# EP #173: Def Leppard - Hysteria

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 13 May 2026, 1 h 07 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/119666404/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-4-8%2Fd55e4aea-f5be-cb69-e8db-aad165b59040.mp3

Neste episódio, William Faria e Renata Costa apresentam uma resenha de Hysteria, o disco que consolidou o Def Leppard como um fenômeno global. Com uma abordagem mais acessível e melódica que seus antecessores, o álbum é o resultado de um processo de gravação turbulento e de uma superação histórica. Pega teus fones de ouvido, sua bebida favorita e nos acompanhe em mais esta resenha especial. ++++++++++ Nossos Links (Grupo de WhatsApp para ouvintes, Instagram, Episódios, etc)

## Transcript

[0:16] Fala povo lindo William faria na área e abrindo os trabalhos para
[0:20] mais um episódio do rock na mesa aqui comigo, Renata Costa, ou
[0:27] para os ouvintes das antigas refrile.
[0:32] Tudo bem? Tudo joia, meu querido, como é
[0:37] que está essa força? Tudo e por aí, como é que está?
[0:40] Está muito frio aí em Santa Maria ou não?
[0:44] Nesse momento da gravação está frio, está frio?
[0:47] É. Hoje amanheceu 7°.
[0:49] Mas eu adoro, né? Amo friozinho.
[0:52] Que maravilha é isso aí. Então, seguinte, meus queridos
[0:57] ouvintes, antes de avançarmos para o tema, primeiro siga nosso
[1:02] Instagram. Você vai nos encontrar como
[1:05] arroba. Podcast rock na mesa, segundo
[1:09] faça parte do nosso grupo de WhatsApp para ouvintes.
[1:13] Nesse grupo você vai ter a oportunidade de conversar com a
[1:15] gente, fazer novos amigos, falar de música.
[1:19] É um grupo bem bacana. Tem os sorteios de temas mensais
[1:21] que a gente grava, fotos de gravação e um Monte de bobagem
[1:25] que a gente posta. Os links, tanto pro nosso
[1:28] Instagram como como para o grupo do whats estarão no agregador de
[1:32] links. Ao fim da descrição desse
[1:34] episódio, te aguardamos nesses canais.
[1:37] Terceiro e último, mas não menos importante, ouvintes do Spotify
[1:41] verifiquem se já classificaram. Nosso podcast com estrelas é bem
[1:46] importante e é bem rapidinho. Não custa absolutamente nada e
[1:50] nos ajuda muito. A tornar o conteúdo relevante
[1:54] dentro da plataforma. Então classifiquem lá, por
[1:56] favor, recado dado, hoje estamos aqui, modo rock na mesa, raiz
[2:03] ativado, só eu e a Renata, os velhos de guerra da equipe.
[2:07] Demos folga para equipe hoje. Bruno, Tiago, tá todo mundo
[2:12] descansando, o Carlos tá curtindo também.
[2:13] Uma pausa e aqui falaremos hoje de mais um disco importante em
[2:19] nossas vidas. Hoje, a resenha é sobre o disco
[2:22] stirrea dos ingleses do Def lepper.
[2:55] Um pouquinho aí de contexto aí para situar o ouvinte seria
[3:00] quarto disco de estúdio do Def lepper, lançado em 13/08/87,
[3:05] produzido por Robert John mutland, produtor de suma
[3:09] importância aí para o som do deflepper nos anos 80 e de forma
[3:12] indireta em 92 para o adrenalise.
[3:16] É que a gente já explicou no episódio dele na live que ele
[3:19] meio que produziu de longe o álbum, né?
[3:22] Por telefone e o much. Inicialmente ele teve que deixar
[3:26] a banda logo após o início dos trabalhos do seria.
[3:30] Ele tava com uma agenda exaustiva, né?
[3:31] Tava esgotada. Então ele eles, os caras
[3:34] começaram a trabalhar com Jean streaming, que acabou não dando
[3:39] certo, né? Que não tava assim no nível que
[3:42] a banda esperava. E o que aconteceu foi que o cara
[3:46] queria uma produção mais crua, básica, e a banda buscava algo
[3:49] mais limpo, mais pop. E então, depois da saída desse
[3:52] produtor, a banda até tentou produzir por conta própria com a
[3:56] ajuda do nigal green, que era engenheiro do muchland, mas
[3:59] enfim, o much acaba retornando então depois.
[4:03] E por fim trabalhou no disco. E finalizou, seria?
[4:07] Foi um disco bem sucedido, nada mais nada menos que 7 singles de
[4:11] sucesso que não é pouca coisa. O produtor muchland aí ele
[4:15] queria, vamos assim dizer, uma versão hard rock do thriller do
[4:19] Michael Jackson. Enfim, tem tem muita história
[4:22] aí, muitos detalhes acerca do processo de composição e
[4:25] gravação do álbum. Tudo está publicado aí nas
[4:28] Wikipédia da vida. Então acho que vamos focar aqui
[4:31] na nossa experiência com um disco que eu acho que que é o
[4:35] que o pessoal quer ouvir mesmo. Renata, pergunto para você.
[4:39] Já falamos de Def lepperd antes. Nós temos um episódio sobre o
[4:42] Adriana lise, como eu já citei. Agora nós vamos falar do stiria.
[4:48] Em que posição ele se encontra em seu ranking de discos de Def
[4:52] Leppard? E se você consegue lembrar da
[4:55] primeira vez que você ouviu. Cara, é acho que no da primeira
[5:03] vez que a gente falou do Def aqui ou até mesmo em.
[5:07] Várias oportunidades que eu tive.
[5:09] Eu sempre coloquei esse disco em primeiríssimo lugar e durante um
[5:13] tempo foi eu considerei assim, quase que o disco da trilha
[5:17] sonora da minha vida é falar nele hoje.
[5:21] Eu sempre falei que eu sempre queria falar muito dele, né?
[5:24] E falar dele aqui hoje é é basicamente me expor, sabe?
[5:30] É basicamente, eu vou me colocar aqui pros ouvintes de uma
[5:32] maneira talvez um pouco diferente do que eles são
[5:34] acostumados a me ver, pra me ouvir.
[5:37] Que eu tenho meu humor peculiar, né?
[5:39] Minhas gracinhas e Biri bororó. E aqui eu me sinto totalmente
[5:44] vulnerável em falar dele, porque ele esteve presente, sim, desde
[5:47] aquela fase da adolescência que aí eu respondo tua segunda
[5:50] pergunta, que foi quando eu conheci ele ali, né?
[5:53] Naquele período de adolescência, e aí naquela transição de de de
[5:57] 17 pra 18, enfim, e aí junto, aí veio a maternidade e aí ele.
[6:05] Veio, passou comigo pela maternidade, vive, tá comigo até
[6:09] hoje e tem canções nele assim que cara reouvindo ele para
[6:14] gravar foi foi tocar o coração. E é incrível assim o poder que a
[6:19] música tem, de que cada período da nossa vida vai bater de uma
[6:22] forma diferente, né? E esse disco ele carrega o peso
[6:26] desse nostálgico é acho que por toda a história que tem nos
[6:29] bastidores do no bastidor dele. E também por essa questão, né,
[6:33] da minha vida em si mesmo, sabe? De eu lembrar das fases, aonde
[6:37] ele tava lá e basicamente, sabe, é, tem um filme, não vou lembrar
[6:42] o nome que o ator ele pega e ele consegue enxergar a vida dele
[6:46] passando como um filme. E ele tá tocando uma música do
[6:50] The Cranberries AA linger. E aí, tipo, basicamente é isso
[6:54] que eu me sinto, sabe? É eu me enxergando assim e o
[6:58] Steel IA passando. É um disco muito importante para
[7:01] mim. E aí agora eu faço, vou fazer a
[7:04] pergunta para ti, em qual posição que se disputar na tua
[7:08] vida? E ele tem essa mesma importância
[7:10] aí, que nem o adrenalise, como é que ele se encontra na tua vida?
[7:16] Tu sabe que eu não me preparei para essa pergunta e eu confesso
[7:19] que eu estou bem confuso para responder.
[7:23] Porque death lepper assim? Vamos.
