# EP #146 - Trivium - The Crusade

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 5 Nov 2025, 1 h 52 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/108352917/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-8-15%2F7c59e51c-6016-973c-86de-0ca3970cbd37.mp3

Neste episódio, William Faria, Bruno Glaser e Thiago Zuma, recebem o convidado Lucas Abreu para dissecar The Crusade, o controverso terceiro álbum da banda Trivium. Lançado em 2006, "The Crusade" chegou em um momento de efervescência no cenário do metalcore e do heavy metal, e representou uma audaciosa guinada estilística para o Trivium após o sucesso de "Ascendancy". A banda, que vinha sendo aclamada pela fusão de thrash metal e metalcore, surpreendeu muitos ao apresentar um som mais orientado para o thrash clássico, com menos vocais guturais e uma estrutura de músicas que remetia a ícones dos anos 80. Vamos explorar como essa mudança foi recebida, o que ela significou para a identidade da banda e seu impacto na trajetória do grupo. ++++++++++ NOSSOS LINKS - Grupo de WhatsApp para ouvintes, Instagram, Youtube, etc.

## Transcript

[0:25] Fala povo lindo. William faria na área e abrindo
[0:29] os trabalhos para mais, o episódio do rock da mesa aqui
[0:32] comigo. Voltando de férias, Thiago zuma.
[0:36] E aí, galera, tudo certinho aí? Tudo.
[0:39] Como é que foram as férias? Thiago?
[0:40] Tudo certo, voltou bem, bronzeadinho, pronto para mais
[0:43] uma. Bronzeadinho passando frio em
[0:46] São Paulo, né? Amplitude térmica do dia tá
[0:49] alto, vai ficar mais alta no dia seguinte da gravação, mas enfim,
[0:53] a gente vai se reorganizando assim.
[0:55] Maravilha, bom de ter de volta. Tu viu que quando eu fui falar o
[0:58] teu nome, eu dei uma trepidada, né?
[0:59] Eu IA falar como se o Bruno vivesse de férias, né, cara?
[1:03] Será que eu tenho a impressão que o Bruno tá viajando demais?
[1:06] As viagens não são de férias, né, cara?
[1:07] Até queria que fosse, mas tá valendo e tô procurando esse
[1:12] povo bonito ainda que você falou aí, cara, não tô vendo não.
[1:15] Povo lindo. É o que nos ouve, né, cara?
[1:16] A gente é feio. Ufa, Bruno glaser, tudo certo,
[1:21] Bruno? Beleza, cara, e por aí?
[1:24] Tudo certo, tudo bem? Bom, hoje a gente está aqui para
[1:27] gravar mais um tema que foi sorteado em nosso grupo de
[1:29] WhatsApp para ouvintes e amigos também.
[1:32] O tema foi escolhido pelo nosso amigo Lucas Abreu, que está aqui
[1:35] conosco hoje. E aí, Lucas, como é que vai essa
[1:38] força aí, meu amigo? E aí, William, tudo bem?
[1:41] Agradeço aí o convite de novo para participar de mais um
[1:44] episódio. Confesso que foi convidado mais
[1:47] uma outra vez. Deu uma escapada, deu uma
[1:49] desculpa esfarrapada, mas agora estou de volta.
[1:52] Você escapou do dogma? Pois é.
[1:54] Foi levar a mãe no Jiu Jitsu, né?
[1:56] O cara meteu. Foi polêmico esse, né?
[2:01] Foi, foi. Desconfortável, eu diria.
[2:03] Desconfortável, mas agora acho que não é mais confortável, né?
[2:07] Já tá todo acostumado, né? Bom, como o Lucas é um cara
[2:10] muito querido lá no grupo, conhecido por suas opiniões
[2:14] sinceras e que muitas vezes o faz levar a fama de agente do
[2:18] caos, a gente resolveu trazer ele aqui pra absorver um pouco
[2:21] do nosso amor que nutrimos por esse disco aqui.
[2:24] Enquanto a gente tava estudando aqui pra pauta, né, Lucas, veio
[2:28] a ideia de chamar ele pra participar, porque não, né?
[2:31] Normalmente o pessoal que indica lá no sorteio eles mandam um
[2:35] áudio, mas dessa vez não acho que acho que o Lucas é o é o
[2:38] cara pra vim falar desse disco aqui, acho que de todos nós
[2:40] talvez ele seja Oo mais fã dele, né?
[2:43] E é isso aí, Lucas. Então eu queria saber de ti
[2:46] assim, qual a tua relação com esse álbum, se você é fã de
[2:49] traview e por que esse disco? Cara, é bom escolher esse disco,
[2:54] porque eu acho que ele é um disco, uma além de ser o meu
[2:56] favorito, né? Não acho que é o melhor disco
[2:58] deles em termos de capacidade que eles têm, mas é o que eu
[3:03] mais ouço, com certeza. É, eu acho que é o mais mais
[3:07] fácil. A audição também, e foi o que me
[3:10] levou a, em algum momento, começar a ouvir algumas outras
[3:13] coisas, como mais pro trash, mais pro metal core.
[3:19] É o melodic of metal que é. Acho que esse álbum me abriu um
[3:22] pouco com algumas alguns caminhos aí.
[3:26] É isso aí. Então a gente está aqui hoje
[3:28] para falar aí do the crusade do Trivium, terceiro trabalho da
[3:32] banda aí, que foi lançado em outubro de 2006.
[3:35] Sendo bem honesto aqui, o Thiago e o Bruno, eles com certeza
[3:38] conhecem a banda assim, muito mais do que eu, sendo bem
[3:42] honesto com vocês, eu. Ouvir esse álbum a primeira vez,
[3:45] justamente para o propósito do episódio, não conhecia só de
[3:49] nome, talvez no máximo. Então eu peguei para ouvir esse
[3:52] álbum, ouvir o antecessor, ouvir Oo posterior.
[3:55] Dei uma vida do mais recente 2021 para para tentar me
[3:58] encontrar ali. Então as minhas opiniões, elas
[4:01] são bem primárias assim, são bem de pessoa que ouviu pouco,
[4:07] estudou bastante, né? Fez o dever de casa, né?
[4:09] Trouxe anotações aqui. Mas eu acho que os nossos
[4:12] colegas aí nossos amigos, eles vão dar 11 overview melhor aí,
[4:17] mais apropriado. Thiago, como é que fica aí tua
[4:20] tua relação com o Trivium? Cara, confesso que antes do do
[4:23] sorteio desse tema, eu não nunca tinha ouvido você falar dele da
[4:27] banda, nem nada, né? O que você gosta ou não?
[4:30] Não sou tão fã do Trivium assim, mas eu tava empolgado quando
[4:34] saiu o the cruzead com a banda assim eu eu tinha ouvido the
[4:37] acenence, que começou a fazer muito burburinho quando ele
[4:40] saiu. E eu tinha achado assim um disco
[4:43] legal, tipo a potencial nessa banda.
[4:46] Assim, eu não era um metal cor, nunca tinha sido estilo que foi
[4:50] dos meus favoritos. Mas eu gostava que o metal cor
[4:54] tinha uma busca de novo por algumas solaridades mais
[4:58] clássicas do metal, misturando isso com hardcore.
[5:01] Assim, misturando isso com hardcore, então.
[5:04] De repente rifes passaram voltar a ser rifes não, mas só se
[5:07] aquela coisa agroviada pra sair pulando.
[5:09] De repente passou a ter solos com mais melodias e quando eu vi
[5:13] o aceni assim, eu falei, legal, essa banda tá caminhando pra
[5:16] isso. E quando o cruzade saiu eu ouvi
[5:20] e adorei o cruzade quando ele foi lançado, gostei muito assim.
[5:24] É essa pegada, porque ele eu acho que ele abandona algumas
[5:28] coisas de metal kólica bandate no primeiro disco pra ser alguma
[5:30] coisa mais. Uma tentativa de atualização de
[5:33] thrash metal pros anos 2000 e gostei tanto. 2007 eu vi o
[5:40] Trivium ao vivo na Europa com a abertura da Henri leitor, posso
[5:45] assumo que eu tava muito mais plano Henri lator do que pelo
[5:47] Trivium, mas eu tinha gostado muito do cruzeide, então também
[5:50] tava empolgado pelo fato de ver o Trivium.
[5:53] Foi um show muito legal, aquele show ali, principalmente eles,
[5:57] foi um show longo deles, se não tá engano, tocaram quase o
[5:59] cruzeide inteiro e quase a cena assim inteiro.
[6:02] E alguns covers, como o Fighting the Word, do man ware, do rast,
[6:08] do ramstein, em mass of puppets, do Metallica, que mostrava bem
[6:12] como que a banda tinha essa mentalidade, essa coisa mais
[6:16] aberta, de mentalidade. Mas assim quando saiu, depois
[6:19] que eles lançam o Shogun e eles lançam o em um waves pra mim,
[6:25] eles retomam alguma coisa de metal core assim, que é as
[6:27] coisas que eu não gostava tanto. E aí eu meio que beleza.
[6:31] Eles querem seguir por esse caminho, então eu parei de
[6:35] acompanhar, vi alguns shows da banda, os shows da banda são são
[6:38] bem bons, então é uma banda legal ao vivo.
[6:41] Os músicos são bons músicos, então, mas eu perdi interesse
[6:46] assim, não é uma banda que quando lança alguma coisa eu vou
[6:49] ouvir correndo, tem, mas isso ocasionalmente eu acabo ouvindo,
[6:54] mas nem sempre dando muita atenção.
[6:56] Saiu do radar mesmo. E você, Bruno, como é que tu
[6:59] fica aí nessa história? Cara, é engraçado, é muito
[7:02] parecido com o que o Thiago contou, né?
[7:05] É, eu lembro na época, lá nos 2000 e poucos, né?
[7:10] É que o pessoal falava na new Wave of American heavy metal,
[7:14] né? A galera gosta de inventar uns
[7:15] rótulos, então eu tinha lá o drive, um botavam, sei lá,
[7:18] lembra of CAD na no mesmo, no mesmo bolsão, Shadows fall, né?
[7:22] Até o mais que tem gente que não não acha que é nem metal, né,
[7:25] mas que que ficava nesse bolo aí.
[7:28] Sempre tentando acompanhar o que que o que que tinha de de de
[7:32] coisa entre aspas novas aí no metal.
[7:35] E aí eu conheci pelo acenence também, né?
[7:37] Curti pra caramba. Lembro quando saiu o the crised,
[7:41] eu estava empolgado com com o lançamento do disco também, é?
[7:46] Ele já já teve a pegadinha um pouco diferente, que acaba
[7:48] atraindo quem quem vem do metal mais tradicional aí, né?
[7:52] E cara, é. Quando saiu o cruzade, eu lembro
[7:57] de de da da das polêmicas que rolaram com o disco de que ele
[8:01] era o selot, né? Oo próprio Matt riff e vocal
[8:04] falando que não IA mais fazer vocal cultural.
[8:07] E aí já voltou no dia seguinte, né?
[8:08] Durou pouco, né? No No próprio cruzade tem uma
[8:11] outra, um outro grito lá assim e cheguei a cara é pesquisar um
[8:17] pouquinho as coisas que que rolavam em paralelo, né?
[8:19] Oo Matt riff cantou numa banda que eu acho bem legal, cara que
[8:23] é o cafarnon. É um nome, nome diferente aí que
[8:26] é um tech Def, cara que ele fez os vocais quando era moleque,
[8:29] ainda assim tem, acho que é uma, é um é um pessoal que é
[8:32] talentoso, né, que que lançou algumas coisas legais, mas assim
[8:37] também, parecido com o Thiago cara, saiu o Shogun, eu comprei
[8:40] empolgado com o disco, mas já deu 11, desanimada quando saiu
[8:45] em waves eu só gostei daen waves, que tem um grovisão mais
[8:48] marcante. EE também perdi um pouquinho de
[8:50] contato, né? Eu ouvi.
[8:52] Quando sai o disco, eu dou uma, dou uma ouvida, mas não, não me
[8:55] prende mais muito não, cara. É.
[8:58] E aí foi assim, já dando uma antecipada.
[9:00] Achei bem legal voltar nesse disco depois de, sei lá, quase
[9:03] 20 anos que acho que eu tava sem ouvir esse negócio.
[9:06] Foi 11. Sei que algumas coisas que eu tô
[9:10] ouvindo com uma perspectiva diferente, que eu achei bem, bem
[9:13] legal. É, ô, Lucas, então eu tava lendo
[9:17] sobre um pouco assim da da recepção do álbum.
[9:21] Muito da reclamação é que ele teve uma guinada de som, uma
[9:26] mudança brusca na solaridade do álbum anterior, então ele sai de
[9:30] um metal core pra ir pra um thrash.
[9:33] Alguns fãs já encararam como algo mais estratégico foi
[9:36] pensado, a banda alega que não e confesso, tá em alguns momentos
[9:42] assim, parecia que eu tava ouvindo um CD do Metallica com
[9:44] um pouco de paradaise Lost em alguns momentos, isso falando do
[9:49] vocal. Tá, e você acha que isso foi é
[9:53] estratégico? Tu acha que foi assim,
[9:55] espontâneo? Porque não que a gente não tenha
[9:58] exemplos aí no metal assim de de bandas que que mudaram assim a
[10:03] sonoridade da água pro vinho, né?
[10:05] Mas aqui a gente tá falando de uma banda, vamos dizer jovem,
[10:08] né, do terceiro pro quarto álbum, e depois parece que no é
[10:13] Shogun, o nome do do álbum posterior, esse aqui também já
[10:16] já senti, eu ouvi esse álbum, já senti que voltou um pouquinho.
[10:20] Algumas casas ali trouxe um pouquinho do passado também, o
[10:23] match, ele nesse que ele canta assim, mais melódico, assim
[10:27] melódico, dentro do do estilo, né?
[10:29] Um drive assim com dentro do thrash metal e no Shogun ele já
[10:34] volta um pouco para aquele estilo mais gritado do álbum
[10:37] anterior, tá? Você acha que isso se deve ao
[10:41] que, essa mudança? Tu acha que foi benéfico para
[10:43] você? Isso tu.
[10:45] Você acompanhou isso? Foi legal para ti, como ouvinte,
[10:47] como assim como o seguidor da banda, né?
[10:49] Imagina. Cara, é, eu conheci no the
[10:52] crusade, tá? Então eu não conhecia a banda No
[10:55] No aceness fui ver depois, né? É, mas também vendo o que eles
[11:01] falavam sobre essa mudança, né, que foi a principal mudança, eu
[11:04] acho que foi a saída quase 5% culturais ali, é, eles usaram.
[11:10] O Netflix usou uma frase que foi.
[11:12] É, o the crusade foi necessário, né?
[11:16] É que pra mim, aí pra mim ficou meio confuso, né, esse o que que
[11:19] por que que foi necessário, né? Se foi Pra Ele, se foi pro
[11:22] público, é, se foi para as outras bandas.
[11:24] Eles falaram que eles sofreram bullying de bandas que eles
[11:26] gostavam na época, um festival de ele tava com voz zoada e
[11:32] alguém da de uma banda que ele adorava e ficou zuando, é.
[11:36] Então eu não sei exatamente o motivo deles é terem feito essa
[11:41] mudança. Você foi pra mostrar pra pra
[11:43] público ou você foi mostrar pra outras pessoas do mercado, né?
[11:47] Eu acho que aqui a gente tem um pouquinho no Brasil, é uma
[11:51] separação um pouco maior também dessa questão do da parte do
[11:55] metal com o metal core. Eu acho que ele está um pouco
[11:59] mais distante aqui pro público brasileiro do que você vê no
[12:02] mercado americano, né? É?
[12:05] E aí então você acaba vendo bandas desse tipo, é tanto em
[12:10] festivais ou shows. Mais voltados pro metal, tanto
[12:14] quanto às vezes você vê. É mais voltado as coisas pro pro
[12:17] emo, pro pop punk. Então são bandas que em
[12:20] determinados momentos se encaixam em em Vertentes mais
[12:23] diferentes, né? Tanto que eles estavam fazendo a
[12:25] turnê agora com o Bullet forma mais valentine, que é uma banda
[12:28] que se encaixa bem mais no lado emo barra metal core do que no
[12:32] metal tradicional, né? Mas mesmo lendo tudo, todas as
[12:37] notícias da época, não ficou muito claro realmente o motivo
[12:42] principal da mudança deles. Só pra pegar por parte disso que
[12:45] o Lucas falou que eu acho legal. Mas se a gente falar que a gente
[12:48] tem uma mídia oficial de metal no Brasil que é a rude krue.
