# EP #157: Death - Symbolic

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 21 Jan 2026, 1 h 41 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/113193595/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-11-28%2F550f43b0-a920-25fb-278f-4e22a6830b7f.mp3

Neste episódio, Bruno Glaser, Thiago Zuma e William Faria analisam Symbolic (1995), um dos álbuns mais representativos da discografia do Death e um marco na fase mais madura da banda liderada por Chuck Schuldiner. Lançado em um período de transição do death metal, Symbolic se destaca pela combinação equilibrada entre peso, técnica e composição, além de letras mais reflexivas e pessoais. O disco mostra um Death mais refinado, sem abrir mão da agressividade que definiu o gênero. Aperta o play e pega sua bebida favorita, que a resenha tá excelente. E não esqueça de acessar nossos links e fazer parte do nosso grupo de whatsapp para ouvintes, nos seguir no instagram ou seguir nosso canal no YouTube.

## Transcript

[0:21] Saudações a todos os fãs do metal da morte e fãs da vida
[0:26] também, hoje a gente está de bom humor.
[0:29] Eu sou Bruno glaser, estou aqui com William faria em outra
[0:34] posição. Que negócio é esse, rapaz?
[0:36] Sai fora. Eu não posso nem simbólico.
[0:42] Eu não posso nem dizer mais agora que você estava comando,
[0:45] né? Deixa pra lá.
[0:46] É. Segue o baile.
[0:49] E aí, beleza, como é que vocês estão aí?
[0:52] Tudo certo? Beleza e por aí, cara.
[0:55] Tudo tudo certo, tudo maravilhoso.
[0:57] Só no latão aí, né? Só no latão, cara, só no latão.
[1:02] Pra combinar, como atrás do poder?
[1:05] É isso aí, cara. 2026 aí chegou forte.
[1:07] Aí vamos é as resoluções de Ano-Novo.
[1:11] Acho que não estão funcionando não, velho ZAP.
[1:15] Era, já era. Eu prometi que eu não IA mais
[1:18] beber nada em 2026, mas tudo bem deixar para lá.
[1:21] Tá bom, e aqui com a gente também, Thiago zuma.
[1:25] E pessoal, tudo certo na sua busca Perini pelos atos
[1:30] simbólicos e sem zero tolerância com.
[1:35] Hoje vai ser só palavra vazia aqui.
[1:37] Vamos lá, cara. Antes da gente começar, sigam a
[1:42] gente nas redes sociais. Entrem no grupo maldito do
[1:46] WhatsApp do podcast para você ouvir barbaridade sem parar.
[1:51] Dia e noite, segunda-feira de manhã cedo já tem gente falando
[1:54] loucuras. A gente tem algumas coisas no
[1:57] YouTube também, vale a pena assistir sem mais chorumelas.
[2:01] Vamos lá falar sobre esse grande álbum.
[2:05] Hoje a gente vai falar mais uma obra prima do nosso amigo
[2:08] Francisco chucky, scudiner simbolic, que foi lançado dia
[2:13] 21/03/1995 e é o último disco do DF.
[2:17] Só que não, né? Ele foi planejado pelo Chuck
[2:20] para ser o saideiro. A gente já comentou bastante No
[2:23] No no episódio anterior que a gente lançou sobre o do Sound of
[2:26] persovings. Aliás, antes da gente começar a
[2:29] falar no simbolic, queria só relembrar aqui OOOA gente, tem
[2:35] esse episódio que foi gravado do Sound of persovings vou entregar
[2:38] ao William aqui. Achou que o episódio não IA ter
[2:41] audiência nenhuma, que não IA funcionar.
[2:44] E já se tornou um dos principais episódios do rock na mesa.
[2:47] É uma. É um dos episódios que tem mais
[2:49] plays aí na nas nossas plataformas.
[2:52] Queria só ouvir o comentário do William sobre esse álbum
[2:55] supostamente nichado. Sobre esse aqui que nós vamos
[2:58] falar agora ou sobre o Sound of perseve?
[3:00] It não, não sobre o um dos nossos episódios mais
[3:04] executados. Cara, então no momento em que
[3:07] estamos aqui conversando, ele tá duelando com o segundo lugar.
[3:10] Ele. Ele, na verdade, ele chegou no
[3:12] segundo lugar entre os 10 mais ouvidos.
[3:14] Aí ele caiu. Agora tá ali brigando com o rock
[3:17] anos 2002, porque o primeiro rock anos 2000 são os 2
[3:21] episódios mais ouvidos, mas tá ODF ali brigando pela segunda
[3:24] posição, 1 hora ele sobe, 1 hora ele cai.
[3:27] Confesso que eu fiquei bem surpreso, cara.
[3:28] Eu falei assim, olha isso aí, vai, vai nichar, vai cair e não
[3:32] vai dar certo, cara. Mas assim, ó cara, nunca
[3:35] critiquei, amo o Def, melhor banda do mundo.
[3:37] Assim eu por mim faço a discografia completa agora,
[3:40] cara, que briguem todos pelo segundo lugar.
[3:43] Exatamente, é isso, a gente está fazendo a escadinha de volta,
[3:46] né? Então, se o simbolia que
[3:48] mantiver este desempenho que o saldo percebia esteve próximo da
[3:53] arriscada, o indivíduo é o top 4.
[3:56] Então cabem a vocês aí ver se a gente vai manter.
[3:59] É, eu deixo já esse desafio aqui.
[4:01] Eu não tô rosteando, mas já vou lançar aquele desafio.
[4:03] Se se a resposta for boa, se a audiência for tão boa quanto Oo
[4:09] que nós gravamos Sound of perseverance.
[4:11] Vamos gravar esse próximo aí? Com certeza vamos fazer.
[4:14] Isso aí, isso aí foi 11 surpresa muito grata aquele episódio lá.
[4:20] Mas hoje a gente tá falando do simbolic, né?
[4:22] E aí, antes de de de qualquer coisa, cara, antes de falar de
[4:26] formação de produção, já vou entregar aqui que o Thiago já me
[4:30] disse que esse é Oo menos favorito dele, né?
[4:34] O Thiago não é louco de falar mal de um disco do DF, mas ele
[4:37] já comentou que é Oo disco que ele menos gosta dentro da da
[4:42] discografia. E aí já já vão começar
[4:45] entendendo da onde vem essa opinião pra mim, controversas,
[4:49] que. Galera, ter esse esse disco lá
[4:52] No No, no pedestal, explica aí Thiago.
[4:55] É bem controversa mesmo. É engraçado que foi o primeiro
[4:57] disco do DF que eu vi lançar. Apesar de eu não ser tão
[4:59] fanático por DF, na época que ele lançou, ainda não era
[5:03] conhecia tão bem a discografia, mas eu lembro de ouvir algumas
[5:06] músicas do backstage e já gostava do que eu conhecia do
[5:10] DFE. Por algum motivo, essas músicas
[5:12] não me chamaram atenção naquela época a ponto de querer comprar
[5:15] OCD? E quando eu volto a moro em São
[5:17] Paulo, em 97, eu a primeira coisa, uma das primeiras coisas
[5:20] que eu vou fazer é ir atrás dos CDS do DF que eu queria e compro
[5:23] OE, compro, OE compro o espiritual, ribe.
[5:26] E aí depois mais o simbólico, que eu não fui atrás, até porque
[5:30] o simbólico acho que ele só sai numa prensagem inicial da Rudy
[5:33] juander em 95 e depois a Rudy ander meio que ignora esse disco
[5:36] porque ODF acaba o contrato. Então tem reprensagens desse
[5:40] disco ao longo dos anos, como era natural das outras dos dos
[5:44] discos anteriores do DF. Da da combate, interscope, pela
[5:48] TIVIT. Então ficou fora um disco meio
[5:50] difícil de achar mesmo quando eu quis ter com a discografia
[5:53] completa do DFE, ele era um que era raro, aparecia fácil assim e
[5:57] quando aparecia, aparecia muito caro.
[5:59] Assim, falando do disco em si, a gente vai obviamente entrar em
[6:03] mais detalhes na faixa. Faixa, eu acho que é um disco
[6:05] para mim, que o chucky, ele ele tá cheio de ideias, mas ele tá
[6:10] muito restrito no que ele pode fazer com essas ideias.
[6:12] Eu acho que o simbólico para mim ao longo dos anos.
[6:15] Quando eu ouço, eu sinto isso. Eu sinto que ele está com muita
[6:18] ideia boa, mas ele está muito fechado ainda no que no conceito
[6:23] do que ele achava, de até onde o déficit podia ir.
[6:26] Isso faz com que essas ideias não cheguem no topo do potencial
[6:29] delas. Eu sinto muito isso no disco,
[6:31] acho que falta melodia pra esse disco.
[6:33] São ideias que precisam muito de melodia.
[6:36] E aí a gente vai fazendo a comparação com Sound of
[6:39] perseverance, que começa não sendo um disco do BFE, depois
[6:42] ele BF alisa. Boa parte daquelas músicas, como
[6:47] ele já pensa num disco melódico, no as músicas com as músicas pro
[6:53] controle de Night, dando esse enfoque na melodia na hora que
[6:56] ele vai e adiciona a agressividade, adiciona os
[6:59] elementos que fazem ODFDF pra gente falar isso aqui pro
[7:02] simbólico. Poderia ter sido se naquela
[7:03] época, em 1995, ele tivesse essa cabeça já, ele já tivesse,
[7:06] talvez a coragem mesmo de dar espaço além.
[7:12] Fazer o que era meio difícil, uma banda de Def metal soar
[7:15] melódica em 1995. Não era.
[7:16] O Def já estava no limite daquilo que dava para ser.
[7:19] Você podia soar maluco, tipo, até este aí.
[7:21] O sinic já teve o foco já. Muita gente já tratava como obra
[7:27] prima, muita gente falava, isso é jazz, isso não é death metal,
[7:30] inclusive o tier, que é um dos caras que meio que criticavam,
[7:33] então. Na cabeça do chucky, que era um
[7:40] cara conservador pra caramba. Nisso ele, apesar de ele querer
[7:45] levar muito estilo em diante, ele sempre foi muito
[7:47] conservador. Cada passo era milimetricamente
[7:50] calculado, pensando até onde que ele podia levar aquilo Pra Ele.
[7:55] Acho que o simbólico sofre nisso, e não à toa assim, o
[7:58] simbólico ele não foi. Eu não me lembro dele ter sido
[8:00] concebido como pra ser o último discurso do DF, mas lembro de
[8:03] ele acabar a banda depois do simbólico que ele fala, não
[8:05] consigo levar isso mais pra lugar nenhum.
[8:07] E obviamente também vai ter a questão da gravadora, que é o
[8:11] Rudy hunder. É o único disco do DF que saiu
[8:13] pela Rudy hunder, então uma gravadora ascendente com
[8:17] sepulturas da vida, tudo lá EODF, achando que IA ter uma
[8:20] verba, promoção, e não teve nem clipe pra nenhuma música do
[8:24] simbólico. Então o simbólico vem de uma
[8:26] mixaria. O contrato termina com a Rudy
[8:29] hanner, porque o Chico falava para acabar com a banda, porque
[8:31] eu não consigo mais tocar isso pra frente.
[8:34] Mas é mais ou menos isso agora, assim, é um disco sensacional.
[8:37] Tem momentos de altíssimo nível, né?
[8:39] Esse disco, e acho que ele ele se favoreceria.
[8:42] Talvez com 2 músicas a menos pra esse 10 minutos a menos de
[8:45] duração, seria onde talvez em agradar mais.
[8:48] Depois a gente vai falar disso mais pra frente.
[8:50] Baixo, frenia antes, antes de passar pro William falar da
[8:54] relação específica com esse disco, cara, tem umas coisas que
[8:56] você comentou que eu acho bem interessante, né?
[8:58] A primeira é esse disco foi o. Difícil de eu conseguir, cara,
[9:02] né? Eu, eu No No episódio do sundo
[9:04] of perseverance eu comentei, eu cheguei um pouco mais tarde no
[9:07] dé, né? Na época do sundo of
[9:08] perseverance Oo simboli que na minha coleçãozinha de CD foi o
[9:12] último que eu consegui comprar, demorou pra achar essa desgraça
[9:16] e aí como 111 bom colecionador idiota que eu sou a cara, depois
[9:21] de muito tempo fui comprar os LPs, né?
[9:24] Então tem a coleção duplicada, fora edições especiais aqui
[9:28] desse negócio que eu gosto pouco da banda.
[9:30] O LP do simbólico foi o último que eu consegui.
[9:32] Também saiu recente 111 reedição, mas ele ficou muito
[9:36] tempo sem, sem prensagem, sem nada, né?
[9:38] Então, pra mim, tá tá fazendo todo sentido contigo.
[9:41] E acho que é um disco que também foi um dos últimos que eu
[9:43] comecei a ter mais familiaridade com com ODF, né?
[9:46] Eu sou. IA falar redição em vinil do
[9:49] simbólico. É uma redição que, diferente de
[9:51] todas as outras, que tem um Monte de.
[9:54] Edição de de vinil de simbólico não tem nada, é bem crua, disco
[9:58] está tudo lá, não tem mais, tem absolutamente nada de extra, não
[10:01] tem OneNote, não tem nada, é em CD, até tem versão com com as
[10:06] bonozinhas que são versão d, mas OLP realmente zero, né?
[10:09] O vinilzão tá letra e agradecimento no encarte.
[10:14] Mais tradicional, né? E a segunda coisa, cara, que é
[10:17] uma que pra mim é uma insanidade, né?
[10:20] Você falou do do do Def com com algumas coisas de de de melodias
[10:24] a mais. Eu vi uma entrevista do do Jimmy
[10:27] Hogan, cara, falando que o chucky tava ouvindo muito Power
[10:31] metal nessa época, então ele precisava fazer uma bateria mais
[10:34] complexa. Para mim, isso é uma loucura tão
[10:36] grande, né? Imaginar que essa essas músicas
[10:39] eram simplificadas e mais melódicas e por isso o Jim Hogan
[10:43] faz a todas as loucuras e malabarismos que ele faz No No
[10:46] disco. É, é é meio surreal, né, cara?
[10:49] É diferente do Thiago já dando Mini spoiler, né?
[10:53] Mas para mim funciona super bem, né?
[10:55] E aí a gente até comentou, né, na OODF chegou a fazer turnê
[10:59] depois com o Hanna fall, né? Então então casa um pouquinho
[11:01] com com isso que que Oo Jim estava comentando, mas cara, é,
[11:07] é, é, é 11 passo que ele estava dando realmente nessa direção aí
[11:13] e vou passar a vez logo para o William, cara, vamos?
[11:17] Vamos adiantar aqui a nossa conversa, William, com você com
[11:20] esse disco especificamente, cara, que que da da onde veio a
[11:24] sua paixão por ele? Eu não tenho paixão nenhuma por
[11:27] ele. Eu tenho admiração por ele
[11:30] porque lembra, no primeiro episódio que nós fizemos, eu já
[11:32] adiantei. Eu falei que não era um fã da
[11:34] banda, eu falei que eu já tinha ouvido a discografia completa,
[11:37] mas eu não tinha tanto tempo de de de estrada igual vocês.
