# EP #117 - W.A.S.P - W.A.S.P

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 16 Apr 2025, 1 h 27 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/100979155/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-3-7%2F398000380-44100-2-bf9425b0e0fff.m4a

Neste quarto episódio especial de bandas do Bangers Open Air 2025, William Faria, Bruno Glaser e Thiago Zuma falam sobre o primeiro e autointitulado disco da banda W.A.S.P, lançado em 1984. Álbum marcado por sua energia crua, riffs pesados e letras provocativas, que ajudaram a estabelecer a banda como uma força emergente no cenário músical da época. Pega sua bebida favorita e junte-se a nós. ++++++++++ Nossos links; grupo do whatsapp para ouvintes, instagram, agregadores e contato.

## Transcript

[0:19] Saudações hard rockers de plantão, William faria na área e
[0:23] abrindo os trabalhos para mais um episódio do rock na mesa,
[0:27] aqui comigo, Bruno glaser. E aí, beleza?
[0:31] Beleza, quer ser alguém hoje, Bruno?
[0:34] Eu quero ser uma máquina do amor.
[0:43] Que absurdo, Thiago. Zuma.
[0:56] Pode ser pior, cara, tem mais uma opção ainda, mas vamos lá.
[1:00] Não, não é melhor não deixa assim, tá bom?
[1:04] Seguimos aí com a nossa série de episódios dedicados ao bangers
[1:08] openaire. Semana passada a gente falou de
[1:10] Blind Guardian, e aí a gente está aqui hoje para falar de
[1:12] outra banda especial. E nós vamos de o osp.
[1:15] E a resenha de hoje é sobre o primeiro álbum, homônimo,
[1:18] lançado em 1984. Bom, eu já explorei a minha
[1:27] relação com o osp lá no episódio 43, quando a gente falou do
[1:30] Prince meidol. Então, se você estiver
[1:34] interessado em ouvir, volta lá e aproveita e confere o episódio
[1:36] que ficou bem legal. Então eu vou perguntar aqui para
[1:38] o Thiago e para o Bruno, que ainda não tiveram a chance de
[1:41] falar de ausp aqui na nossa programação.
[1:43] Então eu vou iniciar contigo. Bruno, conta para nós aí o que
[1:46] que você acha da banda? Cara, gosto bem curto e grosso,
[1:50] né? Eu eu conheci por um LP herdado.
[1:53] Meu irmão tinha OOO disco, né? E só ele.
[1:57] Eu fiquei por anos conhecendo só o.
[2:01] Oo osp, né? EE versão, versão original,
[2:05] versão sem a faixa, as faixas polêmicas e a cover, né?
[2:10] É EE, cara, sempre curti, né sempre cara, gostei demais de de
[2:15] i want be samba. Esse esquema é uma música mais
[2:18] diretona, né, cara? É um metal mais mais na cara
[2:22] assim, um metal com rajock, aquele metal de de Los Angeles
[2:25] assim, gosto pra caramba, é um. 11 tipo de som que é bom pra
[2:30] ouvir assim, num de fundo, sem, sem grandes pretensões,
[2:34] diferentes do que a gente tem falado nos últimos episódios,
[2:37] né, William? Pois é, agora a gente tá meio
[2:40] despretensioso com esse aqui, né?
[2:41] Deixando a coisa mais divertida, menos engajada em termos de de
[2:47] entender conceitos e mensagens e aquilo, né?
[2:51] Vai ser, vai ser um bom episódio, vai ser leve, fazer.
[2:54] E você, Thiago, o que que tu acha do hóspede?
[2:56] Sua relação com a banda? Esse álbum, enfim, solta o verbo
[3:00] aí o. Hóspede, que é uma das bandas
[3:01] que eu demorei pra gostar, assim não.
[3:03] Dos anos 90, quando eu via passando os clipes no fúria
[3:05] metal, por algum motivo não me chamava muito a atenção.
[3:08] A música assim tava, tava ouvindo outras coisas, ouvindo
[3:12] trech, ouvindo grunge e o ospe em si ficava meio em segundo
[3:16] plano. Todas as bandas de rádio e
[3:18] dentista pra mim não funcionavam muito bem naquela época.
[3:22] E então nunca corri atrás, nunca peguei assim.
[3:24] No final dos anos 90, eu tinha alguns amigos que gostavam muito
[3:27] de metal, que eu vi, me mostravam bastante coisa de
[3:29] metal, e que falavam, não, calma, você tem que ouvir o
[3:31] osper direito. O osper não é pós, é um osper,
[3:33] não é remoto, lei Cruz é outra pegada que a banda tem.
[3:37] E aí eu comecei a ter um pouquinho de interesse nesse
[3:40] pouquinho de interesse eu caí no crinson lydon e o crinson lydon
[3:43] por ser desconceitual, por ter ter lido uma entrevista da black
[3:46] lowless ali. Legal pegar esse disco pra
[3:49] ouvir. Aí eu gostei muito do Prince
[3:51] wydon e aí comecei a fazer o caminho regresso de ouvir os
[3:55] discos anteriores do Oscar até chegar no primeiro disco dele.
[3:58] E aí pra mim, o primeiro disco e o Prince wydon são os 2
[4:00] favoritos que eu tenho do Oscar. E aí passei a gostar bastante da
[4:03] banda assim. É uma banda que eu gosto muito
[4:05] assim. E aí pra quem coloca ali, tipo,
[4:09] eu acho que o Oscar é uma banda. Que é pretensiosa, sim.
[4:13] Acho que se a gente ficar tomando o osper meramente como
[4:16] uma banda que queria ser era o rádio da galera dos anos 80,
[4:21] acho que a gente perde muita coisa do osper.
[4:22] Acho que quem não é uma banda que tá fazendo conceitos ou tem
[4:26] elaborados, mas o osper é uma banda que tinha a questão da
[4:30] transgressão do osper sempre foi uma questão de transgressão
[4:32] muito pensada, blacklowels não tava colocando nada de graça
[4:36] nesse nesse disco. E o palco deles, que foi o que
[4:40] deu fama para eles, também era bem transgressor, de confronto
[4:46] mesmo, de colocar valores. Não à toa, o hóspede teve
[4:48] bastante problema. Por isso, no final, assim como
[4:52] tem uma frase, eu tenho o encartzinho, eu quando eu
[4:54] comprei o meu hóspede e eu tenho um daqueles CDS duplos que é o
[4:58] hóspede e last comed e no encartzinho ele define assim que
[5:02] o motley cru ficou com as vendas, o pós não ficou com a
[5:05] mulherada e o hóspede é quem ficou com a Glória.
[5:08] Nos anos 80. Vocês concordam com isso?
[5:13] Cara ele, eu eu acho que o essa persona do do black lawes é
[5:17] importante, né? Aquele cara Lars in the life,
[5:20] né? Aquele cara que é ele.
[5:22] Ele se dá aquela outra importância que que faz uma
[5:25] diferença No No sucesso da banda, né?
[5:28] Mas ele dizer que ele ficou com a Glória, acho um pouco um pouco
[5:31] forte a afirmativa. Não foi ele quem disse, né?
[5:33] O cara que escreveu o slider notes no encarte que é algum
[5:36] jornalista assim. Ele falou que o.
[5:38] Osp é quem ficou com a Glória assim, e é, de certa forma, eu
[5:42] acho que o osp tá é musicalmente muito mais elaborado do que
[5:45] todas essas bandas lá com quem eles colocaram juntos ali, mais
[5:49] pesado. Tem muito mais os elementos que
[5:52] me chamam a atenção musicalmente do que as outras.
[5:55] Não só pelo meu gosto, também assim.
[5:57] Acho que o hospital nessa meio termo entre quiz zero Smith e
[6:02] Judas, triste assim que é uma coisa que me agrada bastante.
[6:06] Perfeito, cara, eu concordo 100%.
[6:08] Pra mim é 11 mistura. Só que eu, eu eu vou um
[6:12] pouquinho pro lado só, cara, eu misturaria com o Judas.
[6:16] Eu também acho que eles têm muito de Judas.
[6:18] Esse DC assim com. Com a aquela característica de
[6:22] motley Crew, cara de de ser um som Street fowers, né?
[6:25] Um som que que é cara. Os refrões são muito fodas, né?
[6:30] Os refrões são maravilhosos. Eu acho que isso é o que puxa do
[6:32] rádio setentista. Eu vejo eles trazendo isso muito
[6:35] de era Smith de Kiss, assim. Tem horas que eu falava assim,
[6:37] Kiss, isso era Smith na música. E aí eles trazem o peso da new
[6:42] Wave ali, das coisas mental e assim até do punk, de certa
[6:46] forma vai. Dá para colocar que eles têm
[6:48] essa. Vontade de transgredir deles
[6:51] tinha bastante. Ele tem o vínculo lá com o New
[6:55] York Dolls, né? Que ele fez uma turnê com os
[6:57] caras que já tá casado direto lá, né?
[7:00] Provavelmente o William comentou no outro episódio, infelizmente
[7:02] eu não ouvi. Cara, que falha, né?
[7:04] De de caráter, mas eu não ouvi o do do prinson Iron.
[7:08] O episódio é o disco. Não, não.
[7:09] O episódio, cara, o disco é maravilhoso, né?
[7:14] Ah, o disco é foda. Mas o que o Thiago falou é legal
[7:17] também da da imagem, né, cara? Eu Oo meu irmão também tinha um
[7:21] livro que era só de fotografia do Ross halfling, né?
[7:24] Aquele cara que foi o fotógrafo das turnês do de algumas turnês
[7:27] do Washington, né? Fotógrafo famoso e a capa é o
[7:30] black lawless com a caveira, né? Derrubando o sangue, né,
[7:33] derramando o sangue na cara dele.
[7:35] Essas coisas ali são super marcantes, né?
[7:37] Eu sempre tive o fascínio pela imagem do Washington também acho
[7:40] que é. É bem relevante o lance de
[7:43] assim. Eu não sei quanto é verdade, né?
[7:44] De jogar carne kro na galera, né?
[7:46] Quase uma grana gasosa. De real, né?
[7:49] Jogava assim no show, que é a primeira vez que eles tocaram no
[7:51] Brasil. Inclusive ele jogou assim que
[7:53] 2005 acho que foi. Estava datado já, mas foi, né?
[7:59] Foi né, tinha que ser, né, cara? Lógico.
[8:02] Pois é, o Christian maido é um puta álbum cara.
[8:04] E foi muito bom fazer aquele episódio.
[8:06] Deu trabalho porque é um álbum conceitual e ele cheio de.
[8:10] De detalhes, muitos ganchos com a letra, né?
[8:13] O black lawes, ele tem 11. Dedicação muito especial para
[8:17] esse tipo de de conteúdo, né? Lírico de fazer as músicas
[8:22] soarem a favor das letras, vice versa.
[8:26] Então deu trabalho e é um baita álbum.
[8:29] O que nos traz aqui para esse primeiro, né?
[8:30] Para esse primeiro CD, que ele já tem uma sonoridade própria de
[8:34] época, a gente vai falar mais adiante, mas só para gente pegar
[8:36] aqui o. O gancho, né?
[8:38] Pra gente só resgatar a formação do álbum.
[8:41] Nós tínhamos o black lawes baixo e vocal principal, nós tínhamos
[8:45] o Chris Holmes na guitarra range, Piper na guitarra e
[8:49] backing vocals e Tony Richards na bateria e backing vocals.
[8:52] Essa foi a formação que gravou esse primeiro CD.
[8:55] Algum comentário que vocês queiram fazer em relação a um
[8:57] desses? Músicos, cara, o único
[9:00] comentário é que eu curto de mais a voz do black.
[9:02] Lawless, muito. Sempre curti demais esse
[9:05] rasgadão dele lá, mas aí não é dessa informação, né?
[9:08] É da do minha consideração pela banda.
[9:11] É legal que no na época pré ospe, né?
[9:15] Quando o black toca com o range Piper, ele também toca Comic
[9:18] six, né? Disse que era um dos grandes
[9:20] amigos dele ali, mas depois cada um foi pra sua banda e ele disse
[9:24] que foi a partir do momento que cada um, cada banda teve a sua,
[9:29] o seu contrato. Foi como se fosse a graduação da
[9:32] escola, que aí cada um seguiu a vida e deixou de ser amigos.
[9:38] Bah. Sobre a formação, o que que eu
[9:40] penso dessa época? A fase com Chris homens?
[9:42] Ela é interessante porque o Chris homens, ele ele é um cara
[9:45] que tem personalidade. Ele é um guitarrista com
[9:47] personalidade, um guitarrista com uma sonoridade, uma
[9:51] identidade muito característica, muito própria, e isso criava,
[9:55] para o hóspede, uma certa. Passavam umas um sentimento
[10:00] assim de ser uma banda mais completa, né?