[12:50] A rude krue ignorou o metal kurre por muitos anos.
[12:53] Ela tratava como uma forma basicamente como se fosse um
[12:57] novo no metal ou fosse emo mesmo.
[13:00] Isso fez com que muita. Muita gente da minha geração,
[13:03] por exemplo, que cresceu lendo road cruw, Rock In Rio, depois
[13:06] road cruw não ouvisse essas bandas.
[13:09] Eu fui conhecer essas bandas quando eu estava em fóruns
[13:11] gringos assim que foi aparecer. Se fosse dependendo da road
[13:14] cruw, IA ter conhecido o trivel em 2015, provavelmente.
[13:18] Então se falando como mídia assim, né?
[13:21] Como um estou ali escrevendo pro Igor Miranda.
[13:24] Tem uma parte da mídia, essa mídia brasileira que tinha.
[13:28] Não deu atenção para o metal core e muita gente não viu isso,
[13:30] sabe? EE, isso gerou uma cisão muito
[13:33] grande. O pessoal do metal core meio que
[13:35] tem raiva do pessoal do metal tradicional mais velho aguarda e
[13:40] o pessoal do metal tradicional mais velho aguarda, tipo ignora
[13:43] o metal core como se não fosse metal.
[13:45] Então isso de fato tem. Esses são mundos a partes, são
[13:49] mundos bem a parte que tem ali. Agora do Trivium, assim AO
[13:53] Trivium acena sempre foi 111 ascensão muito rápida pro
[13:57] Trivium. O Trivium era uma bandinha ali
[13:59] que estava secundária, que de repente, Do Nada, foi tocar no
[14:01] palco principal do download. Do Nada o Metallica chamou pra
[14:05] tocar no banco principal com eles.
[14:08] Do Nada, o Iron Maiden estava chamando pra abrir show, então
[14:11] eu acho que isso estourou um pouco na cabeça deles.
[14:14] E talvez o the crusade, eles tenham pensado que eles tinham
[14:17] que abrir mais a sonoridade e ficar mais acessível, que talvez
[14:20] eles pudessem ser uma próxima banda gigante de metal.
[14:23] E aí eles sofreram backlash do Cell out, porque aí o mercado do
[14:28] metal era o mercado já muito diferente nos anos 2000.
[14:31] E essa coisa que de você se você amansar o seu som pra tentar
[14:35] atrair mais gente, não tava funcionando.
[14:37] Voltando pra ir pra um campo mais ali.
[14:39] O Dream teater sofreu com isso quando ele Ah.
[14:42] Conquista um Monte de fã, com o trem of DOT sendo extremo e
[14:45] progressivo e técnico, e depois no octavarian que eles tentam
[14:49] fazer uma sonoridade mais tradicional deles, mais vou
[14:53] falar pop, mas mais acessível. E um Monte de um Monte desses
[14:57] novos fãs meio que torcem o nariz pro que eles fizeram.
[15:00] Então pro trivel. Acho que foi um efeito meio
[15:02] parecido com o cruzeide. É e.
[15:08] Assim, AAA mensagem que eu entendo deles, cara, é que foi
[15:12] importante porque foi meio que fincar o pé de que eles vão
[15:16] fazer o que eles quiserem, sabe? Tem aquele papinho lá porque é,
[15:20] eles fizeram esse disco a toque de caixa, porque eles iam sair
[15:24] com uma numa turnê com Iron Maiden, né?
[15:26] Pelo que que eu também dei 11 avaliada aí, né?
[15:31] Então, acho que foi um pouco de cara.
[15:33] Vamos, vamos. Trazer esse 11 disco que tem um
[15:38] potencial pra gente levar junto pra estrada com com uma abertura
[15:42] da ironmania, que na linha do que vocês falaram aí dá uma
[15:45] black aboumificada do, do do som, né?
[15:49] Deixou um. Assim, eu não acho nem que é um
[15:51] disco mais simples, né, cara? Ele talvez seja um pouco mais
[15:54] acessível, né? Porque ele tem cada música, tem
[15:58] várias partes diferentes, né? Sempre tem bastante idas e
[16:01] vindas. Mas o lance da voz, por exemplo,
[16:04] é faz bastante diferença mesmo, como o Lucas comentou no
[16:06] comecinho, né? A mudança de voz é brusca.
[16:11] Eu pelo menos achei porque pega uma banda assim, metálica.
[16:15] A gente sempre tá falando Metallica, né?
[16:17] Então a voz do James, Ela Foi se modificando ao longo do dos anos
[16:22] de álbum para álbum. EAE, se você for parar para
[16:26] pensar do Injustice pro black, foi um.
[16:29] Foi uma mudança assim, nada sutil.
[16:31] Mas não foi uma mudança radical, né?
[16:33] Porque no black album ele ele teve que literalmente aprender a
[16:37] cantar de verdade, não ficar ali fazendo aqueles vocais thrash
[16:41] metal e tal. E aqui não, cara.
[16:44] Aqui 2 Sands para esse aqui on the crusade é muito.
[16:49] Até o timbre de voz do do mad riff é muito, muito diferente.
[16:55] Então isso que eu achei assim. Tu mudar a sonoridade de ir por
[16:58] outro caminho. Ok, mas quando o vocalista, ele
[17:00] muda também a forma dele cantar tão bruscamente.
[17:04] É isso é que acaba chamando um pouco a atenção, né?
[17:07] Se é negativo ou positivo, eu, eu confesso que eu não, não me
[17:11] coloco no lugar justo para comentar no lugar de de seguidor
[17:14] da banda de fã, né? Só só uma observação aqui.
[17:18] Bom pra pra fazer um contraponto também, cara, é na minha cabeça
[17:22] é não é que a voz teve essa mudança tão radical, né?
[17:26] O foco da voz mudou, se você pegar assim bem na
[17:29] característica do metal core, né?
[17:31] Pega as faixas mais famosas lá. Paul hardware, understream of
[17:35] marketing que acho que ela deve ser.
[17:37] Antigamente era o grande single do do trivel, né?
[17:40] O refrão tem a voz com essa pegada do do Cruzeiro, né cara?
[17:43] A voz em geral é o 11 gritadão, que é até mais.
[17:48] Mais pro rascor do que pro pro metal, eu acho, né?
[17:51] Mas aí no refrão ele tem essa vozinha de de de gente food
[17:55] adolescente que que seguiu no cruzeijo, né?
[17:58] Acho que é o que eles fizeram. Talvez seja parecido com o
[18:02] caminho que o opper seguiu, né? Que tinha o gutrau e a voz
[18:05] limpa, e chegou um ponto que cortou o gutrau e ficou sua voz
[18:08] limpa. Não sei minha minha visão.
[18:11] Do é, eu acho que foi mais por isso aí também.
[18:13] Eu acho que o baque maior que eu tive foi fazer, ele não tá
[18:16] gritando mais. Pra mim foi bom isso porque eu
[18:19] achava que o metal quarto da coisa, ela tava muito
[18:21] formulaica, que você tinha que ter o vocal limpo e tinha que
[18:24] ter o vocal cultural e não necessariamente a música pediu o
[18:29] gutural. Às vezes, não necessariamente a
[18:31] música pediu o vocal limpo. E mas aquilo ficou tão
[18:34] formulaico que tinha que ter os 2, que era meio chato, sabe?
[18:37] As vezes a música tá legal pra caramba, então vamos guturar o
[18:39] meio Do Nada que matava o clima e as vezes o gutural tava legal
[18:42] pra caramba e Do Nada caía aquele vocal quase emo no meio,
[18:46] assim b era formulaico, sabia que aquilo tinha que ter pra
[18:50] música, seguir a fórmula. Eu achei que legal do cruzete
[18:52] foi eles abandonarem isso, vai ser vocal limpo o tempo todo, de
[18:56] vez em quando um gritinho ou outro que permeia, mas que cabe
[18:59] na música, que cabia na música, coube bem na música.
[19:03] E uma Bela surpresa que eu tive com algo assim dependente do que
[19:07] eu vá falar sobre as músicas, é que assim, ó, que fique
[19:11] registrado, os músicos são excelentes.
[19:14] Até o médico, vocalista, ele canta.
[19:18] Acho que ele canta muito bem pro pro que o estilo da banda pede.
[19:22] E ele toca muito bem também. Guitarra, não só guitarra base,
[19:26] como ele sola muito bem também, tá?
[19:29] E os músicos são excelentes, cara.
[19:32] Então assim, por exemplo, os trave, Smith para mim, o
[19:35] baterista para mim, cara, esse cara é um monstro.
[19:38] Para mim é o que eu mais gostei do álbum, porque tem ali uma
[19:41] saraivada de rifes bem construídos e tal, mas tu tem
[19:43] aquela bateria insana que não para o tempo todo, entendeu?
[19:47] Então assim, independente do que eu vá falar no faixa faixa, mais
[19:50] adiante, eu eu queria deixar isso aqui bem registrado para
[19:54] fazer uma média aí para o pessoal, os fãs de trib aí que
[19:56] que estejam nos ouvindo, não, não pegarem pesado comigo, né?
[20:00] Passar esse pano, né? É.
[20:03] É, e o que é legal de falar assim que eram todos os
[20:06] molequinhos, né? O Netflix tinha 20 anos nessa
[20:09] época, o Travis Smith, que era o mais velho da banda tinha 24, o
[20:14] Paulo gregoletto 21, então o core bellu 22 pra 23 era todo
[20:20] molequinho, né? Esse é o é o terceiro disco
[20:23] deles ali, mas Oo primber stream fairn é meio que uma demo deles
[20:27] que acabou sendo gravada pra virar disco.
[20:30] O primeiro, de fato, que eles entendem é o acenders.
[20:34] É, esse seria como se fosse um segundo disco, então é era uma
[20:37] banda muito jovem ainda. Né?
[20:40] É isso aí falando da banda, nada mais oportuno então, que a gente
[20:43] fala da formação. A gente já citou alguns nomes
[20:46] aqui, praticamente todos, né? Mas nós tínhamos a época essa
[20:50] formação aqui, o match riff, que é o vocalista principal e
[20:53] guitarrista pory bullying. Guitarrista e backing vocals,
[20:58] Paolo gregoletto baixo e backing vocals e o Travis Smith, padre e
[21:02] percursão Travis Smith, pelo que eu já andei sondando, já saiu.
[21:05] Não tá mais, né? Mas o foi o que eu o que eu pude
[21:08] notar. É, trocou.
[21:10] Passaram uns 3, uns 3 ou 4 ali no caminho, acho ainda é.
[21:15] Os outros se mantêm. Sobre essa formação, Lucas, tem
[21:18] alguma coisa para você comentar para nós?
[21:20] Cara, é, Ah, nada específico, mas eu também acho realmente
[21:24] que. Talvez uma das coisas que mais
[21:26] tenha me atraído era justamente essa duplinha de guitarras, né?
[21:29] Do do match do core. É acho que uma época também com
[21:34] ascensão de de internet, começar a ver muito vídeo de guitarra.
[21:39] Na época eu lembro que quando saiu é, eles chegaram a soltar
[21:44] vários vídeos deles em tipo em estúdio mesmo, mostrando,
[21:48] fazendo aquele só só só as 2 guitarras, mostrando todos os
[21:53] rifes, todos os solos da. Das músicas em estúdio, né?
[21:56] Pra com detalhe Na Na mão do do do guitarrista.
[22:00] Então, pra quem estava começando a curtir guitarra na época, era
[22:03] um prato cheio aí. Bom, e também consta aqui uma
[22:07] participação do produtor do álbum que é o Jason sukoff
[22:10] produziu o álbum junto com a banda, e aqui ele é listado como
[22:14] guitarrista solo adicional na the Rising.
[22:17] Sobre a capa do álbum, qual a opinião?
[22:19] Lucas? Cara, eu acho essa capa
[22:21] horrorosa. Que bom, a sinceridade é bom.
[22:26] É eu assim, eu, eu gosto da maioria das capas deles, né?
[22:29] As únicas que eu acho que eu não gosto é essa.
[22:32] E a the cort of the Dragon, que é uma das mais recentes aí.
[22:36] Ah, mas não sei. Às vezes eu bato o olho assim,
[22:39] não sei, não chamo atenção para nada, não me diz nada sobre o
[22:42] som da banda, não tem nada demais dessa capa aí.
[22:45] Não é uma capa que me agrade 100%, mas é uma capa que ele
[22:48] passa. Assim, ele passa a impressão de
[22:50] conhecer algo épico e de fato o disco tenta ser.
[22:53] Ele tenta pegar essa puxar da épica, mas acho que acaba que se
[22:56] eu bato o olho, acho que é um disco de metal melódico, né?
[23:00] Não com que seja um disco nessa linha, apesar de ter um disco
[23:03] bem melódico da da banda. Então me passa um pouco do que
[23:07] vai ser a sonoridade, mas não é exatamente do que vai ser agora,
[23:10] da arte em si. Eu acho que é nada demais, mas.
[23:13] Você nem sempre ficou icônica. Não sei.
[23:15] Não lembro de ver muito a camiseta do Trivium com essa.
[23:17] Acho que o tempo vejo mais camiseta do Trivium com a capa
[23:20] do acendes. Assim, mais do que com a capa
[23:22] deles. Não, eu gosto, cara, eu eu curto
[23:25] essa capa aí, acho que ela tem até é, apesar de não ser
[23:30] diretamente isso, né? Assim você olha a capa No No no
[23:33] Spotify, aparece metade só, né? O cara tá segurando uma cordinha
[23:37] aqui Na Na outra parte do do livreitinho do do CD tem um
[23:41] dragão de fumaça, né? Tem um.
[23:43] Um outro, uma outra metade que que a gente não vê, mas ela eu
[23:48] vejo às vezes até como um contraponto ao próprio acena
[23:50] assim, né, que tem um carinha também no sentido contrário,
[23:53] olhando pro pro, no caso, tá olhando pra direita, né?
[23:56] Mas aí eu curto, cara, esse estilo aí.
[23:58] Concordo com o Thiago, né? Se eu visse, tivesse que chutar
[24:01] o estilo, eu chutaria mais um, um Power metal, alguma coisa do
[24:05] tipo, mas acho, acho que combina, acho legal, cara, eu
[24:09] curto. Essa capa, ele tem um blend bem
[24:12] interessante, né? Que que é?
[24:14] É uma coisa meio clássica, um moderno, né?
[24:18] Porque ele é meio robotizado nessa figura assim, parece
[24:21] alguma coisa assim que vem lá do sei lá do Olimpo ou sei lá.
[24:25] Então, tipo, parece, é como se você fala assim, é.
[24:27] É um blend do clássico para o moderno, que talvez seria essa
[24:31] proposta do alma, essa cruzada aí musical, que une o trash
[24:35] tradicional com a produção mais Moderna.
[24:38] Talvez não sou mais moderno, não sei.
[24:40] Mas eu eu confesso assim que também não.
[24:43] Não fiquei muito atraído Por Ela, não.
[24:46] E acho que anão sei qual foi o propósito do artista em usar
[24:50] esse esse azul no logo da banda. A forma como Ela Foi foi
[24:55] pensada? Não sei.
[24:56] Eu achei ela meio primária. Ainda bem que ela não toca.
[25:00] Dá o crédito. A capa é do po Romano.
[25:04] Que é o artista que já tinha feito a capa da sandance e fez
[25:08] as capas do masthon também na época.
[25:10] Ah, então masthon alguma coisa. Se dependendo da capa, eu já dei
[25:14] uma olhada na sofografia, faz sentido a própria 2 sandens, se
[25:18] você olhar assim, OOOOA figura e ali que aparece na capa.
[25:22] Não, ela não é a mesma, mas é mais ou menos esse mesmo estilo,
[25:26] né? Bem, bem, bem parecida.
[25:29] Bom, pessoal, então acho que a gente pode ir aí pra sonoridade
[25:31] do álbum em meio a faixa. Faixa, né?
[25:33] Seja lá o que a gente vai comentar mais aqui, a gente
[25:35] podia comentar as músicas, então porque o caminho é longo, aí tem
[25:38] bastante faixa pela frente. Só pra constar, nós vamos falar
[25:42] sobre a versão padrão do álbum. A gente viu ali que no Spotify a
[25:46] tem uma versão especial lá com músicas bônus, mas a gente vai
[25:49] se apegar mesmo a edição padrão do disco aqui.
[25:52] Não vale a pena as 2 faixas. Bônus lá no nunca ouvi nenhuma
[25:57] das bônus desse disco. É, eu imaginei.