[7:27] Vamos colocar dessa forma, do primeiro disco até o até o
[7:32] sland. Eu adoro sland, muita gente que
[7:34] não gosta, eu adoro do primeiro disco até o sland para mim é
[7:38] simplesmente perfeito. Não tem nenhum disco ruim, eu
[7:42] gosto de todos. Daí fica muito mais fácil
[7:47] classificar quando eu passo a olhar para os discos como eles
[7:51] são. E como eles se conectam com a
[7:56] minha vida naquele período do tempo em que eu ouvi, tá?
[7:59] Então, se o ouvinte aí tiver interesse, se caso ele não tenha
[8:04] ainda conferido for lá no episódio do adrenalise, ele vai
[8:09] ouvir muitas histórias nossas ali, muitas histórias que eu,
[8:12] que eu vivi, que você viveu. Então aquele disco, ele capturou
[8:16] aquele momento no tempo da minha vida, da sua, de todo mundo, né?
[8:21] Todo fã. E aqui ele captura também o
[8:25] momento da minha vida naquele tempo, porque veio justamente no
[8:29] meu descobrimento com a banda. Porque Oo primeiro registro de
[8:33] of leppard que eu ouvi, se não me falha a memória, eu acho que
[8:35] eu falei sobre isso no adrenalise foi o Hein drive, foi
[8:39] um cassete do Hein drive. E aí do heindrive eu comecei a
[8:44] ouvir outras coisas, aí sim veio um froo the Knight, aí veio o
[8:50] adrenalise e o exterior. E o sleng bem depois, né?
[8:55] Então eu não consigo ranquear. Eu não consigo dizer para você
[9:00] em que lugar que esse disco aqui fica, porque para mim, do
[9:03] primeiro ao sleng, todos são perfeitos, então eu vou ficar em
[9:08] cima do muro. E a primeira vez que eu ouvi
[9:10] esse disco acho que foi nesse descobrimento mesmo.
[9:13] E foi em vinil, porque foi numa fase que eu tava comprando
[9:17] discos na Galeria e eu até achei esse disco barato, viu?
[9:21] Eu achei esse disco bem barato. Eu comprei uma bagatela na época
[9:25] e eu levei pra casa. Adorei.
[9:28] Eu lembro, eu até você tá na faixa, faixa, as músicas que me
[9:31] impactaram de cara quando eu vi a primeira vez, não vou quebrar
[9:33] isso aqui agora, entendeu? Então pra mim, esse álbum aqui,
[9:39] ele, ele é um dos um dos melhores álbuns que eu já ouvi
[9:43] na minha vida. Só não sei ranquear não consigo.
[9:46] É, ba eu te entendo, eu te entendo.
[9:49] Quando é assim, essa coisa que pega Na Na emoção, né?
[9:53] A gente já fica meio na balança. A balança pesa também.
[9:58] Aí eu te entendo. Vamos falar então sobre a
[10:01] formação da banda? Joellet vocal, Phil colling
[10:06] guitarra, backing vocals, Steve Clark guitarra, backing vocals,
[10:12] Rick salvege baixo, backing vocals, Rick Allen bateria,
[10:17] backing vocals. Sim, todos fazem backing vocals
[10:20] e são excelentes. A banda é uma das únicas em que
[10:25] conseguem harmonizar os backing vocals de uma forma tão
[10:28] característica, tão única, que muita banda por aí já tentou e
[10:34] tenta até hoje copiar, verdade seja dita.
[10:37] É. E eles fazem isso de forma muito
[10:40] orgânica, né? Ainda não fica aquela coisa
[10:42] pasterizada, aquela coisa dentro.
[10:44] Parece que mecânica é computadorizada.
[10:47] É. É um ponto alto aí do do DF.
[10:52] Sobre a capa, então, Renata, o que que você acha da capa desse
[10:55] álbum? Sabe que é a primeira vez que eu
[10:59] vi essa capa? É, eu tô eu foi o tipo cara, que
[11:03] cap estranha, que caps esquisita, que que coisa
[11:05] desconecta. Sabe uma coisa assim, tipo, Ah,
[11:07] não, não sei que que me aguarda aqui porque eu vi a faixa título
[11:12] pela primeira vez, né? Então pegar ali Oo disco EE ver.
[11:19] Não lembro se eu cheguei a ver, talvez eu vi ele em CD, mas eu
[11:23] lembro de ter visto ele pelo YouTube.
[11:25] Mas eu lembro que na AI não vou lembrar o nome da lógica.
[11:29] Tinha aqui Na Na cidade, antigamente tinha bastante
[11:32] lógica de CD, né, que passava assim e eles colocavam na frente
[11:36] e tinha CDS bem raro assim que que aí tava lá.
[11:41] Ah, é aquelas propaganda inédito.
[11:45] Tal disco, não sei o que, muito massa.
[11:46] E aí, cara, quando eu vi essa capa, um nó que capa
[11:49] esquisitona, hoje eu consigo ver ela com maturidade, né?
[11:52] Hoje eu consigo ver que ela é exatamente isso, ela Pra Ela
[11:55] causar esse desconforto. Ela é uma capa que trabalha,
[11:59] acho que muito. Essa parte mental é aquele
[12:01] rosto, é sem forma e ao mesmo tempo várias formas geométricas
[12:08] atrás ali toda. Desalinhada essa cor, esse azul.
[12:12] Como deve ter disco azul, né? Com essa cor azul.
[12:15] Eles gostam bastante de dessa tonalidade, quase que uma marca
[12:18] deles é. Mas enfim, hoje eu consigo
[12:21] apreciar a beleza dela dentro da estranheza dela.
[12:24] Eu acho que é uma capa muito bem feita e, considerando a época em
[12:29] que Ela Foi concebida, é uma daquelas capas que você vê
[12:34] assim, que tem um certo arte futurista.
[12:38] Mas é aquela aquela visão futurista dos anos 80, né?
[12:42] No final dos anos 80, né? Como o pessoal nos anos 80
[12:46] enxergava o futuro, né? E que a gente vê aí muitos
[12:50] exemplos que até envelheceram. O mal, nesse caso aqui, não
[12:55] envelheceu mal. Acho que que ela continua sendo
[12:58] uma capa muito bem feita, muito bonita.
[13:00] Esses traços azuis passa um ar de ser uma coisa tecnológica,
[13:06] tem esse. Parece parece que são, sei lá,
[13:10] tipo 3 rostos ali, né? Eles estão gritando como se
[13:14] tivesse estado assim de euforia, de histeria, como o próprio
[13:18] título sugere, né? Daí tem um rosto ali que parece
[13:21] um rosto verde de um alienígena. Daí se tu pega o rosto da frente
[13:26] ali, que é branco, tem uma boca que é de um humano.
[13:29] Mas se tu olhar, Oo olho parece de um animal.
[13:34] E entendeu? Então ali o depois a parte, a
[13:37] outra parte verde, que parece ser 111, complemento da cabeça
[13:42] daquele daquele rosto verde. Ali da cabeça verde pode ser um
[13:45] alienígena, como eu já já falei, né?
[13:48] O título do álbum, a fonte AAA, cor, pô, eu acho que que é uma
[13:55] capa muito legal. Teff lepper nunca foi uma banda
[13:59] assim de capas muito notáveis, tá?
[14:01] Não, não é uma banda conhecida por ter capas muito bonitas
[14:05] assim. Confesso que não é o forte dos
[14:09] caras mesmo, tá, mas eu acho, mas é marcante.
[14:13] Né? É é uma capa característica.
[14:15] Bonita, mas elas, elas marcam. Com certeza se outra banda do
[14:19] estilo. Fazer algo próximo.
[14:21] A primeira coisa que a gente vai vai recorrer é, OPA, tem um.
[14:24] Pode ter uma capa que é mais ou menos esse estilo aqui,
[14:28] entendeu? E.
[14:29] E o? Legal outra curiosidade, né?
[14:32] Que que quem assistiu o home vídeo dos caras dessa época, o
[14:37] winder rounding face, reparou que o palco, todo o palco deles,
[14:41] ele tem toda essa temática, essa, essa coloração, essas
[14:44] marcas do do álbum, então eles conseguiram levar.
[14:48] Pro palco pra decoração de palco, esse esse visual do disco
[14:51] ficou bem legal. E cara, deixa eu falar uma
[14:55] abobrinha, aqui é complementar. 11 fazendo uma besteira.
[15:00] Mas existe a tal da psicologia das cores, né?
[15:04] EEO azul ele, ele, ele é colocado ali como entre aspas,
[15:10] né? A loucura ele, o azul, ele vai
[15:12] muito pra esse caminho do, do, da, da, da psico da loucura.
