# EP #154: Black Sabbath - Paranoid

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 31 Dec 2025, 2 h 06 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/111480420/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-10-20%2F2213e51d-cced-78bc-a1c6-07eee3b21f7f.mp3

Neste episódio, William Faria, Bruno Glaser, Renata Costa e Thiago Zuma, fazem uma resenha sobre o álbum Paranoid, do Black Sabbath. Paranoid foi lançado em 1970 e ajudou a definir o heavy metal como gênero, com riffs marcantes, letras sombrias e uma sonoridade que influenciou gerações de fãs e bandas. Mergulhamos na história, nas faixas e no impacto duradouro desse álbum essencial para entender o rock pesado. Para este episódio, recebemos como convidado Aroldo Glomb, jornalista e host dos podcasts Antigas Novidades, Novidades do Rock e Conversa de Câmara. ++++++++++ Quer fazer parte do nosso grupo de whatsapp para ouvintes, seguir nosso instagram ou acessar os demais agregadores onde nosso podcast está hospedado? Acesse nossos links.

## Transcript

[0:21] Fala povo lindo, William faria na área e abrindo os trabalhos
[0:25] para mais um episódio do rock na mesa, aqui comigo, Bruno glazer.
[0:30] E aí, hoje? Tem que ter respeito, cara, não
[0:32] vou nem fazer piadinha, vamos embora?
[0:35] Fadas usam botas ou não? Cara, eu vi e eu não minto.
[0:41] Tiago zuma. Ei, pessoal, adeus ano velho,
[0:45] feliz Ano-Novo, né? Feliz Ano-Novo, cara.
[0:47] Finalizando, Renata Costa. Olá, tudo bem com vocês?
[0:53] Tudo ótimo. Isso aí, pessoal, estamos aqui
[0:56] finalizando o nosso calendário de episódios de 2025.
[0:59] Se você está ouvindo esse episódio, no dia do lançamento,
[1:02] já deve estar se preparando para a virada de ano.
[1:05] E claro, vamos finalizar o ano trazendo mais um convidado, ele
[1:08] que acabou virando mais um amigo aí que a gente conheceu pela
[1:11] fotosfera. Direto dos podcasts, antigas
[1:14] novidades, novidades do rock e conversa de Câmara.
[1:17] De Curitiba, Haroldo glonbi, prazer em tê lo aqui com a
[1:21] gente, cara. Grande Willian, grande Tiago
[1:24] grande, Bruno grande ré, olha aí, oi, oi gente querida,
[1:28] pronto, como falou aí, Oo glorioso.
[1:31] Willian, para quem me conhece, Haroldo glonbi, para quem não me
[1:33] conhece, Haroldo glonbi também. Você falou aí a caralhada de
[1:38] podcast que eu tenho exatamente é um Monte procura no Disney, no
[1:41] Spotify. Inclusive o seu William tá lá
[1:44] dando seu hospitaco também, né? Você já foi convidado.
[1:47] O pessoal daqui se prepare, vai que eu convide vocês também.
[1:50] Vocês são obrigados aí, de uma maneira, digamos assim,
[1:54] microbrigatória, é isso? O louco é eu já tive lá No No
[1:59] antigas lá falando do bengala quire foi episódio 396 também o
[2:04] no armargherum episódio 403. Confira lá porque é um.
[2:08] Podcast muito divertido, muito bom.
[2:10] Deixo um abraço pro Aldo, Cristiano, Demétrio e Brad e
[2:13] todos aqui estão a disposição. Convidem aí, à vontade aí, e só
[2:17] que é o seguinte, ó, o passe da Renata é caro, viu?
[2:19] Pra Ela ir lá participar, acho que vai ter que bancar, porque
[2:23] ela não vai lá normalmente, não vai em outros podcasts.
[2:26] Ah, é exclusivo, é isso é exclusividade.
[2:29] É isso exclusivo? Tudo bom, mas nós, como estamos
[2:32] na virada do ano, vai vencer o contrato esse ano.
[2:35] Daí ano que vem, dia primeiro, eu já faço um novo contrato.
[2:37] Você perdeu ela, cara, e não tem o que fazer.
[2:39] Então. Tá, é assim, é assim?
[2:43] Então é isso, pessoal. Então nada como encerrar os
[2:45] trabalhos de 2025 com um Tonhão olha aí dando as caras
[2:49] novamente. Nós vamos de Black Sabbath e o
[2:52] disco escolhido foi o prenight. Bernoide, lançado em 1970, é o
[3:08] segundo disco do Sabá. Foi produzido por Roger bem, que
[3:10] foi o cara que produziu os 3 primeiros discos da banda,
[3:13] produziu o Roca, roda do Judas Priest, enfim um Monte de banda
[3:16] aí. Mas vamos ao convidado então,
[3:19] né? Pra Ele começar o dar o tom aqui
[3:22] do programa. O Haroldo, aquela pergunta
[3:24] clássica, né, como é que o Sabá entrou na tua vida, cara?
[3:28] Rapaz do céu, olha só, tem um irmão que é mais velho que eu,
[3:32] 10 anos. César é, e olha só, ele gostava
[3:35] de rock. 10 anos na minha frente, imagina, né?
[3:39] Então eu cresci vendo ele com o poster do Kiss.
[3:41] Ele tinha um poster do Kiss. Que é aquele do do da bateria,
[3:44] que parecia 11, tanque de guerra, coisa gigantesca,
[3:47] espetacular, tinha Quadra do Iron Maiden, entendeu?
[3:50] Falei, que diabo é isso? Eu tô falando de 8586, né?
[3:53] Uma coisa meio maluca, ele comprava iogurte porque tinha
[3:56] promoção de iogurte, você juntava as tampinhas, você
[3:58] concorria pra ganhar passagem pro Rock In Rio assim 85, umas
[4:01] coisa idiota, né? E eu vejo aqueles bando de
[4:03] iogurte, falo que isso não, eu vou pro Rock In Rio e não foi,
[4:05] né não, não deu certo. Enfim, eu vi aquilo lá e tal.
