# Como usar sua comunicação para se defender de assédios: 4 ações que você precisa aprender hoje!

An episode of [Oratória - Dominando a Arte de Falar em Público](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1773680391), 21 Jan 2026, 14 min.

Audio: https://anchor.fm/s/2cea7960/podcast/play/114349193/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-0-21%2F416568372-44100-2-89e9855d06011.mp3

PARA MENTORIAS E TREINAMENTOS (21)98066-4993 https://w.app/7veqt8 Você já se perguntou como usar sua comunicação para se defender de assédio? Porque o que aconteceu no Big Brother Brasil, especialmente no BBB26, com a Jordana e o Pedro Espídola, foi mais do que um episódio polêmico: foi um reflexo de algo que muitas mulheres enfrentam todos os dias, em silêncio.O assédio não acontece só na TV. Acontece no trabalho, na rua, em festas, até dentro de casa. E, na maioria das vezes, a gente não sabe como reagir. Fica paralisada, com medo, em choque. Mas existe um caminho: a comunicação.E não estou falando de saber discursar ou responder de forma perfeita.Tô falando de saber usar sua voz, sua postura, seu olhar, e até o silêncio, como forma de defesa. Porque sim, assédio se enfrenta também com presença. Com firmeza. E com atitude.No vídeo de hoje, eu abro esse papo com você. Um papo que vai além do que rolou no BBB, e que toca em algo que toda mulher precisa ouvir.Seja você alguém que já passou por uma situação de assédio, ou alguém que quer se preparar para nunca mais se sentir impotente, esse conteúdo é pra você.Eu trago exemplos reais, reflexões profundas e 4 ações práticas que podem mudar completamente sua forma de reagir. Não é sobre gritar. Não é sobre bater de frente. É sobre ter recursos. É sobre se proteger com comunicação.E eu falo como mulher, como mentora de comunicação, como alguém que já viu muitas alunas se transformarem depois de entenderem o poder que existe em se posicionar.Assiste até o fim.Compartilha com uma amiga.Porque assédio a gente enfrenta juntas.E nenhuma de nós precisa passar por isso sozinha, nem calada. Vamos juntas, coração ❤️ Peça ajuda em caso de assédio, ligue 180 Central de Atendimento à Mulher - Portal Gov.br Além do telefone 180, oferece atendimento por WhatsApp (61) 9610-0180), e-mail (central180@mulheres.gov.br) e videochamada em Libras para pessoas com deficiência auditiva.

## Transcript

[0:00] Fala, gente. Juliana salois aqui, mentora de
[0:03] oratória e comunicação, meu primeiro vídeo de 2026 eSIM, vou
[0:08] falar sobre Big Brother Brasil. Só que infelizmente o assunto
[0:13] que eu vou falar aqui não é um assunto agradável.
[0:15] Aliás, é nada agradável. Vou falar sobre assédio.
[0:19] Então pode ser que esse vídeo aqui traga gatilhos.
[0:21] Estou te avisando agora e vou trazer aqui para você 4 dicas de
[0:26] comunicação que podem te ajudar. Podem não vão te ajudar se você
[0:32] infelizmente se encontrar numa situação também de assédio,
[0:34] então podem te ajudar como você pode se livrar, como você pode
[0:37] contornar essa situação e também até já te ajudar aí a prevenir
[0:41] certos tipos de situações assim desagradáveis.
[0:44] E vamos lá, fica comigo aqui até o final, porque eu tenho certeza
[0:47] que esse conteúdo vai ajudar muita gente só para te localizar
[0:50] aqui, né? Te contextualizar, eu estou
[0:52] falando de um caso que aconteceu há 2 dias atrás, no momento que
[0:54] eu estou gravando esse vídeo, então aconteceu há 2 dias atrás
[0:56] lá no Big Brother Brasil 26. Onde o participante Pedro
[1:00] Espíndola assediou, tentou beijar a participante Jordana e
[1:04] ela não queria. Então se eu falei que a sede é,
[1:06] porque obviamente ela não queria.
[1:08] E realmente assim foi uma situação gente deplorável, uma
[1:13] vez que assédio é crime, expôs a esposa a sua família.
