# EP #156: Cinderella - Long Cold Winter

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 14 Jan 2026, 1 h 49 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/112818346/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-11-25%2F6868d479-9e36-1e8b-cb4f-de3deb4a8e2a.mp3

Episódio Especial – 3 anos de Podcast! 🎉 Enfim, completamos 3 anos de podcast — a não ser a capa desse disco, uma data dessas não poderia passar em branco! Para comemorar como manda o figurino, William Faria, Bruno Glaser, Renata Costa e Thiago Zuma, recebem de volta o amigo Carlos Augusto Monteiro para um episódio especial de aniversário, daqueles que misturam música, memória afetiva, debate e, claro, opiniões bem fortes. O disco escolhido para a celebração foi “Long Cold Winter”, clássico do Cinderella, lançado em 1988. Um álbum que marcou época, transitando entre o hard rock e o blues rock, e que ajudou a consolidar a banda em um período de grandes transformações no cenário do rock mundial. Resenha completa, com contexto histórico, curiosidades da época e uma análise faixa a faixa destacando os méritos (ou não) de cada música. Tudo isso acompanhado daquela dose generosa de humor duvidoso, comentários atravessados e provocações que já são cortesia da casa. ++++++++++ Quer acessar nosso grupo de whatsapp para ouvintes? Seguir nosso instagram ou acessar as plataformas onde nosso conteúdo está disponível? ACESSE AQUI.

## Transcript

[0:17] Fala povo lindo. William faria na área e abrindo
[0:20] os trabalhos para mais um episódio do rock na mesa.
[0:24] Esse episódio aqui vai ao ar exatamente no dia 14/01/2026.
[0:32] Olha o corno passando com a moto, ó, estão ouvindo?
[0:34] Olha que coisa deliciosa, ó, ó, avisando a esposa que está
[0:36] chegando em casa. OPA, não podia deixar de de ter
[0:39] em 12/01/2023 uma quinta-feira. Olha lá, começamos fora do
[0:45] padrão existente. Foi o dia que a gente lançou o
[0:47] nosso primeiro episódio piloto. É de lá para cá, meus amigos,
[0:51] 155 episódios depois, fora os bônus, tantas histórias,
[0:57] risadas, brigas. Amizades, parcerias feitas, 3
[1:02] anos de existência. Estamos aqui numa Felicidade só
[1:06] e com aquele sentimento de gratidão trazendo mais um tema
[1:10] para vocês. E claro, tudo isso sem os
[1:13] amigos. Não rola então aqui comigo
[1:16] Renata Costa. Oi gente.
[1:19] Parabéns para nós, cara. Que loucura, Hein, William?
[1:23] 3 anos atrás a gente combinava de fazer uma piada para você
[1:26] zoar um ao outro. Porque não tínhamos a intimidade
[1:30] que temos hoje para brincar, para se zoar.
[1:33] E então eu penso assim, nossa, eu lembro que o nosso primeiro
[1:36] episódio a gente nem se enxergava.
[1:38] Não, não, não. Era tudo por áudio.
[1:40] E era horrível, né? Não recomendo escutar o primeiro
[1:43] episódio, porque é uma decadência só.
[1:46] Não só o primeiro, os 10, o S20 primeiros, de repente, assim, já
[1:51] são duvidosos, né? Cara, até certa pessoa ali que
[1:55] logo mais vai se apresentar. É chegar.
[1:59] A gente era muito ruim depois que essa pessoa entrou, foi um
[2:01] divisor de águas. E aí a gente aprendeu a tomar
[2:04] banho direito, a se vestir melhor e tal, né?
[2:08] É verdade, é verdade. Thiago zuma.
[2:12] É feliz aniversário pro podcast. Estamos aqui falando que hoje
[2:18] tem farofa, cerveja e bolinho e docinhos.
[2:21] Eu tô só esperando. Vim só pela pela cerveja mesmo.
[2:25] Não veio pelo disco? Qual o disco quer?
[2:28] Não lembro agora. Bruno glazer.
[2:34] Parabéns aqui na mesa eu que tô só nessa última milha da estrada
[2:38] cigana. Vamos embora, cara.
[2:41] Felicidades. Bom demais gravar isso aqui.
[2:43] Farofinha boa. Maravilha.
[2:46] Comecei com a Renata esse projeto.
[2:47] Comecei com o Bruno pascotto, nosso colega lá dos primórdios,
[2:52] que não está mais entre nós. Tem a Cris aí da equipe que não
[2:55] pode estar presente hoje. Tem aí agora o Bruno, tem o
[2:58] Thiago aí que já há tantos episódios aí que eu já até perdi
[3:00] a conta de quanto tempo faz que eles estão com a gente, já
[3:03] arrastei um Monte também, que eles já participam com a gente,
[3:06] já somaram um tantão aí pra nós. Então só a gratidão aí pela
[3:10] equipe que a gente tem hoje. E claro, o ouvinte não é bobo
[3:15] nem nada, ele já viu, ele já leu a descrição do episódio, o
[3:18] pessoal do grupo do WhatsApp, ele já viram as, a foto que a
[3:21] gente postou também, mas a gente precisa seguir o protocolo, né?
[3:25] A gente tem 11 convidado muito especial hoje, cuja presença foi
[3:29] uma surpresa até pros presentes aqui hoje.
[3:31] Eu escondia 7 chaves, convidei e ele topou e eu não contei pra
[3:36] ninguém aqui da equipe. Eu surpreendi todo mundo quando
[3:38] todo mundo já tava aqui na chamada.
[3:40] Um amigo aí que tanto participou, tanto ajudou, tanto
[3:44] nos ensinou ele. Ó o rei do barbarata Ribeiro, o
[3:50] farofeiro do Rio de Janeiro, o maníaco do biscoito Globo na
[3:55] Praia de Copacabana, Carlos Augusto Monteiro.
[3:59] Salve meus amigos, princesas e princesos.
[4:02] Estou muito feliz de estar aqui de volta.
[4:04] Eu é eu, eu queria, eu queria muito e bom que eu estou
[4:08] participando, mas eu podia só entrar e falar, não precisava
[4:11] dessa introdução maravilhosa. Mas fico lisonjeado e
[4:14] agradecido. Mas o rock na mesa é.
[4:17] É essa potência aí, né, que tá chegando aí no terceiro ano,
[4:19] realmente, parabéns pra todo mundo, todos nós, principalmente
[4:23] a galera que tá segurando a onda toda semana, muito obrigado
[4:26] William. E a galera, estamos aí,
[4:28] maravilha. A gente fez a piada antes, né,
[4:31] Bruno, antes de começar a gravar, não podia, até esqueci
[4:34] de fazer, mas depois de um longo frio e verbo, a gente tá
[4:37] voltando pra casa. Certeza que o sapatinho de
[4:40] cristal ainda serve, Hein, cara? Exatamente, vamos ver.
[4:44] E é isso aí, meus amigos, então. Enfim, estamos diante daquela
[4:48] banda que tanto comentamos em alguns episódios aqui no podcast
[4:52] já foi palco de muita discussão. Cabe registro aqui que a
[4:56] intenção, a ideia inicial era a gente fazer um remake, ó,
[5:01] estamos ouvindo um motoqueiro cara.
[5:03] O pessoal tá tão feliz com o Carlos hoje que até as motoca
[5:06] tão louca aqui. A nossa intenção inicial era
[5:09] fazer um remake do episódio do Guns N' Roses, o uptale for
[5:13] Destruction. Daí a gente ficou nesse plano
[5:16] aí, meses, meses, meses, vamos fazer, porque o tema merece.
[5:19] A gente era muito cru. E aí eu joguei eu a seguinte no
[5:23] grupo. Eu falei assim, Renata, tu quer
[5:25] fazer o aptite for Destruction ou tu quer fazer um outro tema
[5:30] de um disco? Tu goste muito.
[5:32] Aí ela falou, eu quero fazer do Cinderela.
[5:35] Então a gente vai de Cinderela hoje, com o disco low code
[5:38] Winter. Então, galerinha, a gente vai
[5:54] explorar aqui a relação de todos aqui com Cinderela.
[5:57] A gente vai iniciar com a Renata, porque foi ela que
[6:00] indicou esse disco. E eu acho que de todos nós, eu
[6:03] acho que é a que sempre acaba levantando a Bandeira dessa
[6:06] banda aqui. Então nada mais justo que ela
[6:08] nos explica. Então, da onde vem essa essa
[6:10] relação amorosa que ela tem com essa banda?
[6:13] Cara, eu tô com medo desse episódio, confesso.
[6:16] Assim que eu acendi vela, rezei para tudo que é Santo, isso que
[6:19] eu não acredito em Santo na van, Esperança de ser leve, né?
[6:23] Mas em todo caso, meu amor pelo pelo Cinderela é muito, muito
[6:29] forte, de muitos anos, né? Deu longos invernos aí que eu
[6:32] tenho com a banda conhecer através de balada, de uma
[6:36] coletânea de balada e Deus então assim.
[6:39] Viciei a voz do tom kiefer, penetrou na minha alma, no meu
[6:42] coração, assim e foi aquela aquela paixão avassaladora, é o
[6:47] meu top 10, termina uma 50. Mas enxugar bem o Cinderela tá
[6:52] dentro desse meu top 10, sabe? É uma das bandas que eu sempre
[6:56] menciono a importância, a relevância que ela tem na minha
[7:00] vida, até me acompanhar em vários momentos, né, da fase
[7:02] festeira, da fase deprê, enfim. Então eu tenho essa paixão e.
[7:08] Aquela coisa no coração que é de de fã, né?
[7:11] De tipo cara, como eu queria que essa banda fosse mais
[7:13] reconhecida, como eu queria que ela estivesse em é num patamar
[7:18] maior do que ela está, porque hoje eu sinto que ela é uma
[7:20] banda de nicho dentro da galera da farofa é impossível.
[7:23] Todo mundo vai mencionar a Cinderela, mas se sair fora
[7:26] dessa bolha, a Cinderela aí talvez vai lembrar sambard Save
[7:30] Me no bodyfulus, mas aí não vai sair muito disso, não vai
[7:33] caminhar muito para isso. E esse disco em específico é um
[7:38] disco assim, que eu amo muito, porque ele tem tudo que eu
[7:40] adoro, né? Hard rock, blues, uma pegadinha,
[7:44] the country ali e a voz maravilhosa do Milton kiefer.
[7:47] Então essa é a minha relação com a banda.
[7:49] Carlos, faça as honras, meu amigo.
[7:52] Boa Cinderela eu gosto pra caramba.
[7:53] Também conheci quando lá saudoso fúria metal do Gastão, que eu
[7:57] conheci o bairro, as bandas, aquele programa, né?
[8:00] De vez em quando, sempre tinha uma farofinha ali no meio do do
[8:03] heavy metal e pô, é? Eu conheci junto com várias
[8:07] outras, mas eu acho que justamente o que o William vai
[8:09] criticar, eu acho que é uma grande vantagem da banda, que
[8:11] ela tem essa pegada de blues que faz ela totalmente diferente.
[8:15] E eu acho que ela entrou ali naquela onda da farofa, porque
[8:17] era o que fazia sucesso e se saiu muito bem.
[8:21] Mas a banda, como a Renata falou, ela poderia ter sido
[8:24] talvez mais respeitada, né? Mais conhecida o próprio tom
[8:28] kiefer na carreira solo dele, atual dele, ele tem uma pegada
[8:30] bem assim, meio Rolling Stones assim, rock classic.
[8:33] Então acho que essa sempre foi a praia dele, mas eu eu adoro toda
[8:37] a farofa que eles fizeram também, então pra mim é uma das
[8:40] das melhores aí também do. Thiago.
[8:43] É um estilo com o qual a jocke oitentista, assim como AOR.
[8:48] São 2 estilos que eu cresci tendo todo ódio do mundo por
[8:52] eles. Assim, aquilo que eu não gostava
[8:55] e que na minha cabeça era antimúsica música que tinha que
[8:58] ser desprezível de qualquer jeito.
[9:01] Mas aí como você paga pela sua língua, né?
[9:03] Você tive uma namorada que era farofeira, que era a posa, e
[9:08] isso me fez ouvir várias dessas bandas assim e ouvindo daquilo
[9:14] lá, tipo, vai ter que ouvir do disco inteiro, então não tem
[9:17] jeito. E Cinderela foi uma das bandas
[9:19] dessas. Não vou dizer das que eu mais
[9:21] gostei, mas as que eu consegui ouvir muito mais de boa de todas
[9:25] essas por causa dessa influência de blusas, influência de country
[9:28] que tem também. EOK tem umas coisas meio farofas
[9:33] que eu não gosto dela, mas foi uma das bandas que passaram.
[9:36] Ir lesas assim, dessas dessas bandas de rádio oitentista que
[9:41] eu não gosto. Então assim, é um disco que eu
[9:45] tinha pouca familiaridade, já tinha ouvido bastante, mas nunca
[9:48] dando todo esse tipo de atenção que eu dei pra ouvir pro disco
[9:51] agora, pra gente poder gravar o episódio.
[9:54] Mas é isso assim. Bruno, vamos lá?
[9:58] É eu. Eu já falei algumas vezes aqui
[10:00] da da influência que meu irmão e a minha irmã tiveram, né?
[10:02] No No meu gosto musical, cara, e o Cinderela, meu irmão, quando
[10:07] fez intercâmbio, trouxe o nightssong de lá, né?
[10:10] É Ol pzão e era o que tinha na época, né?
[10:14] Foi 87, eu acho que ele chegou aí e cara, assim faz parte da
[10:19] minha, da minha formação também no Brasil, fool, cara, sambary,
[10:23] Save Me Nights, são músicas que estão entranhadas.
[10:26] Tanto quanto as faixas do Ozzy no tribe, do do Randy road,
[10:31] assim é, é pesadíssimo Oo com e o fundo esse negócio vai, né?
[10:37] E. Oo chegou lá na no nos anos 90,
[10:42] cara, comentei também, já a minha irmã trabalhou na
[10:45] gramofone, ela comprou o heart pregstation em fitinha e eu vi
[10:49] demais esses 2. Cara, depois que que fiquei mais
[10:52] velho que eu, fui correr atrás do resto da discografia.
[10:54] Cara, eu sei o Prime, né? E obviamente o local entra aí
[10:58] também, eu vi pra caramba os 2, é resumindo, banda que acaba
[11:04] sendo formativa, né? Eu tenho uma veia fortíssima de
[11:07] de farofa. E a banda que que pega demais,
[11:11] cara, eu acho da farofa uma das mais interessantes que tem, né?
[11:16] A farofa tem muita banda legal, cara, você pega um teste lá da
[11:18] vida, é muito longe de farofa, mas fica no balaio é que nem
[11:20] grunge, né? Tem um Monte de banda que enfia
[11:23] no balaio do grunge, mas que que tem tem coisa muito legal que
[11:27] não é estereotipado, né? Mas vamos lá, esse episódio aí
[11:31] tem tudo pra ter uma guerra com o William, vamos ver o que que
[11:34] ele vai falar aí. Eu acho que eu, em algum
[11:36] episódio, eu falei essa história, não lembro.
[11:39] Qual é. A primeira vez que eu ouvi
[11:41] Cinderela na minha vida foi por conta própria.
[11:44] Eu não tive indicação de ninguém.
[11:47] Eu acho que no máximo eu tinha ouvido falar ou lido em alguma
[11:52] revista, alguma coisa do tipo. Eu lembro que eu fui na
[11:54] Woodstock discos e foi bem naquela época que eu comprava
[11:58] CDS ainda era muito fervoroso, né?
[12:02] Por muito tempo meu pai bancou meus cds, então todo mêszinho,
[12:04] ele me dava um chequezinho, aí colocava só a assinatura dele,
[12:08] ele deixava em branco, vai lá comprar o teu, o teu, o teu cds.
[12:12] Claro que eu tinha que me cuidar, né?
[12:13] Então eu comprava lá, sei lá. 12 e por acaso, uma vez no balcão
[12:18] da Woodstock, eu vi uma coletânea do Cinderela chamada
[12:22] won's upon a mas eu achei, me chamou, me chamou atenção pela.
[12:29] Pela cor do CD eu achei muito bonito aquela capa meio
[12:32] amarelinha com as bolinhas. Aquelas.
[12:36] É bem chamativa, é gritante, mas eu achei muito caprichosa, olhei
[12:41] e peguei. Na capa tem as moças do clipe,
[12:45] no clipe que o João Judith aparece, inclusive aquelas
[12:48] moças, não é não, não tem as 2 moças da.
