# EP #143: Iron Maiden - The X Factor + B Sides

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 15 Oct 2025, 2 h 17 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/109521946/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-9-11%2F8dfe77cd-8dd4-4d04-a198-8d2fc1a5df71.mp3

Neste episódio, William Faria e Thiago Zuma recebem o Andre Pase, do podcast Solada, para resenha sobre um dos discos mais subestimados da Donzela de Ferro: The X Factor (1995), que completou 30 anos neste mês de Outubro. Entre atmosferas densas, letras introspectivas e o início da era Blaze Bayley, o trio mergulha em todo o contexto da época, os bastidores turbulentos da banda, e as histórias por trás das composições que marcaram esse capítulo obscuro do Iron Maiden. E não para por aí — também destrinchamos os B-sides dessa fase, verdadeiros tesouros escondidos que ajudam a entender ainda mais a mente criativa (e conturbada) de Steve Harris naquele período. Pega sua bebida e junte-se a nós. ++++++++++ Nossos links (Grupo de WhatsApp, Instagram, YouTube, etc) Este conteúdo também estará disponível no Podcast Solada. Solada no Spotify e Youtube.

## Transcript

[0:51] Fala povo lindo William faria na área e abrindo os trabalhos para
[0:55] mais um episódio do rock da mesa aqui comigo hoje.
[1:00] Só os de fé, Hein? Só os de fé.
[1:02] Equipe todinha abandonou, mas só fico um aqui comigo.
[1:06] Quem vocês acham que ficou reserva moral dos bons costumes
[1:11] do heavy metal? Thiago zuma.
[1:14] E aí, galera, tudo. Bem hoje?
[1:19] Hoje nós vamos, hoje nós temos um membro incógnito aqui.
[1:23] É verdade. E diretamente do podcast solada.
[1:28] Não que o Tiago também não seja do solada.
[1:31] André pazzi. Tudo certo, André?
[1:33] Eu vou chegar com o aviãozinho também, homenagear o Luis.
[1:38] Então. É exatamente não.
[1:43] Mas isso duvido que eu levem. Não é decidido.
[1:45] Vamos lembrar disso. Luís é obrigado pelo convite,
[1:48] pelo como é que dizem os jovens. O fit ou o Colab do solada
[1:53] Colab. Cara, um Colab.
[1:55] E na verdade, o episódio de hoje, ele é uma Colab entre o
[2:00] rock na mesa e o solada. Então esse episódio aqui ele vai
[2:04] ir ao ar no mesmo dia nos 2 podcasts.
[2:08] Então a gente tá aqui para falar do álbum the x Factory, do Iron
[2:12] Maiden. Gravar esse tema em conjunto foi
[2:26] uma ideia que a gente teve. Aproveitando que OX Factory
[2:29] completou o aniversário de 30 anos de seu lançamento, já
[2:32] datando o episódio. Ele foi lançado em 2/10/1995 e a
[2:38] gente vai lançar esse episódio aqui no dia 15/10/2025.
[2:43] Podcast solada eu recomendo que todos ouçam.
[2:46] Pra quem não sabe. Foi através do solada que
[2:49] descobriu o Thiago, que veio como convidado em um primeiro
[2:52] momento. Depois eu recrutei para a equipe
[2:54] e atualmente ele se divide entre os 2 podcasts.
[2:57] E hoje a gente tem o prazer de contar com o André pela primeira
[3:00] vez aqui em nossa programação. Primeiro de muitos, assim
[3:02] esperamos, volto sempre. Já deixo o convite em aberto e
[3:05] aproveitando o convidado. Então aquela perguntinha básica,
[3:09] né, André? Como é que o Iron Maiden entrou
[3:13] em sua vida antes de você responder?
[3:14] Mas cara, que pergunta diferente de fazer?
[3:16] Como é que tu pergunta para alguém?
[3:17] Como o Iron Maiden entrou na vida de uma pessoa com uma
[3:20] banda? Acho que já se você nasce com o
[3:22] rock no teu coração, você já nasce conhecendo, cara, sabendo,
[3:25] mas explica aí para nós. Bom, eu acho que aqui tem uma
[3:28] coisa que que acho que esse ponto da cultural assim, Iron
[3:31] Maiden pra mim é Rock In Rio 85. É aquela coisa do tipo assim,
[3:35] bandas que estão tocando nesse Rock In Rio 85.
[3:38] Eu não morava em Porto Alegre, eu morava no interior.
[3:40] E eu tenho alguma lembrança de ver Hades em lojas de disco.
[3:45] Então assim, isso aí, isso a gente brinca assim que um dia a
[3:48] gente tem que fazer um podcast. Tá aí o convite pro pro outro
[3:50] fit no futuro, sobre Mascote. E eu lembro de ver muita capa do
[3:54] Iron Maiden, então assim, eu não sabia o que era, como é que era?
[3:57] A gente tem 11 só lado. A gente discute uma coisa do
[4:00] Ozzy, que é aquela coisa do Ozzy splick of the Devil, tipo aquela
[4:04] coisa da do do morcego. Mas o eram pra mim é Rock In
[4:07] Rio, entende? E aí depois eu sei que existe,
[4:09] eu sei que ele existe. E aí depois ele vai voltar 67
[4:15] anos depois, já na quando eu realmente vou começar o dia mais
[4:18] metal mesmo. E que daí eu vou entrar no túnel
[4:21] do filho do padre, também conhecido como Fear of the Dark.
[4:24] E aí quando eu entro no túnel do Fear of the Dark, eu começo a
[4:27] voltar pra todo passado. Mas Iron Maiden, pra mim é
[4:30] alguma coisa. Rock In Rio, então tipo assim,
[4:31] tá na minha cabeça assim, mais pra gente.
[4:34] Acho que a gente falou No No episódio do do Rock In Rio, Iron
[4:37] Maiden e Queen, aquela coisa que ficaram assim do do lado de
[4:39] trás. E você?
[4:41] Eu, você não deve ter ouvido ainda, mas assim é eu.
[4:45] Eu cheguei a falar de Iron Maiden alguns algumas
[4:48] oportunidades aqui no episódio 13.
[4:51] Foi o primeiro episódio que a gente gravou de Iron Maiden.
[4:53] Ele se chama baú do Iron Maiden, que a gente gravou com a amiga
[4:56] Amanda Bastos, que é uma jornalista muito fanática por.
[4:59] Para Iron Maiden, aliás, um beijão para ela.
[5:01] E também a gente acabou falando no filhote darkson Marin, time,
[5:05] mas assim, a grosso modo, é uma coisa que tem na tua história,
[5:10] que é muito relacionada a minha. É a capa, que justamente eu era
[5:15] um Piá assim, um molequinho. Eu acho que isso aí, cara, foi
[5:19] em 8586. Eu tava vendo uma coleção de
[5:24] discos num primo meu na casa da minha tia que eu IA muito lá e
[5:28] tinha lá uns discos, eu olhei e tinha o the number e eu peguei
[5:31] aquele disco e falei, cara, que capa linda, que capa foda.
[5:34] Eu preciso ter isso pra olha só o pensamento, eu preciso ter
[5:38] isso pra mostrar pros meus amigos na escola, isso aqui é
[5:42] muito foda. Pedi emprestado, não sei porque
[5:45] cargas água de me emprestou, emprestou e eu levei aquele
[5:48] disco, ficava na rua mostrando, olha o pessoal, olha a capa
[5:50] desse disco, olha a capa desse disco, olha a capa desse disco,
[5:52] tipo assim. Não entendia porcaria nenhuma de
[5:55] música, daí eu ouvi o disco nessa época, assim como eu ouvi
[5:58] o volume 4 do Sabá também, que é outro disco que é.
[6:01] Acho que o volume 4 e o number são um.
[6:04] São 2 discos assim, 2 pilares do meu início, assim de de ouvir
[6:08] música, né? Daí parei depois disso, devolvi
[6:11] o disco do meu primo, passaram se muitos anos, muitos cartuchos
[6:14] de videogames. Depois voltei na minha
[6:16] adolescência ouvir som de novo, me reconectei ao Iron meio e o
[6:19] resto da história. Mas é basicamente isso, tá?
[6:21] Foi também pela capa de um disco.
[6:23] Foi aí que eu comecei o tiagão, vai lá.
[6:27] Olha só o fase virando. Roxo o fase já tá, tá me
[6:30] ajudando? Aqui, cara, é assim.
[6:31] Que é bom, é. Assim que é bom.
[6:35] É legal. É o primeiro Iron Maiden que eu
[6:37] faço no rock, na mesa e no solado.
[6:39] A gente já fez um episódio do Power live que deu meio errada,
[6:41] né? Que a gente fez o Power live
[6:42] contra Rider light. Batalha de 84 e que o áudio sai
[6:47] é uma porcaria, mas assim tá divertido assim.
[6:50] Mas Iron Maiden, pra mim ele surge assim, eu tomo consciência
[6:56] de Iron Maiden pela primeira vez em 91, quando eu tava começa a
[7:00] enveredar pelo mundo da música mais pesada na sequência do Rock
[7:04] In Rio 2. O Rock In Rio um tem memórias de
[7:06] infância, mas não das bandas não musicais assim agora.
[7:11] Do Rock In Rio 2 eu comecei a ter interesse por rock mais
[7:14] pesado. Eu já ouvia rock nacional e
[7:17] alguns outros roquinhos naquela época e em 91 eu tava alucinando
[7:24] com Metallica, tinha acabado de ser a black álbum.
[7:27] Eu lembro assim, tava alucinando, e aí um amigo fala
[7:28] assim, gosta de metal? É, vou te mostrar e me emprestou
[7:32] uma fita do no prefor the dindermé.
[7:35] Eu botei a fita pra ouvir e não gostei.
[7:39] Ruinzinho, sabe? Não, não me empolgou assim.
[7:42] Isso fez com que eu não tomasse vontade de ouvir mais Iron
[7:46] Maiden. Assim falei, de repente pensei,
[7:47] Iron Maiden, deve tipo essas bandas dos anos 80, tipo Bon
[7:50] Jovi da vida. Sabe uma coisa que me agrada em
[7:55] 92, quando sai o the quick corby Daddy, que é o primeiro single
[7:59] do final the Dark, eu gostei da música e a anteninha voltou a
[8:03] ficar mais ou menos interessado. Ah, o westing love.
[8:06] Eu gostei também quando saiu. Então fiquei meio atrás assim, e
[8:11] aí nisso um amigo me emprestou o poweris David vinil.
[8:16] Aí eu não tinha um aparelho de vinil em casa, daí eu levei esse
[8:18] aparelho de vinil na casa do meu primo na roça.
[8:20] Quando eu viajei, a gente ouvi lá e aí assim eu lembro de
[8:24] ouvir, achar legal, mas como tava ouvindo lá, tipo, ouvi,
[8:27] gravei uma fita pra mim e a fita ficou, sabe?
[8:29] Tipo, Ah, fiquei, achei legal, mas eu não me aprofundei tanto
[8:32] nele na hora, porque não era uma coisa que dava pra ouvir direto
[8:35] em casa, tal. E tava ouvindo um Monte de coisa
[8:37] nova, ficou ali para pegar aí um outro primo meu, não esse do
[8:42] disco de vinho nenhum, um outro primo que é 1 ano mais velho.
[8:45] Esse primo tava já fazendo colegial, ele tinha uns amigos
[8:48] metaleiros e ele tinha alucinado com Power slave que ele também
[8:53] tinha feito uma fita para ele lá do disco que eu emprestei em
[8:56] nisso ele pegou emprestado lave after Def e o lave after Def ele
[8:59] pegou emprestado numa época que eu fui para passar um feriado
[9:02] lá. Então eu ficava, a gente ouviu
[9:04] muito lá em of the Def e aí eu virei fanático.
[9:06] Aí, final de 92 eu virei. Eu já estava alucinei.
[9:10] E eu brinco assim que 91 eu estava tateando vários estilos,
[9:15] 92 foi o ano que eu alucinei com Metallica, 93 foi o ano que eu
[9:19] dediquei da minha vida ao Iron Maiden.
[9:20] Então, quando a gente chega em 95, já era aquele fanático para
[9:24] Iron Maiden, de saber todas as músicas, de de colocar música,
[9:29] faixa a faixa de todos os discos. 90% das letras decoradas
[9:34] assim, então quando é que o sector sai?
[9:36] Eu estou naquele cio maldito de Iron Maiden já.
[9:42] É, como diria o saudoso, acredito que seja vivo ainda
[9:47] lembra do Fernando Souza filho, um grande fã de Iron Maiden?
[9:50] Da Walking brigad, também jornalista?
[9:52] FSF. Ele dizia, Deus fez o mundo em 6
[9:56] dias e no sétimo dedicou o Iron Maiden.
[9:59] Frase nem era fanático, né? Ou é ainda, imagina?
[10:02] Bom, gente, está tão bom. A gente está falando de Power,
[10:05] lave de Ride light, mas a gente não precisa voltar para o
[10:07] xfector, vamos voltar para o xfector.
[10:11] Vamos falar dessa criança aqui. Foi lançado em 2/10/95, como eu
[10:15] já citei lá em cima, foi gravado no Bernie art Studios, que é um
[10:19] Studio que estive Harris tinha no celeiro da sua antiga
[10:22] residência em excess, na Inglaterra.
[10:24] Por isso que barn, né? Ele é um celeiro que ele tinha
[10:27] lá. Ele queria um estúdio, é o
[10:28] mesmo. Estúdio tá bolo, diria as mais
[10:30] pessoas. Ali é é é o mesmo que aparece no
[10:33] clipe de Rolling smook, tá? Ali é onde eles eles não IA.
[10:36] Perguntar isso eu não IA perguntar exatamente.
[10:38] É exatamente lá. Exato, tá.
[10:40] E se vocês verem, ó, eu já dou até uma dica, ó, isso é coisa de
[10:45] fã curioso. Procurem no YouTube um vídeo dos
[10:50] John lazarus. É John lazarus, que é o que é o
[10:52] sobrinho dele. É tio Lázaro, é baterista.
[10:55] Né? Ele toca a bateria e ele tem uma
[10:57] cover de Jang scan que ele toca é é no barnear de Studios e ele
[11:03] usava o Studio para ensaiar, para gravar os vídeos dele.
[11:06] Então, se você ver esse vídeo, por exemplo, é nesse estúdio uma
[11:09] bagunça cheio de peça de bateria, tal, tal, tal, tal.
[11:13] As más línguas diziam que o no play for the Ding foi o primeiro
[11:17] disco gravado lá era o disco do estábulo, que só podia ter saído
[11:19] um esterco mesmo. É, vamos ver.
[11:25] Vou deixar minha opinião do no player para outro episódio,
[11:28] porque eu também não sou muito fã dele não.
[11:31] Bom, gente. Assim, ó, tem que achar o no
[11:33] player e dar um abraço nessa pessoa que que você tem.
[11:36] Você tem problema no coração? A gente pode te ajudar.
[11:40] Pra você ter uma ideia, eu prefiro 1000 vezes assim, ó, me
[11:42] dá o virtual Eleven, mas me dá o no player nesse nível.
[11:47] É. Tão longe, mas.
[11:51] É como eu costumo dizer, não, não vou falar aquela comparação
[11:54] ridícula, esdrúxula, que eu faço nos episódios, que que eu
[11:57] prefiro tal e tal. E um tiro naquele lugar, né?
[11:59] Deixa deixa para lá que eu não vou estragar não.
[12:01] Eu vou assustar depois desse episódio aqui vai para o solado.
[12:05] Então não quero assustar os os ouvintes do solado, as
[12:08] barbaridades. Mas OOO, clipe de Rolling smoke
[12:12] é assim, assim? Me espanta que a banda não
[12:14] acabou depois do clipe de Holly smoke.
[12:16] Não sei se é alguma coisa assim. Aquilo lá, aquilo ali, cara,
[12:20] aquele clipe, ele só serve para uma coisa, todo fã de Iron
[12:24] Maiden que se preze tem que concordar comigo, só para matar
[12:27] a curiosidade, como é que era a casa do silveris que mostra lá
[12:30] Oo Brejo, mostra lá um Edge que ele usou na turnê do do PIS of
[12:35] mind. Lá tem ele tocando baixo, que a
[12:37] filha dele é Laura, enquanto era pequenininha.
[12:39] Tem os caras No No estádio, no campo de futebol.
[12:42] Cara, aquela casa era top. Acho que ele conseguiu vender.
[12:45] Ele estava queimando ela preso de banana depois de um tempo.
[12:48] E dando um spoiler de coisas que falaremos mais para frente no
[12:51] episódio, existe um clipe da Iron Maiden gravado na piscina
[12:55] dessa casa. Ah, exatamente, exatamente.
[13:01] Nem lembrava que tinha, nem lembrava que tinha.
[13:04] O trauma é tão grande de Rolling smon que é uma coisa assim.
[13:13] O que que? Vem.
[13:17] O que que vem antes? Porque assim tem aquela mania do
[13:20] clipe de banda inglesa no trem que o que que é um clipe No No
[13:23] trem? Não tem e é.
[13:34] Patifando o conceito, né? Bom, o contexto histórico do
[13:40] disco remete exatamente à fase em que a banda voltava à cena
[13:44] após a saída do Bruce teakingson em 93.
[13:46] Então, a banda lançou uma espécie de concurso mundial,
[13:50] convidando vocalistas no mundo todo para enviar suas fitas.
[13:53] A gente sabe que foi uma jogada de marketing mesmo, não existiu
[13:56] concurso algum. Reza a lenda que alguns
[13:58] vocalistas de fato fizeram o teste com a banda, né?
[14:01] Sendo o dug White, acho que é um dos nomes, mais pelo menos para
[14:04] nós hoje famoso, mas na época ele era desconhecido, né?
[14:07] Depois, ele ficou famoso por cantar com o Richie black mor
[14:10] Rainbow, o moomsing. Mas ele de fato fez o teste.
[14:14] Ele disse que cantou bom, eu. Eu tinha informação que era 13
[14:18] músicas. O Thiago aqui no queima pauta
[14:19] disse que ele cantou um repertório gigante, né?
[14:22] É isso. Ele cantou um show inteiro da
[14:24] turnê do fire of the Dark assim ele tava.
[14:26] Ele tava pra entrar de fato, né? A banda tinha meio que escolhido
[14:30] ele, mas não tava muito segura de ser ele.
[14:34] Porque nosso querido blazebele tinha rejeitado a primeira
[14:38] oferta. É, na verdade, o Steve Harris
[14:42] sempre teve um nome em mente, mesmo com esse concurso que foi
[14:45] só pra uma jogada de marketing. Geniosa assim, cara, quem é que
[14:49] não queria ser o vocalista do Iron Maiden?
[14:51] Cara, só o engajamento disso na época.
[14:52] Pelo amor, eu lembro do comercial da da 89, acho que
[14:56] todos nós aqui lembramos, cara, quando tocava.
[14:59] Cara, quem até eu, que era um, nunca tava porcaria nenhuma,
[15:03] queria participar do negócio. Mas e foi o ex wolfs baine,
[15:07] Blaze, baile o wolfs baine que tinha aberto os shows.
[15:11] Iron Maiden, na turnê do no prier, Steve Harris disse em uma
[15:14] das vezes que ouviu a voz do Blaze, foi aquecendo o vocal
[15:18] antes de um dos shows. Ele pensou assim, puta, aí é um
[15:20] cara que poderia cantar no made caso o Bruce saísse, e ficou com
[15:24] esse nome na mente dele e o resto é história.
[15:27] O Thiago deu 11 pequeno extra aí para nós que ele chegou a ser
[15:31] convidado uma vez, depois negou, né Thiago?
[15:33] Depois voltou, não foi bem assim, foi aceitando, né?
[15:37] É, então o offsbene estava tinha uma trajetória ascendente na
[15:41] cena inglesa de rock metal. O offsbene não era exatamente
[15:44] uma moeda de metal, né? O offsbene tinha uma pegada
[15:46] assim. O primeiro disco do offsbene é
[15:49] basicamente um Van Halen sem um guitarrista, um Van Halen da
[15:53] fase da Emily hot sem um guitarrista genial.
[15:55] Assim, uma tentativa de recriar aquela aquela atmosfera, e aí
[16:00] eles vão ficando um pouquinho mais.