[10:03] A partir do momento que ele deixa o hóspede e vira só o
[10:06] black lawlis, aí vira o women Band, né?
[10:08] Aquele cara que toma as rédias da situação, que compõe tudo,
[10:12] que dá o direcionamento para tudo, acaba virando um líder
[10:14] incontestável. E isso pode ser bom, mas também
[10:21] pode ser negativo, né? Uma banda com 11, pessoa que
[10:24] não. Tem limites pra pra criar.
[10:26] Se ele usa isso pro bem, ótimo, se canaliza pro mal, isso acaba
[10:30] sendo ruim também. O que eu acho que pro causa do
[10:33] ospe não, não chega AA esse ponto, apesar de que os discos
[10:37] que foram lançados aí de de uns anos pra cá, nem todos são muito
[10:42] celebrados, né? Tem alguns dividem opiniões aí
[10:45] da da galera aí que eu já já ouvi.
[10:47] Né? Eu não.
[10:48] Eu confesso que eu não consigo acompanhar mais tanto os últimos
[10:52] discos do ospe assim de um. 34 últimos discos eu não ouvi com a
[10:56] devida atenção. Acho que assim, de certa forma,
[10:59] o black sempre foi o grande líder do Oscar, né?
[11:01] Acho que isso não se coloca, mas essa primeira formação que é
[11:05] legal, do black tocando baixo, você ter 2 guitarristas, né, que
[11:07] o Chris roms é o bom guitarrista e o Hand Piper também é um bom
[11:09] guitarrista, né? Então por mais que o Chris roms
[11:12] seja o principal guitarrista de suporte pro black, ainda tinha
[11:16] um Hand Piper ajudando e o black vindo lá pra trás na hora que o
[11:19] black assume pra ser um dos guitarristas da banda.
[11:22] Que é isso? Muda um pouco a sonoridade da
[11:24] banda, dá uma caminhada para ter o black muito mais como centro
[11:29] mesmo de tudo, né? Sobre a capa, pessoal, vamos
[11:33] falar dessa lindeza, o que que vocês acham dessa Monalisa aqui
[11:37] do do estilo? Acho que a capa funciona porque
[11:42] ela é uma fotografia que mostra o que era o show do osp na
[11:45] época. E o osp fazia sucesso por esse
[11:47] show, né? O osp chamou a atenção por ter
[11:49] esse show que era uma transgressão completa.
[11:52] O cara botava uma freira ali, nua e estuprava freira e fazia.
[11:57] Era um negócio pesado do show assim não era simples assim.
[12:00] Fazia arrancava um feto dessa, era podre, assim, de
[12:05] agressividade que os caras faziam.
[12:07] Era confrontacional mesmo. Black walless queria fazer um
[12:10] negócio e isso fez fama. E aí na hora de fazer a capa do
[12:13] primeiro disco, eles tinham que colocar isso.
[12:15] Você vê que na capa do last comedy já estava centralizado no
[12:18] black walless, né? Essa aí tá a banda toda, tá o
[12:20] palco, tá toda aquela formação, como se tivesse então te dizer,
[12:24] ó, estamos trazendo o nosso show para você comprar um disco de
[12:27] vinil, eu acho que acaba funcionando, entrega isso.
[12:31] De fato, o disco entrega isso que a capa promete para você.
[12:35] Concordo, cara. E até olhando eu não.
[12:38] Eu não tinha reparado, por exemplo, que tem 2 olhos atrás,
[12:41] né? Tem um lance meio de que tem 11
[12:43] capetão que está observando tudo.
[12:45] A capa é bem, é vermelha e preta, né?
[12:49] Uma boa combinação de cores aí, mas é, tem, tem 1111, pegada
[12:56] quase. Sim, se você olhar AAA
[12:59] indumentária da galera, né? Fora as as serras esqueletinho,
[13:04] lá não está tão longe dum dum exagero dum dum dos esteticista
[13:08] da vida, né, cara, não tem a fishnet lá, mas tá tá ali aqui é
[13:12] um Monte de roupa de couro com muita pele exposta, né?
[13:16] E eu eu acho que tem uma excelente apresentação do do
[13:20] disco que o Thiago falou, cara, tem, tem as cabeirinhas, né?
[13:22] Tem Oo todo. O esquema over the top, que acho
[13:26] que é o grande, o grande tema do do Washington nesse começo, né,
[13:31] cara? Não, lanche.
[13:32] Rebelião mesmo. É só pra dar crédito, né?
[13:34] A foto é do mosh branca. Mosh Hollywood branca que foi.
[13:39] Alguém tirou essa foto, mas é a foto do do palco deles mesmo, do
[13:43] show deles. Quando eu olho pra essa capa
[13:45] aqui, eu lembro do clipe da não não, porque tem essa mesma
[13:48] temática, mas tem alguma coisa nela que me remete aqueles
[13:50] clipes do Scorpions, tipo rock, lá que é AR kame.
[13:55] Me lembra muito um pouquinho assim da até do o Def lapper, da
[14:00] foograph, esse parece que é esse tom assim, né?
[14:03] Essa fotografia assim, essa essa imagem, né, é bem bem oitentista
[14:08] assim, bem bem retrato de época, sabe?
[14:11] Bem característica, acho que era isso, acho que trazia o que a
[14:15] banda era no palco, trazia a imagem que eles queriam vender.
[14:19] Se isso envelheceu bem ou mal, não, não sei.
[14:22] Dizer agora, se se uma banda lançasse algo do tipo nos dias
[14:26] de hoje, como é que seria? Se vocês conhecem aí alguma
[14:30] banda que lançou algo parecido e queiram compartilhar aí com os
[14:33] ouvintes aí? Né?
[14:34] Acho que hoje em dia não choca mais, né?
[14:37] Acho que esse é o ponto. Naquela época, chocava, você
[14:39] tinha Estados Unidos muito mais puritano.
[14:42] Não sei se mais puritano do que é hoje, mas tinha as imagens que
[14:46] você tinha acesso no meio de massa.
[14:48] Eram muito mais controladas assim.
[14:50] Então você já tinha um disco que jogava essa coisa, mas que fosse
[14:55] encenado ainda era um choque, né?
[14:57] E o hospital tava trabalhando em cima desse choque.
[15:00] A gente vai falar mais da primeira música, da
[15:02] controvérsia, primeira música do disco que acabou sendo tirado
[15:06] assim. Então o hospital tava
[15:07] trabalhando com essa questão do choque rock pros anos 80, tipo,
[15:11] como que eu dou passo além do que era o Elis Cooper, passo
[15:14] além do que era o quiz. Assim, essa imagem acaba sendo
[15:17] importante, mas hoje em dia não faz sentido nenhum assim.
[15:21] Não, né? De pronto.
[15:23] Agora, vocês lembram de alguma capa deles?
[15:26] A preferida de vocês? 12.
[15:28] Por do washing cara, eu gosto da da da Steel not black and not
[15:32] que tem o corvinho. Tommy nator é uma capa que eu
[15:38] gosto bastante. Eu gosto bastante daquele álbum
[15:40] também. Domminator bom crisson meido
[15:44] também é bonita. É um desenho bacana, né, cara?
[15:47] Minha opinião é que se saísse uma capa dessas hoje, IA ser
[15:51] considerado um massacration da vida, né, cara?
[15:53] É. Só levaria a Sério, não?
[15:55] É. Então IA ser um massacration,
[15:57] galera, IA ver como, como a paródia, com certeza, né?
[16:01] Mas a gente tem o contexto aí da época que Ela Foi super o dia
[16:07] todo, né? Meio meio rebelde, né, cara?
[16:09] É bem curioso pensar nisso, né? Como o negócio que era.
[16:13] Era proibido no passado. Hoje seria um pastiche, né?
[16:16] IA ser uma piada só. Sobre a sonoridade do álbum, a
[16:20] gente podia ver agora o que que a gente acha assim, até trazendo
[16:24] paralelos, né? A gente falou ali da da da
[16:26] questão do black, da da apropriação dele como líder e do
[16:30] amadurecimento dele como compositor.
[16:33] Eu acho que esse álbum aqui, ele envelheceu bem em termos de
[16:38] composição. A produção dele é uma produção.
[16:42] Digna de álbum na primeira metade dos anos 80, então talvez
[16:47] tenha envelhecido um pouquinho mal, mas não é demérito da
[16:51] banda, porque uma banda iniciante provavelmente não
[16:53] tinham muito orçamento, daqui a pouco não tinham experiência,
[16:58] não sei. O produtor talvez não tenha
[17:00] captado a ideia inicial, eu não sei, eu fico assim, é, eu não
[17:05] quero soar injusto, né? Dizer que que é ruim por causa
[17:08] da produção, porque não É Ela é, ela é datada.
[17:11] De 1984 e mas as músicas são muito um carimbo do que a banda
[17:17] é EE até e é até hoje, sabe? Tipo aquela atitude,
[17:20] agressividade, os vocais, melodias e tudo.
[17:23] Agora, em que relação às às letras, as temáticas?
[17:27] Aí eu acho que teve um amadurecimento que aí AA as
[17:31] letras passaram a trazer outros contextos, né?
[17:33] Outras histórias. Algumas conceituais deixaram um
[17:40] pouco de lado essa, essa questão assim sexista, sadomasoquista,
[17:44] que está muito presente nesse álbum aqui para trazer alguma
[17:46] coisa assim, mas, tipo, com isso, é mais do mesmo, sabe?
[17:49] Uma história de um jovem aí aborda a questão lá de relação
[17:53] com os pais e a relação de de como é ser um roxar, enfim, todo
[17:57] esse essa lore aí, né, cara, é, é Nietzsche.
[18:00] Eu peguei esse álbum pra ouvir, pra gente fazer o episódio,
[18:03] ouvir uma parte de vezes resgatei ele, né?
[18:05] Porque eu já ouvi várias vezes no passado.
[18:07] Eu falei, cara, esse disco ainda soa muito bem.
[18:09] Ele ainda soa bastante espontâneo, bastante agressivo.
[18:13] Deu uma datadinha no som, mas as composições continuam muito
[18:17] boas. Essa é minha minha impressão do
[18:19] álbum. Conto com o tio, que é um filho
[18:21] do do tempo dele, né? Então é uma produção que tá
[18:24] batendo com com o que é esperado de 84 na minha cabeça.
[18:27] Assim, ele tem um som que eu gosto, né?
[18:30] Sabendo o que que o que que se espera dum dum dum disco daquele
[18:34] tempo lá, é um pouco ser primeiro disco da banda.
[18:36] Apesar de já ser um disco, que cara, foi 6 semanas de gravação,
[18:41] né? Não era uma galera que tava
[18:43] vindo Do Nada, né? Foi 11, tempo razoável aí até
[18:47] considerando, sei lá o exemplo do Black Sabbath, né, que o
[18:50] primeiro disco foi gravado, sei lá, 78 dias, né?
[18:52] Um negócio super curto aí o Thiago deve ter informação
[18:56] correta, né? Mas cara, é é um eu acho que ele
[19:00] tá tá casadinho com com o que eu esperaria do, do, do som, do do.
[19:06] De 1934, né? Produção do do black com o Mike
[19:09] Vine, que é o cara que ele é importante aí pra frente, né?
[19:12] Que ele foi Oo dono daquele selo shrep no que era de só de de
[19:18] guitarrista da época, do auge dos dos guitar Heroes, né, cara?
[19:22] Ele participou da de um pedaço da produção.
[19:26] Depois o black assumiu sozinho, né?
[19:27] Que é até admirável pro. Se a gente sabe que o cara já
[19:34] tinha uma experiência, né? Comentou que já tinha tocado com
[19:36] o New York Dolls uma tour. Tinha algumas bandas anteriores,
[19:39] né? Mas acho que não, não, não é
[19:42] questão de orçamento não, cara, é a é a estética da da época e
[19:46] que pra mim casa certinho com com a música, né?
[19:49] Acho que tá tá redondinho com o que eu esperaria do de um disco
[19:54] de 84 que não é, sei lá, Oo Power lade ou um rid lighting da
[20:01] vida, né? Né?
[20:02] Isso é bom lembrar que um discurso foi lançado por uma
[20:05] gravadora grande, né? Foi lançada pela capital, Ema,
[20:07] então foi um discurso que saiu tipo, a banda gravou como demo e
[20:11] saiu agora assim, eu eu acho assim, não é uma produção
[20:14] perfeita, acho que tem alguns problemas de produção, mas não é
[20:17] um disco que pra mim me incomoda a sonoridade dele, aquela
[20:21] sonoridade de mais suja, agressiva, eu acho que isso
[20:24] funciona bem, talvez se eles tivessem mais dinheiro, discos
[20:27] mais pra frente, acho que a produção me incomoda mais do que
[20:29] desse, então acho que acaba. Assim, a tosquice entre aspas do
[20:36] do que não funcionou muito bem nessa produção, estava
[20:39] funcionando a favor do hóspede. Isso pra deixar essas músicas
[20:41] mais sujas, mais agressivas, não ser um, não cair tanto pro hard
[20:47] rock, ficar um pouco pro metal, pra agressividade da música.