[11:42] Eu já ouvi todos eles. Mas agora, quando a gente vai
[11:46] gravar, eu, eu, eu começo a ouvir um pouco com mais
[11:49] profundidade, ouço repetidas vezes, ouço de forma analítica.
[11:55] Então assim é, foi foi curioso para mim porque eu para ouvir
[11:59] esse aqui, como a gente já tinha definido essa pauta já tinha um
[12:02] tempo, eu revisitei toda a fofografia de novo.
[12:04] Então eu ouvi desde o screenbodygor, passando por
[12:08] todos os álbuns, até chegar esse aqui de novo.
[12:10] E eu pensei assim, eu vou ouvir do primeiro até esse aqui e vou
[12:15] ignorar o Sound of perseverance, porque nós já gravamos.
[12:18] Eu porque eu entendo que aquele Sound of perseverance, na visão
[12:21] do Chuck, seria o controle de Night que a gente viu lá, que no
[12:26] fim das contas, saiu como Def. Então.
[12:29] Mas eu pensei assim, bom, vou ouvir o simbolic e vou entender
[12:31] o simbolic como se fosse assim. O último derradeiro álbum do Def
[12:36] e na minha opinião, seja lá o que vocês entendam, o que ele
[12:40] conseguiu, o pico, o auge de tudo aquilo que ele queria,
[12:43] entendeu? Seja de produção, composição, a
[12:48] complexidade das músicas, timbres, tudo, entendeu?
[12:52] E eu achei que foi 11 álbum excelente, cara.
[12:55] Assim, o simbólico. Eu, eu, eu gostei muito mesmo da
[12:59] imersão, eu gostei até mais dele.
[13:02] Do que o Sound of perseverance? Por esse motivo, porque eu
[13:06] consigo ver muito mais de Def nele do que o Sound of
[13:09] perseverance que vai, vamos dizer assim, eu não consigo
[13:13] encarar como uma evolução desse aqui, quando eu sei que o
[13:16] criador dele não queria isso intencionalmente, ele não tinha
[13:20] essa intenção. Então, pra mim, o simbólico ele
[13:22] pra mim ele representa o auge. Agora, se ele é melhor que os
[13:26] outros, aí cabe cabe a gente abrir uma discussão aqui, por
[13:32] exemplo. Eu achei o hillman muito legal,
[13:34] muito bom, eu vi também. Ele também me impressionou bem.
[13:37] O indivíduo é o tal Peters, ele também é muito bom, mas eu já
[13:41] acho que eu gostei mais desse aqui do simbolic, tá?
[13:44] Então ainda, eu ainda não fiz o tema de casa direitinho, mas eu,
[13:48] eu não sei, eu não ainda não tô seguro para dizer qual que é o
[13:51] meu álbum preferido do DF até hoje.
[13:54] Depois que a gente gravar o screen blue, você dá a sua
[13:57] opinião embasada, vai poder falar qual é o seu favorito.
[14:01] Mas eu já posso adiantar que que em relação ao screen blood good,
[14:04] eu prefiro isso aqui. Prefiro screen, blood, good.
[14:09] Mas assim, eu acho que uma das coisas que é legal de falar do
[14:11] Chuck é que o Chuck ele ele nunca teve essa ideia.
[14:14] Ele tinha noções de como tinha que soar, mas ele nunca teve
[14:18] essa ideia da formatação das músicas tão definida na cabeça
[14:22] dele, a ponto de falar, esse é o auge do que ele queria só soar
[14:27] como DF, porque cada disco ele pensava diferente.
[14:29] O que que ele queria fazer com ODF?
[14:31] Então, cada dia que ele coloca ali, quando ele vai trazer um
[14:33] Angela rock para o indivíduo ao top patrons, é porque ele já
[14:35] está pensando, eu preciso ter um pouco mais de melodia, um outro
[14:38] tipo de construção de solo, do jeito que eu estou imaginando o
[14:42] que eu estou fazendo na hora que ele vai falar no simboli que ele
[14:45] já está pensando do tipo eu tenho que eu quero sair daquelas
[14:50] das músicas ultra rápidas o tempo todo e de coisa indo,
[14:54] começando, sendo breve, que eram umas músicas mais complexas, que
[14:58] era que as músicas respirem um pouco mais, ele estava.
[15:01] Delirando em dren Theater, dizem.
[15:03] Na época, ele gostou muito assim, tava curtindo o Power
[15:07] metal também. Até que a turnê do simbólico vai
[15:09] ser ao lado do levermore, né? E aí vai surgir uma amizade com
[15:13] o também falecido warhodene, que era o cara que ele queria ter
[15:17] posto no control dnight como vocalista.
[15:20] Imagina essa turnê, cara nossa. Seguindo aqui para formação, o
[15:24] Thiago comentou do do, do Ang la Roque, né?
[15:27] Esse quase foi um disco que o Def o Def conseguiu manter a
[15:31] formação, né? Por por pouquinho Oo Ang la
[15:35] Roque foi mais um convidado, né? A gente vai poder explorar isso
[15:38] bem. Quando vou falar do angbid World
[15:40] of packens, aí ele acho que gravou meia dúzia de solos lá,
[15:44] né? Não foi 111 membro efetivo da
[15:46] banda e a gente tinha já o Jim Hogan e o Steve Georgio No No
[15:50] baixo. Oo Steve chegou a gravar demos
[15:54] do do simbolic, mas aí até desencavei umas Rocky briguês
[15:59] antigas aqui, cara, o na versão do chucky, o Steve de George
[16:05] saiu porque ele não queria mais tocar metal, né?
[16:08] Versões mais amenas que vieram pra frente.
[16:10] Dizem só que ele IA ser pai, então ele tava dando um tempo da
[16:14] banda, né? Com isso entrou o Kelly conlon e
[16:18] na segunda guitarra o chucky chamou o Bob kobal.
[16:22] Né? Que o colega dele de de escola
[16:24] antigo, que tinha um background de metal aí, de jazz também, que
[16:28] acho que trouxe um temperinho interessante pro disco em alguns
[16:30] solos que ele que ele tocou fechando AA formação, obviamente
[16:35] o Chuck na guitarra, vocal, Bob na guitarra, o que é ali tocando
[16:39] baixo no lugar do do Steve de Jorge e o monstruoso Jim rogan
[16:43] Na Na bateria aí. É o Bob.
[16:48] Ele fez uma seleção bem ampla, né?
[16:50] Eles procuraram muitos guitarristas, testaram muitos
[16:53] guitarristas antes de escolherem o Bob, que por coincidência, era
[16:56] um cara que o já conhecia de longo prazo ali da Flórida.
[17:00] O Kelly foi mais em cima da hora que os caras acabaram colocando.
[17:03] Tanto é que o Kelly, ele grava o disco e já sai, né?
[17:05] Eles não ficam nem muito, não ficam nem muito, não curtem
[17:10] muito o que o Kelly fez no disco assim.
[17:12] Seja pra reproduzir o que o Steve George já tinha gravado,
[17:15] seja nas linhas de baixo que ele criou para as músicas.
[17:18] Uma parte dessas músicas todas foram escritas pelo Chuck, mas
[17:22] ele desenvolveu essas músicas, ele e o Jim rogan sozinho.
[17:25] Quando os 2 chegaram, os esqueletos das músicas já
[17:28] estavam todos prontos, acho. Que ele chegou a fazer alguns
[17:31] shows, mas não, não deu liga, né?
[17:33] E aí chutaram ele pra pra escanteio aí.
[17:37] Falando ainda da ficha técnica do disco, ele foi gravado também
[17:41] No No more Sound, né? No No estúdio lendário da
[17:43] Flórida. Mas ao invés de de ser com Scott
[17:47] buans, que tinha gravado os discos anteriores, dessa vez foi
[17:49] com o Jim Morris, né? E aí acho que o Thiago deve ter
[17:53] mais informações também. Mas Oo que eu entendi das minhas
[17:58] pesquisas é que tinha alguns atritos do Chuck com o Scott.
[18:02] Né? E o Chuck queria principalmente
[18:04] o som de guitarra que fosse um pouquinho diferente do do que
[18:08] tinha sido gravado tanto No No himan quanto no individeo ou tot
[18:12] patiens. O que pra mim é curioso porque
[18:14] eu prefiro o som de guitarra dos outros discos.
[18:17] Não sei da da opinião de vocês aí.
[18:20] Não é engraçado assim. Eu entendo a crítica dele quando
[18:23] ele fala que ele não gosta. Ele achava que as as músicas se
[18:26] vivem total. Tinha um pouco o ponte de
[18:28] guitarra e nesse disco você já percebe já no primeiro riff você
[18:31] já percebe que tempo ante de guitarra, mas eu prefiro, acho
[18:35] que a guitarra soa um pouco, talvez não ser processada, né?
[18:39] Soa pouco artificial no simbólico em relação aos
[18:43] anteriores, mas eu não acho ruim também, não é uma crítica, eu só
[18:46] acho que são só diferentes assim.
[18:47] Minha preferência também é pela gritar dos anteriores.
[18:51] É isso. Longe de de de criticar, né,
[18:53] cara? Mas eu prefiro, eu acho um
[18:55] pouquinho mais. Mas mas gordinho, o timbre, né?
[18:59] Acho que ele está bem seco, cara, talvez seja aí você falou,
[19:01] Tiago, talvez seja 90, né? Tem algumas coisas nesse disco
[19:05] que a gente vai pontuar ali, que tem algumas coisinhas de anos 90
[19:09] se metendo no Chuck ali. Talvez ele não aceite tanto que
[19:13] ele não gostava dessa metal dos anos 90 nos Estados Unidos,
[19:17] principalmente do que esse é um no metal, ele gostava mesmo, mas
[19:20] tem algumas coisinhas ali, quando você ouve o disco, você
[19:22] percebe, OPA, ele estava de olho nisso.
[19:24] Não é bobo nem nada. E você, William, da da sua
[19:28] experiência aí, cara, você consegue comparar com o som
[19:31] tanto do indivíduo all the patterens quanto do Sound of the
[19:34] for seven, cara? Eu acho que esse aqui me agrada
[19:38] muito mais que o que o indivíduo.
[19:41] Eu gosto da produção desse disco aqui ela é Cristalina pra
[19:44] caramba. Eu gosto de de de de produção
[19:47] Cristalina também tem o seu valor.
[19:49] A produção suja também tem o seu valor, mas acho que aqui
[19:51] funciona tão bem. E eu acho que a equalização dos
[19:54] instrumentos, cara, a forma como eles soam, são tão são tão
[19:58] evidentes assim. Tu consegue ouvir o baixo muito
[20:01] bem, a bateria muito bem, a guitarra muito bem.
[20:03] Eu acho que o timbre da guitarra tá muito, tá, tá muito bom aqui
[20:06] nesse álbum, a voz do chucky AAO timbre da voz dele, AA forma
[20:11] como soa, cara. Eu acho que ele conseguiu
[20:14] atingir assim um nível de maturidade muito bom.
[20:17] E pra mim, acho que é um, é um. Vamos dizer assim, é 11, cara,
[20:20] que é uma referência, é um exemplo do estilo assim, não é
[20:23] um. Ele tem um, criou um template
[20:24] ali que muita gente copiou, muita gente se influenciou
[20:27] depois. Eu acho que o disco soa bem
[20:29] cara. Eu acho que ele o Sound of
[20:31] perseverency, acho que ele, ele bebeu um pouco da fonte desse
[20:35] aqui em termos de produção, pela experiência que eles tiveram.
[20:39] Mas esse álbum aqui em relação aos outros, cara, eu acho que
[20:43] talvez eu eu goste. Tanto do acho que o timbre de
[20:47] guitarra do hillman me agrada tanto quanto esse aqui do
[20:50] hillman e esse aqui acho que são os melhores timbres assim que o
[20:54] indivíduo. É o caso da filósofa, que foi a
[20:55] primeira música que eu ouvi deles, né?
[20:57] Eu já acho que tem aquele timbre bem, bem pesado, mas eu acho que
[21:01] ele esses aqui acho que são mais dilacerantes que aqueles são,
[21:05] cortam mais. Eu não sei, cara, é, é bem
[21:08] diferente, é bem diferente, mas eu acho que aqui aqui pra mim é
[21:12] o é o pico assim da produção dos caras.
[21:15] Eu vou dar 11 trocada final antes da gente falar da capa, aí
[21:18] por faixa, faixa que é. Se o simbolic, por exemplo,
[21:24] saísse hoje, vocês acham que ele IA ser automaticamente
[21:29] classificado como um disco de death metal ou vocês acham que
[21:31] tem chance dele ser mais jogado para um lado de trash da vida?
[21:35] Eu acho que o Thiago tem mais credencial para responder isso
[21:38] aí, cara, que eu, mas eu vou dar meu pitaco no fim, quando ele
[21:40] terminar. Eu eu acho que ele seria
[21:42] encarado ainda como disco de Def metal.
[21:44] Assim eu vejo. Seria talvez até as pessoas
[21:48] encarassem com prog, né? Vai saber, né?
[21:50] Como que a gente esse conceito mais amplo de prog que tem, que
[21:54] eu acho que é um conceito mais amplo, que o Chuck se
[21:57] beneficiaria muito se esse conceito já existisse nos anos
[21:59] 90, porque para ele o Def metal era um limitador do que ele
[22:03] queria fazer. Mas acho que ainda seria
[22:05] considerado death metal assim, aqueles death metal tipo meu
[22:08] gorgots da vida assim, sabe aquele death metal que tem os
[22:12] momentos de death metal, mas tem as viagens todas juntas ali?
[22:16] Não exatamente um. Eles iam chamando que tem tanta
[22:21] mínima coisa de death metal, tem tech, Def tem Slam, tem brutal
[22:25] Def, tem outros, School Def seria tipo um tack, Def outros,
[22:29] cool, outros tack School Dead ou de ou de School tech Def seria
[22:33] alguma coisa assim. Excelente.
[22:37] Eu acho que esse disco aqui, aí agora dando um pitaco, eu acho
[22:41] que ele o que ele tem em relação aos discos de death metal, assim
[22:45] que eu tenho como referência na minha cabeça, é como os
[22:48] clássicos que eu vi há muitos anos atrás, os morb de Angel da
[22:51] vida, os ou b to e aquelas coisas todas.
[22:53] Eu acho que esse álbum aqui, cara, ele consegue trazer um
[22:57] tipo assim de Acessibilidade, mas sem sacrificar Oo.
[23:03] A complexidade técnica dele, sem tirar elementos, tudo.
[23:08] Death metal tem coisas nele assim, algumas influências, que
[23:13] tipo? Tem umas coisas diferentes ali,
[23:14] sabe? Tem uns arpejos ali, é, tem umas
[23:18] melodias acessíveis, uns uns ganchos ali que deixa uma música
[23:22] mais acessível, sabe? Ele flerta assim com o trash de
[23:27] forma bem. Forte, uma das faixas que eu vou
[23:31] revelar mais pra frente eu tenho uma anotação sobre a palhetada
[23:35] ali e tudo, mas que eu eu ainda consigo destacar esse álbum como
[23:40] o álbum de Def metal. Sim, eu acho que pra época ele
[23:43] já era moderno. É o meu ponto.
