# EP #138: Savatage - Hall of the Mountain King

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 10 Sep 2025, 1 h 36 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/107242392/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-7-23%2Ffdeffe7e-532c-cef0-7826-092a17a21e7d.mp3

Neste episódio, Bruno Glaser, Renata Costa e Thiago Zuma, fazem uma resenha sobre o álbum Hall of the Mountain King do Savatage. Quarto álbum do Savatage, lançado em 1987, foi o ponto de maturidade artística, quando a banda consolidou seu estilo próprio, misturando heavy metal com elementos clássicos e progressivos. Pega teu fone de ouvido e sua bebida favorita e junte-se a nós em mais esta resenha especial e imperdível. +++++ Nossos links, acesse aqui para nosso instagram, youtube, canal de whatsapp para ouvintes, etc.

## Transcript

[0:19] Saudações, reis da Montanha, bruxas brancas e todos os que
[0:24] foram além das portas da escuridão 24 horas atrás.
[0:27] Eu sou Bruno glazer. Esse aqui é mais o episódio do
[0:30] rock na mesa. Hoje, sem William.
[0:33] Estou aqui só com Renata Costa. E aí, gente, Bora convidar essa
[0:38] legião aí depois do rock na mesa para vir um pouquinho de sava?
[0:43] E Thiago zuma? Olha aí, gente.
[0:46] Vamos lá, mais um episódio, falar de Savatage.
[0:49] Hoje é caos, hoje é a modelo. Turnê do Savatage com Megadeth.
[0:55] A loucura reina hoje. Estamos aqui, cara, para falar
[0:59] do do Savatage. Mas antes fazer aqueles recaços
[1:03] tradicionais. Sigam a gente no Instagram,
[1:06] arroba rock na mesa. Ligam a gente no Spotify, no
[1:10] Apple podcast, todos os canais podcast que vocês têm.
[1:13] Avaliem. Tenha as 5 estrelinhas mesmo que
[1:16] a gente não mereça, porque a gente é legal.
[1:18] E entre no grupo, cara. A gente tem um grupo no WhatsApp
[1:21] que fica falando besteira o dia inteiro, mas é sempre besteira
[1:24] de música. Então é é legal.
[1:27] Não tem assuntos aleatórios lá. E hoje vamos falar do álbum roll
[1:33] of the mountain King, do do sabatage.
[1:36] Lançado no dia 28/09/1987. E a partir desse momento acabou
[1:43] a ordem. Nesse podcast eu vou passar a
[1:45] palavra para o Thiago já começar a falar aqui e a gente vai ver
[1:49] onde vai dar isso aqui. Pra mim é um disco.
[2:06] Assim, primeiro discursava a tarde que eu comprei na vida,
[2:08] assim, meio no escuro, eu só conhecia a Ralph da mountain
[2:11] King, fui ali, tava um dia, acho que eu tive no cinema com a
[2:15] minha família, assim com a minha mãe e com a minha irmã, e elas
[2:19] foram ver um filme que eu não queria ver e eu fiquei com
[2:21] dinheiro para comer alguma coisa.
[2:23] Eu entrei numa loja de discos, achei o Ralph da mountain King,
[2:25] Do Nada. Eu falei, não vou comer nada, eu
[2:28] vou comprar esse disco, vou ela aí dos de 9594 e 95.
[2:33] E foi paixão à primeira vista, assim, muito mais pesado do que
[2:37] o normal, do que eu tava ouvindo naquela época pra um disco de
[2:40] metal tradicional, né? E por causa de um Olívio, era
[2:43] alguma coisa completamente diferente.
[2:47] Então foi dali. Desde então estamos aqui falando
[2:50] sabatagem virou minha banda de coração e não sei nem muito o
[2:53] que dizer disso daí, mas eu fico curioso pra ver o que que a Rê
[2:57] vai falar desse disco, que a Rê é uma nova convertida.
[3:01] Verdade, me converti agora há pouco e, cara, eu comecei do
[3:05] avesso com o sava, né? Eu comecei lá com o Edge of
[3:08] tomes, foi disco que me arrebatou.
[3:12] Assim eu me apaixonei por a banda.
[3:14] E aí com vocal do dos acostiles, né?
[3:17] Uma coisa bem diferente, uma proposta bem diferente do que é
[3:21] o sava nesse disco que a gente vai falar agora.
[3:25] Então, quando eu comecei a ouvir esse disco para entender.
[3:30] O Eddie cara foi assim, um misto de que é muito bom, mas é muito
[3:35] agressivo. Não é pra mim, mas eu acho que é
[3:37] pra mim. E aí fui nessa ordem, até que
[3:40] assim me apaixonei pela banda e aí busquei saber mais da banda,
[3:46] fiquei entender mais sobre a banda.
[3:48] E aí quando eu entendi que que é a banda e que a banda Edge é o
[3:52] oliva e Kris oliva, eu aprendi a mais esse disco, assim entrou no
[3:56] meu top 5 discos. De favoritos assim, porque ele é
[4:00] uma obra prima, ele é lapidado, ele tem um Monte de elementos
[4:04] assim que eu adoro. Então a minha relação com o
[4:08] disco, ela é muito recente perto de vocês, mas posso dizer que
[4:12] ela dê muito amor. Pera aí, me.
[4:18] Expressei mal que é o 5 do sábado.
[4:20] Não tem mal. Tem muita farofa na frente.
[4:22] Tem muita farofa na frente. É devagar que ele vai
[4:26] ultrapassando assim. É porque eu fiquei assustado,
[4:29] cara, quando a Renan falou top 5, eu achei, caramba, passou, eu
[4:32] vou atropelando. Passou o carro.
[4:35] Aí é melhor que o. Cinderela, ó, é isso, ô, Renata,
[4:41] rola do matting ou Cinderela? Pode ser crime hediondo essa
[4:46] escolha. Não se faz isso.
[4:50] É, é, é. Chega a ser constrangedor no
[4:53] momento. Ah, cara, eu Oo roll of moto
[4:57] aqui foi o meu terceiro disco do do Savatage, se não me engano.
[5:00] Cara, eu tenho certeza que o eu entrei pelo Wake of mangel e
[5:05] depois foi o guter ballet, né? Esses 2 eu tenho certeza da
[5:08] ordem e depois cara, eu fui correndo que nem maluco pra
[5:10] comprar tudo. Eu tenho quase certeza que Oo
[5:13] rol foi Oo terceiro, né? Na minha na minha vida de
[5:18] salvatage, né? Mas obviamente já conhecia o
[5:21] clipe do do fúria, né? É a música mais importante do do
[5:25] Savatage. A gente vai falar aí durante Oo
[5:28] programa, mas cara, é é só para solidificar o curso pelo
[5:34] Savatage, né? Já já era muito fã do do eiko
[5:38] mangelo quando chegou o Guga a trabalhar e fiquei maluco, e
[5:41] cara, roda uma Tanquinho aí, errou de vez.
[5:44] Puxando agora o nosso tradicional próximo assunto,
[5:47] cara, é formação do Savatage. Você quer comentar aí, Thiago,
[5:52] falar? Formação clássica da banda.
[5:55] Essa é a formação clássica da banda, assim, né?
[5:57] De dizer John oliva, Chris oliva, John elimidoutown é um
[6:00] segundo disco que John elimidoutown só, né?
[6:02] Do baixo, ele entra no Fight for The Rock e chevvo a os mais.
[6:06] Mais do que a formação, acho que o que é importante desse disco é
[6:09] é o primeiro disco gravado com o pow new, com a na produção ainda
[6:13] o pow new apenas como um produtor, meio que um guru ainda
[6:17] não exatamente, mas ajudando não como parte integrante desse uma
[6:22] parte aí. Importante desse desse sistema
[6:24] de composição, ele assina algumas das músicas, mas os
[6:28] próximos discos ele vai assinar todas.
[6:29] Então ainda ele não era ainda ele estava tateando o caminho
[6:32] dele. E aí é legal essa história de
[6:34] compor o new descobre o Savatage porque o Savatage o Fight for
[6:37] The Rock é onde que o Savatage quase acabou pela o Fight for
[6:41] The Rock, a banda tinha lançado o Sirens, que foi o primeiro
[6:45] disco, depois saiu da Angels a Colin, que é um EP de músicas
[6:48] que foi gravada na mesma sessão dos Sirens, ali no início dos
[6:50] anos 80, a gravadora. Com base nisso, assina com
[6:53] Atlantic records, que era uma major naquela época, que o metal
[6:57] nos Estados Unidos está estourando com as bandas de
[7:00] pyron, Maden muito grande, Gil gigante.
[7:03] Mas ao mesmo tempo que o sabatage assina, começa a surgir
[7:07] o movimento de hair metal, que começa a mudar um pouco o eixo
[7:10] de pra onde o mercado americano de rock pesado estava indo.
[7:13] E essas bandas de metal tradicional começam a ficar um
[7:16] pouco para trás. Nisso o Savatage, os empresários
[7:19] do Savatage. Convencem o sabatage aí gravar
[7:22] na Inglaterra o próximo disco e falam pro Savatage tem uma
[7:25] abordagem menos pesada e a banda aceita.
[7:28] A banda não fica muito satisfeita em fazer isso, mas
[7:32] topa. Então Fight for The Rock é
[7:34] resultado disso, dessa pressão por ter umas músicas mais
[7:37] comerciais. Aí o John oliva usa a uma
[7:40] habilidade. O John oliva é um cara muito
[7:41] fanático por Queen e Beatles, né?
[7:43] Basicamente a formação dele é Queen, Beatles e Black Sabbath
[7:46] são as 3 bandas que usam como o eixo dele.
[7:49] Nós todos, eu diria assim, mas e aí ele começa a desenvolver esse
[7:53] lado Beatles e lá do Queen No No Fight for The Rock.
[7:57] Mas não tem uma produção de alto nível, porque aí ele reclama que
[8:01] ele vai alegar que os empresários pegaram todo o
[8:04] orçamento do disco e os roubaram da banda.
[8:07] Então a banda vai gravar em Londres, no mesmo estúdio onde
[8:11] gravou bad Finger, onde grava bad Finger, que tem um cover de
[8:15] bad Finger no pet for The Rock. E a banda?
[8:19] Quando volta para mixar o disco, acabou o dinheiro?
[8:21] Então eles tem que mixar o ultrarrápido.
[8:23] Então eles não conseguem mixar direito o disco.
[8:25] Teu fat for da roga acaba sendo um disco ruim para os padrões
[8:28] que o savatagem queria. Para quem vinha do savatagem do
[8:30] Power Up the Night do pesadaço e a banda falida devendo dinheiro
[8:36] para gravadora com os os empresários?
[8:39] Meio que nada. Os empresários meio que
[8:42] abandonaram a banda porque não conseguiram fazer pegar nenhuma
[8:45] daquelas músicas que o John oliva imaginava que ele estava
[8:48] compondo para outras pessoas e eles falaram, grava vocês, vai
[8:51] ficar legal, a gente vai conseguir fazer isso?
[8:53] Essas músicas mais comerciais, um pouco.
[8:56] Isso está errado e o essa para tarde está disposto a acabar a
[8:59] carreira nessa hora, essa para tarde.
[9:01] Está achando que beleza, nosso sonho deu errado, vamos ver o
[9:04] que acontece. E o pow.
[9:06] New é o cara que vai resgatar o Savatage, que vai lá e vai pagar
[9:08] essas dívidas, vai renegociar o contrato com a gravadora, vai
[9:12] conseguir orçamento para gravar um disco novo e vai produzir
[9:14] esse disco novo. E aí tem toda essa importância
[9:19] do do pow new para participar. Mas ainda não é um disco que o
[9:23] pow. New está 100% integrado.
[9:25] Esse acho que é um ponto para colocar.
[9:27] Então ele acaba sendo uma transição do Savatage, do Sirens
[9:30] e do Power of the Night. Ele Savatage que.
[9:34] Abandona aqueles experimentalismos mais pop que
[9:38] eles tinham feito no fat for The Rock.
[9:40] E vai ser um basicamente algumas coisinhas que vão começar a
[9:44] aparecer a partir do guter ballet.
[9:45] Você já começa a anotar os elementos aqui nesse disco, mas
[9:49] ainda bastante integrados ao som de sabatagem e pesadão do início
[9:54] da carreira do sabatagem. Que era aquele namoro ainda com
[9:58] com bonion, né? Estávamos conhecendo, estavam no
[10:00] romance, ainda tinha. Garantir o peso do sabotage
[10:03] anterior, né cara? É bem interessante.
[10:05] Tem bastante gente que questiona muito AA fase Paul anil do
[10:11] sabotage, mas que ama o round do monten King, né?
[10:14] Conheço algumas pessoas que que tem esse essa linha posterior,
[10:19] né? Eu adoro a fase posterior
[10:21] também, mas Oo how do monten King já já começa a ter Oo dedo
[10:26] do do Paul anil ali, né? E ele não só.
[10:32] Fez parte da da das composições, da produção do disco.
[10:34] Também produziu o clipe, né? Ele ele realmente foi um cara
[10:37] que pegou Oo Savatage, botou debaixo do braço.
[10:41] EE decidiu que queria ressustar a banda.
[10:44] É bem interessante mesmo o relacionamento deles, né, cara?
