# EP #135: Treat - The Endgame

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 20 Aug 2025, 1 h 10 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/105712357/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-6-19%2F404184193-44100-2-7d152221aa514.m4a

Neste episódio, William Faria faz uma resenha sobre o álbum The Endgame, dos Suecos do TREAT. Nono álbum de estúdio da banda, The Endgame conta com raízes firmes nos anos 80. O disco é uma celebração da longevidade e evolução da banda, que continua relevante após mais de quatro décadas de carreira. Para este episódio, recebe a amiga Mari Hetfield, da H.E.A.T Brazil. Pega sua bebida favorita, coloca teus fones e vem conferir essa resenha especial com a gente. ++++++++++ Nossos links (Instagram, grupo de WhatsApp para ouvintes, etc). Siga a H.E.A.T Brazil e Mari Concerts no Instagram.

## Transcript

[0:31] Saudações swedy rockers e curiosos de plantão.
[0:35] William faria na área e abrindo os trabalhos para mais um
[0:38] episódio do rock na mesa, hoje temos hard rock sueco na pauta e
[0:43] com um disco que eu amo muito. Equipe não teve interesse em
[0:47] fazer, mas eu não estou sozinho, pois tem uma pessoa mais que
[0:50] especial para falar do assunto direto da Rede Brasil, depois de
[0:54] travar uma longa Batalha para acessar o zoom aqui comigo, a
[0:58] minha amiga Mari. Hetfield ou hitfield, ou
[1:01] simplesmente Mariana Goulart? E aí, Mari?
[1:04] Quanto tempo? Pois é, estou de volta, mas
[1:07] queria primeiro fazer um dispremer, né?
[1:08] Parece que você falou, parece que eu sou burra, não sei
[1:11] acessar, não tenho, sou não tenho letramento, internético,
[1:15] mas é porque o meu computador está dando problema, mas já
[1:18] consegui, agora vai dar tudo certo.
[1:20] Falar do sabando aqui eu amo, não é só de hit que eu gosto viu
[1:23] galera? Eu gosto do hit também, até
[1:25] rima. Sou apaixonada por essa banda e
[1:28] esse álbum de game é lindão. A plataforma zoom quis sabotar o
[1:32] tema de qualquer jeito, né? Não, vocês não vão falar, é
[1:35] muito nichado, mas a gente é resistência.
[1:45] Maravilha. Muito bom te ver novamente por
[1:47] aqui. A gente já estava com essa pauta
[1:48] um tempão, né? Acho que desde o fim do ano
[1:50] passado a gente tinha que fazer esse.
[1:52] Tweet demorou, mas agora vai. Agora vai?
[1:56] Para quem chegou agora, a Mari já nem é mais convidada, já é da
[1:59] casa. Ela já participou de outros
[2:00] episódios no passado e é sempre muito bom.
[2:03] Tê la conosco. Então, antes da gente ir para o
[2:05] tema de hoje, eu aproveito para pedir para vocês, ouvintes do
[2:09] Spotify, tirem um tempinho para verificar se já avaliaram o
[2:13] nosso podcast com estrelas. É bem rapidinho, não custa nada
[2:17] e você ainda ajuda o nosso trabalho a se tornar relevante
[2:20] dentro da plataforma e chegar a mais meia dúzia de vocês por aí.
[2:25] Lembrando que também estamos no Instagram, no YouTube e nos
[2:28] principais agregadores de podcast.
[2:31] Nós temos um grupo de WhatsApp para ouvintes que é bem legal.
[2:34] Bandas, queremos desenhar sua música, estamos na grover.
[2:39] Todos esses links estarão ao fim da descrição deste episódio.
[2:44] Mari, da última vez que você veio aqui, a hit Brasil estava
[2:48] sem muita novidade, mas vocês estavam bem atentos.
[2:51] De lá para cá, já rolou muita água por baixo dessa ponte aí,
[2:55] Hein? Compartilha com a gente o que
[2:56] está acontecendo de bom por lá no momento.
[2:58] AO mais importante, com certeza é o lançamento do álbum novo do
[3:01] hit, né? Que saiu agora em abril, então
[3:04] deu uma boa movimentada. Também tivemos hit no Brasil
[3:08] novamente, mais uma vez no bangers acion and gris.
[3:12] Tivemos lá e também a gravação de um DVD do NIT depois de
[3:16] alguns anos desde o último deles.
[3:18] Que também eu pude ter a oportunidade de falar.
[3:21] Então a página tá recheada de vídeo de história, de um Monte
[3:26] de coisa também. Meio que estranho.
[3:29] O canal do YouTube da página que eu fiz um eu fiz um por vlog
[3:34] assim, digamos, né? Dessa viagem pra gravação do DVD
[3:38] do hit que foi em Madrid, na Espanha.
[3:40] Então eu fiz um vídeo contando desde eu saindo do aeroporto
[3:43] aqui no Brasil. Até o último momento, depois do
[3:46] show lá, tudo que a gente passou, tudo que a gente viveu,
[3:49] que estava eu e muitos outros brasileiros.
[3:52] Então foi um negócio muito legal que eu convido vocês só procurar
[3:54] a hit Brasil lá no YouTube. Vocês vão WhatsApp e é isso.
[3:58] Muitas emoções. É isso aí.
[4:00] Hit Brasil é o melhor lugar para se falar e saber de hit aqui no
[4:04] Brasil. Acessem, apoiem.
[4:07] Bom, vamos para o tema de hoje. Estamos aqui para falar dos
[4:09] suecos do tweet e o disco que vamos desenhar é o the and game.
[4:30] Band game, lançado em abril de 22, foi produzido por Peter
[4:40] Manson. Mari, quando foi que o Twitch
[4:42] surgiu no seu radar? Que era engraçado porque a gente
[4:46] falou aqui do hit, né? Claro.
[4:48] E foi mais ou menos na mesma época que eu ouvi da mesma
[4:50] maneira, né? Tinha um programa na ecfm rádio
[4:53] aqui de São Paulo de rock e trazia bandas novas ou é bandas
[4:58] antigas com com novos. E aí, se não me engano, a
[5:02] primeira música que eu ouvi foi acho que foi inferno, que é do
[5:07] coldegra e 2010. Eu não só fazia ideia porque era
[5:11] suíte. Não conhecia muito, eles
[5:12] começaram a tocar a mão de outras músicas assim, eu gostei
[5:15] bastante assim de primeira, mas não formamos muito a fundo, não
[5:18] sabia que era uma banda antiga, porque eu ouvia aquele som que
[5:20] me parecia muito novo, né? E aí o thomias summit, né?
[5:24] O Edgar e o vantaj, ele tem um programa de rádio também, que eu
[5:27] ouvia muitos programas dele na época, ele tocou take me on, the
[5:30] winds, o cara foi longe, foi lá no início da banda e eu falei,
[5:33] meu Deus, o que é isso? Aí eu fiz a ligação e era a
[5:36] mesma banda, comecei a ir atrás e me apaixonei assim, isso tem
[5:40] uns. 11 anos mais ou menos. O tweet caiu na minha mão por
[5:45] meio de algoritmo de indicação, Santo Deus, que é o Spotify pra
[5:49] essas coisas, né? Então coloca lá, quando vê a
[5:52] música, começa a rolar de forma randômica, nossa, que banda boa.
[5:56] Eu, eu sou bem honesto, quando eu conheço uma banda muito tempo
[5:59] eu falo, quando eu conheço há pouco tempo, eu falo também.
[6:03] O tweet não teve muito tempo, eu fui conhecer o tweet, na verdade
[6:07] ouvir em 2000 e. 22. Olha só, faz pouco tempo, mas
[6:14] nunca é tarde. Por muito pouco tempo, há muito
[6:17] pouco tempo, é bom por pouco tempo.
[6:20] E foi justamente com esse disco, porque foi dele que começou a
[6:23] rolar. Daí eu falei, cara, que banda
[6:26] boa, é claro, revisitei toda a discografia, voltei lá, conheci
[6:29] todos, ouvi tudo e tornou se aí uma das minhas bandas de
[6:32] cabeceira. E cá estamos aqui, falando desse
[6:35] álbum aqui. E por que esse álbum?
[6:37] Porque eu gosto muito dele, cara, para mim.
[6:39] É aquela coisa, se você tem o primeiro disco de uma banda,
[6:42] aquele disco vira a tua memória afetiva.
[6:43] Então o meu tem esse exatamente esse aqui, justo, bom, vamos lá
[6:52] falar sobre a formação da banda. Aí graças a Deus que eu tenho a
[6:55] Mari aqui de novo, porque esses nomes suecos que tanto teimam em
[6:59] me assombrar estão de volta. E eu, ó, eu vou dizer que eu fiz
[7:02] até uma colinha, Hein? Que será que eu que eu vou
[7:04] conseguir dessa vez eu vou falar inglês mesmo e Deus me ajude
[7:08] depois que tu fala aí. Robert erlands no vocal, Anders
[7:11] fixtrong na guitarra, que são os fundadores da banda e com eles
[7:16] aí nós temos o Patrick Apple green no teclado, nail pawlson
[7:20] no baixo e Jamie Borger da bateria.
[7:24] Alguma observação sobre essa formação?
[7:26] É a volta do naley, né? Que ele tinha gravado o codegray
[7:30] em 2010, saiu nos últimos 2 álbuns, né?
[7:34] E tá voltando agora. É, e temos aí também os 2, aí os
[7:39] os principais, né? Os fundadores também, né?
[7:41] Que cara, são muito bons assim esse vocal, o Robert, meu, eu
[7:47] assim, minha percepção de fã meio novo, né, cara?
[7:50] Esse cara canta muito, canta muito assim, virou um dos meus
[7:54] vocalistas preferidos, cara. Eu acho mais interessante que a
[7:57] voz dele ainda soa jovem, como é que você pode me convidar?
