# EP #114 - Paradise Lost - Draconian Times

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 26 Mar 2025, 1 h 35 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/100220175/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-2-22%2F70bde896-569a-57c3-539e-bc61c4390e98.mp3

Este é o primeiro de uma série de 4 episódios dedicados à bandas que irão tocar no Bangers Open Air, em São Paulo. Para este episódio, William Faria, Bruno Glaser e Thiago Zuma, fazem uma resenha do álbum Draconian Times, dos ingleses do Paradise Lost. Draconian Times é o quinto trabalho de estúdio da banda, é considerado um marco no gênero Gothic Metal. Lançado em 1995, ele consolidou o estilo e trouxe a banda para o mainstream, vendendo mais de 1 milhão de cópias. Carregado de atmosferas sombrias e riffs característicos do estilo, o álbum carrega influências de bandas como Sisters of Mercy, Metallica e até mesmo Rush. Pega sua bebida favorita e junte-se a nós. ++++++++++ Faça parte do nosso grupo de whatsapp. Acesse nossas redes.

## Transcript

[0:33] Quem tu bonita, Hein? Que coisa linda.
[0:36] Saudações headbangers góticos e sommeleiros de vinhos baratos.
[0:40] William faria na área e abrindo os trabalhos para mais, o
[0:43] episódio do rock na mesa, aqui comigo, Bruno glazer.
[0:49] Eu não tomo vinho barato não, cara.
[0:50] Mentira, sangue de boi, qual que é?
[0:53] Saúde, saúde, vinho de de caixinha de papelão, tá bom?
[0:59] Qual uva que combina com o tema? De hoje, Bruno cara, hoje.
[1:02] Eu tô tomando um touriga nacional, nacional, da Serra
[1:06] gaúcha. Serra gaúcha muito bom, então
[1:08] ainda mais. Nacional da Serra gaúcha.
[1:13] Mas não sei se é o vinho do do perto das lojas, cara, vamos
[1:17] ver. Thiago zuma.
[1:20] É oi tum tum, bate o coração, né hoje?
[1:29] Tô bem aí, intro do Bruno, né? E qual que é a uva que combina
[1:34] com com o tema de hoje, ô Tiago? Vamos lá pegar um, né?
[1:39] Uma uva de taninos Fortes assim, mas que desse gostoso.
[1:43] Ah, muito bom, eu vou de spating hoje mesmo, e é isso aí que a
[1:46] casa oferece. É meu, eu quero tomando
[1:49] cervejinha também, porque é sexta à noite, né?
[1:52] Isso aí, calor? Vamos lá então, pessoal, antes
[1:54] de qualquer coisa, eu gostaria de agradecer a todos vocês,
[1:58] ouvintes do Spotify, por apoiarem nossa missão em subir
[2:01] nosso indicador de avaliação por estrelas.
[2:04] Como eu já disse outras vezes, é um indicador importante para o
[2:08] algoritmo do podcast, faz com que a plataforma faça nosso
[2:10] conteúdo chegará cada vez mais pessoas.
[2:13] A gente passou a marca de 100 graças a vocês, mas pela
[2:16] quantidade de seguidores que a gente tem, daria para
[2:19] multiplicar então. Caso você esteja ouvindo aí, não
[2:22] tenha feito ainda essa avaliação, vai lá, é bem
[2:24] rapidinho, seja pelo aplicativo do celular ou desktop.
[2:28] Aproveita e avalia aí o nosso podcast com a quantidade de
[2:31] estrelas que você acha que a gente merece.
[2:33] É grátis, rápido, não atrapalha sua audição e de quebra nos
[2:37] ajuda muito. E vocês, ouvintes de outros
[2:40] outros agregadores, avaliem aí o podcast com a ferramenta
[2:43] disponível em sua plataforma, compartilha com amigo, etcetera.
[2:48] A gente agradece aí por toda audiência, que de pouco em
[2:50] pouco, né? Vai crescendo a cada episódio
[2:52] que a gente lança. E também não deixe de nos seguir
[2:55] no Instagram, você vai nos encontrar como arroba.
[2:58] Podcast rock na mesa. Faça parte do nosso grupo de
[3:01] WhatsApp para ouvintes e o link estará na descrição desse
[3:04] episódio aqui, bem lá no fim. Chega de recados, vamos ao
[3:08] conteúdo. Estamos diante do primeiro de
[3:11] uma série dedicada a bandas que irão tocar no benguers openaire,
[3:15] em São Paulo, em maio deste ano de 2025, assim como os episódios
[3:19] dedicados ao monsters. É importante deixar registrado
[3:22] que esse conteúdo não tem Patrocínio ou qualquer ligação
[3:25] com a organização do festival. É nossa iniciativa, enquanto fãs
[3:28] de boa música, a única autorização que a gente tem.
[3:31] Do marketing é usar o logo ali na divulgação que eu conversei
[3:34] com eles, Ah, pode usar tranquilo, gentilmente, nos
[3:36] atenderam muito obrigado. E é isso aí.
[3:38] Então, para esse episódio, a gente vai falar dos ingleses do
[3:40] paradais Lost e o disco é o clássico da connion times de
[3:43] 1950 e seta. Tá pensando nisso aqui de vinho
[3:49] aí? Eu vim do Porto isso aí.
[3:51] Deixa eu voltar, então, para esse episódio?
[3:54] Nós vamos falar dos ingleses do Paradise Lost e o clássico
[3:58] dracon and times, de 1995. Track Conan times, lançado em
[4:13] junho de 1995, é produzido por Simon e famei, produtor inglês
[4:15] que já trabalhou aí com bandas como Diamond head, wolfs, baine,
[4:19] realmente wide hards, entre tantas outras.
[4:21] Ó trabalhou com wolfs bein cara, ele ouviu Blaze antes de todo
[4:24] mundo aí. Canta aí versão Blaze William.
[4:37] Cacete. Então vamos lá, antes da gente
[4:39] ir para mais detalhes. Aí a gente vai explorar um pouco
[4:42] a nossa relação com a banda, né? Vamos aí, o Thiago, você tem
[4:45] cara que tu curte bastante parada eslocha das antigas.
[4:48] Aí diz aí para nós. Curto mesmo uma das bandas das
[4:51] bandas que acho mais legais assim e mas assim eu conheci na
[4:55] época da dracon times mesmo assim.
[4:58] Oo alucinei vem no clipe de de lastime no fúria metal e lembro
[5:02] muito que o fita bonne se deu nota 10 por esse disco.
[5:04] Na hora que eu briguei disso chamou atenção.
[5:07] Daí meu primo conseguiu comprar OCD importado ainda lá no
[5:11] interior de São Paulo. Eu gravei uma fita cassete e
[5:14] fiquei ouvindo essa desgraça por um tempão assim.
[5:18] E sempre que depois eles vão dar uma guinada no meio eletrônica
[5:22] no século onde vai dar uma mudança.
[5:24] E aí eu parei de acompanhar a banda, deixei meio de lado.
[5:28] E assim coincidiu dessa época que eu tava ouvindo muito Power
[5:32] metal, muito Power metal, então não tinha absolutamente nada a
[5:35] ver assim. E eu retomei meu contato com a
[5:37] banda. Quando eu comecei a cansar meio
[5:39] de principalmente de Power metal, sei que tava ficando meio
[5:43] cena, tava ficando meio opaca, assim sem graça.
[5:47] Os discos todos muito parecidos. Aí comecei a ouvir mais de um e
[5:50] metal extremo e eu lembro de alucinar muito com tiatrof trage
[5:54] de gathering. E nessa eu comprei o gotic do do
[5:58] paradoise Lost, quando eu estava em Londres numa viagem em 99,
[6:02] estava em promoção, estava 1 e 99, não sabia direito o que que
[6:05] eu IA esperar do gotic. Aí quando eu ouvi pela primeira
[6:08] vez o gotick, eu alucinei e a partir dali eu fui correr atrás
[6:11] de todos os riscos do paradoise Lost, desde então, é uma das
[6:14] bandas que sempre que eu posso eu vejo show.
[6:17] Quando veio para o Brasil, assisti praticamente todas as
[6:20] vezes, então é uma das bandas mais queridas assim.
[6:25] E você, Bruno, conta aí tua história, a tua relação com a
[6:27] música do pard Eyes Lost. Cara, é, eu conheci mais ou
[6:32] menos na época do do dracon times.
[6:34] Foi um pouquinho depois e foi meio na assim, já tinha ouvido.
[6:39] Eu ficava ouvindo falar no nome, via em revista, né?
[6:42] Provavelmente eu li essa resenha do do Vitão bones, porque eu
[6:45] sempre comprei a gvt metal, né? Comprava o rock, briguês, rold
[6:49] cru e tudo e. Um dia de novo na gramofone, né?
[6:53] Quem é do Rio e a velho que nem eu vai lembrar da da loja de CD.
[6:58] Eu vi OCD lá e comprei cara 100, meio que que cego, né?
[7:03] E tem uma história curiosa aí, cara, qualquer coisa o William
[7:07] corta depois, mas eu o mundo. Um arrependimento que eu tenho
[7:11] de de coleção de de CD, cara, esse CD que eu comprei, eu acho
[7:15] que era uma versão nacional que tinha 3 faixas bônus.
[7:20] E na época eu trocava CD pela internet, cara.
[7:23] Então pegava alguns cds de banda nacional, de de é coisas que eu
[7:28] sabia que eu IA conseguir comprar depois e trocava por
[7:30] coisas de fora que eram mais raras de conseguir aqui, né?
[7:35] E esse CD do páreo das lojas foi um que eu troquei e nunca mais
[7:39] achei essa versão cara. Depois eu comprei OOOA edição
[7:44] de. 25 anos em vinil, cara tem uma edição dupla em CD com com
[7:49] os bônus lá de de demos e tal, mas aquela versãozinha maldita
[7:53] com as 3 faixas bônus que eu não consigo nem lembrar quais são,
[7:56] nunca mais achei, né? É e cara, assim, quando eu
[8:00] comprei eu lembro que foi meio não foi um amor imediato, mas
[8:06] aquele amor que foi amadurecendo pelo CD, né?
[8:09] É? Eu gostei demais.
[8:11] EE, fiquei muito tempo preso No No no dracon time só né, sem
[8:15] ouvir o resto do da discografia, do do prédio das lojas.
[8:19] Foi mais tarde, só quando começou a ter streaming, né?
[8:22] Quando a gente começou a ter acesso aos Spotify da vida que
[8:24] eu ouvi o resto da discografia e curti pra caramba também,
[8:28] inclusive essa. Eu lembro de ler bastante da da
[8:32] fase eletrônica pop meio diferentona, do do para das
[8:36] lojas, né? Mas sem sem ouvir.
[8:39] E cara, quando eu comecei a ouvir lá os o singlezão, o
[8:42] popzão, eu sei de oswords até isso eu eu sempre curti, cara,
[8:45] acho que Oo pai das lotes é uma banda que tem 11 bom, gosto
[8:49] gigante nas coisas né? Mas foi daí e cara, sempre,
[8:53] sempre ouvir e curtir demais. Oo dracon né?
[8:56] Já dando 11 Mini spoiler do que veio pela frente, eu troquei
[9:00] OCD, mas eu tinha a minha fitinha cassete gravada, né?
[9:03] Antes de trocar OCD, felizmente eu.
[9:05] Eu gravei, mas não anotei quais eram as faixas, porque eu achei
[9:08] que eu IA comprar rapidão e ficou por aí, né?
[9:12] Coisa boa. É eu.
[9:13] Eu tive o primeiro contato com a banda de tudo no Monster de 95,
[9:18] que o Thiago também estava lá presente.
[9:21] Foi a primeira vez, cara, que eu tive acesso ao pário da slost.
[9:24] Nunca tinha ouvido nada, nenhuma nota, nada.
[9:27] Eu não sabia nem como é que eram os caras, não tinha visto nem
[9:29] foto. Tava lá para ver o show do Ozzy,
[9:32] do Elis Cooper, do megadefe e que era as 3 bandas que eu
[9:35] queria ver mais e o que viesse era louco.
[9:38] Então, quando o pardais Lost entrou no palco, começou a
[9:41] tocar. Eu gostei do show, mas eu não
[9:43] consegui absorver muito da música.
[9:45] Eu lembro que depois não AMTV. Eu não sei se foi a Record, eu
[9:49] não sei qual foi a TV que passou depois um compilado de.
[9:52] A. Gazeta isso a Gazeta passou um
[9:56] compilado de de melhores momentos e.
[9:58] Quando passou do perto da slot a enchentement, que é a primeira
[10:02] música desse álbum, aí que eu consegui prestar atenção nela de
[10:05] fato, cara, eu pirei nessa música.
[10:07] Então, a primeira coisa que eu fiz quando eu pude, uns 2 anos
[10:11] depois do monsters, eu comprei o dracorian times, versão
[10:14] nacional. Eu acho que saiu pela alien
[10:16] records, ali pelo pelo selo deles, cumprei ali na Galeria
[10:19] cara. Ah, essa versão Bruno, que está
[10:21] falando, eu acho que tinha Walker away do cisters, não?
[10:24] Eu acho que era cara. E acho que era Walker away, late
[10:27] waste, master of mister Rolo foram os 3 bônus que saíram
[10:30] nessa versão. E quem lançou foi BMG mesmo aqui
[10:34] no Brasil, od Runner Brasil, que lançou junto em contato com ABMG
[10:39] ariola. É e pra pessoas?
[10:41] No meu caso, casual. Não conhecia a banda, não tinha
[10:45] acesso aos demais álbuns, a banda era.
[10:48] Soava assim, era vendida como uma banda de gótico assim, gótic
[10:52] metal, alguma coisa do tipo assim e só.