[10:47] É ele é um cara que o primeiro cara que enxerga alguns
[10:50] potenciais do Savatage ali, além do que eles imaginavam.
[10:54] Ele olha para musicalidade que a Chris oliv veio de um oliva Tim
[10:58] e fala, não, não dá para deixar esses caras fazendo só metal,
[11:01] né? Ele olha para voz do John oliva
[11:02] e fala, não dá para deixar esse cara só gritando, posso fazer
[11:05] muito mais com a voz desse cara. E ele é o cara que enxerga isso
[11:10] e vai ser o mérito que ele vai ter ali nessa aqui para minha
[11:13] trinca de ouro do Savatage, que ele começa a roda da montencinga
[11:16] ter ballet, Streets, e aí essa evolução que vai ser os próximos
[11:21] 3 discos são essenciais nessa reconfiguração do Savatage com o
[11:25] nível. É, acho que é só.
[11:28] Também colocaria como importante do do do how do mouton King, que
[11:33] é a participação do Chris kffer, né?
[11:36] Entrou para fazer a turnê como como segundo guitarrista, né?
[11:39] Começou AA entrar no mundo do savatajo aqui no nessa fase do
[11:44] how do mouton. King, né?
[11:46] É Chris kfferk vem como indicação do pow.
[11:49] New, né? Ele já tinha trabalhado com o
[11:50] pow. New numa banda que chamava.
[11:53] Que ele era um guitarrista de apoio dessa banda que chamava
[11:55] Havan. Aí quando estava à tarde
[11:57] precisava de um guitarrista pra turnê.
[11:58] Porque pela primeira vez o how da monten King vai ficar.
[12:02] As bases vão ficar muito mais complexas e eles vão perceber
[12:06] que não dá pra fazer isso com uma pessoa só ao vivo, um
[12:09] guitarrista só ao vivo e o John oliva falando não, eu vou ser só
[12:12] fronte, mas eu não vou ficar tocando guitarra em momento
[12:15] nenhum. E aí eles vão precisar de um
[12:17] outro guitarrista e aí eles é o Chris kef é sugerido.
[12:21] Mas o criscafer só vai tocar mesmo num disco do sabatage no
[12:25] live Japan, que aí ele faz todos os overdubs de guitarra do live
[12:29] Japan e depois no Dead internet que ele entra oficialmente pra
[12:32] banda, volta oficialmente pra banda e grava o Dead da internet
[12:36] da internet. Quase 30 anos agora em 2025.
[12:40] Se a gente vai gravar esse em vez de gravar o rosa moto aqui,
[12:44] eu acho que é mais polêmico, Hein?
[12:46] Mas vamos lá. E Renata?
[12:50] Algum comentário da da formação do do disco?
[12:53] Né? Formação impecável tirar nem por
[12:56] né? Formação perfeita aí do sava é,
[12:59] eu IA comentar sobre o fato do do sabatage tá sempre olhando
[13:04] para o abismo, né? É incrível que em cada disco
[13:07] deles eles estão olhando para o abismo como se fosse acabar a
[13:10] qualquer momento e na verdade eles veem mais forte, fazem um
[13:13] disco muito bom de produzir, que é o caso desse disco aqui, né,
[13:17] que tem o polonil. Eu gosto muito do cara.
[13:20] Ele é um gênio visionário, que ele consegue enxergar o melhor
[13:22] ali, né? Que acho que realmente se
[13:24] deixasse pelo pelo John, acho que o John teria acabado com a
[13:29] voz dele muito antes. Então é uma coisa assim que
[13:32] realmente e uma coisa que eu IA comentar com vocês no salário do
[13:35] vídeo da da MTV. Vocês acham que o fato de ter
[13:39] passado bastante no fúria metal isso influencia o pan aqui no
[13:44] Brasil? Vocês acham que o Saba seria
[13:45] conhecido se não fosse isso? Eu, sinceramente, Renata, eu
[13:50] acho que Oo especificamente o foro e metal aqui no Brasil.
[13:55] Ele, ele foi muito formativo. Acho que todo programa eu falo
[13:58] isso, né? De um de um jeito ou de outro.
[14:01] Eu sempre acabo falando um pouco no na importância do foro e do
[14:05] Gastão, né? Eu acho que como a banda acabou
[14:08] participando de monstros of rock e tal, o nome seria conhecido,
[14:12] mas talvez a banda tivesse um pouquinho menos de de de
[14:16] reconhecimento, né? Eu não sei, inclusive o
[14:18] contrário. Se É Ela entrar No No Montes of
[14:22] rock, não tem influência de ter Aparecido No No foram metal.
[14:27] Ele já tá no meio que No No inconsciente do do público de
[14:31] metal do Brasil, né? É difícil de de imaginar, né?
[14:35] Mas eu eu vejo assim. Então eu acho que Oo tem o foram
[14:39] metal. Teve uma importância assim o
[14:40] foram metal passava. Com alguma regularidade.
[14:43] O clipe de Ralph, do mountain King e de guter ballet hoje é Ed
[14:46] of Thrones eu não me lembro de ter visto no furamental tanto
[14:49] assim, mas Oo raw do mountem King gutter ballet passou com
[14:52] alguma frequência no furamental, mas eu acho que foi OOO que fez
[14:57] crescer Oo sabatad no Brasil foi aquele ano de 98, porque os
[15:02] shows que eles fizeram no Brasil foram shows que foram muito
[15:04] comentados. Tem o show do meridian aqui em
[15:07] São Paulo, né? O show do Rio que foi, não
[15:10] lembro. O show do Rio foi.
[15:14] Esse teve multilages que rodaram muito porque os 2 shows foram
[15:17] gravados em VHS e bem gravados. E todo mundo falou muito desse
[15:22] show e a galera comprou muito esse show.
[15:25] E aí quando tava rolando burburinha desse show, o
[15:27] sabatage voltou em 98 mesmo pro monsters e a rave da monten King
[15:32] passou. Algumas vezes, e a Rafa da
[15:36] monten King e a guater ballet desses shows passaram bastante
[15:39] foramental. E mesmo na programação da MTV,
[15:41] passava de vez em quando esse esses 2 clipes.
[15:44] Isso acabou fazendo com que o sabotage pegasse uma imagem ali,
[15:47] tipo todo mundo vendo banda tocando ali.
[15:50] Então acho que o sabotage pegou um nome ali.
[15:53] Tanto é que em 2001, quando o sabotage volta, ele vai tocar em
[15:55] São Paulo, no via Funchal. Não está lotada, mas está com
[15:58] 4000 pessoas, 4500 pessoas no Rio de Janeiro.
[16:01] Aí eu fui no Metropolitan, estava meio vazio ali.
[16:04] Mas toca no Rio Grande do Sul, pra opinião quase cheio.
[16:07] Show de Piracicaba foi um show mais vazio.
[16:09] O show de Curitiba foi um show mais cheio.
[16:11] Mas em 2001 já tinha. Aí já existia uma fã beze de
[16:14] savata, já tinha uma galera que tava lá e essa galera que 90%
[16:19] conheceu em 98, na cesteira do eiko majella.
[16:23] Lembrar o wikal majella saiu nacional em CD no Brasil, para
[16:26] uma gravadora que chamava cid. Era muito barato, CD para
[16:28] comprar. Então muita gente comprou porque
[16:30] custava tipo 11, BRL 10, BRL sem conseguir encontrar na Galeria,
[16:35] e acabou comprando todo mundo falando bem, poxa, em gasolina
[16:38] não cheguei a ver. Mas eu lembro que na Galeria do
[16:40] Rock toda loja tinha e toda loja estava muito barata.
[16:43] É, eu lembro de ver CD no, no Carrefour, nas Lojas Americanas,
[16:47] em em posto de gasolina e de estrada, em tudo que é lugar.
[16:50] Cara, essa Cide aí tinha uma distribuição muito maluca, né?
[16:54] Acho que facilita também. Você acaba conhecendo o nome,
[16:56] né? Por o já vi em algum lugar isso
[17:00] aí, então deve ser importante. Mas acho isso acho que foi mais,
[17:04] tanto é que assim eu acho que tem muito mais fã de savatagem
[17:07] hoje. Dessa fase da do interdead we
[17:09] corte mediana do que a da fase inicial de savatagem e.
[17:13] Não à toa a gente no show do teatro do espaço Unimed que teve
[17:17] aqui, a galera tava trane Wings e a galera gostou.
[17:20] Mas a nother way, que é uma música secundária do EK of
[17:23] majelan, teve coros que foi o público inteiro assim.
[17:27] Então esse Savatage que veio da época do final dos anos 90, com
[17:33] prog metal e Power metal no Brasil em ascensão, então um
[17:38] Savatage se encaixava mais ou menos o que nessa linha o
[17:42] pessoal acabou conhecendo. Vamos falar da capa agora, o que
[17:46] você acha dessa capa aí, Renata? É, eu nem lembro qual foi a
[17:49] minha opinião lá No No Ed of tours, mas aqui eu acho que é a
[17:54] mais linda do do sava, por todo o conceito que existe dentro
[17:59] dela, né? Esse esse conto de o rei da
[18:04] Montanha, essa figura diabólica sobre seu trono com muito, muita
[18:10] obscuidade. Essa escuridão, treva é místico,
[18:17] então assim, eu acho ela incrível e ela combina muito com
[18:21] o que o disco vai contar, né? Ele combina, ela vai combinar
[18:24] com a historinha do disco, ela vai pegar nossa mão e vai nos
[18:26] conduzir por esse conto, essa figura que pelo que eu li, eu
[18:31] não sabia. Obviamente ele foi pesquisar, é
[18:33] um folclore que tem, né, nórdico aí que foi, foi inspirado.
[18:39] Thiago vai com certeza saber muito mais ênfase.
[18:42] A respeito do que eu, eu só peguei informações que estavam
[18:46] disponíveis aqui No No Google, na nas minhas buscas, mas eu
[18:50] acho isso muito bacana. Eu acho que isso também pega um
[18:53] pouco da influência do do Queen, né?
[18:55] Sobre pegar encontro real, né? Mas 11 assunto falado assim e
[19:01] trazer esse conceito para dentro do dias.
[19:04] É muito louco porque é um, então não tem história pra mim, isso
[19:09] daí. Pra mim, a capa é o cara lá, o
[19:11] rei da Montanha com OA, caixinha de ouro e o livrinho ali
[19:17] embaixo. Não, desculpe, as letras em si
[19:20] dizem muita coisa assim, ainda acho.
[19:23] É uma sabatagem meio inocente, ainda ali daquele início de
[19:26] carreira. É uma capa legal que passa essa
[19:28] imagem metálica mesmo de vai ser um disco pesado.
[19:32] Mais ou menos sombria e com a imagem icônica que acabou
[19:36] ficando camisetas pra caramba do rabo do monten King, o John
[19:40] oliva. Assim autointitulava mountain
[19:42] King, né? Se era apelidade de mountain
[19:43] King pela banda, acabou ficando muito a imagem muito intrínseca
[19:49] intensicamente ligada ao sabatagem, mas em si de conceito
[19:53] do disco. A única coisa que do rabo do
[19:55] monten King que eu associo é a peça clássica do grig, o Edward
[20:00] King. Que eles utilizam tanto para
[20:02] productemer quanto numa parte da Ralph mouteen King mesmo para
[20:05] inspirar o riff. Mas eu não vejo nenhum grande
[20:09] conceito por trás desse disco, nem dessa capa, né?
[20:12] O que é legal assim, essa capa é a primeira capa assinada pelo
[20:15] Gary Smith, que é o cara que fazia as pinturas de guitarra do
[20:19] Chris oliva. E vai ser uma parceria que vai
[20:22] se manter até o handfoufen. Ele vai fazer todas as capas de
[20:25] salvatragem até o handfoufen, depois o Edgar e arens vai
[20:28] assumir e fazer as capas até o final da carreira da banda.
[20:32] Aí o Bruno, o que que ele acha disso?
[20:35] Ah, né, muito demais. O rei da Montanha de havaianas
[20:37] ali é muito demais, né, cara? Essa capa aqui é é assim.
[20:46] Pensar em salvatás pra mim, eu a imagem que vem é isso aqui fora
[20:50] de um livro no piano, né? São são as 2, as 2 coisas vem à
[20:53] cabeça, mas é é arte metal, metalzona pura, né, cara?
[20:59] Tem tem essa carinha nórdica, né?
[21:01] Porque o cara tem a barba de vicking e o chapéu com o Elmo
[21:05] dele com com azinha e tal, mas eu eu também não.
[21:09] Eu confesso que eu não sei nada de de do de conceito casado do
[21:13] disco com com. Com essa capa aqui, mas pra mim
[21:16] a capa representa muito bem o disco.
[21:19] Cara, eu tô muito preocupada. Então isso me trouxe uma
[21:23] preocupação porque assim, ó, eu li as letras EAA minha
[21:26] interpretação das letras veio, casou muito com o que a capa me
[21:30] diz. Então vocês estão dizendo que
[21:31] não tem? Eu tô muito preocupada, não.
