dia o legal é que eu só falo.
[12:29] O ChatGPT? Ele já era tudo os comando para
[12:31] mim, eu não preciso ficar. Acabou a magia, né, cara?
[12:35] Até isso eu não tive a experiência de instalar o
[12:37] Windows 95, porque fui ter um PC em casa só em 2000 e só fui
[12:41] aprender a fazer isso alguns meses depois.
[12:44] Mas lembro que para instalar o Windows 98, eu colocava OCD no
[12:47] leitor, acessava o dos e copiava a pasta Windows do CD para OHD
[12:52] depois de formatar OHD, é claro. E só depois eu instalava o
[12:55] Windows direto do HD, sem CD. Os leitores às vezes davam.
[12:59] De leitura e cagava toda a instalação.
[13:01] Quantas revistas elas vinham? Sim com CD de demos, mas APC
[13:05] expert vinha com CD com os chamados sharewers e uns nossa
[13:09] share palavra antiga e um CD com um jogo completo.
[13:13] Lembro de jogar e emprestar vários jogos nessa época, como
[13:16] for sakin, rexen e Tomb Raider, jogo todos completos.
[13:20] Eu jogava na minha super máquina AMDK 61.
[13:23] Eu não entendi o que se ele escreveu errado né?
[13:26] Que ele colocou k 6 traço um. Ele colocou espaço 2 espaço 66
[13:31] megahertz, que não está fazendo sentido.
[13:32] Na minha cabeça, k 6 era de 166 megahertz.
[13:36] OK, 61. Aí eu pensei, será que é um type
[13:38] era um k 61 de 2 e 66. Eu não sei agora, mas qualquer
[13:41] coisa corrige a gente. Aí, Fábio é +32 MB de RAM, 3 GB
[13:45] de HD particionado, 1 GB e meio para sistema operacional e 1 GB
[13:49] e meio para dados uma placa. De particionado particionado
[13:53] cara. Uma placa de vídeo Trident 2 MB
[13:56] a particionar. Eu particiono até hoje assim não
[13:58] o MEC, né? Mas quando eu formato OPC para o
[14:01] meu pai, eu sempre deixo uma partição de sistema EE, outra de
[14:04] dados. Sim, sim.
[14:05] Mas era. Não era, não era exatamente.
[14:08] Pelo menos pra mim. Na época, quando eu comecei a
[14:09] mexer com o computador, isso não era óbvio, né, cara?
[14:11] Então, tipo, você tinha que você tinha que manjar disso.
[14:13] Do contrário, ficava calmo. É, no começo não era, inclusive
[14:16] eu não lembro se o Windows fazia isso no começo.
[14:19] Se alguém lembrar, comenta, aí eu não lembro se fazia
[14:21] nativamente no Windows porque eu eu lembro que o Windows tinha um
[14:24] particionador nativo, só que você não conseguia redimensionar
[14:28] o as partições. E aí você tinha um software da
[14:31] da Symantec da norte, eu não lembro qual que era, acho que
[14:35] Symantec e te permitia fazer isso.
[14:38] Alterar o tamanho dos das partições saco no sistema
[14:41] rodando assim. Enfim, tinha essa essas
[14:43] questõezinhas técnicas aí. Meu modem era o Motorola.
[14:47] Não era tão bom quanto o da West robotics, mas quebrava um galho.
[14:50] Continue fazendo episódios nostálgicos aguardando episódio
[14:53] de 30 anos de Windows 98. Olha aí, tá quase.
[14:55] Lá tá marcado, aí já foi daqui a 3.
[14:58] Anos, né, cara? Bota pouco.
[14:59] Queria só destacar aqui essa coisa que ele falou de de copiar
[15:03] a pasta Windows do CD para OHD. Teve uma outra pessoa que
[15:06] comentou que fazia a mesma coisa lá na comunidade também.
[15:08] Então, pelo visto era era era um procedimento que que a galera
[15:12] que entendia um pouco mais fazia, porque isso era
[15:15] aparentemente, pelo que eu entendi aqui, um pouco mais
[15:17] seguro, porque você depois IA dar problema e tal.
[15:19] Então, enfim, caminhos alternativos sendo encontrados
[15:22] para facilitar um pouco a vida naquela época.
[15:24] Por fim, aqui temos um comentário do Douglas Bezerra lá
[15:26] no WhatsApp, disse ele. Olá, amigos do tecnocast.
[15:28] Meu nome é Douglas, sou servidor público Millennium cansado.
[15:32] Todos nós entusiastas de tecnologia sobre o último
[15:35] episódio sobre o Windows 95, queria comentar algo que me veio
[15:37] à cabeça naquela época e até o Windows 7 a gente vê mudanças
[15:41] significativas de uma versão para outra cara.
[15:43] Atualização realmente parecia trazer novidades que
[15:45] justificavam upgrade olha só o que a gente falou lá no começo.
[15:48] De uns anos para cá, principalmente do Windows 10 em
[15:50] diante, sinto que isso meio que ficou para trás.
[15:53] Não vejo grandes avanços no software ou no hardware que
[15:55] justifique em jogar uma máquina fora ou ter pressa em atualizar.
[15:58] Isso talvez explique a dificuldade da Microsoft em
[16:01] aumentar o market share do. Windows 11?
[16:02] Bom ponto. Para dar um exemplo, tenho em
[16:04] casa um computador de 11 anos que ainda dá conta do recado
[16:07] para navegar na web, ver e mails, editar textos e ouvir
[16:10] música. Esses recursos mais recentes,
[16:12] como IA local, Windows recall ou mudanças de layout, pelo menos
[16:15] no meu círculo geek, não convence ninguém a trocar de
[16:18] máquina, eu acho. Que não nem nem nenhum círculo,
[16:22] né? Não é um geek também, né, cara?
[16:25] Não é só geek, não. Acho que a as empresas estão
[16:28] tentando botar em AEA em tudo para porque esse é o é o novo
[16:31] grande. Curso, mas não, ninguém está
[16:34] comprando por causa disso. Exato, Oo os PCs comparat plus
[16:38] lá da Microsoft ainda precisam provar que que que eles têm 11
[16:42] argumento para você comprá Los, né?
[16:44] Tipo, a gente não tem ouvido falar sobre grandes volumes de
[16:47] venda por enquanto. Pelo menos tem 1 ano que que
[16:49] eles estão aí no mercado, mas até agora não, não, não, não
[16:53] trouxeram uma grande, uma grande movimentação de compra.
[16:56] Continuando aqui, na prática, quando algum amigo me pede ajuda
[16:59] para escolher um novo PC, geralmente porque o computador
[17:01] dele morreu. O upgrade não vale mais a pena,
[17:03] inclusive da repartição onde trabalho.
[17:05] O setor de TI optou por migrar os computadores para Linux meet
[17:08] em vez de trocá Los só por conta do fim do suporte ao Windows 10.
[17:12] Queria ouvir a perceção de vocês sobre isso.
[17:14] Vocês também sentem que já não há mais aquela pressa em trocar
[17:17] ou atualizar computador como antes?
[17:19] Adora o podcast de vocês. Excelente trabalho.
[17:21] Abraços, Douglas. Cara, eu nunca tive essa pressa,
[17:23] para ser sincero. É por mais que a gente trabalhe
[17:27] com isso, ou talvez por trabalhar com isso, que a gente
[17:29] tem mais consciência de aproveitar a máquina até o
[17:31] final. Tem um nome para isso, é lei de
[17:33] alguma coisa, o nome de algum cara que cunhou essa ideia, mas
[17:36] a ideia aí é que você espera o máximo para comprar um novo
[17:40] dispositivo e aí quando você vai comprar, você compra o mais top
[17:44] de linha que tem e aí repete esse ciclo, espera o máximo para
[17:47] comprar, tipo assim é, não sai comprando sempre que lança, não
[17:52] compra também antes de um lançamento.
[17:54] Óbvio, né? Mas é isso, vai segurando,
[17:56] segurando, segurando. Por exemplo, ó, eu preciso
[17:58] trocar de de celular, vamos supor que eu já estou com o
[18:00] celular a 5 gerações, é a. A gente está em setembro agora,
[18:04] tá para lançar um novo iPhone, vai começar a vender no final do
[18:07] ano, vamos supor que seja um iPhone, sim, eu não compraria
[18:09] agora um novo celular, mesmo que meu celular estivesse falhando,
[18:11] eu esperaria lançar, pagaria para pegar o melhor que tem, e
[18:15] aí eu seguraria mais 5, 6 anos. Quando você bota na ponta do
[18:18] lápis, financeiramente é o que vai compensar mais, porque muita
[18:22] gente faz isso de tipo assim, Ah, mas eu só tenho tanto, então
[18:25] eu vou comprar o esse aparelho aqui mesmo e não dura nada, o
[18:28] aparelho dura pouco. Daqui a um ano você vai trocar e
[18:30] vai gastar mais grana. É o 2, no máximo você fala, Ah,
[18:32] aguento mais, vou trocar de novo.
[18:34] Então soma essas trocas, você está sempre com o aparelho
[18:37] mediano ou às vezes baixa de entrada e tem que ficar
[18:40] trocando, óbvio que assim também tem gente que fala assim, Ah,
[18:42] mas eu não tenho dinheiro, né? Então entra naquela parte de
[18:44] gestão financeira, você tem que se antecipar, fazer uma reserva,
[18:48] guardar a grana para daí comprar o mais caro.
[18:50] Enfim, é uma parte de gestão financeira.
[18:52] Aí, olhando do ponto de vista de funcionalidade, estender AA vida
[18:56] útil, a lógica seria essa, espera.
[18:59] Comprar o máximo se certifique de comprar o que o que acabou de
[19:02] ser lançado, assim de certa forma, né, da recente compra o
[19:05] melhor e segura pelo máximo de tempo possível.
