# COMUNICAÇÃO FEMININA: O erro que faz você ser temida, mas não respeitada

An episode of [Oratória - Dominando a Arte de Falar em Público](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1773680391), 24 Mar 2026, 20 min.

Audio: https://anchor.fm/s/2cea7960/podcast/play/117370850/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-2-24%2F420674398-44100-2-2feb45fc43d72.mp3

PARA MENTORIAS E TREINAMENTOS (21)98066-4993 https://w.app/7veqt8 Tem mulher que é extremamente competente, entrega resultado, é reconhecida, mas quando as pessoas vão falar com ela, parece que ela está sempre armada. Resposta curta, voz mais alta, impaciência, a famosa "faca amolada" cortando no meio da frase. 🗡️Se você se identificou, fica comigo até o final desse vídeo. 👀Eu sou a Juliana Salóis, fonoaudióloga, atriz e especialista em oratória. Há 10 anos trabalho só com comunicação, botando empresários, executivos e profissionais para mostrarem ao mundo o que eles têm de melhor através da fala. 🎙️Nesse vídeo eu explico o que é a Mulher Armadura, por que esse tipo de comunicação nasce (geralmente em ambientes profissionais opressores onde a mulher precisou lutar para ser ouvida), e te deixo 3 ajustes práticos para você ter autoridade sem afastar as pessoas ao seu redor. 💬 O que você vai levar desse vídeo: 📌. O que caracteriza a comunicação da Mulher Armadura. Por que ela afasta pessoas mesmo com boa intenção. O caso real de uma mentorada minha que mudou isso em semanas. 3 dicas práticas para ajustar hoje mesmo. Como levar para o seu ambiente de trabalho sem parecer ataqueCai para dentro da minha mentoria A Voz Dela, um programa estruturado só para comunicação feminina. Me chama no WhatsApp que meu time te explica tudo. 💜 Instagram @JulianaSalóisOficial

## Transcript

[0:00] Você conhece alguma mulher que é muito competente naquilo que
[0:04] faz, mas toda vez que você vai falar com ela, parece que ela
[0:10] está sempre armada. Parece que ela sempre tem assim
[0:15] uma resposta curta e grossa que vem cortando.
[0:19] E você se sente assim, intimidado?
[0:23] Pois é. Hoje eu vou falar da
[0:25] comunicação. Desse tipo de mulher a mulher
[0:29] armadura. E se você, mulher, tá
[0:32] assistindo, já começou a se identificar.
[0:35] Fica aqui comigo até o final, menina, porque eu vou falar
[0:38] desse tipo de comunicação e vou te deixar aqui. 3 dicas para
[0:41] você contornar algumas situações e ter mais sucesso naquilo que
[0:46] você faz. Qual é a valiosa ferramenta
[0:49] chamada comunicação? Se você chegou aqui agora nesse
[0:53] podcast, deixa eu me apresentar. Sou Juliana salois.
[0:57] Eu sou especialista em oratória, eu sou graduada em fonogiologia,
[1:02] já trabalhei com teatro, artes cênicas e há 10 anos eu trabalho
[1:07] só com oratória e comunicação, botando o povo para falar em
[1:10] público, botando o povo para mostrar para o mundo aquilo que
[1:13] eles têm de melhor através da comunicação.
[1:18] E sem mais delongas, vamos começar no assunto.
[1:22] No episódio passado, eu falei sobre um tipo de comunicação de
[1:27] mulher que é um tipo que eu chamei de mulher com a
[1:33] comunicação infantilizada. Entenda bem, não é a mulher
[1:37] infantil. Ela não é infantil como
[1:39] personalidade. É o jeitinho dela falar.
[1:43] Ela fala assim, mas manhãzinha tem uma voz mais fininha, mais
[1:47] aguda. Parece que ela está sempre
[1:49] fazendo um pouquinho de charme para falar.
[1:51] Às vezes ela se intimida um pouquinho, sabe?
[1:55] Acaba não passando tanto o respeito.
[1:58] Não quero dizer assim, respeito. Ela não passa tanta
[2:00] credibilidade. Pronto, é essa a palavra que eu
[2:02] queria usar. Hoje eu vou falar de um outro
[2:07] tipo de comunicação que é da mulher, armadura, a mulher que
[2:12] está sempre armada para falar com as pessoas.