[26:01] Mas no final do do faixa, faixa, se o se vocês quiserem comentar
[26:05] ou fazer algum comentário por cima delas, fiquem à vontade
[26:07] também, tá? Então vamos lá para a primeira
[26:10] faixa, inition. Lucas, faça as honras aí, faça
[26:34] teu comentário sempre no início e passa a bola para um que você
[26:38] queira e a gente vai passando a bola um para o outro, aí quando
[26:41] a gente vai, vai falando. Acho legal começar com esse
[26:44] nome, né? Então acho que já traz a ideia
[26:46] de, né ignição de começar. Alguma coisa e talvez até a
[26:50] ideia de começar alguma coisa nova, né?
[26:53] É, mas eu acho que foi logo de cara que me chamou atenção foi,
[26:58] é ter uma sonoridade parecida com, quer dizer, não parecida
[27:04] com AO álbum anterior, que era mais voltado para o cultural.
[27:09] É. Então AA faixa começa rápida,
[27:13] uma cara mais trash assim é, mas ele tem já uma melodia no.
[27:19] No refrão, que é justamente o que me pegou, acho que de
[27:22] primeira, quando eu fui ouvir esse álbum, então, pô, aquele
[27:25] negócio pesado que tocava num Slayer que na época não me
[27:28] agradava, é e mas hoje eu gosto muito.
[27:32] Começou aí, né? Ouviu alguma coisa um pouco mais
[27:34] pesada, mas teve uma melodia ali no meio que, sei lá, na época eu
[27:40] ouvia muito metal melódico, então o que eu gostava é dessas
[27:42] coisas mais alegrinhas. Então foi isso que pegou de
[27:46] primeira. Né?
[27:47] Mas foi uma justamente uma cara de de trash, que foi o que me
[27:51] chamou. O que AO que a faixa me traz de
[27:55] primeiro sentimento assim, vai lá, Bruno.
[27:58] Cara, é concordo contigo. E até aproveitar para falar que
[28:02] acho que às vezes a galera diminui as bandas modernas, é,
[28:06] mas elas são importantes para trazer a galera.
[28:09] Pro pro mundo, né? O caso do Lucas aí começou pelo
[28:12] pelo Trivium, mas aí ele foi pro pro Slayer, né?
[28:15] Conheceu umas coisas. Então é, acho que é importante a
[28:19] gente tanto a gente ouvir, as coisas são mais novas, né?
[28:22] Eu sei que a turma aqui, a gente a gente curte conhecer, né?
[28:24] O Thiago adora slip token, por exemplo.
[28:31] Mas é, cara, é legal a gente ouvir as coisas novas e a gente
[28:34] entender que está ouvindo as coisas novas e apresentar as
[28:37] coisas velhas em cima disso, né? Eu acho interessante, né?
[28:40] Eu gosto de quando tem alguém que que curte lá os boletos de
[28:43] forma valentine, mostrar umas coisas que podem ter gerado
[28:47] aquilo, né? Mas é bem que o Lucas falou,
[28:49] cara, aqui o trivio não está mostrando já a carinha nova, né?
[28:52] Uma faixa que começa intensa, né?
[28:54] Tem um. Uma pegada um pouco mais, mais
[28:57] trash, né? Essa voz meio numa linha James
[29:00] Hetfield que o match riff trouxe, mas cara, eu, eu não, eu
[29:03] não curto a melodia do verso principal dessa música, eu acho
[29:06] ela meio meio, sei lá, meio piway moto Ah, então não é nem o
[29:14] refrão ainda cara do verso mesmo, eu acho estranho, né?
[29:16] Ela não acho que é meio forçado o encaixe, né?
[29:22] Com isso pra mim? Não é das minhas músicas
[29:25] favoritas do disco, não. Assim ela começa assim.
[29:28] É legal que ela assustou, lembra quando eu vi pela primeira vez
[29:30] pelo fato, acho que só tem vocal limpo, porque eu acho que eu não
[29:34] acho que ela é tão trash logo de cara assim.
[29:35] Eu acho que ela é meio quase que uma transição do que eles faziam
[29:39] pro acenessem, porque eles vão apresentando esse disco.
[29:42] Então acho que ela começa assim, tipo, você já começa o vocal, já
[29:46] vê aquele vocal James headfeld puro assim, né, que você vai
[29:49] colocando ali. E mas é uma música que não me
[29:52] Conquista muito o refrão. Acho que o refrão meio meio
[29:54] elogio, meio bobinha, meio chatinha assim do refrão dela,
[29:59] tá longe de ser das minhas músicas favoritas desse disco.
[30:02] Assim, eu não acho que ele começa tão bem assim.
[30:04] Acho que ela tem uma coisa meio Pantera, às vezes no meio assim,
[30:07] muito cheirosinha, muito cheirosinha no refrão.
[30:11] Cheirosinha chorosinha, né? Eu tô dormindo, gente, mas assim
[30:18] ela não é 11 música ruim assim, mas não acho que eu acho que o
[30:21] disco vai ter coisas muito melhores do que ela, né?
[30:24] Só pra falar que a letra a letra é uma.
[30:27] A gente tá em 2006 ali, né? Eu acho que guerra do Iraque
[30:30] acontecendo, George W Bush, o as letras do match Rift estão bem
[30:35] políticas nesse disco. Ele disco foi influência do
[30:37] against me, que ele tava curtindo na época.
[30:41] E é uma letra de crítica política direta assim, né?
[30:44] Agora, e o William? O William vai curtir.
[30:47] O William vai falar mal. Pensa assim, ó, fique
[30:51] registrado, pra esse foi o meu primeiro contato com a banda,
[30:55] né? Ignition foi a primeira música
[30:57] de sempre, então assim, o que que eu achei de cara, né?
[31:00] Ela começa bem rápida, ela tem peso, velocidade, tem momentos
[31:04] melódicos e até o vocal ali adota essa linha um pouco
[31:08] também, né? Então quem sola nessa música é o
[31:11] mate riff, que faz um solo curto, mas cirúrgico.
[31:14] O batera, o Travis Smith, ele mostra muita habilidade aqui com
[31:18] o instrumento no fim, o que é triste é que essa faixa ela não
[31:22] me pega no fim, sabe? Eu ouvi, sei lá, eu acho que eu
[31:25] vi umas 45 vezes ser algo inteiro, então assim, não me
[31:29] pegou em nenhum momento, sei lá, cara, eu não sei te explicar o
[31:32] porquê, não tem um único momento nela que me fez me apegar, sabe?
[31:36] Mas assim ela serviu. Em algum momento assim, lá pela
[31:39] quarta, quinta audição, que foi a última, eu falei assim, Ah,
[31:42] quer saber? Ela não me pegou agora.
[31:44] Então eu vou ficar prestando atenção na habilidade dos caras
[31:46] tocarem, porque realmente, se a música não me pegou, os caras
[31:49] tocam ela de forma excelente. Não, eu IA comentar também,
[31:53] cara, que o que eu falei da de ouvir com uma perspectiva
[31:57] diferente, né? Primeiro o refrão tem o groove
[31:59] de territori numa versão mais lenta.
[32:02] Depois vocês escutem aí a bateria fazendo troca, tu
[32:05] catacutarra tem o. O mesmo, o mesmo groovezinho, só
[32:08] que um pouquinho mais devagar. E uma coisa que eu fiquei
[32:11] pensando bastante, cara, aí que talvez o Thiago acha que eu tô
[32:15] viajando ou ele concorde. Mas é nessa época aí.
[32:19] Acho que o never Moore tava bem grande, né, cara?
[32:22] Acho que 2006 era o. Oo não é 2006, 2005.
[32:31] E cara, esse, esse disco, ele todas as músicas tem alguma
[32:34] coisinha de, de, de escala, de minuta, que acho que é muito
[32:38] coisa que eles estavam vendo o Jeff woms tocando cara, só aqui
[32:41] do do jeito deles, né? Um pouquinho mais primitivo, mas
[32:44] é é um tipo de sonoridade que o Jeff woms adora e toda música
[32:48] tem 11, alguma coisinha de minuta, né?
[32:51] Quem, quem, quem curte aí dá uma presta um pouquinho de atenção
[32:55] que. Que rola demais, cara, é EEO.
[32:58] William falou do do solo do netheat, cara, isso é uma coisa
[33:01] que eu acho engraçado, né? Tem algumas bandas que que
[33:04] sempre marcam quem é o autor do solo, né?
[33:06] Não, não sei o chega a ser um carcas que dá nome pros solos,
[33:09] né? Mas Oo os solos No No
[33:13] livreitinho tá lá falando solo de quem, quem que foi, né?
[33:16] Cada, cada um deles, talvez seja uma música que funcione, apesar
[33:19] de eu não gostar, pra abertura do alma, não sei se isso faz
[33:22] sentido, né? Mas aí o que vem?
[33:25] De uma ignição detona, né William?
[33:53] É isso aí. Vamos ver se a detonation vai
[33:56] detonar essa má impressão que deixou em nós aqui.
[33:59] Pelo menos nós 3 aqui. Não vou falar pelo Lucas, né,
[34:02] Lucas? Contigo.
[34:03] Bom, é a segunda faixa. Ela Foi uma faixa que,
[34:07] curiosamente, quando eu ouvia quando o mais novo nunca me
[34:12] pegou, eu acho que foi uma faixa que era.
[34:15] Talvez a que eu menos gostasse no álbum durante muito tempo,
[34:20] né? Mas não sei se os meus
[34:23] pensamentos são muito mudados hoje em dia, mas hoje não é
[34:27] mais, né? Hoje já é.
[34:29] Não é uma das minhas favoritas do álbum, mas já é uma que me
[34:33] pega muito a mais, né? Talvez.
[34:35] Eu acho que na época ela é uma música que ela é praticamente 2
[34:38] músicas em um, né? No meio da música ela muda
[34:41] totalmente. Né?
[34:42] Então tem uma parte, começa mais pesadinha, mais rápida, chegou
[34:46] no meio, ela muda, vira outra música, mais mais tranquilinha,
[34:50] mais melódica. É vai ver que na época que eu
[34:54] ouvia, eu passava antes de chegar nessa parte, vai ver que
[34:57] eu não sabia o que que tava por vir, né?
[35:00] Mas vou dizer que é uma, é uma música mais ou menos vai, não,
[35:05] não me agrada tanto tanto também não.
[35:10] Não, eu vou falar que é isso. Essa de ser 2 músicas em.
[35:13] Então essa de ser 2 músicas em uma.
[35:15] É bem isso mesmo, porque ela estava.
[35:17] É uma música que ela até ela chega a querer.
[35:20] D tô, né ela? Não vai me convencendo, sabe?
[35:24] Inclusive, na hora que chega esse, eu estou quase para
[35:27] apertar escape no disco assim. E falava, essa música tá
[35:29] chatinha, mas aí entra um riff ali.
[35:32] Acho que tá um minuto e 35 minuto e 40, que o Chuck show
[35:36] assinaria aquele riff ali. Me lembra coisas que poderiam
[35:40] estar em um indivíduo altlot pater antes do Def EEA partir
[35:45] dali. A música tem uma guinada mais
[35:47] melódica, que vira uma outra coisa.
[35:49] A música fica muito melhor assim.
[35:51] Ela dá uma evoluída monstruosa. Tem um rifezinho que vai embaixo
[35:56] do refrão da música, ali pelos 2 minutos e meio que eu acho muito
[35:59] bom. O solo do core e depois o refrão
[36:03] sensacional ali, depois tem um solo muito bom do match também.
[36:06] A música termina numa pegada mais Iron Maiden e aquilo, sabe,
[36:10] tipo ele site, isso é uma coisa meio panterística derivativa pra
[36:15] virar derivativo de outras coisas.
[36:17] Mas claramente você vê o Trivium dando umas pitadas de que eu
[36:21] estamos abrindo nosso leque de influências a partir de agora.
[36:25] Acho que ainda não tá. Não vou dizer nem que não tá
[36:30] aperfeiçoada. Eu acho que é um dos problemas
[36:32] desse disco é o fato de que essas transições são meio
[36:36] abruptas, sabe? Acho que AA composição foi muito
[36:39] corrida, então um disco saiu um ano e meio depois do acendem
[36:42] assim, um ano e meio que a banda ficou fazendo o torneio o tempo
[36:45] todo, escreveu o disco na estrada, o disco mais ou menos
[36:49] pronto, já entrou para gravar e já soltou logo o disco.
[36:51] Então acho que essas músicas tiveram pouco tempo de
[36:53] amadurecimento das composições antes deles gravarem.
[36:56] Acho que esse é um problema. Mas já mostra coisas muito mais
[37:01] legais. Eu já termino a segunda música.
[37:03] Já estou com uma opinião muito mais favorável em relação ao
[37:05] disco do que eu estava na primeira.
[37:07] Não sei se o Bruno também acha isso.
[37:12] Cara, eu não. Eu não acho o começo tão ruim
[37:14] quanto vocês que que me faria pular o disco, mas eu anotei
[37:18] exatamente a mesma coisa. Chega em 1 minuto e meio, a
[37:21] música muda para a parte super rápida e chega nos 2 minutos e
[37:24] meio. Ela vai para o lance cadenciado
[37:26] que. Que assim são.
[37:29] São trechos que são muito legais, mas que a talvez não
[37:32] sejam tão coesos quanto poderia, né?
[37:35] Ela tem bastante solo, cara, que que eu curto, né?
[37:38] Aí é uma acho que é bem característico da época também,
[37:40] muito arpejo, né? Tem um tipo de sonoridade de de
[37:44] schreder, um pouquinho mais moderno, que que é divertido,
[37:48] que para mim tem bastante cara do começo dos anos 2000 também.
[37:51] É, e o começo, cara, eu acho que é uma tentativa meio frustrada
[37:56] de fazer algo meio Slayer, até pela pelo grupo da bateria com
[37:59] com o rádio bem rapidinho. Cara, sei lá, acho que eles
[38:02] talvez tenham tentado emular de certa forma, mas não, não, não
[38:05] deu tão certo. Só não acho tão, tão ruim a
[38:09] ponto de quase me fazer pular a música quanto o Thiago e o
[38:13] Lucas. Não sei se o William pula essa
[38:15] ou não, ou se essa vale. Não, não pulo, cara.
[38:19] Eu achei assim, é? Eu achei que ela vem muito de
[38:22] sopetão. Acabou a primeira, já pulo, já
[38:24] já vem pra essa segunda. O riff já me prendeu um pouco
[38:27] mais nessa aqui, já foi pra um estilo que eu gosto mais do que
[38:31] é ignition. E eu acho que o destaque pra mim
[38:35] ficam sendo os riffs. O solo de guitarra que já decola
[38:38] um pouco mais, já tem uma melodia legal, o match riff, que
[38:42] já se mostra bem à vontade com esse novo estilo, até arrisca
[38:45] experimentar algumas coisas ali, tipo cantar com megafone no numa
[38:48] parte da música que eu achei bem bacana e eu acho que foi um
[38:51] pouco melhor que a que a primeira faixa.
[38:54] Mas. Mas é assim, eu poderia dizer
[38:56] assim que eu sigo com aquela sensação de que falta uma orelha
[38:58] de porco, um pai e uma pimentinha nessa feijoada aqui.
[39:02] Ainda não, não, não me pegou, mas é muito melhor que a
[39:05] primeira terceira faixa, in trance of the
[39:23] confrogration é sempre tu aí, ô Lucas, pode começar todas.
[39:28] Vai lá, é o convidado. Boa, tá bom, bom é.
[39:34] Aqui eu vou dizer que agora começamos a falar de verdade,
[39:37] né? É, essa é a minha favorita do
[39:39] disco, cara, é uma loucura isso aqui é Mano, deve ser uma coisa
[39:43] de adolescente, é só linho pra tudo quanto é lado riff pra todo
[39:46] lado. Era esse o vídeo principal que
[39:49] eu ficava vendo o tempo todo Na Na internet do do match do core.
[39:54] Tolando é, me remete um pouquinho a.
[40:00] Oo tipo de riff com o solo ali por trás é de um, vamos dizer,
[40:06] um penkiller, né? Aquele que meio não é um
[40:10] cavalgado, né? Mas aquela paradinha que é até
[40:13] característico em algum algumas músicas de metal COE, né?
[40:16] Acaba tendo bastante de riff desse estilo.
[40:18] É, mas então pra mim, disparada melhor, tá?
[40:24] É, e aqui eu acho que a gente tem o primeiro assassinato do.
[40:30] Do do álbum, né, que é a letra que ela fala sobre o um
[40:36] assassinato de 5 crianças. Uma mãe que tinha alguns
[40:40] problemas psicológicos, né? Foi condenado em 2001, foi
[40:45] liberado em 2006. É, e eu nunca fui uma pessoa
[40:49] muito ligada em em letra de música, né?
