# T2 E8: Como o Céu vem!

An episode of [PROVOCA](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1863757992), 23 Dec 2025, 35 min.

Audio: https://anchor.fm/s/103f3501c/podcast/play/112979938/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-11-22%2F3fef995e-845c-a9f6-4c0e-46afe21a7cff.mp3

No último episódio da 2ª temporada, os padres residentes, Duarte Rosado, Nelson Faria e Samuel Beirão, falam-nos do mistério da Encarnação.🙏

## Transcript

[0:27] Olá, bem-vindos ao provoca-se J um podcast da companhia de
[0:30] Jesus, onde a fé se encontra com a dúvida onde a Igreja caminha
[0:33] com O Tempo ou do Evangelho provoca o Coração e a razão mais
[0:37] ou menos encontramo-nos aqui e com o Nelson faria, com o Samuel
[0:40] Beirão e eu sou o Duarte rosado e bem, estamos mesmo às portas
[0:46] desta grande celebração do Natal.
[0:49] Lhe disse que nós gostamos de fazer, de falar de da do
[0:54] mistério da encarnação. E há uma história.
[0:58] Gostava de começar com uma história que que me contaram no
[1:02] outro dia, não no outro dia. Há muitos anos que é o seguinte,
[1:04] a Bíblia fala da Bíblia, diz assim a Bíblia.
[1:07] Antes, antes de Galileu, achava-se que a Bíblia como
[1:10] estava AA história de como. Se se era como é que era o céu,
[1:16] depois de ele, percebeu-se que pronto que a coisa era um bocado
[1:19] diferente, a conceção que se tinha e começava-se a dizer que
[1:21] a Bíblia é a história. De como se vai para o céu?
[1:27] E, mas nem, isso está muito certo.
[1:30] A Bíblia conta a história de como o céu vem.
[1:33] Boa vem apanhado bem apanhado. Que é no fundo a Bíblia.
[1:39] Assim, grosso modo, conta a história da encarnação, que é
[1:44] isso que celebramos, portanto, é uma coisa importante e, na
[1:47] verdade, eu também é talvez o mistério da fé.
[1:51] O mistério da fé cristã, digamos assim, dos cristãos mais
[1:54] originais. Porque é no fundo a vontade de
[2:01] Deus de ser Deus conosco. Pronto que ISTO depois também se
[2:07] pode dizer Emanuel em hebraico, a raiz vai dar, vai lá dar.
[2:11] Portanto, é ISTO que estamos a celebrar ou é as luzinhas e as
[2:16] prendas ou as luzinhas prendas são um sinal de quê?
[2:18] Porque ISTO é mesmo sério e é mesmo profundo e acho muito
[2:21] bonito. Nós podemos estar a discutir até
[2:23] coisas neste episódio bastante profundas sobre.
[2:28] Enfim, sobre o mistério da encarnação que estamos agora
[2:31] nestes dias. AA celebrar Ah.
[2:34] Porque realmente é é extraordinário, eu gosto mesmo
[2:36] muito destas. Esta expressão é mesmo muito
[2:38] feliz, tu a Bíblia aponta-nos como é que o céu vem, porque de
[2:42] facto, é uma das coisas que mais me fascinam.
[2:43] Entrar na história da salvação é não é tanto a história do Homem
[2:46] à procura de Deus. Muitas vezes foi isso que me foi
[2:49] dito Graça grande escritura é o homem à procura de Deus, a
[2:52] história do Homem à procura de Deus, eu se calhar a teologia é
[2:55] um bocadinho mais isso, mas a Sagrada Escritura é a história
[2:59] de Deus a vir ao. Encontro.
[3:00] Vão assim. Pá constantemente é o Génesis é
[3:04] ISTO, é o Deus que vai à procura do seu povo.
[3:07] O êxodo é ele a tentar apelar a Malta à Libertação Isaías os
[3:12] grandes profetas. Ah, porque de facto, o povo
[3:15] escolhido representado em em Israel.
[3:19] É impressionante porque eles tiveram uma vida tramada, não é
[3:22] porque Abraão sai da sua Terra para A Terra Prometida, chega à
[3:24] Terra prometida. A Terra Prometida está com
[3:26] imensa gente, então há lá o conflito e depois há uma grande
[3:29] fome. Vão para o Egipto, vão para o
[3:31] Egipto e contam a escravidão. Conseguem libertar-se ao fim de
[3:33] 400 anos da escravidão, atravessa o deserto 40 anos,
[3:36] chega novamente à Terra prometida, está ocupada, então
[3:40] começam novamente ali com outras extensões no meio disto.
