# EP #131: Anthrax - Among the Living

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 23 Jul 2025, 1 h 54 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/105700198/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-6-19%2F404168797-44100-2-c73c4bf41893a.m4a

Neste episódio, William Faria e Thiago Zuma falam sobre o Among the Living, o álbum que consolidou o Anthrax como um dos pilares do thrash metal. Lançado em 1987, o disco é um marco não só pelo peso e velocidade, mas também pela personalidade irreverente da banda. Um bate-papo cheio de riffs, histórias e por que esse clássico é indispensável na história do thrash metal. Neste episódio, recebem como convidado especial, o amigo Rodrigo Melão, do excelente podcast Prisioneiros do Rock. Pega sua bebida favorita, teus fones de ouvido e nos acompanhe em mais este episódio. ++++++++++ Nossos links (Instagram, grupo de whatsapp para ouvintes, etc) Siga o Prisioneiros do Rock no Instagram.

## Transcript

[0:51] Sabe? Salve galera querida do rock.
[0:53] Na mesa aqui quem fala é Tiago zuma, diretamente do mundo do
[0:56] moche. O episódio começou um pouco
[0:58] diferente aí, como vocês estão percebendo, porque hoje quem
[1:01] manda aqui sou eu, porque eu sou a lei.
[1:03] E nós vamos falar de um dos maiores clássicos da história do
[1:06] thrash metal e pra mim, um dos melhores discos de metal de
[1:10] todos os tempos. A gente vai falar do amondelly
[1:12] vindontra e como esse é um disco especial, a gente tem um
[1:16] convidado ilustre hoje aqui, Rodrigo melão do podcast
[1:19] prisioneiros do rock. Hoje ele se livrou das Correntes
[1:22] e ficou preso no mosh aqui com a gente.
[1:25] Rodrigo, seja bem-vindo. Valeu, juiz dread, obrigado
[1:29] cara, por ter convidado pra tá aqui e que honra, né, cara, você
[1:36] rosteando aqui, o rock da mesa é isso aí, tem que tomar conta,
[1:39] cara, o proletário tem que tomar conta de tudo mesmo.
[1:41] Esses essa chefia aí tem que tem que botar os caras No No no
[1:45] bolso aí. Obrigado Thiago por ter
[1:48] convidado William, pô, obrigado pelo convite, você sabe que
[1:52] chamou é nós, ainda mais pra falar de um disco que é.
[1:56] Minha infância, né, cara, minha adolescência.
[1:58] Estava te devendo isso, né, Rodrigo?
[1:59] Depois daquela merda de episódio que a gente fez lá.
[2:02] Batalha da devota, né? Pelo menos algumas, quase. 2
[2:05] anos depois de vergonha, de críticas e de e de chibatadas
[2:10] nas costas, né, cara? Você me chama para fazer algo
[2:12] digno aqui, né? Eu espero.
[2:14] Espero que eu corresponda, né, cara?
[2:16] Espero que eu corresponda. Legal Batalha da derrota foi um
[2:20] dos primeiros episódios que eu ouvi do rock na mesa, porque eu
[2:22] fiquei curioso assim, ó, esse clima, esses discos, eu quero
[2:26] ouvir o que que as pessoas vão? Falar aí eu aceitei isso, cara
[2:30] bêbado? Ah, e aí também está aqui com a
[2:34] gente, né? Pra hoje a gente está
[2:35] informação. Power trio.
[2:36] A gente está falando de antrax, mas vamos citar em Power trio.
[2:40] O outrora anfitrião deste podcast, William faria, que,
[2:43] como ele não tem reserva moral para conduzir um episódio de
[2:46] peso como esse, ele me escalou para ele poder ficar bebendo
[2:50] cerveja durante a gravação. E aí, William, sobre hoje?
[2:54] Sobre nada, cara. Tô aqui entre os vivos em estado
[2:57] de euforia. E se eu beber mais uma latinha?
[3:00] Eu vou capotar na cama e vou acordar com o som do barulho
[3:02] branco da minha TV assim. E aí, gurizada, beleza, Tiago,
[3:07] tudo certo? E aí, Rodrigo, prazer em revê lo
[3:09] aí, prazer em recebê lo aqui. E é isso aí que o Tiago falou,
[3:13] cara, estou afim de folga, eu quero sombra e água fresca,
[3:16] porque assim, cara, episódio passado já foi o Bruno, esse QT
[3:20] eu mereço, né? Bom, mas tem mais.
[3:22] Tem mais proletários lá, né, cara?
[3:24] Tem mais. Tem mais gente lá pra.
[3:25] Pra. Pra pra rostear aí, né?
[3:27] Estou preparando a Cris logo, logo ela vai pegar um também.
[3:31] Boa abraço para as meninas aí, abraço pro Bruno.
[3:35] O Bruno é que gostaria de estar aqui com a gente gravando, mas
[3:38] como? É a hora que ele veio, que Era
[3:39] Eu. Ele falou, não, deixa quieto,
[3:41] cara, faz vocês 3 mesmo. A gente escolheu uma data muito
[3:45] boa pra gravar um episódio sobre antrax, né, que a gente tá?
[3:53] Gravando no Dia dos Namorados. Tá tudo um comendo ebsen e tá
[4:00] tudo certo, né, cara? Tá tudo certinho.
[4:03] Então, antes aí de você afastar sua mesa do meio da sala para
[4:07] começar sua dança da guerra, não esquece de avaliar a gente no
[4:11] Spotify. Deixa as suas estrelinhas ali.
[4:14] Pode escrever um comentário segue OE não deixa de seguir o
[4:17] perfil do podcast no Instagram, arroba rock na mesa ativa o
[4:21] sininho também no Spotify, para você não perder os próximos
[4:24] episódios. Aliás, né?
[4:26] Eu disse que eu sou a lei, mas quem ditou a lei desse episódio
[4:29] foi o nosso público, já que o disco foi escolhido em um
[4:32] sorteio entre os participantes no nosso canal de WhatsApp.
[4:35] Se você quiser se juntar a essa bagunça onde nossos ouvintes
[4:38] tentam corrigir nossas opiniões musicais completamente
[4:41] equivocadas. Mas todo mundo tem umas escolhas
[4:44] de gosto pra lá de duvidoso. Às vezes eles acertam, né, cara?
[4:48] Às vezes. Eles acertam?
[4:50] Então, se você quiser se juntar essa grupo, é só clicar no link
[4:55] que fica o final da descrição desse episódio.
[4:57] Assim, quem botou o anthrax na roda pra ser sorteado foi o
[5:01] Leandro, vulgo bola, que ele deixou uma mensagem pra nós
[5:04] justificando a escolha, como se precisasse justificar.
[5:07] Por que que alguém escolhe a mão de Living, né?
[5:09] Não deixar aí a mensagem do Leandro.
[5:13] Fala ouvinte do rock na mesa, aqui é Leandro bola mais uma
[5:16] vez. É, o pessoal vai começar a falar
[5:19] com o William, está me favorecendo aí, mas é tudo
[5:21] sorteio, viu, gente? Mais uma vez escolhi o tema
[5:24] desse episódio, desse podcast maravilhoso e cara tracks a Mont
[5:28] delive, né cara Oo, mais subestimado dos big four, o que
[5:32] eu conheci mais tarde, mas não deixei de me apaixonar.
[5:34] Eu acho que é uma banda muito esquecida, que trouxe muita
[5:37] inovação para o thrash metal. Já aponta para o caminho do
[5:40] crossover com os game e vocus com com influência de hardcore.
[5:45] Mas sem deixar Oo tradicional do metal, né?
[5:48] Os rifes, os solos, o vocal do Joe beladona que é um puta
[5:51] diferencial por ser melódico e limpo, né?
[5:54] Assim como metal tradicional pra mim é um dos melhores discos de
[5:56] strash da história. Eu acho que ele tá assim, senta
[6:00] ao lado do dos dos maiores clássicos de todos os big four,
[6:04] né? Fica ali junto com o raining
[6:05] blood, master of puppets e o rest in Peace.
[6:08] Sem dúvida nenhuma um puta disco, uma puta aula de como
[6:11] fazer thrash metal Scot IE um hef maker do caralho.
[6:14] Carli benante é um monstro na batera Franco e Belo é
[6:17] injustiçado. Pouco se fala dele no baixo e o
[6:20] Dan spitz, né? É um guitarrista ok, mas
[6:24] descasso não tem música ruim do início ao fim.
[6:26] Nota 10. Espero que vocês curtem o
[6:28] episódio aí e eu estou ansioso para ouvir desde já.
[6:31] Um abraço para todo mundo e continuem com muito rock na
[6:34] mesa, falou. Aí, aproveitando a deixa, eu vou
[6:51] passar a bola para o nosso convidado, Rodrigo melão.
[6:54] Cara o Rodrigo, qual que é a sua relação com a trax?
[6:56] E o Amanda live fala para nós. Bom pessoal, tava.
[6:59] A gente tava falando em off aqui, né?
[7:01] Antes de de iniciar a gravação, eu acho que eu tinha uns 13
[7:05] anos, 13 para 14 anos. E eu tava No No no último no
[7:11] último ano do. Do ensino fundamental, né?
[7:15] Que para as crianças de hoje é o nono ano, né?
[7:18] Na Na nossa época era o oitavo ano né.
[7:20] E eu fui apresentado ao o per systems of time, que é pra um
[7:25] disco de 90 de 90 do anntrax e eu tinha 111 colega de sala de
[7:34] aula que ela tinha um irmão mais velho que curtia metal e ela
[7:37] trouxe alguns discos pra mim né? Um foi esse do anntrax, ela
[7:40] trouxe Oo Seasons do. Slayer trouxe o Injustice foral
[7:45] do do Metallica, né? O Billy the rememens do do
[7:50] sepultura e foi meio que a minha introdução pra pra pro metalzão
[7:55] assim, né? Mais pesado.
[7:56] Eu gostava de rock, mas eu ainda não tinha muita.
[8:00] É definição do que que era. Gêneros distintos, né?
[8:06] Trash? Não.
[8:07] Não sabia o que que era, é, é. Diferenciar o heavy metal
[8:11] tradicional do do crash metal, né?
[8:14] EE, quando eu vi Oo per system soft time, que que foi.
[8:18] OOO, primeiro que eu que eu peguei.
[8:20] É lógico que eu pirei em em good time, né, cara?
[8:23] Que é um que é um cover do do Joe Jackson, mas que acho que o
[8:27] atrax toma música pra eles, né? Eles ficam acabam sendo donos da
[8:31] música e eu pirei, cara, eu pirei, adorei.
[8:33] Eu, eu gostava de Iron Maiden, né?
[8:35] Eu já tinha alguma coisa de Iron Maiden em casa.
[8:37] E eu achava o antracx a banda mais próxima do do Iron Maiden,
[8:41] assim em em, em em termos rítmicos melódicos, né?
[8:45] Uma coisa muito, muito mais próxima do heavy metal assim do
[8:47] que do do peso do sepultura deslayer, por exemplo, né?
[8:52] É, tempos depois eu eu ouvi Oo Aman de Living.
[8:59] É é impressionante quando quando quando você é pego por um som,
[9:03] né? Quando você fica.
[9:05] Contagiado por um, por uma, por uma sequência de acordes assim
[9:10] ou por uma expectativa que se cria com um riff, né?
[9:14] Oo antárx trabalha tanto isso nesse disco, né?
[9:16] Ele cria expectativas que você sabe que depois daquele daquele,
[9:21] daquela daquela intro de guitarra, vai vir o apocalipse
[9:25] assim, né? EE, você já fica se imaginando
[9:27] no meio daquele apocalipse, né? Quando você é moleque você tem
[9:29] saúde pra entrar No No no meio do mote lá EE se arrebentar, né?
[9:34] E é isso que esse disco me me me provocou Na Na Na pré
[9:39] adolescência e adolescência e eu não parei de ouvir desde então,
[9:41] cara. Assim, o amondeliven é um disco
[9:45] de cabeceira que eu tenho pra mim é, se eu fosse elencar aqui
[9:50] os 10 principais discos do metal, o amondeliven estaria
[9:55] entre os 5 pra mim. Depois a banda tem umas
[9:58] mudanças, né? Depois vem o de um Bush, depois
[10:00] eles mudam um pouco o estilo e tal.
[10:02] Mas eu fui aprendendo AA gostar do antárx de uma forma não
[10:06] linear. Eu não, não, não ouvi os discos
[10:10] deles de na ordem cronológica. Assim eu fui meio que sendo é, é
[10:16] abduzido por pelos discos, né? Conforme o tempo foi passando.
[10:20] Mas é o amondeliving sempre foi e sempre será provavelmente o
[10:24] meu favorito dessa banda. E aí, William?
[10:26] E você, você? Gosta de antrax mesmo ou você
[10:29] está aqui só pela cerveja? A cerveja é sempre cara.
[10:33] Eu gosto, gosto sim, mas a antrax foi uma banda que eu fui
[10:37] conhecendo pelas beiradas. Não foi assim igual vamos falar
[10:41] aí do big for, não foi igual Metallica, que veio aquela
[10:46] enxurrada de discos de uma vez, não foi igual Slayer, que veio
[10:50] aquela enxurrada de discos de uma vez.
[10:52] Foi assim, acho que na adolescência, com 1516 anos.
[10:57] Posters Na Na parede da do do quarto de um amigo que tinha lá
[11:01] a anthrax, ele enchia a parede dele de posters de posters.
[11:05] Então, Ah, que banda é essa? É anthrax aí, OPA, já fixei.
[11:10] Daí eu lembro que acho que eu ouvi na casa dele uma outra, uma
[11:14] que é outra coisa assim, solta. Aí eu tive um hiato, ouvir Iron
[11:19] Maiden pra caramba, sabas outras bandas e.
[11:22] É Oo antrax voltou para minha vida nessa época aí, cara. 93,
[11:26] porque 94? Eu lembro que eu acho que foi o
[11:30] eles vieram para o Brasil em 9394, né?
[11:33] Que eles foram lá No No na Woodstock. 9494 no Olympia que
[11:38] eles tocaram. Foi em 94, cara, porque eu sei
[11:41] que eu fui na tarde na manhã de autógrafos do Fight lá na
[11:45] Woodstock. Eu lembro que o pessoal tava
[11:46] comentando, depois outro hiato. E aí eu voltei a ouvir antracx
[11:53] naturalmente assim já com o avanço do streaming, né?
[11:56] Eu não cheguei a comprar nada, mas aí obviamente já ouvi Oo
[12:00] state of fourria, o próprio Amon the Living, o próprio Sound of
[12:04] Flight Noise é propriamente falando, né?
[12:07] O fisco of metal e tal é uma banda assim que eu confesso até
[12:10] que eu não ouvi todos os os discos, tá assim, falando dos
[12:13] mais recentes aí do eu acho que o último que eu ouvi deles, cara
[12:17] dos mais, foi aquele formal Kings.
[12:20] O último álbum que eu ouvi deles, dos.
[12:23] Foi o último que eles lançaram mesmo.
[12:25] Mas não tem aquele Excel que que é aquele Excel.
[12:29] São. Regravações?
[12:30] Ah, tá é verdade? Que é horrível por sinal, tá?
[12:33] Eu, eu, eu ouvi, achei, achei meio melancólico assim porque Oo
[12:37] Bela Bona já não tem mais a mesma, a mesma potência, né?
[12:41] De voz. E é meio melancólico assim.
[12:44] É, então já vocês já perceberam que fã da banda eu não sou?
[12:47] Mas eu conheço algum material? Sim.
[12:49] Esse álbum aqui eu estou tranquilo, eu estou pisando em
[12:51] chão, firme. Pra mim, o antrax a gente vai
[12:54] falar, a gente fala muito de fúria metal, né?
[12:56] E a antrax pra mim tem uma relação muito grande com fúria
[12:58] metal, porque eu conheci quando tocava o klipt God time na fúria
[13:02] metal, ali pelo início dos anos 9091 92.
[13:06] Eu adorava a música, adorava. Só que eu não conhecia ninguém
[13:08] que tivesse discos do andrax pra me emprestar então.
[13:12] Foi a banda que foi ficando de lado, então eu tocava 11 clipe
[13:15] um pouco diferente no fúria ali, de repente na rádio tocava.
[13:20] E aí 93 teve essa explosão, quando o only começou a tocar
[13:23] sem parar na rádio e eu comprei o Sound of it Noise ali.
[13:27] Adorei, ouvi até gastar o sounds of it Noise.
[13:30] Tanto é que o André paz, que faz a solada comigo, são as 2
[13:35] referências que a gente tem muito de identidade.
[13:38] Os 2 são alucinados por rush, os 2 são alucinados pelos sounds of
[13:41] it noice. No caso, no meu caso, eu sou
[13:44] assinado pela carreira inteira da anthrax.
[13:46] Tirando um disco ou outro que não dá, o André só só vai de nós
[13:49] mesmo que ele gosta. E a fase de é um Bush em geral
[13:52] assim. Mas mas é um descasso, né,
[13:54] Thiago? É um disco?