[20:51] Então eu não tenho problema com a produção dele, apesar de não
[20:53] achar que é uma produção perfeita.
[20:54] Tem horas ali que você percebe, tipo, o baixo está com medo,
[20:57] solto, você mal consegue ouvir o baixo aparecendo ali.
[21:00] Então você vê que tem tipo a diferença de uma guitarra para
[21:03] outra. Você vê que tem alguns tipo de
[21:05] volume mesmo, uma guitarra num volume tal entre o outro solo
[21:09] não tá com volume, tipo a timbragem tá estranha assim
[21:13] parece meio amadora às vezes até, mas assim eu acho que não é
[21:17] nada que eu julgue que seja um defeito.
[21:19] Coisas que me incomodam ouvindo, como várias gravações dos anos
[21:22] 80 me incomodam, essa passa tranquilinho eu consigo ouvir
[21:25] sossegadamente esse disco sem me incomodar.
[21:28] Maravilha, então é isso aí. Acho que a gente pode ir pro
[21:31] faixa, faixa. Então vamos no detalhe.
[21:54] Primeira faixa é animal fuck like a bist.
[21:57] UI, vai lá, Bruno, contigo. Já começa bem, né, cara?
[22:02] E aí já vou reclamar que para mim, essa não é a primeira faixa
[22:05] do disco, né? Como eu eu sou o filhote do LP,
[22:09] cara, não, não tinha isso, né? Aí acho que o Thiago já abordou
[22:12] de leve esse esse assunto, mas animal for clic a bitch IA ser a
[22:16] primeira faixa original, mas cara, na época tava rolando o
[22:21] piermarcy, né? Aquela história toda lá, dos,
[22:24] do, dos. Pais puritanos americanos que
[22:27] que tem os 15 faixas do mal que são proibidas para criança e
[22:32] nasceu aquele adesivo lá de de parttald bizer e tal.
[22:35] Eu eu tô muito mais acostumado com o início sendo água na
[22:39] bissambária que pode até falar que para mim começa melhor,
[22:42] cara, aquela Viradinha lá de caixa simplona toscona é, é, é
[22:46] boa, né? Mas aí falando da faixa, cara,
[22:49] eu culto pra caramba, né? Também assim, Oo disco, ele é
[22:52] bem direto, né? Não tem.
[22:54] Bem diferente de tudo que a gente vem falando nos últimos
[22:57] muitos discos, aí é é o cara é aquele disco de de uma
[23:02] introduçãozinha às vezes nem introdução, direito, verso,
[23:06] refrão, aí tem uma Viradinha pra ter um solo, verso final, acabou
[23:10] né? E essa música já já dá uma
[23:11] apresentação boa pra isso, né? É sendo que essa não tem nem
[23:15] ponte, cara, é introduçãozinha, já vai pro verso, refrão, vai
[23:19] ter o solo depois. EEE, tudo com muita qualidade,
[23:23] cara. Assim, pra mim a característica
[23:24] maior desse disco é Como Ele É pegajoso, né?
[23:28] Você vê o título da da da faixa pra mim imediatamente já vem o
[23:32] refrão Na Na cabeça, né? Já consigo cantar o refrão, são
[23:35] melodias super cativante, né? É super pegajoso mesmo, né?
[23:40] E a faixa cara fala sobre assim, a minha interpretação é que é
[23:44] simplesmente um moleque humanista que tá sonhando e que
[23:48] ele é um OOO super animal, pegador e secção, né cara?
[23:52] É não, não, não vejo muito mais que isso.
[23:55] Tem a história lá que o black viu um vídeo da National
[23:58] Geographic que tinha 2 leões que estavam cruzando e tal e se
[24:01] inspirou. Mas no fim, pra mim a letra saiu
[24:04] de um de um. Um molecão que que tem os posts
[24:07] no quarto, fecha o olho e começa a sonhar que ele é Oo cara na
[24:10] cama. Só sonhar?
[24:13] É, vou deixar por aí, a parte do onanista já ficou pra trás aí.
[24:20] Vai lá, Thiago. Acho que foi ótimo pro disco que
[24:25] ele não abra com um animofaca um animofacleca bist.
[24:28] Eu acho que a urabi sambar é uma abertura muito melhor do que ela
[24:32] pro disco. Eu acho assim, sinceramente,
[24:34] talvez seja das músicas que eu menos goste do disco.
[24:37] Assim fica tal, tal, provavelmente a música mais
[24:40] farofa. Até acho assim mais hard rock do
[24:43] disco, que é muito mais pesado do que ela agora assim, né?
[24:46] O nome que chama atenção acabou, a gravadora acabou proibindo de
[24:52] que ela saísse como a primeira música do disco.
[24:56] O osp editou como singles, com gravadores independentes, a
[25:00] music for Nation, uma delas. Single e acabou funcionando como
[25:04] a propaganda tá chovendo pra caramba que tá vazando som
[25:07] assim. Não, cara, não tranquilo, então.
[25:12] Mas assim, o fato de ter sido lançada como single antes de
[25:16] forma independente gerou a controvérsia toda e botou o off
[25:20] mais em evidência pra que esse disco saísse.
[25:24] Agora. Essa letra é mais ou menos isso
[25:25] mesmo, né? Essa tentativa de criar uma
[25:28] imagem do pessoa que é. Desconforto é difícil você
[25:34] descrever, né, cara? Mas essa imagem da pessoa que
[25:38] vai atrás da pessoa que é um animal que vai atrás de.
[25:43] Da sua caçada como se fosse uma fera, né?
[25:45] Aham, mas tudo o que consegue é a revista colada, né?
[25:48] Embaixo da. As fotos das das fotos das
[25:53] senhoritas nuas, né? A meia.
[25:56] Dorda, é isso é porque é dos anos 80, né?
[25:59] Se fosse nos dias de hoje, estaria assim.
[26:00] É o Brasil, o Choco da Carla. AI, AI.
[26:12] Cara, eu eu gosto dessa música, ela realmente né, né, em 97 Ela
[26:16] Foi recolocada No No álbum de volta, eu concordo com vocês, eu
[26:20] acho que a uana bissambari começa melhor pra um, pra uma
[26:23] primeira faixa, ela já entrega tudo, vamos deixar pra falar
[26:26] depois dela, mas essa música aqui é igual cara, ela tem um
[26:29] DNA característico, né, da primeira metade dos anos 80, né?
[26:33] Então me diverte ainda um puro nardão, eu acho que tem um puta
[26:38] som de batera, uma pegada muito boa.
[26:40] Acho que é obrigatória em qualquer playlist do hóspede,
[26:43] né, que é uma música que funciona, cara, sabe, funciona.
[26:48] Pode não ser uma música boa pra se abrir um álbum, mas uma
[26:51] música que funciona bem, acho que é uma música legal, sabe?
[26:54] A letra é isso aí que vocês falaram mesmo, essa depravação
[26:57] toda aí, e o título já faz bem, jus, né?
[27:01] Já é o título, nada convidativo aí pra.
[27:03] Ser mais claro, né? É.
[27:06] É, eu confesso que eu leio esse título.
[27:09] Tento não ficar imaginando coisas, né?
[27:12] Mas é isso, uma boa música. É interessante.
[27:15] É a capa do single também, né? Que é o krot solo lá, né?
[27:19] A capa é uma foto só do de uma virilha com a sunguinha do black
[27:24] Law, allege tigrinha com a Serra, né?
[27:26] É 11 Serra do não. Ele ficou famoso, eu fiquei com
[27:31] essa Serra. Assim.
[27:36] Disse que reza a lenda que o Leme perguntou Pra Ele, como que
[27:38] você consegue sentar com isso daí?
[27:40] Daí o moleque falou assim, não, não dá pra ser um taxi daqui.
[27:45] Ele tem um vídeo engraçado do brujickson falando também, cara,
[27:49] que ele além disso ainda soltavam os fogos de artifício
[27:52] pela pela tanga lá, cara, além de ser uma sunguinha de de
[27:56] leopardo, como a Serra, não o motosserra no meio, ainda
[27:59] soltava uns fogos de artifício lá.
[28:05] AI AI segunda faixa, wanna be sem
[28:21] party. Começa já com a bateria e ó.
[28:24] E é assim falar que eu acho que um dos heróis não cantados desse
[28:29] disco. Tony Richard, né?
[28:31] Tony é do Anderson, né? Que é, Patrícia?
[28:32] E pra mim eu acho que a bateria desse disco é sensacional.
[28:35] Tony Richards, né? A bateria desse disco é
[28:38] sensacional. Assim, acho que como é a bateria
[28:41] que já é dando a pancada para levar para frente ali aquele
[28:44] rifle meio metralhadora, refrão repetitivo, grudento, vocal do
[28:49] black também é outra coisa que é sensacional, que é aquela
[28:52] agressividade muito melhor do que os outros vocais que tinham
[28:55] na época assim. E a letra em si, essa o sonho da
[28:59] pessoa que quer não quer ser viver o emprego dos pais, ser o
[29:03] emprego chato, burocrático do escritório.
[29:05] Ele quer comandar o zoológico, né?
[29:08] Como ele fala em algum momento da letra ali, música do sonho do
[29:11] rock in roll assim, acho que não é um dos melhores solos do
[29:14] disco. Assim me vai ter.
[29:17] E o que eu acho legal ali que tem na hora que volta a música,
[29:20] que fica só a bateria segurando para fazer o árabe sambale, tem
[29:23] umas viradinhas ali que são muito foda.
[29:27] Que é grande bateria desse disco é muito boa e dessa música
[29:32] também. É engraçado, né?
[29:33] Carol? É pra mim o disco ter que
[29:36] começar com essa faixa aí, né? E além da da Viradinha de
[29:40] bateria, que já introdução, é uma.
[29:42] É uma letra super positiva, né? Acaba sendo um pouco contra tudo
[29:45] que a gente tava falando até agora, da da aprovação aí do do
[29:49] lance de cutucar OPMC. Mas é uma faixa de de
[29:52] empoderamento, né? Aquele carinha que o Thiago
[29:55] falou que quer ser o. Uma pessoa relevante não quer
[29:58] ser insignificante, né? Não quer ser aquele, aquele do
[30:02] emprego de de 95, subserviente, que vive das migalhas da
[30:06] sociedade lá. Cara, é bem, é bem, é bem
[30:09] bacana, né? É, ele leva para esse lado da
[30:12] vida, do rock in roll, do estrelato e tal.
[30:14] Eu, eu, eu curto bastante, cara EE sempre foi, acho que a faixa
[30:18] que mais me pega no disco, né? Até essas últimas ouvidas
[30:23] dedicadas aqui que eu dei para gravar aqui, isso mudou um
[30:25] pouquinho, mas. Bom, eu eu gosto demais dela ser
[30:29] bem direta, cara. Tem uma partezinha que é pra pra
[30:32] participação de de público ali, né?
[30:34] Cara que fica só a bateria cantando água na bissambari que
[30:38] eu curto pra caramba. É eu, eu eu acho uma baita baita
[30:42] baita de uma faixa de de abertura, cara com o refrão
[30:45] pegajoso demais, cara cativante mais.
[30:48] Ela tem muita atitude essa música, né?
[30:50] Ela tem a mesma atitude de uma isso of page da vida, sabe?
[30:53] Começa ali. Acelerada e para de jogar pra
[30:56] cima, cara, pô, é, e foi a primeira música desse disco que
[30:59] eu ouvi, viu? Ouvi, não vi porque eu vi pelo
[31:02] um clipe VHS que me prestaram uma no colégio, um Monte de
[31:06] vídeo. Tinha esse aqui, cara, nossa, eu
[31:09] adorei, eu pirei nessa música, é, foi assim, foi, baixei uma
[31:13] primeira vista, aí baixei uma primeira ouvida, quem sabe?
[31:16] Mas foi muito bom, cara, eu achei o máximo.
[31:19] E ela tem uma essa pegada eloquente, né?
[31:22] De ser refrão foda, Chris Homs, aqui sola muito cara, pegada de
[31:26] batera, que é animal também. E é bem isso aí que vocês
[31:30] falaram da letra, né? De de querer ser alguém, de ter
[31:33] ambição, de querer ser autêntico e alguém na vida, né?