[3:44] A certa altura, lá conseguem Tomar posse até era prometida e,
[3:46] de repente, dividem-se os. o Reino de Israel em Judá e Israel
[3:50] dividem-se, pois vemos a sírios, os Babilónios, os Persas, os
[3:54] gregos, os romanos. O povo judeu está constantemente
[3:59] a dizer, nós somos o povo escolhido, mas parece que Deus
[4:01] se. Se esqueceu de se esquecer
[4:03] completamente. E depois vem uma série de
[4:05] figuras, não é os 4 profetas maiores, os 12 profetas menores
[4:08] a dizer não é bem assim. O que acontece é o que é que
[4:11] estás a fazer com o teu Coração? Porque ele está-te a chamar a
[4:14] uma boa vida. E como é que nós o estamos a
[4:16] viver? EE de tanto ter prometido que o
[4:20] céu vinha, não é? Depois veio o mesmo, não é em
[4:23] Jesus. Que é que é Oo que completa esta
[4:28] esta história que o que o Duarte estava a contar não é completa
[4:31] ISTO que é. Quando o povo já está, já perdeu
[4:37] quase a Esperança, não é no sentido de então, mas, afinal,
[4:40] quando é que vem? Quem é que vem e vem mesmo, não
[4:43] é? E Deus.
[4:45] Criador pai, depois de prometer o verbo encarnado, Jesus está
[4:52] aqui, não é Santo. Inácio diz isso no NOS
[4:55] exercícios espirituais, não é? Quando a Trindade decidiu que o
[4:59] verbo se ia fazer uma pessoa EEO Natal.
[5:04] É. O símbolo, vou dizer desta
[5:07] maneira o símbolo de tudo o que esta encarnação significa no
[5:11] Natal que celebramos. Não é a comunhão, a festa, o
[5:14] exagero, a comida, o estou a falar do do Natal de como vemos
[5:18] pagamento, não é? Tem todos.
[5:22] Pagamento de pagar é isso, Estados Unidos.
[5:25] Não pode dizer, depende da quantidade de tias avós que vão
[5:28] à festa. Mas aquilo que.
[5:33] Que pronto aquele sueco do que é o Natal, mas que é o que NOS
[5:38] ocupa imenso tempo, não é? Os presentes que se dão é a
[5:41] família que se junta a roupa que se veste, as músicas que se
[5:45] cantam é o exagero da resposta. A esta a este amor de Deus que é
[5:54] eu vou-me fazer um como vocês. Claro que se calhar tiramos este
[5:59] sentido ao exagero e ficámos só no exagero, não é?
[6:02] Mas o Natal é a celebração do amor de Deus deste céu que veio
[6:09] e que veio. Engraçado que nesta história da
[6:12] salvação a Malta estava à espera de outra coisa, estava à espera
[6:16] de outra coisa, estava à espera do Messias até mas mesmo os
[6:20] discípulos parece intui-se ali que a Malta estava à espera do
[6:23] Messias mais político que viesse.
[6:26] Salvar o povo dos romanos depois dos outros todos que vieram
[6:31] antes, mas. Queria-se salvar.
[6:35] Mas e há aqui 11 e mas ISTO é diferente, ISTO não foi bem
[6:39] assim, certo? O que é que.
[6:42] Não há um desconcerto enorme, porque, de facto, o.
[6:44] Samuel já começou a falar disso, mas que é.
[6:47] Desconcerto enorme, porque, de facto, é um deles que vem ao
[6:49] nosso encontro. E o esta promessa de Isaías não
[6:54] é? Ele próprio vem salvar-vos.
[6:55] Eu acho que as pessoas não estavam mesmo à espera de uma
[6:58] encarnação. Eu às vezes vou ficando cada vez
[7:00] mais convicto disso. Eu acho que eles estavam mesmo à
[7:03] espera de uma outra figura, como Moisés, como um outro ser humano
[7:06] que os fosse liderar. E ISTO é do mais desconcertante
[7:09] que é Jesus que é. Ou sob Jesus que a segunda
[7:13] pessoa da Trindade. Deixa de dar desculpem, ISTO é
[7:16] mesmo horrível, não vou dizer assim.
[7:20] O nosso Deus que foi sempre tentando chamar-nos ao caminho
[7:22] correto, a certa altura, diz, querem ver como é possível viver
[7:26] assim? É mesmo possível verdadeiramente
[7:29] como ser humano e verdadeiramente Deus seja, não é
[7:33] maionese, como dizia um professor aqui da Samuel, e meu
[7:36] ressujo não és maionese, não é tipo misturar tudo é 100% Deus,
[7:40] 100% homem e ISTO muda muda ISTO é um nó que foi muito
[7:46] complicado. Nós chegámos a esta conclusão.
[7:48] Com séculos. Forceiros todos os Concílios
[7:50] foram, aí sim, como é que como é que como é que se faz ISTO?
[7:53] Como é que se resolve este problema?
[7:54] Sim e muitas das heresias nós dizemos sobre Jesus, que nós
[7:56] dizemos ainda sobre Jesus de vez em quando, quando NOS escorrega
[7:59] AA língua ou que ainda Hoje Vamos ouvindo aquele era um
[8:03] homem particular ou um homem especial?