[8:00] Essa o cara? Tem a voz dele, parece muito de
[8:04] jovem, é muito engraçado. É, cara envelheceu, a carcaça e
[8:07] a voz segue, ó, jovial. Bom, pra quem tem preconceito
[8:12] com bandas da Suécia e acha que essa é mais uma das bandas novas
[8:16] que temos por aí, fique sabendo que o tweet já tem uma caminhada
[8:19] longa, surgiu em 81, lançou seu primeiro trabalho em 85, já
[8:24] tocou em festivais icônicos, como, por exemplo, a edição
[8:28] alemã do monsters of rock em 88. Até O Presente momento dessa
[8:33] gravação, junho de 2025, tem 9 discos de estúdio, tem um saindo
[8:38] do forno, logo, logo 2 coletâneas forma uma porrada de
[8:41] single de sucesso. Ainda assim, contudo, diferente
[8:45] do Europe, que acabou atingindo um público maior, até mais
[8:47] casual, o tweet já tem o seu público específico direcionado.
[8:52] De vez em quando eu consigo converter um ou outro aí nas
[8:54] minhas indicações e eu espero que esse episódio possa
[8:57] despertar a curiosidade de alguns outros aí.
[9:01] Sobre a capa do álbum Mari, qual a tua opinião?
[9:04] Olha, eu confesso que eu falei, eu vou pesquisar porque está
[9:07] preciso. Para mim, parece 12
[9:09] espermatozando eu? Falei, gente, como que é isso?
[9:13] Mesmo aí, né? Entendi de tudo lá.
[9:17] Explicação é filosófica do Anders, que, aliás, né?
[9:22] É o é o nome do sueco. É Anders, tá, não é Anders, tá
[9:27] trazendo aulas de. Sueco.
[9:29] Enfim, o Anderson fala sobre, é como o que que é AAA, parte mais
[9:35] difícil da vida já é o nascimento, já é a corrida para
[9:38] conseguir nascer. E aí ele dá meio que uma
[9:42] relacionada com a banda e como para eles as coisas sempre foram
[9:46] um pouco difíceis, então eu acho que é uma capa que a princípio
[9:49] você olha e fala, porque né, isso aí que que tem a ver
[9:52] econômica, mas tem todo um negócio filosófico por trás, né?
[9:56] É, cabe em interpretações aí, né?
[9:58] Num primeiro momento tem 2 espermatozoides, o que parece
[10:01] ser um alvo, um olho, sei lá o que é isso, mas tipo, como se
[10:04] fosse uma retina e é uma capa assim, meio retrô, né?
[10:09] Tem combina um pouco assim com com o espírito, né, da da da
[10:13] banda, assim e tal, tem esses 4 feixes, traços gráficos assim
[10:18] clássicos, né? Bem, bem, all r isso aqui é bem
[10:22] que você falou, porque no até pesquisando aqui eu achei numa.
[10:26] Uma essa declaração do Anders, né?
[10:28] Que é a questão do que na verdade da end game não é a
[10:31] morte, mas sim o renascimento, né?
[10:33] O retorno às origens e tal, como voltar ao relógio, voltar o
[10:36] relógio ao máximo e tal, enfim. Mas assim, cara, eu acho que o
[10:41] legal é isso, sabe? É você bater o olho na capa e
[10:43] ficar assim, analisando, viajando, enquanto você ouve,
[10:46] né? Então, nesse sentido, essa capa,
[10:48] ela funciona muito bem. Mas assim, Mari, e se eu fosse
[10:51] te perguntar assim é, de todos os aspectos do álbum, seja
[10:55] produção instrumental, letras, o que mais ele te chama atenção?
[11:01] Eu gosto muito das letras desse álbum muito.
[11:05] Tem muitas que eu me identifico. Tem uma que eu vou falar em
[11:08] especial, que eu relacionei a um acontecimento da minha vida.
[11:13] É então assim, eu acho as letras muito bonitas, que elas são bem
[11:16] filosóficas, que elas são bem. Refletem muito sobre a vida,
[11:19] sobre as dificuldades da vida. Então assim, claro que eu gosto
[11:22] muito da parte. É musical, porque esse é um
[11:25] disco muito melódico e eu gosto muito disso.
[11:28] Então tem melodias ali que são assim brilhantes, mas eu acho
[11:31] que isso pra escolher uma coisa pra mim que.
[11:34] É das letras. Isso aí é porque antes da gente
[11:38] ir pro faixa, a faixa é, eu queria abordar algo importante
[11:41] nesse disco que é justamente são as letras, né?
[11:43] Então. Para aquele ouvinte que não se
[11:46] apega muito em ouvir letras dos álbuns, de ir atrás, gosta de se
[11:50] apegar só pelas melodias e a sonoridade.
[11:53] Ainda assim, eu acho que ele vai estar bem servido aqui, mas se
[11:57] ele tiver um pouco de curiosidade, paciência e um
[12:00] pouco além, ele vai descobrir muitas coisas legais ou são
[12:05] álbum, leiam as letras, tirem suas próprias experiências.
[12:08] Mas eu trouxe aqui também, a gente fez o tema de casa, então
[12:12] eu queria. Abordar um pouco sobre as
[12:14] letras, né? Porque o que que acontece?
[12:17] Cada música é uma passagem de um capítulo emotivo das letras do
[12:21] álbum. Elas funcionam como se fossem
[12:23] etapas de uma jornada emocional, quase como capítulos de um livro
[12:27] ou cenas de um filme. Então elas formam essa narrativa
[12:31] emocional e elas estão interligadas, mesmo que não
[12:35] sejam contextuais no sentido clássico, né?
[12:37] Então, assim, essa sequência de estados emocionais que aqui é do
[12:41] caos. Passando pra fuga, o apego, a
[12:44] superação, a clareza e o amor, eles formam esses capítulos.
[12:48] Então ele tem essa narrativa não linear, sabe?
[12:52] Ele é muito orgânico, ele é muito humano, então ele tem
[12:55] muitos altos e baixos, que é como a vida emocional de
[12:58] qualquer um, né? Então, conforme a gente for
[13:00] avançando na faixa faixa, eu vou citando essas referências e
[13:03] fazendo o link com cada estágio dessa narrativa e as suas
[13:06] respectivas músicas, né? Vamos lá então para o faixa
[13:27] faixa, vamos começar com a primeira fraudian Sleep e eu
[13:32] começo sempre. Então com a Mari, ela fala sobre
[13:35] o que ela acha das músicas, sobre as letras, e depois eu
[13:38] finalizo. Beleza, dom frauan Sleep, eu
[13:41] acho, é um grande assunto. Ela é a primeira música aqui,
[13:45] mas É Ela é o terceiro single, né?
[13:47] Mas ela é super, ela já é 11, aquele pé na porta, né, que a
[13:52] gente gosta já é um, é um começar um disco com um single
[13:56] que é forte, é, ela é super direta ao ponto, ela só tem um
[14:00] verso, depois já é o refrão, então também gosto muito disso,
[14:02] de de abrir o disco assim, com uma certa objetividade, sabe?
[14:06] É, eu gosto muito que tem. Eu gosto das das vozes do
[14:12] refrão, tem uma umas camadas de vozes de backing vocas, que eu
[14:15] acho muito legal. E essa música ela já primeiro
[14:21] que não é Freud, né? Já entra o Freud aqui nessa hora
[14:24] e para gente, Freud em português é ato falho, né?
[14:27] Então é uma música que ela já na letra você já começa a perceber
[14:32] tudo que a gente vai falar aqui, né, que eu acho que o William
[14:34] vai falar ainda mais que eu, que ele está esperado, né?
[14:37] Sobre as letras, então, né, ele fala.
[14:41] O mundo está muito doido, né? E é, ele fala words com outroom,
[14:47] então às vezes ele pode falar, fazer 11, ato falho, mas mesmo
[14:52] nessa coisa gorda do mundo, ele não vai desistir.
[14:54] Então eu vejo que é 11, tema recorrente.
[14:57] Aí nesse dia, com essa coisa de as coisas estão difíceis, o
[14:59] mundo está muito louco, mas a gente não vai desistir.
[15:02] A gente vai com tudo e vai vai seguir em frente.
[15:06] Letras. Elas são fascinantes, né?
[15:08] Porque é aquela coisa, né, cada um ouve, lê e interpreta,
[15:13] absorve de uma forma muito particular, muito pessoal.
[15:17] A gente tem longas discussões aqui No No podcast, às vezes,
[15:21] sabe quando a gente entra nessas músicas que a gente começa a
[15:24] falar? Então já aconteceu da gente ter,
[15:25] tipo, 23 interpretações no mesmo episódio, entendeu?
[15:29] Tipo assim, que é uma polêmica, quando a gente fez o Alice In
[15:32] Chains rouster assim que que tem uma letra pesada, triste.
[15:36] Eu achei que foi um tipo. Eu achei que me fez bem assim,
[15:40] sabe? Tipo, o pessoal nossa, está
[15:41] doente, cara. Eu falei.
[15:44] Pai do Jerry lá na guerra e nossa, fica com isso, eu sei
[15:47] bem. Porque eu interpretei assim, pô,
[15:49] o cara volta da guerra todo sofrido, com muitas marcas, com
[15:54] traumas. Mas eu pensei, pra mim, já veio
[15:56] aquela marca daquela família se reunindo e o cara ali contando
[15:59] as histórias, pô, eu, esse cara era o cara, sabe?
[16:02] Ele, ele, ele foi lá, ele fez, ele venceu, tal.
[16:05] Por isso que. Aí o pessoal falou assim, não,
[16:07] não, cara, ruster é muito triste.
[16:10] Visões, né? Diferentes.
[16:12] Visões mas assim sobre a Freud Sleep é pra mim é, é bem o que
[16:19] você falou, ela é um pé na no peito logo de cara.