[40:52] Mas dá uma olhada no sobre o que que esse álbum em geral falava,
[40:57] né? Trazia muita coisa.
[41:00] Muita coisa do mundo, né? As coisas ruins que estão
[41:02] acontecendo que aconteciam é. Então achei interessante pegar
[41:09] as letras e entender um pouco mais o conceito delas aí no
[41:12] disco. É um álbum bem pé no chão nesse
[41:14] sentido. Exatamente o você chegou a dar
[41:18] uma fuçada nas nas letras aí ou Bruno?
[41:21] Sim, sim, cara, é. É essa história aí, é, é bem
[41:26] tensa, né? Eu comentei com com o pessoal No
[41:28] No, no nosso grupo interno aqui do do do time, que tem umas
[41:33] letras, são meio tensas. Aí essa, por exemplo, que você
[41:36] comentou, né, é a mãe que afogou assim com filhos na banheira.
[41:40] Aí, cara, não sei se nem nem se vale um alerta de gatilho,
[41:43] alguma coisa assim, né, William? Mas é AA mãe que na escola foi a
[41:49] valédia que torne, né? Tipo, era a primeira da classe.
[41:53] E casou com o engenheiro da nasa.
[41:56] Ela era tipo líder, capitã do time de natação, era uma pessoa
[41:59] superstacada na escola, casou com o engenheiro da nasa e em
[42:04] algum momento as coisas começaram a desandar, né?
[42:06] Ela tinha alguns problemas, como o Lucas falou, psicológicos, né?
[42:10] Psiquiátricos, né? E aí teve 11, cenário gravíssimo
[42:16] de depressão pós parto, com esquizofrenia.
[42:19] Um Monte de coisa bem complicada, né?
[42:21] Estava em tratamento e aí teve o dia que aconteceu isso aí, né?
[42:26] Você pensar na letra lá, força in heroom blood down, né?
[42:28] Ela forçou afogou cada um dos 5 filhos, um negócio bem, bem
[42:33] complicado, né? Mas saindo desse negócio ruim aí
[42:38] pra música, cara, eu eu acho a ponte dessa música bem legal,
[42:41] né? São as melodias bem legais.
[42:43] Que que que eu curto? Ela tá na cara?
[42:47] Eu falei do um minuto e meio, né?
[42:48] Quando tem 1 minuto e meio ela vai pro frenesi de novo.
[42:51] E aí tem um trecho, um trecho instrumental, e aí os 2 minutos
[42:55] e meio ela vai de novo para um esquema meio metal tradicional,
[42:58] né? Então tem até uma carinha de
[43:00] assept pra caramba, esse riff que ela tem nessa pegada metal
[43:03] tradicional, um pouco do Sol, eu ouço, falo isso, assept puro,
[43:06] cara puro, né? Exatamente, exatamente, mas é,
[43:10] eu curto bastante, cara, e de novo o rock na mesa me estragou
[43:14] e agora eu tenho que ficar entendendo o que que eles
[43:16] queriam dizer, quais letras aí nesse caso foi uma experiência
[43:19] densa, né? Não sei, não sei o que o Thiago
[43:23] achou dessa aí. Não, a letra é tensa pra caramba
[43:27] assim, a letra anterior era uma letra da segunda música da
[43:29] letratona, a gente tinha meio que um grito de grito ecológico
[43:32] ali, né? Tem uma coisa meio de fim do
[43:34] mundo, o mundo vai acabar porque a gente não tá cuidando da
[43:36] natureza. Agora, essa entra nesse nessa
[43:40] questão, é uma letra bem intensa assim, e é, mas é uma música boa
[43:44] assim, eu vou dizer que acho que é uma das melhores músicas do
[43:46] disco, sim, também concordo com o Lucas nisso.
[43:50] Essas pegadas que atende puxar ficar metalzão quase extremo,
[43:55] depois cair para metal quase tradicional e ele fazer essas
[43:59] guinadas. Eu acho que funciona muito bem
[44:01] nessa música, fica mais coeso do que em outros momentos que eles
[44:05] vão fazer isso. E essas melodias delas são
[44:09] legais. Essa parte do force and herboled
[44:11] down beiff the Water sodral lá é legal pra caramba assim.
[44:16] Os solos são muito bons também, então eu acho que uma das
[44:19] melhores músicas do disco, essa William gostou ou não, William
[44:23] não aprovada. Não, essa aqui já já agradou
[44:27] mais que as 2 anteriores, tá? Da da até agora é até a melhor
[44:31] até agora. Até agora é das 3, essa é a
[44:33] melhor. É a letra fala da Andréa Yates
[44:37] do Texas 2021, que ela fogou os 5 filhos pequenos numa banheira.
[44:42] 21 não, a banda não prevê 2001, futuro não 2000.
[44:45] E um 2001 eu já, eu errei aqui. Pera aí, cara, foi 2001, tá?
[44:51] Ela fogou 5 filhos pequenos numa banheira.
[44:53] Vamos dar o nome aí pra pra safada, aí pra pra ficar
[44:56] registrado. Mas é isso, é uma letra pesada
[45:00] realmente, porque eu, eu particularmente assim, até um
[45:03] repúdio enorme, assim de, de, de ler, assistir, qualquer coisa
[45:07] assim que que diz respeito, assim, crime envolvendo
[45:10] crianças, né? Então é muito triste assim
[45:12] quando você vê uma própria mãe, o próprio pai assassinando os
[45:15] filhos, né? Então, tipo, pra mim é o tipo de
[45:17] letra repulsiva, chama atenção, ela é um alerta.
[45:23] Aconteceu, tá aí. Mas é, é o tipo de tema assim
[45:26] que eu já prefiro filtrar e não não ter muito acesso nas coisas
[45:30] que eu ouço. Mas a música, a música por si
[45:34] só, tá, então acho que é acaba absorvendo um pouco desse
[45:37] ambiente pesado, tá? Aí eu acho que ela acaba sendo
[45:42] um pouco mais intensa em relação às 2 primeiras, porque você
[45:46] sente que a banda tá executando a música e.
[45:50] E conforme eles tocam, né? Conforme Oo eles, a letra, ela
[45:54] vai se desenvolvendo. Acho que que eles pretenderam e
[45:58] conseguiram criar esse esse ambiente pra pra poder contar
[46:02] essa história. E assim, no mais cara ela ela
[46:05] tem uma uns rifes incansáveis, uma bateria insana, tem uma
[46:10] pegada old School. Eu não pensei no assept, sendo
[46:13] bem honesto, mas eu eu peguei essa referência de old School,
[46:16] tanto é que eu anotei aqui. E hoje achei que melhora
[46:19] bastante, cara. Já em relação às 2 anteriores,
[46:22] para mim está está muito melhor. Quarta faixa, enten, we are the
[46:51] fire. Essa aqui acho que foi
[46:55] provavelmente a primeira que eu ouvi, tá, é clipe na MTV, muito
[47:00] provavelmente também tá. É por sinal.
[47:03] Não sei se vocês viram clipes do Trivium dessa época aí, são
[47:07] todos, acho bem ruinzinho, só eles tocando ali, nada demais.
[47:12] Sem contar muita história. Não ser que eu tenha perdido
[47:15] algum, mas acho que. Todos que eu que eu vi são, não
[47:18] me engano, são 4 a 4 ou 5 singles, é, mas esse aí é o 5.
[47:23] Singles, mas não sei se foram 5 clipes não, esse foi o terceiro
[47:27] single do disco, né? Eu lembro de 4 clipes, cara,
[47:31] esse é o único que é diferentinho, né?
[47:34] Então esse traz mais esse traz mais uma pegada alegre, né?
[47:39] Então uma pull party. Então sei lá que eu dá uma até
[47:43] flertada na farofa. Tô achando.
[47:45] É, mas é a música mais animadinha pra mim, é a mais
[47:49] acessível do disco, é aquela que você ouvir botar pra alguém.
[47:53] Às vezes gente que nem curte muito metal, curte mais um, um
[47:56] rock e tal, até vai curtir, né? E aqui tem.
[48:01] Pra mim tem bastante influência de Iron Maiden e metálica no
[48:06] vocal, né? Até os os próprios solinhos ali.
[48:09] Uma coisa que me remete muito ao Maiden é.
[48:12] Fica claro a hora que um solo e termina o solo e o outro que
[48:16] entra, né? Porque não é um solo contínuo.
[48:18] Você vê claramente que são 23 solos, um emendado no outro, mas
[48:22] você vê a mudança ali, não, não necessariamente quem é oktop,
[48:26] porque acho que tem 2 seguidos do do match, depois troca pro
[48:29] core, mas você vê a mudança clara, são 3 solos, um emendado
[48:34] no outro, né? Mas é uma faixa bem legal,
[48:37] provavelmente foi a primeira que eu ouvi e o que me trouxe pro
[48:40] trivel. Sim, né?
[48:42] Se a gente tava falando de uma letra ultra tensa ali assim, eu
[48:50] tô dormindo. Então.
[48:56] Essa aqui a gente tem uma letra coisa menor, né?
[49:00] É, tem OEDFA essas músicas de auto afirmação da galera e tal.
[49:05] Mas foi uma música que deu certo.
[49:07] A música funciona. A música foi hit Na Na
[49:10] Inglaterra, ela. O single ficou em primeiro lugar
[49:13] na parada de rock e metal e ficou bastante tempo ali.
[49:16] Assim o então essa pegada metal tradicional zona, eu acho que às
[49:20] vezes quando essa, esses riffs de metal tradicional deles me
[49:22] lembram muito a CEP, tipo aquele riff meio travado, mais melódico
[49:26] ao mesmo tempo, mas na hora que AA desencamba para as versos,
[49:30] ali tem essa coisa meio metálica, meio era o made.
[49:33] E eu lembro de mostrar essa música pra muita gente, que eu
[49:35] queria convencer a ouvir Trivium falar, óbvio, isso daqui, ó,
[49:38] essa gosta de Metallica. Aero Maiden, você tem que ouvir
[49:40] essa música, sabe? Tipo uma banda nova tentando
[49:42] caminhar por ali, pra esses lados assim.
[49:45] Mas é uma das músicas, daquelas músicas que no final assim, ela
[49:50] tem 4 minutos e eu acho que ela podia ter 3 assim, que eu acho
[49:53] que eles fazem uma. Eles dão umas estendidas na
[49:55] música que funciona legal ao vivo, mas que não precisava ter
[49:59] no na versão do estúdio. A versão do estúdio podia ser
[50:01] mais direta ali. Mas os solos são legais assim, o
[50:04] Sol estão aí pegando defeitinho porque não tem uma das músicas
[50:08] mais legais do disco também. Assim pra mim.
[50:11] Não sei se pro Bruno é banalzona, é demais.
[50:13] Ele prefere outras. Cara, eu eu concordo contigo que
[50:17] ela podia ser mais curta, principalmente não precisava ter
[50:21] o disco, né? Deixa pra fazer no show ou faz
[50:24] menos vezes aí. Mas eu curto pra caramba, cara.
[50:27] Só que pra mim ela tem uma Vibe que acho que é o.
[50:30] OOO Judas Priest através do motley Crew sabe que cai um
[50:35] pouco com o que o Lucas falou? É tipo como se fosse o motley
[50:38] Crew do comecinho da carreira com a com um viezinho de de
[50:42] Judas, né? O clipe, também de de pool
[50:44] party, é música de festa e cara, o que você falou do menor?
[50:48] Não é à toa que ela chama enter, né?
[50:50] Ela é o hino. Acho que talvez os caras queriam
[50:52] fazer uma música pra. Pra ser a Living nafter me né?
[50:56] Dar alguma coisa pra pra fechar os shows deles como se fosse Oo
[50:59] hino do do Trivium, né? É curto pra caramba, os solos
[51:04] também, cheio de harmoniazinha de das 2 guitarras, né cara?
[51:07] É tudo com uma pegada altamente anos 80 que me agrada bastante,
[51:12] né? Mesmo sendo. 11.
[51:15] Combo de clichês é um negócio que é muito bem feito e me me
[51:18] agrada bastante, não é à toa aqui no.
[51:21] Nosso grupo eu sugeri pra Cris, né?
[51:23] Ouvir essa música e ela tava ouvindo.
[51:25] Não tava muito pilhada com o disco.
[51:27] Eu falei, sugeri começar por essa aí porque acho que é um,
[51:30] assim como o Thiago sugeria No No passado.
[51:33] Acho que é uma boa porta de entrada pra cara molhar o
[51:36] pezinho na água pra pra depois você mergulhar No No som dos
[51:39] caras, né não, William? Eu gostei da faixa, gostei,
[51:43] gostei da pegada dela, ela tem um refrão bem legal, tem muito
[51:47] daquilo que me prende, uma música, tem vários rifles
[51:49] ganchoudos, tem umas viradas de batera marcantes, tem uma
[51:53] entonação de hino, sabe que o que o próprio título sugere e o
[51:57] ritmo dela me agradou bastante. Eu acho que ela tem atitude, tem
[52:00] peso, tem pegada, uma música que, acredito eu, que deve, deve
[52:04] funcionar bem legal ao vivo, né, cara?
[52:07] Não vi nenhum problema assim, não tenho.
[52:10] Se o tu For Me perguntar assim, Ah, AAA ideia assim da da letra,
[52:14] o contexto entre isso aqui e uma coisa assim, mais pé no chão,
[52:19] mais cruel que aí entrou em Sea of the conflagration, eu prefiro
[52:22] o que tem é que nem entra, né? Pra mim essa é uma boa faixa.
[52:26] Gostei, ó Lucas, tu vai perceber no fim ó que eu que menos
[52:30] prometi gostar do álbum que mais vou passar um paninho pra ti,
[52:34] Hein, cara, ó, lembre se disso. Será?
[52:37] Vamos ver? Quinta faixa ou repent.
[52:57] É, vamos lá, mais uma faixa que eu acho bem boa.
[53:00] Na verdade, essa Quadra aqui, né?
[53:01] Começa na intersed the confagration very fire.
[53:04] É um repente, a próxima aqui pra mim são as.
[53:08] A parte melhor do álbum aí ela, ela, ela volta, né?
[53:13] Saiu de um de um clima tenso, entrou num clima legalzinho para
[53:19] o par e agora volta para o clima tenso, né?
[53:22] É? Então aqui a gente tem mais um,
[53:26] um caso de assassinato, nesse caso, se eu não me engano, é um
[53:30] crime. Foi no Paquistão, é isso que o
[53:32] pessoal se lembra isso, né, do do homem que matou as suas. 4
[53:38] filhas, 3 eram 3 filhas e uma enteada, né?
[53:45] Isso. Com o pretexto de a enteada, a
[53:49] enteada cometeu adultério. Ele matou e também matou as
[53:53] filhas para que elas nunca cometessem adultério.
[53:56] Total sentido, né? Mas falando da música, eu acho a
[54:00] música bem legal, o ritmo dela bacana.
[54:03] Tipo nada, nada, que eu destaque assim, puta.
[54:05] Isso aqui é muito específico, muito legal, mas é uma das que
[54:10] mantém o mantém o nível lá no alto, vamos dizer, né?
[54:13] Mas sem nenhum detalhe específico que o Bruno acha.
[54:18] Cara, é só pra complementar o que você contou da historinha da
[54:23] letra, né? O eu, eu, eu vi versões
[54:26] diferentes, né? Que o cara matou porque a filha
[54:29] cometeu adultério. Enteada cometeu adultério.
[54:32] O outro foi simplesmente porque ela casou com o cara que o pai
[54:35] não não estava de acordo, né? E aí a parte, óbvio que que o
[54:40] cara ter degolado as filhas é pesadíssimo, né?
[54:43] Mas assim, OOO argumento do cara foi que eles eram uma família
[54:49] pobre, sem posses, e que a única coisa que eles tinham era a
[54:51] honra. E ele não queria que isso fosse
[54:54] perdido por causa das filhas, né?
[54:56] Um negócio bem, bem bruto, né? Eu acho legal aqui que você vê
[55:01] as as letras do do médico. Quer dizer, acho que o médico
[55:06] faz a maioria das letras, né? E no cara, às vezes você vai ler
[55:10] uma reportagem, o cara usa. Né?
[55:13] É aí você vai ler a reportagem. Pô, você você vê Oo uso das
[55:17] mesmas palavras, né, que tu usam na reportagem as mesmas as
[55:21] mesmas palavras que ele usa nas letras dele.