[10:55] De cara, muito tempo depois que eu fui ouvir os 2 primeiros
[10:58] álbuns, o losper dies e o e o gotic depois o primeiro, o
[11:04] segundo CD que eu comprei deles foi o single of life.
[11:07] Olha só e curti, cara, eu gosto do álbum, adorei, muito bom,
[11:13] então é isso assim, fã, não. Eu fui só nesse show do monsters
[11:18] há muito tempo atrás, mas eu nunca deixei de ouvir o
[11:21] drecorinne times para mim, sempre foi a grande referência
[11:23] que eu tenho deles em cá, que estamos gravando.
[11:27] Vamos falar então da banda. A gente tinha ali a Epic, o Nick
[11:31] homes no vocal, Gregor Macintosh na guitarra, Aaron aid na
[11:36] guitarra, Steve edmon's edmondson.
[11:40] No baixo e Lee Morris na bateria e como músico convidado, Andrew
[11:45] holdworth o teclado. Alguma coisa que vocês queiram
[11:48] comentar sobre a formação? É, a gente pode dizer que a
[11:51] estreia do Lee Morris, né? E foi a primeira mudança de
[11:54] formação do parada slost, que é e a única mudança de formação
[11:59] que o parada slost tem ao longo da carreira, que é sempre a
[12:01] troca de baterista. Os outros 4 membros, né?
[12:04] O Nick Holmes, o Gregor Macintosh e o Iron AIDS Steve AD
[12:07] monson estão ali desde a formação da banda.
[12:10] São amigos desde o início, né? E esse e o baterista, né?
[12:16] Que era o nome dele agora. Né?
[12:20] Isso, né? Ele era amigão dos caras, né?
[12:23] E eles perceberam que, pro nível que a banda estava crescendo de
[12:26] popularidade, eles precisavam de um baterista melhor.
[12:30] O trazendo pro mundo rock na mesa, né, cara?
[12:34] É engraçado que o li Morris, depois de um tempo saiu da
[12:36] banda, mas ele ele tocou com o tem, né?
[12:43] Como músico de de sessão, acho que é ao vivo aquela banda de de
[12:46] AOA meio prog com o Danny von cara, que é vocalista do
[12:51] taiketo, né? Hoje ele toca na Magnum.
[12:55] E o cara vem de uma escola um pouco diferente, né?
[12:57] Ele é, era um cara que curtia Toto, né?
[13:00] Um cara mais de high jocke findion, não tão do do do metal
[13:03] extremo, né? Bem que o Thiago falou, né?
[13:06] Ele entrando na banda é engraçada, né?
[13:08] Porque ele não conhecia absolutamente nada para dar
[13:10] slot. Antes ele tinha tocado numa
[13:12] banda de metal tradicional da Inglaterra, que chama Marshall
[13:15] lock. É uma banda até legal assim.
[13:17] Quem quiser gosta dessa pegada. E quando a banda estava
[13:21] procurando bateristas, né? Estava entre ele e o Jeff
[13:24] Singer, que depois vai ser baterista do do para dar slot
[13:27] mais pra frente, e ele não conhecia absolutamente nada.
[13:32] Ele precisa pegar OCDS emprestados pra aprender as
[13:34] músicas. E no primeiro ensaio ele tinha
[13:36] marcado as músicas antigas pelo vocal e o Nick Holmes não
[13:40] participou do primeiro ensaio. Ele foi o primeira audiência, o
[13:43] primeiro teste que ele fez. Ele errou tudo porque não tinha
[13:45] ninguém cantando, ele não sabia direito as mudanças de tempo,
[13:49] nada. Mas a banda achou que ele era
[13:51] habilidoso. Bom, eu dei mais uma chance Pra
[13:53] Ele e acabou ficando. E vai ter algumas alterações na
[13:57] sonoridade do disco que a gente vai falar mais pra frente que a
[14:00] entrada dele é pesa. O que os caras zoaram ele, né?
[14:05] Que ele chegou com uma camisa do Napalm, EDF, né?
[14:08] Que não era do da do o que ele realmente curtia.
[14:11] Mas ele era amigo de bar do barney, parece.
[14:14] Isso o barney incentivou ele AA fazer AO teste com com o par da
[14:21] easlotch, né? Que o barney sabia que os caras
[14:23] estavam crescendo e ele foi lá com uma camisa do do Napalm e
[14:26] Def, mas com a manguinha e a golinha cortada, que nem camisa
[14:30] de Glenn, né? Ficaram zuando OOO li com com a
[14:35] vestimenta dele, né? E cara Oo tem uma entrevista,
[14:40] uma entrevista bem recente na decibel megazin, né?
[14:43] Naquela revista de de metal que o Nick Holmes conta que foi uma
[14:47] das coisas mais difícil que ele fez na vida, de chamar Oo
[14:51] matchwarcher pra passear, né? Pra andar de carro lá e falar
[14:55] que ele tava demitido, né? Deve ser um negócio difícil pra
[14:57] caramba pra 11 grupo de amigos próximos.
[15:00] Aí o cara chegar e falar que não tá rolando, né?
[15:04] Mandar embora e é um dos. Da das coisas que ele fala, que
[15:08] foi meio que relevante pro pro disco como um todo.
[15:12] Né? Eles ainda levaram ele pra dar
[15:13] uma volta, cara. Devem ter tomado uma cervejinha,
[15:16] o mosteiro, enfiar dentro do ônibus com um punhado de dólares
[15:19] na volta e tchau. Podia ser pior, né?
[15:24] Sempre pode ser pior. Podia ser pior, mas tem essa
[15:27] pegada, né? Que o para deslaxa.
[15:28] Seus outros 4 estão até hoje, são amigos até hoje, né?
[15:31] Então era o ele, era o quinto, né?
[15:34] Penso isso. Sempre pode ser pior colocar
[15:37] bêbado no ônibus, um fone de ouvido ouvindo San genger, sem
[15:41] nada de dinheiro no bolso? Só só.
[15:46] E um outro ganchinho de leve aí com com o mundo rock na mesa,
[15:50] né, cara? Quem tava tocando com o par das
[15:53] lojas até recentemente é o atual baterista do opper, né?
[15:55] O Walter era baterista de turnê do do par das lojas.
[15:59] Cara, tão todos os entranhados aí, né?
[16:01] Tá tudo amarrado. Tá tudo junto.
[16:05] Sobre a capa, então, o que que vocês acham tua opinião aí,
[16:07] Bruno? Cara, eu adoro essa capa, não
[16:09] entendo exatamente o que está acontecendo, mas é 11 lance bem
[16:15] artístico, né? Cara, você começa a olhar, tem
[16:18] umas borboletas, um Monte de camada, né?
[16:20] É umas cores bem vivas, né? Um vermelhão com com azul, né?
[16:26] Eu achava que tinha borboleta Na Na capa também não, mas olhando
[16:29] aqui, não, não, não. Reparei que não é borboleta, né?
[16:34] Algumas coisas que que acabam ficando meio confusas, mas que é
[16:38] um lance bem artístico, cara, acho que combina pra caramba com
[16:41] com o disco, né? Esse negócio meio meio
[16:44] indecifrável, né? Mas você consegue ver uma imagem
[16:48] dentro do do dessa capa esquisitona, né?
[16:52] Pra mim é é é uma parte importantíssima do do conceito
[16:57] do disco aí, cara, se é que existe um conceito, né?
[17:00] Mas é um negócio que dá 11 desconforto, mas é bonito ao
[17:02] mesmo tempo. É uma capa que ela soturna, sem
[17:05] ser trevosa, né ela? Que é exato, exato.
[17:08] Sabe que é a cara do disco, né? Ele, o disco é gótico, tal, mas
[17:12] pesado metal ele não é aquele disco, apaga a luz e está na
[17:17] Madame satan, né? Agora tem umas coisas também de
[17:19] natureza, Saturno tem uma coisa de natureza morta, tem umas
[17:23] esculturas, né? É meio que trabalha essa coisa
[17:25] de dracon in times, né? Tempos velhos.
[17:30] E com tempos de na arte assim. Mas é legal de ser meio
[17:34] indecifrável. É um negócio que você fica
[17:36] olhando, achando detalhe e sem entender muito bem.
[17:38] Eu gosto muito da capa e acho que transmite com perfeição o
[17:43] que que é o disco, né? Então, dar os créditos.
[17:45] Quem fez a capa é uma artista britânica que chama hollyward
[17:48] Burton e feito em conjunto com uma empresa que chamava stylon
[17:52] rood. Segundo Nick Holmes, eles.
[17:56] E tipo, ele falou mais ou menos o que era o conceito dos que
[18:00] eles estavam pensando do som, e deu as letras Pra Ela e falou,
[18:03] ó, faz aí o que você achar melhor.
[18:05] Eles gostaram tanto que a internamente no encarte eles
[18:09] usam. Eles transmitem esses conceito
[18:11] para as fotos dos músicos. É o eu confesso que eu fiquei
[18:15] pensando depois que eu fiz a tentei, né?
[18:18] Fazer análise das letras, fiquei prestando atenção nas letras,
[18:21] depois eu olhei pra capa, o nome do álbum.
[18:25] Assim, draconian times, né? Que, no caso, as leis de
[18:28] draccon, lá no sexo século, 7 anos de Cristo e que é aquela
[18:33] sinônimo de desumano, né? E excessivamente rígido,
[18:37] drástico, né, que é o que é um draconiano e tal.
[18:40] Daí eu fiquei fazendo parado com as letras, porque as letras eu
[18:43] não sei. Depois a gente vai vai ser
[18:45] curioso na nossa faixa, a faixa, porque acho que cada um de nós
[18:47] deve ter um ponto de vista, né? Porque normalmente as letras
[18:51] ali, elas falam muito de sofrimento, de dor, de sei lá,
[18:56] cara, é, eu não sei Oo se isso tem relação com Oo, dracon ali
[19:01] do do título e tal. E a capa do alma?
[19:04] Ela é linda. A capa do alma, ela é muito
[19:07] bonita essa. Essa parece que ela é pintada
[19:10] assim com é com o pincel, né? Parece uma tela mesmo de um de
[19:14] um quadro, né? Alguma coisa, não é?
[19:16] Tu vê assim que não é uma pintura digitalizada, né?
[19:19] Parece que é uma tela assim, dessa mistura de cores, esse
[19:22] vermelho, esse acho que é carmesin, essa cor aqui, né?
[19:27] Que essa cor que tem do lado da cabeça assim, linda, cara linda.
[19:33] Parece o aqueles monstro lá do lesterwas, não parece?
[19:37] Bruno? Tem que joga o game, né?
[19:39] É, cara, dá pra dá pra eu imaginar 11 pessoa com aquele
[19:44] fumo maluco lá que que vão deixar ela te atacando aí, cara?
[19:49] É legal, as linda, linda capa linda, melhor capa da banda.
[19:53] É a opinião de vocês ou não? Cara, eu gosto muito da capa do
[19:56] pré, da slot. Acho que no meu caso, talvez por
[19:59] causa do apego ao ao ao alma em si.
[20:01] Seja minha favorita assim. Cara, mas eles têm muita capa
[20:04] foda. Eu acho, eu acho que é minha
[20:06] favorita também, mas aí eu nunca parei para fazer essa comparação
[20:09] direto. Analisando, eu acho que sim.
[20:13] Eu acho que na minha opinião é, É Ela, cara.
[20:16] Para mim é uma. É uma capa linda mesmo.
[20:18] Muito bonita mesmo. Vamos então pra sonoridade do
[20:22] álbum. Qual é a opinião de você sobre o
[20:25] som do dracon and times? Começando aí com o Thiago?
[20:28] É como é o primeiro disco, é o match hackers.
[20:30] Você vai perceber que o uma das coisas que o Lee Morris trouxe
[20:34] foi gravar o disco com o metrônomo, que era uma coisa que
[20:37] eles não faziam antes. Então os tempos estão
[20:39] perfeitinhos. E aí tem um groove, que é esse
[20:41] groove meio. Quase tão distante que ele
[20:44] mantém muito bem. E aí ele sendo fã de to tudo,
[20:49] Simon, esqueci o nome do baterista Simon Phillips.
[20:52] Assim ele tenta colocar umas coisinhas ali dele pra dar umas
[20:56] tiradinhas. Mas a solaridade básica do
[20:59] Paradise Lost né? Que é uma guitarra base, fazendo
[21:03] Chang Chang ali, o drag macking tôg que a principal compositor
[21:08] colocando melodias e linkzinhos ali pra colocar.
[21:13] E como se colocando o vocal dele pra colocar bateria, mantendo o
[21:17] tempo, se dando aquela segurada, eu baixo fazendo umas
[21:20] preenchimentos de som, vai ser todos mais ou menos seguindo
[21:23] essa sonoridade básica, que é uma sonoridade que nessa linha
[21:28] menos metálica, menos dum zoom, aí meio no meio termo, entre dum
[21:33] igótico, eles começaram a desenvolver no Akon, que é o
[21:36] disco anterior. É uma sonoridade muito próxima e
[21:39] nesse disco está completamente aperfeiçoada.
[21:41] Dá até para fazer um paralelo assim que o Akon é make Ride the
[21:45] Lightning e o dracon times é Oo mass of puppets deles.
[21:50] Nesse caso, eu não sei se eu prefiro Ride Lightning sobre o
[21:53] mass of puppets, apesar de eu gostar muito dos 2 discos, mas é
[21:57] uma sonoridade que eles aperfeiçoam nesse disco e
[22:00] desencanam a partir do próximo, porque já fizeram o que eles
[22:03] queriam com essa, né? Eu adoro a sonoridade da comne
[22:07] times, eu acho ele forte, eu acho ele.
[22:09] Ele tem uma produção Cristalina, tu ouve o som, os timbres da
[22:13] guitarra, é parece uma muralha sonora, sabe?