[19:08] E eu sempre fiz isso com computador, ficava 5 anos, 6
[19:11] anos com MacBook, sabe? É, eu nem pegava o melhor que
[19:14] tinha, na verdade eu pegava um pro, mas não era o melhor que
[19:16] tinha, né? Era um essa vez, só que eu
[19:18] peguei Oo pro mesmo, que é Oo novo pro da Apple, né, que é é
[19:21] mais parrudo, mas geralmente eu pegava um prozinho que não era
[19:24] nada demais. É outro macete que a galera usa
[19:27] muitas vezes, é pegar o. O top de o topo de linha do do
[19:31] ano passado, né? Então, tipo, por exemplo, vai
[19:32] sair um novo Galaxy S eu não sei qual qual é agora, né?
[19:35] Mas você vai sair o novo Oo, novo Galaxy S você pega OS pro,
[19:39] não sei se é essa é o topo ali, mas você pega OS pro do ano
[19:42] anterior, que é um bom. Anterior, que é o do ano
[19:44] anterior. Isso esse que é um bom negócio é
[19:46] um ótimo celular. A Samsung dá uns 7 anos de
[19:48] atualizações, então tipo, isso está valendo, inclusive desde do
[19:51] do 24. Também é um bom negócio.
[19:53] Mas de novo, você continua falando de dispositivos que
[19:56] estão no topo ali daquela linha, né?
[19:58] Daquela empresa em. Fim daquela daquele produto.
[20:00] Então é realmente assim, tipo, em termos de de fazer fazer a
[20:04] sua grana é render, digamos assim, né?
[20:06] Pensando naquela coisa que a gente já falou, outros
[20:08] episódios, né? Vamos.
[20:09] Imagina que isso aqui é que você está alugando esse produto, né?
[20:11] Então você vai. Assim é.
[20:13] Esse valor vai sendo diluído ao longo do tempo, você vai pagando
[20:15] baratinho na real que se você ficar com ele, com pelo tempo
[20:17] que ele vai durar de fato. A pizza é mais cara que um
[20:20] iPhone, né? O technocast?
[20:21] Exatamente. Mas é isso, é essa, essa técnica
[20:24] também. A gente tem que olhar para cada
[20:26] país, né? Esse cara não era brasileiro,
[20:27] que ganhou essa ideia. E aqui no Brasil tem isso de
[20:30] Android ficar com desconto, muito agressivo depois de pouco
[20:33] tempo, depois de 1 ano. Então às vezes tem que botar na
[20:35] porta do lápis, mas às vezes compensa mesmo, é isso?
[20:37] Comentários lidos Bora pra pauta?
[20:39] Vamos nessa? 15 bilhões de dólares.
[20:53] Essa receita é que a internet via satélite deve gerar em 2026,
[20:57] de acordo com a consultoria Gartner.
[20:59] Só que tem um detalhe, a gente não está falando aqui da
[21:02] internet via satélite residencial, que é aquela que
[21:05] precisa de um kit contena e roteador para funcionar.
[21:07] A gente está falando da modalidade direct to device, que
[21:10] é ODTDE aquela internet via satélite.
[21:13] Verity chega diretamente a um dispositivo, no caso aqui dos
[21:16] nossos smartphones. Esse mercado, de acordo com a
[21:19] Gartner, vai ter um crescimento de 24,5% no ano que vem, puxado
[21:24] tanto por consumidores pessoa física quanto por empresas.
[21:27] Eles afirmam que o mercado está em rápida expansão, prevendo que
[21:30] nos próximos anos haverá mais de 20 provedores ativos e mais de
[21:34] 40000 satélites em órbita. Essa modalidade de conexão
[21:38] ganhou manchetes algumas semanas atrás porque começou a rolar
[21:41] aquele papo você deve ter visto. Né que a Star link vai oferecer
[21:44] internet via satélite de graça no Brasil, então todo mundo saiu
[21:48] publicando, né, essa informação, só que o problema é que era fake
[21:52] news. A operadora Americana timobo de
[21:54] fato, tem uma parceria com a Star link que prevê o acesso à
[21:57] rede da empresa caso o cliente tenha um smartphone compatível.
[22:01] Só que a gente tá falando de Estados Unidos, né?
[22:03] Não é aqui no Brasil, nem tem timobo aqui no Brasil a gente
[22:06] não tem nada a ver com essa história.
[22:07] De qualquer forma, a tecnologia existe e se essa projeção da
[22:11] Gartner estiver correta. Deve ganhar mais visibilidade no
[22:15] próximo ano. É, e eles também afirmam que
[22:17] isso deve gerar benefícios em várias frentes, né?
[22:20] Não apenas para consumidores finais, né?
[22:22] É EE para empresas também que que precisem desse tipo de
[22:25] serviço, mas essa cobertura também traria benefícios para
[22:28] aviões, navios, plataformas marítimas, enfim, é, seria
[22:31] bastante abrangente nesse sentido e acho que chama atenção
[22:34] aqui é justamente essa parte do DTD, né?
[22:36] O direct to device, também chamados direct so Cell, no caso
[22:39] de smartphones, né? Por quê?
[22:40] Porque basta o aparelho ser compatível para estar apto.
[22:43] A receber o sinal do satélite sem toda a parafernália que a
[22:46] gente geralmente é associa com a internet via satélite, né?
[22:49] Sem tá querendo treinar uns gigantes dos celulares, né?
[22:51] Sem é Oo kit da Star link, por exemplo, ou de outras
[22:54] operadoras, enfim. E nesse contexto, é como se os
[22:56] satélites eles acabassem funcionando como torre de
[22:59] celular, só que é uma torre de celular que está no espaço.
[23:01] Mas falando desse desse jeito, a ideia de Torres de celular no
[23:05] espaço, surge uma imagem meio peculiar na cabeça, na ideia de
[23:08] uma cobertura que está com a gente ali o tempo inteiro, né?
[23:11] Já que as antenas estão no céu, é como.
[23:13] Se vem um pouco aquele sonho de futuro, né, de conectividade
[23:16] ininterrupta, é o futuro da internet.
[23:18] Eu lembro que uma vez a gente gravou um episódio sobre nosso
[23:22] faz tempo foi o foi o episódio 301.
[23:24] Sobre o carregamento é de dispositivos sem fio.
[23:27] Muito legal esse episódio. É.
[23:29] E eu lembro que a gente falou assim, putz, AA ideia dessa,
[23:31] dessa coisa de 11 tecnologia que permitisse transmitir ali AA
[23:35] energia para carregar o celular, os laptops, o tempo inteiro.
[23:38] É que AOOO aparelho está um tempo inteiro recebendo energia,
[23:41] né? Tipo, é, é ininterrupto.
[23:43] É o bico. E é um pouco essa ideia que eu
[23:44] acho que fica um pouco em jogo aqui, quando a gente começa a
[23:46] falar de internet via satélite EE antenas no céu, né?
[23:50] Como se a cobertura tivesse disponível o tempo inteiro.
[23:53] Essa conexão ubico é ininterrupta e tal.
[23:55] E eu estou usando o termo ubico. É justamente porque um dos
[23:57] analistas da Gartner usa esse termo internet ubico para
[24:00] descrever essa tecnologia, o que, enfim, soa bem futurista.
[24:03] Obviamente está vendendo ali o negócio, mas enfim, acho que
[24:06] gera um pouco essa essa ideia. Pô, será que no futuro a gente
[24:09] vai ter essa internet o tempo inteiro?
[24:10] Porque, né, agora ela está no céu, está espalhada por toda a.
[24:13] A esfera. Só que a questão é que esse
[24:15] serviço no momento ainda é bastante limitado, né?
[24:18] As experiências que já existem estão muito ligadas a
[24:21] aplicativos de mensagem ou simplesmente chamadas de
[24:23] emergência. Tem essa perspetiva do mercado
[24:26] se expandir, mas fica aquela expectativa de que vai ser um
[24:29] dia é, será que a gente vai ter essa conexão rápida vindo de
[24:32] satélites? Não vai ser mais por cabo, não
[24:34] vai ser mais na antena de celular, né?
[24:36] Sei lá, tem várias questões técnicas que a gente precisa
[24:39] entender, primeiro de tudo para saber se isso tem viabilidade.
[24:43] Se faz sentido, se é uma tecnologia que pode substituir
[24:46] tudo. E para isso estamos aqui hoje e
[24:48] podemos começar, né? Com Lucas Braga explicando pra
[24:51] gente como é que funciona essa tecnologia, para quê e para quem
[24:55] ela serve, né? É, é algo que faz sentido.
[24:57] A gente está na expectativa de que vire a internet popular, que
[25:01] todo mundo vai usar ou não ter uma aplicação específica.
[25:04] Vamos já então começar a responder aqui de forma direta e
[25:08] sem firula, é uma tecnologia que todo mundo veio utilizar o tempo
[25:12] inteiro. Não, não é.
[25:14] Mas é uma tecnologia muito promissora e que sim, acredito
[25:18] que tenha bastante futuro e que vai ficar cada vez mais popular.
[25:22] Porque a ideia de utilizar esses satélites de baixa órbita é você
[25:26] conseguir suprir um sinal de celular em locais onde as
[25:30] antenas convencionais terrestres não não chegam por questões
[25:34] variadas, seja de custo de implementação, de falta de
[25:37] energia elétrica ou de link de comunicação com outras antenas
[25:41] com fibra ótica. Então.
[25:43] Você ter um satélite capaz de comunicar com o celular.
[25:46] Cara, sensacional. E como estão fazendo nessa
[25:49] tecnologia, né? O que é a Starling que está
[25:51] fazendo e outras empresas aí também estão fazendo?
[25:54] Elas equiparam os satélites com antenas de.
[25:57] De celular convencionais, então o que a gente tem aqui é numa
[26:00] torre da Tim, da claro e da vivo, tem ali é um elemento para
[26:04] poder fazer o sinal. 14 GA Starling foi lá e colocou isso
[26:07] no satélite. É permitindo a comunicação com
[26:10] os celulares convencionais. Não é qualquer celular
[26:13] convencional que vai ser compatível.