[55:24] É, não sei se ele se aproveita ali um pouquinho do do.
[55:30] Do quão bem escrevem alguns redatores, mas acho que ele
[55:34] aproveita um pouco do do letrismo.
[55:37] É, é bem, é, é assim. Se você se você começa a olhar
[55:42] as historinhas, é bem que o Lucas falou, cara, tem, tem
[55:45] números, tem frases e citações que são são verbatim, né?
[55:50] São, são diretas. Mas, cara, eu, eu, assim, essa é
[55:54] uma das faixas que eu curto. Eu, eu não gosto muito de novo
[55:57] da melodia do verso principal. Mas a ponte, o refrão eu gosto
[56:02] bastante, cara, ela tem de novo uma sessão instrumental bem bem
[56:06] extensa, cara, com bastante solo, né?
[56:08] Tem em cima de uma base bem oitentista.
[56:11] Eu essa pra mim é uma das mais legais do disco.
[56:14] Eu não sei se eu concordo com o Lucas que é OA tetra de
[56:18] principal, veremos, mas eu acho 11 baita de uma faixa, não é
[56:23] não, Thiago. E não discutar em ascensão ali,
[56:27] né? Acho que tá mantendo um alto
[56:28] nível, que ele não começa tão bem, mas ele engrena, né?
[56:31] Nessa hora eu acho essa aquela melodia do legal, empolgante de
[56:37] você cantar junto com ela do jeito que ela vai crescendo.
[56:40] Aí entra no refrão um pouco mais melódico assim.
[56:43] Acho que é uma música bem consumida, eu concordo, é uma
[56:45] das críticas que tava falando dessa.
[56:47] Eu acho que essa construção dos versos, da melodia dos versos, é
[56:50] é meio travada, meio esquisita. Não é só nessa música que tem em
[56:54] várias tem isso, mas nas melhores.
[56:57] Eles conseguem fazer essas transições para as outras partes
[57:01] serem sempre ficarem, ficarem sempre legais.
[57:03] Não vai ser em todas as músicas que isso vai funcionar tão bem,
[57:06] apesar que eu acho que em todas as músicas tem.
[57:09] Ideias muito legais assim que às vezes, às vezes ficam coesas, às
[57:13] vezes não, às vezes as dinâmicas ficam meio truncadas.
[57:16] Mas é uma música legal pra caramba, solo bom pra caramba.
[57:20] De fato, a gente tá pegando numa, apesar da letra tensa, a
[57:25] gente tá pegando uma música, eu acho uma música legal de cantar
[57:30] junto, de seguir junto assim. Agora o William talvez vai ser
[57:34] outra que ele vai, vai, não vai curtir a letra assim.
[57:38] Não é? Já já repudio de cara.
[57:42] É o tipo de contexto que que não me não me agrada.
[57:46] Mas aí só colocando um pouquinho mais de detalhe, eu sou bem
[57:49] fofoqueiro, né? Eu digo que não gosto de uma
[57:51] coisa e vou lá e coloco mais detalhe em cima, né?
[57:54] É o nome do do cara aí que matou as filhas se chama nasira Metz e
[57:59] ele as 3 filhas, no caso, elas tinham 874 anos.
[58:03] E tem um detalhe que vocês não citaram, que deixa a coisa com
[58:07] requintes de crueldade, ainda pior do que o fato em si, né?
[58:10] A mulher dele presenciou sem poder fazer nada.
[58:13] Eu acho que essa essa música assim, ela é bem rápida, ela ela
[58:16] é intensa, tem momentos mais urgentes e em relação aos
[58:20] anteriores, cara, eu acho que ela se sobressai, sabe?
[58:24] Ter umas passagens arrastadas também.
[58:26] O meu momento preferido é a parte do solo, que é onde a
[58:30] sonoridade me agrada mais. Tem um riff que vem na sequência
[58:33] dessa parte do solo que é bem legal, mas enfim, nada mais AAA
[58:40] pontuar assim, mantém, mantém o ritmo, tá legal?
[59:13] Sexta faixa and sedness will seaer isso aqui.
[59:17] É, por exemplo, a gente possa dizer que é a balada do disco.
[59:21] Talvez tenha uma outra mais pra frente ali, né?
[59:24] Essa aqui, como eu disse, é. A quarta, que eu acho das das
[59:28] melhores, né? Também é baseado em
[59:30] assassinatas. Aqui eu vou deixar para alguém
[59:31] falar depois, tá? Para de de trazer alguém.
[59:34] Traz a historinha. Aí, Gil Gomes da galera aí, vai
[59:37] lá. É um crime de intolerância, né?
[59:41] Vamos falar da letra ali. É falar de um crime de
[59:44] intolerância, que o assassinado da vez é o match, o Shepard, que
[59:49] era um estudante americano. Foi espancado, torturado e
[59:54] deixado para morrer assim, né? E isso tudo porque ele era gay,
[59:59] né? Então, além de crime de
[1:00:00] tolerância, mais uma vez a gente tá falando contexto dos Estados
[1:00:03] Unidos de 2005. É um contexto dos Estados
[1:00:06] Unidos, bem bastante conservador, por mais que o
[1:00:10] crime seja um crime que aconteceu em 98, o médio tá
[1:00:14] falando de coisas que os Estados Unidos estava vendo crescer, né?
[1:00:18] Imagina 20 anos depois, como isso piorou, né?
[1:00:21] Esse tipo de debate, de intolerância, das questões das
[1:00:25] intolerâncias, vai ser conservadorismo tosco que tá
[1:00:29] rico. Ele tá voltando no mundo agora,
[1:00:32] assim da música em si. Ela é uma música que eu me
[1:00:35] lembro um pouco mais cheinha no dia que ela é mais balada, o dia
[1:00:37] que é mais cadenciada, mais soturna, um pouco mais
[1:00:41] arrastada, um pouco vai ter uma balada mais pra frente no disco
[1:00:45] assim. Mas é uma música legal, eu gosto
[1:00:47] dela, o solo, acho solo legal, termina.
[1:00:49] É essa que termina com batuquezinho, né, que tem uma
[1:00:51] levadinha assim no bem, na saída dela, não sei se é essa, mas é
[1:00:57] uma música boa, eu gosto do disco.
[1:00:58] O disco vai vai manter no outro nível?
[1:00:59] Eu não acho que ela tão legais, tão legal quanto as anteriores,
[1:01:02] mas eu gosto da música assim. E aí, Bruno, você acha que tá na
[1:01:07] Quadra de melhores ou não? Não.
[1:01:11] É, cara, essa, eu acho, uma das mais chatas do disco.
[1:01:14] Cara, esse arrastadinho aí meio pseudo balada não é balada, mas
[1:01:17] também não é. É um mid tempo que não, não me
[1:01:20] pega. Eu não não curto muito não é?
[1:01:23] Ela tem um arranjo um pouquinho mais simples, ela tem um groove
[1:01:26] meio, meio, meio tribalzinho no verso cara, não sei se a hélio
[1:01:30] você tava comentando. Thiago, ele tem um de novo com
[1:01:34] 11 rabinho no. Numa território da vida, né?
[1:01:38] Sem sem os pratos é assim, não necessariamente território, né?
[1:01:42] Mas 11 groove de tom, mas cara, eu, eu não, não, essa não me
[1:01:47] pega, cara, não me pega de de dentro, dentro desse dessa
[1:01:53] sequência que tava vindo super bem, né?
[1:01:55] Eu acho que aí ela dá o disco, dá uma, dá uma caída,
[1:01:59] infelizmente, mas aposto que o William gosta dessa.
[1:02:03] Então, não fez meio estilo, viu? Já aqui já é mais no metal, mais
[1:02:07] lenta, tem umas guitarras com os rifes aí, até interessantes os
[1:02:11] timbres, tá, mas não me pegaram muito não, tá?
[1:02:14] Agora quanto a letra é, realmente é outra crueldade aí e
[1:02:17] só um detalhezinho a mais que do que vocês já falaram né?
[1:02:21] Que na verdade esse rapaz aí ele saiu, era a intenção dele era
[1:02:25] sair com um amigo pra ir pra um bar pra eles beberem e tal pra
[1:02:29] comemorar. Não sei o que que eles tinham em
[1:02:30] comum lá, alguma coisa que eles faziam.
[1:02:34] É, mas na universidade, sei lá. E aí o amigo dele não pôde ir e
[1:02:38] ele foi sozinho, né? Aí chegou nesse bar, 2 caras se
[1:02:42] aproximaram dele, começaram a conversar com ele e, tipo assim,
[1:02:46] ele acabou caindo no papo dos caras.
[1:02:48] Os caras resolveram fazer assim por maldade.
[1:02:50] E os pais dele só reconheceram ele depois pela pelo aparelho da
[1:02:57] que ele tinha nos dentes, assim de tão espancado que ele.
[1:03:00] Os caras enrolaram ele numa seca do Arame farpado, assim fizeram
[1:03:03] um Monte de barbaridade com. Ele.
[1:03:05] Ele foi largado, né? Foi.
[1:03:07] Ele foi largado 6 dias depois, né?
[1:03:09] Deu um fato, né? Muito triste, muito triste
[1:03:13] mesmo, tá? Mas enfim, igual a música.
[1:03:18] Não, não me pegou muito não, tá? Mas só por uma questão de
[1:03:22] preferência de som que eu tenho, não estou dizendo que ela é
[1:03:25] ruim. Vou acrescentar aqui, então é
[1:03:28] porque Na Na letra. Essa aqui, quando eu vi a letra
[1:03:32] também não me não, não entendi muito até eu pegar Oo ocorrido
[1:03:37] mesmo, né? Mas ali na letra que ele usa,
[1:03:40] ele usa falando da da cerca, né? Que a que o chapard ficou aí, no
[1:03:44] caso o chapard pode ser interpretado na letra como um
[1:03:47] pastor, né? Mas o literal seria Oo sobrenome
[1:03:51] da pessoa, é, e ele também cita Oo espantalho, né?
[1:03:56] Que foi o dito da primeira pessoa que encontrou ele.
[1:03:59] Caído no chão ali, que achou de longe que era um espantalho na
[1:04:03] cerca, né? Que também tá incluso aqui na
[1:04:06] letra. E aparentemente Elton John fez
[1:04:09] uma música é baseada nesse nessa história aí também, que chama
[1:04:14] American triangle. Não ouvir a música, deixa para
[1:04:17] ouvir depois. E aí a gente comunica no grupo
[1:04:20] para quem tiver lá para ver se é legal e vale a pena.
[1:04:23] Bom gancho bom gancho para o grupo.
[1:04:25] Cara, e você? Você comentou o Lucas do do do
[1:04:27] sheper como pastor. Ele tem essas metáforas aí de
[1:04:30] over ele aí, de de lobo, né? Na letra, além do do pastor, né,
[1:04:35] que tem AO cordeiro, ainda tem os lobos que que atacaram
[1:04:39] ovelha. Verdade, cara, não lembrava.
[1:04:41] É, eu tava achando até que era uma fábula quando ele tava
[1:04:44] colocando sobre intolerância, até na hora que eu vi que ele
[1:04:47] colocava as horas. Muito certinhas ali do dia.
[1:04:51] Deve passar. Não deve ser fato real também,
[1:04:53] né? Daí depois eu fui procurar essas
[1:04:54] informações. Sétima faixa, becoming the
[1:05:24] Dragon. É aqui é uma das que eu menos
[1:05:29] gosto do álbum, talvez porque ela seja uma das que tem menos
[1:05:34] elementos melódicos. É o tema da música.
[1:05:38] Fala sobre a lenda do do core, né?
[1:05:41] Da da carpa que se transforma num dragão.
[1:05:44] Essa parte eu acho mais legal. Gosto de cultura japonesa tem no
[1:05:47] cavaleiro do zodíaco, então me remeteu alguma coisa, por mais
[1:05:52] que a letra, não a música em si eu não curta tanto, né?
[1:05:56] É? E fala sobre Liberdade, é uma
[1:05:59] das poucas que ele usa. Mais cultural ali no meio da
[1:06:02] música também é, mas não tenho muito mais pra falar dela, não.
[1:06:09] O Thiago curtiu um pouquinho mais que eu essa daí.
[1:06:14] Então, não, não é das minhas favoritas do disco, mas não é
[1:06:17] exatamente pelos mesmo motivos que você coloca assim, agora,
[1:06:20] engraçado que esses elementos são os elementos que fizeram
[1:06:22] essa. Essa é a música mais tocada do
[1:06:24] disco. Ah, o Trivium não u não toca
[1:06:26] tanto músicas desse disco e normalmente essa é uma delas.
[1:06:29] SE enten, são as 2 que normalmente acabam aparecendo no
[1:06:32] set de vez em quando. Mas eu acho que o problema dela
[1:06:36] é aquilo que eu que eu tinha falado das transições.
[1:06:39] Eu gosto das partes, mas eu acho que elas estão muito truncadas.
[1:06:42] Eu acho que a essas transições não é que não funcionam bem, mas
[1:06:47] poderiam ter sido um pouco mais bem feitas assim, a letra.
[1:06:51] Pelo que eu entendi do match heff, ele usa essa metáfora, ele
[1:06:55] usa essa parte da lenda como se fosse uma.
[1:06:58] Basicamente uma letra de autobiográfica dele, né?
[1:07:01] Essa dele se transformando no dragão, também de ele encarando
[1:07:05] as dificuldades que ele tem, das críticas, que ele sofria muito.
[1:07:09] Isso, acabou tendo essa pegada Pra Ele na hora de fazer a
[1:07:11] letra. Mas eu acho uma música que acaba
[1:07:13] sendo legal assim, e eu gosto bastante da parte final dela,
[1:07:18] né? Que ela entra, aquele final que
[1:07:19] entra refusão malvadão bem quase Sabá no final vai ter solo de
[1:07:23] baixo. Acho que ela termina legal
[1:07:25] assim. Mas assim eles tentam às vezes.
[1:07:28] Eu acho que eles estão tentando fazer alguma coisa meio o
[1:07:31] emperor, meio kingday, um Monte mesmo fat, meio anyrelator
[1:07:34] aquele o core fala que estava ouvindo muito na época de fazer
[1:07:38] as músicas terem. Partes diferentes que vão se
[1:07:41] alternando e vão se construindo. Mas eu acho que faltou tempo pra
[1:07:45] amadurecer. Não sei se o Bruno, que gosta
[1:07:48] bastante de dinâmica, vai poder dizer mais sobre isso.
[1:07:52] Cara, é, eu gosto, mas eu eu concordo que as dinâmicas aqui
[1:07:58] não são tão azeitadas, né? As transições realmente são são
[1:08:03] meio abruptas, né? De novo, um minuto e 30 anotem
[1:08:07] aí a faixa da daquela guinada. Né, eu, mas mas eu eu gosto
[1:08:13] bastante dessa faixa aí, cara, né?
[1:08:15] Ela, ela, não sei, eu, eu, ela é uma que pra mim tem um pouco de
[1:08:21] característica do never mor de novo, né?
[1:08:23] Nesse caso, não só pelas escalas de minutos.
[1:08:25] Acho que eles tinham tinham ouvido bastante Oo Jeff lumi
[1:08:29] nesse nesse período aí, né? Acho que tem um pouco do do do
[1:08:34] que o Lucas falou de. De mitologia do do Japão, Oo Mac
[1:08:39] rif acho que ele tem ascendência oriental, né?
[1:08:42] Ele nasceu no. Japão Ah, ele é japonês mesmo?
[1:08:46] Achei que nasceu no Japão, deve ter mudado cedo, mas ele nasceu
[1:08:49] no Japão. É uma boa?
[1:08:52] É. E assim, eu, eu gosto pra
[1:08:54] caramba, cara, da dessa faixa aí, diferente de vocês.
[1:08:57] Pra mim, ela é um dos destaques do disco.
[1:09:00] Não sabia que ela era tocada no show.
[1:09:01] Thiago, então. Eu estou com com o povo aí,
[1:09:04] cara, sabedoria. Não é sempre que eles tocam no
[1:09:07] show, mas quando eles vão tocar alguma música do crusade, ou é
[1:09:10] essa ou é a anthem. Assim Haro sair dessas 2, mas
[1:09:16] normalmente eles não tocam nada do crusade.
[1:09:20] É o disco que tinha que ser feito, mas não toca e cara
[1:09:23] assim, antes do Lucas falar desse desse tema de de mitologia
[1:09:27] da capa e tal. Na minha cabeça existia 11.
[1:09:30] Pezinho de de never more também com a River Dragon, né?
[1:09:33] Que ele fala do do do dragão no Rio.