[23:46] É um pouco nessa linha, cara. É porque assim tem, tem, sei lá,
[23:49] uma característica muito típica de Def metal que o Def tem zero
[23:53] é o Blast beat, por exemplo, né? Então, se se caísse de
[23:57] paraquedas esse disco como de uma banda, sei lá, a banda do
[24:01] Juvenal, né? 11 cara que não tivesse
[24:04] associação com com os primórdios do DF, com as cenas de death
[24:08] metal. Cara, eu não sei se ele não
[24:09] seria o progress of trash, sei lá, tô sendo, tô sendo só aqui
[24:14] 111 cutucador, né? Mas acho que nesse ponto aqui eu
[24:18] óbvio que eu na minha cabeça é death metal, né?
[24:21] É só pra gente colocar na mesa aqui que eu acho que se viesse
[24:24] de uma outra banda, de um outro lugar, cara, talvez não caísse
[24:27] no balaio do do Def. Né?
[24:29] É, eu acho. Eu eu acho que falta gancho pra
[24:32] ser trash, eu acho, eu vejo o que vocês falam, mas uma das
[24:35] coisas que eu crítico no simbólico é que eu acho que o
[24:37] simbólico tem pouco gancho, tem pouco.
[24:39] Hulk assim, sabe que tem horas que o refrão podia ser um refrão
[24:42] mais memorável pra música. Se é uma música que transcenda
[24:46] como no Sound of perseverance, tem vários disso.
[24:49] Você sai cantando os refrão no San anda percebendo se depois
[24:52] que você ouve é a primeira vez a música simbólico, não você vai
[24:54] se acostumando a eles assim, eles são bons e tal.
[24:57] Ainda está dentro do conceito de você ter que fazer uma obra de
[25:00] metal extremo assim, então acho que é essa.
[25:02] Mas a questão. O Def seria o rush do Def metal.
[25:07] Em que quesito cara? Técnica.
[25:14] Cara, talvez eu acho que pode ser cara pelo.
[25:19] Por não ser um extremo técnico, né?
[25:22] É um técnico com com Bom Gosto. Acho que eu, eu, eu aceitaria.
[25:28] Mas não sei se eu consigo cravar aqui na minha cabeça uma
[25:31] equivalência. Não, cara.
[25:33] É, eu consigo entender a correlação faz sentido assim,
[25:38] porque ser uma banda que tá levando a música de metal
[25:42] extremo para algum outro nível de percepção com aquilo?
[25:46] Mas não sei, não sei se rush seria, mas tentando pensar numa
[25:49] outra banda que encaixasse pra de progressiva ou pra encaixar
[25:52] com o Def e não, não consigo, pode ser que sim.
[25:55] É a outra pergunta, seria esse aqui seria o 2112 deles?
[26:01] Não, não, 2112 do rush se do Def.
[26:07] Se tivesse que dizer acho que é o escrito ao realing a hora que
[26:11] eles levam. Um certo extremo ali, dali para
[26:15] frente, eles conquistam a Liberdade para fazer o que eles
[26:17] quiserem. E aí eles vão viajar na maionese
[26:21] e completamente assim. É porque eu vejo esse álbum aqui
[26:24] muito técnico, né? Então, na minha percepção ainda,
[26:27] de certa forma, ainda é um pouco prematura.
[26:30] Eu faço essa análise porque é por que que eu usei o rush?
[26:34] Porque o rush para mim é uma das poucas poucas.
[26:38] Que tem muita técnica, mas tem muito feeling.
[26:40] As músicas me dizem algo, as músicas tem alma e eu acho que
[26:43] aqui é um death metal muito técnico, extremamente técnico.
[26:46] E essas músicas me dizem alguma coisa também.
[26:49] É, é, é. Porque pra mim o 2112 ele, ele
[26:53] cai naquele. A gente já fez vários episódios
[26:55] disso, né? O disco que a banda quase perdeu
[26:58] o contrato e voltou, né? Então assim, eu fico com esse
[27:01] negócio na cabeça. Mas eu não, eu não sei qual
[27:04] seria, cara, eu não sei se OOO próprio rima não é mais.
[27:09] Eu tenho dificuldade de pensar qual é o disco mais técnico do
[27:12] do do Def, cara, mas o rima pra mim, ele tá num num patamar
[27:16] diferente. A gente vai gravar esse cara aí,
[27:18] com certeza. Acho que é uma loucura, porque
[27:20] era um Monte de moleque, né, cara?
[27:22] O Paul e o Sean estava com sei lá, 1920 anos e fizeram um
[27:26] negócio que é uma monstruosidade, né?
[27:29] Então eu entendo assim, do twelve, eu que entendo que o
[27:32] twelve no rush é a hora que o rush, as coisas, que as ideias,
[27:36] que o rush tá fermentando na cabeça e que não consegue e que
[27:42] é a gravadora não tá aceitando, ele vai lá e coloca, vou fazer
[27:46] de qualquer jeito. Isso não me interessa, tipo, não
[27:48] quero soft. Eles tentam fazer isso, toma
[27:51] sapatar da gravadora, mas eles ainda estão tentando manter o
[27:55] Unido passado. Acho que eles fazem isso.
[27:58] No DF, você vai tentar pegar pela cronologia.
[28:02] Acho que o espírito realing que é a hora que ele fala assim, eu
[28:04] vou enfiar um pouco mais de melodia, eu vou colocar um pouco
[28:06] mais de técnica nessas músicas do lepro assim, e ele faz isso
[28:10] no espírito realing e James Murphy destroçando tudo, mas de
[28:14] certa forma, todos os discos do rush do DF acabam sendo meio que
[28:18] então faz sentido, né? Você pensasse no simbólico,
[28:20] porque cada disco do ele tá pensando numa própria nova
[28:26] revolução interna dentro do som do DF.
[28:28] Cheguei isso no yuman, cheguei isso na hora que ele vale
[28:30] indivíduo auto patra, antes que talvez seja o primeiro disco
[28:32] mais técnico deles. Assim em quesito não que o yuman
[28:36] não seja técnico, mas o yuman tem as o yuman é técnico e
[28:39] viaja. Ele leva tipo quase um escuta o
[28:43] Pink Floyd do Def se quase um medel do Def se a gente pudesse
[28:47] colocar assim, mas o indivíduo auto pattle a hora que o Def se
[28:53] volta para fazer um disco de Def metal ultra técnico sem deixar
[28:56] de ser Def metal de movimento nenhum.
[28:59] Eu acho que o yuman tem momentos que ele viaja ali que são
[29:02] lindos. Essas viagens são sensacionais.
[29:04] O disco que faz isso, que eleva o padrão do disco assim.
[29:08] Então acho que no simbolic eles estão tentando talvez achar um
[29:13] meio termo entre de videos autopatans e yuman, e eu acho
[29:16] que eles não, não acham, mas esse é o meu problema.
[29:18] Assim, não que as músicas tenham ficado ruins, mas acho que eles
[29:21] não alcançam que talvez eles tivessem o que o Chuck tivesse
[29:24] se proposto a fazer. É isso aí, comparar deve com o
[29:29] rush. Só aqui no rock, na mesa mesmo,
[29:30] toca o baile aí. Cara, e agora?
[29:35] Última doideira antes do faixa? Faixa é essa capa.
[29:38] Aí começa William, fala pra gente aqui todos os significados
[29:42] ocultos e simbologias que tem nessa, nesse olho que tudo vê.
[29:47] Assim, ó essa capa. Ela tem muita informação.
[29:50] Primeira coisa, a paleta de cores dela, a forma como elas
[29:53] ornam, eu gosto, me agrada. Esse olho e essas mãos, elas
[30:00] destoam um pouco. Parece 11 fotografia, um recorte
[30:05] em meio a uma pintura que eu achei interessante.
[30:09] Eu acho que ali tem a questão da das 2 silhuetas ali de 2 pessoas
[30:14] que estão entre essas mãos. 2 parece que estão derretendo
[30:18] definhando essas mãos podem trazer uma alusão pra
[30:22] manipulação. É, então eu acho que talvez aí a
[30:26] gente já comece a entrar na questão das letras, né?
[30:30] Consegue imaginar que que tem alguma coisa em relação a isso?
[30:34] O preto ali em volta da das mãos parece como se fosse assim, um é
[30:40] um buraco, um abismo negro, alguma coisa do tipo, sabe aí
[30:44] essas coisas do lado que eu não sei se sei lá se parece uma
[30:47] serpente ou sei lá o que que é, não sei.
[30:49] Eu sei que essa capa, ela ela é muito bonita, cara, ela é muito
[30:52] bonita e. O logo da banda tá tá perfeito
[30:55] ali em vermelho. Eu gosto muito.
[30:58] É de um ilustrador suíço. Pelo que eu pesquisei, René
[31:02] beville, acho que é assim que pronuncia o nome do cara.
[31:05] Fala aí, Thiago, qual é a segunda camada de interpretação
[31:09] dessa capa? Eu não, eu não.
[31:11] Confesso que eu não tenho, cara. Eu acho a capa uma viagem
[31:13] completa. Assim.
[31:14] Eu olho ali e falo, botei um Monte de símbolo perdido ali.
[31:18] E passa uma sensação meio claustrofóbica na capa e seu
[31:21] olho olhando para o negócio ali está sendo vigiado e ao mesmo
[31:25] tempo não dá para entender nada do que tá acontecendo.
[31:29] Então acho isso uma capa que é é artisticamente bem bonita, mas
[31:34] assim eu bato o olho e fico só viajando.
[31:36] Não, não consigo formar grandes ideias sobre o que tá quer
[31:40] dizer, esse olho, não sei se tá quebrando vidros, sabe, né?
[31:43] Coisa meio um vidro se quebrando, o olho tá atrás, é um
[31:47] negócio meio. Tá olhando a capa, eu acho uma
[31:50] capa legal, uma imagem bem forte de capa que acho que tá ali
[31:55] porque o disco soa. Ele não destoa em nada do que
[31:58] vai ser a sonoridade que você vai ouvir no disco.
[32:01] Vai ser isso daí, vai ser as as serpentezinhas que eu não sei se
[32:04] são serpentezinhas de fato, mas o disco vai ser sinuoso, as
[32:08] músicas vão ter essa, esse tipo de andamento.
[32:12] Então assim, agora essas as 3 capas que a rennieview fez.
[32:16] Porque o Renan me view fez com ODF.
[32:18] São sensacionais, né? Não consigo escolher minha
[32:21] favorita. Eu gosto muito das 3, teria uma
[32:24] camiseta das 3. Assim tenho o menor problema.
[32:28] São artes bem legais. Fácil, fácil, cara.
[32:32] Inclusive, DF é uma banda que eu não tenho camiseta.
[32:35] Mas será que o olho tá quebrando AO cristal da Montanha?
[32:41] Eu? Eu, eu também, cara.
[32:44] Confesso que pra mim essa capa é difícil pra caramba de
[32:46] interpretar, né? Você pode pensar que tem
[32:47] sazonais aí, que tem alguma coisa de de das letras
[32:52] escondidas, mas também não. Não consigo achar muito
[32:55] significado fora o que eu acho legal e mas eu.
[33:00] Acho que cara. Tem.
[33:03] Que achar uns gatinhos, né? Pra interpretar as letras?
[33:07] Mas cara, é, é, é, é capa icônica também, né?
[33:11] Acho que. AA, essa estética do do do René
[33:15] me viu aí nessas 3 capas é é muito, muito particular, né,
[33:19] cara? Eu também curto pra caramba.
[33:23] E com isso só tem a. Curiosidade, né?
[33:26] Que as capas do René me viu ODF tá em um lugar diferente, né?
[33:30] De cada capa tem mínimas diferenças no longo entre cada
[33:34] uma. Mas essa tá no canto esquerdo,
[33:36] acho que do iuman tá no canto direito e de vida do autopatan
[33:39] está no meio. Nunca tinha reparado, cara.
[33:48] Verdade o é, tô até olhando aqui, né, olhar as outras capas
[33:54] todas, em geral ele tá no canto superior esquerdo, só o himan tá
[33:57] na direita e o indivíduo de alsat petten tá no meio, né?
[34:02] Dessas aí, acho que é do himan, é a mais legal pra mim, cara.
[34:04] Sempre tive uma fascinação com essa capa, mas isso aí é é tema
[34:08] pra outro dia. E com isso a gente vai pro
[34:32] faixa, faixa? Vamos lá, começando com
[34:36] simbolic, faixa, título. William começa aí falando bem
[34:41] pra gente. Eu acho que o riff inicial dessa
[34:43] música, Combinado com a voz do Chuck, inicialmente já são 2
[34:48] credenciais que me fazem gostar do do som, do do disco.
[34:51] E quando a música acelera muito dessa qualidade Cristalina da
[34:55] produção que eu mencionei lá atrás, fica bem evidente que tá
[34:58] todos os instrumentos ali distintos.
[35:00] Audíveis, né? Em sua plenitude.
[35:02] Eu acho que que é uma música assim, que por excelência,
[35:05] mostra um Def em pleno auge de técnica e maturidade dentro do
[35:08] do estilo. Eu acho que essa música, ela ela
[35:12] é técnica, mas ela também é pesada.
[35:16] Ela é visceral. Letra, analiso agora, deixo pra
[35:19] ti. Vai, cara, manda ver.
[35:22] Pequenas anotações aqui. Parece que ela fala sobre um é
[35:26] sobre como se fosse um lamento, a perda gradual da Inocência
[35:29] juvenil, tá? É isso aí?
[35:32] A letra também acho que é bem nessa linha, mesmo assim não tem
[35:36] que falar em perder Inocência, né?
[35:39] Talvez aí eu deixa eu aqui a gente pensar que é é o disco que
[35:43] tão usando pela rode hunner, depois de ter tratado com a
[35:46] gravadora anterior, interpretado como músicos anteriores.
[35:50] Mas tá procurando um outro tipo de relação com músicos ali.
[35:54] Pode ser que ele esteja falando de tipo, estou finalmente
[35:57] virando um profissional da música e eu sinto falta de
[36:01] quando não era esse profissional.
[36:03] Você falou o riff inicial que começa a música espetacular,
[36:06] aquele filme de tempo. A gente está falando do timbre.
[36:09] É o timbre de time, mais gordo, mais fortão, de timbre, que me
[36:12] lembra muito mais anos 90 ali. E vai ser uma música de 6
[36:16] minutos e meio que não era tão natural para o Def.
[36:18] Uma música dessa, desse tamanho, dessa duração, e é nesses 6
[36:23] minutos e meio, vai variar bastante assim.
[36:26] Jim, o hogland vai a hora que vai disparar a bateria, a hora
[36:30] que vai só segurar mais ali as transições.