[4:08] E quando eu cheguei, a minha idade de conhecer a música AA
[4:12] séria, né? Vamos colocar assim, que então
[4:14] até então era escutava as coisas de criança, né?
[4:17] Coisas de música clássica também, que meu pai tinha muito
[4:19] disco de música clássica, alguns vocês estão quem não está vendo
[4:22] aí no podcast, evidentemente, mas aqui os amigos da gravação
[4:25] estão vendo. Tem muito disco aqui que é de
[4:27] época do meu pai ainda, de música clássica, então umas
[4:30] coisas que eu cresci ouvindo, mas quando é o.
[4:34] A primeira banda de rock que entrou na minha vida foi o Iron
[4:37] Maiden 11 cagada, ensaiada, né? Eu ganhei dinheiro da minha avó
[4:40] porque eu fiz 10 anos de idade, essa altura eu já morava em
[4:42] Curitiba, fui cumprir pela capa, né?
[4:44] A mulher queria empurrar um aha pra mim, eu falei Ah, Ah, Ah,
[4:47] não, não sei né, fico olhando nem pendi que era aquilo, eu vi
[4:51] o killers, comprei o killers, né, lá na loucura e foi um ano
[4:54] inteiro só só escutando Iron Maiden durante o ano.
[4:57] Aí meu meu irmão tinha os discos dele e falou, ó, quer pegar os
[5:00] meus aqui pra ouvir, pode pegar uma, devolve né?
[5:03] E um deles era justamente um paranoide, uma versão nacional
[5:06] de 76 que eu tinha até pouco tempo atrás, quando eu fiz feira
[5:10] de vinil, eu acabei passando que eu tenho CD, então eu já passei
[5:12] para frente ele. Eu tive uma outra versão também
[5:14] de 180 g, também já passei para frente, já vendi.
[5:17] E eu tenho só OCD hoje, né? Mas o paranoide entrou a minha
[5:21] vida desse jeito e não foi um disco tão impactante quanto
[5:25] outros discos, tá? Porque o paranoide veio junto
[5:27] com o dever seday. Veio junto com os discos do dia
[5:30] nessa época aí também da holidayver, né?
[5:34] Assim começa a aparecer um Monte de coisa simultaneamente.
[5:37] Estou falando de 89, né? E a mas não foi um disco do
[5:41] Black Sabbath que me pegou de primeira, ó, que loucura, né,
[5:44] que que coisa insana, né? O que eu mais gostei mesmo de
[5:47] cara é, eu já já vou mostrar para vocês, é daqui a pouquinho,
[5:51] eu tenho aqui às vezes edições especiais, é o.
[5:55] Que eu considero o melhor disco do do da fase.
[5:57] Os daqui a pouco, hora que vocês quiserem, eu revelo aqui qual
[6:00] que é meus amigos lá do dos outros poder que já sabem muito
[6:03] bem, mas eu conheci o 11 carreira solo simultaneamente,
[6:07] né? Uma coisa foi ligando a outra,
[6:09] comecei AA entender mais ou menos como é que era as origens
[6:12] do da banda, da da do Black Sabbath, quem que era o black
[6:15] sabath? Falei, pô, eu tenho um disco que
[6:17] é mais velho que eu, né? Eu sou de 78, você disse que 70
[6:20] vai ingenuidade, né? E aí, cara, o negócio abriu as
[6:24] portas totalmente assim, uma Bela noite que eu comecei a
[6:27] prestar mais atenção no disco paranoico, principalmente no
[6:30] lado b, que é um lado que para muitos não é tão lógico.
[6:35] Não tem os os volumes de de os grandes clássicos do lado a, os
[6:40] que entraram pra história, né? Mas pra mim tem músicas geniais
[6:44] No No lado b se fizer uma disputinha ali entre as faixas
[6:48] lá, muita coisa no lado b pra mim.
[6:51] É, está na minha memória afetiva, meu coraçãozinho e até
[6:54] no meu gosto pessoal, assim, feroz, musicalmente, também
[6:58] falando, como destaque do álbum, mais do que muitas músicas do
[7:02] lado a, por exemplo, a música título, a música paranoide é uma
[7:06] música que para mim não diz lá muita coisa.
[7:08] Nunca disse muita coisa para mim.
[7:09] Reconheço que é uma música genial nas circunstâncias que
[7:12] foi feito assim, né? Mas ela, na minha opinião, ela
[7:15] não tem essa. Impacto todo assim, né?
[7:19] Claro que tem, né? Mas falou para mim Haroldo
[7:21] Gomes, né? Enfim, tô me estendendo demais,
[7:25] mas o Black Sabbath, ele entrou na minha vida muito em função do
[7:28] meu irmão, que já tinha o disco, olhava e não entendia aquilo até
[7:31] então o passar do tempo a gente vai amadurecendo, né amadurando,
[7:35] como diz minha mulher que é economiana, então a gente vai
[7:37] aprendendo algumas coisas e só para como curiosidade, para mim,
[7:41] o melhor disco do Black Sabbath, da frasiose, já vou antecipar
[7:45] aqui, rapidão. Eu tô mostrando para vocês aqui
[7:47] que é. Tem até edição especial.
[7:49] Olha aqui, ó o grande, o volume 4, o sabo a 4 sempre foi para
[7:55] mim, o melhorzão, o Paraná para mim é o terceiro e vocês vão dar
[7:58] risada para mim. Qual que é o segundo que eu mais
[8:00] gosto? Aí, ó, olha.
[8:05] Aí é, eu tenho camisa. Eu.