[2:16] É como se ela fosse ao contrário da mulher, com comunicação
[2:20] infantilizada. Ela tem uma comunicação que ela
[2:22] vai muito direto ao ponto, ela fala logo o que ela quer, ela dá
[2:27] opinião, doa a quem doer. Ela não tem medo de entrar num
[2:30] embate, de entrar numa discussão.
[2:32] Ela fala mesmo que ela pensa. Às vezes ela é muito dura com as
[2:36] palavras, o jeito dela falar é assim, a voz dela é uma voz.
[2:43] Mais alta, ela tende a falar mais rápido, porque na cabeça
[2:47] dela ela não tem tempo a perder. E a característica que chama
[2:52] muita atenção nessa comunicação é que ela é impaciente.
[2:59] Ela é uma mulher que não tem muito paciência com as outras
[3:04] pessoas, com alguma coisa que ela ouviu meio torta.
[3:07] Ela não gosta, ela vai, ó. Na faca tramontina vai cortando
[3:12] logo o mal pela raiz. E olha, tem uma característica
[3:16] interessante. Geralmente essas mulheres são
[3:21] muito competentes no que fazem, assim, inclusive na vida
[3:24] profissional, são profissionais excelentes.
[3:27] Geralmente elas têm muito sucesso, reconhecimento, pois é
[3:31] porque elas têm aí uma característica de serem pessoas
[3:34] que querem. É muito resultado.
[3:36] Elas têm foco, elas vão muito atrás do resultado delas.
[3:39] Elas são executoras mesmo. E geralmente, esse grupo de
[3:44] mulheres com essa comunicação mais armada, tem aí uma mesma
[3:50] experiência de vida profissional.
[3:52] Geralmente, essas mulheres passaram por ambientes onde elas
[3:56] precisaram lutar para ser ouvidas.
[4:01] Geralmente eram ambientes profissionais assim, muito
[4:05] opressores. Ela ali, como mulher, não tinha
[4:08] muito voz, não tinha muito voto, não tinha muita opinião, não
[4:11] levava ela muito a Sério. Ela quando falava, ela acabava
[4:15] sendo cortada, talvez em ambientes muito masculinizados,
[4:19] mas não por questão de ser masculinizado, por questões
[4:22] assim, de cultura de empresa. Eu vou falar melhor disso já,
[4:25] já. E aí, por elas terem essa
[4:28] personalidade mais arrojada, elas acabaram forjando esse tipo
[4:33] de comunicação, de serem mais duras, de estarem armadas o
[4:37] tempo inteiro, protegidas o tempo inteiro.
[4:40] O que que é uma armadura? É uma proteção.
[4:42] Então, elas têm esse tipo de comunicação que eu acabei de
[4:45] falar. Você pode estar aí, mulher, se
[4:49] identificando e até falando assim.
[4:51] AI, Juliana, mas vai, eu adoro ter esse tipo de comunicação,
[4:55] eu, eu gosto mesmo de ser direto ao ponto, AI, adorei pros outro,
[4:58] não tá bom, eu te entendo, só que tudo tem 2 lados, tem o lado
[5:04] positivo e tem um lado negativo também, e eu tenho certeza que
[5:08] você também sente esse lado negativo.
[5:10] O que que seria isso? As pessoas acabam não tendo
[5:15] assim uma grande proximidade com você, tem medo de passar.
[5:22] A opinião verdadeira tem medo de falar certas coisas para você?
[5:26] Tem medo. Acabam tendo medo de chegar aí
[5:29] para você e te dar uma opinião sincera, te dar um feedback que
[5:32] pode te ajudar muito na vida. Mas tem medo da sua reação, tem
[5:36] medo de como você vai falar, de você dar um fora, de você falar
[5:40] algo que desagrade de vocês até entrarem aí num num, num embate,
[5:44] numa discussão, e aí me fala, será que é bom para você não ter
[5:49] essa conexão? Olha, a conexão é 11 dos grandes
[5:53] temperos da comunicação. Gols, dizer que é um grande
[5:56] tempero da comunicação, você saber se conectar com as
[6:00] pessoas, se relacionar melhor com as pessoas.