[22:17] Os rifes eles têm assim, são cadenciados, às vezes arrastados
[22:23] a tem uma cama de teclados ali um os vocais, os os backings.
[22:28] Assim lembro um pouco, não sei se seria canto gregoriano pra
[22:31] algumas partes, mas eles tentam emular ali um som.
[22:34] De várias, vários vocais e que acho que isso dá uma atmosfera
[22:39] boa assim pro álbum e a produção.
[22:42] Cara, ainda falando ali da timbragem, dos instrumentos, né?
[22:44] Tu falaste ali o Tiago, a batera.
[22:47] Cara, porra, é muito bom porque você ouve bem no detalhe, assim
[22:52] AAA pegada da batera, assim os bumbos.
[22:55] A hora que eles entram assim, eles são bem cirúrgicos, voz
[22:59] muito bem. É equalizado, tudo muito
[23:02] equilibrado, sabe? É uma produção muito boa e eu
[23:05] acho que ele soa a atual até os dias de hoje, 11, álbum de 95,
[23:09] mas que tem uma sonoridade assim muito, muito, muito atual.
[23:12] E assim, em relação aos 2 primeiros álbuns que eu gosto do
[23:19] do segundo, inclusive, acho que o goffic é melhor que o Lost
[23:22] perdais. E aqui pra mim foi um Salto
[23:24] tremendo, cara, foi um Salto tremendo.
[23:26] Eu prefiro o pardais Lost daqui por diante.
[23:29] Tá do que? Os 2 primeiros álbuns.
[23:30] Isso pra mim é o é a fase que eu gosto.
[23:33] Então é isso. Acho que não tem muito mais o
[23:35] que o que falar, não. Vocês adiantaram pra caramba né?
[23:39] Esse Oo perto da eslot um período curtinho né cara?
[23:43] É de 90 para 95. Saiu do dum Def cara Oo,
[23:46] primeiro disco com a sonoridade bem crua.
[23:48] Até tá vendo que eles fizeram a gravação que gravava guitarra
[23:53] limpa e colocava efeito depois os negócios bem bem esquisitões
[23:57] assim. Né?
[23:58] É, foi mudando até chegar no Akon, que é como se fosse um
[24:02] dracon times mais cru mesmo. Eu concordo com o Thiago, cara.
[24:06] O que eles conseguiram fazer foi, não dá pra dizer que é
[24:09] botar o dracon times No No No No molde, né, cara?
[24:12] Porque a banda tem uma identidade super única, mas
[24:15] assim eles refinaram muito o som do do Akon pro pro draconent
[24:20] times, né? Eu vi uma galera falando que era
[24:23] uma como se fosse o Metallica do black album com o Sisters of
[24:27] Mercy, cara, que acho que é uma. É uma referência bem
[24:30] interessante pro pro tipo de som do disco, né?
[24:33] Até porque Oo Nick hons tem umas horas que parece o um James
[24:39] Hetfield da da época do black album assim, né, cara?
[24:42] É, ele tem um AA voz que era o culturalzão puro.
[24:45] Ele foi maturando até chegar nesse nesse vocal que eu acho
[24:49] sensacional, né? É cara, é, é, é redondaço, né?
[24:55] EE assim, dá pra ver que realmente OA entrada do do li
[24:59] fez uma diferença pra banda, né? Apesar deles terem composto o
[25:03] disco com bateria eletrônica, né?
[25:05] Mas já Na Na quando quando o li foi fazer os testes pra
[25:09] participar da banda, já começaram a tocar algumas coisas
[25:11] novas, já começou a ficar 11 som mais, mais interessante, eu
[25:15] acho, né? Deve ter sido bem legal
[25:17] participar de uma sessão. Desse tipo, né?
[25:19] Que você saiu de um baterista que que tinha crescido com a
[25:22] banda, mas que aparentemente tinha chegado num num num
[25:25] patamar máximo dele entrar um cara que que vem numa escola
[25:29] que, pô, o cara curte fios, né? Umas coisas que bateria funk,
[25:33] né, que que a bateria é, é super crítica, né?
[25:36] Eu, eu, cara, eu, eu acho esse Oo som do disco.
[25:40] O William falou muito bem, cara, ele envelheceu muito bem, né?
[25:44] É, não é um som que ficou velho, né cara, não é um som que que
[25:49] que ficou datado, né? E acho legal pensar também que
[25:53] cara, em 95, quando esse disco foi lançado, essa essa linhagem
[25:59] de bandas aí que que meio que nasceu No No dundef, estava indo
[26:03] cada um para um lado, né, cara? Acho que Oo Thiago comentou do
[26:06] gadren, né cara? O gadren em vez daquele hall,
[26:08] esse que é um dundef, também foi para o mandalian já com a em 95,
[26:13] né, com a NEC. O my dinebrid com angeland Dark
[26:17] River também em 95. Cara, o anateman lançou o Silent
[26:20] enigman, né? E aí são os pricevel three lá
[26:22] famosos como uns Pell lançou o Wolf Artem, é muita coisa foda
[26:26] que tava saindo. E são bandas que foram muito
[26:29] Palmeiras também, cara. O arran foi foi em. 94.
[26:35] É bom por ali, né, cara? Essa é era uma época de inovação
[26:39] maluca, né, cara? Assim você pegar essa cena do
[26:41] gótico, mas também sei lá. Olhando pro black metal, né?
[26:44] As bandas de black metal nasceram com aquela aquela
[26:47] linhagem lá EE. As coisas saíram pra pra muito
[26:50] lado diferente, né? É, acho que era uma época de
[26:54] muita criatividade no metal, né, cara?
[26:56] E a pegada do par da slotch aí esse lance de de ser.
[27:01] Que nem tem o Pelé, né? Todo mundo fica procurando o
[27:03] próximo Pelé, o próximo Messi. Rolava o papo do pardais Lost
[27:07] ser o próximo Metallica, né? Do mesmo jeito que o sepulta.
[27:09] A resposta inglesa ao Metallica, eles diziam.
[27:14] É muito doido, né, cara? Assim, parece que Oo.
[27:19] Talvez o gargalo deles tenha sido uma turnê que eles fizeram
[27:22] nos Estados Unidos, lá com o Morgan genger Creator, que foi
[27:24] uma tragédia, né? Que a organização foi ruim.
[27:27] Fizeram tipo show pra 5 pessoas, né?
[27:30] Você pensar que cara 93 essa turnê, né?
[27:34] O mórmon de Angel ainda tava voando, né, cara?
[27:37] É é meio curioso que que tenha andado essa bagunça e o peré das
[27:41] lochas acabou se fechando pro mercado americano, que a gente
[27:43] sabe que é super relevante pra pra qualquer coisa, né?
[27:48] Só isso também, né? Eles tiveram essa turnê.
[27:52] Foi uma turnê com 2 bandas de DF metal.
[27:53] Eles com doom DF, né? Eles eram bem diferentes das
[27:56] outras, então eles não eram bem recebidos pelo público que
[27:58] estava lá para ver. Era, eu acho que era.
[28:02] O be twerry morb changel, né Creator?
[28:06] Aí agora que eles dizem desse disco em específico foi que.
[28:12] O disco que IA sair nos Estados Unidos pela relativity records.
[28:15] Relativity records foi quem lançou várias bandas de death
[28:17] metal em 9394 e às vésperas do disco sair, a relativity mudou,
[28:25] AA presidente da relativity mudou e a relativity começou a
[28:29] pensar em virou uma gravadora de rap e hip hop e demitiram toda a
[28:33] equipe de rock de metal que eles tinham.
[28:36] Então eles não tinham nem assim. Eles não queriam fazer turnê
[28:39] pelos Estados Unidos pela mais experiência, mas eles não tinham
[28:41] ninguém, nenhuma equipe para tentar convencê Los, do
[28:43] contrário, ó, vem tocar aí a gente tenta criar uma ideia e
[28:48] assim, nessa mesma época, tá estourando o taple negativo, né?
[28:51] E era o provavelmente uma turnê taple negativo para dar slot.
[28:54] Colocaria o para dar slot no tamanho que o taple negative
[28:57] conseguiu. Assim IA voar, né?
[29:00] Assim, só fechada a sonoridade, né?
[29:03] Eles dizem que a grande inspiração da produção para eles
[29:05] era o Peter Collins. Eles estavam babando ouvindo o
[29:09] Counter party do rush na época, o Peter Collins, que produziu o
[29:12] 15 like. Eles queriam que o som soasse
[29:14] naquele nível de perfeição. Engraçado.
[29:17] Né? De novo, juntando as pecinhas
[29:19] aqui, né, cara? Emparga couter parts como como
[29:22] referência de som. É muito doido, né?
[29:24] Eu eu até ler isso. Eu não fazia ideia, cara.
[29:28] Mas tu sabe que eu vim do disco? Principalmente as partes de
[29:31] batera, o timbre da batera, algumas viradas.
[29:33] Lembra um pouquinho da das produções ali, da da sonoridade,
[29:36] um pouco desses álbuns aí do Rudy of fire, um pouquinho aí do
[29:41] do Empire. É, eles são a referência deles
[29:44] era o Counter parts por som de bateria.
[29:46] Eles falaram, eles queriam que a bateria só faz com a bateria do
[29:48] new pirat no Counter parts. Assim, tranquilo.
[29:53] Quem não? Quem não consegue, né?
[29:55] Qualquer 12. Bom.
[29:58] Para o faixa, faixa do álbum, a gente vai considerar apenas a
[30:01] versão padrão, porque tem várias bônus.
[30:05] Aí tem edição de 30 anos, o Spotify mesmo, os streamers, aí
[30:08] tem mais de uma versão. A gente vai na padrão mesmo, que
[30:11] vai atender bem a proposta. Então vamos no detalhe do álbum,
[30:14] ver o quanto ele cresce, aí na no nosso conceito e no conceito
[30:20] de vocês, ouvintes aí, enquanto vocês nos acompanham, vamos lá
[30:23] para a primeira faixa, in chantement.
[30:56] Cara, o disco começa bem demais, né?
[30:59] É esse pianinho, quando quando começa já arrepia, né?
[31:02] Cara, eu, eu, diferente do do Tiago, eu fui a um show só do
[31:06] perto da eslot. Quando começou isso aí eu pirei,
[31:10] né? É esse lance de ter um verso com
[31:13] com o Nick contido, cara, aquele riff que não é nada complexo,
[31:17] mas é super efetivo. Eu eu acho sensacional, né, Oo
[31:21] arranjo que que tem a pontezinha instrumental, cara, AA parte c
[31:25] da música, né. Digamos que tem a melodia de
[31:27] guitarra acompanhando a voz, né? Eu eu acho sensacional.
[31:32] É uma música que tem um clima meio solene, né?
[31:35] Não, não, não. Não sei descrever exatamente
[31:38] OOOA sensação que ela me dá, né? Mas é um, é um.
[31:43] Encantamento cara Encantado Por Ela, eu?
[31:46] Fiquei Encantado pela música EE cara da letra, que acho que vai
[31:51] ser divertidíssimo ouvir as opiniões de vocês, as
[31:54] interpretações de vocês, né? O Thiago estava falando essa
[31:56] semana que Oo Nick fala que cara, ele quer encaixar palavra
[32:01] não tem tanto de de de contexto. Então dá umas interpretações
[32:04] muito loucas, né? E aí pra enchenter pra mim é um
[32:08] cara que tá em crise com a fé dele, né?
[32:11] E tá esperando por um sinal ou ou um milagre pra reforçar AA
[32:16] pra reforçar AA fé, né? É um cara que tá tá se sentindo
[32:20] preso e oprimido, esperando um sinalzinho de que vai valer a
[32:23] pena. É logo de cara e sem medo de ser
[32:28] feliz. Aí eu já declaro aqui que essa é
[32:30] a melhor música do disco, é minha favorita.
[32:32] Essa música me pegou, como eu já te disse lá, desde o momento que
[32:35] iniciou aquele show do monsters depois, né?
[32:37] Pela TV, no dia do show, eu não consegui assimilar bem, mas
[32:41] cara, ela, ela é a pesada, mas é arrastada.
[32:45] Tem essa muralha sonora de guitarras que eu citei um
[32:47] pouquinho mais lá atrás, aquele vocal que dá uma atmosfera legal
[32:51] pra música, sabe? Tudo é tudo é muito presente
[32:54] aqui, né? Vocal, batera, tem uma
[32:57] intensidade, uma atmosfera que vicia, cara.
[33:00] Então ela tem tem muita intensidade, cara, e uma
[33:03] atmosfera viciante. Então é pra ficar no repetit,
[33:07] sabe que eu já fiz isso várias vezes?
[33:10] Então assim, ela é muito boa, seja a versão Studio, seja seja
[33:13] a versão ao vivo e a letra. Eu confesso que eu fiz um
[33:17] esforço para tentar entender. Cara, eu vou confessar para
[33:19] vocês que as letras desse álbum são mais difíceis de compreender
[33:23] que as do opper qualquer disco, porque aqui é aquela coisa, tu
[33:27] fica tentando. Encontrar um significado e não
[33:31] sai aí tu tem que ler, ler, ler e o que ficou pra mim é um pouco
[33:36] parecido contigo. Bruno, que é é uma imersão
[33:39] depressiva, sabe que a pessoa ela embarca, então ela fica
[33:42] nesse estado de sofrimento, mas ao mesmo tempo ela tenta
[33:45] encontrar forças pra atravessar e é o que me parece só pra
[33:49] terminar aqui, antes de passar pro Thiago, o destaque pra mim é
[33:52] o minuto final da música. Por mim cara, esse instrumental
[33:55] podia se estender por 3 minutos. Fácil, muito bom.
[33:59] Falou 10 horas antes, Hein, cara?
[34:00] No grupo, você falou 10 horas. Aí eu.
[34:02] Concordo. É exagero, né?
[34:04] 3 minutos tá bom, mas 10 horas tá muito bom também.