[31:36] Aquela coisa toda. Acho que aqui a mensagem já traz
[31:40] alguma coisa positiva, né? Diferente da primeira que a
[31:42] gente viu lá atrás. Não é a primeira, cara.
[31:47] Ah. A gente está na época essa.
[31:49] É a primeira, né? Sim.
[31:51] Oo disco foi editado, cara, agora é é segunda.
[31:56] Para quem é tru, fã de Washington, essa aí é a
[31:58] primeira. É eu.
[32:00] E eu acho ainda que, Mano, você pegar você, a pessoa que nunca
[32:04] ouviu o osper na vida, bota, se pega, dá o play no stream, se dá
[32:08] o play stream, começa nessa bateria e é levada da música.
[32:10] Acho que é muito mais impressionante do que a animal
[32:13] assim. É a animal.
[32:14] Vai dar impressão. Ah, mais uma banda de rádio dos
[32:16] anos 80. OAOA era miss sem bar e da putz.
[32:19] É uma coisa. É uma pegada diferente nisso
[32:22] aqui. Foi sorte deles no fim, então,
[32:24] né, cara? De de tirar animal for Clay
[32:27] cabeça. Eu acho que eles deram.
[32:29] Saiu um tiro que saiu sem querer, deu.
[32:32] Certo dos 2 jeitos, né? Porque primeiro tem que tirar a
[32:35] música chamou a atenção e depois lança com uma música muito
[32:38] melhor com a primeira assim. Terceira faixa, love machine.
[33:01] Que que é uma máquina de AMOR? É.
[33:11] Sim, é mais uma música da bateria, né?
[33:14] Assim, vamos lá, seu Tony Richards ali que merece, parece,
[33:19] já começa ali, levada dela inicial é a bateria que vai
[33:23] carregando essa parte inicial da música ali, um dos melhores
[33:26] refrães da história dos anos 80. Não só pelo hello, é muito
[33:34] funciona muito bem assim. Acho um dos solos mais legais do
[33:38] disco nessa música também, a letra essas em nuendo de
[33:42] sadomasoquismo, ali com as coisas meio AI, uma virgo, eu
[33:48] sou um virgem, meu leão está subindo o Lion, né?
[33:52] Lion, né? O Vênus me fez bem, né?
[33:55] Essas, essas brincadeiras ali assim.
[33:59] Mas, enfim, não, não é uma letra para ser levada tão a Sério.
[34:02] Assim, apesar das influências de SM de sadomasoquismo que ela
[34:07] coloca ali serem chocantes para 1984, ainda é uma banda do
[34:10] mainstream falando disso tão abertamente.
[34:11] Mas vamos em casa. É clássicasso, né, cara?
[34:17] Eu, eu adoro essa música também. Não.
[34:20] Não sei se eu digo que é um dos melhores refrões, mas é.
[34:23] Eu gosto pra caramba também, né? Desde do do começo lá, um
[34:27] gruvisão de tom na introdução, aí vem Oo primeiro verso, mais
[34:32] contido, é, é um negócio que eu acho legal, né?
[34:34] Assim, os arranjos, apesar das músicas não serem complexas,
[34:37] sempre tem umas sutilezas, né? Então o primeiro verso fica mais
[34:40] só com baixa bateria enquanto ele tá cantando, né?
[34:43] E o negócio vai crescendo. O refrão é empolgante pra
[34:46] caramba, é marcante pra caramba, rola uns bombo duplos aí, né?
[34:49] Pra quem, quem? Curtiu umas ideias diferentes,
[34:53] bombo duplo, né? Não sei se a galera imaginaria
[34:55] num num disco desses, né? É Oo solo, cara, eu adoro que
[35:01] ele dá uma moduladinha, né? Muda um pouquinho a
[35:04] característica da música pro solo, acho que ele é um solo que
[35:07] tem um baita Bom Gosto, né? Meio melodioso, não é aquele
[35:10] solo genéricão e cara da da letra.
[35:14] Tem esse lado que o Thiago comentou, né?
[35:16] Bem, bem. Clichezão do do protagonista,
[35:20] que é a máquina de sexo, né? O cara que vai mudar sua vida
[35:24] fazendo sexo com você, mas tem tem um cara se você quiser
[35:27] pirar, tem o lance também de pensar que não assim, do do
[35:33] jeito que ele fala, às vezes você pode começar a dar umas
[35:35] piradas que Oo love machine é uma contradição, né?
[35:39] Que o amor é um sentimento EOEE é uma máquina de amor, né?
[35:43] Então tem 11. O lance de de humanidade, né?
[35:48] De de satisfação com com o amor que que que é o sentimento?
[35:52] Mas uma máquina de sexo é puramente físico, né?
[35:56] Se quiser, você pode dar uma pirada no negócio desse aí, né?
[35:59] Mas acho que não foi o que tava na cabeça do do black no
[36:03] momento, não. Acho que foi mais mais diretão.
[36:06] É pra mim é outro clássico. E bem que vocês falaram ali a
[36:10] batera, né, cara? Pô, é muito boa, cara.
[36:12] A cozinha aqui dessa música é muito boa.
[36:14] O baixo, A batera é eficiente, é marcante, né, o tempo todo.
[36:19] E aqui a gente tem 11 boa mostra, né?
[36:22] De de como a banda já conseguia, que é o mais legal.
[36:26] A gente tá falando de 3 músicas que logo de cara no álbum.
[36:32] Não 2 não, nem vem quando nós estamos desenhando a versão de
[36:36] 97 para cá. Então olha, não confunde os
[36:40] ouvintes, que só tem o registro no Spotify.
[36:42] Olha lá, mas assim, olha que interessante, o primeiro álbum
[36:46] da banda e eles conseguem conseguiram já colocar 3 músicas
[36:50] de cara que tem refrão pegajoso, que é fácil de cantar, consegue
[36:54] emplacar isso é muito, muito fazer que.
[36:57] Fora da curva um pouco assim para um primeiro álbum.
[37:00] Tem bons exemplos de primeiro álbum de banda assim, de, de, de
[37:04] debur assim. E esse é que eu acho que ele
[37:05] funciona bem nesse sentido, tá? E a letra, cara, que nem vocês
[37:09] falaram aí ela pode ser até uma espécie de love gando Kiss, só
[37:12] que versão black lawers. Vamos lá para a quarta faixa
[37:37] então, the flame. Sobre o que que fala essa
[37:39] música? Bruno, começa aí.
[37:41] Cara the flame. Pra mim é o aquele clichêzão do
[37:46] do, do vigor da Juventude que o cara quer sexo, drogas, rock and
[37:50] roll, até o limite, que não vai deixar o fogo apagar e tal.
[37:55] É assim. É aquele lance de de sou jovem,
[37:57] EE, vou Viver A Vida, vou até o fim.
[38:01] É que é quando você tem esse esse poder, né?
[38:04] E aí talvez até seja um lance de cara.
[38:06] Vou vou manter isso aqui enquanto sou jovem, né?
[38:09] É isso aí? Né?
[38:11] Acho até que tem essa questão do anthoder plain bunds out before
[38:15] the plain bunds out. Ele dá uma sensação de finitude
[38:18] pra isso, né? Que normalmente quando as bandas
[38:20] fazem essas letras que são de vamos aproveitar a vida, não sei
[38:25] o que tal tal tal, as bandas dão sempre como se elas fossem
[38:28] imortais. E nesse caso ele dá uma
[38:30] situação, ele bota um finitude, isso vai acabar, sabe?
[38:32] Eu vou aproveitar porque isso não vai durar pra sempre.
[38:35] Então, por isso que eu falo que tem sempre uma questão de
[38:37] inteligência que o black Law coloca nas letras ali Quando Ele
[38:40] Quer. E isso vai ser a sementinha do
[38:43] que vai acontecer a partir do hedless shieldren ali do jeito
[38:46] como ele vai dar uma guinada para letras muito mais
[38:48] pensantes, mas não é tão clichezão como quanto as outras
[38:52] eram. Verdade esse temperinho faz
[38:55] diferença mesmo, né, cara? E essa música, até uma pegada
[38:58] rock and roll que eu adoro, cara, ela é muito boa.
[39:01] Sabe? Imagina, né?
[39:03] 84 a cena fervendo o hosp jovem controverso, com fome de um
[39:09] lugar no mercado e os caras lançando essas pauladas aqui,
[39:13] cara, acho que the Fleming é é um bom retrato disso.
[39:17] É uma música do. Kiss ou do Smith?
[39:20] É isso, é isso, cara. Até muito raro de ser dentista.
[39:25] Um pouco mais pesado para os anos 80 assim, mas.
[39:29] Dá para você imaginar, eu consigo imaginar como se fosse
[39:31] uma música do Kiss, do rock in roll over, coisas assim.
[39:34] Exato, cara que vem a cabeça para mim é isso.
[39:36] É um Kiss com esse DC, esse dentistaço mesmo.
[39:40] Agora só uma questão, né? Tem os créditos dessa música pro
[39:43] black hollis, o Chris home e um tal de j Marques assim que no
[39:48] discobs eles não sabem se é Jerry Marques ou Jimmy Marques.
[39:51] Mas não consigo deixar nenhuma informação pra saber que foi
[39:54] quem, que é o outro. Quem que é esse terceiro autor
[39:57] da música? De onde surgiu esse rapaz?
[39:59] Também não achei referência não cara nenhuma, né?
[40:03] No No OCD não fala nada, né? Só fala esse j Marques aí.
[40:07] Eu não não consegui descobrir nada inclusive, né?
[40:10] Na nos artigos, a maioria só fala na tormenta tocou uma
[40:13] música que não é só do black que é do Chris Holmes, apesar dessa
[40:17] ter os créditos também Pra Ele, né?
[40:19] É então eu me assustei, que No No discog num disco, você clica
[40:23] vai pra numa versão, vai pra Jimmy Marques e não tem mais
[40:26] nada. Aí você clica numa outra e vai
[40:28] para Jerry Marques, nem o nem o nem que OJ significa se o dzcog
[40:33] não sabe quem vai saber, né? João, Marquês, né?
[40:38] Que vai ter um. Quinta faixa, bad.
[41:17] Esse rifle é uma cara de Judas assim, uma cara de Judas
[41:20] setentista mais feita em Los Angeles.
[41:22] É legal isso assim é uma das coisas que eu faço quando eu
[41:24] falo do hóspice, esse meio termo entre o kiz zero Smith e o Judas
[41:27] priesty e a new Wave alblitation heavy metal.
[41:30] Essa música é um exemplo muito claro disso assim, né?
[41:33] Aí a bateria parece que vai ser algo mais pesado, mas é a
[41:36] bateria dá uma marcada por tempo de ser mais hard rock, ser 11,
[41:39] outro tipo de cadência assim é mais um refrão soletrando, né?
[41:44] Colocar, né? O black hollers gosta disso daí,
[41:48] mas aí ó, tem essa levada meio cavalgada no refrão, ali bateria
[41:52] meio que dobrando em cima do riff, assim, é, eu acho, eu acho
[41:55] uma música muito legal, né? Com as músicas que não é tão
[41:57] celebradas, o disco não é tão lembradas, mas que se a gente
[42:01] der a sorte de ver no bangers eles tocando esse disco inteiro,
[42:04] essa vai ser uma das músicas mais legais de ouvir ao vivo,
[42:07] porque eu jamais imaginei que eles tocariam assim agora da
[42:10] letra. Não tenho ideia formada do que a
[42:15] do que a letra possa ser assim, pensando é alguma coisa tipo
[42:20] pessoas malvadas da mãe não vai gostar, ou se o papai não vai
[42:24] gostar também, deixar pra vocês pra ver pra onde que isso vai.
[42:29] Eu concordo com o tio, cara, esse lance do do Judas em Los
[42:33] Angeles, né? É engraçado como ele, como é uma
[42:35] sonoridade. Que pra mim é foi a foi AA
[42:40] definição perfeita né? Esse lance da da bateria ser bem
[42:43] marcadaça na introdução, né? Esse lance da música mais meio
[42:47] de tempo né, que é é Oo que tinha no comecinho dos anos 80
[42:51] do Judas, né? Pegar ali o Britney Steel pra
[42:53] mim tem uma essa carinha mesmo, né?
[42:56] E de novo cara, acho 111 verso legal, né?
[42:59] Umas melodias, tem uma cadência criativa, né?
[43:02] O refrão marcante de novo com OBAD que o.
[43:06] O Thiago falou da de soletrar as coisas, né?
[43:09] O refrão, cara, ele tem 11 levada de bateria diferente, eu
[43:12] acho bem legal né? Eu não tinha pensado no batera
[43:15] como um destaque, mas eu tô concordando muito contigo
[43:17] Thiago, porque Oo groove no refrão é diferente né?