[16:23] EE pra mim me pegou logo de primeira, então assim pra mim
[16:27] ela é poderosa, ela tem esses rifes bem Fortes, tem uma
[16:30] melodia, ela tem um. Tom melancólico ao longo da
[16:34] execução dela, que cria esse blend bem interessante, com peso
[16:37] e ritmo que a música tem, sabe? O solo de guitarra é uma
[16:41] delícia. O vocal do Robert pra mim é um
[16:44] grande destaque da faixa, porque ele tem essa melodia na voz que
[16:47] é tão marcante, suave em alguns momentos, sabe?
[16:51] Então assim, é um início forte, melódico, potente, arrasa
[16:56] quarteirão. Sobre a letra dessa faixa, daí a
[17:00] gente fala das fases. Aqui é o início do conflito
[17:03] interno, então começa com um desequilíbrio.
[17:07] Então tem aqueles lapsos mentais, tem as falhas
[17:09] inconsistentes. É como se a mente tivesse
[17:12] dizendo coisas que o coração tenta esconder, tá?
[17:15] Essa jornada emocional, ela começa em causa interior e então
[17:19] ela tem esses, essas falhas, esses lapsos involuntários,
[17:24] aquela aqueles momentos assim que a que o inconsciente
[17:26] transborda, sabe? Então.
[17:29] É, revela. Se esses pensamentos que
[17:31] desviam, né? Do que a gente quer quer pra
[17:32] vida da gente assim, sabe? Então aí tem essa melodia que é
[17:37] agitada e quase ansiosa, que tem essa sensação de tensão interna.
[17:42] Eu acho que você falou uma coisa é que acho que até que resume o
[17:46] álbum, que é conflito interno, eu acho que é um tema, um tema
[17:50] mais recorrente do álbum aí que às vezes é ele aparece de forma
[17:55] super subjetiva e outras de forma bem explícita.
[17:58] Então, acho que é. É isso aí,
[18:20] então vamos para a segunda faixa, rabit role.
[18:23] Olha, eu não sei dizer quantas 1000 vezes eu ouvi essa música
[18:27] na época que ela saiu. Meu Deus, que refrão, que refrão
[18:32] incrível, muito, muito forte, muito.
[18:36] Eu eu sei que eu vou falar, né? Eu IA falar agora, Ah, um super
[18:38] melódico, mas a gente, esse é o muito todo melódico, quase quase
[18:41] 100% dele. Você tem melodias muito, muito
[18:44] Fortes e né que ele fala dos demônios, então daqui ele já vem
[18:50] um pouquinho mais explícito do que a gente tava falando, né?
[18:53] É de sobre e contra a morte também, que é o coisa que.
[18:58] Menciona aí umas umas 23 vezes na nesse álbum, né, que ele fala
[19:02] the food the green ripper, né? Foi enganar a dona morte.
[19:06] Ele tem, ele tem trunx para enganar a morte e ele está
[19:10] passando mais uma noite correndo dos demônios dele.
[19:13] É gosto muito saindo agora um pouquinho da letra, né, que a
[19:17] gente estava falando da letra, mas é a ponte tem um vocais em
[19:21] camadas também, um pouquinho solo, porque são muito lindos.
[19:25] Aí a gente vai para o refrão de volta entra a parte, né?
[19:28] Meio a Capela com bateria, o Robert faz OLED leabe no final
[19:32] que isso é uma Coisa Mais Linda. Então assim, é uma música
[19:35] redonda, redonda, completa. E é muito, muito forte também.
[19:40] É um radar com bastante gancho. Ela é grudenta.
[19:43] Ela tem um ritmo gostoso, cheio de sueger naquela atitude na
[19:47] guitarra, que eu acho que que torna ela tão característica,
[19:50] sabe? Do estilo e.
[19:52] EE, até mesmo momentos que surpreendem, né?
[19:54] Como por exemplo, essa pausa aos 2 minutos, que daí ela passa
[19:57] desse rádio grudento e vai pra algo mais dramático, aí depois
[20:01] volta pra esse ritmo viciante novamente com um baita de um
[20:03] solo de guitarra. Os beckings são muito bons,
[20:07] aliás, é uma característica que se aplica facilmente em todo
[20:10] disco, né? Vamos vamos combinar, e sobre a
[20:12] letra dela aí dentro do contexto, é uma fuga pro
[20:15] desconhecido, né? Então, após aquele descontrole,
[20:18] a pessoa se perde ainda mais. Ela mergulha nessa toca do
[20:22] coelho, né, entre aspas, que nisso aí tá representado ali, a
[20:26] confusão, a ilusão, o vício emocional é é essa fase de fuga
[20:30] e negação, entendeu? Então é uma música assim, muito
[20:33] de fantasia, o auto engano, sabe?
[20:37] Então essa letra, ela ela tipo sugere que você entra em um
[20:40] lugar desconhecido e se perde e tem essa reflexão assim da
[20:44] música que pede para uma virada súbita, né, que se torna
[20:47] dramática e obscura. Olha aí.
[20:50] Depois eu vou revelar que tudo isso não é da minha cabeça, não.
[20:53] Eu tenho Fontes, Fontes que que entregam tudo.
[20:57] Claro. Fiz meu tema de casa.
[20:58] OPA. É.
[21:16] Terceira faixa, simbioses. Simbioses é uma das minhas
[21:20] favoritas absolutas, gosto demais dela.
[21:24] Essa é uma das que eu acho que está mais explícita sobre os
[21:28] demônios internos. Simbiose, né?
[21:30] Começa por aí. Então assim, é como se o eu
[21:34] lírico aí, né, da música tivesse vivendo simbiose com os seus
[21:38] demônios. Então ele fala, não, não vou
[21:41] mais dormir com inimigo. Então a simbiose da música é
[21:45] isso, né? Você como a gente está sempre
[21:48] meio que alimentando aquilo, aquela coisa ruim dentro da
[21:51] gente, né? Então.
[21:53] Eu gosto muito. Eu talvez seja a minha letra
[21:55] favorita do disco. Eu gosto muito quando tem aquela
[21:59] parte do que ele fala, né? Até anotei aqui, que é o quando
[22:03] as sombras se levantam da escuridão.
[22:06] Eu vou encontrar a vela aqui sim, no meu coração até riu em
[22:09] português. Gente, olha que coisa mais
[22:11] linda. Eu acho muito bonito, muito
[22:15] linda. É e fora que assim é um refrão,
[22:18] o que que é repetição, né gente? O que que acontece quando a
[22:20] gente tem um refrão de repetição?
[22:21] A gente vai cantar aquilo e vai grudar nossa cabeça é quase
[22:30] quase o pop, assim esse refrão né?
[22:35] Um alusão meu pop assim que para mim é ótimo, não tem problema
[22:38] nenhum, é o solzinho que estava lindo, melódico né?
[22:43] Na que tem na base de pré refrão tem um solinho.
[22:47] E nossa, acho que com certeza assim minhas, minhas top 3,
[22:52] talvez top 3, gosto muito. Eu fiquei viciado nos reafes
[22:56] dessa música. Nós estamos bem alinhados, né?
[22:59] Porque eu também achei que ela tem uma levada pop bem sutil,
[23:03] mas ao mesmo tempo ela tem essa essa intensidade, né?
[23:05] Que me remete para um som mais metal ao mesmo tempo melódico,
[23:09] sabe? É uma mescla de sonoridade, sabe
[23:12] que eu gosto muito assim, e, cara, eu fico com essa melodia
[23:16] ecoando na minha cabeça o tempo todo, cara, isso aqui é muito
[23:19] pegajoso, cara, e a música fala sobre apego tóxico, né?
[23:24] Então essa é aquela relação intensa, né?
[23:26] Tipo com com outra pessoa que tá com o próprio sofrimento, né?
[23:30] Aquela simbiose contaminada é, tu sente vivo, mas ao mesmo
[23:35] tempo sente preso, né? Então.
[23:37] Essa, essa, o título dessa música é uma palavra inventada
[23:40] que combina sem pecado e simbioses, que indica
[23:43] dependência tóxica. Então ela, essa música, ela
[23:46] celebra, sabe essa relação intensa.
[23:48] Como se a sintonia musical, emocional não pudesse existir
[23:51] sem um tipo de pecado compartilhado.
[24:00] Ó. Bora?
[24:03] Tem mais uma aqui, ó. Essa é grudenta, quarta faixa,
[24:06] home of the Brave. Ó a primeira coisa.
[24:33] A primeira linha aqui da minha, do meu texto, que eu sei das
[24:35] músicas, foi a primeira linha. É super melódica e grudenta.
[24:38] Olha aí. Certamente é.
[24:41] Eu acho essa da é também, essa foi o primeiro single, né?
[24:44] Então acho que eles é começaram muito bem, porque é uma música
[24:47] muito cativante, ela é muito bonitinha, né, aquelas músicas
[24:49] fofas, aquelas músicas que dá aquele amor no coração, dá
[24:53] aquela dá aquela sensação boa, né?
[24:55] Assim, eu gosto muito de perceber nisso.
[24:57] Tem uma música que você sempre tem uma sensação boa, você não
[24:59] pode explicar porquê e nem é pela letra, não é por nada e é
[25:03] só você ouve aquilo que se sente bem.
[25:04] Eu acho que o move the Brave é uma música que te deixa bem, que
[25:08] deixa para cima. Apesar de ela ser, ela é quase
[25:11] romântica, né? Ela na letra ela é um pouquinho
[25:13] mais, é mais romântica e tal. Apesar de não ser uma balada por
[25:17] si, eu acho, né? O negócio de balada é meio, às
[25:19] vezes é meio difícil a gente definir porque é balada que não
[25:22] é, mas ela é. Ela é mais meio de tempo, né?
[25:24] Ela não é uma Power bala, é jovem, mas é uma música que traz
[25:29] uma coisa mais assim, é mais mais de boa, né, mais, mais
[25:34] fofa, mas não sei se eu diria que ela é uma balada, mas.