[1:17] Então, gente deplorável. É deplorar, não tem nem mais o
[1:20] que comentar sobre isso. Eu vou soltar a cena aqui para
[1:23] você ver. A gente vai acompanhar só para
[1:25] você entender e para vocês também não acharem assim que sei
[1:27] lá, eu estou inventando coisas na minha cabeça.
[1:28] Estou fazendo pontos, vamos ver certinho.
[1:29] E aí eu trago aqui as 4 dicas. Vamos lá.
[1:34] Ah, não tem, uai. Tem babyliss super grosso aqui?
[1:41] Ah, não. Então eu vou usar.
[1:44] Claro que não tinha deixa. Eu ver se tá bom esse babyliss.
[1:49] Que que? Isso.
[1:51] Desculpa, achei que era. Que isso?
[1:54] Não achei que estava querendo dizer alguma coisa.
[1:57] Lógico que não, mãe, você está louco?
[1:58] Desculpa então? Pedro se controla.
[2:02] Carla não precisa meter os pés para ela.
[2:04] Não, você não precisa prejudicar.
[2:05] Sim. Que que que você queria fazer?
[2:08] Ah, queria fazer o que eu estava com vontade de fazer você.
[2:11] Está doido? Você não tem esposa?
[2:13] Você está maluco, meu querido? Dá licença, Pedro, acho que você
[2:17] está viajando, você controla com meu Deus do céu.
[2:22] Então fica aí essa cena deplorável.
[2:24] Eu vou comentar um pouco disso enquanto eu falar aqui das 4
[2:27] dicas, até te peço desculpa de não estar expressando mais
[2:30] indignação. É porque eu já vi essa cena
[2:31] algumas vezes hoje, para preparar esse vídeo, vi porque
[2:33] soltaram muito na internet e assim já fiquei assim.
[2:37] Olha, vamos lá. Sem mais delongas, vamos
[2:39] começar? A primeira ação que você precisa
[2:42] fazer usando a sua comunicação, se você se encontrar numa
[2:44] situação tipo essa de assédio, é dizer não, mas é dizer de uma
[2:49] forma clara e direta a sua voz. Ela precisa passar isso.
[2:54] A sua voz é uma valiosíssima ferramenta e você pode sim já
[2:57] evitar que aconteça muita coisa só com o tom de voz.
[3:00] Então a sua voz, ela precisa trazer essa, essa segurança do
[3:04] não. Você consegue perceber na minha
[3:06] voz quando eu digo assim, não pode parar.
[3:09] Eu não quero isso, isso não é brincadeira, se afasta de mim,
[3:12] você percebe que a minha voz, ela fica um pouco mais grave, um
[3:15] pouco mais grossa, até o volume eu faria um pouco mais alto,
[3:19] sim, porque quando a gente usa essa voz assim, a gente já está
[3:23] está realmente dizendo verbalizando ali, é muito claro,
[3:26] mas através do nosso tom de voz não tem dúvida, não resta
[3:29] dúvidas. Então isso é muito importante
[3:31] que você passe isso, porque essa pessoa vai frear ali, então isso
[3:35] é muito importante, já deixa isso dentro de você e
[3:37] internaliza isso até. Pra outras situações da sua
[3:40] vida, mas que é importante você ter esse tom de voz firme e se
[3:44] você sentir um pouco mais de segurança, pode falar essas
[3:48] frases mesmo. Não para por aqui não, eu não
[3:51] quero isso. Se afasta de mim verbaliza, fala
[3:54] isso pra pessoa. Até porque pode acontecer de ter
[3:56] uma pessoa, uma terceira pessoa ali próxima, ou uma câmera, como
[4:00] aconteceu ali e. Isso é um testemunho a seu
[4:04] favor. Então você está ali verbalizando
[4:05] o que você não quer e não tem provas contrárias a isso.
[4:09] Mas pegando o gancho aqui dessa questão de falar que não discute
[4:13] com a pessoa que estiver ali, evita ficar discutindo,
[4:15] brigando, batendo boca, porque pode ser que ali, no calor da
[4:19] emoção, essa briga vem a piorar a situação.
[4:22] Pode ser que parta ali para uma agressão física, coisas piores.
[4:26] Então não faz isso. Pensa que.