[15:18] E aí eu acho que talvez se enquadra esse azul aqui, né?
[15:21] Porque é a histeria, é aquele estado de que que a histeria é
[15:25] tudo, né? A euforia, ela é ficar de fato
[15:32] alheio a racionalidade. E eu acho que esse azul traz
[15:37] isso, sabe? Não sei, pode ser uma besteira
[15:39] minha, uma teoria bizarra minha, mas talvez possa fazer sentido
[15:44] dentro de quem fez lá a capa. Eu não lembro o nome.
[15:47] De cabeça agora do do criador designer da capa.
[15:49] Mas usar esse azul é pra um disco que vai tratar, né?
[15:55] Vai tratar não, mas que que usa o título seria, eu acho
[15:59] interessante. Eu acho peculiar e sagaz.
[16:02] Eu. Não, eu não trouxe nenhuma
[16:04] anotação, algum contexto histórico, dado técnico, porque
[16:08] eu queria realmente que que as nossas impressões falassem mais
[16:12] alto, entendeu o que eu? O que eu quero aqui é que as
[16:15] percepções, elas. Ganha espaço, ao invés da gente
[16:18] falar quem foi que produziu, quem que não fez é, então é isso
[16:23] aí. Eu acho que acho que fica mais
[16:24] interessante assim. Bom pessoal, steria vem após o
[16:29] sucesso do pironmania, mas custou a ver a luz do dia.
[16:33] Um dos motivos eu já citei lá atrás a banda teve alguns
[16:37] contratempos bem sérios. Eu Acredito que o fato que não
[16:42] dá para ignorar, né? Que eu acho que é.
[16:45] É um grande elefante branco aqui que a gente tem que tirar da
[16:49] sala, que é justamente Oo acidente de carro que o Rick
[16:55] Allen baterista sofreu em 31/12/84.
[16:59] O que aconteceu foi o seguinte, tá, isso foi antes do disco ser
[17:04] concebido, né? Isso aconteceu pós pairomênia,
[17:08] então, quando o Rick retornava de um passeio lá na Inglaterra,
[17:13] ele tava com a namorada dele na época.
[17:15] Miriam berensen, e o carro ele, o carro dele, ele foi
[17:19] ultrapassado por outro veículo, então o Rick Allen entrou meio
[17:23] que numa disputa de velocidade com o cara, entendeu?
[17:25] Tipo, ó, ele tava com um corvette, um carro que ele tinha
[17:29] recém comprado, então tipo ó, vou, vou disputar com esse cara.
[17:32] Quem é esse cara que tá tentando me ultrapassar?
[17:34] O meu é mais rápido, mas no fim ele acabou perdendo o controle
[17:38] do carro em uma curva e aí o carro capotou várias vezes, né,
[17:41] bateu numa parede. E resultou ali na amputação do
[17:45] braço esquerdo, tá, o cinto de segurança dele estava mal
[17:49] colocado, se soltou, prendeu o braço dele no carro, enquanto o
[17:53] corpo dele foi arremessado pra pelo teto solar.
[17:57] Pelo que consta, a história tá, então ele ficou sem o braço
[18:00] esquerdo, então, depois desse acidente, aí ele se reinventou,
[18:04] né? Então ele passou a usar uma
[18:06] bateria eletrônica, ele adaptou essa bateria, né?
[18:09] Então tem alguns pedais a mais ele.
[18:11] É o que ele tocaria com o braço esquerdo dele, ele toca com o
[18:14] pé. Outro fato também que eu acho
[18:17] que colaborou aí pra dificuldade do disco foi justamente o Steve
[18:21] Clark. Lá no episódio do Adriana lise
[18:24] eu já citei. Ele tinha sérios problemas com
[18:27] bebida, então apesar de tudo, né?
[18:30] O cara conseguiu gravar, apesar de de passar por por alguns
[18:34] perrengues. Aí ele, ele e o e o Phil Collins
[18:38] tinha o apelido de terror things que eles eram.
[18:41] Colegas de bebedeira, eles saíam acordavam simplesmente No No
[18:45] lixo no dia seguinte. Só que o Phil collin parou
[18:49] porque ele, pô, não dá para continuar sendo assim.
[18:51] Tanto é que ele, um cara que mudou totalmente o estilo de
[18:53] vida dele, toalha hoje, um cara marombeiro, o cara faz exercício
[18:57] físico, um cara que toca sem camiseta e apesar de tudo, então
[19:00] foi um sucesso, tá? Esse é o disco mais vendido do
[19:03] Def leppe até hoje, e eu acho que.
[19:07] Experiências, né? Que a gente tem com as músicas,
[19:10] as impressões e talvez até algumas Curiosidades a gente
[19:14] tenha pra falar no faixa. Faixa que eu acho que é onde Oo
[19:17] episódio vai. Vai acabar sendo mais
[19:20] interessante, né? Já demos muito de contexto
[19:23] histórico. Então vamos falar agora das
[19:26] nossas impressões das músicas. Renata, que que tu tem a dizer
[19:29] antes da gente ir pra lá? Cara, é, é, vou te dizer uma
[19:32] coisa. Me sinto muito hipócrita quando
[19:35] eu digo que gosto desse disco, inclusive quando eu falo que eu
[19:38] gosto desse disco. A primeira reação é, tu gosta
[19:42] desse disco? Porque eu gosto de disco cruzão,
[19:44] eu gosto de disco, tipo os primeira aço assim que é, que é
[19:48] aquela coisa gravada em caverna com eco, com a distorcida
[19:52] bateria densa, aquela coisa, sabe?
[19:56] E isso aqui é totalmente oposto do que eu gosto, porque ele que
[19:59] vai. Ele caminha pro lado punk, né?
[20:02] Pro lado punk não, desculpa pro lado pop.
[20:04] E ele é totalmente polido, ele é totalmente limpo, ele é muito
[20:10] bem feito, ele é muito bem produzido, ele é cristalino, da
[20:13] tipo águas do do de Angra dos Reis.
[20:17] Lá dá dá pra se enxergar e é uma experiência muito incrível de tu
[20:22] ouvir ele pela primeira vez, porque é ele vai tipo contra
[20:26] tudo aquilo que eu sempre gosto. E contra aquilo que eu gosto e
[20:30] sempre crítico nos discos, né? Quando a gente escuta, eu ligo,
[20:33] bah, é muito pop, Ah, não sei o que.
[20:36] No entanto, esse aqui ele ele vai, ele vai caminhar lado a
[20:40] lado do do hard rock dos anos 80 ali, mas com o lado comercial
[20:47] gritante, né? Disco de de rádio, disco pra
[20:51] você ouvir em festa de aniversário de 15 anos.
[20:55] E eu não tô falando isso de forma pejorativa, de forma
[20:57] alguma eu falo isso. Com com orgulho.
[21:01] Ah, então quer dizer que você gosta de disco?
[21:03] Limpinhos brilhando bem gravadinho, né?
[21:07] Assim, sujeito, abri a sessão. Abri a sessão, tá?
[21:11] Legal, tá certo? Olha, se eu fosse bem sacana,
[21:15] você descobre as pessoas. Eu IA pegar todos os trechos do
[21:18] Nestor, do Cry, IA colocar aqui. Mas tudo bem, tudo bem, não?
[21:24] Vamos deixar quieto, cara. É da fleppert, a gente abre esse
[21:27] samba da fleppert a gente abre. A gente abre.
[22:06] Vamos lá então, para a primeira faixa, women.
[22:10] Olhando para os discos anteriores, a gente vai
[22:12] percebendo uma certa evolução no que diz respeito a suavidade do
[22:17] Sol, né? Aquela sonoridade mais crua do.
[22:20] Do Foo the Night, ganha um upgrade bem-vindo no reggae
[22:23] drive, que ele é mais orientado para as guitarras que o
[22:26] primeiro, e elas estão com timbre bem animal.
[22:29] Minha opinião, eu gosto muito, então você tem o pironenia que
[22:33] ainda tem as guitarras, elas estão bem presentes, mas o som
[22:37] da banda já começa aí por uma nuance mais pop, mais soft, né?
[22:41] Como você bem citou ali atrás e até em relação aos 2 primeiros,
[22:45] tá como eu já citei EE essa mudança.