[26:14] Ele precisa ter ali algumas características para poder
[26:17] funcionar direto com o celular, sem nenhum tipo de equipamento
[26:21] extra. Mas é uma tecnologia que não é
[26:24] muito cara de ser colocada dentro do aparelho, é.
[26:27] Por exemplo, já tem isso desde o iPhone 13, é ou então é linha
[26:31] Galaxy. Por exemplo, tem no Galaxy A25,
[26:34] que é 11. Smartphone de entrada é moto g
[26:36] de 2024, também já é compatível. Então é a mesma coisa, por
[26:40] exemplo, do 5G. No início começa com os
[26:42] celulares mais caros, mas depois vai entrando ali nos celulares,
[26:46] é mais baratos, mais de entrada, né?
[26:48] Agora, uma coisa que eu não entendi é, a torre do celular
[26:51] está aqui em cima de um prédio e ela, por estar no alto, tem uma
[26:55] determinada cobertura, estando tão distante.
[26:57] Assim, eu imaginaria que o sinal IA ficar disperso e IA se
[27:01] perder. Então, o que tem de diferente
[27:03] nessas antenas específicas que ficam na órbita baixa?
[27:07] A mágica assim é. Importante é que funciona, tanto
[27:12] que a Apple já demonstrou nos negócios de emergência e tal.
[27:15] É a questão de emergência. É um pouco diferente, porque o
[27:18] satélite é um pouco mais distante, né?
[27:21] O que ela utiliza ali com a global Star não são os satélites
[27:25] de baixa órbita, já são os satélites de estacionários que
[27:27] estão. Numa frequência, numa distância
[27:29] muito maior, né? É, a questão toda é que os
[27:32] satélites de baixa órbita, eles estão em baixa órbita, né?
[27:36] Eles estão, de fato, bem mais próximos do que um satélite de
[27:40] osso dacionário. Entre 502000 KM da Terra.
[27:44] É 350 seriam os de de baixa o. Hobby está muito baixa.
[27:48] Muito baixa, que é o veléu, né? Veléu?
[27:51] É, mas a questão toda é, você está ali num deserto, você não
[27:54] tem nada ao seu redor? É, você não tem.
[27:57] Tem também interferências de outros aparelhos ali, então você
[28:01] tem avisada toda ali pro céu. É bem mais fácil do telefone se
[28:05] conectar com o satélite. Claro que tem vários esforços
[28:08] por trás disso em em, principalmente em relação a
[28:11] consumo de energia por parte dos satélites, também é, mas é uma
[28:16] comunicação muito mais restrita, pelo menos hoje em dia, né?
[28:19] Você não consegue, por exemplo, assistir 11 vídeo em streaming.
[28:23] Você consegue ali, no máximo, trocar uma mensagem de texto, é
[28:27] compartilhar uma. Localização?
[28:28] Provavelmente essa vai ser a utilização que a gente vai ter
[28:31] aí pelos próximos anos, né? Que é a mesma coisa que as
[28:34] operadoras fazem com aquelas redes de IoT.
[28:37] Então, os padrões, que é OLTE, cati m, que é próprio para
[28:40] máquinas ou NBIOT é, eles oferecem uma cobertura muito
[28:46] grande, mas com uma taxa de transmissão muito baixa ali, às
[28:49] vezes chegando a no máximo 64 cabides.
[28:51] Por segundo, é mais ou menos a mesma história do satélite baixa
[28:54] órbita com 4G. E só para fazer a comparação,
[28:56] quando a gente está falando. Dos satélites normais, eles
[28:59] orbitam a mais de 35000 km de altitude.
[29:02] Então é realmente é estranho porque a gente fala satélite,
[29:06] né? Mas a distância pode ser a entre
[29:08] o satélite de baixa órbita e o satélite normal.
[29:11] É bastante grande, mais de 10 vezes.
[29:12] É, a gente falou, é baixa órbita, tipo assim, pô, 500 a
[29:15] 2000 km é, é longe, né? Mas quando você compara com o
[29:18] que tá a 35000 km, OK, dá pra entender porque chama um de de
[29:22] baixa órbita e o outro de, né? Órbita muito baixa, um de 350.
[29:26] E se eles usam LTE? Ô Lucas, a tecnologia LTE 4G,
[29:30] por que que precisa ter uma compatibilidade específica nos
[29:34] aparelhos? Não seria a mesma antena que a
[29:36] gente já usa para acessar as antenas de LT anormal aqui na
[29:39] Terra? Então, às vezes podem ser um,
[29:41] pode ser uma questão de frequência, né?
[29:42] Então a frequência que vão utilizar ali para o satélite
[29:45] baixa horta é diferente. Então o modem tem que ser
[29:47] compatível com isso, mas principalmente também para o
[29:50] celular conseguir interpretar o que que é uma antena terrestre.
[29:53] O que que é uma antena de satélite, né?
[29:54] Para ele conseguir é limitar o tipo de comunicação.
[29:57] Quando o que que vai ser possível ser feito ou não para
[30:00] também não sobrecarregar a rede do satélite.
[30:02] Tem toda essa questão também de consumo de energia para o
[30:05] celular não ficar buscando sinal.
[30:06] Por exemplo, quando você está num local obstruído, então você
[30:09] está, por exemplo, dentro de uma casa, não faz o menor sentido
[30:12] você se conectar numa tentar se conectar no satélite, né?
[30:16] Porque que? É só de buscar, já é?
[30:18] Já gasta, né? Gasta muita bateria, né?
[30:20] Então esse tipo de de situação que os celulares precisam ter
[30:25] essas especificidades. É o bom é que os.
[30:27] Satélites não tem uma questão com consumo de energia, né?
[30:31] Eles têm uma fonte bastante interessante chamada o Sol uhum
[30:34] na maior parte do tempo, sim. Mas, ao mesmo tempo, eles também
[30:37] não. Não tem potência infinita para
[30:40] abastecer 1000000 de celulares, né?
[30:43] Então é, tem que também racionar o recurso.
[30:45] Apesar deles estarem lá No No espaço, estarem mais próximos do
[30:48] Sol e conseguirem captar a energia, é a qualquer momento.
[30:52] Não é bem assim na prática, porque tem toda ali uma fonte,
[30:56] né, de de energia. Dia que precisa, além de de
[30:59] suprir os equipamentos de conectividade do 4G, mas também
[31:02] dos usuários comuns, né? Então assinante ali da Starling,
[31:05] que tem o kit de antena em casa, eles também precisam é se
[31:08] comunicar. Eu tenho uma curiosidade sobre
[31:10] aqueles celulares de satélite, né, que a gente ouvia falar no
[31:13] passado que era 11 tijolão, meio com cara de Motorola, com uma
[31:17] antena gigante. Da própria global Star,
[31:20] inclusive. Tem algum paralelo entre esses
[31:23] modelos que custavam super caro tanto o aparelho quanto o
[31:27] serviço? E essa nova realidade?
[31:29] É o paralelo que a gente pode fazer é que o serviço que era
[31:33] prestado por esse tipo de equipamento estão conseguindo
[31:37] prestar isso com celulares comuns, né?
[31:40] Na prática, você também vai conseguir fazer ligações, você
[31:44] vai conseguir ali trocar uma mensagem de texto, ter uma
[31:46] conexão de internet lenta. O paralelo que a gente pode
[31:49] fazer é é esse, porque na prática, o protocolo de
[31:52] comunicação que eles estão colocando nos satélites LTE,
[31:54] então é um algo mais próximo do que a gente usa, é.
[31:57] É nas redes terrestres do que nas redes mais antigas, por
[32:01] exemplo, essa da global Star. Global Star, inclusive parentes
[32:04] aqui que tem essa parceria com com a Apple, né?
[32:06] Para os serviços de emergência da Apple desde o iPhone 13 e a
[32:09] Apple tem hoje 20% da empresa, apertou ali 1.1 bilhão de
[32:13] investimentos. Justamente para é?
[32:16] Até para salvar a global Star, porque ela estava bem mal das
[32:19] pernas. AA grande verdade é essa, porque
[32:22] é um serviço muito caro, né? Satélite é, é tudo bem mais
[32:27] caro. E quando a gente fala, por
[32:28] exemplo, de fazer isso virar uma coisa comum para todo mundo, é
[32:32] muito. A gente tem que ter muito
[32:33] cuidado, porque satélite tem vida útil.
[32:36] Quando a gente fala de satélite, de austracionário, às vezes tem
[32:38] uma vida útil ali de 20 anos. Quando a gente fala de satélite
[32:41] baixa órbita, a vida útil é ainda menor. 5 a 7, no.
[32:45] Então, na hora de precificar o serviço, leva em conta todo o
[32:49] desenvolvimento do satélite, né? Do dos equipamentos e tudo mais.
[32:53] E o lançamento para o espaço, que também não é nada barato, é.
[32:56] Então assim é, a gente tem toda essa questão de custo, né?
[32:59] Isso melhorou bastante em relação aos satélites
[33:02] gestacionários, porque agora o mesmo satélite que consegue
[33:05] vender internet residencial também consegue é ser acessado
[33:09] por um celular convencional, né? E isso acaba realmente diluindo
[33:14] ali todos os cursos. De lançamento e desenvolvimento.
[33:17] Agora não é um serviço barato, né?
[33:19] Apesar de de a gente ter um Monte de fake news aí, nossa
[33:22] internet grátis do Elon Musk saiba como acessar, é assim, eu
[33:25] cansei de ver isso No No feed do Instagram de um Monte de jornal
[33:29] sensacionalista, né? Mas não é bem assim.
[33:31] Funciona na prática, só desvirtuaram muito.
[33:34] Ele é grátis para quem? Para quem assina aquela
[33:37] determinada operadora com o plano XYZ.
[33:40] Então vamos, vamos, vamos entrar nisso aqui.
[33:41] Rapidão. Primeira coisa, eu fico só
[33:43] curioso para saber como é que é seu tutorial.