[8:08] Eu tive 5 discos de vinil simultaneamente desse aqui Era
[8:11] Eu era. Eu sou um cara fanático por esse
[8:14] disco do. Do Black Sabbath, que pelo
[8:16] volume 4 para mim é o melhor, sabotage também e disco muito
[8:20] bom. EOO paranoide, é um disco
[8:23] historicamente sensacional, tem acho que músicas que estão aí
[8:27] até hoje, né? Até o último show do Ozzy estava
[8:30] cantando praticamente o lado a inteiro desse disco que que não
[8:33] dá para falar que é ruim, né? Mas assim, para mim ele é Oo
[8:37] terceiro porque ele não começou bem, sabe o William, Thiago,
[8:41] Bruno? E são são coisas que que
[8:44] acontecem, né? AA, às vezes, a primeira
[8:47] impressão, ela meio que determina a jornada do disco, a
[8:50] jornada da banda mais para frente, né?
[8:53] E o para longe acabou ficando sempre ali, tipo, ó, é legal,
[8:56] mas tem outras coisas ali na tua frente.
[8:58] Então acho que o William, eu fiz um resumão aqui de improviso.
[9:02] Como é que o Black Sabbath entrou na minha vida, né?
[9:05] eSIM, eu considero o Black Sabbath com Ozzy maior do que o
[9:08] Black Sabbath com o DIU, queiram ou não, não sei a opinião de
[9:11] todos. Bom, vamos lá então, ó, aqui da
[9:15] nossa bancada, somente no caso aqui, o Thiago, ele não
[9:19] participou de episódio sobre a banda antes.
[9:22] A gente tem episódio sobre o primeiro disco, o volume 4 a
[9:25] gente tem sobre o borr again. E então, como o Thiago não
[9:28] compartilhou a história dele, eu vou passar para ele.
[9:29] Como é que o Sabá entra na história dele.
[9:31] Depois eu quero fazer uma pergunta capciosa para todo
[9:33] mundo, incluindo a Renata, o Bruno, que já participaram de
[9:35] outros episódios. Vamos lá.
[9:37] Eu conheci o Ozzy quando criança.
[9:39] Eu lembro muito do Ozzy de 85, do Rock In Rio assim, todo
[9:42] aquele mito do Ozzy Osbourne que come morcego e que tinha toda
[9:47] aquela imagem de que tipo um demônio tava vindo.
[9:51] Mas o Black Sabbath mesmo eu só fui conhecer ali por volta de
[9:54] 9192, quando eu tava prestando atenção em metal mesmo.
[9:59] Até uma música, outra do Black Sabbath eu já conhecia de ouvir
[10:03] falar, de ouvir em rádio, mas eu nunca tinha dado tanta atenção.
[10:07] Mas o que disparou mesmo o meu interesse para o Black Sabbath
[10:10] foi quando o Ozzy lançou o non matier, que aí alucinei quando o
[10:14] non matier saiu. E aí o ozzi é vocalista do Sabá,
[10:18] tem que conhecer Sabá também. E aí por sorte, o meu tio, que
[10:21] era meu tio roqueiro mais velho, que é o meu tio, que vai ter
[10:24] locadora de CDS depois ele tinha os discos em vinil do paranoid
[10:28] até o sabotage do Sabá, que era a única parte do Sabá que ele
[10:31] que prestava. Ele não tinha o primeiro do
[10:33] Sabá, não sei porque, mas o paranoico e o sabotage, ele
[10:36] tinha todos. Então, de certa forma, eu ouvi,
[10:39] mas não me pegou. Naquela época eu achei legal,
[10:43] mas eu tava alucinando com Ozzy, e aí depois eu descobri o Ozzy
[10:46] do range, rodes e alucinei ainda mais.
[10:50] E aí saiu o black, sabe? Aí saiu eu dei uma naiser e
[10:52] quando saiu, dei uma naiser. Eu fiquei alucinado pelo dei uma
[10:56] naiser assim, tipo, dei uma naiser.
[10:57] Era um dos meus discos da vida até hoje eu mudei uma naiser.
[11:01] E quando eu comprei o day humanizer, eu comprei também o
[11:04] Forever em CD, que era uma coletânea da fasiose, que saiu
[11:08] em CD pela Eldorado aqui no Brasil.
[11:10] Ali nos anos 90, que era uma época que era meio era meio
[11:12] difícil de achar os discos do Sabá em CDE também.
[11:15] Eu não tinha dinheiro pra ficar comprando todos.
[11:17] Eu comprei uma coletânea, e muito, porque tinha simpton of
[11:21] the Universe. Eu tava alucinado com a versão
[11:23] de sepultura de simpton of the Universe também nessa época,
[11:27] então ficou muito isso. Mas durante muito tempo eu
[11:29] preferi muito mais Sabá com o DIU e Ozzy sem o Sabá.
[11:34] Assim, diria que até meu 2223 anos foi só ali que quando?
[11:42] Até um pouco antes disso. Acho que foi no final dos anos
[11:44] 90, início dos anos 2000, que a questão começou a lançar todos
[11:47] os discos do Sabá no Brasil de novo, aquelas coletâneas,
[11:51] aqueles aquelas remasterizações, acho que 2001 ou 2000.
[11:55] E aí eu fui comprando na baciada.
[11:57] E aí, conforme eu fui colocando os discos ali para ouvir, já era
[12:01] um outro momento da minha vida. Eu comecei a ficar mais
[12:03] fanático. Nossa, bom para caramba.
[12:05] Como assim que eu passei uma adolescência inteira sem dar
[12:08] tanto valor para isso? Mas muito também por causa das
[12:11] músicas menos famosas do Sabá. Então assim, várias músicas mais
[12:15] obscuras ali que eu achava nossa megalomenia quando eu IA pela
[12:18] primeira vez, eletric fiunera. Um Monte de música ali mais
[12:21] diferente que eu falei, nossa, isso o que é bom pra caramba e
[12:24] que não tá naquelas na música de coletânea do Sabá.