[22:49] Ela se deve ao fato do martiland passar a produzir a banda, e ele
[22:52] chega com uma visão muito própria do que ele quer que a
[22:55] banda soe da forma como ele quer que a banda soe que os discos
[22:59] soem EE, ele consegue tá o disco, ele simplesmente explode
[23:06] e a banda ganha popularidade, principalmente nos Estados
[23:09] Unidos. Então, apesar das dificuldades
[23:12] que a banda enfrentou, tá, e você?
[23:18] Recebe o stewre e ele te entrega uma música como essa aqui,
[23:24] women, que traz escancarado logo no primeiro minuto.
[23:28] A sonoridade que a banda passou a ter eleva as intenções de soar
[23:32] mais pop e mais palatável em um patamar maior que pyromeni.
[23:38] Eu conheço fãs de deflappo que a essa altura do campeonato já
[23:41] tinham abandonado a banda. O flanecherval do deflappour tem
[23:45] tem sim, tem funk que largou no right and drive.
[23:48] Mas em compensação, eu acho que trouxe um Monte de outros novos
[23:53] e mais uma vez aqui eu acho que provavelmente numa escala ainda
[23:58] maior, né? E a banda explodiu.
[24:01] Quanto à música, aqui ela é uma música sexy, gostosa de ouvir.
[24:06] O clipe dela é bem interessante em uma época que as bandas
[24:10] caprichavam nos vídeos promocionais.
[24:12] Nele, você já vê o Rick Allen tocando com apenas um braço, já
[24:16] vê a bateria adaptada. Tem um lance bem legal de
[24:18] quadrinhos que gira ali em torno da temática da música, né?
[24:23] Então, o grande destaque da música para mim é justamente a
[24:25] forma do Rick Allen tocar. Já percebe ali que ele acentua
[24:31] mais o som do baixo do Rick saved também, que sempre foi
[24:35] eficiente, mas a cozinha que favorece mais o som do baixo.
[24:39] Nessa aqui, em todas as outras faixas, o disco diga se de
[24:43] passagem tá. O trabalho dos 2 ali é notável.
[24:47] Eu acho que é um Belo início, é uma faixa gostosa de ouvir e a
[24:52] música que celebra mulheres, né, como aquele fonte de como aquela
[24:55] fonte de poder, né? EEE até prazer no rock, né?
[25:00] Vamos dizer assim, né? Tem aquele tom festivo,
[25:02] repetitivo, mas ela simboliza também empoderamento sexual,
[25:06] diversão é uma faixa que eleva a moral delas, mas também celebra
[25:11] pela parte sexual, né? Então aí fica.
[25:13] Em aberto aí pro pros ouvintes se julgarem se isso nos dias de
[25:17] hoje, aceitável ou não, mas pra época era um contexto muito
[25:22] comum. Renata contigo.
[25:26] Cara, jamais, jamais mais bom um militar em cima dessa música ou
[25:31] de qualquer música do Def lebert, porque, tipo, você até
[25:34] bobinha, sabe? Não ofende, não, não.
[25:37] Não menospreza, não diminui. Eu acho essa faixa muito
[25:41] empoderada, inclusive, sabe da é garotas que escutam o rock, o
[25:46] rock na mesa, vamos entender, né?
[25:47] É aquela faixa que a gente coloca no nosso quarto, no nosso
[25:50] momento para ouvir sozinha assim, tipo, dançando uma coisa
[25:53] meio Britney Spears e eu acho ela maravilhosa.
[25:56] Essa faixa eu acho uma abertura um pouco diferente, inclusive,
[26:00] sabe? Eu esperava até a lá, eu fazendo
[26:03] o trabalho do Bruninho, esperava até abrir com a faixa título.
[26:06] Para causar aquele impacto inicial.
[26:09] Mas essa faixa ela é muito surpreendente, porque ela tem
[26:12] uma pegadinha da sujeira. Ela tem, tem um pozinho em cima
[26:15] dela, né? Não, não terminaram de polir ela
[26:19] muito bem. Ela tem 11 peso que acho que
[26:22] ficou muito, muito bem. Colocou, que é a bateria, que a
[26:24] bateria tá muito marcante, tá muito presente, muito gostosa.
[26:28] Faz com que isso o groove seja mais presente também, mais
[26:31] marcante. EE dá essa, aquela dancinha no
[26:34] ombro, aquele gingadinho, ela é um pouco lenta, né?
[26:37] Ela não é tão acelerada, ela não é tão é rapidona, mas ela
[26:41] funciona super bem e é isso aí, tipo, tu muito bem colocou da
[26:44] letra, né? É aquele aquele fascínio sobre
[26:48] sobre a mulher, colocando ela quase como 11 ser mitológico,
[26:53] então cara, puta faixa, faixa, é maravilhosa esse disco todo, ele
[26:56] vai. Vai seguindo esse ritmo e segue
[26:58] também que tem a dobradinha do Rocket.
[27:25] Né que é uma? A segunda faixa aí que que segue
[27:29] o baile e vai na mesma pegada, é cheia da referência interna
[27:33] dentro da banda novamente, tem aquele groovezinho hipnotizante
[27:38] que fecha o olho, sente a Vibe, sente a energia dela.
[27:41] Uma faixa muito boa é faixa de arena para cantar junto, para
[27:45] cantar junto, cantar junto. E o Joe Elliot para mim tá dando
[27:49] 11 show a parte aí no seu vocal. A maneira como ele canta essa
[27:54] música é muito gostosa de ouvir. Cara, que que que issozinho
[27:58] maravilhoso, Hein, William? Que que tu me diz?
[28:02] Cara, pra mim é uma música maravilhosa.
[28:05] EE assim pensando no pessoal que não gosta do left lepper já essa
[28:09] música não vai fazer nada de bom pra convencer alguém AA curtir,
[28:14] não vai mudar de ideia. Se a pessoa não gosta, esquece,
[28:17] tá? Agora pra quem é a fã chega ser
[28:19] um abraço. Quando eu falei lá da cozinha do
[28:22] Rick Allen, do Rick save, outra música é talvez OA melhor música
[28:27] para se dar como exemplo é essa aqui, tá?
[28:30] Porque ela é pesada, mas pesada dentro desse universo melódico,
[28:35] pop cristalino que a banda quis para o disco, né?
[28:39] Eu acho que tudo nessa música é meticulosamente bem posicionado.
[28:44] A eu falei da bateria do baixo, mas.
[28:46] Bom, as guitarras do Phil Collins, do Steven Clark, aqui
[28:49] também tem seu lugar de destaque.
[28:51] Elas suam poderosas preenchem muito bem as camadas ali acima
[28:57] do do ritmo de baixa bateria. Tem uma sacada bem interessante
[29:01] na letra que ela cita nomes de músicas de bandas que
[29:05] influenciaram os caras. Então tem músicas ali, citações
[29:08] de Beatles, passando por bow e Queen, etcétera.
[29:11] Então assim, não prestar atenção na letra é um pecado, porque
[29:15] porra, é é excelente, cara e vale muito a pena, tá?
[29:19] E é uma música que fica muito foda ao vivo também.
[29:23] E pros Franz de Def lepboard, aí os mais adorosos, né, que estão
[29:27] ouvindo esse episódio? Eu vou dizer que a versão ao
[29:30] vivo, que eu mais gosto dessa faixa, e ela é bem específica, é
[29:34] pra coisa de fã mesmo. É a versão do do show in Don
[29:38] Valley shefield. Saiu no home vídeo, Walter.
[29:42] Para quem não é tão fã e tem curiosidade, vai lá no YouTube
[29:45] que você vai encontrar com certeza, né?
[29:47] Muito boa. Então vamos para animal.
[30:15] Então, quando eu ouvi essa esse disco pela primeira vez, eu
[30:18] lembro exatamente dessa música, porque foi a primeira delas que
[30:22] eu fiquei completamente viciada. Eu ouvia direto, direto, eu
[30:26] simplesmente pirei no refrão dessa música.
[30:29] É claro que depois de todos esses anos, né?
[30:31] De tanto ouvir, a gente acaba saturando um pouco, né?
[30:33] Mas longe de diminuir a música por qualquer motivo que seja.
[30:37] Se eu enjoei, eu que lute com isso, o problema é meu.
[30:40] A música é boa para cacete, é gostosa de ouvir, fácil de
[30:44] assimilar. Acho que é difícil tirar o
[30:46] refrão dessa música depois, sabe?