[8:04] Não, não é desde o início que nós pensamos que ele é mesmo
[8:06] Deus. Ah, então é Deus não, não.
[8:09] Nós achamos também que ele era verdadeiramente homem, não é?
[8:12] E são Gregório nazizeno. É assim um nome complicado para
[8:16] encher assim bem as. As redes têm esta frase
[8:21] extraordinária, que é o que não é assumido, não é redimido,
[8:24] então ele tem de abraçar completamente a humanidade.
[8:28] No batismo que o Espírito Santo habite-se a humanidade para
[8:33] depois NOS enviar o Espírito Santo para que nós possamos
[8:35] viver a partir do espírito dele, cada ser humano templo do
[8:39] Espírito Santo e quando nós entendemos.
[8:42] Ah, mas é que para jus era mais fácil porque quer a Deus.
[8:46] Não, porque Jesus também na sua humanidade, vai ganhando
[8:49] consciência de ser Deus, não é ele?
[8:53] Chamou-lhe OA, inabitação do Espírito Santo, que é que era
[8:56] importante que o Espírito Santo Habitasse um corpo humano para
[8:59] que ganhasse uma familiaridade diferente com o próprio ser
[9:01] humano. ISTO é uma cena que estamos em
[9:03] mistério de Deus, que é extraordinário.
[9:06] A cena da inabitação. Desculpa, não.
[9:07] EEE nesta inabitação para que? A Trindade para que o espírito
[9:12] conhecesse, não é? Há outro desejo.
[9:17] Enorme de de Deus desde o início de sempre, que é que seja para a
[9:21] humanidade toda de todos os tempos e sempre e, portanto,
[9:25] este esta encarnação que não é política, não é?
[9:32] Acontece de uma forma. Muito anti-divina para o olhar
[9:37] daquele tempo e se calhar para o nosso também, que é o anúncio, é
[9:40] feito a uma mulher. Tu vais ser a mãe do filho de
[9:45] Deus. De uma mulher profundamente
[9:49] centrada em Deus, que está atenta na sua oração e na sua
[9:53] vida, mas que não deixei de ser mulher no seu tempo e, portanto,
[9:57] é a uma mulher que o criador diz, tu vais encarnar, vais,
[10:04] vais ser a meia portadora da encarnação.
[10:07] No Nascimento no Nascimento. Os Anjos vêm cantar isso aos
[10:13] pastores nómadas, outcast fora dos muros da cidade, não é?
[10:17] E, portanto, vocês é que vão entrar na cidade para cantar
[10:22] esta glória que nós cantamos e para adorar o menino.
[10:27] E os estrangeiros que vêm de todas as partes do mundo porque
[10:31] NOS seus reinos já não chegava o que tinham, porque nasceu o Rei
[10:35] dos Reis e, portanto. A encarnação não é anunciada
[10:41] primeiramente. Ao protótipo de quem devia
[10:44] receber AA Mensagem de um Messias todo poderoso.
[10:50] Mas é anunciada aos que mais facilmente podem acreditar que
[10:55] Deus. Profundamente totalmente divino,
[11:00] também é totalmente humanamente frágil e.
[11:02] Muito isso eu gostava, eu gostava de pegar nisto depois a
[11:05] seguir. Antes disso vou ter que ir ver
[11:07] um Tema mais complexo, porque nós e que comecei ou não fosse
[11:11] verdadeiro Deus verdadeiro, mas acho que é muito importante ISTO
[11:14] que é, não credo também dizemos para nossa salvação, desceu dos
[11:18] céus, portanto o céu veio para usar a expressão inicial para
[11:22] nossa salvação. O que é que é ISTO de que é que
[11:26] de que maneira NOS sabe de que é que NOS salva?
[11:31] E esta salvação é necessária ainda Hoje ainda precisamos
[11:36] dela. Então essencialmente, a salvação
[11:42] já foi dada por inteiro. Dada, mas falta vivê-la e este
[11:49] aqui é que é a nossa dificuldade.
[11:51] É Se Eu estou disponível para viver a salvação que eu já
[11:54] recebi por inteiro no meu batismo e a história vai-nos
[11:57] mostrando que há aqui o drama da liberdade humana que nós ainda
[12:00] temos de de agarrar. Nós precisamos de ser salvos na
[12:03] primeira coisa. É o que é que é a salvação, a
[12:05] salvação. Podemos dizer ISTO de várias
[12:07] maneiras, o que é a de mudar que foi perfeito para agora di
[12:10] castério e para a doutrina da fé.
[12:12] Tem uma definição num dicionário de teologia que eu acho que é
[12:15] bom, porque é é intuitivo. Cris algo a busca do estilo, a
[12:20] busca da verdade e do bem em liberdade amorosa, ISTO é que é
[12:24] a salvação, é ter uma vida orientada para o que é
[12:27] verdadeiro e para o que é bom em liberdade amorosa.