[16:03] Guns N' Roses no segundo disco e eles tinham acabado de lançar
[16:07] ali, nessa época do início de 93 e 1 disco ao vivo, que é um
[16:10] disco ao vivo, bem legal assim e que é muito intenso e que dá
[16:13] aquela impressão de ser aquele rock ultrarrock assim que Oo que
[16:20] buenas que a gente tipo putz, esqueci o nome da banda, tipo
[16:24] warher soul vai ter a partir do SPACE age playboys, aquele
[16:27] rockzão meio destrutivo assim. E depois da teve banda tipo
[16:32] turbonegro ou vão fazer coisas parecida.
[16:33] Parecia que o offsbene estava indo nesse caminho assim.
[16:37] E quando o Steve Harris faz o primeiro convite, Oo offsbene
[16:41] está nesse processo de lançamento do disco ao vivo e
[16:45] gravando um disco novo. O disco novo vai ser esse
[16:49] desconto intitulado deles. Assim, pra quem estiver vendo
[16:51] pelo YouTube, eu coloquei a capinha dele aqui a mão.
[16:56] E só que nesse disco eles parece que a banda bate cabeça quanto
[17:00] ao direcionamento que eles queriam seguir.
[17:02] É um disco que acaba sendo um disco mais pesado, mas não chega
[17:05] a ser esse ultrarrock e como também é um como se fosse um
[17:08] Guns N Roses um pouco mais pesado, mas a banda não tá tipo,
[17:12] o direcionamento não é meio unânime e o Blaze sente durante
[17:16] a gravação desse disco que as coisas não estavam funcionando
[17:18] bem e aí ele meio que refaz. A ideia do tipo acho que eu
[17:22] deveria aceitar esse convite para pelo menos tentar ser o
[17:25] vocalista da Iron Maiden. E aí a banda, depois que ele
[17:29] vira o vocalista da Iron Maiden, a banda fica muito brava, porque
[17:32] esse disco é gravado e esse disco sai com ele já como
[17:34] vocalista da Iron Maiden. E a banda terminada, ela tem
[17:38] intitulado de 94, ele sai em fevereiro de 94.
[17:41] Anúncio do Blaze como vocalista da Iron Maiden é feito em
[17:43] janeiro de 94. E eu lembro que a primeira foto
[17:46] que eu vi do Blaze. A gente tem que pontuar aqui que
[17:49] a gente está falando de uma época pré internet uma época que
[17:52] basicamente as novidades quando chegavam era por revistas ou
[17:57] rádio boca a boca se você conhecia alguém que viajava para
[18:00] fora tinha acesso a outras Fontes ou talvez revistas
[18:04] importadas que existiam tinham no Brasil mas não eram tão
[18:07] baratas eu lembro que foi na acho que foi na brigade que era
[18:11] uma foto do Blaze assim a primeira vez que eu vi a
[18:13] primeira vez que eu vi o Blaze foi uma fotinha bem pequenininho
[18:16] assim uma notinha quase que de rodapé assim não foi nada assim
[18:20] estrondoso, ó, esse é o vocalista do do do Iron Maiden,
[18:23] só postaram uma foto dele ali Ah, esse aqui é o novo vocalista
[18:26] do Iron Maiden em blazer Maiden e tal, e cabe registro aqui, né?
[18:31] Que o que o Iron Maiden? Então ele anunciou o Blaze como
[18:33] vocalista, fez uma promoture do x factor depois, né?
[18:36] Vieram ao Brasil, inclusive o devin Murray e o blazing.
[18:39] Se vocês procurarem No No YouTube, vocês vão encontrar o
[18:41] vídeo dessa coletiva, vários veículos de imprensa
[18:44] participaram deles. E vieram falar do álbum
[18:47] WhatsApp. Curiosidade da galera, o Blaze
[18:49] ficou cantando pedaços de música.
[18:52] Diz que foi bem constrangedor se vocês procurarem relatos assim.
[18:55] O Blaze estava bem empolgado. Ele estava fora da casinha,
[18:58] cantava trechos da música. O Dave Murray visivelmente
[19:02] incomodado, constrangido. Em um não sei se tinha um
[19:06] programa assim nessa época eu morava na roça ali, então não
[19:08] tinha muito acesso. Mas eles teve um especial do
[19:11] Iron Maiden, um programa dessa promotor do Iron Maiden, naquele
[19:15] num programa de TV da cultura que chamava Metrópolis.
[19:19] E nesse trecho tem Oo. Steve mostra o Blaze cantando a
[19:24] introdução de sinal the cross assim, mas na época a gente
[19:27] vinha a menor ideia porque ele queria, sabia que música era
[19:29] aquelas ali cantando ali comp to wash my Sims away é bem severso
[19:34] assim, né? Aquele que mostra, né?
[19:37] Mas só para falar do Blaze, da briguede a briguede quando o
[19:40] Iron Maiden anuncia a saída do Bruce, né?
[19:43] E saiu na rock briguede que ele saiu.
[19:45] O rock briguede faz uma página inteira.
[19:47] Eu lembro que isso foi rock briguede mesmo, porque eu não
[19:49] tinha e eu não tinha revista. E eles falam, Ah, vocalistas
[19:53] cotados para substituir. Aí acho que eles colocam 4
[19:56] vocalistas que eles colocam um mais cotado.
[19:58] Eles colocam o Michael kissk, que tinha acabado de sair do
[20:01] Halloween, aí como o segundo mais cotado do Blaze aí.
[20:06] Como o terceiro mais cotado, o André Matos.
[20:10] E aí como o último cotado é uma volta do poldiano assim tipo né,
[20:14] com aquele tipo ódio de negócio, paga o tipo Blaze, paga um para
[20:20] 3 do poldiano, paga um para 10000, assim até fazer meio que
[20:25] piada sobre a volta do poldiano. Mas foi a primeira vez que eu vi
[20:28] a fotinha do Blaze foi nessa matéria da brigued.
[20:30] E teve uma matéria da briguei de também uma entrevista com o
[20:34] próprio Steve Harris, que eles perguntam que foi 11 entrevista,
[20:39] bem na entressafra de anunciar os vocalistas que ele cogitava.
[20:43] Aí jogaram alguns nomes para ele.
[20:46] Michael Kiss, que foi um que foi um, nas palavras dele, era um
[20:50] vocalista brilhante, mas que ele achava que ele estava muito bem
[20:53] no Halloween na época. Eu acho que ele estava na época
[20:55] do camillion ainda não estava meio, não tinha saído ainda, eu
[20:58] acho, eu não lembro. Juan James deal, citaram se
[21:03] teria interesse também é um vocalista brilhante, mas que não
[21:06] teria interesse. Foi mais ou menos nessa linha
[21:08] aí, sabe? Jogando nomes para ele, para
[21:10] saber a opinião dele, claro, só nomes bons, né?
[21:13] Capazes que ele é. Viu, André?
[21:15] Quando foi a primeira vez que você ouviu falar do Blaze baile?
[21:18] Do Blaze baile eu não lembro. Agora eu lembro de uma outra
[21:20] coisa que eu achei que vocês iam falar.
[21:22] Eu achei que você IA falar, fiquei quieto aqui até.
[21:24] Será que você mas fala aí, fala aí, não.
[21:26] Não, eu não lembro do Blaze. Eu lembro do último show com
[21:30] Bruce Dickinson num sábado à noite na TV Bandeirantes.
[21:34] E isso na Bandeirantes. Tanto é que depois eu eu esqueci
[21:38] de pegar. Eu tenho ODVD foi ODVD que eu
[21:40] comprei o portão. Eu falei, cara, eu preciso ter
[21:41] isso. Quando eu descobri que tinha
[21:43] DVD, eu falei, cara, eu preciso ter esse DVD, que para mim é
[21:45] mais marcante, o tchau do Bruce DVD.
[21:48] E aquele final que entra Oo que ele entra dentro do Iron Maiden
[21:53] e que sai a cabeça dele, sangue. Tipo aquilo me deixou triste,
[21:56] entende? Tipo assim, cara, acabou o
[21:58] negócio. Agora o que que vai acontecer?
[22:00] Eu tinha vai ter a capa do single da hello be Ty name com a
[22:03] cabeça dele nesse stake ali, né? Que é o que termina o show.
[22:08] Ele bota na cabeça. O André que na verdade, a nossa
[22:11] linha do tempo aqui de episódios, ela é tão fodida e
[22:13] adiantada que, na verdade, ó, eu não vou dar spoiler aqui no
[22:17] próximo episódio, que vai vir depois desse aqui na sequência,
[22:21] nós falamos desse. Mas é muito engraçado porque AAA
[22:26] eu eu lembro assim, é muito engraçado que era uma coisa, já
[22:29] que vocês estão andando no vale das maçãs assim.
[22:32] Engraçado que dizia que era ao vivo, mas tinha comercial
[22:36] naquele show do do, do, do do Iron Maiden.
[22:39] E eu lembro que quando terminou aquilo agora, agora vocês
[22:43] quiserem me lembrar em que TV, que eu vi aquilo, em que sala de
[22:46] casa, e me lembro de dar dar uma tristeza, entende assim, e
[22:52] agora, o que que vem entende, tipo, pra mim, acho que acho que
[22:55] eu não, eu não vou. Depois eu vou lembrar do blazer,
[22:58] talvez alguma matéria de talvez o rock.
[23:01] Briguei de o pior, eu teria que lembrar, se não foi top rock
[23:04] também. Porque briguei de não chegava
[23:06] onde eu morava, chegava top rock.
[23:08] Então eu li muito top rock na história e mas eu lembro da da
[23:13] do final do show com a história da coisa é aquilo pra mim.
[23:15] Eu tipo assim, o Blaze vem depois, onde eu vou realmente
[23:20] ouvir o Blaze Bailey? EE aí eu vou lembrar como é que
[23:22] é, eu não vou, como é que é? 95 95, canal de mirc da wiplash.
[23:33] Lista de Iron Maiden, da wyplash.
[23:36] Aí aquela coisa, tipo, você está desbravando a internet, você
[23:39] está desbravando aquela coisa, e aí eu lembro que tinha uma
[23:46] pessoa como é que é? Eu não posso produzir provas
[23:49] para nem ninguém que eu tenho que cuidar agora que eu vou
[23:51] falar e aparece uma pessoa da Europa e essa pessoa pega e fala
[23:56] assim, olha. Tem aqui Oo Iron Maiden, novo
[24:01] tem segundos, como é que é segundos de real o áudio do do,
[24:07] do do negócio e passa para uma outra pessoa.
[24:11] E essa outra pessoa chega no canal da da da ludmir, que dá
[24:14] unipplash e fala, Ah, eu tenho. Eu tenho a música do Iron Maiden
[24:18] com com vocalista novo. Vocês querem ouvir?
[24:22] A galera pega em todo mundo, vai ver, termina que semanas depois.
[24:27] Reza a lenda que essa pessoa na Europa é procurada pela emai
[24:31] dizendo assim, olha, parece que você andou espinafrei, andou
[24:37] espalhando que você não deveria. E aí, quando vai ser o virtual
[24:42] Eleven? Parece que o Iron troca o
[24:44] sistema de como que faz os previews para o para os
[24:47] jornalistas para não vazar isso. Essa mesma pessoa entra Na Na Na
[24:52] na promo listening do do virtual Eleven com o gravador escondido
[24:55] em grava. Então assim, mas eu lembro que
[24:58] lá atrás essa coisa hoje eu vou ver, falei, tipo assim, Ah, esse
[25:02] aqui que é o esse aqui que é o que é o que é o que é o que é o
[25:04] que é o Blaze Baden, sabe? Tipo, era uma coisa também, como
[25:07] é que é? A gente também ficava um pouco
[25:10] em dúvida, porque assim, vamos fazer uma brincadeira, né?
[25:13] Você ouvir um arquivo de música. Em umas caixinhas de som
[25:17] ferradas com aquelas que a gente tinha na época de kit multimídia
[25:20] Creative labs, tipo, não é o que a gente tem hoje de de de kit
[25:24] multimídia. Então você tinha muito mais um
[25:27] 11, sei lá, uma prova, mas você não IA tirar a prova.
[25:31] Você dizer, Ah, existe, existe isso, mas eu acho que acho que
[25:35] eu, eu, eu lembro muito mais desse evento.
[25:37] Tava até comentando para o Tiago antes, eu muito mais lembro
[25:39] desse evento da wi plash do que de fato da voz do blazeband.
[25:42] Então, tipo, isso vai ter, vai ter outras consequências depois.
[25:45] Bom, então o disco saiu. A formação à época, Blaze Berlim
[25:51] no vocal, David Murray na guitarra e anykeers na guitarra,
[25:54] Steve Harris no baixo, produção, mixagem, Nick macbra na bateria.
[26:00] Nós tivemos ali o Michael kning no teclado, que é o tecladista
[26:03] oculto do Iron Maiden há muitos anos, a expression quire, que
[26:07] fez lá o canto gregoriano na sine of the cross.
[26:10] Daí saiu o disco, recebemos o disco nas lojas.
[26:14] Começo com nosso convidado, André.
[26:16] Como é que você recebe OX factor em mãos?
[26:20] Como é que foi a tua primeira experiência?
[26:22] Tu lembra do momento que tu pôs esse disco para ouvir?
[26:26] Eu lembro. Eu falei pro Thiago, eu lembro
[26:27] de que lugar que eu fui comprar esse disco?
[26:29] Zé pelin centro de Porto Alegre, Galeria Masson eu lembro de ter
[26:35] comprado esse disco. Ele é outubro, né?
[26:40] Então eu lembro que eu fui pegar esse disco não na hora, fui
[26:42] pegar esse disco depois como presente de aniversário, começo
[26:45] de dezembro, e eu lembro que que eu lembro de foi 9590 e não,
[26:50] não, não foi outra coisa, foi 95, foi, foi, foi, foi pós
[26:53] cursinho. Eu lembro de chegar em casa e
[26:56] quando eu ouvi aquilo eu falar, bah, isso não era o Maden, sabe?
[27:01] Tipo, é uma coisa que até hoje para mim, eu tenho um ranço
[27:03] nesse disco assim, de olhar algumas coisas e falar.
[27:06] Baixo no Iron Maiden sabe, tipo, a gente tá acostumado com com
[27:09] Iron Maiden de uma forma é que a gente às vezes fala de outros
[27:13] discos assim, só que aqui é o Iron Maiden que eu lembro que eu
[27:16] falo assim, cadê a banda que eu gosto, sabe?
[27:18] Tipo, no meu ranço, ele vai ficar pior depois porque eu acho
[27:22] que o que me que mais me me irrita e hoje pensando, eu acho
[27:25] que a ficha. É que é o Iron Maden, que às
[27:28] vezes ele é muito repetitivo de cantar, fala até mesmo em falem
[27:31] dá, não falem dá, tipo cadê aquele refrão, cadê aquele Bruce
[27:35] que ele sabe, tipo assim, vai trocar a banda e não me
[27:38] avisaram. É e você, Thiago, lembra?
[27:45] Lembro sim, lá na roça, né? A gente tinha em 95.
[27:50] Meu tio já tinha uma locadora de cds.
[27:53] E a fornecedora da locadora de CDS dele era de Piracicaba, que
[27:57] é uma cidade maior, e eles tinham uma facilidade para CD
[28:02] importado muito grande de obter. Então eu lembro assim que quando
[28:06] chegou o single da meram the Edge, no final de setembro, eu
[28:10] já a gente já foi numa sexta-feira, pegou o ônibus, foi
[28:13] lá para ver se cabe e comprou o single.
[28:15] Aí 2 semanas depois chegou o exceptor, EOCDA, gente foi lá e
[28:19] comprou na sexta-feira, fui eu, meu primo, eu e meus. 2 primos,
[28:24] nós compramos 3 ali, eles tinham chegado acho que 10, a gente
[28:27] levou 3 e acabou logo assim, os 10 lá na loja, daí a gente
[28:32] voltou cada um com o seu dos que nem ouvindo, olha isso, olha,
[28:36] então foi aquele que se eu era tanto, sabe?
[28:39] Tinha todos os 3 outros que nem ouvindo o disco que tinha
[28:41] acabado de comprar, sabe? A gente comprou um abril, a
[28:44] gente começou a viu entrar, a gente viu aquela capa que era
[28:46] uma coisa completamente diferente.
[28:49] E foi ouvindo disco assim, mas eu lembro de achar diferente,
[28:52] mas isso não ter sido um problema para mim naquela hora e
[28:55] nunca foi de fato. Quando eu peguei esse disco, foi
[28:59] na Woodstock discos. Primeira vez que eu o ouvi, foi
[29:03] em casa, comprei lá. Eu lembro que o Valcir, ele fez
[29:06] um esquema legal Na Na vitrine da loja que ele, porque esse
[29:10] para quem lembra, né? Para quem tem a mídia física,
[29:12] sabe que ele é uma capa dupla. Então se você não achar,
[29:14] repulsiva a capa. Original, tu vira o encarte e
[29:18] vira ali, o Ed sentado no troninho ali e tal.
[29:20] Isso o André está mostrando ali no vídeo, né?
[29:22] Vira aí, André, para nós está ali o Ed sentado no trono com
[29:25] aquele hexa assim atrás, fica mais amigável.
[29:29] Então ele tinha na vitrine as 2 nas 2 configurações.
[29:32] Comprei e levei para casa, ansiosíssimo assim eu não
[29:35] aguentava mais. Então a primeira vez que eu ouvi
[29:38] esse álbum eu realmente sentei para ouvir, ouvir com calma.
[29:42] Né? E mas claro que no ônibus para
[29:44] casa eu morava em São Paulo ainda, né?
[29:46] Então era um trânsito infernal. Eu passei de assim, dissecando o
[29:51] encarte, a torta de jeito louco, de ansiedade para ouvir quando
[29:54] chegava em casa. Daí eu já faço o link para capa
[29:58] para saber o que, como é que vocês receberam essa capa
[30:00] também? O que que vocês acham?
[30:01] Começando com nosso convidado, André, o que que tu achou da
[30:04] capa do xfector? Ao contrário, a capa, acho que
[30:06] foi uma das coisas mais legais que tem e eu tava até eu tava
[30:09] conversando com com o Thiago esses dias.
[30:12] Pô, fazer esse bichinho fisicamente.
[30:15] Tem as fotos na internet do do, do, do, do.
[30:20] Como é que é fazendo isso fisicamente, numa época um pouco
[30:26] retoque ali eu lembro que a capa para mim é umas coisas mais
[30:28] legais, tipo, eu lembro de olhar para essa capa e falar, cara,
[30:31] isso é legal, porque tem essa coisa do tipo daí a gente vem do
[30:35] choque. A gente tá falando de 85, porque
[30:37] o Ed sempre era desenhado, né? E agora você tem um Ed de
[30:40] verdade, sabe? Tipo isso pra mim até hoje, tipo
[30:42] assim, cara, o Ed tipo assim, não, não é só a morte do Ed que
[30:47] vem da morte do do da sequestro da morte do Bruce, mas cara, é
[30:51] um Ed de verdade, sabe? Tipo, isso pra mim é uma coisa
[30:54] que até hoje acho legal o que que o tempo eu passei a odiar o
[30:57] logo. Eu acho que o logo é ruim na
[30:59] história. Agora a capa é muito boa, a capa
[31:01] é muito boa. Também achei a capa linda, cara
[31:04] assim, a despeito do. Da da crueldade, que as pessoas
[31:07] possam achar que ele é de todo dilacerado.
[31:10] Eu achei uma capa muito impactante.
[31:12] Prefiro muito mais essa capa original do que aquela figura
[31:16] pau mole que tem Na Na, na, na atraso assim, né?
[31:18] Que ele é de sentado no trono, que acho que.
[31:20] Mas tudo bem, o respeito são percepções, né?
[31:24] Sentado na cadeira elétrica. Né um trono?
[31:28] Cadeira, isso não é uma imagem gráfica, né?
[31:32] Esse Huck Sime, só para antes passar a palavra para o Thiago
[31:36] sobre a capa. Ele já fez rush, green Theater,
[31:39] Megadeth, Smith, White Snake. Ele fez um Monte de coisas aí.