[13:56] Eu acho que é um, é um. É um disco que é muito diferente
[14:00] na carreira do aliás, os 3, né? Os 3 primeiros com com o John
[14:05] Bush, né? O Stanford too EOO.
[14:09] Putz, eu esqueci o nome do. Do volume 8, né?
[14:11] É isso, esses 3 discos, né? Eles são eles são bem diferentes
[14:16] Na Na Na carreira da banda. Mas eu acho que o Sound of Fight
[14:21] ele, ele, ele envelhece bem, né, cara?
[14:24] Se você comparar ele com com a com o metal alternativo de hoje,
[14:28] de 2025, cara, ele está muito à frente assim, né?
[14:32] É, eu tenho uma teoria de que o sounds of it nóis é meio que
[14:35] derivado do perci sense of time tinha a raiz.
[14:38] Estava meio lá porque o andrak já estava se ligando nessa
[14:41] mudança que estava para acontecer.
[14:44] Póstrash metal. Ele estava de olho nesse nessa
[14:47] vertente mais pesada do rock alternativo, porque o charli,
[14:50] bernante e o scotchan são 2 caras que estão sempre de olho
[14:53] em tudo. Assim, não à toa, entrak é uma
[14:55] das primeiras bandas que vai misturar rap com metal, então?
[15:00] Eu acho, às vezes até penso que talvez o de um Bush ele já
[15:03] funcionaria bem no persista of time e aí ele funciona com
[15:06] perfeição no sounds of itinoise, porque era o tipo de voz que
[15:08] eles estavam procurando. Eles já sabiam que a voz do
[15:10] beladona não IA encaixar muito bem com o que eles estavam
[15:12] planejando ali para frente. E eu acho que por isso que o que
[15:16] o sounds of it noice envelhece tão bem.
[15:18] Acho que é a partir do Sound for for two e o volume 8.
[15:20] Parece que o André que você está muito já querendo colar mais na
[15:23] moda e menos querer fazer o que eles estavam pelo afim de fazer
[15:26] assim. Agora só voltando a fase do
[15:28] beladona, eu fui conhecer através daquele disco ao vivo
[15:31] que saiu em 94, que era o live da Island deers, do tailand da
[15:35] gravadora, né? As músicas daquela época e eu
[15:39] consegui uma cópia em fita desse CDE.
[15:41] Ouvi bastante assim por um muito tempo.
[15:44] E aí pelos ídolos de 97 e 98 nessas troquinhas de fita que eu
[15:48] fazia. Quando eu voltei a morar aqui em
[15:50] São Paulo, graças a meirellist do eplash, eu consegui o Amon
[15:54] dellevi's para a gente decise juntos.
[15:56] Em fita. E aí eu fiquei por semanas
[16:01] ouvindo só esses 2 discos, tanto é que eu tenho dificuldade de
[16:04] dizer qual desses 2 eu gosto mais?
[16:06] É não, mas é, mas é. É uma dificuldade absolutamente
[16:09] explicável, né? Porque 111 disco é consequência
[16:13] do outro, né? Então você você não sabe
[16:16] exatamente aonde que um começa e o outro onde que o outro
[16:18] termina, né? EEE, ouvir os 2 na sequência
[16:21] deve confundir mesmo, né, cara? Você saber é é qual primeiro,
[16:25] qual v depois. Você fica na dúvida, né?
[16:27] Qual? Qual que é esse mesmo?
[16:29] Até porque eu acho que OA mão da Living vira trash de fato, Oo
[16:32] spreadinho da decise tá naquele meio termo que a gente fala
[16:35] dessa proximidade com a Iron Maden, né?
[16:37] E o spreadinho da decise tá mais próximo da Iron Maiden e com a
[16:40] mão da Living. Então fica uma coisa meio você
[16:43] vai querer OOO, trash. Muito típico do antracos, esse
[16:47] metal rápido, quase Iron de influência pesada de Iron
[16:52] Maiden, mas com outras coisas do meio que tem um spread de the
[16:54] decise. Para mim, assim, os 2 são
[16:56] sensacionais. Assim, eu não consigo escolher
[16:59] qual dos 2 cada hora minha bússola aponta para o outro
[17:01] lado. Mas enfim, feitas as
[17:04] Apresentações, ali vamos aos fatos.
[17:07] Sobre a mondelive, mondelive é o terceiro disco do estúdio da
[17:10] anthrax. Ele foi lançado pela Island
[17:12] records em 16/03/1987. Foi o segundo disco da banda que
[17:18] foi foi lançado por uma grande gravadora, que é a Island
[17:21] records. E também o segundo a contar com
[17:23] a formação clássica da banda. Acho que a gente pode dizer que
[17:26] essa é a formação clássica mesmo assim.
[17:28] Baterista Charlie benante o guitarrista escotio, que são os
[17:31] 2 principais líderes e compositores da antrax, apesar
[17:34] das composições virem sempre assinadas como antrax, são os 2
[17:38] que são os principais compositores da banda, os locais
[17:42] a cargo do Joey belladona. Ele entra no spreading da the
[17:45] Seas. O primeiro disco é com new Tube
[17:46] na guitarra. Frank Belo no baixo também
[17:49] segundo disco, com Frank Belo no baixo e o dance pits como
[17:52] responsável pelo solo de guitarra nem guitarra base, ele
[17:55] grava direito na banda por uma mão.
[17:57] Deliving, pela primeira vez a banda foi gravar fora de Nova
[18:00] Iorque, então esse disco foi gravado em Miami, no estúdio que
[18:04] chama quadradial quadradal. Sei lá como fala isso exatamente
[18:10] e a produção ficou a cargo do histórico AD kramer, que já.
[18:15] Trabalhou com Jimi Hendrix, Led Zeppelin e Kiss.
[18:18] Assim o Eddie kramer também foi só só isso, né?
[18:23] Só fez isso inclusive a gente o andrex pode até querer falar
[18:28] não, ele trabalhou com o handrix, trabalhou com OLED
[18:30] Zeppelin. É pelo Kiss que eles chamaram.
[18:32] Mesmo assim eram fanáticos por por Kiss e esse foi o motivo
[18:36] deles escolherem o Eddie kramern.
[18:38] O Eddie kramer também foi responsável pela mixagem do
[18:40] disco, que foi feito no compaess Studios nas Bahamas ali.
[18:44] Que era um local que é de era de propriedade do dono da elance
[18:47] Record. E a banda topou, sem pensar
[18:50] muito, levar as Masters lá para o Caribe para finalizar o disco
[18:53] só porque um tal de Iron Maiden tinha gravado por ali.
[18:55] Então a gente pode ver essa influência de kiz, Iron Maiden,
[18:58] muito grande na história da banda.
[19:01] É, eles são uma banda assim, realmente apaixonada, tu vê
[19:05] assim que eles respiram. O estilo que tocam, vendo nos
[19:09] trejeitos, no jeito do palco, a performance é esse fato aí de
[19:14] buscar influências das bandas que eles amam.
[19:16] Isso é visível. A pergunta que eu te faço agora,
[19:20] vou fazer essa pergunta para vocês 2, na verdade, qual a
[19:22] opinião de vocês, né? O antrax tem 11 base de fãs
[19:26] assim bem, bem grande, mas o que que faltou para eles?
[19:29] Furarem um pouco a bolha em relação a isso?
[19:33] Em comparação, eu não vou comparar com Metallica, tá?
[19:36] Comentário que acho que. É.
[19:38] Injusto, né? Transcendeu.
[19:39] Mas vamos pegar uma banda, um PHDF, por exemplo.
[19:43] Por que que vocês acham que o que que faltou?
[19:46] Ó, eu vou, eu vou tentar. Primeiro que o que o Thiago tá,
[19:49] eu acho, cara, que que tem tem 2 fatores.
[19:53] Primeiro que eu acho que o que o contrates fura essa bolha em nos
[19:56] anos 80, existia 111 Barreira, divisória assim entre o hardcore
[20:03] e o metal. As coisas não se misturam, a
[20:05] água e óleo, né? Você não podia estar inserido
[20:09] nos 2 nos 2 extremos e o andrax conseguiu fazer isso.
[20:14] O andrax tinha um respeito da da da galera da cena hardcore, Oo
[20:18] Scott né Oo Charlie começaram a banda, eles eram é é do queens,
[20:22] EE tinha esse rolê com com a galera do hardcore, tem muita
[20:26] música do, do, do andrex que tem essa essa essa proposta né, de
[20:33] de. De canto em resposta, né?
[20:36] A galera gritando junto, que é que é muito típico do do
[20:40] hardcore de Nova Iorque. Então assim, eu acho que eles
[20:42] têm uma postura diferente das bandas da BR, né?
[20:45] Do Metallica, do Slayer, do Megadeth, do do exel dos e
[20:50] afins, né? Testamento e por aí vai.
[20:53] Agora eu acho que esse é o esse é o ponto que eu acho que é
[20:55] positivo, ô William, e que faz com que eles tenham 11
[21:00] reconhecimento, diferente das demais bandas.
[21:02] Mas tem um ponto muito. Muito negativo, que é a
[21:07] experimentação. A gente é sabe muito bem.
[21:10] E vocês do rock, da rock, da mesa, que que lidam com isso
[21:14] semanalmente. A gente sabe que o público do
[21:17] metal é xiita, cara. O público do metal é é pra
[21:21] aceitar experimentações, pra aceitar.
[21:25] É diversidade no som, cara. Os caras torcem o nariz 10000000
[21:30] de vezes antes e o atracz era uma banda que já experimentava
[21:33] assim. Na contracapa desse disco que a
[21:35] gente tá falando hoje, a banda ainda tá aqui, né, vestido de de
[21:39] roupa de couro, tal. Mas eles eles foram, sabe?
[21:44] É, é, parece uma besteira falar isso hoje em 2025, mas banda de
[21:46] metal vestindo Bermuda colorida em 1988 era algo inimaginável
[21:49] assim, sabe? Metaleiro, tinha que usar cinto
[21:51] de bala, não pode usar, cara, você não pode usar uma Bermuda
[21:55] da quicksilver, você não pode fazer isso, cara, foda se cara,
[21:58] a gente vai fazer isso e o nosso som é esse.
[22:04] EE, isso nunca foi bem aceito, sabe?
[22:06] Dentro do dentro do rolê de metal.
[22:09] Assim, historicamente a banda experimenta em vários momentos a
[22:12] fusão com com o rap, que o que o Thiago falou aí acontece.
[22:17] Antes de de gravarem com o public anime, eles gravam I'm
[22:19] the man em 87, cara sabe 87? Quem tava fazendo sucesso com
[22:24] isso era o besty Boys, tinha lançado o life To You em 86.
[22:30] Então, assim, é, eles eram muito, muito experimentados
[22:34] assim, muito atrevidos. Eu acho que isso prometal é uma
[22:38] coisa que que colocou eles é é com com um certo freio.
[22:42] Aí essa essa é a minha opinião. Você concorda?
[22:45] Ô Thiago. É, eu acho isso sim.
[22:48] Acho até que essa proximidade com hardcore ali que eles tinham
[22:52] também é uma das coisas que estabeleceu um teto pra eles
[22:56] maior dentro da comunidade do metal.
[22:58] Assim, porque não era. Como você falou, eu não era bem
[23:00] aceito dentro do metal, isso com antrax.
[23:02] A galera aceitava, mas não era todo mundo aqui.
[23:06] Tanto é que eu conheço bastante gente que acha que o único disco
[23:08] bom da antrax é Oo. Fiz o of metal, que é o disco
[23:12] mais só depois do spad. The the size tem muito hardcore,
[23:16] não dá certo. Assim, essa parte deles lidarem
[23:19] deles estarem sempre puxando a Fronteira ali gerou uma reação
[23:23] na época. Eu acho que as mudanças de
[23:25] formação também acabaram pegando pesado, principalmente depois da
[23:29] saída do beladona. O primeiro disco com o John Bush
[23:31] dá muito certo, mas depois dali a banda meio que perde um apoio
[23:36] de gravadora para continuar fazendo o que eles estão
[23:38] fazendo. Eu acho que até o próprio, no
[23:41] próprio Sound of it noice, eles não conseguem dar sequência ao
[23:44] tamanho que eles poderiam ter ficado na hora que only explode.
[23:48] Então você tem, apesar do disco ter várias outras músicas,
[23:51] nenhuma outra música ficou. É meio a ONG, foi a única que
[23:55] ficou com uma grande música da época.
[23:58] E discutem um fun mor que é uma musicaça high pro go, mas não
[24:03] pegou o disco, acabou morrendo depois de onda e aí pode ter
[24:06] sido falta de suporte de gravadora.
[24:08] Os outros discos teve muito menos ainda e você começa um vai
[24:11] e volta de gravadoras e a banda entra naquele limbo de bandas
[24:14] esquecidas de metal sem ter conseguido fazer aquele tamanho
[24:18] muito grande que eles estavam que eles poderiam ter conseguido
[24:21] assim. Eu posso.
[24:22] Eu posso fazer uma pergunta também, William?
[24:25] Pra. Pra.
[24:25] Vocês 2. Vocês acham que que foi feito a
[24:32] justiça colocando o antrax como como uma das bandas do big four
[24:36] ou é o antrax, a banda que deveria ter sido substituída?
[24:40] Porque essa é uma crítica que a gente ouve bastante, né?
[24:43] O antrax não deveria estar nesse nesse grupo dos 4.
[24:47] É EE sim, sei lá. O EXO usou o teste também.
[24:51] Tirou uma coisa da da da BR lá EEO.
[24:54] Que que vocês acham disso? É engraçado, né?
[24:58] Que o big four, apesar de o thrash metal ter como principal
[25:01] símbolo dos Estados Unidos ABR não tem nenhuma banda da BR
[25:05] literalmente lá porque o Metallica se mudou para BRR
[25:09] originalmente na BRE megadeff slay são de Los Angeles, antracx
[25:13] de Nova Iorque. Mas acho que o lugar é dele,
[25:16] sim. Por muito tempo eu tive dúvida
[25:19] se o lugar Era Para Ser. Mas quando você olha assim, tipo
[25:22] o tamanho que o andrax conseguiu nos anos 80, aquela turnê do
[25:26] caixal the Titans, que tavam as 3 bandas relativamente em
[25:30] tamanhos parecidos ali, acho que garantiu pro andrax esse lugar
[25:35] no big four. O problema foi que o andrax
[25:37] dessas bandas foi que teve a maior decadência nos anos 90.
[25:42] Todas tiveram um pouquinho, mas a andrax caiu.
[25:44] Nos anos 90, a popularidade da andrax foi muito lá para baixo,
[25:48] mas acho que tirar o andrax do big fora é mais ou menos como
[25:50] não querer reconhecer o valor do Judas print pro metal?
[25:54] É eu. Eu vou dizer que eu fico numa
[25:56] sinuca de bico, porque pra mim o exodus é uma banda que ela tem,
[26:00] vamos dizer assim, eles são os avôs do do, do do thrash metal,
[26:05] né? Eles também têm o lugar
[26:07] merecido. Eles eles poderiam deveriam
[26:10] estar lá. Mas é complicado porque ao mesmo
[26:13] tempo, eu também não quero dizer que o antrax não deveria estar
[26:16] lá, porque eu acho que eles estão lá por direito.
[26:20] É que não tem como, né? Vai ficar sempre faltando.
[26:22] É eu, eu, eu entendo. OOO William assim, Oo Garry
[26:29] roach. Na minha opinião, ele é de todas
[26:33] as bandas de metal dessa época. Aí ele é o cara dos rifes.
[26:37] Cara, os rifes do Garry roach são.
[26:40] Insuperáveis assim e eu acho eu acho que faltou um
[26:44] reconhecimento pro exudos, na verdade.
[26:47] Mas eu consigo entender porque que o exudos não tá exatamente
[26:51] por por conta de uma sequência de de álbuns inconstantes assim,
[26:55] né? Eu acho que Oo exudos até os os
[26:59] álbuns tem, tem um que é, aquele é.
[27:03] Impact iminent, que é o do caminhão, tudo aquilo.
[27:06] Diz que é um horror, né, cara? Diz que é uma porcaria.
[27:08] Os anos 90, né? E?
[27:09] E o forres of rabbits também é um horror, né, cara?
[27:13] É um, é um, é um pavor aquele disco, mas os demais discos do
[27:18] do do Expo são muito, muito bons.
[27:21] É, mas é uma banda que pecou com vocalista.
[27:24] Essa trocar vocalista é sempre muito complicado, né?
[27:27] O antrax, o Thiago falou bem, a troca de formação é uma coisa
[27:31] que que influencia bastante. Mas o Joe beladona ele, cara
[27:35] ele, ele acabou chamando para ele a responsa de de de front
[27:40] libe assim, sabe? É a cara da banda, né?
[27:45] Tem uma coisa que é que é curiosa na história da banda,
[27:47] né? OOO antrax começa com com o Dani
[27:52] liker, né, que é o baixista. Depois ele sai do antrax, ele
[27:55] grava o primeiro, né, o. O fundador, né?
[28:00] Isso junto ao todo. Isso ele sai do outro, mas ele
[28:04] sai amigavelmente, ele sai de boa.