[12:28] Então ficou muito assim. Aí foi aí, a partir desse
[12:31] momento, eu entendi a genialidade do que era o Sabá
[12:35] com ozzi e aí, de fato, pra mim, Sabá com ozzi é uma entidade que
[12:40] é incomparável na história do rock assim, né?
[12:44] Do metal. Ele tá ali junto.
[12:46] É um daqueles acontecimentos que nós todos só estamos aqui
[12:49] conversando porque é um certo dia o né.
[12:52] Aí homem resolveu brincar com o Triton ali e o ozzi falou o
[12:56] ares, diz the stans beforme, né? Então aí estamos pra falar de
[13:01] Black Sabbath hoje. Agora vem a pergunta para os
[13:05] demais, Oo Haroldo já respondeu, pergunto para o Bruno, pra
[13:10] Renata e depois, por fim, o Thiago, qual?
[13:15] O disco preferido da fase de vocês é esse aqui que.
[13:19] Seja, não, não sei. Não sei, cara.
[13:22] Eu não consigo ranquear. Não, não consigo, de verdade.
[13:27] Ah, eu consigo. É o sabab warçaba pra sempre
[13:30] Forever, meu disco favorito. Assim, carrego ele.
[13:34] Até acho que esses dias perguntaram, Ah, se tivesse que
[13:36] levar, né? 5 discos pra uma ilha dissolver
[13:40] aquele 5 discos. Estava lá, meu.
[13:42] Sabe a blood sabe não, não dispenso ele por nada, claro, é
[13:46] como como disse o nosso querido amigo Leandro bola, inclusive,
[13:48] um abraço para ele, porque ele está sempre nos nossos episódios
[13:51] aí de de Black Sabbath. Eu só confio em mim nos
[13:54] primeiros 6 discos do Black Sabbath, então eu só levo para a
[13:57] vida. Então os 6 discos do Black
[13:59] Sabbath são irretrocáveis, mas sabe, a blood sabe, é o meu
[14:02] favorito. E tu, Tiago, consegue sair desse
[14:04] saber lindo aí. 3 discos da fase osy que sempre variam entre os
[14:09] meus favoritos, que é o paranoide, é o master of reality
[14:13] e é o sabotage. Então cada hora, cada momento da
[14:16] vida varia para um dos 3. Como eu ouvi bastante Oo
[14:20] paranoid, hoje, eu diria que o paranoid talvez seja o meu disco
[14:23] favorito do Black Sabbath. Ozzy, mas acho que não.
[14:26] Acho que eles ficariam num terceiro, talvez o acho que o
[14:29] master of reality e o sabotage se digladiam mais pra esse
[14:33] primeiro lugar pra mim. Mas assim, eu acho que os 6
[14:37] primeiros são absurdos, assim são 6 nota 10 pra antecipar
[14:42] minha nota pro. Meu top 3 da fase Ozzy é o
[14:47] volume 4, o primeiro e por fim o master of reality.
[14:53] Bom, então já revelamos aqui sobre as nossas preferências,
[14:58] né? Então vamos falar um pouquinho
[14:59] aqui do paranoide, a formação da banda Ozzy Osbourne vocal, Tony
[15:03] a eomi na guitarra. Gizer Butler no baixo, billward
[15:07] na bateria, simples assim. Capa do álbum, que que você
[15:10] acha? Haroldo, comenta aí sobre essa
[15:12] obra prima, essa esse desenho maravilhoso, essa foto, sei lá,
[15:16] tão, tão linda. Ah, cara, a gente tem uma
[15:20] brincadeira lá no na antigas novidades.
[15:22] É quando tu fala de capa, é, é vale camisa?
[15:25] Tipo, vale camisa não vale. A gente sempre faz essa
[15:28] brincadeira, né? Eu Oo Black Sabbath convenhamos,
[15:31] acho que o Black Sabbath só perde questão de capa feia para
[15:35] o uraya hippie, né? Que aqui o Iraí hippie capa é
[15:37] chave, viu? Pela mãe do guarda, não tem uma
[15:39] capa que se salva lá e o Black Sabbath, o sabotagem, me
[15:43] desculpa, mas AAOOO gizer Butler como Pepeu Gomes ali tá é é
[15:47] intragável, né? O negócio tá muito feito, o
[15:50] Black Sabbath, ele sempre ele erra muito feio nas capas dos
[15:53] anos 70, principalmente assim o primeiro disco é legal.
[15:56] OA capa do paranoide cara, a gente está acostumado, né?
[15:59] É difícil a gente fazer um julgamento e tudo mais.
[16:03] São 3 fotos que o cara da da vértigo, né?
[16:06] Acho que da não sei se tem a hipnose da vértico, não sei da
[16:08] onde que era o fotógrafo, a vértica era o selo hipnose era,
[16:11] fazia as capas, acho que a vértico AAAAAA acho que era da
[16:15] vértico, ele bateu foto do ajudante dele, parecia umas 34
[16:18] fotos e sobrepos ali e tal, queria fazer uma coisa meio
[16:21] sinistra e tal. É um maluco vestido de Samurai
[16:25] ali e tal, é uma capa que que faz parte do folclore para mim,
[16:29] então é, é, não é uma capa que eu digo que é feia, bonita, eu
[16:31] digo que é uma capa icônica, você bate o olho, é tipo o disco
[16:34] da vaca, tipo o disco da moeda do Grand funk, é como o disco,
[16:39] qual outro aí pode ser o da coruja do rush?
[16:41] E sempre os velhos falam, né? AA capa da bruxa do leque, sabe,
[16:44] a gente sempre dá uns apelidão assim, quando o cara dá apelido
[16:47] pra capa assim é porque o cara é velho, né?
[16:48] Então, então. Só que é a capa, a capa do
[16:51] Samurai maloqueiro lá, né? Então eu gosto da capa, a
[16:55] tipografia, do dos títulos lá, acho, acho, acho que é legal,
[17:00] acho bacana assim é, não usaria camisa, usaria camisa não, não
[17:05] usaria, não usaria. Acho que o volume 4 imortalizou
[17:09] mais ainda, né, o Oasis fazendo o sinalzinho do do v ali do fase
[17:12] amor no volume e tudo mais. E o never say day, né?