[34:06] Acho que eu vou fazer uma edição dela, uma versão de 10 minutos
[34:09] aí. Mete no YouTube aí.
[34:11] É, vai ficando climinha, né? Nesse final eles vão mantendo a
[34:15] atmosfera total que eu falei, né, né?
[34:17] Clima de Madame Satã. Mas às vezes até vai, né?
[34:20] Assim que tem esse clima trevosão dela.
[34:22] Mas o que é legal disso que ela? Por mais que a tela é muito
[34:25] controlada. E aí a gente vai falar da do
[34:27] lenoris, né? O lenoris, ele mantém o tempo
[34:29] dela. Ela tem um tempo que vai te
[34:31] carregando mais que ela vá apenas quebradas dinâmica, a
[34:35] bateria vai levando e vai levar e te levando e vai te levando
[34:37] mantendo Oo lenoris. Até dá umas quebradinhas nas
[34:41] coisas, mas o tempo tá ali sempre.
[34:43] Isso dá uma sensação meio de. Conforto nesse clima desgraçado
[34:49] que ela vai se criando assim, acho que é é uma das coisas que
[34:53] meio que define ela para mim. Então é é uma das melhores
[34:56] músicas do disco, uma das melhores músicas do para dar
[34:58] slost de fato assim e da letra. Acho que vocês colocaram essa.
[35:03] A sensação que eu tenho assim que eu vi do Nick homem falando
[35:06] é que normalmente ele cria versos que soam legais e aí ele
[35:11] vê se encaixa numa parte dum instrumental que faça sentido e.
[35:16] Normalmente, não precisa, ele não começa, ele não cria uma
[35:18] letra com início, meio e fim. Ele vai juntando esses versos ao
[35:21] longo das músicas, desde que não soem muito contraditórios entre
[35:25] si ou que não soem não encaixem do instrumental.
[35:29] Então normalmente pra mim, quando eu tento aqui, que é o
[35:32] tipo de sensação que essa letra me passa, essa letra passa uma
[35:35] sensação muito de alguém perdido, de alguém que não sabe
[35:38] muito bem se é a fé ou qual que é a situação, mas que alguém que
[35:41] tá. Tentando sem saber como que lida
[35:44] com seus próprios problemas. Assim é essa sensação.
[35:47] Quando eu vejo isso, a letra me passa muito isso assim.
[35:51] Mas eu não consigo dizer exatamente o que que ele tá
[35:53] pensando, o que que ele quis dizer com isso?
[35:56] Não sei se ele quis dizer alguma coisa com isso além disso
[35:59] também. É talvez quem ouve esse álbum,
[36:03] procura por significado nas letras.
[36:05] Será que tem alguém que ouve, sei lá, essa música?
[36:08] Ela diz muito para mim. Ela.
[36:10] Conversa comigo ou busca pela pelo instrumental, pela viagem?
[36:14] Eu acho que vai pela atmosfera, né?
[36:16] Você vai sendo capturado por aquilo.
[36:17] Às vezes você vai encontrar alguma frase ou outra que você
[36:19] goste, né? E significa alguma coisa para
[36:22] você. Mas eu acho que você tentar
[36:24] procurar início, meio e fim nas letras vai ser meio difícil
[36:27] nessa, nesse disco aí no parada slot em geral.
[36:30] É, eles até citam o Sisters como influência, né?
[36:33] Acho que quem ouve Sisters também não busca a letra não.
[36:35] Tipo, imagina, né? É cara?
[36:46] Eu antes desse mundo de podcast, Ah, não, não ligava muito pra
[36:51] letra, então pra mim é novidade aqui.
[36:52] Eu tô quase começando a me divertir tentando entender o
[36:56] significado das coisas aí, principalmente essa aí que é
[36:58] ultra abstrata, né? Talvez não tenha nem significado
[37:01] pro. Para o autor, mas eu estou me
[37:03] divertindo, tentando entender que que que que pode significar
[37:06] aí. O rock na mesa desgraçou a vida
[37:08] do Bruno. Uma lição o.
[37:12] Encarte tem uma nova função para ele agora.
[37:15] É, não é só olhar a fotinha e ver agradecimento, né, cara?
[37:19] Quando ele chegou, ele falou, Ah, eu não ligo muito para
[37:21] letra, eu só gosto de instrumental.
[37:22] Não, para mim, a letra ela não não é necessária para
[37:25] experiência do disco. Está aí agora.
[37:27] Isso é dedicação, cara. Tem que tem que estudar direito
[37:30] para gravar esse negócio aqui, tá vendo?
[37:32] É aqui é trabalho, meu filho. É não remunerados, estou.
[37:36] Ganhando para isso? Vamos lá para a segunda faixa,
[37:44] então, hello Land. É que nessa primeira tem aquele
[38:22] clima mais. Sou turno introspectivo.
[38:24] Essa aqui já abre, né? E já vai pegar uma pegada mais
[38:27] rápida assim. Uma pegada, vou dizer, mais
[38:30] pesada, porque a primeira música é pesada para caramba, mas mais
[38:33] metálica assim por dizer, né? Assim, eu acho que tem uma
[38:37] quebradinha de teclado, uma quebrada de tecladinho ali
[38:40] depois do verso que linda e muda o clima dela.
[38:43] E assim, dinâmica, né? O Bruno gosta de falar, dinâmica
[38:47] é essa pra mim, acho que é a aula de dinâmica, é essa música
[38:49] em ser especial pra mim é aula de dinâmica do disco.
[38:52] Eu acho que essa é a minha música favorita do disco assim e
[38:54] assim uma das minhas favoritas do para dais Lost, sim, como que
[38:58] ela vai pegando, ela vai levando, mudando os tempos dela
[39:01] pra ir levando e aí vai chegar no refrão ali e depois a hora
[39:05] que pega a velocidade de novo e volta pra acelerar e volta pra
[39:09] ficar. 11 outra cadência. Gosto pra caramba, né?
[39:12] Quase como se fosse uma tentativa do paradaise Lost,
[39:16] escreveu uma música a lá Power metal.
[39:18] Assim, né? Mas essa não sei se exatamente
[39:22] isso agora também. A letra em si me dá uma sensação
[39:26] de ser alguma coisa, ser uma pessoa exausta em busca dessa
[39:28] Terra sagrada, alguma fugir de decepção ou achar algum
[39:32] propósito, se tem algo muito além disso.
[39:36] Cara, eu? Concordo contigo, Thiago do
[39:39] pianinho. Cara, esse pianinho que vem
[39:42] antes do do refrão, né? Que baixa a música, né?
[39:46] Ela tá intensa, né? Ela já é mais intensa do que a
[39:48] enchentement de de tempo, né? De de de pegada.
[39:52] Assim ela dá uma baixada, dá uma murchada com o pianinho, o Nick
[39:55] cantando mansinho e aí vem o refrão de novo com o Nick James
[39:59] redfield cantando cara, eu eu acho foda, eu acho foda demais,
[40:03] cara OOO. Eu gosto mais da melodia de voz
[40:07] do Nick nessa música, né? É?
[40:09] EE, acho que talvez vindo depois da enchentemente, essa música
[40:13] ainda ganhe mais força, né? É esse começo do disco, pra mim
[40:17] é um encadeamento de de de músicas Na Na sequência
[40:20] perfeita, cara, é a primeira metade do disco, é, é é uma
[40:25] sequência assim, não, não só porque são músicas fodas, mas
[40:29] AAA ordem dela está sensacional aqui, né?
[40:33] E da letra cara parecido com você, mas acho que indo um
[40:37] pouquinho só, mais mergulhando na minha maluquice aqui eu
[40:41] entendi como um músico em crise, cara assim, pensando o cara que
[40:45] tá entre turnê EE tá num num dilema, né?
[40:48] Daquele o lance do excesso na estrada, do do excesso de
[40:52] cansaço. O cara tá exausto do destruído,
[40:55] mas ele não quer parar porque é OOOO que faz a vida dele, né?
[40:59] Caminhar. E assim a hello Land seria o
[41:03] palco, né? Seria onde o cara tá Na Na no
[41:06] lugar que vale a pena pra vida dele, né?
[41:09] Só que terminando com o lance meio soturno que seria que tipo
[41:13] AA fama é finita, né? É pro próprio pra dar is Lost.
[41:17] Nesse disco eles chegaram num num ápice que nunca mais
[41:20] atingiram depois, né? Esse lance de de resposta
[41:24] inglesa ao Metallica acabou por ali, né?
[41:27] Eles tiveram muito sucesso comercial ainda, mas.
[41:30] Headline de festival e tal. Acho que talvez tenha sido OOO
[41:34] ápice deles aqui é, mas é que assim eu não sei se não é minha
[41:37] favorita, cara, é, eu hesito em falar, entre em chat, nem
[41:40] telloine mais uma pra frente aí. Mas é uma obra prima também.
[41:44] É minha segunda favorita do disco, viu?
[41:47] Eu acho essa música viciante, cara.
[41:50] Tem um peso assim, que é o típico peso que eu gosto, uma
[41:53] constância, uma pegada. Tem aqueles Pequenos Detalhes
[41:56] ali que fazem muita diferença. O Thiago foi bem feliz ali na em
[42:00] notar os teclados que para mim ali antes da ponte, sabe?
[42:04] Aquilo ali ele ele chama atenção, não tem como tu
[42:06] ignorar, para mim acaba sendo a cerejinha do bolo, sabe?
[42:09] Então assim, seja o timbre das guitarras, as harmonias, sabe
[42:13] uma música que cresce aos ouvidos, cara perfeita e a
[42:17] letra. Depois dessa análise do Bruno,
[42:19] aí eu fico até com vergonha de falar, mas para mim ela parece
[42:23] que tem um viés religioso, cara, parece uma pessoa questionando a
[42:26] fé da outra e para onde ela vai levar.
[42:29] É isso, simples assim. Talvez o nome, né?
[42:31] Hello lands, né? Tipo, pra onde ela vai levar,
[42:34] né? Santificada Terra santificada
[42:37] acho que é terceira faixa, the last time.
[43:07] Cara, essa aqui é a minha terceira música favorita do
[43:10] disco. E a letra dela?
[43:12] Ela parece falar de pessoa. Com vários problemas nas na
[43:15] frente, EE pensa em desistir. Eu não sei se fala de
[43:19] relacionamento, mas parece que fala sobre insistir, mas de dar
[43:22] uma última chance e seguir adiante.
[43:25] E a música, cara, porra, puta música para subir álbum peso na
[43:29] medida é música para show, sabe? Os riffs são certeiros,
[43:33] empolgam, grudam na cabeça, sai cantando cara, é uma ótima
[43:38] música. Terceira favorita, Hein?
[43:40] Já tá uma boa sequência aqui. Ladeira baixo então, cara, não.
[43:45] Só tá piorando o disco do cara, né?
[43:48] Não é legal? Não nego, vamos ter momentos um
[43:53] pouco, mas deixa ela pra frente. Vamos lá.
[43:56] Né? Eu acho que é legal que ela
[43:58] começa crescendo, né? E aí ela pega o ritmo que essa
[44:03] aí, talvez a música mais Sisters of murcy encontra a metálica do
[44:06] disco, né? Pega clássicas.
[44:09] Acho legal que nos versos o le Morris vai levando numa levada
[44:13] meio tribal de tons ali para chegar levando ali, enquanto o
[44:17] baixão fica instalando no fundo. Eu acho bem legal isso daí.
[44:21] E ela vai crescendo, crescendo, pintando o refrão e o refrão,
[44:23] com aquele refrão repetitivo e Bora e repete, acho que 12 vezes
[44:28] o head beaching ali cada vez, cada vez que ele cai, fala o
[44:31] refrão e mas é uma sensação de desafogo.
[44:33] E é o head micro de coração batendo, né?
[44:35] Então é repetitivo mesmo, tem que ser pela letra.
[44:38] E assim acho que com outro destaque daqui é o solinho do
[44:41] Greg macinto. Acha pequenininho, curtinho,
[44:44] perfeito, antes de dar a quebradinha e voltar para o
[44:48] refrão de novo e entregar o refrão como sensação de
[44:51] libertação. Assim, né?
[44:53] A letra em si é 11 letra que também me passa uma sensação
[44:57] meio de angústia, meio de desespero, né?
[44:59] Assim, não sei exatamente o que ele quer dizer, mas aí tem 1
[45:02] hora que ele fala, né? O que que eu posso atingir
[45:04] quando enquanto você rouboar que eu respiro, né?
[45:08] É exatamente do que que ele tá falando nessa hora.
[45:09] Essa é uma relacionamento que deu errado, mas assim que a
[45:14] grande sensação é que ele tá sentindo o coração dele bater
[45:17] como se estivesse batendo pela última vez, né?
[45:19] Isso vai ser suicídio ou não, mas vamos ver.
[45:23] É cara, é eu pra mim. Acho que essa é a música que
[45:26] mais tem essa pegada do de gótico.
[45:29] Cara, né? Que é esse lance da repetição,
[45:31] né? O Thiago falou do refrão, mas
[45:33] assim é, é a música. Ela tem 11.
[45:37] Um lance de tensão e de de relaxamento, né, que é pensando
[45:42] na em composição mesmo, né, cara, a música ela vai ficando
[45:44] tensa, vai ficando tensa, EE relaxando, acho uma baita de uma
[45:50] de 11 faixa também, cara na letra.
[45:52] Eu não consegui chegar a conclusão nenhuma, cara, fora
[45:55] pessoa sofrendo, né? Perto das lojas que a gente
[45:57] sofrendo, só fui até aí mesmo, é só, cara, tem uma coisa que eu
[46:02] acho engraçado, né, de, de pensando em pronúncia, né?
[46:06] Não que eu seja um. Um linguista, mas assim tem.