[25:38] Gosto muito do teclado dela, da melodia do refrão, acho muito
[25:42] lindo, muito bonitos e eu acho que é uma música que vem.
[25:47] Estamos na terceira, né? Quarta, quarta música, quarta
[25:51] faixa vem levando muito bem o disco, indo muito bem até aí
[25:55] então. Sucesso essa faixa ela, ela me
[26:02] passa e eu acho que passa pra você também.
[26:04] Um sentimento de empoderamento absurdo, né?
[26:07] Porque? E eu tenho algumas músicas nessa
[26:09] lista, aí é, sabe, tipo assim, um aquela playlist que leva a
[26:13] tua moral, sabe quando está para baixo assim tu precisa, né?
[26:17] Precisa daquele jato, pô, eu não tô legal.
[26:20] Então, por muito tempo foi a minha música preferida desse
[26:22] disco. Hoje ela divide esse pódium com
[26:24] a mypa Rage e a Carolina ripper, e engraçado que ela tem essa
[26:28] energia que te egue o animo, mas ela também tem uma boa de uma
[26:32] dose de melancolia, sabe? Principalmente no momento do
[26:35] refrão, muito Na Na voz do Robert também, sabe?
[26:38] Bom, só só entre com piano e teclados, com essa melodia do
[26:42] refrão já me quebra as pernas, né?
[26:43] Porque pô, é poderosa pra caramba.
[26:46] Na boa. Eu eu tenho muita pena de quem
[26:49] não ouviu essa música ainda ou de quem não gosta e já dando
[26:52] aquela provocada, reveja seus conceitos de vida.
[26:55] Eu concordo. É isso aí?
[26:58] Ela passa tanto essa ideia, né, de de você poder ser um bravo em
[27:02] suas batalhas pessoais. Tem até uns elementos célticos,
[27:05] né, que passa um pouco esse ar de de heroísmo, né?
[27:08] Na faixa e aqui na faixa, a questão da letra é descoberta da
[27:12] força interna justamente, né? Então olha só porque aqui começa
[27:16] a virada, né? Então, tipo assim, Oo cara se
[27:18] reconhece como alguém bravo, que é digno de lutar, ele tem força,
[27:22] ele pode, sabe? Então essa música, ela tem muito
[27:24] de resistência. Como é se fosse assim, tipo, é
[27:27] um alto valor, sabe? Tipo, tá surgindo, cara, eu
[27:29] posso, eu consigo, eu vou e eu vou conseguir, sabe?
[27:32] E a música ela, ela é muito eficaz nesse sentido, nossa, é,
[27:38] é maravilhosa, eu adoro essa música.
[27:41] Se eu pudesse escolher uma única música do álbum pra indicar pra
[27:45] alguém coisa que eu já fiz pra caramba, era essa aqui,
[27:48] certamente a ouve essa aqui, que essa aqui é legal.
[27:51] Legal, e essa que você falou dos elementos Celsius aí?
[27:54] É, eu vi uma entrevista do Anderson que perguntaram Pra Ele
[27:57] da onde que saiu isso, né? Se tem tem mesmo uma pessoa que
[27:59] fala assim, Ah, é isso mesmo e tal.
[28:01] E ele fala que que sim, que ele, que os pais dele tinham, eram
[28:06] músculos de folk. Então é uma coisa da influência
[28:09] da dele assim, né, né, das das referências musicais dele.
[28:40] Quinta faixa, boath and's burning.
[28:43] Cara boathensburning é outra que também é, está nas minhas
[28:48] favoritas por causa da da letra. É, eu acho, uma das letras mais
[28:54] bonitas que começa a me emocionar.
[28:59] Gente, quem já me ouviu outras vezes aqui ou quem não me
[29:02] conhece bem, sabe que eu me emociono muito com música.
[29:05] Muito mesmo. Então é, essa é uma música
[29:10] também? É.
[29:12] Então essa é uma música que já falou comigo em muitos momentos,
[29:17] né, que eu estive mais para baixo.
[29:19] É principalmente por causa do refrão, tipo, essa coisa AI,
[29:23] tudo que eu quero é acender a chama em mim, deixar minha minha
[29:29] alma viajar livre. Aí depois ele fala, sentir o meu
[29:32] coração batendo. E são coisas que às vezes na
[29:35] vida a gente passa de tá no momento que a gente sentindo
[29:39] realmente com AA chama apagada, né?
[29:42] Então deve a segunda vez que ele usa essa metáforada da chama,
[29:45] né? Que eles usam, então essa.
[29:48] Eu gosto muito dessa letra por esses motivos.
[29:51] A introdução é muito linda, tem 11 dedilhado, né?
[29:55] No começo é, eu acho que aqui o Robert, ele alterna muito bem o
[30:00] grave e o agudo nessa música, né?
[30:02] Não que ele não faça isso em outro, mas nessa eu acho que
[30:04] fica bastante. É bem dividido assim ele começa,
[30:09] mas No No grava, depois ele vai pro agudo.
[30:11] Então eu acho que até essa essa questão é uma questão de
[30:16] corrupção assim, né? É usar essa essa coisa do grave,
[30:21] do agudo pra trazer todo, até mesmo tem um mistério assim
[30:24] dessa música, né? E ainda voltando lá a letra, né,
[30:28] tem tem uma metáforas muito bonitas na letra com mar, ele
[30:32] usou mar pra falar como a minha memória.
[30:34] Uma metáfora é pra lutar na vida mesmo, pra conseguir de volta
[30:39] com a chama, sabe? Vou até estou com a estou com a
[30:43] letra aqui é desde o começo ele começa a falar da ele fala das
[30:47] ondas. É do do movimento do do oceano
[30:51] que ele fala da maré. Então assim é, são metáforas,
[30:57] né? Eu acho muito lindo você pegar e
[30:59] usar metáfora das coisas, porque tá ali, ele fica meio
[31:03] subtendido, mas você entende, você saca na hora, né?
[31:06] É até ele fala do fundo da minha mente, sem, sem as ondas, sem a
[31:12] Glória. Então, assim, metáforas, tipo,
[31:14] tem o problema sem AA, luta sem, né?
[31:18] A gente perceberá, a gente não consegue nada, né, basicamente.
[31:23] Olha só, a gente tá bem alinhado, né?
[31:25] Questão das letras aqui, olha só pra mim assim, ó, essa faixa
[31:30] aqui ela tem uma pegada obscura, não sei se você sacou isso,
[31:35] sabe? Porque ela tem, ela é densa, ela
[31:37] tem uns rifles bem marcantes, mas ela é bem densa assim, sabe
[31:42] que eu acho que isso passa essa tensão, ela tem esse timbre.
[31:47] Tão foda que ecoa forte nos ouvidos.
[31:50] Tem uma boa construção, sabe? Eu gosto muito da forma como ela
[31:54] se desenvolve. A tem uma passagem que favorece
[31:57] muito a sola de guitarra, que para mim é um dos momentos mais
[32:00] marcantes da música. É um dos meus preferidos.
[32:03] O peso da batera no final é animal pratos sofreram durante
[32:07] para entregar essa baita faixa. Aqui.
[32:13] Manda. E é justamente isso que ela
[32:15] fala, é tensão, impasse, sabe? É uma virada, mas essa virada
[32:20] ela é dolorosa porque ela fala sobre, você tá sendo consumido
[32:23] por dentro e por fora. E aí vem aquele dilema, né, você
[32:27] segue, ou você, você cai, você seguir ou romper, né?
[32:30] No caso, queima até o fim, ou você apaga.
[32:34] Então tem esse os 2 extremos, né?
[32:36] A ideia das escolhas difíceis, né?
[32:39] Então, possivelmente ali a ruptura ou lidar com limites
[32:42] prestes a se incendiar, né? Então, esse tom introspectivo e
[32:47] o peso que a música traz espelha muito esse esse fogo interno,
[32:52] sabe? Isso aí.
[32:54] Baita música. Sexta faixa, mapa rate.
[33:25] Olha, já estou rindo aqui, eu tinha falado dela.
[33:31] E aí essa daqui vai ser é que a gente vai discordar, olha aí.
[33:34] Ih, será, mas. Aqui a gente vai discordar, mas
[33:37] eu vou falar de boa porque eu gosto da música e também porque
[33:41] depois vai ter gente me xingando aí em outros podcasts, né?
[33:43] Então é quem gostou, gostou, quem não gostou é o paciência,
[33:48] mas é um ato legal. Mas eu acho que é a música mais
[33:53] é fora, né? Do fora do Twitch assim,
[33:57] digamos, né? Porque ela tem aquela
[33:58] introdução, ela é meio. Country assim eu acho, né?
[34:01] Tem, né? 11 salinho meio tem uma
[34:04] pegadinha, country, mas assim, nenhum momento estudo dizendo
[34:08] que eu não gosto da música. Eu gosto, mas ela está longe de
[34:10] ser minha favorita, que eu entendi que é a pessoa favorita,
[34:12] né? Tá bom?
[34:14] Olha, mais absurdo do que a gente fala nesse podcast aqui.
[34:18] Pode ter certeza que se a gente não foi cancelado até agora, não
[34:21] vai ser você que vai ser com essa aqui não.
[34:24] Não, não, não, eu tô dizendo assim que a gente vai vai
[34:26] discordar, mas toda a questão de ser é o meu que mais gosto e não
[34:29] é a que eu mais gosto, mas eu acho ela super bonita, é, tem um
[34:33] salinho muito bonitinho também é, eu acho assim, ela também é
[34:36] uma letra de Ah, não vamos existir e tudo mais, só que eu
[34:40] acho essa mais otimista do que as outras.
[34:42] Eu acho que essa é a mais está dentro da toda a temática do
[34:45] álbum, essa questão do englona reyno my for radio, né?