[17:16] Oo que que eu fiz recentemente? Uma.
[17:18] Lá no pessoal do canal do tombarum, uma resenha, faixa,
[17:21] faixa, um disco fantástico também, que pouca gente lembra,
[17:25] né? Injustiçado na verselha que cuja
[17:28] capa até hoje é reverenciada, virou o Ozzy voltou depois e
[17:32] fizeram aquelas turnês. Voltou a aparecer aquele aquele
[17:35] piloto aviadorzão maluco lá, né? Uma capa mais icônica.
[17:39] Mas assim, AA capa do paranoia é uma capa que você bate o olho e
[17:42] reconhece que é Black Sabbath. Ponto, né?
[17:44] Não é feia nem bonita, né? Só Black Sabbath, né?
[17:47] Mas o sabotagem é de doer. Hoje, Jesus do céu.
[17:51] Pior que que eles eram uns fodidos, né?
[17:53] Eles não tinham poder de escolha nenhuma sobre essas coisas, né?
[17:56] Eles eram tão assim, impulsivos assim, tão naturais pra esse
[18:01] tipo de coisa que, Ah, empurraram, né?
[18:02] A gravadora empurrou isso aí, mesmo a contragosto essa capa
[18:06] aí. Azar, entendeu?
[18:07] O nome do álbum Era Para Ser, acho que me corrija.
[18:11] O warpix Era Para Ser o nome desse álbum.
[18:13] Né então? Era outra.
[18:15] Outra intenção, outro conceito. É, não, não é para nós mesmo.
[18:18] Enfim, e é feia pra um cacete, cara.
[18:21] Vamos combinar esse cara com esse capacete, tipo tipo chip,
[18:25] sei lá, cara, que esse escudo essa.
[18:27] Cueca dos vinhos quase faz parecer um porquinho, né, cara?
[18:30] Não é horrível, cara. Isso é muito, é muito horrível.
[18:34] Mas eu IA chamar o orpigs mesmo, o disco.
[18:36] Só que aí, dado o sucesso do single da paranoia, eles
[18:39] resolveram mudar o nome, né? Pra enganava o público pra
[18:43] comprar, mas aquilo Sabá não tinha dinheiro, não tinha
[18:46] capacidade nenhuma, ainda que o disco foi todo concebido ainda
[18:48] com o empresário antigo, que não mandava nada assim, não tinha
[18:51] noção de marketing nenhum. Então assim, a imagem é do
[18:55] Marcos kiff, Marcos kiff era fotógrafo da vértico mesmo, né?
[19:00] Do da vértico, então eles não tinham nada ainda.
[19:02] Foi o disco inteiro? Foi.
[19:04] O risco foi inteiro. Foi ainda feito com o Marcos,
[19:07] com o Jim Simpson ainda como empresário da banda.
[19:09] Depois, assim podia estar pronto, que rola os estresse da
[19:12] troca do empresário. O osmir, o Patrick mejan estava
[19:17] pegando a banda, roubando a banda dele e roubando a banda
[19:21] também do Don que é. O.
[19:26] Patrick, Patrick era era empregado do dom Harden.
[19:30] E aí eu ele meio que pede, fala, vou me aposentar e vai lá e
[19:34] contrata o Sabá pelas costas do dom Harden.
[19:38] É isso aí mesmo? Ô, ô, Tiago, o Tiago foi uma
[19:41] coisa interessante, só só um pontuação antes de passar para o
[19:44] pessoal aí convidado para falar, falar demais.
[19:46] É um inferno, é um saco costumes.
[19:49] É interessante ver essa linha do tempo do do Black Sabbath em
[19:52] estúdio, né? Você falou de de não tinha
[19:54] controle nenhum e não tinha mesmo.
[19:55] É o primeiro disco eles gravaram em 23 dias com a loucurada, né?
[19:59] Que todo mundo já sabe da história aqui, né?
[20:00] Quem não sabe? 3 discos e 600 lb foi?
[20:03] Né? Uma coisa louca.
[20:04] Assim demais, né? Aí o paranoide foi num com muita
[20:08] coisa que eles tiveram que gravar, inventar no estúdio
[20:10] também foi entre os shows e outros assim pararam para
[20:13] gravar, enfim. É e muita coisa que veio de das
[20:16] jams, né? Então não foi um tão parado para
[20:18] pensar, tanto que a música paranoia foi de última hora.
[20:20] Os 47 do segundo tempo, né? Já, já a gente vai discutir esse
[20:23] assunto, né? O Messer of reality foi o único
[20:26] álbum que estiveram um tempo para parar e pensar que iam
[20:28] fazer. É o único mesmo para pensar,
[20:30] porque na sequência, né, o volume 4, sapa 4, a cara
[20:34] loucurada de Los Angeles de droga, aquelas orgias lá de
[20:37] drogas lá, uma putaria de droga, né?
[20:40] Aí na sequência, qual que veio foi OOOO, sabba o sabba
[20:44] bolerissaba, né? Que é aquela só do castelo mal
[20:47] assombrado para fugir do negócio, um pegando peça no
[20:49] outro e loucurada também. Então, e eu estou ganhando com
[20:52] um bloqueio criativo, até ouvir o disco da Vanusa aí
[20:55] desbloqueou. Olha aí a polêmica aí.
[20:58] Aí na aí, na sequência, veio o aí, o já citado aí o grande
[21:03] sabotage, fantástico, sabotage também, com aquela coisa do do
[21:06] empresário passando a perna neles, aquela coisa absurda
[21:09] assim, né? Louco, louco, perdendo grana
[21:13] para tudo que é lado. Aí veio o grande técnico exer
[21:16] dizer que a banda toda mais preocupada em ficar tomando.