[21:33] Eu tô achando legal pra caramba, porque vai ser um ponto de vista
[21:36] que eu não tenho, porque assim o meu CD original não tinha as
[21:40] letras. Então eu fui assim, eu canto
[21:44] essas músicas tudo errado, porque as letras, do jeito que
[21:46] eu aprendi a cantar, ouvindo assim, eu acho muito engraçado
[21:50] que as vezes eu pego, eu vou. Até fui dar uma olhada nas
[21:54] letras do disco para para gravar assim, e percebi que eu falei
[21:58] assim, ele fala isso, né? Eu sempre achei que falasse
[22:00] outra coisa assim em momentos assim, então é muito louco, mas
[22:05] é. As letras desse disco foram
[22:07] escritas. Primordialmente pelo John oliva.
[22:09] Ainda o John oliva tinha uma trinca de letras dele, que era
[22:12] falar sobre drogas, falar sobre sexo e falar sobre os pesadelos
[22:15] que ele tinha assim, então as letras vão ficar muito fluindo,
[22:19] indo muito pra esse lado, então você acaba puxando.
[22:22] Na hora que eu estava estudando as letras dele, eu estava
[22:24] puxando mais pra ver algumas coisas, algumas frases perdidas
[22:28] no meio e indicasse o parte. O que eles estavam passando
[22:32] mentalmente, eu vi que tem bastante letra quase que você
[22:35] entende isso. Onde que a banda tava naquela
[22:38] hora? Mas aquilo às vezes não
[22:40] necessariamente tem a ver com o contexto da letra.
[22:42] Sei que algumas letras tem contexto em si, mas você
[22:45] consegue entender como que tava a consciência que tava pesando
[22:50] na consciência do John Olivia quando você não gravar esse
[22:52] disco, que é um disco meio que guardadas as as proporções, é o
[22:56] Tony want toelf deles ou o disco que se desse errado, a banda
[22:59] acabava. Eu tava pensando nisso, cara.
[23:03] É engraçado que a gente tá falando do do disco do salvatás,
[23:06] que é Oo disco do tudo ou nada. Há pouco tempo a gente falou do
[23:12] do TIP trik também é lep of lance Rick, que era o disco que
[23:16] a banda tava sendo questionada, né?
[23:18] Sempre tem o esses discos. A gente já já cobriu alguns aqui
[23:22] No No hack também. Curioso isso.
[23:26] É um tema que é que é bem recorrente, né, quando a gente
[23:29] está falando de bandas que que estão em gravadoras grandes,
[23:31] principalmente. A gente gosta, né, amigo?
[23:34] De dar chance pra essas bandas pequenas, assim de se redimirem,
[23:38] da, da, da essa oportunidade. Preciso do risco, né?
[23:40] Preciso. Mas.
[23:43] Morar, né? Né?
[23:46] E tem um grande momento, né, quando a banda tá nesse momento,
[23:48] nessa situação, sempre a hora que a banda chuta tudo pra cima
[23:51] e fala eu vou fazer. A banda tem 2 opções, ó, ela vai
[23:54] sucumbir, lançando um disco, abrindo as perna pra gravadora,
[23:57] EEA, chance de discussão é uma porcaria, é enorme, ou a banda
[24:02] vai falar não, se é pra morrer, eu vou morrer atirando e vou
[24:05] fazer o que eu quero e não interessa o que que a gravadora
[24:08] tá falando. E aí normalmente dá certo, né?
[24:10] Normalmente quando ela consegue lançar o disco que acaba sendo
[24:13] mais simbólico da carreira. E aí a gente tem esses 2
[24:18] exemplos, né, cara? Oo Alan monten King é um disco
[24:21] que voltou o salotage para o metal, né?
[24:23] De certa forma. E o lepo ofluce, que vê um Monte
[24:27] de compositor externo, né? Uma produção megalomaníaca acho
[24:31] que é outro, a outra ponta do SBR, mas vamos lá fazer faixa,
[24:36] faixa desse cara aí. Bora Bora?
[25:03] Primeira faixa, planifurs a go pra começar a comentar aí,
[25:08] Thiago. AI, AI, o rif é um colosso, né?
[25:11] Começa aquele rifzão que ela vai crescendo, né?
[25:15] Você coloca, eu lembro de colocar OCD pra eu vir pela
[25:17] primeira vez e esse barulhinho que tá acontecendo e é legal ver
[25:23] a bateria acompanhando, 1 hora ela acompanha no bumbo, outra
[25:26] ela acompanhando a caixa, né? Na sequência do rif, acho que é
[25:29] muito legal assim. OX buarcos é um baterista assim,
[25:31] ele é um ser humano meio desprezível hoje em dia, mas ele
[25:36] era um baterista que ele tinha. Ele tinha um jeito, um groove de
[25:42] bateria, de lenhador, né? E ele conseguia ter groove, mas
[25:47] era ele era durão e mas de alguma forma tinha um groove
[25:51] estranho, que obviamente tem muito do Johnny Lee, que Johnny
[25:54] de João, baixista, que tem aquele grovisão mais clássico
[25:57] assim. E mas até então sabatagem não
[26:02] tinha baixista, né? Porque eu, o Keith Collins, que
[26:05] é o baixista dos 3 primeiros discos, era um guitarrista que
[26:07] foi tocar baixo porque era o único cara que eles tinham
[26:10] disponível ali. Então o xbwocles aprendeu muito
[26:13] a tocar. A sabatagem se desenvolveu muito
[26:16] com essa identidade do xbwako, seguindo Chris normal guitarra e
[26:20] a cany fora horas. A go é um meio que é um exemplo
[26:22] clássico disso, que começando desse jeito.
[26:27] Mas é uma das coisas que eu até queria que o Bruno falasse um
[26:30] pouco mais é do timbre do Chris oliva, porque ele é um timbre
[26:33] mais pesado do que o normal para época metal tradicional.
[26:37] Nenhuma outra banda que eu lembro afinava as guitarras do
[26:41] jeito que o Chris oliva afinava. Isso vai ter importância mais
[26:44] para frente, várias. Isso vai ser influente até no
[26:47] grunge. Depois eu vi o próprio o
[26:50] bilicógan do Smashing Pumpkins falando que esse disco foi muito
[26:53] influente para o grunge por causa das afinações do Chris
[26:55] oliva. Muito doido pensar nisso, né,
[26:59] cara? A galera ouvindo o Savatage, eu
[27:01] nunca faria essa ponte dos matching pumpings.
[27:03] Eu vi a uma entrevista recente que ele falava isso também, né?
[27:07] Não só de de Savatage, sentwearus, bandas lá de de
[27:12] Seattle, né? Eu acho legal demais, mas é
[27:16] isso, cara, é, é a banda. Tava catando um peso ali que era
[27:20] diferente mesmo da da época, né? É, já tinha o trash.
[27:25] Avançado entre aspas aqui nesse momento, né, cara?
[27:27] 86 foi o ano de mestre of puppets EE pincels, cara, o
[27:34] reining plus, né? Tudo já tinha sido lançado ali,
[27:36] mas cara, chega uma banda de metal tradicional com afinação
[27:39] baixa, né? Aí para antecipar, já houve um
[27:42] Monte aqui, acho que para fina e dó, né?
[27:44] Um negócio que é, é bem agressivo, né?
[27:48] Mas nessa música, cara, o que me chama atenção é que é uma música
[27:51] muito tensa. É uma música que ela não, não
[27:54] tem nenhum momento que relaxa, né?
[27:55] Ela tá sempre de de alguma forma ou de outra com com 11 riff.
[28:00] Tenso, o refrão é tenso, né? Ele termina com com o grito do
[28:05] John livre de trenny for hours a go que é tenso também, né?
[28:09] É sempre meio desconfortável, cara, que é legal demais pro pro
[28:12] metal, né? E o que o Thiago falou, cara,
[28:15] essa música é da guitarra, essa é o timbre da guitarra, é
[28:18] diferente, pesado. Acho legal demais que tem essa
[28:22] pegada assim já já começa com com a introdução, com com o
[28:29] Chris oliva tocando 11 solinha, né?
[28:32] Tem esse esquema entre versos que acho que é bem Randy rodes,
[28:35] né? Bem meio blues até.
[28:37] Talvez a origem seja do blues de entre os versos cantados, tem
[28:41] uns likezinhos, tem um alguns toques de de guitarra que eu
[28:44] adoro, né? E a música tem cara, tem o
[28:48] lance. Lá nos 2 minutos e meio que fica
[28:50] meio parado. 11 lance sincopado do start top, né, que é legal
[28:54] pra caramba com os solos do do Chris, cara, e se a guitarra do
[29:00] do Chris oliva, ela tem uma fluidez que eu acho meio mágica,
[29:03] né? Tem assim, são a assinatura
[29:06] dele. Pra mim é que os solos são muito
[29:08] fluidos, né? Não, não é 11 like, e aí outro
[29:11] like aí uma corrida assim tem, ele faz um de um jeito
[29:14] diferente, ele tem uma pegada que é muito única.
[29:18] E acho que ninguém conseguiu copiar, né?
[29:21] E aí lá pro final, cara, no nos 3 minutos e 20 novo, né?
[29:25] Vem o ele interludizinho, combate, tocando sozinho, a
[29:28] música dá uma acelerada e aí são os solos mais agressivos, mais
[29:32] tensos, né, trazendo mais tensão pra música.
[29:35] É uma música que ela é feita para te deixar meio
[29:38] desconfortável, né? Esse lance que sei lá, minha
[29:42] interpretação da letra é de de 11, cara, travadão dirigindo, né
[29:46] um. Uma previsão do que aconteceria
[29:48] com o John oliva de separado, dirigindo com com influência de
[29:54] drogas e de álcool, né? Sei lá, cara, tem um negócio
[29:57] meio profético, né? E a música termina sem resolver,
[30:01] né, cara? É, ela vai para o freedout com o
[30:04] John oliva fazendo, fazendo um solo e o negócio não resolve
[30:07] nunca, né? Uma música que só cria tensão e
[30:09] nunca resolve essa tensão. Não sei se você tem 11 ideia
[30:13] parecida aí, Renato, da da primeira faixa.
[30:17] Faixa de abertura, né? Thiago e Bruno me corrijam, se
[30:20] eu tiver errado, mas eu acho que a é o primeiro disco que o que o
[30:24] sabaa começa sem ser AA. Faixa título, não sei se se é
[30:30] uma informação válida, mas pelo que eu peguei dos últimos
[30:32] discos, é eles. Começam eu.
[30:39] Peguei alguns, né? Para ouvir, sim, notei essa essa
[30:42] pequena diferença. Tabaco tem alguma, né, que eu
[30:45] tenha trocado. Mas enfim, cara, é uma faixa de
[30:48] abertura estrondosa assim, ela abre já com o pé na porta, e é
[30:52] por isso que eu falei para vocês quanto a capa, sabe?
[30:54] Porque ela é uma capa impactante, então não dá para
[30:56] esperar menos num disco, não dá. Não tem como esse disco começar
[31:00] com uma baladinha ou com um hifizinho mais levezinho, né?
[31:03] Impossível. Eu quero que esse disco seja uma
[31:06] dose cavalar, eu quero uma overdose assim tem que tá, e é o
[31:10] que acontece aqui nessa primeira faixa.
[31:13] Ela é frenética. Eu até quando eu tava ouvindo
[31:16] essa música, eu pensei, né? Eu tipo, cara, essa música é
[31:19] impossível. Não tem como alguém ouvir ela
[31:21] dirigir num carro, porque as chances dela, separada por um
[31:25] pela, pela rodovia gigantesca, porque ela vai pisar no seu
[31:27] nadador e vai ir. E eu confesso, como uma boa fã
[31:32] de baixo assim é, acho que o brulinho pontuou, né?
[31:34] Aí nos 3 minutos e 40 dela, começa uma aula de baixo.
[31:38] Que ali me Conquista por completo.
[31:40] Ela tem um grubizinho que ele, que ele AI, aquele pesadinho ali
[31:45] me arrebata. Mas, claro, sem deixar de lado o
[31:48] vocal do John oliva, que é, ele rasga, é esse, é o vibrato.
[31:55] Acho que ele usa assim, é, sabe, parece que a garganta dele tá
[31:59] sangrando enquanto ele canta essa música de tão forte,
[32:03] pesada, que é a interpretação dele e é uma faixa maravilhosa.
[32:09] Eu IA falando que a sensação que eu tenho da letra só, né, pra
[32:15] falar é que é uma letra deles. Esse twenty Fours the go, acho
[32:18] que é meio que uma letra de deixar o passado pra trás, né?
[32:21] De falar, vamos passar por cima do que foi o disco anterior.
[32:25] Acho até tem hora que ele fala, eu estou cansado de ouvir a
[32:28] velha, aquela velha canção que é tudo a mesma coisa.
[32:31] Eu estou correndo pra frente, esquecer o passado, né?
[32:34] Ele acha que tem muito isso i left.
[32:37] Então acho que tem essa essa banda nessa mentalidade de ficou
[32:45] para trás a primeira música já, a gente já tá dando uma música
[32:47] pesada para caramba, agressiva para caramba, não é o Fight for
[32:51] The Rock de novo, a gente voltou a ser metal, a gente voltou a
[32:55] ser metal pesado, então presta atenção, não, não tem, ficou
[33:00] para trás o que era aquilo lá, que é um novo, é um recomeço, dá
[33:04] para dizer assim. Que sim, né?
[33:05] Da? Letra legal que estuda da letra
[33:08] de de falar a minha interpretação acerca da letra.