[34:48] Então, assim é, como diria o nosso querido poeta
[34:52] contemporâneo, Chorão. Hoje ninguém vai estragar meu
[34:55] dia, entendeu? Essa música da super Rage é
[34:57] isso. Hoje ninguém vai.
[35:01] Então eu acho uma graça essa música, uma gracinha, mas não
[35:03] fica entre as minhas favoritas. É, não, eu te entendi.
[35:06] Tu não é entre as suas favoritas?
[35:08] Dá pra passar um pano legal em cima dela?
[35:13] Eu acho legal. Quando a banda dá, dá uma saída
[35:16] assim. Não vejo como falta de coesão,
[35:18] nem nada. Isso é uma coisa diferente.
[35:20] Acho legal. Eu bom, é eu, eu gosto da
[35:23] música, eu acho ela muito bonita, eu acho que ela é, ela é
[35:26] muito gostosa, ela é sincera. Eu acho que eles, esses caras
[35:30] têm uma mão muito cheia para compor, porque porque essa
[35:34] música aqui ela tem uma pegada que que em mãos erradas, tem
[35:38] tudo para soar piegas, mas aqui não, aqui ficou muito legal,
[35:43] aqui ficou uma lindeza, cara. Então assim, então tem aqueles
[35:47] nananá lá pro meio, uma guitarra meio blue, mas.
[35:51] Que ficou tão bonitinha nessa parte da música, fora o solo,
[35:54] sabe, que eu também é. E ela conversou muito comigo,
[36:02] sabe? Eu, eu sempre.
[36:03] Eu acho que quando eu cheguei nesse momento no álbum, quando
[36:05] eu vi, eu estava preparado para ela, ela conversou comigo,
[36:08] legal, sabe? Então eu acabei gostando.
[36:10] E aqui, sobre a letra dela, ela é uma construção de uma máscara,
[36:14] né? Porque a pessoa tenta manter as
[36:16] aparências. Então ela desfila a parada dela
[36:19] de Felicidade, mesmo que por dentro ela está esteja quebrada,
[36:22] né? Então é aquela aquela parte
[36:25] difícil que a pessoa tenta passar uma impressão.
[36:28] Então ela tem essa tentativa da pessoa projetar Felicidade.
[36:32] Então ela anda numa parada pública e tem aqueles ritmos na,
[36:35] na, na, na, na, na, na, na, na, na que justamente mascaram essa,
[36:39] essa, esse lado inseguro. Então então tem essa
[36:42] brincadeira, né, com essa imagem externa alegre e a pessoa
[36:45] chorando por dentro, escondida. Que tristeza.
[36:54] Vamos chorar aqui no podcast todo, gente?
[37:25] Sétima faixa, Wake me wennes over.
[37:28] Olha, essa daqui foi a que eu escrevi menos.
[37:30] Você vê que a mata Rage não tinha mais coisa sobre ela, mas
[37:34] a Wake me wennes over é assim, gosto, né?
[37:38] Não tem nenhuma música do do desgosto.
[37:41] Eu acho que o refrão tem uma melodia muito legal no pré
[37:44] refrão também, mas acho que os versos nem tanto, eu não gosto
[37:47] tanto deles, sabe? Eu acho que ele foi,
[37:49] principalmente depois do primeiro refrão.
[37:51] Então, mas me parece que tem uma métrica estranha.
[37:53] Não sei dizer, né? Não sei tocar porcaria nenhuma,
[37:56] mas é o que minha cabeça e meus anos de experiência me dizem.
[38:00] Me parece um pouco. Então é pra mim é uma.
[38:04] Não vou dizer que era feeler, mas é uma que não me marca
[38:08] tanto. Tá, é pra mim.
[38:11] Eu acho que ela tem coisas que me envolvem, sabe?
[38:14] Eu acho que é cadenciada. Tem uns hits, teclados que
[38:17] criam, uns ganchos bem interessantes pra faixa.
[38:20] Eu acho que quando você chega na hora do refrão, já está apegado
[38:23] a ela, pelo menos no meu caso, né?
[38:25] No seu, então assim, o solo dessa faixa eu acho que ele é
[38:30] muito bom. Eu acho que vamos combinar aqui
[38:32] que o Anderson tem os solos precisos, cirúrgicos, bem
[38:35] inspirados nesse disco como um todo, não somente nessa faixa.
[38:39] Aqui, na minha opinião, não tem nenhum deles.
[38:41] Assim que você fala que estão ali para cumprir tabela, né?
[38:43] Ele é um guitarrista que joga, joga muito para o time, sabe?
[38:46] Ele, ele para ele é muito mais do que apenas mostrar que sabe
[38:50] tocar, sabe? O cara realmente compõe solos e
[38:52] rifles que engrandecem o resultado como um todo.
[38:55] E o refrão dessa música é gostoso de cantar também.
[38:58] E sobre a faixa a música ela tem ela sobre cansaço emocional, né?
[39:03] Tem aquela fadiga, né, que o cara já tá sem força para lidar
[39:06] com nada assim, então faz um pedido, né, me acorda quando
[39:10] acabar, então a pessoa tá passando para aquele luto
[39:13] emocional. Aquela fase apática, sabe?
[39:16] Exaustão, que é dormir, até que a dificuldade, o sofrimento,
[39:21] passe. Então é como se se a pessoa tá
[39:23] pedindo, ó, eu quero uma pausa, eu quero parar, eu, eu tô assim,
[39:28] muito ruim, sabe? Então é mais ou menos aqui, onde
[39:31] essa faixa ela se encontra. Eu acho que ao mesmo tempo,
[39:35] também é sendo o próprio refão, né?
[39:37] Ele disse, é, eu tenho. Esse sentimento.
[39:40] Eu tô achando que a gente pode estar se curando, né?
[39:43] Me acorde quando acabar. Então acho que é uma coisa
[39:45] assim, tipo, Ah, tá se curando, beleza.
[39:47] Mas vamos considerar isso que eu não aguento mais.
[39:50] É super legal também esse refrão por isso.
[39:53] É e quem nunca, né? Quem nunca chegou em casa assim,
[39:55] cansado, depois de 1 dia de trabalho esgotado de saco cheio
[39:58] das pessoas? Simplesmente já quer saber?
[40:00] Eu quero tomar um banho e dormir e Deus sabe, tipo.
[40:03] Deu, sabe? Chega por chega por hoje, vou
[40:06] deitar e vou dormir amanhã, seja lá o que Deus quiser.
[40:38] Oitava faixa, Jesus from Hollywood.
[40:42] Cara, essa é muito legal. Eu acho que é o mais diferente
[40:47] assim, né? Da é dentro do que é o som de
[40:50] frente. Dentro desse álbum, ela tem esse
[40:52] essa intro com um solo e um coro, né?
[40:55] Então é muito legal. Tanto que a primeira você troca
[40:58] toda a voz, o piano e o couro, né?
[41:00] E. Eu acho que essa essa essa
[41:05] letra, ela é mais. Eu acho que é muito engraçado
[41:07] porque AA música foi para cima, né?
[41:10] As biologia são, sempre foi para cima, o refrão, tudo, mas AA
[41:13] letra dela acho que é a talvez a mais sombria ali que ele pega
[41:18] ele. Ele usa uns uns, né, umas
[41:20] referências religiosas na letra, né?
[41:22] É, então é como se fosse, né, um Jesus falso, né, ou Jesus de
[41:26] óleo útil, né? Então na letra ele meio que ele
[41:29] vai. É como se ele tivesse se
[41:32] defendendo ou se orgulhando dos seus pecados, né?
[41:35] Como se ele tivesse propaga. Ele fala uma coisa do ciclo do
[41:40] mal, uma coisa assim, cadê é a eu leio a minha bíblia do mal,
[41:47] encontro um novo disciclo e assim o ciclo do do da maldade
[41:52] vai se propagando, né? Que é dessa coisa do Jesus
[41:55] falso. Então acho uma vez
[41:57] Superinteressante, né? É não Salvador da vizinhança.
[42:03] Então é uma música que fala dos pecados, as coisas assim, de
[42:09] salvação ou não, né? Então, e a que super combina,
[42:12] né? Que eles falam com os coros, né?
[42:14] Da música fica parecendo um assunto, os coros de igreja, né?
[42:20] Exatamente canto gregoriano, então ficou uma coisa, os temas
[42:23] da letra religiosas com essa. Dica aí de 11 corinho religioso,
[42:28] então eu acho uma música super é divertida e bem interessante.
[42:32] Eu adorei esse canto aqui, goriano no início e ele passa
[42:35] bem essa essa ideia de algo Divino, né?
[42:38] No caso, aqui um Jesus, mas é um Jesus falso, né?
[42:42] Eu é então aí que vem esse esse tom de ironia e sarcasmo, né, da
[42:47] música, porque que é sobre isso é uma crítica, né?
[42:51] A falsidade, idolatria, é sobre isso que ela fala.
[42:54] E cara, o refrão dessa música tem um gancho absurdamente
[42:57] viciante de cantar, então a letra sobre isso, sabe, é
[43:03] crítica, é uma crítica à sociedade, né, que valoriza o
[43:05] superficial, os falsos ídolos, né, o Jesus midiático, né?
[43:10] E aí a desilusão se torna externa, né?
[43:12] Então tem ali Jesus de Hollywood, né, que seria um
[43:15] falso profeta pop, alguém que é idolatrado de modo vazio, né?
[43:19] Então. Crítica essa cultura que coloca
[43:22] aí ídolos irreais no pedestal, enquanto a performance sonora
[43:25] ironiza, com clima coral e rifes teatrais assim, sabe?
[43:29] Então, tipo, essa música é nesse sentido.
[43:31] Ela é muito, muito, muito boa. Aliás, qual não é, né?
[43:35] Eu tô aqui passando pano pro disco até agora.
[44:02] Nona faixa, Magic chora, chora. Meu Deus, juro.