[30:48] E aí de novo, né? Esse disco fala muito de sexo,
[30:50] né, essas coisas. Então aqui fala de aquele desejo
[30:53] animalesco, né? Instintivo para uma.
[30:56] Pessoa. É aquela urgência sexual, perda
[30:59] de controle em relacionamento, né?
[31:01] Então tem muito ali de paixão, enfim.
[31:05] Esse pá é complicado. Assim é um vamos dizer assim que
[31:12] se tu fizer 111 playlist básica top 5 singles de sucesso de of
[31:18] lepper, 5 músicas representativas da banda, essa
[31:22] música que não pode faltar. Impossível faltar, né?
[31:25] Acho que até um desvio de caráter faltar ela.
[31:28] E é a magia do pop, né? Refrango dentro.
[31:32] Para cantar em couro, para tocar na rádio, É Ela foi feita assim,
[31:38] para para celebrar, para para ecoar mesmo.
[31:41] É uma faixa divertidíssima de se ouvir e é uma faixa assim que
[31:46] ela Ela É Aquela aquele romance sacana, né?
[31:49] Aquele aquele romance de de couro e delineado.
[31:52] Eu até separei aqui entre aspas, né?
[31:54] Eu não te quero, só eu preciso de ti.
[31:57] Ah, é, é aquele cara mandando um foguinho lá na DM, sabe?
[32:02] Essa música é como se fosse um flerte safado e é maravilhosa.
[32:06] Adoro essa faixa. E agora pra gente não perder,
[32:35] né? Oo clima da da do do disco pra
[32:39] não baixar AA régua, acho que vem aí o maior hino, William,
[32:44] você não sei se você vai concordar comigo.
[32:46] O maior hino de todos os tempos que a gente sabe que o Def
[32:51] Leppard, ele. É clonou, foi fez cover, né, do
[32:56] do Yahoo, porque vem aí love bytes su, clássico absoluto das
[33:02] novelas da Globo, clássico da rádio e quem nunca ouviu essa
[33:09] música? Se emocionou.
[33:11] Cara, que faixa, que faixa, meus amigos, eu não vou cansar nunca
[33:15] dessa faixa, eu acho. Eu adoro essa faixa, é, eu
[33:18] coloco ela pra ouvir no aleatório, No No.
[33:21] No dia a dia, pá. Hoje eu preciso ver love bytes e
[33:24] sentir todo o drama que envolve ela e a nostalgia.
[33:31] Cara, essa é uma faixa super nostálgica para mim.
[33:34] EE, sempre me vem na cabeça versão brasileira, né, Edu?
[33:38] Eu não quero tocar em você, ó baby, porque é maravilhosa, né?
[33:43] É cafona No No nível certo. A gente sabe que ela é brega,
[33:46] mas assim mexe com os corações mais peludos.
[33:51] E isso com teu agora me diz. William já já chorou com essa
[33:55] música? William já botou assim para para
[33:58] ouvir pensando em alguém. Ah, que isso?
[34:00] William. Coração peludo, não.
[34:02] Não sou coração peludo. Não minimiza a beleza da música
[34:06] por causa disso, tá? Mas ela é bonita e vamos lá.
[34:09] Todo bom brasileiro que viveu e teve consciência musical nos
[34:14] anos 80, mais precisamente 88, que o Yahoo fez uma versão em
[34:19] português. Desculpa, tá, mas essa essa
[34:22] versão aí é um elefante branco na sala e a gente precisa falar
[34:26] a respeito. Tem até um sertanejo aí chamado
[34:30] Léo Magalhães fez uma releitura dessa música não tem muito
[34:33] tempo, tá? E assim, sobre a versão do Yahoo
[34:39] foi tema da novela beber a bordo.
[34:41] Aí, segundo o Robertinho do Recife, a versão deles foi
[34:45] mostrada ao defle lepe por antes de ser publicado, e a banda
[34:48] aprovou, tá então. O resto é história, tá?
[34:51] Robertinho do Recife, que é um excelente guitarrista, diga se
[34:54] de passagem e fez um excelente trabalho nessa música.
[34:59] Tirando isso, a música original, que é muito melhor em minha
[35:04] opinião, com todo respeito a quem curte aí a releitura.
[35:09] Porra, essa música aqui é linda para cacete.
[35:11] É sofrida demais, cara. Tem alguns dos solos de guitarra
[35:14] mais lindos da carreira do Def, levo.
[35:18] Eles é que acabam dando aquele toque marcante para canção,
[35:22] sabe? Acho que tudo aqui se encaixa,
[35:25] tudo tem esse lugar de destaque. Eu não falei nada do joelity até
[35:29] agora, né? Mas para mim ele está inspiradão
[35:31] aqui. O estilo dele cantar nesse disco
[35:35] está menos gritado que nos 3 anteriores, né?
[35:38] Mas não por completo, né? Em muitos momentos se ele
[35:40] recorre aos drives, ele na hora de cantar, mas mas tu percebe
[35:43] que que ele tem um estilo mais harmonioso e melódico em algumas
[35:47] canções. E aqui tá muito bem equilibrado,
[35:51] tá? É um é um vocalista que eu gosto
[35:53] pra cacete. E os backins que eu citei lá
[35:57] atrás, porra, marca registrada da banda tanta gente já copiou
[36:02] nos anos seguintes. Olha, eu acho que a pessoa tem
[36:05] que ser muito desprendida de amor pra pra recusar uma música
[36:09] dessa aqui. Me desculpa, é essa música é
[36:13] linda demais, cara. E é e é essa a letra ela
[36:17] explora, né? Essa dualidade, né, de amor,
[36:20] prazer e dor, questiona um pouco sobre fidelidade.
[36:25] Ela tem muito drama, né, cara? É uma Power balad, assim,
[36:30] sensacional. Sensacional.
[36:58] E agora vamos lá para porsom, shogral me e olha aí, ó.
[37:03] Nos Estados Unidos, ela é bem famosa entre dançarinas,
[37:06] strippers, pole dance e tal, sabe?
[37:09] E eu vou dizer assim que que essa música ela é bem bem
[37:14] maliciosazinha, né? Ela é bem sugestiva, ela é bem
[37:19] sensual e mas, ao mesmo tempo, ela carrega uma boa dose de de
[37:23] humor. Ela chega a ser sutil.
[37:27] O clipe dessa música tem um clipe que é muito legal, que
[37:30] mostra os caras tocando numa casa e tem uma mulher do lado de
[37:34] fora que tem uma baita marreta e vai batendo sem dó na casa.
[37:37] E a casa vai caindo com os caras derrubando, sabe?
[37:40] Tem uma outra versão também na coletânea volte que eu citei que
[37:44] ela inicia diferente, né? Ela não tem essa fala.
[37:48] Step inside walkisway. Ela já começa com aquele love's
[37:52] like a bom, bom, bom, aí já vem com uma intro de bateria, né?
[37:57] Eu prefiro essa versão do voucher, tá?
[38:00] Eu acho que ela tem mais impacto, acho que ela chega
[38:03] marcando mais, mas é totalmente subjetivo.
[38:06] Esse é meu gosto musical, tá? Renata contigo.
[38:10] Ah, tô contigo nessa cara. Que faixa incrível, né?
[38:14] Ela é divertida, ela é festeira. Pra mim ela caminha lado a lado
[38:18] com a girls, girls, girls é música pra tocar no Rainbow é
[38:23] música pra pra tocar na música Go Go pra tocar lá no rocks é
[38:28] petrouse, é, é é faixa assim sabe que é pra pra estar no pole
[38:34] dance mesmo é pra rebolar quem é que rock não rebola aí ó, nunca
[38:39] dão só essa música no baladinha. Mas com todo respeito, é claro.
[38:43] E é uma faixa. Eu adoro essa faixa.
[38:46] Eu adoro. Acho que tu salientou tudo que
[38:48] eu iria colocar. Não sei se tem mais alguma coisa
[38:51] pra pra pra eu falar a respeito dela, anão ser que eu ame essa
[38:57] faixa e acho ela super incrível. Próxima faixa?
[39:36] Parece aquele rockzão, leve, divertida, debochada, típico
[39:43] hard rock. Tenha um ótimo riff.