[46:09] Tem algumas coisas. Nessa faixa, o que mais me me
[46:11] chama atenção é um Crew miss for thun, né?
[46:14] Umas umas coisa de pronúncia que acho que se não fosse o inglês,
[46:19] ele seria julgado, né? Mas como é o inglês fazendo uma
[46:22] pronúncia esquisita da palavra? O negócio segue, né?
[46:25] Sem querer, talvez soe meio. Do norte da Inglaterra, né?
[46:29] Então talvez seja uma pronúncia meio bizarra deles mesmo de lá.
[46:33] Mas acho também que foi uma tentativa de encaixar a métrica
[46:37] que não está encaixando, né? Ficou um negócio esquisito ali,
[46:40] cara. Mas é eu completo, cara.
[46:42] É, é. A gente aceita, né, cara?
[46:45] É. Está aprendendo a falar inglês.
[46:47] O cara, né? Se fosse banda brasileira, IA
[46:49] falar é esses caras. Não sabe falar inglês, né?
[46:51] Exatamente em inglês e licença poética é exatamente.
[46:56] Quarta faixa, Forever failer. Understand proceater, understand
[47:01] War, understand roes and regalition.
[47:05] I understand. Sorry.
[47:23] Bruno, deixa eu te fazer uma pergunta, você, você é para
[47:28] sempre? Eu perdi o propósito, cara.
[47:35] Cara, essa essa faixa para mim é um negócio maluco.
[47:38] Assim foi a primeira música que me pegou de de jeito no disco.
[47:42] É minha favorita, cara do do par das Lost, talvez do metal
[47:46] gótico. Sei lá, eu tenho a fascinação
[47:48] gigantesca por essa música, eu desde do do da introdução, que é
[47:54] Oo. Charles Manson, né?
[47:56] Falando lá, eu entendo procedimentos, entendo guerra,
[48:00] regras e regulações. Mas não entendo perdão assim, eu
[48:03] ouvi isso aí, cara, moleque, e esse treco ficou na minha
[48:07] cabeça. Eu ficava pensando sobre isso,
[48:09] não sabia que era o Charles Manson.
[48:10] Eu fui descobrir bem depois, né? É uma música que é bem soturna,
[48:15] cara, essa música é bem doom, né?
[48:16] Arrastadona, cara, umas melodias legais demais, né, eu acho.
[48:21] AAAA ponte lá, cara, que ele fala are you Forever, né?
[48:25] Você é pra sempre. Essas coisas me deixaram muito.
[48:28] Muito fascinada, né? Eu acho essa música uma obra
[48:31] prima, assim, é fácil, fácil, fácil.
[48:33] É a melhor do disco, melhor da banda e provavelmente a melhor
[48:36] do do metal gótico. Cara, né?
[48:39] As melodias, cara, a guitarra limpa que tem no refrão, acho
[48:43] uma voz do do Nick, tá mais angustiada, não sei ela, ela me
[48:47] pega muito, muito, muito, acho muito foda e cara, não, não sei
[48:52] do que que a letra fala, né? Mas é uma letra que também é
[48:54] sombria pra caramba. Né?
[48:56] O cara falando pô, você, você, você sente rejeição, falta de
[49:00] motivação e a Felicidade que você precisa é restrita e
[49:04] atrasada, né? Um negócio bem pra baixo, cara,
[49:07] né? Eu perdi o propósito numa vida
[49:10] passiva, umas coisas que são é que assim, independente do que
[49:14] for, é é Sombrio. EE depressivo pra caramba, né?
[49:18] Mas eu acho essa cara, esse essa música é uma obra prima, merece
[49:21] um. Uma medalha de ouro em qualquer
[49:24] coisa. E o mais engraçado é que assim a
[49:27] gente ouve pra caramba, pelo menos eu escuto pra caramba.
[49:30] OCD, né? Enquanto estou me preparando pro
[49:33] pro podcast, é uma música que a Ju, a minha esposa, odiou.
[49:37] Ela reclama, cara, quando eu se eu boto pra tocar a música, ela
[49:41] pede pra tirar. Não sei se é pelo peso que ela
[49:44] tem de de de de ser sombria do que que é, mas ela odiou, né?
[49:50] Um negócio bem curioso. Esse é o paradais Lost fazendo
[49:55] menção ao seu passado. Eu diria assim, né?
[49:57] Ela volta pro dumzão assim não chega a ser dum Def, obviamente,
[50:02] mas aí é o parada. Slot mais arrastado, mais
[50:06] triste, né? Por questão dessa pegada
[50:08] melancólica de dum ali essa começa com o Nick cantando em
[50:13] cima e a guitarrinha do Greg já meio que chorando embaixo dele
[50:17] cantando. Se estou meio de agonia, né?
[50:20] Que nem como se tem que o Bruno até colocou ali, acho levado a
[50:25] dunda ela só no final dela, é muito bonito também, acho que
[50:28] ela termina muito bem. A música é uma das minhas
[50:31] favoritas do disco, talvez minha segunda favorita do disco.
[50:33] Ali está o hello and como minha favorita e assim acho que é uma
[50:42] sensação bonita. Já falou bastante dela a letra.
[50:44] Alguma coisa sobre também, sensação de algo de resignação
[50:48] sobre a vida não tem sentido, né?
[50:49] Tem 1 hora que ele fala assim, high times, high, cor, ragers,
[50:52] vão ser tipo. Os tempos certos são de coragem,
[50:54] mas na verdade eles não tem propósito nenhum.
[50:57] Não serve pra nada, né? Então não é um letra meio de
[51:01] resignação na vida, mas é sensacional também.
[51:05] É o que fica, o que que eu tentei?
[51:09] Traçar como paralelo, enquanto eu ouvia a música e sabendo da
[51:13] questão lá da intro do Charles Manson e depois AA letra é ver
[51:18] se tinha algum paralelo entre ele com o propósito da música.
[51:21] Porque a gente já sabe que esse disco não é conceitual, mas eu
[51:24] queria entender se tinha alguma relação.
[51:27] Eu acho que essa letra, ela fala sobre uma pessoa que é, se sente
[51:32] vazio por dentro, sem propósito nenhum, sem motivação.
[51:36] Se sente rejeitada, tem ali uma palavra que ela usa, pálida, não
[51:40] sabe o que significa perdão. Pode ser uma pessoa sem alma,
[51:43] sem qualquer sentimento, um psicopata talvez, sabe?
[51:46] Então talvez esteja morando aí a relação com o Charles Manson.
[51:50] EE ao mesmo tempo também ela parece que que é como se fosse
[51:55] 111 assassino olhando no espelho, sabe como se ele
[51:58] tivesse se auto analisando, me julguem, discordem.
[52:02] E o solo aos 3 minutos e 29, é lindo.
[52:07] É um momento digno de nota do disco, que essa música te
[52:10] entregue, é mais cara, dessa atmosfera densa, viajante,
[52:14] viciante, te prende de um jeito cara e passa tão rápido quando
[52:18] você vê, ó, terminou muito boa. Música excelente.
[52:23] Não é minha preferida do disco, mas cara sensacional.
[52:27] Ainda está ladeira abaixo do? Não estamos bem, estamos bem,
[52:31] estamos bem, estamos muito. Bem, bem engraçado que essa essa
[52:35] gravação do Charles Manson deu problema para os caras, né?
[52:38] Parece que eles têm que pagar o realty para as vítimas do
[52:40] Charles Manson. É 12 erros, né?
[52:43] Só a curiosidade aí. E pagam, viu?
[52:46] Eles acreditam tanto No No que eles teriam opção de tirar, né?
[52:51] Porque pelo que eu li, porque pelo que eu li, isso estava
[52:55] decidido. Antes deles lançarem o disco,
[52:56] eles podiam simplesmente ter tirado isso fora e não ter pago
[53:00] nada. E eles deixaram isso aí no
[53:02] disco, doideira, cara, será que a gente vai ter que pagar
[53:05] também, cara, quando eu lançar esse episódio no ar e colocar
[53:08] essa fala dele? Vai direto para o youge, spill,
[53:11] flustration e tá tudo. Certo.
[53:13] É, acho que é melhor. Pô, que sacanagem.
[53:17] Fala aí, Bruno. Faz aí a pra eu colocar lá.
[53:20] Understand proceeger, understand War, understand brows and
[53:24] regalitions i understand, sorry. É isso, é isso que eu vou
[53:28] colocar. Quinta faixa one, solem.
[53:52] Aí é a gente acelera de novo, né?
[53:54] Depois de ter uma música arrastadona, vamos para pegar a
[53:57] velocidade, pegar pancada. Já é legal que quando você está
[54:01] ouvindo o disco, mal termina o solo da forver faller ela já
[54:04] para, já entra rapidão, né? Um solo e já passou uma
[54:09] pancadaria no disco. De novo, o le Mauri chega até a
[54:12] dar umas cavalgadinhas de vez em quando, ali na levada.
[54:16] Certo das músicas mais rápidas do Paradise loch, mas também
[54:19] assim, eu gosto dela, mas não é uma das minhas músicas favoritas
[54:22] do disco, não. Assim, a letra em si é, acho que
[54:26] é uma letra que fala sobre mudança de perspectiva, né?
[54:28] O que antes era solene, o que antes era sagrado, as coisas que
[54:31] vão mudar assim. E o que causa essa mudança de
[54:36] perspectiva? Eu não sei se é uma mudança pro
[54:38] bem ou pro mal, né? E aí tem uma frase da letra que
[54:42] eu gosto, que que eu. Me chamo atenção que é.
[54:44] Eu estou aprendendo os altos e baixos de ter pânico dentro de
[54:48] mim assim, né? De estar em pânico.
[54:51] Mas será música rapidão a 3 minutos, passa rápido.
[54:54] Serve para tirar o disco do poço que ele se enfiou na Forever
[54:59] failing. É, é a mais curtinha do disco
[55:02] mesmo, né? Que o Thiago falou, cara, você
[55:03] tá saindo do do do fundo do poço da Forever fairy.
[55:06] Vem uma música que assim pensando no, no, na, no
[55:10] histórico do do Greg ela. Tem uma pegada de punk né cara
[55:14] que que vem ali com um riff mais simples né?
[55:18] E mas assim pra mim nessa música, por incrível que pareça
[55:21] Oo li que brilha cara a bateria dela ela o groove principal é
[55:26] com o bumbo no contratempo, né? Um negócio meio tortinho, cara,
[55:30] eu a cavalgadinha que que ele faz no final do do refrão?
[55:34] Eu acho legal demais, cara, é. Acho que OOOO talvez Oo grande
[55:39] ponto da dessa música seja a bateria.
[55:41] A primeira coisa que chamou atenção, né?
[55:43] E cara, Oo Nick, né, essa música também tá cantando demais, cara,
[55:47] as melodias que ele que ele montou, cara, né, assim que são
[55:51] em cima de um riff que é simples, que é quase punk, e o
[55:54] cara faz umas melodias que são mais, não dá pra dizer complexa,
[55:58] né? Mas assim que são com com
[56:00] bastante variação, cara, eu gosto demais desse cara e.
[56:05] Cara, a minha leitura da letra é um pouco Na Na linha da tua,
[56:08] Thiago, que tem, mas assim eu eu entendi como o vício, né, que no
[56:12] começo é um negócio que é glamoroso e com o tempo vai
[56:15] perdendo OOA, estribeira, né assim, então No No começo é um
[56:21] negócio que é solene, o cara tem o ritual dele, né, que vai fazer
[56:25] as coisas dele lá, cada um faz o que que é da vida, mas depois de
[56:29] um tempo perde tudo todo, todo o rumo, né cara?
[56:32] Vira 111 vício. De uma cabeça de viciado que o
[56:36] cara só precisa ter OOO raio dele lá, né?
[56:39] Só precisa dar, dar Oo usar o que ele quer usar EE saciar o
[56:45] vício dele. Tenso também, cara.
[56:47] Essa aqui é bem mais rápida. Ela tem uma marcação
[56:51] interessante, é uma levada bem trash.
[56:54] Eu achei. Não sei se vocês fizeram essa,
[56:56] essa relação, mas ela é Moderna, cara, pra época, né?
[57:00] Vamos considerar assim. EE sobre a letra, eu, eu já.
[57:04] Achei algo diferente aqui, parece que alguém que está
[57:07] diante de de algo sagrado, de alguém sagrado, cuja presença
[57:11] deixa a pessoa sem palavras, sabe eletrizado assim ele não
[57:15] consegue descrever. É isso?
[57:18] Pode ser, pode ser também. E é uma ótima pedida se você
[57:22] quer uma música pesada, rápida e agitada e principalmente nesse
[57:26] disco aqui que por melhor que sejam as músicas mais lentas e
[57:29] atmosféricas, né? Então é, mas seria muito
[57:32] arriscado pra banda ter somente essa sonoridade.
[57:35] Às vezes eu fiquei pensando assim, pô, se a banda tivesse
[57:38] tentado fazer assim, Ah, eu vou fazer todas as músicas soarem,
[57:41] como inchantements e o hello Land assim, será que que IA
[57:45] ficar bom? Será que não IA chegar um
[57:46] momento assim que a gente IA achar assim, Ah, isso aqui é
[57:48] muito mais do mesmo, ou isso já enjoou?
[57:51] Mas eu acho que não. Então essa mistura equilibra um
[57:53] pouco, tá? Então é isso.
[57:55] Acho que essa música ela agrega para o álbum nesse sentido,
[57:58] sabe? Então essa essa alternância de
[58:00] ritmos aí entre músicas melancólicas, atmosféricas e
[58:03] tal, com essas mais pesadas, é bem-vindo.
[58:37] Sexta faixa, Sharon Kings. É uma música já baixa de novo.