[28:06] Ele não, não tem treta, né? E ele vai montar o nuclear
[28:09] assault, que é outra banda importantíssima também
[28:11] maravilhosa, que é recomendo demais pro pro pros ouvintes aí
[28:16] do do rock na mesa, né? Ele sai da banda, entra Oo Frank
[28:21] Belo que era é é sobrinho do Charlie benant.
[28:25] Ela não é sobrinho do Charlie benant, né?
[28:27] Parece que AAA esposa dele é era casada com o cara, não sei se
[28:32] igual o Rolo lá, mas eu sei que o cara tinha era tocava baixo
[28:35] tal e Ah, chama o sobrinho aí pra pra entrar pra banda, que
[28:38] que acontece, né? Quando chega OOO amonder Living,
[28:43] a banda cresce demais e eles saem é.
[28:46] Aliás, antes do amonder Living No No spreading the the This Is,
[28:51] eles saem em turnê como metálica.
[28:53] E eles fazem toda todos os todos os Estados Unidos com Metallica
[28:57] com Red lighting. Não sei se já tinha.
[29:00] O master of puppets já estavam abrindo o show e o último show
[29:07] do Cliff, eles eram uma banda de abertura.
[29:09] É, é. Mas eles não, porque o Cliff ele
[29:11] morre Na Na. Na Europa, né?
[29:14] Então nós. Da Europa eles não fazem, eles
[29:17] não fazem. A perna.
[29:18] Da Europa eles fazem. Estados Unidos fazem.
[29:21] Fazem, fazem sim. Inclusive o scotchen conta a
[29:24] história, porque eles terminam o show da Suécia e o último show
[29:29] do Cliff, e aí eles falam, tipo, eles saem no meio do solo,
[29:32] debaixo do Cliff, e eles ele fala que eles sempre brincavam,
[29:35] né? Tipo, talvez eu veja você
[29:36] amanhã, talvez eu veja. E a última coisa que o Cliff
[29:39] falou pra eles é, talvez eu veja vocês amanhã.
[29:42] E aí eles estão indo pra tocar em Copenhagen assim, não sei se
[29:46] eles falam em se eles tocarem em Copenhagen.
[29:48] Tava indo pra Suécia, não lembro exatamente qual que foi a
[29:50] sequência. Mas aí eles estão dormindo no
[29:53] ônibus, eles acordam, estão na frente de um hotel em Copenhagen
[29:56] e fala, o que aconteceu, que a gente está no hotel e não está
[29:58] na casa, não está perto da casa de show, é daí o cara vem, ó,
[30:02] está mandando ser a péssima para dar para vocês.
[30:04] Teve um acidente. O Cliff barton morreu no
[30:06] acidente. É tanto, tanto, tanto é que esse
[30:11] esse disco aqui, né? O amor de livro é dedicado, né?
[30:18] Mas enfim, Oo William só sustentando AAA minha teoria com
[30:22] com relação a antrax, né? Eu eu acho que alguns reveses
[30:27] acontecem na história da banda. Esse é um, a troca de de
[30:30] integrantes é outro. Tem um incêndio que que eles
[30:34] tinham lá, 11 galpão, um estúdio onde estavam lá os equipamentos
[30:38] e fitas e não sei o que e pega fogo em tudo, cara, os caras
[30:42] perdem tudo isso antes do do persistence of time assim.
[30:47] É muito azar, sabe? E aí começa a treta por conta de
[30:51] de bebedeira do beladona, né? Que Oo Charlie benant, acho que
[30:56] se marcar ele até vegano assim, né cara?
[30:58] Ele é super, é regrado e o escotinha é careta, não usa
[31:02] droga não, não bebe, não cheira não, e aí o beladona chegava
[31:06] louco todo dia, né? Carinho.
[31:07] Os caras não estavam suportando mais, né?
[31:10] É na no rolê com o public anime que eles que eles meio que
[31:14] chegam ao ao limite da da relação.
[31:17] Assim, né? É?
[31:19] O beladona diz que ele estava sendo muito escanteado na banda,
[31:22] né? E ele estava achando que cada
[31:23] vez os caras gostavam menos da voz dele, que não estava
[31:26] encaixando, que ele estava forçando.
[31:28] Então ele começa meio que tocar o foda se assim, já que os caras
[31:31] não não gostam de mim, eu não vou parar também de levar a
[31:35] Sério isso aqui desse jeito. Curiosamente, né Thiago, essa
[31:38] turnê do do Metallica com com tracks no 8687, aí tinha Oo
[31:46] armred Cent, né? No No abrindo.
[31:48] O show pros 2. Né?
[31:51] É, acho que só nos Estados Unidos.
[31:53] E aí quando eles fazem, eles fazem uma aproximação com o John
[31:56] Bush, né? Que conhece o cara.
[31:58] O cara quer ficar bem, o cara tem o tipo de voz.
[32:01] Eu espero que o John Bush acho que já é mais antiga assim que o
[32:04] John Bush, ele já. Já porque o John Bush era os 2
[32:08] são de Los Angeles, né? Então o Metallica meio que
[32:10] conhecia os caras do a mulher discente, bateu.
[32:13] OA mulher discente é muito ligado ao Bryan leigal, da metal
[32:17] blade, que era o melhor amigo do las na época e em algum momento
[32:22] antes ainda do quilo. É mole?
[32:23] Eles chegam a cogitar trazer o John Bush para cantar, porque
[32:28] eles estão vendo que OA o M7 vídeo não consegue, não vai ter
[32:31] jeito ali. Ele não aguenta cantar.
[32:35] Então eles cogitam o John Bush ali EAA ligação harmoré dissente
[32:39] metálica ainda fica maior porque o primeiro baixista que eles
[32:43] queriam pro lugar do Cliff era o Joe Vera.
[32:46] E o Joe Vera fala que não porque ele olha assim, não acho que o
[32:50] clima não tá legal lá, não vai dar certo eu entrar agora assim.
[32:54] E acabou chamando o Jason. Newted tinha acabado de lançar o
[32:58] duns day for the decisive em 86 com flatson and jetson.
[33:01] Em 1986, o grande ano do thrash metal, a gente IA falar assim,
[33:03] só de disco que sai em 86. Até que na minha cabeça, às
[33:06] vezes eu confundo, acho com a mão dele vinha de 86, não de 87,
[33:09] porque faria todo sentido. Ele está ali. 87 saíram
[33:15] clássicos aí o testem, a gente lançou o delegacy, sepultura
[33:20] lançou a esquizofrenia. Outras pedradas, né, essas 2?
[33:24] Né que 86 é o reining? Blood master of fuppets pessels
[33:27] Barros bi, né? É isso que eu falo do big four,
[33:30] que são os 3 discos que catapultam o big.
[33:32] Four, né? As. 3 do big four.
[33:35] Saiu nem como destruo é o. Creator lançando o playget kill
[33:42] também é 86 um ano para thrash metal, assim o maior ano da
[33:46] história do thrash metal. Eu entrar em 87 o disco deles. 7
[33:50] por 3 80. E 7, está vendo a questão do
[33:52] azar, do revés? Ô, Tiago, como como faz parte da
[33:55] história dos caras também, né? Mas eu acho que até isso foi tão
[33:58] ruim, porque eles estavam na esteira, porque eu tinha acabado
[34:01] de lançar essa parada de cis, que era um descasso em 85,
[34:03] lançam um descasso em 87, então eles estavam em ascensão.
[34:07] Isso não prejudicou a banda, né? De de não estar lá, não ter
[34:10] lançado, porque 86 é só a questão histórica no contexto.
[34:14] Há 86 grandes anos de thrash metal, eu quero ver a traco.
[34:16] Então lançou, eu acho isso é a grande questão, é ser.
[34:19] Acho que a troca de vocalistas, se você consegue achar
[34:22] sonoridade, ela não afeta tanto, mas você precisa ter promoção,
[34:25] você precisa ter gravadora bancando aqui para as pessoas
[34:28] entenderem que a banda continua ali, né, né, porque perdeu o
[34:32] vocalista, agora tem um outro cara que a banda vai se
[34:35] desfazer, então o exemplo era um Maiden, né, que troca de
[34:39] vocalista, história, o untrax de certa forma trocou de vocalistas
[34:42] e cresceu também. O que vocês acham da capa
[34:44] também? Pra dizer, a capa é de autoria
[34:47] do dom browting, né? Que foi o cara que que fez a
[34:50] capa do master of puppets juntar o Metallica que a gente citou
[34:53] aqui agora pouco assim. E aí a polemicazinha que tem na
[34:57] capa é, quem que é esse cara do meio, né?
[34:58] Se esse cara do meio é o tiozinho do poltergeist 2 ou se
[35:02] é o personagem do do livro do Stephen King, que que vocês
[35:06] acham aí? Cara, eu nunca tinha pensado
[35:09] nisso, não do tiozinho do poltergeist, cara, é mesmo, né?
[35:14] É mesmo, cara, nunca tinha. Pensado nisso não, cara?
[35:18] É, acho que parece mesmo, Hein, cara?
[35:21] Parece mesmo. Desculpa, William, te cortei,
[35:23] cara, mas acho que parece mesmo, viu?
[35:25] Não sei dizer quem é Oo Tiago, honestamente, eu não sei.
[35:28] Eu eu sabia que a que a capa é do mesmo cara que fez Oo mass,
[35:31] né? Ele fez OOO persistence of time
[35:35] também do do do da tracks pra frente, né?
[35:38] Ele faz o razers Edge do do CDC. Mas tem umas capa de metal aí
[35:43] que ele que ele tá envolvido, né?
[35:44] E de não metal também, né? Mas eu não sabia dessa, da da
[35:48] dessa, que era necessariamente uma polêmica, né?
[35:53] E. Aí, William, eu.
[35:55] Acho que. É uma capa que eu não não fiz
[36:02] essa ligação com o poltergeist, eu só analisei AA capa como um
[36:08] todo, né? Tem esse cara aí que ele parece
[36:11] meio meio doido das ideias. Perturbadão assim, né?
[36:15] E aí tem aquelas outras pessoas que estão todas calmas ali,
[36:19] quase fazendo reverência. E me parece ser uma coisa assim,
[36:24] do tipo uma pessoa que vive em seus próprios termos, suas
[36:29] próprias regras, que não tem. É medo de se expressar, de de
[36:35] viver. Ou daqui a pouco tu pode
[36:37] interpretar também, como? Uma pessoa diferente das demais,
[36:41] né? E enquanto tenho tantas pessoas
[36:44] comuns em volta, talvez fale isso aí da da questão da acho
[36:51] que de de de uma crítica, né? Talvez da de uma sociedade, né?
[36:55] Enfim, porque os temas do disco falam, né?
[36:57] Alienação tem crítica social, resistência ao sistema e tal.
[37:01] Então talvez seja 11 cara que vive as próprias regras, um
[37:04] outsider no meio de pessoas comuns assim, sabe?
[37:08] Se ele é feliz ou não com isso, eu não sei, mas é é isso que me
[37:11] passa. Essa sequência de videozinhos
[37:14] que o andrax jogou ali no na pandemia que é o Excel, tem isso
[37:18] que é uma biografia que é muito legal.
[37:20] Para quem não conhece, vale a pena versão videozinhos de 1520
[37:22] minutos cada um, depoimento de ex, de ex, integrantes da banda
[37:27] com amigos, pessoas de outras bandas falando também e aí
[37:32] assim. Em teoria, esse cara é para ser
[37:34] o personagem do Stephen King, do the stand, né?
[37:37] Que é a dança da morte, que é em português, que chama esse livro
[37:42] que o nome desse personagem é. É o Randall flag, que é o
[37:47] personagem de amondlive. Só que o Charlie benant falou
[37:51] que ele gostou da imagem. Ele estava perturbado com a
[37:54] imagem do personagem de poltergeist, então ele pediu pra
[37:57] ser o cara do poltergeist mesmo pra fazer AA ilustração
[38:00] parecendo o cara do poltergeist. Então as 2 respostas estão
[38:03] certas assim. E o que a capa quer dizer é que
[38:08] assim o random flag é o antagonista, né?
[38:11] O violão da história. Do livro do Steve King e ele
[38:15] quer dizer assim, tá todo mundo no meio ali de entre várias
[38:18] pessoas. O mal tá ali também.
[38:20] O mal se apresenta no meio de várias pessoas, né?
[38:23] Tá sempre o mal, tá sempre meio como um espectro em todos os
[38:28] lugares e ele vai aparecer Do Nada e te surpreender.
[38:31] Então vamos lá pra tradicional faixa, faixa.
[38:36] Então. Vamos lá?
[38:59] É o lado a começa com a épica a faixa título a mão de Living.
[39:05] E aí, vocês acham que é a melhor música do disco ou vocês
[39:08] discordam? Dessa confirmação, não é?
[39:10] Não é a melhor do disco não, cara, mas é um pé na porta
[39:13] assim, né? Aquele chute que você dá na
[39:15] porta é que a porta bate assim, meio que volta e você segura no
[39:18] pé e faz cara de mau e tal, e uma porrada, né, cara?
[39:20] E essas assim, né, Thiago, como você falou aí essa tem uma
[39:24] inspiração No No Stephen King, né?
[39:26] Um pouquinho antes de acho que foi ontem ou anteontem no, numa
[39:31] conversa nossa paralela aí. Surgiu o papo de que esse daqui
[39:35] é um disco nerd, né um? Disco nerd assim?
[39:42] Eu não acho, né, cara? Mas é, é, mas tem essas citações
[39:45] literárias, né? Tem, tem.
[39:48] É o lance do quadrinho, né? Tem 11 coisa imagética, né, que
[39:53] que é bem nerd, né? Isso acho que isso era uma coisa
[39:57] que a traxtinha de. Bom, neles, que era uma coisa
[40:00] que tinha muito para chamar atenção, que se tivesse uma
[40:01] gravadora que soubesse explorar isso direito, com clipe, com
[40:04] tudo isso, IA fazer o andrex poder crescer muito mais que as
[40:07] outras bandas de trash que eram. Tinha essa visão muito mais
[40:10] catastrófica nuclear. É OOOO trash era burrão, né,
[40:15] cara? O trash era guerra nuclear, era
[40:18] ataque soviético. Era, sei lá, ordem é.
[40:22] Aquelas críticas sociais, completamente.
[40:26] Bom dia do de revoltadinho de sétima série.
[40:30] Assim, geo, geopolítica de quem joga War, né?
[40:32] Então assim, era tudo muito fraco, né, cara?
[40:36] EE, eu achava o wanntracks engraçado por conta disso assim,
[40:42] porque eles eles iam na contramão, né, disso, dessa
[40:45] desses assuntos ali. E também não tinha o diabo aqui,
[40:47] né, cara? Por mais que às vezes eles
[40:48] apareçam com um pentagrama e tal.
[40:50] Mas não tinha o diabo aqui, cara, não tinha o Satanás, né,
[40:52] que nem o Slayer tem o já tem OOO.
[40:55] O camonhão em tudo que é disco lá, né, cara?
[40:57] Eles eram mais de boa. E a mão de Living é um soco,
[41:01] cara, é um soco. Não é a melhor música, tá?
[41:04] Mas é um soco, cara. É 11 socão ou não é o William?
[41:09] É sim. Eu eu vivo dizendo até e eu já
[41:12] falei, acho que uns 23 episódios, que quando a gente
[41:14] fala assim da faixa título de um álbum, a gente tem uma
[41:16] expectativa alta. Eu penso assim, cara, eu tenho
[41:19] uma banda. Eu tenho o material e essa aqui
[41:21] é a faixa que vai levar o nome do disco.
[41:23] Então pra mim, cara, essa faixa tem que ser aquela faixa, tem
[41:28] que ser a faixa que vai dar a cara pro álbum.
[41:31] Eu acho que essa faixa dá a cara pro álbum e melhor, ela começa o
[41:36] álbum, então não deixa dúvidas, ó, é pensamento da música.
[41:39] Eu sou foda pra cacete. Eu vou abrir alas aqui e eu já
[41:43] vou chegar chutando teu peito. Sou canto orelha, que é o que
[41:47] essa música acaba fazendo, cara. Pra mim, ela, cara, ela é
[41:50] woodscool até o talo, transpira thrash metal pelos poros.
[41:56] Lá tem acho que a bateria aí acho que é um dos destaques do
[41:59] Charlie bernante, cara, como esse cara toca bem pra cacete,
[42:03] já tocava nessa época e toca, continua tocando muito bem,
[42:07] porque ele parece que tá demolindo um prédio, cara, com
[42:10] uma britadeira, sabe? Então é isso, cara, acho que é.
[42:13] Acho que essa faixa chegou assim, ó.
[42:16] Tá aqui. A gente veio para ser grande,
[42:19] sobrevive essa faixa aqui. E tem essa citação literária que
[42:24] vocês falaram que acho que é a dança da morte do Stephen King,
[42:26] que acho que é. Inspirada.