[39:46] A bateria de novo ali É Ela se sobressaia, ela sabe, é
[39:52] escancarada. Eu adoro essa faixa, é, é, eu
[39:55] sei que tá ridículo para quem tá ouvindo, talvez de eu falar o
[39:59] tempo todo que eu adoro a faixa, porque realmente eu adoro a
[40:01] faixa. São faixas muito bem
[40:03] construídas, muito bem feita. E a maneira como esse disco foi
[40:07] montado tão bem, sabe? É, ele é muito bem colocado,
[40:11] porque a gente sai do é, tem a balada lá, vai, sabe, depois tem
[40:14] aquela aquela coisa mais sacaninha e a gente cai aqui
[40:18] para esse rádio super divertido. Então putz, Palmas e mais Palmas
[40:23] para esse, para esse disco. E Tuta se diverte com ela,
[40:26] William. Me.
[40:27] Divirto bastante, consegue. Balançar o ombrinho, aquela
[40:31] dancinha famosa dancinha do William?
[40:36] Cara é boa demais. Ela é mais orientada para
[40:39] guitarra, mas ela tem muita melodia, fácil, grudenta,
[40:45] assimetria da letra é perfeita. Os backings funcionam muito bem,
[40:50] sabe? Eles ganham muito destaque nas
[40:53] passagens da música. E o clipe dessa música aqui tem
[40:57] algumas imagens ao vivo, né? Bem divertido.
[41:00] Uma lembrança legal que eu tenho foi o show de 97 no Olympia, que
[41:05] eu fui. Essa música aqui na época tava
[41:08] fora do setlist do show, mas eles tocavam Na Na passagem de
[41:13] som. Eles tocaram na passagem de som
[41:15] daquela noite. Eu estava na fila e a gente
[41:18] estava de frente para um guichê de atendimento ao público da
[41:22] casa. Então tinha um guichê que era
[41:24] pra compra de ingresso, venda de ingresso, e tinha um guichê que
[41:27] era tipo, eu não sei se era 11 informação pra clientes, se é
[41:33] pra imprensa, alguma coisa do tipo, tá, eu sei que tinha uma
[41:36] atendente ali e tinha uma cortina preta atrás dela, tá?
[41:41] Então ela viu que a gente tava ali, curioso, olhando ali,
[41:43] tentando ouvir melhor o que a banda tava tocando, o que que
[41:47] ela fez? Ela pegou e abriu.
[41:49] A cortinia para a gente olhar. Aí quando eu olhei para o palco,
[41:52] estava a banda tocando com a casa vazia, tocando essa música
[41:57] e para quem sonhava em ver o default ao vivo, e eu estava
[42:01] prestes a realizar esse sonho, ver essa cena foi algo assim que
[42:06] eu não consigo descrever para você, entendeu?
[42:09] Eu sei que marcou para cacete, tanto que eu estou citando aqui,
[42:12] tá? E porra, essa música aqui é
[42:14] muito boa, cara, é, é aquela coisa de diversão.
[42:19] Urgência romântica, né? E enfim, cara, né?
[42:23] Não, não tem muito, muito o que falar.
[42:25] Tem. Tem músicas, principalmente
[42:27] essas de rádio, que não não são filosóficas a ponto da gente
[42:30] ficar discorrendo sobre letras, significados.
[42:34] Né? Exato.
[42:37] É que esse é o negócio que a gente tá numa leva.
[42:40] A gente não, porque eu estou gravando pouco episódio, mas
[42:42] assim, uma leva de de discos muito complexo, que quando a
[42:46] gente se depara com discos simples, a gente fica com as mão
[42:48] no bolso. Assim, ainda que não é que a
[42:51] gente está menosprezando, sei lá, qualquer coisa do tipo é que
[42:54] de fato são discos simples assim, que se resumem rápido e
[42:58] fácil. É exatamente.
[43:26] Próxima faixa, God of War. Olha, eu sei que essa altura do
[43:31] campeonato o ouvinte aí já sacou que eu não falei mal de nada,
[43:35] que eu estou babando um ovo enorme para o disco.
[43:38] Então, amigos, desculpe, mas isso não vai mudar aqui.
[43:41] Pelo contrário, se é que isso é possível.
[43:45] Mas vocês estão diante da minha música preferida do disco.
[43:50] Eu sempre tive um lance muito forte com esse som.
[43:54] Porra, ela boa demais, cara. A forma como ela se desenvolve
[43:59] os backings. Cara, isso aqui é bom demais,
[44:10] cara, é difícil até o seu objetivo, sabe?
[44:13] Para mim ela sempre é. Foi muito ligada a forma EEA
[44:17] imagem do Steve Clark de tocar aquele vídeo que eu citei, o new
[44:22] rounds face, eu tive uma versão em VHS, depois eu comprei um
[44:25] DVD. Eu assistia assim, eu não tinha
[44:28] um dia Na Na semana que eu não não assistia, pelo menos uma vez
[44:32] por semana eu assistia, senão mais.
[44:34] Tá, e foi gravado na turnê desse disco e vai encontrar no YouTube
[44:38] fácil também. Quem tiver curiosidade quando
[44:40] chega nessa música? Steve Clark, ele faz a intro na
[44:44] guitarra. Ele tem uma pose de rock Star
[44:48] despojado, sabe? Chega a ser até difícil de
[44:52] explicar. Ele é uma mistura assim.
[44:54] Ele para ele é como se fosse assim um Duff do do Gus de
[44:57] cabelo comprido na época do do do Lies lá, só que.
[45:03] Tocando guitarra, entendeu ele, porra, ele, esse cara é esse
[45:07] cara. É muito foda, cara.
[45:09] E o Rick salvej também se destaca muito no início, né?
[45:14] Olha, eu vou dizer para você que que no show que eu citei lá
[45:20] atrás, teve uma parte do que a banda fez, um set acústico,
[45:24] então citaram eles no banquinho, ali tocaram yousepe behind,
[45:27] tocaram algumas músicas, aliás, que a hola one is everfein e
[45:31] tal. E eu, alucinado, tava no meio do
[45:35] palco, do do palco na grade, e eu fiquei gritando, God of War,
[45:39] God of War. O joellet olhou para mim, ele
[45:43] olhou para mim, ele fez menção de querer ouvir o que que eu
[45:45] tava fazendo e fez assim, ó, what?
[45:47] What? Tipo eu, God of War?
[45:51] Eu tava tão alucinado, ele ignorou porque ele falou, pô,
[45:53] que que esse merda tá pedindo essa música no momento acústico,
[45:56] a gente nem vai tocar essa música, né?
[45:57] É essa música, é, é muito foda, passo para ti.
[46:03] Ah, fiquei com inveja, cara, que isso?
[46:05] Você foi reconhecido aí pelo pelo divo.
[46:09] Eita, nós. Nossa, sabe que tu me deixou sem
[46:12] palavras assim, eu sabe que eu sempre achei Oo Steve meio
[46:14] parecidinho com o Duff? Acho que pelo pelo tom do cabelo
[46:17] mesmo, né? Eles sem a cabelo meio parecido,
[46:20] tinham cabelo meio parecido e essa é uma faixa super, ela é
[46:24] pesada, né? Pra dentro do do disco.
[46:27] Perto de tudo que a gente já ouviu assim, ela é uma que se
[46:30] destaca pelo peso, pelo o clima mais tenso, até porque ela trata
[46:34] de política, né? Ela quebra um pouco essa a linha
[46:38] de romance, dor e safadeza. Ela vai para um lado mais Sério,
[46:42] mais racional, e isso faz com que os instrumentos trabalhem
[46:46] assim também. Fique mais Maduro, fique mais
[46:49] Sério, tenha citou perfeitamente bem, as guitarras aqui estão.
[46:54] Maravilhosa, então Ah, essa esse som.
[46:57] Ele tem 11 rifzinho no meio dela, cara que é simplesmente
[47:01] maravilhosa. Assim ele ele pega, ele gruda Na
[47:04] Na mente. Não vou nem querer reproduzir
[47:07] questão para fazer vergonha, vou passar vergonha, mas e pega?
[47:11] E ele acho que é no nos 2 minutos e 2 minutos em dia,
[47:16] escuta 2 minutos, é um pouquinho de 2 minutos ou antes dos 2
[47:19] minutos. Escutem essa faixa.
[47:22] Só escutem essa faixa que vocês vão ver é melhor assim.
[47:26] AA grandiosidade que ela é e ela a intensidade que ela tem que
[47:31] ela carrega. Faixa incrível como tudo dentro
[47:35] desse disco. Vamos lá para don't shot Gun, o
[47:58] que que tu acha dessa música? Tu acha que ela segue a régua do
[48:02] disco ou ou cai um pouco? Não, não sair jamais, né?