[44:09] Olha, eu gosto dessa música que eu não entendi nada sobre ela,
[44:12] porque essas coisas tem que ser do coração, pode ser muito
[44:15] preparado. Mas ao mesmo tempo, é aquelas
[44:19] coisas que você não sabe explicar o que que você gosta
[44:22] tanto daquilo. Sabe aquelas músicas que te
[44:24] tocam de alguma maneira, que você não entende muito bem o que
[44:28] que aconteceu ali pra você é gostar dela, né?
[44:32] Então pra e pra mim, o que que acontece, né?
[44:36] Como vocês já devem ter percebido, eu sou uma pessoa
[44:38] obcecada pela Suécia, né? Só um pouquinho.
[44:42] E aí é da última vez que eu fui pra lá.
[44:46] Foi, eu fui, é metade da viagem para frente, eu fui sozinha.
[44:52] Então, com uma viagem que eu fui sozinha pela primeira vez, eu
[44:55] estava em outro país sozinha, fazendo tudo do meu jeito, do
[44:59] jeito que eu queria. É indo para os lugares que eu
[45:01] queria, no tempo que eu queria e furou por acaso, né?
[45:05] Durante a viagem eu ouvi essa essa música já botava muito
[45:09] Bela, mas é, eu ouvia a música e acabei relacionando algumas
[45:13] coisas com essa questão minha da viagem.
[45:16] Uma coisa de me encontrar e tudo mais é, então ele fala, né, eu
[45:20] sinto um pouco de pânico, mas eu não consigo viver sem isso, me
[45:24] machuca, mas eu acho que tem tá fazendo mágica, né?
[45:27] E depois tem 1 hora que ele fala que ele não quer ir embora, né?
[45:30] E ficar com uma memória, essa noite vai pertencer a você e eu,
[45:35] então assim é tipo a minha carta de outras suéter, entendeu?
[45:38] AI que lindo. Então assim eu eu acho.
[45:43] As melodias são muito bonitas dessa música.
[45:45] Ela tem 11 melancolia e ao mesmo tempo uma beleza que para mim é.
[45:51] Me faltou muito aos ouvidos, sabe?
[45:54] Então ela é minha favorita do disco.
[45:58] Eu não acho que seja uma música típica do tweet, não tem tantos
[46:01] elementos assim super característicos do tweet também,
[46:04] assim como a my for Rey, até de ouvir algumas pessoas comentando
[46:09] o seu lugar, tipo, Ah, segunda metade do disco é.
[46:13] Não é tão boa quanto a primeira. As músicas são mais cadenciadas
[46:15] e tal. Não sei o que, mas eu acho que
[46:18] todas cabem no contexto. Tá?
[46:21] Ainda mais essas as 2, né? Pelas pela letra, por mais que
[46:24] não sejam típicas tipicamente Street, as letras encaixam em
[46:29] todo o contexto do álbum, na minha opinião.
[46:31] Então, para mim, essa é a mais bonita do álbum e a minha.
[46:34] Olha aí uma boa escolha, eu acho que o refrão dessa música é algo
[46:38] especial mesmo, sabe? Até tem um pianinho ali bem ao
[46:42] fim dele, né, que pra mim acaba se tornando um detalhezinho que
[46:44] faz uma Bela de uma diferença, sabe?
[46:47] Que mostra essa preocupação da banda com os detalhes, né, que
[46:50] eu acho que agrega demais pra pra música tecladão, né, que tem
[46:53] aquela camada sonora gostosa de ouvir, né?
[46:55] Dá uma aquela sensação muito boa, é bem sentimental, né.
[46:59] Ela tem passagens muito agridoces, é 11 delícia de
[47:04] balada. Eu olha, essa aqui é daquelas
[47:07] que abraçam a alma, sabe? E no final tem um baita de um
[47:12] solo, sabe? Dispensa comentários que ô já
[47:15] viraram marca registrada e aqui a faixa, no caso, seria uma
[47:20] letra, né? Sugere se que seria um
[47:22] reencontro com encantamento, né? Talvez até de forma ilusória,
[47:26] que é aquela tentativa de você se encantar novamente, né?
[47:29] Talvez por alguém, por uma lembrança, por um sonho, sei lá,
[47:33] mas o mágico, no caso aqui ele é frágil, né?
[47:35] Ele é instável, então pode ser uma recaída ou.
[47:38] Talvez até um lampejo de Esperança, né?
[47:40] Até quando tu idealiza aquele romance, né?
[47:42] Quase mágico, mas também pode ser repetitivo, superficial, é
[47:47] isso. E o refrão, ele é bem hipnótico,
[47:49] né? Tem essa simboliza, essa questão
[47:51] do Encanto, mas a tem aquela crítica que sugere também que a
[47:55] magia pode perder o efeito quando se repete demais aquela
[47:59] frase que já me falaram uma vez, seja de menos, porque tudo que é
[48:02] demais sobra e o que falta vira raridade.
[48:05] Olha só. Nossa, tem que ver né, como essa
[48:12] pessoa tem que estava falando né, de pra cada pessoa ser de um
[48:15] jeito, né, por tudo que isso que você falou poderia ser, ela
[48:18] acionou a uma pessoa, né, no encantamento, uma pessoa ou e aí
[48:21] tem um reencontro com essa pessoa, né?
[48:23] Essa questão, olha, você pertence a mim e tal e na minha
[48:27] cabeça virou um encantamento com um lugar, né?
[48:30] Então a música é pra todo mundo, mesmo assim você às vezes o cara
[48:34] escreveu pensando sobre nada, mas pra você.
[48:37] Tem uma coisa especial relacionado a alguma coisa da
[48:40] sua vida, e eu acho isso uma das coisas mais bonitas da música.
[48:43] É, é a interpretação. Eu gosto quando as bandas não
[48:46] colocam ele, ela ou nomes, porque te dá.
[48:51] Abre essa possibilidade de você encaixar aquilo ali dentro de
[48:55] alguma coisa que seja cara para você, sabe?
[48:58] Então, no teu caso, um lugar. Mas podia ser sobre um bichinho
[49:01] de estimação, podia ser sobre uma pessoa, podia ser um livro.
[49:04] Sei lá. É exatamente.
[49:08] Eu acho que isso enriquece e abre mais possibilidades.
[49:12] Então nisso, esses caras também foram gênios nesse álbum aqui.
[49:29] Décima faixa, Caroline a ripper. Olha, se alguém estava achando
[49:33] que a segunda metade do disco estava muito abaixo, aqui ela
[49:36] vai criar um foguete para cima. Que música divertida, a letra
[49:41] dela território sensacional. Você pega a pimenta, uma das
[49:45] pimentas mais Fortes do mundo, para comparar a uma mulher, né?
[49:49] Que nesse caso aqui, nesse caso tem os os pronomes, né?
[49:52] Então tá comparando a uma mulher, que a mulher é
[49:55] maravilhosa, a mulher é gostosa, a mulher é quente, a mulher
[49:58] machuca. Então eu acho que essa letra e a
[50:02] música em geral é meio como um retorno lá nos anos 80 em que as
[50:07] músicas eram, né? É basicamente sobre festas, né?
[50:11] E paquefaria, né? E então essa eu acho ela muito
[50:16] divertida de usar. Essa coisa de de falar da mulher
[50:19] é é relacionando ela a uma pimenta absurda, né, que é a
[50:25] Carolina rapper e até tava olhando, ela já foi a mais
[50:29] ardida do mundo, mas ela tem a outra.
[50:30] Ela é a segunda mais ardida do mundo, então acho uma música
[50:34] super, é super divertida. Os riffs são muito Street?
[50:38] Muito sim. É um quase uma volta às raízes
[50:42] assim. Então eu acho que é OA música.
[50:45] Foi essa que você falou que você mostraria pra.
[50:46] Alguém que fosse ouvir o Moon? Street foi essa, não?
[50:52] Então eu acho que eu mostraria a Caroline Rift, então
[50:57] maravilhosa. Então, cara, assim ó.
[51:01] Essa música, o título, essa brincadeira, ela tem essa
[51:04] metáfora com a pimenta, né? Que passa a ideia da pessoa ser
[51:07] quente, é isso, pra mim é uma, é uma sacada tão inteligente e tão
[51:14] bem humorada. Tu citou ali a as bandas dos
[51:17] anos 80, né? Eu até tem muita coisa, muita
[51:20] música. Vamos pegar a figura da mulher
[51:23] lá que que normalmente popula. As letras dessas músicas assim,
[51:28] umas Cherry π da vida, essas coisas assim.
[51:32] E mas muitas vezes assim é aquela coisa que ele é aquela
[51:37] coisa meio possivelmente gratuita, aquela coisa meio é, é
[51:44] machista, talvez assim. E aqui?
[51:47] Na verdade, eles usaram de um humor tão sutil e tão engraçado,
[51:51] que tipo assim, tipo, pô, qual que é o mal tu dizer com a
[51:54] pessoa? É quente nenhum.
[51:56] Mas antes de comparar, cara, você é igual uma Caroline a
[51:58] reaper, entendeu? Tipo assim, cara, por favor,
[52:01] meu, quem não gostaria? Meu, o cara me chamou de
[52:04] Caroline, a reaper, cara, então eu achei muito legal isso, sabe?
[52:10] Eu achei muito legal. E pra mim ela ela fala sobre
[52:13] isso mesmo, sabe a letra dela, ela justamente sobre essa paixão
[52:16] ardente, pericosa, né? Porque aqui a paixão é olha só
[52:19] que interessante, né, na tua leitura, e é exatamente o que eu
[52:23] tenho anotado aqui é uma volta dessa paixão com tudo, né?
[52:27] Então ela ela vem nessa pimenta Extrema, né?
[52:29] Então então ela ela é arrebatadora, ela é viciante,
[52:33] mas ainda assim ela tem riscos, né?