[31:43] Capas muito boas, inclusive. Para quem está vendo como é que
[31:46] é Na Na ele é Oo artista do rush, basicamente vai se fazer
[31:51] no rush e inclusive bandas de bateristas que gostariam de
[31:58] estar no lugar de new perto também depois.
[32:01] Paga essa pessoa para fazer as suas artes imitando o ranking.
[32:10] Que legal. Assim a ideia da capa, quem teve
[32:13] foi Dave Murray. Uma coisa muito louca isso assim
[32:16] de fazer Oo fazer uma capa com Edge de verdade, sabe?
[32:20] Você vai fazer uma coisa mais menos fazer o bonequinho menos
[32:25] fazer a coisa menos desenho e ser.
[32:27] Talvez você IA ter mais impactos, fizesse isso.
[32:30] E aí eles tiveram a ideia de chamar Rio saimer pra acabar
[32:32] fazendo. Há quem diga que essa capa é é a
[32:37] prévia do PIS of mind, que é a operação que vai fazer o depois
[32:41] o Ed perder a cabeça pra ser o Edge da capa do PIS of mind.
[32:44] Assim, tem umas teorias da internet que dizem que isso daí,
[32:47] que é a teoria da capa é essa. Mas assim eu sempre gosto de
[32:52] falar que assim a capa, quando eu olho pra essa capa, essa
[32:57] capa. Me dá um aviso do que vai vir,
[33:00] me dá. É uma capa bem soturna, uma capa
[33:03] completamente diferente, uma capa que não é um desenho, uma
[33:07] capa que é uma imagem ali. Então o tipo vai ser um Iron
[33:12] Maiden diferente, soando diferente, tentando fazer as
[33:15] coisas de uma forma diferente. Acho que a capa entrega isso,
[33:20] então talvez o grande exemplo de uma capa que ó.
[33:24] Se você está esperando a mesma coisa, não vai ser aqui que você
[33:26] vai verificar isso daqui, né? Vai ouvir a mesma coisa.
[33:30] Aquela coisa, tipo assim, eu vou fazer uma brincadeira.
[33:32] Se você espera mais um Ed para você imitar no seu caderno
[33:36] binerdon Dead. Se você espera mais um Ed para
[33:39] desenhar, não, amigo, não é essa banda que você vai ter aqui para
[33:42] frente. Tipo isso, isso, como o recado,
[33:44] é bem dado, entende? Como é que é AAA?
[33:46] Lembrando você fazendo a piada, como é que é?
[33:48] Outro disco que sai em outubro de 2025, o senhor stop 442
[33:52] eutrax, que é a capa, tipo aquele negócio, tipo, você não
[33:55] entende o que é que ela capa até hoje aqui não.
[33:57] Aqui tem um aquela coisa que a gente fala, o disco é esse, o
[33:59] recado é esse a capa até aqui, isso é um mérito, isso é um gol
[34:02] até hoje. É 11.
[34:04] Fato que eu preciso colocar aqui também é que eu apoiei
[34:07] incondicionalmente o Iron Maiden.
[34:08] Nessa época eu consegui. Apreciar tanto essa fase quanto
[34:14] a carreira solo do Bruce, então pra mim foi o melhor dos 2
[34:19] mundos. Eu fiquei com 2 coisas que eu
[34:21] gostava muito, porque eu passei pelo luto, como com muitas
[34:24] aspas, né? O luto da saída do do do Bruce e
[34:27] do Iron. Pra mim eu curti isso.
[34:29] De 93 até 95, até 95 eu já tava. Já já tinha processado isso. 95
[34:37] em março eu fui em 2 shows solo do do Bruce na época do Alive
[34:41] Studio way. E então aqui, cara, aqui eu já
[34:46] tava com tudo processado e eu falei, bom, agora eu vou apoiar
[34:49] o Menin. Cara, eu tinha posters do da
[34:51] banda do do x fator na parede do meu quarto na época.
[34:55] Cara, ei, quem tá vendo a versão em em vídeo?
[34:58] Tem uma Bandeira, um banner, fez questão de colocar aqui hoje.
[35:02] Então eu apoiei muito essa época.
[35:04] Eu para mim foi muito. Foi muito positiva essa
[35:09] recepção. A percepção do disco mudou um
[35:12] pouco levemente depois do show do monsters, que eu vi em 96,
[35:17] quando eu vi a banda ao vivo. Porque é aquela coisa, né?
[35:20] A gente tem que tem que separar aqui.
[35:22] Uma coisa é você ouvir o Blaze cantando material próprio, outra
[35:26] coisa é você ouvir o Blaze cantando material clássico com
[35:28] blues, que aí a situação muda um pouco de de figura.
[35:34] É porque o. Esse mesmo.
[35:37] Mesma receção do Blaze post show.
[35:39] Foi só depois que você viu o show na Gazeta, né?
[35:41] Porque na hora lá você não teve efeito nenhum, não foi com.
[35:44] Certeza, né, né? No estádio eu estava
[35:47] enlouquecido, cara. Nossa, eu não aguentava.
[35:50] Mas depois quando eu fui ver na Gazeta, meu Deus do céu, foi
[35:53] Jesus do céu. Tipo assim, eu nem bêbado estava
[35:56] no estádio. Cara, que que é isso?
[35:58] Foi a mesma coisa assim. E só pra pontuar aqui, né?
[36:04] O disco ele teve recepções mistas, né?
[36:07] Eu eu gostei, Oo Thiago também gostou, o André, a gente ainda
[36:10] vai entender durante a faixa, faixa como é que foi, mas
[36:15] pensando assim, a revista Biz lembra, não sei se era show Biz
[36:19] ou Biz na época, já na crítica era show.
[36:21] Biz nessa época, show Biz 5, acho que já era show Biz, já
[36:25] tinha. Vindo o cara, o crítico colocou
[36:27] assim a voz do Blaze, é como se ele tivesse cantando com um
[36:29] balde na cabeça. Foi assim que ele descreveu o
[36:32] vocal do Blaze que eu achei. Mas eu gostei do álbum, cara.
[36:38] Gostei do álbum, sim. E isso vai ficar mais evidente
[36:41] agora no faixa faixa que inclusive esse episódio aqui ele
[36:46] vai ser o episódio, arrisco a dizer, o mais completo sobre
[36:51] xfactor de toda a podosfera nacional, porque a gente vai
[36:55] falar de todas as faixas do álbum.
[36:58] E nós também vamos falar dos lados b, os bissides a constar,
[37:04] né? A gente tem lá o single Mano the
[37:06] Edge, que a gente tem 2 bissides Na Na Na versão normal, que é a
[37:11] just of the Peace, just manday. A versão japonesa vinha com uma
[37:15] Bono chamada live marway que a gente vai colocar aqui também.
[37:18] Nós tínhamos o single de Lorde of the flice e ali você tem 2
[37:24] covers my generation do the Ho Doctor Doctor League who.
[37:28] E em 96 já também posterior, né? A gente vai colocar também
[37:33] virus, que é um single que tá mais ligado ali, a coletânea
[37:36] Bessa, o The Beast, que foi onde saiu, mas que a gente pode
[37:39] considerar dessa fase aí, tá que é uma bom, a gente vai falar
[37:43] sobre ela No No faixa, faixa. Eu não vou queimar pauta aqui.
[37:47] Querem pontuar alguma coisa antes da gente, pro faixa, faixa
[37:49] ou não. Não.
[37:50] E só lembrar que tipo assim, isso também é outra coisa, outra
[37:53] coisa do do de outros tempos, quando, quando, quando vocês
[37:56] falaram, eu consegui hoje a tarde, só só preparar assim, pra
[37:59] quem tá vendo o vídeo, eu tô como é que é com the bifector,
[38:03] que era aquela época que às vezes a gente comprava algum
[38:05] pirata que tinha, sei lá, compilação de singles coisa, eu
[38:11] tenho vários. Como é que é?
[38:12] Em vez de ter todos os os singles do Iron que você não
[38:15] conseguiu, depois você não conseguiu na primeira versão de
[38:17] remaster? Você comprava aqueles piratas
[38:20] que vinham como é que é hoje? Hoje virou Mato pirata do
[38:25] caramba do Ah, vocês vão me matar.
[38:28] O disco de toque Oo made inde japonês hoje tem várias versões
[38:32] de de vender em japonês. Naquela época era uma coisa que
[38:35] tipo assim, poxa, você pá, só tem no single japonês, só tem um
[38:38] negócio japonês, não sei o que. E eu lembro que quando eu vi o.
[38:41] Bônus do killers naquelas versões duplas do killers, tem o
[38:45] copeiro por causa disso. E aí eu lembro que quando eu
[38:48] quando eu eu vi isso aqui, eu falei, cara, então agora eu
[38:51] consigo ter todo OCD através de um pirata, então, tipo, era uma
[38:56] coisa, tipo, e que depois eu fui dar risada, um momento porn de
[39:00] de, de, de, de de disco, e depois fui ver.
[39:04] OCD é prensado, ainda não é CDR, tipo o que hoje assim, pensava
[39:09] assim, pô, não era OCD, bom, entende, tá, tá até hoje, tá,
[39:12] tá, tá bom, entende. Então é era muito essa, essa
[39:15] fase tipo, bah, você não vai conseguir correr atrás, não.
[39:18] Depois vai aparecer um pirata aí que tem como é que é, lembrando
[39:21] daquela banda do senhor que não não conseguiu pegar o posto de
[39:24] roteirista do rush? É como é que é?
[39:26] Oo drum center, tem depois aquele singles que ele tinha.
[39:33] Todos, quase todos os singles, até a época do falente Infinity
[39:36] ali. Compra aquele que coloca do
[39:38] lado, completa a história. Show de bola, então vamos para o
[39:42] faixa faixa iniciando com a primeira faixa, sine of the
[39:45] cross, sempre iniciando com nosso convidado André, na
[39:49] sequência o Thiago e eu. Por último com as migalhas que
[39:52] me sobrarem que eles me deixarem.
[40:13] A marca da Cruz é eu, eu, eu, assim, ó, eu vou pontuar quando,
[40:21] quando a pessoa te amigo, eu que dizer assim, quando a pessoa
[40:23] começa assim no preâmbulo pedindo desculpa, porque lá vem
[40:27] eu. Isso é uma coisa que depois vai
[40:29] aparecer na isso é uma coisa que depois vai aparecer na menon de
[40:32] édium, eu eu posso não gostar, mas eu entendo o que que a banda
[40:37] queria fazer aqui. É um Iron Maiden que ele vai
[40:40] começar com uma música longa, ele vai começar com uma música
[40:44] com uma introdução longa, ele vai apresentar uma outra
[40:47] proposta. É basicamente como é que é esse?
[40:50] Está fazendo o exercício hoje no ZAP, brincando de antes.
[40:55] Assim, a abertura do festerdare, que é a bicicleta, que é um tapa
[40:59] na cara, que é um soco na cara aqui é quase que o oposto.
[41:04] Aqui é tipo assim, eu entendo que é, é de novo, é a capa, a
[41:07] primeira música, é um cartão de visitas.
[41:09] Eu talvez gostei mais dessa música.
[41:12] Acho que aqui talvez tá, tá frase, parece frase, terapia.
[41:16] É que eu acho que com o tempo e com tanta coisa e com esse Iron
[41:19] que foi, porque aqui de novo, aqui tá o prenúncio, que é uma
[41:24] coisa que no virtual, no virtual Eleven muda um pouquinho.
[41:28] Mas é aquele prenúncio desse Iron Maiden progressivo do tipo.
[41:31] Eu vou distender as músicas, então a sua cabeça tem que tá
[41:35] pronta para pensar do tipo, é uma outra banda.
[41:39] Eu já gostei mais dessa música. Hoje eu olho e fala, Ah, hoje
[41:42] vocês vão rir do que eu vou dizer assim, hoje para mim rola
[41:44] um sem tempo, irmão. Eu olho para isso assim e falo,
[41:47] legal, bacana, mas eu entendo a proposta, tanto é que depois
[41:51] quando o André show eu falo, tá legal, tipo, mas mas de novo a
[41:56] gente volta para aquela questão, era a abertura da banda, era a
[42:00] banda dizendo assim, a partir de agora é assim que vai ser.
[42:03] Então isso é um como é que é? Falando de bowls, se a gente for
[42:07] falar de uma banda que teve bowls, a banda tem uma marca do
[42:11] tipo aqui vai ser desse jeito. EEE encara a também eu acho que
[42:15] aqui tem o mérito que dá, mas com o tempo para mim, tem outras
[42:18] coisas aqui que eu, o Mano andge.
[42:19] Para mim vai ficar muito mais o tempo depois, mas depois a gente
[42:22] fala disso. Então, para contrariar o André
[42:25] Jardim, eu vou dizer que você é na the cross, para mim é a
[42:26] melhor música da Iron Maiden. Possa avançar na nossa avançando
[42:29] um. Pouco.
[42:30] Rapaz. É frases Fortes.
[42:33] Anos 90 para frente saíram o the cross, para mim a melhor música
[42:36] do Iron Maiden. Mas assim é é baseado, né?
[42:40] Na letra, é baseada no nome da rosa, né?
[42:43] Do livro do Umberto Eco, clássico livro do Umberto Eco,
[42:46] então, mas aí sim a gente começa que vai ter aquelas coisinhas
[42:54] que era o Maiden tava ensaiando. No No prêmio na feira data que é
[42:58] a intruzinho que começa e que termina a música as
[43:02] transiçõezinhas e tal e que vai ser uma Praga a partir do volta
[43:08] do Bruce dicken são tá aqui, só que aqui a impressão que eu
[43:12] tenho é que assim aqui ela é sincera.
[43:15] Essa coisa, as construções, uma como se uma parte puxasse a
[43:19] outra, tipo, você tá fazendo uma música sobre o nome da rosa.
[43:21] Quem já viu o filme porque ela entrou com o canto gregoriano
[43:24] faz todo sentido. Tem encaixa com o tema da
[43:27] música, sabe o começar lá linhazinha de baixo, né?
[43:33] Tipo, basicamente as intrus num são de baixo, né?
[43:36] O Steve Harris grava em baixo acústico quase todas essas
[43:39] intrus que é ali vai ter o tecladão dando um clima
[43:42] atmosférico, que é uma coisa nova, periomene, e aí você vai
[43:46] ter, sabe, tipo, essa parte acústica, a música vai ter é só
[43:50] de intro um minuto e 20 depois tem uma parte acústica que vai
[43:52] mais até quase 3 minutos. O refrão só vai chegar ali com
[43:56] quase 4 minutos assim, e aí você vai ter mais um interlúdio
[43:59] atmosférico na música ali que vai durar quase 2 minutos e meio
[44:02] de interlúdio atmosférico pra com quase 8 minutos.
[44:05] Oo Iron Maden dispara, você vê a primeira cavalgada do disco e é
[44:09] só na hora do solo, sabe? Mas assim você fala, parece que
[44:14] tipo a era o mesmo que estava trabalhando, o público que
[44:16] estava pegando assim, tipo, não vai ser fácil esse disco e você
[44:19] vai ter que vem comigo nessa jornada, estou te pegando na sua
[44:21] mão. Fala, acompanha comigo que 1
[44:24] hora isso vai render e aí assim e ela vai se construindo, vai se
[44:28] construindo, e aí ela estoura no solo.
[44:31] Aí o solo fica rápido pra caramba.
[44:32] Aí termina então aquela melodiazinha de cantar junto o
[44:35] solo, né, que as melodiazinha típica do Eric Guedes, né?
[44:42] Que eu acho meio chatinha, mas funciona.
[44:46] E aí vai, vai terminar no refrão e volta com introdução e
[44:48] termina. Então você é uma música de 11
[44:49] minutos que eu acho que assim. Era difícil para caramba naquele
[44:54] momento para entender o que ele mesmo tava fazendo.
[44:56] Mas eu já gostei da primeira vez que eu vi, sabe?
[44:58] Para mim já foi, caiu bem no tipo foi, achei legal para
[45:02] caramba. Falei assim, esse é um novo era
[45:03] um Maine ajuda, que em 1995 eu já era fanático para o drinty.
[45:06] Então essa coisa de ter uma música que vai se crescendo, vai
[45:11] se colocando, não era um desafio para mim.
[45:14] Quando eu comprei o single da meo, the Edge, eu comprei junto
[45:18] o EP do tinha. Nessa época que eu conhecia o
[45:24] duro in ther pela awei, que cara eu já tinha esse álbum?
[45:28] É, eu já tinha o awei, eu já tinha todos.
[45:30] Eu comprei OA tiner of 6, que era a música de 23 minutos,
[45:32] porque eu já tinha o bootilag com a tiner of 6 ao vivo
[45:34] inteiro, então assim, então, tipo, uma música de 11 minutos
[45:37] era um meio eles chama de letra, não era problema nenhum para
[45:41] mim, então foi assim, né? Agora sim, a gente já pega ali
[45:45] que apesar de ser uma letra que tá baseada, é uma música só do
[45:48] Steve Harris, né? E é uma letra densa pra caramba.
[45:52] E você começa a perceber que tem algumas coisinhas do Steve
[45:55] Harris que ele pode estar falando do livro, mas que ele
[45:59] está deixando transparecer o estado de espírito dele.
[46:02] Tem uma frase que é o pincelo disse.
[46:04] A hora que ele fala assim, apesar de eu de eu ser abençoado
[46:07] com uma força interior, talvez as pessoas chamem isso de uma
[46:10] penitência, algo que tem que cumprir.
[46:13] Agora vou deixar a letra mais pro William levar aí pra frente.
[46:17] É quem? Já acompanha o Iron Maiden há um
[46:20] tempo? Já teve interesse em pesquisar
[46:23] um pouco? Sabe que o Steve Harris é um
[46:25] cara assim, um pouco tradicional, não só pra música.
[46:27] Ele é um cara realmente assim, muito pra vida dele assim.
[46:30] É um cara assim, de valores, né? Um cara assim, ele é muito
[46:34] conservador, muito conservador, pra muita coisa, pra música, né,
[46:39] principalmente. E uma das coisas que nessa época
[46:42] é com certeza atingiram ele em cheio.
[46:45] A gente tá falando de 90 e vamos pegar assim que 94.
[46:49] Eles estavam compondo pro álbum em menos de 1 ano depois.
[46:53] Antes 93, ele tinha perdido o Bruce Dickinson.
[46:56] Então, por mais que o Bruce saiu em maus termos assim, não, não
[47:00] foi uma saída assim, muito aceita assim pelos demais
[47:03] membros. Foi um baque pro cara, porque
[47:05] daqui a pouco ele se viu numa situação de pô, vou ter que ir,
[47:08] desisto, não desisto, vou pra frente, não vou, não vou pra
[47:12] frente. Daí que que acontece se divorcia
[47:16] da da mulher que tava com ele desde 83, a Lorraine, e aí tinha
[47:20] a questão da guarda dos filhos Na Na jogada.
[47:22] E nesse período o pai falece também, então que também é uma
[47:26] figura bem presente na vida dele.
[47:27] Então ele passou por um período muito conturbado, muito obscuro.
[47:31] E em meio a isso, ele teve que erguer a banda, tomar decisões,
[47:35] contratar um vocalista novo e fazer AA coisa andar.
[47:39] Então aqui a gente tem um álbum assim, com uma densidade, uma
[47:43] obscuridade, uma tristeza, é OX Factory.
[47:47] Ele não é um disco feliz em nenhum momento ele não, de forma
[47:51] alguma. Ele não te faz questão nenhuma
[47:54] assim de de te colocar assim num.
[47:56] Quem, Ah, tu vai? Vamos voltar um disco atrás,
[47:59] pega pega Oo, Fear of the Dark, pega uma música, por exemplo, o
[48:03] Weekend warrior, que tem aquele refrão legal, bacana, a própria
[48:08] Judas be magayde, qualquer uma, mas esse disco aqui não, cara,
[48:11] ele, ele é denso, o som da aí a gente pode até falar da
[48:15] produção, aquele som de bateria assim, meio quando parece aquela
[48:18] coisa, parece que tá tocando um limbo, né?
[48:21] A produção pode chamar de abafada, talvez.
[48:25] Mas é um som assim, OOX fator. Ele é um disco assim, muito
[48:29] diferente daquilo que o que o Iron Maiden fez a carreira
[48:34] inteira. Tá?