[6:04] Inclusive, esse problema também pode acontecer na sua vida
[6:07] pessoal. Talvez você tenha aí um
[6:09] companheiro, uma companheira, um amigo, uma amiga que tem receio
[6:14] para te trazer certas opiniões. Que fala pisando em ovos, que
[6:18] tem dedos para falar com você e às vezes nem te passa aquilo que
[6:21] realmente tem que passar por medo.
[6:23] Eu já tive nos 2 lados uma certa época da minha vida.
[6:27] Eu era muito assim também, armada para me comunicar.
[6:30] Eu estava sempre armada. É, olha, eu tinha um amigo que
[6:33] me chamava de Juliana, caixa de fósforo, porque ele fala assim.
[6:37] Caraca, não pode falar nada para você que você já risca OOO
[6:41] palito de fósforo e já toca fogo no parquinho.
[6:45] Calma, mulher, respira, nem tudo.
[6:47] Você precisa ser assim, armada, precisa brigar não sei o quê.
[6:50] Para você ter noção, o meu apelido era juliança, para você
[6:55] ver como é que eu era. Mas eu eu fui trabalhando isso
[6:58] na durante o passar do tempo, até porque não dava para entrar
[7:02] um profissional de comunicação assim.
[7:04] E eu também já estive do outro lado, de não conseguir passar a
[7:09] minha opinião para pessoas que tinham a comunicação muito
[7:12] assim, algumas amigas que têm essa comunicação mais armada.
[7:16] E eu acabava às vezes demorando muito para passar ali uma
[7:20] opinião que eu achava porque eu ficava com medo dela brigar
[7:23] comigo. Então foram coisas que eu venho
[7:25] trabalhando na minha vida e eu quero te contar também uma
[7:27] história rapidinha de uma mentorada minha, mas eu quero
[7:30] que você pegue também aqui as dicas, vai pegando aqui as dicas
[7:34] das técnicas que eu fui passando Pra Ela, eu vou analisar
[7:36] rapidinho aqui o quadro dela, uma mentorada minha, não vou
[7:40] falar o nome. Ela tinha esse tipo de
[7:42] comunicação muito armada. E olha só o que que aconteceu na
[7:47] vida profissional dela. Ela iniciou, ficou muitos anos
[7:52] trabalhando em uma empresa de tecnologia.
[7:54] Oriental. E ela me falou que essa empresa,
[7:57] eles tinham uma cultura muito machista, que é normal lá no
[8:02] ambiente deles e que tudo bem. E ela entrou e ela até gostava
[8:07] muito, porque ela via que tinha muito resultado ali na empresa
[8:10] onde ela trabalhava. Só que com o passar dos anos,
[8:13] ela começou a se sentir intimidada porque ela sentia que
[8:18] ela não tinha muita voz. Ela tentava falar.
[8:22] Cortada, a opinião dela não era muito levada em consideração e
[8:27] ela começou a se sentir muito incomodada com aquilo e ela
[8:31] resolveu sair dessa empresa. Só que aí o que que ela trouxe
[8:33] como herança? Essa comunicação mais
[8:37] endurecida? Ela se forjou assim e aí depois
[8:40] ela entrou. Quando eu a conheci, quando ela
[8:42] me procurou para fazer mentoria, ela já estava numa outra empresa
[8:47] que era da indústria da saúde. E lá ele já tinha uma outra
[8:50] cultura, uma coisa mais humanizada, e ela me falou que
[8:55] era o seguinte, ela se sentia muito incomodada porque ela
[8:58] chegou assim, cheio de gás, cheio de vontade para ter
[9:00] resultado. E ela sentia que lá não era
[9:04] muito assim, era um outro tempo. Isso incomodava ela.
[9:08] O que mais incomodava ela era as reuniões.
[9:11] Ela falava, olha, eu chego nas reuniões pronta, com tudo já
[9:14] pronto para falar, para a gente sair daquela reunião com alguma
[9:17] ação para fazer. E muitas das reuniões a gente
[9:21] não tem isso. O que me irrita também são
[9:23] pessoas que falam, falam, falam, falam para aparecer, ela fala
[9:26] assim, elas falam muito para aparecer, mas elas não trazem
[9:29] nada, não agregam nada e só ficam ali.
