# EP #161: Obituary - Cause of Death

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 18 Feb 2026, 1 h 26 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/115235290/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-1-9%2F99f49f78-66d1-5f82-dc9b-5c34b648c1e9.mp3

Lançado em 1990, Cause of Death, do Obituary, é um daqueles discos que definem o death metal quando o gênero ainda cheirava a fita demo e estúdio abafado na Flórida. Riffs arrastados, clima mórbido e o vocal cavernoso de John Tardy transformam o álbum em um manifesto sonoro da fase mais crua e autêntica do estilo. Neste episódio, a gente revisita o disco faixa a faixa, falando do peso, da sujeira sonora e da importância desse clássico para a cena extrema do início dos anos 90. Para este episódio, estão à mesa: William Faria, Bruno Glaser e Thiago Zuma. Aumenta o volume e vem com a gente. +++++ Esse episódio foi escolhido durante nosso sorteio mensal com ouvintes. Faça parte do nosso grupo de WhatsApp para ouvintes, participar de nossos sorteios, interagir pessoas legais e falar de música. Acesse por meio dos nossos links.

## Transcript

[0:28] Fala trevosos William faria na área e abrindo os trabalhos para
[0:33] mais um episódio do rock na mesa, aqui comigo, Bruno glazer.
[0:40] Boa noite. Sou personagem de desenho
[0:44] animado, tudo certo aí? Tudo cara, tudo tranquilo.
[0:53] Parece o demônio da tasmânia, cara, eu acho que o único
[0:55] demônio conseguia evocar aqui fora eu.
[1:00] Tô no esquema do boa noite, o cara mora umas coisas e tem uma
[1:06] palavra de vez em quando. É verdade, Thiago zuma?
[1:12] Tudo. Certo, o Thiago foi engolido
[1:17] pelo próprio boa noite dele. Tranquilo, pessoal.
[1:21] E aí? E cá em paz, né?
[1:23] Pra falar de um disco romântico hoje?
[1:26] É hoje é só love, só paz. Hoje é isso aí, meus queridos
[1:31] ouvintes, estamos aqui para mais um episódio sorteado em nosso
[1:34] grupo de WhatsApp para ouvintes. O tema de hoje foi resultado do
[1:39] sorteio do mês de janeiro e quem foi contemplado foi o ouvinte
[1:42] Paulo Vicente, direto de Portugal.
[1:45] Ele escolheu o disco cause of death dos norte americanos do
[1:49] obitery. Antes de seguirmos para o tema,
[2:05] vamos ouvir um áudio do Paulo explicando a sua escolha.
[2:10] Saudações daqui, Paulo pais foi o feliz contemplado com o
[2:14] sorteio que houve lá no grupo, não é?
[2:17] Tinha escolhido o cause of Def dos obituery.
[2:21] E eu escolhi esse álbum porque. Era um puto ranhoso que andava
[2:27] na escola quando comecei. AA, explorar tudo o que era
[2:32] death metal e daquelas cassetes que a gente gravava colegas para
[2:38] colegas. Este álbum sempre me sobre.
[2:41] Saiu mais por causa da voz do John tardy.
[2:45] Foi daquela guitarra dos James e.
[2:49] E é um dos melhores álbuns de death metal.
[2:51] Não, não há hipótese. Abraço a todos.
[2:54] É isso aí, Paulo, obrigado aí, abração para ti.
[2:57] Siga aí, tomando a sua cervejinha devido ao fuso
[3:00] horário. De vez em quando eu estou lá
[3:01] tomando café da manhã. Eu vejo no grupo que ele está
[3:03] abrindo uma primeira cerveja do dia, falar, pode abrir os
[3:06] trabalhos, pode gente boa para caramba.
[3:09] Aliás, só tem gente legal no nosso grupo, né?
[3:11] Se a gente fosse. Se a gente fosse ver assim, Ah,
[3:14] tem tem um pessoal que são umas polêmicas lá.
[3:16] A gente está falando das pessoas, né?
[3:18] Não dos gostos das pessoas, né? Vamos deixar bem claro.
[3:22] É lá, tem de tudo, tem trol, tem gente legal, tem, tem de tudo.
[3:26] Tem gente que acha, então quero uma baita música.
[3:28] Pois é, acontece, né? É o novo do Megadeth.
[3:31] Foi uma carta de amor aos fãs, né?
[3:33] Vai fazer o que, né? A paciência.
[3:36] Mas o Paulo é nosso ouvinte aí que mora fora do Brasil, cara,
[3:39] só como a gente está chique, cara.
[3:41] A gente é ouvido lá na Europa, cara.
[3:43] Horas. Pois então, galerinha mais um
[3:46] episódio de Def metal e tem um público bem fiel.
[3:49] Aí nossos 2 episódios do Def falam por si, o primeiro já
[3:53] chegou o Bruno No No primeiro lugar, já o.
[3:57] Sound of persequência? Olha aí já.
[3:58] Está no vácuo, cara, olha. Aqui o quê?
[4:01] O quê? Já chegou.
[4:02] Vamos ver, vamos ver. Agora eu quero.
[4:04] Mas está mais do que no do eletrovisor já estava no.
[4:07] No vácuo do. Anos 2000 lá.
[4:09] Ó, nesse momento chegou, cara, chegou no primeiro lugar.
[4:13] Olha aí, passou rock anos 2000, soberano rock anos 2000, cara,
[4:18] porra, quem diria, Hein? Quem diria um podcast para falar
[4:27] de farofa? Tem seu primeiro lugar, o
[4:29] episódio sobre ODF. Cara, que coisa bom, eu acho que
[4:37] o público fez a sua parte, né? Então a gente vai conseguir a
[4:40] discografia do DFA, gente vai falando em outros episódios, aí
[4:43] mais para frente, até o final do ano, a gente vai falar de mais
[4:46] um. Bom, pessoal, então direto da
[4:49] Flórida ou b toery foi formado em tampa no ano de 1984 até a
[4:54] data de gravação desse episódio. Já possui 11 trabalhos em sua
[4:57] discografia. O calse of Def é o segundo
[5:01] trabalho dos caras. O disco foi produzido por Scott
[5:03] Burns junto com a banda produtor aí, que é lendário dentro de
[5:08] estilo. Desde 88 já produziu uma
[5:09] cacetada de discos aí. Bom, o ouvinte do rock na mesa
[5:15] sabe como funciona. É hora da gente falar aí da
[5:17] nossa relação com o bitwear. Vou começar com Bruno.
[5:21] Fala aí, Bruno, como é que é? Gosta muito da banda, é fã, não
[5:24] é? Cara, ó, vou.
[5:26] Vou começar com com o negativo e vou, vou melhorando aqui, mas
[5:30] dessa cena da Flórida especificamente lá do dessas
[5:36] bandas formativas, aí acho que o bitweary é a minha menos
[5:40] favorita, né? Obviamente, isso não significa
[5:43] que é ruim, mas cara, para mim, thef home de Angel ou ou dayside
[5:47] são bandas que que estão na frente, né?
[5:49] Então assim, quando eu comecei no theft metal, eu gostava mais
[5:53] das coisas super melódicas ou das coisas super técnicas, né?
[5:56] Que não é exatamente o foco do beach weary.
[5:59] O legal do beach weary que depois de um tempo eu fui
[6:02] entender. E aí tem um grande Marco que foi
[6:05] ver o show deles, que é o groove cara, né?
[6:07] É o peso primitivo e o groove dos caras é.
[6:12] Que acho que é OOO grande Tchan da da banda e demorei um
[6:17] pouquinho. Catei 11 coletânea cara, né?
[6:21] O primeiro, o primeiro disco que eu tive do do bitrear, foi AA
[6:26] antólogy, né? A coletânea deles conheci por lá
[6:29] aos pouquinhos. Foi ouvindo os discos,
[6:31] principalmente Na Na época do streaming, né?
[6:33] Antes do streaming, acho que eu cheguei a ouvir e o.
[6:36] Esqueci o nome do disco, aquele que tem um corpo cheio de de de
[6:41] cicatriz, cara, sem ser. Então já é lá pra frente, né?
[6:52] Foi 111 rota, meio confusa, mas cara.
[6:56] Depois do do show, fui conhecendo a discografia e fui
[7:00] ganhando também uma paixão grande sobre Oo beach, werry.
[7:03] E aí, sendo 100% sincero. No modelo que não era Ah, meu
[7:09] disco favorito é esse ou prefiro aquele cara era de de ouvindo os
[7:13] discos, curtindo de uma maneira um pouco leve, né?
[7:18] Sem, sem grandes fanatismos. E estar meio Aparecida com a do
[7:22] Bruno, só que volta mais no tempo.
[7:24] Eu diria assim. Lembro de quando eu morava na
[7:27] roça. Eu conheci o habitual e ouvindo
[7:29] pelo backstage do ftão bones ali em 90 e. 4 95 e tava sendo
[7:34] lançado Oo demais. Eu lembro muito da propaganda do
[7:36] lançamento do o demais na rádio assim, né?
[7:39] Quando saiu fala road Runner Brasil, lançou OCD aqui, mas
[7:44] essas músicas que tocaram do o demais na época eu não gostei
[7:47] porque tava muito nessa onda, como diz o Bruno, tava muito
[7:50] atrás de coisa técnica, coisa melódica, então tinha pegado,
[7:53] curtido DF, tinha curtido carcas, mas.
[7:56] O obituerren não me chamou atenção, inclusive o sepultura
[7:59] do kelsey di, que eu tinha adorado.
[8:01] Quando saiu, eu tava começando anão gostar mais tanto dele
[8:04] assim. Com essa, acho ele meio
[8:06] repetitivo, meio chatinho. Então eu tava indo numa
[8:09] trajetória que era meio diferente do que o obituery
[8:12] fazia assim, então foi uma das bandas que eu não fui atrás ali
[8:14] atrás e nessa parte dos anos 90. Agora, quando final dos anos 90,
[8:19] a hora que eu encho o saco de metal miológico, eu começo a
[8:21] ficar ouvir mais doom e. Começar a me aprofundar em metal
[8:26] extremo mesmo e aí eu descubro o que é o Tik frouxa, viro muito
[8:29] fã de que é o Tik frouxa. Aí depois que eu descubro o
[8:32] koutic frouxa, passo o seguinte, vai ouvir o bituerry, que é o
[8:36] bituerry e autopsi, né? Aí foram as 2 que eu fui ouvir e
[8:40] aí eu gostei pra caramba, mas gostei pra caramba assim, tipo,
[8:43] achei puta banda legal, eu vi os 3 primeiros tal e aí quando eu
[8:46] vi mas quando eu vi ao vivo pela primeira vez, foi em 2008 que eu
[8:49] vi o bituer eu vi pela primeira vez lá fora, vi em 2 festivais,
[8:53] no real Fest e no. Megahead, eu alucinei nos 2
[8:57] shows do Vitória tem foram os tipo os melhores shows daquele
[8:59] festival que eu vi foram deles, e a partir dali eu comecei a
[9:04] correr atrás. Aí vai comprar CD, vai fazer
[9:07] comprar as coisas que tem e aí passei a acompanhar mais a
[9:10] banda, vi várias vezes ao vivo e aí aqui ele falou, é o groove,
[9:13] não, mas eu não vou dizer, não é só o groove, não é o riff, sabe
[9:15] o timbre de guitarra no riff deles ao vivo, que eu acho
[9:19] sensacional e eu adoro o vocal. John tarde, adoro, acho que o
[9:22] vocal é. É muito foda, cara.
[9:26] Assim, acho que a das mais cavernoso, mais maldito do
[9:29] pântano desgracendo que pode ter de que ninguém consegue
[9:33] reproduzir do jeito que ele faz assim, então é hoje assim, Bruno
[9:38] fala que não é das favoritas, é das bandas.
[9:40] Esses 2 primeiros, principalmente, eu pego muito
[9:43] para o vinho, então causa DF ou slowly read.
[9:46] São 2 discos que eu acho. Fabulosos assim, então entre os
[9:49] meus discos favoritos de death metal?
[9:51] É uma banda que vocês costumam ouvir com frequência, onde vocês
[9:55] pegaram mais por causa do episódio ou não?
[9:58] Pego sim, essa eu ouço sim. Não só falar, eu pego sim.
[10:03] Esses 2 primeiros eu costumo pegar para ouvir bastante,
[10:06] principalmente rock, mais que o causa dessas, assim, mais por
[10:10] causa dos 2. É, eu escuto bastante, cara.
[10:12] Inclusive Oo Dying of everything lá, o disco mais recente deles,
[10:16] de 2023. É uma sacanagem também, cara.
[10:19] Eles deram 11 crescida, né? Tá mais limpo do que eu gosto do
[10:24] meu, do meu beach weary lá do do começo, mas eu achei lindaço
[10:29] esse CD, cara. Então eu não gostei muito dos 2
[10:32] últimos deles. Acho que é o LinkedIn, a good e
[10:33] o dano a very sim eu fiquei meio.