[12:51] Sim, sim, isso aí e. E eu achei tão bonita a capa
[12:56] assim, tudo. Eu achei OCD muito caprichado e
[12:59] me tentou a levar. Falei, bom, acho que é uma boa
[13:01] chance de eu conhecer essa banda e levando essa coletânea daí eu
[13:04] normalmente eu perguntava pro Valcir, o Valcir, essa aqui é
[13:07] boa? Aí ele me respondeu assim, essa
[13:09] banda é boa, é boa pra ouvir comendo sucrilhos.
[13:13] Daí eu peguei, comprei OCD, levei pra casa e assim tem
[13:20] músicas nessa coletânea que eu gostei bastante.
[13:24] Aí eu acho que muitas dessas músicas acabaram sendo e ainda
[13:29] são as minhas preferidas dessa banda aqui.
[13:33] A eu tenho um problema muito Sério com essa banda que eu já
[13:37] falei em outros episódios que eu acho que o que eles fazem soa
[13:43] muito forçado. É como se fosse assim uma.
[13:49] Eu acho que no faixa faixa eu vou conseguir explicar isso com
[13:52] mais detalhe. Eu deixei muitas coisas, muitas
[13:55] anotações no faixa faixa que eu acho que vai vai traduzir o que
[13:58] o que eu acho dessa banda. Eu vou segurar um pouco isso,
[14:02] mas eu só adianto aqui que tá longe de ser uma das minhas
[14:06] preferidas do estilo, tá? Eu sei que que é a maioria da
[14:09] bancada que gosta muito, principalmente a Renata,
[14:12] principalmente a Renata. Então tem muitas, tem muitas
[14:16] características aqui da banda que.
[14:19] Que ela valoriza que são as mesmas características que ela
[14:23] usa para detonar algumas das bandas que eu gosto.
[14:25] Então eu vou fazer alguns links no meu faixa.
[14:27] Faixa, tá? Então é isso, pessoal.
[14:30] Vamos falar então da formação do Cinderela.
[14:33] A época nós tínhamos ali nesse álbum, o tom kiefer tocava
[14:39] guitarra, tocava violão, né? Ele tocava gaita, cantava o
[14:46] gruninha, né? Vai saber.
[14:48] É, tem o Jeff labar também, que é um dos do falecido, né?
[14:52] Ele já já faleceu. Já o guitarrista Eric brightman,
[14:56] que foi o baixista nessa fase aqui ele também acabou fazendo
[15:01] backing vocals, produziu o álbum, então Fred curry Na Na
[15:05] bateria. Só que ele só tá acreditado no
[15:08] álbum, mas ele não toca no álbum.
[15:10] É um grande ponto positivo nesse disco aqui é que o Fred curry,
[15:14] ele não tocou de fato. Então a gente teve 2 bateristas
[15:18] que tocaram no disco cosi Power. Olha só, baterista da maioria
[15:21] das músicas do disco deixou somente a faixa 5 second Wind
[15:25] pro deni carmasse. Eu vou dizer pra vocês 2
[15:29] excelentes bateristas, porque o deni carmasse eu já vi tocando
[15:31] no itsnake no show que eu fui em São Paulo.
[15:33] Ele também tocou no Hart ou toca?
[15:36] Ainda acredito, não sei, entre outras bandas.
[15:38] E o cara tem um currículo bem interessante.
[15:41] E tem outros músicos adicionais aí também.
[15:42] Mas tirando Oo, tem o Paulinho da Costa ali, que é um baita
[15:46] percussionista, já tocou com Deus e o mundo riat sambo, olha
[15:49] um motoqueiro é porra, filha da puta hoje tá cheio o Carlos hoje
[15:52] tá tá um tá tá demais aqui. Então tem ali o Jay lavin que
[15:57] também tocou guitarra, Rick creamity no piano, órgãos,
[16:02] sintetizadores, tem um tal de kurtishor também, John Webster
[16:06] teclados que eu não conheço esses caras, se vocês quiserem
[16:08] adicionar alguma coisa aí fiquem.
[16:10] Bem à vontade, passo a palavra para vocês.
[16:13] Coitado do Fred dure, né? Pô, excelente baterista, cara,
[16:18] tá louco, é? Ele até substituiu o Steve never
[16:21] dele. Uma vez num show do Guns, um
[16:23] amigo meu tinha um pirata que o Edson apresentava ele no lugar
[16:26] do Steve never, o cara fera a onda maravilhosa, né Jeff lavar
[16:30] porra, que puta guitarrista, infelizmente já nos deixou.
[16:34] Né, o tom kiefer disse que é kiefer ou kayfer que fala o nome
[16:37] dele. O kiefer eu acho.
[16:39] Que. Kiefer então, então kiefer, ele
[16:43] disse que o Fred cour era muito novo e eles não estavam botando
[16:46] muito a fé nele pra poder gravar tudo certinho ali, então eles
[16:50] preferiam ter bateristas de estúdio mais experientes pra não
[16:55] perder muito tempo com isso na hora de fazer a gravação do
[16:57] Dise. E eu vou dizer pra vocês, cara,
[17:00] quando eu descobri que o cosipau eu estava tocando nesse álbum
[17:03] aqui, eu falei oooo. Falei, porra assim, ó.
[17:07] Os caras não economizaram No No no batera.
[17:10] Aqui nos 2, na verdade, é tipo aquele menino mirradinho que que
[17:14] apanha sempre na escola. Eu vou trazer um cara legal
[17:17] comigo, que esse aqui ninguém vai mexer comigo.
[17:18] Vamos trazer o cosipal, ver se o pessoal alivia.
[17:25] Adentros antes da gente entrar para capa e fecha a faixa é que
[17:32] vale lembrar que é os obviamente quem sabe é o segundo disco da
[17:35] banda. Então é um disco que tem
[17:38] bastante polêmica de bastidores, o Jeff labart mesmo, ele não
[17:42] toca todas as guitarras desse disco, ele tem 11 substituto,
[17:46] porque ele queria que fosse. É um disco que fosse mais cru,
[17:50] então alguns dos membros da banda não conseguia imprimir a
[17:54] sonoridade que o produtor queria, né, que é o Andy jons e
[17:57] o Andy Jones acho que é Johnson, o Jones, não sei o nome dele,
[18:01] ele é um cara que Andy Jones falei, certo, tá aí.
[18:05] É um cara que produziu Stones, Led Zeppelin.
[18:08] Então assim, isso justifica muito a impressão que o disco
[18:11] traz, né? Essa coisa crua, sulista,
[18:15] bastante blus e country como a gente falou.
[18:18] Então só esses comentariozinhos a mais.
[18:21] Que bom que tu falou. Não tinha anotado isso Bela
[18:24] edição. Aí só me fez perceber que
[18:27] realmente a coisa é pior do que eu imaginava.
[18:30] Eu acho que o que horror o guitarrista que tu tá te
[18:33] referindo aqui se chama j levin. É o cara que eu citei aquilo
[18:36] deve ser esse aí. É.
[18:38] E o próprio tom kiefer, o próprio tom kiefer também fez
[18:42] grava, grava tudo. Ele é um cara extremamente
[18:45] inteligente assim pra pra compor, claro, se a gente for
[18:48] falar no faixa, faixa, mas assim é quase um disco conceitual, né?
[18:52] Porque ele ele vai falar. Do que ele tava passando ali no
[18:57] momento da vida dele, né? Então ele vai trazer o conceito
[19:00] da do que era o cenário da vida dele naquele momento e vai
[19:03] colocar dentro desse disco. Então isso é algo que eu acho
[19:06] muito inteligente, porque eles nadam contra a maré.
[19:09] Eles tinham 2 escolhas ao seguirem com o hard rock
[19:13] farofento dos anos 80 que já tava, né?
[19:16] Indo pros seus finalmentes ou fazer algo diferente.
[19:19] Eu acho que eles foram muito ousados, muito corajosos em
[19:22] fazer algo que foi diferente, que era.
[19:25] Né, da época ali e também o tom kiefer, passando por todo o
[19:29] processo da das cordas vocais dele.
[19:31] É EEEA primeira vez que eu acompanhei esse álbum com a
[19:34] letra e a gente voltando esse assunto de acompanhar com a
[19:36] letra, né? Mas foi a primeira vez que eu vi
[19:39] todas as letras ouvindo o álbum junto, cara, e achei assim bem
[19:42] legal, porque realmente assim às vezes falam muito de perda, né?
[19:45] De nostalgia. De sofrimento, né?
[19:49] E você vê que é um pouco até milicamente, né?
[19:51] É? Não é festeiro não é um álbum
[19:53] festeiro, né? Como o.
[19:54] Nightssons isso, amigo. E também porque ele ele não
[19:58] tinha terminado. Ele tinha terminado com a
[20:00] namorada, né? Então ele estava realmente
[20:02] passando por um processo de perda do tipo pós término ali é
[20:05] sofrer esse esse disco é sofrência pra doer mesmo.
[20:09] Mas você acha que o Nights Song já tinha essa pegada meio blue,
[20:12] né? Pelo que eu lembro dele assim,
[20:13] ele já não era aquele aquela farofa pura assim tinha uma.
[20:17] Luz também, farofa mesmo. Mas ela já tinha um, ele já dava
[20:20] uma caminhada, já tinha essa esse diferencial, já tava lá,
[20:23] né? E aí eu descobri 88, que é pós
[20:26] apertad Ford struction, que já começa direcionado.
[20:29] Tipo, tá acontecendo alguma coisa diferente aqui, né?
[20:34] Mais uma observação, Ah, desculpa, Bruninho, quer falar
[20:37] primeiro? Não, eu IA falar que o Carlos IA
[20:40] chorar sangue, cara, que meu irmão viu um show da turnê do
[20:44] Bon Jovi, sleeping wet, com Cinderela abrindo os Nights
[20:47] songs, cara, imagina isso? Cara, sim, era justamente isso
[20:51] que eu IA falar, OOO, Cinderela. Acho que a.
[20:54] Gente, IA imaginar isso? Cara, o Cinderela deslanchou
[20:57] muito por conta disso, né? Porque olha que loucura.
[21:01] AI, William, me deixa, desculpa se ferrar tua pauta aí aqui é
[21:03] minha banda, depois tu vai falar muito mal dela.
[21:07] Aproveita, então deixa eu aproveitar meus 45 minutinhos,
[21:10] né? Respiro e cara, a Cinderela foi
[21:14] uma banda que gine Simmons tentou fazer acontecer naquela
[21:17] fase que ele estava tentando ser empresário.
[21:19] Isso é muito louco, porque é um cara supervisionário, mas ele
[21:22] não conseguiu impulsionar nenhuma das bandas que ele
[21:24] visualizava. Mas ele era bom olheiro, porque
[21:26] ele via futuro. E aí, quem vai fazer isso?
[21:29] Vai ser o bom. Descobriu o van hai, né?
[21:30] Ele descobriu o van hai. Ele.
[21:33] Ele é um baita. Ele é um bom olheiro, só que ele
[21:36] é um. Ruim como empresário?
[21:37] Não sei. Ele, então quem conseguiu fechar
[21:39] o contrato foi o John Bon Jovi. Então assim, gente, a banda que
[21:44] foi, né? Começou com John Bon Jovi, tem
[21:46] um baita produtor, por que como ser ruim não tem impossível ser
[21:50] ruim tem que ter um coração muito amargo, né, William?
[21:54] O John Bon Jovi falando que cara esquece disco, esquece a demo.
[21:58] Ver o show deles, né? Eu tenho muita vontade, cara, eu
[22:01] perdi. Eu tive chance de ver não
[22:02] Cinderela, né? Mas eu eu tive chance de ver o
[22:04] tom kiefer. Eu estava em Houston no dia que
[22:07] ele tocou e perdi, cara, nem nem lembro o que aconteceu que eu
[22:10] não fui, né? Me?
[22:11] Tá, mas agora não vai ver mais. Agora tu não tem mais.
[22:14] Morreu Oo Jeff labar lá que é o. É, mas o talento.
[22:18] Quem faz, anda, sobrou, só é. Carreira solo, né?
[22:21] O tom tom carreira. É só o que, Fernão, Cinderela.
[22:23] Então, mas tá bom, não tá? É só o que interessa.
[22:26] Nesses cruzeiros, né, o tom que que deve tocar nesses cruzeiros
[22:30] tudo que tem de a amiga. Minha, que é o show dele, é um
[22:32] esquento bom. É ele.
[22:35] Eu vejo ele fazer muita tour solo, tipo em, em show solo solo
[22:39] dele, sabe? Sem estar acompanhado com mais
[22:42] tipo dentro de um Line Up assim. É.
[22:44] Tem aquele dueto maravilhoso dele com a lizzie raili, né?
[22:47] O é o bariscu puta sensacional. Ela é muito.
[22:51] Fã que é muito maravilhoso, cara.
[22:54] Aquele Moscou, aquele festival de Moscou também é lindo, aquele
[22:57] ao vivo deles. Aquilo lá é pro Philip.
[23:01] Sobre a capa do álbum Thiago, qual a tua opinião?
[23:04] Nenhuma, né, cara? A capa é branca, o logo da banda
[23:07] rosa, o louco, assim, eu acho que assim.
[23:13] Se eu? Pensar que é no disco do é um
[23:16] disco de rádio oitentista, a linha 88.
[23:20] Se eu lançar uma capa branca sem nada, é uma puta.
[23:22] É uma declaração que você tá dando ali de que ó, não sou
[23:26] igual a esses caras, apesar do meu nome ser Cinderela, né?
[23:29] Mas assim. Em si, é um conceito que acaba
[23:34] funcionando. O que eles estão passando na
[23:35] capa assim? Só só se fosse boa, só se fosse
[23:38] azul a capa, para ter mais esse conceito assim.
[23:40] Não, mas é inverno, cara. Tem que ser um branco.
[23:42] Da neve, né? É esse roxinho, né, que é cores
[23:48] frias. E o brancão da neve, né?
[23:50] Faz sentido. E essa foi a grande diferença
[23:52] que eu achei do né? De songs pra esse né?
[23:54] Porra, que loucura. Geralmente com o cabelo montado,
[23:57] a capa toda colorida pra gente. Engraçado, né?
[24:01] Quando a gente gravou o black álbum, que é a capa toda preta,
[24:04] não tem nada. Estamos passando pano, ó, a capa
[24:06] legal. Olha que coisa diferente aqui tá
[24:08] o pessoal atacando aqui na cacete.
[24:10] Pessoal, quem não me inclui? Me inclui querendo, só estou
[24:14] querendo piorar a situação. Não, não só o Tiago, mas é
[24:18] assim. Eu acho que não tem muito o que
[24:19] comentar, né? Eu acho que bom, pecado de uma
[24:22] pessoa que gosta da banda. Fala, Renata, o que que tu
[24:24] achas? Ah.
[24:24] Claro que eu vou falar. Eu acho ela linda e as mais, né?
[24:27] Mas que o saco da capa. Caramba, a capa.
[24:30] Conceitual, né? É inverno, ela passa essa coisa
[24:33] branca. Teve uma treta lá da da banda
[24:36] com o pessoal da com o produto, com a produção que eles queriam
[24:41] uma capa que fosse tipo, Ah, que vendesse comercial e a banda
[24:44] queria uma capa que fosse uma passagem de trem, tudo frio,
[24:48] azul, enfim, eles queriam mais detalhes na capa.
[24:51] No fim, quem acabou vencendo foi AA produtora, porque foi essa
[24:55] capa bem simples. Mas que eu acho ela muito
[24:59] marcante. Não tem como tu não remeter a
[25:01] Cinderela essa capa, porque o logo da banda é bem marcante.
[25:04] Então ela é linda. Gastou todo o dinheiro com
[25:07] baterista, então não vai ter capa?
[25:10] É sim, tipo, o cara não, não vai ter corpo.
[25:12] O cosipal, eu devo ter cobrado uma bala de dinheiro para poder
[25:16] tocar nessa banda aqui. Olha, eu vou dizer, eu acho que
[25:20] a gente pode ir para o faixa, faixa, então e deixar nossas
[25:22] opiniões falarem por si. Vamos falar da música, né?
[25:25] Vamos, vamos. Falar do álbum pelo que ele é
[25:28] melhor conhecido, né? Então vamos lá para a primeira
[25:59] faixa, bet Cent streams blues feling upperled sins, começando
[26:04] aí com a Renata. Vamos abrir as portas do bar
[26:09] oficialmente, cara? É uma blusa que eu acho que eu
[26:12] não quero que ele não fale mal dela, mas eu sei que ele vai
[26:14] falar porque, como o próprio nome já diz, carrega muito essa
[26:17] coisa de blues, né ela? Eu não imagino outra faixa para
[26:22] abrir esse disco senão essa, porque logo de cara ele já diz,
[26:25] ó, nosso rolé é outro, nossa sonoridade vai ser outra.
[26:29] É um som muito maturado, muito Maduro da banda.