[43:21] O cara não tá fazendo um tudo Um Par da vida e tá fazendo um
[43:24] grovisão de de com 11, uns bombos diferentes né?
[43:29] Oo lance com com os tons também é essa aí, o solo eu não acho
[43:33] tão legal, é um pouquinho abaixo.
[43:36] E cara, pra mim, a letra dessa música é um pouco sobre tabu,
[43:39] né? Até fala diretamente de tabu lá,
[43:41] mas é o lance de cara. Algumas coisas que quando você é
[43:44] jovem, se você fizer seus pais, vou aceitar, né?
[43:47] Mas que eventualmente vira geração.
[43:50] Deixa de ser tão um negócio tão, tão grave assim, tão crítico,
[43:54] né? É uma. 111 lance do que que é de
[43:58] fato considerado 111, mal ou não, conforme o tempo vai
[44:01] passando. Cara, a batera dessa música aqui
[44:03] é muito boa de acompanhar, legal que vocês citaram.
[44:06] Eu fiquei imaginando essa música com uma sonoridade atual sendo
[44:12] feita nos dias de hoje, soando Moderna, como seria foda.
[44:16] Eu vi, sabe? E eu acho que eu já o falo.
[44:19] Interessante que se estrague a música, velho, é, você bota uma
[44:22] bateria muito? Sim, uma bateria muito.
[44:25] Produzida, eu acho que tira a graça da música, vai?
[44:28] Botar o Arcanjo pra tocar, isso não vai dar certo não.
[44:33] Mas assim o solo eu já achei interessante.
[44:35] Bruno, nada demais assim, mas também não, não achei ruim não.
[44:39] Simples, sabe? Achei, achei ok.
[44:41] É uma boa música, cara, nada assim que eu queira pontuar, mas
[44:44] nada além disso, anão ser acompanhar a batera.
[44:46] O carro do Tony Richards aqui, cara, tem uma pegada bem bacana,
[44:49] nem sei se ainda é vivo esse cara, se ele tá na ativa, o que
[44:52] que ele faz? É criativo, né, cara?
[44:54] Eu também não. Não acompanhei não a carreira
[44:56] dele. Será que está vivo?
[44:58] Ainda deixa eu dar uma olhadinha aqui.
[45:00] Quem sabe como é que é? Quem sabe faz ao vivo ou no
[45:03] podcast gravado. Vivo ainda tá que chance morrido
[45:06] talvez a lembraria, Tony? Risco.
[45:08] Mais não tá trancamente? Tá ativo assim, segundo a
[45:13] wikipedia, ele continua ali, mas não fala nada que ele fez.
[45:16] Tem que procurar no metal. O metal talvez tenha alguma
[45:18] outra informação. Esse.
[45:19] Cara aí, né? Esse cara aí, ele tem 67 anos.
[45:23] Anos cara, atualmente na Wikipédia aqui.
[45:26] Achei alguma coisa dele aqui, então esse cara aqui puta depois
[45:30] do do hóspede, foi por razões não especificadas.
[45:36] Saiu logo depois desse álbum aqui e depois diz que agora ele
[45:40] atualmente toca numa banda chamada dela vela, com Carl dela
[45:44] vela. No baixo, Lee Oliver.
[45:46] Na guitarra, é isso aí. Tem até um site, quem vela,
[45:49] vela. Tocou no great White antes disso
[45:52] daí, né? Pra colocar ali, mas depois o
[45:55] hóspede, mesmo, mesmo procurando, teve um Max havelk.
[45:59] Ele chegou a tocar nessa banda que chama Max havelk de Los
[46:02] Angeles, aí procurando outras referências que tenham nessa
[46:06] banda. Ninguém muito famoso que tenha
[46:08] tocado junto, mas é nada assim, tipo eu que tô procurando em
[46:13] forma do metalum mesmo. Não tem nada assim, chegou a
[46:16] produzir um disco depois de uma banda que chama argos.
[46:18] Até antes ele chegou a produzir, mas não tem nada.
[46:21] Tem a página do Facebook dele aqui, deixa eu ver, se abre
[46:24] página do Facebook do Tony Richard antes quando for, né?
[46:27] Não dá para ver direito, tem uma foto de cachorro dele, só que
[46:30] ele. Deixa vai, foi lembrado.
[46:35] Nunca se deu tanta atenção para o Tony Richards em um podcast
[46:38] igual foi dado. Agora só aqui no só aqui no
[46:41] rock, na mesa. Sexta faixa School days.
[47:20] Essa música ela ela pra mim perde um pouquinho, né?
[47:23] Felizmente tá No No fim do lado do ar, acho que já não.
[47:27] Já não eram um dos grandes focos dele, né?
[47:29] Mas tem uma carinha de escus out for Summer 2.0, né?
[47:33] Até meio que um shunfou gro, vizinho dela, né?
[47:36] Mas cara, ela é bem bem pueril, né, assim, dentro do que eu
[47:41] tenho no disco do Washington até, né, esse lance de puta, a
[47:44] escola é uma prisão e eu preciso ser libertado, né?
[47:47] E eu só tô nessa prisão por causa da minha idade, sei lá, eu
[47:51] não, não, nunca curti muito, cara.
[47:53] Apesar do do do verso, que é um pouquinho mais espaço, o groove
[47:56] da bateria é legal e assim o refrão ele é grudento, mas putz,
[48:00] eu não, não, não é uma das minhas, um dos grandes destaques
[48:04] do disco, para mim não, cara, imagino que talvez ao vivo ela
[48:07] tenha funcionado em algum momento, né?
[48:09] Porque tenham, acho que quase todas as as faixas desse disco
[48:12] tem 11 potencial de participação do público, né?
[48:15] De gritar School days. E ele responde, né, mas eu não,
[48:19] não, não sou um grande fã dessa faixa não.
[48:23] É fato também que eu acho que é a música que eu menos gosto do
[48:25] disco, mas assim, vamos lá, né, da letra, sem ter essa questão
[48:29] da letra de você fazer uma crítica ao sistema escolar dos
[48:33] Estados Unidos de forma pueril, mas você tem a pancada porque
[48:36] ele começa com O Juramento da Bandeira, né?
[48:39] Então ele começa já, e daí no meio ele vai falar que é please
[48:42] no a lidians, né? Não, não, juro a nada, sabe?
[48:45] Não tenho Aliança, nada, mas acho assim que o que faz com que
[48:49] essa música não seja completamente.
[48:52] Esquecível é a bateria dela? Acho que é.
[48:54] Eu estou aqui, está muito bem na bateria dela.
[48:57] E se prestar atenção, tem hora que ele vai mudar o ritmo.
[48:59] Tem a hora que tem aquela frase do fire Bell sreaming, ele faz
[49:02] No No raidizinho como se fosse o sininho do negócio.
[49:07] Tem. Várias horas que ele dá, ele dá
[49:09] uma quebrada para mudar a bateria.
[49:11] A música tem numa levada, ele quebra o ritmo para
[49:13] principalmente nas pontes. Assim, acho que ele faz a
[49:16] música. Ele assim, uma música que seria
[49:19] normal. Ele tira da normalidade essa
[49:21] música. Não que leva a música a ser uma
[49:23] das melhores do disco, mas acaba sendo divertido por causa disso.
[49:26] Termina bem o lado a, apesar de terminar pior do que o lado a
[49:30] vinha sendo até agora. Esse lance do preg of Legends,
[49:34] cara, eu posso estar falando besteira, mas eu acho que é
[49:36] tipo, outrora o pessoal cantava o hino do Brasil antes de de
[49:42] começar as aulas, sabe? É, rolava isso é antes de
[49:47] começar o dia. Cada disco lá, eles tinham que
[49:50] fazer o. O plead of Legends, né?
[49:53] Que é Oo Juramento a Bandeira lá, O Juramento de de de
[49:58] fidelidade aos Estados Unidos, né?
[50:00] Então talvez seja assim, tá começando o dia e o cara tá
[50:03] desesperado porque tá entrando na escola lá, né?
[50:06] Não que isso mude grande coisa da.
[50:07] Música, mas Estados Unidos, pessoal da escola, né?
[50:18] Tem parte ali que você. Pode colocar assim, né?
[50:21] É isso aí, cara. É, é, vamos dizer assim, que
[50:23] essa aqui é a famosa saga do jovem que vai pra escola,
[50:26] obrigado, né? Que não suporta estudar e não
[50:29] vem a hora de ir embora. Seria aí talvez 11 música no
[50:32] estilo que nem o Bruno falou scuzout do do LS Cooper, mas Na
[50:37] Na linguagem do hóspede. Ou daqui a pouco, não sei mais
[50:40] brando que a notter break and the Wall também.
[50:43] E sobre cantar lá o hino lá pra Bandeira?
[50:48] E fiz muito isso aí no ensino fundamental, numa escola que eu
[50:51] estudei, cara, todo dia de manhã tinha que ir lá hastear a
[50:55] Bandeira e tinha que cantar o hino, cara.
[50:58] Antes disso, nada, nada feito, não IA pra sala de aula, não
[51:01] tinha nada. Eu não lembro até o.
[51:03] Ensino fundamental era toda quarta-feira, cara, e tinha o
[51:07] pessoal que se orgulhava de ir lá e hastear a Bandeira enquanto
[51:10] estava cantando o hino. Mas toda quarta-feira antes da
[51:13] aula tinha OA cerimônia do hino. No meu tempo não tinha isso não.
[51:21] Esse final de a gente pegou, né? Entrou.
[51:24] Eu e o Bruno temos a mesma. Somos do mesmo ano.
[51:26] A gente pegou esse final de escola da ditadura militar, né?
[51:30] Aula de osbb, educação moral e cívica das coisas.
[51:35] A gente teve que aprender tudo na escola ali e tinha que toda
[51:38] classe tinha uma Bandeira do Brasil e.
[51:41] Obrigatoriamente é cantar o hino, já que sabe o hino de Cora
[51:44] assim. Mas é essa música.
[51:46] É um bom rock in roll, né? Tirando essa mensagem aí que
[51:50] enfim. Mas acho que é uma boa música.
[51:52] Não acho ela ruim. Não música legal assim.
[51:54] Ela ela seria uma música esquecível só assim.
[51:57] Mas acho que a bateria ela leva um pouquinho a ela, mas que a
[52:00] gente fala de ladeira abaixo do xisco, né?
[52:02] Que a gente tava brincando em outros exemplos.
[52:05] Ela é uma música que reduz um pouco, não tá no padrão das
[52:08] outras que vieram antes pra mim. Vocês acham que esse disco uma
[52:13] provocação, tá? Ele pode sofrer da mesma
[52:16] síndrome do Europe? O what of this World tipo
[52:19] concentra tudo que é o de melhor no começo e deixa um pouquinho
[52:23] desproporcional, ou não? Pra mim não, cara, pra mim.
[52:26] Não, de jeito nenhum, a melhor. Faixa tá no lado 2, inclusive.
[52:30] Eu acho que eu sei qual é e acho que é a minha preferida também.
[52:59] Sétima faixa. Hélio.
[53:11] Voltou para uma pegadona pesada ali, bateria conduzindo de novo
[53:15] a música ali, assim, o baixo do black.
[53:18] Aí o que eu falo da produção, às vezes o baixo do black podia
[53:20] estar um pouco mais em evidência, que acho que fica
[53:22] muito perdido assim. Eu queria ter ter baixado algum
[53:27] tipo, ter ouvido o vinil de época que nem o Bruno tem ali,
[53:29] ter baixado uma pensagem original para poder ver como que
[53:32] tava isso originalmente, para ver se no o remaster, esses
[53:36] remaster que eu tenho do CD remasterizado, remaster que tá
[53:38] no. Nos streams, segundo um pouco
[53:42] isso se era pior ainda, o centro estava funcionando direito.
[53:44] Foi uma besteira do remaster de perder um pouco essa sonoridade
[53:47] do baixo, mas assim é uma das músicas mais legais do disco ali
[53:52] solo sensacional, acho. A entrada do solo é uma das
[53:56] entradas dos solos mais legais desse disco, que tem também
[53:58] assim. E a letra é sobre a metáfora do
[54:02] encrenqueiro, né? A elium é o encrenqueiro, né?
[54:04] O americano tem lá da pessoa da delinquência juvenil, podemos
[54:08] dizer assim. O roqueiro malvadão, né?
[54:14] O cara que é o motoqueiro do mal não tem grande coisa também,
[54:20] cara. Nunca peguei nada além disso da
[54:22] da letra não, mas eu concordo, cara, totalmente que AA faixa
[54:27] subiu de novo o nível loucamente depois da da School days, né?