[10:36] Ouvi pouco, não dei muita chance pra eles crescerem, mas não
[10:39] fiquei. Acho que o último deles que eu
[10:40] gosto mesmo é o Frozen time, mas gosto também assim.
[10:44] Eu gosto mesmo dos 3 primeiros assim, pra ser bem sincero.
[10:47] Eu no meu aí também. O que esse passou meio em branco
[10:50] pra mim, que é o bitwear de 2017, né?
[10:52] Tem alto intitulado, né? Entre o item blood e o dial,
[10:56] Weber tem é cara Oo esqueci de comentar.
[11:01] Acho que deve ter sido o show mais esquisito que eu fui, o
[11:04] primeiro do bitwear que eu vi que foi.
[11:06] O beach Paul de ano e Project for six, que que Line Up doido,
[11:12] né, cara? Lá no circo voador ainda morava
[11:14] no Rio, né? Não, não, não.
[11:16] Morava no Rio, já morava em São Paulo, mas eu estava trabalhando
[11:18] no Rio. Bem, bem curioso.
[11:22] Eu lembro, a primeira vez que eles vieram pro Brasil eu não
[11:25] estava. Eu estava viajando.
[11:26] Foi optar e com saldos aqui no Brasil, que é muito lindo.
[11:30] Pô, foda é o que eles fizeram na época depois do cos of theft?
[11:34] To slowly hot, né cara? Não, não.
[11:39] Essa foi nos anos 90. Foi a primeira vez no Brasil?
[11:41] Foi em 2007, acho. Ah, não, não.
[11:43] Sim, é é curioso que volta nisso, né?
[11:46] Volta nisso. Né?
[11:47] Pra caramba, né? Então que esse show diz que pra
[11:51] referência ali. Acho que é o show que a Fernanda
[11:54] do cripta, né? Da cripta da nervosa, diz que
[11:57] foi o show que fez. Ela falou que eu quero fazer
[11:59] isso na vida. Esse é muito Erico sado.
[12:03] Bom, eu vou dizer para vocês que eu tive minha fase, sim.
[12:07] Death metal 1516 anos ali morb jangel Def, até um pouco, mas
[12:15] muito pouco. Como eu já disse, acho que o be
[12:18] to eary foi uma banda que caiu na minha mão.
[12:20] Os 2 primeiros discos, os slowly é slowly rebot e esse aqui o
[12:25] caos of Def foram foram 2 que eu tinha, me gravaram uma fitinha
[12:29] ali, eu ouvi. E deyside também uma banda que
[12:32] eu acabei comprando um disco na época, mas eu era muito daquela
[12:35] fase assim, eu andava com o pessoal mais velho.
[12:37] Aí eu comecei a ouvir death metal, eu, eu, eu sinto que eu
[12:39] ouvia o death metal só para causar impacto, porque eu
[12:42] gostava do dos vocais honrados, daquela ideia de de ser aquela
[12:46] coisa trevosa, né? Tipo, era Oo auge da minha
[12:49] rebeldia, olha assim, ó, eu gostava de provocar, sabe?
[12:52] Em casa, olha só o cara trevoso ouvindo música do demônio,
[12:56] assim, tipo. Era mais para causar esse
[12:58] impacto, para evitar meus pais. É, era isso.
[13:02] Era a expressão da época, cara. Mas.
[13:04] Mas eu gostava muito mais do morb jangel do que qualquer
[13:08] outra banda do estilo que eu ouvia.
[13:09] O carnibal corps foi uma banda que eu ouvia na época também.
[13:12] EEE assim, daí eles. São emprestados na Flórida, né?
[13:17] Carnibal corps é Flórida falsificada, né?
[13:19] Eles são de. Búfalo, búfalo, né?
[13:21] Eles foram lá para ver esses contburnes.
[13:25] Eles estavam certinho, né? É hoje que você podia gravar,
[13:28] né? Os cara arranjaram um jeito ali
[13:30] de juntar os dinheirinho e ir para o Morrison para gravar,
[13:33] porque era onde você tinha que gravar.
[13:35] Sarcófago foi uma banda que eu ouvi bastante aqui do Brasil
[13:38] também. O sepultura, peguei no início,
[13:40] ali eu tinha uma queria ver como é que é o sepultura da fase, a
[13:43] primeira fase que era a death metal, tal.
[13:45] Eu comprei o bestial divastation e tal, então, mas aí vamos.
[13:48] Lá passaram se muitos anos, né? Já já ouvi muita coisa.
[13:54] Ouvir um Monte de coisas duvidosas aí que vocês podem
[13:57] achar muita farofada, muito hard, enfim, daí William, de
[14:04] 1516 anos, que pirava nesse som aqui não é mais William, de 47
[14:09] anos, que é o que eu tenho agora.
[14:10] E aí quando eu peguei esse disco para ouvir, eu falei, pô, quando
[14:13] foi sorteado lá no grupo, eu falei, legal, habituar.
[14:15] É uma banda que eu que eu gostava, ouvia, eu gostava, aí
[14:18] vamos ouvir. Eu confesso que de primeira deu
[14:21] um baque, bateu OOCD, assim eu ouvi e não deu liga, cara, não
[14:26] deu liga. Eu falei, OPA, OPA, pera aí,
[14:29] calma aí que não tá legal, isso aqui não tá legal, não desceu,
[14:33] não desceu para, deixa quieto, deixei de lado, ouvi outras
[14:37] coisas, depois voltei daí não desceu muito mais também.
[14:42] Aí eu vou voltar na discografia, vou ouvir uns pra frente.
[14:47] Eu achei que envelheceu mal pra mim, mas isso não quer dizer que
[14:51] isso desmerece a banda em nada. Daí o que que eu fiz?
[14:54] Eu vou voltar e vou tentar ouvir esse disco com a mente que eu
[14:57] tinha quando era adolescente e eu acho que desceu melhor.
[15:01] Então os meus comentários que eu vou trazer aqui, eles são muito
[15:05] respeitosos, são, são bem positivos, mas eu tive que fazer
[15:09] 111 pouquinho de esforço pra poder ouvir esse álbum aqui.
[15:14] Diferente do que aconteceu com ODF, para mim já desceu muito
[15:16] melhor assim. ODF.
[15:17] Ele para mim envelheceu muito bem, tá?
[15:20] E é isso. Você é um cara sofisticado,
[15:23] William. Eu gosto, cara.
[15:25] Meus ouvidos agora estão em embebedados no coração.
[15:30] Nossas bandas da frontisca não dá, cara.
[15:32] Eu ouvi isso aqui, por favor, vai não, tá?
[15:35] Pegada essas bandas aqui é a. Frontisca essas bateria trigada
[15:41] tecnologia talco em cima do som? Eu gosto.
[15:44] Isso aí, cara, eu gosto de coisa coisa como é overpower.
[15:48] Glitter na caixa, né? Glitter na caixa?
[15:51] Né metrônomo, né? É John dett, né?
[15:55] John dett lá, a melhor baterista do Slayer nesse nível assim, tá
[15:58] ligado? Vamos, rapaz, não tô brincando
[16:05] né não. É o.
[16:08] Paul Gustavo, o melhor Patrícia do Slayer.
[16:11] O cara compete na frente de todo rescinpeist.
[16:16] Todo. Não posso fazer nada, cara.
[16:19] Eu preciso é 11 das melhores, né?
[16:25] Quer dizer, eu falei dilfanes, IA para cá.
[16:28] Veja bem, Hein. Veja bem, dilfanese.
[16:30] Nova Wake update. Né não é?
[16:33] É o Wake up dad do do novo testamento, diferente.
[16:37] O novo testamento é muito ruim, né, cara?
[16:41] Não temos a obituário, né? Vamos falar de coisa boa vocês.
[16:46] Estão. Morrendo, vamos falar do
[16:48] obituário? Eu tô sentindo que vocês estão
[16:50] com vontade de falar. Vocês estão com vontade de falar
[16:52] de trash metal, estão querendo ir lá para o lado do mouss
[16:54] tênis. Vamos falar da formação da banda
[16:57] aqui rapidinho, então. John tardy nos vocais, James
[17:00] Murphy guitarra, traver Paris na guitarra, Frank Watt Kings no
[17:04] baixo e Donald tarde na bateria. É bom falar do James Murphy, né?
[17:10] Nessa? Hora, James Murphy.
[17:14] Só tocou nesse disco na época, né?
[17:16] Que ele vai substituir o Alan West, que era o guitarrista
[17:18] original da banda, que tava vendo filho nessa época e aí
[17:22] precisou ir cuidar do do molequinho que tava nascendo,
[17:26] acabou saindo e o James Murphy entrou porque tinha sido mandado
[17:29] embora do Def, né? Tele toco chicks code, né?
[17:33] E foi mandado embora. E o Scott Burns, que quem tinha
[17:37] produzido o disco do Def, o espiritual realing vira e fala,
[17:42] ó, os caras tão precisando de alguém pra fazer solos, quer
[17:44] colar? E ele foi meio sem conhecer a
[17:46] banda, foi conhecer a banda na hora no estúdio lá, e a banda
[17:52] virou e falou, ó, é o seguinte, a gente precisa de alguém pra
[17:54] gravar aqui, quem sabe fazer turnê.
[17:55] Mas se o Alan West quiser voltar, na hora que as coisas
[17:58] acalmarem ali, o lugar é dele. A James maths topou e foi mais
[18:01] ou menos isso que aconteceu. Os solos do James Murphy, você
[18:05] acha que eles estão deslocados no disco?
[18:07] Que ele era um cara deslocado na banda também?
[18:10] Mas aí a discussão que a gente pode ter para depois, né?
[18:12] Para falar do Franco Watt, quem também estreia nesse disco, né?
[18:18] É outra história doida, né, cara?
[18:19] Porque o Alan West, eles falaram que deu uma pirada, né?
[18:22] Ficou em pânico porque IA ter que IA ter o filho que o Thiago
[18:25] comentou, IA ter que bancar o moleque.
[18:27] Então, f metal nascendo, não IA ser o ganha pão.
[18:33] E o Daniel Tucker teve um acidente de carro, teve amnésia
[18:36] e desapareceu, né cara, uma coisa muito doida, né, maluco
[18:39] isso né, Franco pato, quem é falecido né?
[18:42] Morreu em 2015 de câncer. Ele tava no gorgorote, né?
[18:45] É tocar no gorgorote, depois ele volta com quando Oo botoelle ele
[18:51] fica no botoelle até acabar, ele volta quando o botoelle retorna,
[18:54] daí ele sai da banda e depois vai tocar no gogorote em 2007.
[18:57] Acho que o gogorote morre em 2015 de câncer.
[19:01] Vai, Thiago, já que tu está com a palavra aí, o que que tu acha
[19:03] da capa desse álbum? Linda né cara?
[19:06] Mas é tem aquela história triste da capa que era a capa pra ser a
[19:09] capa do benefício remains. É essa né?
[19:11] Que acho que não sei se é triste exatamente ou não, mas o Loma
[19:14] treta sepultura tinha escolhido essa ilustração do Maicon willan
[19:19] e o acabou por os os caras do bitweri que tá ali na Flórida,
[19:23] mais próximos do pessoal da rojanda.
[19:26] O bitwear acabou roubando a capa para eles.
[19:28] Para o próximo disco deles, o sepultura ficou com a outra capa
[19:31] para o beinify the imens, porque eu acho que acabou dando certo,
[19:34] porque eu acho a capa do beinify the imens muito icônica também,
[19:36] e acaba acabou virando muito simbólica para sepultura, aquela
[19:39] capa do beinify the imens. Mas eu acho que essa ilustração
[19:42] é legal para caramba assim, e eu acho que ela funciona melhor
[19:46] para esse disco do do piterry e do que funcionaria para o
[19:50] beinify the imens. Até uma coisa, uma aura mais
[19:53] enigmática, mais soturna, um pouco que tem mais a ver com
[19:56] esse disco. A banda alega que é a banda
[20:00] alega que foi o Monte Connor, né?
[20:01] O beach velho fala que não, não foi culpa deles, que eles
[20:04] curtiram a ilustração, mas que o Monte Connor não tinha falado
[20:07] nada supostamente, né? Que e aí?
[20:12] Do mesmo ilustrador, eles acharam a caveirinha lá, para
[20:15] mim deu tudo certo, que nem o Thiago falou, cara, a gente
[20:17] combina mais com esse disco, não imagina isso aqui no Benício, da
[20:19] reemens, acho a capa do Benício, da reemens, foda demais esse
[20:23] disco aqui é outra curiosidade, né?
[20:25] É cheio de coisa, né? Ele é metade de uma ilustração,
[20:28] né? É a outra metade.