[58:42] OOO tempo, né, cara? É mais daquela de me dá vontade
[58:46] de bater a cabeça, né, cara? E o que me chama atenção sempre
[58:49] nessa música, assim, o que carrega ela para mim é a melodia
[58:53] do Nick, né? Que ela tem um lance mais alto,
[58:57] né? Ele cantando mais agudo para um
[58:59] Nick cons, né, para um pro pardais longe, que baixa um
[59:02] pouquinho, né, é 11. Uma pegadinha gótica também.
[59:07] Umas uns efeitos de voz, cara No No refrão, né?
[59:11] Tem um que acho que talvez seja influência um pouco do que a
[59:15] gente falou mais cedo do Empire, né?
[59:17] Assim tem tem bastante. É formas de de de gerar a voz do
[59:25] do do Nick Holmes aqui, né, cara?
[59:27] É Ela. Assim, depois de 5 faixas que eu
[59:32] acho fenomenais, ela baixou um pouquinho aqui.
[59:34] Para mim, ela já não está no patamar da das 5 primeiras.
[59:38] Mas, cara, dentro desse disco, isso ainda é maior do que muita
[59:41] discografia de banda aí, né? É.
[59:44] E da letra, cara. Essa letra aqui para mim é um
[59:48] pouco de. As figuras ocultas que controlam
[59:52] o mundo, né? O shadowk seriam as pessoas que
[59:56] estão controlando a cabeça das pessoas hoje dá para falar que é
[59:58] o Facebook da vida até, né? Um assim, as pessoas que que não
[1:00:04] tem a chance de decidir o que que é certo e o que é errado.
[1:00:06] Isso aí vem de fora para elas, né?
[1:00:08] Elas são orientadas implicitamente como é que se
[1:00:11] comporta, né? O que que elas devem idolatrar e
[1:00:14] o que que já já. Passou o tempo, né?
[1:00:17] São os pode ser a mídia, o que quiser aí, mas são os poderes
[1:00:20] ocultos do mundo. Ô louco, heim, se puxou, né
[1:00:23] assim, Bruno? Eu tive uma sensação direita
[1:00:25] parecida também com isso, essa sensação de entidades
[1:00:29] controladoras. Até uma frase dele assim, é
[1:00:32] verdade que suspeitas falsas estão espalhando como se fosse
[1:00:39] uma doença? Fala isso talvez.
[1:00:42] Você pode até associar como fake news, né?
[1:00:46] Assim, agora acho assim a letra bem na linha do que o Bruno
[1:00:50] falou assim da música. E eu acho que para quem quer
[1:00:53] entender o que que é o paradais Lost, essa é uma letra meio, é
[1:00:56] uma música meio paradais Lost by the numbers, assim, bem estilo
[1:01:00] do parada Lost, você consegue perceber Oo aeron Edge segurando
[1:01:04] o revisão marcadão, enquanto Greg coloca os linkzinho
[1:01:07] melódico para complementar a melodia, e aí o nikon
[1:01:11] descarregando a melodia do vocal junto ali.
[1:01:14] Embaixo do Steve de mão são só preenchendo mesmo, fazendo uns
[1:01:18] barulhos meio preenchendo ali a partir da marcadona da música.
[1:01:22] Assim também eu concordo assim, eu acho.
[1:01:24] Para mim, já que o disco já começa assim, eu acho que a on
[1:01:26] solan. Ela é empolgante, mas eu já acho
[1:01:28] que ela é empolgante num nível que está abaixo das 4 primeiras.
[1:01:32] É a caixa do que desbacha um pouco também não acho ela nada
[1:01:35] memorável. Então, aqui sobre a letra, ela
[1:01:39] parece falar sobre uma pessoa confusa, sabe que ouve vozes o
[1:01:42] tempo todo. Diz a ele o que é certo, o que é
[1:01:45] errado, mas encoraja a loucura e dão as boas vindas a algo
[1:01:49] impuro. Foi isso que eu entendi e essa
[1:01:52] faixa aqui, cara, tem um q na sonoridade dela que me lembra um
[1:01:55] pouco, system of Mercy. É exatamente aqui que eu
[1:01:58] encontrei mais latente essa influência, obviamente, né, que
[1:02:02] é mais pesado, né? Mas é muito boa, cara, tem um
[1:02:05] refrão gostoso de ouvir, um encerramento digno de nota, ó o
[1:02:08] último minuto dela, para mim é tão viciante ouvir como foi a
[1:02:11] inchantement. Eu ficaria uns 3 minutos
[1:02:14] tranquilo ouvindo ela aqui, cara, eu gostei dessa faixa.
[1:02:17] Jamais vou dizer que é ruim, cara, só que a barra estava alta
[1:02:20] demais quando chegou nela, né? Na minha barra ainda aqui está
[1:02:24] alta, ela vai baixar um pouquinho, um pouquinho.
[1:02:27] Rapaz. Sétima faixa é lease o cure.
[1:03:00] Cara, essa ela. O Thiago estava falando do do do
[1:03:04] Greg macintosk, que faz as melodias, né?
[1:03:06] Ela já começa com uma melodiazinha.
[1:03:09] Bem interessante guitarra com o baixão segurando, né?
[1:03:13] É, e as melodias sempre com aquela pegada melancólica.
[1:03:16] É que eu curto demais, né? Eu, eu acho a cadência do verso
[1:03:21] meio esquisita, cara pro pro pior da slot, né?
[1:03:25] Tem 11, eu não sei nem explicar o que que é, cara, mas tem 11,
[1:03:31] é, é cadência mesmo, né? A forma como o Nick canta é
[1:03:34] estranha, mas não estranho. Ruim, né?
[1:03:36] É só um negócio que eu não esperaria.
[1:03:38] Assim, tentando olhar friamente pro disco, ouvindo aqui do do
[1:03:41] perto das lojas, né, mas que de qualquer jeito vai acompanhando
[1:03:44] a música, né? Ela vai meio que crescendo e
[1:03:48] antes do refrão tem 11, tem a produção da da introdução, né?
[1:03:54] Ela meio que volta pra entra e vai pro refrão.
[1:03:57] Eu gosto bastante também, cara, é, mas eu gosto no nível da
[1:04:01] Shadow Kings e não da das primeiras 45 faixas do do disco,
[1:04:05] né? É uma.
[1:04:07] É uma música mais interessante do que eu realmente curto, né?
[1:04:10] E essa aí, cara, é essa aí que fez eu mandar mensagem pro
[1:04:13] William e pro Thiago quando a gente tá, quando tava ouvindo
[1:04:16] aqui tentando entender as letras, cara, porque assim, o
[1:04:19] que me pegou nela, né? Que é, é como se fosse uma
[1:04:22] pessoa que tem o poder de cura, mas que tá lucrando em cima
[1:04:27] disso, né, que assim sabe que é a cura, vai ter um impacto que
[1:04:33] uma cura tem na vida das pessoas, mas o cara tá tá
[1:04:35] segurando isso aí, né? Então.
[1:04:37] Por incrível que pareça, me me soou como uma crítica à
[1:04:40] indústria farmacêutica, né? Os caras que tem a patente que
[1:04:43] tem o poder de de, de cura, né? E aí, me levando para o mundo
[1:04:48] moderno, não é uma cura, né? Seria de de realmente, de de
[1:04:51] tratamentos e tal. Mas que cara lucra em cima do
[1:04:55] sofrimento dos outros. É eu.
[1:04:57] Eu acho que ela. Ela inicia, melancólica, sutil,
[1:05:00] ela é muito gostosa de ouvir. E a letra é complicadinha de
[1:05:04] sacar, viu? Mas eu arrisco a dizer que fala
[1:05:06] de alguém que não suporta mais seguir ou acreditar em uma força
[1:05:10] maior. Talvez seja o que, perda de fé
[1:05:12] em Deus ou alguma outra força, não sei.
[1:05:15] É uma desilusão que que esse Deus ou essa força maior seja a
[1:05:20] cura para os seus problemas. É a mensagem que eu consegui
[1:05:24] absorver dela, mas eu gosto bastante do instrumental, ela é
[1:05:28] ótima, o refrão principalmente. Mas eu vou deixar registrado
[1:05:32] aqui que, apesar dela ter esse andamento que eu gosto tanto,
[1:05:36] ela não tem um refrão muito fácil de sacar de primeira, não,
[1:05:39] cara diferente das outras, sabe? Ela precisa de algumas ouvidas
[1:05:42] para você sacar ali. Então funciona muito bem para
[1:05:45] narrativa da da letra e acho que uma coisa complementa a outra.
[1:05:49] Se eu entendi certo, a letra é. Eu acho que a letra vai mais da
[1:05:53] linha do que você falou mesmo para mim.
[1:05:56] Também tive essa sensação do do wewak, né?
[1:06:00] Mas sim. É, vocês falaram já se essa
[1:06:02] parte sim, eu acho bonita essa parte sim, inicial dela assim, o
[1:06:06] likezinho do Greg, que vai se repetindo assim, o disco tá
[1:06:10] depois do disco ter dado aquela pegada rápida da onçola e vai
[1:06:14] começar a se arrastar aí diminuindo de pegada de novo,
[1:06:18] mas voltando pra uma pegada mais dúmica.
[1:06:21] A gente está falando da dinâmica do disco em si, né?
[1:06:23] O disco ele tem essa. Os UPS and downs do disco e as
[1:06:27] horas de altas horas de baixo é que ele está indo para 1 hora de
[1:06:29] baixo de novo e vai precisar retomar para frente, que vai
[1:06:33] retomar na próxima. Oitava faixa, ear for change, eu
[1:06:54] disse. Né?
[1:06:55] Ele precisava retomar um pouco. Aí você vai pegar uma música que
[1:06:58] ela começa com o inicinho semi acústico, vai para mais um
[1:07:00] solinho, mas ela vai. Na hora que ela entra no
[1:07:02] solinho, ela dá uma melhorada, dá uma cadenciada mais gostosa,
[1:07:06] uma menos agressiva, até diria assim para colocar a história.
[1:07:11] Essa foi a última música que foi escrita do disco, né?
[1:07:14] E ela começou com o le Morris tentando copiar a linha de
[1:07:17] bateria de animate do rush assim.
[1:07:20] E aí a banda achou legal a linha de bateria que ele tava criando
[1:07:23] e começou a trabalhar em cima dela, os a, os ifes e as pegadas
[1:07:27] dela. Vai tá mais animada, uma música
[1:07:29] mais animada, mas também não é das minhas favoritas do disco
[1:07:32] assim, e vou dizer que letra dela e o uniforty de desejo de
[1:07:38] mudança assim, tenho muita ideia do que eles tirando isso, essa
[1:07:43] coisa mais clara do prain for change, né?
[1:07:46] Eu sempre não vejo nada muito mais profundo além disso assim.
[1:07:50] Eu comentei também com com o William e com o Thiago, com a
[1:07:53] turma do do, do podcast cara, que tem esse lance de estudar
[1:07:57] para música. Às vezes dá uma umas
[1:07:58] reviravoltas, né? E quando eu parei para ouvir com
[1:08:02] o que o Thiago falou de que ela é é tipo Oo.
[1:08:06] Li brincando com os grupos da animate, cara.
[1:08:09] Assim você começa a ouvir assim tem um. 11 condução cara que é
[1:08:16] assim, o verso que é é é bem referência do do rush cara é a
[1:08:21] parte do prim for change tem. 11 tem um lance de de hide que é
[1:08:26] muito new peerte, né? Assim são, são umas coisinhas,
[1:08:29] você vai, vai, vai ouvindo com com um contexto que assim eu eu
[1:08:34] já gostava da música, ela é um pouco para cima.
[1:08:36] Ela é quase uma música feliz do pré da slot, né?
[1:08:39] Olhando para o pré da slot, isso aqui é quase uma.
[1:08:42] Uma música feliz, né? É Monique, tá bem James Hetfield
[1:08:47] pra mim aqui também, cara, mas assim é, ela ganhou 111 poder
[1:08:52] diferente, né? De de imaginar que ele tava
[1:08:55] tocando esse GRU vizinho, o pessoal viu, pô, legal isso aí
[1:08:57] começa a fazer uma jam, sabe uma música, sei lá, me me deu 111
[1:09:03] visão um pouquinho diferenciada desse negócio, cara, é EE tem Oo
[1:09:07] lance da da parte c lá que dá aquela desaceleradas, o
[1:09:10] vilãozinho. E vinha umas microfonias, sabe?
[1:09:13] É, eu acho que ficou uma música legal demais, cara.
[1:09:17] E puts. Eu acho a frase lá e fiz o da
[1:09:19] pain. Wendeavor, é interessante
[1:09:21] também, né? É AAA vida.
[1:09:25] Tipo. A vida é a dor que a gente
[1:09:27] suporta, né? É 11 negócio pessimista também,
[1:09:32] mas tá, tá no contexto de uma música que é mais up pitch, né?
[1:09:35] Que é uma música um pouco mais feliz.
[1:09:37] E aí a letra assim é, é, eu vi como alguém que.
[1:09:41] Tá no tentando encontrar conforto com a passagem do
[1:09:44] tempo, com a morte, né? O cara que tá assim, beleza,
[1:09:47] cara, o tempo tá passando é vivi, ok e tá chegando o fim é
[1:09:53] assim, por incrível que pareça, só de de estudar pro pro podcast
[1:09:57] essa música virou uma das minhas favoritas do disco também.
[1:10:00] Eu acho sensacional, é só pra. Colocar.
[1:10:03] Tem uma parte dela, essa parte da introdução dela.
[1:10:05] Assim, por algum motivo, ela me remete a muita gente sentiu uma.
[1:10:09] Do jeito que entra o solo, que faz a transição, só assim tipo
[1:10:15] me lembra de ser tipo uma, apesar de não ter muito a ver,
[1:10:18] mas da mesma sensação assim. Tá vendo, tá vendo, Bruno?
[1:10:23] Como é que o rock na mesa não desgraça?