[48:08] Ver. Mas assim dentro de todos aqui,
[48:12] que que é muito single. Esse disco, né?
[48:14] É um disco fechadíssimo. The single é quase um.
[48:19] Uma coletânea, ela meio que escapa entre os dedos, mas eu eu
[48:24] vou, eu vou até dizer assim, ó, que ela chega até a ser
[48:28] subestimada, né? Porque ela é curta ela, ela é
[48:30] rapidinha, mas ela é energética, ela tem ela, ela tem esse ponto
[48:33] forte dela ser, ser pra cima, ser animadinha, mas ela é, ela é
[48:38] rápida, então ela não ofende nada, passa rápido o efeito
[48:44] dela. E tu, tu AI quero saber tua
[48:47] opinião até agora, tá nós 2 aqui passando altos panos.
[48:52] É, a régua do disco é alta. O negócio é muito bom, cara.
[48:56] Acho que por tudo até aqui não seria nada injusto com o disco.
[49:02] Se eu falar para você que essa música não tem a mesma atenção
[49:07] que eu dispenso para os demais, sabe?
[49:09] É uma boa música. Ela é bem gostosa de ouvir.
[49:12] Eu acho que tem uma ponte, refrão que tem apelo.
[49:15] Mas em meio a tantas que a gente falou até agora, não me dá
[49:18] aquele brilho nos olhos, sabe? Mas eu ouço sempre, é um disco
[49:22] que eu ouço sempre pular, nenhuma música, né?
[49:25] Os rifes de guitarra aqui estão bem presentes, tem mais do que
[49:29] em muitos outros momentos do disco, inclusive pra quem sentiu
[49:32] falta de rifes de guitarra mais lineares, vamos assim dizer, vai
[49:36] encontrar em abundância aqui, eles são muito bons, tá, mas é
[49:42] só isso, nada mais do que isso. Uma boa
[50:09] faixa, olha, eu vou dizer para você.
[50:12] Que eu poderia até colocar ronriet na mesma caixinha de
[50:16] don't shot Gun tem credenciais parecidas, mas ela acaba se
[50:20] sobressaindo melhor porque ela tem um ritmo pesado e um refrão
[50:23] que me prendem e empolgam mais do que a don't shot Gun.
[50:27] Ela tem tudo o que eu acho que faltou naquela música, sabe?
[50:31] Assim, acho que as guitarras, tão matadoras, tem o solo muito
[50:34] foda do Steve Clark, esse cara. Ele tem um estilo único de
[50:39] tocar. Ele é bem menos polido, e ele é
[50:42] mais rock and roll que o Phil Collins.
[50:45] Se claro que ele é mais escola do Jimmy Page, mais alma, mais
[50:49] rock. E o Phil Collins sempre foi mais
[50:51] na linha virtuoso, bem mais polido que o estive, né?
[50:55] Eu acho que isso fazia essa dupla, sua coesa, especial.
[50:59] Eles se completavam. Cara ela, eu sabe o que eu
[51:04] coloco ela dentro do rótulo do punk pop?
[51:09] Porque ela é. Ela é rápida, né?
[51:10] AA guitarra, ela ela ela é frenética, ela não é tão
[51:17] cadenciada que nem as demais, então ela acaba se se destacando
[51:22] um pouquinho por isso. E eu gosto do ritmo dela, eu
[51:24] gosto do andamento dela da forma como ela vai, vai funcionando ao
[51:28] longo do caminho. E assim, a gente já tá indo pros
[51:31] finalmentes do disco, né? Então eu acho que ela tá numa
[51:34] boa posição, porque ela é animada.
[51:37] Ela não baixa régua, ela é acelerada, mas não é um rápido
[51:41] pro rápido. Tem tem técnica ali dentro, tem,
[51:45] sabe? Ela é Gostosa de ouvir.
[51:47] Ela não passa despercebida, não é a mais é memorável aí da
[51:53] banda, mas maravilhosa também. Retire a faixa título.
[52:30] Eu acho que ela é faixa de título por merecimento, eu acho
[52:33] que é uma balada completa. Ela é linda, ela tem harmonias
[52:36] que cativam, tem um ritmo delicioso de ouvir.
[52:40] A sonoridade dela é muito boa, é limpinha, lapidada, beirando a
[52:45] perfeição. Tem muitas coisas legais aí de
[52:48] se ouvir, né? Na faixa, acho que Oo baixo do
[52:51] Rick salved e a bateria do Rick Allen, que cria aquela base
[52:55] sólida da música, né, enquanto outros caras viajam, né?
[52:58] E porra, as guitarras aqui para mim é como funciona como uma
[53:02] decoração, sabe? Que torna ela tão especial,
[53:06] sabe? EE, tem muita banda copiando
[53:08] isso aí, acho que essa música é template para muita banda aí
[53:12] copiar o estilo, não é a reckless love, tem muita coisa
[53:16] boa aí que vocês fizeram, que que parece até fizeram cover
[53:19] inclusive, mas deixa para lá, eu acho que tem músicas é que acho
[53:24] que não dá para se explicar de tão.
[53:28] Subjetivas, né? As acabam sendo assim pra nós.
[53:31] As conectam com a gente de formas assim, muito peculiares,
[53:37] muito pessoais, né? Essa aqui acho que é uma.
[53:39] O que que tu acha? Lembra.
[53:41] Que lá no início eu disse que eu me sentia muito exposta dentro
[53:45] desse disco até tô, não tô comentando.
[53:48] Não comentei nenhuma faixa até agora, minha relação pessoal com
[53:51] ela. Só comentei sobre o fato de eu
[53:53] gostar ou não. Mas aqui eu vou.
[53:57] Eu vou abrir uma exceção, cara, essa foi uma faixa que eu ouvi
[54:03] muito, mas muito, mas muito durante um relacionamento que eu
[54:08] tive, sabe? Foi foi uma faixa em que putz,
[54:12] cara, foi choradeira total, foi assim.
[54:15] Eu amava ouvir ela enquanto eu tava dentro do relacionamento.
[54:18] Depois que eu terminei, eu tive um problema seríssimo pra ouvir
[54:20] ela. Foi a mesma coisa que rolou com
[54:22] a the flame do TIP intrick, sabe?
[54:24] Eu levei um bom tempo pra conseguir ouvir.
[54:27] Sem associar a pessoa, sem associar aquele momento que foi
[54:30] um momento muito bom. Foi um relacionamento
[54:33] maravilhoso e só tenho lembranças boas disso.
[54:38] Foi um momento da minha vida muito especial, muito
[54:41] importante. E ela Ela Foi, fez parte desse
[54:45] momento. E aí veio a maternidade, veio a
[54:49] lailinha. E aí essa música teve outro
[54:52] significado, né? Teve.
[54:55] Coloquei ela num em outra prateleira assim e lembro de
[55:00] ouvir, cara, ouvia horrores, ela na madrugada e aquela fase que o
[55:06] neném acorda mais, né? Então assim, e eu gostava de
[55:08] ficar ouvindo uma musiquinha, ouvindo alguma coisa, e essa
[55:11] música me acompanhou durante esse tempo.
[55:14] Cara, essa a agora do Bon Jovi, que eu ouvia muito.
[55:19] Também não lembro o nome, esqueci.
[55:22] Eu lembro, mas fugiu. Às vezes foge da da minha
[55:26] memória tanta coisa passando aqui na minha cabeça, mas assim
[55:28] foram faixas que eu lembro muito, sabe que é aquela coisa
[55:31] que que eu falei lá no início, é como se eu tivesse vendo a minha
[55:35] vida passar através dessas músicas, e essa é uma delas.
[55:39] A maneira como o Joey Elliot canta ela, ele canta até de uma
[55:43] maneira mais anasalada, né, do que as outras, é e sering, Ah,
[55:47] ele puxa, mas aqui o. E aí daqui um pouco ele cresce,
[55:51] ele aumenta o tom, ele vai para um tom mais agressivo quando ele
[55:54] precisa enfatizar aqui. E existe aquela histeria, e ela
[55:59] é romântica, mas ou mesmo não é aquele romântico, é de pétalas
[56:04] de rosa. Ela traz 111 leve desconforto,
[56:09] cara, eu rasgo o meu coração para essa faixa que essa é uma
[56:13] das minhas favoritas do disco, mas não é a minha favorita do
[56:15] disco cravo aqui e honra. Né?