[20:31] O demolition hamer usou como capa de disco também não sei se
[20:35] vocês já tinham visto isso, cara, é muito doido, né?
[20:38] É chama epidemic of vilance. É como se fosse o outro lado da
[20:41] ilustração. E eu acho muito parecido.
[20:43] Eu chegava a confundir também com a capa do the mist, né?
[20:46] Cara do fantasmagória tem a mesma figurinha.
[20:49] Cara. A caixinha torácica, a
[20:51] escadinha. Assim.
[20:52] Vocês deram uma olhada nessas 3 ilustrações aí?
[20:55] São coisas muito, muito parecidas.
[20:58] Mas eu eu adoro, cara. Eu adoro essa capa do do do
[21:01] beach werry aí é, pô. Entregar minha enerdice que eu
[21:07] conheci parte da ilustração antes da capa do disco, por um
[21:10] livro do love craft, né? Que é basicamente como se fosse
[21:15] o tronco dessa árvore que é cheio de boquinhas e olhinhos,
[21:17] né? É que eu, que eu já tinha um
[21:21] livrinho antes de de conhecer OCD, sempre achei legal pra
[21:24] caramba, um negócio. Bem, pensei, aquelas imagens
[21:29] torturantes parece coisas do inferno, né?
[21:30] Um Monte de boca gritando, sofrendo.
[21:33] Com os olhinhos vermelhos, mas eu eu adoro essa capa, cara.
[21:37] Acho que é uma das das primeiras grandes capas do do Def metal
[21:41] aí. Também gosto dela e fico
[21:44] imaginando se o sepultura tivesse realmente lançado Oo
[21:47] beinify the remains com essa capa e ela tivesse essas mesmas
[21:50] características. Por exemplo, eu o logo do
[21:53] sepultura, aí eu começo a imaginar, né?
[21:54] Teria que ser vermelho pra poder mesclar ali com com o olho.
[21:59] Pra ser ter mais ou menos ali, né?
[22:01] Tem uns detalhezinhos com sangue ali, naquela naquelas presas.
[22:06] Então não sei como é que ficaria, mas é aquela coisa, dá.
[22:08] Depois vamos jogar numa IA fazer 111 montagem pra ver como é que
[22:13] fica. Né?
[22:15] Mas é bonita essa capa, cara. Eu gosto muito dela assim.
[22:17] Eu acho que tudo nela assim tá muito bem destacado, né?
[22:20] Ela tem muitos detalhes nela, mas não é aquela capa poluída,
[22:25] cheia de de de coisas. É que te confundem, né?
[22:30] Eu acho que casa muito bem e pensando assim, nas capas do
[22:34] Beto ery como um todo, a do Wendy complit também, eu acho
[22:37] que é legal pra caramba e eu acho que depois dela eu acho que
[22:40] nenhuma mais cara, acho que acho que as as 2 capas mais legais da
[22:45] banda, na minha opinião, realmente são a do cause of
[22:47] death. Do and complits é.
[22:54] Bem estilão dele, bem Blind guarde a capa assim que eles
[22:57] estão. Eu gosto bastante das outras,
[22:59] né, cara? O outro demais.
[23:00] Acho legal, né? É tipo um animus, um inferno
[23:03] tech from the. Dead.
[23:06] A Frozen time eu adoro, cara, essa paisagem.
[23:10] E a Diana Weber tem que estar uma estética bem Moderna, né?
[23:13] Os caras pegaram como é que é o cara do Bell Witch?
[23:15] Lá o Tiago eu esqueço o nome do é um polonês maluco lá, um nome
[23:19] difícil de de de pronunciar, né? Eu acho bem foda também.
[23:23] Bom, acho que a gente pode. Então, por faixa, a faixa lá a
[23:26] gente faz a mágica acontecer. A gente explora um pouco aí a
[23:29] nossa relação com essas músicas aí fala mais um pouco da
[23:32] sonoridade, o que mais der na Telha.
[24:01] Vamos lá para a primeira faixa, infected.
[24:05] Né? A gente vai falar basicamente o
[24:06] que a gente fala de umas músicas aqui, a gente fala quase de
[24:09] todas, né? Porque todas têm mais ou menos.
[24:11] Elas são diferentes entre si, mas as características que elas
[24:16] que elas têm são sempre muito parecidas.
[24:18] Que essa questão de você alternar tempo, né, de você ter,
[24:22] ela vai ter parte cadenciada, ela vai ter uma disparada, mas
[24:25] nessa disparada normalmente. Ela não é não vai pro Blast
[24:28] beach, né? Ela vai ficar com o pedal duplo,
[24:30] às vezes o pedal duplo disparado, mas a caixa batendo
[24:33] no tempo, segurando o pedal duplo, seguindo o riff.
[24:35] Mas AO andamento da música, mais devagar do que isso pressupõe.
[24:40] Acho que isso a gente vai falar toda hora e eu acho que é legal
[24:43] essas dinâmicas que ela tem, como elas, como elas, como elas
[24:46] se arrastam, como que elas pegam velocidade, sempre assim, né?
[24:49] Nesse caso aqui. Ela vai começar com o rifitão
[24:52] arrastadão a bateria que é meio ritualística, de certa forma
[24:56] assim, sabe? E depois vai ficar um pouco mais
[25:01] rápido, vai ficar mais lento. Isso que a gente vai levar assim
[25:04] é outra característica que a gente vai ter.
[25:07] É que as estruturas frasais das músicas não são verso, refrão,
[25:13] verso, ponte, refrão, verso, ponte, refrão.
[25:15] Começa de um jeito, termina de outro, sem muita lógica, às
[25:19] vezes assim. E aí eu entendo pra uma pessoa
[25:21] que vem de uma escola de hard rock, que nem o escola de hard
[25:24] rock, que nem o William, mas tá ouvindo um Monte de hard rock
[25:26] pegar isso aqui, que é completamente caótica.
[25:28] As estruturas das músicas, fica meio difícil você pegar porque
[25:31] eu desse mal. Bem, essas estruturas meio que
[25:33] circulavam obtuery, né? Começa de um jeito, termina de
[25:36] outro, e é uns moleque compondo que não tem noção nenhuma de
[25:39] composição, tá fazendo as coisas que eles gostam assim, acho que
[25:42] tem muito de estudar aí na música, vai ter característico
[25:45] disso daí vai ser vocal do John targe, que é.
[25:48] Eu acho fabuloso, acho que um dos locais mais legais de metal,
[25:51] de death metal que tem de metal em geral a produzir assim.
[25:54] Eu acho que um dos locais mais legal ali, sabe?
[25:57] Tipo, eu e eu gosto do jeito que ele canta, sabe que ele não
[26:01] canta? Tipo, ele vai encaixando
[26:03] palavras, né? Tipo as coisas vai meio que
[26:09] travando, sabe? As frases como ele vai colocando
[26:12] as frases não são palavras todas em direto.
[26:16] Mas aí eu acho que é o é o básico das músicas, pegando isso
[26:19] daí, sabe? Tipo influência monstruosa de
[26:22] que é onde que o você vai ver lá pelos 4 minutos entre o riff que
[26:25] é de que o puro, puro, puro assim.
[26:28] E aí eu vou passar aqui os solos.
[26:31] Eu acho que eu vou deixar mais para o Bruno falar, porque acho
[26:33] que os solos também são bem legais, essa música do jeito que
[26:35] os solos complementam, né? Cara é Oo James Murphy.
[26:39] Ele. Ele foi um dos diferenciais
[26:42] desse disco pra mim aqui. Eu concordo muito com o Thiago,
[26:45] cara, assim. Os vocais são muito fodas, né?
[26:49] Esse jeito dele cantar é meio solto, né?
[26:51] Assim, ele não não é cravado no tempo, não são coisas super
[26:55] estruturadas, né? É até legal que eles comentam
[26:59] que é nos primeiros ensaios ainda a molecagem e tal,
[27:03] cantando qualquer coisa, né? Sem ter letra, compondo as
[27:06] músicas. O pai dele, do dos irmãos tarde,
[27:09] né? Entrou na sala de ensaio e
[27:11] falou, que porra é essa? Eu não tenho que entender Do
[27:13] Nada que você estão falando aí. Eles gostaram da ideia, né?
[27:15] Então vamos embora, tá? Tá legal isso aqui, aqui o
[27:18] William falou, cara, eu quero é chocar meu pai, né?
[27:21] O Red nxon lá ficou confuso, então aí é que a gente vai
[27:24] mesmo, né? Mas cara, é OOO, James Murphy
[27:28] pra mim é, é é um dos caras que tem mais Bom Gosto dentro do do
[27:34] do, principalmente nesse começo, cara, que os solos eram mais
[27:37] barulhentos, né, era um Monte de coisa batonal, alavancada pra
[27:41] todo lado, gritaria de guitarra. E ele chegou com um Monte de
[27:44] melodia, cara, só que são umas melodias criativas, né?
[27:47] Acho que, sei lá, ele deve gostar muito do do merson fate
[27:50] da vida, né? Os caras que tem os solos que
[27:53] são melódicos, mas são meio erradinhos.
[27:56] Eu gosto demais, cara, eu gosto demais disso aqui.
[27:59] E os grooves, né, cara, que que são o diferencial da banda
[28:02] mesmo. Então é, é a banda que entendeu
[28:06] que o peso não vem necessariamente daquela guitarra
[28:09] que tá. Tem 9 cordas e está afinada em
[28:13] jovem mall com aquele treco que você nem sabe o que que é, né?
[28:17] Deixou de ter nota já de tão grave e cara, aqueles Blast Pit
[28:21] maluco fuzilado não, cara. Aqui é groove, né?
[28:24] O peso tá no Na Na coesão da galera, né?
[28:28] Os rifes foda com com a bateria de Bom Gosto, né?
[28:31] É é legal demais, cara, e assim. Em cima desse groove, desse peso
[28:38] do solo melódicos pra caramba do do James Murphy que eu piro cara
[28:42] piro, né? É a única outro comentário aqui
[28:48] que acho interessante, né? Assim AAA bateria.
[28:51] Ela tá altinha na mix, né? Ela ela chama bastante atenção,
[28:55] mas. OA característica dos cort
[28:57] bands, né? Isso, né?
[28:58] Os cort bands normalmente tem essa bateriazona, o bumbum.
[29:02] Socando ali, né, cara? Socando, né?
[29:07] É foda, né? Mas assim, é uma época, cara,
[29:09] que as gravações ainda eram muito mais analógicas do que
[29:14] qualquer coisa, né? Só que pra esse disco, cara OOO.
[29:21] A é o nossa odeio branco agora, cara.
[29:23] Qual dos tarde que é o batera, né?
[29:25] Oo, Donald. Tarde.
[29:28] Ele ele odeia o som da bateria, porque ele falou que foi um o
[29:32] comecinho dessa digitalização, que todos os sons de bombo e
[29:36] todos os sons de caixa foram. É padronizados pelos Scott
[29:40] Burns. E aí ele brinca, que cara, ele
[29:43] tava ouvindo ele tocando, né? Ele é um baterista que não é
[29:46] outro técnico, mas ele é consistente pra cacete.
[29:49] Né, que ao vivo é um dos diferenciais.
[29:50] Ele falou que ele viu a magia se perdendo instantaneamente,
[29:54] assim, ouviu uma música que ele tinha gravado, trocaram o som e
[29:57] fica um negócio sem vida, né? Eu fico imaginando.
[30:01] Eu queria muito ouvir a gravação original desse negócio, cara,
[30:03] deve ser muito foda. Né?
[30:05] Demos, né? Você consegue ouvir as demos que
[30:09] saíram como bônus? Dá pra ter uma ideia assim?
[30:12] 3 demos aí no na edição é lançada verdade, cara.
[30:17] Mas é sonzeira, cara. O disco começa super bem, né?
[30:20] Introzinha de barulhinho também, coisa bem, bem classicona.
[30:26] Vamos ver o que que o William de 15 anos, vai falar.
[30:28] Mas eu quero ouvir o William de 47 também, cara.
[30:31] Quero ouvir os 2 Williams aí falando.
[30:33] Eu fiz, Hein? Eu fiz, Hein?
[30:37] Pior que eu fiz de todas. Acho que de todas.
[30:41] Muito difícil encontrar alguma coisa.
[30:43] Esse demônio da tasmânia aqui, urrando aqui.
[30:45] Foi difícil achar alguma coisa. Eu eu não sei se é uma maneira
[30:56] justa de explicar, mas os rifles iniciais dessa música aqui, eles
[30:59] são meio lúdicos e eu gosto bastante disso.
[31:02] Esse clima de terror que ela carrega no início tanto fez a
[31:06] minha cabeça na adolescência, cara.
[31:09] A pegada da batera, os rifes ali em paralelo, aquele cara que sou
[31:14] um característico de estilo de época, sabe?