[9:31] Muitas vezes elas Ah, ganham até Palma, leva os louros ali da de
[9:36] ter falado, até são reconhecidos, porque elas falam
[9:40] e gente, é isso, quem sabe se comunicar, falar bem, acaba se
[9:43] destacando, uma gente só que nem sempre o comunicativo, ele tem
[9:46] profundidade, ele tem a ação. Ele é bom, ó de lá, ele é bom de
[9:51] falar, e aí isso incomodava muito ela, mas beleza, ela quis
[9:55] trabalhar isso também porque ela percebeu que isso também
[9:58] aconteceu na vida pessoal dela. Algumas pessoas chamam dedos
[10:02] para falar com ela e o que eu achei muito bonito, ela
[10:04] parabenizei porque Ela Foi humilde o suficiente para
[10:07] perceber que aquela comunicação incomodava as outras pessoas.
[10:12] Ela já se sentia incomodada também.
[10:14] É uma pessoa que também acha que eu peguei pesado, vai.
[10:17] E ela queria trabalhar isso, então eu identifiquei e eu
[10:21] parabenizei. Isso foi muito bonito da parte
[10:23] dela. E olha o que que a gente
[10:25] trabalhou pega aí, anota aí, a gente trabalhou.
[10:29] A primeira coisa foi o tom de voz dela.
[10:33] Ela falava num volume muito alto.
[10:35] Ela tinha essa coisa assim de falar mais alto de tudo, essa
[10:39] presença muito forte. Que é legal, tá?
[10:42] Isso não é errado, não. Só que isso não pode ser o tempo
[10:44] inteiro, tem contextos que a gente tem que ser mais suave,
[10:47] não é porque eu tô dizendo aqui, Ah, porque ela é mulher, ela
[10:50] tinha que ser mais suave, não são contextos.
[10:53] Olha aí o contexto da empresa dela tinha, as pessoas tinham
[10:56] uma cultura mais suavizada, então tinha momentos ali que ela
[10:59] tinha que pegar mais leve. Então vamos trabalhar esse
[11:02] volume de voz para não ser alto sempre.
[11:06] Mas assim, nos inícios das frases, do início das
[11:08] Apresentações, é legal para chamar atenção, mas depois a
[11:11] gente tem que aí diminuir um pouco esse tom de voz.
[11:14] Assim, eu falo, tom, gente, é volume, tá?
[11:16] Mas o volume de voz ela também falava muito rápido, uma
[11:19] velocidade acelerada, porque na cabeça dela ela não tinha tempo
[11:23] para perder. Então a gente também trabalhou,
[11:28] coloquei ela aí para ela falar mais devagar, mais explicado, e
[11:32] olha, para isso, ela precisou desenvolver uma coisa.
[11:36] Paciência, porque ela não tinha paciência nem para isso, mas ela
[11:40] conseguiu. Então a gente trabalhou esse
[11:43] terceiro ponto, sabe qual foi a cara de impar?
[11:47] A paciência. Ela às vezes ficava assim, ó,
[11:50] olhando, olhava para o alto, bufava.
[11:54] E não dá para ficar assim no ambiente de trabalho.
[11:58] Então a gente trabalhou isso aí também.
[12:00] A gente fez muito exercício de argumentação sobre impressão e
[12:03] olha a micha, era danada, tá bom, ela vinha assim, eu falava,
[12:07] você só vem na faca tramontina, você vem me cortando, mas a
[12:12] gente aprendeu aí também a trabalhar para quê?
[12:14] Para ela ter um pouco mais de flexibilidade.
[12:17] Ela não me deixava nem falar, ela ficava me interrompendo,
[12:20] falava, não, você tem que me ouvir até o final.
[12:24] Eu puxava a orelha dela e ela tá bom, trabalhou isso.
[12:28] Então foi trabalhando ali também essa paciência, essa empatia de
[12:31] se colocar no lugar do outro e perceber que a gente também
[12:34] precisa, sim, adaptar a nossa comunicação.
[12:38] Quando a gente precisa, precisa adaptar, depende do contexto.