[33:45] Saiba como usar tipo, vá para os Estados Unidos.
[33:47] É compra uma passagem, faça um plano da t mobile, tem um
[33:50] aparelho compatível e pague mensalmente.
[33:53] É, mas assim como que começou esse negócio de porque Do Nada.
[33:57] 11 Belo dia eu acordei e tinha notícia em vários veículos,
[34:00] inclusive veículos de alguma expressão de que não agora, a
[34:04] internet da starlin que via satélite estava liberada,
[34:06] inclusive no Brasil. Enfim, aí tais foi atrás e
[34:09] percebeu, enfim, só recebeu a confirmação.
[34:11] Tinha aquilo, não fazia sentido nenhum, mas como que começou?
[34:13] Alguém tem noção de como que? Começou essa, essa história
[34:16] maluca. Eu tenho uma suspeita no.
[34:18] No ano passado, já estava rolando a informação de que isso
[34:22] iria acontecer, porque AT mobile estava divulgando, né?
[34:25] Eles têm todo o interesse. A operadora Americana estava
[34:27] divulgando isso. Eu lembro de fazer uma cobertura
[34:30] nos Estados Unidos. Eu não me recordo qual era a
[34:32] cidade, era Seattle ou era nova? Iorque, tantas cidades tuas,
[34:35] tais vai né, cara? Tu o cara perde AO cara perde a
[34:38] noção de foram. Algumas nesses últimos tempos e
[34:41] existiam até aqueles outdoors falando que?
[34:45] Em breve, para não sei quantos milhões de consumidores é, as
[34:48] pessoas não ficariam sem sinal por causa disso, né?
[34:51] Sinal de telefonia. Só que isso estava em beta,
[34:53] experimentação e tal, vamos ver se está funcionando legal.
[34:56] E aí tinha uma data em que deixaria de ser beta e começaria
[35:00] a ser algo disponível de forma tradicional, como um
[35:03] complemento, né? De de serviço, para quem tem
[35:06] determinados planos lá e mais ou menos perto dessa data que a
[35:09] chave IA virar. Veículos americanos começaram a
[35:12] tratar desse assunto, obviamente, né?
[35:15] Chamo a atenção de todo mundo e a minha suspeita é de que alguém
[35:18] no Brasil esbarrou com algum post, alguma matéria dos Estados
[35:22] Unidos, viu aquilo ou interpretou errado ou jogou para
[35:25] alguma. IA fazer a tradução, copiar e
[35:27] colar No No site, sei lá, no blog.
[35:29] Entrei no fluxo de tradução automática da IA.
[35:33] E publicou e virou o que virou. E essa para mim, é a maior fake
[35:37] news de 2025. No campo da tecnologia, ela
[35:42] perde para uma outra que tem um pouco a ver com tech, que foi
[35:44] aquela história toda de Pix de taxapica.
[35:46] Aquilo foi muito grande, mas isso foi do noticiário geral,
[35:48] né? Em tech, especificamente, é a
[35:50] Star link de graça até hoje, de vez em quando eu recebo no meu
[35:54] quando eu estou com o celular Android, notificação do Google
[35:57] Discovery falando que vai ser liberado, que é uma
[36:00] irresponsabilidade, inclusive do Google, mas dizendo que que vai.
[36:03] Tem isso. AA fake news não morre, por mais
[36:05] que a gente faça todos os esforços.
[36:07] É, eu conversei com o pessoal da tmoble e eles falaram que não
[36:10] tem planos porque é uma operadora Americana.
[36:12] A Anatel também veio a público explicar que não tá é o não tem
[36:16] licença, não tá? Sei lá, tinha, tem uns trâmites
[36:18] burocráticos. José até chegou e falou, gente,
[36:20] não faz sentido. Nenhum com essa bosta aí que
[36:22] vocês estão pensando? É anão notícia EEO.
[36:25] Melhor de tudo é que teve um leitor do do TB que disse que IA
[36:31] fazer o teste Na Na área. Rural de não sei o quem, do
[36:34] primo dele, alguma coisa assim. E o foi o melhor comentário de
[36:37] todos. Ele falou, olha, tentei, não
[36:39] pegou nem Urubu, que dirá não. Grátis do Star link.
[36:43] Para mim esse foi essa, foi essa foi a cereja do bolo.
[36:46] Cara, mas para mim, a cereja do bolo é a palavra grátis, porque
[36:49] assim vamos, gente, vamos falar Sério.
[36:51] Isso para mim foi um ato muito maldoso, porque é é o caça
[36:56] clique, né? Porque tipo, grátis, todo mundo
[36:59] falando, nossa, até injeção na testa.
[37:00] Starlink ylon music, né? Que sim.
[37:02] Ame o. Odeio, mas chama atenção.
[37:04] Só as que words que assim todo mundo ama, né?
[37:07] Então você fala que é grátis, é a mesma coisa que eu falar, por
[37:11] exemplo, que você é assinante de banda larga, sei lá, vou pegar
[37:14] uma operadora claro, você assinante de de banda larga da
[37:17] clara, nossa, então quer dizer que eu tenho Wi-Fi grátis em
[37:19] casa? Então assim, o Wi-Fi não é
[37:22] grátis, você paga pela banda larga, a operadora te dá o modem
[37:26] ali, que tem a capacidade de ser um Roteador Wi-Fi, né?
[37:29] Então OA sua internet, ela não é gratuita, você está pagando Por
[37:32] Ela na questão. São da Star link?
[37:33] É a mesma coisa. Você assina um plano de celular
[37:36] de operadora convencional, que tem uma parceria com a Star link
[37:39] e eles disponibilizam essa rede para o clientes da Star link.
[37:41] É gratuito, não é sem custo adicional.
[37:43] São 2 coisas muito diferentes. E se você não tiver um dos
[37:46] planos? Eu não lembro agora exatamente o
[37:48] valor de cabeça, mas era coisa de 5, 10 USD por mês, alguma
[37:51] coisa assim, né? Então existe esse custo para os
[37:55] clientes que não estão em determinadas categorias da t
[37:58] moble isso foi 11 viagem, uma coisa assim, uma realidade
[38:01] paralela que nos. Impactou e está aí até agora
[38:04] esse fantasma. E eu acho que teremos que
[38:06] conviver ainda um bom tempo com esse esse mito, o mito da Star.
[38:10] Link de graça. Agora, sobre os modelos, os
[38:13] celulares, então pelo que eu entendi, a gente pode esperar
[38:15] que daqui pra frente se torne mais comum AA termos smartphones
[38:19] que os novos que saiam já sejam compatíveis com.
[38:22] É com esse tipo de conectividade, isso mesmo,
[38:25] aparelhos de entrada, porque porque isso você falou que que
[38:28] que é barato. Então basicamente eu só não
[38:30] entendi o que o que que precisa ajustar ali, tipo.
[38:33] É, é um é um fiozinho novo que corta, não sei um fiozinho novo,
[38:35] que é que é que acrescenta, porque tipo, os protocolos são
[38:37] os protocolos de 4G, pelo menos em pra pra alguns desses casos,
[38:41] né? Então, tipo, o que que falta
[38:42] para um aparelho que pega 4G agora pegar o 4G que vem da do
[38:46] satélite que está em horta baixa.
[38:47] Cara, eu não sei te falar exatamente o que que falta, o
[38:50] que que precisa. Eu imagino que seja algo
[38:52] parecido com o que a gente tem nas redes de IoT, que é OLTE,
[38:55] cat m ou NBIOT, que são padrões de celular que a gente já tem.
[39:00] Mas eles são. Eles têm algum nível de
[39:01] adaptação para funcionar? Lá em redes de distância maior,
[39:04] né? É, mas é algo que as produtoras
[39:07] do chip, então a gente fala aí de qual com o mediatech, a Apple
[39:10] também produzindo seu próprio chip.
[39:11] Agora é algo que é igual. Por exemplo, o Bluetooth tem em
[39:15] todos os lugares, GPS tem em todos os lugares.
[39:17] Isso é algo que vai se tornar onipresente também.
[39:20] Até porque é é mais interessante quando essas empresas colocam
[39:23] todos esses protocolos, o máximo de protocolos que der no mesmo
[39:28] chip, né? No modem, no caso, porque aí
[39:30] você faz em volume pra muita gente, né?
[39:32] Então assim. Já, já se torna padrão ali.
[39:35] Eu tô curioso pra ver quando vai chegar, por exemplo, num Galaxy
[39:38] A05 a 06, porque aí sim tem um, né?
[39:41] São os chamados aparelhos de volume, são muito
[39:45] comercializados no Brasil, em outros lugares também.
[39:47] Aí sim, você vai ter muita gente, né?
[39:49] Então ainda é é um pouco restrito, mas também não, não,
[39:53] não vai ter o sinal. De toda forma, no momento é
[39:56] interessante de acompanhar. É essa história do direct, o céu
[40:09] aqui no Brasil. Ela não é exatamente nova, é lá
[40:12] em 2014, a Anatel, ela fez o que a gente chama de sandbox
[40:15] regulatório, que era ali um ambiente de testes para as
[40:18] operadoras testarem ali junto com as empresas de satélite, que
[40:21] davam autorização para essas empresas trabalharem em conjunto
[40:24] e testar esses serviços, né? Porque a intenção da Anatel era
[40:27] o que que as operadoras também oferecessem isso no Brasil.
[40:30] No entanto, e isso não foi muito para frente, algumas.
[40:33] As parcerias foram firmadas nesse sandbox laboratório, mas o
[40:36] ambiente é experimental, que foi, é aprovado ali.
[40:40] Não trouxe, na verdade, nenhum efeito do que a Anatel esperava,
[40:44] né? É, do ponto de vista técnico, já
[40:47] estava tudo ali, acertado. É comprovado, né, que
[40:51] funcionaria para voz, dados, até mesmo mensagens de texto ali no
[40:54] WhatsApp. Mas principal desafio que as
[40:58] operadoras enfrentaram foi tirar isso do papel de forma
[41:01] comercial. E aí a gente.