[31:16] É uma música muito insana, cara, o vocal do John tarde, ele soa
[31:20] desesperador, sabe como a música pede de verdade assim, e a
[31:25] produção do álbum, eu posso usar essa música como parâmetro, é, é
[31:30] claro mesmo o produtor, né, obviamente, mas assim é.
[31:33] É um irmão do benefitter remance.
[31:36] Se você for parar para pensar, tem muita coisa dele na
[31:38] sonoridade dele, No No, no som de bateria dele, na que é cara,
[31:44] tem muita coisa parecida, tem muita coisa.
[31:46] Tem uma música aí que tem uma coisinha que parece do arrise
[31:50] que depois eu vou citar, mas aqui é muito benefício.
[31:53] R Mans, pra mim esse álbum, muitos momentos dele.
[31:55] EE, pela idade que eu tenho hoje, cara, olhando essas
[31:58] músicas, já que eu só achei assim que falei isso, me diz, me
[32:02] disse alguma coisa em algum momento da minha vida, sabe?
[32:04] Tipo, hoje em dia eu ouço, falei, cara.
[32:06] É legal, bacana, sabe? Bem bem, datadona assim e tal.
[32:10] Mas tudo bem funciona. Funciona, né?
[32:12] Funciona. É um disco.
[32:14] É um disco expressivo para o estilo.
[32:17] Vou convidar você para vir aqui para São Paulo dia 21 de
[32:20] fevereiro, no overload. Fest.
[32:27] Bora. O show do do be to r final da
[32:31] noite já. Sexta banda do dia, depois de
[32:34] encher a lata de cerveja, quero ver se você não vai sair pulando
[32:37] dentro da roda. Com certeza.
[32:38] Toca o primeiro timbre, né, que é dar primeiro toque, né?
[32:41] Guitarra, aquele grave do timbre, vem ali, você já fala,
[32:45] pô, o melhor show do dia, assim é o melhor show do ano, cara,
[32:49] entra uma batera, cara assim, é um negócio foda.
[32:53] O show dos caras é um troço absurdo.
[32:56] E sobre a letra, pessoal, que já que vocês estão perguntando, aí
[32:59] ela é sobre a paranoia de contaminação.
[33:03] É aquela aquela contaminação que consome o corpo de dentro para
[33:06] fora, sabe? É quando o corpo começa a perder
[33:08] o controle sobre o próprio, quando a pessoa perde o controle
[33:13] do próprio organismo, entendeu? Tipo é.
[33:16] É um tema gore, né? Para a época, é um tema agora,
[33:18] não tem nada filosófico. Sei que é tipo o corpo
[33:20] apodrecendo, olha que coisa. Nossa.
[33:25] Quero que você elabore na nas camadas, cara, porque tem 11
[33:28] comentário social aí? Pô, começa assim, AA pele
[33:31] começa, AA pele começa a ficar vermelha, daí depois começa a
[33:35] estourar assim, cacar ferida depois em função.
[33:38] Sociais aí, cara? É depois do impulso, é isso aí,
[33:43] essa é a infeção. Né?
[33:47] Tu escolhe, tu escolhe aonde a infeção começa, cara, só cuida,
[33:52] tá? No caso, esse acho que é o
[33:54] pescoço vermelho. Cara os.
[33:56] Velhos, né, que vão lá? Segurar.
[33:58] Gente boa. Sim.
[34:01] É isso aí pela nuca. É.
[34:24] Vamos lá para a segunda faixa, bodybag, começa aí do Bruno já
[34:29] rasga a alma dessa música aí, cara.
[34:31] O Thiago já já abriu um pouquinho, né, cara?
[34:35] Mas assim, as músicas, elas. Elas.
[34:40] OPA. Realmente tá com 15 anos aí, né?
[34:44] É eu, eu vim com 15, né, que eu posso fazer o que?
[34:46] Abriu. O que assim?
[34:50] Abriu o que a cara é? É OOO, espírito deles, né, cara?
[34:58] Se ela tem pra mim, essa já tem desde a entra uma carinha de que
[35:01] é o Tik frosh, né? Que o Thiago tinha comentado.
[35:04] Por isso que eu falei do. Abrir o comentário falando com
[35:07] que vai ser muita repetição aqui, né?
[35:10] É ri fácil, cara puta, tem a transição pra porradaria que vem
[35:13] Do Nada, acho legal pra cacete, cara Oo Donald, ele é criativo
[35:18] demais né? Então você pega entre 3 e 4
[35:21] minutos, é o mesmo riff que vai tocando, né?
[35:23] Geralmente a bateria tá fazendo um groove, a guitarra tem as
[35:26] variações aqui não, aqui a guitarra tá fazendo o mesmo
[35:28] mesmo, o mesmo riff, e ele fica variando os grooves, cara, é
[35:32] assim, é? É legal pra caramba, né?
[35:34] E dá um Monte de cara diferente pro mesmo tipo de guitarra.
[35:37] Eu adoro isso, cara. E o solo de novo, né, cara?
[35:41] James Murphy tocando um solo de praticamente metal tradicional
[35:44] em cima do do DAF metal que casa demais, cara, é eu, eu adoro
[35:49] essa faixa aí também, acho que o disco começa, vou falar as as 3
[35:55] primeiras, já antecipando aí pra mim são são fodíssimas de cara.
[36:00] Fala aí, Thiago, falei besteira. Olha, é isso, sabe?
[36:05] É tipo essa pegada que tem nela. A gente vai falar basicamente as
[36:09] mesmas coisas, porque é essa o que é legal do disco, que o
[36:12] disco vai se repetindo de vai fazendo de formas diferentes,
[36:15] mais em hippies diferentes, 10 diferentes.
[36:17] Mas a mesma coisa é essa variação, o umbusão dispara, mas
[36:21] a música não dispara. Aí vai levar aquela levada, essa
[36:24] coisa do que eu tipo frouxo, vindo muito mais pantanoso, né?
[36:27] Muito mais sujo e cavernoso do que o que o frouxo é.
[36:32] Então você imagina, sei. O próprio betwi disse que eles
[36:35] começaram com eles, começaram o exequition, né, que era o nome
[36:38] original deles como uma Band thrash metal na Slayer,
[36:41] Metallica, eles descobriram que é Tik frouxa e falaram, Mano, é
[36:44] isso. Pergunta, é isso que é pesado, é
[36:47] isso que é do mal, né? O Slayer sabe, então acabou
[36:51] virando essa característica deles de pegar o que é o frouxa.
[36:53] A gente está falando isso porque vai ter um que é o cover, de que
[36:55] é o frouxa mais para frente, né? Então, mas que a.
[37:01] É muito a cara, né? Não tem muito assim, porque eu
[37:03] acho que tem dessa música ali que eu acho assim a melodia
[37:05] dela. Às vezes meio que me lembro a
[37:06] melodia da primeira, né? Isso aqui dá pra chamar de
[37:10] melodia, né? Deu uma pouquinho que eu lembro
[37:15] um pouquinho melodia da primeira música, mas assim, tem 1 hora
[37:21] ali que na hora que ela tá passando, ela tá naquela levada
[37:24] que fica meio death metal, meio the beach, assim, sabe?
[37:27] Tipo que ele vai meio hardcore, meio death metal.
[37:30] Ele vai variando esses grovisão. De repente a música volta pra
[37:32] cadência inicial e o João táde aí tá fazendo um lindo, sabe?
[37:38] Tipo, uma das coisas mais bonitas que tem esse disco aí
[37:41] vai terminar com ele no rhysing House a Dead, meu mantrico
[37:44] assim, sabe? O negócio é, sabe, sensacional.
[37:51] Quando ela termina a distorçãozinha morrendo no final
[37:54] da música Coisa Linda assim, sabe?
[37:56] Tudo certinho, feito, né? E agora vou passar para o
[37:59] William William, nos nos esclareça sobre o que essa
[38:04] poesia está falando. Isso é o próprio nome, já diz,
[38:08] cara, é o é o é o saco. Como é que você?
[38:12] Como é que ele chama aquele bodybag lá?
[38:15] Você é pra ter 15 anos, vou com tudo, né, cara?
[38:19] É o. É o é o como é que se diz, é a
[38:21] descrição ali é visceral do pós morte, cara ensacado e preparado
[38:26] para o esquecimento, sabe? É, é aquela falar sobre a
[38:30] claustrofobia da morte física, entendeu?
[38:33] É isso aí é tu morrer, cara, tu sem sacado e deu, sabe, é isso
[38:36] aí, não tem nada aqui é papo reto, cara, é morte, não tem
[38:42] poesia. Aqui o John tard, ele tá
[38:45] rasgando a alma de tanto RA. Nessa música, cara, ela tem um
[38:49] template de Def metal clássico que muito se ouviu nas bandas
[38:52] dessa época aí as mudanças de tempo bruscas também chamaram
[38:56] bastante atenção, sabe? É, é bem bacana, essa música é
[38:59] bem legal mesmo. Aí o William de 47 anos, falou
[39:02] assim, nossa mãe, que música, que feio de que coisa mais
[39:05] datada, nossa credo, que coisa mofada, sou muito mais Nestor.
[39:10] Essa produção? É essa produção, credo.
[39:14] Não é Cristalina. Que produção essa?
[39:17] Cristalina as guitarras decidir. E coisa mofada, credo.
[39:21] Essa gritaria aí, tudo igual. É bicho, parece um, parece uma
[39:25] rinha de pitbull. No No, no emburrando para cima e
[39:28] para baixo. Estou brincando, tá?
[39:31] O pessoal paz, paz, paz. Terceira faixa, shoping Ralph,
[39:53] vai lá, Thiago. É muito foda esse início, né,
[39:58] cara? Aquela música já começa a
[39:59] convocar o arregaçando tudo, né, cara, né?
[40:04] Sensacional assim, né? Aí a gente sai um pouco daquela
[40:08] dinâmica das 2 primeiras músicas, mas que não é tão
[40:11] diferente da dinâmica dela assim.
[40:13] Mas essa bateria quebrada assim que ela vai colocando, então com
[40:18] a bateria vocal, com a bateria quebrada junto ali, cara, um
[40:21] negócio sensacional essa entrada.
[40:24] Esse é um dos 2 grandes clássicos do disco, né?
[40:26] Shop in Ralf das músicas. Mais toca ao vivo desse disco É
[40:32] Ela. E mais uma outra que depois a
[40:34] gente fala quando chegar nela ali e também, né?
[40:37] A gente vai ter essa coisa de você ter a dinâmica, que é o que
[40:41] fica mais rápido. Vai lá o bumbo que segura o
[40:44] tempo, o bateria, tipo, segurando a caixa, segurando o
[40:47] tempo da música, enquanto o Google vai as coisas que vão
[40:51] sendo normais desse disco assim, sabe?
[40:53] E. Eu acho que tem um solo assim na
[40:56] hora que está praticadenciada tem um dos melhores solos do
[40:59] disco pra mim assim. E vai ficar na hora que as
[41:03] alternâncias de groove de hardcore Def metal debit direito
[41:08] eu cansei de palhetar, agora volta e palheta de novo, muito
[41:13] foda assim, uma coisa muito legal eu IA passar pro Bruno
[41:15] complementar. É isso, cara, desde o comecinho
[41:19] shot the strolll aí do. Acho muito foda, cara, OOO riff
[41:26] para tudo com a batera, depois entrando, eu gosto demais do do
[41:30] segundo, assim da segunda, depois do verso cara, a sessão
[41:35] instrumental tem uma bateria que eu acho criativa para cacete.
[41:39] As sessões são bem distintas, né, cara?
[41:41] Tipo da introdução, aí tem esse esse riff que eu falei, aí aí
[41:44] ela vai para um o the bit que o tchau, comentou, cara, né?
[41:48] Assim ela ela passa por pelos momentos de de de roda, né, que.
[41:53] Galera vai se matar, tem as sessão de de que dá vontade de
[41:56] bater cabeça. Tem é tem a de cada música, tem
[42:01] o os pedacinhos, né? Você mulher falou do do trash,
[42:05] cara, eu acho que OOOO bitwarry, ele tem muito de trash, né?
[42:10] Inclusive assim, é cheio de breakdown, mas é breakdown no
[42:12] sentido on trax da palavra é que não é de Def COE que fica aquele
[42:17] negócio arrastadão. Né?
[42:22] Né, os breakdown do tipo você puxa, coalha a cabeça e leva.
[42:27] É isso, é isso, cara. Acho muito foda, muito foda
[42:30] aqui. O baixo aparece um pouquinho
[42:31] mais. Também falar o baixo do Frank
[42:33] 15, né? Tem umas transições que você dá
[42:35] o baixo, dá uma subida. Muito foda, cara.
[42:39] Muito foda. William, fala aí sobre o
[42:42] picadinho. Ah.