[52:35] Então a pessoa ela se joga, mas sabe que pode se queimar.
[52:39] Então ela, ela, eles usam essa pimenta mais forte aí como uma
[52:43] essa metáfora de paixão intensa e tal.
[52:45] Talvez até tóxica, né? Então, até essa letra que fala
[52:48] de fervor, de atração, ardência, emocional, sei lá, isso aí mesmo
[52:53] que dolorida. Casais, mandem essa faixa pros
[52:55] seus seus pares. Aí, ó sucesso.
[53:01] Eu acho muito divertido o pré refrão que ele fala ou não,
[53:06] então ele vai fazendo né? Um pouco de de dor até vai, mas
[53:11] acho que é que vai doer. Eu acho muito é, é muito.
[53:33] Divertido. 11ª faixa, Dark to Lights.
[53:45] Já começa cantando já é essa daí sem fazer piada com o Dark to
[53:52] light. Eu acho que essa, talvez essa
[53:55] essa é a mais Dark, eu acho até não só de letra, mas o andamento
[53:59] dela é mais cadenciado, tal é. Eu acho muito que essa música
[54:06] ela é. Ela é bem assim, característica
[54:08] do do Twitch atual, assim, principalmente.
[54:11] Eu acho que ela tem muito uma Vibe de ela poderia estar lá.
[54:13] No. Ghost of Grace, né?
[54:15] Ela inclusive tem uma Vibe da própria faixa título.
[54:19] É essa coisa mais cadenciada, com uma Vibe mais Dark.
[54:23] É então assim, se a Carolina ripper é um Street mais dessa
[54:29] volta, é uma do lado. Vamos lá fazer a piada com o
[54:32] nome da música. É o lado mais light e esse é o
[54:34] lado mais Dark do do Twitch. Mas ainda assim, super
[54:38] característica do tweet é, apesar disso, não acho que seja
[54:43] uma faixa de destaque do álbum assim, acho que tem outras muito
[54:47] melhores, mas gosto muito, principalmente do refrão, né?
[54:50] Como eu já comecei cantando o refrão já Deniz, que também acho
[54:53] que ele dá uma grudadinha assim, mas é 111 música boa, música
[54:58] boa. Como a gente falou, não tem
[55:00] nenhuma música ruim No No álbum, mas ela também não é um destaque
[55:03] para mim. É eu assim, diferente das
[55:07] anteriores. Até para o ouvinte que tá vai
[55:10] ter acesso esse álbum a primeira vez.
[55:13] Ela talvez vá demandar mais de uma audição para se acostumar.
[55:17] Ela é boa, mas ela tem uma pegada mais pesada, arrastada, e
[55:20] ela tem um contraste com que a gente tem ouvido até aqui, né?
[55:23] Então, então assim, nesse sentido, ela é bem versátil,
[55:27] então talvez por isso talvez você demore aí umas 2 ou 3
[55:31] audições para absorver melhor. Sabe?
[55:33] Então fica a dica, não desista logo de primeira de preferência
[55:38] ou se sempre em sequência, né? O disco por completo chega aqui,
[55:41] já está mais mais ambientado e tudo é realmente é frente a
[55:45] muitas outras do álbum. Realmente ela acaba não sendo
[55:47] destaque, mas eu gosto da construção dela, é e é bem igual
[55:51] você falou, mesmo assim não é ruim, é muito boa, mas se a
[55:56] gente vai fazer uma seleçãozinha, ela acaba ficando
[55:58] um pouquinho para trás, mas isso não tira em nada o brilho dela.
[56:02] E aqui ela, justamente ela, fala do renascimento, né, que a luz
[56:06] vence finalmente, então depois de tudo ali encontra se a
[56:10] clareza, a força, tudo faz sentido, é acontece aquela
[56:14] transição da escuridão pra luz, né, que que na luz você encontra
[56:18] a cura, o perdão, a transformação e tal.
[56:21] Então é isso, né? Supero teu trauma, tua
[56:23] depressão, eu acho que é isso, sabe?
[56:26] Acho que a intenção dela é nesses rifles pesados, assim, te
[56:29] mostrar que tem Redenção e renascimento.
[56:32] É, eu acho que assim é. É como se ela já tivesse se
[56:36] encaminhando para despedir. Se despedir do disco, né?
[56:38] Ou da gente se despedir do disco, né, que depois de todas
[56:41] essas questões, esses conflitos, essas questões psicológicas que
[56:45] o álbum vem trazendo, ela é da escuridão para a lusa, né?
[56:48] Então é como se tivesse fazendo a resolução ali do álbum,
[56:52] talvez. Sabe?
[56:55] É isso aí, boa leitura. 12ª e última faixa.
[57:30] Juro, Sério, dá vontade de chorar, meu Deus.
[57:33] Quer? Lágrimas.
[57:37] Olha aí, olha aí. Alguém quer?
[57:38] Ele quer lágrimas? Gente?
[57:39] Ele quer sensacionalismo nesse podcast?
[57:41] Quero. Sensacionalismo?
[57:42] Não, não tivemos ninguém chorando ainda.
[57:44] Quer dizer, quase no, no, no amor, tiros, ozzi.
[57:46] A gente ficou. Aquilo lá foi meio pesado.
[57:48] É o do o do eclipse. Foi quase também é.
[57:51] Fiquei e talvez. Bom, não vou dar spoiler, né?
[57:55] Vou ficar quieto. Então a gente vai dar no final
[57:57] pra gente dar um spoiler aí. Então, então tá bom?
[58:00] É bom, então essa já já é a despedida mesmo.
[58:05] Até aí no na última música, tem fim no nome, assim como o fim do
[58:10] nome e do álbum tem o fim na última faixa, então Ela É Aquela
[58:15] coisa também mais melancólica, né?
[58:17] É o Fim do amor. Tem uma intro linda, linda,
[58:21] linda, de teclado, meu Deus do céu.
[58:23] Toda a música e a letra, ela tem uma peça pegada mais melancólica
[58:27] de Ah, o fim do amor, o fim do jogo, né?
[58:30] Engraçado, né? Que ela é o último single do
[58:32] álbum e Ela Foi lançada, tipo, meses depois do terceiro single,
[58:35] né? Ela faria o araspa do tacho, mas
[58:39] né, sem tirar nenhum mérito dela, porque ela é belíssima
[58:42] mesmo. E o que eu acho muito legal que
[58:46] eu imagino que você vai falar disso também, mas é esse final
[58:49] que tem aquela frase, no final. Que é para fechar o álbum mesmo.
[58:53] E é uma frase do presidente estadunidense eisenhower, tá?
[58:57] É uma frase de do que de despedida de mandato.
[59:00] Então assim, todos os detalhezinhos de fim de, sabe,
[59:05] eu achei muito conceitual, tudo. E ainda termina com um barulho
[59:08] de explosão final, né? Então assim, acabou mesmo, fim
[59:12] Dead acabou é slots para falar em sueco também, fim acabou.
[59:18] Então eu acho uma música super bem pensada.
[59:22] Super é, ela fecha de maneira muito brilhante o álbum é, fecha
[59:28] tudo que a gente veio falando, né?
[59:30] Desde o começo até agora. Então assim, AI, só meus
[59:34] parabéns para dar para o Twitch. Juro por Deus, essa banda é
[59:37] maravilhosa. Esse disco é muito legal e fecha
[59:40] muito lindo ele, ele termina de forma melancólica, mas eu gosto,
[59:44] sabia? Porque é como se a gente
[59:46] terminasse de ouvir e parasse, tipo.
[59:51] Sabe, agora eu vou refletir, tudo isso que eu ouvi, eu gosto
[59:54] mais quando termina assim do que termina muito pra cima.
[59:56] Eu acho que tem mais a ver e eu acho que tem mais a ver com a
[59:58] temática toda do álbum. Então gosto muito desse final.
[1:00:02] É, é o final desse disco, é, acaba com essa balada, mas
[1:00:06] assim, não é qualquer balada, né?
[1:00:07] É uma balada fina, cara, de muito Bom Gosto, sabe?
[1:00:12] Eu acho que tem esses arranjos dramáticos, sabe?
[1:00:15] Sei lá que eu acho que faz a diferença e passa isso.
[1:00:19] Que tem esse teclado ali que tá bem discreto, mas tem aquela
[1:00:21] atmosfera que dá uma certa emoção pra música, né?
[1:00:24] Um ela tem um ar de grandiosidade e aqui pra
[1:00:29] concluir, né, a questão da dentro do conceito interligado
[1:00:33] do álbum, aí É o Fim, É o Fim da jornada, então assim, no caso
[1:00:37] aqui seria não é mais ilusão, é não é obsessão ou disfarce, é
[1:00:41] uma escolha, né? Então até o fim do amor não é
[1:00:44] mais um grito desesperado, é um voto de entrega, né de.
[1:00:48] De tudo, e eu acho que é isso. Tem uma proposta aqui, é você
[1:00:51] seguir até o fim, né? Mesmo com desafios, né?
[1:00:54] Então tem muito de promessas e determinação emocional na faixa
[1:00:59] desse trecho falado do isenhower também, né, que dá um dá esse
[1:01:02] esse tom dramático, né, que é tipo um manifesto nesse
[1:01:05] compromisso eterno. Então acho que finaliza bem a
[1:01:09] faixa, cara, esse disco, ele é muito mais do que um simples
[1:01:13] ótimo álbum de hard rock assim. As letras dele são muito boas.
[1:01:19] E a música, o instrumental é a forma Como Ele É construído,
[1:01:24] Como Ele É executado, como ele. Ele favorece muito essa
[1:01:28] narrativa, sabe? Então é eu, eu convido a todos
[1:01:33] os ouvintes aí que estiverem nos acompanhando, que deem uma
[1:01:36] chance real para esse álbum, que ouçam.