[4:29] A pessoa que está sendo assediada, ela está ali sim,
[4:31] muito nervosa, mas a pessoa que está assediando ela, pode ser
[4:35] que ela também esteja ali de alguma forma nervoso e se viu
[4:40] naquela situação e tá ali, né? A emoção sobe e quando a gente
[4:44] tem emoção demais, as ações não saem tão bem feitas, tão
[4:47] concretas. Então não faz isso, não fica
[4:50] discutindo, não fica batendo boca, evita isso.
[4:53] Eu sei que às vezes dá muita raiva, eu falo isso até por mim,
[4:55] porque eu já me vi em situações assim.
[4:59] Então evita pelo bem da sua vida, não faça isso, não fique
[5:02] discutindo para que não vá para algo pior, fala que você não
[5:05] quer se afasta, use uma expressão corporal que eu já vou
[5:08] explicar aqui também, sai dessa situação, inclusive a Jordana
[5:11] fez muito bem, ela não ficou ali batendo boca com ele, discutindo
[5:15] com ele, brigando com ele, ela saiu, ela falou que ela não
[5:18] queria e pediu, ó, você dá licença, sai da minha frente e
[5:21] saiu, falou alguma coisa assim e saiu da situação, ela fez muito
[5:24] bem. Segunda ação de comunicação que
[5:27] você deve fazer. Se distancia da pessoa, ó, bota
[5:30] a mão assim, não, não, não se distancia, usa mesmo assim a
[5:33] distância do seu braço, ó, para sinalizar bem claro que você não
[5:37] quer aquela proximidade, você não quer existe até casos, vou
[5:40] até ficar em pé aqui, ó, não sei se o áudio vai pegar muito bem,
[5:42] mas você vai entender casos que o assediador vem por trás da
[5:45] vítima, passa a mão na cintura, fica ali assediando, botando a
[5:48] mão na cintura. Se você tiver nessa situação,
[5:52] tira a mão do assediador e se afasta, tira o seu corpo de
[5:55] perto dele, é isso aqui, ó, ele botou a mão aqui, e você?
[5:59] Não, não, eu não quero isso e sai dessa situação.
[6:03] Então esse ato corporal é muito importante.
[6:07] E tem mais, se tiver uma terceira pessoa passando e
[6:10] vendo, ela vai ver em claro. Banton vai ouvir também que você
[6:15] realmente não quer aquela situação, e essa pessoa vai ser
[6:17] uma testemunha que realmente ali tem um assédio e outra coisa
[6:20] também aí em relação a ao corpo, tenta manter mesmo uma postura
[6:24] rígida, uma coluna ereta. Um semblante Sério fecha a cara.
[6:29] Quando a gente passa isso através do nosso corporal, a
[6:32] outra pessoa entende que a gente não quer conexão, a gente não
[6:35] quer proximidade. Quando a gente faz esses sinais
[6:38] corporais de postura rígida, cara fechada, botar a mão na
[6:41] frente, botar as mãos aqui na frente, a gente está
[6:44] demonstrando para outra pessoa que a gente não quer essa
[6:46] proximidade. Existem também técnicas de
[6:48] defesa que sempre falam que a gente realmente precisa ter uma
[6:51] postura mais rígida. Às vezes, a mulher, ela está no
[6:54] ponto de ônibus sozinha, ela está numa situação onde ela se
[6:56] sente. Ameaçada.
[6:57] Então, ao invés dela se encolher, ter essa postura
[7:00] assim, mais sabe encolhida. Um dos caídos não olha, é rígida
[7:04] postura, semblante fechado, demonstrando que realmente é uma
[7:09] pessoa firme. Por exemplo, você tem que
[7:11] encarar uma situação de perigo, não é essa, mas às vezes tem
[7:13] situações que a gente tá ali e não tem como sair tão rápido.
[7:16] Então, trabalhar essa postura corporal é muito importante,
[7:19] porque se você passa para o outro, outro inconscientemente
[7:21] já capta que você não quer proximidade.
[7:24] E pode ser que evite aí, sei lá, um assédio, um assalto,
[7:27] mostrando que você tem uma postura mais firme, então pensa
[7:30] nisso também, se filma, se olha, vê como é que anda.