[54:32] E. Essa aí é pra mim é uma
[54:35] pegadinha de Judas acelerado, um pouquinho mais agressivo na
[54:38] sunset strip também, cara, é, eu adoro a intro, né, que tem um
[54:43] groove de de bateria nos tons, a ponte legal, o que você falou do
[54:46] solo, cara, porra, esse solo me chama atenção, né?
[54:49] Diferente do de do dos anteriores aí, e eu acho legal
[54:54] que ela vai tendo uma intensidade também pro final,
[54:57] né? Vai, o galera vai tocando, aí
[54:59] entra um bombo duplo, né, aquele clichêzão que que vai crescendo
[55:02] a música pra terminar. Mas vira muito bem ao lado,
[55:05] cara, começa muito bem ao lado do b, Hein?
[55:07] Judas Priest na sunset strip? Então é isso, tá?
[55:10] Então o ralfford IA gostar de usar aquela tanguinha com a
[55:14] Serrinha. Né?
[55:17] O black Lawrence usava também as calça cômoda de fora.
[55:20] Cara, tá tudo em casa aí. E no postinho também.
[55:24] Aí é contigo. AI.
[55:29] Pode ser o problema do black. A Londres falou que a gente
[55:31] tinha ainda pelo crisson liden era o era outro, né?
[55:35] O gostinho não era muito má vontade dele, né?
[55:38] Não era muito bom sentido por ele, né?
[55:42] Olha só que coincidência, né? Na minha anotação, usei uma
[55:46] frase que o Bruno colocou aí na análise dele, para mim, ela leva
[55:49] o nível cara em relação as 2 anteriores, a hélio ela sobe o
[55:54] nível e. Acho que tem a pegada de matéria
[55:58] e o baixo do do black, que é uma marca registrada e tá aqui
[56:03] presente, né? Poderia estar mais se a produção
[56:06] contribuísse, mas ela tá ali. Se tu prestar atenção, tu
[56:08] consegue ouvir bem. O crishoma está mais contido,
[56:11] mas ele distribui alguns bons rifes, né?
[56:14] Faz um solo bem direto, eficiente e é um bom refrão
[56:17] também que essa música tem. Oitava faixa.
[56:54] Clipping in the fire olha, eu vou arriscar dizer que essa
[56:57] música parece uma Power balad, com a assinatura do hóspede, que
[57:01] a gente podia usar esse termo aí, porque não fala de amor,
[57:05] obviamente, né? Fala de de sexo, ossos, que
[57:07] novidade, mas faz referência ao tio Lu aqui, cara, né?
[57:12] Que cuja mágica faz a pessoa se sentir entorpecida.
[57:17] Dormir no fogo aqui pode ser referência ao ato sexual em si,
[57:20] né? De prazer e tal, aquela coisa
[57:22] toda. Uma levada bacana, uma boa
[57:24] música. Uma baita balada, baita balada
[57:28] assim, das melhores baladas que os Buenos de Americanas dos anos
[57:33] 80. Nessa linha todos fizeram assim,
[57:37] perfeita do início ao fim. Jeito que começa o vocal do
[57:41] black está muito bom assim, então acho que não.
[57:45] Eu sinto que é uma letra meio triste até assim esses leeping
[57:48] in the fire eu não coloco assim. Sabe esse Tate do love?
[57:52] Sabe, tipo, a paixão e a dor são uma só, você está dormindo no
[57:56] fogo, sabe? Sinto que tipo fala que você
[58:00] está bêbado de no amor, sabe? Acho que é uma sensação de um
[58:04] amor não tão bonito, apesar de ser uma letra de uma música
[58:08] muito bonita assim, e solo funciona muito bem assim.
[58:12] A bateria tem aquela parte da bateria antes de entrar, aquela
[58:15] parte antes do solo também, que é muito boa da música.
[58:19] O solo é muito bom também. O solo, aquela tentativa de você
[58:21] vai fazer um solo mais blues e de fazer a guitarra chorar.
[58:24] E tem as quando ela vai ganhando força na transição, tem um
[58:28] pouquinho de de exibicionismo, mas devolve para o refrão muito
[58:32] bem. E aí tem uma guitarrinha no
[58:34] refrão ali no refrão final tem uma entra, uma guitarrinha mais
[58:38] tensa, que é tipo de você tá segurando?
[58:40] Ali ela vem e te trás mais tensão ainda.
[58:43] Eu acho assim, tipo o modelo assim, se um dos grandes erros,
[58:47] talvez para o hosp, não foi lançado essa música como um
[58:49] clipe ou como um vídeo, né? Ou como um single.
[58:51] Na época, esse modelo de Power bellad ainda não tava tão
[58:55] fixado, ainda assim. Mas essa era aquela música que o
[58:58] hospede tinha chance de quebrar Barreiras, de sair dessa bolha
[59:01] do rock metal se eles tivessem lançado como um clipe, um clipe
[59:05] legal em 84 para ela. Porra, cara, eu tô impressionado
[59:08] com com a minha consistência, com o Pina do Thiago.
[59:11] Pra mim essa música é tinha um potencial gigante, cara.
[59:15] Eu imagino até o clipe da carinha dormindo numa cama com
[59:18] aquele fogo tosco de de edição de vídeo ao redor da cama, cara,
[59:24] acho essa pra mim, depois que eu ouvi esse disco, com a dedicação
[59:28] agora pra estudar. Cara, essa faixa eu gostava já,
[59:31] mas ela ganhou um. Uma força gigantesca, cara.
[59:34] Eu considero ela uma balada assim, o ele é uma Power balance
[59:37] mesmo do do do washing. Ela esse tem um lance no verso
[59:43] cara para dar uma nerdada de leve aqui sempre bom.
[59:46] Ela termina com OOO black cantando uma nona, né?
[59:51] Que dá 11 suspensão melancólica No No fim de cada trecho do
[59:55] verso. E o refrão também, né?
[59:57] Quando ele fica com o fire que ele que ele mantém No No fim do
[1:00:00] refrão. Uma sílaba mais longa, ele
[1:00:03] também para Na Na Na mesma nota, cara que dá 11 clima tão
[1:00:07] melancólico, tão legal Na Na faixa, né?
[1:00:10] É esse esse esse refrão grudento pra caramba, cara.
[1:00:15] O lance da tensão que o Thiago já comentou, né?
[1:00:18] Ele vai criando atenção pro solo, né?
[1:00:20] Vai, vai crescendo o solo tem fininho pra caramba, cara, eu
[1:00:23] acho esse solo. Muito Bom Gosto, ele usa essa
[1:00:27] mesma tensão que que tem no verso, sabe?
[1:00:29] Tem uma consistência dentro da música, né?
[1:00:32] O lance da bateria que vai vai crescendo também para cair no
[1:00:35] solo. Cara, eu acho essa música é é
[1:00:38] muito melhor do que eu já tinha ouvido em todas as audições
[1:00:40] anteriores desse disco. Cara, é, é sensacional, né?
[1:00:44] EEA letra para mim, fala um pouco de de amor proibido, né?
[1:00:47] De esse lance do do fogo como perigo, né?
[1:00:50] Você tá ali no. No cenário de de perigo, né?
[1:00:53] Esse lance do do amor com lúcifer, né?
[1:00:55] O lúcifer é aquele OOO, irresistível, né?
[1:00:59] É um carinha que tá ali, seduzindo que você não vai ter
[1:01:01] como como escapar, sabe? Acho cara, bem legal, né?
[1:01:05] Oo lance do do é um amor, mas é um amor que vai machucar, né?
[1:01:09] É um amor negativo, dolorido, mas que você No No sentido de
[1:01:14] estar bêbado, você vai mergulhar nesse negócio mesmo assim, eu
[1:01:17] acho essa faixa cara destaque. Total para mim, melhor do disco
[1:01:22] disparado, muito foda. Ô louco, achava que era outro.
[1:01:26] Errou. Vamos
[1:01:50] lá então, para nona faixa on yourniss.
[1:01:53] Vai lá, Bruno, de joelhos. Falar de joelho agora, né?
[1:01:57] Assim, depois da da slipinina faz é foda de de seguindo o
[1:02:01] embalo, né? Mas eu curto pra caramba.
[1:02:04] De novo para mim, essa aí é uma carinha de de Judas em Los
[1:02:06] Angeles, lá andando com carro conversível pela sunset strip,
[1:02:10] lá para assistir um show no Whisky A Go Go, né?
[1:02:12] No turbador lá até até assista. Depois, cara, tem um vídeo legal
[1:02:16] do do washing tocando no turbador, o black acendendo a
[1:02:20] placona de Washington lá com a tocha.
[1:02:22] Legal demais, cara. É isso aí?
[1:02:27] É isso aí? Chora na mão a galera cantando
[1:02:32] assim pra mim é é outra cara musicaça um refrão legal pra
[1:02:35] caramba, que de novo né? Pra mim funcionaria numa
[1:02:39] dinâmica de de pergunta e resposta com plateia, né?
[1:02:42] Eu nunca vi show do washing, tá? Acho que vocês 2 devem ter visto
[1:02:45] 1 t, mas eu nunca fui. Tô curioso com com Oo bangers,
[1:02:51] né? É, mas cara, é.
[1:02:54] É uma faixa pegadona, cara. Ela tem um climinha mais de de
[1:02:57] bumbuduplo mais bumbuduplo anos 80, que não era tão tão
[1:03:00] agressivo quanto o que saiu a partir de five fire fire.
[1:03:04] Aí que acho que deu 11 reviravolta No No mundo do
[1:03:06] metal, mas eu curto pra caramba também.
[1:03:09] Pra mim é é essa é minha música favorita do disco.
[1:03:12] Assim que a gente falou lá do b eu tava curioso pra saber qual
[1:03:15] que IA ser a sua assim. Mas o nanis é minha favorita do
[1:03:18] disco. Assim, depois de uma balada
[1:03:21] sensacional, você volta com uma música que tinha que ter uma
[1:03:23] pegada para levantar o astral do disco, que a balada era.
[1:03:28] Balada é muito triste, eu acho bem melancólica.
[1:03:32] E aí você tem um das músicas que tem uma das grandes pegadas de
[1:03:35] bateria. Assim, acho legal com a bateria,
[1:03:39] complementa. O rif.
[1:03:40] Assim, ela não segue exatamente o rif, mas ela sempre traz algo
[1:03:43] a mais além do rif. E aí assim, eu acho é muito
[1:03:47] engraçado que a animal, por causa do nome da música, acabou
[1:03:51] ficando a música do fifteen e tal.
[1:03:53] Mas acho que o onionismo é uma música muito mais perigosa do
[1:03:56] que ela. É, mais pesada, mais agressiva.
[1:03:58] E é essa questão do de você utilizar algumas metáforas de
[1:04:04] sadomasoquismo e você colocar o onionismo no refrão, que é um
[1:04:08] símbolo sacro, né? De você ficar de joelhos, mas
[1:04:11] também é um símbolo ultrassexual ao mesmo tempo.
[1:04:14] Isso assim é tipo isso é muito mais perverso, muito mais tipo
[1:04:17] perigoso, muito mais blasfêmico do que animal, que é meramente
[1:04:22] uma cançãozinha do tipo do do molequinho que vê fotos de
[1:04:26] mulheres peladas e se jogam 11 leão assim é, acho que essa aqui
[1:04:30] é aquela música muito mais perigosa.
[1:04:32] Assim era a música que se o pessoal do Pierre marcy tivesse
[1:04:36] de fato preocupado assim, prestar atenção no que tava
[1:04:38] fazendo assim e chamar atenção, é essa era aquele.
[1:04:41] Tinha que ter medo. Eu estou com o Thiago nessa.
[1:04:43] É minha música preferida do álbum on your Nice.
[1:04:45] Você já imaginou esse álbum começando com a uana Bee sambary
[1:04:49] e essa aí como segunda? Alguns dos shows que eu vi do
[1:04:52] osper, eles abriam com essa. Eles abrem muito frequente.
[1:04:56] A primeira do 7 cara é muito foda ao vivo e ela é muito boa.
[1:05:00] Cara, tem uma puta energia, um refrão legal, bem chicletão,
[1:05:04] sabe? Plateia cantando junto?
[1:05:06] Tem aquela resposta, né? Que a plateia dá para ele.
[1:05:09] Cara fantástico, minha preferida do álbum disparada.
[1:05:12] Essa e a wanna be sambary são as 2 que eu gosto mais.
[1:05:16] Ela tem também antes do solo, né?
[1:05:17] Tem uma partezinha do vocal do black in estéril, né?
[1:05:21] Vocês estão vendo. Ele faz de um em cada uma coisa,
[1:05:24] em cada ladinha para você ouvir que é legal.