[1:10:25] Solta a vida, cara. Tu consegue aprender mais novas?
[1:10:28] Olha aí, ó. Música, letra, cara.
[1:10:30] Cansei de falar que é minha terapia, cara é o momento da
[1:10:33] semana. Que porra parar pra pra falar de
[1:10:36] de música e tomar o. Um turiga nacional da Serra
[1:10:42] gaúcha. A gente a gente comenta aqui no
[1:10:46] episódio, até pra pegar um gancho, né?
[1:10:48] Às vezes os ouvintes podem não entender muito bem, né?
[1:10:50] A gente fica brincando no grupo do WhatsApp que a gente tem em
[1:10:53] particular pra pra equipe o tempo todo sobre as letras, né?
[1:10:55] Sempre que a gente está diante de um tema novo, a gente pega as
[1:10:58] letras, as música, fica jogando frasesinhas pra ver se um outro
[1:11:01] pegou frases de impacto, né? E esse disco hoje estava cheio
[1:11:04] de de frases, eu, eu acho assim, ó.
[1:11:08] Para mim, essa essa faixa aqui, ela me agrada muito.
[1:11:10] Tem partes dela que me agradam muito, principalmente aquela
[1:11:14] parte acústica, que ela é bem sutil, mas funciona muito bem
[1:11:18] para o clima dela. E é outra que eu precisei ouvir
[1:11:22] algumas vezes para pegar. Não foi de primeira, mas uma vez
[1:11:25] que vai só Alegria, cara, porque ela tem uma levada muito boa, as
[1:11:27] viradas de batera, tem um bombo duplo ali depois dos 3 minutos,
[1:11:31] que é lindo de ouvir e dá um show de de versatilidade e peso.
[1:11:36] Ô batera aqui. Agora, a letra, vamos ver se eu
[1:11:39] conseguir pegar o que vocês pegaram aí, que ela fala sobre a
[1:11:43] aceitação de que as coisas podem ter uma saída, de rezar por
[1:11:47] mudanças, mas que também tem consciência de que a vida
[1:11:50] carrega toda uma dor que eles se esforçam para suportar.
[1:11:54] Então é como se essa saída, essa mudança, é algo que só vem com a
[1:11:58] morte. Essa foi minha leitura.
[1:12:01] Cara, tá parecido com? Que eu vi, né?
[1:12:04] Parece que tem a origem pra eles é de uma série britânica de
[1:12:08] televisão, cara que tinha 111, lance de de mudança também, mas
[1:12:13] eu não conheço a série não, não sei detalhe, então se quiser até
[1:12:17] corto isso aqui, mas é a minha leitura foi parecida com a tua
[1:12:21] cara? Nona faixa é cheio dos of gods
[1:12:55] o. Disco retoma um pouco pra mim
[1:12:57] assim, eu gosto bastante dessa música AA faixa título de 2
[1:13:02] discos atrás, né? Deles que é bizarro isso, mas.
[1:13:06] Acho que ela tem uma pegada de para dar slot clássica nela
[1:13:09] assim essa levada meio um e meio ótica nessa uma cadência semi
[1:13:15] arrastada. Tem eu.
[1:13:17] Eu gosto do solo com solo mais metal do brag Mack ntosh nessa
[1:13:21] música, mas se consome jeito bacana, acho que funciona.
[1:13:24] Legal da pegada que ela vai ter antes do refrão ali.
[1:13:28] Como parte ali, o Greg Macintosh disse que ele tentou fazer as
[1:13:31] melodias de guitarra desse dessa música só é parecida com couro
[1:13:35] de igreja, coisa assim que aí vai levar para letra, né?
[1:13:38] Que para mim parece uma letra bem anti religiosa mesmo, nessa
[1:13:42] sensação assim de ter fé, exatamente de a busca pela fé
[1:13:48] como se fosse você deixar a fé, guiar essas coisas é você deixar
[1:13:53] 11 cego caminhar pelo tomar o caminho.
[1:13:58] Mas é uma das minhas músicas favoritas do disco também,
[1:14:00] assim, um pouco abaixo daquelas 4 primeiras.
[1:14:02] Mas eu tava 1 hora que esse disco retoma um pouco pra mim.
[1:14:07] Cara, é, concorda contigo, Thiago?
[1:14:09] Essa é uma que também voltou a subir o patamar, junto com a
[1:14:13] mais para mim, junto com a Yan for change, né?
[1:14:16] Ela tem uma melodiazinha que me cativa, né?
[1:14:20] Na abertura, né? É simples, mas eu curto demais.
[1:14:24] Né? E aí vai, vai encadeando com uma
[1:14:26] guitarra e com baixo, vai, vai meio que que crescendo é AA
[1:14:31] bateria, tem um grupo que eu curto, cara, que é com com o
[1:14:35] shimboi, com high, né? Sei lá assim, não toco bateria,
[1:14:38] mas entrando no mundo da bateria eu curto pra caramba isso.
[1:14:43] EE, ela tem um riff que é esquisito, cara, porque ele pra
[1:14:45] mim é meio cíclico, né? Ele ele vai dando volta e assim
[1:14:50] podia ficar pra sempre nesse negócio que é.
[1:14:54] É é como se fosse infinito, né? Tem 11 lance, meio estranho
[1:14:58] disso, Oo solo, cara, ele tem os arpedins que eu acho legais
[1:15:04] assim nessa música aí quando está ouvindo o solo, meto aqui
[1:15:06] que solo não é um ponto de destaque para mim no para dais
[1:15:09] lote em geral, né? Tem alguns solo que são
[1:15:11] fantásticos, mas são são mais exceção do que do que regra, né?
[1:15:16] E a letra para mim, cara, É Ela é um pouco do de um cara que
[1:15:21] está desacreditando a religião. Né?
[1:15:24] O cara que é religioso, mas ele tá perdendo a fé, tá assim, os
[1:15:29] líderes da religião estão fazendo ele, ele desacreditar e
[1:15:32] revisitar o que ele o que ele realmente revisitar, o que ele
[1:15:37] acredita, né? É, mas eu acho isso mesmo.
[1:15:39] O Greg Martin, tá? Acho.
[1:15:40] Ele é muito bom de criar melodias assim, de ter ele é
[1:15:44] muito bom nas intervenções em cima da base, assim, não tão bom
[1:15:48] de solos. Necessariamente o solo, né?
[1:15:50] Concordo. Exatamente.
[1:15:52] Mas eu acho que de vez em quando ele faz uns solos bem legais,
[1:15:54] ele encaixa alguns solos que funcionam muito bem assim.
[1:15:57] Acho que o leverfailler principalmente nesse disco, mas
[1:16:00] eu gosto. Então eu gosto do solo da last
[1:16:03] time. Eu gosto da solo da shade of
[1:16:04] Gold também, que você tem uma pegada mais tradicional de
[1:16:08] metal, que não é tão inventivo quanto os a forma como ele
[1:16:12] encaixa as melodias e os liquezinhos dele.
[1:16:16] Mas acho que nessa música ele funcionou bem assim.
[1:16:19] Bom, pra mim aqui é é pra mim. Ela fala de fé, cara de procura
[1:16:24] pela fé, e acho que ela parece falar de 2 pessoas, né?
[1:16:27] Uma que quer levar a outra pra sepultura.
[1:16:29] Mas fica a questão das 2, não sabe quem lida com a verdade e
[1:16:32] quem lida com a dor, mas ambos procuram por fé.
[1:16:35] E pra mim a verdade é que agora a gente chega na nona faixa e
[1:16:40] muito mal acostumado com o que o disco ofereceu até agora.
[1:16:45] Então cheio dos of God, deixa cair um pouco a peteca.
[1:16:48] Sabe? Não no sentido negativo, eSIM,
[1:16:50] talvez na ausência daquela atmosfera toda que o disco me
[1:16:53] entregou até agora, ela soa como se fosse 11 faixa bônus cara, 11
[1:16:57] inside. Sei lá qualquer coisa.
[1:17:00] Feeler não, mas talvez uma faixa bônus de uma edição japonesa ou
[1:17:03] algo do tipo assim. Décima faixa, Hands of reason.
[1:17:24] Cara, eu, eu curto esse comecinho, um groove de tom, né?
[1:17:29] Meio tribalzão com o baixão. Cara, eu acho que o baixo podia
[1:17:32] até tá mais alto nessa abertura, é melodiazinha de guitarra, é AA
[1:17:37] essa música me leva um pouco pro black sábado da vida, cara, acho
[1:17:40] que a melodia da voz não sei, né?
[1:17:43] É EE, ela tem 11 gancho que que eu acho legal demais, cara, né
[1:17:50] Oo. OA depois do do verso, né?
[1:17:54] Quando vai pro pro refrão, eu eu gosto pra caramba, né?
[1:17:57] A dinâmica dela é, é legal, né? Não, não é tão flutuante quanto
[1:18:02] algumas outras faixas aí, mas a bateria dá uma dá uma demarcada
[1:18:06] legal na nas partes da música, né?
[1:18:09] Mas cara, assim, comparado com o que veio antes, essa aí também
[1:18:12] pra mim tá um pouquinho abaixo. Eu gosto bastante dessa música
[1:18:16] assim, mas eu acho que ela assim entre deep CUT, porque ela é uma
[1:18:19] deep CUT do disco assim, total, daquelas faixas obscuras.
[1:18:22] Eu acho uma das faixas obscuras que eu mais gosto para dar slot,
[1:18:26] mas em muito porque ela me lembra candon.
[1:18:27] Mas você falou de Black Sabbath? Eu tenho uma sensação de
[1:18:30] cadência, é de candon, mas dela assim e me bota me remete muito
[1:18:36] por isso que eu acho que eu gosto bastante dela.
[1:18:38] Concordo que ela não tá no nível das melhores do disco, mas é uma
[1:18:41] das músicas que eu acho bem legal assim, essa coisa meio.
[1:18:44] Eu gosto da introdução. Eu acho legal que esse paixão no
[1:18:47] início da introdução ali, da introdução com a bateria ali, eu
[1:18:51] acho que ela tem uma levada bem gostosa de ouvir assim, aquela
[1:18:53] música que não é fila de disco, mas que preenche muito bem um
[1:18:57] disco que você sabe que você não vai conseguir ter um disco.
[1:19:00] Dificilmente você vai conseguir ter um disco de 12 músicas
[1:19:02] assim, que vai ter 12 naquele patamar altíssimo.
[1:19:06] Mas eu acho que ela dá uma essa levada meu candlmas dela para
[1:19:10] mim. Você lembrou de sabar também que
[1:19:12] está longe, né? Ela dava tipo, é como se fosse
[1:19:15] uma coisa um pouco diferente para sair do que o disco já era
[1:19:18] sem você sair, do que a proposta da banda exatamente estava
[1:19:22] funcionando para isso, para carregar o disco a mais até o
[1:19:25] final. Então aqui é a minha menos
[1:19:28] preferida do álbum. Ela fica muito abaixo do radar
[1:19:31] das demais, como bem o Thiago disse ali até a oitava faixa,
[1:19:35] tudo tão Majestoso no talo que aí chega aqui você fica à
[1:19:38] procura de algo, sabe? Ela termina, EE, eu, pelo menos
[1:19:41] eu. Aquele sentimento que faltou
[1:19:43] alguma coisa, sabe? Então assim, muito abaixo das
[1:19:46] demais mesmo. E a letra aqui ela parece falar
[1:19:49] de carregar uma culpa, sangue nas mãos, pensamentos insanos
[1:19:53] que não conseguem ser apagado da mente, sabe, viu, horror e tudo
[1:19:57] é parece fato de uma pessoa que matou por algo ou a última frase
[1:20:01] que diz ali, por exemplo, amor por aqueles que você não pode
[1:20:05] conhecer, tipo, pode ser relacionado a guerra, sabe?
[1:20:08] Lutar por uma guerra, tu tá lá defendendo uma causa, um.
[1:20:12] Matando pessoas, sangue nas suas mãos em prol de algo ou de
[1:20:16] pessoas que você não conhece, sabe?
[1:20:18] É mais ou menos. É isso que a letra me disse.
[1:20:21] Não, eu nem comentei de letra, cara, mas Eu Acredito em você,
[1:20:23] William. É, então eu confesso que eu
[1:20:26] ficava olhando a letra, não entendi nada.
[1:20:28] Tinha umas senhoras que eu achava legal assim, né?
[1:20:29] Tipo, o amor esconde as coisas que a gente nunca vai saber.
[1:20:33] O pensamentos insanos são emprestados e você não tem são é
[1:20:39] incapaz de pagá Los de volta assim.
[1:20:42] Espere por amanhã e roube alguma sanidade.
[1:20:44] Então eu acho que ele gosta das frases.
[1:20:46] Ele vai juntando as coisas e se vocês se virem, se quiserem
[1:20:50] achar algum sentido assim. E olha, eu ouvi essa música
[1:20:54] assim, ó, durante o. A construção da pauta,
[1:20:57] principalmente a hora que eu anoto aqui AO faixa, a faixa.
[1:21:00] Eu vi 4 vezes na sequência e fiquei lendo a letra assim,
[1:21:03] lendo, cara, qual que é a conexão aqui?
[1:21:05] Me lembrou um pouco a ruoster do do Alice In Chains.
[1:21:08] É uma pessoa que luta, mancha as mãos de sangue por pessoas que
[1:21:11] ela ama, mas não conhece. Sei lá, não tô numa guerra, não
[1:21:15] sei alguma coisa parecida. Reserva moral de letras.
[1:21:18] William. Oi.
[1:21:21] Reserva moral das letras do. Lado eu perguntei de novo,
[1:21:24] porque passou a moto de um desgraçado.