[1:09:35] Mas aí eu tô entendendo que a capa fica no Rio de qualquer
[1:09:37] jeito. Então eu tava pensando errado.
[1:09:41] E aí agora chegou a hora de passar a bola para o William
[1:09:44] falar que IA ser A Favorita do disco dele.
[1:09:46] Não. A Favorita do disco ainda vai
[1:09:48] chegar, mas não essa. Olha, gostei, gostei.
[1:09:52] Eu acho que ela deve funcionar muito bem ao vivo.
[1:09:54] Bom saber que eles tocam, porque já foi um comentário que eu.
[1:09:58] Que eu fiz questão de de, de de anotar aqui pra fazer pra vocês,
[1:10:01] porque deve funcionar bem. Ela é poderosa pra caramba,
[1:10:05] cara, é pesada, é rápida, tem uma cozinha aqui que é matadora,
[1:10:10] as guitarras são destaque à parte, principalmente no timbre
[1:10:13] delas. Tem uma desacelerada ali após os
[1:10:15] 3 minutos que ela é bem foda, sabe?
[1:10:17] Tipo, eu já comecei a imaginar os cara tocando isso aqui ao
[1:10:19] vivo, então é uma música assim pra você ouvir notá lo sabe de
[1:10:24] preferência com uma boa dose de graves aí no Equalizador do teu
[1:10:27] som. Muito boa aí, está vendo ou?
[1:10:30] Foi mal? Não, não, não.
[1:10:34] Então tá tudo certo, tá tudo bem.
[1:10:36] Jamais. Tu acha que eu faria isso com o
[1:10:37] Lucas, cara? Com o Lucas?
[1:10:39] Tu acha mesmo que eu daria esse tratamento para ele?
[1:10:41] Cara que sempre respeitou nossas opiniões no grupo lá e tudo,
[1:10:45] cara. Especialmente para o Lucas, né?
[1:10:47] Não? Que ele não respeite, né?
[1:10:49] Ele só ignora. Eu tô calma esses dias no grupo,
[1:10:52] né? Tá, tá bastante.
[1:11:21] Oitava faixa. Agora entrou no Ghost, né não,
[1:11:32] essa aqui também não é das minhas favoritas, tá?
[1:11:37] Eu acho que são as 2 câmeras, gostam, junto, publicando the
[1:11:39] Dragon é, tem um trecho ali no meio que ele usa um pouquinho de
[1:11:44] gutural também, né? Mais uns.
[1:11:47] É mais um trechinho, não é? Acho que não é nem 111 verso
[1:11:51] inteiro, é alguma algumas palavras que ele fala ali no
[1:11:53] meio. Mas também não tem nada que me
[1:11:57] atrai. É uma música mais rapidinha
[1:11:58] também. É nada de novo aqui no meio.
[1:12:03] Então, das que eu menos gosto, brunão, vai lá.
[1:12:07] Essa aí tem clipe, né, cara? Você não assistia não?
[1:12:10] Ele falando Ah, essa aqui é uma música de trash.
[1:12:12] Quero ver galera se quebrando aí.
[1:12:15] Quero ver. Um mover nessa parte, não.
[1:12:18] Mas, cara, é essa essa faixa aí é uma que.
[1:12:21] Sei lá, eu acho que eu curtia mais, mas acho que esse, essa
[1:12:24] pegada meio tuff Guy da da música me me desanimou um
[1:12:28] pouquinho, né? Que é, sei lá, ela é como se
[1:12:30] fosse 11 tentativa de fazer uma domineixa do Pantera.
[1:12:34] Sei lá, cara, um negócio mais rápido que tem um breakdownzão
[1:12:37] com solo e a letra, cara, se eu vou quebrar todos os nossos da
[1:12:42] sua cara, se você se meter comigo e com a minha vida, né?
[1:12:46] Acho meio meio não sei. Acho que essa música não
[1:12:49] envelheceu bem, né? Então eu acho que a letra dessa
[1:12:54] música ali, eles estão falando dos stro online.
[1:12:57] Acho que eles estão meio que xingando essa galera que entra
[1:13:02] em na época fórum, né? Mas agora rede social ou até
[1:13:06] jornalista de repente que entra para fazer toda a crítica
[1:13:10] virtual e está falando, se eu te encontrar pessoalmente, eu vou
[1:13:13] pegar na porrada, sabe? Do tipo você não se garante.
[1:13:17] No físico você não se garante exatamente, sabe?
[1:13:21] Tipo, você fica jogando suas decepções em cima de mim ali,
[1:13:24] todas as suas frustrações na vida, você fica me criticando,
[1:13:27] mas se eu te encontrar, se te encontrar na rua, você vai ver o
[1:13:29] que eu faço com você, entendeu? Não boboca, né?
[1:13:33] Isso idiota. A letra é idiota nesse ponto.
[1:13:37] Seja com online troll, seja com o stro online, seja com
[1:13:41] jornalistas, seja com hater, seja o que for, não é isso.
[1:13:44] Não adianta nada você fazer letra xingando as pessoas assim,
[1:13:48] mas aí acho que eles quiseram fazer uma letra, uma música
[1:13:51] pancadaria, eu vou fazer uma letra sobre pancadaria aqui que
[1:13:54] me dá raiva, eu vou com que letra que eu faço pra encaixar.
[1:13:58] De fato, é uma das músicas mais tocadas do disco deles.
[1:14:01] Assim, acho que talvez por ser rapidinho, de repente aquele
[1:14:03] momento domination mesmo da Pantera, vamos lá, pau isso daí
[1:14:06] tudo e termina. Termina rápido.
[1:14:08] Eu não preciso ensaiar muito, porque é 1234, a gente se
[1:14:11] encontra no fim, então é, mas isso passa rápido também, né?
[1:14:18] Não perde muito. Eu não não me ofende, mas também
[1:14:22] não pede nem cheira assim. Maria William é A Favorita do
[1:14:26] William, é essa. Né, agora vai.
[1:14:29] Ainda não. Mas pra mim, cara, eu notei esse
[1:14:34] estilão Pantera é um Speed metal com Pantera, sei lá, deixou com
[1:14:40] ficou bem animal, cara, eu gostei da faixa, viu, é bem
[1:14:42] gruvada, me prendeu bem atenção em relação AA as outras, né?
[1:14:47] Essas passagens eu acho que deve ser muito foda ao vivo também.
[1:14:51] Já fiquei imaginando os mach pits ali.
[1:14:53] EE cara, eu vou deixar registrado aqui que o Travis
[1:14:56] Smith me prende mais uma vez a atenção, né?
[1:14:58] Como ocorreu em todo o disco. Até pra não ficar citando em
[1:15:01] tudo, né? Então pra não ficar tão
[1:15:02] repetitivo, né? Mas aqui esse cara arregaça
[1:15:05] velho, que que faixa boa. Eu, eu li esses dias, cara.
[1:15:10] O cara falando um negócio que achei engraçado demais.
[1:15:12] É bem coisa de de velho truzão, né?
[1:15:15] Que. Não gosta de Circle Pitt só quer
[1:15:18] mosh Pitt, cara, porque essas bandas novas a galera só fica
[1:15:21] correndo em círculo, não, ele quer a galera se quebrando
[1:15:24] mesmo, cara, são só, lembrou. Você no show do Mano, orbe?
[1:15:27] Não é então o roda master aqui? Nona faixa, diz Word.
[1:16:07] Eu vou chutar aqui. Acho que essa aqui é A Favorita
[1:16:09] do William, né? Mas a gente vai descobrir daqui
[1:16:11] a pouco. Sim, da nona para a 13ª.
[1:16:13] Falta pouco, né? 1 hora, se só se é.
[1:16:15] Quase. De tanto insistir, 1 hora só de
[1:16:18] canela. É bom, então eu vou chutar aqui.
[1:16:21] Essa daqui é a que o pessoal tava falando, que é considera
[1:16:24] mais uma baladinha do que AA. Cenas usir, né?
[1:16:29] Então uma música um pouquinho mais acessível, vamos dizer, tão
[1:16:33] acessível quanto o ar. The fire, talvez.
[1:16:36] É música, fala, eu vou chutar aquela fala de amor também, né?
[1:16:42] Pela letra que me parece, né? Fala né, que o é que Oo mundo tá
[1:16:49] uma bosta, tá tudo cagado, mas a gente tá junto aí e vai superar.
[1:16:56] É, eu gosto da música, não é das que me mais pega, mas esse álbum
[1:17:01] inteiro aqui, né? Oo eu tenho um problema com esse
[1:17:03] álbum. Que eu não guardo muito é, eu
[1:17:07] tô, se eu tô ouvindo uma música desse álbum aqui, às vezes eu
[1:17:10] puta, que música que é essa? Tipo, eu não guardo AAO nome da
[1:17:13] música desse álbum, não sei, é especificamente desse álbum que
[1:17:16] as coisas não ficam bem guardadas na minha cabeça, né?
[1:17:19] Então é reouvindo todo ele hoje eu claramente conheço todas as
[1:17:24] músicas de ter ouvido muitas vezes, né?
[1:17:27] Mas é nessa aqui, não é aquela música que pô, quero ouvir de
[1:17:30] novo, me pega pra caramba. Diferente de algumas outras aí,
[1:17:34] né? Mas é uma baladinha do alma.
[1:17:36] Então pra vocês é, vai lá, Thiago, manda ver.
[1:17:41] É a baladinha do disco também. Era aquela que eu falei, essa
[1:17:44] sim, é a balada agora e a letra assim, eu tinha entendido que a
[1:17:49] letra era uma letra que estava escrevendo pra esposa dele
[1:17:51] assim, né? Basicamente e.
[1:17:55] Fui procurar umas entrevistas dele da época e ele ele não fala
[1:17:59] expressamente sobre essa música, mas ele diz que na turnê da
[1:18:02] sandance ele tava doidaço assim, sabe?
[1:18:04] Sobreviver o sexo, drogas e rock in roll pesadamente até ele
[1:18:08] perceber que que não tava levando pra lugar nenhum assim.
[1:18:12] E como essa música disco logo depois da sandance provavelmente
[1:18:16] esse i was oempt esse off love in be for Wall oak me.
[1:18:19] Ele tava falando de ter encontrado essa mulher que
[1:18:22] talvez seja a esposa atual dele, ou foi a namorada da época que
[1:18:26] tirou ele dessa vida de loucura, da sensação.
[1:18:28] Música é uma música legal, bonitinha assim.
[1:18:31] Eu não acho. Eu acho ela boa, mas não acho
[1:18:34] que é das melhores do disco. Mas talvez aí agora a gente vai
[1:18:39] entrar na ala hard rock do grupo.
[1:18:42] Talvez o Bruno vá acompanhar o William como favorito do disco
[1:18:47] assim. Nossa, não, cara, eu acho essa
[1:18:50] música melosa muito no mau sentido.
[1:18:53] Não, não gosto muito não. Acho que ela tem esse lance da
[1:18:56] da de de ser Oo limite de melosidade de um metocor assim,
[1:19:02] né? Eu não, não, não, não curto.
[1:19:05] E eu, cara, a minha leitura da letra foi parecida com a tua,
[1:19:08] Tiago, eu eu até notei que era como se fosse Oo Ozzy mandando
[1:19:12] uma letra pra Sharon, sabe? De porra, tava No No, se não
[1:19:17] fosse a Sharon, ele IA ter ido pro pro buraco, né?
[1:19:20] E aí ela salvou. E agora tem o amor eterno.
[1:19:24] É, mas não, não, essa não é a minha favorita não.
[1:19:28] Mas agora chegou A Favorita do William, com certeza.
[1:19:30] Vocês querem o que querem que ela seja, né?
[1:19:34] Mas é. Essa é a música favorita pro
[1:19:36] disco. Finalmente chegou eu.
[1:19:41] Sabia? Cara, talvez aqui essa música
[1:19:46] mais acessível, e eu acho que os rifes me pegaram bastante pra
[1:19:51] mim, são eles que conduzem a música de uma maneira que me
[1:19:54] agrada demais. É quase como se eles estivessem
[1:19:57] cantando pra você a música, os solos dela, eles estão pra mim
[1:20:02] entre os melhores do álbum. Então o que faz dela a minha
[1:20:06] preferida foi a que eu mais gostei.
[1:20:08] Eu dei uns plays nela, além do do do da audição completa no
[1:20:12] álbum algumas vezes. Tá e hiricamente eu até nem fui
[1:20:17] muito pela letra, não foi por causa da letra não, tá?
[1:20:19] Mas tem, tem sim, tem versos aí como todo ódio nesse mundo, não
[1:20:24] pode nos separar, esse amor é pra sempre, tá?
[1:20:26] Então talvez pra alguns possa ser meio piegas assim, mas eu
[1:20:31] vou ser bem honesto pra vocês, eu não considero nenhuma balada
[1:20:35] isso aqui, tá? Isso aqui Pra Mim Não É balada
[1:20:37] não, isso aqui é uma música muito acessível, uma música
[1:20:41] legal assim, uma música boa. Mas longe de ser balada, tá?
[1:20:45] Balada para eles, com esse estilão aqui, balada para mim,
[1:20:48] cara, balada para mim, balada para mim é, o chão fede, a
[1:20:52] cerveja choca é, mas botequim assim é.
[1:20:57] É coisa pesada, cara. O chifre queima ali, não é, não
[1:21:01] é. Isso aqui para mim é coisa.
[1:21:04] Tem que passar longe. É tipo você pegar Oo nem
[1:21:07] fetamine lá como balada também é a mesma live.
[1:21:11] Meter Crazy, cara, o cara trouxe a balada black metal aí?
[1:21:14] Tá em outro patamar agora. É.
[1:21:18] Muito bom é, mas é uma balada dentro do contexto do disco, né?
[1:21:22] Assim, dentro do contexto da banda.
[1:21:25] É porque se você for parar pra pensar assim, é o exercício que
[1:21:28] eu tento fazer é, é uma balada para a banda?
[1:21:31] Em relação ao que ela faz, aí eu até posso olhar por essa
[1:21:35] maneira, mas tirando isso, eu não eu quando eu a ouvi, eu não
[1:21:40] a percebi como uma balada, não tá?
[1:21:42] Talvez a letra dela sim, é uma letra que fala de amor e tudo,
[1:21:45] né? Uma declaração de amor e tal de
[1:21:47] ir até o fim, mas a música em si não tá?
[1:21:51] Isso é muito subjetivo para mim. E é que o pega o menor, por
[1:21:55] exemplo, lá do daquele álbum lawder Dan heal, daquela curidge
[1:21:59] isso é balada para vocês? Então.
[1:22:04] Você vê? Que mesmo, então?
[1:22:08] Você vê que mesmo pra um, pra uma banda, como o menor, quando
[1:22:11] os caras não, nós faremos uma balada.
[1:22:14] É uma balada mesmo, é a letra. Aí entra cada um entra no seu
[1:22:19] mérito aí, mas ela é uma balada? Já que não, eu acho que não é
[1:22:23] como eu não conheço outras deles.
[1:22:25] E se eu ouvir dos outros 2 álbuns, 3 álbuns que eu ouvi?
[1:22:28] Acabei não assimilando, então eu vou deixar passar.
[1:22:31] É, eu vou colocar um texto assim.
[1:22:33] Se a gente pensar que é uma banda bastante influenciada por
[1:22:36] Metallica nesse disco, é, mas é. É como se a gente fosse discutir
[1:22:40] esse efeito. To black e o welcome welcome
[1:22:44] home são baladas ou não assim? Eu acho que o welcome home não
[1:22:47] é, mas essa aí vai ficar pra uma discussão aí do do master.
[1:22:52] Eu acho que não é uma balada, minha opinião.
[1:22:55] Então, dentro do disco seriam, né?
[1:22:57] E talvez não sejam baladas se você for colocar do lado de
[1:23:01] loftwater exatamente. Mas dentro do disco ele funciona
[1:23:08] como uma balada, aquele respiro melódico mais bonito assim.
[1:23:12] Exato, é isso aí. Vale o episódio o que é balada,
[1:23:15] né? O que é balada?
[1:23:19] É uma discussão tensa, essa assim.
[1:23:44] Décima faixa é uma das. Que eu mais gosto do do álbum
[1:23:49] também, então saindo daquelas lá de cima na parte de baixo.
[1:23:53] É uma das que eu mais gosto, acho dos melhores rifes do da do
[1:23:59] álbum. Solinho muito, muito, muito
[1:24:01] legal. Tem 1 hora meio cavalgadinha
[1:24:04] também ali remete o Iron Maiden, é essa aqui eu converso que eu
[1:24:09] não lembro do da letra dela também, no que que ela fala, mas
[1:24:12] é uma das mais divertidinhas para mim do álbum também.