[7:33] Sua postura hoje em dia é importante porque o nosso corpo
[7:35] fala e comunica muita coisa. Terceira ação de comunicação que
[7:38] te ajuda em um caso de assédio, se você passa por essa situação,
[7:44] peça ajuda imediatamente, saia daquele local, não fique por
[7:48] ali, não fique perto do assediador, do abusador, não
[7:51] fique, saia. E procure uma pessoa, que seja
[7:55] uma pessoa ou alguém de confiança, um amigo ou talvez um
[7:58] segurança, uma polícia, e vai falar com essa pessoa.
[8:02] Eu sei que às vezes é difícil, eu estou sempre falando isso, às
[8:04] vezes é difícil, é difícil, porque sim, gente, é muito
[8:06] difícil passar por essa situação.
[8:07] Às vezes a gente olha para trás, mas sabe porque eu não fiz isso?
[8:09] Porque eu não fiz aquilo. Então é importante que a gente
[8:11] também. Venha se precaver, venha pensar
[8:14] o que fazer numa situação, e se eu passar por isso, o que que eu
[8:16] faço? E uma filha minha que está por
[8:17] aí, às vezes vai para uma faculdade, um trabalho, volta
[8:19] sozinha, o que fazer? Ensina, educa, isso pode
[8:22] prevenir bastante, mas se você por acaso, infelizmente, passar
[8:26] por essa situação, procura imediatamente, alguém vai lá e
[8:30] procura essa pessoa, como a Jordana fez, ela saiu dali, ela
[8:34] até ficou um tempinho depois ali, acho que fazendo alguma
[8:36] coisa no cabelo, ele ficou por perto, percebeu como não foi
[8:40] bom. Tentar ficar sozinha, mas eu
[8:42] entendo porque, poxa, tadinha, ela tava ali No No calor do do
[8:45] momento, sem saber a ficha, não tinha caído, ela não tava
[8:47] entendendo, só que aí logo depois Ela Foi pro quarto e foi
[8:50] ali e desabafou com uma amiga que tava ali, com uma outra
[8:52] participante que tava ali, e isso foi muito bom, porque ela
[8:55] mesmo falou, eu, eu tô confusa, não tô entendendo.
[8:58] Ela falou algo do tipo e essa participante acolheu ela, como é
[9:02] que é? Pera aí, não, isso é grave e foi
[9:04] falou porque gente, às vezes a gente passa por situações, eu já
[9:06] passei por situação assim. Que eu não tava acreditando.
[9:09] E aí eu pensei, será que essa coisa da minha cabeça, será que
[9:11] eu tô exagerando? Não consigo, quer essa pessoa
[9:14] fez isso comigo, será que não eu acho que eu tô exagerando, eu
[9:16] acho que eu tô exagerando e aí falar com uma outra pessoa e a
[9:19] outra pessoa fala para mim, não está sendo assediada, isso não é
[9:22] certo, ele é o errado. Você é uma vítima, gente, a
[9:26] culpa nunca é da vítima, a vítima é a vítima, o assediador.
[9:31] É errado, o abusador é errado, o que eles fazem é errado, a gente
[9:34] não tem que se acostumar com isso.
[9:35] Ah, mas isso acontece todos os dias.
[9:37] Ah, mas não foi nada demais, ele só tentou.
[9:39] Não importa, gente, casos de violência graves que acontecem
[9:44] com mulheres, mulheres, com homens, tem um início, tem
[9:48] alguém que tenta e que às vezes fica tentando, tentando,
[9:51] tentando e um dia consegue, então previna, se não, não
[9:56] deixe, procure alguém e peça orientação.
[9:59] E uma coisa que também é muito importante você fazer, ligar
[10:02] para o 180, que é a central de atendimento à mulher.
[10:05] É uma central onde a mulher liga e lá vai ter uma profissional
[10:08] preparada para receber e acolher essa pessoa.
[10:12] Primeiramente, acolher e depois orientar.
[10:15] Não fique com receio, não fique pensando, ligue as pessoas que
[10:18] estão ali do outro lado da linha, elas são preparadas para
[10:20] isso, elas estudaram para isso, é um instituto que é para isso.