[33:11] Mas eu entendi como alguém que tivesse arrependido do que
[33:13] aconteceu nas últimas 24 horas, sabe?
[33:16] Tipo alguém como que se viu assim, a casa pegando fogo e
[33:19] esse alguém tá em linha reta, super arrependido de tudo que
[33:22] aconteceu e revivendo, e eu acho que por isso que ela não tem
[33:26] fim, sabe? É meio que uma pessoa que tá
[33:27] numa linha reta, só revivendo o passado.
[33:33] Engraçado que na nessa edição mais recente que tem um os
[33:39] lineer notes mais detalhados aí que saiu OLPECD, né?
[33:46] O comentário do Paul news sobre a música, que é uma música que
[33:49] ele não recomenda que ninguém dirija ouvindo ela, porque vai
[33:54] vai ser multado, vai bater, vai, vai dar problema, né?
[33:57] Então tá certinho, Renato. Por que galera que compôs
[34:01] participou da produção do disco e entendeu ali, né?
[34:07] E ele disse que a parte final da.
[34:08] Música foi inspirada a era Smith, lembrando as coisas que a
[34:11] era Smith fazendo nos anos 70, esses hyde out da era Smith de.
[34:15] Bora o baixo, segura aí e vamos debulhar em cima.
[34:48] Mas e aí depois? Você vai passar?
[34:51] Das portas. Da gente pode ir além?
[34:53] Agora assim, né? A gente pode ir além das portas
[34:57] da escuridão. Assim é aqui.
[35:00] Acho que a gente começa a ver o John oliva Oo Savatage teatral,
[35:04] talvez tenha nascido nessa música, você vê?
[35:07] O John oliva. Aquela.
[35:08] Partezinha introdutória, que é meio tenebrosa assim, né?
[35:12] Aquele clima meio tenso dela ali.
[35:15] Tem o de um oliva, na hora que ele fala aquele, ele dá uma tipo
[35:19] uma personagem. Quando você começa a ver pela
[35:21] primeira vez o de um oliva interpretando personagem de
[35:25] fato, né? Não só cantando, ele vai variar
[35:28] a voz dele para caramba ao longo da música.
[35:31] É um talvez minha música favorita desse disco.
[35:34] Assim, uma das minhas músicas favoritas do savataj 5 minutos
[35:38] em que ela sobe e desce e vai para tudo quanto é lado.
[35:41] Assim, o solo do Chris oliva é sensacional.
[35:45] Aquela paradinha que trouxe, aquele é sensacional.
[35:51] Aquilo como aquilo joga para o solo e depois devolve para
[35:53] música direito. Assim, cara, o riff na hora que
[35:57] a música fica pesada assim, eu acho, sabe?
[36:00] Tipo, é uma das músicas sensacionais do sabatagem, da
[36:04] das minhas favoritas, assim de todos os tempos.
[36:07] Eu acho que eu nunca vi ao vivo. Acho que eu vi ao vivo com o
[36:09] John oliva solo só uma vez, mas com o savatagem eu nunca cheguei
[36:13] a ver. Não sei.
[36:14] Vocês acham isso não só sua? Favorita como do John oliva, é
[36:18] uma das favoritas, né? É uma das músicas que o cara
[36:21] mais gosta. Cara, é com 100% assim.
[36:23] Pra mim, essa música é um se pegar a carreira.
[36:27] Do. Savatagem como um todo.
[36:28] Essa música talvez seja um exemplo, né?
[36:30] Que ela tem a teatralidade. Ela tem todos os climas.
[36:33] Ela começa com com. Esse lance mais de de de criar
[36:39] 11 ambientação, né, cara? Mas aí tem o rifaço do do Cristo
[36:44] oliva, cara, tem Oo John que começa a suave, depois a
[36:48] arregaça, né? Eu adoro, cara, acho que a parte
[36:52] favorita é o pré refrão, mais do que o refrão até para mim é é
[36:57] fabuloso assim e preparo muito bem para o refrão em si, né,
[37:01] cara? E aqui o refrão resolve, né,
[37:04] diferente da. Aqui eu sinto o refrão que que
[37:08] chegou lá No No no ápice e resolveu para voltar para o
[37:13] resto da música. Concordo também que cara a parte
[37:17] c da música aí que tem o cara vai para o solo, isso é foda
[37:23] demais, cara, foda demais, aí é tudo que eu gosto.
[37:25] Essa Batalha está nessa faixa aí solo com com toneladas de de
[37:31] irem do Cristo oliva, cara, isso aqui é.
[37:35] É o que vale a pena, né não, Renata?
[37:39] Outro que. Vale nossa, eu é uma disputa
[37:42] eterna de cada música que foi passando, porque não, essa é
[37:45] minha favorita, não, essa aqui é minha favorita, não espera um
[37:47] pouquinho. Eu acho que é essa aqui que é
[37:48] minha favorita e foi assim o disco inteiro e essa aqui não é
[37:52] diferente. Ela tem uma atmosfera sombria,
[37:55] densa, carregada. É eu.
[37:59] Eu coloquei essa música, assim como claustrofóbica, porque eu
[38:03] me senti. Aprisionada dentro dela assim,
[38:06] sem conseguir ir para lugar nenhum.
[38:08] É, e eu entendi que a letra assim é alguém que está à beira
[38:13] de perder a insanidade, sabe? Foi e é engraçado que os
[38:17] instrumentos, todos eles está com isso.
[38:20] É como se eles tivessem a letra dentro deles.
[38:23] E isso para mim é incrível. É, tem que ser muito gênio para
[38:26] conseguir. Transferir uma palavra para uma
[38:30] nota. E essa nota se tornar uma
[38:32] música. E é o conjunto da ópera aqui,
[38:35] todos deles ali se encaixam. Eles conseguem traduzir isso de
[38:41] uma forma ímpar e é uma música maravilhosa.
[38:46] Na hora que tem no refrão, né? Os bumbum explodindo é muito tá
[38:53] estourando, você não consegue sair claustrofóbico mesmo isso,
[38:57] né? Mas a letra em si é a mais uma
[39:00] das letras dos pesadelos do John oliva, né?
[39:03] Vai ter. O que não vai ter nesse disco
[39:05] são as letras de sexo, porque o Paul Nil vetou assim, cara, não
[39:09] tem, tem. Eu não vi, tem.
[39:11] Eu perdi. Nos discos anteriores tem iscos
[39:15] sessions microfilia, mas. Nesse.
[39:19] Qual é a porta do? Escuro que você tá ultrapassando
[39:25] aí tem. Uma carinha?
[39:33] De de proibido, né? O cara tá tá ultrapassando a
[39:36] Barreira de alguma coisa proibida que pode ser, sei lá, o
[39:39] cara que tá experimentando droga, o cara que tá é fazendo
[39:43] um ritual, o cara que tá fazendo qualquer coisa que não é, que
[39:47] não é. É na minha, na minha cabeça.
[39:54] É tipo portão, portão da escuridão, é meio que eu não
[39:58] sei, né? Aí é uma coisa minha, portão da
[40:01] mente, sabe? Sabe quando a gente chega nesse
[40:03] pesadelo que a gente não consegue acordar, a gente acha
[40:05] que é real, que é AI aquela sensação, eu não sei, eu senti
[40:09] isso também um pouquinho. É bem essa?
[40:13] A mesma sensação dessa, né? Não, suicídio interminável de
[40:21] pesadelos que você tá preso, que você tem dentro de si, é.
[40:27] Eu vejo aquele lance do depois que você entrar nessa porta,
[40:31] você se lascou, você não vai conseguir voltar atrás, né?
[40:34] Pra mim é o que dá a característica do de um vício,
[40:36] de alguma coisa assim. Mas é legal, né?
[40:39] Uma letra que tem essa margem de de interpretação, que acho que é
[40:43] uma coisa positiva pra letra, né?
[40:45] Eu não acho negativo. É, não, não são.
[40:50] Letras que o John oliva tava pensando em muito sentimento.
[40:53] Ele diz que escreveu essa letra numa sentada.
[40:55] Tanto é que é engraçado que as métricas da letra são meio
[40:58] estranhas assim, mas funciona perfeitamente onde rima.
[41:02] As partes que rima não são necessariamente fim diverso, mas
[41:05] uma parte do verso que puxa outra.
[41:08] Então é meio é meio louco assim como ele vai estruturando.
[41:11] Mas funcionou, funcionou com maestria.
[41:15] Eu diria até saber que está lento que o cara tinha e fazendo
[41:18] isso ele disse, foi numa sentada, ele foi compondo
[41:21] conforme a música foi, ele foi escrevendo a letra, o que vinha
[41:23] na cabeça e deu, deu nisso. Aí, ó, como é que o cara não?
[41:28] Fala desse sexo, foi numa sentada que ele escreveu essa
[41:31] música. Gordofóbica homofóbica do tempo
[41:47] é o bloco homenagem aos Trapalhões, né?
[41:53] Mas a próxima música eu diria que é a música que ela eu
[41:56] apostaria que seria a música favorita da re por causa da
[41:58] linha de baixo. Cara, que música é?
[42:33] Eu confesso assim que quando eu vi ela pela primeira vez, eu,
[42:36] Ah, sabe né, que passou batido, só que eu vindo ela de novo,
[42:40] cara, ela tem assim, olha ela para mim ela é um enigma.
[42:44] Ela é um enigma que eu não consegui decifrar dentro dela, e
[42:48] ela tem um. Esse peso junto com a bateria
[42:54] que a bateria segue e 1 hora ela tem um prato que estilhaça junto
[42:58] com a guitarra e daqui um pouco ela tem junta assim e você dá
[43:01] uns tocos que é o bumbo com aquele baixo e ela é tudo isso e
[43:05] mais um pouco. E aí aquele vocal do John
[43:09] simplesmente fantástica. Ela é direta, ela é certeira e
[43:13] ela acertou o meu coração cheio. E tu brunin que que tu me diz
[43:17] essa moça? Cara, é a música, é?
[43:19] Legends. Né que a gente não falou, né?
[43:22] Ih, é verdade. Ama você?
[43:25] Causa a loucura. Rei, né?
[43:26] Nesse episódio, então, a música é esse é o rock na mesa de.
[43:31] Boteco de verdade, cara? Mas para mim, casa muito com com
[43:36] a minha visão dessa música, que é tipo uma música de um classic
[43:39] rock bem suingado, cara, bem, bem gruvado, né?
[43:43] Só que com essa pegada anos 80 em vez de ser um anos 80, né?
[43:47] Então, cara, desde a introdução do baixo, ela já tem 11 groove
[43:51] marcadão, né, cara? Ela se ela tem essa carinha de
[43:55] de uma música mid tempo que você dá aquela chacoalhadinha da
[43:57] cabeça, mesmo que as músicas anteriores não sejam super
[44:01] rápidas, né? E cara, eu adoro de novo, né?
[44:05] Esse arranjo de começar já com o solo do Chris, que é é um
[44:09] talento puro cara, né? Só também tem esse beequizinho
[44:12] entre os versos, né? Eu gosto muito desse tipo de
[44:15] coisa que que eles fazem, que é com muito Bom Gosto de novo.
[44:20] Cara o. O pré refrão pra mim é o é o
[44:23] ouro aqui né? De novo melhor do que refrão é o
[44:26] Bill Duty pro refrão, mas OOO pré refrão é o é a página legal
[44:31] cara. E solo do Chris mais pra frente,
[44:35] né? Quando quando ele pega OOA
[44:38] frente da música, aí com cara, a fluidez dele é é muito bizarra,
[44:42] cara. É um negócio que é muito
[44:43] diferente, né? Acho que são pouquíssimos
[44:46] guitarristas que conseguem fazer um solo que tem essa esse tipo
[44:50] de de feeling e de eu não consigo definir diferente de
[44:54] fluidez mesmo, né? Que assim é o solo que que tá tá
[44:57] sempre em movimento porque ele pare numa nota.
[45:01] Essa nota tá dentro dum dum sei lá um ou alguma coisa que que é
[45:08] maior do que OA música normal assim, né?
[45:12] E cara, lidians é falando aquela faixa meio menor, né, cara
[45:18] aquela onde é os fãs e a legião de de de fãs do sabatage cara é
[45:24] de novo letra é divertida nesse caso, né?
[45:27] A cara é outra faixa monstruosa, né não, Thiago?
[45:31] É isso, é o meu. Solo favorito do Chris olivan do
[45:34] disco. Assim, essa fluidez do solo eu
[45:36] acho uma delícia de ouvir. Eu fico voltando pra ouvir o
[45:39] solo de novo, do jeito que ele vai sendo.
[45:43] Mas ele ele ele não estoura em nenhum momento.
[45:46] Acho que ele estoura no segundo solo, que ele vai debulhar mais,
[45:49] mas aquele solo intermediário que ele vai só carregando porque
[45:52] é uma música que música de gruvisão pra você ir levando e
[45:54] ele vai levando na hora do solo. Assim, ele tem essa coisa de na
[45:58] hora de tocar ali que. A disposição de técnica dele é
[46:03] ele, não não é tão técnico assim por ser, mas.
[46:08] Ele. Ele deixa as notas respirarem.
[46:11] Eu acho que é isso, talvez seja. Não sei como dizer isso de forma
[46:15] técnica, mas ele vai, ele começa.