[21:20] Banho de de de de mar EE tostando nas praias de Miami e
[21:24] falando pro pro Miami e aí, já inventou alguma coisa?
[21:26] Eu tô no Miami lá preocupado, tentando manter a banda,
[21:29] tentando deixar pra tudo que é lado ver o que que IA dar certo,
[21:31] né? E finalmente o disco do frio né?
[21:33] Que é o never say dy, que eles foram pro Canadá.
[21:35] Eu vou ficar longe dessas drogas de praia pra ver se se concentra
[21:38] mais lá. E o disco foi aquela, entre
[21:41] aspas, desastre pra muitos, né? Mas a tava putando alguns
[21:44] direcionamentos, então o nessa linha de raciocínio Oo paranoico
[21:49] foi um disco gravado, não foi um disco pensado mesmo isso e acho
[21:53] que foi, não sei se foi o Thiago ou foi Oo William que falou,
[21:55] agora a banda não apitava nada, gente, parou o show, ok, vão e
[22:00] gravo, você tem que gravar porque temos que gravar outro
[22:01] disco ainda esse ano estamos em 70, já saiu o primeiro de vocês,
[22:04] de fevereiro, estamos em 70, tem que sair o disco novo de vocês
[22:08] agora. Queriam aproveitar, né, sugar o
[22:10] sangue e eles tiveram. Power pitch nenhum sobre a capa,
[22:14] sobre nada, tiveram que só entrar no estúdio, gravar EE,
[22:16] ver o que que é da Lapa, mas parece, não sei se os amigos
[22:19] sabem ou ou ou podem ir trazer uma luz.
[22:23] Parece que o tonayomi deu 11 pitaco ou deu uma.
[22:26] Ele que aprovou algum conceito da capa assim, né?
[22:29] Ele não criou, mas é parece que ele mostramos Pra Ele e tudo bem
[22:32] pra você o que que eu posso fazer, né?
[22:35] Vai, né? Acho que foi isso, desculpa me
[22:38] entender. Empurrado goela abaixo, na
[22:40] verdade, né? Até ontem ainda eu dei uma
[22:42] revisitada na eu tenho uma biografia dele, tenho a do UOL e
[22:46] tenho a do mickwall que ele escreveu sobre AA banda.
[22:49] Eu estava dando uma revistada do mickwall e, pelo menos ali, na
[22:52] visão dele, disse que foi meio que que assim não teve muito pra
[22:55] onde correr, não era isso. Aí deu.
[22:56] Né? Então tá, é isso, foi?
[22:59] Foi um disco que eles gravaram na correria porque eles iam
[23:01] fazer uma turnê nos Estados Unidos, né?
[23:03] E aí acabou cansando na turnê dos Estados Unidos porque IA
[23:07] coincidir com o julgamento do Charles Manson.
[23:09] E a gravadora falou assim, não traz esses caras pra cá.
[23:12] Justa agora, né? Isso?
[23:14] É, e tinha muita coisa aí, gravada, gravada, não composta
[23:18] na época do do já do primeiro disco.
[23:20] Então junta aí, material daqui, compõe uma paranoia ali nos 47
[23:25] segundo tempo e junta aí. Bora lá, vamos fazer.
[23:28] É muita, muita coisa. Ficaram um tempinho, eles foram.
[23:32] Eles tiveram um tempo de uma semana, você não está enganado.
[23:35] Para dar uma refinada nas composições antes de gravar que
[23:39] foi diferente do primeiro que eles gravaram basicamente Oo
[23:42] show deles, eles gravaram. Isso.
[23:44] Estúdio para o paranoide, eles tiveram uma semaninha para dar
[23:47] uma refinada nas James e transformar aquilo em música.
[23:51] Mas a. Paranoite mesmo só apareceu no
[23:53] estúdio. É Oriente.
[23:54] E a música que deu origem, entre aspas, que foi o foi a gênese de
[24:01] grande parte do do material que está nesse algo aqui é aquela é
[24:05] we cadward, né? Que eles tocavam ao vivo, faziam
[24:07] uma janta gigantesca e no meio dessa jam, dessa música, nos
[24:10] shows que eles pegavam e isso aí nasciam as coisas lá, né?
[24:12] Nasciam as músicas que acabaram, por exemplo, warpix meio, muita
[24:16] coisa saiu dessa jams ali, então uma coisa muito.
[24:20] Né? Então era muito das
[24:21] improvisações. Então é ali que nasceu mesmo e
[24:24] sem razão. É tipo, eu acho que a Ironman e
[24:26] o Paranoá de ir pra and carvão, parece que foram coisas que
[24:29] foram no estúdio realmente dando uma pensadinha, mas realmente
[24:32] entre um show e o outro ali na correria.
[24:34] Cara, é uma capriblemática, né? Eu acho que.
[24:37] Feio ou bonito é relativo, mas fato é, ela é bem emblemática,
[24:41] essa luz fluorescente dela. E ela, eu gosto desses tipos de
[24:46] capa que tem contexto e ao mesmo tempo não tem, né?
[24:49] Porque ao mesmo tempo que ela não combina com nada, ela
[24:52] combina de certa forma, porque representa aí 11 soldado do pré
[24:56] guerra, né? E é o que até então, a faixa, a
[25:00] faixa, a faixa título do não, a primeira faixa do disco é que
[25:04] seria o título do disco. Queria retratar na época.
[25:08] Então eu gosto dessa capa. Eu acho ela bonita, né?
[25:12] Dentro dessas limitações ali uma boa capa.
[25:15] É, eu concordo. É difícil olhar uma capa dessas
[25:20] com uma perspectiva isenta, né? E esse papinho de, de de que era
[25:25] o Wall Pix? Aí a capa fazia mais sentido.
[25:28] Eu não sei também, cara, porque, pô, o cara parece uma espadinha
[25:31] de plástico com escudo capacetinho de.