[36:33] É o que eu acho legal. As traduções, às vezes elas
[36:36] parecem meio abruptas, mas são tão legais.
[36:38] A forma como um riff sai e entra outro de cada disco é tão legal.
[36:42] E ela vai ter uma parada lá pelos 3 minutos, que vai
[36:45] encaminhar para a parte intermediária, que eu acho
[36:48] melhor. Parte da música para mim,
[36:49] disparado. Não acha não, William?
[36:52] Não acha não, Bruno. Cara, acho tudo foda essa
[36:58] quebradinha que faz. É, cara, isso é lindo demais e
[37:03] vai pra umas guitarras meio esquizofrênicas, né?
[37:05] Tem 2 guitarras harmonizadas e aí vai pro solo metralhante
[37:09] aqui, cara, eu acho, eu acho lindo demais esse negócio, cara,
[37:13] eu tinha notado essa transição aí também, né?
[37:15] É meio dá uma quebradinha EE vamos embora, né, já cai no bobo
[37:19] duplo de novo. Eu, cara, eu concordo com com
[37:22] tudo que vocês falaram, cara, ela já começa lindaça, né?
[37:25] Ela tem, já tem muito da dinâmica do do DF.
[37:28] Uma coisa, as transições também, que você comentou Thiago, que eu
[37:30] acho legal pra caramba, que tem muito nesse disco, é são rifes
[37:36] que a bateria é troca acentuação ou troca a forma que tá tocando
[37:41] e o riff ganha outra característica, e o contrário
[37:43] também, né? Às vezes é um grupo de bateria
[37:45] que o riff muda. EEE troca a característica da
[37:48] face também, né? Todas essas dinâmicas aí que que
[37:51] o Chuck foi montando junto com com com o Jim hogman são legais
[37:55] demais, cara, é. O esse, essas viagens aí, cara
[38:00] de de puta, muda a velocidade pra caramba, aí troca compasso,
[38:04] o cara tá em 3, vai pra 4, vai pra sei lá onde, né?
[38:07] Muda de tom, tem, tem modulação de tom, tem, tem tudo, né?
[38:11] Nenhuma música, só essa aqui é mais longa mesmo, cara, 6
[38:14] minutos e meio, né? Esse disco ele tem algumas
[38:17] faixas mais longas mesmo do que do que acho que os discos
[38:21] anteriores do DF não cheguei a olhar estatisticamente, mas até
[38:24] sem pressão, né? E cara, eu eu gosto demais desse
[38:30] negócio, acho que só tem 11, probleminha que cara, ela
[38:34] termina no face, né? Ela tem umas caixas que são com
[38:37] aquele som invertido lá do do queens rike, que a gente já
[38:40] falou, né, que dá aquele é 11 som estranho de caixa.
[38:44] Mas pô, não custava nada fazer um fim decente pra música, né,
[38:47] cara? Só pra só pra pegar no pé aqui,
[38:50] né? Porque é essa, essa faixa é
[38:52] perfeita, cara. E da letra acho que é a?
[38:54] Única, né? Com lidi vai ser a única que vai
[38:57] ter. Não é cara, não é a única, essa
[39:00] é uma grande decepção e o outro need peaking que eu que eu
[39:04] coloco aí a única outra encheção de saco, caramba, eu acho que No
[39:07] No refrão não precisava ter um pan do simboli cact né, que fica
[39:12] indo de um lado pro outro. Eu acho meio meio cafonão isso
[39:15] aí. Aliás, o disco IA chamar simboli
[39:17] cat, né? Depois que ele foi reduzido pra
[39:21] pra simbolic, só pra informação aí.
[39:24] E da letra só para complementar, o que vocês já falaram, cara,
[39:27] acho que ele tem um lance também.
[39:29] É não só da Inocência perdida, mas da de de você de vez em
[39:34] quando deixar as sensações da sua Juventude, né?
[39:39] Da da sua época de de Inocência voltar, né?
[39:43] Enquanto a vida adulta está te te levando para um lado ruim, te
[39:47] machucando, te trazendo rancor, cara, às vezes vale a pena
[39:50] fechar o olho, voltar. Né?
[39:51] Até com uma carinha de de um carpedinho, né?
[39:54] Às vezes é legal deixar a Inocência retomar.
[39:56] Se possível, né? Mas cara, obra prima, né?
[39:59] Primeira do do disco, já na lata.
[40:34] Segunda faixa, zerotolarens Thiago, como é que tá sua
[40:39] tolerância? Começa com 2 pedradas, né?
[40:43] O disco 2 clássicos, olha, eles vão ser 3 clássicos, né?
[40:46] O esse disco já vai começar. 3 músicas são clássicas, mas eu já
[40:50] começo dizendo que pra mim as 2 melhor, as 2 primeiras são
[40:53] melhores que a terceira. Mas assim começa com a
[40:57] bateriazinha do Jimmy rogo, parece meio que quem não quer
[41:00] nada, de repente entra um riff torto pra diabo ali que você vai
[41:03] colocar e aí vai ter o que eu falo que tem a as músicas, tem
[41:07] uma coisa meio truncada, meio sincopada de stop and go, de
[41:11] levar lá que pra mim aquilo ele tava ouvindo, pronto, ouvido,
[41:14] realmente ele tava vendo as bandas que estavam fazendo isso
[41:16] nos anos 90. ODF sempre teve um pouquinho
[41:19] disso, mas acho que nesse disco isso meio que ganha um pouco
[41:22] mais de vai ter várias músicas que isso vai ter uma.
[41:25] Participação mais forte, essas partes mais truncadas assim,
[41:28] esse jeito de trincar de fazer a parada psicopada de todo mundo
[41:32] ali para sincronizada de todo mundo.
[41:35] Mas é legal que ela vai assim, ela vai se soltando, né?
[41:37] Ela vai ter essa parte que é truncada e aos poucos ela vai se
[41:40] soltando pra ir ficando mais rápido.
[41:41] E no refrão arrasta pra caramba, sabe?
[41:43] Tipo EE, eu acho que essas são as partes legais da música.
[41:47] E aí vai ter detalhezinhos, né, cara?
[41:49] Na hora do refrão tem uma guitarra numa horazinha que
[41:51] entra uma guitarrinha sem distorção, que dá uma coisa meio
[41:53] etérea pra música ali, cara. Então acho que é outro clássico
[42:00] do disco, assim que é pra mim, sem defeitos nenhum, assim,
[42:05] adoro ela, a letra. E eu estou aqui dizendo que não
[42:08] vai ter tolerância com a galera que tem poder, com quem espalha
[42:12] mentira, com quem. Faz todas as situações, todas as
[42:16] coisas ruins ali, né? Tipo EE tem um finalzinho de uma
[42:20] parte da letra ali que ele fala uma coisa que dá para máquinas
[42:24] abastecem ao otar, onde vidas virtuosas são sacrificadas.
[42:28] Não sei se ele já está pensando em críticar a essa
[42:32] informatização que a vida estava começando a ter a partir dali,
[42:36] sabe a coisa começando a ficar desumanizada, né?
[42:39] Mas aí. Deixar para o William ver qual
[42:41] que é a posição do William sobre essa letra e a música também.
[42:45] A letra, pelo que eu pude avaliar aqui, ela fala sobre
[42:48] abuso de poder sem intolerância. Cara, é corrupção, política,
[42:52] vigilância constante, é isso aí. E já falamos disso lá no
[42:57] Megadeth, né? A gente falou sobre isso lá em
[42:59] alguma das letras, né? A questão da da dessa questão do
[43:02] abuso de poder e tudo, né, que também é um tema presente na
[43:06] nossa realidade, né? A gente tem alguns exemplos aí.
[43:09] E eu acho que o instrumental dessa música aí, eu acho que ele
[43:12] é bem engenhoso, ele é cheio de quebradas de tempos.
[43:16] Tem momentos que o batera coloca um bumbo duplo cirúrgico aqui,
[43:19] ali tem partes de guitarra com aqueles dedilhados insólitos,
[43:23] mas tem também o momento que a música fica mais reta,
[43:25] tradicional. O Jane Hogan Tok é um absurdo
[43:28] aqui a criatividade do que se ouve das linhas de bateria dele.
[43:32] Me prenderam a atenção o tempo todo.
[43:34] O timbre de voz, o Chuck está animal me impressiona demais.
[43:38] As linhas vocais dele funciona muito bem dentro do ritmo dos
[43:42] riffs que ele toca. Obviamente nele é o principal
[43:45] compositor, guitarrista e vocalista, então ele mostra
[43:47] bastante domínio de tudo isso e consegue criar algo assim que
[43:51] mescla bem as habilidades que ele tem.
[43:53] Eu acho que esse cara aí, ele era um era um músico
[43:55] diferenciado, sem sombra de dúvidas, e pra mim, assim, ele
[43:58] tá no mesmo patamar de pai de estilo.
[44:01] Tinha o Tonhão, pai do heavy metal, o Caio hansing, pai do
[44:04] metal melódico, está o Chuck, pai do thef metal.
[44:07] Ele é um. Dos dos considerados mesmo, né?
[44:10] Não é, tem. Rola os debates lá se foi o
[44:12] posset, se foi ODF, mas ele tá lá, tem que tá anotado, né?
[44:18] Entre ele, o possed, ele mesmo vai dizer que o possed foi uma
[44:22] inspiração. Ele nunca negou isso, daí que
[44:25] ODF era uma era inspirado no possed.
[44:28] Ele queria pegar o processo de como plantou ali e levar em
[44:31] diante, levar adiante, e levou legais.
[44:36] Particularmente prefiro o Def. É cara, eu eu tava nessas
[44:43] entrevistas aí né? Até recomendo quem quem curte
[44:46] Def aí, quem tá ouvindo a gente tem um podcast pra quem fala
[44:49] inglês também, que chama, Hein to the combine que acho que na
[44:53] comemoração comemoração é foda, né?
[44:54] Na Na. Na no aniversário da morte do do
[44:58] Chuck aí fez 20 anos, né? Eu acho que fez 20 anos ano
[45:01] passado, sei lá, esse ano eles fizeram uma entrevista, acho que
[45:05] com todos os ex membros que eles conseguiram.
[45:07] Então tem bastante gente aí, cara, tem com o Jimmy, tem com o
[45:10] Steve de Jorge, tem com o Paul, mais Vidal, né?
[45:14] Tem com o James Murphy, tem com todo mundo, cara, e é uma coisa
[45:17] que tanto o Jim quanto o Steve de Jorge comentaram que achei
[45:20] legal. É que Oo Chuck é um cara que
[45:23] incentivava a galera a pirar na música, né?
[45:26] E aí, ouvindo a composição, o que o Thiago já comentou da
[45:28] bateria quebradona no começo, entra no rifle todo torto, né?
[45:32] Acho que faz todo sentido. E o que eu achei mais engraçado
[45:35] é que às vezes o chucky tinha que falar para galera pegar
[45:38] leve, né? Porque ele já tinha que cantar e
[45:41] tocar guitarra e aí às vezes, OOO, isso aí valeu tanto para o
[45:45] shaan griner quanto pro pro Jimmy rogan, né?
[45:47] A galera levava tão longe a piração que ele, tocando
[45:51] guitarra, cantando, acabava se perdendo.
[45:54] É, é, é bem bem curioso imaginar 11.
[45:57] Eu queria ver o nível de loucura que tava pra pra isso acontecer,
[46:00] né? Macaré é legal demais, né?
[46:02] Tudo, tudo, tudo errado já começa com a bateria toda torta,
[46:05] né? Guitarra no rif tortasse em cima
[46:08] disso também. Os solos dessa faixa cara também
[46:11] são esquisitos, né? Tem os ruidosos dissonantes aí
[46:14] no meio da da quebradeira, mas aí tem umas guitarras
[46:17] harmonizadas que ficam legais também que.
[46:19] Aterrisa um pouquinho, isso é, cara, é, Thiago já comentou, né,
[46:24] esse disco começa num num, num nível altíssimo aí de de metal,
[46:28] né, cara? E da letra eu peguei alguma
[46:31] coisa parecida com vocês, eu não consegui.
[46:33] Muito profundo, não, alguma coisa como a religião, com o
[46:36] controle da da população, né? Não tolerando erros da população
[46:41] e só que, por outro lado, os líderes são altamente falhos,
[46:44] né? São são pessoas que às vezes são
[46:46] meio questionáveis. Uma coisa nessa linha.
[47:06] Terceira faixa, enter words, palavras vazias.
[47:11] William, preencha nossas palavras aí, cara.
[47:15] Tá bom? Cara, eu acho que essa música
[47:18] aqui ela me lembra porque o Def é uma banda diferenciada dentro
[47:21] do estilo. No início.
[47:23] Cara, tem um dedilhado, tem uma atmosfera bucólica, tem aquele
[47:27] clima trevoso, aqueles rifes, e aqui alterna bem intresse,
[47:32] progressivo e tradicional. Os vocais do Chuck são cantados
[47:37] de forma insólita quando ele pronuncia o título da faixa bem
[47:40] no fim, sabe? Cara, é muito foda.
[47:43] Isso aqui é bom demais. E a letra?
[47:47] Parece ser sobre promessas vazias, manipulação verbal é
[47:52] aquelas palavras vazias que são, são ditas escritas, né?
[47:56] Para destruir as vidas, né? Da, da, das pessoas sem sem ter
[48:00] 111, boa intenção por trás ou algo do tipo, sabe?
[48:04] Talvez tenha aí um pouquinho de traição, de falsidade humana,
[48:08] enfim, né? Hipocrisia, fúria contra os
[48:11] hipócritas, né? Pessoas sem substância ou algo
[48:14] do tipo. Mais uma vez, né?
[48:17] O contexto que o que ODF passava ali, nessa troca de gravadoras,
[48:22] nessa briga anterior ali, é que o Word está falando de promessas
[48:26] vazias, né? Talvez ele tivesse pensando
[48:29] muito em nessas relações profissionais que ele está tendo
[48:34] com a com a indústria musical em si.
[48:38] E como aquilo nem sempre está funcionando, né?
[48:40] Como aquilo para ele. Não tava funcionando exatamente
[48:44] bem. Ele tá criticando Sério, ele é
[48:46] muito sincero, as letras somente do Chuck são bem.
[48:49] Tá falando que ele tá passando na hora mesmo, né?
[48:51] Que ver muito essa sensação dele, da música em si.
[48:55] Assim, era uma música que eu achava que eu falei um pouco
[48:58] antes que eu acho que ela é um pouco inferior as 2 primeiras
[49:01] músicas. Não que ela seja uma música
[49:03] ruim, longe disso, não tem nenhuma música ruim nesse disco.
[49:05] Mas ela começa me dando uma impressão que ela vai pra algum
[49:08] lugar. E eu acho que ela nunca chega
[49:10] nesse lugar que ela poderia ter chegado.
[49:12] Essa começa esse início mais melódico, mais mais etéreo, de
[49:16] certa forma de houve no meio percussivo.
[49:19] De repente, explode a música e aí vai trazer o rush, Oo Chuck
[49:23] vai trazer essas pontadas meio meio arabescas ali, meio
[49:28] orientais no rif, que ele tem muito que ele usa.