[12:32] Tanto o que é que o senhor NOS salva NOS salva-nos da armadilha
[12:36] de nós, acreditarmos que podemos ser autossuficientes.
[12:40] Bonito. Salva-nos da da da ilusão de que
[12:46] só ISTO é que é necessário. Salva-nos principalmente acho eu
[12:52] da ideia de que eu sou Deus. Eu sou um filho muito amado e
[12:57] nós somos chamados a ser por participação aquilo que Deus é
[13:01] por natureza e é este Oo grande convite de Deus é Deus, não NOS
[13:07] salva sem nós, ele salva-nos, não NOS salva sem nós e quer a
[13:10] nossa participação. Eu disse, diz esta frase
[13:13] desengraçada e que tem a ver com isso.
[13:14] Aquilo já já dissemos noutro noutro episódio, mas é que Deus
[13:18] fez-se homem porque o homem se torne Deus.
[13:21] Seja para a sua divinização, como tinhas dito também que é
[13:24] uma questões, é uma palavra que nós usamos que se usa mais no
[13:28] mais para o no Oriente, no cristão.
[13:32] Oriente e não, não tanto cá, nós usamos Mais Santidade,
[13:35] santificação, etcétera. Mas eu acho muito bonita porque
[13:37] ISTO não é não é uma questão. Tanto reativa ou de defesa ou
[13:44] fizeste, então, eu é uma questão de entrar na vida divina, ou
[13:49] seja, tem aqui 11 dimensão muito mais.
[13:52] De participação do que propriamente só olha fiz esta
[13:57] asneira, por isso eu vou aqui tratar deste assunto, não é?
[14:00] Fazer aqui uma operaçãozinha e tal pronto tirar o temor.
[14:02] Mas é muito engraçado, ISTO é, porque pensar na salvação não
[14:06] simplesmente como e eu fiz asneira, portanto, têm que vir
[14:09] cá arrumar o assunto. Mas pensar na salvação como como
[14:13] uma progressiva entrada na vida divina, na própria vida de Deus,
[14:17] à qual nós fomos chamados e que. Que está escrito no nosso.
[14:22] Corre nas nossas veias e ISTO este desejo.
[14:24] ISTO é muito mais bonito e muito mais vivível do que simplesmente
[14:30] uma salvação de é de pronto, olha pronto.
[14:34] E depois há aqui uma questão teológica que podemos entrar
[14:36] muito interessante, que é, mas então pronto EEE, porque se nós
[14:41] não tivéssemos pecado, como é que era Deus te tinha encarnado
[14:44] ou não? Não, mas é uma, é uma, é uma, é
[14:48] uma discussão teológica séria e muito antiga já.
[14:51] Sim e que e que tem lugares? Hoje não é, eu acho.
[14:55] Que tem lugar? Deus, vem salvar-nos da nossa
[14:59] emanência, não é ISTO, estávamos a dizer, Deus vem NOS dizer com
[15:03] a encarnação que. Temos um horizonte muito maior
[15:07] do que aquele que nós conhecemos ou podemos sequer imaginar.
[15:15] Deus não encarna em Jesus porque lá da eternidade seja onde for,
[15:22] a humanidade está desgraçada, está tudo.
[15:25] Todos pecam todos, e então vou-lhes, vou lá resgatá-los de
[15:30] alguma coisa que Eu Não criei, não é?
[15:34] Portanto, o não era necessário. Ou, enfim, era necessário Deus
[15:41] encarnar para que nós deixássemos de pecar.
[15:43] Continuamos a pecar por outro lado, portanto.
[15:48] Mas. O que o que a segunda pessoa da
[15:51] Trindade, o verbo encarnado de Jesus Cristo, NOS vem dizer é
[15:56] que o pecado não é a resposta natural da condição humana.
[16:02] Sim mas eu eu aqui acho que há aqui uma coisa perigosa que é.
[16:08] Desligar. AA criação da Redenção, ou seja,
[16:13] a criação da salvação. Vou tentar explicar mais ou
[16:17] menos ISTO e depois deixo para comentares, mas é que é então a
[16:22] criação era uma coisa muito, muito, muito boa e continua a
[16:26] ser uma coisa muito boa, mas estragámos e por isso porque
[16:30] houve estragámos AA questão da criação, então.
[16:35] Teve que vir o remédio, o remendo.
[16:37] O Santo remédio exatamente. Ou eu confesso que gosto mais
[16:42] desta maneira de ver que é a criação.
[16:45] Já é em vista, digamos assim, de Cristo da salvação.
[16:49] Então, ainda bem que eu acho mais dessa maneira de ver,
[16:51] porque é a maneira católica. Boa, então ISTO provoca.
[16:56] Esse é a maneira católica, não, mas, mas é a maneira católica.
[17:00] Mas, ou seja, na prática de enfim, Eu Não sei Se Eu aprendi
[17:05] ISTO. Não, não, não, não, não, porquê,
[17:06] porquê? Porque a intuição, ou seja, a
[17:08] Visão do há um problema e vem alguém arranjá-lo é muito mais
[17:11] intuitivo, claro, mas felizmente.