[42:29] Isso eu discordo em bom. Agora, depois que eu fui dar uma
[42:33] olhada nas letras, eu até concordo em partes, que é um é
[42:35] um disco um pouco nerd. É que o som desse disco ele é
[42:39] tão favelado, o perdão da palavra, ele é tão gangue, ele é
[42:43] tão. Sei lá, cara, então.
[42:46] É isso que eu acho. Eu acho que é um disco mais
[42:48] gangueiro do que do. Que.
[42:50] Do que nerd. Porque ele é, mas ele tem muita
[42:54] coisa de hardcore de. De.
[42:56] Punk às vezes me lembra 11 coisinha de Suicide.
[42:59] Eu? Então, eu não sei, cara.
[43:01] Não, não, não consigo achar esse disco nerd porque o som não
[43:06] deixa eu achar isso não, não dá, cara.
[43:08] Essa música para mim é. Assim, eu acho que ela nerd, no
[43:12] sentido assim, ela vai se construindo.
[43:13] Como ela vai crescendo, ela começa devagarzinho, vai pegando
[43:16] e começa, entra naquela parte. Mais que você começa imaginar,
[43:20] você começa a imaginar, não, eu já vi a música ao vivo.
[43:21] Você sabe que a hora que a música vai crescendo, as rodas
[43:24] vão começando a se formar, a galera começando a dar aquela
[43:27] andada pulando pro lado até a hora que vai entrar o riff
[43:30] principal e começa o pandemônio assim, né?
[43:34] Então. Eu acho assim a aula de
[43:36] composição, como tudo isso acontece naturalmente, esses 5
[43:39] minutos da música, música vai crescendo para chegar no auge e
[43:43] na hora que ela está pesadora, daí pra já dar aquela parada,
[43:46] I'm the Walking do é sensacional.
[43:49] Aquilo, sabe? É um dos momentos que eu mais
[43:52] gosto da antrax, da discografia inteira da antrax.
[43:54] É essa parada que tem na hora que entrar para o refrão ali.
[43:57] Sabe o que que eu gosto, Thiago? A quantidade de riff que tem
[44:01] antes do do do dia começar a cantar.
[44:06] Constante do disco, né? Disco vai ser isso, né?
[44:10] É faixa, título, aí chega cara, faixa, título, aí fala poucas.
[44:13] Tem esse efeito pra mim assim, igual essa.
[44:15] Aliás, aliás, deixa eu aproveitar o momento aqui,
[44:17] porque esse é o momento de mandar 11 abraço salve pro
[44:20] Felipe lá do do prisioneiros, né?
[44:23] Porque ele é um cara que gosta muito de faixas, título, abrindo
[44:29] disco. Ele sabe, ele, ele é muito fã
[44:31] disso. Eu eu sei que ele é muito fã de
[44:33] antrax. E também gosta muito de quando
[44:35] as faixas título são a primeira faixa do disco assim.
[44:39] Quando encerra também fica legal, né?
[44:41] Rodrigo, eu também gosto quando encerra, quando encerra o álbum
[44:43] também acho que dá, principalmente foi uma faixa
[44:45] apoteótica linda, assim, que dá aquela faixa assim, com ares
[44:49] messiânicos, assim, tipo fire of the Dark, do Iron Maiden, assim,
[44:53] cara, coisa maravilhosa. Assim, eu eu IA falar uma coisa,
[44:57] uma coisa que eu que eu deixei para falar no final do faixa
[45:00] faixa, mas acho que agora que você falou isso, Wine.
[45:03] Esse disco aqui ele funciona muito bem do Na Na ordem
[45:08] contrária, se você começar lá da da impaction of life e ouvindo
[45:12] para trás, ele funciona muito bem a montagem.
[45:14] Terminar com a mão deliving. Que fica não crescendo, né?
[45:21] Ela vai. Ficar no mais crescendo, que eu
[45:24] acho que é um dos problemas que o disco vai ter é que ele vai o
[45:27] nível dos. Músicos, vai?
[45:29] Cair um pouco no final? Depois eu vou criar uma playlist
[45:32] com ele ao contrário, pra ver como é que fica.
[45:34] Fica muito legal. Fala se é pra citar o Cristian,
[45:37] né? Apesar pra soltar alerta prog
[45:39] nessa música. Aí é aí IA ser IA ser o
[45:43] Cristian, né? O Cristian é o é o cara do prog,
[45:45] né? Vamos para a segunda faixa,
[46:11] pancadaria vai dar uma aumentada no ritmo, em core, na mosh
[46:15] acabou virando um hino não só da antracx, mas o thrash metal, né,
[46:18] gente? Hino hino absoluto, cara, eu
[46:21] fico lembrando do Rodrigo de 13 anos de idade com. 11 walkman
[46:28] assim, voltando a fita na caneta bic, né, pra pra você ouvir AAA
[46:34] faixa e esse que vai cada cada hora de um de um lado, né?
[46:40] Cada hora do do lado direito, esquerdo, ele vai vai
[46:42] alternando, né? É, depois entra essa essa linha
[46:46] de baixo tal não, não, não, não, não, não, não, não, não, não,
[46:48] não, não, não, não, não, cara, aquilo é, é, eu não sei
[46:55] explicar, cara, não sei. É traduzir em em adjetivos aqui,
[46:59] o que que, o que que isso representa na cabeça de um
[47:04] moleque com tendências metaleiras de 1213 anos de
[47:08] idade. Oo que que isso transforma nessa
[47:12] criança? O que que isso forma na nas
[47:15] sinapses desse moleque, cara, mas essa música é uma perfeição,
[47:20] cara, uma perfeição. E para mim, Thiago, essa sim é a
[47:23] melhor música do disco. Não só por ser um hino do do, do
[47:27] do thrash metal, um hino do metal, um hino de uma época, mas
[47:31] por conta da energia que essa música tem.
[47:33] Cara, essa música tem energia. É muito louco dessa música que
[47:39] nos shows, quando você vai pra roda, no meio dessa música, todo
[47:43] mundo para pra cantar junto, né? Tá?
[47:45] De repente todo mundo levanta o braço pra fazer porque você não
[47:47] consegue não cantar, né? É impossível?
[47:52] Nossa, é lindo demais, né, cara? Puta que é bom demais, cara.
[47:58] Não tem como, cara, você não consegue não cantar isso junto,
[48:01] não. E aí, você já cantou junto ou
[48:03] não? Ô, você fica lá.
[48:05] Dentro foi no show do táxi ainda cara, acredita?
[48:08] Pelo amor de Deus. Eu ainda não fui cara.
[48:11] Tive a chance. Tive a chance No No, no, no
[48:14] bangers ó no Summer brise da última edição.
[48:17] Eles tocaram né não? Essa agora de. 2020 na mesma
[48:21] hora do amorphis. Só que eu não fui nesse dia,
[48:24] Tiago. Foi no domingo, foi o penúltimo
[48:27] show, o último antes do mersul fate.
[48:29] É é sacanagem, né? Tocar antes do do do amorphis,
[48:32] né, cara? Aí, Oo produtor.
[48:35] É, foi o pior Clash do festival. Não, eu fui perto do festival e
[48:40] IA ser só curiosidade. Aqui eu já repasso a palavra, eu
[48:44] IA cobrir o amorfs originalmente.
[48:46] Aí quando o anthrax anunciou que havia com o Dani liuker pra esse
[48:49] show, eu falei assim, não, eu vou ter que ver isso, né?
[48:51] Aí eu cheguei pro Igor e falei, agora arranja alguém pra cobrir
[48:53] a amorfs, porque eu não não posso não ver o antrax com o
[48:56] Dani liuker. Isso é histórico que vai
[48:57] acontecer aqui. É pra mim, cara, essa música aí
[49:00] ela implora pra ser tocada ao vivo.
[49:02] É o habitat natural dela. É uma faixa assim, de respeito.
[49:07] Sabe, é um é um hino. Fica ao lado das grandes assim,
[49:11] igual a for horse, meu for um, the bel toos toxicwalds Rene
[49:16] bloods. Sabe todos esses clássicos,
[49:18] esses hinos do thrash metal? Tá ali a Karina Moshe no meio,
[49:21] sabe? Melhor faixa do álbum, sim,
[49:24] concordo, seguida da faixa Tito, as 2 melhores faixas do álbum
[49:29] para mim. Eu ainda vou ter.
[49:31] Eu ainda amo core na mosh assim. Eu amo, amo a música.
[49:34] Mas ainda tem músicas desse disco que eu gosto mais do que
[49:36] ela. Assim, incrivelmente, a mão
[49:38] delive em uma delas agora assim. Gostei já dessa provocação, viu?
[49:44] Ô William. E ela é a melhor seguida de a
[49:47] mão delive. Eu gosto muito, cara, muito de a
[49:52] mão delive. Mas ela ainda não é se, já que é
[49:54] pra elencar uma segunda favorita.
[49:57] Não é a mão de Living não, cara. Codinovaste a primeira, a
[50:00] segunda ainda vai. Está por vir aí.
[50:02] Olha aí, vamos ver? Gente, só pra gente falar, né?
[50:05] Da letra dela. Como se ela não fosse
[50:07] autoexplicativa pelo título, né? Ou core na Monte.
[50:11] A história da letra dela é que um road do wntracs num dos shows
[50:16] da turnê dos prédios da DCS acabou indo arrumar alguém,
[50:20] subiu pra pular pro palco, pular do palco pra galera, acabou
[50:24] derrubando um pedal. Do do dann spitz?
[50:30] Aí o road foi lá tentar arrumar a situação acabou sendo jogado
[50:34] de volta para o meio do público e foi pego no meio do mote mesmo
[50:39] assim, né? E aí ele saiu, fraturou a
[50:42] coluna, alguma coisa do tipo. Aí quando eu tava no hospital
[50:45] assim, a galera falou, o que aconteceu com você?
[50:47] Daí ele falou, Ah, oscore na Mochi, né?
[50:48] Eu fui pego no Mochi Oscar, daí o tia lembrannte falou, tá aí o
[50:52] nome da de uma música pra gente escrever assim.
[50:55] E a letra fala mais ou menos sobre, você tá num lugar que não
[50:58] tá legal, tá? Você é um lugar que as coisas
[51:01] não estão legais nesse lugar. Então você não tá contente com
[51:04] as pessoas, com o trabalho, com a situação.
[51:08] A letra fala meio dessa situação, como se você tivesse
[51:10] pego no meio do mote, não no bom sentido, mas nesse mal sentido
[51:15] assim. Não tem bom sentido no mote, né,
[51:17] cara? A verdade é essa.
[51:18] A verdade precisa ser dita, né, cara?
[51:21] Você entra no mote. Você sabe para que que você
[51:23] entra, né? Não, mas morte é uma violência
[51:26] divertida, né? Como eu diria o Enzo.
[51:28] A violência necessária, eu diria, né?
[51:30] Aquela momento que você é extravasa com gostos.
[51:47] Então vamos ali agora para a terceira música e aí sim minha
[51:49] música favorita do disco, I Am the War.
[51:52] O outro hino do antracs ali é uma música inspirada no jud
[51:57] dread. Assim, então, um drockets, quem
[52:00] que vai começar? Essa eu acho que ela que ela
[52:02] fala sobre autoridade e é a homenagem ao o esse personagem
[52:07] que você citou. Tem até um filme de Stallone,
[52:09] né? Mais ou menos esse filme, né?
[52:11] É. Bem ruinzinho o filme de
[52:13] Stallone assim. Cara, eu acho que Oo bacana
[52:17] dessa música, cara, ela tem um no ritmo dela, ela tem uma
[52:20] marcação. Que passa esse jeito de EEA,
[52:24] marcação da faixa e o jeito de cantar do Joe.
[52:28] Passa 1 hora de ostensividade. Sabe que acho que combina
[52:32] bastante com o título. Combina bastante com a mensagem,
[52:36] sabe, cara? Animal, rifão, nervoso, aquela
[52:40] acelerada, propícia pra galera fazer roda no show, bumbo duplo,
[52:43] pegando essa música. É uma delícia, cara.
[52:46] Cara, essa música é a segunda melhor do disco, primeira korina
[52:49] mosh, é essa a segunda. E aí a gente tá falando da
[52:53] terceira música do disco, EE 3, pedradas na sequência, né?
[52:56] Isso que é impressionante desse disco aqui, né, cara?
[52:59] E acho que isso vai ter muita relação com com a dinâmica que a
[53:03] gente vai tentar explicar mais para frente, imagino eu, mas
[53:08] ainda low, cara, é aqui que você vê, né?
[53:11] Essa essa coisa do hardcore, né? Oo winner o winner citou aí em
[53:15] algum momento o Suicide do tennesses, né?
[53:17] E eu acho que o Suicide usa muito essa.
[53:20] Essa esse tipo de estrutura, né? Esse todo mundo cantando todo
[53:25] mundo junto, né? O que eu mais gosto, cara, é no
[53:29] meio da música. Tem um EE aí assim, quando
[53:34] quando ela para e entra em si, você sabe que o caos vai reinar.
[53:40] Quem tá no monche sabe que o caos vai reinar.
[53:43] Não tem igual, cara. Não tem igual isso nesse disco.
[53:47] É esse um momento do caos, assim, cara, e isso é demais.
[53:52] Isso é demais, cara. Essa música é foda demais.
[53:55] Né? Já que a gente está citando
[53:56] ausentes aqui hoje, né? O Bruno diria que a dinâmica
[54:00] dessa música é sensacional, né? O jeito que ela já começa com o
[54:03] rifão ali e vai crescendo até chegar nessa hora do caos
[54:06] completo. E eu acho lindo como termina
[54:08] esse caos completo pra voltar pra música depois, assim a
[54:11] transição que eles fazem. Acho uma das coisas mais legais
[54:15] do disco também assim. E é, é legal, né, Thiago?
[54:18] Essa cadência, né, cara que que tem no começo, né?
[54:21] Nas estrofes, né, nas estrofes iniciais, porque ela é bem
[54:24] cadenciada, bem quebrada, né? Com o tempo, até estranho assim
[54:29] até chegar nesse caos, né? Que é.
[54:31] É ali que você, se você, se você se reconecta com com trash metal
[54:35] mesmo, né, cara? Isso demais, né?
[54:37] Né? E aí, como curiosidade, né, uma
[54:39] das 2 músicas do disco que foi escrita pelo Dani luker também
[54:42] assim o Dani luker até assustou, foi quando ele ouviu a música
[54:45] pela primeira vez. Ele falou, nossa, os caras estão
[54:48] usando hippie meu ainda esse disco e essa aí.
[54:52] Dá para entender essa influência de hardcore que o Dani luker
[54:55] também trazia para entracos bastante assim.
[54:58] E a letra fala a letra inspirada no personagem do Jedi dread
[55:02] mesmo e é de um quadrinho que chamava tio tausa no ID.
[55:08] E o era um quadrinho que saiu na Inglaterra.
[55:10] Basicamente, o scotchion conheceu nas turnês que o quando
[55:14] ele foi fazer as turnês com antracs que ele foi pra
[55:17] Inglaterra, ele IA nas lojas de quadrinho e comprávamos
[55:20] diferentes. Esse quadrinho não chegava nos
[55:22] Estados Unidos. Então, quando a banda resolveu
[55:25] fazer OA música em homenagem ao Jardim do Edge, né?
[55:29] O juiz que foi o nome que pegou no Brasil, o autor falou, pô,
[55:32] legal, pode fazer, porque ele imaginou isso?
[55:34] Vai ser uma baita divulgação. Do meu trabalho nos Estados
[55:38] Unidos, porque não saía nos Estados Unidos esse quadrinho
[55:40] inicialmente. Acabou saindo só depois do filme
[55:44] do Stallone, né? Talvez, né?
[55:46] Porque esse filme do Stallone é de 90.
[55:49] É anos 90 isso, final dos anos 90, mas eu não tô.
[55:52] Não sou tão ligado em quadrinho, nem tão ligado em tifank também.
[55:56] Então fica, é legal Dan trax todos esses temas, mas são temas
[56:00] que essencialmente não me chamam muito a atenção e o fato de eu
[56:03] gostar muito do disco apesar disso, né?
[56:06] Diz muito do quanto que essas músicas são sensacionais.
[56:09] Boa, mas mas já que você não é ligado em em quadrinho, Thiago
[56:12] tem 111 revista em quadrinho que que não tem tanto tempo assim.
[56:17] Cara, acho que saiu em 2020, se aciona a época da pandemia e tal
[56:22] que é um roteiro, ele chama Mother Living, é um roteiro do
[56:25] do do Scott e é desenhada por vários caras, entre eles Oo Rob,
[56:29] Zombies. Eles desenharam, fizeram um
[56:31] gibisão mesmo. Isso acho que saiu aqui pela
[56:34] estética torta. Se não tá enganado, lançou no
[56:36] Brasil. Isso a estética torta lançou
[56:38] aqui. Não acho mais esse esse negócio
[56:40] pra vender, né? Não encontro mais, mas é.
[56:43] Saiu aqui pela estética torta. Vamos seguir com faixa a faixa,
[57:04] uma outra das favoritas da casa, né?