[41:03] A gente vai entrar numa questão de que a telefonia do Brasil ela
[41:06] é muito barata, por mais que você acredite que não, ela é
[41:09] muito barata. Nesse momento os a galera está
[41:12] indo comentar agora em massa no para xingar Lucas Braga, dizer
[41:15] como você ousa? A opinião dos convidados não
[41:18] reflete a tecnologia, né, tipo? Lucas, por que que é barato?
[41:23] Explica. Por que eu sei, mas nem todo
[41:25] mundo sabe por. Que é algo que pesa no bolso do
[41:27] consumidor brasileiro, sim, mas é porque aí já é uma questão de
[41:30] que a gente ganha mal, tá? Uhum, mas.
[41:33] Se você for comparar com outras operadoras no exterior, vamos
[41:36] lá. Eu peguei aqui os dados mais
[41:37] recentes da da timobel, que é a operadora que a gente estava
[41:40] falando. Os Estados Unidos tem 11 dos
[41:42] serviços celulares mais caros do mundo, e eu diria que um dos
[41:44] piores também, tá? Eu concordo.
[41:46] É inclusive a parceria com a timobel.
[41:49] Eu acho que é muito importante para timobel, porque é vários
[41:53] americanos que eu conheço falam que ela é a pior das operadoras
[41:56] em termos de sinal, em termos de cobertura, é a menos extensa, é
[42:00] a operadora que menos se desenvolveu e está muito atrás.
[42:03] É de eight and t evereison. Mas quando a gente fala, por
[42:07] exemplo, datty mobile, a receita média por usuário de planos pós
[42:10] pagos, que é a maioria nos Estados Unidos, foi de 50,62
[42:15] USD, enquanto no pré pago foi de 34,63 USD.
[42:20] Aqui no Brasil, o arpo médio das operadoras nessa receita média
[42:24] das operadoras foi de 30 BRL, o que não dá nem 5 USD.
[42:29] O arpo só pra explicar aqui a sigla é receita média por
[42:32] usuário, no caso. E isso então, assim, a gente
[42:34] está trabalhando ali com o arpo de 5 USD frente a 35, que é o
[42:39] mínimo dos Estados Unidos. Todos esses serviços de
[42:42] satélites são precificados em que em dólar?
[42:45] Então como que você vai oferecer um serviço gratuito, né?
[42:48] Que no caso seria sem custo adicional para consumidores
[42:51] brasileiros? Como que uma operadora claro,
[42:53] Tim, vivo, laricel conseguiria, conseguiria?
[42:57] Celular. Conseguiria simplesmente colocar
[43:00] isso ali para o consumidor, sem custo adicional?
[43:02] Precisa se. É para consumidor de plano
[43:04] premium. Isso e quem que vai consumir um
[43:07] plano premium hoje em dia? Assim, antigamente a gente tinha
[43:10] as pessoas que faziam muitas ligações e pagava se por minuto,
[43:13] né, e a conta de celular era caríssima, agora com o WhatsApp
[43:16] e com as ligações ilimitadas, isso uhum, já não é uma
[43:19] realidade. Então eu falo, por exemplo, pro
[43:21] meu pai, que é advogado e ele ama falar no celular, ele fica
[43:24] pendurado no celular o dia inteiro.
[43:25] A conta dele há 15 anos atrás era mais de 400 BRL há 15 anos
[43:29] atrás, hoje ele paga. É o plano mais barato do Vivo
[43:32] Easy, que é 33. Reais, né?
[43:34] Então, assim, esse tipo de consumidor de plano premium é
[43:37] algo que está cada vez mais distante, porque o mesmo os
[43:40] planos de entrada no Brasil já oferecem franquias de dados
[43:43] significativas. As pessoas também usam Wi-Fi,
[43:45] né? Então não faz muito sentido você
[43:48] pagar ali 150, 200 BRL num num plano de telefone, se um plano
[43:52] de 50 a 60 BRL também vai atender ali as suas
[43:55] necessidades, né? Então é esse entrave que a
[43:58] Anatel encontrou, né, tirar o projeto ali do papel por
[44:01] questões estratégicas e comerciais.
[44:03] Tem a ver com a realidade das finanças brasileiras, do de como
[44:07] a gente consome o serviço celular e quanto que a gente
[44:10] paga por ele. Agora, você não acha que os
[44:12] consumidores de de planos com broming adicional talvez se
[44:17] interessassem por isso o esse perfil, né?
[44:20] Quem tem mais grana para gastar, que às vezes está está viajando,
[44:24] é só por viajar. Já já quer ter o roaming, mas
[44:26] vai para localidades que não tem a cobertura das operadoras
[44:30] tradicionais. E aí poderia ter o negócio de
[44:33] saber. Satélite, agora, vários
[44:34] operadores No No pós pago incluem o roamings pros Estados
[44:37] Unidos pra enfim, né? Pra algumas regiões, no passado,
[44:41] isso custava 30 BRL por mês. Sei lá, alguma coisa nesse nessa
[44:44] faixa, talvez Oo foco seja esse, ver pessoas que se interessariam
[44:49] em não de graça, mas pagar mais uns 30 BRL 40 BRL, não sei e ter
[44:54] essa coisa aí adicional, que que você acha?
[44:56] Com certeza, assim, esse é um serviço que se virar uma
[44:59] realidade no Brasil, vai ser comercializado como um produto
[45:02] premium. E eu?
[45:03] Nem vejo apenas pessoas que estariam dispostas a pagar por
[45:06] ramo Internacional por isso. Aliás, vale a gente destacar que
[45:10] apesar de satélite ser uma coisa global, é quando a gente fala da
[45:14] tecnologia direct do Cel, a gente também precisa
[45:17] regionalizar isso. Por exemplo, nos Estados Unidos,
[45:19] AT moble tem essa parceria, mas esse serviço funciona apenas em
[45:23] território norte americano. Por quê?
[45:25] É a operadora, ela precisa licenciar as frequências que o
[45:29] satélite vai usar fora dos Estados Unidos, ela não tem
[45:32] acesso a essa. Licença, porque o espectro é um,
[45:35] é uma propriedade da nação, né? Então cada país comercializa
[45:39] seus próprios espectros. Então, ainda que o satélite
[45:41] esteja ali em cima da sua cabeça e seja capaz de comunicar com
[45:45] você, ele não vai funcionar por questões regulatórias?
[45:47] É, mas eu também vejo a utilização desse serviço.
[45:51] Por, por exemplo, é pessoas que trabalham na estrada, então,
[45:54] caminhoneiro, cara, tem muito ponto cego na estrada no Brasil
[45:58] que não tem nenhum sinal de celular e você tem que andar
[46:00] quilômetros e quilômetros para conseguir serviço.
[46:02] Seria uma das? Contrapartidas do 5G, né?
[46:04] Sim, de cobertura e estrada. E no fim das contas?
[46:07] A operadora que ganhou essa licitação, que era o Unity,
[46:09] simplesmente desapareceu, né? Ela devolveu a licença porque
[46:13] ela fez um modelo de negócios ali que era incompatível com a
[46:16] legislação brasileira. É o mesmo modelo da Starlink de
[46:19] graça no Brasil. E o romance pagando a conta para
[46:21] todo mundo, né? É mesmo assim, cara?
[46:24] A obrigação de cobertura do leilão do 5G eram em rodovias
[46:27] federais. E as estaduais, né?
[46:28] Que são muitas aí, estrada de Terra, que estão longe de
[46:32] qualquer. Possibilidade de receber um
[46:34] sinal pelos próximos 5 a 10 anos, né?
[46:37] Então existe público para isso? Sim.
[46:38] Agora eu não acho que é um público geral.
[46:42] Eu acho que é um público bem lixado.
[46:44] No Brasil, se você tivesse que chutar hoje uma operadora, né?
[46:48] Das 3 grandes com um perfil para implementar esse negócio é a
[46:53] vivo. Qual seria?
[46:54] É a vivo, sem sombra de dúvidas. Sem sombra de dúvidas é a
[46:56] operadora mais cara, né? Ela tem AA maior receita para o
[46:59] usuário, ela tem os planos mais caros, ela é uma operadora.
[47:03] Também conhecida por ter uma cobertura rural, muitas vezes
[47:07] acima das concorrentes, a operadora que teria esse tipo de
[47:10] plano para mim é a vivo, assim, disparado em seguida, a claro,
[47:13] mas ainda com muita ressalva, Eu Acredito que a Tim também.
[47:17] Ela pode até ter interesse nisso, mas a base de clientes
[47:21] que que estaria disposta a contratar isso é infinitamente
[47:24] menor na teen do que na vivo, por exemplo.
[47:27] Embora, claro, tenha estado envolvida nos em testes que
[47:30] foram feitos para DT no Brasil, né?
[47:32] Só que a. Seria foi com a link, que é uma
[47:34] outra empresa, é link com y, né? LYNK fez parte desse sandbox
[47:39] regulatório. Os testes foram feitos esse ano,
[47:41] pelo que eu entendi ainda uma coisa bem assim é emergência
[47:46] mesmo, SMSE tal e conseguiram fazer essa conexão rolar entre
[47:50] satélite celular e conseguiram fazer uma chamada de voz que
[47:53] durou 30 segundos. Foram que foi o que foi.
[47:55] Divulgado é, foi um golpe, né? Testaram com um golpe do falso
[47:58] advogado. Não funcionou.
[48:02] Então aí foi isso, até até divulgaram quais foram os
[48:05] celulares utilizados No No teste é e são celulares que estão
[48:09] assim, aparecem bastante no mercado brasileiro, tem moto g 4
[48:11] plus, tem Galaxy S22e, também, tem um iPhone 13, né, que já né?