[49:32] E é uma coisa que ele leva muito, acho que as transições
[49:35] são legais. A entrada da da música no refrão
[49:38] é foda demais, mas aí eu acho que o refrão merecia ser um
[49:41] refrão daqueles de arrebatar, aí o refrão não arrebata, eu acho
[49:45] que é isso que É Ela pede. Tipo, era a música, era a música
[49:48] de fazer ser o grande clássico do disco e ela acaba não
[49:52] ficando. Eu acho que ela acaba na hora
[49:55] que precisava ir, talvez não tenha ido porque o Chuck ter
[49:59] tido medo de ir até lá. E aí talvez fosse uma música que
[50:01] se eles tivessem guardado e lançado no Sound of the percy
[50:04] view, com o conceito do chucky, já pensando mellogicamente, mas
[50:08] essa música poderia ter chegado num outro nível, que era o nível
[50:12] de ser daí talvez top five de músicas do do Def é que assim é
[50:16] uma música sensacional, assim, uma música que não poderia ficar
[50:19] de fora do disco. Ela é boa pra caramba e vai lá,
[50:22] Bruna, o que que você acha disso tudo?
[50:25] Pô, cara, eu, eu adoro o refrão dessa faixa, né?
[50:28] Ele tem um. 11 tipo de riff diferente, né, que é mais um sai
[50:34] um pouco do Power acorde ou da das notas soltas, né?
[50:36] Tem AO acordezinho invertido lá, que dá uma sonoridade um
[50:40] pouquinho mais dissonante. Acho legal demais, cara, né?
[50:43] E. Não, mas eu acho ele muito.
[50:44] É isso que você tá falando. Eu acho que No No refrão ela
[50:46] fica estranha. Não?
[50:49] Que estranho, ruim, estranho. Bom, mas eu acho que ela tava se
[50:52] construindo de forma pra ser uma coisa de arrebatar aí no refrão,
[50:56] ela. Te estranha te obrigar.
[50:58] OPA, o que que está acontecendo aqui agora?
[51:00] Eu falei. A entrada do refrão é
[51:01] sensacional, mas só isso. Tem um parece um chat que é.
[51:05] Ruim. Eu só achava que talvez ela ela
[51:08] se constrói de forma que ela podia explodir.
[51:11] Ela não estoura exatamente. Falta Oo gancho do refrão, acho
[51:15] que fala. Pô, esse me pega é assim do
[51:19] disco, cara, eu até concordo contigo que os refrães não são
[51:23] tão refrão, os refrães. Não são tão tão marcantes, né?
[51:28] Mas esse é um que vem na minha cabeça, cara, eu acho legal
[51:30] demais, né? Até o groove da bateria, que dá
[51:33] o um acelerado de bumbo e para, né?
[51:36] Eu não sei, esse esse aí é o que me pega, né?
[51:40] Mas é gosto, né? É, acho que tem o obviamente, o
[51:44] músico é tudo gosto, né? Eu.
[51:48] Fico chateado que ela termina no fade, cara, nesse refrão mais
[51:51] solto aí né, que ele fica só gritando entre chateado, mas
[51:59] cara, eu não, não, não tiro nenhum mérito desde a introdução
[52:01] mais climática e etérica que vocês comentaram, cara, ela é um
[52:04] pouco mais cadenciada, né? Até assim essa foi uma das
[52:07] faixas que eu comecei a ficar com com essa piração que eu
[52:11] comentei com vocês, né? Eu não vou falar.
[52:13] Obviamente que esse não é um disco de deff metal, mas.
[52:16] Acho que se ele saísse num num num momento diferente, com uma
[52:21] banda diferente, né? Depois que f metal já evoluiu e
[52:25] o trash também evoluiu pra caramba.
[52:27] Talvez não não caísse nesse baldinho, né?
[52:31] Mas é é outra, mais uma obra prima, cara.
[52:34] Vai ser difícil de falar mal desse disco aqui, sendo bem
[52:37] sincero. E aí a gente vai para quarta
[53:07] faixa, secrets serenity. Eu duvido que você fale mal
[53:09] dessa faixa, Thiago. A música dos gatinhos, né?
[53:12] Assim que ele fala é a letra. Aquele dias que ele se inspirou
[53:15] era tranquilo na serenidade dos animais, né?
[53:18] Principalmente dos gatinhos e cachorros.
[53:20] Genial com relação ao mundo, né? A letra, essa serenidade
[53:26] sagrada, né? De.
[53:28] Nossa busca de você se livrar da fala que a Fran exatamente tipo
[53:35] o sagrada é O Presente daqueles que não têm conhecimento, né?
[53:41] E que na versão é uma bênção, benção.
[53:43] Do desconhecimento. Cara, porra, isso é isso.
[53:45] É muito foda o cara pensar no gatinho, é.
[53:47] Isso, cara, é isso que ele colocou assim?
[53:50] E a música, a música menos pesada do disco, talvez essa, se
[53:53] a gente fosse falar, seja a música que menos deve metal, do
[53:57] disco todo assim e que funciona legal, porque você tá com
[54:01] músicas muito agressivas. De repente você é uma música que
[54:03] dá uma pegada numa cabeça um pouco mais tranquila.
[54:06] De repente assim, né? Começa com aquele baixão já
[54:08] dobrando em cima da bateria e depois vai ter uma levada mais
[54:11] gostosa até a gente acompanhar. Assim, uns vidzinhos melódicos
[54:15] no refrão. Assim, é uma música legal, sabe?
[54:18] Tipo, é um respiro que o disco tá te dando ali.
[54:20] Assim, eu acho que ele funciona bem pra isso e não é das minhas
[54:26] favoritas do disco, mas também longe de ser uma música ruim.
[54:29] Não era música que se eu tivesse que pensar em tirar 2 músicas
[54:32] músicas do disco pra deixar ele mais curto, não, porque as
[54:34] músicas não merecessem entrar no disco só pra ficar menos
[54:37] opressivo, menos opressivo a experiência de ouvir, não seria
[54:41] ela que eu tiraria. Agora passaria bom desse
[54:44] William. Gostou dessa música mesmo ou
[54:47] não? Gostei, sim.
[54:48] Eu vou dizer para você assim que não, não só de guitarras e
[54:51] bateria, a gente vai ficar falando aqui.
[54:54] Eu principalmente, apesar de elogiar muito essas partes,
[54:57] cara, aqui o baixo, pô, aqui o Kelly Colman tem um papel de
[55:02] destaque muito foda nessa música, cara.
[55:06] Ele toca demais aqui. E ali outra coisa legal também,
[55:10] que pouco depois dos 2 minutos e 30 tem um dedo de lado, guitarra
[55:13] muito foda também. Isso aí.
[55:16] Tudo que eu tô dizendo é pra não ficar chovendo no molhado, né?
[55:18] Sempre elogiando a batera, os rifes, a voz do chucky.
[55:21] Então acho que aqui pra mim os 2 momentos aqui é é a linha de
[55:25] baixo que tá bem evidente, tá bem ele literalmente sol em
[55:30] algumas partes da música, é um cara muito habilidoso e.
[55:34] AAO dedilhado de guitarra ali depois dos 2 minutos e 30.
[55:38] Que cara. Eu achei muito foda essa parte e
[55:41] eu acho que é isso mesmo. O Tiago falou sobre a eu tinha
[55:43] feito uma leitura mais ou menos nessa linha, mas sem pensar que
[55:47] fosse sobre um gato, né? Sobre fase interior e serenidade
[55:51] em meio ao caos, isso sim, mas eu não sabia que essa informação
[55:54] não tinha que. Que falava sobre um gato e de
[55:57] certa forma, até faz sentido, cara, pra quem gosta desses
[56:00] bichos aí, sabe que. É.
[56:02] É o ele é bicheiro, né? OOO Tchan, que era um cara que
[56:05] amava cachorros e gatos e tal. Ele falava até que, cara, ele
[56:08] não. Não tem nenhuma pretensão de ser
[56:10] um multimilionário rockstary. Ele quer ganhar dinheiro para
[56:13] cuidar do Jardim dele e dar comida para os bichos dele lá,
[56:16] né, cara? Então faz todo sentido, é cara,
[56:19] essa sacadinha dele de puta pegar um.
[56:23] O ponto de vista de um bicho que tá ali vivendo a vida dele, né?
[56:26] Vendo a vida passar sem se preocupar com o futuro e com com
[56:29] as coisas. É sensacional, cara.
[56:32] É tipo, tipo o banguela. Cara, o banguela é a serenidade
[56:36] sagrada. Né?
[56:37] Ele é cara. A vida dele é ficar olhando os
[56:40] vizinhos aqui pela janela, né? Tranquilo.
[56:43] Aí dá uma passeada, marca o território na rua E voltou.
[56:46] Aí, beleza, come a raçãozinha dele.
[56:49] E deita no travesseirinho girafa.
[56:53] Tem o Travesseiro de girafa de caveirinha.
[56:55] Ele reveza. Quando ficar muito quente, ele
[56:57] troca. É.
[56:59] Cara, você falou em rush, William, depois escuta essa
[57:02] música aí, Oo, acho que é o segundo riff da música, cara,
[57:05] mas é antes do primeiro verso, tem um groovezinho que é muito
[57:08] new peer, cara, que é com o um radizão super intenso ali No No,
[57:12] no contratempo. Eu acho legal demais, né?
[57:15] É o é o riff que que acha que tem a guitarra por cima logo,
[57:18] né? Já, já.
[57:19] Mostra um pouquinho do do dos gostos, do do Jimmy, né?
[57:25] E cara, pô, não tem muito mais falar, né?
[57:28] Eu, eu gosto do refrão dessa música.
[57:29] Ele é bem mais melodioso também, né?
[57:32] Tem 11 sessão limpa que eu acho legal pra caramba, né?
[57:37] E acho que essa sessãozinha que é um pouco mais limpa, talvez já
[57:41] não que OODF não tivesse, né? Mas acho que ela já dá uma
[57:43] carinha do mais intensa ainda do que estava vindo pela frente aí
[57:47] no Sound of perseveems, cara, mas.
[57:49] Vou até outra faixa que eu acho fodíssima
[58:17] quinta faixa, vou até os andais. Fala aí do big Brother William.
[58:22] Cara, essa faixa é simplesmente esmagadora de cara.
[58:25] Me lembrou uns trechos, old School.
[58:27] Essa é a que eu citei lá atrás. Pra mim que ela me lembra um
[58:30] trechão, muito por causa do rifa inicial.
[58:33] Mas acho que a música é muito mais do que isso, né?
[58:35] É uma aula, uma verdadeira aula de é aquele crossover de death
[58:40] metal e thrash metal, entendeu? Muito bom, gosto isso aqui.
[58:45] Eu acho que talvez para as pessoas assim querem uma música
[58:47] mais reta, mas é uma música assim, mais nesse sentido.
[58:51] Old School, acho que essa aqui serve bem.
[58:53] Eu acho que aqui a letra fala sobre a questão dos 1000 olhos,
[58:57] né? Aquela paranoia, vigilância
[58:59] constante, né? Todo mundo te olhando, julgando
[59:02] cada passo da sua vida. Daí eu acho que tem essa crítica
[59:05] aí da perda da privacidade, né, do julgamento coletivo, enfim,
[59:10] esse controle social, né? Que que as pessoas às vezes
[59:13] pensam, que se submetem a ele ou estão submetidos a ele, não sei.
[59:17] É pra quem liga pra esse tipo de coisa, enfim.
[59:20] Cara, eu, eu, eu tenho uma falha gigante com essa música aqui que
[59:24] eu não consigo ouvir. E não pensar no Joel Santana.
[59:28] Cara, ô, to the left and to the right.
[59:31] Trombe hind, não consigo, não consigo.
[59:34] Sempre veio o Joel Santana na cabeça, cara, terrível.
[59:38] Isso estragou até um pouquinho da faixa para mim.
[59:40] Mas é e estragou a dos ouvintes também, que fizeram esse link,
[59:45] né? Desgraçou a vida todo.
[59:46] Mundo fazer isso. Control demédi in the left, in
[59:50] the right, in the medium. Have one best.
[59:54] Oportune que for score? Não sei.
[59:57] Eu não sei se não dá. Não sei se dá para dizer chamar
[59:59] ela de Pérola escondida do disco, porque era uma das
[1:00:02] músicas que o Shake continuou tocou na última tour do DF
[1:00:05] também do simbólico que uma das 4 músicas que o Shake tocou nas
[1:00:09] 2 tours, né? Mas eu acho que pra mim uma das
[1:00:12] músicas mais legais desse disco assim, das músicas mais que mais
[1:00:15] me empolgam quando eu coloco ela pra ouvir assim das que eu mais
[1:00:19] alcino ouvindo, mas gostaria de ver ao vivo assim, eu acho ela é
[1:00:23] sensacional. Essa pegada meio trecheira dela
[1:00:27] ali, os bumbum dispara. Ele anda na carregada ali, sabe?
[1:00:30] Tipo na hora que na hora que vai o refrão dela você cantar junto.
[1:00:36] A hora de você ver todo mundo cantando no lado.
[1:00:41] Um negócio assim, acho sensacional assim, transições.
[1:00:45] Vai ter uns leads meio épicos assim, cara, e aí vai ter aquela
[1:00:49] quebrada na parte intermediária da música pra depois disparar de
[1:00:52] novo no solo assim. 4 minutos e meio de Pérola assim, né?
[1:00:58] Inspirar todos os momentos inspirados do DF ali.
[1:01:02] Coisa funciona da letra. Você já falar a questão da
[1:01:04] vigilância total ali? E é o olhozinho da capa do
[1:01:09] disco. Ah, deve ser, né, cara?
[1:01:13] Deve ser. Economizaram e botaram um sol
[1:01:15] ali, representando todos. Ele, a única coisa da letra é
[1:01:19] que teoricamente eu vi 2 versões, cara uma é que por
[1:01:22] perto da da região que o Chuck morava, começaram a ter pequenos
[1:01:26] assaltos e furtos e começaram a botar um Monte câmera.
[1:01:29] Mas eu vi também falando que era só a época nos Estados Unidos,
[1:01:32] né? De criminalidade aumentando e aí
[1:01:35] levou ele pro pra vigilância aí. Mas cara, vocês já falaram da da
[1:01:39] faixa? Nossa, é, eu adoro Oo primeiro
[1:01:43] riff mais intenso que vem, né? Depois da.
[1:01:46] Na introdução, cara, que é um bumbum duplo lá No No starttop
[1:01:51] ferradaço, né, cara? É, é é um riff foda em cima do
[1:01:56] outro. Essa é mais melodiosa e mais
[1:01:57] pesada acho, né, cara? Eles conseguiram fazer o os 2
[1:02:01] aqui, né? E essa tem um final bom, porra,
[1:02:04] cara, é esse aqui tem Oo bumbão do do Jimmy Hogan lá fuzilando,
[1:02:12] cara, essa eu estou ansioso para ver também, né?