[10:23] E pensa só se por acaso acontecer, você fica AI, meu
[10:26] Deus, eu não quero ligar. Pensam o seguinte, e eles
[10:28] recebem todo dia esses casos, então todos as vezes estão
[10:30] atendendo mulheres que passam por isso, estão orientando essas
[10:32] mulheres, eles sabem o que fazer, eles vão te orientar da
[10:36] melhor forma. Então acredite e até bom, porque
[10:39] você consegue falar, desabafar, aliviar, chorar, gritar, seja lá
[10:43] o que for, mas você consegue botar pra fora aquilo e não fica
[10:46] aguardando achando que foi você, que foi culpada porque aconteceu
[10:49] alguma coisa assim? Não, não, você não é a culpada.
[10:52] Quem tenta invadir o limite do nosso corpo é o errado.
[10:54] Não importa se é um desconhecido, se é um conhecido,
[10:56] ele é o errado, não é não estão tentando fazer com você ou com
[11:02] uma pessoa que você conhece, isso também é importante, tá?
[11:04] Às vezes você está sendo testemunha de um assédio que vem
[11:07] acontecendo, porque o assédio não é só um dia não, gente, às
[11:09] vezes são vários dias, vários episódios.
[11:11] Se você está sendo testemunha disso, você também pode ligar
[11:15] para 180 e conversar com eles e pedir uma orientação, o que que
[11:18] eu faço? Tenho uma pessoa conhecida que
[11:20] está passando por isso, eu tenho uma amiga, eu tenho uma parente,
[11:22] eu tenho uma familiar, está passando por isso, o que que eu
[11:24] faço, o que que eu falo com ela, como que eu oriento?
[11:27] Então lá eles vão poder sim te orientar da melhor forma.
[11:30] Outra coisa, se for uma emergência, se tiver ali um caso
[11:32] de violência, você sentir que vai rolar uma ameaça, que o
[11:34] negócio vai ferver 190, liga para polícia militar, conversa
[11:38] com eles. Lá eles também são treinados
[11:39] para receber pessoas em situações de risco e aí eles vão
[11:41] te orientar, mas nunca tente você ir lá, é?
[11:46] Resolver uma situação que está um risco, gente, só às vezes eu
[11:48] falo assim, mas pode ser que seja um último caso, mas tenta
[11:51] primeiro, primeiro você vai falar com a polícia, eles sabem
[11:54] como resolver, eles têm autoridade para isso, não fica
[11:58] tentando se meter, ir lá tirar, porque pode ser que você, na
[12:01] melhor das intenções, vire também uma vítima e aí não é
[12:04] legal. E a quarta e última ação é, não
[12:07] se culpe, eu sei que essa vai lá não é tão assim uma ação de
[12:12] oratória, comunicação. Mas é uma ação que ajuda a
[12:15] trabalhar o seu emocional. Não se culpe, não fique falando
[12:19] isso AI, mas se eu não tivesse feito, Ah, mas se eu tivesse
[12:21] falado assim, mas se eu tivesse usado uma roupa diferente, mas
[12:23] se eu tivesse, não se culpe, o errado é o errado e ele tem que
[12:27] pagar por isso. Como eu falei, peça ajuda, às
[12:31] vezes a gente não sabe como resolver a situação, não sabe
[12:33] como sair dessa situação, peça ajuda, só não fique guardando
[12:36] para você internalizando isso, se culpando, isso vai ser muito,
[12:40] muito, muito, muito ruim para você, não se culpe.
[12:43] É como eu falei, a vítima é a vítima e o assediador, o
[12:47] abusador é o errado. E lembre se a sua voz é a sua
[12:52] primeira forma de defesa, ela é uma grande arma, ela é uma
[12:55] grande ferramenta para te livrar de uma situação assim.
[12:59] E se você hoje tá aí, de repente testemunhando uma situação
[13:03] assim, não sabe muito bem como ajudar, eu falei, liga lá para
[13:06] 180, mas manda também esse vídeo para a pessoa.
[13:09] De repente ela vai assistir. E vai tomar uma ação, vai
[13:12] conseguir resolver? Vai sair dessa situação ou se
[13:15] ela já passou por essa situação. Ela não vai ficar se sentindo
[13:17] culpada, ela vai saber como agir.
[13:18] Eu fiz esse conteúdo aqui com muito carinho, para ajudar
[13:21] outras mulheres, outras pessoas que passam por situações assim e
[13:24] não sabem exatamente como fazer. Eu espero que eu tenha ajudado e
[13:28] eu volto em breve com mais conteúdo para ajudar a
[13:31] desenvolver a sua comunicação.

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