[57:06] Como eu diria? Fábio massari, como que fala
[57:11] isso? É difícil ao vivo você fala de
[57:13] qualquer jeito ou NFL. Nice fucking life, quarta música
[57:17] do disco ali esse lado do Acre não para, né?
[57:20] Não para, cara, não para. É impressionante, né?
[57:23] Essa a Nice fucking life, né? Na verdade, né?
[57:26] Que ele ele não sei que que porra de, de de.
[57:30] De linguagem que é, é. Ele é ao contrário, lá na grama
[57:34] é, sei. Lá fucking life ao contrário,
[57:36] né? Eles tinham medo de se lançasse
[57:38] uma música chamada Nice fucking life, fosse ter censura de loja
[57:42] que não fosse querer colocar o disco para vender porque tinha
[57:45] palavrão. Daí eles resolveram colocar a
[57:48] sigla e escrever o Nice fucking life ao contrário, o hífen, que
[57:51] foi assim é isso, né? É EEE, tem uma versão, né, que
[57:54] chama é Nice, é não sei se é Nice, rock in love, que é uma
[57:59] baladinha bem bunda mole assim, né?
[58:02] Eles fizeram como lado b de alguns single, não sei se é
[58:05] single dessa música mesmo, mas é AAF no que eu EEEF, no que eu
[58:10] for assim, né? Acho que é isso, né, mais
[58:12] fucking cara, é demais, né, cara?
[58:15] É outra que que que funciona muito em show, né, cara?
[58:19] E que. Acho que está no repertório da
[58:21] banda até hoje eles não tiram porque é outra cheia de energia
[58:25] também, né, cara com riff foda, com riff foda, né?
[58:28] Eu fiquei impressionante disso, né?
[58:31] Aliás, é, acho que a gente não falou isso, né?
[58:35] Oo Scott, que é uma figura central da banda, ele não é um
[58:38] solista, né? Ele quase não faz solos No No,
[58:42] no disco, ele é um, ele é o cara dos riffs e é impressionante a
[58:45] quantidade de riffs que ele entrega.
[58:48] Até essa música que, cara, porque é, é.
[58:51] Todas as músicas têm mais de um hippie central assim é, e essa
[58:56] daqui é uma delas, cara assim, a gente tá na quarta música e sei
[59:00] lá, uns 400 hippies até agora, cara, impressionante, cara
[59:03] impressionante, puta musicaço assim.
[59:05] Cara, é, eu não vou falar o título dessa música nem a pau.
[59:09] E eu acho que essa música, cara, ela tem uma pegada bem urbana na
[59:13] arruaceira. Talvez eu ache isso pelo ritmo
[59:17] dela, né? Porque tem esses backings que de
[59:19] gangue, assim que a banda faz o bola foi bem feliz No No áudio
[59:23] dele, porque ele explicou, ele disse aqueles Gang backings
[59:27] alguma coisa assim que ele usou um termo que é justamente assim
[59:29] que tem esse essa entonação que parece que tem uma Gang ali que
[59:32] tá cantando junto e tal. Cara é uma paulada de de 5
[59:36] minutos aí de quase 5 minutos, que não dá um Descanso pro
[59:38] ouvido. É impossível tu ouvir essa faixa
[59:41] aí sem apelar para um air drum e o hargetar aí.
[59:44] Cara, pelo menos para mim, né? Que é o que sobra.
[59:46] Eu não toco nada. Baita faixa até agora.
[59:49] Zero defeito, só onde está muito bem.
[59:52] Assim, só para complementar a é a Nice fucking ballet, né?
[59:55] Que está no ataca, o ataca pecklee é NFBE está ali da lab
[1:00:02] nickfusing assim que aí eles colocam.
[1:00:07] Agora é isso, é outra música de dinâmica, né?
[1:00:10] O rifzão que vai começando assim.
[1:00:12] Eu eu lembro o show de 2005, eles abriram com essa música.
[1:00:14] Na hora que começou o rif lá, eu falei, nossa, assim, já foi
[1:00:19] aquele sensação do tipo, esse lugar vai vir abaixo em alguns
[1:00:23] segundos, sabe? E aí você fica naquela ansiedade
[1:00:26] esperando a hora que a coisa vai acontecer e vai, o negócio vem
[1:00:31] abaixo de fato, que a gente, cara, veio abaixo na hora que a
[1:00:34] música começou. Quando a letra dela um pouco,
[1:00:37] né? A letra dela é uma letra que
[1:00:39] apesar do NFL, não tem nada a ver, né?
[1:00:41] Com o futebol americano é é a sigla para Nice fucking life e a
[1:00:45] letra é fala sobre o John beluche.
[1:00:48] A inspiração da letra é o John beluche, comediante falecido,
[1:00:51] né? Que fez foi uma mensagem da
[1:00:52] Night live nos blue Brothers, que ele morreu em 82, e a letra
[1:00:56] fala sobre de uma pessoa que desperdiça a vida dela. para as
[1:00:59] drogas, né? Pra bebida.
[1:01:01] E conta a história do tipo de como era um cara que fazia as
[1:01:04] outras pessoas rirem e tal, mas nunca estava satisfeito, nunca
[1:01:07] encontrava Felicidade e acabava indo para os amigos errados e
[1:01:11] por amigos. Ele entendia que eram as drogas,
[1:01:14] era a bebida, nesse caso, o antrac.
[1:01:17] Saindo um pouco da de falar de quadrinho para falar um pouco de
[1:01:22] vida real nessa hora. OOO Tiago tem um disco do do
[1:01:26] antracx na fase do John Bush, né?
[1:01:29] Que é o the greater of to evels. Que é uma coletânea aí de de de
[1:01:33] faixas da. De regravações, né?
[1:01:36] Da. Regravações, né?
[1:01:37] Do dia meladona pelo John Bush, que inclusive quem tiver vídeo é
[1:01:42] camiseta. É dessa turnê, esse show de
[1:01:44] 2005. Foi essa turnê que veio.
[1:01:46] Eu não sei, é, é, eu não sei por que que esse esse esse álbum não
[1:01:50] tem nos streamings. Não sei se se existe alguma,
[1:01:54] alguma, algum acordo da banda aí com com as edições dessas
[1:01:59] canções, né? Pra pra só publicarem as
[1:02:01] originais. Mas a versão com o John Bush é
[1:02:06] muito legal, cara, é muito, muito boa.
[1:02:10] EOOO benant ele. Ele dá uma outra dinâmica no
[1:02:13] início da música, ele usa bombo duplo ali ele faz uma graça
[1:02:17] antes de de de de começar. De fato, a música, cara, é
[1:02:20] muito, muito interessante. Eu eu gosto mais da versão do do
[1:02:24] grader, cara, porque combina com a voz do John Bush.
[1:02:27] E porque OOO benanti é é um filho de uma puta de um
[1:02:31] baterista bom pra caralho. É o legal do greater o's.
[1:02:35] É que eles adaptaram um pouquinho as músicas pra voz do
[1:02:39] John bust. Não que o John bust não
[1:02:40] conseguisse cantar, né? O John bust até tem timbre pra
[1:02:42] chegar perto daquilo lá, mas pra deixar o John bust No No timbre
[1:02:45] que ele desenvolveu, mais médio contra mais confortável Pra Ele.
[1:02:50] Eles descem o tom de várias músicas, né, cara?
[1:02:53] Isso EOO benanti disse que ele gostou de fazer nesse disco.
[1:02:57] Foi de retrabalhar os grooves das músicas porque ele falou que
[1:03:00] no a mão de Living eles estavam muito com essa pegada de querer
[1:03:03] fazer um disco trash. Eles estavam muito putos durante
[1:03:07] a mão de Living. Porque eles gravaram a mão de
[1:03:08] Living logo depois que o Cliff berton morreu, né?
[1:03:10] Então eles estavam num com a mente perturbada, muito furiosos
[1:03:17] pela morte que perdeu um amigo tão jovem que nem foi.
[1:03:20] Eles estavam gravando com raiva o disco.
[1:03:23] E o Ed kramer tava captando esse disco, essa performance deles
[1:03:28] com raiva em estúdio, porque é tudo gravado basicamente ao
[1:03:31] vivo, No No, na mão derlile. São os 4 tocando ali máximo um
[1:03:37] over da vizinha ou outro, e o Ed kramer conseguindo capturar isso
[1:03:40] com com perfeição. A atenção que eles tiveram com o
[1:03:43] Ed kramer foi na hora de mixar o disco, porque o Ed kramer queria
[1:03:46] fazer um disco moderno e só não, a gente só chamou você aqui
[1:03:51] porque a gente quer só como kiz de 75.
[1:03:54] Não quer suar como defla época de 86 EOE rolou umas tretas com
[1:04:00] o Ed kramer por causa disso. Até a hora que o Ed kramer
[1:04:02] topou, fala, não, beleza, deixar o disco do jeito que vocês
[1:04:05] querem. Então na mixagem,
[1:04:35] então, se o nanais for quem o life a gente falou.
[1:04:38] De vida real, né? Skalaton in the closet, que é AA
[1:04:41] próxima música, a gente volta a falar de quadrinho, né?
[1:04:44] Volta a falar de um na verdade não é nem de quadrinho, a gente
[1:04:47] volta a falar de Stephen King, nesse caso a gente vai falar é
[1:04:50] uma música que foi inspirada no conto act pupil, Summer of
[1:04:55] corruption, algo, alguma coisa, aluno inteligente, pupilo apto,
[1:04:59] seria assim. E pra muita gente, essa é uma
[1:05:01] música que baixa o nível do disco.
[1:05:03] Eu acho que ela mantém o nível do disco lá em cima, apesar de
[1:05:06] não tá no mesmo nível de excelência das outras 4.
[1:05:10] Mas eu acho uma musicaça também. Como que baixa?
[1:05:13] Como que baixa o nível cara? Quem, quem, quem foi o herege
[1:05:16] que falou isso, cara? Não é possível, cara, não é
[1:05:19] possível. Ela, ela não tem o nível cara.
[1:05:22] E ela tem esse, esse, essa paletada de de típica de
[1:05:27] cavalgada, né? Cara, não tem como não bater
[1:05:31] cabeça com isso, cara, é impossível.
[1:05:34] Cara, é impossível. E pra mim ela mantém assim, são,
[1:05:39] são, se a gente tiver falando do vinil, são 5 faixas do lado a 5
[1:05:43] pedradas assim, 5 faixas irreparáveis de de, de
[1:05:48] construção foda, de dinâmica absurda, de entrega, de rifes,
[1:05:53] de é, é velocidade. Associada com com, com com
[1:05:58] alguma cadência no momento certo.
[1:06:01] É letras espertas, porque a gente não tá falando da da da
[1:06:05] guerra nuclear burra, né? Que sei lá que o Megadeth falava
[1:06:08] ali do alguma coisa de estúpida, né?
[1:06:10] Que sei lá, guerra bomba EE, as bandas de trash da época faziam,
[1:06:17] né, cara? Então eu, eu, eu, eu acho que o
[1:06:20] que a scarethamecloset é uma pedrada cara.
[1:06:23] Uma pedrada e talvez. Das faixas do do lado a ela seja
[1:06:30] a mais crash metal. Assim, a mais a mais que se
[1:06:34] aproxime do dos é, do do das bandas, lá do do Slayer, do do
[1:06:40] Metallica, do Megadeth. Talvez essa seja a faixa mais
[1:06:43] próxima daquele tipo de som, mas ainda assim, eu acho que é uma
[1:06:47] faixa que tem a cara do antrats, tem a cara desse disco e é uma
[1:06:50] puta música, cara, puta musicão. Eu, eu, eu concordo, ela mantém.
[1:06:55] Pra mim ela é uma ótima faixa, um musicão.
[1:06:58] Eu falei antes que eu tinha medo quando tem um ajuntamento de
[1:07:03] boas músicas no álbum, pra não acontecer igual o Europe que a
[1:07:06] gente resenhou, o aroup is World, que é aquela coisa, as
[1:07:09] vezes até a banda pega lá, coloca tudo que é o do melhor no
[1:07:12] começo do álbum, do do até o meio, e coloca as as porcaria ou
[1:07:18] as meia boca do pro final. Tá, e não aqui, essa quinta
[1:07:23] faixa mantém sim, OOA qualidade. Eu acho que essa música aqui ela
[1:07:29] tem uma saraivada de riffs genial.
[1:07:32] Ela tem uma bateria aqui que olha, essa batera tá pagando os
[1:07:35] pecados por existir, né? Eu acho que ela sua assim, sabe
[1:07:41] é Oo Charlie benant cara. Num total no álbum, né?
[1:07:46] Ele está excelente, um baterista fora da curva.
[1:07:48] E aqui a gente está falando de uma versão dele, nova jovem, né?
[1:07:52] O cara já era foda nessa época para mim, a batera, o solo de
[1:07:56] baixo. E o Joey beladona se esgoelando
[1:07:59] no final. Cara, porra, muito foda essa
[1:08:01] parte na hora que ele está cantando ali.
[1:08:03] E chega a ser eloquente, OOA forma como ele canta.
[1:08:05] O benant tinha 24 anos nesse disco, assim, não ele.
[1:08:09] Tinha 24 anos. Eu ainda tinha um ferrorama
[1:08:11] cara. Imagina, com 24 anos eu fazia
[1:08:13] uma porra dessa. Eu nem lembro o que que eu fazia
[1:08:15] com 24. Cavalo, ele está na bateria
[1:08:17] dessa música, eu acho assim. Absurdo, né?
[1:08:19] Cara, absurdo que ele vai ali. E aí eu acho que essa música tem
[1:08:22] uma coisinha bem legal, que é uma trocazinha de liques debaixo
[1:08:25] de guitarra nos versos ali que dá a parada você vê primeiro, vê
[1:08:28] o Franco e Belo eu volto pro verso, de repente vem entre o
[1:08:31] Dan Speed, cara, eu acho que isso dá um dá aquela, aquela
[1:08:35] brilhozinho que vai que leva, tira a música da trecheira pura,
[1:08:40] normal assim. Assim, o refrão a ponte é
[1:08:43] sensacional. Exato, cara.
[1:08:47] É o canto, é o canto em resposta, né, cara?
[1:08:50] EE que eu que eu que eu falei que que isso eles importam do
[1:08:53] hardcore, né, cara? Cara, isso é demais, Mano, é
[1:08:55] demais. EE aí quando entra para o
[1:08:57] refrão, ele começa com o refrão, lá é nesse cara tem uma
[1:09:00] pancadaria. De repente ele dá aquela puxada
[1:09:01] melógica no final do refrão do acho é muito bom assim, o jeito
[1:09:06] que a música é feita. Então assim, eu entendo, quem
[1:09:08] fala não está no nível das 4 primeiras, porque as 4 primeiras
[1:09:11] são hinos do thrash metal. Mas essa aqui assim está quase
[1:09:14] ali, sabe? Tipo, não, você não vai deixar
[1:09:17] de dar nota 10 pra esse lado a por causa dessa música.
[1:09:20] Acho que esse é o ponto. Tiago assume a reserva moral.
[1:09:23] Quem não gosta dessa música está o quê?
[1:09:25] Sei o que que tá tá errado completamente assim, o gosto
[1:09:29] musical completamente equivocado assim, mas vou dizer que tá
[1:09:32] rindo da cabeça quem? Quem não gosta dessa música, tá?
[1:09:35] É fodido na minha mão, cara. Se eu tomar na rua, eu vou dar
[1:09:37] um couro velho. Como parafraseando, né?
[1:09:42] Tá ruim da cabeça doente do pé dessa.
[1:09:45] Por aí. Cara, são 3 fodidos, né?
[1:09:48] Noite de Dia dos Namorados gravando.
[1:09:50] Transh metro e falando mal de que não gosta?
[1:09:53] Música, cara, por favor, né, cara?
[1:09:58] Olha o esforço que a gente está fazendo aqui, né, cara?
[1:10:00] Vamos pensar nisso também, né? E aí, agora vamos virar ao lado
[1:10:30] da bolacha ali vamos para o lado b, que começa só com indians,
[1:10:33] né? Começar mal para baixar um pouco
[1:10:37] o nível disso que eu tenho. Indians como a primeira música
[1:10:39] do lado b, outro hino do anthrax, outro.
[1:10:42] Hino do metal, né? Tiago e William?
[1:10:45] Outro hino é, é, acho que é uma índios.
[1:10:49] Acabou sendo uma faixa que que virou a cara do anthrax, né?
[1:10:54] E acho que virou a cara do andrax com beladona, né?
[1:10:56] Porque acho que a figura dele interpretando essa música é o
[1:11:00] que faz toda a diferença, né? OOOO Bush, ele ele, é lógico que
[1:11:06] ele cantava também essa música e cantava bem, mas ele não tem é
[1:11:11] não é uma pauta identitária para ele cantar isso, né?
[1:11:14] OOO jê, beladona ele, ele fala com AA, canta essa letra com com
[1:11:20] muita propriedade, né? Mas o que eu gosto dessa, dessa
[1:11:26] dessa faixa é exatamente AA dinâmica, né?
[1:11:31] Como diria o Bruno, porque tem, você alterna momentos.