[48:35] Então aqui a gente começa com uma música como a sain and the
[48:37] cross, com 11 minutos, algo que não era muito comum para época.
[48:42] Hoje o pessoal fala, Ah, o Steve Harris é o é o conhecido por Def
[48:46] of the cards. É o cara que faz weling blues,
[48:51] músicas gigantes. Mas nessa época não era o disco
[48:54] do Iron Maiden. A gente era acostumado AA chegar
[48:56] a ouvir, era uma be click. Corb dadd era uma tail gunner,
[49:00] era uma é moonshire, era uma call swering time.
[49:04] Eram músicas rápidas. A montherde é a única que tem
[49:08] uma introzinha de violão antes de começar da música.
[49:11] Entrando crescer, ele fica rápido, porque o resto são mesmo
[49:14] a AIDS of Marte que abre o killers, é rápida, né?
[49:22] Nenhuma começa nesse clima de introspecção, nem um tuclero a
[49:25] meda e nunca começou desse jeito.
[49:28] Então, nessa época aqui, aquela intro, aquela canto gregoriano,
[49:33] aquele clima litúrgico, sabe? Daí aquele clima progressivo.
[49:39] Então assim, aquela coisa sombria, ritualística e eu,
[49:43] ansioso pra ouvir o disco, falei, caramba, esse vocalista
[49:46] não começa a cantar logo, pelo amor de Deus, eu quero ouvir a
[49:49] voz. Mas quando ele começa a cantar é
[49:55] quando a música vem, cara. É uma avalanche de de, de de
[49:59] sensações, de de mudança de ambientes e de atmosferas, né?
[50:05] Pra mim ela é um clímax, cara, pra mim tem tudo.
[50:08] Tu quer ouvir o Steve Harris cavalgando com o baixo dele e tá
[50:11] aqui aquele ritmo do Iron Maiden, aqueles refrões assim
[50:15] grandiosos no crescendo, sabe? Eu acho que essa música aqui
[50:19] casou muito bem. O Thiago já citou sobre a letra,
[50:22] né? Na verdade eu não tenho muito
[50:23] mais adicionar ele. Ela é inspirado em temas
[50:25] religiosos, né? Ele citou o nome da rosa do
[50:27] Umberto Eco e é isso aí mesmo, ela fala sobre culpa, fé e
[50:30] Redenção, ela questiona muito fanatismo.
[50:34] O peso que o pecado tem na vida das pessoas, né?
[50:37] Eu acho que se tu for parar para pensar, é uma.
[50:41] É uma alma conceitual do disco assim, né?
[50:44] Representa fé, quanto sofrimento, enfim, valores, né?
[50:48] Religiosos que as pessoas podem questionar diante de
[50:52] dificuldades, é. Muito louco que a gente tava
[50:56] acostumado a ter uma música assim.
[50:58] Deram Maden fechando o disco é nunca abrindo.
[51:03] EE, você está falando de músicas longas, o próprio fazer uma
[51:07] brincadeira assim, o próprio charme da rime of dation
[51:10] mariner, é um pouco essa coisa de era a música longa do Iron,
[51:14] só que tipo assim, parecia tipo assim, era aquela coisa especial
[51:18] que dizia assim, isto é uma coisa longa, e agora aparece
[51:22] assim, tá, pera aí, agora, pera aí, não que lá era especial,
[51:25] agora, agora tem de novo coisa longa.
[51:27] Como assim? Acho que aqui tem, tem, tem
[51:29] alguma diferença? E vocês lembraram de uma outra
[51:32] coisa que é interessante, que é assim, boa lembrança de Judas be
[51:40] my Guy. É uma coisa que abre, é uma
[51:43] coisa expansiva. A gente tava brincando esses
[51:46] dias, não lembro que foi No No, Ah, foi no episódio do rush do
[51:49] solo. A gente tava brincando da da
[51:51] história, você canta expansivamente do das my Guy.
[51:55] Agora a sinef the cross introspectiva, né?
[51:57] É, é é diferente o fluxo. Eu estou totalmente para dentro
[52:00] dessa história, então assim é. É totalmente outro clima.
[52:04] E como é que é 2 anos, 3 anos antes?
[52:08] É o balde na cabeça do cara que achou isso, falou cara o.
[52:12] Balde da produção a gente pode ir pontuando, porque é uma
[52:16] produção muito esquisita do disco, né?
[52:19] É? É low fi, de certa forma, às
[52:22] vezes parece que está ouvindo demos em alguns momentos assim.
[52:51] Vamos para a segunda faixa, Lord of the flice.
[52:55] Aqui nós temos, como aqui é um blazebele 101, aqui nós somos
[52:59] apresentados. É o que melhor o blazebele faz
[53:02] de novo. Adoro o blazeblay, o show do
[53:04] Cine começar, acho que foi, acho que foi.
[53:06] Depois eu não vi helicoairo, eu só vou ver ele solo depois.
[53:10] Mas como é que é essa? Eu gosto pra caramba, sabe?
[53:15] Mas que acho que aqui, quando quando o disco tem música curta
[53:20] pra mim, ele, ele, ele me vende. Quando o disco destende pra mim,
[53:23] ele não se vende. Então aqui eu começo a ver, mas
[53:26] é engraçado, porque então eu vou chegar lá.
[53:29] Mas. Tipo, você já pega pra cantar,
[53:36] entende? Se você vem aqui pra.
[53:38] Concorrência pra. Cantar?
[53:39] Eu tô me segurando, me coçando aqui, não posso fazer isso que
[53:50] eu tenho. Aquelas gargantas nas gargantada
[53:56] que ele dá. Não uma peça assim, a gente as
[54:02] coisas que a gente brinca assim, a gente faz muita piada com o
[54:04] Blaze Baden, mas assim a gente respeita porque, pô, o cara
[54:07] passou com as quebradas, violentas, doença, Monte de
[54:09] coisa. E o que eu adoro do Blaze baile,
[54:11] é que assim as bandas estão lá cobrando por o mito e great, o
[54:14] Blaze baile mito e great pra todo mundo.
[54:15] Se tipo, tá no canto do flyer assim, tipo, esse é o cara que
[54:20] você tem que ajudar é? É, é verdade.
[54:24] Mas você lembra o baque pra mim quando eu vi Laura the flice
[54:27] pela primeira vez? É porque é um riffe que não é um
[54:29] riffe tradicional de Iron Maiden.
[54:31] Assim, o jeito que ele vem me lembra quase meio Dave
[54:34] straights. A timbragem do rif tem uma
[54:37] pegada meio setentista, né? Do rif do genick gars ali.
[54:41] E assim pra mim, eu eu vou falar com o estranho, mais esse rif do
[54:45] que AAA abertura com a cena the cross, tipo, eu estava esperando
[54:50] que a Iron Maiden fosse começar com a música rápida, até porque.
[54:53] No single da da Melanie Ed TC 3 músicas rápidas e aí eles
[54:58] começam com uma música introspectiva, mas tava na hora
[55:01] de eu sentir muito mais o baque quando entra esse rifisão que
[55:04] não é um rifisão típico que era uma solaridade que ele usava do
[55:09] que pela pela tela da cross inteira.
[55:12] Então você que num primeiro momento, não, não vou falar que
[55:14] eu não gostei, mas ela, sei lá, gostava, tá no passo de 45
[55:18] segundos. E aí entra no refidencial da
[55:19] música. Ele tem uma outra pegada, mas
[55:24] essa pegada Iron Maiden, inspirado nas bandas que o Steve
[55:28] Harris a gosta dos anos 70, ali o genic garris, com uma pegada
[55:33] premium Wave, o Peter chav metal, eu diria até assim, mas é
[55:36] legal, a música é gostosa de cantar.
[55:39] Então só ali, o que eu acho legal do do green Guedes ali pra
[55:43] mais uma música de inspiração, mais uma letra de inspiração em
[55:46] livro, né? O livro senhor das moscas,
[55:48] William Golding ali que é aquele livro que trata basicamente a
[55:52] Batalha entre civilização e selvageria, né?
[55:55] Entre as criancinhas que estão presas na ilha.
[55:58] E acho que a letra trata dessa dualidade de você ter essa
[56:03] Batalha dentro de si, né? Mas assim, a única coisa que eu
[56:07] não gosto dessa música pra colocar eu acho que o blazer
[56:09] fazendo usou ou na melodia final do Sol não precisava, podia
[56:12] deixar aquele deixar e voltar pro solo sem o blazer fazer.
[56:18] Oo mas aí eu tô sendo chatinho. Meu final é uma música bem
[56:21] legal, só que não é curtinha né? São 5 minutos.
[56:34] É. Essa aqui ela acaba sendo mais
[56:42] direta e acessível. Ela é bem direto ao ponto.
[56:46] E eu lembro também que cabe registro aqui que foi o clipe.
[56:50] O primeiro vídeo clipe não foi o mende Ed.
[56:52] Depois veio esse. Aqui não foi o segundo.
[56:54] É, foi o segundo. O clipe que eles gravaram do
[56:56] show da isael. Israel, mas então o legal desse
[57:00] clipe foi que a gente pode ver o Blaze no palco, como foi várias
[57:04] cenas ali tomadas dele ao vivo e tal.
[57:06] Público enlouquecido. Acho que é uma música muito boa.
[57:09] Ela ficou muito bem, acho que ela envelheceu bem.
[57:13] Eu prefiro ouvir na voz do Blaze, na do Bruce não ficou
[57:15] legal. Já vi o Bruce cantação música ao
[57:16] vivo, inclusive já fui na turnê do thece of Def que eles tocaram
[57:21] em ali no em São Paulo, é, aliás, foi, acho que foi no
[57:26] Pacaembu, teve a abertura, acho que do xamã na época.
[57:30] Muito boa a música, mas assim, na voz do Bruce não rola, tem
[57:33] que ser no Blaze mesmo. E eu acho que o legal da letra
[57:36] tem uma dualidade, né? Ela, ele, as letras foram muito
[57:39] pensadas assim, no sentido vamos inspirar em livros, no caso aqui
[57:43] da do William Golding, mas que podem traçar paralelos com AA
[57:48] situação que o Steve Harry estava passando na época, porque
[57:51] justamente a questão da da luta interna dele, né?
[57:54] Causa emocional, desordem, tudo, né?
[57:57] E é isso, uma boa música. Sobreviveu bem ao teste do
[58:00] tempo, eu IA. Fazer essa brincadeira que vocês
[58:01] falaram agora no final assim? Você hoje eu vim aqui só para
[58:05] brincar com vocês. É, eu acho que eu peguei também
[58:07] um pouco de ranço do Bruce cantando essas coisas, sabe?
[58:10] Tipo assim, tem coisas que para mim funcionam muito melhor que o
[58:12] Blaze, sabe? Tipo assim, você é porque o
[58:14] Blaze gravou, porque está pensado para o Blaze.
[58:16] Então aqui é um é um ponto. Como é que é um ponto para Blaze
[58:19] da história assim? Eu acho que ficou muito boa com
[58:23] o Bruce também. Eu gosto com os 2, mas Laura,
[58:25] Laura, the flyze, eu não gostei com o Bruce não também.
[58:28] Mas acho que o Bruce cantou com má vontade.
[58:29] Ela, eu tenho essa impressão um pouco.
[58:32] Quando eu ouço, ele canta meio pelo menos no disco ao vivo, né?
[58:35] Que eu só ouvi a versão do ao vivo.
[58:36] Não fui desse show. Agora nele eu não me me
[58:40] apeteceu, não a versão com o Bruce.
[58:42] Precisamos fazer justiça do mesmo jeito que os fãs dizem que
[58:47] o Blaze assassina as músicas do da fase Bruce.
[58:51] E o Bruce não faz muito favor pelas músicas do Blaze também
[58:54] não. Não quero usar a mesma palavra
[58:56] que usei. Mas.
[58:58] Assim político. Ele dá o melhor dele.
[59:02] Bem, eu tenho minhas dúvidas se nessa música ele deu o melhor
[59:04] dele. Eu, eu confesso que pelo menos
[59:06] na versão que tem do disco ao vivo, ele canta de um jeito pra
[59:10] mim que ele tem um certo desdém, acho assim.
[59:13] Acho que ele não se interessou em talvez entender a letra com
[59:17] mais, dá mais de si pela letra tentar.
[59:23] Transformar o refrão numa música dele.
[59:25] Acho que a Serra the krose ele faz um pouco mais disso, não,
[59:28] mas. Assim, ó, é louvável o fato do
[59:32] Bruce aceitar cantar essa essa fase, coisa que o rawford o
[59:37] Judas não aceitou fazer do. Do é e nem precisa, pelo amor de
[59:40] Deus. Rawford continua, o time rawford
[59:42] não precisa. Pode ignorar.
[59:44] Não ouse pensar isso, tá? Mas assim, cara, assim ó.
[59:49] Eu acho que a única música boa da fase blazer que ficou legal
[59:53] na voz do Bruce, assim ficou boa.
[59:55] Não digo que foi melhor que a do blazer, foi a the clesman.
[59:58] A clesman ficou legal na fase do Bruce, mas não melhor.
[1:00:40] Terceira faixa, melan the Ed. Essa, como é que é essa?
[1:00:44] Thiago vai lembrar essa. A gente tem o costume de lembrar
[1:00:47] toda vez que algum o time de algum amigo tá para cair para a
[1:00:51] segunda divisão, a gente cita Melanie, Ed, essa é um clássico,
[1:00:56] assim como é que é? Tipo, é mais outra, me, eu tô
[1:01:00] errado? Essa inspirada no filme, no.
[1:01:03] Um dia de fúria um dia de fúria, gente, é o Schumacher, né?
[1:01:06] Dirigido pelo jumacher com. O Douglas eu quero um café da
[1:01:11] manhã, já são 9 e 6, ou servimos o café até às 9, mas eu quero o
[1:01:15] café da manhã clássica, certo? É, eu brinco que o filme do
[1:01:18] Coringa pra mim é muito é muito chupinhado desse filme do do do
[1:01:22] do dia de folha, como é que é? Coisas 9594, o Michael Douglas
[1:01:27] com aquele cabelo do Dunga, aquele cabelo Dunga da copa de
[1:01:31] 94 assim rapado aí pra cima, mas essa pra mim eu gosto pra
[1:01:35] caramba. Essa é, é, é aí de novo aí eu
[1:01:38] entendo que eu sou errado na jogada.
[1:01:40] É o momento que o Iron vai acenar com o Iron do passado.
[1:01:44] Então entra uma música super rápida, Nico detrorando a
[1:01:48] bateria e aí o refrão grudentaço, que é o falin down
[1:01:53] que pega. Então assim, eu acho que aqui
[1:01:55] aqui entra a impressão de quais assim tá, vocês queriam isso?
[1:01:58] Tomam, a gente sabe fazer ainda, sabe?
[1:02:01] Tipo assim, a criança que tá no supermercado, rolando no chão
[1:02:04] pegando, querendo danoninho chambinho, tipo, mãe, me dá um
[1:02:07] chambinho, mãe, me dá um danoninho.
[1:02:09] Aí aqui é um momento que tipo assim, toma para de me encher o
[1:02:11] saco, toma aqui isso aqui, criança, agora deixa eu fazer o
[1:02:13] resto disso como eu quero, mas é um a gente o tempo passa, o
[1:02:16] tempo voa, é a música que eu gosto desse disco, entende?
[1:02:18] Mas também eu reconheço que tem uma ligação afetiva, porque o
[1:02:20] Thiago vai lembrar, tem vários amigos nossos, que que a gente
[1:02:23] fica quando dá para cair para o segundo disco, a gente fala
[1:02:25] assim, toca mesmo, onde é? Então virou essa piada que
[1:02:29] evoluiu depois. Você fala que lembra era o Maden
[1:02:32] velho, mas diz as más línguas que na verdade essa esse rife é
[1:02:35] um riffy velho do genick guess da época do White Spirit ainda
[1:02:39] era uma demo de 81 que nunca saiu como música oficial.
[1:02:43] Por isso que o Steve Harris não falou para não lançar, mas tem
[1:02:47] uma demo de 81 música, chama the way, o antio Sea.
[1:02:50] Eu confesso que é uma das coisas que eu vou procurar no futuro,
[1:02:53] quando eu botar meu computador de entrar nas lojas, nas nas
[1:02:56] lojas do rango para ver se eu encontro essa demo.
[1:03:00] No No YouTube eu não achei. Agora sim, né?
[1:03:03] É, é a música. Não, não vou dizer que é padrão
[1:03:08] Iron Maiden, porque ela tem uma introdução de 17 segundos meio
[1:03:11] app cara, né? Pra tentar encaixar no conceito
[1:03:14] do disco, mas é a única busca do CD inteiro que não tem
[1:03:17] assinatura de Steve Harris na composição.
[1:03:20] Então eu não duvido que ele não quisesse colocar essa música no
[1:03:23] disco, foi. Forçado, ó, precisamos de uma
[1:03:27] música que ele lembra e o era o Maden do passado do disco.
[1:03:30] E talvez seja o momento que na hora que ele baixou a baixou a
[1:03:34] guarda ali, né? Foi a beleza.
[1:03:36] Então vamos deixar a música mais rápida, tal.
[1:03:38] Mas é a música do game que guerra com a letra do play baile
[1:03:41] e ali então. Talvez.
[1:03:44] Eu não sei se o William conseguiu achar alguma
[1:03:46] referência dessa música para a situação do Steve Harris ou não.
[1:03:50] Assim, talvez o Steve Harrison, manifestação que o Steve Harris
[1:03:52] era o cara na no limite, como diz o nome da letra.
[1:03:56] Mas é uma música legal pra caramba, bem agradável.
[1:03:58] Mas vai com você, William. Tem relação a letra?
[1:04:01] Sim, porque Oo dia de fúria, na verdade é o personagem entrando
[1:04:05] em colapso. É um colapso emocional.
[1:04:08] O cara tá puto, o cara tá de saco cheio.
[1:04:10] Tipo, cheguei no restaurante, Oo lanche que eu quero comprar, não
[1:04:14] é igual da foto, eu vou sair detonando todo mundo, entendeu?
[1:04:17] Tipo, então, basicamente a metáfora é isso, é pressão
[1:04:22] social, pessoal levou o cara à loucura, então se você quiser
[1:04:25] puxar para esse lado, tem o paralelo, né?
[1:04:28] OA questão do bom, meu vocalista saiu da banda, me deixou na mão,
[1:04:32] a minha esposa, a gente está se divorciando, meus filhos estão,
[1:04:36] não sei se eu vou ficar com eles ou não, a guarda dos filhos,
[1:04:39] aquela coisa. E o meu pai falece, porra.
[1:04:41] Então aquela isso tudo acumula, né?
[1:04:45] Outra. Coisa que eles dizem que era
[1:04:48] ruim durante as gravações. O disco foi, eram gravações
[1:04:50] muito longas. Eles ficaram muito tempo
[1:04:52] gravando disco, que me assusta, dado que a qualidade do disco me
[1:04:55] parece tema em várias mães. É que eles falaram que eles
[1:04:59] acompanhavam as entrevistas do Bruce Dickinson.
[1:05:02] E o Bruce era muito crítico do Iron Maiden.
[1:05:04] Nas no ciclo de entrevistas do Bolt, Picasso falava muito mal
[1:05:08] do Iron Maiden, muito mal do que a Iron Maiden tava fazendo,
[1:05:10] muito mal das coisas que ele passava pela Iron Maiden.
[1:05:12] E o Steve Harris levava isso muito, como se tivesse.
[1:05:16] Ando mal dele assim. Então isso somava na situação de
[1:05:21] quanto que ele tava puto com a vida.
[1:05:25] É, eu gosto muito do Bruce, mas eu vou dizer para vocês, e eu
[1:05:28] acho que ele tinha todo direito de sair da banda.
[1:05:31] Mas a forma como ele abordou muitas coisas, não acho que
[1:05:35] poderiam ter sido diferentes assim.
[1:05:37] Eu acho que tinha que ser muito grato.
[1:05:38] Ele reclamou muito assim ele, mas está está de saco cheio, né?
[1:05:41] Da máquina da questão da. Foram os 2 lados, né?