[25:34] De de chips que o William falou, cara, também não é muito de
[25:37] workpix, né? Pra mim workpix é uma bomba
[25:39] atômica, outra seria outra, outras outro tipo de imagem,
[25:43] cara, mas assim é um negócio que é tão icônico que eu não consigo
[25:45] olhar com olhar isento, né? Eu acho legal pra caramba, tem
[25:49] Oo lado lisérgico, digamos aí do Black Sabbath, né, que você tá
[25:52] vendo mesmo, samuraizinho, eu não sei porque que a galera fala
[25:55] Samurai também, porque o cara tá com escudo e capacete policial,
[25:58] né? Mas o malandrinho aí com com a
[26:01] espada, você está vendo 3 dele, né?
[26:04] Meio, meio um cara bêbado no meio do Mato, sei lá.
[26:08] Eu, eu eu acho uma capa legal demais, cara, né?
[26:11] Sei. Sendo sendo totalmente fanboy
[26:14] aqui, eu curto pra caramba essa capa.
[26:16] E essa manta em cima parece um Spartacus assim, tipo que ela
[26:20] quer uma camisa. É, cara, tá muito.
[26:21] Saiu do banco e do 2. Sei lá que que é isso aí, né,
[26:24] cara? Shortinho também.
[26:25] Parece que ele está com um shortinho de de futebol dos anos
[26:28] 70 também, né, cara? Aquele short bem curtinho da
[26:31] seleção brasileira é. Um drogadinho, né, cara?
[26:34] É um drogadinho, tá sendo do meio do Mato, cara, louco de
[26:36] Pedra e tudo. Aí, talvez o paranoico faz
[26:38] sentido. Tinha.
[26:39] Tinha um amigo meu que tinha um amigo meu que falava que eles
[26:42] colocassem o Chapolin, IA ficar mais bonito, cara.
[26:45] E o pior que a gente falou aqui de chips, cara, entregou a idade
[26:47] de meio mundo aqui, né? Ninguém.
[26:49] Acho que a Renata não sabe nem imagina o que que é chips, cara,
[26:51] ninguém. Acho que a metade.
[26:53] Não, eu também não sei. Eu só repeti.
[26:55] Aqui não sabe nada, rapaz. Ô Bruno, chips, aquela batata,
[26:59] você tá louco? Eu.
[27:00] Achei que Era Eu. Achei que era.
[27:02] A Elma chaelma isso. Ou então do do do trovão azul,
[27:06] né? Do piloto lá, puta.
[27:07] Aí piorou, né? Vamos lá então, pessoal, pro
[27:11] faixa, faixa, então temos aí 8 pérolas aí pra gente falar um
[27:15] disco lindasso. Aí vamos começar com what pigs.
[27:41] Iniciando aí com nosso convidado abrindo.
[27:44] Os trabalhos valarodo. Quem me conhece sabe, essa é
[27:48] horrível. Quando o cara começa com quem me
[27:50] conhece, sabe é porque ele fez merda, você sabe quando o cara
[27:53] vem com esse discurso, é desculpa, mas é.
[27:56] Historicamente, eu sempre falo quando que um grande disco
[28:00] começa com uma grande música. É por isso que a música de
[28:04] abertura para mim tem que ser uma a impactante arrasa
[28:07] quarteirão, né? E aqui eles conseguiram, cara,
[28:10] que música absurda, cara. Acho que o geezer deu uma
[28:14] entrevista assim, o que esperar de uma música?
[28:16] Por que que essa música dura tanto tempo?
[28:17] Ele falou o que esperar de uma música que ela não, ela não
[28:19] morre, ela está em presente em todos os shows, a gente não tem
[28:22] como ela morrer, é impossível. Lembrando que essa é uma música
[28:25] anti guerra, o que o que é 11 detalhe curioso para uma banda
[28:30] como Black Sabbath é uma música contra AA anti guerra, tem 2
[28:35] músicas anti guerra aqui né? E lembrando que a Inglaterra não
[28:37] entrou na guerra do Vietnã, que era a guerra que estava em
[28:40] evidência a época, né? Ok, The Doors fazer uma música
[28:44] anti guerra, qualquer outra, qualquer outra, outra, outra
[28:47] artista era normal. Os Estados Unidos estava
[28:50] envolvido uma cree dance etcétera, mas uma banda
[28:54] britânica fazer tirando os que talvez Beatles 11, referência ou
[28:58] outra ali e tal. Mas uma coisa, um contexto mais
[29:00] geral, mas uma música anti guerra de uma banda de de peso
[29:05] como o Black Sabbath, literalmente peso, né?
[29:07] É uma coisa que hoje a gente está acostumado, mas acho que
[29:10] deve ter causado uma certa estranheza, né?
[29:11] Tipo, quem são eles? Eles nem estão na guerra e tudo
[29:13] mais. Enfim, eu acho que nesse disco
[29:18] ele começa a ter a ter aquela voz de Ozzy, Ozzy, que no
[29:21] primeiro disco não é tão característico, tá?
[29:24] William e amigos, eu acho que a primeira, tanto que o primeiro
[29:27] disco do Ozzy vinil, quando saiu.
[29:30] Não era nem osi, era OCI, né, OSSI erro, o nome dele tá tá com
[29:34] outra grafia, né, isso é uma coisa curiosa, osi, não acho que
[29:38] era a grafia que ele queria mesmo, daí o cara falou, cara,
[29:41] ninguém vai ler, certo? Essa porcaria muda, tá bom,
[29:43] mudou pra Ozzy, né? Deve ter sido isso, eu tô
[29:45] chutando, né, mas assim a voz do Ozzy Tá Tá Tá muito boa aqui, eu
[29:49] acho que a voz do Ozzy entra esse disco aqui, entre o entre o
[29:53] tu crítica a voz do Ozzy, não sei porque, entre o paranoite
[29:55] até o técnico. Ele tá no primor, tá pegando
[29:59] azeite de bom cara, é é impressionante e tá no tá na
[30:03] medida. Não dá para falar um a de errado
[30:07] sobre cada um dos músicos aqui, né?