[1:11:38] Mas esses momentos eles são anunciados na música, porque
[1:11:44] você começa ali com 11 coisa, uma bateria meio meio.
[1:11:49] No a palavra não é essa, mas uma bateria marcial ali, porque é
[1:11:53] uma coisa. 111 dança da chuva, alguma coisa do tipo assim, né,
[1:12:00] né? Chupa da vitori, chupa e
[1:12:02] sepultura com com Timbalada e o caralho, né?
[1:12:05] A entrar, que já fez muito antes, é os arrombado.
[1:12:08] É eles, eles vêm com essa coisa, é, é puxando ancestralidade ali
[1:12:16] entra com 11. Um rifle ali 1111 fraseado de
[1:12:21] guitarra muito melódico, né? Esse é muito Batalha épica
[1:12:29] assim, né, cara? Uma coisa, o William talvez
[1:12:32] concorde comigo, talvez não, mas é muito Iron Maiden, isso, cara,
[1:12:35] é muito heavy metal, muito é, é heavy metal britânico, né?
[1:12:40] E de repente, aí aí vem vem o caos, né?
[1:12:45] Depois vem o anúncio, né? E você vai para uma parte
[1:12:50] cadenciada, não é uma War dance, cara, é uma parte cadenciada,
[1:12:54] cara. Essa música, ela é tão cheia de
[1:12:56] dinâmica, ela é tão foda, não é toa ela é hino, não é à toa que
[1:13:01] ela é hino. É, a gente está falando de um
[1:13:05] disco que essa daqui é a primeira faixa do lado BA, sexta
[1:13:08] faixa do disco, é o sexto acerto.
[1:13:11] É, eu consigo já entender por que que o William está
[1:13:15] preocupado, porque. 6 acertos tão certeiros num disco de metal
[1:13:21] é uma coisa que que realmente não são pra poucos discos, são
[1:13:26] poucos discos. Talvez esse disco da esses
[1:13:28] discos da safra 8687 tenham tenham esse volume de acertos
[1:13:32] aí, né? Mas aqui, cara, é indiscutível,
[1:13:36] na minha opinião. É, não, eu concordo contigo,
[1:13:40] acho que vocês, vocês já foram muito felizes no comentário.
[1:13:43] Ela é uma faixa aí que tem essa parte de destaque do War dance
[1:13:49] ali aos 13 e 35, que pra mim é o auge da música.
[1:13:52] Olha só, eu anotei aqui, Charlie benant está demais aqui também,
[1:13:56] cara, já virou essa altura do campeonato, isso aí já virou, já
[1:13:59] virou um clichê, né? O cara, o cara toca pra cacete.
[1:14:03] Eu acho que AAA forma que como ele toca aqui, além de pesada, é
[1:14:08] expressiva a forma que ele toca, dá uma dinâmica genial pra
[1:14:12] música, sabe? E ela é uma faixa politizada,
[1:14:16] né? Porque ela fala sobre o
[1:14:17] tratamento dos povos indígenas dos Estados Unidos e tal, a
[1:14:21] letra fala de reclama por respeito, reconhecimento, enfim,
[1:14:25] né? Então cara, assim, ó, eu
[1:14:28] reconheço o quanto essa música é muito boa, ela é foda para
[1:14:31] caramba, mantém o ritmo, mas AA essa altura do campeonato eu já
[1:14:37] não elenco mais as minhas favoritas em sequência, tá?
[1:14:41] Eu não vou colocar ela nem como quarto nem como quinto, eu só
[1:14:43] gosto. Dela.
[1:14:46] Absolutamente compreensível, né, cara?
[1:14:49] Mas só da indians. Para completar, o escotinho
[1:14:50] falou que teve a ideia da letra porque ele dizia que nos anos 80
[1:14:54] ainda tinha muito mito dessa coisa do do fanesgiving, né?
[1:14:58] De como se Os Americanos tivessem sido uma relação
[1:15:01] amigável com os indígenas que os receberam na Terra, na no Novo
[1:15:08] Mundo. Ele ficava bravo quando ele
[1:15:10] descobria toda a situação que tava.
[1:15:11] Ele queria falar uma letra para abordar o assunto.
[1:15:15] E o beladona, sendo filho por parte de mãe, descendente de uma
[1:15:20] comunidade de um povo indígena, acabou encarnando essa letra
[1:15:24] como uma das letras mais importantes para ele.
[1:15:27] Aí vai ter o clipe com ele usando o cocar, que acaba
[1:15:29] ficando uma imagem cônica do antrax do o beladona com o
[1:15:33] cocar, com a banna tocana. Isso vai fazer ser uma das
[1:15:36] músicas mais clássicas. Talvez um dos maiores hinos, uma
[1:15:40] das músicas mais conhecidas do antrax certamente é um dos hinos
[1:15:43] do metal, do thrash metal, certamente.
[1:15:47] E a música sensacional, né? O que é legal do antrax é que
[1:15:49] você vai ouvindo e você sabe que vai ter bastante mudança de
[1:15:52] dinâmica, mas você não consegue determinar uma fórmula de como
[1:15:56] isso vai vir. Isso que é legal.
[1:15:58] No disco, você tá ouvindo ali, você sabe que 1 hora vai vir uma
[1:16:01] parte mais cadenciada que. É aquela parte que vai gerar OA
[1:16:05] dança desgraçada, todo mundo correndo, aquela hora da roda
[1:16:09] que tá todo mundo só pulando, andando assim essa hora.
[1:16:12] Pulando, pulando pra trás e abrindo a roda, né?
[1:16:15] Porque você sabe que aquilo tá antecedendo Oo caso, né?
[1:16:18] De um lagarzinho vai ficando cada vez maior o raio assim, né?
[1:16:21] A galera vai se juntando e colocando.
[1:16:23] Aí vai ter hora que vai ter a pancadaria e aí vai todo mundo
[1:16:25] pro meio e as coisas vai se perder.
[1:16:27] O controle vem. Você sabe que antrax como que
[1:16:30] esses elementos vão sendo colocados na música?
[1:16:33] Cada música vai mudando conforme antraxente que a letra pede ou
[1:16:36] que a dinâmica vai pedindo que ela coloque.
[1:16:40] Então é, é sensacional isso. Disco é uma aula de como você
[1:16:43] fazer composição, e aí o detalhe, né?
[1:16:46] O principal compositor das músicas do antrax é o Charlie
[1:16:49] benanti, né? O escortinho vem com os rifes,
[1:16:52] mas quem tem normalmente as ideias de como?
[1:16:55] Colocar essas dinâmicas de pra onde levar até alguns dos ifes
[1:16:58] mesmo quem escreve é o Charlie bernante.
[1:17:01] Agora o Thiago, eu ainda bem que você falou isso, porque agora
[1:17:07] sim, William faria, eu vou trazer uma polêmica aqui.
[1:17:12] É e isso Oo lance do do benante escrever as músicas?
[1:17:17] EE, essa dinâmica vir de um baterista é algo que que.
[1:17:23] Faz muita diferença no metal e no rock em geral. 11 banda que
[1:17:28] tem isso que que eu tenho certeza que que os ouvintes do
[1:17:33] do rock na mesa devem detestar é o Fighters, cara.
[1:17:36] O Fighters tem isso porque o Fighters é pensado por um cara
[1:17:41] que canta que está ali, que é um fonteng guitarrice e tal, mas
[1:17:44] que a origem dele é a bateria. Então ele pensa em dinâmicas nas
[1:17:50] canções. Ele coloca a parte c de uma
[1:17:52] música num determinado local, ele faz um solo de um
[1:17:55] determinado jeito, porque ele tem o pensamento de de ataque de
[1:18:00] um baterista. É, eu.
[1:18:03] Eu toquei bateria, sou muito amador, mas toquei bateria é eu,
[1:18:07] eu, eu consigo AAA essa dinâmica, essa essa
[1:18:12] agressividade que a música chama.
[1:18:14] Você falou, né, que que é, é? Você está numa parte cadenciada
[1:18:19] em que você sabe que vai vir o caos logo ali, ó, logo na
[1:18:23] sequência. Então eu já vou me preparar.
[1:18:26] Isso é muito típico do da preparação, é mental de um
[1:18:30] baterista, do cara que vai tocar.
[1:18:32] Ele sabe o quanto de energia ele tem que preservar para entregar
[1:18:36] numa determinada parte da música.
[1:18:38] É o antrax, é isso nesse disco, principalmente o antrax, é isso,
[1:18:44] cara. EEO fato do do do benant ser o
[1:18:47] principal compositor, né? O eu acho, eu acho, o Scott OOO
[1:18:51] Thiago de todas as bandas é dessa dessa fase clássica do do
[1:18:57] thrash metal. Eu acho que o James Hetfield é o
[1:19:03] é o grande guitarra base. Assim ele é o cara muito rápido,
[1:19:07] muito técnico, muito é, é inspirado.
[1:19:11] Eu acho ele muito foda, é. Mas o Scott, ele é um cara de
[1:19:16] riff. Ele só perde, na minha opinião,
[1:19:19] para o Gary roat, porque o Gary roat é não é desse mundo aqui,
[1:19:22] ele só perde para o Gary roat, cara.
[1:19:24] Mas ele é um cara de riff e ele entende o benant cara.
[1:19:27] É, deve ser coisa de amizade, de de moleque de 13 anos de idade,
[1:19:31] né? Da mesma rua.
[1:19:32] Então essa dinâmica é um é uma coisa que que tá no seu ápice,
[1:19:37] no seu auge criativo aqui nesse disco, cara.
[1:19:55] Vamos para a sétima música do disco, a segunda do lado BO one
[1:19:59] road. Aí uma das que a gente pode
[1:20:01] dizer que o disco começa a entrar numa certa, num declínio,
[1:20:04] porque eu acho que não dava para manter o nível que ele tava
[1:20:07] nesses 6 primeiros discos, dessas 6 primeiras músicas, mas
[1:20:11] ainda é tá num nível que é muito acima da média do que o thrash
[1:20:16] metal oferece assim. Olha, Tiago, para mim, AAO one
[1:20:22] World, ela tem um erro só que é essa transição.
[1:20:28] Do do rife inicial assim pra pro que a música é de fato, né?
[1:20:38] Que é muito acelerada, né? É muito, é muito.
[1:20:45] É motorbraf assim, sabe? É muito metalzão mesmo, né?
[1:20:49] E essa transição de um rife muito melódico pra algo muito,
[1:20:55] muito pesado. Ficou ficou faltando alguma
[1:20:59] alguma ligação melhor ali, mas isso não é uma crítica, isso não
[1:21:04] é 11. Eu acho que isso não desabona a
[1:21:06] música, acho que não faz a música ruim.
[1:21:08] Eu gosto muito cara de de, de de um Word.
[1:21:12] Para mim é já adiantando, já me adiantando aqui ainda vou passar
[1:21:17] para o William comentar a one World, para mim, até aqui o
[1:21:20] disco não teve falha, as falhas acontecem na frente, aí então.
[1:21:25] Para mim, é o é o sétimo acerto do disco cara impressionante.
[1:21:31] É, eu concordo. O Rodrigo acho que ela deveria
[1:21:34] começar com o rif. O rif dela é bem escola,
[1:21:37] Mustaine mesmo, vocês até citaram aí a Metallica da época
[1:21:40] dele. Eu acho que que é isso aí mesmo.
[1:21:42] Para mim, ela é frenética, rápida, intensa ou desculpe até
[1:21:47] o talo. É, tem a jogada dos vocais, né?
[1:21:50] O Joey mandando as frases, tem aqueles backings em retorno e.
[1:21:55] Tem esse riff cara, que eu gosto, sabe?
[1:21:57] Eu acho que é um riff característico do estilo e é
[1:22:00] isso sobre a letra, pelo que eu andei pesquisando, fala sobre, é
[1:22:04] tipo, como se fosse um apelo a consciência coletiva, né?
[1:22:07] Sobre a ameaça de destruição global, então fala ali de guerra
[1:22:11] fria, enfim, mas também também fala da questão da patia, né?
[1:22:15] Dos das pessoas diante de problemas como violência,
[1:22:18] ignorância, destruição ambiental, essas coisas.
[1:22:22] Uma boa faixa, concordo, ela mantém pra mim a qualidade até
[1:22:25] então o álbum, até a sétima faixa tá tudo certo.
[1:22:30] É a letra obrigatória, né? Sobre o temor nuclear dos anos
[1:22:34] 80, que basicamente toda a banda de trash metro tinha que ter.
[1:22:37] Mas ainda acho que é uma letra melhor do que a média falando
[1:22:40] dessa questão nuclear ali, consegue falar o.
[1:22:45] Crachão tem que ser burro, né, cara?
[1:22:46] O crachão original mesmo. Ele tem que ser.
[1:22:48] Tem que ter uma burrice, né? Então essa.
[1:22:50] Tá aí, tá? Mas até acho que ela tem a parte
[1:22:52] ali que ela tenta, tenta sair da daquela dualidade besta, né?
[1:22:56] Tentar ser o tem 1 hora que ele fala na letra lá que é difícil
[1:22:59] matar um homem. Quando você vê a foto dos das
[1:23:03] dos filhos dele, né? Ele tenta falar, né?
[1:23:05] Os russos são pessoas como nós, né?
[1:23:07] Os Americanos têm que ficar parados de ficar cantando health
[1:23:10] the Chief pra saber que não é aquele cabeça fechada tipo
[1:23:14] Steam. Tenham medo que os russos venham
[1:23:16] aqui e exploram tudo como muita gente.
[1:23:18] Tinha nessa época, assim como algumas bandas soltavam assim.
[1:23:22] Não é obviamente um tratado de geopolítica, mas assim da música
[1:23:27] em si. Até gosto do Franco e Belo no na
[1:23:30] intro dela, né? O Franco e Belo soltando baixo
[1:23:33] ali, mas o assim, o que eu acho mais legal dela é a quebrada que
[1:23:38] ela tem para o refrão. Naquela acho tipo legal para
[1:23:46] caramba. É que eu acho que não tá no
[1:23:48] nível das dos clássicos das 6 primeiras assim.
[1:23:53] Mas ainda acho que não. Não tiraria nota 10 do disco até
[1:23:57] aqui. Assim não teria.
[1:23:58] Não sei se esse essa nota 10 não começa a ficar sob risco a
[1:24:02] partir da próxima música. Que é AADI horror alviral, né?
[1:24:19] Que é? Na verdade, são 2 músicas, uma
[1:24:21] entrozinha acústica e depois uma música de basicamente 6 minutos.
[1:24:26] Quase 7 minutos, né? Cara, pra mim assim é a música
[1:24:29] de maior duração do disco. Tem essas 2 partes que você
[1:24:32] citou, que é a AIDS i, que é a qtic for a qtic Dan intro e
[1:24:37] horror alviral. Tem esse instrumental que é uma
[1:24:40] passagem mais direta, depois vai para a segunda parte, que aí já
[1:24:43] tem uma letra, aí já tem mais estilo.
[1:24:45] Anthrax é mais intensa, mais pesada, mas é para ser uma
[1:24:49] música triste que ela é sobre perda, né?
[1:24:51] Porque eles, essa música era em homenagem ao Cliff purton.
[1:24:54] Você já muito bem, já explanaram aí as circunstâncias da morte, o
[1:24:59] impacto na banda, então não precisa ficar repetindo aqui.
[1:25:01] Então vamos dizer assim que se Oo megadef tem na Dark stawer,
[1:25:07] essa aqui seria a na Dark stawer do do antrax nesse contexto do
[1:25:12] Cliff pra mim mantém a qualidade do álbum?
[1:25:14] Sim, eu acho que isso é muito boa, só que ela é grande.
[1:25:17] Ela é. É uma faixa com longa duração.
[1:25:20] Então quando uma banda nesse estilo, uma banda de thrash
[1:25:23] metal, se arrisca a fazer uma faixa grande assim, tem que ter
[1:25:26] coisas boas a mostrar, porque senão fica a sua repetição.
[1:25:29] Então, quando você ouve essa faixa, você não sente que tem é
[1:25:32] essa repetição, porque ela tem essas 2 partes.
[1:25:35] Elas são muito bem divididas e muito bem equilibradas nesse
[1:25:38] sentido. Aqui eu acho que OOO, não vou
[1:25:41] dizer que eles erram, mas eles pecam, né?
[1:25:44] EE, é compreensível, né? Se se a ideia era fazer dessa
[1:25:49] faixa 11 obituário ou uma homenagem ou alguma coisa do
[1:25:54] tipo pro pro Cliff purton. O pecado do anthrax aqui foi
[1:25:58] tentar soar como metálica. Eu acho que aqui tem tem uma
[1:26:02] coisa meio meio disposeble Hero, sabe meio lepper, most sie assim
[1:26:08] do do do master of puppets, tem 11 pose que não pertence ao
[1:26:12] anthrax, assim tem um tem 11 estilo que não pertence ao
[1:26:16] anthrax, e eu acho que essa é a faixa mais fraca do disco.
[1:26:21] Porque ela não tem ela. Ela faz o disco perder
[1:26:24] totalmente a dinâmica que tava tendo até agora.