[1:21:26] Estava virando moda. Agora aqui na rua é esses corno
[1:21:29] com essas moto, cacete. 11ª faixa AI sear face começa
[1:22:06] com Thiago. E né, essa pra mim talvez seja a
[1:22:09] que seja mais próxima de um feeler do disco assim, ela tem
[1:22:12] uma levadinha pós punk no rifzinho crescendo, depois vai
[1:22:15] entrar o rif e aí volto paradois lote meu básico.
[1:22:20] Ela me parece quase uma parte 2 da last time e não à toa ela vai
[1:22:23] ter. Ela vai citar na letra, né?
[1:22:28] Aí depois que tem um soninho curtinho dela, eu só não vou
[1:22:31] dizer que é mais próximo, que acho que esse de feeler para
[1:22:36] mim. Ele acho que ele não agrega nada
[1:22:37] assim. Ele não apresenta nada de novo
[1:22:39] para o disco já aí chegando no final dele, que ele não tenha
[1:22:43] feito muito melhor antes. Não passa muito para mim assim
[1:22:47] não. Cara, para mim é.
[1:22:50] É uma música dançantinha, cara, assim, eu ou para mim, ela tem
[1:22:54] uma sensação que é. Como se fosse o uma música do
[1:22:59] load, do Metallica. Cara, né?
[1:23:02] Eu acho que ela pensando aqui No No no pé da slot nesse disco,
[1:23:07] como o cara que é o black álbum com com system of Mercy, esse
[1:23:11] aqui seria No No disco seguinte, uma faixa 11.
[1:23:16] Primeiro single assim, né? Não sei porque, não sei explicar
[1:23:19] exatamente porque não, mas ela me dá uma sensação de de do
[1:23:23] load, do Metallica, né? É?
[1:23:27] Eu, eu curto, cara, eu, eu curto essa música, não sei exatamente
[1:23:30] porque também, né? É, acho que talvez seja uma
[1:23:34] sensibilidade de pop mesmo, cara do da, da melodia, do do Nick,
[1:23:38] né? É, tem tem umas viradas legais
[1:23:42] do do do li, né. Eu tentei dar 11 olhada do ponto
[1:23:46] de vista da bateria. A bateria acho que é super
[1:23:48] relevante nesse groove mais dançantinho, mas é, é.
[1:23:54] Comparado com com o resto do disco também, aqui a gente já já
[1:23:57] não tá tanto num num ápice, né? E eu vi ela com uma música que
[1:24:02] fala sobre um relacionamento que tá naquele vai e não vai, sabe
[1:24:05] um negócio que acabou, mas o pessoal tá tentando lutar pra
[1:24:09] ver se restabelece, né? Se vale a pena lutar, se se
[1:24:13] cara, vamos, vamos tentar voltar aqui ao que era, né?
[1:24:17] Ou seja, e já acabou mesmo e vamos, vamos abandonar e seguir
[1:24:21] a vida. Acho que é nessa linha mesmo
[1:24:24] dele ali, né? Pra impressão onde que você está
[1:24:26] insistindo com alguma coisa, não necessariamente um
[1:24:28] relacionamento, mas qualquer coisa pode ser a própria vida,
[1:24:33] né? E você não sabe, vai, vamos
[1:24:36] tentar dar a mais uma chance, vamos ver se vai acontecer, pra
[1:24:39] onde, que a gente leva isso daí, mas não sei exatamente.
[1:24:43] Eu também não peguei muito a ler sentido dessa letra, não.
[1:24:47] Pois é, então aqui pra mim a coisa já melhora um pouco, já é
[1:24:50] uma boa música. Abaixo dos clássicos do disco,
[1:24:53] sabe? Mas não perde a qualidade por
[1:24:54] conta disso não. Aqui a gente tem uma levada de
[1:24:56] batera gostosa de ouvir, cara, já tem uma ponte, um refrão
[1:25:00] fácil de absorver de cara, sabe o momento que chega o solo é tão
[1:25:05] bem-vindo, cara, tá uma delícia de ouvir.
[1:25:08] Agora a letra, prestem bem atenção com o que vocês falaram
[1:25:11] que eu tenho anotado aqui, ó, parece falar de alguém que está
[1:25:13] à beira da morte, enxergando uma luz se aproximando, e isso
[1:25:18] acontece quando ele olha para uma pessoa, cara.
[1:25:20] Do lado dele, parece um leito de morte que pode significar para
[1:25:24] ele uma chance em ganhar mais tempo e voltar atrás.
[1:25:27] Parece uma ideia de arrependimento.
[1:25:30] Cada um vê um negócio mesmo, né, cara bom e ruim letra assim, né?
[1:25:51] 12ª e última faixa vai lá, Thiago.
[1:26:03] Essa é a paladinha do disco, né? Assim, essa é a hora.
[1:26:06] Que disco? Eu não sei se é a música
[1:26:08] perfeita pra terminar um disco assim, mas é uma boa música.
[1:26:13] Eu gosto dela. Ela começa o soninho meio
[1:26:14] triste, bonitinho ela, não. Vai ficar uma música mais feliz
[1:26:19] ali, do jeito dela, assim. Acho que é uma letra sobre
[1:26:24] depressão, nesse caso assim, né? De Word sentimentos que você não
[1:26:28] consegue colocar antes, que acho que o disco já deu o que tinha
[1:26:33] que dar de muito bom ali e chega nessa música.
[1:26:36] Talvez acho que essa música viesse um pouco antes do disco.
[1:26:39] Ela funcionasse em algum momento de respiro, mas para terminar,
[1:26:42] ela termina triste, mas não sei se ela termina tão bom, tão
[1:26:46] legal para o disco assim. Cara, eu, ao contrário do
[1:26:50] Thiago, pra mim ela tem uma carinha de fim de disco pra mim,
[1:26:53] né? Não que seja 111 ápice ou alguma
[1:26:57] coisa assim, mas eu acho que ela tem uma pegada de de final, né?
[1:27:02] É, eu gosto da da melodia de guitarra, que é o gancho da
[1:27:06] música, né? É que cara, meio que que dá
[1:27:10] ideia do que que vem pela música.
[1:27:13] Oo Nick cantando um pouco mais alto também, né, cara?
[1:27:16] É, eu não sei, eu eu curto pra caramba, né?
[1:27:21] E de letra, cara, assim eu eu gosto da frase da feeling, canta
[1:27:26] void, né? O sentimento não consegue evitar
[1:27:28] você, não é que você consegue evitar o sentimento.
[1:27:31] Acho que é 11 filosofiazinha do do Nick que é legal de ficar
[1:27:36] pensando, né, cara? Mas é.
[1:27:39] Uma boa faixa para finalizar, mas também não tá No No patamar
[1:27:42] da das grandes faixas do disco aí.
[1:27:45] Então, cara, para mim, ela encerra o disco de forma
[1:27:48] melancólica, densa, ela é bem arrastadinha e eu acho que é de
[1:27:52] propósito, cara, que é para casar com a letra, né?
[1:27:55] Que fala com sentimento de cansaço, de sentir dor e muitos
[1:27:58] sentidos de não conseguir evitar esse esse sentimento, sabe?
[1:28:02] Então ela é melancólica, lenta, mas eu acho que ela gostosa de
[1:28:05] ouvir, cara, eu acho que encerra bem o disco.
[1:28:07] Eu gostei. E agora chega a hora das notas.
[1:28:10] Então o Bruno pega a calculadora e vamos ver de 0 a 10 canecos de
[1:28:15] cerveja. Quanto é que será com essa
[1:28:17] criança? Merece aí pode começar contigo.
[1:28:20] De novo para me arrepender, cara, vou dar 19 e meio, cara,
[1:28:26] porque ele tem uma barriga ali que assim eu gosto de todas as
[1:28:31] músicas. Cara.
[1:28:31] Não tem nenhuma música que eu acho que é fraca aqui.
[1:28:35] Mas ele tem 11 barriguinha ali No No, na meiuca pro final dele,
[1:28:41] um. Disco, notar 9 assim disco aqui
[1:28:44] ele ele tem os altos dele compensam muito as horas que ele
[1:28:49] não é tão alto assim, mas as músicas que não são tão altas
[1:28:53] assim tira ele de chegar num 9 e meio ou num 10 assim.
[1:28:58] Talvez se ele fosse um disco de 9 faixas e 3738 minutos.
[1:29:01] Se ele fosse um disco nota 10. Mas acho que ele acaba em 50,
[1:29:05] né? Eu vejo que acho que um disco de
[1:29:06] 48 minutos, né? É.
[1:29:08] Isso aí, 4940 e. 8 48 minutos é 49 minutos e 12 faixas.
[1:29:13] Acho que ele acaba se arrastando um pouco além do que ele
[1:29:15] poderia, até por ser um disco arrastado.
[1:29:17] Talvez ele pudesse terminar um pouco antes, assim em momentos
[1:29:20] arrastado. Se fosse um LP.
[1:29:23] Teriam cortado umas 2 faixas. Aí acho que tinha subido ainda a
[1:29:26] nota, né? Teria.
[1:29:27] Subido a nota aí poderia chegar na 9610, mas acho que 9 é uma
[1:29:30] nota ótima assim, porra, perfeito disco assim, né?
[1:29:33] Minha nota é 8 e meio e vou justificar.
[1:29:38] Eu vou descontar meio ponto pela shades of God que eu mencionei
[1:29:41] ali, que ela é mais ou menos, mas não é ruim.
[1:29:43] E vou descontar um ponto pela Hands of reason que eu não
[1:29:45] gostei 8 e meio. Acho justo, cara.
[1:29:48] Ficou com nota 9 o disco. Que é uma notaça aí, cara.
[1:29:52] É um disco classicasso que tá no meu coração.
[1:29:54] Pelo menos não sei de vocês. Não no nosso.
[1:29:57] Tá tá no nosso coração que é divertido.
[1:29:58] É que ele tirou pontos justos pelas músicas que eu mais gosto
[1:30:02] da parte final. Mas.
[1:30:08] É legal, mas é bom essa diversidade de opiniões que é
[1:30:14] divertido. É isso aí.
[1:30:17] Então encerramos aí mais um episódio, primeiro episódio da
[1:30:21] série de bandas que vão tocar no begners oper, querem dar um
[1:30:25] spoiler do próximo spoilerzinho que que o ouvinte vai ouvir no
[1:30:30] próximo? Será será que a gente dá o
[1:30:32] spoiler, cara? Dá.
[1:30:34] De encarte pra acompanhar o próximo disco.
[1:30:37] O próximo episódio quem faz parte do nosso grupo do WhatsApp
[1:30:41] já imagina porque é resultado de um sorteio que nós tivemos no
[1:30:45] último mês e no qual nós escolhemos um episódio sorteado
[1:30:49] entre as sugestões dos nossos amigos lá.
[1:30:53] Mas para quem não está no nosso grupo que não conhece, vamos
[1:30:56] dizer assim que é um grupo que é conhecido por gravar com muita
[1:31:02] gente. Pronto, só vou falar isso.
[1:31:05] Óperas. É a casa da mãe Joana do heavy
[1:31:10] metal, não é o Black Sabbath. É um disco que trouxe alguém de
[1:31:14] volta, que a gente chegou, estava sentindo muita falta.
[1:31:18] É é um disco de um projeto, de um cara que não quer nem saber
[1:31:23] mais, da banda original que tornou ele conhecido.
[1:31:26] Ter participações falecidas. Participações de gente que vai
[1:31:29] falecer logo. AI, AI.
[1:31:40] Mas é isso. Então, pessoal, não deixe aí de
[1:31:43] conferir. Então nossas redes aí a gente
[1:31:44] citou no começo do episódio, tá aqui na descrição do episódio,
[1:31:48] não esqueçam de seguir o podcast solada do André paz e do Thiago
[1:31:52] zuma e também acompanhar a newsletter que eles lançam
[1:31:54] sempre, todas as semanas, religiosamente, sem falhas, só
[1:31:58] falha às vezes o episódio, né Thiago?
[1:32:01] É isso. Às vezes não dá tempo de gravar
[1:32:03] o episódio, mas a newsletter a gente dá um jeito de sair, nem
[1:32:06] que seja pequenininha. É.
[1:32:09] Às vezes esquece algumas coisas, algumas a gente relembra das
[1:32:13] semanas posteriores. Mistura sempre os assuntos da
[1:32:16] atualidade. Falam de futebol só um
[1:32:18] pouquinho, pelo menos. O episódio dedica alguns
[1:32:20] primeiros minutos iniciais de futebol, mas depois já descampa
[1:32:23] lá, já sai falando das novidades.
[1:32:24] Eles colocam um tema no título, mas eles aproveitam para falar
[1:32:28] de todos os outros. É lógica do solada.
[1:32:33] É não ter lógica. Gente fala um pouquinho de
[1:32:35] futebol pra situar no tempo do que a gente tá fazendo.
[1:32:38] E aí depois é a gente vai falar de alguma coisa é relacionada a
[1:32:42] música? Só isso, solada, está aí no
[1:32:44] Spotify. Mais.
[1:32:55] Sigam, assinem, assinem, assinem.
[1:32:59] E o Bruno, que está exclusivo no rock, na mesa por enquanto, mas
[1:33:03] ele tem Oo hostil que tá bem quietinho ali, tá parado, mas 1
[1:33:08] hora dessa ele volta. É a Fênix, é?
[1:33:11] A Fênix? Um dia vai voltar.
[1:33:13] Não é aquele show que tem do ostilzão, não é do Bruno, né?
[1:33:17] A. Gente, vai perder o nome, cara?
[1:33:22] É triste, né? Tá tão parado que a gente perdeu
[1:33:25] já Oo nome do negócio. Sabe que que o Bruno me
[1:33:29] responde, Thiago, toda vez que eu pergunto Pra Ele se ele vai
[1:33:31] voltar positivo ou não, é isso. Cara, é isso feito?
[1:33:45] Um abraço a todos, obrigado pela audiência e tchau.

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