[17:14] A Igreja Católica tem uma tradição intelectual de 2000
[17:16] anos em que NOS andamos a perguntar para estas coisas, há
[17:19] imenso tempo e onde esta polémica foi mais acesa?
[17:23] Foi na Idade Média, principalmente entre uma escola
[17:25] mais franciscana e uma escola mais dominicana.
[17:28] Portanto, falando aqui dos das 2 ordens religiosas, grandes
[17:31] ordens religiosas da Idade Média, a ordem dos frades
[17:34] menores ou franciscanos e a ordem dos pregadores dos
[17:36] Dominicanos. Que colocou a intenção de um
[17:40] Scott ou Beato de um Scott e Tomás daqui não São Tomás
[17:43] daquilo. Por coisas que eu venho dizendo,
[17:46] não é tanto o que eles andaram a dizer, mas sim o que depois os
[17:49] escutistas e os tumistas começaram a dizer que eles
[17:51] diziam, então Nunes se Couto diante da pergunta, se não
[17:55] houvesse pecado, era necessário a encarnação.
[17:58] Ele diz, sim. Porque a criação já tem em vista
[18:03] Cristo e a revelação de Cristo. Nós fomos criados à imagem e
[18:08] semelhança. Então, Adão Paulo também fala
[18:10] disto, não é de Jesus como o novo Adão diante dos olhos de
[18:14] Deus fazer ISTO de alguma maneira já está Cristo e a
[18:17] revelação de Deus em Cristo Tomás Aquino concordando com
[18:21] ISTO, escuto. Como é uma pessoa mesmo muito
[18:24] subtil e muito pormenorzinhos. O que ele vai dizer?
[18:27] A certa altura, é podemos encontrar outras razões para
[18:30] dizer ISTO, mas, de facto, na Bíblia, a razão que aparece para
[18:34] a Redenção, o que aparece mesmo explícito é o pecado.
[18:40] Então Vai usar uma fórmula que às vezes NOS escapa a subtileza.
[18:44] De que ele vai dizer é conveniências dictores, então é
[18:49] mais conveniente dizeres que é pelo pecado.
[18:53] É por causa do pecado que se deu a encarnação, mas ele diz-me, ou
[18:56] seja, portanto, reparem bem na subtileza é há outras razões.
[18:59] Pode-se dizer outras coisas, mas na Sagrada Escritura só há mesmo
[19:03] esta razão. Então eu creio que é mais
[19:05] conveniente dizer ISTO, mas ISTO não quer dizer que o resto não
[19:10] se não se. Justifique.
[19:12] Pessoal de certeza. Então ele, ele tem esta coisa
[19:16] que então? Ele, ele está a ser é bastante
[19:21] subtil, mas de repente como nós às vezes perdemos as subtileza e
[19:23] até NOS debates, a coisa fica um bocadinho mais quente e
[19:27] esquecemos um pouco do da subtileza do pensador original.
[19:32] Perdemos um bocadinho o que não são 2 escolas AA oporem-se uma à
[19:36] outra é são ênfases estão a ser colocados.
[19:39] Pronto eu compreendo o que é que Tomás a quinta está a dizer,
[19:40] realmente é mais conveniente dizer que, mas atenção que ele
[19:43] começa a frase por dizer, nós podemos intuir e ver outras
[19:47] razões. Pronto são só ênfes, mas é a
[19:50] verdade, uma grande polémica medieval e que nós ainda Hoje
[19:52] vemos refletida. Sim, porque é o que eu estava a
[19:54] dizer, eu, pá, EU com toda a honestidade, eu a mim nunca esta
[20:00] questão da da criação em vista de Cristo é tão é muito mais
[20:05] bonito e muito mais. Portanto, é muito mais a ver com
[20:08] o não jogar simplesmente à defesa.
[20:10] Tipo estragamos ISTO, vamos tentar não estragar mais, não é?
[20:14] Mas em vista de Cristo, e eu acho que nós continuamos a viver
[20:16] em vista de Cristo pronto, a nossa vida continua a ser.
[20:19] Em vista de Cristo. Boa gostei.
[20:26] ISTO também só dá apontamento aqui, importante que é.
[20:29] De que maneira é que nós Lemos essa grada escritura e este
[20:32] mistério da encarnação, ou seja, se.
[20:37] Numa perspetiva de que o filho Eterno se faz homem, não é?
[20:42] E, portanto, há esta Visão mais descendente.
[20:45] Ou então se Jesus é reconhecido por ser o filho de Deus, é o
[20:51] reconhecido como filho de Deus. Portanto, ao contrário da do
[20:54] Jesus, terreno para para para. Para cima não é para ascendente
[20:59] que ascendente, mas seja uma maneira, seja outra.
[21:02] Aquilo que dizíamos é no princípio da criação.