[12:42] Então a gente trabalhou isso nela e uma coisa também que eu
[12:46] vou falar para você aqui já, já são aí os sinais de acolhimento,
[12:51] ela, às vezes ela. Estava receptiva para receber
[12:56] uma opinião, para ouvir alguém e ela, só que a cara dela acabava
[13:01] sendo muito armada. Aquela postura armada, eu
[13:02] falava, não, a gente vai trabalhar, isso vai te desarmar
[13:05] um pouco, então passa para as pessoas que você está ouvindo,
[13:09] fala para ela, tá, pode falar, estou te ouvindo e segura esse
[13:13] trem de descarrilado aí. Então ela treinou, deu tudo
[13:16] certo, ela teve muito sucesso ali no ambiente de trabalho
[13:19] dela. E teve uma coisa também que foi
[13:22] bem bacana, que eu coloquei na mentoria dela, que foi uma
[13:25] sugestão minha. Como ela falou que ela se
[13:27] incomodava muito com as reuniões lá dela, que ela dizia que todo
[13:31] mundo falava, eu falava muito. Eu falei assim, por que que você
[13:35] não leva como sugestão para o seu chefe vocês terem reuniões
[13:38] mais otimizadas? Eu Acredito que você não deve
[13:44] ser a única pessoa que se incomode com isso.
[13:47] Então não é justo também que os faladores de plantão dominem a
[13:52] reunião, falem, falem, falem e saia dali.
[13:55] Mais uma reunião sem nada para fazer mais uma reunião poderia
[14:00] ter sido um e-mail de 5 minutos ou até menos.
[14:04] Então leva para para o seu chefe, anota.
[14:09] Vamos planejar o que que você pode falar?
[14:11] Talvez, sugere. Aí cada pessoa vai ter tempo
[14:14] para falar. Porque se deixar na mão do
[14:17] falador, ele vai falar muito, ele vai atropelar todo mundo.
[14:20] Cada pessoa, sei lá, pode sugerir 2 pontos, pode dizer 2
[14:24] pontos, ou cada dia uma pessoa ali da do setor dela conduziria
[14:29] a reunião, falaria com você, você vê bom, te deixei essas
[14:33] sugestões aqui e talvez seja isso.
[14:35] Você precisa levar também pro seu ambiente de trabalho.
[14:38] Olha, acredite, a comunicação pode abrir portas.
[14:41] Talvez você pense assim, Ah, o meu trabalho, ninguém vai querer
[14:43] ouvir que eu dei uma sugestão de.
[14:45] De reunião, depende de como você vai abordar.
[14:49] Se você chegar falando que isso vai ser bom para o outro, vão te
[14:53] ouvir, ó. Lição de cop, cop, aqueles
[14:56] textos que a gente lê por aí em site, em revista, em vendas,
[15:00] principalmente em vendas a cop. Quando a gente quer persuadir
[15:04] alguém, a gente tem que mostrar que aquilo é melhor para outra
[15:07] pessoa. Você já reparou?
[15:09] Isso? Começa a reparar aí nos sites
[15:10] que você vê, então. Mostra assim, olha, eu quero uma
[15:14] sugestão que você é melhor pra empresa, a gente vai otimizar o
[15:17] tempo, a gente vai vender mais, a gente vai é, enfim, mostra o
[15:24] que é bom para o outro, fala, leva de uma forma corteja, não
[15:28] fala mal de ninguém, não faça isso e leva a sugestão já olha,
[15:32] eu sugiro que a gente faça assim e pergunta, o que que você acha?
[15:35] Poxa, pensa, depois você me fala.
[15:37] Nada precisa ser na hora também é dar bom pra você já também
[15:40] começar a exercitar sua paciência.
[15:42] Faça isso eu tenho certeza que pessoas vão parar pra te ouvir,
[15:45] vai por mim, depois você vai voltar pra me contar você vai lá
[15:48] no meu Instagram e você vai me contar.
[15:51] Juliana, eu fiz isso e deu certo e agora vamos as dicas, vamos
[15:55] lá, 3 dicas pra te ajudar a contornar essa situação a
[15:59] primeira dica eu falei aqui agora pouco, é você mostrar os
[16:04] sinais receptivos. Para outra pessoa, isso você vai
[16:08] fazer através da sua expressão corporal um leve sorriso
[16:12] primeiro. Primeira coisa, você vai olhar
[16:15] para pessoa que estiver falando com você, tem que olhar,
[16:18] comunicação é isso, a gente tem que mostrar que está prestando
[16:21] atenção na outra pessoa, não é fingir que está prestando
[16:24] atenção, é o olhar mesmo. Eu sei que talvez aí você seja
[16:27] uma pessoa muito acelerada, mas vai ter que parar, começa a
[16:31] treinar isso, olha, presta atenção, Ah, bacana, legal.