[46:17] Ele cria uma pegada, tipo, você pega riff de palavra da Night,
[46:24] sempre dá uma, sempre dá uma respirada.
[46:27] O riff, na hora que ele vai fazer o solo, ele dá essa
[46:29] respirada. Então, tipo, na hora, por mais
[46:32] que ele esteja sendo técnico, que ele esteja começando a
[46:34] debulhar nas escalas, sempre vai ter 1 hora que uma notinha ou
[46:37] outra, ele vai dar uma estendida além e vai puxar e vai meio que
[46:40] te trazer de volta da coisa. Que tipo, se você estava
[46:43] começando a se perder, ele te traz com alguma coisinha
[46:47] diferente do jeito que ele toca, do jeito que ele evolui com
[46:51] aquela sequência de acordes. Isso acha para mim que é o.
[46:55] É é dele puro. Isso é do jeito que ele
[46:57] desenvolveu, até por ter sido um guita esta autodidata, o jeito
[47:00] que ele aprendeu a tocar, jeito que ele desenvolveu essa
[47:02] sensibilidade dele e acho que esse solo é uma aula dele
[47:05] fazendo isso assim de fazer AO solo e levando só ela vai
[47:10] ganhando, só vai crescendo essa letra, é isso.
[47:13] Olha da letra em si, ela dizia a letrinha dos fãs, né?
[47:17] Tanto é que o Chris keffery usa muito o lidian quando ele fala
[47:20] dos fãs de sava tarde o. De um livro usava nome
[47:25] principalmente pros fãs que malucos que iam assistir essa
[47:28] vontade de tudo que cantara canta.
[47:30] Mas é, eu acho. Caça assim é daquelas músicas
[47:33] que passa batido se você não presta tanta atenção nela, mas
[47:37] se você para pra ouvir, você começa a pegar esse
[47:40] detalhezinho. Que é isso?
[47:42] Tipo, é o grovisão de baixo que o Johnny, ele tem esse grovisão
[47:44] de baixo, anos 70, meio vindo de soul para fazer, mas a banda é
[47:49] muito mais pesada, né? Eu tive o akos, tem esse groove
[47:51] de lenhador dele tocando. E o Chris oliva tem um timbre
[47:55] que era um timbre que o único, as únicas afinações que eu me
[47:59] lembro nessa época de alguém usando, porque acho que nem
[48:01] thrash usava essas afinações tão pesadas com o Chris olivros.
[48:04] O máximo que eu lembro é que é o chic frouxo, usar alguma coisa
[48:06] parecida na afinação ali do tom lawren.
[48:10] Então é muito mais pesado do que o normal.
[48:13] E não à toa, isso fazia com que a galera de trash adorasse.
[48:15] Não à toa fez com que o sabatage fosse a banda que a molecada de
[48:19] death metal da Flórida que IA fazer.
[48:21] Ou tinha como os grandes ídolos, né?
[48:24] Os caras olhavam ali, queriam copiar o preset de guitarra do
[48:29] Cris oliva pra poder tocar pesadão, os death metal.
[48:32] Depois sou doido, né, cara? Sabatage service Grace e vamos
[48:38] embora, né? Eu só queria fazer um.
[48:40] Comentário, eu não sei aproveitar bem meu tempo, né?
[48:43] Quando eu dar para minha opinião, vocês notaram isso?
[48:45] Sempre vou lá e roubo mais um pouquinho.
[48:48] Mas essa música, a introdução dela, me lembra alguma coisa do
[48:52] van Haim eu até coloquei aqui, sabe?
[48:55] Talvez aquele solinho do the euruption é sabe aquele não sei
[49:02] eu, eu, aquele iniciozinho dela ali, eu até anotei aqui para não
[49:06] esquecer, porque eu achei bastante referência assim.
[49:09] Pode ser o Cris? O.
[49:10] Edvan, Helen era um dos que tem seus favoritos do Cris oliva,
[49:13] assim tem. Você vai pegar o primeiro show
[49:15] do do Avatar, né? Que era a banda pré essa Avatar
[49:18] deles ali, primeiro show, primeiro show.
[49:20] Mas um dos shows que tem gravado em vídeo tem uma das horas que é
[49:24] o show David 80 e o John oliva fala, agora nós vamos ter o meu
[49:27] irmão tocando o eruption e ele toca eruption e eles tocam o
[49:31] rely gotting e depois depois se quiser ouvir o rely gotting na
[49:34] voz do John oliva. Eu procurei esse vídeo, desse
[49:38] show do Avatar ali em 1980 81, excelente.
[50:05] E aí, cara, acho que. Agora é território da Renata.
[50:07] Puro, né? Strange Wings.
[50:10] Fala aí, Renato cara. Aqui foi.
[50:13] Meu coração inteirinho isso aqui para mim tem um cheiro de hard
[50:18] rock e uma coisinha assim, ó um dó pseu do balada que eu adoro.
[50:23] Quando o sabotage ele vai para esses caminhos de que ele não se
[50:27] entrega de um tudo para balada, ele ele brinca com isso e ainda
[50:31] por cima tem a participação do. Vê, corrija se eu estiver
[50:36] errada, é Ray guillan, Ray guillan.
[50:41] E tem sido. Vai formar o badlands depois.
[50:44] Mas tinha saído do Black Sabbath, né?
[50:46] Nessa época, ali, então, assim. Né?
[50:49] Nada mais, nada menos, né, do que os reis aí, cara.
[50:54] E é uma baita música. Ela tem esse vocal dividido que
[50:59] eu acho que entrega a ela. Eu amo aquela introduçãozinha
[51:02] daqui a. Já bastava a música inteira, ela
[51:08] poderia ser toda assim, quer dizer, já iria adorar ela.
[51:12] E é engraçado, né? Que ela eu não sei.
[51:15] Eu entendi a letra como se fosse uma homenagem a algo trágico, e
[51:19] é, eu sinto, eu sinto, sinto assim que é 11 espécie de
[51:24] premonição, sabe que vai acontecer no futuro.
[51:27] É meio estranho isso pode não ser nada, né?
[51:29] Pode ser só teoria da conspiração, mas.
[51:32] Eu entendo dessa forma. E tu tiagão?
[51:35] Fala aí, é muito louco. Porque essa as letras do alton
[51:39] montenguinho. Eu nunca parei muito pra querer
[51:40] entender o que elas são. Assim pra mim é só uma letra de
[51:43] uma mulher estranha, uma mulher que o John oliva não consegue
[51:45] decifrar exatamente, mas que ele tá atraído Por Ela.
[51:49] Assim, a gente fala que é das letras das canções de sexo do
[51:53] John oliva, o pô. O new vetou as letras de sexo
[51:56] nesse disco, mas ainda tem as canções de amor assim do John
[52:00] John oliva, uma canção meio. Deturpada de de atração, eu
[52:05] diria assim, mas assim, nada. Também não consigo pensar muito,
[52:10] não consigo enxergar essa, essas outras camadas na letra.
[52:13] Eu precisaria ouvir com muito mais atenção.
[52:15] Eu não, mas a letra, a música é tão gostosa, né?
[52:18] Tão deliciosa de pegar. Se fala dessa introdução, na
[52:21] hora que entra o solinho inicial do Cris Oliver é tão bonito
[52:25] assim, né? Que ele vai, porque não é
[52:28] exatamente uma balada, mas os solos são tão bonitos.
[52:30] Ela tem essa pegada assim que eu acho sensacional.
[52:33] E a voz do John oliva contraposta com a voz do rei
[52:37] guillan durante a música, é um charme também.
[52:39] Uma outra coisa que funciona bem para caramba, dá 11, adiciona
[52:44] algo muito legal para música, essa aquela música que é uma
[52:48] pena eles não terem tocado no monsters.
[52:50] Agora eles vão tocar no show do eles tocar no show do Unimed.
[52:53] Eles não tocaram no Monster. É aquela música para tocar essa
[52:56] segunda, terceira música do show que anima todo mundo.
[52:59] Assim, uma pena de serem deixados de lado assim.
[53:06] A cara é. É farofa pura, né?
[53:08] Aquela regada meio escorpionesca da da Rocky like a hurry kp, já
[53:15] cara tem o rifezinho e vai pro solo, né?
[53:18] Eu acho muito foda também esse o solinho do.
[53:23] Da abertura, é maravilhoso o John cara, o John tá apaixonado
[53:29] cantando essa música, né? Sem, sem tanta sem tanta raiva,
[53:34] né cara? Eu acho foda demais.
[53:37] Grey guiling cara, o final do do que os 2 estão fazendo, meio que
[53:41] 11 duelinho que é sem querer, né?
[53:45] Porque eu vi no disco aqui já estava gravado a parte do do
[53:49] John oliva. O rei galler foi gravar EOO.
[53:53] John estava completamente idiota de álcool é.
[53:57] Bêbado caído, né? Para o John embaixo do.
[54:02] Jornal o rei galler gravou um negócio, cara, e ficou muito
[54:05] foda, né? Essa essa música é maravilhosa,
[54:07] cara, é uma é uma farofa. Eu eu gostei do que a Renata
[54:10] falou, cara, é uma pseudo balada, né?
[54:13] Ela tem uma pegadinha de quase balada, meio romântiquinha, mas
[54:16] ainda é 11 música que tem uma Gana, né cara, que é um.
[54:21] As melodias delas são. Bonitas, né?
[54:23] Então por isso que essa impressão meio de balada, sabe
[54:25] do refrão, os os olinhos são bonitos, os hippies são bonitos,
[54:30] são gostoso, então tem essa pegada meio que parece hard rock
[54:33] farofa ali, mas ainda assim tinha em prisão pesadas músicas,
[54:37] bateria de lenhador no fundo é bom demais, cara.
[54:45] É bom isso aqui, isso aqui é ouro, né?
[54:47] E acho que terminas peguei no lado do ar, né?
[55:29] E a gente vai pro pro lado b do disco.
[55:39] E aí, cara puta, já já vem a pergunta, o meden com a rola do
[55:43] Notre King? Isso aí acho que o Thiago é
[55:46] obrigado a comentar esse esse combo aí, cara, cara, eu lembro
[55:50] assim. Eu fiz uma matéria para o Igor
[55:52] falando da que eu achava que é o nascimento do transceber e a
[55:56] orcas. Eu tinha meio que sido o Edge of
[55:59] tones, mas às vezes eu acho que foi na product e o mad mess, né
[56:02] cara? Que é essa hora que eles
[56:04] pegaram. Eles pegam 2 músicas clássicas e
[56:08] meio que fazem AA mistura, o inicinho com a suíte dos
[56:14] planetas ali do Gustavo Rose, e depois vai virar o noatre da
[56:18] Montanha do Edward Greg, que era um refezinho que o blackmor
[56:23] tocava torto e direito também nos solos do Purple, nos solos
[56:27] do Rainbow ali, mas aí com o sapatardes isso vira grandioso.
[56:30] Assim, a primeira participação do Bob kinkel, que é o
[56:33] tecladista. Que faz todas as orquestrações e
[56:36] que vai continuar fazendo para o Savatage e vai ser peça
[56:39] fundamental ao lado do povo new e do John oliva no transceber e
[56:43] assim essa música é uma delícia de pegar.
[56:46] Assim me lembro que uma das referências que eu tinha para
[56:49] Savatage foi que nessa época eu tava conhecendo Halloween, eu
[56:52] tinha pegado o live in day OKE no live in day OKO Caio, não
[56:55] sei, toca né e um. Amigo meu vira.
[57:01] E fala, né, isso é cover de Savatage?
[57:04] Lá na roça. E isso meio que pegou.
[57:08] Eu já conhecia a roda montanquinha e falou, pô, você
[57:10] conversava a tarde? Não tinha ideia que era uma
[57:12] música clássica, assim, naquela Inocência, naquela.
[57:15] Inocência e quando? Eu vi o rock.
[57:16] Falei, pô, não vou comprar esse disco, né?
[57:18] Na hora que eu vi assim, achei, porque foi muito doido achar
[57:20] esse disco na não foi na galera. Do rock foi num.
[57:23] Shopping perdido no interior de São Paulo.
[57:26] É naquelas lojas de disco que tem nada, sessão de rock, daí
[57:29] tem lá rock do montenquinho. Eu olhei e falei assim, Ah, eu
[57:32] consertei o dinheiro pra comprar isso, beleza, eu não vou, não
[57:34] vou no McDonald's, eu vou comprar esse disco aí foi bem
[57:39] assim que eu peguei, né? Pensei, nada.
[57:41] E a pluth manners, tem essa pegada, aí vem House da monten
[57:44] King, House da monten King, eu acho que não sei nem como
[57:47] começar a falar, né? O riff dela é sensacional, riff
[57:51] inicial dela, o jeito como a pluth manners termina com tudo,
[57:54] aquela clima meio Black Sabbath, o primeiro disco nós temos
[57:58] rojões. Chuva, explosões e entra com
[58:02] esse rife, que é um. Que rife, né?
[58:06] Mas um dos rifes mais icônicos da história do metal, eu diria
[58:09] assim, e eu não consigo nem descrever direito a risada do
[58:13] John oliva sensacional nessa hora.
[58:17] Aquela hora assim é, mas a parte.