[42:44] É o clássico do disco, né? Consequentemente, a música que
[42:46] mais place place no Spotify. Aí tem um cara, tem um impacto
[42:51] no ritmo dela. Acho que é mais presente que as
[42:54] anteriores, sabe ter um riff que é arrastado pra caramba e às
[42:57] vezes contrasta um pouco com o ritmo da da, do baixo da bateria
[43:01] e tal. No geral, é muito boa, cara,
[43:03] muito boa mesmo. É aqui a tortura física Extrema,
[43:07] cara. Aqui é o John tard também, ele
[43:09] tá, tá assim, ele tá. Transforma essa música num
[43:13] mantra de horror, assim como assim dizer, tá um clássico
[43:17] absoluto, tá? Na minha adolescência lá com 15,
[43:20] cara, hino, quase uma religião. Hoje eu ainda respeito,
[43:24] funciona, mas não precisa ouvir 10 vezes seguidas, como em 91,
[43:27] não. Uma vez.
[43:28] Tá bom aí que tá tudo certo, rapaz, falou pra fazer as
[43:34] comparações. Eu tive, eu tô.
[43:36] Fazendo de fevereiro catando aqui o programa venha para São
[43:40] Paulo. Não, não.
[43:42] Tá tudo bem, eu tô brincando. É só pra gente dar umas risada
[43:45] aqui. Mas cara, puta clássico, muito
[43:47] boa. Boa mesmo.
[44:17] Quarta faixa, Circle of the silence.
[44:20] Temos aí um cover do caltic Frost.
[44:23] Vai lá, Thiago. É um cover assim que ele é fiel
[44:26] ao original, mas eles fazem as coisinhas deles ali, né?
[44:30] Do tipo a impressão que eu tenho dela assim, que quando a parte
[44:34] da música é rápida, é mais rápida que original, pouquinho
[44:37] mais um pouquinho. E quando ela desacelera um pouco
[44:40] mais pantanosa do que original assim, então, assim.
[44:46] É basicamente uma homenagem assim, quando você ouve, você
[44:50] não tinha caído a sua ficha, ainda que acho que frouxa, a
[44:52] principal referência dos caras eles estão escancarando na tua
[44:55] cara é, é isso que é esse aqui, é o nosso tempo, do leite, é
[44:58] daqui que a gente tá começando a fazer a nossa nossa identidade.
[45:02] E aí, Bruno, você acha que o solo ele descaracteriza, ele
[45:05] mantém assim? Cara, é, eu anotei para comentar
[45:09] isso, né, porque acho que é o solo mais sujo do disco.
[45:13] Mas porque o James Murphy deve ter se forçado a se aproximar do
[45:17] do solo original, né? É, mas assim, eu eu gosto dessa
[45:22] versão, mas tem, ela tem. Tem 2 problemas para mim, cara.
[45:25] O primeiro é que ninguém faz que nem o tom, né?
[45:29] Nem ninguém vai chegar No No, no tom warw aí no dele.
[45:35] Tu gosta então? Pô, lógico, cara, isso aí é é
[45:40] uma das maiores assinaturas do metal, cara.
[45:43] EOO segundo cara assim, o que é o chic frosh?
[45:46] Ele tem um lance pra mim que é de ser meio quase é.
[45:52] É 11 groove, muito particular, cara que as coisas são quase
[45:56] meio Que Fora do tempo e descoordenadas, mas é é tudo
[46:00] muito dentro do tempo deles que eu não sei explicar, né?
[46:04] Então acho que talvez seja até assim.
[46:06] Americanos pegaram uma música que tem 11 negócio.
[46:12] Do Horto e acabaram encaixando para ficar cravadaço, né?
[46:16] Proposital ou não sei lá assim, AA banda o obtier uma das bandas
[46:20] mais Tate que tem, né? São os caras mais coesos tocando
[46:25] em estúdio e ao vivo, né? Mas o que é o Tik Frost?
[46:28] Ele tem esse treco meio fora que acho que é um dos uma das coisas
[46:32] que eu acho mais legais assim, um negócio que deve ser
[46:34] irreproduzível para quem não é o que é o Tik Frost, né?
[46:38] Mas eu adoro também essa cover, cara, é legal pra caramba.
[46:41] Eu concordo com o Thiago, ela é um pouco mais rápida nas nas
[46:43] sessões rápidas e acho que o negócio que ficou legal aqui,
[46:48] essa música, tem um dos groves de bateria que eu acho os mais
[46:51] dos melhores, cara, que é o aquele que porra.
[46:59] Eu acho muito foda esse groove cara, né?
[47:01] EE, acho que pelo pelo agora eu vou me encontrar dizer, né?
[47:08] Mas pelo pela mixagem da bateria, ele ficou mais
[47:12] interessante ainda, né? Acho que ficou com com o som
[47:16] mais legal, mas é foda demais, cara, eu acho essa essa música é
[47:20] muito foda e o cover ficou legal, né?
[47:23] Não, não, não. Acho que chegou no, no, no, no,
[47:28] no nível que é o Tik frosh, mas ficou legal pra caramba no
[47:32] contexto do disco, cabe muito, né?
[47:34] Fala aí, William. Em relação ao original, essa que
[47:38] ficou levemente mais lenta, mas um pouco mais pesada, né?
[47:43] Deu uma. Eles colocaram uma roupagem do
[47:46] bittery nessa música. Aqui ficou bem a acho que é do
[47:49] que é otic Frost, um pouco assim, mais ligeiramente
[47:52] acelerada, um pouquinho mais crua em relação a versão dessa
[47:55] aqui, tá? É, eu acho que até o tom dela,
[47:59] até pelo som das guitarras, aqui ficou mais grave do que a
[48:02] original. A original parece ser um pouco
[48:04] mais seca. Mas eu acho que ficou muito boa,
[48:07] ficou muito boa a versão e eu acho que se encaixou
[48:10] perfeitamente aqui dentro da da proposta do álbum, muito bom
[48:13] mesmo. Então esse disco aí, o beach
[48:16] weary, ele afinou as guitarras e baixo, um tom abaixo do da
[48:20] afinação comum, digamos, né? O slow rebote ainda é afinação
[48:25] padrão, né? Em mi e descendo tudo esse aí,
[48:29] eles já baixaram o tom em tudo. Então ele ele tem esse som mais
[48:34] mais pesadão mesmo. É legal também falar que o costc
[48:37] Frost em 90, tava numa quase final de carreira ali.
[48:41] Acho que foi o ano que saiu o vanesis, o vanish neesis, mas já
[48:45] tinha passado pela experiência code Lake, que quase acabou com
[48:48] a banda, né? Então assim, você pegar uma
[48:51] banda ali, tipo, tá resgatando na verdade, pô, que tu tava
[48:55] resgatando uma banda quase contemporânea deles.
[48:58] Assim que se o crout não fizesse o code Lake, que é uma
[49:02] experiência quase hard, farofa pra uma banda.
[49:05] Imagina o Slayer lançar um disco parecido com um deflet party?
[49:08] Assim, se você quiser, talvez pegar o baque que foi para as
[49:10] pessoas, jogou a reputação dele no lixo, estragou a banda,
[49:14] morreu basicamente ali o werneth nems exames que o Kant, que está
[49:17] tentando se recuperar, mas ninguém mais levava a Sério.
[49:20] E aí você pega uma banda e vai lá e faz um cover de uma das
[49:24] maiores clássicos do catic frouxa.
[49:27] Verificar isso também teve uma espécie de resgate de que vai
[49:31] acontecer, que depois sepultura vai fazer também com o
[49:33] procuration of the Weekend. Tem toda uma importância nisso
[49:36] daí. Quinta faixa, dia.
[49:58] Essa aí tem um arranjo muito doido, né, cara?
[50:00] Eu acho legal pra cacete. E parece que vai ser uma faixa
[50:03] instrumental, né? Ela tem 4 minutos e meio vai até
[50:06] 3 minutos só com o rife foda em cima de rife foda.
[50:10] Tem coisa que parece, sei lá, deve ter ficado no subconsciente
[50:15] do do sepultura lá que as coisas que parecem carinha de casa ID
[50:18] aí No No nos hits cara é groove foda, umas bateria mais solta
[50:24] que aceleram né? Assim AA vai vai tendo uma
[50:28] aceleração devagar e a banda faz isso de uma maneira coesa.
[50:31] Ele acha legal pra cacete essa faixa cara.
[50:34] Tem umas coisinha que me lembra, o Creator também, aí No No no
[50:37] meio, não sei explicar muito bem não, mas é, é legal, cara.
[50:41] E aí volta o pouco e o Thiago falou, né, é uma molecada, cara,
[50:44] os cara tinha lançado um disco, né?
[50:47] Aí então No No segundo disco ainda tinha coisa que eles
[50:50] tinham composto antes com o alien, né, cara?
[50:53] E porra, tão, tão fazendo as maluquices que estão saindo da
[50:56] cabeça deles porque eles acham legal, né?
[50:59] OA banda é uma banda que assim tem.
[51:02] Eles têm cara de ser, os caras são legal pra caramba, só querem
[51:05] tomar a cerveja deles EE tocar metal, né?
[51:09] E é isso aqui pra mim representa isso, cara.
[51:10] Agora que não fazem sentido, não vai ficar legal demais.
[51:13] Aí eu vou antes do do do Thiago, complementar, cara, quero ver a
[51:17] interpretação do da letra profunda do William.
[51:21] Tô curioso também. Dá em cara, imagina adivinha só
[51:25] do que que ela fala? São 2 frases que se arrepende.
[51:31] Porra, é isso? Aí, cara, é o tu quer.
[51:36] Tu quer a versão filosófica, tu quer a versão nua e crua.
[51:40] Não, eu quero a versão versão profunda, cara.
[51:42] Falando do cara, o. Eterno ciclo de renascimento.
[51:46] Cara no processo agonizante da passagem da vida para a morte.
[51:51] Cara é a perceção sensorial, falhando e aceitação do fim.
[51:56] Olha aí. O que combina com a música.
[52:01] E a gente vai entrar alerta de prog, né?
[52:03] Que é colocar ali pro bicho. Porque se você pensar que a
[52:07] música fala disso, o Wear design, ela tem uma puta parte
[52:10] empolgante, legal para caramba. No início você falou 3 minutos,
[52:14] ela conseguiu um riff atrás de puta gravisão ainda. 3 minutos
[52:19] para a música vira uma agônica música vira basicamente o
[52:23] primeiro da história. Talvez não tenha autopsia,
[52:26] talvez tenha feito antes, mas aí ela se arrasta.
[52:34] E assim, e ela vai numa arrastada que as vezes parece
[52:36] que ela vai ganhar a velocidade, mas não consegue.
[52:39] Sabe? Como se você estivesse tentando
[52:40] Renascer e não conseguisse, sabe?
[52:42] Tipo, você está morrendo mesmo, amigo.
[52:44] Você não vai escapar disso aqui. É muito?
[52:48] Sensacional isso daqui, sabe? Tipo, é essa coisa ali.
[52:51] E aí você fala que vai ter coisas ali que vai ter uma
[52:54] influência meio de industrial, que eu acho que se cultura já
[52:56] começar a almoçar até na Rise um pouquinho aqui, ele não quer
[52:58] usar dia e vai estourar assim. Então acho que tem.
[53:02] A sensação que eu pergunto disso daí, né?
[53:04] E a gente vai falar atenção, que vem de isso daí.
[53:07] Então a gente vai falar da influência do Scott burnes nos
[53:11] 2, né? Nesse caso, Scott burnes que tá
[53:13] pensando nisso, os Scott burnes acaba ficando com uma fama muito
[53:17] de todos os dias que são parecidos, né?
[53:19] E que não é errado falar isso, de certa modo.
[53:22] E ele diz que de fato para ele, assim, ele pegou algumas coisas
[53:26] que ele tinha e ele usava para todo mundo, porque.
[53:29] Ele estava compondo, ele estava sangranando discos de death
[53:32] metal, então chegava um Monte de músico tosco que ele tocar
[53:34] rápido e que ele precisava fazer aquilo soar minimamente decente,
[53:37] né? Ele aprendeu alguns truquezinhos
[53:39] que ele usava com todo mundo assim e perguntando o que que
[53:42] soava, tudo igual. Eu falava, pô, mas todas as
[53:44] bandas eram meio parecidas. E os cara que IA tocar rápido,
[53:46] convocar o podrão, o sif, gravisão, mas não tinha muito
[53:49] contador, só diferente daquilo, e soar bem então.
[53:53] Acho que tem o lance de de a banda.