[16:36] Faz isso assim, não teu olhar dar um leve sorriso, balançar a
[16:40] cabeça de vez em quando, fazer assim, ó, com os olhos.
[16:43] Hum, interessante, é mesmo? Ah, legal, ó pequenas expressões
[16:48] que eu falei, ó, interessante, bacana, legal, poxa, gostei, às
[16:53] vezes você gostou. Só que você não sabe nem
[16:55] expressar isso começa a expressar.
[16:58] Segunda dica, você vai falar mais devagar, tem que falar um
[17:02] pouquinho mais devagar, não tem jeito.
[17:05] Eu sei que a vida é corrida, você pode ter uma personalidade
[17:07] de corrida, mas começa a treinar isso em você.
[17:09] Você é uma pessoa muito competente, eu tenho certeza que
[17:12] você vai conseguir e você vai evoluir cada vez mais.
[17:17] Quem fala um eu não estou falando devagar, tá, mulher, eu
[17:21] estou falando assim, um pouco mais devagar, um pouco
[17:24] desacelera, pronto. Desacelera na hora de falar.
[17:28] Quem fala desacelerado mostra que quer falar e que está ali
[17:33] presente, não tá aqui já pensando no que vai fazer
[17:36] depois. E o terceiro ponto é, para de
[17:39] cortar as pessoas, para de fazer isso.
[17:43] Quem corta muito o outro mostra que não tem paciência, que é
[17:46] ansioso, que não se interessa pelo que o outro tá falando,
[17:50] para de cortar. E eu tenho certeza que no início
[17:53] você vai ficar assim, ó. É Sério mesmo?
[17:55] Pensando Sério mesmo que eu não vou, não posso cortar essa
[17:57] pessoa. Se você começar a se frear, é
[18:01] sinal que você já está se conscientizando disso e que vai
[18:05] dar certo que você vai conseguir.
[18:07] Eu sei que assim é, é. Nem sempre a gente consegue
[18:10] fazer tudo. Ninguém é perfeito, mas tenta
[18:14] tenta fazer essas 3 dicas que eu trouxe aqui para você.
[18:17] Começa hoje faz assim ó, um propósito, 7 dias você fazendo
[18:22] isso parece dar simpatia, 7 dias de de de comunicação começa aí,
[18:27] faça por 7 dias você terão marca no seu relógio hoje é o último
[18:30] dia. Eu tenho certeza que no final
[18:33] sua comunicação estará mais branda.
[18:37] E se você chegou até aqui e quer desenvolver a sua comunicação?
[18:43] Caio para dentro da minha mentoria.
[18:44] A voz dela é uma mentoria focada para mulheres.
[18:48] Estou vindo aí no mês de março, ressuscitando esse meu projeto
[18:52] porque ele já existia. Já treinei mulheres assim,
[18:55] programas só focados para mulheres, mas eu estou aí
[18:57] ressuscitando esse projeto em homenagem ao mês de março, no
[19:00] mês das mulheres. Eu percebo cada vez mais que as
[19:03] mulheres ela. Elas têm uma comunicação
[19:05] diferente, tem a forma de se comunicar diferente, tá vendo?
[19:08] Uma mulher se comunica diferente da outra e a gente se comunica
[19:10] diferente dos homens também. Cada um tem aí suas
[19:13] particularidades, suas qualidades e também seus planos
[19:17] a trabalhar. Então cai para dentro da minha
[19:19] mentoria, é um programa estruturado só para comunicação
[19:22] feminina, entra em contato com o WhatsApp, que tá aqui, o meu
[19:26] time vai te receber, vai conversar com você, a gente vai
[19:29] te chamar para te explicar como é feita essa mentoria.
[19:31] Tudo que você quiser saber vai ser um prazer te receber.
[19:35] OKE, eu volto em breve com muito mais conteúdo para ajudar a
[19:39] desenvolver a sua comunicação. Um beijo e fui.

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