[58:18] A parte que eu mais gosto é aquela outra parte que eles
[58:20] roubam do Greg, aquele e. Aí que vai entrar.
[58:28] E ainda aquela parte do John berrando aquilo.
[58:31] Pra mim, tipo, na hora do. Show naquilo.
[58:34] Eu fico sem voz porque eu fico gritando junto e é foda demais.
[58:38] Assim eu não sei o que que a Rê acha.
[58:41] Tua mãe sabe dessas? Saliências aí, Tiago, que tu
[58:43] anda gritando? Ela deve?
[58:49] Desesperar? Ela deve saber, porque eu
[58:51] chegava todo dia chegava, tinha alguns shows que eu IA chegar
[58:53] sem voz. E os shows eu estava tarde.
[58:55] Provavelmente que eu chegava mais sem voz de todos assim
[58:59] justíssimo. Justíssimo porque essa música
[59:01] pede um coro. Ela pede com que o pessoal cante
[59:04] junto com ela. Cara, esse a prelude, né?
[59:07] Acho legal que o nome de auto explicativo, mas ela ela é
[59:11] épica, ela é dramática, ela tem uma melancolia.
[59:14] E ela é AA base perfeita para how of the moutão King, que é
[59:20] uma canção. É.
[59:21] É uma coisa que eu sempre digo, né?
[59:23] A música. Que leva o?
[59:24] Título do disco, ela precisa ser boa, ela tem assim, ó o dever
[59:29] besteira épica, está levando o nome do disco, está carregando
[59:34] isso e ela é. Ela entrega tudo isso, ela
[59:36] entrega peso, ela é o hino assim.
[59:39] Tanto que quando eu tive o prazer de ouvir essa música ao
[59:42] vivo lá no Monster, né? Foi assim aquele momento de a
[59:47] minha música, agora eu vou cantar da frente e mesmo sem
[59:50] saber um pingo do inglês, né? Eu cantei no meu inglês, cantei
[59:54] ao meu modo, mas eu cantei EE. Foi assim, épico.
[59:59] Ela Foi feita para cantar em arena, para cantar junto, para
[1:00:03] cantar junto, e eu admiro assim cada vez mais o John por tudo
[1:00:08] que ele fez, por tudo que ele produziu, e essa aqui é uma
[1:00:11] obra, com certeza assim é. Não sei se o Saba ficou alguma
[1:00:16] vez sem tocar ela ao vivo, mas deve ser um crime um dia quando
[1:00:19] não tocaram assim, ou se se algum.
[1:00:23] Dia eles não. Tocarem agora que eles voltarem
[1:00:25] com a turnê, né? E a letra fala sobre esse
[1:00:28] monarca, né, que vive na Montanha, aterrorizando, tocando
[1:00:32] terror e sentado no seu trono, e é muito maravilhosa.
[1:00:37] E tu, Bruninho, o que que tu acha?
[1:00:41] Cara, essa, essa. Música tá tá acima de.
[1:00:45] Assim, acho que assim Savatage é essa faixa aí, né?
[1:00:49] Você vai falar com alguém de de Savatage é isso aí, é é a música
[1:00:55] com certeza mais conhecida, mais icônica dos caras, né?
[1:00:59] Tem que ser AA um grande ápice de de qualquer show.
[1:01:03] Cara, Oo riff que o Thiago falou, cara, é maravilhoso, né?
[1:01:08] O riff principal da faixa o. O John tá voando, né, cara?
[1:01:12] Com toda a teatralidade dele aqui, né?
[1:01:15] Uma faixa que cara, não assim, eu amo o zek, mas aqui tem que
[1:01:19] ser o John, né? É o John negro cantando essa.
[1:01:23] Essa música é diferente de qualquer coisa, né?
[1:01:27] Todas as referências. Ele era muito louco.
[1:01:29] Que na época com o John, o John não cantava, ele deixava pro
[1:01:32] zek, né? Ele tinha os 2 assim.
[1:01:40] Eu lembro assim em 2001, no show de Curitiba, Oo, damond dinaia,
[1:01:48] que era quem tava substituindo os exchans naquela turnê, né?
[1:01:51] Que o zecch tinha saído. Ele ficou doente nesse dia do
[1:01:54] show, então ele tava mal pra caramba, e a Rafa do monten foi
[1:01:56] cantada pelo John ali. Foi a primeira vez que o John
[1:01:58] cantou o Rafa do montenking em anos assim.
[1:02:02] E assim, na hora que começou o Rafa do montking, eu vi que o
[1:02:04] damond não tinha voltado pro palco.
[1:02:07] Só vai ser com o John, cara. Não faz ideia de a sensação,
[1:02:11] tipo do coração estourando, que eu vou ver o John cantando House
[1:02:14] do monten King, então? Tem que ser com.
[1:02:18] Ele não dá para ser com outro cara cantando assim a.
[1:02:22] Música é deles, né, cara? Essa é uma música oliva total,
[1:02:25] né? Sim, mas entre não ver e ver com
[1:02:29] o com o Zé, é óbvio que eu quero que essa música seja tocada pra
[1:02:32] sempre, né, cara? É isso aqui?
[1:02:34] É. É eles apanham, se não.
[1:02:36] Tocar essa música assim é, é exatamente.
[1:02:38] Exatamente as pessoas derrubam. O estádio mesmo, ninguém IA
[1:02:42] conhecer, todo mundo IA subir pra bater nos caras.
[1:02:44] O queensai que conseguiu se sair bem sem tocar, sem antilucite,
[1:02:48] mas Oo sabotage não IA conseguir sem alvo da montenquinho.
[1:02:52] Impossível, né cara? É.
[1:02:53] Impossível, impossível. Esse aqui é é um Tesouro do
[1:02:57] metal, cara. É, tem e.
[1:03:01] O prelúdio dela, né, cara, eu acho foda também, né?
[1:03:05] Importante essa couve do Halloween aí, né?
[1:03:09] OOO, grig, cara, é um compositor que eu gosto pra caramba, né?
[1:03:14] Aponto, ele seria uma maca, né? Eu visitei a casa dele lá em
[1:03:18] Berry, cara, é um negócio que é legal pra caramba.
[1:03:20] Ele tinha 11 casinha na beira do Lago, eu fiquei imaginando ele
[1:03:24] compondo essa. Essa o pierguinho que lá, né?
[1:03:27] Que é AA obra dele que tem esse pedacinho embutido, né, cara?
[1:03:32] Eu amo o negócio, cara. Tem um negócio que tá Na Na
[1:03:36] Mitologia Nórdica, que é legal pra caramba, que é um negócio
[1:03:39] que eu tô meio fascinadão também.
[1:03:41] Mas cara, prometal OOO rove, do manten King, é, é, é, cara, é
[1:03:47] daquelas faixas que são. É quase que uma definição de
[1:03:51] metal americano assim, né? Junto com a banda de trecho lá
[1:03:54] cara de metalzão, sem ser o lado moderno, tem pouca coisa que é
[1:03:59] tão representativa quanto isso, né?
[1:04:02] E de novo, voltando um pouquinho no Brasil, cara, isso passando
[1:04:06] fúria, né? É o que a galera tem No No
[1:04:08] imaginário coletivo, né? Quando pensa em savatás, vem
[1:04:11] esse negócio na cabeça, cara, é é uma Pérola do do do mundo do
[1:04:16] metal, cara, isso aqui é genial, genial.
[1:04:19] Muito foda ele fala em. Pérola, aquela guitarrinha do
[1:04:23] final, né? Que vai terminando a música, né?
[1:04:27] Que termina aquele clima todo apoteótico a economia.
[1:04:30] Música tá acabando. Vem aquela guitarrinha do do
[1:04:32] Cris oliva no final, só terminando.
[1:04:34] A música é uma outra pérolazinha da é só pra marcar o finalzinho.
[1:04:39] Cara, isso é é foda demais, cara.
[1:04:43] O dedilhadinho, né, cara? É muito pouco, muito foda.
[1:05:06] Mas é o preço que você paga. Né, Thiago?
[1:05:09] Vou ter uma música assim, fala da presta.
[1:05:13] É assim, apesar de ela não estar creditada nos nos créditos do
[1:05:18] disco, ela está acreditada ao Chris of John e o Steve wakles,
[1:05:21] né? O doutor mata baterias, né?
[1:05:25] Mas o é a primeira letra do Paul new escrito com sabatage.
[1:05:29] Foi o Paul new que escreveu a letra dessa música e não à toa
[1:05:32] talvez seja a letra, mas que tem alguma coisa a dizer.
[1:05:34] Ela tem uma a letra tem um clima meio DIU assim, né?
[1:05:37] De falar que. Que você tem dentro de si.
[1:05:42] Eles machucam, eles cortam e cortam um duo, mas você não
[1:05:47] mostra isso porque é o preço que você paga, né?
[1:05:50] Aquele coisas diferentes da vida, mas que você tem que
[1:05:54] seguir tentando no dil tem umas letras, estão sempre nessa linha
[1:05:57] assim é uma é uma música que eu diria que é uma música bem mais
[1:06:01] hard rock do disco, talvez é uma outra música, mais tendendo pro
[1:06:04] radiozão. Mas é, eu diria que é a música
[1:06:09] que menos gosta do disco, talvez, mas não, não diria que
[1:06:12] está longe de ser uma música ruim ou que a música baixe o
[1:06:15] padrão de jeito nenhum. Assim é uma música legal pra
[1:06:17] caramba, mas isso e aquilo. Assim você tá depois de Rafa, do
[1:06:21] montem King, qualquer música que viesse, não, não IA conseguir
[1:06:25] ficar no nível. Então talvez eles tenham
[1:06:26] colocado menos fabulosa do disco logo depois, pra que depois AO
[1:06:32] disco engrenar de novo mais pra frente.
[1:06:34] Não sei se a re concorda comigo assim.
[1:06:37] Concordo agora que eu. Entendi porque que eu também não
[1:06:39] curti tanto ela porque tem alguma coisa parecida com o DIU?
[1:06:41] EIA? Eduardo, só para avacalhar o
[1:06:43] DIU. Tadinho do DIU.
[1:06:45] Que Deus o. Tenha.
[1:06:47] É uma cara assim de toda obra aqui, talvez é que de fato assim
[1:06:55] é que menos. Brigou para para estar entre as
[1:06:58] minhas favoritas, mas ela é intensa.
[1:07:00] Ela tem aquela brincadeirinha de.
[1:07:03] Velozes, daqui a pouquinho, partir para uma cadência e tal,
[1:07:06] então ela, ela ela vai nesse nível, mas nada muito
[1:07:10] emocionante, nada que faça os olhos brilharem, né?
[1:07:15] É o preço que você paga para ouvir ela fazer o que, né?
[1:07:18] Toda ação tem sua reação, então para mim, ó, o que que tu me
[1:07:21] diz? Cara, eu, eu.
[1:07:23] Gosto eu confesso que na época que eu comprei CD, lá no auge da
[1:07:28] minha minha talerice, ela me incomodava um pouco, né?
[1:07:31] Mas ela é uma. É 11 faixa, tem essa pegadinha
[1:07:36] lá de rock, né? Tem Oo.
[1:07:37] Thiago comentou, agora, cara, ela, ela tem até um tipo de
[1:07:40] cadência de voz. Meio-dia, né?
[1:07:42] Verdade, cara, ela me lembra dil assim.
[1:07:45] Até essa pegada do dil é um eu só coloquei.
[1:07:55] Perfeita colocação, porque eu não tinha me ligado nisso.
[1:07:59] Eu concordei, 100 por? 100 cara, e foi a primeira que o
[1:08:02] Paul new escreveu a letra sozinho, né?
[1:08:05] Tem esse lance. Acho que já é talvez um
[1:08:08] prenúncio do 16, né? Porque é aquele o rock Star que
[1:08:13] que começou AA ter dificuldade de se identificar e se comunicar
[1:08:18] com os fãs, né? Pra acabar sendo um negócio que
[1:08:22] que. É o primusso da queda, né?
[1:08:24] Meio meio curioso, né? Tem uma frase, né, que ela fala
[1:08:28] exil taker, balls to Silent crowd, the never herers, né?
[1:08:32] Você dá aquela tem aquela saudação pra uma, pra uma
[1:08:37] multidão silenciosa que não te ouve, né, que nunca ouve o que
[1:08:40] você está fazendo é essa coisa que vai ser uma parte da Street,
[1:08:45] da história do Street depois, né?
[1:08:48] É? Assim, eu acho também uma baita
[1:08:51] de uma faixa cara. Não gostava, mas acho que era
[1:08:55] falta de de maturidade minha pra curtir é o preço que a.
[1:09:00] Música pagou por vir logo depois de Ralph mountain King, né,
[1:09:03] cara? Assim é o preço.
[1:09:06] Dela, né? Ela pagou isso, né?
[1:09:07] Ela pagou o preço, cara. Assim.
[1:09:38] Ou talvez? Faltou essa interação com A
[1:09:41] Bruxa branca fala aí, Tiago, que que é A Bruxa branca de oliva?
[1:09:46] Como a gente dizia? Né?
[1:09:48] As letras do John oliva falam ou sobre pesadelos, ou sobre sexo,
[1:09:52] ou sobre drogas. Aqui chegou nas drogas, né?