[26:32] Eu gosto muito de como ela vai que ela começa, que é essa coisa
[26:37] meia country, né? O pianinho ali e tal, e tem
[26:40] bastante slide, tem riff de guitarra super memorável.
[26:44] Então que a gente eu vou rasgar muito a cena para ele, porque eu
[26:46] amo esse vocal rasgado. E vale ressaltar que ele não não
[26:51] usava efeito, era a voz dele mesmo.
[26:53] Então, cara, ele deveria sofrer bastante para fazer.
[26:56] Então acho assim uma das melhores faixas de abertura aí
[26:59] do cinderelo, uma das tá, uma das aí eu vou passar a palavra
[27:03] para o Bruninho para me acompanhar e elogiar junto
[27:06] comigo assim. Espero.
[27:09] A cara é, é o que você falou, Ariela.
[27:11] Já começa numa bluseira cheia de slide, né, que eu gosto pra
[27:15] caramba. Aí começa um só, um bumbozinho e
[27:19] entra a banda inteira, né cara? Com a guitarra de torcida, acho
[27:22] bem foda isso aí, essa música eu gosto demais né?
[27:25] Eu gosto do arranjo diferentinho dela que ela tem 2 pré refrões,
[27:30] né? Tem primeiro um aquele.
[27:35] E depois tem o lance mais meu, Rolling Stones é mais rock and
[27:38] rollzão, cara, e vai pro pro refrãozão, pô, até acho muito
[27:42] legal, cara. O backing vocal da do refrão
[27:45] acho bom demais, né? E essa acho que essa faixa ela é
[27:48] bem pra mim, o meio do caminho entre o Night songs e o
[27:52] heartbregstation, né? Apesar de sempre ter tido blues
[27:54] essa aí ela já tá com mais um pezinho no country, né cara com
[27:59] mais um pé no blues e fica com a farofa.
[28:01] Ainda é bom demais esse negócio. Cozinha cara, né?
[28:05] O cosy pau aí com aquele marcante forno of flor.
[28:09] Legal demais, cara AA, ela tem uma pontezinha também, que eu
[28:13] acho legal, que é meio aquela carinha de participação de
[28:16] público, né? Fica lá o cosy pau fazendo uma
[28:18] esfirulinha na bateria que parece que vai parar tudo para
[28:22] ficar a galerinha batendo Palma. É um é uma sonzeira, né, cara?
[28:26] Aí. De letra, pra mim tem 11.
[28:29] Carinha de de um artista que fracassou aí durante a vida e
[28:34] que tá na nas últimas, né? Que já tá se se lascando no
[28:38] final da vida, então tem cara de ser aquele disco que começa,
[28:43] começa pelo fim. Conceitualmente, se for um
[28:45] conceito que aí falou, né, o cara já tá na nas últimas lá,
[28:49] né? Até a fole na parte da simples,
[28:51] é a expressão que a galera usa pra isso, mas é.
[28:55] É solzeira e eu não vou deixar alguém falar não, cara.
[28:58] O Thiago talvez fique no meio do caminho, mas Oo Carlos.
[29:01] Eu sei que vai pirar também nessa aí.
[29:03] Cara, eu não. Não tenho mais o que falar.
[29:05] Obrigado, Bruno. Você já falou tudo que tinha
[29:07] para dizer, mas eu só IA dizer que uma banda que cobra uma
[29:10] banda supostamente de farofa, que começa com uma introdução
[29:13] dessa, já é para chamar atenção, né?
[29:15] Porque começa num anti clímax, né?
[29:17] Aquela guitarrinha, um blusinho, depois entrando, crescendo, pra
[29:21] seria a segunda faixa, né? Fora é a páreo do 5, realmente
[29:24] é, é, é, é fora. E a páreo do 5 é meio que as
[29:28] costuras se rasgando tudo, né? E aí cai.
[29:31] É, pô, muito foda, cara, eu adoro é o contraste entre a
[29:35] introdução e a música, e realmente assim é a questão da
[29:39] da voz dele, né, que ele faz esse essa voz rasgada aí, embora
[29:43] ele possa fazer a voz mais grave, né?
[29:45] Então ela tá bem presente aqui. O lance do backing bom, também
[29:48] acho muito legal que você mencionou, porque ele faz meio
[29:51] que é a voz dele rasgado, e no back tem também a voz dele,
[29:54] normal, né? Então porra, fica muito bonito
[29:56] mesmo, é sensacional, uma grande abertura essa música assim.
[30:01] Então vamos lá, né gente? Alguém tem que começar a falar
[30:03] as coisas assim, eu achei que legal.
[30:06] Surpreende já esse começo com essa guitarrinha meio levando
[30:09] para country, depois entre a gaitazinha e vai ganhando
[30:12] melodia tal. Achei que não é uma música, que
[30:14] eu acho que é uma música ruim, não?
[30:16] O refrão assim me lembra esse TC, tanto pelo vocal, esse agudo
[30:20] rasgado com força assim me lembra um pouco esse TC, quanto
[30:24] o uso do backing vocals me remete a esse TC bastante no
[30:27] refrão. Mas eu acho que assim aí é um
[30:29] dos problemas que eu tenho com o hard rock dos anos 80.
[30:32] E aí nesse disco, para mim, isso acaba sendo pior, que acho que a
[30:34] produção é limpinha demais, acho que a bateria estrala demais,
[30:37] acho que as guitarras estão, não falta sujeira na guitarra, então
[30:43] eu acho que essa música pedia isso.
[30:45] Tem várias coisas no hard rock que soam assim, porque a música
[30:48] pede aquilo, e eu não gosto da música e não gosto da produção,
[30:51] mas nessa produção para mim é prejudicial, sabe?
[30:53] Se tivesse um pouquinho mais sujeira, tivesse um outro tipo
[30:56] de ação de bateria. Chega.
[30:57] Essa música ganharia muito. Ela ficaria muito mais legal do
[31:01] que ela, é assim. Mas assim vamos.
[31:04] Começa direitinho a música legal pra começar o disco.
[31:08] Tirando essa questão da produção, pra mim é, não tenho
[31:11] mais nada a dizer assim agora. Será que não é o que o Jim Simon
[31:16] falou? O Jim não, cara, o Bon Jovi
[31:18] falou, vai ver a banda ao vivo, a sujeirada ao vivo.
[31:22] Acho que é exatamente o ponto aí, né?
[31:25] Você vai ver uma banda mais visceral.
[31:27] Então, e eles estão com o Andy Johns produzindo, né?
[31:29] O Andy Johns, assim, ele foi engenheiro do som, de um Monte
[31:32] de banda histórica, ali produziu o free, produziu o hanboby,
[31:35] produziu Television. Então assim sabia, né?
[31:39] Talvez ele devesse saber que a música tinha que soar de outra
[31:43] forma, mas aí também eu não sei quanto que a gravadora tende
[31:46] influência de falar isso é um discurso de Rádio Rock dos anos
[31:48] 80 e colocar na rádio que não pode soar diferente disso, senão
[31:51] vai assustar o público alvo. Próxima faixa, então, pessoal,
[31:56] não, não, não é deep'road agora. Vamos lá, deep'road Renata.
[32:04] Vamos lá, então. Essa música aí abre o disco,
[32:07] entregando de cara o que eu justamente não gosto no som do
[32:11] Cinderela. De início, aquele blues pseudo
[32:14] raiz. Quer passar a sensação de que
[32:17] estão tocando. É uma espelunca de beira de
[32:18] estrada. E nisso até imagino a pose dos
[32:21] caras, veja, nos leve a Sério. A gente não é como moto the cru,
[32:25] a gente cresceu no Mississipi, daí tu pega aquele era o Smith
[32:29] da fase blues transforma em um frankenstein e dá nisso aqui.
[32:34] Daí vem a transição pra fala em aparate sins e é o momento em
[32:38] que a banda vai pro hair metal e nisso se sai melhor.
[32:42] Pera, a gente é hair metal, bota a distorção aí rápido.
[32:46] Sobre a letra, como não pode deixar de serem músicas como
[32:49] essa sonoridade seria algo do tipo minha vida caindo aos
[32:52] pedaços, eu sou um coitado. Mas olha, eu sou um bluseiro
[32:56] cheio de alma, então assim, é todo um drama para contar que o
[32:59] relacionamento acabou. Então é só isso aí que a música
[33:02] tem a passar. Que horror.
[33:04] Quanta insensibilidade, né? Quanta insensibilidade.
[33:08] Queria ver eles tinham 111 bluseiro nessa época.
[33:11] Como o Tiago falou que OA farofa estava dominando e tentar fazer
[33:14] um álbum de blues que eles tentavam.
[33:17] Cara, bom dia, ontem conseguiu? Que elogiou o Néstor, que
[33:22] basicamente bebeu dessa fonte. Cuidado, cuidado quando entrar
[33:25] nessa. Fonte, né?
[33:26] Tu que falou do Néstor por ser clichê, não, não.
[33:29] Mas tem a calma que tem o resumo.
[33:31] No fim, Renato segura que vai ter o resumo.
[33:33] No fim, Oo clichê estava nascendo aqui, essa aí não cola.
[33:36] Não. Já tinha.
[33:37] Meu amigo 88. O clichê já tinha.
[33:39] Eu vou falar mais sobre o clichê lá mais na frente.
[33:41] Calma, calma. Segunda faixa, deep croad.
[34:05] Cara. Riff maravilhoso, quem não gosta
[34:08] dessa música está morto. Desculpa, é melhor desistir de
[34:11] viver que uma puta música, cara, maravilhosa.
[34:15] Aquele riff de entrada, eu acho um dos melhores assim é, quiçá
[34:19] da da farofa, porra, boa demais, cara.
[34:22] E tem tudo a ver com eles, né, que eles têm muito esse
[34:24] imaginário do do cowboy, do cigano e a própria.
[34:28] Aí aí entra meio que uma interseção, né?
[34:31] Da farofa do rock clássico, do blues, né?
[34:34] É, acho que o John deu os pitaco ali, né, nos das histórias de
[34:37] cowboy dele, que depois lá na frente tem headbreakestation,
[34:40] né? É, cara, eu acho um grande hit
[34:42] deles assim, acho que é uma música que acho que é uma música
[34:45] que dá para apresentar o Cinderela Por Ela.
[34:47] Cara, eu gosto muito de gip's road, acho que é a cara deles.
[34:50] Essa música na temática, na, no instrumental, na voz, tudo para
[34:55] mim era perfeito. É a música.
[34:56] É a minha faquinha, tipo um pum, né?
[34:57] Aqui, depois que o cara falou é, me incomoda um pouco a música
[35:02] assim que é. Parece que ela tá uma música de
[35:07] rádio oitentista tentando emular a blues assim blues mais
[35:10] animado. Então isso não cai tão mal, não
[35:12] cai tão bem pra mim assim às vezes minha pessoa como era
[35:15] Smith, meu genérico, mas assim ainda prefiro a Smith meu
[35:20] genérico do que um Monte de coisa de rádio oitentista de
[35:22] rádio sueco dos anos 2000 então vai colocar ali de novo refrão.
[35:29] O vocal me remete muito a esse discípulo por causa do jeito do
[35:32] refrão dele, dele cantar, do jeito que ele, quando ele dá
[35:35] força no vocal, me lembra e se decide mais assim, o que é uma
[35:38] boa coisa, mas não necessariamente quando a música
[35:40] não me agrada tanto. Agora, se eu vou falar solo
[35:43] dela, eu acho solo divertidinho. Essa música tá com as pegadas
[35:46] mais oqueiras assim e não é das minhas músicas favoritas do
[35:50] disco. Mas OK, assim eu vou deixar pra
[35:53] deixar pro pro luno falar bem agora.
[35:57] Lógico que eu vou falar bem, cara, começando pelo solo que
[36:00] você falou, né, ele tem aquele aquela pegada meio de feeling
[36:04] meio inocente, né? Eu gosto demais, cara, é clichê,
[36:08] mas é legal, né? São os os rickzinhos mais rock
[36:11] and roll que você tem dentro de uma faixa que é.
[36:14] Acho que mais do que blues é rock and roll, né?
[36:16] É óbvio que o rock and roll é do blues, mas ali é rock, cara, né?
[36:20] Um rocão, tem o ramo onde que eu acho legal pra cacete, né?
[36:23] O riff que o Carlos falou é, é legal demais, cara.
[36:26] Quem disser que esse rif não é marcante, tá errado, né?
[36:28] Pode, pode falar mal, mas é um rif marcante, um rif foda, né?
[36:34] É e é uma é uma faixa que é feita pra ser single mesmo, né?
[36:37] Assim ela tem Oo verso forte, tem o refrão forte, tem uma
[36:41] ponte de novo, tem uma parte que se quiser vir a participação de
[36:44] plateia, né? É, é muito foda, cara.
[36:47] A única coisa que eu não entendo aí talvez o Carlos tenha alguma
[36:51] ideia pra voltar nele rapidinho, é por que que o clipe é no
[36:54] México, cara? Os cara, eu estou falando de da
[36:56] da estrada cigana e mete um clipe que é todo no México.
[37:01] Certamente eles estavam em turnê, fazendo show,
[37:04] aproveitaram e fizeram, né? Atravessaram a Fronteira em
[37:07] Tijuana e meteram o clipe. Lá, né?
[37:09] Era mais barato contratar aí os os câmeras ali, assim, eles
[37:13] gastaram tanto dinheiro com baterista do disco que eu já
[37:15] falei. Então queria até a Bulgária, sei
[37:18] lá. Mas com uma banda que quer ser
[37:20] blues e não é cara, tá bom, cara.
[37:22] Precisa ter coerência, pô. É nesse clipe, se não me engano,
[37:25] que a tomada final é linda. Que são eles contra o Sol assim
[37:29] aí tem só a pelúria deles, puta. Aquele final é maravilhoso,
[37:33] cara, isso aqui é foda também. Perfeito, 1010.
[37:37] Renato, vamos lá, não é Renato que vai?
[37:39] Falar, não estou escutando, William, gente, William, não
[37:44] estou te escutando. Tá tá falhando?
[37:46] William, eu prometi uma coisa, eu vou ser justo quando eu tiver
[37:50] que ser justo, ó, veja bem, vocês vão ver que não é pegação
[37:53] no pé, não. Eu acho que essa aqui já desce
[37:55] um pouco melhor, é uma música legal, eu gosto dessas letras
[37:59] que fala de estrada, a música fala da vida em turnê, tem
[38:02] aqueles rifes em refrão lá pensado pra sua chiclete, tem
[38:06] aquele todo, aquele apelo de tocar em rádio, clipe, arena e
[38:09] tal. Eu acho que assim, só não é nada
[38:11] diferente daquilo que todo mundo já fez na década de 80, não é
[38:14] mais do mesmo, mas funciona, cara, às vezes não tem porque
[38:18] reinventar a roda, sabe? Então acho que essa música aqui,
[38:20] pelo menos ela é honesta, tá? Eu gosto dela.
[38:23] Música, divertidíssima abre com rifle, maravilhoso, grovada
[38:27] dançante, tem energia lá em cima.
[38:30] Ela é quase uma autobiografia aí do kiefer, que ele vai falar
[38:34] sobre realmente essa solidão da vida.
[38:36] Não é estrada, é como eu sempre falei, toda banda que se preze
[38:40] vai ter uma música que vai falar sobre a saudade de casa, a vida
[38:44] de nome de nome de vida, de estradeiro.
[38:47] Cinderela não é menos que isso, é mais que isso.
[38:49] Então eles vão falar, e aí ele interpreta isso na voz dele.
[38:52] Então tu está lá, dançando, curtindo, super animado, numa
[38:55] farofa entranhada com bacon, maçã, que eu adoro, farofa com
[39:00] maçã, banana, enfim. Não, não, não.
[39:01] E vai estar curtindo. Maçã adoro a comparação.
[39:05] Adoro cacete, mas é que eu adoro.
[39:07] Ovinho ovinho ovinho minha ovinho ovinho pode?
[39:10] Não é que eu adoro eu, eu. Gosto de muita gente passa
[39:12] depois. Sim, mas enfim, bota vocês
[39:16] quiserem. Seja o que lembrava, seja muito
[39:19] gostoso, muito bom, assim que dá aquela uau.
[39:22] E é pra mim essa música é, é isso?
[39:24] E vale lembrar que a produtora não entendeu o conceito dessa
[39:27] música quando foi apresentado, então a produtora não queria
[39:30] lançar essa música porque eles não visualizavam ela como um
[39:34] single, como um grande sucesso. E no fim, convenceram ali foi
[39:38] que no fim é uma das músicas aí acho que que eu faço que nem o
[39:41] Carlos, eu apresento o Cinderela com essa música, porque isso é
[39:43] Cinderela. Terceira faixa, Donald, what got
[40:08] to is Gun? Começa Bruno.