[53:56] É não ter tanta maturidade, acaba soando como produtor, né,
[54:01] porque tem discos dele que que tem a sororidade, diferente, né,
[54:04] cara? Só que quando chega num num
[54:06] nível cru assim, tem outros produtores que tem essa
[54:09] característica, né? Inclusive com banda mais mais
[54:14] experiente, né? Você tava até falando hoje no
[54:16] grupo lá do WhatsApp, Thiago, do Andy strip, né?
[54:19] Esse é o cara que cara, se não, se se bobear, todo mundo vai
[54:23] sair com exatamente o mesmo som do do estúdio do cara, né?
[54:26] Isso antes nem foi o cara que ele revolucionou o som de metal
[54:29] nos anos 2000. Ali foi o cara que conseguiu
[54:31] achar um jeito de se fazer metal, trazendo coisas que os
[54:35] conty bands trouxe para theath metal.
[54:37] Ele conseguiu encaixar aquilo sem você precisar ser groove
[54:40] metal, sabe? Então ele vai fazer aquele disco
[54:42] de gravações do Pantera, do Pantera, não do teste.
[54:46] Ele vai readaptar esse tipo de sonoridade para as bandas ali
[54:49] vai permitir o raizzi consegue fazer isso com o Bruce Dickinson
[54:52] também ali, isso no Chemical Edge.
[54:55] De achar uma sonoridade nova ali para o metal no final dos anos
[54:59] 90 e início dos anos 2000, que dá uma renovada, dá meio que um
[55:02] soco na cara ali, faz um metal, dá uma parar de parecer datado
[55:07] na época. Hoje a gente sabe que isso é
[55:09] tudo meio besteira, mas na época fez sentido assim.
[55:13] Então, mas acho que o Scott bands, ele diz muito isso, né?
[55:16] E a gente tá falando de uma época, esse disco sai em 90 e em
[55:21] 91 vai acontecer o Nirvana. E pós Nirvana acontece aquele
[55:27] fenômeno maluco que as bandas de death metal, as gravadoras
[55:31] começam a postar que de repente death metal pode fazer sucesso,
[55:35] né? E aí?
[55:36] OE, aí o Scott bands vai tentar reproduzir isso para ver se sabe
[55:39] tipo, deu certo, conseguir fazer algumas bandas darem certo.
[55:42] Fazendo isso, vou tentar fazer isso para ver se outras crescem
[55:46] do mesmo jeito. Eu aqui nessa faixa eu notei
[55:49] mais o baixo do Frank watts quis em relação às demais até aqui.
[55:54] E essa música é exatamente essa que eu falei, que lembra aquele
[55:58] trash metal a lá sepultura fazer Rising.
[56:01] Ela tem uma parte dela que lembrou muito da Eddie
[56:03] bronicels. Exatamente a mesma que veio na
[56:08] minha. Cabeça que que aí, já que já
[56:11] está no território. Também tem uma que então teve é
[56:14] teve 1 hora que me lembrou, não sei se fez live new hoje, alguma
[56:16] coisa assim. E essa parte da da, da, da, da
[56:18] embranix, Excelsior, só quase falta para só entrar aqui, né?
[56:22] Porque que o tava tem igualzinho aqui, tá?
[56:23] A base está certinho, igual. Eu acho que é woodscho até o
[56:27] Tales som aqui, cara. O som do bumbum é animal.
[56:30] Muito boa essa luz, muito boa mesmo.
[56:32] Época no Rio School na época, né?
[56:34] Hoje. A gente?
[56:37] Fala. Hoje a gente chama isso de old
[56:39] School of metal, né? Mas na época era só the of
[56:41] metal, essa coisa nova aí. Eu recomendo procurar.
[56:46] Tem tem vídeo da turnê dessa turnê, do do que teve o beach
[56:50] very sepultura e o sados que tem A Entrevista do do que está o
[56:54] André skister e o Igor e a entrevistadora está assim?
[56:58] Está é até meio meio. Talvez xenófobo dela, assim,
[57:04] meio diminuindo um pouco, OOO, andrézinho, é preconceituoso
[57:10] isso, mas aí assim ela pergunta aí como é que vocês fazem lá no
[57:14] Brasil? É muito perigoso, né?
[57:16] Como é que vocês fazem pra viver de música aí os 2 assim não, a
[57:19] gente vive com os nossos pais ainda, né?
[57:21] Interessante pra caramba. É legal ver que os pais apoiavam
[57:25] também, né? Assim tem o lado cômico e o lado
[57:27] que é legal, cara, que assim tinha apoio, né, da.
[57:31] AA família do Andreas e a mãe do do dos Cavalera, que cara é foi
[57:36] importante? Para a Cavalera foi
[57:38] importantíssimo assim, né? E assim, falar do obtory de
[57:41] certa forma também, né? Porque os irmãos tarde estão
[57:43] ali, né? O John e o Donald são irmãos,
[57:45] Trevor Perez e amigos dos caras desde criança, Alan West também,
[57:49] então tem uma camaradagem, né isso, mas o Alan West também era
[57:54] amigo deles desde o início aos 3, estão até hoje na banda,
[57:57] estão até hoje na banda, são a banda até hoje, basicamente.
[58:01] Então tinha essa camaradagem deles ali.
[58:03] Eram as 2 bandas da rode Hanna, né?
[58:05] Que a rode Hanna, ela postou para da f metal ali e depois na
[58:09] hora que o da f metal vai ter esse boom de popularidade ou
[58:12] boom de popularidade, mas a expectativa de boom de
[58:14] popularidade. Era aí que fecha contato com a
[58:16] Sony e tal. Rode Hanna contrata um Monte de
[58:19] bandas da f metal também e tentando lançar, vai ter em
[58:22] córrego, vai ter um Monte de banda que vai sair.
[58:26] Rode Hanna vai contratar e que nenhuma dá em nada assim.
[58:29] Música comercial, comercialmente não dá certo.
[59:06] Vamos lá para sexta faixa arraise, ó arraise de novo aí.
[59:12] Fala do Slayer aí, Thiago? É a música mais curta do disco,
[59:16] né? Menos de 3 minutos.
[59:19] Também é outra que ela vai começar já com vai ter uns
[59:23] efeitinho de chuva no início. É muito legal, né?
[59:25] Porque ela começa são 30, ela tem 2 minutos de 50.
[59:27] Os primeiros 30 segundos são chuva, né?
[59:29] Barulhinho de chuva. E aí?
[59:31] Acho. Que o final termina com
[59:33] barulhinho também, então. Ela tem que se.
[59:36] Repetindo, né? É exatamente.
[59:39] Então, e ela já começa no vocal, né?
[59:41] A gente e aí isso, né? Ela é a música também, mais
[59:46] rápida que vai ter. Acho que os mais rápidos disso
[59:49] estão nessa música também. Mas aquilo vai acelera, diminui,
[59:55] vai ter a dinâmica que melhora, assim os solos vão começar os
[59:59] solos. São meio barulhentos.
[1:00:01] Assim vai ter umas escalinhas meio circulares, que vão se
[1:00:04] repetir, que vai segurando ali, né?
[1:00:06] E aí, quando você acha que tá meio que indo, ela volta pra
[1:00:09] aquelas parada inicial da música assim.
[1:00:11] Então assim dá pra vou perguntar, e é terminar em fade
[1:00:15] o jeito que essa música termina, Bruno, ou é um final criativo?
[1:00:19] Não, esse feitinho aí eu não considero o Feige não, cara,
[1:00:22] esse esse finalzinho aí é é o gleet.
[1:00:26] É a versão trip rop, do do beach cara.
[1:00:31] Mas essa? Música pra mim é, é é muito
[1:00:34] Slayer, cara, né? Oo os riffs me lembra o Slayer.
[1:00:38] A cadêcia da voz pra mim é blackmat que ali manja tá muito,
[1:00:42] muito com carinha de. É isso, né?
[1:00:45] A voz mais aguda, um pouquinho que a voz nos outros discos
[1:00:47] assim, que é um tom, timbre de voz que ele vai usar mais
[1:00:50] complit depois. Verdade.
[1:00:53] Não, mas não é pra passar pano, não, William, só pra voltar
[1:00:55] aqui, porque eu não não defendi ainda.
[1:00:58] Mas ali a música termina. Só que eles repetem AO fim da do
[1:01:03] rife algumas vezes, né? Não, não, não, não se enquadra
[1:01:07] no critério de. Faydeout é meio, analisa.
[1:01:14] A letra pra gente aí, William? A letra dela é abstrata, cara.
[1:01:20] É despertar após a morte. Só isso ou você sair de algo
[1:01:24] maligno? É isso aí.
[1:01:26] Não tem muito o que explorar não, né?
[1:01:29] Essa aqui é uma é cara, é uma. É uma faixa que fala sobre
[1:01:33] perseverança, porra. É então levantar, levante, se
[1:01:36] saia da situação do mal. Enfim, né, cara?
[1:01:40] Sai da é, tira. A.
[1:01:43] O uruca que? Tu tem o Atílio antes de o
[1:01:45] Atílio é o ter, né? Mate ao ver, né?
[1:01:49] Viva, viva através do inferno. A guerra é nosso prêmio.
[1:01:55] Eu acho essa música rápida pra caramba, igual vocês já falaram
[1:01:59] aqueles trechão das antigas, sabe?
[1:02:01] Solo de guitarra estridente dos rifes rasgando tudo, cara.
[1:02:06] E o vocal do John tarde tá animal nessa música, né?
[1:02:09] Vamos combinar assim, tá desesperador, cara, tá
[1:02:11] desesperador. Os cara, olha, esse cara tem uma
[1:02:14] voz muito boa, tô boa mesmo. Sétima faixa.
[1:02:48] Olha, eu vou começar aqui, vou me dar a vez aqui, que é como
[1:02:52] uma faixa título, né? As expectativas ficam lá em
[1:02:54] cima, né? Então, naturalmente é.
[1:02:57] Eu acho que ela carrega o peso e os holofotes por representar o
[1:03:00] disco, né? E eu acho que Oo instrumental
[1:03:03] dela é bem clima de filme de terror no início, sabe?
[1:03:07] Ela também tem um clima de desolação, aquele lugar
[1:03:10] esquecido, inóspito, arrastada, melancólica para cacete, vocais
[1:03:15] urrados. Entendeu?
[1:03:18] É, eu acho que é, é isso aí, cara.
[1:03:21] E a letra delas querem saber, é aquele mistério do óbito, né, o
[1:03:25] que que aconteceu, qual foi a causa da da morte?
[1:03:30] Então tem muito aquela coisa de necrotério, de exumação,
[1:03:34] entendeu? E o com 15 anos, eu falava
[1:03:37] assim, ó, esse aqui é o som do inferno.
[1:03:39] Hoje, com 47, eu falo assim, ó, é uma, é o som de uma banda
[1:03:42] confortável demais na própria fórmula.
[1:03:45] Completamente. Mas se ela começa no primeiro
[1:03:47] minuto dela é basicamente uma Power bellege the of metal.
[1:03:50] Né cara, essa cara do cara. É rifezinho entre o meu
[1:03:56] cerimonial, quase assim eu vou te dizer que é quase no início
[1:04:02] do do com essa camelodiazinha aí entre o solo do solo bonito,
[1:04:09] solo inicial ali do do James Murphy.
[1:04:13] Mas aí chega um minuto, ele já vocal cavernoso, a música vai se
[1:04:16] arrastando, né? Ela vai e o que é legal, né?
[1:04:19] O rife é meio monolítico, é a bateria que parece que vai
[1:04:21] puxando a música para frente, sabe?
[1:04:22] A caixa vai carregando esse rife para andar assim antes de entrar
[1:04:26] e entrar, uma batida mais vagarosa, mais normal dela
[1:04:29] assim. Mas aí depois um minuto 40, ela
[1:04:32] já vira a gruvisão, já volta para aquela.
[1:04:34] Lógica normal que o disco trouxe o tempo todo.
[1:04:37] Então por 1 minuto 40, esse estranhamento que ela tem um
[1:04:39] pouquinho. Nem tão estranhamento assim, né?
[1:04:41] Tipo, dura menos de 1 minuto. AA parte bonita do disco,
[1:04:45] digamos assim, né? A única parte mais bonita,
[1:04:49] melódica. E aí assim ela outra música que
[1:04:52] vai naquelas levadas do meio, eu acho, tipo AA parte do refrão,
[1:04:57] aquele das coisas mais. Legais para caramba.
[1:05:02] Uma das coisas mais legais que tem no disco assim, e ela tem
[1:05:07] para mim, ela tem uma coisa assim que a gente pode falar de
[1:05:10] sepultura, apesar dela não parecer sepultura, mas ela ela
[1:05:13] abusa um pouco dessa semi, semi trash, semi DF nas estruturas,
[1:05:17] que é uma coisa que sepultura era o Rage fazer isso daí.
[1:05:19] Então pode falar que é a influência de sepultura numa
[1:05:21] influência de sepultura, mas eles meio que trabalham numa
[1:05:25] zona ali. Na hora que eles estão
[1:05:27] colocando, trabalha numa zona, né?