[1:05:45] A. Corporação, mas foram.
[1:05:47] Os 2 lados, né? Porque o as entrevistas que era
[1:05:50] o Maiden estava dando na época que o Bruce estava saindo, eram
[1:05:54] ruins assim. Tem uma entrevista, qualquer
[1:05:56] rang, que é o Niko mcbrain, solta um goodreadan, sabe?
[1:05:59] Pra tipo seja feliz. Então a banda não tava
[1:06:03] aguentando o Bruce, o rods. Malbud diz que quando o Bruce
[1:06:08] fala que quer sair, ele nem tenta devolver o Bruce da ideia
[1:06:11] porque tava tão os pé no saco. Manter o Bruce na banda e pô,
[1:06:16] focado na banda que ele achou que talvez fosse a hora de vamos
[1:06:20] ver seja mais fácil. Tem um cara novo aqui,
[1:06:22] empolgado, que não tá fazendo isso porque o Bruce não quer.
[1:06:25] Então, assim, tipo o Steve Harris foi a público falar que o
[1:06:29] Bruce dickin só só estava fazendo shows, só estava dando
[1:06:32] 100% de si nos shows que eram, que IA ter, que IA ter crítica
[1:06:36] nos shows menores, cidades menores.
[1:06:37] O Bruce não estava nem aí, então, e o Bruce estava o
[1:06:40] steveeris falava isso vocalmente nas entrevistas.
[1:06:43] Então o clima entre os 2 lados não estava nada bom.
[1:06:45] Assim tentei, no qual a hora que o Bruce teve o microfone só para
[1:06:48] si também, ele quis sair para fora.
[1:06:51] Descontou exato. Então é isso, ótima faixa,
[1:06:56] rápida, agressiva, abrir os shows da época.
[1:06:58] Eu acho que funciona muito bem ao vivo.
[1:07:00] Aquela versão do Chile, daquele show que o Steve Harris perde a
[1:07:03] compostura com fã junto com blazer, a fucking tom de a
[1:07:06] fucking tom de a é aquele que na the trooper q uels.
[1:07:19] A versão do meandrej daquele show é matadora, cara, não sei
[1:07:22] como é que chegou aquele ponto, porque os caras entraram no show
[1:07:25] com Amil com aquela música. Eu foi a melhor versão ao vivo
[1:07:29] de meandrej que eu já ouvi. Foi naquele show justamente.
[1:07:31] Se vocês não lembram, resgatem lá, EE assistam um vídeo que é
[1:07:35] matadora. Eu adoro essa música.
[1:07:37] Eu gosto da versão do do Bruce cantando ela também, porque o
[1:07:40] Bruce ela ele aumenta o tom na Falling Down, né?
[1:07:43] Que é uma coisa que o Blaze não conseguia fazer, que funciona.
[1:07:46] Pra música, não acho que fica melhor do que com o Blaze, mas
[1:07:49] você vê que era tipo, talvez a música estivesse pedindo aquilo
[1:07:52] e o Blaze não era capaz de entregar.
[1:07:54] Mas o Blaze consegue fazer isso de forma digna e fica legal
[1:07:57] assim. O Bruce meio cantando, talvez
[1:08:00] não tão empolgado. A música ele faz só mostrava
[1:08:03] tipo, o que que é? Você tem um alcancezinho um
[1:08:05] pouco mais de vocal. Que que essa música IA crescer?
[1:08:08] Qual foi aquele programa de TV que o Blaze canta essa música
[1:08:11] lá, tipo um? Ele fala muito obrigado, muito
[1:08:16] obrigado. Lembra desse que ele canta?
[1:08:18] Lembra desse dia? Não, não.
[1:08:19] Não lembro. Espera aí, calma aí.
[1:08:24] OK, muito, muito obrigado, muito, muito obrigado.
[1:08:29] Tenho que achar isso, como é que é?
[1:08:31] Coisas que entram na mesma pilha de Alex lifeson e edilly nas
[1:08:35] Lojas Americanas, tipo. Quarta faixa, Fortes of War.
[1:09:10] Eu gosto dela, mas aí vem uma coisa que o Thiago sabe, a gente
[1:09:17] sempre fala, sempre brinca, não dava para dar uma editada, né?
[1:09:21] Não dava para dar uma desbastada nela, dava para dar.
[1:09:24] Eu eu gosto dela e entendo, mas aqui vai ficar, como é que é?
[1:09:27] Vou colar aqui, como é que é os fortions of War não é open
[1:09:31] anymore, tipo legal, uma vez legal, 2 vezes legal, deu, sabe?
[1:09:37] Tipo aqui para mim faltou um pouco de.
[1:09:40] Se você tirar, você não vai deixar de ser enfático no que
[1:09:42] você quer falar. É a música que é legal, mas pra
[1:09:45] mim, aqui começa a me cansar um pouquinho daquilo que anos
[1:09:48] depois a gente vai chamar, agora vão acabar e vocês vão me
[1:09:51] injetar do, do, do na versão do do rock da mesa.
[1:09:54] É o que eu chamo de Iron Maiden. Jobid, jobbah, jobbah cada aí
[1:09:59] que que que era mais jobid, jobid, jobid, jobah cada aí que
[1:10:02] que fica nesse loop eterno de de de o mesmo verso.
[1:10:06] Aqui começa a entrar esse mal para mim.
[1:10:08] Que tipo vai começar a prejudicar o Iron Maden dessa
[1:10:10] fase para mim. Por isso que algumas vezes eu
[1:10:12] ainda brinquei com o Thiago. E o Thiago a gente falou, como
[1:10:14] assim? Por isso para mim, algumas vezes
[1:10:17] o virtual Eleven desce hoje com o tempo melhor do que OX Factory
[1:10:22] porque. Mas mesmo assim, com o seu
[1:10:24] estigma de de obj oba, uma mesma, um mesmo verso lá de.
[1:10:28] Infinito, eu acho que é o defeito do Iron Maden que começa
[1:10:32] na feira da Arc. Que eu fui fazer a brincadeira
[1:10:38] com a propaganda da folha, né? Mais uma vez.
[1:10:43] Como é que é? Não entendi.
[1:10:46] Não é aquela coisa que parece tipo assim, a pessoa gravou e aí
[1:10:55] tá no editor lá de áudio, entende?
[1:10:57] Pegou e só foi control c, control v foi aumentando a linha
[1:11:00] vocal, entende? Não precisa nem fazer mais tipo
[1:11:03] aí então pronta a música tipo gravou?
[1:11:05] Não teve isso é uma das coisas que esse disco não tem.
[1:11:08] É o ver Dub de vocal. Parece que o Blaze canta tudo
[1:11:11] conforme eles estão gravando. Assim não tem nem direito ao
[1:11:14] segundo take em alguns momentos, como vai ficar claro, e algumas
[1:11:17] músicas assim, mas assim a gente.
[1:11:21] Eu estou cantando. Eu estou cantando aqui.
[1:11:23] Não sei porque comecei a cantar aqui sozinho.
[1:11:24] AA don't to think car vocêve. Pois é, né?
[1:11:30] Tem 200 repetições de refrão, mas pra falar que o vertor eleno
[1:11:33] repete refrão muito mais do que o exceptor.
[1:11:38] Mas o exceptor é assim, eu acho que aqui é AA música que vai a
[1:11:44] gente falou ir na cient the cross parece tempo leite do que
[1:11:49] o Iron Maiden começou a fazer na front da dac que vai fazer AA
[1:11:53] exaustão a de infinitum, eu diria nos próximos discos.
[1:11:57] Aqui talvez seja o evento a música mais acabada disso daí
[1:12:01] entruzinha de baixo, refizinho que vai entrar vocal, que entra
[1:12:04] ali, depois vai entrar a partezinha uma transiçãozinha,
[1:12:09] depois uma parte mais arrastada, daí depois volta.
[1:12:13] Tudo isso é solo, chega no momento que cume com uma parte
[1:12:16] que estoura a música e fica rápida no solo, nas cavalgadas.
[1:12:19] Aí volta, vai arrastando de volta a música para trazer de
[1:12:22] volta, mas aí faz tudo isso em 7, 25.
[1:12:25] Mas nessa música não me cansa. Eu acho até que repete um pouco
[1:12:28] demais refrão, mas não, não chega a me incomodar tanto nessa
[1:12:31] música porque as repetições. Parece que as repetições
[1:12:34] funcionam pra ir criando uma tensão que a letra passa, que eu
[1:12:40] acho que é essa grande grande segredo.
[1:12:43] E eu não sou contra a repetição. Adoro crowd rock, que trabalha
[1:12:46] muito com repetições e de colocar em trans e colocar.
[1:12:49] E eu acho que a repetição, desde que a repetição seja a favor de
[1:12:53] se construir uma situação de tensão e de depois você
[1:12:57] distender essa, depois você, depois você dá uma relaxada.
[1:13:02] Acho que funciona nessa música. Eu gosto dela assim e.
[1:13:07] Acho que. Funciona a letra, essa primeira
[1:13:10] das letras do disco que eu tive reais, vai usar a metáfora de
[1:13:13] guerra para falar sobre como ele estava se sentindo, né?
[1:13:17] E aí tem horas na letra ali que ele começa a falar, eu me sinto
[1:13:21] como se estivesse em transe o tempo todo eu fico deitado e suo
[1:13:24] até o amanhecer. Às vezes eu acho que o meu
[1:13:26] espírito tá o meu espírito, sinto que o meu às vezes eu
[1:13:29] acordo, sinto que o meu espírito tá quebrado, me pergunta se eu
[1:13:31] tenho força pra seguir em frente, termina falando isso na
[1:13:34] música. É uma música muito tensa.
[1:13:36] A letra assim, tipo ali, usa a metáfora do do soldado que
[1:13:40] voltou pra guerra pra falar o que que ele tava se sentindo
[1:13:44] pessoalmente mesmo. Então eu acho que é uma das
[1:13:48] músicas que eu mais gosto do disco e assim, o que eu acho que
[1:13:51] ela falha nesse na versão do disco é a produção.
[1:13:54] Acho que a produção não dá o peso que essa música poderia
[1:13:56] ter, sabe? As guitarrinhas são fininhas,
[1:13:58] magrinhas, sabe o baixo, assim, tipo a bateria entra, parece que
[1:14:03] a bateria está mais alta que todos os instrumentos, inclusive
[1:14:06] que o vocal sabe o baixo 111 parece uma corda meio de nylon
[1:14:11] do baixo acústico, deixa o baixo mais agudo e mais alto do que as
[1:14:15] 2 guitarras. Então acho que é a produção
[1:14:17] falha. Tanto é que nesse best of
[1:14:19] bissides do que tem do Iron Maiden nos streams, ali tem a
[1:14:26] forte um dos agora ao vivo. E aí dá pra ver como que é essa
[1:14:29] música ao vivo com mais textos, que está mais na sua cara, com o
[1:14:32] Blaze cantando mais solto, inclusive.
[1:14:35] Fica bem melhor assim. Não sei se o William vai
[1:14:37] concordar comigo na época. Sobre a questão da produção da
[1:14:41] música, é até pro ouvinte saber, a gente não combinou isso eu
[1:14:45] concordo. Que a produção ajudaria.
[1:14:47] Tanto que eu quero deixar aqui um convite.
[1:14:49] Para quem ainda não comparou, tem um álbum do Blaze de 2023 ao
[1:14:54] vivo, tem 9 músicas, ele chama damage Strange, different live e
[1:14:59] tem músicas da carreira solo dele.
[1:15:01] Tem alguma coisa do Iron Maiden lá tem fortens of War, door of
[1:15:06] the flice e tem judment of Haven, desse álbum aqui, e a
[1:15:11] fortens of Word desce desse disco tem exatamente é ao vivo.
[1:15:16] Mas o timbre da guitarra ali, a forma como a música sua, para
[1:15:20] mim, é como deveria soar aqui. Então, ouçam, comparem, vocês
[1:15:24] vão ver como a música cresce, engrandece nesse registro ao ao
[1:15:28] vivo da carreira nacional dele. Mas tirando isso, para mim é uma
[1:15:33] balada trágica. Tem essas longas passagens, né,
[1:15:36] essa atmosfera cinzenta. É o blazer, ele.
[1:15:40] Tem uma dramaticidade Na Na forma dele cantar, que eu acho
[1:15:44] que agrega bastante. O Thiago citou sobre a letra da
[1:15:48] questão da é uma metáfora, né? De Batalha interna de alguém que
[1:15:52] sobreviveu, né? Então o Steve Harris, ele usa
[1:15:55] esse tema aí bélico, para expressar o sentimento dele de
[1:15:59] derrota pessoal, né? Então, tipo, o cara, ele
[1:16:01] sobreviveu, mas ele perdeu tudo, perdeu o que ele tinha de mais
[1:16:04] precioso na época que ele queria era vocalista, era a esposa, era
[1:16:07] os filhos, era o pai. Então acho que essa música ela
[1:16:11] retrata bem essa essa fase aí, eu gosto muito dela, mas a
[1:16:15] versão do ao vivo do Blaze é melhor.
[1:16:52] Quinta faixa, look for the truth.
[1:16:54] E aí a gente já começa a entrar num viés do álbum que aí vai
[1:16:58] começar, talvez aí dividir opiniões, vamos?
[1:17:00] Ver. Essa música para mim, parece que
[1:17:02] ela é. Parece que ela tem uns blocos
[1:17:04] que vão se montando, sabe? Parece que falta encaixar alguma
[1:17:11] coisa. Parece que alguém tá montando um
[1:17:13] eu digo, um cubo mágico, entende?
[1:17:15] Mas parece que ela tem uma coisa.
[1:17:16] Ela se remonta e daí se remonta. Para mim, o mérito dela é que
[1:17:21] ela só tem 5 minutos, então, tipo, é aquilo que eu brinco,
[1:17:24] seu mérito é ser curta, beleza? Tipo, é isso que eu queria.
[1:17:27] Então, mas é para para mim, ela falta dar uma aquela coisa das
[1:17:32] mudadas, de de eu entendo que vai pegar nele, faz aquele.
[1:17:42] Tem uma ideia legal aqui, mas ok, ok, eu entendo que aqui vai
[1:17:46] dar uma aquele meio de disco assim.
[1:17:50] Né ela até a introduçãozinha de guitarra dela me lembra.
[1:17:53] Acho que murder In the Blue morgue assim, jeitinho da
[1:17:57] guitarra, lentinha da introdução uns timbrezinhos, mas ainda
[1:18:00] assim tá feio, sabe? Tipo não tá com destaque.
[1:18:04] Parece que tá abafado mesmo a introdução enquanto tá só a
[1:18:07] guitarra sozinha, né? E aí você ouve mais baixo
[1:18:10] destacando assim. Aí a introdução daqui é aquilo
[1:18:14] que a gente tava falando, né? Pobre Blaze baile, né?
[1:18:17] Ele tá tentando cantar, esticando as sílabas assim, e
[1:18:21] não, não é a dele, tanto que ele dá uma desafinada feia, sabe?
[1:18:28] Horroroso, sabe o Steve Harris? Nem pra falar grava de novo,
[1:18:33] sabe? Deve ter falado o sentimento
[1:18:35] tava no lugar correto, vou deixar, sabe.
[1:18:38] Então é triste, sabe? Deixou isso mais uma vez.
[1:18:42] A gente fala quando a produção coloca, mas uma das minhas
[1:18:44] músicas muito favoritas nesse disco, não assim, inclusive,
[1:18:48] porque eu acho aquela aquela partezinha.
[1:18:51] É. Tipo do ganke Guedes, acho meio
[1:18:56] chatinho. Não gosto muito dessa dessas
[1:18:58] melodiazinhas do que o ganke Guedes faz.
[1:19:00] Acho meio babaquinhas assim, nessa música ela me incomoda um
[1:19:04] pouco. Agora, das letras assim, acho
[1:19:06] que é a letra mais direta assim, né?
[1:19:08] Do Steve Harris nessa nesse disco falando né, procura pela
[1:19:11] verdade, tem a hora que ele fala medo, me agarra enquanto cai no
[1:19:15] sono, né? Memórias trancadas, todas as
[1:19:19] incertezas e medos que eu nunca encarei.
[1:19:21] Você vê que essa letra do Blaise Bailey com o Harris, enquanto
[1:19:24] que o Harris teve de influência na letra do Bailey, é uma música
[1:19:27] assinada pelo Blaise Bailey, pelo pelo, pelo yanke Guedes e
[1:19:30] pelo Steve Harris. Mas enfim, enfim, talvez a minha
[1:19:35] música menos favorita do disco, eu diria, e você ouvir?
[1:19:39] Mesmo que a letra seja do blazer, pode ter certeza, o
[1:19:41] Steve dá aqui teu caderninho, deixa eu dar uma olhadinha nessa
[1:19:43] letra aqui pra ver se é burra. Altera ali umas coisinhas e meio
[1:19:48] deniza a letra e coloca ali No No disco.
[1:19:51] Do for letrufe cara é uma das faixas que eu facilmente tiraria
[1:19:55] do álbum, não é uma das minhas preferidas.
[1:19:57] Eu trocaria ela por qualquer um dos bissides que eu citei antes
[1:20:01] do faixa. Faixa, eu acho um pecado aqueles
[1:20:05] bissides não terem entrado aqui de alguma forma.
[1:20:08] Se você tá, eu entendo, muda um pouco, porque tem alguns
[1:20:12] bissides que são um pouquinho mais alegres, um pouquinho mais
[1:20:15] acelerados, mas para mim seria muito melhor, por exemplo, se eu
[1:20:18] colocasse uma gerday. Uma Justice of the peasing no
[1:20:21] lugar disso aqui, o álbum acho que IA crescer muito.
[1:20:24] Eu até fiz uma playlist no Spotify, tirei algumas
[1:20:26] faixinhas, aí tem 2 faixas do xfactor que eu tiraria, essa é
[1:20:30] uma e blood and The Words Hands pra mim ela ela só tem 11, coisa
[1:20:34] que eu gosto nela que eu vou revelar quando chegar a vez
[1:20:37] dela, mas seriam 2 faixas que eu tiraria fora.
[1:20:40] Mas ok, tudo bem, começa introspectiva, ela é
[1:20:43] melancólica, ela vai crescendo na intensidade dela.
[1:20:46] O baixo Steve Harris, eu acho que é um, é um instrumento muito
[1:20:49] evidente aqui. Tem uma dinâmica típica de Iron
[1:20:52] Maiden progressivo aqui que eu acho que funciona.
[1:20:55] Bacana para faixa, a letra sobre enfrentar os próprios demônios,
[1:21:00] né? Encarar as verdades, né?
[1:21:02] E é uma letra muito pessoal, enfim.
[1:21:46] Sexta faixa. The.
[1:21:56] Aftermeth. Eu entendo ela, acho que acho
[1:22:05] que assim a gente faz muita, a gente mexe hoje, mas eu gosto
[1:22:08] dela, eu gosto dela. Eu acho que é uma música que que
[1:22:11] fica sombra daqui colando aqui, como é que é?
[1:22:18] Eu gosto de olhar e pensar assim, tu vai ter o que 6
[1:22:22] minutos dá para a gente estar um pouquinho, mas tá passa, então é
[1:22:27] uma música que que que que lembrou assim?
[1:22:30] Entendo que ele tá tentando quebrar, ele não vai repetir
[1:22:32] tanto, ele vai cadenciar mais a voz.
[1:22:35] Então, ok, fica, passa ele não é.
[1:22:39] Não é nada assim. Como é que é nada que eu vá
[1:22:41] lembrar. Para mim, já entra num limbo do
[1:22:44] x, fator de coisas que eu não lembrava muito, então, mas eu
[1:22:48] faço bem. Não vai falar o que que você
[1:22:50] achava que parecia sem introdução, não.
[1:22:52] Ah, sim, essa aqui a introdução me parece alguma coisa de uma
[1:22:55] música de rock and roll. Ah, vem o trem vem.
[1:22:59] O Seixas, trem da 7 eu me. Lembro aí, só sei porque, tipo,
[1:23:06] mas aí é a maldita guitarrinha que a gente estava falando hoje,
[1:23:12] tipo eu sempre que eu estava lá, errado esse negócio.