[21:05] Não é? No princípio dos tempos, há este
[21:08] desejo salvífico. Desde o início.
[21:12] De Deus, não é? Mesmo, tu dizes que são estes?
[21:15] Desejos de revelação e do Deus que vem, se é o que vem.
[21:18] Espetacular revelação era exatamente a palavra que eu ia
[21:22] usar, porque é o seu. Espírito Santo trabalha.
[21:24] Mas é que era exatamente isso que é a questão da da revelação.
[21:30] Eu gosto muito desta ideia de que.
[21:34] Pronto, se queres saber quem é Deus, olha.
[21:39] Pá a maneira como ele se mostrou se deu a conhecer e gosto muito
[21:43] desta EE, por isso, olhar para Cristo é verdadeiramente saber
[21:47] quem Deus é e a maneira como age como fala, como salva os gestos
[21:54] que tem são os gestos concretos de Deus Na Na história e nós
[21:58] estamos a celebrar isso. Estamos a celebrar os gestos de
[22:01] Deus na nossa história pronto e acho ISTO.
[22:05] Muito, muito bonito de perceber que Deus se revela, não é?
[22:09] Vai tirando o os véus que o cobriam depois de uma história
[22:13] longa, longuíssima de espera e de desejo e de.
[22:16] E de e de repente, quem é que eu sou está aqui neste está que
[22:21] estou aqui sou eu. E isso é muito importante para
[22:23] outra coisa, que é a partir do momento da da encarnação de que
[22:27] Jesus veio. Jesus não veio só agora anunciar
[22:30] outra coisa. Agora venho anunciar a Redenção,
[22:32] agora venho, não é começa começa Oo início efetivo deste.
[22:38] Assumir toda a natureza humana, com tudo aquilo que ele tem, com
[22:41] tudo o que nós temos quando. É é o início da efetivação da
[22:45] promessa. E eu acho esta questão do do
[22:49] gestos e de gestos como reveladores da promessa.
[22:51] Tem um impacto enorme, pá, EU creio eu conheci 4 papas desde
[22:56] que nasci nasci no tempo do João Paulo, segundo, depois veio o
[22:59] Bento 16 Francisco e agora o Leão 14 o Leão 14.
[23:02] Entramos a conhecê-lo um bocadinho melhor.
[23:05] Não é tão mediático como o João Paulo, segundo ou o Francisco,
[23:07] pelo menos para já. Jesus teria AA.
[23:14] Erudição intelectual de um Bento 16.
[23:15] Eu Não tenho problemas em dizer que, se calhar até tinha para O
[23:17] Tempo para o seu tempo, ele te conhecia as escrituras, sabia
[23:20] manejar bem, portanto, sim, teria empatia.
[23:24] A capacidade de comover-se publicamente, como já vimos em
[23:26] leão 14, sim. Teria a capacidade de mobilizar
[23:31] massas, incentivar multidões. Ainda há pouco tentava a ouvir
[23:35] algo do João Paulo. Segundo impressionante mesmo
[23:37] aquele homem foi feito para multidões e para estádios e para
[23:41] colocar Toda A Gente ao Rubro também.
[23:43] Acho que sim. Onde é que eu acho que o Papa
[23:46] Francisco de quem eu gosto? Mas que acho que não era.
[23:52] Era um ótimo orador, não tinha a mesma para o João Paulo, segundo
[23:55] a nível, está para lá de Champions League e é um homem
[23:59] com uma grande consciência intelectual, mas não é no Bento
[24:01] 16, mas foi que eu acho que ele teve um impacto no mundo.
[24:04] Será que ele estou a ser um bocado injusto?
[24:06] Mas acho que ele teve um impacto no mundo entre a Igreja e a
[24:10] Exrega ainda maior que o João Paulo, segundo.
[24:14] Porque o Papa Francisco era um Papa.
[24:16] Os franceses diriam Boa gest gestos belos de gestos.
[24:20] Ele era capaz de ter gestos incrivelmente belos e ISTO, de
[24:23] facto, esta linguagem dos gestos toca o Coração de todos.
[24:28] E ISTO mais do que a erudição, mais do que a oratória.
[24:34] É uma coisa que toca, é uma linguagem universal, tipo eu
[24:36] quase para se olharem para a comédia, é um Chaplin ou um
[24:39] Mister Bean. Toda A Gente compreende, não
[24:41] precisas de saber a linguagem e Jesus tem esta potência.
[24:46] Que nós por vezes ficamos agarrados ou fascinante milagre
[24:49] ou à erudição, à articulação, a sofisticação das histórias, mas
[24:54] é principalmente o gesto de Jesus que NOS colocam, que NOS
[24:57] mostram quem o pai é. Quem o pai é e NOS colocam num
[25:01] trilho de salvação. Muito bonito eu.
[25:03] Eu gosto de uma coisa do por por falar em gestos, mas ISTO já
[25:07] estava no Antigo Testamento, então há aqui nós, o nosso, o
[25:13] nosso bem embrulhadinho estava muito bem.