[40:11] Vamos fazer um rodíziozinho? Ih, rapaz.
[40:16] Ó, eu, eu tenho as questões com balada, né?
[40:20] Pra começar aqui a falar, eu acho essa das baladas famosas a
[40:25] que que eu menos gosto, né? Eu prefiro no body soul, a
[40:28] própria caming home que a gente vai falar.
[40:30] Aí na frente as baladas radio, PlayStation me pegam mais e acho
[40:34] que é uma coisa que me pega aqui querendo ser produtorzinho, né?
[40:38] É, eu acho que na parte mais menos.
[40:45] Aqui é pesado, é difícil, né, mas assim, a parte mais leve eu
[40:49] acho que Oo tom podia ter usado a voz sem o drive que nem ele
[40:53] faz em kaming hoom, cara, acho que IA ficar mais, mais, mais
[40:55] interessante assim. É uma baladaça, né?
[40:58] Clichêzaça cara, né? Do jeito que uma balada de
[41:02] farofa tem que ser, eu corto pra caramba.
[41:05] O solo é aquele feeling manjado, mas é cheio de filme, cara, eu
[41:08] gosto pra caramba também, mas é de de balada.
[41:13] O Cinderela fez melhores do que essa, pra não dizer que eu não
[41:17] tô sendo justo e honesto com com a minha opinião do disco.
[41:21] Aí vou passar pro Thiago que acho que vai cagar na cabeça da
[41:25] balada. Vamos ver o que que vai rolar
[41:26] aí. É, não, não é.
[41:30] Tem baladas que eu gosto. Tem baladas que eu não gosto.
[41:32] Como essa, assim. Acho baladinha aquela baladinha
[41:37] com cara de música de comédia romântica, sabe?
[41:39] Tem sempre aquela parte do final assim, né?
[41:42] Que tem tipo, tá o momento do problema antes de resolver o
[41:47] casal, mas assim era Power Bella, de dos anos 80, que segue
[41:53] a regra de Power, Bella, de dos anos 80, partezinha acústica,
[41:57] vocal, útero dramático, sofrido. Vai ter.
[42:00] Negócio o refrão pra todo mundo cantar abraçado junto na pista,
[42:05] então sabe, tipo, os namorados se beijarem na hora do refrão,
[42:07] aquela coisa meio boa pra ser uma orquestraçãozinha aparecendo
[42:10] No No segundo verso normalmente, né?
[42:12] O primeiro é mais acústico e na segunda é uma orquestração pra
[42:15] dar uma atenção. Então assim, não é o tipo de
[42:18] bala que eu gosto, então eu ficava falando muito mal.
[42:20] A única coisa que eu acho meio assim um problema que eu vejo
[42:25] nela, tirando o fato das coisas que eu não gosto, é que acho que
[42:28] na base do solo fica meio morta a música.
[42:30] Entre o solo falta alguma coisa. Acho aí aparecendo que a música
[42:34] está morrendo na hora do solo, depois volta, mas assim acho
[42:38] muito longa também. Mas enfim, né?
[42:40] Não é o tipo de música que eu gosto, então eu jogo pra Rê, pra
[42:43] re falar bem e voltarmos. Tá todo mundo feliz agora.
[42:47] Cara, não sei, tiaguinho, se eu falei mal alguma vez do King
[42:52] Diamond, foi na sem querer. Faz isso com a minha balada,
[42:56] não? Cara, a vingança veio que veio,
[42:58] Hein, Renata? A vingança.
[43:00] Veio 3 anos reprimidos, cara. Fãs de Cry, fãs de Néstor, fãs
[43:06] de Halloween, fãs de King Diamond é serão exaltados.
[43:10] Claro que. Tem.
[43:13] Existe fã de Cry assim? Claro.
[43:16] Que tem é só. Só só te falar uma coisa que eu
[43:20] lembro que eu estava vendo aqui. Foi que eles falaram que eles
[43:24] gravaram essa música primeiro com o kozi Power e depois eles
[43:28] resolveram regravar a música inteira e em vez de eles
[43:32] regravarem a bateria, eles pegaram a bateria do kozi Power
[43:34] e diminuíram a velocidade dela. Tem só um detalhezinho da
[43:39] gravação que eu tava lendo. Sempre vale qualquer coisa desse
[43:43] disco, vale essa música valiosíssima ela é preciosa,
[43:48] talvez é dê balada a. Heart breakstation, ela me pega
[43:55] mais, tá é que me me cativa mais, mas essa aí tá em segundo
[43:59] lugar, indiscutível, tá indiscutível, tá em segundo
[44:03] lugar, para mim é uma balada linda, aquele momento que tu
[44:06] pega o Ursinho que o ex te deu e abraço tipo cara, por que que eu
[44:09] não valorizei? Porque eu perdi, porque é o que
[44:12] a letra vai tratar, né, sobre você não ter valorizado aquilo
[44:15] que você tinha. E aí vem essa voz crua, rasgada
[44:20] por o feeling, por o sentimento. Um piano super delicado, que
[44:24] traz toda a elegância, que traz uma inteligência pra dentro
[44:27] dessa música. Então assim, essa música, meu
[44:30] Deus, ela toca no fundo da alma, bate reluzoro porque ela é
[44:33] maravilhosa e o clipe dela também, eu acho muito AI, muito
[44:38] fofo. Vale lembrar, uma curiosidade é
[44:41] que foi gravado num lugar muito frio, muito gelado, os
[44:45] instrumentos chegava a congelar durante o processo da gravação
[44:49] desse clipe, então foi um clipe bem tenso ali.
[44:52] E Ah, enfim, eu eu só sei a massa, música, massa, banda.
[44:57] Eu acho que eu coloquei essa balada numa Batalha de baladas.
[45:00] Não? Se não em breve ela estará,
[45:02] porque ela é linda e o William vai participar, né?
[45:05] Ele caiu. Então segue o jogo aí, pessoal.
[45:08] Não traz aqui, deixa o cuidado dela um pouquinho para vocês.
[45:10] Vem cá, eu sempre gostei dessa música, eu nunca escondi.
[45:15] Se vocês lembrarem, eu já mencionei essa.
[45:17] Eu acho que foi uma Batalha de baladas que eu mencionei.
[45:19] Essa música, eu gosto dela. Aqui os caras fizeram um Belo
[45:22] trabalho. Eu quem dera se fosse sempre
[45:26] assim, teclado no início dela é lindão, é triste aquele clichê
[45:31] do sofrimento mas cara assim ó, tipo Ah nossa, eu fiz tudo
[45:35] errado no relacionamento. Eu tratei mal, eu vacilei, mas
[45:38] agora que ela se mandou eu descobri que ela era
[45:40] maravilhosa, quem diria, sabe? Então essa música é dramática,
[45:44] chorosa é grudente. Quem nunca, quem?
[45:47] Nunca, nunca. Mas eu vou te dizer, viu, cara?
[45:50] Olha, o solo dessa música é bonito pra cacete, é lindo
[45:55] demais. É um dos solos mais lindos que
[45:58] eu já ouvi. Ó, veja bem, se eu fosse elencar
[46:01] aqui, ó, 10 a 15 solos mais lindos que eu já ouvi no rock
[46:05] and roll, esse entra é lindo pra cacete.
[46:08] O solo dessa música é maravilhoso, muito bom.
[46:12] Falei que eu IA ser honesto. Mas.
[46:15] Acho que os Brothers aí, Hein? Eu acho que é o auge da música e
[46:18] do disco todo. Pra mim, essa música e o solo
[46:20] pra mim é o que esse disco tem de melhor.
[46:23] A única coisa ruim dessa música, na verdade, é a voz do do.
[46:27] Não tem nada de ruim. Estava indo tão bem, né, na hora
[46:30] do 10, né? A.
[46:33] Gente, podia ter me contado. A gente, na hora do 10, manda
[46:37] 16, pô, aí não. É Renato?
[46:43] Como mais uma vez o Bruno me representando, aí falou tudo que
[46:46] eu penso, porque realmente também não acho ela melhor para
[46:50] mim é happin Station nossa infinitamente na frente, mas ela
[46:54] é a música que tem mais audições do Spotify.
[46:56] Ela tem 98882000 uns quebrados, seguida de novo vales full e
[47:04] terceiro lugar de p's road. Então pronto, estamos certos
[47:07] nesse ponto. Mas cara, eu acho uma balada bem
[47:09] legal também, bem bonita. Ela tá no lugar certo ali no
[47:11] álbum, né? Onde tinha que tá as baladas.
[47:13] Terceira faixa, sempre a terceira.
[47:16] Faixa às vezes era quarta, mas às vezes era a terceira.
[47:19] E cara, acho muito lindo também. Eu gosto dela pra caramba, mas
[47:22] realmente não é assim. E não colocar ali Pra Mim Não É
[47:25] das melhores do Cinderela nem do Rádio Rock em si.
[47:29] Mas tá bem aí. Quarta faixa, the last Mile.
[48:02] Cara, pra mim ela volta ali, né? Segue nessa linha, nessa linha.
[48:05] Pra mim essas 4 primeiras músicas, elas estão muito bem
[48:08] assim. Entrosadas, né?
[48:09] É e falando de estrada de novo, né?
[48:12] E eu gosto muito do refrão que fica aquela dobradinha, né?
[48:17] Entre eles, ele e o Beck e ele fazendo Beck é, eu acho, eu acho
[48:22] muito legal, é. Só acho que talvez ela ela ela
[48:26] não seja tão boa quanto as as 2 primeiras ali que começar, mas
[48:30] tudo bem, já tá na quarta faixa, já dá pra é, mas ainda acho que
[48:33] é um destaque do algo. Cara, eu gosto dela pra caramba.
[48:36] O refrão é bom demais, cara, eu adoro AA vozinha de fundo e o
[48:42] tom kiffer em cima, cara, é, é. Isso.
[48:44] É isso é bom demais. Aquela é bom demais diálogo, né?
[48:47] Aquele diálogo. Exato, exato.
[48:50] Ela é o que você falou também, cara, ela volta pra pra
[48:52] pegadinha. Mais rock, né?
[48:55] Eu acho que ela é um pouco mais lenta do que a jpse rode, mas
[48:58] também é legal demais o rocão, né?
[49:01] Classe caço, cara, eu acho. Outra outra faixa divertidíssima
[49:05] do do do disco aí de letra, sei lá que que esse cara fala aí,
[49:10] mas a última milha geralmente é quando você tá quase lá, né,
[49:13] cara? É o tá na iminência do do do
[49:17] gol, né? Acho que a Renata talvez tenha
[49:19] analisado aí que ela viu que o disco é conceitual.
[49:22] Nunca pensei nesse ponto de vista aí.
[49:25] Cara, ela, gente, eu não, não sei muito mais o que
[49:28] complementar, porque vocês puseram a palavra de vocês, as
[49:31] minhas, mas ela é isso, ela é, eu acho ela otimista, ela é para
[49:34] frente, ela é animada, ela tem essa Vibe meia sulista aí dentro
[49:39] dela, que traz esse conforto, essa coisa caseira para dentro
[49:43] do ouvido assim, sabe? Ela é confortável, né, ouvir e
[49:46] ela fala sobre, eu acho que eu na minha interpretação, né,
[49:49] sobre não existir no último quilômetro, tipo assim, cara, eu
[49:51] tô quase lá, eu não vou desistir.
[49:53] Eu vou até o final, eu estou quase chegando, é a última
[49:55] milha, eu vou, eu vou ir, eu vou ganhar.
[49:58] Eu vejo ela por esse lado e eu acho muito bom ela ser a quarta
[50:01] faixa quando ela dá aquele up, depois daquela sofrência, aquela
[50:05] derradeira de dor e sofrimento, de não valorizar o que perdeu,
[50:08] não, espera aí, agora eu vou até o final, eu vou ficar bem, vai
[50:11] estar tudo certo, que é aquela coisa, que aquela gangorra, né,
[50:16] de quem está superando um término.
[50:18] Que é tipo, cara, eu tô muito mal, eu tô na merda.
[50:20] Não, não, eu tô muito bem, eu tô muito bem.
[50:22] Aí abre o Instagram, tá lá o amado, o amada com a foto com,
[50:26] aí volta na merda de novo. Mas é essa a minha, a minha
[50:29] ideia sobre essa faixa aí. Não sei se Oo Thiaguinho com
[50:33] certeza não vai concordar, mas assim, espero que concorde.
[50:36] Não dá para concordar porque não tinha Instagram em 88.
[50:40] Ah, foi 11 metáfora aí, amigo? Eu sei, mas é, eu acho essa
[50:46] música legalzinha assim, tem essa pegada meio classic rock
[50:49] dela ali, o refrão é legal, agradável de ouvir, então assim,
[50:52] eu vou reclamar da produção, que acho que a produção é limpinha
[50:54] demais. Acho que ela pediu uma produção
[50:56] um pouco mais suja, mas acho que funciona, não estraga.
[51:00] Acho que é música legal do disco assim, não tenho problema nenhum
[51:04] com ela. Acho que talvez o William tenha,
[51:06] né? Pega um daqueles hinos sobre
[51:08] caminhada difícil da vida, sobre não desistir e seguir em frente.
[51:12] Aí tu soma isso aí. É um rif honesto, uma forma
[51:16] musical que a gente já ouviu em trouxentas outras bandas que não
[51:19] faz essa música nada especial, apenas bonitinha e funcional,
[51:24] simples assim. Tem um clipe, né, cara?
[51:27] A gente não acabou não falando genericaço.
[51:30] Fica à vontade, pode falar? É só aquele clipe de de show com
[51:36] cena de backstage, não tem grande coisa não, né?
[51:38] É, ele realmente não me lembrava desse clipe.
[51:40] Tava até entrando aqui pra ver como é que ele era, porque pra
[51:43] mim é o jip's holder. E é o terceiro single do disco,
[51:46] né? Isso foi um dos singles, cara.
[51:50] Mas é, acho que é um, talvez um não ter sido uma grande escolha
[51:54] de single, né? Mas não que que não seja uma
[51:57] música legal, né? Mas acho que tinha outras coisas
[52:00] mais interessantes aí. Uma letra que fala sobre coisas
[52:03] motivacionais é um problema pra vocês ou não?
[52:06] Depende, se a gente tiver gravando, o que talvez, né?
[52:10] Uma coisa motivacional, eles sempre depende do jeito que você
[52:13] fala, né? Que você vai, você vai fazer e
[52:15] aparecer as letras do Halloween que você está falando de
[52:17] monstrinho pra parecer a livro de autoajuda pra criança é uma
[52:21] coisa. Agora você contar uma história
[52:23] sua com superação é legal, sabe? Tipo sempre da gente você conta,
[52:28] você pode contar a letra mais banal do mundo, mas se você
[52:30] souber rimar e ser bem contada a história, ela fica legal.
[52:36] É e na verdade. Estava muito isso, né?
[52:39] Desculpa. É, não.
[52:40] Estava até revisitando aqui e na verdade é é um pouco muito mais
[52:43] do que a Renata falou, que ele está quase chegando.
[52:46] E aí ele pode pode relaxar, mas não tanto porque ainda não
[52:49] chegou. Então ele ainda fica esperto.
[52:51] Acho que seja muito. Tem medo bem mais alta do que
[52:54] antes. É só só resgatando, porque no
[52:57] Cry eu tomei muita porrada, porque as músicas tinham muito
[52:59] disso, né? Então eles se criticaram.
[53:01] Mais aí você fica, aí você fica enfiando argumentos para se
[53:05] vingar, tem entendido? AI, AI, AI.
[53:10] Mas aí o Cry amigo é música gospel, né?
[53:12] Aí é música para cantar na igreja e a gente está falando.
[53:14] É música para cantar num bar sujo, mas pelonca com uma
[53:18] garrafa de uísque assim na mão? Sim.
[53:20] Aí tipo aquele. Tempo aí, aí eu vou dizer que é
[53:22] um é um barco cuidadosamente sujo, né?
[53:25] Isso obrigada. Não é um barco, é um bar.
[53:28] É um bar tipo pega turista em Gramado, só se for.
[53:34] Era o antigo barata Ribeiro, William.
[53:35] Barata Ribeiro das não. O antigo barata Ribeiro era
[53:39] raiz, cara. O seu Juan, que acho que vive
[53:41] até hoje, ele era raiz. Sei que tá agora ali, que tá
[53:44] complicado. Quinta faixa, second Wind, ó tem
[54:09] título até de música do Judas Priest, então começa contigo,
[54:12] Thiago. Tenta dar uma animada mais pro
[54:15] final, né? Não que eu não disse que não
[54:16] esteja animado até ali, mas pegar um pouco mais de
[54:18] velocidade ali, né? Tem um hippie que é um pouco de
[54:21] desktop, na minha cabeça um pouco.