[1:02:14] Lembrando que esse episódio aqui está no hype do show que vai
[1:02:18] rolar do deft Wall. Sexta faixa, vamos pro lado b do
[1:02:53] disco what out judment? Eu gosto de dizer que a música é
[1:02:57] ruim, mas é uma das músicas que talvez eu tirasse do disco pra
[1:03:01] deixar o disco menos carregado. Assim dá uma, dá uma carregada,
[1:03:04] porque ele vai ter de novo. Vai começar com um hit bem
[1:03:07] tradicional, vai dar uma Dobrada, vai.
[1:03:09] A base vai ficando cada vez mais assim, muita música quase
[1:03:13] crescendo, com mais extensão. Mas eu não acho que a música é
[1:03:16] ruim, longe de dizer que a música é ruim, não tem música
[1:03:18] ruim nesse disco, só que às vezes eu acho que não sei, ela
[1:03:21] não traz nada de muito novo que o disco já não tenha apresentado
[1:03:25] no que era o lado a, né? Porque para a gente que é da
[1:03:28] época, esse disco é um disco da fase do CD, então você está
[1:03:31] ouvindo tudo numa tacada só, né? Então eu acho que ela já não
[1:03:34] apresenta nada que o disco já não tenha trazido legal antes
[1:03:38] assim, então. Tem 11 parte das cadeias mais
[1:03:42] truncadas. Vai ter uma transição que as
[1:03:44] vezes me falam room de beltles aqueles, sabe?
[1:03:48] Uma levada meio assim, tem a partezinhas mais melódicas, os
[1:03:54] mais pontuadinhas ali, então assim, então a parte vai ficar,
[1:03:58] o Sol vai ficar meio atmosférica ali no meio, mas eu acho que
[1:04:01] funciona muito bem. Mas assim, o disco já já
[1:04:04] apresentou tudo isso legal em faixas anteriores, sabe não, tá?
[1:04:09] Caminha músico tá fazendo uma música que mais uma música muito
[1:04:12] boa do disco, mas que é inferior às que vieram antes, mas que e
[1:04:16] não tá trazendo nada de muito novo ali, né?
[1:04:19] Aí a letra fala uma não é que mais sobre empatia, né?
[1:04:23] Saber você enxergar a dor do outro e puxar pra assim, se a
[1:04:31] gente não ficar julgando o outro, a gente vai ficar olhando
[1:04:33] pra nós uma coisa meio assim. Então, se a gente parasse de
[1:04:39] julgar a gente, nossa percepção IA melhorar.
[1:04:41] Milhão de vezes, né? Falar isso no refrão assim,
[1:04:44] então mais uma vez o chucky tentando olhar do jeito dele
[1:04:51] como que ele tava passando, das situações que ele tava ali
[1:04:55] passando, vamos lá, e o William? O que que você acha dessa letra
[1:04:58] aí? A letra é, acho que fala sobre
[1:05:02] isso, né? A questão da.
[1:05:04] Você fica queimando erros passados na sua cabeça, sabe,
[1:05:08] tentando buscar o perdão por eles.
[1:05:11] É, eu acho que é falar sobre perdão próprio e alheio também,
[1:05:14] sabe? Eu acho que é isso, cara, mas
[1:05:16] mais ou menos nesse sentido que eu consigo te explicar.
[1:05:21] Falando da música agora propriamente, ela tem mais de um
[1:05:25] riff matador. Eu, eu iniciei minha anotação,
[1:05:27] falou assim, Ah, tem um riff matador, mas não tem mais de um.
[1:05:30] O que não falta é riff bom nessa música aqui, cara.
[1:05:33] Eu gosto muito dessa mescla desses rifes com as melodias em
[1:05:37] paralelo, sabe? Tem uma guitarra ali, rifando,
[1:05:39] tem 11 jogando uma melodia em cima, um solo que eu acho que
[1:05:43] que eles casam. Mescla muito bem isso aqui.
[1:05:46] O Chuck tá urrando bem mais que nas outras faixas, como se
[1:05:50] tivesse tirando pra fora uma indignação, alguma coisa presa
[1:05:54] há muito tempo, sabe? Talvez aí a gente esteja falando
[1:05:58] dessa questão de ficar remoendo, ruminando.
[1:06:02] Coisas erros do passado, né? Talvez ele queira colocar isso
[1:06:05] pra fora na forma de cantar essa essa faixa.
[1:06:09] Ela tem tanta coisa acontecendo nesses pouco mais de 5 minutos
[1:06:13] que é. É difícil organizar as coisas na
[1:06:15] cabeça. Tem rifes, cavalares, solos
[1:06:18] cirúrgicos, e é riff em cima de riff, cara, pô, essa faixa aqui
[1:06:22] é eu acho que é que é muito foda.
[1:06:25] Terminando assim de forma bem simplista, muito foda.
[1:06:29] É uma resenha que cabe pra tudo dessa, né, cara?
[1:06:32] Talvez o problema dessa faixa seja que ela tá entre tá os
[1:06:35] anais e cristomonth, né? Ela tá dentro de de entre 2
[1:06:39] faixas. São gigantescas, né, cara?
[1:06:43] Mas eu acho que eu talvez seguindo um pouco o que o
[1:06:48] William falou, cara, na minha cabeça isso se traduz em que ela
[1:06:51] já tem uma carinha do Sound of force virens, né?
[1:06:55] É o tipo de riff, cara, a forma como as coisas se encadeiam até
[1:07:00] OOO, pato que você comentou Thiago que que vai pro meio que
[1:07:04] é bem bem mais mais etérea, cara, tem uma carinha de voz
[1:07:08] soft, the soul pra mim com com as guitarrinhas se empilhando,
[1:07:11] né? Camadas de guitarra fazendo a
[1:07:13] melodiazinha e depois entrou o riff por cima, né?
[1:07:16] Aqueles que menos pergunta e resposta, cara, eu eu acho mais
[1:07:21] uma faixa fodíssima, né? Só OA letra.
[1:07:25] Minha visão foi um pouquinho diferente, cara, mas eu não sei,
[1:07:28] né? Acho que isso talvez seja um
[1:07:30] mérito do do churk aí de de fazer letras simples, mas com
[1:07:34] com leituras diferentes, né? Que para mim É Ela tem um pouco
[1:07:38] exatamente do julgamento, cara, que a galera às vezes foca mais
[1:07:42] em julgar os outros do que olhar para aquele próprio umbigo, né?
[1:07:46] E aí pode ser para se proteger da das próprias fragilidades ou
[1:07:50] um cara que não. Não consegue se enxergar, né?
[1:07:52] Acho que é 11 visão um pouquinho diferente aí só pra ter um
[1:07:56] contraponto. Mas gostei da avaliação do
[1:07:59] William. Cara foda.
[1:08:02] Foda. Foda.
[1:08:27] E aí, cara, imagino que talvez o grande clássico desse disco,
[1:08:32] sétima faixa, christol mountain, começa aí.
[1:08:35] William, eu vou deixar, vamos deixar o Thiago falar por último
[1:08:38] dessa aí que eu tô bem curioso. Cara, o que o Jimmy rogan faz
[1:08:41] com os pratos e bumbos nessa música aqui é de cair o queixo.
[1:08:45] Pra mim, o destaque indiscutível dessa música é a bateria.
[1:08:49] O cara simplesmente esmaga o instrumento, não deixa nada
[1:08:54] sobrando. Eu fico imaginando isso aqui ao
[1:08:56] vivo, cara. Acho que algo próximo a isso que
[1:08:59] eu presenciei na minha vida foi 94 vendo o Paul Gustavo tocando
[1:09:03] com o Slayer lá no Pacaembu. Eu acho que foi uma das um dos
[1:09:07] bateristas mais viscerais que eu já vi tocar um instrumento ao
[1:09:12] vivo, cara, achei muito foda aquilo e isso aqui em estúdio,
[1:09:17] cara, é maravilhoso, cara. Eu fiquei também ouvindo assim a
[1:09:23] música e tentando buscar algumas coisas para falar sobre o Chuck,
[1:09:27] sobre o Kelly, o Bob, né? Mas esse monstro chamado Jane
[1:09:31] hogel, eu ficava massacrando meus ouvidos, cara, eu queria um
[1:09:34] hiperfoco na bateria desse cara, nessa música que não conseguia
[1:09:38] focar nos outros. Eu tentava falar, deixa eu ver o
[1:09:40] Chuck, como é que ele saiu aqui? Deixa eu ver o som do baixo,
[1:09:43] guitarra, porra, não dá cara, para mim, a bateria aqui é o
[1:09:46] ponto alto, entendeu? Aí sobre a letra, talvez essa
[1:09:50] Montanha de cristal seja essa pureza espiritual inalcançável,
[1:09:54] né? É, talvez seja uma crítica sobre
[1:09:57] sobre os charlatões que prometem salvação e não entregam, né?
[1:10:02] Enfim, né, eu acho que é isso, cara, acho que é uma crítica,
[1:10:07] religião, talvez, enfim, não sei o que vocês acharam.
[1:10:10] Aí passo pra ti, Bruna, já que quer deixar o Thiago por último.
[1:10:14] A letra é isso, cara, é uma letra bem.
[1:10:17] Agressiva, anti religião, né? Aí a história diz que o chucky
[1:10:21] tinha vizinhos que eram super religiosos, que eram os
[1:10:25] primeiros a chegar na missa do domingo e tal, aquela galera
[1:10:29] super dedicada, mas que acho que por trás do dos panos faziam
[1:10:35] coisas talvez questionáveis, né? E tem umas coisas que eu acho
[1:10:39] bem pesadas nessa letra, né, cara?
[1:10:40] Assim, o cara falando em fleeting moods, with a cross
[1:10:43] than degger. Né?
[1:10:44] É o cara que machuca com uma Cruz que virou uma adaga, né?
[1:10:49] São são uma umas pegadinhas, umas umas jogadas interessantes
[1:10:53] do do Chuck, né? E aí a Montanha de Cristais na
[1:10:56] minha cabeça é exatamente isso, cara, é o cara.
[1:10:58] Se se se coloca numa posição tão em em cima dum dum pedestal tão
[1:11:05] gigante, né, que é uma Montanha de Cristais, tomar um
[1:11:08] peterequinha lá e tudo desaba, né?
[1:11:10] Você vê que as coisas não são bem assim.
[1:11:13] E cara da música, porra, sei lá, cara, quem, quem?
[1:11:16] Eu acho que eu não aceito ninguém no mundo, nem que que
[1:11:19] não goste metal que me diga que não gosta dessa música.
[1:11:21] Cara, se se falar que tá errado. Ó o Thiago, eu?
[1:11:24] Não vou aceitar não, não vou aceitar não.
[1:11:27] Será que a letra? Será que a letra não será?
[1:11:31] A gente fica viajando a letra quando vê o cara, escreveu sobre
[1:11:34] metanfetamina. Achei que.
[1:11:43] Não era limpo, né? É ele.
[1:11:46] Ele usava só. Uma maconha tal.
[1:11:49] Mas ele não falou que nunca foi pra esse tipo de drogas ali?
[1:11:56] E inclusive tinha uma visão meio tensa, né?
[1:11:59] Quanto a essas coisas, tipo, não gostava os músicos que não se
[1:12:04] comportavam direito. Ele tendia, demitia, não gostar
[1:12:08] dos caras, se abusava de drogas, se abusava de álcool ou
[1:12:11] principalmente. Mas assim, não tem como não
[1:12:14] gostar dessa música, né? Esse aí é o maior clássico do
[1:12:17] disco, talvez uma das 5, não sei.
[1:12:20] No Spotify, ser das mais ouvidas do Def, que merecia ser, né,
[1:12:24] cara? As.
[1:12:26] Musicazinhas. Que eu acho legal, essas tipo
[1:12:31] tudo que já falaram. É legal pra caramba assim, mas
[1:12:33] essas alternâncias do riff pra essa guitarra acústica, voltando
[1:12:37] pro riff de como ela vai e volta assim é.
[1:12:40] Genial. Assim vai ter outra vez Oo Chuck
[1:12:45] trazendo essas influências mais árabes ali no meio de uma parte
[1:12:48] ser uma parte arrastada da parte da parte intermediária da música
[1:12:52] assim e o jeito que ela o solo começa os duetinhos do início do
[1:12:56] solo e a bateria vai aumentando tensão ali, cara.
[1:13:00] Assim, AA música perfeita termina com solozinho acústico
[1:13:04] no fim. Só termina em Feige, né, Bruno?
[1:13:07] Desgraçados, cara, não custava nada né cara fazerem o final pra
[1:13:11] essa faixa procura, eu não lembro, como é que é ao vivo,
[1:13:13] cara, pra ser bem sincero, o final dela e eu não peguei
[1:13:16] nenhuma versão pra pra relembrar.
[1:13:18] Vou deixar a surpresa pro pro show agora do deft Wall, mas
[1:13:23] cara, essa essa essa música aqui, acho que ela é talvez seja
[1:13:28] Oo equilíbrio mais. Cravado que o deve conseguiu da
[1:13:32] da tecnicalidade com agressividade, com melodia.
[1:13:35] Cara, né? De de casar os 3 ali num num,
[1:13:39] num patamar genial, né? Vou chamar de de gênio aqui,
[1:13:45] cara, eu não, não, não uso muito essa palavra, não falei,
[1:13:48] William? É só respondendo ao Thiago.
[1:13:51] Essa música é a segundo Spotify é a terceira mais ouvida da
[1:13:55] banda, a primeira é a voice of the soul e a segunda simbolic.
[1:13:59] Nossa vozes of the soul deve ser algum meme aí que a gente
[1:14:01] perdeu, cara. Alguém que usou a música como
[1:14:05] faixa de TikTok de fundo para um momento.
[1:14:10] Eu eu já vi, cara, o vídeo aqueles react que tem milhões na
[1:14:14] internet, de um cara de de jazz tentando ouvir thef metal
[1:14:17] indicar essa música aí. Talvez tenha tenha espirrado por
[1:14:22] ali, mas achei curioso. Ela tá atrás simbolic, né?
[1:14:25] Ah, cara, também não. Eu não vou jamais julgarei isso,
[1:14:30] cara. Quer outra outra faixa
[1:14:31] sensacional? É duro, né?
[1:14:33] Porque quando a banda acaba, tipo, os streams da banda vão
[1:14:39] necessariamente para baixo, porque não tem mais show, não
[1:14:42] tem mais lançamento novo, mais que até a gravadora tenha
[1:14:45] tentado colocar nos streams várias músicas, várias, vários
[1:14:49] discos ao vivo, coisa do tipo. Mas não pega, né?
[1:14:53] Porque você não estava lançando um disco que alguém vai ter
[1:14:55] experiência, puta, vou ver, olha lá eu vi puta, vou voltar e vou
[1:14:59] pegar pra ouvir, porque o deftwall não é a mesma coisa, o
[1:15:02] deftwall leva só os escolados pra verem, né?
[1:15:05] Então não tem aquela você não consegue quebrar a bolha pra ir
[1:15:08] assim, eu sei, tipo o fato da simbólica, por exemplo, tem mais
[1:15:12] ou mais streams do que a kristowmol.