[25:15] Embrulhadinho é quase em em potência, mas que já que é o os
[25:19] credos. ISTO, enfim, estuda-se na
[25:24] Bíblia, digamos assim, os credos do povo de Israel, dos credos,
[25:27] dos judeus. Isso se chama segredos
[25:30] históricos em de outro nome 26 o Capítulo 26 do livro de outro
[25:34] nome e tem lá aquilo que ele chamou o crédito histórico e o
[25:37] que é que é? O crédito histórico é quando
[25:39] chegares à Terra prometida, pega nas premissas dos teus daquilo
[25:43] que tu clivares as primeiras coisas que tu receberes da
[25:46] Terra. Pega nisso tudo, vai ao templo,
[25:49] entrega o sacerdote e dizes, meu pai era um era meu errante que
[25:53] não sei quê. E depois foi para o Egito e
[25:55] tornou-se um pó, um povo forte e numeroso, e os egípcios
[25:58] começaram a ficar com medo disso e começaram a.
[26:00] Menos impunes dura escravidão, mas o senhor viu o nosso ouviu o
[26:04] nosso clamor, viu o nosso sofrimento e desceu para
[26:08] libertar e conduziu. Ouvi que não sei quê, que é um
[26:11] Deus dos verbos em já nessa altura, então o credo, o credo
[26:17] histórico é dos judeus, é dizer Ai, Eu Acredito que é que Eu
[26:22] Acredito, porque é que eu tenho fé?
[26:24] Porque Deus foi fiel misericordioso porque me
[26:26] libertou porque. E eu acho.
[26:30] Verdadeiramente que nós também temos um crédito histórico.
[26:35] Nós precisamos de um crédito histórico de olhar para a nossa
[26:38] vida e dizer os de e sinalizar quase os verbos de Deus.
[26:43] Ou seja, este gestos de Deus na nossa história, seja na nossa
[26:46] história pessoal, na nossa, mas seja na história da Igreja do
[26:50] Mundo. Et cetera quanto gesto não
[26:52] existem, portanto, ISTO como Deus.
[26:56] Se revela NOS seus gestos NOS seus muito bem.
[27:00] Vou abrir só aqui mais um. Acho que podemos abrir mais, só
[27:03] mais um, um Tema muito engraçado.
[27:06] Acho eu que podemos, que é o seguinte, então e agora mais
[27:09] prático daquilo que também vamos rezar NOS próximos dias nas
[27:12] leituras, que é muito bonito pensar que temos OOOO próprio.
[27:19] Deus encarna, não é o Deus, o céu, o vem Deus vem
[27:24] verdadeiramente ao nosso encontro, mas vem de uma forma
[27:27] inesperada. E eu gosto muito deste advérbio,
[27:29] de modo do inesperado. Claro que eu venho de uma forma
[27:33] inesperada, como o samba estava a dizer, é por isso que eu estou
[27:35] a pegar naquilo, para não para cumprir esta promessa.
[27:39] De voltares-me. Aqui a deixar no Antigo
[27:40] Testamento e plenamente. Sim para os ouvintes ainda cá
[27:45] estão, vim. Vim de uma vim de uma forma
[27:47] pobre. Anuncia-se aos pobres também e
[27:52] nada do que era expectável ou esperado.
[27:56] Pronto e eu devolvo ISTO de uma forma espiritual que me parece
[28:00] também que nós devemos estar à espera de um Deus que de que não
[28:04] estamos à espera de alguma forma que vem inesperadamente e não
[28:09] segundo as nossas folhas de Excel que temos cá dentro, não?
[28:12] Segundo as nossas, simplesmente a nossas expectativas.
[28:16] Mas, eu acho que o Natal NOS abre.
[28:18] De uma forma inesperada. Eu acuso o toque.
[28:21] É preciso o toque. Boa.
[28:24] Daqui a uns meses decidi que quando na minha oração pedisse
[28:30] alguma pedisse por alguém ou tivesse alguma intenção que não
[28:36] dizia ao senhor o que é que ia pedir?
[28:40] Dizia, Olha, Senhores, peço-te pelo Duarte.
[28:44] Para que obrigado tenha para que o concerto corra bem ou para que
[28:48] seja fiel à oração para. E eu deixei de entrar nessa
[28:53] ousadia, de dizer adeus. O que é que o que é que eu acho
[28:58] que Deus deve dar àqueles que são necessitados, não é?
[29:04] E ISTO tem a ver com esta iluminação que eu tive sobre o
[29:10] inesperado. Que é.
[29:15] Deus não vem, Deus vem sempre de uma forma familiar, não é?
[29:18] Vemos isso no ressuscitado, não é?