[48:16] Conhecido por essa tecnologia um pouco menos presente, mas ainda
[48:19] assim Apple é um plano importante, então assim, é
[48:21] curioso, né? Tipo, eu também pensei
[48:22] imediatamente em vivo pensando nesse cenário de parcerias e
[48:25] tal, né? De empresas de entre operadoras
[48:28] e empresas de satélites. Primeira coisa que me veio a
[48:30] cabeça foi, pô, vivo, faria sentido, né?
[48:31] Tem uma parceira com o Star link da vida, mas quem está envolvido
[48:33] inicialmente nesses testes, pelo menos os mais recentes, foi
[48:36] justamente a claro e que. Além da questão do de de
[48:39] rentabilizar a coisa, eu acho que também existe uma
[48:43] oportunidade para fins de marketing, porque a primeira que
[48:46] vier com isso, por mais que esteja subsidiando o acesso,
[48:50] isso para não dizer, né, que estão, que estão tendo prejuízo.
[48:53] Mas é uma possibilidade de marketing, né?
[48:55] De comunicação gigantesca, virar e falar, somos a primeira, temos
[48:58] cobertura em qualquer lugar onde nenhuma outra.
[49:01] Tem de verdade porque os celulares estão plugados no
[49:06] satélite. Então EE, eu visualizo a claro
[49:09] fazendo isso No No geral, a vivo faz sentido, mas a claro a claro
[49:14] anunciou esses dias que tem um bilhão de reais para gastar em
[49:16] publicidade. Então imagina?
[49:18] É, e a clara também tem uma cobertura bem ruim também, né?
[49:21] Então ela se beneficiaria bem de de ter esse tipo de serviço
[49:25] também, porque ela talvez conseguiria atrair clientes de
[49:28] outras operadoras porque, Ah, a clara não pega, mas agora vai
[49:31] pegar. Mas o marketing faz sentido, eu
[49:33] só fico pensando se operacionalmente vai fazer
[49:35] sentido, entende esse investimento nessa tecnologia,
[49:38] até porque a gente está falando de empresas que já oferecem
[49:41] planos aqui, falando, por exemplo, desde da da da rede
[49:44] fixa, né? Com fibra, com é para você usar
[49:47] na sua casa. A gente vê lá fora que muita
[49:49] gente assina Star link, por exemplo, não para usar no
[49:52] celular, assina para ter a antena em casa e poder ter a
[49:56] antena móvel também, né? Vai viajar, leva a antena tal,
[49:58] então ela meio que acaba substituindo as 2 coisas.
[50:02] Para muita gente. E então aí tipo, onde que esse
[50:05] produto se encaixa dentro da cartela de produtos que essas
[50:08] empresas já têm hoje? E o custo faz sentido?
[50:11] Qual que é o Roy que ela vai ter?
[50:13] Qual que é o retorno que ela vai ter nesse investimento, né?
[50:15] É, é maior do que o retorno que ela tem com os produtos que ela
[50:18] já tem hoje. E é essa conta aí que eu não
[50:20] sei, né, se dá pra gente fazer também o.
[50:23] Que para mim está claro é que a Star link ela não deve fazer por
[50:26] conta própria, né? O acesso, até porque, pelo que
[50:29] eu li No No site da t mobile explicando.
[50:31] Do funcionamento está plugado no satélite da Star link, mas ainda
[50:35] tem uma camada que envolve a operadora.
[50:38] Eu não lembro exatamente o caminho, mas passava pela
[50:40] operadora. Não é simplesmente a operadora
[50:42] sai de cena e a Star link assume completamente a comunicação do
[50:46] smartphone com o satélite e também tem questões regulatórias
[50:49] até onde me conste. Então não sei lá, por mais que o
[50:53] Elon Musk decidisse fazer um negócio de graça, não dá.
[50:56] Precisa estar vinculado com alguma operadora de fato, mas.
[50:59] Aí vocês estão falando de oferecer de graça, eu estava
[51:01] falando de oferecer. Esse é como um produto mesmo.
[51:03] Não, não. A parte do de graça é só zoeira
[51:05] mesmo por. Causa do fake news?
[51:07] Mas há OA Starling que ser uma operadora que fornece o acesso
[51:11] pra device parado e também pro pros celulares, entendeu porque
[51:15] aí tem mais a ver com o que você estava comentando?
[51:17] Eu não acho que faz sentido 11 operadora de satélite oferecer
[51:21] serviço diretamente para o celular sem uma operadora no
[51:24] meio, porque isso implicaria que o aparelho tivesse.
[51:27] Então você teria que ter um chip da Star link, né?
[51:29] Ou um exim da Star link. Não é uma comunicação.
[51:31] Parente, né? Não é aquela coisa de que você
[51:34] vai poder mandar um SMS ou fazer uma chamada de 30 segundos pro
[51:38] pro golpe com o seu número, você teria que ter um outro número.
[51:41] É esse serviço, ele faz sentido ser prestado do jeito que ele
[51:45] está sendo prestado agora, né, que é Starling, que vira o quê?
[51:47] Uma operadora de roaming você está fazendo roaming, só que em
[51:50] vez de ser por uma outra operadora terrestre, é por uma
[51:53] operadora de satélite. Eu não vejo muito sentido também
[51:56] das próprias operadoras lançarem seus satélites para oferecer
[52:00] esse serviço, porque como a gente está falando de.
[52:01] Satélite baixa, órbita é, é um custo de de envio muito alto,
[52:06] né? Porque você tem que ter uma
[52:08] constelação. Então o que mais faz sentido é
[52:10] você aproveitar as constelações já existentes.
[52:13] Então no caso aí da da da Starlink da especex, né?
[52:16] Ou então com o Project scuper da Amazon?
[52:19] É, mas mesmo assim, aí você tem 11 little man que vai comer
[52:22] quantos por cento do seu faturamento ali no produto?
[52:25] Ainda assim é uma questão de vai vai gerar retorno de quanto esse
[52:28] investimento, até porque a Infra ele já tem a Infra dos outros
[52:33] produtos, né? Então tipo eu vou, eu vou alugar
[52:36] uma Infra, sendo que eu preciso é essa Infra.
[52:39] Como você falou do satélite, a Infra física também tem 11 tempo
[52:42] de vida, então eles têm que durante esse tempo de vida
[52:44] otimizar o retorno da Infra ao máximo.
[52:46] Para fazer sentido os bilhões que eles investiram.
[52:49] Então eu vou pegar no meio desse life cycl aqui e vou começar a
[52:52] investir em aluguel de outra Infra para um produto que o
[52:56] cliente não precisa. Oo consumidor não está
[52:59] precisando, é lógico que é uma tecnologia legal, é mais
[53:01] avançada, mais é falando de demanda que as pessoas precisam
[53:05] disso. Hoje não, você já tem internet
[53:07] fixas, já tem internet móvel, seria legal essa nova
[53:10] tecnologia, mas vira uma coisa meio que e há no Google, saca?
[53:14] O Google está lançando porque as pessoas querem.
[53:16] Não, ele está lançando porque o Bing lançou, porque o ChatGPT
[53:20] está aí. Então é tipo assim, cara, é, ou
[53:22] a gente lança essa entre aspas em inovação, ou a gente pode ser
[53:25] engolido Por Ela, mesmo que lançando essa inovação, a gente
[53:28] perca dinheiro, porque custa caro desenvolver, custa caro Oo
[53:32] os servidores. E o Google recebe menos dinheiro
[53:35] de anúncios por, porque o usuário só lê IA no topo ali e
[53:38] gera menos retorno para o Google também.
[53:40] Então acho que a situação é parecida, tipo, a operadora só
[53:43] faria isso se primeiro tivesse uma necessidade.
[53:46] Clara ou segundo, se alguém já está fazendo e ela tem que
[53:50] correr atrás, se não, ela vai ser engolida por aquele produto,
[53:53] entende? E no momento, não vejo nenhum
[53:54] dos 2 acontecendo. Olha, eu acho que a situação é
[53:57] um pouco mais simples do que isso, porque olha pra pra
[54:00] provedora de satélite, é uma receita adicional que ela vai
[54:04] ter ali para a operadora tradicional, que vai fazer o
[54:07] roaming ali do seu cliente para para o satélite.
[54:10] Não é um investimento, não é capex, né?
[54:13] Opex é um investimento que você vai pagar ali por meses.
[54:16] Não, você não vai custear OOO satélite.
[54:20] Não é um investimento em França, você tem alugando um serviço?
[54:24] Isso e normalmente, quando se trata de acordo de roaming, você
[54:28] paga pela utilização. Você.
[54:30] Então, sei lá, eu viajei, por exemplo, agora para os Estados
[54:33] Unidos. Utilizei lá a rede da vereson.
[54:37] Meu celular da claro é a claro, vai para, vai pagar para ver.
[54:40] Rison. Quantos gigas que eu usei,
[54:42] quantos minutos de ligação que eu fiz?
[54:44] Eu imagino que deva ser mais ou menos nessa mesma situação para
[54:47] o satélite, porque as operadoras vão pagar por utilização.
[54:50] É vai ter claro ali um contrato, um valor mínimo para você
[54:53] disponibilizar isso para os seus clientes.
[54:55] Mas é uma conta variável, porque vai depender de quanto que
[54:58] aquela rede foi necessária ou não.
[54:59] Bom, então a impressão que fica é que se alguma operadora for
[55:02] lançar esse serviço num futuro próximo, vai ser mais no sentido
[55:06] de ser realmente. Um adicional no pacote, tipo um
[55:09] roaming, como vocês estavam citando, né?
[55:11] Está aqui esse plano e você ganha também tanto Giga para
[55:14] usar na internet via satélite, que te permite usar no campo,
[55:18] viajando, dependendo da parceria.
[55:21] De repente pode ser em outro país também, né?
[55:23] Porque não parece que fazia sentido mesmo investirem para
[55:26] ser um produto que vai concorrer com os outros produtos que ela
[55:29] já tem no momento. Sim, e eu diria mais.
[55:31] Eu acho que se as operadoras realmente seguirem esse caminho,
[55:34] elas podem comercializar também por tempo, né?