[1:15:14] É uma coisa meio bizarra, porque a kristowmol tem muito mais.
[1:15:17] Espaço de ouvir do que a simbólico?
[1:15:19] Sim, acho que a galera fala, tem que ouvir o simbólico como
[1:15:22] disco. Aí a galera vai ouvir o disco no
[1:15:24] tipo meio. Uma curiosidade e a primeira
[1:15:27] simbólica. E é uma diferença absurda assim.
[1:15:30] Por exemplo, a christal mounth, ela tem assim arredondando pra
[1:15:34] baixo, 22000000 de de place, voice of the soul tem 46000000
[1:15:40] de place. É a simbólico que tem 31000000
[1:15:45] de place. É uma.
[1:15:47] Diferença considerável. No No corb aqui que assim você
[1:15:51] vê que tipo das primeiras músicas do disco ali tem do top
[1:15:55] tem do DF é voice of pessoal Spirit, crunha happing killer
[1:16:01] flation, the powered, rodes cabin Gerald e uma solo e by the
[1:16:04] pain tem 6 músicas do sounds entre as 10 mais ouvidas.
[1:16:09] Assim, por algum motivo, o sounds desculpa extremamente
[1:16:12] ouvido da banda. Assim aí tem a simbólica cristal
[1:16:15] month. Foi que a poo the Plug aí talvez
[1:16:19] a mais clássica de todas essas iniciais que tá colocando deles
[1:16:22] ali, e a de filósofo, que tem clipe que tá lá na nona posição,
[1:16:26] mas bem abaixo. Aí é curioso entender como que
[1:16:29] se formou essa audição dos discos do Def No No stream,
[1:16:34] porque não condizem com o legado do Def com, que é um defat.
[1:16:40] Wall toca ao vivo o que que Oo chucky, como o Chuck é celebrado
[1:16:45] na. No metal extremo.
[1:16:47] Ô Tiago. Aproveitando o gancho para os
[1:16:49] ouvintes aí que talvez não estejam tão familiarizados,
[1:16:52] explica para nós o que que é o deftwall?
[1:16:55] Então o deftwall foi assim. O foi um tributo que uma banda
[1:17:00] que foi formada pelo antigo empresário do Def também é
[1:17:03] falecido, que é o Eric grief, e que ele foi fazer um show de
[1:17:07] tributo ao Chuck, acho que quando eu IA completar 10 anos.
[1:17:10] Chuck morreu em 2001, em dezembro de 2001.
[1:17:13] Acho que eu estava para fazer 10 anos da morte do Tchan, que eu
[1:17:17] vou fazer um show tributo. E aí o senhor trouxe todos os
[1:17:21] ex, os ex instrumentistas do deficit.
[1:17:24] Então que ele conseguiu juntar para fazer uma apresentação do
[1:17:27] deficit pro default. Isso acabou virando uma turnê
[1:17:31] que eles viu que a experiência funcionou e começou a juntar ex
[1:17:34] músculos do Def pra tocar junto. Quem faz o papel de Chuck nesses
[1:17:40] shows é o Max phelps. Que é um guitarrista que
[1:17:43] acompanha o cnic normalmente e que ele é o Chuck escarrado ele
[1:17:47] parece. Que ele?
[1:17:49] Canta igual? Assustadora assim.
[1:17:52] Postura é bizarro, cara, você você assusta assim.
[1:17:56] Então, e essas banda? Acho que estabilizou
[1:17:59] recentemente. Essa banda com Max self, com Bob
[1:18:01] kwellb, que é quem toca nesse disco, o Jim hogman, que é quem
[1:18:04] toca nesse disco, e que o Steve de Georgio, que acaba sendo,
[1:18:07] acabou sendo o grande embaixador desse Daft Wall.
[1:18:10] Ter sido o cara mais próximo do Chuck de todo durante toda a
[1:18:13] carreira do Chuck que estava junto.
[1:18:15] Eu cheguei a ver o daftwall tocando com os caras do sinic
[1:18:18] ainda com o Chan e com Oo, né? Foi uma das primeiras
[1:18:24] informações que eu exturnei. Eu cheguei a ver esse show, mas
[1:18:27] que como uma experiência de daftwal, não foi tão legal
[1:18:31] porque eles focaram muitos repertórios no yuman.
[1:18:33] Obviamente não vou reclamar do repertório, mas não é um
[1:18:36] repertório tão variado assim. Aí quando eu vi já essa formação
[1:18:40] que tem o Jimmy, Roger, que tem o Bob, qual você já tem fases de
[1:18:45] todas as fases mais bem representadas.
[1:18:48] E tem também um outro tributo ao Def, que é o left die, né?
[1:18:50] Que é o cara do grusan. E o grusan também é uma espécie
[1:18:55] de tributo ao Def, mas que faz compõe músicas novas e
[1:18:59] inspirados nos discos do Def. Então são basicamente plágios do
[1:19:02] Def, mas são compulsões novas que não são copiadas exatamente,
[1:19:06] mas eles tentam recriar. A mania é bem legal, eles
[1:19:09] lançaram um disco em 2025 que é a sensacional brusa, que é o
[1:19:13] yuman, né? Da.
[1:19:15] Da da disputa, né? E vou tocar também no Brasil,
[1:19:20] né, cara? Vou.
[1:19:20] Tocar também no Brasil e acho que segundo semestre.
[1:19:23] Né? Eu acho que é o dobro, né?
[1:19:25] Assistam os 2, cara. Isso é imperdível.
[1:19:54] Isto posto, vamos para a oitava faixa, miss and trope.
[1:19:58] Começa aí. Tiago fala pra gente toda sua
[1:20:01] misantropia. É assim, é difícil quando você
[1:20:03] vai falar assim, Ah, essa é a minha terceira música, menos
[1:20:06] favorita do disco. É uma música sensacional, né,
[1:20:09] cara? Ela é uma desgraceira, é uma
[1:20:11] pancadaria correndo solta ali, acho que também da música mais
[1:20:15] desgracenta do disco, mas aí tem uma partezinha mais melódica
[1:20:19] puxando para cá ali, né, vai levando assim, vai ter um Monte
[1:20:24] dessas paradinhas sincronizadas lá realmente pro ONG assim,
[1:20:29] então aquilo, ela. Foi mais ou menos.
[1:20:32] Eu vou repetir a crítica que eu faço do falso judment Pra Ela,
[1:20:36] que ela ela não, ela não traz exatamente nada de novo, mais do
[1:20:39] que esse disco já teve, mas é uma música que eu acho legal pra
[1:20:42] caramba. Talvez fosse a segunda música
[1:20:45] que eu tirasse do disco pra deixar esse disco em 40 minutos
[1:20:47] e nota 10 em 40 minutos. Mas eu só não consigo falar o
[1:20:52] nome dela, né, cara? Ela é levada que ela vai ter ali
[1:20:56] como a. Música vai se construindo também
[1:21:00] de ela vai em vez de ela vai ficando mais rápido, ela vai
[1:21:03] ficando mais devagar e tensa, mas não chega a nenhum momento
[1:21:06] de ser devagar assim. Daí ela vai trunco e depois ela
[1:21:09] vai ganhando a velocidade de novo.
[1:21:11] Então acho uma música bem legal ali também.
[1:21:15] Uma outra que era muito foda, né?
[1:21:17] Então quando você coloca ali. Tem muito como falar mal ali,
[1:21:22] apesar da letra falar misantropia.
[1:21:26] Talvez você pensar numa visão nilista.
[1:21:28] Parece assim, né? A Carol me fala alguma coisa
[1:21:31] sobre trazer Esperança, sobre não ser misantropo, sobre não
[1:21:36] ser niilista assim, né? Essa reconhecimento de que a
[1:21:39] vida é complexa mesmo assim, né? Apesar do hater of home and time
[1:21:43] do deryes for some hope né? Tipo o odiador de toda
[1:21:46] humanidade, mas tem alguma alguma Esperança pra quem domina
[1:21:50] propriamente, né? Ele vai falar aqui opinião
[1:21:52] perigosa. Então sim, é uma trabalha com
[1:21:56] essas dualidades assim. Curioso pra saber a
[1:21:59] interpretação do do William e do Bruno?
[1:22:02] Cara, eu acho que o Chuck e o Bob juntos, eles destroem muito
[1:22:07] aqui nos rifles dessa música. No bom sentido, cara, a
[1:22:10] palhetada rápida, insana. Esse bumbum duplo destruidor do
[1:22:14] din, cara, porra, isso aí garante muito da, da, da, da, da
[1:22:19] coisa toda da experiência, sabe? E é um caos controlado, cara, é
[1:22:23] insano, mas é é cirurgicamente bem executada.
[1:22:27] Essa música tem momentos de transição, melancólicos, tem uns
[1:22:30] solos muito bonitos e mas isso tudo sem deixar a peteca cair.
[1:22:35] Cara, sabe, é aquela música pesada, mas com esses momentos,
[1:22:38] mas que a que a coisa se mantém consistente, sabe?
[1:22:42] Eu acho que que é isso. E a letra, eu acho que podemos
[1:22:45] falar aí da visão misantrópica da humanidade, egoísta,
[1:22:49] autoestrutiva, né? Corrupção moral.
[1:22:52] É difícil o cara interpretar esse cara pra algumas vezes
[1:22:55] assim eu vou pincelando coisas aqui, ali eu não consigo formar
[1:22:58] um conceito bem na minha cabeça, acho que é esse que é o charme
[1:23:00] da coisa toda, da questão das letras, né?
[1:23:03] Cada um vai ter 11 percepção, um ponto de vista.
[1:23:06] Essa aí eu eu já vi que a letra tem a ver com.
[1:23:11] O Chuck falava que ele ele acreditava em alienígenas de
[1:23:16] certa forma, né? E que aí seriam alienígenas
[1:23:19] vendo a humanidade se matando, cara.
[1:23:20] Tipo, os caras chegam de longe, começa a observar e vem a
[1:23:25] humanidade. A galera se se se
[1:23:28] autodestruindo, né? Curioso?
[1:23:31] Não sei, cara. Eu não não consigo ter muita,
[1:23:34] muita interpretação diferente disso, não.
[1:23:36] Ah, cara, vocês já falaram, bem, é mais uma faixa legal pra
[1:23:38] caramba, cara, eu adoro esse esse quebrada que você comentou
[1:23:43] Thiago, que é meio é bem aquele groove metal dos anos 90, né?
[1:23:51] Eu acho legal demais isso aí, cara.
[1:23:52] É mais uma faixa lindaça e tem tem uma, eu acho que o solo
[1:23:58] depois daquela parte que é mais eteriazinha, cara, pra mim tem
[1:24:01] uma pegada extremamente Def, né? É um solinho que tem muita cara.
[1:24:06] Do, do, do, do que eu imagino, de de de Def, cara, com umas
[1:24:10] fritações meio de supetão assim, né?
[1:24:15] E aí, cara, depois solo volta, começa de novo a faixa, porra,
[1:24:18] acho sensacional, cara. Eu, eu entendo o que você fala,
[1:24:22] Thiago, talvez seja uma que podia estar num EP assim, mas eu
[1:24:26] não consigo tirar nenhuma faixa desse disco aqui.
[1:24:29] Acho maravilhosa. O que nos leva para Painel
[1:25:01] Quest, faixa final do disco? Fala aí, Thiago, sobre a sua
[1:25:06] jornada perene, cara. É a música prog do disco, né?
[1:25:11] Como se o resto do disco fosse simples, não não fosse nada
[1:25:14] intrincado. Mas é a música de 8 minutos do
[1:25:18] disco assim. Mas é enganador esses 8 minutos,
[1:25:20] porque na verdade, até uma música de 6 minutos e meio que
[1:25:22] vai ter uma saída de 2 minutos acústica ali, né?
[1:25:25] Isso não significa que ela não é intrincada pra cacete nesses
[1:25:29] outros 6 minutos e meio dela assim, inclusive assim, tipo.
[1:25:33] Assim vai ficar torta para caramba.
[1:25:35] E aquela hora que ela dá aquela arrastada na ponte dela, que
[1:25:38] fica ele falando arrastada, de repente ela dá espada na
[1:25:41] velocidade e aquilo para mim é um dos grandes momentos desse
[1:25:44] disco assim. E na hora que ela vai levar ali,
[1:25:47] eu vou. Mas assim, tipo, é um disco, é
[1:25:52] uma música que é bem simbólica, entende de onde o Sheik tava com
[1:25:59] a cabeça para levar instrumentalmente, né?
[1:26:01] Onde ele tava querendo levar? E como ele estava sofrendo para
[1:26:04] manter aquilo dentro dos limites do que era o Def.
[1:26:07] Eu acho que para mim, o simboli, que é o ouço e às vezes quando
[1:26:10] eu falo de tirar faixas, porque eu acho que o simboli que tem 50
[1:26:12] minutos e talvez em 40 minutos ele passasse essa mensagem dele
[1:26:15] muito melhor, de permitisse que o Chuck conseguisse trabalhar
[1:26:20] esses limites de uma forma menos, menos penosa para quem
[1:26:26] está ouvindo, não penosa no sentido, tipo que desgraça isso
[1:26:29] desculpa, penosa no sentido. Ele está te martelando demais o
[1:26:31] tempo todo e esse é um. Metal extremo, normalmente isso
[1:26:35] te cansa, sabe? Você fica tomando porrada o
[1:26:37] tempo todo. É chato, né?
[1:26:40] Tem poucos momentos de calma nesse disco, esse disco, essa
[1:26:43] música vai ter alguns momentos exatamente de calma assim, mas
[1:26:48] também que a música agora vai ter umas paradinhas e a
[1:26:51] paradinha dessa música em específica me traz na cabeça
[1:26:54] conversation, Peace de sabatagem, mas é muito atrás
[1:26:59] assim, né? Tipo e.
[1:27:01] Vai saber, né? Eu comecei, tinha uma pista de
[1:27:03] 90. E 3 a Batalha da Flórida vai
[1:27:05] saber o quanto que ela não viu isso ali.
[1:27:08] O Jim Morrison estava na produção do do participou também
[1:27:13] da gravação do Edge of thores. Então me vem na cabeça o cara
[1:27:17] então me vem na cabeça, não me lembra sabe o jeito que a
[1:27:21] música, o ecozinho que vem depois da paraday, o ecozinho, o
[1:27:26] eco pequenininho que vem? Mas, enfim, eu acho o.
[1:27:34] Musical IA sair da? Bonita, né?
[1:27:36] Pra terminar o disco com aquela que eu falo do disco penoso pra
[1:27:40] caramba. Vai terminar com mais ou menos
[1:27:41] uns 2 minutos de um solinho acústico bonito, que termina e
[1:27:46] fez pra desespero do Bruno, né? Sei lá, tava confirmando aqui,
[1:27:50] cara. Ela tem um solo que é super
[1:27:52] dissonante, né? Que é do do do Bob, né?
[1:27:56] Eu peguei o encarte pra ver aqui.