[54:23] Ou era o Smith tentando falar quando tem som um pouco blusa e
[54:27] mais aí na hard rock assim, acho.
[54:29] Acho que a ponte dela tem uns degiradinhos ali que.
[54:32] É um refrão, na hora do refrão dá uma quebradinha assim, então
[54:35] acho uma música legal. Música que termina bem o lado b
[54:39] assim da do a, né? É a é a música que foi gravada
[54:42] com o deni carmasso na bateria assim, então acho assim, ela
[54:46] tem. No finalzinho ela vai ter um
[54:48] hall de final ali, instrumental que eu acho legal, que aí acho
[54:50] que deve estar ali, que deve entrar o Paulinho da Costa
[54:52] fazendo umas quebradas repercussivas ali.
[54:55] Mas eu acho acho uma música legal assim, acho que pena que
[54:58] aquele hyde out termina em fade. E como não gosta de terminar em
[55:00] fade, eu vou passar pro Bruno Pra Ele poder falar bem, falar
[55:03] mal do fade e falar bem do resto.
[55:04] Bruno. É, cara, final de fade.
[55:07] É preguiçoso, né? Sabemos disso, tem os bons gosto
[55:11] lá e tal, mas é preguiçoso, né? Mas, cara, eu até IA propor aqui
[55:14] da gente tentar estabelecer a nossa terminologia pra uma faixa
[55:18] drive, né? Que eu não consigo traduzir.
[55:21] Vamos ver o que que vocês, o que, como é que vocês falariam,
[55:23] cara, eu tava pensando que é uma faixa que tem uma propulsão que
[55:27] ela vai te levando, né? Essa acho que é a mais agressiva
[55:30] do disco aqui dentro do contexto de Cinderela, né?
[55:33] O que que o que a gente pode falar de agressivo que ela tem?
[55:37] Essa é mais pegadona? É, tem tem uma cara muito hard
[55:42] rock, metal, cara, um harding heavy, sei lá, da dos anos 80,
[55:46] que eu gosto demais. Assim, eu, eu, eu vou ser
[55:50] enxotado aqui. Mas se fosse o dil cantando, por
[55:53] exemplo, caberia num disco dele ali, num num Dream mevel da
[55:57] vida. Acho bem legal, cara.
[56:00] É talvez o bicide, mas ela caberia lá, né?
[56:04] É, tem a sessãozinha de novo, né?
[56:06] Que que cabe uma interação com o público, que acho que todas as
[56:09] faixas tem esse espaço, mas usa ou não, né?
[56:14] É e de novo, cara, falando sobre a vida de músico, né?
[56:17] Que o cara quando quando na hora que ele sobe no palco pode estar
[56:22] Na Na fossa que ele tiver no buraco, que ele tiver lá na
[56:25] merda que que ele tem uma segunda vida aí, né?
[56:28] Esse se é canduindo, é aquele gás a mais que vem quando o cara
[56:32] tá na No No buraco, né? Mas é assim, é do Spotify.
[56:38] O Carlos falou agora pouco, né? Do Spotify, essa é a faixa que
[56:40] tem menos execuções. Mas eu acho uma bem legal, cara.
[56:44] Eu acho que que dentro do disco ela é uma da não.
[56:47] Não deveria ter essa posição tão negativa.
[56:50] Acho que tem tem coisas pra baixo dela, eu curto pra
[56:52] caramba. E aí, tô curioso com o Carlos,
[56:56] cara. Cara pra mim é um destaques do
[56:59] álbum é há um tempo atrás quando eu ouvi AA.
[57:04] Discografia inteira eu inclusive inclui essa.
[57:06] Eu fiz uma Mini coletânea da discografia inteira com músicas
[57:09] menos óbvias, e eu inclui essa cara que eu realmente acho muito
[57:12] boa. É bem aquilo que o Thiago falou
[57:13] também da quebradinha no refrão, que ela também me chama atenção,
[57:16] né? Porque ela vem num num risco, de
[57:18] repente ela daquela sai não sei o que, porra, muito legal, cara.
[57:22] Acho que isso aí é meio que pra calar a boca de quem critica o
[57:26] Cinderela pro que eles tentam fazer, e é isso, cara.
[57:30] Também é uns destaques do álbum, né?
[57:32] Olha aqui é a faixa tô na pior, mas vou dar a volta por cima.
[57:36] Clássico, estou derrotado, mas o vento da superação vai soprar de
[57:41] novo, baby. O nível de metáfora aqui é, já
[57:44] que falamos de inverno no nome do disco, Bora empurrar qualquer
[57:48] coisa com vento, tempestade e superação no pacote.
[57:51] Essa aqui poderia tocar em comerciais de carros anos 80.
[57:54] Daí seria o empresário dirigindo um scort XR 3 em plena avenida
[57:58] Santo Amaro, em câmera lenta. O Bruno deve ter pequenos
[58:02] enfartes nessa música, como ele bem citou, bem ou bem previsto,
[58:05] porque ele tanto odeia que as músicas terminem em fade out.
[58:08] Percebe que a música tem 3 minutos e 57 duração, e o fade
[58:13] out começa aos 3 e 39, ou seja, 18 segundos de fade out.
[58:19] Deve ser para imaginar o cara sumido do mapa no XR 3 DO carro.
[58:24] Tá te achando para trás aí, rapaz?
[58:26] O carrinho foi embora e te largou?
[58:29] É, mas essa sensação tá sumindo. Isso é um faydout de 18
[58:32] segundos, cara. É isso aí.
[58:34] Mudei de ideia, esse faydout é genial.
[58:39] Carlos levantou a mão. Eu, eu preciso comentar que você
[58:43] veio com essa história desse roteirozinho pronto aí para
[58:45] falar mal da música de qualquer jeito, né?
[58:47] Só que você falou de vento. Mas na verdade, esse século 20
[58:50] que ele fala é aquela respirada. Quando você já não está mais
[58:52] aguentando mais, você dá aquela. E aí vai, entendeu?
[58:55] Então, desculpa atrapalhar em toda a sua construção.
[58:58] Aí sim, eu não. Sei.
[59:03] O second indie é é quando eu cheguei nessa altura do álbum de
[59:07] 10 música na quinta, eu tipo, sei respirar de novo.
[59:18] Direito isso aqui vai Rê. Vocês gostaram da avenida Santo
[59:23] Amaro? Fala a verdade, o Tiago riu, tá
[59:25] falando? Ô o quarteiro aqui de casa.
[59:27] Cara, não tem como não gostar. Cara, você criticou, né?
[59:31] AA letra, deixa eu só pegar uma letra aqui que que é bem, eu
[59:34] acho bem interessante é, você precisa, você diz que precisa de
[59:40] alguém para te levantar. Lamento dizer, não só o seu
[59:43] homem mesmo que o mundo colhida nossa, que profundo.
[59:46] Quem será que disse essas palavras, né?
[59:48] Qual que é isso aí? Disse aí pra nós.
[59:51] Curioso pesquisa que tu vai ver? Não, mas fala para nós.
[59:55] O ouvinte merece saber. Diz aí o.
[59:57] Ouvinte merece saber o nome da da moda espera aí, é Néstor it i
[1:00:01] me. Cara, isso aí é o é o amor
[1:00:05] contemporâneo. É uma coisa que transcendeu.
[1:00:08] O limite? Vamos.
[1:00:09] Seguir na Cinderela aqui, vamos seguir nesse.
[1:00:11] Não, mas é bom. É bom dar umas cutucadas nele
[1:00:13] para ele se ligar, porque ele está falando.
[1:00:15] Ele está sendo hipócrita. Aí as mais é partiram para
[1:00:18] agressão? Não a gente estou brincando de.
[1:00:21] O William ficou horas ali pensando o que queria, falar mal
[1:00:23] do álbum? Pra cara é uma faixa gruvada
[1:00:29] energética, leva pro talo. É um ponto alto do disco.
[1:00:33] Eu concordo plenamente que ela merecia mais reconhecimento,
[1:00:36] porque é uma faixa muito boa. É de ouvir assim, tipo no volume
[1:00:39] máximo. E ela fala, e aí aquilo que eu
[1:00:42] falei, ela é a sequência da segunda faixa, sobre alguém que
[1:00:44] está se recuperando. Alguém que tá tipo tentando é
[1:00:48] recuperar a força, recuperar aquilo que acreditava, se
[1:00:51] reencontrar, se reconectar. Então, se for a fundo da letra,
[1:00:56] vai ver que ela tem muito mais do que essa superficialidade.
[1:00:59] O rei isso aí não é uma galera subindo no palco a hora que dá o
[1:01:04] ânimo de volta? Deixa pra.
[1:01:09] Lá. Sexta faixa, low code Winter.
[1:01:30] Quem quem quer começar vai o Carlos aí que fez um
[1:01:33] coraçãozinho com a mão. Cara, eu amo essa música.
[1:01:37] Não sei o que que vocês vão falar dela.
[1:01:39] Podem falar o que quiserem, mas eu adoro essa música.
[1:01:42] Acho que porra. Ela é sofrida, ela é bonita,
[1:01:44] ela, ela, você não está esperando, você não está
[1:01:47] esperando ela nessa altura do álbum, de jeito nenhum é.
[1:01:50] Eles voltam lá pra aquele, resgatam lá o blues do começo e
[1:01:53] vão vão com tudo, cara, uma música que podia estar em
[1:01:56] qualquer coletânea de blusa, aí, contemporâneo já não é mais tão
[1:02:00] contemporâneo, né? Mas é dos anos 80 para cá.
[1:02:04] Eu adoro essa música, acho a letra é linda, sofrida é.
[1:02:09] Porra, as imagens que ele cria são lindas.
[1:02:12] O instrumental é lindo, a voz está ótima, perfeita. 10 de 10.
[1:02:18] IA pedir licença pra Rê quando fosse falar dessa música, mas
[1:02:21] vai ter que pedir pro Carlos também, né?
[1:02:23] Pra mim isso. Por isso que eu já falei muito
[1:02:25] bem no começo, porque eu já sabia o que vinha também.
[1:02:28] E pra mim, isso aqui é uma miss Street.
[1:02:30] De propaganda, de motel, né, cara?
[1:02:32] Assim, parece trilha do Cine privê, esse início da música,
[1:02:36] cara, uma das coisas, eu acho a pior música do disco assim por 1
[1:02:40] mi e é a faixa título, cara, não é?
[1:02:43] É a pior faixa do título, sabe? Ouço essa música e já fico
[1:02:47] imaginando a secretária tirando óculos e soltando cabelo assim,
[1:02:50] sabe aquela coisa bem assim, eu acho assim.
[1:02:54] Tirando isso, acho vocal, acho que o tom que tenta subir nuns
[1:02:58] tons que ele não aguenta, cara, e aí parece que ele teve
[1:03:01] problema de voz depois ali ninguém podia ter que falar que
[1:03:04] não tinha. Acho que o solo, até o solo
[1:03:06] tenta comer coquiar black mora ruim assim o teclado não tem
[1:03:11] pante pra música e ainda termina em fade, né cara?
[1:03:14] Essa música pra mim é todo errado e ainda é a faixa título
[1:03:16] do disco que abre o lado b eu imagino assim, se eu tava
[1:03:19] gostando do lado do AE, você vira o lado BE, começa com isso,
[1:03:21] eu IA ficar. Mano, o que que aconteceu aqui?
[1:03:24] Assim, peço desculpa e vai lá e fala bem da música e depois?
[1:03:31] Vai vai ter mais discos ao longo desse ano?
[1:03:33] O ladrão é. Esse.
[1:03:37] Cara, eu acho que essa música, contrariando tudo o que o Thiago
[1:03:41] disse, eu acho que ela é cartão de visita desse disco, ela honra
[1:03:46] levar o título do disco porque aquilo que a gente sempre falou,
[1:03:50] né? A faixa título ela precisa ser
[1:03:52] impactante, ela precisa ser importante e ela é para mim.
[1:03:54] Ela carrega todo esse peso, ela tem reverba, ela tem que estar
[1:03:59] marcante, rifes, memoráveis. Ela tem essa coisa nua, crua, do
[1:04:03] blues que eu tanto amo. Para mim é uma grande homenagem
[1:04:07] ao hard setentista que você criou ali.
[1:04:10] Então eles colocam bastante elemento de blues, mas fazem
[1:04:14] essa belíssima homenagem ao hard setentista.
[1:04:16] Para mim é que eles bebem muito da fonte do que a Will Smith
[1:04:19] fez. EE mistura um pouco com os
[1:04:22] Stones também, então eu não consigo não amar essa música,
[1:04:25] não ser a minha. Acho que a minha favorita desse
[1:04:28] disco tá bem provável que seja minha favorita, porque, cara,
[1:04:32] ela tem uma coisa assim, um feeling muito potente, muito
[1:04:36] forte, e assim vocês vão à loucura comigo.
[1:04:38] Mas ela tem elementos que me lembra muito de Purple.
[1:04:41] Ela tem coisinhas ali dentro dela que me faz, me resgata para
[1:04:45] lá. Então assim, só sei amar essa
[1:04:48] faixa. Não sei se o Bruninho já falou,
[1:04:49] acho que não, né? Bruninho só continua os nossos
[1:04:51] elogios antes que vá para as mãos erradas do William.
[1:04:55] Eu fico no meio do caminho assim, é o Thiago falou de my
[1:04:58] stream, né, cara que tem essa carinha aí mesmo, tem o Ramon de
[1:05:02] a música inteira. É uma bluseira mais, mais raiz,
[1:05:06] cara, eu, eu, eu tenho certeza que o que o Thiago falou do tom
[1:05:11] quefer não conseguindo chegar, é quando ele vai para o terceiro
[1:05:14] verso que ele. Sobe o tom na música, né?
[1:05:17] E ele dá uma sofrida ali, cara, só que eu acho que essa sofrida
[1:05:21] cabe bem na música, né? Não acho que é negativo ele, ele
[1:05:25] chega no limite ali e mas pra mim cabe, eu entendo quem não
[1:05:30] gosta, cara, é dessa, dessa sofrida dele, mas eu curto pra
[1:05:35] caramba, né? É uma música, é blues, cara, é
[1:05:38] música de, de de sofrimento, né? Ele nessa música, o vibrato do
[1:05:43] tom kiffer thaisagem era daço também, né?
[1:05:46] A interpretação dele tá, tá super intensa, né?
[1:05:49] Eu, eu, eu tô no meio do caminho, né?
[1:05:53] Mais pro time que curte do que pro pro time que não curte.
[1:05:56] Mas essa aqui, cara, ter certeza absoluta que vai ser Oo xodó do
[1:06:02] William pra falar mal, cara, ele já tá tá babando sangue ali pra
[1:06:07] pra falar. Dessa faixa aí?
[1:06:09] Não, não de forma alguma. Cara.
[1:06:11] Eu sempre digo que a faixa título para mim tem aquele peso
[1:06:15] de responsabilidade de carregar nas costas, no mínimo, algo que
[1:06:19] represente as intenções do disco.
[1:06:21] Então eu tenho para mim que a faixa título é sempre o carro
[1:06:24] chefe de todo disco. Daí você pega uma banda tipo
[1:06:27] Cinderela, que se mete a fazer um blues com a mesma veracidade
[1:06:31] de uma nota de 1 e 50, e elege essa faixa como o carro chefe do
[1:06:35] disco. É de se esperar que soe um
[1:06:37] blues. Aqui o tom kiefer olha para o
[1:06:40] espelho e diz, hoje eu vou ser bluseiro.
[1:06:42] Sério, a voz desse cara é simplesmente insuportável nessa
[1:06:48] música. Aqui ele abusa no nível.
[1:06:51] Aqui a gente tem aquele momento. Olha como eu sofro, como a vida
[1:06:55] é dura, como o amor foi cruel, como o inverno é longo e frio.
[1:06:59] Essa metáfora de inverno, para ilustrar a fase ruim da vida já
[1:07:03] foi usada tantas vezes na história da música, que aqui ela
[1:07:06] já vem vencida com mofo. A banda tenta construir essa
[1:07:11] atmosfera, aquele clima lento, arrastado, sofrido, mas cai
[1:07:15] naquele lugar entre não é blues de verdade, não é rádio de
[1:07:19] verdade, não é emocionante de verdade, é só longa e fria.
[1:07:23] Pelo menos o título foi honesto. Você me chamou para aqui para
[1:07:27] isso? Vida é Sério?
[1:07:28] É isso mesmo? Ele ficou pensando isso, quantos
[1:07:34] anos gastou o fim de semana escrevendo esse roteiro só para
[1:07:37] falar? Ele ele escreveu isso depois que
[1:07:40] eu aceitei participar, porque ele falou agora?