[1:26:27] E isso ô, ô William, você tinha absoluta razão quando você fala
[1:26:31] que é preocupante um disco com tanta faixa boa na sequência,
[1:26:35] porque 1 hora vai cair, quando cai, cai de forma vertiginosa,
[1:26:39] né? AA Edi ore of hall talvez ela
[1:26:45] fosse uma boa faixa para estar no lado a ou para encerrar o
[1:26:48] disco, ou para abrir o lado b não sei, cara.
[1:26:51] Nesse lugar, nessa posição em que em que foi colocado aqui, eu
[1:26:56] acho que ela ela tira a dinâmica do disco e isso é um pecado, né,
[1:26:58] cara, pra um disco que vinha é acertando, acertando tudo, né?
[1:27:05] Eu acho uma boa faixa, tá? E é, é legal, como ela vai
[1:27:07] ganhando peso, como ela vai ganhando peso conforme conforme
[1:27:12] ela vai chegando próximo do final, ela vai ganhando ponte,
[1:27:15] né? Ela vai ganhando, vai
[1:27:16] encorpando, vai, vai ganhando raiva, né, cara?
[1:27:19] E isso é é. A raiva, eu acho que é um, é um,
[1:27:23] é um elemento do thrash metal que é muito importante assim pra
[1:27:27] pro estilo, né? É EE essa música, ela talvez que
[1:27:32] mais exale raiva assim, né? Mas ela tira a dinâmica disso,
[1:27:35] cara, isso é um pecado pra esse disco, cara, isso é um isso é um
[1:27:38] pecado. Isso acho que a introduçãozinha
[1:27:41] dela, né? A adiay pelo que eu tinha visto
[1:27:44] era a rabien duch e intro né? Que o scottinho ficava o
[1:27:48] scotchen, não o dang Speed ficava brincando de fazer essas
[1:27:53] escalas árabes no na guitarra acústica sem distorção e 1 hora
[1:27:58] o Frank Belo falou para com essa chatice árabe pra colocar e aí
[1:28:03] eles acabaram colocando a arraby and duche e entrou como se fosse
[1:28:06] a parte da gravarem e colocaram no disco que serve como
[1:28:09] respirozinho dá uma disco que estava vindo.
[1:28:12] Pancada, tá? Agora vai ter tipo um minutinho
[1:28:13] pra você dar uma. Relaxada.
[1:28:15] Uma vinhetinha que tanto é que tá junto com a hora viral.
[1:28:19] Eu acho que o grande defeito da hora, palavra difícil de falar.
[1:28:25] Já o nome da música é difícil de falar, né?
[1:28:27] É não ter um refrão assim. Acho que falta um refrão legal
[1:28:30] Pra Ela. Assim, a razão que eu tenho é
[1:28:33] que ela vai nessa dinâmica de querer ficar com raiva, raiva,
[1:28:37] raiva. Mas não, não tem naquele momento
[1:28:39] que você marca, que você fala, vai ser aquela hora da explosão,
[1:28:42] com o público e tal, não tem. Talvez a intenção fosse não ter
[1:28:46] mesmo. Eu sinto que faz falta uma
[1:28:48] música tão longa como essa, precisaria ter 1 hora que você
[1:28:51] traz o público de volta pra junto, quem está o ouvinte de
[1:28:53] volta com você e você começa só soltar sua raiva dos mais the
[1:28:58] walls, time to Rage, né? Ele fala até 1 hora ali, chega
[1:29:02] nos 2 minutos finais e vira a pancadaria, a pancadaria, mas
[1:29:06] você? Você começa a ficar meio bom,
[1:29:08] beleza. Eles estão bravos, né?
[1:29:10] Mas e aí, né? Que que que essa música vai
[1:29:13] oferecer a partir disso daí? Acho que é um grande problema
[1:29:16] assim, acho que é o problema dela.
[1:29:48] E aí, já emendando com a última música, MTX off life, é
[1:29:51] engraçado que as 2 músicas mais furiosas do disco ficaram como
[1:29:54] as 2 são as 2 últimas, né? As 2 últimas músicas do disco
[1:29:58] são as 2 músicas mais furiosas dele.
[1:30:01] MTX of life tem essa letra deles destilando veneno contra todo
[1:30:05] mundo também, né? É hora de botar os demônio para
[1:30:09] fora. Eu, eu eu falei aqui que esse
[1:30:12] disco ele tem. É interessante você ouvir ele na
[1:30:15] ordem contrária, né? Você começar da imitation of
[1:30:17] life e voltando para o Word, o indians EEE vai ouvindo ele ao
[1:30:25] contrário e. E tem muito a ver com isso que
[1:30:29] você falou agora, Thiago, as 2 músicas com mais raiva, né,
[1:30:33] cara, ela exala ódio, né, cara, é então então, então no final do
[1:30:39] disco, né? Então é uma dinâmica
[1:30:42] interessante quando você ouve esse disco, ao contrário, eu
[1:30:45] gosto da mpa shot life, porque é, é, tem os gritos, né, do, do,
[1:30:50] do do di beladona, né, cara? Que.
[1:30:53] Que torna a música interessante, né?
[1:30:55] Ele é é até meio displicente. O jeito que ele grita, né?
[1:30:58] No refrão e o rifa é ótimo, mas é é uma música que que ela peca
[1:31:08] por vim depois da da orwell of herol, que tira tanto a dinâmica
[1:31:15] do disco que você é, é quando você chega nela, você você chega
[1:31:19] com aquela com aquela impressão de Ah, cara.
[1:31:22] Isso daí não me surpreendeu. É uma música, OK, é uma música
[1:31:25] boa, ela tem peso, ela tem dinâmica, ela tem cadência, mas
[1:31:29] ela tem parte rápida, OK, mas não surpreende, né?
[1:31:33] É você, você perdeu AAO pique com a música anterior.
[1:31:39] Então é, se eu aponto um defeito nesse disco, se é possível
[1:31:44] apontar, se eu, se eu conseguir, me atrever.
[1:31:46] Apontar um defeito nesse disco é a dinâmica.
[1:31:49] Das canções da montagem do disco, né?
[1:31:51] A gente lá no prisioneiros, o Felipe, o Christian e eu, a
[1:31:55] gente gosta muito de brincar disso, né?
[1:31:57] De de de dar pitaco na ordem das das faixas, dos discos.
[1:32:01] E eu mudaria a ordem de dessas faixas aqui, porque AAA Índia é
[1:32:08] oral e imitation of life, pra mim elas estão no lugar errado.
[1:32:13] Se. O ouvinte aí do rock da mesa se
[1:32:15] atrever a ouvir na ordem contrária, vai ter uma
[1:32:17] experiência um pouquinho mais prazerosa, eu garanto.
[1:32:20] Eu acho que o álbum ele ele encerra bem.
[1:32:23] E ela ela tem uma irreverência sutil em algumas passagens
[1:32:28] sarcásticas vezes pela mensagem que ela quer passar, que é um
[1:32:31] protesto contra as pessoas, né? Principalmente da indústria da
[1:32:34] música, né? Que fingia um certo entusiasmo,
[1:32:38] mas não estava nem a ir para arte, só queria ganhar dinheiro
[1:32:40] e tal. Então acho que ela funciona.
[1:32:42] Ela tem uma pegada hardcore, eu acho que é uma cacetada sonora.
[1:32:47] Eu acho que ela é uma música muito boa.
[1:32:49] Então com isso eu concluo que o meu medo se dissipou.
[1:32:53] O álbum ele só tem músicas boas. É claro que no nível de
[1:32:58] intensidade, ele faz assim, ó ele, ele tá lá na Colina, ele
[1:33:02] desce assim, ó, mas ainda assim ele fica numa linha verde
[1:33:07] segura. Sabe, tá aqui ó, essa linha
[1:33:10] verde dele é a qualidade que ele tem, daqui pra baixo é ruim,
[1:33:13] daqui pra cima é só excelência, ele desce, mas ele ainda fica
[1:33:17] aqui, entendeu? Então não, eu diria que não tem
[1:33:20] música ruim nesse álbum, que é um exemplo de álbum, que ele é
[1:33:23] todo perfeito do início ao fim. Dentro desse estilo, o kil é
[1:33:27] maldo metálica, por exemplo, ele é todo no talo, ele é todo muito
[1:33:32] bom, esse aqui já não. Ele, ele é todo muito bom, mas
[1:33:36] ele tem uma linha ali que ele dá uma caidinha assim, mas não quer
[1:33:40] dizer que é ruim, pelo menos não na minha opinião.
[1:33:42] É, eu acho que como é um disco que a banda componha, terceiro
[1:33:46] disco da banda, né? Então já não é aquela coisa que
[1:33:48] você tem 2 anos, 3 anos trabalhando as músicas.
[1:33:52] Você teve que trabalhar as músicas num período muito mais
[1:33:54] curto, você teve muito mais pressão para colocar.
[1:33:56] Então acaba acontecendo isso, né?
[1:33:57] Que você conseguiu vir com 5 hinos, tem 5 hinos nesse disco
[1:34:02] do trech metal. Tem as 7 primeiras músicas que
[1:34:04] são no nível altíssimo, dificílimo de você conseguir.
[1:34:10] Aí você vai chegar nas 2 últimas.
[1:34:11] Você não conseguiu manter esse padrão de excelência que você
[1:34:14] tava colocando até ali. Mas eu acho que o que é legal do
[1:34:17] MT share of life é que ela é um pouco diferente do resto do
[1:34:19] disco, né? Ela tem essa, essa parte da
[1:34:22] fúria, então ela vem envelopada numa música que talvez seja a
[1:34:25] música mais punk, a música que seja mais de charge até do disco
[1:34:28] até agora, disco até agora o disco está acabando.
[1:34:32] Então é engraçado assim são as 2 músicas mais ao real.
[1:34:35] Viral é a música mais longa do disco.
[1:34:37] E aí vem o MT chaflave fica a música mais curta do disco,
[1:34:40] nessa pegada punkzona se essa raiva que eles estão colocando
[1:34:44] ali na letra, vindo em si na orra viral, veio no trecheira
[1:34:48] sem Descanso, nessa veio com punk, veio com aquela atitude
[1:34:53] mais punk um pouco colocado ali aí eu acho que os gritos do
[1:34:57] beladona ficam meio deslocados até acho que.
[1:35:01] É legal porque fica deslocado também, mas não, mas eu acho que
[1:35:04] não, não combina com que a música tá oferecendo e talvez
[1:35:07] esse contraste funcione. Eu gosto deles, mas parece
[1:35:11] deslocado. É engraçado, essas controlado
[1:35:13] sempre, mas é um disco, é aquilo, se a gente vai fazer,
[1:35:17] vai brincar de entrar no troca, troca ali, né?
[1:35:19] Talvez ela pudesse ser entrar com uma penúltima, uma música do
[1:35:22] lado a sabe tipo do lado a começa mesmo a brincadeira,
[1:35:26] depois você volta pra pancadaria.
[1:35:28] E eu acho que a orra viral podia ser a última música do disco que
[1:35:31] termina soltando a raiva, soltando todas as fúrias
[1:35:34] possíveis que você está colocando ali.
[1:35:36] E aí ela tem os 2 minutos finais, que é onde começa a
[1:35:39] ficar incessante a pancadaria e mata.
[1:35:42] Termina o disco Serra daquela última, o suspiro e acabou o
[1:35:44] disco. Vai vai botar alguma coisa
[1:35:46] diferente pra você relaxar agora, meu amigo?
[1:35:49] Acho que você definiu muito bem aí, cara, tem tem uma coisa de
[1:35:51] charge mesmo nessa música, né? OOO, eu tava buscando aqui
[1:35:55] enquanto você tava falando qual é o cover do charge que o que o
[1:35:59] andrex fez na carreira tem tem num dos dos eps que eles
[1:36:02] lançaram aí tem um cover do já acha?
[1:36:04] Aqui para para. Falar para o?
[1:36:06] Isso e tem e tem muito a ver. É, é isso mesmo, cara?
[1:36:10] Tem. Tem total ligação assim.
[1:36:12] Você foi, você foi certeiro, mas ela perde dinâmica.
[1:36:16] Cara, não tem. Não tem como como dizer que.
[1:36:19] Que ela tira AA dinâmica do do disco, né?
[1:36:22] Não tem. Acho que ela que ela peca para,
[1:36:25] na minha opinião, é isso. O William falou uma coisa muito
[1:36:29] eu, eu eu interpretei como provocativo, tá?
[1:36:32] William, não sei se foi a sua intenção, né?
[1:36:34] Mas você falou, Ah, o disco perfeito do thrash é o quilomol
[1:36:38] para mim, cara, o disco perfeito do thrash metal, dessas bandas
[1:36:43] clássicas, assim tem 21, o raine blood, uma coisa.
[1:36:48] Impecável assim, sabe do início ao fim, cara, não tem, é, é é
[1:36:55] suco ruim naquele disco, cara, não tem, não tem nota errada
[1:36:59] naquele disco, o disco é 11, perfeição da maldade, assim,
[1:37:03] cara, é Rainy blood, é maravilhoso.
[1:37:07] E outro eu acho que é o tempo of the daner, do, do, do extra,
[1:37:11] dos, mas isso já é 2002 2004, cara.
[1:37:14] É o disco? Da volta do zitro Sousa.
[1:37:16] Né, que é uma perfeição assim, cara, não tem música ruim
[1:37:22] naquele disco. Muito bom mesmo.
[1:37:24] Mas são, são. São os discos do trash que pra
[1:37:26] mim não tem erro, tá todos os outros.
[1:37:29] Tem algum momento que perde dinâmica?
[1:37:32] O que uma música é ruim ou que sei lá, a letra é uma bosta, ou
[1:37:36] que o solo é é sem sem intenção ou que o rif não tem maldade
[1:37:41] trash. O rif tem que ter maldade.
[1:37:44] Tem que ter uma maldadezinha ali, né?
[1:37:46] É EE, discos perfeitos do trash são, são, são poucos, são raros.
[1:37:54] É, você citou o que ler mall, eu concordo com você, tá o que ler
[1:37:56] mal é muito, muito foda, cara, é um é um disco que você ouve, que
[1:38:00] você fala, caralho, né, cara, como eu queria ter 14 anos de
[1:38:03] novo, né? Apesar do que o do meu preferido
[1:38:08] do metal, que é o Ride Lightning, eu ainda prefiro mais
[1:38:10] do que o que ler mal, mas eu citei o que ler mal porque pra
[1:38:13] mim? Por causa da energia do.
[1:38:15] Disco, pô, ele acaba sendo mais emblemático, né?
[1:38:18] Acho que o klemol não baixa, né? O klemol, ele é naquela pancada,
[1:38:22] naquele ritmo. Ele é sólido do início ao fim.
[1:38:26] O redelight tem. Menina, como metal, me Lixa, né,
[1:38:28] cara? Porra, né?
[1:38:30] É um absurdo, né? O redelight tem mais variação,
[1:38:34] um pouco assim, finalizando aqui, né?
[1:38:36] Voltando para terminar o disco da antrax que a gente colocou.
[1:38:40] A mão deliving acabou chegando ao 18º lugar nas paradas
[1:38:43] britânicas, onde ele ganhou disco de prata, que no Reino
[1:38:47] Unido é 60000 cópias. Na Billboard, chegou ao 62º
[1:38:50] lugar no hot 200, que não é a melhor posição que o antracx
[1:38:56] conseguiu. Na esteira desse sucesso, ele
[1:38:58] vai conseguir galgar posições melhores com discos seguintes e
[1:39:01] conseguiu ganhar disco de ouro. Foi uma sequência de 4 discos
[1:39:05] seguidos do antracx. Eles vão ganhar disco de ouro a
[1:39:08] partir do. Partir da mão de livre até o
[1:39:12] salão dos abis de nós todos vão ser discutir ouro da entrax.
[1:39:15] Depois não consegue nem chegar mais perto disso.
[1:39:17] E aí acho que a gente pode ir para as notas, para para os
[1:39:20] finalmentes já. Ou alguém mais quer acrescer
[1:39:23] algo? Faz lá.
[1:39:24] Já puxei a calculadora. Já que o Bruno não veio hoje
[1:39:27] trabalhar, eu puxei a calculadora.
[1:39:28] Ah, é OOO contábil, o departamento contábil do do rock
[1:39:32] na mesa é o Bruno. É o Bruno.
[1:39:34] Ele que eu por mim já tinha largado essa história de nota há
[1:39:37] muito tempo. Já ele que insiste e ainda
[1:39:39] mantém é, eu gosto. Porque no início, quando ele
[1:39:43] entrou, ele falava, não vai dar nota não, cara, não vai dar nota
[1:39:46] não, eu quero. Eu gosto disso, cara.
[1:39:48] Eu gosto disso. Eu gosto, é.
[1:39:49] Porque eu não catalogo Rodrigo. Sabe o que eu faço com as notas
[1:39:52] que a gente dá no disco? Nada.