[1:27:59] Mas é, cara, eu, eu, eu não consigo criticar nada nessa
[1:28:04] faixa aqui também, cara. Mais uma que que mesmo com com o
[1:28:07] fade out, eu pro pro Def, eu passo pano, cara, né?
[1:28:11] Que é 111 fade, que é um pouquinho fora do padrão, porque
[1:28:16] esse aqui ele é cara, mais de violão e guitarrinha e tal, né?
[1:28:21] Do que seria a última faixa do Def, né, é?
[1:28:26] Em algum momento isso aí foi Oo que teria sido Oo fim da banda.
[1:28:31] Eu, cara, é assim, essa essa é uma faixa que é estranha mesmo,
[1:28:34] né? Você comentou aí, Thiago, eu não
[1:28:36] sei AA intro, pra mim não tem cara de intro, né?
[1:28:39] É, ela tem. Acho que os solos são mais
[1:28:44] dissonantes, as melodias são mais tortinhas, né?
[1:28:46] Quer dizer, não, não necessariamente dissonantes, né,
[1:28:49] mas tem um são são meio truncados, cara, acho que tem
[1:28:53] teve um capricho. Mais maior aqui, talvez com com
[1:28:58] soar diferente, né? É como todas as faixas aqui ela
[1:29:02] tem bastante dinâmica, né, de o Thiago falou bem, tem umas
[1:29:06] coisas que são bem arrastadas, né?
[1:29:07] Com 11, uns grovezinhos de de do do chucky cantando lá, cara, sei
[1:29:14] lá, o takle é ó, what is true? Bom, pô, isso é lindo demais,
[1:29:19] cara. ESIM, Na Na minha cabeça, vou
[1:29:23] deixar pro William fazer a análise final da letra aí Na Na
[1:29:26] jornada perene dele. Mas pra mim, aqui, a entre todas
[1:29:32] as linhas no fim de tudo, cara, ele tá falando da vida mesmo,
[1:29:35] né? Assim, a essa jornada perene é é
[1:29:38] a vida, né? É OOOA passagem do do da vida do
[1:29:43] cara, né, do do do próprio chucky.
[1:29:45] E aí talvez seja o. 11 ponto interessante pra ter sido a
[1:29:50] última letra do último disco por algum tempo do do DF.
[1:29:54] Cara, né? Eu acho que que termina de uma
[1:29:57] maneira sensacional. Mas fala aí, William defende
[1:30:02] essa faixa também, cara. Mas.
[1:30:04] Então AA letra é sobre autoconhecimento, perseverança
[1:30:07] interior. Jornada espiritual mesmo, sabe?
[1:30:11] É isso aí é um otimismo filosófico, sabe?
[1:30:13] Resiliência, enfim. Mas pra mim assim, vamos lá, a
[1:30:17] gente está falando da música de maior duração do disco depois
[1:30:20] dessa avalanche sonora aí que a gente foi vítima ao longo dos 8
[1:30:24] das 8 faixas anteriores, né? A expectativa acerca do que
[1:30:28] esses caras têm a oferecer pra justificar esses 8 minutos,
[1:30:31] nesses pouco mais de 8 minutos, se alta, né?
[1:30:34] E eles entregam, cara, eu acho que tem os rifles rasgados
[1:30:38] certeiros, tem o Tchan que ali colocando que resta da alma pra
[1:30:41] fora os solos melódicos viajantes que ele sabia.
[1:30:46] Colocar tão bem nas músicas, cara, a qualidade da produção
[1:30:50] que deixa tudo soando tão cristalino.
[1:30:53] Tá tudo aqui e próximo do fim, a gente agraciado com dedilhado.
[1:30:58] Lindo demais, cara. A música termina muito bem.
[1:31:01] Bandas de prog aprendam com o chucky como se faz uma música
[1:31:06] com mais de 8 minutos de duração e ela sendo interessante, sem
[1:31:10] soar chata é né? Oo progno são faixas longas, né
[1:31:15] Thiago? É isso, né?
[1:31:17] E assim, se a gente entender, é pra mim, esse final poderia ser
[1:31:20] uma altura. Poderia ter um outro nome se não
[1:31:23] tivesse tudo a ver com a letra, né, cara?
[1:31:25] Letra ser terminado. Essa forma introspectiva tem
[1:31:28] tudo a ver na letra, tem uma parte, eu esqueci de falar na
[1:31:31] hora, empolgando, esqueci de falar a letra, mas é uma parte
[1:31:34] da letra que ele fala, né? Pra aqueles que ficaram ao meu
[1:31:36] lado, eu fico feliz que vocês tenham compreendido, né?
[1:31:40] Que atrás de todas essas palavras.
[1:31:42] Eu só compartilho um plano simples, que é a gente, se
[1:31:47] continuar, a gente se ater à forma como nós sentimos assim
[1:31:51] por ser sincero, né? De fazer o que você quer fazer,
[1:31:55] o que você está sentindo, o que você quer fazer, que é
[1:31:58] basicamente a história do Chuck. Foi isso, né?
[1:32:02] É muito triste que é uma história que tenha sido
[1:32:04] interrompida tanto, tanto tempo antes, mas o que ele fez, todos
[1:32:07] os discos ele tava fazendo, que ele queria fazer é talvez o
[1:32:11] simbolic. O sinto que seja o disco que ele
[1:32:14] menos conseguiu fazer. O que ele queria fazer.
[1:32:16] Às vezes eu tenho essa impressão do simbólico.
[1:32:18] Ele queria ir muito mais além. Ele queria muito além do que ele
[1:32:21] acabou apresentando no simbólico, porque ele ainda
[1:32:24] estava preso dentro do que ele achava que ele tinha que lançar
[1:32:26] um discurso dash metal em 1995, que era o conceito.
[1:32:29] E aí é sempre a pergunta que eu sempre coloco pra todo mundo,
[1:32:32] né? Se tivesse esse metal extremo
[1:32:33] que a gente pode chamar de metal extremo pós opper.
[1:32:41] Acho que o open redefine o que que vai ser o metal extremo,
[1:32:45] enquanto que isso não seria sido benéfico pro Chuck.
[1:32:49] O Chuck termina o Def porque ele não consegue ele.
[1:32:52] Ele entende que não dá para continuar fazendo Def metal,
[1:32:54] incluindo as melodias que ele vai fazer no mesmo ano que ele
[1:32:58] morre. Oo perfil, lance blackwatter
[1:33:02] Park, que é o disco que basicamente é.
[1:33:05] Ele levou isso a um estilo novo. É, é é um pouco melancólico
[1:33:11] terminar com com esse pensamento, né, cara?
[1:33:13] Que o Chuck foi o cara que plantou tudo, mas ele não não
[1:33:18] conseguiu chegar AA acolher todos os frutos do do do que
[1:33:23] viria pela frente, né? De de onde o dash metal
[1:33:27] chegaria, né, cara? E aí, acho que dá o open.
[1:33:30] Tem realmente 11. Grande referência aí, né, cara?
[1:33:32] O cara que não só colher, né? Eu diria pelo fato de que.
[1:33:38] O quanto que ele daria Liberdade para ele artística?
[1:33:41] Porque a partir do momento que o oppere ninguém, ninguém tratava
[1:33:44] Oo perfano black oter Park com uma banda de rock progressivo,
[1:33:47] tratava o opperfano black oter Park com uma banda de metal
[1:33:49] extremo, death metal talvez ali, mas death metal maluco, e fez
[1:33:54] sucesso rapidamente, né? É isso, A Terra é ninguém
[1:33:57] questionava, né? E questionava isso, e aí, talvez
[1:34:00] por chucky, aquilo fosse tipo um.
[1:34:03] Sinal do tipo OPA, eu posso, em vez de eu ter que fazer uma
[1:34:06] banda nova, que é o contraordenaide, eu posso voltar
[1:34:08] com ODFE, ampliar isso pra caramba, ter 2 vocalistas, sabe
[1:34:12] o cara fazendo vocal limpo no DFE, poder ter que incluir
[1:34:17] limpos na música do DF coisas que eram impensáveis enquanto DF
[1:34:21] existia. Ele mesmo não aceitava isso.
[1:34:24] Ele acabou com ODF pra poder ter vocal limpo na banda.
[1:34:27] Verdade, cara, verdade. Pensamento profundo para acabar
[1:34:30] aqui. Né chateado, cara?
[1:34:32] Eu, eu. A morte do Chuck, para mim, é um
[1:34:34] daqueles momentos, tipo 11 de setembro, tipo, sei lá, o Ayrton
[1:34:39] Senna, né? Eu lembro exatamente onde eu
[1:34:42] estava e o momento que eu li que o Chuck tinha morrido, cara.
[1:34:44] Foi um negócio que acho que foi um dos primeiros grandes baques
[1:34:47] de de morrer musical, cara. Na época do show do do
[1:34:53] lançamento do riburf do show de. Lançamento do riburf do Angra
[1:34:56] então eu lembro de tá assim, tipo, tem uma certa comoção com
[1:34:59] as pessoas ali que gostavam, e a gente tava vivendo isso.
[1:35:02] Ah, vai ser o primeiro show do do Angra com o Edu aqui em São
[1:35:06] Paulo e tal. Não lembro muito disso assim,
[1:35:09] sabe? A gente tá todo mundo meio puts,
[1:35:11] porque tinha num momento parecido que ele IA.
[1:35:13] Ele tinha sobrevivido, né? É, foi isso, foi uma evolução do
[1:35:18] tratamento e tal, né? E cara, você?
[1:35:20] Falou do Angra? O Aquiles é um.
[1:35:22] Fã inveterado do do Def, né? Principalmente esses discos aí
[1:35:27] com com o Jim roegland e tal. Ele tem várias play fruws aí e
[1:35:30] tal, né? Algumas coisas ele aproveitou No
[1:35:33] No Angra também, algumas conduções aí de de rádio e tal.
[1:35:37] Então tá, mesmo que você não goste de metal extremo, você tá
[1:35:41] ouvindo metal extremo aí? Tu sabe que eu lembro bastante
[1:35:45] da época antes dele falecer? Que eles fizeram uma corrente de
[1:35:49] doações pra pra mandar Pra Ele, pro tratamento dele e tudo.
[1:35:54] Tinha uma loja na Galeria do Rock que uma das lojas, um dos
[1:35:57] pontos que estava coletando doações, se você quisesse fazer
[1:36:00] e tal, que era uma loja que eu não vou lembrar o nome da loja,
[1:36:05] mas era uma loja que trabalhava na época. 2 figuras conhecidas
[1:36:08] do metal nacional aí cara, era o castor.
[1:36:13] Baixista do tortur Squad e o Vitor Rodrigues que é ex
[1:36:16] vocalista da banda. Eles trabalhavam juntos nessa
[1:36:18] mesma loja. Comprei muito disco lá com eles.
[1:36:21] A destroer, né? Comprei muito disco lá com
[1:36:24] esses. Caras, viu?
[1:36:25] EE assim, ó, é. Eu lembro muito disso e eu
[1:36:30] lembro desse drama. Eu lembro da do da de quando ele
[1:36:34] faleceu também e tal. É, foi bem, foi bem, bem.
[1:36:37] Comovente assim, né? Pra pra cena.
[1:36:40] Só pra dar Datas, né? O Chuck morreu dia 13/12/2000.
[1:36:43] E um o show do Angra foi 15/12/2001 dia Funchal.
[1:36:48] Lembro que foi muito perto assim.
[1:36:50] Eu lembro que a gente tá falando muito na hora do show assim, a
[1:36:53] gente tá todo mundo meio que lamentando assim.
[1:36:56] E com isso vamos para a parte mais relevante desse episódio
[1:37:00] crucial. Nenhum episódio pode existir sem
[1:37:02] isso. As notas começa aí, William. 10.
[1:37:08] Cara. 10. Só elogiei o disco.
[1:37:12] Não encontrei nada de defeito, senhor Chuck, desde o metal
[1:37:17] Thiago. Você é o cara chato, né?
[1:37:20] Vou ter que dar 9 e meio para o disco e lá?
[1:37:25] Eu, eu entendo, cara, assim eu eu vou falar.
[1:37:27] Quando? Quando a gente combinou que IA
[1:37:29] gravar o episódio, na minha cabeça esse IA ser um disco, IA
[1:37:31] dar 19. Mas porra, cara, só melhora.
[1:37:36] É daqueles que mesmo já ouvindo 1000000 de vezes, eu não consigo
[1:37:39] não dar 10. Cara, na minha cabeça era um
[1:37:41] disco nota 9, sabe? Tipo, pelo que eu me lembrava.
[1:37:45] Ouvindo ele com atenção pra gravar o disco de com a letra
[1:37:49] pela primeira vez. Eu nunca tinha ouvido esse disco
[1:37:50] dando tanta atenção pra letra que nem a dele dessa vez assim,
[1:37:53] então ele subiu pra 9 e meia o que eu falei?
[1:37:56] Tipo eu tiraria 2 músicas. Não porque as 2 músicas são
[1:37:58] ruins, porque talvez se fosse 40 minutos ou desse nota 10, ele me
[1:38:01] ele me exaurisse menos a audição.
[1:38:04] Acho que é isso que ele acaba, ele acaba me deixando meio.
[1:38:08] Chega no momento que tá no momento que a miss antro que eu
[1:38:11] tô meio, sabe? Tipo, podia já ser a última.
[1:38:16] Agora, pô, cara, você só você ouve o Cher falando miss antro
[1:38:20] ali já, já me. Já me comprou, então não, sim,
[1:38:23] mas a música é boa, mas eu já tô cansado, sabe?
[1:38:25] Tipo, eu já tô naquela tipo um. Exaurido de tá ouvindo aquela
[1:38:29] pancadaria o tempo todo assim? Talvez se eu tivesse pegado esse
[1:38:34] disco pra ouvir em 95, que foi o que eu não peguei, que era a
[1:38:37] época que eu ouvi um CD de 50 minutos.
[1:38:39] Era um disco curto, cara. Nossa, que que talvez eu
[1:38:43] tivesse. A gente ouve a disco de 70 e 80
[1:38:47] minutos, talvez. Eu tivesse.
[1:38:48] Levado muito mais de. Boa ouvir esse disco todo.
[1:38:51] Agora mais pra frente eu eu sou favorável ao disco de 8 músicas
[1:38:55] em 40 minutos. É, eu te entendo, mesmo você
[1:38:59] estando errado. Sacanagem.
[1:39:03] Tem horas que a gente tem que assumir, faz parte, faz parte,
[1:39:05] mas cara. Ainda assim, porra, 9 ponto 80
[1:39:08] e. 3 de de média, cara a redonda pra a redonda pra 10.
[1:39:12] A redonda pra 10. Passou, passou.
[1:39:16] Descasso, cara, descasso e com isso, vamos lá.
[1:39:19] Passando a. Régua fechando a conta.
[1:39:24] Salve, Chuck. Fui, fui.
[1:39:27] Tchau. Tchau.
[1:39:30] Tchau. Tchau da falta de.
[1:39:36] Encontrar algo? Melhor.
[1:39:42] Boa.

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