[1:07:42] Sim, agora não, cara, você colocou no chatice.
[1:07:44] Aqui assim, né? Como que eu critico?
[1:07:46] Aí trouxe a beleza. Agora poder escrever.
[1:07:48] Das minhas alguma. Podem podem jogar esse texto lá
[1:07:51] que vocês vão ver que não vai sair igual.
[1:07:53] Mas, na verdade, é isso aí, é um fechamento.
[1:07:56] A gente nunca faz o texto igual ali.
[1:07:58] Não, não. Tu tem que ter, no mínimo, a
[1:08:00] decência de recriar o texto, se tu copiou, entendeu?
[1:08:03] Nublar para fazer. Igual, exatamente.
[1:08:07] Mas ó, o título da próxima faixa é sugestivo, a sétima faixa e
[1:08:11] fio de um like its. Cara, essa música ela É Ela.
[1:08:36] Ela para mim, transpira a boa e velha Los Angeles ali sans
[1:08:41] strip. Para mim, ela tem essa coisa,
[1:08:43] essa pegada raivosa, enfurecida. Tem a bateria no talo, que eu
[1:08:48] adoro. Eu adoro essa bateria gorda.
[1:08:50] É como a gente diz, né, costuma dizer a cozinha, que ela é
[1:08:53] fundamental. Ela funciona assim, num grau
[1:08:56] muito bom, muito importante, porque ela sobe a energia, ela
[1:09:01] coloca, me coloca pelo menos assim no talo, me faz, me
[1:09:05] empolga muito. Eu acho essa música muito
[1:09:07] explosiva. Então, cara, para mim, o disco
[1:09:09] continua lá em cima, né? Ele não, não deixa a peteca
[1:09:13] cair. Vou passar para o tio William
[1:09:15] para poupar o sofrimento do resto, quer dizer, do Bruninho e
[1:09:18] do Thiago, né? Do do Bruninho e do Carlos.
[1:09:21] Essa aqui já é o Cinderela posando de bad boy.
[1:09:24] A letra pode ser interpretada por a mente simples comum.
[1:09:27] Se não gostou, o problema é seu, não importa com críticas, faça o
[1:09:30] que eu quero, sou rebelde. Isso tudo vindo de uma banda com
[1:09:33] uma puta gravadora, produção chique, clipe na MP e um baita
[1:09:36] contrato rebelde com xampu de 1000 USD cantando.
[1:09:40] Se não gosta, dane se. Como a produção do disco é boa,
[1:09:43] pelo menos eu discordo do Thiago.
[1:09:45] Eu eu gostei da produção do disco, acho que é que ele pede
[1:09:47] sujeira, eu já acho que eu já gosto de produção limpa, então
[1:09:51] eu gostei, tá? É, os instrumentos são ótimos, a
[1:09:55] batera então tá foda aqui. Bom, levando em consideração
[1:09:58] quem é que tá tocando né? Mas a música em si, cara, ela
[1:10:02] não me convence que ou se firma no country no pseudo blues ou
[1:10:08] fica no glam. Misturar tudo não me convenceu.
[1:10:11] Não, eu gostei dessa música assim, acho que é uma música que
[1:10:14] pediu uma produção melhor assim. Eu eu entendo de vocês falarem
[1:10:18] isso, mas acho que o é a única música assinada pelo Eric
[1:10:21] briting, né? Todas as outras são do tom
[1:10:23] kiefer sozinha, e aí o baixo tem uma certa destaque.
[1:10:27] A cozinha deveria ter um certo peso para mim que a cozinha não
[1:10:31] tem. Eu acho que falta isso para essa
[1:10:33] pegada. Agora, é uma música que eu
[1:10:35] lembro bastante, a era o Smith assim, pegada, e eu gosto disso,
[1:10:37] então eu acho que é uma música legal assim.
[1:10:40] Mas aquilo, mais uma vez, a produção que me faz com que a
[1:10:45] produção faz com que não seja uma música que se destaque para
[1:10:47] mim assim, que pule da ação. Quando você coloca na caixa de
[1:10:50] som lá, não pula a música, sabe? A música vai levando para mim.
[1:10:54] Então acho isso só outra música que termina com fade.
[1:10:57] Tem um soalinho que tá tendo fade, então quando termina com
[1:11:00] fade, eu passo para o Bruno, né? Vai lá, Bruno defende o fade.
[1:11:02] Foda cara é defender fade é difícil, né?
[1:11:06] Mas eu defendo a faixa cara. Eu acho uma farofeira legal
[1:11:10] demais, ela tem rife, legal, marcante né cara, aquele rife
[1:11:13] que o Thiago bem falou, aí Thiago é Aerosmith total, né?
[1:11:18] É, tem cara, verso legal a ponte legal, né?
[1:11:22] O refrão legal tem um calbelzinho, acho que tem todos
[1:11:25] os elementos de uma música de farofa, legal demais é eu, não,
[1:11:30] cara, pra mim é assim, sendo bem honesto, o lado b tá, o lado 2
[1:11:36] aí tá tá abaixo do lado a, né? E essa tá tá já No No no hall
[1:11:43] das que não me marcam tanto desse lado, né?
[1:11:46] Apesar de ter coisa muito foda aqui, é essa não é uma da um dos
[1:11:50] destaques pra mim. E aí, cara, vamos vamos ver o
[1:11:54] Carlos defendendo, nossa, se você não gosta, eu não ligo.
[1:12:02] É, essa é a minha atitude em relação ao álbum inteiro, porém,
[1:12:05] essa não é uma das que eu mais gosto do do álbum.
[1:12:08] Essa é a segunda que eu menos gosto, inclusive é, eu não sei.
[1:12:12] Eu acho que o álbum estava indo numa direção e aí voltou pra
[1:12:17] outra. E não acho que seja tão boa
[1:12:19] quanto as do mesmo tipo que estão na Night sons.
[1:12:23] Então é uma boa música, não compromete, mas assim ela não,
[1:12:26] não me marca assim, sabe de de lembrar e de querer ouvir.
[1:12:29] Muitas vezes não está incomodando, mas também não acho
[1:12:33] que ela acrescenta muito. Desculpa, Renato, mas essa não
[1:12:37] gosta boa. Oitava faixa, coming home.
[1:13:05] Posso começar? Vamos começar para variar, não
[1:13:08] sei por. Favor mata logo esse esse ebó
[1:13:10] aí. É mais uma faixa com nostalgia
[1:13:13] de estrada. Eu acho que o início dela é
[1:13:15] muito bom. Alguém me diz por que o
[1:13:18] tonkiffer não poderia cantar sempre desse jeito?
[1:13:20] Fala para mim, porque a voz dele, nos primeiros versos, é
[1:13:23] muito bonita, é muito boa mesmo. Na balada do outro disco lá, a
[1:13:27] faixa de título hard breakstation cara, um outro bom
[1:13:30] exemplo, eu gosto quando ele canta com essa voz é bonita,
[1:13:33] cara. Daí, em certo ponto, ele já
[1:13:35] começa a esganizar, aí eu aí aí eu acho que já já perde um
[1:13:38] pouco, tá aí é um Brian Johnson do CDC, com um Monte de gilete
[1:13:42] Na Na garganta, eu não consigo ouvir, aí fica, fica ruim.
[1:13:45] No mais, é aquele clichê sobre clichê com cobertura de clichê,
[1:13:49] o roqueiro vive de pose, né? Na hora de pegar a estrada deep
[1:13:52] croad na home, de voltar pra pedir perdão, coming home aí já
[1:13:55] tem aquele sentimento Agridoce lá de fim de show, celular com a
[1:13:58] lanterna ligada e tal. Mas eu acho que é uma confissão
[1:14:02] atrasada, acompanhada de acordos previsíveis.
[1:14:05] Nada muito mais ganha pela voz dele.
[1:14:09] Eu acho legal. No comecinho, ó, top topzera.
[1:14:12] Vai lá, Carlos. É, quero falar, porque eu quero
[1:14:15] fazer um comentário antes de tudo, que é o cara que é fã de
[1:14:18] Néstor. Falar de clichê, né?
[1:14:20] Eu acho que estamos aqui num, num sei, numa numa outra
[1:14:24] dimensão. O que que tá acontecendo aqui?
[1:14:29] Eu diria, aquela série é um mundo divertido, né?
[1:14:31] É um muito divertido. Bom, obrigado, Tiago.
[1:14:34] Tá bem? Ah, é Black Mirror?
[1:14:36] É porque também é tudo. É tudo junto, né?
[1:14:39] É. É mais uma vez.
[1:14:40] Tendo que falar mal, porque em 87 os cara fazer isso, né?
[1:14:44] E aí em 2000? E Nestor?
[1:14:45] Nestor de 89. Clichê Nestor, de 89.
[1:14:48] Eles só pararam os cara. Venceram em 89.
[1:14:52] E o disco de 89 deles não era farofa de 89, né?
[1:14:56] Exato. Então é nostalgia, o disco deles
[1:14:58] é nostalgia. É que é um clichê diferente,
[1:15:00] cara, é um clichê. Saudade que não viveu é saudade
[1:15:03] que não viveu. Não, não tem.
[1:15:06] Mas eu acho que é um destaques do álbum, sempre adorei essa
[1:15:09] música, acho que eu gosto mais dela do que Donald.
[1:15:12] What's tudo bem, falar de estrada, tudo bem, várias outras
[1:15:16] bandas nessa época está ali falando realmente, mas é EE, é
[1:15:20] engraçado essa coisa, né, da voz dele, porque ele usa essa voz
[1:15:23] mais quando é balada mesmo, né? Ele não, não usa ela tanto
[1:15:27] normalmente, mas eu tudo bem, para mim, tudo bem.
[1:15:29] Eu adoro Max flora dos flora, que é um cara mais esganiçado
[1:15:32] ainda. Então, para mim está tudo certo.
[1:15:35] É uma característica do sinderer.
[1:15:36] É uma característica, então. Do Marcos laurer, do do que
[1:15:39] cantou, do Vinny wiston. Veja lá.
[1:15:41] Isso é ele mesmo, é? Cara, a voz do cara é boa para
[1:15:43] cacete, cara Steiner. Mas não é.
[1:15:46] Aquela balada mais esterarizada do que não é, não é cara?
[1:15:49] Não é? É muito melhor.
[1:15:51] Tá louco? Deus tá louco.
[1:15:53] Esse aqui é o Paulo Ricardo do hard rock, cara.
[1:15:55] Aquele cara canta pra cacete. O esse cara aqui é muito ruim.
[1:15:58] Meu pai falava assim, o Paulo Ricardo, estão com uma voz de
[1:16:01] Taquara rachado. Isso aqui, Deus me perdoe.
[1:16:04] Taquara não rachou, quebrou, não de forma.
[1:16:06] Alguma. Vamos fazer um, vamos fazer um
[1:16:08] zoar um dia aí, esse aí eu estou.
[1:16:09] Certo, adoro. Amanhã.
[1:16:11] Adoro. O explora é aquela bena
[1:16:14] canadense que vocês estão falando?
[1:16:17] Que o Tchan que participou, né? O Thiago já foi.
[1:16:19] Pro tem que fazer no próton, Halloween.
[1:16:25] Cara, eu adoro Tommy home é linda, é baladinha, é, é violão,
[1:16:31] é, é clichê, é clichê, mas é maravilhosa.
[1:16:36] A cara da Renata, cara, quem é o próximo cara?
[1:16:41] Hoje eu tô assim, tô me deliciando, tô assim, ó,
[1:16:44] sambando, vai, fiquei, porque é muita coisa que é só tu ouvir os
[1:16:53] últimos episódios, tu vai ver. Que alguém chamou música do
[1:16:56] Halloween, música de videogame. Cara, vai lá o quem que fala
[1:17:00] agora? Não equilibrar nada.
[1:17:05] Ele vai desequilibrar, ele vai chegar pra baixo, tá?
[1:17:10] Vai, vai jago falando. Eu falar aquela música é a
[1:17:14] melhor música do disco pra mim. É essa assim aqui.
[1:17:17] Eu acho que é uma balada singela, com essa pegada mais
[1:17:19] acústica, assim vai levando. Tem uma pegada que às vezes nem
[1:17:23] acontece na música, então eu acho que a música bem legal
[1:17:28] assim, o vocal dele mais controlado nesse início assim, o
[1:17:32] que não deixa essa música ser perfeita pra mim, que eu acho
[1:17:34] que ela é muito longa. Aí no final, na hora que ficar
[1:17:36] repetindo ali, ele tenta dar umas pegadas meio blues e fazer
[1:17:41] um zoien, usar umas pegadas, assim como se fosse uma Diva do
[1:17:45] jazz, do blues, cantando em cima, que ele não tem voz pra
[1:17:48] isso, sabe? Mas assim.
[1:17:51] É detalhezinho do final da música ali.
[1:17:53] Podia essa música tivesse uns 3040 segundos a menos.
[1:17:56] Eu acho que ela seria uma música numa balada nota 9 e meio pra
[1:18:00] nota 10 assim, mas tirando isso assim, é uma letra clichezão,
[1:18:04] mas ok, é legalzinha. A música é bem contada e é algo,
[1:18:08] eu gosto da música, pra mim é a melhor música do disco.
[1:18:11] Vai lá rei, vai você. Agora.
[1:18:16] Come com essa agora o. William chupar o William.
[1:18:20] Cara, estou chupando, velho só manda e lá?
[1:18:23] Ele. Estou brincando, vai lá.
[1:18:26] Cara, eu vou resumir essa música em perfeição.
[1:18:31] Porque ela para mim, a perfeição das baladas, assim ela ela é
[1:18:36] simples assim eu concordo. Sabe sobre ela ser simples?
[1:18:39] Ela não é uma música que vai ter Ah, distorção da guitarra
[1:18:44] reverb, não, ela é simples, mas ela é direta, ela é eficaz, ela
[1:18:49] funciona perfeitamente dentro desse disco eSIM, ela EE sabe
[1:18:54] essa coisa da saudade da casa? É, eu vou ser um pouco lúdica.
[1:19:01] E a casa não necessariamente é algo físico, pode ser a casa
[1:19:05] algo interno, sabe? Saudade da casa de dentro,
[1:19:09] saudade ou saudade até mesmo da própria ex dele, né?
[1:19:12] Aquela fazendo uma analogia, algo.
[1:19:16] Então porque esse disco que fala muito sobre término, é é um
[1:19:19] disco que fala sobre isso. Então talvez essa casa, saudade
[1:19:22] de casa não é aquela coisa do músico que tá na estrada e quer
[1:19:25] voltar para o colo da mãe. É, eu já vejo de outra forma
[1:19:28] Bruninho contigo a bola. Seu lugar de conforto, né?
[1:19:32] Rê é o isso. Bruninho, obrigado.
[1:19:35] O lance de de melancolia e nostalgia que me pega demais,
[1:19:38] cara, que é o negócio, tipo no Bon Jovi.
[1:19:41] Tem muito isso pra mim, né? Ó a melancolia negócio que que
[1:19:46] que me leva pra lá pra trás, cara?
[1:19:49] É, eu acho essa essa balada foda, né?
[1:19:52] É, eu ainda prefiro as baladas do do hardberg Station, mas essa
[1:19:56] aqui é uma é uma balada legal demais, cara, e ela já tá
[1:19:59] caminhando pro pro hard wergstation, né, que é onde eu
[1:20:02] gosto. Acho que se você pegar lá no bar
[1:20:04] e expor essa aqui já tá com o pezinho no futuro.
[1:20:06] Aí é, concordo com o William, cara, que a voz não rasgada no
[1:20:12] começo é muito foda, né? É também acho que ele podia usar
[1:20:16] mais. Mas quando entra a voz rasgada,
[1:20:18] fica legal demais também, né? Eu curto as 2 aí e puta as vozes
[1:20:24] harmonizadas, cara. É é que aquele assim no Brasil é
[1:20:29] um sertanejo brega, mas é muito lindo, cara, né?
[1:20:32] É o carro trisão que vem com com o clichê, mas é, é legal demais.
[1:20:37] É o tipo de música que que me pega, cara, esse tipo de balada
[1:20:40] me pega, né, que tem essa pegada que não é.
[1:20:44] Tão melhor dramática, mas ela é, tem tem um ladinho de clichê
[1:20:48] ali, acho lindo demais, cara, né?
[1:20:51] E você falou bem, reel. Eu tinha olhado só a primeira
[1:20:54] camada aí, que é daquele rock Star com sentido falta de casa.
[1:20:58] Mas ela tem esse negócio do do, do do o seu lugar de conforto,
[1:21:04] né? Acho que essa é uma baita de uma
[1:21:07] música, não sei se é minha favorita.