[1:09:55] De clara. E assim é uma música que fala
[1:09:58] sobre o vício de cocaína e você não precisa saber que OI Twitch
[1:10:02] era uma metáfora dele para cocaína.
[1:10:04] Se você ouvia a música porque ela é basicamente aquela coisa
[1:10:08] frenética, paranoica, desesperada, de quem tá.
[1:10:14] Da Noia da na Noia de tá cheirando, né?
[1:10:17] Ela é perfeita pra isso, assim, então essa vontade pegando
[1:10:22] pesadão, pegando rápido, né? É a única música rápida, rápida
[1:10:26] do disco que beira ali o thrash metal, quase, apesar de não ser
[1:10:30] thrash, mas é, eu adoro amor, as não vou dizer das músicas
[1:10:36] favoritas de um disco, porque é um disco que tem músicas que tão
[1:10:38] muito acima dela, mas ela fica fantástica também.
[1:10:44] Não é especial, mas ela é ótima. Vocês concordam comigo, né,
[1:10:50] cara? É, é isso, né?
[1:10:54] É uma. Música cheia de mumu duplo acho
[1:10:57] que é a música realmente mais intensa do do disco, né?
[1:11:01] Que tem a ver com, eu imagino, com a sensação de da, da, da
[1:11:09] intenção de. Disparando, né?
[1:11:11] Assim exatamente. E cara, tem, tem, tem esse lance
[1:11:18] do, do, do. Assim, o John.
[1:11:22] Ele escrevia as letras de uma maneira mais lúdica, né?
[1:11:26] Mesmo que fosse um tema pesado. Que é que é cocaína, né?
[1:11:29] Que é esse AA bruxa branca representada aí, né?
[1:11:34] E até mandei pro pessoal hoje eu tava lendo No No nas anotações
[1:11:40] do do disco remasterizado, que. Chegou.
[1:11:44] No ponto. Cara que na gravação do howfen
[1:11:46] monten King, né? Tem 11 anão?
[1:11:51] Tem uma pessoa? Isso da howfen.
[1:11:53] King. Né?
[1:11:56] Tem 11. Pessoa pequena, né?
[1:11:59] Que que fez parte da do do clipe, que é o ator que fez made
[1:12:05] Runner, né? Um cara importante.
[1:12:07] E ele dentro da fantasia, né? E que.
[1:12:11] Em um certo momento, no segundo dia de gravação, entraram No No
[1:12:15] banheiro, John oliva estava segurando esse ator de cabeça
[1:12:19] para baixo de fantasia, com 11 canudo para dentro do nariz da
[1:12:23] fantasia, dando cocaína para o para o anão, né?
[1:12:27] Então você vê que essa vida de de rock and roll aí ela é muito
[1:12:31] intensa, né? E acabou combinando.
[1:12:34] Que eu? A turnê que o savataj uma das
[1:12:38] turnês, né desse diz que o savataj fez foi abrindo pro pro
[1:12:41] EHDF. Cara, é, acho que o Thiago
[1:12:43] chegou a comentar, né? No No episódio do savataj que Oo
[1:12:48] meu horrível virou o parceirão de de drogas.
[1:12:51] Como o daimus? Tainer, então você imagina o
[1:12:52] nível que eles estavam a ponto do do John ter ido pro rehab,
[1:12:56] né? AA turnê terminou uns 3 ou 4
[1:13:00] shows antes do do imprevisto pro pro John ser internado, então?
[1:13:05] Assim ele escrevia essas letras lúdicas, né?
[1:13:07] Ele citava tudo que precisava, né?
[1:13:10] E a música casa muito bem com isso, mas era No No lado super
[1:13:14] negativo, né? No fim das contas, Oo John ainda
[1:13:17] pagou o preço e anos depois, né? Recentemente foi preso com com
[1:13:22] Posse de cocaína, né? Então é, a gente tá falando aqui
[1:13:26] disso, mas é um tema que é super sensível, né?
[1:13:29] O John tem. Lugar de fala pra fazer música
[1:13:31] sobre o riso, cara, é uma crise. De riso.
[1:13:35] Quando você falou pessoa pequena, dê muita risada.
[1:13:38] Desculpe, pessoa pequena por ter ido.
[1:13:47] Adorei qual? Bom, qualquer semelhança com
[1:13:51] Black Sabbath é mera coincidência, né?
[1:13:53] Porque a gente sabe que tem o volume 4 lá do sabba, que foi
[1:13:58] essa loucura total. E aí a gente tem poraguinha que
[1:14:01] envolve anão. Então eles fizeram um bem bolado
[1:14:04] ainda, Black Sabbath, e meteram o louco aqui.
[1:14:07] E, cara, é uma faixa frenética como o Thiago, muito bem
[1:14:10] pontuou. Ela é uma pessoa que cheirou
[1:14:14] dessas carreiras sem dó de Piedade.
[1:14:16] E foi tocar uma bateria dessa música porque eu fiquei.
[1:14:20] Quando eu ouvi essa música eu fiquei, cara, que que é as
[1:14:22] pernas desse homem tocando esse bumbum sem nunca parar e eu não
[1:14:25] teria coordenação motora para fazer o que ele fez, sabe?
[1:14:28] De tocar tudo que ele tinha para tocar e bater o bumbo, enfim.
[1:14:31] E ela fica tão acelerada, rápida, a gente você sente
[1:14:34] acelerado e rápido. É uma baita música para te fazer
[1:14:37] um cardio de manhã cedo assim porque ela vai te dar, ela vai
[1:14:40] ser a tua teu pré treino para te fazer um para te treinar Gu tem
[1:14:46] essa música? Ela é um.
[1:14:48] Pré treino. Perfeito, depois dela você não
[1:14:52] precisa. Nem treinar no pré, seja um,
[1:14:58] eles conseguiram. Não é?
[1:15:02] Não, não. Crianças, existe a cocaína
[1:15:06] lavada, cocaína em pó. E agora a gente existe.
[1:15:09] A cocaína em pó é uma de música, porque isso aqui para mim é uma
[1:15:12] experiência perfeita, a viagem da droga.
[1:15:16] Gosta aí uma baita música no disco?
[1:15:17] Contribui bastante? É, mas.
[1:15:20] É triste disso, né? Porque foi o sabatache teve
[1:15:23] interrompido o ciclo do ralo do monten King por causa dos
[1:15:26] problemas de droga do John oliva.
[1:15:27] Assim ele sai. Eles terminam essa turnê com o
[1:15:30] megadefe com o DIU antes do tempo e a banda não faz outra
[1:15:35] turnê depois disso. A banda o John oliva vai para
[1:15:38] rihebe e quando ele volta da rihebe, a banda vai vai começar
[1:15:42] a fazer os demos do que vai ser o guter ballet depois.
[1:15:45] Então acaba quebrando uma evolução de um disco que tava
[1:15:49] indo bem, que eles podiam ter promovido muito mais e quem sabe
[1:15:52] ter conseguido um nome muito maior nos Estados Unidos se
[1:15:55] tivessem conseguido fazer essa promoção em ter promover esse
[1:15:58] disco de forma completa. Última Aurora, cara, é de novo,
[1:16:27] né? O.
[1:16:28] O Chris, com todo o talento dele pra.
[1:16:32] Como por umas melodias meio tortinhas, né cara?
[1:16:35] O cara tocando algumas coisas acústicas que o povo o Nil
[1:16:39] curtiu e virou depois a last Town, né?
[1:16:41] Trabalharam Na Na composição e virou a essa faixa que é
[1:16:47] abertura da devassitation, né cara?
[1:16:48] Que é a di. Dele, né?
[1:16:50] Podemos colocar assim, é quase isso, né?
[1:16:53] Cara di, né di do range? Road no blazer da voz era outra
[1:16:58] influência descarada dele, range road, né?
[1:17:01] É isso que nesse show do Avatar tem eles tocando Crazy.
[1:17:04] Trance, eu não tô enganado. Então era.
[1:17:08] Outra influência descarada da Chris Olívia, ranger roads.
[1:17:12] Aí tem uma das músicas que o Paul pegou, né?
[1:17:14] Foi o que você falou, o Paul Nil, viu ele tocando, falou
[1:17:16] assim, mostra isso pra galera e essa linha melódica, você pega a
[1:17:20] introdução de silence, já tinha, você vai ter algumas músicas do
[1:17:23] palavra the Night, tem uma música também, não lembro agora
[1:17:25] que tem uma introduçãozinha de guitarra devagarzinha para
[1:17:28] depois, eu acho que é aniw Joel assim.
[1:17:31] Mas tem tipo, ele curtia fazer essas micro introduçõezinhas.
[1:17:35] A gente meteu o riff pesadão assim, a única diferença foi que
[1:17:38] Oo aninho falou, faz inteira introduçãozinha e não faz uma
[1:17:43] introdução para música. Deixa eu ficar só essa como uma
[1:17:46] musiquinha para mostrar que você tem isso dentro de novo.
[1:17:49] No disco seguinte, isso vai aparecer de uma forma muito
[1:17:52] maior na seu can still, né? Mas aqui tem o primeiro momento
[1:17:57] disso. E aí, você concorda nesse
[1:18:01] aspecto que a música é bonitinha ou não podia não ter?
[1:18:05] É a. Introdução, né?
[1:18:06] A gente tá falando da intro e do final só dentro.
[1:18:11] Possuída pelo ritmo. Vinho, tem gente que você possui
[1:18:16] pelo ritmo ragatanga. Eu possuo pelo pelo, pelo vinho.
[1:18:20] Cara, é uma intro legal. Eu acho que ela é uma intro.
[1:18:23] Reflexiva, ela ela chega a ser um pouco melancólica também.
[1:18:28] Eu acho ela a parte mais delicada desse disco inteiro.
[1:18:32] Então, né, perto de tudo que a gente escutou que é, ficava lá,
[1:18:35] fica no soco. Ela, ela deixa esse tomzinho
[1:18:39] delicado, a cerejinha do bolo e tom Bruninho, cara, eu, eu.
[1:18:43] Acho uma Bela introper devastation, né?
[1:18:48] Não sei nem se precisava ficar separada, sinceramente, mas é
[1:18:52] cara, aquela pegada que o que o Charles já comentou totalmente
[1:18:56] Rain road de de fazer 11 vinhetinha tenha 11 ideia de de
[1:19:04] melodia repetida, né? Uma acorde menor que vai
[1:19:06] caminhando No No no braço da guitarra pra cair para o
[1:19:09] evastation. Eu acho uma baita faixa.
[1:19:36] Mas que aí só pra pra ser o cara que sempre fala da ordem das
[1:19:41] faixas, cara pra mim? É, talvez não fosse a faixa para
[1:19:46] fechar o disco, cara, acho que o prece, o pay tem um disco, tem
[1:19:49] uma carinha um pouquinho mais de de encerramento de álbum.
[1:19:53] Não sei se vocês concordam, cara, é assim, AA devanstation
[1:19:56] tem um Monte de legal, cara, tem, tem tudo.
[1:19:59] Eu curto pra caramba, né? Esse lance do de de cantar em em
[1:20:05] couro, né? Assim tem, tem essa pegada
[1:20:07] metal, mas eu, eu. Eu acho que ela não tem tanta
[1:20:11] cara de encerramento quanto do Price upay, tá Tiago?
[1:20:16] Eu discordo em 100. Por cento acho que ela tem total
[1:20:19] cara pra fechar o disco assim devastação, né?
[1:20:23] Depois o disco que te destrói, então ele termina devastando
[1:20:26] tudo, né? E aí você prepare se pra morrer,
[1:20:29] né? Quando você está ouvindo essa
[1:20:30] música, seu mundo está maluco, né?
[1:20:34] E ainda tem um pois não que ela vai.
[1:20:37] O final dela é de. Pra acabar mesmo destrói tudo,
[1:20:40] pra destruir aquela na hora que ela vai ficando mais rápida no
[1:20:43] final, assim aquele Ride out deles ficando mais maluco, assim
[1:20:47] é. 11 dos rifassos do Chris Oliver era uma música antiga do
[1:20:50] salvatárde, a música mais ou menos eles já tinham composto na
[1:20:54] época. Dizem eles que é uma música irmã
[1:20:57] da holocaust, que é uma música do do silence, assim, uma das
[1:21:01] músicas que eu mais gosto, do Sirens assim por sinal, e eu
[1:21:04] acho refisão, ela é mais pesada, não sei se ela tá.
[1:21:09] Timbre ainda mais grave do que o normal do sabatagem nesse disco.
[1:21:12] O Bruno talvez possa dar esse detalhe que é parte técnica da
[1:21:17] nossa compra, da nossa bancada de hoje, mas ela eu acho
[1:21:22] pesadona assim, sabe? Tipo, começa.
[1:21:27] Acho sensacional. Termina devastando tudo.
[1:21:31] Assim, acho um encerramento de disco que termina.
[1:21:35] Destruindo tudo termina com a sensação de que tá tudo caindo
[1:21:37] aos pedaços. Quando a disco termina mesmo.
[1:21:40] Eu acho que era a sensação que eles queriam.
[1:21:41] Não sei se a re concorda comigo. Cara, essa música é.
[1:21:46] Sim, ela ela honra o título. Devastação total não tem não.
[1:21:52] Fica Pedra Sobre Pedra, né? Aqui a gente vai esse disco
[1:21:58] todo. A gente pode concordar que ele é
[1:22:00] todo frenético, ele é todo muito rápido.