[1:24:16] Ô Bruno, curte isso daí? Curto bastante, cara, é?
[1:24:22] Começando pela letra, pra mim é uma letra sobre um ataque de
[1:24:24] pânico, é 11 lance de de ansiedade, né?
[1:24:29] E aí, OOO, Flu é de de choro mesmo, cara, você aguentar esse
[1:24:35] choro aí, atravessar EE, superar o teu ataque de pânico, né?
[1:24:40] Eu acho. O verso dessa música tem uma
[1:24:42] cara de metálica do futuro, metálica Moderna, cara tipo 70 e
[1:24:47] Sven de to seasiness esse tipo de coisa, né?
[1:24:50] Acho que é um. Uma coisa que o Metallica
[1:24:52] focaria mais, que eu não acho melhor do Metallica, mas aqui,
[1:24:56] nesse nesse nessa faixa, tá legal, né?
[1:24:59] Ela tem uma ponte que é cara, mas totalmente baseada na escala
[1:25:04] de minuto de novo, né? Eu não fiquei sinalizando todas
[1:25:07] as faixas, mas aqui é muito descarado, né?
[1:25:09] OOOA ponte inteira assim em cima disso.
[1:25:14] E eu curto OOO refrão, o acelerado aço, né?
[1:25:17] Ela tem uma dinâmica um pouquinho diferente.
[1:25:19] Geralmente o refrão do trigo dá uma desacelerada que ele vai
[1:25:22] para o frenesi e cara, é dessa. Assim, talvez até pelo contraste
[1:25:28] de vir depois de desporto center.
[1:25:30] Sua parte é, ela ganha 11, potência muito boa para mim,
[1:25:34] cara, eu gosto bastante dela. Eu acho que agora é A Favorita
[1:25:38] do William. Favorita já foi, cara.
[1:25:42] Já foi, mas aqui tem passagens muito boas, viu?
[1:25:46] Principalmente quando dá ela dá uma acelerada e eu acho que
[1:25:50] deixa ela mais intensa, né? E propícia quando você tá algo
[1:25:53] assim de tá afim de algo mais energia pra ouvir né?
[1:25:56] Que faça agitário e tal e bons rifes uma batera aí que sem
[1:26:00] comentários aqui já Um Par de bumbos, vamos assim dizer, né
[1:26:05] cara? Muito boa, muito boa a faixa.
[1:26:09] Bolson madem pra caramba, né? Paulo, é muito.
[1:26:13] Eu tive essa sensação e o refrão é bem Power metal assim, mas eu
[1:26:19] achei muito nos solos. Eu tive aquela cavalgada made,
[1:26:23] eu falei, não, isso é muito euro made na hora que eu estava
[1:26:25] ouvindo. Ah, então tá bom, leva você do
[1:26:27] Estevão, então? Boa música também.
[1:26:57] Fazia tempo que a gente não falava de um assassinato, né?
[1:27:01] Voltamos agora. +1 + 1 mas. Esse bom aqui?
[1:27:11] Também não é não é a música que mais me anima No No álbum eu
[1:27:15] gosto, ouço bastante, tá ali nas playlists, mas mas não, não tem
[1:27:24] mais, é isso. Não tenho muito pra falar dela,
[1:27:27] é, mas vou, então eu vou aproveitar pra aproveitar e
[1:27:29] falar do do tema, vai. Essa aqui foi a morte do Amadou
[1:27:35] de alô, né? É Nova Iorque, se não me engano.
[1:27:40] Não lembro a data, porque eu não anotei aqui.
[1:27:42] É que foi morto por 4 policiais com 41 tiros, né?
[1:27:48] Os 4 policiais são os chamados dos por protectores na letra da
[1:27:53] música é, e aqui foi um caso de estavam procurando alguém,
[1:28:00] acharam esse cara aí, acharam que ele IA sacar uma arma, ele
[1:28:03] IA sacar a carteira. Atiraram, mataram o cara.
[1:28:07] É, ele era. Ele tinha uma outra
[1:28:10] nacionalidade. Ele não era americano, né?
[1:28:11] Alguém lembra? Da Libéria, da Libéria, foi pra
[1:28:18] Guiné depois e imigrou pros Estados Unidos, mas acho que 96
[1:28:22] ele tinha ido pro Estados Unidos.
[1:28:24] Bom, e aqui eu vi que, né? Obviamente deu polêmica lá na
[1:28:28] época, como tudo nos Estados Unidos, que acontece de ruim e.
[1:28:33] Falaram que aqui teve uma grande revisão sobre procedimentos
[1:28:37] policiais, né? Depois, é, inclusive, um dos
[1:28:40] principais mudanças foi a mudança do tipo de bala que eles
[1:28:44] usam no armamento deles, né, que é uma arma que causa menos a
[1:28:48] bala, que causa menos ferimento do que as as balas que eram
[1:28:53] usadas anteriormente. É, mas claramente, se você pega
[1:28:58] o cara com 41 tiros, somente você vê que tem alguma coisa.
[1:29:03] Algum problema aí, né? Que não faz sentido?
[1:29:06] Acho que 2 é o suficiente pra você dar um jeito de alguém.
[1:29:10] Agora, 41. Esses 4 caras não estavam com
[1:29:13] boas intenções, vamos dizer. O.
[1:29:17] Tiago está fazendo uma carinha aqui.
[1:29:19] Como uma é, se não vou colocar porque essa música assim, AA
[1:29:22] história acaba sabendo, porque como foi de Bruce Springsteen,
[1:29:24] ele tem uma música que chama forty one shots, que é sobre
[1:29:26] esse crime também. E não só ele tem muita música
[1:29:29] sobre essa música, inclusive Public Enemy, The Strokes, um
[1:29:33] Monte de gente tem letras sobre esse assassinato.
[1:29:36] Foi uma coisa que ficou foi bem marcante nos Estados Unidos,
[1:29:40] aconteceu porque foi aquilo, né? Não, você não tem desculpa,
[1:29:43] precisa dar 41 tiros pra matar uma pessoa que estava desarmada
[1:29:46] e aí eles tentaram falar que estava armado, tentaram.
[1:29:49] Aquela coisa, Ah, era um parecia um suspeito de um estupro de um
[1:29:52] outro momento. Então foi muito tensa essa
[1:29:55] história assim da história do Bruce sprenting com essa música.
[1:29:58] O Bruce sprenting vai tocar essa música pela primeira vez.
[1:30:01] Ele lança essa música ali quando ele vai tocar em Nova Iorque,
[1:30:04] que dá comoção por isso o pessoal falando, pedindo para
[1:30:07] ele não tocar, ele vai lá e toca em Nova Iorque.
[1:30:09] Essa música que gera reclamação, os fãs que viram as costas saem,
[1:30:14] viu todo um problema quando o Bruce printing for The One shot.
[1:30:18] Voltando pro trivel, né? Infelizmente vamos voltar pro
[1:30:20] trivel. Não vamos falar de Bruce pink,
[1:30:24] mas assim eu vou falar que é uma música que eu gosto, mas é uma
[1:30:27] das músicas que eu acho que sofre com aquele problema que eu
[1:30:29] tô dizendo das das das transições truncadas, as
[1:30:32] transições abruptas, as músicas não serem as partes não são tão
[1:30:36] bem encaixadas assim. Eu gozo a música, acho que é uma
[1:30:39] música pesada, tinha que ser uma música pesada, tinha que ter uma
[1:30:41] música agressiva pra tratar desse tema.
[1:30:45] Então eu acho que o trivial entrega uma música dentro
[1:30:49] dessas, dessa peso. Acho que talvez uma das músicas
[1:30:52] que vá, tem 1 hora que lembra até Pantera um pouco pra mim
[1:30:57] assim, o jeito que a música é furiosa, mas aquilo eu acho que
[1:31:02] ela tem um pegado, ela tem partes muito legais, mas mais
[1:31:05] uma vez eu acho que falta coesão pra essa música ter chegado no
[1:31:08] potencial que ela poderia ter chegado.
[1:31:10] Mas é uma música boa, eu gosto dela assim, não sei se o Bruno
[1:31:13] vai. Dizer que as dinâmicas dessas
[1:31:16] são boas? Assim, então, de novo, cara, eu
[1:31:19] acho o verso dela estranho, né? A melodia de voz, a introdução
[1:31:24] dela é pra mim é muito nevermore, wanna be cara, as 7
[1:31:28] cordas ali pra mim eles estavam querendo muito fazer um negócio
[1:31:31] tipo tipo nevermore. Recomendo que vocês escutem com
[1:31:34] esse ponto de vista depois, porque pra mim é é bem nítido,
[1:31:38] né? E cara, aqui acho que É Ela é um
[1:31:42] pouco mais. Prototípica do do do Trivium,
[1:31:45] né? Saindo da threat fluus que o
[1:31:47] refrão é é é frenético, aqui ele vai diminuindo, chega no refrão
[1:31:52] que é um pouco mais cadenciado, é um pouco mais cantável,
[1:31:55] acelera de novo, depois eu, eu gosto, cara, eu gosto dessa
[1:31:58] faixa, acho que ela é, apesar de de ser meio clank, né?
[1:32:02] De de ser meio truncada assim, acho que que fica legal, cara,
[1:32:06] eu curto pra caramba os hifes dela e da letra vocês já
[1:32:10] comentaram tudo, cara, é? É aquele absurdo com 1000000 de
[1:32:15] músicas. Merecidamente, né?
[1:32:16] Pra não deixar esse negócio morrer, o que você acha dela?
[1:32:19] O William é só favorita, né não? Não, essa hora só estou torcendo
[1:32:24] pra quem? Aqui?
[1:32:26] Desculpa, mas então, mas assim, ó, vamos lá, aqui a gente tem
[1:32:34] outro caso de assassinato e é isso que eu disse lá no passado,
[1:32:37] né? As músicas com esse tema aqui no
[1:32:39] disco, elas tendem a. A de contar assim a história,
[1:32:43] mas também a criar aquele clima, né?
[1:32:45] Tenso pra pra isso então. Mas então essa faixa ali, ela
[1:32:49] tem passagens legais aqui e ali, mas no geral não me agradou
[1:32:52] muito não, tá? É só isso que eu queria
[1:32:54] comentar. Longe de ser o das das melhores,
[1:32:57] mas também não, não é a pior. 12ª.
[1:33:34] The Rising, essa aqui também me me me pegou No No Iron Maiden
[1:33:42] dele aqui não sei se no salinhos ou nos rifezinhos ali mais pro
[1:33:45] meio. É, mas o salinho, o salinho,
[1:33:50] não, perdão, o rifezinho no começo.
[1:33:52] Bem legal é, tem clipe também, mais um clipe mais ou menos é,
[1:33:59] mas é só uma só, mais uma que, né?
[1:34:02] Aqui tem algumas que vão seguindo, vão seguindo um padrão
[1:34:08] de eu acho que ela não tipo, não cai nada, né?
[1:34:11] Mantém o nível, mas elas não tem.
[1:34:12] Como eu disse, esse álbum é o que eu mais escuto do do trivel.
[1:34:16] Mas eu sei com certeza que ele não é o melhor do potencial dos
[1:34:21] caras, né? Então ele ele tá tá no
[1:34:24] nostálgico, ouço bastante, mas não tem em algum muitas faixas.
[1:34:29] Não tem nada demais pra falar nelas, né?
[1:34:31] Essa aí é mais uma no caso. É muito louco desse disco que a
[1:34:35] lembrança que eu tenho dele é de ser um disco longo assim, e
[1:34:39] quando eu tava ouvindo ele hoje, basicamente.
[1:34:42] Eu não tive essa sensação dele ser tão longo assim.
[1:34:44] Talvez porque eu tivesse ouvindo com atenção o tempo todo
[1:34:47] pressando tá achando que as músicas estavam indo até eu
[1:34:50] tinha a impressão dele ser mais cansativo de chegar no final.
[1:34:54] E hoje eu não tive tanta essa sensação.
[1:34:57] Mas, de fato, as músicas. Eu ouvi 3 vezes o disco hoje,
[1:35:03] achei as 3 foram sossegadas assim de chegar no final e.
[1:35:09] Assim, acho assim, não é das melhores músicas do disco, é
[1:35:13] essa the Rising. Mas eu não acho que tá longe de
[1:35:14] ser uma música ruim, mas eu acho que a única coisa digna de nota
[1:35:17] pra mim desse disco é que eu acho que os solos do produtor
[1:35:19] são muito piores que os solos da banda.
[1:35:22] Assim, beleza, ser dono do estúdio tá ajudando a gente pra
[1:35:25] gravar todas as coisas, mas eu acho que você não não colocar
[1:35:30] você pra fazer solo ali foi meio tiro contra.
[1:35:35] Eu comecei a rir no começo, antes de começar a falar, porque
[1:35:38] eu achei legal Oo engraçado o Lucas falar do clipe mais ou
[1:35:41] menos. Essa busca não vale nada.
[1:35:47] Cara, que merda. Brincadeira da parte.
[1:35:52] Me desculpa, eu não pude resistir.
[1:35:56] Vai lá, Bruna. Ah.
[1:35:59] Cara, essa aí? Pelo que eu entendi, nem o match
[1:36:03] riff curti, né? E a galera da.
[1:36:05] Banda meio que nega música. Então tá tudo certo aí com o que
[1:36:09] o William falou, é cara, eu acho ok, né?
[1:36:11] Acho ela daquela mid tempo mais de de sei lá, uma pegadinha de
[1:36:16] de bater cabeça, mas não, não me anima tanto não, cara.
[1:36:21] É, tem a parte sing a long de novo, né?
[1:36:25] Tipo Na Na enter lá o her the fire, que eu não não gosto disso
[1:36:29] muito quando tá em estúdio assim.
[1:36:31] Ao vivo você faz cara, mas não no, No No seu CD não.
[1:36:36] Não recomendaria, né? Ela tem uma letra.
[1:36:39] Boba, né também? Né?
[1:36:40] É, é união e cara, sei lá. Mas você falar que o net riff
[1:36:44] não gosta, ele também não gosta de cultural e voltou aí, né?
[1:36:49] Não é não gosta de cultural? Como assim nesse disco ele deu
[1:36:53] uma? Renegada, né?
[1:36:54] Mas então porque o comentário dele, a frase foi, a gente não
[1:36:58] gosta de nenhuma banda que tem cultural, por que que eu vou
[1:37:00] fazer? E aí, não fizeram que depois
[1:37:03] volta? Aí o cara tava cheiradaço, né,
[1:37:05] cara? Porque ele é telefone, né?
[1:37:07] É isso aí, ele tava realmente tava.
[1:37:11] Dando o que o Thiago falou, né? Eu quero o setlist.
[1:37:14] FM só pra colocar, né? Não dá pra ter certeza disso,
[1:37:17] porque do cruzeide não tem muito setlist ali.
[1:37:20] Mas essa a the Rising é que tem menos registros de execução.
[1:37:26] Então, de fato, minha banda gosta muito dela assim, né?
[1:37:29] É uma música que podia não estar no disco, essa podia ter
[1:37:31] passado. Não acho que ela passe com ela
[1:37:34] atrapalhe muito disco, mas também não, não agrega
[1:37:37] absolutamente nada. Seria um bombicide talvez, né,
[1:37:40] cara? Junto com as outras 2 lá que são
[1:37:42] desnecessário. É, tá.
[1:37:44] É bom que a gente consensou aqui, né?
[1:37:46] Porque pelo menos eu não. Não tô desagradando ninguém, né?
[1:37:50] A música é realmente fraquinha, cara, das mais fracas do álbum.
[1:37:53] Não teve um momento dela aqui que me agradou, cara.
[1:37:56] Mesmo assim, os caras tocam para cacete a habilidade dos músicos
[1:38:01] aqui tá evidente. Tá, mas.
[1:38:08] É, mas o fato assim é que, como composição, cara, como a música
[1:38:11] conversa comigo, eu achei lenta e insossa e sem expressão
[1:38:16] nenhuma, cara. Ou até deixei aqui como o
[1:38:19] comentário final, né? Pra você ver, né?
[1:38:21] Para coroar aqui a nossa resenha, né?
[1:38:23] Oo levante, como sugere o título, não passou de uma
[1:38:26] broxada aqui. 13ª faixa de crusade faixa
[1:38:50] título, última faixa, vai lá, Lucas.
[1:38:54] Bom, essa aqui é a única que eu acho desnecessária de verdade.
[1:38:59] Então é uma faixa instrumental. É longa, né?