[1:21:10] Eu gosto demais dela, mas é é da da das mais legais desse disco
[1:21:14] aí, sem dúvida nenhuma. Nona faixa.
[1:21:39] Olha aí, ó, o título de uma música do Palmas.
[1:21:40] Você IA ficar orgulhoso, Hein? Vai lá, Renata, contigo.
[1:21:44] Cara que a gente está indo para os finalmentes.
[1:21:45] E esse disco ele é muito coerente.
[1:21:49] Assim ele tem 11, início, meio e um fim.
[1:21:52] Então assim ele vai nos levando para o final, ele vai nos
[1:21:55] carregando para esse final. E aí ela é uma música que vai
[1:21:58] alternando, né? Entre a.
[1:22:01] Ela é explosiva, ela é lenta, ela é calma, ela tem a
[1:22:04] rasgadeira, ela vai ter guitarra, ela vai ter a cozinha
[1:22:08] super funcional. Então para mim, ela honra o seu,
[1:22:13] a sua posição dentro desse disco, me conduzindo para esse
[1:22:17] final, me conduzindo para esse Gran final, né?
[1:22:19] Então eu acho também uma faixa muito boa.
[1:22:22] Talvez não, não entro dentro das minhas, é não é nem que eu sou
[1:22:26] favorita, mas das minhas mais memoráveis dentro do disco.
[1:22:29] Mas eu gosto dela. Aí vou passar pro Bruninho, vai,
[1:22:33] Bruninho, vai você. Acho que eu não passei pra você
[1:22:34] ainda. Ah, cara, ô William.
[1:22:37] O mafting gravou em 91, só viu ele que chupou o Cinderela.
[1:22:41] Aí você respeita o Cinderela, cara.
[1:22:46] É, é, É Ela. Talvez seja a minha menos legal
[1:22:51] do disco, né? Apesar de não ser uma música
[1:22:53] ruim, é, acho que aqui já. Tá naquele rajenheav americano,
[1:23:00] mas que acaba ficando um pouco menos destacado, né?
[1:23:04] Eu gosto dos rifes, cara, mas dentro do disco ela não não tem
[1:23:09] nada que se destaque demais, né? É uma faixa boa, mas dentro do
[1:23:13] do, do, do contexto. Aqui ela já perde um pouquinho.
[1:23:17] Vou ver se se vou deixar você falar agora, William, pode
[1:23:20] aproveitar aí, que aí pelo menos a gente tem Oo Carlos e o Thiago
[1:23:24] pra salvar depois o. Thiago bom.
[1:23:27] Vamos lá, hoje o Thiago não conta muito com ele, Hein?
[1:23:31] Eu acho que aqui a banda senta a mão dentro da proporção da
[1:23:36] banda, é pesada, é mais agressiva, é mais rápida.
[1:23:40] E a letra cara, adivinha? Relacionamento conturbado, ela é
[1:23:44] fogo, ela é gelo, praticamente um briefing pra novela das 8,
[1:23:48] paixão tóxica, altos e baixos, metáforas elementais, nenhum
[1:23:52] insight novo sobre absolutamente nada.
[1:23:56] Essas músicas mais pesadas servem para quê?
[1:23:59] Para deixar o disco não cair totalmente para o lado das
[1:24:02] baladas. Porque, apesar do peso das boas
[1:24:04] intenções, ela não tem personalidade suficiente para
[1:24:07] ser lembrada. Tá?
[1:24:08] Passou, deu. Nem sei mais se existe.
[1:24:11] Eu, eu, eu agora vou olhar com outros olhos cada vez que você
[1:24:14] fizer um episódio de farofa, porque isso aí que você.
[1:24:17] Falou, gosta de? Assombrar na frente, né?
[1:24:20] Porque capaz, né? É só o Cinderela, tá, que fique
[1:24:24] bem claro. Ah, é só o Cinderela.
[1:24:25] Cinderela é isso? É, é.
[1:24:28] É, putz, pior que esse é um caso tipo esse do online.
[1:24:32] Eu acho que o esse álbum ele me coloca numa expectativa aí, numa
[1:24:36] num estado de ânimo, digamos assim, que eu não espero músicas
[1:24:41] como essas nele, porque elas remetem lá mais ao início da
[1:24:45] falofa do Cinderela e talvez, se elas estivessem num outro
[1:24:49] contexto, eu fosse gostar mais. Mas aqui ela ela meio que tipo,
[1:24:53] não era bem o que eu tava querendo ouvir, digamos assim,
[1:24:55] apesar de não ser uma música ruim.
[1:24:57] Não, não. Mas eu não vou dizer que ela é
[1:24:59] Cristina, não vou dizer que ela é, porque isso aí, se for falar
[1:25:01] assim, a gente vai jogar no lixo tudo.
[1:25:03] Que a farofa não. Mas eu não jogo nada, ó.
[1:25:05] A grande diferença é que vocês estão usando outras palavras
[1:25:08] para passar um pano, mas todo mundo tá querendo chegar no
[1:25:10] mesmo lugar. A música é meia boca.
[1:25:13] Não é isso ela ela nesse álbum, eu acho que ela tá um pouco
[1:25:16] deslocada e essa realmente é que eu menos boto.
[1:25:18] Feeler poderia ser um feeler, sejamos jus um feeler, um
[1:25:22] feeler, tá? É literalmente um feeler para
[1:25:26] mim, porque para mim o disco podia terminar na cama, em home,
[1:25:28] até me dava bem demais assim, sabe?
[1:25:33] Porque? Porque ele fica com caras e
[1:25:35] bocas quando eu tô falando, parece que ele vai te reprovar e
[1:25:38] depois ele vem e dá aquela garrafa na facada.
[1:25:42] Eu acho, assim, que a gente tá chegando num acordo todo mundo,
[1:25:45] guardadas as proporções, de que o lado b é muito pior que o lado
[1:25:48] AE, se não fosse cama em home, para mim o lado b era
[1:25:52] completamente desprezível. Assim, no outro presível no
[1:25:55] sentido ruim, despresível no sentido não tá agregando nada
[1:25:57] assim, a long code Winter me é uma decepção pra mim maior por
[1:26:02] causa pra mim porque parece um plágio descarado de my Street do
[1:26:05] jeito que ela vai avando tipo no verso e tal.
[1:26:08] Mas ok, my Street também não é nada extremamente original mas
[1:26:13] essa aqui é aquela música que eu ouvi eu tô me esforçando pra
[1:26:17] lembrar dela porque é tão você já viu tanta coisa parecida
[1:26:20] assim, sabe? Tão?
[1:26:23] Assim. É uma música insignificante, que
[1:26:24] podia ser um lado b, fila tal. Não cabe.
[1:26:28] Acho que não cabe nem no conceito do disco, do que eles
[1:26:30] estavam querendo passar. Acho que tem mais essa questão.
[1:26:33] Então, pra mim, assim, completamente desnecessária.
[1:26:50] Décima faixa, take me back. Vamos de encerramento, começamos
[1:26:54] aí com vamos fazer o seguinte, vamos começar com o Thiago?
[1:26:58] Eu já tinha dito que o disco podia terminar com o caming ROM
[1:27:00] pra mim, né? Então não é como você ter que me
[1:27:02] back, vai ser uma música que ó, que música sensacional, mas acho
[1:27:05] que ela é melhorzinha que vai anar esse.
[1:27:07] Ainda assim ela tem uma pegada que parece que vai ser meio
[1:27:09] Stones e assim, né? Vai ter uma pegada no meu
[1:27:11] Rolling Stones assim acho que volta pra esse clima mais
[1:27:15] classic rock, puxado pra blues, que o disco se propõe a ser,
[1:27:18] então soa fora de lugar no disco.
[1:27:23] Mas também acho que não é nada memorável assim.
[1:27:26] Acho que aí é final de disco mesmo.
[1:27:27] Pra terminar, tá terminando o disco numa nota não tão alta,
[1:27:32] porque a banda é banda, já apresentou nesse disco.
[1:27:35] Então assim, passar pra passar pro Carlos, que eu não passa
[1:27:38] nenhuma Pra Ele. Vai lá, Carla.
[1:27:40] Que bom, porque eu vou dar uma levantada aqui, agora, nessa que
[1:27:43] eu gosto dessa música pra caramba, eu acho que ela dá uma
[1:27:45] revitalizada. Ela vem pra aquilo que o Bruno
[1:27:49] gosta, que é a nostalgia, é o que não é mais, é o passado.
[1:27:53] Ela é bem focada nisso e eu acho que ela entra num num num
[1:27:58] groove, num num num ritmo que ela meio que sai daquela mesbice
[1:28:03] da da da anterior é, eu acho que é bem Cinderela, essa música
[1:28:07] assim é. E acho que ela por justamente
[1:28:09] por estar no final, ela pode ser Como Ela É, e eu realmente gosto
[1:28:13] dela, eu acho que ela é. Fora os hits, ela é um destaque
[1:28:17] para mim assim, eu acho bastante assim.
[1:28:20] Acho que ela me salvou ali o finalzinho.
[1:28:22] É o seguinte, errei tudo, fui um idiota, agora quero que você me
[1:28:26] aceite de volta é outro capítulo da saga o homem que faz tudo
[1:28:29] errado durante o relacionamento. Depois acha que um refrão bem
[1:28:32] cantado resolve. Aqui a gente tem o tom kiefer
[1:28:36] mais uma vez pedindo perdão, literalmente abrindo um chamado
[1:28:39] na ouvidoria do coração da ex. Favor reconsiderarem anexo segue
[1:28:43] meu comprovante de sofrimento. E aqui a gente tem praticamente
[1:28:47] o quinto pedido de perdão em forma de canção nesse disco
[1:28:51] aqui. E meu amigo, a essa altura já
[1:28:53] deixou de ser romântico para ser insistência.
[1:28:56] Ô bichinho chato, cacete. Eu eu vou fazer mais uma réplica
[1:29:01] aqui, porque para mim isso não tem nada a ver com questão
[1:29:04] amorosa e ser recebido de volta é tech becto pelo pro passado,
[1:29:08] na época que as coisas eram mais simples e mais é satisfatórias.
[1:29:13] Eu não vejo nenhum lugar ele falando aqui de uma coisa
[1:29:15] romântica para mim. Ele quer que volte para o
[1:29:17] passado, quando as coisas eram melhores.
[1:29:21] Tempos mais simples. Né, cara tempos?
[1:29:23] Mais simples, tem casos de? Romântico dessa música.
[1:29:27] Mas essa? Essa é a mágica da música,
[1:29:31] pluralidade é a subjeção. É uma interpretação.
[1:29:36] É diferente. A interpretação errada, né?
[1:29:39] Vamos lá. Você tem todo o direito de
[1:29:42] interpretar, mas você está errado.
[1:29:49] É, tem que me back home, cara. Leva de volta para casa.
[1:29:53] Não que tem que ir back home, eu?
[1:29:56] Tô brincando, continho. Quem é que vai agora?
[1:29:59] Vai lá, termina bem, o Thiago já falou.
[1:30:02] Pô, vou, eu, vou eu. Vai lá, Bruno.
[1:30:05] Cara, é bem final de disco mesmo com um cal belzão na veia.
[1:30:10] Faixa inteira. Cara, ela tem essa carinha aí de
[1:30:13] de conclusão de encerramento. Cara, eu, eu eu curti mais essa
[1:30:17] faixa. Acho que ela é uma das mais pra
[1:30:19] cima do disco, né? Te Te Te deixa No No espírito
[1:30:24] legal pra. Pra terminar essa jornadinha de
[1:30:28] de blues e sofrimento aí, mas assim é aqui, é aquela
[1:30:32] saudadezinha boa, né? Saudadezinha da infância, cara,
[1:30:35] né? Você aqui é você, você lembra
[1:30:37] quando você não tinha que pagar boleto, né?
[1:30:39] Quando você não tinha tanta responsabilidade?
[1:30:42] É, é Felicidade, cara, é assim, a farofa é isso aqui, né?
[1:30:47] Pra mim, quando a gente fala em hard rock, quando fala em metal
[1:30:49] farofa. É que você passou por um
[1:30:52] sofrimento, cara. Você teve a sua, a sua dor de
[1:30:55] corno no meio do caminho, né? Você teve o seu, o seu choro e
[1:30:59] você chegou aqui, cara. E você só quer voltar pra quando
[1:31:02] as coisas eram legais e divertidas, né, cara?
[1:31:04] Esse aqui é é o fechamento excelente pro disco, né?
[1:31:09] Tenho certeza que a re vai vai concordar, porque eu tô vendo a
[1:31:12] cara dela aqui. AI sempre.
[1:31:15] Eu só orgulho de ti pra mim e do Carlos.
[1:31:17] Meus orgulhos desse episódio. Cara, essa essa faixa eu acho
[1:31:21] que encerra. Eu comecei a.
[1:31:23] Abrir, chegar, entrou na minha cota, aliviou um pouquinho, mas
[1:31:27] entrou na minha cota. Cara, eu comecei, né, abrindo o
[1:31:32] disco e vou encerrar abrindo esse disco e agradecer a todos
[1:31:36] vocês por terem participado. Cinderela é uma banda muito
[1:31:39] importante para mim, é uma banda que eu tenho muito amor.
[1:31:41] Esse disco eu não escolhi à toa. Eu tenho muita memória afetiva
[1:31:45] com ele, então ele é muito importante essa faixa para mim,
[1:31:48] ela encerra assim dessa forma brilhante, e para mim ela é
[1:31:52] super melancólica, apesar dela ter esse ritmo pegajoso,
[1:31:56] acelerado, alto astral. Ela tem essa melancolia de me
[1:32:00] colocar no lugar do tom kiefer, que era um cara que tava
[1:32:02] começando dentro da música, que curtiu o que tava fazendo, que
[1:32:06] tava em ascensão, tava subindo e de repente lhe acontece o
[1:32:10] problema com as cordas vocais dele.
[1:32:12] Então essa faixa pra mim é, é, é bem isso que vocês falaram,
[1:32:15] sabe? É sobre quando as coisas eram
[1:32:17] mais simples, sobre as sobre quando as coisas eram mais
[1:32:20] fáceis Pra Ele. Antes desse problema todo, antes
[1:32:23] dele conseguir, é retomar com a música, que era a paixão dele.
[1:32:26] Então ela nem remete a isso, a letra para mim, ela traz muito
[1:32:30] disso, dessa saudade da Terra molhada, saudade da infância,
[1:32:32] saudade do que ele viveu no passado e que agora tá muito
[1:32:36] difícil, né? Vivendo a experiência que ele tá
[1:32:38] vivendo e dentro desse disco que foi assim, processo, então
[1:32:42] assim, eu esse encerramento desse disco, para mim ele é
[1:32:46] super importante, é uma faixa muito linda, muito sensível
[1:32:50] também. Eu vou dizer para vocês assim,
[1:32:52] ó, em resumo, tá agora a gente pegando ali.
[1:32:55] Oo gancho final me surpreende alguns de vocês aí, até outros
[1:32:59] amigos chamarem as bandas que eu gosto de previsíveis, clichês,
[1:33:02] mais do mesmo, et cetera, né? Ao longo de todos esses anos aí,
[1:33:06] quando em 88 essa altura aqui, a gente já tem um Monte de clichês
[1:33:10] de rádio oitentistas, já já começando a mostrar sinais de
[1:33:13] insistência, até de cansaço. Eu acho que é um disco
[1:33:16] competente do ponto de vista de execução.
[1:33:18] A banda é boa, tá? São ótimos músicos, sim, o disco
[1:33:23] é bem produzido, gosto da produção, tem um coze Power,
[1:33:26] porra, fala mais o quê? Mas é muito talento sendo gasto
[1:33:31] para ressecar a fórmula pessoal, eu acho que eu tô pronto para
[1:33:35] dar minha nota. Sim, teremos nota, né, Bruno?
[1:33:39] Lógico, você vai dar errada, a gente vai ignorar, vai descartar
[1:33:43] a nota mais baixa? E vamos fazer a merda.
[1:33:47] Então vai começando a nota com Renata nivela por cima.
[1:33:50] Não vamos fazer o diferente, vamos fazer diferente.
[1:33:52] Vamos começar pelo Thiago, depois eu, depois AA Renata.
[1:33:55] Por último ela vai ter a chance de nivelar para cima.
[1:33:57] Vai lá, Thiago, contigo. Eu eu vou discordar em quase
[1:34:01] 100% do que você falou assim, eu acho que é um disco que tenta
[1:34:05] fugir dos clichês assim, sabe? Ele não tenta reinventar a roda,
[1:34:09] mas ele está tentando sair do que o rádio oitentista.
[1:34:12] Eu acho que esse talvez seja o grande mérito dele.
[1:34:15] A da banda que está levando colocar blues, colocar country
[1:34:18] no meio da coisa ali e me parece até legítimo, sabe?