[55:37] Pra. Conseguir rentabilizar isso e
[55:39] democratizar também. Então, nossa, eu vou fazer uma
[55:41] viagem, então eu quero contratar esse pacote aqui por uma semana,
[55:44] custa 35 BRL 40 BRL, preços hipotéticos, é, eu acho que isso
[55:49] pode realmente atrair uma galera, tipo, nossa, eu vou
[55:52] fazer um acampamento, eu vou fazer uma trilha, é, quero ter
[55:55] segurança ali de conseguir entrar em contato.
[55:57] Se acontecer alguma emergência, é algo que faria sentido, né?
[56:00] E poderia ter ali uma quantidade DeX de dados ou de minutos de
[56:05] ligações ou SMS, enfim. Estava pensando também é em
[56:09] quem, quem está do lado das empresas de satélite, né?
[56:12] Porque a gente pensa muito em Star link.
[56:13] Acho que faz sentido, porque eu acho que é quem tem mais
[56:16] satélites no céu, para começo de conversa, e é quem conseguiu
[56:19] criar um pouco, não criar, mas assim fomentar mais esse
[56:22] mercado, tipo assim, está aqui a internet por satélite, está aqui
[56:24] o kit, está aqui a antena tal por pessoas que moram em áreas
[56:27] mais remotas, mais afastadas e tal.
[56:28] É, gostem ou não, gente, a Star link é a única empresa que
[56:32] conseguiu democratizar a internet via satélite de
[56:35] qualidade, né? Porque a gente tinha outras
[56:37] empresas. Antes, mas você assinava, tinha
[56:38] uma franquia, sei lá, de 10 GB por mês de de internet.
[56:41] Cara. Então, exato, era ridículo.
[56:44] Era muito caro. E a starink veio com o modelo
[56:46] mais ilimitado. Então, ela é realmente
[56:49] disruptiva nesse sentido. É então a gente natural por
[56:51] todas as motivas a gente pensa na estudar link aí eu já citei
[56:54] também a link que fez essa parceria com a com a com a
[56:57] claro, né? Link global tem AAST, SPACE
[57:00] mobile, tem a via SAT, que é mais antiga, também tem algum
[57:03] movimento nisso, mas OOOO Lucas citou uma de passagem que é o
[57:07] quíper ou o caiper, não sei como é, como é que pronuncia
[57:09] exatamente, mas é, enfim, é uma empresa que está ligada à
[57:12] Amazon, né? Então, de todas as outras que
[57:15] que estão investindo nisso, colocando.
[57:18] Satélites no céu fazendo lançamentos, até onde eu
[57:20] consegui averiguar, é a única que está conectada, está está
[57:24] ligada a uma outra grande empresa.
[57:25] No caso, há uma big tech, que é que é a Amazon.
[57:28] Ainda assim estão muito atrás, mas eles têm têm planos bem
[57:31] ambiciosos e tal. Eles têm um têm planos de ter
[57:33] mais de 3000 satélites no céu, formando AA constelação deles.
[57:38] E aí não sei. Pensando nesse nesse cenário, em
[57:40] termos de quais vão ser as empresas que vão é é que vão
[57:44] fazer as parcerias com com as empresas de telecomunicações
[57:47] para além da estar. A link que já tem uma estrutura
[57:49] muito, muito boa. EEE já, muita coisa no céu.
[57:53] A única que me parece nos próximos anos tem uma perspetiva
[57:56] de pelo menos ter os recursos para queimar, né?
[57:59] Pra poder fazer os investimentos adequados.
[58:01] Se tornar um player que que seja relevante nesse cenário, me
[58:04] parece ser a essa esse projeto kyper o Cooper da da Amazon.
[58:09] As outras não me pareceram ainda ter tanto tanto fôlego assim.
[58:13] Vamos colocar para para correr nessa corrida aí.
[58:15] E no caso da kyper, tem uma particular.
[58:18] Idade, que é o anúncio que eles fizeram no ano passado, em junho
[58:22] do ano passado, de uma parceria com a Sky, né?
[58:24] Com com AA, empresa que opera a marca Sky no Brasil e na América
[58:28] Latina, que tem o é o nome, é a vrio, né?
[58:30] Ainda é a vrio Lucas ou já mudou de nome de novo?
[58:32] É a vrio, que foi comprada pelo grupo argentino werten.
[58:38] Que é a da DIRECTV também, não é?
[58:40] Isso. Bom, enfim, detalhes
[58:42] organizacionais à parte, eles anunciaram no ano passado isso,
[58:46] né? Um projeto para a América Latina
[58:48] especificamente falando lá, Josué, de uma conexão de até 400
[58:53] megabits por segundo, o que dá assim acima de algumas fibra de
[58:58] fibras ópticas. Bem, bem interessante.
[59:01] Então temos um grande player da área de tech da área de satélite
[59:06] se né? Correr lá?
[59:08] Relacionando com uma empresa que é mais da área de TV por
[59:11] assinatura, os negócios assim dizendo que vem, vem aí,
[59:15] fiquemos ligados, vem aí. Agora, um problema mais de longo
[59:28] prazo que eu fico pensando também.
[59:30] Como que vai ficar o seu, né, com esse Monte de empresa
[59:33] lançando o satélite? Se se de repente esse tipo de
[59:36] serviço se popularizar for viável economicamente, porque a
[59:40] gente sabe que a Star link é viável para parar Star link por
[59:44] conta da SpaceX, ela usa como forma de financiar, né?
[59:48] OOA operação da SpaceX então é meio que tipo assim, uma
[59:52] operação bem verticalizada. Eles têm a tecnologia, eles já
[59:55] vão lançar os foguetes e com isso eles levantam recursos para
[59:59] lançar os fogo. Gates para desenvolver as coisas
[1:00:01] ali. Agora, uma empresa que depende
[1:00:04] de outra, porque nem todas as empresas vão ter essa operação
[1:00:06] completamente verticalizada. O custo já vai ser maior também,
[1:00:10] então já vai ser. Pode ser um pouco mais difícil
[1:00:12] de concorrer com AA Starlink nesse caso, enfim, mas vamos
[1:00:16] supor que se popularize e que daí tá todo mundo usando, é todo
[1:00:20] mundo vendendo esse produto, lançando para concorrer com com
[1:00:23] Starlink, com quem mais está oferecendo já.
[1:00:25] Como é que fica o céu, né, que esse Monte de satélite sendo
[1:00:29] lançado? Para diferentes empresas, também
[1:00:32] me lembrando que são satélites de órbita.
[1:00:33] Baixa, né, cara? Então tipo ou baixa ou muito
[1:00:36] baixa. Então assim, o qual vai ser o
[1:00:38] próximo é muito, muito baixo. Eu não sei, é, vai ficando com
[1:00:41] menos espaço para para ser ocupado ali.
[1:00:43] Mas você está preocupado com isso?
[1:00:45] Mobilon porque você gosta de astronomia, tem seu telescópio,
[1:00:49] fica olhando para o céu porque você gosta de astrologia e quer
[1:00:53] saber o que os astros têm a dizer sobre o seu futuro ou por
[1:00:57] causa do lixo espacial? É por conta que o.
[1:01:00] O satélite tampa a energia do cosmos que chega aqui na Terra e
[1:01:05] a gente precisa dela para ser feliz, entendeu?
[1:01:08] Tome cuidado, pois nós estamos no mês do cachorro louco.
[1:01:10] Os satélites podem passar por um revertério e cair sobre nossas
[1:01:14] cabeças. Vão cair na cabeça do Elon Musk?
[1:01:16] Menos mal. Mas é isso.
[1:01:17] É um pouco de tudo do que você disse, né?
[1:01:19] Tem a questão de maiores chances de choque.
[1:01:22] É também já li várias matérias sobre poluição, né?
[1:01:26] No céu por conta desses satélites.
[1:01:29] Pessoalmente, eu já vi uma vez para.
[1:01:30] Passou em cima da minha casa aqui em Americana, a
[1:01:32] constelação, e foi muito louco porque eu estava passando no
[1:01:34] quintal e eu vi aquela aquela constelação passando.
[1:01:38] Eu fiquei, que coisa é essa que está rolando, né?
[1:01:41] Demorei um tempinho para associar.
[1:01:42] Você saiu correndo, você se. Desesperou isso?
[1:01:45] Foi bem na época da foi na pandemia 2021 por aí.
[1:01:49] E aí eu olhei e falei, demorei um tempinho para associar, sabe?
[1:01:52] Aí, tipo, que era que era isso que estava rolando.
[1:01:55] Aí fui pesquisar no Google, tinha um site que você consegue
[1:01:58] colocar a sua localização e eles.
[1:02:00] Te mostra é se a constelação está passando naquela região
[1:02:03] naquele momento e era de fato, mas é o ponto é visível, você
[1:02:07] vê, é, é bastante coisa e continua aumentando.
[1:02:10] Então até a que ponto pode chegar isso?
[1:02:13] Mas já ali, matérias que falavam que pode chegar um momento, que
[1:02:16] o céu está tão cheio de satélite que de noite fica claro, tão
[1:02:20] claro, igual de dia, né? Mas altera, enfim, influencia
[1:02:25] questões de de animais, sei lá, enfim, eu vi umas coisas assim
[1:02:28] que me faz questionar também, como é que seria?
[1:02:30] Esse mercado quando tiver muita empresa oferecendo.
[1:02:33] É essa poluição visual já já é o alvo de reclamação de vários
[1:02:36] astrônomos, né, que fazem a observação aí do céu e outros
[1:02:40] planetas como telescópio igual o Tasso, ele falou, né?
[1:02:43] É, mas eu acho que vai chegar algum momento que vai ter que
[1:02:46] ter uma regulação da quantidade máxima de satélites que a gente
[1:02:49] vai ter, porque a Amazon vai querer ter sua concilação, a
[1:02:52] Starlink vai ter a sua outra concilação as outras empresas de
[1:02:55] satélite que operam com o satélite de estacionário também
[1:02:58] tem planos de terem suas próprias.