[1:01:40] Não gostou? Deixa de lado, ouve de novo,
[1:01:42] depois dá uma chance. Quem não gosta desse tipo de som
[1:01:44] de hard, ainda mais a Suécia, né?
[1:01:46] Não vai gostar mesmo e pronto, acabou, mas mas se a pessoa der
[1:01:51] uma chance, se se colocar ali para ouvir e acompanhar as
[1:01:54] letras, vai ser muito bem recompensada, eu tenho certeza e
[1:01:58] um registro bem importante aqui, que eu preciso deixar para o
[1:02:01] ouvinte, né? Que esse disco é tão importante
[1:02:03] para mim, no fim das contas, que eu não queria só ter a minha
[1:02:07] opinião. Eu acho que a minha opinião já
[1:02:09] seria o suficiente pra passar essa percepção, né?
[1:02:13] Pro pro ouvinte. Então eu sabia que eu IA ter a
[1:02:15] Mari, que ela IA vim com a opinião dela, com a percepção
[1:02:19] dela, que sempre enriquece, sempre, sempre colabora demais,
[1:02:23] sempre ajuda. Nossa, é muito bom te ouvir,
[1:02:26] Mari. E mas eu também queria trazer
[1:02:29] alguma coisa além. Eu queria trazer essa parte de
[1:02:33] contexto, porque eu achei que as músicas, elas têm todo esse
[1:02:35] conceito. Eu acho que isso seria tão
[1:02:37] legal, fazer esses links que eu fiz, questão de construir, de
[1:02:40] escrever e resumir, trazer isso aqui, né, para o ouvinte, né?
[1:02:43] Só para vocês terem uma ideia, tudo que eu escrevi aqui das
[1:02:46] letras tem um pouco daquilo que eu que eu achei.
[1:02:50] Mas eu visitei uns 8 sites diferentes para buscar esse
[1:02:54] contexto aqui. Então aí eu fiz essa, eu
[1:02:57] condensei tudo nesse faixa, faixa, então por exemplo, metal
[1:03:00] Planet music, metal tempo, man of much metal denger dog
[1:03:04] reviews, get ready to rock rock find Scotland, Eternal terror
[1:03:09] live. E também do Igor Miranda Brasil,
[1:03:11] que a gente pegou uns trechos aqui de uma entrevista do do
[1:03:14] Anders, é isso aí. Crédito dado, pesquisando se
[1:03:17] aprende, se aprendeu com alguém e deu o devido crédito, é o que
[1:03:19] eu sempre digo. Arrasou.
[1:03:22] Né? Bom, e como a gente aboliu as
[1:03:25] notas, cabe apenas a gente indicar aqui vocês, ouvintes,
[1:03:29] que tirem realmente o tempo para ouvir o álbum e até ir atrás,
[1:03:34] né? Porque cara, é um disco com
[1:03:35] rifles de guitarra robustos, refrão marcantes, passagens
[1:03:39] memoráveis, né? Tudo isso em apenas 55 minutos
[1:03:42] de música. A gente está falando aí de uma
[1:03:43] banda com uma discografia excelente, né?
[1:03:45] Eu tenho certeza que os 3 primeiros lá, o scratchen byte,
[1:03:48] o pleaster principo e o Dream Hunter.
[1:03:50] Assim até como depois lá o cuppe Grace, que foi o disco de
[1:03:53] reunião deles, eu acho que renderiam excelentes episódios
[1:03:56] também, porque não, né? Se alguém quiser, pede aí que a
[1:03:59] gente volta e faz 1 dia. E aí entregando pra Mari de
[1:04:03] volta o microfone, ela perguntou lá nas notas se podia fazer o
[1:04:06] finalizar, né? Falar alguma coisa sobre o álbum
[1:04:08] que ela ainda não fez ou uma consideração final sobre ele.
[1:04:11] A hora é agora. Eu vou roubar uma frase, mas
[1:04:15] também vou dar os créditos, como disse meu querido amendoim.
[1:04:19] Que é uma frase que até viralizou durante a pandemia.
[1:04:23] Tem a crítica do cinema, que é a Isabela boscov, que ela,
[1:04:26] justamente ela, ela viralizou pelas críticas dela, super
[1:04:29] sinceras e tal. E ela tem uma frase que essa
[1:04:32] frase que viralizou, que eu acho que combina muito com esse disco
[1:04:34] do Twitch, é e que eu acho muito legal.
[1:04:37] Vocês vão entender que não é demérito.
[1:04:39] O que eu vou dizer não é apenas é consistência, tá?
[1:04:44] A frase é a seguinte, abre aspas.
[1:04:46] Deixa eu passar a moto? Eu tenho os programas em casa
[1:04:49] também, sempre tem um é um é um corno querendo avisar um a
[1:04:52] esposa que tá chegando em casa, aí ela.
[1:04:56] Então, vamos lá, abre aspas é inovador e revolucionário?
[1:05:00] Não? Mas durante aquela 1 hora, cria
[1:05:03] ali para você um lugar tão aconchegante, tão reconfortante,
[1:05:08] tão capaz de reconstruir a sua fé na humanidade, que não tem
[1:05:11] preço. Então, assim fecha aspas.
[1:05:14] Eu acho que esse álbum é isso, assim, não tem nada assim que
[1:05:17] você vai dizer, meu Deus, esse álbum está reinventando a roda,
[1:05:19] mas é o que eu sempre digo, precisa reinventar a roda?
[1:05:23] Eu acho que não. Então é o álbum que te traz esse
[1:05:26] conforto, te traz para pensar, para refletir.
[1:05:31] Toda essa coisa que a gente falou das letras, esses aspectos
[1:05:33] psicológicos que as letras trazem, te trazem para uma coisa
[1:05:37] de não, não estou só ouvindo uma música, sabe?
[1:05:40] Eu estou. Eu tô colocando meus sentimentos
[1:05:43] junto ali, com o que, o que aquele cara tá cantando, o que
[1:05:45] que a banda tá tocando. Então, como a gente falou, já me
[1:05:49] esqueci qual música que era que a gente falou que é.
[1:05:50] É uma coisa, tipo, que você sente assim em você, assim, um
[1:05:54] conforto, uma coisa assim. Eu acho que todas as as músicas
[1:05:57] são assim, é algumas em maior e menor nível, mas é um disco que
[1:06:02] te traz pra esse conforto, pra essa coisa de aconchego, de é um
[1:06:06] disco gostoso demais de ouvir. Então eu acho que resume, é
[1:06:09] isso. É, mandou muito bem, mandou
[1:06:13] muito bem mesmo. É exatamente isso que eu acho.
[1:06:15] E outra, mas do mesmo também pode ser bom, né?
[1:06:17] E quem? Tiver, lógico, por isso que eu.
[1:06:19] Não sei inventar uma roda não, a gente gosta do mesmo também.
[1:06:22] É aquela coisa que eu falo, né? Eu tenho um amigo meu que aí eu
[1:06:24] falo para ele às vezes, Ah, esse disco aqui é carne com batatas.
[1:06:27] E ele fala. Ele não é bom carne assim ele.
[1:06:29] Fala assim, mas por que que tá chamando de carne de batata?
[1:06:31] Eu falei, cara, carne de batata não é bom, é não, não.
[1:06:35] Sempre cai bem quando você come, tipo sim.
[1:06:38] Então, cara, às vezes a batata é frita, cozida, ela assada.
[1:06:42] Mas batata é vem pro sátil. E a batata é batata.
[1:06:46] É tudo de bom, cara, tá louco onde a gente chegou, né, falando
[1:06:49] de comida? É a fome, tá tarde já?
[1:06:52] Tá, tá tarde. Finalizando então, Mari, mais
[1:06:56] uma vez, grande presença. Eu já te considero da casa.
[1:07:00] Gostaria de te agradecer novamente pelo seu tempo, por
[1:07:04] sempre contribuir aqui com a gente.
[1:07:06] Te passo a palavra, fica à vontade para divulgar qualquer
[1:07:09] projeto aí que você esteja envolvida no momento, o espaço é
[1:07:12] teu. Ô William, primeiramente eu
[1:07:14] queria agradecer muito. Eu gosto muito de participar do
[1:07:18] rock na mesa, eu acho um podcast que as pessoas realmente sabem
[1:07:21] do que elas estão falando e sempre aprendo muito com você,
[1:07:25] com a sua dedicação. Então assim, agradeço muito
[1:07:28] todos vocês, sem me chamar, eu vou participar, tá?
[1:07:30] Então assim de novo, quem gostou, gostou, quem não gostou,
[1:07:33] paciência. Então assim, sigam a hit Brasil
[1:07:39] arroba hit underline Brasil com z lá no Instagram também.
[1:07:42] Vocês podem seguir, o meu Instagram é de shows onde eu
[1:07:45] posto os vídeos dos shows que eu fui, quando eu lembro.
[1:07:48] Mas é pra quem curte ver vídeo de show, ver que que as bandas
[1:07:52] estão tocando essas coisas. Eu posto lá que é o Mari
[1:07:55] Concerts, tudo junto. Mari com i Mari Concerts no
[1:07:58] Instagram também e é isso. Olha aí, então você já sabe,
[1:08:04] venha sempre que você quiser, sempre que você puder, puxe a
[1:08:08] orelha, quiser fazer alguma coisa, vamos gravar tal coisa,
[1:08:10] Bora, vamos lá, que a gente dá um jeito e já dando aquele
[1:08:13] spoiler, a Mari volta, semana que vem já.
[1:08:16] Olha só, nós faremos um episódio bem especial.
[1:08:20] Eu tenho certeza de que os seguidores da Rede Brasil vão
[1:08:23] curtir muito. Vamos dar as boas vindas ao
[1:08:27] futuro pra essa galera aí. Futuro chegou, futuro chegou.
[1:08:32] Futuro chegou e obrigado a todos aí pela audiência, secando as
[1:08:36] lágrimas, guardando os lenços e fomos tchau até logo.

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