[56:18] Aquela velha, nossa velha história honra o nome do disco,
[56:22] porque a faixa que leva o nome do disco, ela precisa é, é
[56:26] assim, ó. Responsabilidade moral com o
[56:29] ouvinte ser boa. E essa aqui cumpre muito bem o
[56:32] seu papel. Isso aí falou tudo.
[56:57] Exyrable, ô titulozinho. Bem sugestivo, né?
[57:02] E aí, Renata, are you exyrable? Mais uma faixa sem vergonha, né?
[57:16] Mais uma faixa aí que tem essa levadinha.
[57:19] Sabe que essa faixa é eu via ela assim, ó, eu vi a slave to love,
[57:25] do Brian feris, que tocava muito, muito, muito, muito Na Na
[57:31] antena 1. E aí logo depois eu corria.
[57:33] Eu via essa porque eu achava que elas.
[57:35] Se casavam de alguma forma, se conectavam.
[57:37] Parecia uma sequência em cima dela.
[57:39] E putz, é esse iniciozinho, né? Parece que tá tá tentando fazer
[57:44] 11 conexão atmosférica fora da Terra.
[57:48] Assim eu acho muito massa. E novamente ela traz essa
[57:54] sensualidade e traz a guitarras pra gostosa cara, puta faixa.
[58:00] Mais uma puta faixa. Que que saco.
[58:02] Odeio quando fico elogiando o disco de mais vou vou me perder
[58:07] no meu personagem de de Renata Villa do alto na mesa.
[58:11] Eu não vou te dizer que que o ritmo não é legal.
[58:17] Eu gosto. Eu vou colocar ela no nicho da
[58:20] don't shot Gun, tá? Não vou chamar de feeler, mas eu
[58:24] não vou dizer que é ruim. Eu acho que tem méritos, mas não
[58:28] me prende. Atenção.
[58:29] Como as demais, eu acho que o ritmo é bacana, a cozinha
[58:33] funciona muito bem. Acaba sendo aquela música para
[58:36] você curtir em momentos mais casuais, né?
[58:38] Divertidos assim. Despretensiosos, eu acho que eu
[58:42] já gostei mais dela no passado. Hoje, revisitando já, acho que
[58:46] não me prendeu tanto, mas de novo, não pude.
[58:49] Deixo tocar. Vamos então para a última faixa
[59:12] do álbum, love efection. Eu acho que essa faixa encerra
[59:18] bem o disco. Ela tem um ritmo, uma Harmonia.
[59:22] Que já me agrada bastante, longe de ser uma das preferidas, mas
[59:26] eu acho que é bem superior a anterior.
[59:29] Ela tem uma levada, sabe? Tem uma outra intenção.
[59:35] Como ele tem muitos símbolos de sucesso e todos eles são muito
[59:38] bons, daí acaba tendo algumas músicas que ficam menos
[59:42] privilegiadas, né? Com a luz um pouco ofuscada.
[59:45] Então eu acho que o grande destaque dela para mim acaba
[59:48] sendo as guitarras. E Ela É Aquela desacelerada, né?
[59:53] Você tá no final do disco, né? Encerra.
[59:56] Eu acho que tá matando o tempo, fazendo qualquer coisa.
[1:00:00] Acho que essa faixa tem um ritmo gostoso de ouvir, acho que cai
[1:00:03] bem, nossa Oo Bruno IA pirar nesse episódio.
[1:00:07] Tem um Monte de músicas com fade aqui.
[1:00:10] E você, o que que tu acha? Ih.
[1:00:12] Tá louco, Bruninho? Aqui?
[1:00:14] IA sair em surtos, cara. Pede isso aí, meu amigo.
[1:00:20] Que passagem maravilhosa, que honra.
[1:00:23] Que privilégio existir na mesma época que esses caras que
[1:00:30] fizeram esse disco maravilhoso pra gente ouvir e desfrutar a
[1:00:33] gente rir, dançar, sensualizar, encher o copo de cachaça e
[1:00:41] chorar por um amor perdido. E aí a gente chega no final
[1:00:45] aqui, tipo cara, que mais que tem?
[1:00:47] E tem mais um pouquinho. Eles dão mais uma colherada de
[1:00:50] emoção aqui pra mim é uma colher de de emoção na boca do fã do
[1:00:55] Def Leppard. É aquela coisa nostálgica por
[1:01:00] todo o clima é que esse disco carrega, né?
[1:01:04] Dos membros da da banda, das tragédias que aconteceram no
[1:01:08] meio do caminho, das perdas. E mesmo assim eles conseguiram
[1:01:13] trazer esse disco tão perfeito que aí assim ó.
[1:01:17] Eu honro demais, demais, demais, Oo much porque ele conseguiu
[1:01:24] produzir um disco muito bem feito, porque normalmente discos
[1:01:28] que levam muito tempo pra ser, pra pra ficarem pronto, eles tem
[1:01:32] 2 caminhos, ou eles ficam uma bosta porque daí perde a
[1:01:35] essência, ou eles ficam muito bons, porque daí realmente levou
[1:01:40] tempo pra fazer aquilo, né? Aquele Diamante pra ser
[1:01:42] lapidato, e aqui é o caso, e essa faixa pra mim ela é um
[1:01:45] Diamante que foi. Totalmente lapidado e carrega
[1:01:49] toda a emoção do disco, aqui encerra perfeitamente bem.
[1:01:54] E falando, encerrar, encerramos o faixa, faixa, encerramos esse
[1:01:59] disco. E eu te pergunto, precisamos?
[1:02:03] Acho que sim. De repente a gente passou um
[1:02:05] pouquinho mais. O importante é terminar, me diz
[1:02:10] uma coisa, daremos nota ou não precisa?
[1:02:13] Vamos consensar aqui a nota. Tu tem alguma nota diferente de
[1:02:17] 10? É 10.
[1:02:17] Né, é 10. Eu nem.
[1:02:19] Jamais é 10, é mesmo? Aquelas que eu citei que que pra
[1:02:22] mim não são as preferidas, eu vou passar pano por cima.
[1:02:26] Azar 10, média 1010 anos, certo? Maravilha ó, mais um tema
[1:02:48] excelente aí que a gente fez. Agradeço a todos os ouvintes aí
[1:02:51] que chegaram até aqui. Por favor, deixem comentários no
[1:02:56] episódio. A gente gosta demais de ler os
[1:02:58] comentários de vocês. Todos os comentários que vocês
[1:03:01] fazem, a gente compartilha no nosso.
[1:03:03] Grupo da equipe. A gente lê, a gente discute
[1:03:06] sobre eles, fala. Então tudo o que vier bem-vindo,
[1:03:10] seja um feedback construtivo, pode ser positivo, pode ser
[1:03:13] negativo, desde que respeitoso, né?
[1:03:15] A gente aceita EEE, absorve numa boa, se não for legal, a gente
[1:03:21] nem publica. A gente compartilha no grupo, dá
[1:03:24] a risada da sua cara, principalmente.
[1:03:27] Principalmente. Se você escrever coisas
[1:03:29] ridículas, tipo pedindo pra pra Renata lavar uma vasilha ou.
[1:03:33] Ou questionar o fato dela dela ter opinião válida ou não nos
[1:03:38] demais comentários. A gente adora ouvir, a gente
[1:03:41] gosta de comentar. EE é que como a gente gravou o
[1:03:44] último do Rainbow e a gente acabou com todos os comentários,
[1:03:47] né? Não tem nada para ler agora,
[1:03:50] então fica para o próximo. Aí a gente vai lendo conforme
[1:03:54] ele surgir, certo, Renata? Certíssimo meu amigo, obrigada
[1:04:00] aí pela parceria de sempre. Mais um episódio para nossa
[1:04:03] conta aos fãs do rock na mesa raiz.
[1:04:06] Acho que vão estarão bem servidos, né?
[1:04:09] Da dose dupla aí da da nossa dupla.
[1:04:12] E foi muito bom, foi muito bom. Senti saudade dos meninos, mas
[1:04:15] foi muito bom. Relembrar os velhos tempos, é?
[1:04:18] Isso aí, queridos ouvintes, um grande abraço a todos.
[1:04:21] Muito obrigado pela sua audiência.
[1:04:23] Obrigado Renata também pela parceria aí até semana que vem
[1:04:27] com mais um tema aí, tchau. Fomos.

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