[29:21] Chama pelo nome parte o parte, o pão vem sempre de uma forma
[29:26] familiar. Não quer dizer que o entendamos
[29:29] sempre porquê? Porque NOS nossos conceitos
[29:34] divinos até relacionais achamos que Deus vem ao meu encontro
[29:40] quando eu quero da maneira que eu quero e que fica logo tudo
[29:44] explicado à primeira, não é? E, portanto, há uma
[29:49] disponibilidade de Coração que também é manjadora que NOS dá.
[29:54] Quando tivemos o episódio sobre o advento, falamos sobre Jesus,
[29:58] que não está no Presépio, não é? No Natal, Jesus já está no
[30:02] Presépio, não é? Nós fizemos um Presépio.
[30:07] Bonito Belo limpinho cheio de luz e é verdade, porque o que o
[30:11] que está no nosso Presépio é esta dimensão divina da
[30:14] encarnação, não é de. Mas diante do Presépio diante de
[30:21] um Deus frágil bebé, que é preciso pegar ao Colo, não é?
[30:27] A única coisa que eu posso devolver é o meu espanto, não é?
[30:33] É espantar-me. O Messias quis aprender tudo
[30:38] desde início, quis ser completamente dependente e esta
[30:43] este caminho. É divino de a palavra, fez-se um
[30:51] bebé que cresceu e no final da sua vida, para que nós
[30:56] tivéssemos a certeza que ISTO é verdade, se fez alimento que se
[30:59] parte aos bocados em migalhas e que cada migalha é a totalidade,
[31:05] não é? Faz com que os meus exeis sejam
[31:11] inúteis. Porque?
[31:15] Porque a certeza que Deus NOS deu.
[31:19] É que vem. Mas, depois não pôs as letras
[31:22] pequeninas nas cláusulas contratuais gerais e nós não
[31:25] precisamos delas, não é. Nós precisamos da confiança, não
[31:28] precisamos da certeza e essa já temos.
[31:31] Por isso é que quando alguém me diz que ou não acredito em Deus
[31:37] ou que tem dificuldade ou que que eu respeito profundamente,
[31:40] Eu Não gosto nada daquela frase, tipo, Ah, tu tens fama, não
[31:43] sabes, é muito paternalista. Mas.
[31:48] Eu estou convencido que muitas destas pessoas sem eu querer ser
[31:51] agora o paternalista, muitas destas pessoas.
[31:54] Convenceram-se que não acreditam porque construíram o seu perfil
[31:59] de Deus e esse perfil nunca mais chega, uhum, porque perderam a
[32:03] capacidade de se espantar e de se abrir ao novo.
[32:06] E de se deixar surpreender isso? E, por fim, eu acho que temos o
[32:15] senhor vem continuamente, ou seja.
[32:20] Depois da encarnação pelo Espírito Santo, o senhor vem
[32:24] continuamente. E a vigilância que se falava no
[32:27] Advento. Acho que é exatamente a
[32:29] vigilância que nós precisamos continuamente.
[32:31] Um senhor que continua a vir continuamente continuamente,
[32:35] cuja Graça a Graça é o senhor dar-se a ele mesmo.
[32:40] Ele próprio vem salvar-nos, mas é ele próprio que se dá e eu
[32:45] acho que ISTO é a grande Graça que se quais as outras graças
[32:48] nós temos. Ah, o senhor deu uma Graça de
[32:49] são expressões só da Graça maior, que é o senhor que se
[32:52] continua a dar. E por isso é isso.
[32:55] Neste Natal acolhemos um senhor que se dá.
[32:58] Que se entrega desta forma surpreendente e por isso
[33:03] deixa-mo NOS surpreender. Isso mesmo, sim.
[33:06] É o que? Era Graça.
[33:08] Vamos ao Presépio pegar doa Colo, não é?
[33:10] Eu acho que é pronto. Um bebé um bebé surpreende
[33:16] sempre, não é? E, portanto, pegar ao Colo o
[33:18] filho de Deus é pronto, é isso? Sim das meditação ir com a
[33:23] imaginação ir ao Presépio é tão bonito poder pegar ao Colo, põe
[33:26] me atenção, enfim, de Santo Inácio sabia do assunto muito
[33:30] bem. Então deixa-me NOS surpreender.
[33:33] Acolhemos este céu que vem à nossa vida.
[33:36] E se este episódio. Te provoca.
[33:43] Se te provocou? É possível que provoca outros,
[33:45] por isso partilham se te ajuda a viver este Natal e nós esperamos
[33:49] sinceramente que te ajude a viver bem.
[33:51] Este esta vinda, então partilha-o com outros, com os
[33:55] teus amigos, com os teus, com a tua família.
[33:58] Se tiveres reclamações, diz. Se tiveres sugestões a fazer,
[34:03] diz, nós também gostamos muito de acolher isso e de te ouvir.
[34:06] Presentes para enviados. E enfim, desejamos a todos um
[34:13] ótimo Natal, um Santo e bom Natal e que enfim que possamos
[34:20] mesmo acolher este Senhor que vem.
[34:22] Obrigado. Obrigado.

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