[1:34:24] Não parece que ele está fazendo isso pra forçar, pra ser
[1:34:26] diferente. Parece que ele tem.
[1:34:27] Ele gosta desse estilo, ele queria fazer isso mesmo.
[1:34:29] A voz dele tem uma voz assim, grite na voz desse jeito dele,
[1:34:33] que é uma coisa que está ali. Disso daí pra ter feito um disco
[1:34:37] que eu goste, são outros 500 assim.
[1:34:39] E aí é outro ponto, tanto é que uma das minhas reclamações que
[1:34:42] esse disco da produção, porque eu acho que o que ele está
[1:34:44] tentando fazer com esse disco é exigir um outro tipo de
[1:34:47] produção. Não é uma produção que o disco
[1:34:48] trouxe. Então pra mim é essa seria uma
[1:34:52] das críticas agora assim, julgar as músicas pelo que são as
[1:34:57] músicas, pelo quanto eu gosto das músicas, pelo que tem na
[1:34:59] produção. Pra mim seria um disco que se a
[1:35:01] produção tivesse do jeito que eu gosto, seria uma nota 7 e meio
[1:35:04] assim. Agora, com a produção, para mim,
[1:35:08] faz com que essas músicas vão muito para baixo, onde desconta
[1:35:10] 6 e meia. Vocês estão?
[1:35:16] Assim. O.
[1:35:19] Carlos, agora tá bom? Eu a minha nota vai ser 64 pelas
[1:35:26] músicas que eu gosto, um pelo cosipal, eu, outro pelo deni
[1:35:29] carmassi e o último pela produção disso, que é boa.
[1:35:32] Soma aí 6 saldo de gols, tá? Eu acho que é.
[1:35:36] É um manual completo de clichês, do hard dessa época aqui.
[1:35:43] Enfim, musicalmente eu acho que é competente, é bem tocado, é
[1:35:46] bem produzido. Só que não sei, cara, não, para
[1:35:50] mim não. Continua não sendo o disco que
[1:35:53] vai me pegar, não, tá? Eu IA falar um cite 3 para vocês
[1:35:57] do do do que que eles estão imitando aqui, cara?
[1:36:00] Mas não vou nem entrar nessa Seara aí.
[1:36:02] Obrigado. Bruno, obrigado.
[1:36:04] Clichê. Crescido hard rock antes dos
[1:36:07] anos 90. Eu não, não sei o que que é.
[1:36:08] Isso o negócio nascendo aqui, mas tudo bem, cara, pra mim é o
[1:36:11] disco nota 9. Ele é o meu terceiro favorito do
[1:36:15] Cinderela, tenho dificuldade de hackear, mas nesse caso aqui eu
[1:36:17] ainda estou com Oo hard brickstation no topo.
[1:36:21] E o Nights songs ali, acho que pelo pelo pelo apego que eu
[1:36:26] tenho historicamente é o disco pra mim é um disco nota 9, cara,
[1:36:29] ele tem 2 feelers aqui, bem claros, né?
[1:36:33] É que que diminui um pouquinho a nota, mas eu gosto mais desse
[1:36:36] desse disco aqui, cara, é, acho que é 11, foi o que o Thiago
[1:36:42] falou, cara, exatamente. É um farofeiro tentando sair um
[1:36:45] pouco do clichê. É uma galera que que tava ali
[1:36:48] mais pra uma linha de de um Rolling Stones da vida pegando
[1:36:52] as influências de de blues, cara cheio de slide, né?
[1:36:55] O cara usando os slides aqui eu não lembro de de muita farofa
[1:36:58] que os slides, que nem os caras aqui.
[1:37:00] Não soltam o kiefer, né? O jefflabar também.
[1:37:02] Os 2 estão No No tocando os rios.
[1:37:05] Lá é sonzeira, cara, esse disco aqui é é importante para quem
[1:37:10] admira a música EE, que quer conhecer um pouquinho da farofa.
[1:37:14] Aí acho que o Carlos pode pode dar nota agora, acho que é
[1:37:18] talvez a reder, a maior nota de todas.
[1:37:19] Vamos ver, estou curioso. É, achei que foi boa.
[1:37:23] Foi boa essa colocação mesmo, porque aí o pessoal esquece ali
[1:37:26] do que que o William falou, que foi o único que destoou, mas é.
[1:37:30] Ó rap Not Me Crew e Aerosmith, no começo dos anos 80 já te dei
[1:37:35] as 3 que tu queria. Mas está na mesma década,
[1:37:39] William, como é que você pode? Falar 88 já estava repetindo,
[1:37:42] estava começando a chegar no final.
[1:37:45] Não tem nada de. Cristina, o Gus, veio depois, um
[1:37:47] pouco depois, reinventou o hard rock, viu?
[1:37:49] Passa pra eu editar esse episódio que eu vou tirar tudo
[1:37:51] que você falou aí, mas ele foi pesquisar lá, é?
[1:37:59] Não, eu não estou mexendo em nada aqui, ó.
[1:38:02] Não, não. Tudo bem, eu sei, é cara, meu
[1:38:04] segundo álbum favorito aí do Cinderela é, eu gosto pra
[1:38:08] caramba. Acho que os filhos não
[1:38:10] comprometem. São filhas pra mim, são filhas
[1:38:12] porque. Eu, o álbum para mim tem um
[1:38:15] conceito que eles destoa um pouco, mas porra, a banda também
[1:38:18] não podia abandonar totalmente tudo que eles tinham feito
[1:38:21] antes, então para mim, claramente vai no 9 e meio
[1:38:24] assim, tranquilo. Cara, para mim é 11010 1010.
[1:38:31] Todos os 10 que tiver na face da Terra eu vou dar para esse
[1:38:34] disco. E assim é uma banda que Williams
[1:38:37] normal, the creat. E qual outra?
[1:38:42] Tá, é o Smith, ok? Eles é se inspiraram, não
[1:38:45] copiaram algumas coisas, mas motelly Crew dificilmente olha
[1:38:50] 12 músicas que eles respiram por cima, blues e Red também.
[1:38:54] Eles são harding, have hard rock aqui, o que Oo que o Cinderela
[1:38:59] faz? Eu acho que é aí que tá o.
[1:39:02] É o calcanhar deles de Aquiles. É essa questão deles fugirem da
[1:39:06] rota porque ele ele fugiu da rota do que era o hard glammer.
[1:39:11] Ele fugiu da rota do que era Oo harding heavy.
[1:39:15] Eles foram tentar fazer um novo caminho que é o meteblus
[1:39:21] country, mais elementos, trazer mais maturidade pra dentro dos
[1:39:24] discos. Sem falar tanto sobre festa,
[1:39:26] algazarra, beber até amanhecer aqui e falar mais sobre uma
[1:39:30] coisa introspectiva. Então, para mim, ele não cai
[1:39:33] dentro do sacolão de que é clichê, de que é qualquer uma
[1:39:37] banda. Na verdade, acho que eles são
[1:39:39] muito mais do que isso. Então por isso que eles não
[1:39:42] fizeram tanto sucesso que nem as outras.
[1:39:43] Porque se tu tivesse falando do Nights songs eu até entenderia,
[1:39:47] porque aí sim eles estão indo pelo mesmo caminho ali do que a
[1:39:50] galera dos anos 80 estava fazendo, porque ainda não virou
[1:39:53] um passado, ainda era o caminho. A roda só foi girar quando vira
[1:39:57] os anos 90 ali, de 89 em diante, aí sim a coisa muda totalmente
[1:40:01] de figura, mas até aquela data eles estavam no tempo certo e na
[1:40:04] hora certa. É que algumas coisas não deram
[1:40:07] certo no caminho, então, para mim é tese e é isso.
[1:40:10] Eu, eu aceitaria mais um Tesla do que essas 3 bandas?
[1:40:13] Você falou aí, cara? Tesla é outra banda horrível.
[1:40:18] Nossa. Eu acho.
[1:40:20] Tesla bem melhor que o Cinderela.
[1:40:22] É o Cinderela 2.0, mas isso aí fica.
[1:40:24] Pronto, eu acho Tesla das poucas bandas de rádio dos anos 80 que
[1:40:27] eu gosto legitima. Pegamos.
[1:40:30] O pulo agora que eu gosto pegamos o personagem no pulo
[1:40:33] agora que. Personagem não gosto, não
[1:40:35] adianta, cara. Eu me prolonguei, pessoal,
[1:40:37] desculpa. Não, pior é que é verdadeiro,
[1:40:39] pior é isso. Pior é que, cara, cadê?
[1:40:41] Cadê o hard rock cheio de alma, cara, cadê o Bon Jovi, cara,
[1:40:45] nessa época que o Bon Jovi estava voando baixo.
[1:40:48] Mas eles não são isso sim. Claro que não, claro que não.
[1:40:53] É outra coisa. Cara, média 8.2 infelizmente
[1:40:59] merecia mais, mas é uma média digna.
[1:41:02] Quando deram 6 para o King Diamond, ninguém reclamou, né?
[1:41:05] Ah. A gente jogou para cima.
[1:41:08] Reclamei, reclamei. Você viu?
[1:41:11] Porque o 6 dela fez a média ficar 9 ponto 666.
[1:41:14] Exato, perfeito sempre. Mas é assim, gente.
[1:41:19] Agora um plot twist aqui para vocês, ouvintes, é óbvio.
[1:41:23] Que eu estou aqui encarnando um personagem, porque eu estou
[1:41:26] aqui. Eu vim nesse presente de
[1:41:28] aniversário de 3 anos praticante assim, o disposto AA detonar
[1:41:32] assim a irritar o máximo tinha que ser jus, tinha que fazer
[1:41:37] jus. Eu não podia vir aqui
[1:41:39] simplesmente falar bem dessa banda depois de 3 anos citando
[1:41:43] aqui, ali, mal uma maldadezinha aqui, ali eu tinha que chegar,
[1:41:47] gente, não tem jeito. Eu adoro hard rock.
[1:41:50] Tá certo que o Cinderela não é realmente assim.
[1:41:53] Ó, eu continuo achando que a banda é faz 11 tipo de blues
[1:41:57] genérico que eu não gosto. Eu não acho legal, mas não é
[1:42:00] todo esse pavor que eu disse não, tá?
[1:42:02] Eu dei uma apimentadinha aqui, mas é ainda fica ruim.
[1:42:06] Lá, entrando a limpar a imagem dele.
[1:42:07] Estou nada. Passou pano?
[1:42:09] Olha só ele. Ele está conversando de chegar
[1:42:12] no Twitter. Próxima vez que ele foi no
[1:42:13] manifesto assim nada heavy party ali, o Carlos, o Carlos karoni,
[1:42:18] não vai mais querer que o. Ah, eu me queimei com todo mundo
[1:42:23] agora foi pelo menos eu ainda gosto de eclipse nessa store,
[1:42:26] mas é isso aí pessoal, eu sou muito grato a todos vocês aqui
[1:42:30] pela parceria, todos os amigos aqui presentes.
[1:42:34] Carlos, valeu aí cara, mais uma vez aí pela parceria obrigadão,
[1:42:38] cara de coração, por ter aceito vir aqui.
[1:42:40] Eu sei que o quanto é corrido para ti ultimamente, tanto é que
[1:42:43] tudo não tem participado de praticamente nada, né?
[1:42:45] De podcast, a gente fez um lakout esses dias aí.
[1:42:48] Mas eu sei que a gente ainda deu um jeitinho de dar uma
[1:42:51] burladinha ali pra pra poder fazer no horário diferente, né?
[1:42:54] Que a tua rotina tá tá meio meio corrida.
[1:42:57] Mas cara, que bom. Gratidão por ter você aqui de
[1:43:00] volta num episódio tão emblemático aqui.
[1:43:02] Eu queria te passar a palavra, cara, deixa aí tua mensagem,
[1:43:05] fala o que tu tiver à vontade. Pô, cara, isso aí foi uma
[1:43:08] realmente uma das maiores felicidades nesse fim de ano aí.
[1:43:11] Muito obrigado pela compreensão aí da.
[1:43:14] Da minha ausência. Mas você sabe que, pô, aqui na
[1:43:16] mesa mora no meu coração. Estou muito feliz de estar aqui
[1:43:19] e por ter sido lembrado para participar de episódios
[1:43:22] cinderelli comemorativo dos 3 anos aí desse podcast que eu
[1:43:25] gosto tanto. Pô, só tenho agradecer também a
[1:43:28] vocês aí. Valeu mesmo.
[1:43:31] Poderia citar várias pessoas que eu também, assim como você,
[1:43:35] gostaria que estivessem aqui. Muitas pessoas queridas que
[1:43:38] participaram aí ao longo desses anos todos, né?
[1:43:40] Mas. Mas hoje, hoje, hoje é tu, cara.
[1:43:43] Hoje é o tema é farofa e nada mais justo que o farofeiro.
[1:43:47] Como é que é o Bruno farofeiro, do Rio de Janeiro?
[1:43:49] Ah, ralos. Augusto Monteiro, farofeiro do
[1:43:51] Rio de Janeiro, meu ídolo. Eu queria dizer que eu estou
[1:43:55] sempre bem representado com o Bruno, Grazi e Renata.
[1:43:59] Não tem nem sempre o Bruno, não é sempre assim, tá?
[1:44:03] Só vou te dizer, ele caprichou hoje ele falou tudo que eu
[1:44:06] queria falar. Pô, tava tava entrosadíssimo com
[1:44:09] o Carlos, cara. Ouve o episódio do Cry, tu vai
[1:44:12] ver que ele não tá muito entrosado contigo não.
[1:44:16] O. Cry, Cry é forte, né?
[1:44:19] Ó. Lá estamos engajados,
[1:44:23] entrosados. Mas é isso, então, Thiago,
[1:44:28] Renata, Bruno aí, valeu pela parceria.
[1:44:31] Cris, que não pode estar presente também, muito obrigado
[1:44:33] a outras pessoas que fizeram também parte da equipe, Alice
[1:44:36] também, que participou de alguns episódios ao longo do dos
[1:44:39] últimos anos, aí também todo mundo agregou bastante.
[1:44:43] Cara, eu estou bastante feliz por chegar nessa marca que eu
[1:44:45] não sei até onde a gente vai chegar.
[1:44:47] A gente está entrando aí 2026, não sei, às vezes eu.
[1:44:51] Me pego pensando, será que em 2027 a gente ainda vai estar
[1:44:54] falando de música? Será que a gente ainda vai estar
[1:44:56] gravando? Não sei, cara, não sei.
[1:44:58] Eu sei que que até O Presente momento tem sido divertido, tem
[1:45:02] sido sempre muito recompensador. Toda quarta-feira tá ali
[1:45:06] compartilhando com o pessoal, queria deixar um abraço também,
[1:45:09] um agradecimento enorme pro pessoal que frequenta o nosso
[1:45:12] grupo do WhatsApp, pra ouvintes e amigos ali que a gurizada é
[1:45:16] gente boa pra caramba, todo dia a gente tá conversando sobre uma
[1:45:19] coisa diferente. Deixar um agradecimento pros
[1:45:21] podcasts amigos aí que tanto colaboram, que tanto contribuem,
[1:45:26] trocam conhecimento com a gente também ao longo dessa caminhada
[1:45:29] aí tá o pessoal que nos segue no Instagram também, enfim, todo
[1:45:33] mundo aí que de uma forma ou de outra colabora e soma aí para o
[1:45:36] nosso resultado. Agradeço demais, não esqueçam de
[1:45:39] nos seguir. Então nas nossas redes e lá no
[1:45:41] nosso Instagram você vai encontrar como arroba ou
[1:45:42] podcast. Corte na eita, você vai nos
[1:45:45] encontrar como arroba, eita, você vai nos encontrar como
[1:45:49] arroba. Podcast rock na mesa, tu vai
[1:45:52] encontrar a gente ali No No nosso grupo de WhatsApp pra
[1:45:55] ouvintes também, enfim, aqui ó na descrição do link, no
[1:45:59] finalzinho tu vai ter ali a um linkzinho pra pra acessar todos
[1:46:03] esses canais aí. Muito obrigado e até breve até o
[1:46:07] próximo episódio, até semana que vem, se a madrasta malvada não
[1:46:12] derrubar esse episódio por causa das coisas que eu falei aí um
[1:46:15] abraço a todos. Parabéns rock na mesa.
[1:48:21] Ih, ó que cabe um registro. É a primeira vez que o Thiago
[1:48:24] grava com o Carlos aqui no rock na mesa, o Thiago já gravou.
[1:48:29] Não, não foi. Ih, rapaz.
[1:48:33] Não é não, não. Eu já gravei um uro com ele.
[1:48:38] Não, depois fiquei pro final. Lá na farofa?

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