[1:23:14] Eu acho assim é a introdução de guitarra dela me lembra algumas
[1:23:18] coisas que Antonia yome faz na fase oitentista do sabad
[1:23:21] introduções assim, mas é outra música cadenciada que se
[1:23:25] arrasta, que tem introdução, que vai ter ponte, que vai ter
[1:23:29] retomar introdução, volta para ponte, até uma até demora para
[1:23:33] chegar no refrão vai chegar no refrão com quase 3 minutos de
[1:23:35] música, assim uma música de 6 minutos, metade dela para chegar
[1:23:39] no refrão. Mas assim, eu acho legal que é a
[1:23:42] outra música que é a mesma coisa da ela vai, se vai se
[1:23:47] construindo, sabe? Ela vai essas repetições cada
[1:23:50] vez vai agregando uma coisinha, cada vez vai ganhando uma
[1:23:53] atenção maior assim até você chegar e.
[1:23:58] Vai chegar na parte final ali com os 4 minutos e vai ter o
[1:24:02] Blaze solta lá com todos os direitos de pigarrear que ele
[1:24:06] tem ali. E aí a música dispara no solo.
[1:24:09] Ali tem 30 segundos para você poder ver.
[1:24:11] Olha como a Iron Maiden era legal no passado.
[1:24:14] Mas aí volta para melodiazinha, volta para cadência, volta para
[1:24:18] introdução. Tá beleza assim?
[1:24:21] Essa é boa, essa música, acho uma música um pouco pior que a
[1:24:23] forte, é um dos ovó, mas eu diria que tá no mesmo padrão de
[1:24:26] qualidade, que é um padrão que me agrada bastante nesse disco.
[1:24:29] Como também a letra é outra metáfora de guerra que o time
[1:24:32] realizar, é utilizar ali pra falar.
[1:24:35] Mas a que eu acho me parece mais uma visão de mundo desolada,
[1:24:39] muito mais nesse caso com suas pessoas, com uma crítica
[1:24:41] exterior e menos interior. Não sei se o William vai
[1:24:44] concordar comigo nisso. É isso aí, cara, ela fala sobre
[1:24:47] carregar o peso das decisões, né?
[1:24:50] Então, seja aí na Batalha, seja na vida pessoal e tudo, eu acho
[1:24:53] essa música um pouco teatral. Ela é climática, teatral.
[1:24:57] Ela tem ali umas o Blaze, ele, acho que ele quer passar uma
[1:25:01] certa emoção, uma interpretação ali Na Na, na forma de cantar.
[1:25:07] Eu acho que é uma música que ela começa bem, aquele d de
[1:25:09] ilhadinho, ele começa bem insólito.
[1:25:12] Acho que ela começa muito bem AO andamento da música, vai muito
[1:25:15] bem, mas ela é uma faixa assim, um pouco arrastada.
[1:25:18] Ela não é uma faixa para todos os momentos, não, então, tipo
[1:25:21] assim, se eu eu sou uma pessoa que acho que vocês também são, é
[1:25:26] daqueles que gostam de ouvir um disco de cabo a rabo, né?
[1:25:28] Eu ponho um disco e gosto de ouvir inteiro, não gosto, gosto
[1:25:30] de ouvir música solta. Para mim, quebra um pouco a
[1:25:33] questão e não é uma música para você ouvir solta, é uma música
[1:25:36] para você ouvir dentro do disco. Eu não imagino.
[1:25:39] Ah, vamos ver a after maf. Agora vamos receber os amigos
[1:25:43] aqui na sala de casa. Vou pôr uns amendoinzinho e vou
[1:25:46] ver a. Os amigos, não valeu muito
[1:25:50] obrigado. É bom para expulsar a visita de
[1:25:54] casa, tipo assim. Então tipo assim, sabe aquela
[1:25:59] vassourinha atrás da porta? Assim, para espantar a visita,
[1:26:02] tipo, põe a after maf que eles vão embora.
[1:26:04] Mas. Mas funciona para o fã, cara,
[1:26:06] funciona para quem gosta de ouvir dos inteiros.
[1:26:08] Tu tá no clima do álbum, é uma música para ouvir na Vibe do
[1:26:11] disco, tu tá na Vibe do disco, do ouvir inteiro.
[1:26:13] Ela faz parte do pacote. Ela funciona bem dentro do
[1:26:18] pacote, solto e isolado. Acho que meio ambiente funciona
[1:26:21] bem isolada, a próxima funciona bem isolada, até até a saina,
[1:26:27] the cross funciona bem isolada. Se tu for parar pra pensar, mas
[1:26:31] tem músicas que só funciona dentro do conceito e eu acho que
[1:26:33] essa aqui é uma delas. Vamos para a sétima faixa,
[1:27:14] judmad of Haven. Ah, essa aqui é tesourinho
[1:27:17] perdido. Essa pra mim é tesourinho
[1:27:19] perdido. Eu gosto pra caramba.
[1:27:21] Vou fazer uma brincadeira com vocês, talvez.
[1:27:23] É o momento em que o Iron consegue ser um pouco mais Iron
[1:27:27] do passado com o Iron que ele quer ser naquele momento.
[1:27:30] Sabe, tipo baixinho, toda a introdução, sabe, tipo, você tem
[1:27:34] os elementos aqui, como é que é? Aí não dá pra gente deixar de
[1:27:39] cantar, mas isso, por mais que a gente vá fazer a como é que é?
[1:27:45] OI low Lee Cry for help to, ele tá embalado, ele tá bem
[1:27:53] encaixado com o resto da banda, sobretudo com o baixo.
[1:27:56] Então assim pra mim aqui funciona pra caramba.
[1:27:58] Eu acho uma musiquinha pérolazinha perdida do Iron no
[1:28:01] meio do disco, assim, das coisas que se salvam muito bem nesse
[1:28:05] disco passar do tempo. Eu gosto da música, mas vou
[1:28:08] dizer que Pérola perdida, Pérola escondida do disco, ela é mais
[1:28:12] animada, né? Tipo, ela dá uma levantada no
[1:28:15] clima do disco, depois de várias músicas ali que estavam só de
[1:28:19] jogando para baixo. Assim, apesar da letra não ser
[1:28:21] nada animada, a letra é completamente depressiva assim.
[1:28:26] Mas é uma, ela vai ter aquela batida, meio que vai abusar dali
[1:28:33] para frente, né? Ou isso vai ser um vício que a
[1:28:37] irameida vai ter nos futuros? Assim, aqui ela tá usando, mas
[1:28:40] aqui tá usando. Legal.
[1:28:41] Eu acho que ela fica legal. Vai ter os doidinhos de
[1:28:43] guitarra, é só. Um Blaze cantando mais
[1:28:48] empolgado. E Quem É Aquele final?
[1:28:50] Eles. E é dele no final, me lembra
[1:28:51] meio pauldiano sabe que dá pra pensar que ele poderia cantar
[1:28:54] mais músicas pauldiando ao vivo e assim, a letra, a letra tem
[1:28:58] essa pra caramba, né? Tem hora que o Steve Harris fala
[1:29:00] literalmente, eu estive deprimido por muito tempo, é
[1:29:02] difícil lembrar quando eu estive feliz, né?
[1:29:05] Pensei, tenho me sentido como suicida 12 vezes ou mais, né?
[1:29:10] Então tipo, o cara tava na pior, né?
[1:29:13] Pra mim é, vamos dizer assim que.
[1:29:16] A melhor faixa do álbum, ela hoje, ela envelheceu bem para
[1:29:21] mim, continua sendo muito boa. Eu lembro quando eu vi a
[1:29:24] primeira vez, eu fiquei alucinado pela música.
[1:29:27] Ela funciona muito bem, tem uma melodia muito agradável para
[1:29:31] mim. Ela tem o beabá do que é o som
[1:29:35] do baixo do Steve Harris ao longo da carreira do made.
[1:29:38] Tá tudo aqui, cara, ele pensa todos os clichês do som do baixo
[1:29:43] dele, é só ouvir, tá tudo aqui, ó.
[1:29:46] E cara, muito boa. Ela fala de busca por sentido
[1:29:50] Redenção mesmo após o sofrimento, né?
[1:29:54] É a questão de saber se tem propósito na dor, sabe?
[1:29:57] Acho que é isso que ela fala, é uma música linda, cara.
[1:30:00] Não sei se vocês já ouviram aquela versão acústica que ele
[1:30:02] gravou com um rapaz chamado Thomas switcher, alguma coisa
[1:30:06] assim não chegaram a ouvir não, cara, é foda demais porque ele
[1:30:13] canta numa catedral. Essa música é acústico.
[1:30:17] Quer ver? Ó, a gente não tem muito costume
[1:30:19] de fazer isso no podcast, mas eu acho que a oportunidade ela ela
[1:30:24] é província. Olha só que foto.
[1:30:38] Tá muito mais emocionado, tá cantando melhor.
[1:30:41] Assim, podem reagir, tá? Depois eu coloco.
[1:30:44] Não, então parece que ele entende mais a letra aí do que
[1:30:48] no disco. Essa parte?
[1:30:59] Que eu quero mostrar para vocês. Olha.
[1:31:33] Essa parte? Acompanhado por cordas.
[1:31:39] Assim. Olha.
[1:31:45] Olha isso, ouve isso? A.
[1:31:58] Orquestração tá legal na música, sim.
[1:32:12] Pausei aqui, depois eu mando o vídeo.
[1:32:25] Para vocês, ele canta, na verdade, essa música.
[1:32:32] Ele canta numa catedral, tá indo numa catedral, uma guria ali no
[1:32:36] violino e o cara no violão, e ele lá cantando, sentado no
[1:32:40] banquinho da igreja, cara, para ter uma ideia, tá muito foda.
[1:32:44] Então para mim é isso, cara, a gente, mas of even ela tem a se
[1:32:47] capta. Isso aí, esse espírito para mim,
[1:32:49] essa versão do o blazer aí é que tá ele para carreira solo dele.
[1:32:53] Ele conseguiu se apropriar das músicas da fase dele e trouxe
[1:32:56] para ele. Ele falou assim, cara.
[1:32:58] Eu estou cantando isso aqui há muitos anos, então ele vai
[1:33:01] aprimorar a forma de cantar, então eu acho que essa aqui ela
[1:33:04] cresce muito dentro desse propósito.
[1:33:06] É pra entrar na questão da produção, né?
[1:33:10] Tipo, Harris deixou tudo muito wolfai e não deu a chance de
[1:33:13] crescer o vocaldo blazer dele poder desenvolver, mas isso
[1:33:16] parece que faz um take só e vamos embora, né?
[1:33:47] Exato. Vamos lá então, para a oitava
[1:33:49] faixa, Born The Words Hands. Uma dobradia que dá certo.
[1:33:53] Um raro momento pra mim do disco, a dobradia dá certo.
[1:33:58] E de novo, vou vou pegar 1.1, ponto específico padrão, até a
[1:34:06] hora que o Blaze consegue falar não é caricato, ele tá bravo
[1:34:11] mesmo. Então, para mim, é uma música
[1:34:12] que funciona legal para caramba. Tipo, não é?
[1:34:14] Como é que é? Ficaria quase perto ali da
[1:34:17] jumenthaven, mais longe da da melodyed, mas para mim, das
[1:34:22] coisas que o disco funciona. Sabe, eu entendo que tem uma bad
[1:34:26] Vibe que precisa aparecer antes pro pro Steve Harris colocar os
[1:34:30] os os bots pra fora, e também é outra composição do Steve
[1:34:33] Harris, então, tipo assim, é ok. Agora eu chamei a é é que daí eu
[1:34:37] vou voltar uma coisa pra vocês que eu vou, vocês vão rir assim,
[1:34:41] eu tava quando eu tava voltando pro disco que a gente IA
[1:34:44] combinar da pauta. Aí eu olhei e falei assim,
[1:34:47] caramba, gers, gers, gers. E daí?
[1:34:51] Eu não tinha me tocado, olha o que é a cabeça da gente?
[1:34:55] Quando eu tinha me tocado, falou assim, cara, mas o cara deu um
[1:34:57] Smith aqui. Daí eu falei, não, cara, não tem
[1:34:59] Smith ainda aqui, tipo, no hiato do senhor Smith, do do Pescador.
[1:35:03] EE, eu acho que aqui funciona de novo, porque é Harris Harris,
[1:35:07] sabe, tipo assim, Harris Harris. Então acho que para mim vai
[1:35:10] funcionar muito bem por isso, e o Blaze vai comprar ideia e vai
[1:35:13] funcionar super bem. Então, tipo assim, uma das raras
[1:35:15] dobradinhas de meio do disco ali, que para mim funciona.
[1:35:20] Era minha segunda música favorita do disco, quando eu
[1:35:23] ouvi pela primeira vez assim, primeira sempre foi sain of the
[1:35:26] cross, assim. Mas assim, conforme o tempo foi
[1:35:29] passando, ela deixou de ser assim, das minhas favoritas, o
[1:35:32] disco, apesar de eu ainda gostar bastante dela, assim, ela é
[1:35:36] pesadona, ela é tensa pra caramba, seu teclado dá uma
[1:35:39] atmosfera bem pesada assim, tipo bem sinistra pra música assim.
[1:35:46] Um Blaze canta com raiva ali é uma letra meio de raiva do dos
[1:35:50] dos Steve Harris, apesar de eu não gostar a mãe da letra ter
[1:35:54] aquelas letras tipo ovo da serpente ali, essa coisa tá
[1:36:00] pensando muito problemas ali, que era ordem de qualquer jeito.
[1:36:04] Mas eu entendo que ele estava confuso para cacete.
[1:36:06] Talvez não fosse isso que ele estava dizendo, mas pode ser
[1:36:08] interpretado desse jeito. Agora, a introdução de baixo
[1:36:11] dela é praticamente o solo de baixo, né?
[1:36:13] E o William, que odeia solo em disco, vai defender esse solo,
[1:36:18] vai querer limar a música toda assim.
[1:36:21] Eu falei que eu não gosto de de música só para um solo, mas uma
[1:36:26] abertura com solo vai, pô, não tem problema, entendeu?
[1:36:30] Então. Tem nada a ver da abertura.
[1:36:33] Acho que ela até cria um climazinho de tensão que estoura
[1:36:36] na hora que entra o riff ali, mas acho que sei.
[1:36:39] Então essa música aqui é foi aquela que eu falei para vocês
[1:36:44] que eu tiraria fora também, exceto por algo que eu gosto
[1:36:48] muito nela, que é uma questão assim da ela tem uma partezinha
[1:36:53] nela, não sei se já compararam, tem uma OOA intro do solo do
[1:36:57] Steve Harris, tem uma parte que ele imita um solo da the
[1:37:01] aparrition, do Fear of the Dark já.
[1:37:06] Compararam. Tu lembras da intro dessa faixa
[1:37:13] tu lembras da intro dessa faixa, então quer ver?
[1:37:16] Ó, está ouvindo? Na época que deu uma memória
[1:37:40] afetiva, porque eu amo o filósofo de Dark, né?
[1:37:43] Mas só por isso, mas, mas assim ela é, ela é densa também,
[1:37:47] arrastadona, ela é meio sufocante até essa faixa, sabe?
[1:37:51] Ela é meio que como se fosse assim, uma culpa coletiva, né?
[1:37:55] Em nome da humanidade, de guerra, fome, destruição, ela é
[1:37:59] mais política, né, mais filosófica.
[1:38:02] Então quem tem o sangue nas mãos?
[1:38:04] Essa é AA grande questão da da faixa aqui.
[1:38:07] Mas tiraria ela para um bisside nona faixa, the Edge of
[1:38:44] darkness. Essa eu acho.
[1:38:46] Essa para mim tem. Eu vou pegar de um.
[1:38:48] Eu vou num versos, vamos dizer assim.
[1:38:50] Que eu vou só dizer que eu tô, tô, tô, tô, tô de mal, tô, fui,
[1:38:56] fui, fui vendo que fui, entrei, entrei malvado no disco eu não
[1:39:01] lembrava e o take a pibiar up River, Tracking down começa a
[1:39:07] entrar um Monte de informação, como diz o Thiago na letra, que
[1:39:11] tipo tem que a pibiar sabe, tipo, eu entendo que a selva, eu
[1:39:15] acho que aqui tá tipo assim, cara, eu entendo o que que você
[1:39:17] tá fazendo meus assim, é um momento de.
[1:39:20] Eu trocaria facilmente Ed of darkless por uma das 3 faixas
[1:39:23] que ficaram de fora. Entendo o espírito do tempo, mas
[1:39:26] tem muita informação na jogada aqui.
[1:39:28] Que é Ed of tackless, então, vamos ser bem sincera, um
[1:39:31] remakezinho de halog tainame também aquela melodiazinha,
[1:39:40] basicamente remake de halog tainame assim, eu não acho uma
[1:39:45] música ruim. Eu gosto dela, eu gostava dela
[1:39:48] assim. Acho até que uma música que
[1:39:50] funcionaria bem com o Bruce cantando talvez ali, mas aquilo
[1:39:53] tipo ali é um remakezinho de Hassum, tem nem então vai sempre
[1:39:56] bater nisso daí, sabe? Tipo, tipo, funciona.
[1:40:00] Acho que o Blaze canta bem, não acho que o Blaze canta mal a
[1:40:02] música, não, mas acho que as vezes o Bruce poderia levantar e
[1:40:05] aquele Monte, aquela verso cheio de palavra, cheio de informação,
[1:40:08] que é uma coisa que tipo tirou o Paul diano da Amanda que o
[1:40:11] poldiano? O Steve Harris não gostava que o
[1:40:13] poldiano não conseguia cantar direito, e pro Blaze também não
[1:40:16] é coisa que ele faz melhor assim.
[1:40:18] Mas enfim, a letra é inspirada No No apocalipse now, no filme,
[1:40:23] no livro, né? O coração das trevas, do Joseph
[1:40:25] congrate. Os 2 são muito melhores do que a
[1:40:28] música. Recomendo para você assistir o
[1:40:30] filme, leio o livro. A música pode passar assim, não
[1:40:33] sei. Agora o William vai defender a
[1:40:34] música porque ele não, não é uma das que ele tiraria.
[1:40:37] Eu não tiro, eu não tiro. Mas assim, também não vou ficar
[1:40:42] jogando com o Fest em cima dela. Não acho que ela tem uma
[1:40:45] progressão dramática. Eu acho que ela é bem.
[1:40:48] Nesse sentido, ela É Ela é calma, explosiva ao mesmo tempo.
[1:40:54] E para mim, o grande destaque é o Blaze.
[1:40:57] Para mim é o cara que brilha na busca, é o cara que ele consegue
[1:41:01] ter o melhor resultado aqui. No mais, tem aqueles clichezões
[1:41:04] lá do do main, lá das guitarras, que a gente falou do reality
[1:41:07] bname, mas é bem isso. Assim, ela ela traz essa, essa
[1:41:10] lembrança, essa memória afetiva do que foi a banda no passado.
[1:41:15] Mas, cara, já ouvi músicas piores, viu?
[1:41:18] Já nesse álbum aqui, viu? Já.
[1:41:20] Assim eu também acho. Já ouvi músicas piores, não é a
[1:41:25] mais feia do baile, tá essa aqui.
[1:41:26] Dá para ser então? Eu acho que ela não agrega, né?
[1:41:29] Para o disco, o disco tá trazendo coisas novas.
[1:41:31] Aí volta um made in velho que nem é o made in velho que a
[1:41:34] gente queria. Tinha coisas websites que eram
[1:41:35] made in velhos, mais legais para você trazer assim.
[1:41:39] Sobre a letra, eu não adiciono nada.
[1:41:41] Acho que você foi bem, bem assertivo, bem feliz.
[1:41:43] É exatamente o que eu tinha notado aqui também.
[1:42:11] Décima faixa, to AM. A to AM, até eu tô cansado
[1:42:16] nessa, só que é equipe pra mim, tipo assim, cara, não é?
[1:42:20] Isso, cara, imagina, a gente está na décima faixa entre os
[1:42:23] bicides, cara, tem muita coisa pela frente.
[1:42:27] Tinha energia criativa, eles tinham coisas pra coisas, mas
[1:42:29] essa aqui pra mim eu tava lembrando, como é que é?
[1:42:35] E. O.