[1:03:00] Instalações, né? Que é OA one web, que é 11 joint
[1:03:03] venture de de outras companhias. E assim é igual São Paulo que
[1:03:07] tem a lei cidade limpa, a gente vai precisar da lei espaço
[1:03:10] limpo. Né, órbita limpa?
[1:03:12] Não. E para além disso, cara, além
[1:03:14] das empresas em si, tem iniciativas de países e de
[1:03:17] blocos de países, união europeia, China.
[1:03:19] É porque aí nesse, nesse caso, acaba tendo também um caráter
[1:03:22] estratégico, pelo menos Na Na visão desses países, porque
[1:03:25] aquela coisa de tipo, não, a gente precisa ter essa estrutura
[1:03:28] aqui que é do país, nem que seja como.
[1:03:30] Uma igual GPS é nem que seja como uma grande redundância,
[1:03:32] caso as as demais formas de conexão deem problema.
[1:03:35] A gente passa por uma situação Extrema, pelo menos temos
[1:03:37] satélites do Brasil, da China, da união europeia aqui em cima,
[1:03:40] tal. E aí também tem toda noção onde
[1:03:42] que que muitos países, Estados Unidos acho que tem muito aquela
[1:03:45] coisa de fazer parcerias com iniciativa privada, não é?
[1:03:47] Outros países têm aquela coisa de não tem que ser do próprio
[1:03:50] país, porque é uma vira uma coisa mais estratégica.
[1:03:52] É então só complementando, para além das empresas em si, tem um
[1:03:56] interesse 2 países em colocar coisas lá em cima, colocar mais
[1:03:59] satélites de hortab. Acho.
[1:04:00] Então, em alguma medida, acho que de fato vai precisar ter
[1:04:03] algum, algum regramento nesse sentido, porque é isso, é o além
[1:04:07] do fato de que a vida útil desse satélite de órbita baixa é de 5
[1:04:10] a 7 anos, pelo que eu pesquisei. Então a gente tem tem que estar
[1:04:13] sempre sendo substituídos, sempre não, né?
[1:04:15] Mas periodicamente sendo substituídos, enfim, é então, ou
[1:04:18] seja, significa mais lançamentos.
[1:04:20] E aí, como é órbita baixa, você tem menos espaço para ocupar.
[1:04:22] Então não é absurdo supor que algum momento sugere algum,
[1:04:26] alguma questão mais séria. É, tem até algumas questões mais
[1:04:29] de ter. Da tecnologia em si, né?
[1:04:31] O, por exemplo, o satélite da da Starling, que tem tecnologia
[1:04:35] para reduzir o impacto visual, essa coisa que os astrônomos
[1:04:37] reclamam, né? Do reflexos de satélites nas
[1:04:39] observações é, tem tecnologias específicas para tentar reduzir
[1:04:43] isso e também todo um lance de que o satélite da Starlink, eles
[1:04:46] se destroem completamente quando entram na atmosfera, ou seja,
[1:04:49] eles não se partem em vários pedaços, gerando destroços.
[1:04:51] Isso já foi questionado, tem matérias que questionam um pouco
[1:04:54] isso, dizendo ó, tudo bem, mas ainda tem alguns detritos
[1:04:56] menores que que são gerados e caem e tal.
[1:04:59] Mas enfim, e? Esse é.
[1:05:00] É um perigo danado se se ficarem, né?
[1:05:02] Lá em cima também. Qualquer coisinha de centímetros
[1:05:05] já é algo mega delicado. É.
[1:05:07] Então, acho que também tem toda uma questão de uma corrida
[1:05:09] tecnológica para melhorar a estrutura desses satélites AA as
[1:05:14] formas de descarte deles. É o decomissionamento que a
[1:05:17] galera fala, né? Quer tirar eles, desativar e
[1:05:19] depois destruir? E tudo isso me faz pensar
[1:05:21] justamente voltando pra pra essa parada, né?
[1:05:23] Tipo, realmente parece ser um mercado para pouca gente.
[1:05:26] OA gente falou lá no começo que a Gartner é prevê talvez 20.
[1:05:30] Players e tal ficam me perguntando, tipo, quantos
[1:05:32] satélites esses? Assim Star, link e capper vão
[1:05:35] ter? Milhares, mas você vai inventar.
[1:05:36] Tipo, você vai descendo ali pela, pela, pela lista Oo 20º
[1:05:40] player vai ter quantos satélites?
[1:05:41] 5 tá legal porque é. Caro?
[1:05:43] Até porque. Mas é porque podemos ter os
[1:05:45] regionais, né? Esses aí são projetos globais,
[1:05:48] sim. Mas me me lembro um pouco a
[1:05:50] história de GPS, barra, navegação e posicionamento
[1:05:55] global. Existem sistemas específicos
[1:05:58] para atender em certos países e aí eles fazem de uma maneira.
[1:06:01] Creio que seja geoestacionário, portanto, né?
[1:06:04] Pela lógica, mas. Não.
[1:06:05] Mas quando a gente fala dos sistemas de de geolocalização,
[1:06:08] eles são globais. Então você pega glonas também é
[1:06:11] global. Não, mas tem alguns que não são.
[1:06:13] O do Japão, eu acho é um que não é.
[1:06:15] Ele só fica, só atende o Japão e tenta acompanhar a posição do
[1:06:18] Japão. Entendeu?
[1:06:19] Então tem, tá. Talvez esses os últimos, dessa
[1:06:22] fileira aí de vinde sejam coisas mais específicas.
[1:06:26] Eu queria ter um satélite que me acompanhasse ao longo do dia.
[1:06:29] Quando eu vou viajar com a cobertura, o satélite vai junto,
[1:06:31] já vai. Ser o 21º player desse mercado,
[1:06:34] que é o satélite, o satélite dele.
[1:06:35] Laricel, e. Eu vai ser o é, vai ser o
[1:06:38] satélite de horta muito baixa, que tem um tem um público muito,
[1:06:40] muito específico, muito focado, chamado tassos.
[1:06:43] Eu fico pensando se vai chegar no momento que vai ter tanto
[1:06:45] satélite no céu, que vai ser tipo um letreiro de LED, eles
[1:06:48] vão começar a. Vender publicidade nos letreiros
[1:06:51] de LED dos satélites. Você passa até o céu te falando
[1:06:54] propaganda. Compre Coca-Cola, sei lá.
[1:06:56] Cara show de Truman, total isso. E tem várias vários filmes de
[1:07:02] ficção científica e episódios dessas séries famosas em que
[1:07:05] aparece exatamente isso, o Globo terrestre e envolta o emaranhado
[1:07:10] de de satélites. E assim, hoje esses satélites
[1:07:14] eles estão é fisicamente desconectados, mas teve um da
[1:07:18] da. Leva mais recente, de Black
[1:07:20] Mirror, salvo engano, que era isso.
[1:07:22] Tem os os satélites, eles formam meio que uma malha, então se
[1:07:26] você vai lançar um foguete, sei lá como, mas precisa coordenar
[1:07:29] isso para abrir espaço ali para conseguir passar, então a coisa
[1:07:33] pode assim, pode ficar muito doida, muito rápido.
[1:07:36] E novamente, a questão do lixo espacial, porque é muito tréco
[1:07:40] lá em cima, que a gente nem tem notícia, né?
[1:07:42] Os especialistas, eles monitoram a nasa, sabe onde está tudo
[1:07:46] assim, mas de fato, tudo deu errado.
[1:07:48] Tudo já está dando errado, mas quando der errado de vez, na
[1:07:51] hora de fugir para Marte, como é que vai fazer?
[1:07:54] Vai ter que coordenar isso é um é um pouco assustador assim, mas
[1:07:58] é, eu também sei de acho que é a ONU que que tem tentado
[1:08:03] coordenar um regramento para que não fique correndo solto da
[1:08:07] maneira como tem sido. Por enquanto.
[1:08:08] Me me parece que a gente está num período assim muito de
[1:08:10] exploração. Não chega a ser um sandbox
[1:08:12] porque não está sendo regulado, mas é um período de exploração e
[1:08:15] depois a gente vê o que a gente faz, existe depois.
[1:08:18] Estamos nos aproximando dele conforme os projetos têm
[1:08:22] evoluído. Então eles vão chegar ao final
[1:08:29] de maio o episódio do tecnocast. E conta pra gente, você usou a
[1:08:32] internet grátis da Star link no seu smartphone?
[1:08:36] Manda lá para a gente saber. E conta pra gente também se você
[1:08:40] teria interesse em pagar um pouquinho a mais para usar a
[1:08:43] internet via satélite no seu celular.
[1:08:45] Imagina o plano que você tem hoje de celular e quanto a mais
[1:08:49] você toparia pagar? E por que, né?
[1:08:51] Que que benefício isso traria na sua cabeça aí para o seu dia a
[1:08:54] dia? Manda lá no caixa postar o
[1:08:55] techno Cash no Telegram ou no grupo do ZAP.
[1:08:58] O link está na descrição deste episódio.
[1:09:00] Se quiser continuar um papo com a gente em todas as redes, eu
[1:09:02] sou arroba ubilon. Arroba josued Olive underline,
[1:09:05] você me encontra de vez em quando lá no trads.
[1:09:07] Arroba tácio. Os THASSEUS.
[1:09:10] E eu arroba Lucas ege Braga no trads ou no Instagram?
[1:09:13] Este é a maquete, vai ficando por aqui, a gente volta com
[1:09:15] outros daqui 15 dias até lá. Tchau, galera.
[1:09:18] Tchau, pessoal. Valeu e.
[1:09:30] Este é a maquete foi produzido pelo José de Oliveira, foi
[1:09:33] editado e sonorizado por Ariel libório e a arte da capa é do
[1:09:36] Victor pado.

Shows are listed from Apple Podcasts' charts and directory, and Podcast Index where it is used. Every show and episode belongs to its publisher and plays from the publisher's own feed; this site hosts none of them.