[1:05:29] E tá certo. Mas eles trabalham numa área
[1:05:32] musical que parece bastante sepultura faz também, mas do
[1:05:37] jeito do hobby twerry, que não parece ficar copiado, né?
[1:05:42] E vai ter os fakes top no final, né?
[1:05:45] E que vai vai ser alguma coisa que eles vão usar depois, né,
[1:05:49] Bruno? Cara, eu concordo com com tudo,
[1:05:52] cara, só só vou ressaltar aqui. Oo groove cara do verso é um
[1:05:58] negócio tão nojento, tão, tão foda cara que é o que o Thiago
[1:06:02] falou de de da bateria que que vai é puxando né que tá meio que
[1:06:08] sei lá dá a impressão que a bateria tá arrastando AA faixa
[1:06:11] cara não arrastar de ser dum mas de de de propulsão eu não sei
[1:06:16] explicar, cara é o negócio que é tão foda, tão foda é tão único
[1:06:20] do do beach Wear esse tipo de coisa, cara, não sei se é.
[1:06:23] É um negócio que fica meio atrasado tão pouquinho.
[1:06:26] Não sei, não sei como é que como é que eles fazem isso, cara, mas
[1:06:30] é muito foda. É, é assim a única coisa que o
[1:06:35] William não falou, cara, esse é uma faixa título digna, mas para
[1:06:39] mim é é, cara, ela passa por tudo, né?
[1:06:42] Ela tem o começo que o Thiago comentou, né, que é arrastadar
[1:06:46] com solo fodaço de cara, né? Tem esse esse verso que eu acho
[1:06:50] uma das coisas mais lindas que tem, cara, tem pordaria tem
[1:06:53] tudo, né? Tem 11 certo grau de de
[1:06:57] progressividade. Vou falar que é prog do beach
[1:06:59] verso aqui de novo, cara, esse disco é é muito avançado, né?
[1:07:03] E que dá para ver que eles estão brincando bastante com arranjo
[1:07:06] mesmo, né? De de ir e voltar, cara, acho
[1:07:08] muito foda. Só preciso que o William diga se
[1:07:11] é uma faixa digna de de faixa título, cara.
[1:07:14] Claro que é claro, ela carrega o título.
[1:07:18] Atmosfera, a essência do álbum. Cara, tá tudo certo.
[1:07:23] Com certeza, com certeza. Quem sou eu pra falar que não tá
[1:07:26] louco? Deus me perdoe, não quero esse.
[1:07:29] O cara falar, Deus que me perdoe.
[1:07:31] Deus que me perdoe, cara, mas esses depois vem esse pessoal
[1:07:35] enterrar a cabeça de cavalo no meu quintal aqui, cara, tá
[1:07:37] louco? Tô fora.
[1:07:54] Oitava faixa. Não, não é.
[1:08:06] Essa música é a música mais esquecida, né?
[1:08:12] Desse disco. Assim é a música que eles menos
[1:08:14] tocaram ao vivo, assim, tocaram naquela tour só e depois só
[1:08:18] foram resgatar. Agora que eles estão tocando
[1:08:20] causados dessa inteira, então, mas eu acho que é outra música
[1:08:25] que. Tem uma pegada de trash bem mais
[1:08:27] forte assim, e ela vai alternando.
[1:08:30] Ela vai de novo, né? Vai pegar essa espada meio trash
[1:08:33] também, é, vai dar arrastada, parada para dar uma arrastada
[1:08:37] mais, que é de que a Prost ali vai ficar nessas alternação,
[1:08:42] nessas alternadas, o hippie fica rápido, depois arrasta.
[1:08:45] Natural de como esse disco está levando assim.
[1:08:49] Talvez seja mesmo a música menos memorável desse disco assim.
[1:08:54] Mas ela tem um negocinho no meio que parece que ela tem um
[1:08:56] tecladinho lá por 2 minutos, que aqueles timbrezinhos de teclado
[1:09:00] que parece muito que bandas depois góticas vão usar bastante
[1:09:04] assim. Não sei exatamente de onde
[1:09:06] surgiu a ideia, não sei nem se aquilo é teclado.
[1:09:08] Depois o Bruno pode dizer ali umas paradas que ela tem ali pro
[1:09:11] meio, né? Mas assim, eu acho que é outra
[1:09:14] música legal ali assim, sabe? Tipo bocaldo de vontade, está
[1:09:19] sensacional, eu gosto. Sensacional o negócio.
[1:09:26] A gente tá sem voz. Já de Vitão, João terd, não tá
[1:09:29] dando muito certo, mas diz aí, Bruno, o teclado, aquilo ali no
[1:09:33] meio da música, cara, então é eu.
[1:09:36] Eu tentei. Descobrir isso, cara, porque
[1:09:39] esse esse barulhinho é meio curioso, né?
[1:09:42] Ele não é tão aparente, mas tem o tecladinho lá, né?
[1:09:46] E parece que No More Sound cara, tinha um.
[1:09:51] Sim, é pra eles tiozão, mas é a galera.
[1:09:54] Deu um carinha da nossa cidade lá que fazia vinheta e trilha de
[1:09:59] de comercial, coisa desse tipo, né?
[1:10:01] Que eles foram atrás do cara pra pra pedir sonzinhos ou é de de
[1:10:09] terror? Sonzinhos malvados, é isso aí.
[1:10:17] Para essa faixa aqui, cara. Tipo, pediram, Ah, faz um
[1:10:20] negócio muito malvadão aí pra gente, né?
[1:10:23] Que o tesão ficava fazendo umas caras de mau e tocando, que
[1:10:27] virou esse esse acompanhamento aí, cara.
[1:10:30] Mas deve ter cadinho safado aí, né?
[1:10:32] Timbrezinho bem bem cretino, mas que cabe perfeito nessa faixa
[1:10:36] pra mim, né? Acho que assim, não é à toa que
[1:10:39] ela é a faixa entre algumas aspas aqui esquecidas, acho que
[1:10:43] é a que menos me chama atenção no disco.
[1:10:45] Mas ainda vai ser legal, cara, né?
[1:10:48] Ainda assim, eu, eu curto essa faixa aí que fala sobre fala aí,
[1:10:52] William, as vicissitudes da via da aceitação da da da morte e
[1:10:57] que temos uma vida após a morte, né?
[1:11:01] E a sua memória vai vai sobreviver depois que você
[1:11:04] morrer. Filosofia complementar, né?
[1:11:07] O Kent Smith também fez os. Efeitos da arraise da sepultura,
[1:11:10] né? Então ele mesmo é o cara do
[1:11:13] estúdio que tava lá pra fazer essas coisas.
[1:11:16] Ah, cara, nem sabia que doido, eu acho que.
[1:11:19] Ela fala sobre isso mesmo, Bruno.
[1:11:21] É o que fica para trás depois que que morre, cara, depois que
[1:11:24] o corpo apodrece, o que que fica?
[1:11:25] As memórias e o rastro de destruição, cara, é isso aí.
[1:11:29] Tá dando como filosófico do álbum só para falar do Kant
[1:11:34] Smith, cara, se eu olhar a ficha dele aqui, é uma loucura.
[1:11:36] Né, porque tem coroner tem iceturt.
[1:11:39] No Night of the stormuraider, ele tocou com o cloud Blast,
[1:11:42] cara, aquela banda. Doida francesa, né?
[1:11:45] Que é Oo prog BF metal também tem paschlance no teste Morning
[1:11:50] of the enchions cara, tem tem tem página twisted cister, então
[1:11:57] o cara passou por tudo que é rock metal, cara, bem legal, não
[1:12:00] sabia não. Thiago é eu.
[1:12:02] Eu acho essa música desesperadora, cara.
[1:12:04] Ela é densa. Ela é arrastadona, sabe?
[1:12:06] Tem um tom fúnebre, principalmente por causa desse
[1:12:09] tecladinho safado aí que tem no meio da música, sabe aquela
[1:12:11] coisa é bem sutil ali, sabe aquela coisa?
[1:12:13] A coisinha, mas acho que é discreto, mas funciona, cara,
[1:12:17] funciona perto do fim. Ali tem um solo bem insólito e o
[1:12:22] que mais me agrada no som do betuery agora, em termos gerais
[1:12:26] assim, é esse template de terror e desespero que eles carregam No
[1:12:30] No som deles. Acho que isso é é essa é uma
[1:12:33] marca, uma característica no som desses caras que eu acho bem
[1:12:35] interessante. Então eu acho que é o que me
[1:12:38] impressionava quando eu era mais jovenzinho, porque.
[1:12:41] É, é o sonoridade do bittery. Tinha aquilo ali, sabe?
[1:12:44] Tinha aquela coisa que eu colocava assim, eu falei, olha,
[1:12:47] tá aqui uma música que vai que vai traduzir aquele som de
[1:12:52] terror que eu quero ouvir, entendeu?
[1:12:54] É isso aí. Você acha que tem muito a ver
[1:12:58] com a voz isso cara do John. Tarden ou não tem um pouco, mas
[1:13:03] eu acho que é muito mais. Pelos riffs, eu acho que os
[1:13:06] riffs de guitarra, a forma como eles soam assim a.
[1:13:10] A velocidade, né, a ou a lentidão, vamos chamar assim,
[1:13:13] que eu acho que que que puxa muito bem, né, é claro.
[1:13:18] Não, não, não é isso, tá? Não é isso.
[1:13:21] Mas, por exemplo, o trítono, qual é a característica do
[1:13:23] trítono que faz dele um som diabólico, às vezes exatamente
[1:13:26] aquele som que ele que ele tem, né?
[1:13:27] O tríton vai estar com uma coisa de maldade, né?
[1:13:30] Eu acho que o template da música do Beto Harry é muito assim,
[1:13:33] entendeu? E olha que.
[1:13:36] Que interessante. Eu peguei e hoje eu ainda peguei
[1:13:38] para ouvir Oo mais recente, o dial lover of everything, sabe,
[1:13:42] para poder, porque eu nunca não tinha ouvido esse álbum até
[1:13:45] hoje, esse mais recente. Aí eu falei, eu vou pegar para
[1:13:48] ver como é que está a sonoridade.
[1:13:49] Olha, eu achei até estranho um pouco a voz do John tard, mais
[1:13:52] velha assim, sabe? Pô, não tá mais urrando como
[1:13:55] antes, né? Tá, tá uma Voz 1 pouco mais,
[1:13:57] escreve letra agora, cara, faz caracterização total, é isso.
[1:14:01] Né, estragou a banda, né, cara? É.
[1:14:04] Falei mais, mas OK, funciona amadureceram?
[1:14:06] Né, está mais pouca, né? A voz.
[1:14:09] Dele hoje, assim, porque não dá? Para fazer isso sempre, né?
[1:14:12] Mas é isso, né, que ele tem uma nessa época era uma voz meio
[1:14:15] ele, era cavernoso e agonizante. Pantanoso, né, cara?
[1:14:20] Era um negócio muito próprio dele.
[1:14:23] É porque tem esse desespero, né, cara?
[1:14:25] Esse que o William falou que. Parece o tyes, parece 11 negócio
[1:14:30] meio cagonizante. É uma coisa que que tem no black
[1:14:34] metal também, né, cara? Pegar uns caras tipo 10 da vida
[1:14:37] assim é um. É um sufoco, né?
[1:14:41] É OA diferença dele é que sim, que é no black metal, é.
[1:14:44] Aquele. Agonizante, mais ríspido, né?
[1:14:47] Tipo, parece que de neve, né? E esse aqui é aquele agonizante
[1:14:50] que é meio pantanoso mesmo, né? Do panto da Flórida, uma é
[1:14:55] nevado. Outra é a Areia movediça ali
[1:14:57] engolindo você, né? Vamos lá então para a nona e
[1:15:01] última faixa desse. Maravilhoso clássico turn Inside
[1:15:05] Out. Vai, Bruno, você encerra aí.
[1:15:28] Eu não sei a. Ordem que eles compuseram as
[1:15:30] faixas, né? Tem os efeitinhos.
[1:15:32] Também pra abrir, mas essa aqui tem os rifes, que são mais
[1:15:34] estranhos, né? Do que o resto, cara.
[1:15:36] Parecem uns rifes um pouco mais complexos do que os os do resto
[1:15:40] do disco, né? Na Na introdução,
[1:15:42] principalmente, mas depois cai pra uma cavalgada fodassa, cara.
[1:15:46] Ela tem um breakdown naquele estilo que eu comentei mais cedo
[1:15:50] aí de de de trash mais tradicional, que eu acho
[1:15:53] fodasso, cara. Né?
[1:15:55] De novo tem a dinâmica do beach weary, cara que que acelera, que
[1:15:59] freia, né, a hora não começa rápida, é terrível pra cacete,
[1:16:03] acelera, é gruvada pra caramba, cara, né?