[1:42:43] Tempo fez o favor de colocar no fundo do meu HD e esquecer até
[1:42:47] eu voltar pra ouvir pro programa e tipo, e vai voltar pro fundo
[1:42:50] do meu HD? Desculpa, sabe?
[1:42:52] Tipo, pra mim eu disse que podia ter acabado na the Ed of Dark.
[1:42:56] Ponto acabou. Valeu?
[1:43:00] Não, não, não. Tem muito filé ainda pra nós
[1:43:04] comer ainda até lá. Mas isso aí eu vou.
[1:43:07] Eu vou dizer que a to AM tá ali junto com a look for the trunf
[1:43:11] como as 2 músicas que eu não gosto desse disco.
[1:43:14] Eu acho que a Edge of takems não precisava, mas eu não não
[1:43:18] desgosto dela. Agora a to AMEA look for the
[1:43:22] tradução são 2 músicas que não não gosto tanto dela não sem
[1:43:25] introdução assim, ela ouvindo agora assim.
[1:43:28] Um disco. Eu vou dizer que eu tinha uma
[1:43:30] recordação dela muito pior do que ela é.
[1:43:32] Eu acho que ela não é tão ruim quanto eu lembrava Dan, mas
[1:43:34] talvez porque eu já tivesse cansado sempre que chegasse nela
[1:43:37] quando estava vendo disco. Mas assim essa insolução dela
[1:43:41] meio parece chupinhada de quinzai que assim o
[1:43:43] melodiazinho. Mas eu acho ela tá meio
[1:43:47] depressiva. Tô sozinha em casa, sem nada.
[1:43:50] Vou me agarrar a Esperança de agarrar a Esperança de algo
[1:43:54] melhor pra te arrastar pela lama, umas coisas assim.
[1:43:57] Assim, eu entendo que aparecer uma musiquinha, eu acho uma
[1:44:00] música meio pedestre demais. Assim, é uma música que não tipo
[1:44:04] ela demora muito para sair da letargia assim, mas quando ela
[1:44:08] sai, eu não sai tanto o suficiente para mim fazer.
[1:44:12] Essa é uma música que eu gostaria de ver ao vivo, por
[1:44:14] exemplo. Agora, William, eu sei que gosta
[1:44:16] dessa música bastante, porque ele cita bastante no grupo.
[1:44:19] Faz tempo que eu não, não, não ouvi isso aqui no podcast o
[1:44:22] Thiago, mas eu vou relembrar. Eu adoro essa música, cara.
[1:44:32] Eu amo essa música desde o dia que eu vi ela a primeira vez.
[1:44:35] Cara, eu acho que ela é depressiva, mas num nível
[1:44:38] absolutamente delicioso assim. Cara, ela é triste, ela é, ela
[1:44:43] é. É aquela coisa assim, o cara
[1:44:45] chega de de madrugada assim pode, ele diz que chega do
[1:44:49] trabalho, abre uma cerveja, liga a TV e olha essas coisas
[1:44:52] acontecendo. Mas também pode descrever a
[1:44:55] questão da insônia, né? Do do vazio, da ansiedade, a
[1:44:59] pessoa que está desmotivada. É uma hora que a mente fica
[1:45:02] inquieta, não silencia, né? Enfim, eu acho que ela é boa,
[1:45:07] cara. O refrão dela, ele pode parecer
[1:45:10] assim, meio clichezão, meio piegas assim.
[1:45:14] Mas eu acho que a música tem uma construção, tem uma melodia tão
[1:45:16] gostosa, cara, ela conforta tanto assim, que putz, cara, eu,
[1:45:20] eu adoro essa música, cara, eu gosto muito dela.
[1:45:23] Eu não vou entrar aqui numas de Ah, minha top five, top tree do
[1:45:28] disco, não, mas essa aqui é uma das que eu gosto bastante.
[1:46:04] E vamos para a última faixa do álbum de ambeliever.
[1:46:08] Eu aqui, aqui eu vou fazer uma outra agora, como é que é essa?
[1:46:12] Cida tem, deixa eu pegar aqui, aqui é Harris e girls aqui eu
[1:46:16] acho que dá para dar uma, acho que não sei qual foi a ordem da
[1:46:20] composição, não foi qual foi a ordem do nascimento das músicas.
[1:46:24] Não sei se eu já estou cansado de umas repetições, eu não sei
[1:46:27] se as ideias das rimas às vezes parecem fáceis demais, então
[1:46:34] assim para mim eu falo. Eu acho que o tempo eu perdi a
[1:46:39] fé Na Na coisa, então assim, mais uma que eu trocaria,
[1:46:42] colocaria até a infame que a gente vai chegar depois.
[1:46:46] Mas eu entendo que É o Fim do disco, É o Fim da proposta, é um
[1:46:50] outro clima, é um Harris, como é que é um believer, entende?
[1:46:54] É o Harris descrente. Então, tipo, um tempo eu relevo
[1:46:58] por isso, mas para mim não, não das outras que ficou no fundo do
[1:47:02] HD e no fundo do HD vai ficar. Pra mim, essa é a perolazinha
[1:47:05] escondida do disco assim acho que é.
[1:47:08] Vou colocar e eu vou colocar pra mim que essa música que talvez
[1:47:12] seja a das poucas, senão a única música prog que o Steve Harris
[1:47:17] fez na vida, que é progy prog na essência, que tenha a
[1:47:21] introduçãozinha de melodias tortas, indo e voltando pra de
[1:47:26] na hora que entrar a bateria, a bateria entra num num tempo nada
[1:47:29] veio vocal vai cantar e vai no contraponto da.
[1:47:32] E a bateria tá indo então, sabe a caixa batendo no contraponto
[1:47:35] das frases que tá colocando ali do Blaze, eu acho essa música
[1:47:39] sensacional, eu gosto muito dela, hoje é a minha segunda
[1:47:42] música favorita do disco. Demora muito para chegar 8
[1:47:45] minutos, vai cansar, mas eu acho que ela não me incomoda nesses 8
[1:47:49] minutos, ela passou 8 minutos para mim, passam muito rápido,
[1:47:52] acho que o jeito que ela vai, as partes vão virando e como ela
[1:47:55] vai indo e vai voltando e vai colocando ali para mim eu acho
[1:47:58] deliciosa de ouvir, de levar assim.
[1:48:01] Aí quando ela chega no meio da parte do solo ali que ela vai
[1:48:03] ficar rápida, mas ela fica rápida com o Nico acompanhando a
[1:48:07] linha de baixo nos tons. Só um negócio meio tribal assim
[1:48:11] também. Não me lembro quando que era o
[1:48:13] medo e fez isso assim, sabe? Depois ou antes?
[1:48:17] Depois eu não vou saber, mas antes eu não lembro quando que
[1:48:20] ele fez alguma coisa desse tipo assim, sabe?
[1:48:22] E a melodia de guitarra vai crescendo, vai colocando assim.
[1:48:25] Sabe o que eu acho? Que aí é um problema, tipo a
[1:48:27] produção ruim, sabe? Os solos estão enterrados na mix
[1:48:30] ali, o solo vai crescendo. Mas sabe, acho que era uma
[1:48:37] música que merecia uma bateria muito, uma produção muito melhor
[1:48:40] para chegar no potencial que ela mostrou assim.
[1:48:42] Mas como composição, acho que é das melhores músicas que o
[1:48:45] janeke Guedes já compôs com o Iron Maiden junto com o Steve
[1:48:48] Harris nesse caso. A letra a outra letra ultra
[1:48:51] depressiva do Steve Harris ali, né?
[1:48:53] 11 vez você já gostou de si mesmo ou realmente a gente acha
[1:48:57] que você achou que você podia ser uma outra pessoa, sabe, você
[1:49:00] sente a paranoia se espalhando como um câncer comendo a sua
[1:49:02] pele, sabe? Você sente que perdeu sua
[1:49:04] autoconfiança, seu respeito próprio, sabe, você vê que vai
[1:49:09] chegar no refrão. Blaze só tipo Blaze.
[1:49:13] Talvez no refrão, ali na área que ele quita, ele grita de um
[1:49:16] jeito, porque talvez ele não tivesse o tom suficiente que a
[1:49:19] música pedisse. Mas eu não acho que fica ruim
[1:49:21] também. Eu acho que é um desfecho do
[1:49:23] disco, né? É um desfecho natural para um
[1:49:25] disco que é sobre desilusão, é sobre dores e conflitos
[1:49:30] internos. Então acho que ela acaba bem.
[1:49:32] Eu acho que é uma música, de certa forma.
[1:49:35] Diferente assim AO desenvolvimento dela em relação
[1:49:38] ao resto do disco, assim, ele é bem cheio de nuances, né?
[1:49:41] Tem introspecção, é, enfim, né, o Blaze canta assim com eu não
[1:49:47] sei, ele é um pouco criativo assim na dicção, a forma como
[1:49:50] ele canta ali, sabe? Eu acho que é diferente.
[1:49:53] Eu acho que fecha o disco de uma forma assim, bem, bem
[1:49:55] interessante. Tá longe de ser das favoritas do
[1:49:58] álbum, mas eu acho que encerra bem.
[1:50:00] E vamos encerrar o algo, então o disco acabou nesse momento não
[1:50:03] tem mais OX fator acabou, mas a gente pode falar dos bissais
[1:50:07] rapidinho aqui se quiserem pontuar, porque acho que agora
[1:50:10] dá 11 upzinho, né? Na galera que agora a os
[1:50:13] bissaides são bem interessantes. Acho que vale a pena a gente
[1:50:16] colocar que seria um pecado a gente não não falar a respeito
[1:50:19] deles. Então a gente vai ali então pro
[1:50:22] pro primeiro single, meia and Dead, que saiu em 95, que tinha
[1:50:27] ali Ed of darkins ao vivo. Mas tínhamos também just some
[1:50:33] the peas. Ah, eu adoro essa música, eu sei
[1:50:59] que ela é totalmente feliz e totalmente o clima.
[1:51:01] O post wait for just is waiting for just is soft they'es tipo,
[1:51:09] eu gosto dessa música, entende? EE, quando o Tiago te ouviu
[1:51:14] falar, não tem as tem, as tem as tem, as os bicides eu voltei
[1:51:18] para cá, eu falei, caramba, cara, isso é legal, sabe?
[1:51:22] Tipo isso, isso, isso, mas de novo.
[1:51:25] Com aquele aviso, como é que é? Parental advisor, é com aviso de
[1:51:29] que isso aqui não é o clima do disco.
[1:51:31] Então é tipo, você entende um pouco delas, você tem que ficar
[1:51:34] de fora, mas que são músicas legais, são tipo, eu, eu adoro,
[1:51:36] são tipo assim, bah, falei, cara, que música legal, tipo,
[1:51:39] não lembrava dela, um Belo de side assim, um problema que a
[1:51:42] gente fala, a gente brinca, né? Quando uma banda grava covers
[1:51:46] muito bons é um problema, tipo assim, porque a banda metálica
[1:51:50] tem um talento muito bom para cover.
[1:51:51] Tipo tem um talento muito bom para cover.
[1:51:54] Acho que metálica para mim seja uma das bandas que sabe meter a
[1:51:56] mão numa música e se adonar. E o Iron sempre também teve uma
[1:52:01] outra tipo assim que ele, ele ele.
[1:52:05] Oo Iron, quando você pegava e olhava os bissides, isso era
[1:52:09] outra coisa que eu IA dizer assim, quando você olha para uma
[1:52:10] banda que ela tem bissides, isso é uma coisa que a gente sente um
[1:52:13] pouco de falta hoje, porque tudo é gravado, tudo é transformado
[1:52:16] em single, em vai para o YouTube.
[1:52:18] Então, na cabeça, Thiago me corrige, é o coroge.
[1:52:21] Of conforme que que lançou o cover the free, né?
[1:52:24] Que foi para o foi para OE, eu eu não estou criticando isso,
[1:52:29] mas tipo assim, a gente tinha muito essa coisa, tipo a sobra
[1:52:31] de estúdio que que ficou de fora.
[1:52:34] Aquilo que diz assim, perdão, ficava gravitando essas 2
[1:52:37] bandas, mas o Iron tem isso, o brinquedo até tem isso que você
[1:52:41] olha e diz assim, puxa, como é que uma the way to is To Be
[1:52:43] ficou de fora de um disco, por exemplo?
[1:52:45] Então assim, os bissides do Iron sempre foram gordos, se a gente
[1:52:49] parar pra pensar, foram não mais.
[1:52:51] E aqui é uma música que pra mim falou, cara, como é que tipo
[1:52:54] assim, sei lá, é, é uma música super divertida, mas de novo é
[1:52:57] legal, é massa, mas ela não vai combinar com a proposta depre da
[1:53:01] da da do disco. Eu vou dizer que eu acho que ela
[1:53:05] combina com a proposta da DP do disco, que faz menos sentido ela
[1:53:08] não entrar, apesar dela ter um clima mais aberto.
[1:53:11] Sim, se a gente quisesse fazer um assim, se eu fosse fazer um
[1:53:14] expector que ele saindo da ideia do Steve Harris de querer fazer
[1:53:18] algum disco completamente diferente, mas fazendo um disco,
[1:53:25] mas fazendo um disco com fosse mais fácil para o Fred.
[1:53:29] Iron Maiden, abria essa música para mim.
[1:53:30] Abriria o disco. Eu abriria com ela.
[1:53:34] Então ela começa direto e ela assim, ela ela começa num tom
[1:53:39] legal, animado, e depois ela baixa um pouco tom.
[1:53:43] Ela vai ficar um pouco mais a parte intermediária.
[1:53:46] Os versos intermediários dela são mais contidos um pouco.
[1:53:49] Eu acho que isso tem a cara do disco.
[1:53:51] Essa música tem a cara do disco bastante assim, e mas ela tem,
[1:53:55] na hora que entra no refrão, ali tem aquela slea quezinha de que
[1:53:58] tá. A música animada, então acho que
[1:54:02] seria uma daquelas que abriria o disco muito bem assim.
[1:54:06] Seria uma Bela introdução para o disco, que talvez tivesse,
[1:54:09] talvez lembrasse, talvez tipo funcionasse para mostrar um
[1:54:12] elemento de certa forma diferente, que não é igual
[1:54:15] assim, ainda que eu acho que algumas partes dela me lembrem
[1:54:18] diantemente of Haven assim. Mas enfim, eu acho uma musicaça.
[1:54:22] E só que assim, essa versão, quando você ouve, aí é demo,
[1:54:26] basicamente você chama no prato. Qualidade demo, né?
[1:54:29] Não tem qualidade final, apesar de que sei lá que tem qualidade
[1:54:33] final no disco, vá William. É, eu vou ser mais sucinto
[1:54:37] agora, porque eu acho que o que me cativa nessa música é
[1:54:41] justamente o ritmo dela, acelerado o baixo no Steve
[1:54:44] Harris é gostoso de acompanhar a forma como Blaze canta também
[1:54:47] acho que a linha vocal transita bem, mescla bem com a linha do
[1:54:51] baixo, A condução da música. Ela acaba tendo um pouco mais
[1:54:55] assim de ânimo, ela um pouco sua, um pouco mais, é feliz até
[1:55:00] de alguma forma, né? Um pouco mais tradicional que o
[1:55:02] resto do álbum abriria bem o álbum, talvez, provavelmente,
[1:55:06] mas aí fugiria um pouco, né? Mas de certa forma, eu, eu, eu
[1:55:10] acho que valeria a pena tê la no repertório, trocaria pela pelas
[1:55:14] que eu citei ali, por exemplo, nela atrás, acho que é isso, tá
[1:55:17] tudo certo, concordo em relação à sonoridade, acho que faltou
[1:55:20] talvez uma lapidada ali na produção.
[1:55:23] Para deixar mais ou menos ali no mesmo, na mesma ambientação do
[1:55:26] disco, né? Mas acho que vale o registro
[1:55:54] e a segunda inédita desse. Single é judman day, eu acho que
[1:55:58] essa sim poderia abrir o disco. O que que tu acha, André?
[1:56:01] São 3 músicas que eu estava até pegando aqui.
[1:56:03] São 3 músicas, que tipo de fora, eu, eu, eu, eu vou pensar depois
[1:56:08] muito mais das 3 que ficaram de fora, talvez para mim seria a
[1:56:11] terceira, aquilo das 3, terceiro lugar, tipo também na ordem que
[1:56:16] ficou para mim na cabeça, just of the peas, depois a live my
[1:56:19] way, que é um pouco mais simples, e depois eu inventei.
[1:56:23] Ok, é um bom bissider, mas tipo, talvez você.
[1:56:27] Você já falou algumas coisas nessa linha dentro do próprio
[1:56:31] disco, então, ok, ficou com bisside aqui aqui, talvez das 3
[1:56:35] das 3 que não entraram seja mais fraca para mim.
[1:56:39] Eu não acho que ela é fraca. Eu só acho que o problema dela é
[1:56:41] que ela me lembra de mais o riff de pico e cubdead.
[1:56:43] Eu acho que se ela abrisse o disco com essa, parecia que você
[1:56:46] está abrindo com Mini bico e cubdead no disco.
[1:56:49] Assim, em vez de começar com a bateria na caixa, a bateria
[1:56:51] sofre chamando no meio ali. Mas assim, é uma música legal,
[1:56:54] eu acho que é uma música gostosa de ouvir, animada.
[1:56:57] Eu lembro que eu adorava ela quando ouvia single.
[1:57:00] Também não entendi porque que ela não entrou no disco e mas
[1:57:03] assim, eu acho legal pra caramba.
[1:57:05] É uma música bem animada, que não tem nada a ver com o disco,
[1:57:07] só acho esse é o problema, ela tem completamente nada a ver.
[1:57:10] Eu não consigo encaixar ela em nenhum conserto do disco assim,
[1:57:13] tirando a letra. Eu acho que essa música ela é
[1:57:15] muito meio indenizada. Ela é, tem o DNA do Iron Maiden
[1:57:19] ali, como você falou, o bic e corby Dead, aquela aquele ritmo
[1:57:22] mais acelerado, mais visceral. Ela é.
[1:57:25] Ela tem um tom de urgência que eu acho que funciona bem para o
[1:57:29] para a proposta da banda assim, e eu gostei muito dessa faixa.
[1:57:33] Eu acho que ela poderia sim abrir o álbum se fosse escolher
[1:57:35] uma faixa mais rápida assim, tá? Eu acho que em termos de
[1:57:39] produção aqui, ela está melhor lapidada que a que AA just is of
[1:57:42] the peasce. Acho que ela está preparada para
[1:57:44] entrar no álbum. Acho que cara, é um excelente
[1:57:47] psides assim. Ih, a versão japonesa, como eu
[1:58:23] falei e o André já citou brevemente, é a live my way.
[1:58:27] Acho que das 3 é que tá mais mal gravada.
[1:58:34] O. Começo dessa música é muito bom.
[1:58:41] AA introdução dessa música é muito boa.
[1:58:45] Mensólita, né? Muito boa.
[1:58:47] Assim já já já queimei a minha a minha participação nela.
[1:58:50] É agora, já tá no final, já tá quase to EM, né?
[1:58:53] Vamos embora assim. Mas.
[1:58:56] I Live do my nist trial. Please, it's time to change.
[1:59:00] Aqui tá explicado porque que ela não entra no disco.
[1:59:02] Tem gente que é o momento que ele tá tentando mudar, não.
[1:59:05] O disco todo é ele, processo da cara, não é ele tentando mudar.
[1:59:08] Tem uma diferença de clima gigante.
[1:59:11] Então eu eu acho essa música me lembra alguns momentos de que da
[1:59:14] guitarra, guitarra base dela me lembra um dos momentos do
[1:59:16] killers. Um era um meio assim, eu acho
[1:59:19] assim. Acho que era a música que eles
[1:59:21] tinham que trabalhar mais. Acho que ela não tá pronto.
[1:59:23] Ela tem uma introdução legal pra caramba.
[1:59:24] Ela tem umas coisas legais, mas. Para mim, parece que essa era
[1:59:28] foi a última ideia. A gente tem a demo aí, precisa
[1:59:30] de uma música só para o Japão e joga ela assim.