[1:39:54] Fica lá no episódio se perguntar, que nota que vocês
[1:39:57] deram para o apetite for destroction lá eu nem lembro,
[1:40:01] cara, a gente gravou o que agora, recentemente, pegar um
[1:40:04] disco aí, cara, que que nota que vocês deram aí para o Ghost?
[1:40:08] Esqueletar, não sei. 10 provavelmente não sei, eu não
[1:40:11] lembro, cara, não lembro. É só para ficar, é só para ficar
[1:40:15] legal para o episódio, só que eu dou as nota.
[1:40:16] E a nota muda é de acordo dos episódios.
[1:40:19] É legal, né? Os ouvintes do rock da vez estão
[1:40:21] vendo aqui a veracidade da da das notas que que esse podcast
[1:40:25] oferece, né, cara? Não saibam.
[1:40:26] Saibam que esse esse esse convidado aqui dará uma nota
[1:40:30] honesta por disco. Pode dar, mas é que eu digo, não
[1:40:32] cata logo notas, né? As notas ficam aí pra, pra, pra
[1:40:35] posteridade. Quem ouvir vai se divertir.
[1:40:37] Está dentro do contexto. É isso que importa.
[1:40:39] Boa. É isso aí, então, começando com
[1:40:42] o convidado Rodrigo melão, qual nota você dá para este disco do
[1:40:46] antrarco, esse clássico do thrash metal e do metal?
[1:40:49] Cara é é um clássico. OOO Thiago EE, todo clássico por
[1:40:54] si só. Ele ele na minha, na minha
[1:40:58] tabela de de classificação, de de de discos, né?
[1:41:02] De de notas e tudo mais. Se o disco, se a gente fala que
[1:41:06] esse disco é um clássico, ele tem que ficar acima de 9 para
[1:41:09] mim. OOO mundo Living, ele é 9 e
[1:41:12] meio, essas 2 faixas do final. Tiram a dinâmica que vinha do
[1:41:19] início pra pro até aqui. É, elas fazem o disco perder
[1:41:24] meio ponto ali. E por que só meio ponto?
[1:41:26] Porque as 2 faixas são boas, cara.
[1:41:28] As 2 faixas estão tem ódio, tem raiva, tem life, tem tudo que
[1:41:32] eles entregaram, mas de um jeito diferente, né?
[1:41:35] É com uma dinâmica diferente pra mim. 9 e meio, 9 e meio também
[1:41:41] fecho, eu vou tirar meio pontinho por capricho.
[1:41:44] Poderia dar 10? Poderia.
[1:41:46] Mas como eu fiz aquele comentário do descendo na
[1:41:50] questão da de brilhar os olhos, né?
[1:41:51] De algumas coisinhas, não sei porque.
[1:41:54] Então vou tirar meio. Ponto.
[1:41:55] Eu vou dar nota 10. Eu IA te dar zero 25 por causa
[1:42:00] da orra viral, porque eu acho que falta um refrãozinho nela
[1:42:03] pra fazer. Porque eu acho que as 2 últimas
[1:42:05] músicas, apesar delas baixarem o nível de disco, elas estão longe
[1:42:08] de ser músicas ruins. Então tiraria zero 25, mas eu
[1:42:11] vou arredondar pra cima pra dar nota 10, só pra manter, porque
[1:42:14] eu acho que é um dos grandes clássicos do thrash metal assim.
[1:42:17] Então não dá 10 Pra Ele. Pra mim parece preciosismo
[1:42:21] assim. Ficou com média 9 ponto, ou 67.
[1:42:26] Com 9 e meia eu jogando pra baixo, né?
[1:42:30] Ou 10 jogando pra cima. Joga pra cima, né?
[1:42:33] Pra 9,5 você ainda joga pra baixo, 9,6 já é pra cima, pô, é
[1:42:38] isso mesmo? É 9 e meio com 9 e meio, né?
[1:42:41] É, pô, é isso como? A gente não vai usar essa nota
[1:42:44] pra mais nada mesmo, você pode ficar com 10, tá bom?
[1:42:47] Ouvintes do rock na mesa, esse disco é 10.
[1:42:50] Tenham aí gravem suas sinapses grave aí na escreva, na sua
[1:42:55] agenda, no seu celular, na puta que te pariu, esse disco é 10,
[1:43:00] não liga pro pro pro dono dessa porra, esse podcast não que não
[1:43:04] anota nada, viu? Por favor, esses que é 10, cara
[1:43:07] sensacional. É isso, gente?
[1:43:08] Então vamos começar a finalização.
[1:43:11] Rodrigo melão, o espaço é seu pra você julgar os seus
[1:43:15] trabalhos, né? Cara, que que que satisfação a
[1:43:20] gente a gente poder falar de de um disco que pra mim, cara, pra
[1:43:25] pra mim a formação musical é é uma cartilha assim, sabe?
[1:43:28] É o como que era o nome daquela cartilha.
[1:43:30] É caminho, é caminho, caminho Dourado, uma coisa assim, né?
[1:43:34] Tem uma cartilha, cartilha da da nossa época.
[1:43:38] Cara, Oo, Amon deliving é isso, cara.
[1:43:40] Foi um foi um dos discos que que bagunçou a cabeça do de um de um
[1:43:46] adolescente que estava deixando crescer o cabelo assim, que hoje
[1:43:49] não tem mais cabelo, né? Cara?
[1:43:50] É um é um disco formador de caráter assim.
[1:43:54] Eu sou muito fã do do escotinha, cara.
[1:43:56] Eu acho ele um dos grandes rifeiros do do do metal, né?
[1:44:01] E por isso eu convido Oo ouvinte do rock na mesa a conhecer os
[1:44:06] Oo, os trabalhos aleatórios do, do, do Scott, né?
[1:44:11] Ele é ainda nos anos 80, acho que em 8788 ele produz uma banda
[1:44:19] que chama emodi matthod of destroction, que tinha o um
[1:44:26] vocalista, um cara chamado Billy milano.
[1:44:29] Também de Nova Iorque está uma banda é é ali num num crossover
[1:44:34] de de hardcore com metal. É a amizade com Billy milano
[1:44:39] vira um projeto, né? Do, do, do escotinho é que é
[1:44:42] OSOD, né? Se OA banda do Billy milano era
[1:44:46] OMOD, eles eles fazem OSOD que é Oo Storm truppers of Def que só
[1:44:53] tem coisa fora tudo que saiu do Storm truppers of Def é.
[1:44:57] Absurdo de bom eu tenho aqui na minha mão.
[1:44:59] Tô mostrando para vocês aí o live ecudokan que é, acho que é
[1:45:05] 11 dos discos ao vivo mais brutais que eu ouvi na minha
[1:45:08] vida, junto com com o vivo do Ratos de Porão.
[1:45:11] É, é um absurdo esse disco. Oo esse emody.
[1:45:15] Como eu falei, Oo escotinha produziu, né?
[1:45:19] E hoje ele, além de tocar contracts, além de tocar
[1:45:22] eventualmente com com SOD, ele tá tocando No No mister bangle.
[1:45:28] Que é a banda a banda de do make Patton, né?
[1:45:31] Que o que o William tanto gosta é eu eu ouvi o episódio do do
[1:45:36] King froe the For Life time que o que o William execrou o disco
[1:45:42] do fadon maravilhoso, mas Oo escotinha tá tocando junto com o
[1:45:46] Dave lombardo. Uma baita banda, cara.
[1:45:49] O mister bangla é uma banda muito legal.
[1:45:50] Eu tive eu eu vi o fan Thomas, que é um outro projeto todo
[1:45:53] mcbato lá No No claro que é rock, não sei que ano aí que
[1:45:58] foi. Um foi nesse arrependimento
[1:46:00] matasse. É, cara, um absurdo.
[1:46:02] Um absurdo. É.
[1:46:04] Sou muito fã do mcpato na cara. Por isso que eu fiquei puto com
[1:46:07] aquele episódio que você execrou o King froe day will não, não,
[1:46:10] não perdoarei jamais. Ah, não tem problema.
[1:46:13] Tá tudo certo ali? É.
[1:46:16] Foi só uma. Uma diversão.
[1:46:18] Só só pra arrumar motivo, né? Mas enfim, o aos ouvintes do do
[1:46:24] rock na mesa aí com com toda licença e humildade que eu peço
[1:46:28] pra pros hosts aqui, ouçam os trabalhos do escotinho que ele é
[1:46:32] um grande, um grande guitarrista base.
[1:46:34] Ele parece ser um cara, um cara do bem assim, um cara gente boa.
[1:46:38] E é, até queria que o Thiago contasse aí, porque em off o
[1:46:42] Thiago estava contando que que já bateu um papo com ele, né,
[1:46:45] Thiago? Sim, sim, em 2005, quando eles
[1:46:48] vieram pela primeira vez, assim estava o Thiago sarques, né?
[1:46:51] Falecido Thiago sarques, que escrevia para Rudy cru, que foi
[1:46:54] um grande amigo que eu tive na vida.
[1:46:56] Ele se dava, já era jornalista, era jornalista, né?
[1:47:00] Eu escrevia pro site, tinha feito muitos amigos e um dos
[1:47:03] maiores amigos que ele fez nesse meio musical foi o Joe Vera, que
[1:47:06] veio tocar baixo com a trax, e aí o Joe Vera falar, vem aí,
[1:47:10] cola aí no hotel, vamos, a gente toma alguma coisa, a gente
[1:47:13] conversa. E a gente ficou no hotel e aí
[1:47:15] veio o Charlie benanti pra conversar com a gente, fez
[1:47:17] scotinha pra falar com a gente. Scotinha foi muito de gente boa
[1:47:20] com a gente o tempo todo, inclusive nesse dia assim ele
[1:47:23] falou em off pra gente sobre a reunião do antracos com a
[1:47:27] formação original, que ainda não estava confirmado, que daí a
[1:47:29] gente estava conversado. Ele acabou assumindo, é, vai
[1:47:31] rolar. Mesmo com a com a formação
[1:47:32] clássica, né? Com.
[1:47:33] A formação clássica essa formação clássica do antracos
[1:47:36] que gravou a mão do eliving. Hoje.
[1:47:39] É o Scott Yan, genro do falecido saudoso beach louf.
[1:47:44] Casado com a esposa dele pera. Com a filha dele, pera.
[1:47:48] Dele. Cara, eu só lembro do metilofe
[1:47:57] No No no Fight Club, só cara. Eu adoro o metilofe.
[1:48:00] Nós chegamos ao fim de mais um episódio.
[1:48:02] William, você quer dizer alguma coisa?
[1:48:04] Você tem condições de dizer alguma coisa antes da gente
[1:48:06] terminar o episódio? Cara, eu gostei dessa história
[1:48:08] de não rostear, viu? É bom demais.
[1:48:13] Mas eu, o que eu tenho para dizer aqui é agradecer o Rodrigo
[1:48:16] pelo aceite por topar vir aqui fazer esse conteúdo com a gente.
[1:48:21] Prisioneiros do rock, parceiro, os amigos, já é sempre um prazer
[1:48:25] gravar. Eu, eu.
[1:48:26] Eu não falei do prisioneiros, né, cara?
[1:48:28] Que absurdo. Pois é, tá vendo, ó cara?
[1:48:31] Já fui lá muitas vezes, sempre fui muito bem tratado lá,
[1:48:35] pessoal, gente boa, a Renata já foi lá também, o Thiago em algum
[1:48:39] momento? Deve lá também.
[1:48:40] Todos já vieram aqui, né? Esse ano, agora de 2025, agora
[1:48:44] com a vinda do Rodrigo, já se completou mais um ciclo de
[1:48:46] convites, né? Agora estava faltando o Rodrigo
[1:48:48] para vir. Como eu disse, o Rodrigo veio
[1:48:50] aqui, eu passei um. A gente fez um tema em conjunto.
[1:48:53] Aí 11 coisa meio até ingrata, né?
[1:48:57] Mas não bebam, não bebam. Mas aquelas coisas que tu
[1:49:01] promete fazer quando está bêbado, né?
[1:49:03] Mas no fim ficou engraçado. E mas é isso aí, pessoal.
[1:49:06] Ouçam lá o prisioneiros do rock, um podcast excelente, bem
[1:49:10] variado. Não é tão nichado igual nós.
[1:49:13] Os caras falam muita coisa assim, de várias bandas.
[1:49:17] É de aha a Iron Maiden e de vez em quando eles falam de legião
[1:49:23] assim, uma banda assim, tipo deixa.
[1:49:26] Deixa eu fazer esse jabá aí. Eu, William, porque vai ficar
[1:49:29] feio, né, cara? Eu vim.
[1:49:29] Eu sou convidado aqui por ser do prisioneiros do rock e não falo
[1:49:33] do prisioneiro. Vai ficar feio demais.
[1:49:34] Acabou. Você é mandando embora lá do do
[1:49:36] do podcast, né? Primeiro deixar um abraço pro
[1:49:39] pro Christian, pro Felipe, que são os meus parceiros lá No No
[1:49:43] prisioneiros do rock, a gente está no ar com episódio novo
[1:49:48] todo sábado. Assunto, a frase, a frase
[1:49:52] clássica do Christian feter assunto é o que não falta.
[1:49:55] E realmente William, a gente a gente tem que estar falar de
[1:49:59] rock EE de todas as suas Vertentes.
[1:50:02] Então a gente vai do do smiths ao Suicide, o tendices a gente
[1:50:06] vai do. Do birds até a Legião Urbana a
[1:50:10] gente vai é do killers até sei lá, uma banda de de hardcore,
[1:50:16] Dead Kennedy. Então assim a gente a gente
[1:50:18] tenta variar bastante pra pra atingir um público que gosta
[1:50:24] como nós de rock, né? A gente também tem o Instagram
[1:50:26] arroba prisioneiros do rock e todo dia tem postagem diferente.
[1:50:30] Eu, Rodrigo melão, eu tenho um perfil no Instagram que está um
[1:50:33] pouco é em. Inabitado lá tá sem sem
[1:50:38] atualizações, mas é o arroba. Prazeres plásticos, toda vez que
[1:50:44] eu interajo com um ouvinte, seja do prisioneiros do rock, da mesa
[1:50:49] ou de qualquer lugar, toda vez que eu interajo, eu interajo a
[1:50:51] partir desse prazeres plásticos. Então não se assustem se
[1:50:55] aparecer um esse nome estranho lá pra vocês.
[1:50:58] E é isso, gente. Eu queria agradecer o convite.
[1:51:01] William, foi realmente um prazer, cara, da outra vez já
[1:51:05] tinha sido muito. Muito divertido.
[1:51:08] É. E hoje eu posso dizer que foi
[1:51:09] prazer ainda maior, cara, porque primeiro que eu conheci o
[1:51:12] Thiago, eu queria conhecer o cara, gente boa demais, demais
[1:51:16] mesmo. E segundo, porque eu tô falando
[1:51:18] de um disco da minha vida, cara. Então é sempre um prazer falar
[1:51:22] desses dessas coisas que que formam os nossos caráteres.
[1:51:26] Obrigado, pessoal. Antes do Thiago puxar, aí agora
[1:51:28] que eu sei que ele vai conduzir para o fim.
[1:51:31] Agradecer o Tiago, aí também parabenizar pela Bela condução.
[1:51:34] Se saiu muito bom, melhor do que eu.
[1:51:37] Olha, melhor do que a encomendas, não?
[1:51:40] Já já era No No acabou deu essa foi muito bom.
[1:51:43] O Tiago mandou muito bem primeiro.
[1:51:45] Dizer que foi um prazer conhecer o Rodrigo, fazer tempo ali.
[1:51:48] Que ouvinte sou ouvinte assíduo do rock, na mesa do prisioneiro
[1:51:52] do rock eu gosto. Me fez ouvir discos que eu
[1:51:55] negligenciei nos anos 90, que nem o Gran prie do tenente fan
[1:51:58] Club Radiohead assim que. Legal que você ouviu.
[1:52:01] Voltava para ouvir. Eu gostava muito do pé na
[1:52:04] eugonesc, mas o Gran Pri eu já tava ouvindo metal para caramba
[1:52:08] e tinha ficado para o lado ali. Eu fui ouvir por causa do
[1:52:11] programa, ali por causa. Deixa eu prestar atenção nisso.
[1:52:14] E tá sendo anfitrião do programa, espero que vocês
[1:52:19] tenham gostado. E meu trabalho tá ali também com
[1:52:22] o Igor. Estava meio lento de show nessa
[1:52:25] época ali, mas agosto deve retomar um pouco mais pela que a
[1:52:28] agenda vai melhorar aqui no Brasil.
[1:52:30] E o solada toda semana tem newsletter de sábado com as
[1:52:33] notícias de rock metal e toda semana tem uma conversinha minha
[1:52:37] era André Paes sobre algum assunto aleatório?
[1:52:40] Então acompanhem ali solada no Spotify e é isso, né?
[1:52:44] Espero que tenham gostado do episódio.
[1:52:46] Desculpa qualquer coisa. E como diria o William, ele foi.
[1:52:51] Tchau. Será sua imaginação?
[1:54:06] Será que vamos conseguir vencer? Eu gosto de legião, cara, eu
[1:54:11] gosto muito, cara.

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