[1:39:03] 8 minutos. É isso aí, mais ou menos é. 8
[1:39:07] minutos, cara, 18 segundos. Começa pra mim a hora que eu
[1:39:10] comecei a ouvir, eu achei que eu tava ouvindo archeneming o
[1:39:13] comecinho dela ali. É, ela muda algumas vezes
[1:39:16] também. Podia ser um prog, sei lá, podia
[1:39:18] ser alguma música instrumental do Dream Theater em algum
[1:39:21] momento mais pesada, sei lá, mas eu acho ela tipo, não é que a
[1:39:26] música é ruim, é ok pro instrumental, mas pra mim não
[1:39:30] cabe no algo, pra mim não faz sentido.
[1:39:32] Ela tá ali, não sei se teve algum motivo específico pra eles
[1:39:35] colocarem. Mas eles estão copiando metálica
[1:39:39] pra caramba, eles tinham que ter um instrumental de 8 minutos.
[1:39:42] É, eles tinham que estar coscu sul.
[1:39:44] Oraion deles é a fórmula, você só podia ter 8 músicas em vez de
[1:39:48] 13. Então manda aí, manda o resto da
[1:39:51] sua opinião, ô, tiagão, não. Não, não.
[1:39:53] Sim, assim, eu eu acho assim. Eu acho que ela tem horas que
[1:39:56] ela me lembra orarion para cacete do Metallica.
[1:39:58] Orion, do massref puppets assim tem uma parte de de levada ali
[1:40:03] que me lembra muito. Ela começa a fritação, né?
[1:40:07] E aí a gente vai lembrar que é 2005, 2006 talvez.
[1:40:11] Acho que é o auge desses Rocky Band, Guitar Hero da vida, né?
[1:40:14] Então, ou se não é o auge ainda é uma época que que esses jogos
[1:40:18] estavam em alta, então essa coisa de ter uma fritação
[1:40:21] começar, ela começa fritando tudo e depois ela vai entrar
[1:40:25] numa parte mais que ela vai cadenciando.
[1:40:26] Ela vai alternando melodias que me lembram hora, hora, onda
[1:40:30] metálica, hora alguma coisa mais melódica para Iron Maiden assim.
[1:40:35] E isso não me incomoda de verdade.
[1:40:36] Eu vou ouvindo ela com muito vai me levando muito gostoso.
[1:40:40] Ao longo desses 8 minutos. Eu vou curtindo assim, óbvio,
[1:40:44] você já está cansado do disco inteiro, aí você vai vai
[1:40:46] terminar 8 minutos de uma música instrumental.
[1:40:49] Eu entendo profundamente de quem fala aí para, sabe?
[1:40:52] Fala Mano, não quero ouvir isso daí.
[1:40:55] E termina, e quando chega, acho que os 7 minutos ela dá uma
[1:40:58] pegada progue de novo, que aí vai todo mundo debulhar no
[1:41:01] instrumento ali para ficar. Aí termina em fadal.
[1:41:03] Eu acho uma melodia baixando ali assim, acho que eles não sabiam
[1:41:08] mais como terminar a música quando chegou no final.
[1:41:10] Não é uma instrumental brilhante, longe disso, mas é um
[1:41:13] instrumental que não me incomoda muito, não.
[1:41:15] Assim, eu acho okzinha para funcionar.
[1:41:19] Isso tem momentos muito mais chatos, eu acho.
[1:41:22] E você, Bruno? É, eu concordo, cara.
[1:41:26] É claramente é a versão Trivium do instrumental do metálica, né?
[1:41:32] Que eles queriam fazer. Mas cara, quando você pega o
[1:41:36] calcultu loran, até a politizia a cara, né?
[1:41:41] É foda, né? Eu eu acho que é meio tiro no pé
[1:41:45] você sem. Compensação sem.
[1:41:46] Compensação e cara assim. Sei que você comentou de Guitar
[1:41:51] Hero, Thiago, a gente não, não falou na hora, né?
[1:41:53] Mas a detonation fez parte do Guitar Hero, sei lá, acho que
[1:41:56] Guitar Hero 2, né? OOO, era era bem essa época aí
[1:42:00] mesmo. Eu curto cara, né?
[1:42:03] Assim ela tem lá nos 5 minutos ela dá 11 baixadinha pra ficar
[1:42:08] bem lentinha também. Quase acústica, né?
[1:42:10] É bem. Né?
[1:42:11] Tem solo de baixo, né? É.
[1:42:13] Então é. Bem, é bem a fórmula, né, cara?
[1:42:17] É. Mas assim é.
[1:42:21] Não sei, cara. É não, não, não acho ruim, mas
[1:42:24] também acho que eles não, não, talvez não tenham atingido o
[1:42:27] objetivo de fazer aquele instrumental épico que eles que
[1:42:32] miraram claramente, né? É o resumo do disco nesse nesse
[1:42:36] aspecto, né? Você tem partes legais que você
[1:42:38] não teve tempo de ter amadurecido para quem pudesse
[1:42:42] ficar bom, né? Exatamente.
[1:42:45] Mas com certeza é A Favorita do William.
[1:42:48] Não, pior que não, cara, não, mas assim, vamos lá, cara, fale
[1:42:54] o que quiser desses caras, mas assim, menos que eles gostam de
[1:42:57] ficar na zona de conforto, porque eles deram uma guinada Na
[1:43:01] Na sonoridade assim, guinada no sentido de mudança.
[1:43:04] Eles eles mudaram radicalmente. Meteram 12 faixas no álbum,
[1:43:09] sendo a última um instrumental de 8 minutos com 18 segundos que
[1:43:14] eu achei 8 com 18, cara. 13 faixas, 13 faixas. 13 faixas
[1:43:21] depois de 12 e uma instrumentada.
[1:43:23] Isso então, assim estou. Com sono, cara?
[1:43:26] 12 com a última. Não foi o único que falou errado
[1:43:28] mesmo, não, não. Falei, então eu estou, estou.
[1:43:30] 12. Faixas notícia, ele errou 12
[1:43:34] sendo a última, né? Todo mundo cansado, né?
[1:43:39] Eu? Estou eu estou tentando diminuir
[1:43:41] uma pra ver se ficar menos doloroso.
[1:43:44] Mas a gente já. Está em 2021, William, pô.
[1:43:46] Achei ela chatinha, repetitiva e tem músicas aí no disco com que
[1:43:53] prendem muito mais atenção, tá? E cara, dispensável nem
[1:43:57] precisava. E pior, sabe o que que é?
[1:44:00] Vamos ver a reação de vocês. Eu andei frequentando uns
[1:44:03] lugares aí lá no Reddit, por exemplo, né?
[1:44:06] Para dar uma olhada, sempre dou uma passada lá.
[1:44:08] Eu vi uns carinhas comparando, comparando essa.
[1:44:11] Essa faixa aqui com a dance of thurnet do inciter cara a
[1:44:15] comparando a complexidade dela, vocês concordam com isso?
[1:44:18] Nossa senhora, né? Por.
[1:44:21] Isso que eu nem sou tão fã de dança obternet, mas.
[1:44:28] Deve ser algum alguém aí do nosso grupo que é infiltrado lá
[1:44:31] no. Reddit.
[1:44:40] Imaginar que talvez o cara que tivesse uma molecada que tava
[1:44:43] ouvindo o trivel ali talvez não conhecesse Metallica direito
[1:44:47] ainda, se é que é possível ter uma coisa dessa em 2005, o cara
[1:44:52] pegar ouvir uma música de 8 minutos, tinha uma banda, uma
[1:44:54] banda de moleque fazendo uma música de 8 minutos
[1:44:57] instrumental, e o cara não tem essa referência de trintia.
[1:45:00] Até o cara de repente, acho que isso é suprassumo.
[1:45:03] Ou quando eu ouvi quando eu conheci Metallica, eu vi.
[1:45:06] Tipo, pela primeira vez cofkutula, eu achei que aquilo
[1:45:08] era o máximo de complexidade que uma música podia chegar na vida.
[1:45:12] Aí alguém me mostrou quem, Chris ou em roxa.
[1:45:14] Eu falei, calma aí, então você tem que entender onde está, onde
[1:45:20] está a referência das pessoas a essa hora.
[1:45:22] Eu acho que Trivium era uma banda de que a molecada tava
[1:45:25] muito ouvindo, então tava servindo pra uma galera
[1:45:29] aprofundar em metal. Então talvez seja isso daí que o
[1:45:33] cara quer comparar por causa disso.
[1:45:35] Vera Cruzeiro sensacional. Bom, é isso.
[1:45:39] Então acho que finalizamos aí a resenha, anão ser que vocês
[1:45:41] queiram incluir alguma faixa aí da edição especial, senão a
[1:45:45] gente pode ir para os finalmentes.
[1:45:47] Não, cara, não vale a pena não. Não vale a pena?
[1:45:50] Nunca ouvi nenhuma dessas músicas da dos bônus.
[1:45:54] Engraçado, o Lucas colocou esse esse disco no sorteio para nós,
[1:45:57] cara. Agora eu estou começando a
[1:45:58] perceber que ele colocou para nos sacanear, só que ele não
[1:46:01] contava que ele não fosse participar do.
[1:46:03] Isso, né, pode pode ser dedicado a eles.
[1:46:11] Não vou, vou até defender o Lucas, que o sorteio ninguém
[1:46:14] falou que tem que ser seu disco favorito, né?
[1:46:16] É isso é uma pauta? Interessante é, eu colocaria, só
[1:46:20] quero. Ver o que esses caras vão falar
[1:46:21] desse disco, né? Eu IA botar a Calcinha Preta lá,
[1:46:25] cara? Tá, mas tinha lá o que que tinha
[1:46:29] lá que eles colocaram no último sorteio lá teve 11, teve Yahoo
[1:46:33] cara, aquele Yahoo de brasileira lá com algumas.
[1:46:38] Coisas que eu gosto, viu? Como que vocês não gostam de
[1:46:40] Yahoo, cara? Eu curto, cara, eu.
[1:46:43] Senti, já foi. Já foi a show do Yahoo.
[1:46:45] Cara, eu vi no numa prática de alimentação do barra Garden lá
[1:46:48] no. No faria, faria tranquilamente
[1:46:50] até 11. Robertão aqui dos anos 70, aqui
[1:46:53] de boa. Soubetão como que tem qualquer
[1:46:55] fase, dá para colocar Sérgio, tá divertido?
[1:46:59] Bom, é isso. Então vamos finalizar.
[1:47:00] Nós não temos notas mais. Graças a Deus não tem nota não.
[1:47:05] Deus chega. Lógico que tem nota, cara,
[1:47:07] lógico. Que nota, cara?
[1:47:08] Tô. Quebrei tanta cabeça pra chamar
[1:47:10] nota pra você, diz. Tá?
[1:47:11] Então dê, vai, puxa a calculadora aí, Bruno, só só o
[1:47:14] Bruno que fica me mostrando com esse negócio de nota, eu dou a
[1:47:16] nota 5. Pronto.
[1:47:20] Rapaz, vou até puxar aqui, Lucas, dá tua nota aí pra esse
[1:47:24] disco, cara. Eu vou dar 8 e meia.
[1:47:28] E aí, Thiago? 7 e meia.
[1:47:34] Eu estou de acordo com o Thiago, cara.
[1:47:36] Acho que é um disco 7 e meia. Ficamos com a média 7.1.
[1:47:41] Pô, sacanagem meu. Vocês desceram o cacete no disco
[1:47:44] todinho. Chegando no final, vocês dão 7 e
[1:47:45] meio, 8 e meio, cara. Isso é um disco que diga.
[1:47:49] Potencial para ser um disco nota 9, eu acho assim.
[1:47:51] Tem partes que eu acho muito legais do disco, mas não é
[1:47:54] porque eles não amadureceram, mas as partes são boas assim.
[1:47:57] Eu eu achei a sua nota contraditório, William, você não
[1:48:01] desceu o cacete e deu uma nota que desceu o cacete.
[1:48:03] Meu dia, eu somei a quantidade de músicas que eu gostei e a
[1:48:06] nota que eu dei. Né, você usou o 13 de referência
[1:48:09] ou você fez? Anão você.
[1:48:11] Gostou? 5 de 13?
[1:48:12] Você gostou de 6 de 13? Contei a capa, que não é muito
[1:48:16] boa. Tá, você quer que eu melhore um
[1:48:19] pouco? Daria um e-mail pela qualidade
[1:48:21] dos músicos. Então foi com. 6 não tenho nada
[1:48:23] a ver com isso, cara. Já deu a nota, já ficou pra
[1:48:26] história, já, já é um. Trabalho de pesquisa que o cara
[1:48:30] teve que fazer pra fazer as letras lá de assassinato e não
[1:48:34] contou o trabalho dele? É não, porque já aconteceu, né?
[1:48:38] Ele só teve que se inspirar, pô, tá tudo ali.
[1:48:40] Deu um Google lá e pô. Agora o que vai ficar desse
[1:48:44] episódio é que agora a gente tá. Fudido com as próximas discos
[1:48:49] que a galera vai botar no sorteio.
[1:48:51] É, então acabamos de de mexer com com.
[1:48:55] A culpa nossa, né? A gente que tá levantando a bola
[1:48:58] assim. Tá, mas aí, pessoal, é isso aí.
[1:49:03] Foi muito divertido. Acho que no fim é isso que
[1:49:05] importa. Boa música e se divertir com os
[1:49:08] amigos, falar de de som, que é o que nos motiva aqui.
[1:49:12] Lucas. Queria aí te agradecer por ter
[1:49:15] vindo mais uma vez aí bater papo com a gente.
[1:49:18] Lembrando que o Lucas já esteve conosco no episódio 63.
[1:49:22] Ele veio aqui falar de amargueiro naise, eclipse.
[1:49:25] Então para quem tiver interesse, volta lá e ouvir o que é bem
[1:49:28] legal. Inclusive tive opiniões.
[1:49:31] Baita episódio, tive opiniões ali que eu me arrependo
[1:49:34] profundamente. Ouço o disco hoje com.
[1:49:38] Tem algumas injustiças que eu fiz ali que um dia eu gostaria
[1:49:41] de me reparar, rapaz. Fez comigo uma injustiça.
[1:49:44] Você, cara, mas mas perto daquilo que tu faz no grupo, no
[1:49:48] dia a dia ali com a gente, tá, tá pago, tá bom?
[1:49:51] É isso aí, agradeço. Agradeço a participação aqui
[1:49:55] pelo convite e aproveitar. Deixar a galera aí que que curte
[1:49:59] o trivel é recomendar as é os outros projetos do do netf que
[1:50:07] são bem bons. Né, Oo ibarak que eu não lembro
[1:50:12] que ano que saiu, né? Mas foi um projeto meio de black
[1:50:15] metal dele. Tem participação do Gerald way,
[1:50:18] do mcking romance do negal, do insan insa no centro dele é
[1:50:27] isso. Gosto bastante desse trabalho
[1:50:29] dele e um pouquinho mais polêmico que eu acho que não é
[1:50:32] todo mundo que vai gostar, mas ele participou de um álbum de
[1:50:34] uma banda que se diz de. Samurai metal, ano passado, que
[1:50:38] é uma banda que se chama riodin, ou ele participa cantando em 4
[1:50:42] músicas, tem até clipe, acho alguma dela cantando os caras se
[1:50:45] veste tudo. Samurai é mais pra espadinha
[1:50:48] mais uma espadinha oriental, né? É gosto bastante, então fica a
[1:50:52] dica aí e agradeço de novo a participação do convite.
[1:50:55] Valeu? Boa.
[1:50:57] Valeu, Lucas. Obrigado aí, cara, que se quiser
[1:50:59] divulgar algum projeto teu aí suas redes, como é que as
[1:51:02] pessoas podem chegar até você? Fica à vontade.
[1:51:04] Ah, eu parei com essa vida aí, cara.
[1:51:05] Parei. Não estava divulgada.
[1:51:07] Deletou tudo. Deletei chega dessa vida de
[1:51:10] internet. Suicídio virtual?
[1:51:13] Quem quiser me acha no nos grupos aí do bacana é.
[1:51:16] Dos. Boteco né?
[1:51:18] Entra no grupo do do rock, na mesa que o Lucas vai estar lá e
[1:51:21] é isso. Então, Bruno, Thiago, valeu
[1:51:23] minha parceria. Muito obrigado aí por mais esse.
[1:51:26] Valeu. Seguimos aí.
[1:51:29] Um grande abraço a todos aí. Obrigado pela audiência.
[1:51:32] Finalizamos, tchau, até mais.

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