[1:59:35] Depois vamos para o single Lord of the flice, que foi lançado em
[1:59:38] 96, bem depois um pouquinho do álbum.
[2:00:08] Vem com 2 covers mindeneration que é a primeira que que vocês
[2:00:13] acham? Ficou legal?
[2:00:14] Não ficou? Preferem original.
[2:00:17] Prefiro o original, sem dúvida, né?
[2:00:18] Mas assim, o é legal desse cover, que é legal, que você vê
[2:00:22] a banda se soltando. Acho que é a única música de
[2:00:24] todas as as músicas dessa época que você vê que a banda tá solta
[2:00:28] tocando, né? Tipo, eles fazem primeira parte
[2:00:31] deles, são meio fiéis, mas depois de 1 minuto e meio, tá
[2:00:34] cada um tocando, a gente se encontra no final ali o
[2:00:37] instrumental dando cada 11 coisa.
[2:00:40] E aqui acho que o vocal do Blaze me lembro devilly hot, que é uma
[2:00:43] coisa muito normal no offsbanne, no offsbanne.
[2:00:45] O vocal dele me lembra muito David hot dessa música.
[2:00:48] Ele tá me lembrando um pouco David hot, que era Oo offsbanne
[2:00:51] do o blazebele do passado. Ele nunca mais soa assim na
[2:00:55] carreira, então? Vou fazer uma brincadeira que
[2:00:58] vocês que que que estão mais, estão mais.
[2:01:02] Como é que é mais a fundo na liturgia meideniana?
[2:01:08] Aqui parece que a banda é tipo assim, se a gente olhar pra um
[2:01:10] disco, vamos fazer uma brincadeira rápida.
[2:01:12] Olhando pra toda a carreira do Iron até então, dá pra gente
[2:01:16] dizer que é o disco mais Maduro do Iron de toda a carreira.
[2:01:20] Se a gente parar pra pensar, tematicamente não.
[2:01:26] Sei, é mais Maduro, porque o que veio depois eu não acompanhei.
[2:01:29] Com todo essa ênfase, eu acho que é o disco mais adulto, de
[2:01:34] temáticas mais adultas. Não acho madura.
[2:01:38] Essas letras, mas é, você pegou, pegou a talvez a temática mais
[2:01:42] adulta, uma banda que tipo, ok, tirando as as outras micro
[2:01:46] mudanças, mas tipo assim, uma banda que o Harris tem que tomar
[2:01:49] o vou ter que tomar a frente, vou ter que tocar esse rolê que
[2:01:53] de tudo aquilo que aconteceu sobrou ele sobrou o Nico já
[2:01:59] estava ali meio imóveis, utensílios, então já já já era,
[2:02:01] não era, não era tão tão antigo quanto Oo David.
[2:02:06] Mas para mim, eu tenho uma impressão de quase tipo uma
[2:02:08] banda falando, bah, a idade chegou, sabe?
[2:02:11] Tipo Talking Ball para generation.
[2:02:13] Aqui tem quase uma certa. É a mesma reflexão que a banda
[2:02:17] vai fazer No No, no resto do disco está mais adulto.
[2:02:22] Ele, acho que a palavra do Thiago falou é correta.
[2:02:26] Aqui tá uma galhofa, mas não deixa de ter um pouquinho de
[2:02:28] verdade, né? No fundo dessa brincadeira,
[2:02:30] sabe? A letra da Justice of the Peace
[2:02:33] ele fala muito de como era melhor no passado, né?
[2:02:39] É disco mais Maduro do Iron Maiden?
[2:02:41] Eu fico com pé atrás em responder, eu não vou responder,
[2:02:44] eu fico meio confesso que a minha cabeça está fervendo aqui,
[2:02:48] pensando em um Monte de coisas, mas certamente eu fico na
[2:02:52] dúvida. É um disco depois desse aqui,
[2:02:54] dessa fase para frente. Aí eu começo a pensar, daqui
[2:02:58] para trás dos Golden years? Não, mas daqui para frente, para
[2:03:02] o que vem depois, eu fico meio em conflito.
[2:03:05] Vamos então para o outro cover, tem?
[2:03:14] Aqui que é a Doctor, Doctor? Que é uma música que o Steve
[2:03:31] Harry simplesmente põe todo mundo pra ouvir antes de
[2:03:35] qualquer show. Vai ou main, claro, a versão
[2:03:37] original. Quando começa aquele
[2:03:39] dedilhadinho, a galera já levanta, já já ovaciona.
[2:03:43] É o show que vai começar, porra, é isso?
[2:03:46] O que que tu acha? André eu acho a música legal pra
[2:03:50] caramba. Acho que AA banda fazendo a
[2:03:51] versão da música que vai usar de abertura no show.
[2:03:55] EE quem a gente falou? É um espírito divertido do
[2:03:58] cover. Que funciona aqui?
[2:04:00] EE, tipo, parece que tipo assim, tem alguma brincadeira do tipo
[2:04:05] Nico, Steve, vamos pegar e vamos brincar com esse som nosso de
[2:04:08] baixo, tipo, então assim, eu acho divertido isso, acho que é
[2:04:14] engraçado, né? A banda, ela tem um clima no
[2:04:17] disco, parece que é tipo assim, só que o que a gente fez por
[2:04:19] trabalho Sério. Mas agora o que a gente fez
[2:04:22] enquanto a gente estava ensaiando, aquecendo os motores
[2:04:23] para chegar nesse trabalho Sério, é uma coisa mais
[2:04:26] divertida, mais solta. Que a gente isso não tem o
[2:04:30] tratamento com aquele asterisco de como é que é aquele asterisco
[2:04:35] que a gente chama de campeonato com pontos do Sandro hiroche
[2:04:38] assim, tipo, tá lá o São Paulo com asterisco de pontos em cima
[2:04:42] de onde que é? Tipo assim tá essa produção que
[2:04:46] não é tão bom, mas tipo assim, quando você olha e diz assim, o
[2:04:49] que a banda tava fazendo? A banda tava numa fase tão
[2:04:51] interessante que o que ficou de fora tão bom quanto.
[2:04:56] Então acho que aqui tem esse clima do tipo, pô, é uma música
[2:04:58] que eles gostam para caramba, estão tocando, estão dando
[2:05:00] tratamento, estão registrando isso.
[2:05:02] Então assim, é um Belo cover do Iron Maiden, sempre lembrando
[2:05:04] que assim eu falei isso antes, quando a gente começou a dos
[2:05:07] cines Iron Maiden para cover, é golaço assim.
[2:05:10] E quando o Iron resolve pegar, para a gente não esquecer,
[2:05:14] quando o Iron resolve pegar uns cover farofa ali no meio dos
[2:05:17] anos 80, é só Alegria. Então assim aqui é outro
[2:05:20] daqueles cover divertidíssimos assim do Iron.
[2:05:24] Eu acho que essa eu tenho impressão que eu tenho foi que
[2:05:28] essa é a música mais bem produzida de todo a geração do
[2:05:32] exceptor. Tipo, o Steve Harris tratou com
[2:05:34] respeito em gravar essa música, porque é uma música que ele
[2:05:37] gosta tanto. Tipo, que tipo a influência
[2:05:40] monstruosa para ele, assim o wffo das mais bandas mais
[2:05:46] influentes que ele tem. Esse daqui, não.
[2:05:49] Isso aqui a gente vai gravar direito, sabe?
[2:05:51] Não vai ser brincadeira, a gente vai tocar isso aqui com um
[2:05:54] respeito maior possível. E eu acho que a música que soa
[2:05:58] melhor de todos os que da produção, quando você ouve isso
[2:06:01] daqui é aqui, tá melhor soando de toda essa geração.
[2:06:04] Exceptor para mim é a Doctor Doctor, assim, bom stael.
[2:06:08] Blaze faz um bom trabalho, mas a banda inteira tá tocando
[2:06:11] direitinho, fazendo direitinho como tinha que fazer, mexendo
[2:06:15] muito pouco com ela. Porque?
[2:06:17] Mas deixando claro que eu, Iron Maiden, nasceu de coisas como
[2:06:21] essas. E enfim, a última música.
[2:06:27] Já comentei da Doctor Doctor, o que que eu acho dela?
[2:06:29] Acho uma excelente faixa, mas enfim, a última música viros.
[2:06:59] Que saiu na coletânea best of The Beast, e.
[2:07:03] Só pra falar, né, que é a reação do Steve Harris, né, que é da
[2:07:07] banda? Qual a péssima recepção que eles
[2:07:11] tiveram pela mídia britânica, né?
[2:07:14] Então a letra é uma letra que eles estão falando mal da
[2:07:16] imprensa mesmo. Eu acho que é uma música legal
[2:07:20] assim, eu não acho das músicas mais legais Iron Maiden assim
[2:07:23] dessa fase, mas eu acho uma música legal, talvez uma música
[2:07:27] talvez entrasse no xfector se eu quisesse achar o xfector com
[2:07:30] quase 80 minutos, se eu quisesse deixar o xfector mais enxuta,
[2:07:33] ela não entraria. Mas eu acho que Ela Foi uma boa
[2:07:35] edição do single na best of The Beast.
[2:07:38] E aí pra falar, retomar o início, né?
[2:07:40] Já que a gente está na era Almeida e tem introdução e tem
[2:07:42] final. Esse é o clipe que eles gravaram
[2:07:45] na piscina do estúdio. Eles se esvaziam a piscina e
[2:07:49] grava todo mundo lá. E tem uma das grandes cenas ali,
[2:07:53] que tipo eles pegam e a câmera vai indo na cara de cada um,
[2:07:56] cada um cantando a letra, como se todo mundo tivesse mostrando
[2:07:59] o Caputo. E o Dave Murray vai falar 1 hora
[2:08:03] ele receita meio de lado, assim como se tivesse vergonha de
[2:08:08] estar cantando. É muito engraçado isso.
[2:08:10] Aquela cara de desenho animado que ele tem?
[2:08:14] Acho que tem um. Vocês vão lembrar, tem um.
[2:08:20] Tem um vídeo que saiu do Dave Murray embarcando de volta pra
[2:08:25] pra pra Inglaterra depois dos shows.
[2:08:30] Quando fechou altura ali no até ali em São Paulo, a gente sempre
[2:08:34] imagina, né? Tipo, vocês que são mais
[2:08:35] manhosos de ar. Vão, vão, vão, vão entender.
[2:08:41] Vão ser que o Iron Maiden Wedding, aquela coisa.
[2:08:45] Steve Harris é o cara super certo.
[2:08:47] Dave Murray deve tomar chá das 5, sabe?
[2:08:49] Tipo, isso é uma carinha super quietinha assim, tipo o meu
[2:08:52] chazinho das 5, sabe, tipo, e a idade vai provando isso que ele
[2:08:55] vai virando um senhorzinho, sabe, tipo como é que é?
[2:08:58] Ele vai virando quase que o Charlie Watts da banda, sabe,
[2:09:01] tipo aquele senhorzinho com respeito, tipo, o senhor quer o
[2:09:04] seu está aqui, seu Charlie da 5, por favor, sabe, mas que não
[2:09:08] deixa de ter o seu charme, tipo assim, você é a pessoa, o
[2:09:11] carinha legal da jogada. E para vocês lembrarem coisa do
[2:09:15] da virus, eu fui pegar aqui. Virus é uma coisa engraçada, eu
[2:09:19] fui pescar aqui para para lembrar, tem uma capa que é
[2:09:23] desenhada, que funciona, mas o como é que é o aquele single que
[2:09:30] é um AD meio físico, com as caveiras no fundo e tal?
[2:09:36] Que daí parece que o Ed está contaminado, mas parece que é o
[2:09:38] Ed de crochê tipo ali, eu acho que derrapa a arte, entende?
[2:09:41] Ali, para mim é uma arte que ela joga contra assim é um mas aí
[2:09:45] vocês falaram do vyrus, eu vou lembrar como é que é.
[2:09:48] Eu sempre vou lembrar de vyrus como o best of the beist, que
[2:09:52] foi vendido a 10 BRL, que era um baita CD.
[2:09:55] Acho que toda uma geração comprou o best of The Best a 10
[2:09:58] BRL, porque o preço estava errado no Brasil.
[2:10:01] Então essa é a minha lembrança de vyrus.
[2:10:05] Pra mim, eu tenho essa the beach como a coletânea em que o Iron
[2:10:08] Maiden morreu assim. Eu tenho a lembrança de que a
[2:10:11] coletânea é cara. Aquela coletânea dupla era cara,
[2:10:15] muito cara. Um livreto assim, interno, com
[2:10:19] muitas fotos, curiosidade, cara que ali é um pacote sensacional.
[2:10:22] Eu paguei barato pra caramba na roça nela, cara, assim, tipo
[2:10:26] menos de 20 BRL. Ficam vendo, você fala dessa
[2:10:28] roça aí, eu? Eu fiquei imaginando que como é
[2:10:30] que era a roça quando a gente tem que fazer um episódio só
[2:10:33] sobre AA roça? Na loja, no mercadinho.
[2:10:36] Lá, quando eles tinham acabado de colocar a sessão dos CD,
[2:10:39] apareceu essa revista por 20. Eu falei, foi minha família
[2:10:42] inteira comprar. Até mesmo o primo, que não
[2:10:43] gostava de metal, comprar assim. Conversar com aquele adesivo em
[2:10:46] cima, como é que é? Feature promocional?
[2:10:49] Art for melt nunca vai sair o tal do melt Dark.
[2:10:56] A vyrus, o que eu gosto na vyrus é o dedilhado inicial dela tem
[2:10:59] ele é muito expressivo, sabe? Ele é bem, bem, ele tem um tom
[2:11:03] assim de maldade, de ironia, de sarcasmo, assim, ela é muito
[2:11:09] expressiva, é uma música muito expressiva, ela Ela Foi feita
[2:11:14] pra extrair aquele sentimento ruim, aquela crítica e colocar
[2:11:18] reforma de música. Então pra isso eu acho que ela
[2:11:20] funciona muito bem, tá? Eu acho uma música muito boa,
[2:11:23] cara, muito boa mesmo. E encerramos então a nossa saga,
[2:11:41] né? Em torno do do do universo do x
[2:11:43] fator. Falamos sobre todas as músicas
[2:11:45] do álbum, falamos dos bissides. É, acho que ficou um episódio
[2:11:49] muito completo, falamos bastante coisa, se esquecermos ouvintes,
[2:11:53] por favor, nos sinalizem aí no chat, aí coloquem na caixa de
[2:11:57] mensagens o teu feedback é, façam lá No No nosso Instagram
[2:12:02] também, ouvintes aí, do solada, façam a mesma coisa.
[2:12:06] Comentem na caixa de mensagens. Aproveito para dizer então que
[2:12:10] vocês vão ter 2 versões nesse episódio.
[2:12:12] O André vai editar do jeito dele, dentro do solada, então
[2:12:15] vão ter coisinhas que vão sair lá.
[2:12:17] Então coisinhas como sair no rock na mesa, então vai vai ser
[2:12:20] bem interessante conferir as. 2 vai ter que comprar as 2
[2:12:23] versões, então vocês fazem com vida.
[2:12:28] É a diferença do solar de pro rock na mesa é que o André vai
[2:12:33] levar tipo 15 minutos pra pôr isso no ar e editar e pôr no ar.
[2:12:36] Ele vai por entro do rush e vai falar e vai pôr no ar.
[2:12:39] Eu vou ficar 8 horas. Mas André, cara, muito obrigado
[2:12:47] aí pela presença, muito obrigado mesmo, desculpa aí.
[2:12:50] AA longa duração do episódio, no fim ficou uma coisa assim, a
[2:12:54] gente a gente sabia, eu já falei com o Thiago hoje cedo, eu
[2:12:57] falei, cara, esse episódio vai ficar longo para cacete, umas 2
[2:13:01] horas, 2 horas e pouco, mas não tem como, cara, muita coisa para
[2:13:05] por para fora, né? Uma chance quase que única que a
[2:13:08] gente tem de de fazer isso aí, né?
[2:13:11] Então eu te agradeço, cara, muito obrigado.
[2:13:12] Aproveito aí para. Para deixar o convite aberto,
[2:13:15] volte sempre que você quiser, sempre que você puder.
[2:13:18] E deixo espaço ali para você divulgar, seja lá o que você
[2:13:22] quiser dos seus projetos. Aí fala do próprio solada mesmo,
[2:13:24] né? Por favor, fique à vontade.
[2:13:26] Agradecer o William, agradecer vocês todos, do rock, da mesa, o
[2:13:30] fit. A gente estava forçando o
[2:13:32] Thiago, vendo umas coisas aí. Acho que isso é legal pra
[2:13:35] caramba, legal mesmo. E agradecer.
[2:13:38] São 2 podcasts que você pode ouvir a gente.
[2:13:40] Como é que é? A gente brinca.
[2:13:42] Nossos podcasts de. Quase vovôs discutindo discos
[2:13:46] que queremos que a Juventude ou que.
[2:13:48] Só a gente ouve, né? Antes de gravar, a gente estava
[2:13:53] comentando a história do do que que engar do que do que que não
[2:13:56] dá. Eu e o Thiago temos o trauma do
[2:13:58] nós. Fizemos 11 episódio sobre o
[2:14:01] melhor do Ghost e é um dos. A gente pensou, pô, Ghost, vai
[2:14:05] ter um Monte de gente. É um dos podcasts que tem menos
[2:14:08] gente, então, tipo assim, a gente brinca assim, tipo, é
[2:14:10] sinal dos tempos, então, assim. É talvez.
[2:14:15] E como é que é? Aos que não estavam lá que
[2:14:18] espero que que entenda um pouco do que foi essa virada de página
[2:14:21] do Iron Maiden, aos que estavam lá vão lembrar disso, mas de
[2:14:24] novo, agradecer. EE, vamos, não vamos, vamos
[2:14:27] bolar mais 2 coisas, vamos bolar mais 2 coisas, porque isso é
[2:14:29] massa para caramba. Como é que é?
[2:14:31] Quem diria que estaríamos em 2025 falando DeX raptor?
[2:14:37] Com certeza. Então, ouvintes aí, confiram
[2:14:40] solada. E o seu lado tem uma
[2:14:43] particularidade, tem a newsletter.
[2:14:45] Todo sábado de manhã chega ali, eles deixam para escrever OA
[2:14:48] última vírgula, assim, meia-noite da sexta passada,
[2:14:52] para ter certeza que não saiu mais nada.
[2:14:54] E tem um porém, eles sempre começam falando um pouquinho de
[2:14:58] futebol. Eu sou uma negação e futebol.
[2:15:01] E o Thiago percebeu porque a última vez que eu fui para São
[2:15:03] Paulo eu encontrei ele num bar. A gente foi jantar no bar perto
[2:15:07] da casa dele. E aí ele falou assim, tu conhece
[2:15:10] esse cara que é o dono do bar? Falou assim, quem que é esse
[2:15:12] cara? Você não conhece?
[2:15:13] Eu falei, não, esse é o luisão da seleção.
[2:15:16] Eu falei, eu nem sabia quem era o luisão.
[2:15:19] Esse é meu nível, é assim que eu sei.
[2:15:21] A pessoa feliz? É, não sei nada.
[2:15:25] Ô, mas OOO, aí o Thiago fala também.
[2:15:27] A gente brinca assim que a gente tem 11 Praga que a gente gosta
[2:15:30] de jogar no seu lado. Tipo assim, quantas vezes a
[2:15:31] gente foi uma banda que sei lá? Quando bangers anuncia atração
[2:15:35] no meio do sábado quando uma banda faz alguma coisa no meio
[2:15:38] do sábado, a gente vai começar a praguejar contra a banda assim
[2:15:43] em absurdamente. Lança música 7 e meia da manhã
[2:15:46] de sábado. Mas é isso então, senhores,
[2:15:48] muito obrigado aí. Valeu, Thiago, pela parceria.
[2:15:51] Obrigado André, pela dura menos que uma intro do Steve Harris no
[2:16:00] próximo disco, que ele deve lançar aí um dia.
[2:16:03] Não do leão ou do do leão ou do então.
[2:16:12] Tá, queridos ouvintes, um grande abraço pra todos vocês.
[2:16:16] Até a próxima aí. Tchau.
[2:16:53] Muito, muito obrigado, muito, muito obrigado.

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