[1:05:26] E tem outra coisa legal dela sem aquela travadinha que ela dá,
[1:05:29] né? Na hora de entrar no último
[1:05:30] unionis do da última parte da música, depois de voltar o
[1:05:33] refrão do solo também é é Sério, sensacional a música.
[1:05:59] Décima faixa, tormentor. +1 + 1 aí que a bateria vai conduzindo.
[1:06:04] A música que eu acho legal dessa música é a interação das
[1:06:07] guitarras do riff. Assim que tem uma guitarrinha
[1:06:09] chorando, outra guitarrinha segurando o riff no início dela.
[1:06:12] Ela é a música mais longa do disco, mas engana, né?
[1:06:15] Porque ela tem essa introdução que são quase 20 segundos.
[1:06:17] Já 20 segundos de introdução fica duração em todas as outras,
[1:06:21] mas assim ela pesadona mais metal assim.
[1:06:25] Que ela não está no nível do resto do disco, mas eu acho que
[1:06:29] é uma música que não fica tanto a dever pro nível pro resto do
[1:06:33] nível do disco assim. Cara, eu concordo contigo assim,
[1:06:37] talvez seja só porque a gente já ouviu 8 músicas, Julian, antes
[1:06:42] dessa não 9, né? A gente.
[1:06:45] Ouviu 8? Faixas antes dessa?
[1:06:48] Já, já, já assim, ela tem um groove legal, cara, é uma música
[1:06:51] um pouco diferente, tem um lance que ela é mais meio de tempo do
[1:06:54] que o que veio antes, né? Tem o groove de bateria que o
[1:06:57] Thiago já já sinalizou. Legal, né?
[1:06:59] OOO, primeiro verso é mais mais largado, né?
[1:07:03] Não é? Não é tão intenso, mas acho que
[1:07:05] quando chegou nesse ponto do disco, cara, ela já já já tá,
[1:07:10] até porque os arranjos do disco, né, apesar de terem vários
[1:07:13] elementos que variam, ela ele é super fixo nesse lanche de ter o
[1:07:16] verso, refrão. Solo, refrão e cabo, né?
[1:07:20] É e cara, mas mas ainda assim é uma, é uma faixa legal, né?
[1:07:24] Os rifes são bacanas, né? Eu gosto do do do do riff meio
[1:07:29] Judas que ela tem também, né? Esse lance meet tempo que me
[1:07:32] puxa para o para os 2, prish e cara, letra sobre o capeta, né?
[1:07:38] Para mim, o tormentor é o capeta e cabo não tem grandes
[1:07:41] interpretações, não, não sei se o William leu alguma coisa a
[1:07:44] mais. Por trás da dos panos, aí, mas
[1:07:47] para mim é só 11 faixa falando do do capetão.
[1:07:51] Tem a impressão dessa letra ser uma letra mais de de violência
[1:07:55] mesmo, sabe? De o capetão mesmo, né?
[1:07:59] Colocando ali. Mas tem uma ciência, uma coisa,
[1:08:03] outra letra meio satânica, mas que fala bastante de é semem que
[1:08:07] ele gosta de colocar essa imagem do sexo com violência é o black
[1:08:11] trabalha bastante nesse caso aqui, ele trabalha nisso.
[1:08:15] Ali na arma, sadist, the twops, The Flash, né?
[1:08:18] Sou o sadista que rasga pele, né?
[1:08:23] Ele gosta, né, de fazer essas coisas, né?
[1:08:25] Ter essas coisas gráficas assim, né?
[1:08:28] É complicado. Rasga a capanguinha de de
[1:08:32] Serrinha, né? Rasga a.
[1:08:38] Tanga. Cara, essa música envelheceu
[1:08:43] muito mal, cara. Ela, ela bem datadinha, mas
[1:08:48] assim, vamos lá, inicia bem, tem um refrão ágil, é fácil de
[1:08:52] pegar, ela é bem morna, tá? Mas eu então eu acho que o
[1:08:56] grande destaque é que acaba indo para o solos de guitarra do
[1:08:58] crise do range Piper, acho que eles fazem 11 dupla ali, um
[1:09:02] revezamento tal forma, uma boa dupla entrosada, e é isso, mas
[1:09:06] não mais nada de de, de de absurdo aqui, nada que que vai
[1:09:11] fazer a diferença aqui. 11ª faixa, the torture
[1:09:45] neverstops. Cara, eu gosto dela para fechar
[1:09:48] o disco, né? Eu estou acostumado também com
[1:09:51] ela. Encerrando o LP.
[1:09:53] Eu gosto do do rifzinho, cara, o primeiro rif até.
[1:09:57] Na minha cabeça vem tipo 11 King Diamond lá do comecinho da
[1:10:01] carreira solo assim tipo de de de rife, né?
[1:10:05] E depois tem é o mesmo do refrão, né?
[1:10:09] O rifezinho que que me puxa um pouco para o King Diamond, não
[1:10:11] que que seja influência nem nada, só o que vem a cabeça é eu
[1:10:16] curto pra caramba o refrão, né? Tem uma carinha também de refrão
[1:10:21] que o público participa, né? O solo, o cara acho bem bem
[1:10:25] legal. Né?
[1:10:26] Eu, eu curto pra caramba e caralho, esse aí eu eu eu fico
[1:10:31] em dúvida se é só uma música sobre bdsm ou se é aquela
[1:10:34] crítica social foda alguma coisa no meio do caminho, mas é OOO
[1:10:39] cara que que vai ser torturado lá, que que vive com com o
[1:10:44] sofrimento de de outra pessoa torturando, mas que volta pra
[1:10:47] mais depois que talvez tenha o. Eu posso estar viajando, mas
[1:10:51] pode ter aquele cunho social lá do carinha que que está
[1:10:53] sofrendo, mas que vai voltar depois, pro trabalho ou pro que
[1:10:56] quer que seja. Né?
[1:10:58] Eu tenho. Eu tenho pra mim que a letra é
[1:11:01] tem essa questão social, sim, assim tipo.
[1:11:03] Ele usa essa imagem de violência bastante, mas é uma letra tipo
[1:11:08] de uma máquina que a gente tortura e não para de torturar
[1:11:11] nunca, que é a máquina social que faz isso.
[1:11:14] Fala que tem as questões, a letra do black, você tem que
[1:11:17] conseguir ler que ele não é. Ele não tá te vendendo não, é
[1:11:20] sempre que ele tá te vendendo, uma imagem boba assim, né?
[1:11:22] Tem vários momentos, ele tem alguma coisa ali que ele tá
[1:11:25] colocando junto. Eu acho que essa música me
[1:11:28] lembra, ajuda o splish para caramba, não, tanto que eu tô
[1:11:30] tentando colocar, não chego tanto nisso assim.
[1:11:34] Acho que tem 1 hora ali, quando os versos estão colocando tecla
[1:11:36] guitarra, cava ali embaixo. Talvez seja a música mais
[1:11:38] metalzona metalzona do disco. Menos, mais, menos Los Angeles,
[1:11:44] mais Londres, ali, né? Exchange Londres ou Birmingham,
[1:11:49] talvez, não sei, chefe. Hoje vão pensar onde tem os
[1:11:52] metal que estão acontecendo na new Wave ali, mas mas Inglaterra
[1:11:56] menos Los Angeles, diria assim. Mas eu acho assim que o jeito
[1:12:01] que a guitarra evolui na ponte legal pra caramba, e o solo
[1:12:04] assim, na hora que a minha anotação do solo fica, o solo me
[1:12:06] lembra os solo, os solo, Glenn tipton no Judas, peixes assim.
[1:12:09] Então na parte final ali que vai ter as 2 guitarras vão meio que
[1:12:14] se interagir até terminar um duetinho que devolve pro refrão
[1:12:16] que também é bem legal isso daí. E aí vai terminar o disco, eu
[1:12:19] fica na pancada, né? A bateria ficando mais rápida,
[1:12:21] que estava chorando no final ali terminando assim ele encerra o
[1:12:26] disco, termina lá em cima, né? Numa.
[1:12:29] Velocidade, intensidade alta, colocar ali pra dizer que não.
[1:12:35] Não é uma banda de rádio dos anos 80 que você tá tendo aqui,
[1:12:38] você tá tendo de alguma coisa mais pesada.
[1:12:40] É essa aqui outra data daça. Mas ela tem uma pegada tão boa,
[1:12:45] cara, que a gente acaba perdoando.
[1:12:46] Eu, por exemplo, sabe o que que me lembro?
[1:12:48] O andamento dessa música, de uma música que só viria muitos anos
[1:12:52] mais tarde, uma do DIU, a kiling the Dragon.
[1:12:55] Já pararam pra pra fazer a. Uma comparação depois, se vocês
[1:12:58] não lembrarem de cabeça agora eu ouço.
[1:13:00] Essa cavalgada, né? A cavalgada dela.
[1:13:03] Lembro que cavalgada de que nem de Dragon, mas acho essa muito
[1:13:05] melhor que a carinha de Dragon nesse.
[1:13:07] Conselho? Ou até a barracuda da do raard,
[1:13:10] pelo menos essa, essa cavalgadinha, esse galope.
[1:13:18] Mas é cara. E vocês fizeram uma leitura da
[1:13:21] da da letra. Pouco melhor que a minha.
[1:13:24] Eu não. Não deixei de de fazer
[1:13:26] referência para máquina de tortura, mas eu levei mais para
[1:13:30] o lado do sadomasoquismo. Cara, não levei tanto assim para
[1:13:34] nada social, não. Mas ok, tá tudo, tá tudo certo.
[1:13:37] É sobre isso e tá tudo bem. É importante que a pessoa sofre,
[1:13:41] né? 12ª faixa show no mursi.
[1:14:09] Não é 12ª faixa, é faixa bônus, lado b do single da animo.
[1:14:14] Ao lado b do single da animo, né?
[1:14:18] Colocar? Porque essa é uma música que eu
[1:14:20] não sou tão familiarizado assim porque não tava no meu CD.
[1:14:22] Zinho assim. Mas assim ela é pesadaça, tem
[1:14:26] essa pegada assim você vê pela produção, claramente, você vê
[1:14:28] que não é a mesma produção do disco.
[1:14:30] É uma produção um pouco mais crua que a produção do CD em si.
[1:14:33] Mas eu adoro elas. Eu acho refrão sensacional lá do
[1:14:37] Iron, é isso. Eu acho bem metasona mais
[1:14:42] pesadona ali assim. Aquela coisa, né, tipo o
[1:14:45] problema dela assim, primeiro que ela virou um bissaide do
[1:14:48] osper acho que um Monte de banda de metal IA chorar por ter uma
[1:14:52] música dessa no catálogo. Para o osper ficou bissade de
[1:14:54] single e assim, né? O nome, show no music, todo
[1:14:58] mundo vai fazer associação a uma certa banda que tinha lançado um
[1:15:01] disco alguns meses antes, né? E aí eu fica muito menor a
[1:15:06] intensidade, violência é muito menor do que dessa outra banda
[1:15:10] de Los Angeles, também por conhecimento.
[1:15:13] Cara, eu adoro essa música, né? Acho que ela caberia No No disco
[1:15:18] muito mais do que a animal, até não como primeira faixa, né,
[1:15:22] cara? Mas acho que é um é é um baita
[1:15:25] de um de um bissad. Talvez ter esse lance do do da
[1:15:28] versão do Slayer que o Thiago estava comentando, né?
[1:15:30] Não sei, cara, não sei porque que ela virou só um bissad do do
[1:15:34] animal, mas cara, deu assim, essa aí eu achei que foi um.
[1:15:37] Um baita erro histórico corrigido no relançamento do CD
[1:15:40] lá em 90, acho que foi 97. Você falou, né?
[1:15:42] William 9797 90. Sei lá.
[1:15:44] É a minha versão em CD. Aqui tem ela.
[1:15:47] Cara, eu, porra, quando eu ouvi OCD, eu não conhecia ela.
[1:15:51] Conheci a animal só e eu pirei. Cara, eu, eu adoro os rifles
[1:15:55] dela. Eu acho legais demais.
[1:15:57] EOOA cadência cara da voz no refrão, né?
[1:16:01] Que é mais mais umas sílabas mais longas, assim com com um
[1:16:05] grupo de bateria também, que não tem tanta caixa.
[1:16:07] Cara, é eu. Eu acho essa música bem foda.
[1:16:10] Concordo plenamente com o Thiago, que tem muita banda aí
[1:16:13] que IA chorar sangue pra ter uma faixa dessa No No catálogo, né?
[1:16:17] Infelizmente ela virou um biside com uma relevância um pouco
[1:16:19] menor. É a letra dessa música, não sei
[1:16:22] porque ela me lembrou Mad Max, a temática.