[1:22:03] Muito tipo assim, um minuto para o fim do mundo que ele, ele leva
[1:22:07] a gente nesse embalo. Assim é?
[1:22:09] Vamos. Editar.
[1:22:15] Vamos editar? Vamos editar.
[1:22:16] Isso não pode, né? Desculpem.
[1:22:27] Desculpem a todos que eu vendi com isso, mas aqui?
[1:22:31] É, é a minha referência no 2000 que eu tenho, né?
[1:22:34] Fazer o que é o preço que você paga?
[1:22:35] É o preço que. Você paga, né, Cris oliva?
[1:22:38] Você revirou no cúmulo ali. Né, um dia.
[1:22:44] O oliva pulou assim, né? Sentiu alguma coisa errada aqui?
[1:22:49] Pensa que essa louca? Falou, espera aí, deixa ela lá
[1:22:54] para mim. Me passei, me passei no a
[1:22:57] referência. Mas assim, ele para mim aqui é o
[1:23:00] colapso total, é o final. E essa música para mim, ela tem
[1:23:04] um pouquinho da referência do do do Black Sabbath, mas aí eu acho
[1:23:08] que é um pouquinho do heavy metal também, né?
[1:23:10] Que é essa galopadinha que ela tenta dar.
[1:23:13] Sabe no iniciozinho que aí é realmente isso de.
[1:23:21] Vamos cavalgar? Juntos assim, cavaleiros do
[1:23:24] apocalipse. Chegando, é, é, é.
[1:23:26] Tipo isso? Faz falar do Ozzy, né?
[1:23:36] Até do Black Sabbath, referência de Cristo, que eles usam na
[1:23:39] letra o tempo todo. Assim, depois que o guizer
[1:23:42] Butler usava também, né? É então pra.
[1:23:46] Mim, ela é isso. Ela é um colapso total.
[1:23:48] Ela é. Ela ela atinge assim pontos
[1:23:52] assim, total de book, acabou, morreu, é isso?
[1:23:58] Não tem não, não, não tem teorias da da conspiração, não
[1:24:02] tem depois só teve o antes perfeito maravilhosa pra
[1:24:05] encerrar o disco. E aí a pergunta final do disco
[1:24:13] é, vocês trocariam The Price, o paple This Is War e o chubby no
[1:24:16] disco, como John oliva queria? Difícil, né, cara?
[1:24:20] Eu prefiro pensar que não sei nem cabe as 2 ao invés de ter
[1:24:24] que tirar uma, né? Acho que cara é uma das grandes
[1:24:29] coisas. Que eu acho bizarras nos
[1:24:32] remasters do sabatage foi eles nunca terem colocado a diz we
[1:24:35] are you should be no remaster do Ralph do monten King, eles
[1:24:38] colocam no remaster do Fight for The Rock.
[1:24:41] Aí eles colocaram no vinil. Eles lançaram um singlezinho,
[1:24:44] colocaram junto. Foi isso?
[1:24:45] Você? É isso que você indicou para
[1:24:47] gente, Bruno? É, meteram no?
[1:24:49] No a minha versão do vinil veio com um disquinho de 7 in que tem
[1:24:54] de um lado desses very show d do outro ao da moto King live, né?
[1:24:59] Então tentaram fazer esse reparo histórico aqui AA banda.
[1:25:04] Diz que não quis colocar porque eles achavam que não cabia uma
[1:25:07] balada no dia, que eles estavam muito receosos ainda do que da
[1:25:10] repercussão ruim de ter tido músicas mais pop no Fight for
[1:25:14] The Rock. Elas achavam que não cabia botar
[1:25:17] uma música muito pesada. 11 Power bellage no disco, mas uma
[1:25:22] música que aí a gente começa a entender, Oo lado baladeiro do
[1:25:26] John que tá ali colocado de novo, assim, apesar de ser mais
[1:25:30] uma letra de amor estranha, do John oliva.
[1:25:33] Mas a música é bonita assim, as melodias são bonitas.
[1:25:37] Não sei o que que vocês vocês ouviram, o que que vocês acham
[1:25:40] dela? Eu adoro, teve essa, essa
[1:25:46] reparação histórica, quando relançaram assim, quando quando
[1:25:51] pô, foram lançar em CD, cara, botaram é, é, tem.
[1:25:55] Tem várias edições desse disco, né?
[1:25:57] Então tem uma de 97 que tem esta e acústica, já começa a dar umas
[1:26:01] dicas, né? Já a versão de 2011, que tem
[1:26:04] Castle burning e depois tem sumary time com alone blease,
[1:26:07] né? Assim, acho que eles talvez
[1:26:11] tenham se arrependido de não ter colocado essa.
[1:26:14] Essa essa faixa não No No disco original, mas eu não sei se eu
[1:26:17] trocaria. Cara, tem é LP, tem tem o tempo
[1:26:20] limitado. O tempo um pouco mais limitado
[1:26:22] do que CD, né? Mas eu não sei se eu trocaria da
[1:26:24] Price UP Por Ela, não. Não sei se o Renato chegou a
[1:26:27] ouvir a faixa. Eu ouvi, sim, eu.
[1:26:30] Não trocaria, não. Eu gosto dessa sequência do
[1:26:32] disco. Normalmente.
[1:26:33] Eu gosto de brincar, de até mesmo trocar posições, sabe?
[1:26:38] Do disco de Ah, eu acho que essa que cria melhor aqui, essa aqui.
[1:26:41] Mas. Isso todo pão também para trocar
[1:26:44] qualquer coisa, né? Mas eu gosto dessa
[1:26:46] brincadeirinha e eu gosto do disco exatamente como ele tá.
[1:26:50] Eu acho que ele tá redondinho, perfeito e completamente
[1:26:54] ajustado. É, não sei se eu fosse.
[1:26:56] Mexer alguma coisa na hora do disco?
[1:26:58] Eu não, não colocaria disco lugar.
[1:27:00] Acho que o disco é perfeito do jeito que ele é.
[1:27:01] Na escolha das músicas, talvez eu jogasse Strange Wings como
[1:27:05] segunda música do disco e beyond the dors of the Dark como a
[1:27:08] última do lado, a única. Reparação que eu faria no disco,
[1:27:13] mas eu não acho que a fluência do disco fica ruim com essa auto
[1:27:15] sequência que teve. Eu acho que as Strange Wings são
[1:27:18] uma música mais pegajosa, ela vindo como segunda música e aí
[1:27:22] mantendo aquela aquela lógica metálica de você colocar o épico
[1:27:26] fechando o lado a, né? Eu acho que funcionaria legal de
[1:27:29] você ter a dela da da Dark, como a última do lado a, mas assim,
[1:27:36] não sei exatamente a questão, até porque existia uma questão
[1:27:39] muito. Técnica.
[1:27:42] Né? Do som que é no vinil.
[1:27:44] Quando, conforme o vinil passava de um determinado limite, um
[1:27:48] algum tipo de timbre, um tipo de som não funcionava melhor,
[1:27:52] metálica, deixava as baladas para o final do disco, para o
[1:27:55] final dos lados, porque as baladas tinham menos graves do
[1:27:57] que os rifes na parte. Me começava a ter uma parte
[1:28:01] técnica que não permitiria isso, mas a única reparação que eu
[1:28:05] faria do disco, porque pelo menos ficou perfeito assim.
[1:28:08] Então a gente combina que o disco está.
[1:28:11] Tão bonito como tá, né, cara? Eu vou puxar agora a parte das
[1:28:17] notas, mas eu não vou nem pegar a calculadora que eu me recuso a
[1:28:21] pegar a calculadora. Quanto com que nota você dá pra
[1:28:27] esse? Disco, Renata em zero a. 10
[1:28:34] passa de vinho que eu vi que você tá tomando um vinhozinho,
[1:28:37] aí é, vai levar? Minha garrafa que eu tomei.
[1:28:43] Especialmente para o podcast zerei a garrafa Varela é 11, né?
[1:28:50] É 11, né? Eu tenho um amigo que tá vendo
[1:28:55] shows na Europa. Agora, daí você tá mandando
[1:28:57] assim, não o show nota 10. De repente ele falou, não, esse
[1:28:59] tem que ser 11. Daí hoje ele me mandou um hoje
[1:29:01] tem que ser 12, é tipo. Se eu fosse quando a.
[1:29:05] Nota nessa escala ou só vontade de ser 13 assim a barra só.
[1:29:09] Vai subindo, né? Eu não vou nem perguntar para o
[1:29:11] Thiago, cara. O disco foi comédia 10.
[1:29:14] Esse é um clássico da história do metal, cara.
[1:29:17] Isso aqui é é uma Pérola que quem não ouviu tem que parar
[1:29:21] tudo. Cara.
[1:29:22] Esquece na mesa, esquece qualquer coisa e vai curtir esse
[1:29:25] disco muito louco porque? Talvez ele seja o último
[1:29:28] clássico do metal tradicional dos Estados Unidos, né?
[1:29:32] Pensar posterior a isso talvez vá no mortiro do Rose.
[1:29:36] Não sei se tem metal. O norte americano conseguiu
[1:29:40] lançar um disco clássico depois do Ralph, da monten King, de 87.
[1:29:45] Pensando nisso, né? E.
[1:29:47] Que mistura o troque junto, né? Sem deixar sua identidade, sem
[1:29:52] deixar esse esse classe. Então é ele tem nuances.
[1:29:55] Prog tem a coisinha teatral, mas ele nunca deixa de ser disco de
[1:29:59] metal tradicional, que eu acho que esse é o grande coisa dele
[1:30:02] assim pra. Mim é o grande trunfo do disco.
[1:30:06] Ele consegue passear assim até no clássico, né?
[1:30:09] E ele não deixa de ser um pouco na costela, eu eu acho.
[1:30:14] Curioso, né, cara? Eu acho que o sabatage, ele tem
[1:30:17] um lance meio europeu nele, né? E sei lá, você pensar em metal
[1:30:22] tradicional, cara, o que que tem de metal tradicional na nos
[1:30:26] Estados Unidos, né? Você falou No No Ozzy, cara, mas
[1:30:29] o Ozzy, beleza, a banda é Americana, mas o cara é é.
[1:30:36] É, mas se pensar tipo metal tradicional, não é um estilo tão
[1:30:39] famoso dos Estados Unidos, mas teve quizzai que o momento que
[1:30:42] era metal tradicional você teve feitsworling no momento era
[1:30:44] metal tradicional, você teve a mulher discente, vai, Ah, vai
[1:30:48] pro simbol. Sawvation não é mulher discente,
[1:30:50] de certa forma. Mas é difícil você pegar.
[1:30:53] Bandas Americanas de metal tradicional, assim tem várias.
[1:30:56] O Riot tal assim que são tem uma outra pegada manoward de certa
[1:31:01] forma, mas. Acho assim que nenhum disco é
[1:31:05] tão icônico quanto o round da montenkins.
[1:31:07] Talvez seja um dos discos mais icônicos do metal norte
[1:31:10] americano. Metal tradicional dos Estados
[1:31:12] Unidos, verdade. Ó, comentem no Spotify.
[1:31:17] Cara, qual é o último grande disco de metal tradicional
[1:31:20] americano? Cara, entra no grupo, xinga a
[1:31:23] gente que a gente tá falando besteira.
[1:31:25] Acho que preciso concordar com o Thiago, cara.
[1:31:29] Talvez. Então, mas até a grande banda de
[1:31:31] metal tradicional Americana, né, cara?
[1:31:33] Seja OOO sabatage, né? Considerando que o klzrike tem
[1:31:38] essa e o fritswrien tem essa pegada mais pro og, né?
[1:31:41] Vai falar sei lá do Century, cara, sei lá.
[1:31:43] Você acha que você acha que o Century ou a banda de metal
[1:31:46] tradicional ou já é mais trage, já é mais.
[1:31:49] Sei lá, né? Então.
[1:31:51] É difícil classificar, tipo que o never more dá para você
[1:31:54] colocar no prog já, de certa forma.
[1:31:57] Pelas todas as doideiras que eles faziam, mais o Samuel e tá
[1:32:00] ali preso no metal tradicional, com pouco pro trash.
[1:32:03] É difícil, boa. Então, cara, passando a régua,
[1:32:10] fechando a conta e fomos a votação é, vocês querem que o
[1:32:20] William volte? Será?
[1:32:23] Será que vamos fazer uma votação, cara?
[1:32:25] Vamos botar uma campanha no Spotify?
[1:32:27] Será que precisamos do William? Acho que a gente só precisa de
[1:32:30] de alguém pra conduzir direito esse negócio aqui pode ser o
[1:32:34] Thiago e Renato. A loucura reinou.
[1:32:38] Hoje. Carlos.
[1:32:43] Saideira? Quantos gritinhos?
[1:32:47] No. Final o pior é que eu.
[1:32:52] Tava contando isso, cara, eu esqueci.
[1:32:55] Chegou 1 hora que eu perdi a noção das mãos.
[1:32:57] Eu tenho que fazer isso de novo. Eu parei 30.
[1:33:05] E 3 33 loucura total. A loucura reina.
[1:33:13] E no disco inteiro? Aí lascou.
[1:33:18] Grita histórico.

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