[1:16:06] De novo, os solos são foda, acho que é é termina numa numa nota
[1:16:11] altíssima aqui, Oo álbum, cara, e acho que é é assim, não é mais
[1:16:17] longa, mas acho que talvez seja o épico trabalhado, né?
[1:16:20] Tem tem mais coisa diferente acontecendo aí.
[1:16:24] Curto para cacete. Aí eu não sei se esses rifes se
[1:16:27] você acha também meio meio torto.
[1:16:29] Julian, o que que você acha desses rifes aí da faixa?
[1:16:32] Cara, eu eu acho que os rifes continuam Na Na, na essência.
[1:16:36] Mas você sabe o que que me que me chamou atenção nessa música
[1:16:39] de verdade foi, é o entrosamento dos caras da banda.
[1:16:43] Cozinha está impecável. Foi a cozinha que mais me chamou
[1:16:46] atenção, técnica, entrosamento desses caras nessa faixa.
[1:16:50] Até porque a música dá umas paradas, né?
[1:16:51] Ela tá indo morando na região para cá.
[1:16:53] E começa todo mundo junto, né, cara?
[1:16:55] Tem várias momentos que ela dá essas paradas, que é uma das
[1:16:58] coisas que eu acho mais legais nela.
[1:17:00] Assim, parece que ela está indo de um jeito aí que já para não
[1:17:03] vem entre. Ele foi arrastado, monstruoso
[1:17:05] vocal lá, vendo ali, sabe? Tipo, eu acho que com essas
[1:17:09] alternâncias que a música vai tendo dentro dela, fazem isso.
[1:17:14] Quarta vez seja a música que eles tivessem mais maduros na
[1:17:17] hora de finalizar a composição, né?
[1:17:20] Tipo a música que eles estavam mais.
[1:17:22] Preparados assim que a ideia tava mais se formando na cabeça
[1:17:26] deles ali, tanto é que acaba sendo a música mais famosa do
[1:17:30] disco, né? Ela é Chuck, then Ralph.
[1:17:33] E porque aquela parte final, né, cara cat, né cara?
[1:17:39] Meio que uma coisa que eles vão explorar, mas né, de complit
[1:17:42] depois de ter essas estruturas que são mais assimiláveis pro
[1:17:46] público não ser uma coisa que seja totalmente labíntico o
[1:17:49] tempo todo, então. Acho sensacional.
[1:17:53] Vou devolver para o Bruno e vou devolver para o William.
[1:17:56] Para o William analisar a letra dessa música vira a letra do
[1:18:00] avesso, William. Não é isso aqui, cara, é, eu
[1:18:04] acho que. É um horror assim, purista
[1:18:07] mesmo, sabe? É, é a é a inversão física e a
[1:18:10] agonia de uma transformação violenta.
[1:18:12] Sei lá, parece uma coisa. Parece meio Glória assim, de
[1:18:15] virar um corpo do avesso assim, sabe?
[1:18:17] Tem muito mais. Não tem como tirar muita
[1:18:19] filosofia. Você não acha que é uma letra
[1:18:21] que fala sobre a opressão? Cara, aí não sei não, não.
[1:18:24] Sei se eles vão pra esse lado, não tem nada de opressão.
[1:18:27] Aqui não, cara. É agonia.
[1:18:29] Sabe aquela transformação violenta?
[1:18:30] Parece aqueles monstros de tipo Resident Evil, quando começa a
[1:18:34] se multar assim, começa a se contorcer e gritar e sabe assim,
[1:18:37] sei lá, deve ser isso só pra me retratar aqui antes da gente ir
[1:18:41] pro pro. Finalzinho, cara.
[1:18:43] Meus comentários da letra foram 100% sarcásticos, tá?
[1:18:47] Eu não tô procurando o segundo sentido e camadas nas letras do
[1:18:52] beach weary, não antes que ache que eu tô agora.
[1:18:57] Já era meu a. Gente, já avacalhou.
[1:18:59] O tema cara, tanta coisa. Boa séria para falar a gente,
[1:19:02] pô, aqui fazendo palhaçada aí, ó.
[1:19:03] Mas ninguém chega aqui mesmo, cara.
[1:19:05] Ninguém não ouve isso aqui. Essa pode final.
[1:19:08] Ninguém. Nunca ouve as notas.
[1:19:09] Também, né? É aqui, ninguém ouve mais.
[1:19:12] Aqui acabou. Olha.
[1:19:13] Só. Mas agora, pra eu encerrar, eu
[1:19:16] posso fazer a última comparação dos 15 pros 47 anos aqui, ó
[1:19:20] assim, ó, na adolescência, encerramento violento, cara,
[1:19:24] porra, no fim, hoje previsível, né, cara?
[1:19:28] Você já sabe exatamente o que vem e vem mesmo, Hein, é?
[1:19:35] Isso, cara, muito bom, cara. Todos já.
[1:19:37] Falaram sobre essa faixa e se encerramos, então faixa, faixa,
[1:19:40] oi, vamos lá. Vamos para a?
[1:19:43] Nota, vamos. Lá, então.
[1:19:44] Começa aí contigo. Bruno, o outro quer ficar por
[1:19:46] último para elevar a nota. Caso a gente fale, vou ficar por
[1:19:50] último para recalibrar aqui, tá bom?
[1:19:52] Vai. Thiago, começa contigo, tá?
[1:19:54] Eu começo então 8 nota 8. Ah, tá excelente, é eu.
[1:20:01] Tô pensando com a nota que eu dou pra.
[1:20:03] Esse disco assim é, eu acho que não.
[1:20:05] Perfeito pro que ele se propõe a fazer assim.
[1:20:08] Eu não consigo achar defeito nele, sabe?
[1:20:11] Tipo? Acho que talvez ser um pouco
[1:20:13] repetitivo dentro das ideias, mas esse é um Monte de moleque
[1:20:15] de 20 anos que tá pensando no que tá fazendo ainda.
[1:20:19] Então assim, pelo menos que tipo 9 e meio pra 10, assim daria 9
[1:20:23] ponto 75. É, não vai, dá. 9 e meio assim,
[1:20:28] sabe, tipo? Mas é querendo dar 10, assim
[1:20:30] será 5 estrelas. Se eu tivesse que dar Estrela,
[1:20:32] era 5 estrelinhas que ele ganharia foda.
[1:20:36] Cara, eu dou nota 9 pra esse disco aí, acho ele.
[1:20:38] Ele. Redondaço cara, né?
[1:20:42] Tem tem esse lance que o que a gente comentou um pouquinho, né?
[1:20:46] Ele, ele tem muitas características que se repetem,
[1:20:50] mas assim continua sendo classicaço.
[1:20:53] Fodaço, cara, eu eu não dou uma nota mais só porque é, sei lá,
[1:20:58] membre, mas não pega tanto e acho que tem um é então um
[1:21:05] coverzinho. Mas acho que.
[1:21:07] Que fica justo? Fica com a média e 1.8 que é
[1:21:11] lindaça também, cara. Então parte dele assim, né?
[1:21:13] Cara? Ele foi lançado menos de 1 ano.
[1:21:15] Depois do do lowly Roth, né? E o slow rock eram um disco que
[1:21:21] eles gravaram tudo sozinho, né? Tipo, aí de repente, ó, vamos
[1:21:24] lançar o disco. Eles foram lá e gravaram mais 4
[1:21:26] músicas para colocar, então já tiveram pouco tempo para
[1:21:28] amadurecer esse disco. Não é daquele segundo disco que
[1:21:31] você teve que fazer o parto correndo dele, né?
[1:21:34] Então acho que tem um valor disso daí.
[1:21:37] E aqui, Luana, as características das músicas se
[1:21:38] repetem, mas os riffs não é. Esse é um ponto.
[1:21:43] As músicas são. Diferentes entre elas.
[1:21:45] Assim, o que a gente fala das músicas da mesma coisa, mas do
[1:21:47] jeito que cada música acontece é diferente.
[1:21:49] Eu acho que esse é o grande mérito dele, sabe?
[1:21:51] Tipo, tem música que começa assim e vai terminar assim,
[1:21:53] então começa de um jeito meio diferente e tem um vocal
[1:21:56] animalesco, groove fenomenal, os tigres de guitarra, cacho foda
[1:22:01] pra cacete, é isso aí. Eu tô falando 9 e meio pra 10
[1:22:03] assim 9 e meio só, porque não são todas as músicas do mesmo
[1:22:05] nível. Maravilha.
[1:22:11] Média. Média final 8.
[1:22:14] Ponto 8 cara tá ali, tá bom? Tá bom agora, antes de você
[1:22:19] finalizar, William. Eu, eu queria muito que você.
[1:22:21] Lesse. Oo comentário mais recente do
[1:22:25] nosso episódio do megadef aqui. Ah, vamos lá.
[1:22:29] Recebemos o pessoal. O pessoal agora.
[1:22:31] Que a gente falou que tá começando a ler os comentários,
[1:22:33] o pessoal parou de comentar, cara.
[1:22:36] Temos um do do black Perry smoking e o do Megadeth aí pra.
[1:22:39] Gente, por favor, José clarrton Silva, que?
[1:22:43] Comentário no megadeff, ele colocou assim, excelente
[1:22:45] episódio, mas acho que o William gravou sob efeito de
[1:22:48] psicotrópicos. Mas o William não se.
[1:22:54] Importa. Eu deveria saber.
[1:22:56] Você deveria saber. Você deveria saber.
[1:22:58] A minha preferida é a lederbchread e a mais fraca, que
[1:23:02] é a. Dom care, concordo com a nota do
[1:23:04] Bruno megadefe, é muito melhor que isso.
[1:23:06] Nota 6, vida longa ao rock na mesa.
[1:23:10] Agradeço pela parte que nos toca.
[1:23:13] O que que é um o que que é um psicotrópico, Hein?
[1:23:16] Fala para mim o que? Que eu para não pensar.
[1:23:18] No Google aqui é um, é tipo um, é uma droga, é uma droga.
[1:23:23] Feita nos trópicos é uma coisa. Assim, do tipo eu não sei, cara.
[1:23:28] Não sei isso aí pra mim. Aliás, hoje vamos combinar, né?
[1:23:35] A gente tá gravando esse episódio.
[1:23:36] Aqui no dia que a gente lançou esse do mega Def, um grupo tava
[1:23:39] Em Chamas hoje de manhã, né gurizada?
[1:23:42] Lá um bando de velho de 40 anos falando que I Don't Care é
[1:23:46] cringe. Olha só, vejam vocês, só usando
[1:23:49] o cringe, cara, desde 40 anos falando o cringe.
[1:23:52] Puta que pariu. AI AI.
[1:23:56] E AI, AI, AI, vamos. Lá então para o comentário da tu
[1:24:00] falou que tem um agora no e o do Danilo também sobre o só
[1:24:04] agradecendo a gente é ele. Agradeceu, cara, valeu, o
[1:24:06] pessoal só tem rock de primeira. Muito bom, cara, que da hora do
[1:24:10] show eu gosto de comentário. Vem vocês.
[1:24:13] Considerações finais aí, pessoal, antes da gente
[1:24:15] encerrar, muito obrigado, Paulo. É muito obrigado nosso.
[1:24:23] Amigo de Portugal, Paulo, gente boa para.
[1:24:25] Caramba, lá no Portugal, como é que fala lá o tema?
[1:24:31] Adoramos gravar sobre. O uso a bethwerry.
[1:24:35] Wandassa é isso aí, gruada. Ele mandou o áudio hoje para
[1:24:41] mim. Queridão falou assim, eu vou
[1:24:42] mandar, eu tô mandando. Bem devagar, porque se eu se eu
[1:24:45] falar muito rápido, vocês não vão entender o que eu tô
[1:24:47] falando. Muito bom, então pessoal, não
[1:24:51] esqueçam de fazer parte do nosso grupo de WhatsApp, aproveito,
[1:24:54] quem sabe o próximo tema pode ser o seu, a gente vai ter o
[1:24:57] maior prazer em gravar, a gente faz o nosso sorteio mensal,
[1:25:00] temos também nosso Instagram, nosso canal no YouTube, estamos
[1:25:03] na groover, a gente está em muitos lugares aí aproveito e
[1:25:06] deixo um comentário também no nosso episódio, que a gente lê
[1:25:08] aí na próxima gravação, é isso aí, cruzada, podemos encerrar,
[1:25:12] então é isso aí, mais um Paulo trevoso.
[1:25:15] Mais. Um DF metro.
[1:25:16] Ou para conta, Hein? Mais um DF metro.
[1:25:18] Ou para conta, então, ih. Um abração.
[1:25:25] Obrigado a todos pela. Audiência e tchau, vamos até
[1:25:28] mais.

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