[1:16:26] A letra que me lembra muito aquela atmosfera do filme, coisa
[1:16:30] meio pós apocalíptica, não sei. É, ela fala de westland Dogs of
[1:16:34] War, né? Acho que tem badlands, tem, tem
[1:16:37] esse lance de de deserto aí, talvez seja por isso, né?
[1:16:41] Corpos queimando, sei lá, Oo ferro e o fogo EAO aço são que
[1:16:49] manda, né? Acho que deve ser isso aí.
[1:16:51] Confesso que eu não tinha prestado muita atenção na letra
[1:16:53] não, cara. Aqui, quem nada de braçadas é o
[1:16:59] black lawes, né? Porque, cara, o cara canta como
[1:17:01] se fosse o último dia da vida dele.
[1:17:03] Cara, ele já tinha pleno domínio da da voz, né?
[1:17:07] Ele já se impostava, já se entregava bastante aqui.
[1:17:11] Principalmente para essa música. Eu gosto também da batera, que
[1:17:14] ela é bem constante, acelerada. Puxa bem a música, né?
[1:17:17] É um musical mesmo, é uma pena. Poderia estar no lugar de alguma
[1:17:21] outra do álbum, né? No titular.
[1:17:22] Acho que ela é melhor que schooldaze, por exemplo, assim.
[1:17:25] Bem fácil, cara PAD tem algumas é que.
[1:17:29] É, não acho que PAD schooldaze tormentor estão abaixo dela
[1:17:33] assim. Concordo, acho.
[1:17:34] Que até acho que até a anybal está abaixo dela assim, mas
[1:17:37] enfim. Agora, o vocal do black é uma
[1:17:39] coisa que a gente merecia falar mais, né?
[1:17:41] O black é muito bom, o vocalista era, né?
[1:17:44] Porque hoje em dia ele não aguenta cantar mais, coitado,
[1:17:47] mas assim, quem vai no show prestar atenção?
[1:17:49] Você tem playback ou não? Mas assim, essa voz meio rouca,
[1:17:53] meio aguda dele, ao mesmo tempo tem, traz sofrimento e traz
[1:17:57] raiva junto. Acho que é um dos grandes
[1:17:59] vocalistas, eu adoro, adoro o jeito dele de cantar, adoro a
[1:18:02] voz. Muita Gana, né, cara?
[1:18:05] Ele tem força, né? Tem uma vontade na voz.
[1:18:08] Acho bem foda mesmo. 13ª e última faixa das bônus,
[1:18:37] chamem o que vocês quiserem agora pendre black olá, um cover
[1:18:43] dos Stones. É desnecessário, vou dizer, acho
[1:18:46] muito desnecessário assim pra caramba.
[1:18:49] É um bisside também, né? Foi o bisside do single da love
[1:18:52] machine. Foi da love machine da escudays.
[1:18:55] A escudays foi single, né? Você vê como que.
[1:18:58] Podia ter feito o single da da School days, mas é, eu acho
[1:19:04] assim, a escolha é uma escolha muito feliz porque eu acho
[1:19:07] talvez top 3 de Rolling Stones, a pentiet black, mas eu acho que
[1:19:11] é uma versão que não tem nada demais.
[1:19:13] Assim, talvez é completamente desnecessário, acho ela não tem
[1:19:19] nada. A parte soturna da original, a
[1:19:24] maldade que o original dos Stones tem, acho que não
[1:19:26] consegue reproduzir isso na versão deles.
[1:19:29] Então acho que é desnecessário. Acho que não funciona.
[1:19:33] Eu podia ter, podia viver muito bem sem elas.
[1:19:37] Né, cara? Penny black é a minha favorita
[1:19:40] do do Rolling Stones, eu acho. Geralmente eu tenho dificuldade
[1:19:43] de falar qual é a parte favorita, mas essa música?
[1:19:46] Eu acho maravilhosa, né? Eu concordo um pouco com você,
[1:19:48] Thiago, apesar de eu gostar dessa versão, acho que não chega
[1:19:52] perto da original, né? Que que puta ela não não
[1:19:55] consegue passar aquele climão tenso e soturno, né?
[1:20:00] Virou mais uma música de rock do que aquele aquela música que é
[1:20:04] que é sombria, né? Não, não acho ruim, mas também
[1:20:09] é. Eu não sei se é questão de ser
[1:20:10] desnecessário, né, cara, tinha o lance da época mesmo, da galera
[1:20:13] gravar várias covers, né? De pra pra exatamente como.
[1:20:17] Como bissais, né? Acho que é mais uma curiosidade.
[1:20:20] Legal, acabou entrando pro pro disco entre aspas oficial aí,
[1:20:24] mas também não, não tá no patamar da da original.
[1:20:28] Ela não é uma real me, né? Que ele transformou numa música
[1:20:31] dele, né? Ficou uma versão inferior da
[1:20:34] original, né? Conseguiu transformá la, fazer
[1:20:38] ela ganhar nada. Né?
[1:20:40] É por isso que eu anotei aqui. Bom, a the real me do the RU.
[1:20:45] Acabou funcionando muito bem pro ospe.
[1:20:47] Eles trouxeram AA música pra roupagem do ospe e funcionou
[1:20:52] muito bem. Ele se apropriou da música muito
[1:20:54] bem, tentou fazer o mesmo com essa aqui, mas aqui já não
[1:20:58] funcionou aqui pra mim. Eu acho que a Penny black, a
[1:21:02] versão original, pra mim ela é Suprema, ela é única.
[1:21:05] Eu nunca ouvi uma versão boa dessa música em lugar nenhum.
[1:21:09] Eu queria citar mais uma aqui, a do Glenn chipton, do álbum solo
[1:21:12] dele, beptinos of fire. Também tem uma versão que ele
[1:21:14] fez. Não gostei também lembrei agora
[1:21:17] que o testava. Lembra pior desse disco do Glenn
[1:21:19] chipton? Assim que eu acho um disco
[1:21:20] bastante subestimado. Eu gosto muito desse disco do
[1:21:23] Glenn chipton, mais do que os discos do o Judas COO hiperwens.
[1:21:27] Mas essa música de fato não funcionou no disco, né?
[1:21:30] É aquele álbum, é muito bom, cara, eu comprei na outstock na
[1:21:33] época. Muito bom e mas esse cover
[1:21:35] também não funcionou e aqui não funciona também.
[1:21:38] A então é isso ainda que o black tenta, né?
[1:21:41] E Eu Acredito que ele tratou a música com respeito, né?
[1:21:46] Mas o resultado não não funcionou muito bem.
[1:21:49] Então a gente terminou o faixa, faixa da edição que temos nos
[1:21:53] streamings hoje, tá como os nossos amigos aqui já.
[1:21:57] Lembraram muitas vezes, né? O álbum original ele tem 10
[1:22:00] faixas, ele começa com a Lana bissambari termina com the Thor,
[1:22:03] turn ever stops eles não, ele não tem algumas dessas faixas a
[1:22:06] gente citou, mas a versão do streaming é essa que a gente
[1:22:09] falou aqui, com 13 faixas, certo?
[1:22:12] Alguma coisa mais pra pontuar? Cara, acho que a única coisa que
[1:22:14] a gente não chegou a comentar é que nessa época o empresário era
[1:22:18] o mês do Iron Maiden, né? Que era o Rod Oo Washington
[1:22:23] chegou a fazer turnê com o Iron Maiden depois?
[1:22:25] Acho que foi no Summer in timer, um pouquinho depois disso aqui.
[1:22:28] Mas já dá também mais uma uma ideia da dimensão que a banda
[1:22:31] teve, né? Acho que é 11 fato interessante
[1:22:35] para fechar aqui AA nossa análise.
[1:22:37] O black diz que foi quando ele o rosmowood chegou para ele, ele
[1:22:42] falou assim, Ah, vocês entendem que agora esse trabalho de vocês
[1:22:46] deixou de ser uma diversão de sábado à noite?
[1:22:49] E aí o black disse que ele entendeu, mas o resto da banda
[1:22:53] não assim, principalmente o Chris Holmes, o Chris Holmes não
[1:22:56] conseguiu lidar direito e ele disse que foi o rodesmode que
[1:23:01] acabou abrindo essa fenda entre ele.
[1:23:03] O Chris Holmes na hora de levar a banda a Sério e que ele tinha,
[1:23:07] ele olhava para o Steve Harris como o modelo de como eu vou
[1:23:10] tocar minha banda? Era o Steve Harris.
[1:23:12] O black? Houve uma época que ele soltou,
[1:23:17] soltava alguns blogs, né? Ele gostava algumas coisas
[1:23:21] assim, alguns textos. EE.
[1:23:22] Um desses textos foi justamente do do primeiro encontro dele com
[1:23:27] rosmaud, que foi no Rainbow Barry Grill, que ele se
[1:23:30] aproximou dele, se apresentou e falou que tinha uma banda,
[1:23:33] aquela coisa toda, né? E acabou sendo empresariado por
[1:23:37] ele, acabou fazendo. Acho que abriu parte da turnê do
[1:23:40] do powers lave também, né? Nos Estados Unidos e tal.
[1:23:44] Então é isso, cara, acho que terminamos aqui.
[1:23:46] A gente pode ir pra nota então, né?
[1:23:48] De 0 a 10 canecos. Quanto é que esse carinha
[1:23:51] merece? Pode começar.
[1:23:53] Cara, vou dar 19 pra esse disco aqui, né?
[1:23:56] Eu acho que ele tem coisas maravilhosas, mas ele inteiro
[1:24:01] não tô nem considerando a versão em CD.
[1:24:03] Tacar considerando o LP mesmo, mas pra mim é um.
[1:24:07] É uma visão muito sólido, cara, é um baita de um disco.
[1:24:10] Tiago. Vem 9 e meia assim, eu vou mais
[1:24:13] também ali, que eu acho que mesmo as músicas que eu não
[1:24:15] gosto tanto eu continuo. É que as músicas que eu não acho
[1:24:18] que são no nível das melhores, eu ainda gosto bastante delas
[1:24:21] assim. E pede, fica pouquinho pro 10
[1:24:25] ali, porque eu não acho que acho que a escudez e a tormentor não
[1:24:28] conseguem manter o baixa um pouquinho o padrão para não ser
[1:24:32] nota 10. Talvez a show no murcy ali num
[1:24:34] lugar de uma das 2, eu conseguiria dar nota 10.
[1:24:38] Virava o 9 e 75. Eu fiquei tentado entre 8 e meio
[1:24:43] e 9. Vou pra lá, mais pra lá do que
[1:24:45] pra cá, mas eu vou terminar com 9.
[1:24:49] Pelo contexto histórico, pela. Pela força que a que a banda
[1:24:53] tinha, pelas músicas que eu gosto, por tudo. 9.
[1:24:58] Deu 9.2, crânio cheio de sangue derramando a nossa cara aí,
[1:25:03] cara. Que seja só isso, só sangue, né?
[1:25:07] Deu uma Serrinha de 9 dentes pra você colocar na cueca?
[1:25:12] É isso aí, é, é, não, não estamos falando da capa do load,
[1:25:15] William. Estamos falando do washing.
[1:25:20] Que nojo. É que depois da da animal fuck
[1:25:24] like a beach, né cara? Pelo amor de Deus.
[1:25:25] AI AI, então é isso ouvintes, muito obrigado aí pela audiência
[1:25:32] de vocês. Obrigado aí Bruno, Tiago, meus
[1:25:34] amigos aí por mais uma. Obrigado pela força aí.
[1:25:37] Por mais esse tema e como a gente tem feito nos últimos
[1:25:41] spoilerzinho do? Próximo ou não?
[1:25:47] O não é da da dinastia, né? Não é da toda dinastia.
[1:25:52] OPA, o spoilerzinho. E você, Bruno?
[1:25:54] Deixa um spoiler pra galera. Cara, eu tô numa loucura sem
[1:25:58] coração aqui com essa gravação no próximo disco, não é?
[1:26:01] 11 prazer escuro. Em 2020, você tava com a sua
[1:26:06] mente presente assim ou não? Tava arquitetando o Paraíso,
[1:26:10] cara. Então tá certo, acho que esse
[1:26:13] vai ser um pouco mais difícil, né?
[1:26:16] Acho que sim. Eu faço a menor ideia do que
[1:26:17] vocês estão falando, então. Vamos lá tomar um banho de
[1:26:21] Cachoeira e fica uma próxima aí. É isso aí então galera.
[1:26:25] Bora lá então. Um grande abraço a todos.
[1:26:28] Obrigado pela audiência e fomos, tchau.
[1:27:18] É o Brasil, jogo da galera. Pode IA ser legal demais se
[1:27:24] mudasse pra uma música do Washington cara nessa propaganda
[1:27:26] aí, né?

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