[30:10] Bom, primeiro tona yomi nessa música ele acertou a mão com não
[30:15] sei quem que toca a guitarra aqui de todos vocês, a quem é
[30:17] música, quem tem de teoria musical aqui do da nesse momento
[30:20] da gravação, Bruno, aquele Bruno aí, então.
[30:24] Bruno, Ah, Bruno, é, vai estar fazendo negativo ficar.
[30:27] Democrático, só enrolando, só enrolando.
[30:29] Não tem problema, mas AAOOOO, acho que você que citou não sei
[30:32] se você o Tiago citou o tríton, né?
[30:34] Do do Gustav Rose, que foi que apareceu Na Na música Black
[30:38] Sabbath e o torre homem aprendeu a usar isso com maestria.
[30:42] Cara, aqui ó, ó, como causa uma estranheza, né?
[30:48] Esse esse meio tonzinho que ele faz aqui.
[30:50] E o fraseado de guitarra? Entre uma, são 12 batidas de
[30:57] chimbau, né? 12.
[30:57] E a guitarra veio fazer um fraseado.
[31:01] É uma música que tem uma arquitetura musical ímpar.
[31:05] Antes. Eu não lembro de uma música
[31:07] antes que tem uma arquitetura desse jeito e depois talvez acho
[31:10] que o Grand funk tenha feito alguma coisa meio parecido.
[31:13] A segunda vez que o situg funk aqui, meu Deus do céu.
[31:15] Mas eu acho que é uma música genial que tá todo mundo no
[31:19] talo. Acho que a letra deve ser do do
[31:21] do Deezer, né? Eu acho que o Ozzy nessa época,
[31:23] e não acho que ele nunca escreveu os baixistas até na
[31:27] fase só escreviam, né? Mas eu acho que abro disco de
[31:30] uma maneira perfeita. Eu gosto do jeito que a música
[31:32] encerra, né, que parece que a fita vai rodando, vai, vai
[31:35] voltando ali, né? E sem contar a icônica sirene no
[31:40] começo, né? Gente, que que é aquilo que
[31:41] apareceu depois quando a banda voltou com o Ozzy.
[31:45] Na no Reunion, qualquer coisa assim sempre apareceu essa
[31:49] sirene icônica. Um grande disco começa com uma
[31:52] grande música de abertura, o warpix, que dizem que era para
[31:57] se chamar warpugs, né, que era algo do gênero, né, que era uma
[32:00] missa satânica lá, né? Mudaram para warpix com o texto
[32:03] da guerra, que que bom que fizeram isso, né?
[32:05] Já associavam a banda com magia negra, se fizesse isso IA ser
[32:08] pior ainda, então uma medida mais do que acertada aí do
[32:11] pessoal perfeita a música. Eu vou jogar então.
[32:14] Ah, já que eu citei o Bruno aqui, Bruno.
[32:16] E aí, Bruno, eu falei besteira aqui.
[32:18] Pode falar, eu falei besteira, não tem problema.
[32:19] Não, cara, eu concordo com com tudo que você falou.
[32:24] Sim, é? Eu eu vou tentar não ser tão
[32:27] prolixo hoje, cara, porque tem gravações aí para trás, que era
[32:30] um disco que eu era fanboy. Eu?
[32:31] Fiquei passando no RH. Essa turma aí, ó, não liga não.
[32:34] Passaram no RHE. Depois do último episódio do
[32:36] metalli, também tomaram uma advertência.
[32:39] Mas não tem problema nenhum. Não tem?
[32:42] Olha lá, lá, lá. Não é isso?
[32:44] Quando você for lá, Bruno, quando vocês forem participar lá
[32:47] onde, se vocês puderem e quiserem, evidentemente,
[32:49] participar do antigas novidades. Se prepare para elogiar em algum
[32:53] momento, Ah, vamos falar sobre Beatles?
[32:55] A gente vai elogiar o for beating, tá?
[32:56] Então vocês vão ter que vocês são obrigados a elogiar o for
[32:59] beating, né? Então não tem problema nenhum pá
[33:01] pode seguir, desculpa, atrapalhava.
[33:04] Nada, cara. É desde do do chimbau que vira
[33:08] Palma, né? No No no apresentação ao vivo de
[33:11] qualquer banda, não precisa nem ser do Black Sabbath, não
[33:13] precisa nem ser uma banda, pode ser no PA tocando warpix, a
[33:16] galera bate Palma seguindo o chimbauzinho, né os.
[33:20] Você contou, nunca contei também e cara, Oo que mais me arrepia,
[33:25] cara das coisas da música que mais me arrepia é a melodia lá
[33:28] do final, cara que é, é a guitarra tocando que a galera
[33:32] canta junto, esse negócio é é uma das mágicas do metal, né?
[33:36] Só pra não também não não ficar falando demais aí, cara, essa
[33:39] música é é é dos hinos da vida, né, cara?
[33:44] Quem quem gosta de metal vai gostar dessa dessa faixa aqui,
[33:48] cara, eu eu vou desconfiar se não gostar.
[33:50] Eu acho melhor ninguém falar que tem alguma coisa errada aí é
[33:54] tudo encaixado demais, cara, eu vou parar por aqui pra não ficar
[33:58] também babando ovo demais, passar pra pra r que eu sei que
[34:01] gosto também. Música maravilhosa é isso,
[34:03] pessoal, já usei meu minuto. Não estou brincando, vou falar
[34:07] mais se. Quiser.
[34:09] Se quiser passar pra mim um minuto aqui, eu aproveito com
[34:12] muita sabedoria. Não tem problema.
[34:13] É que a gente está com o Cronômetro aqui, Oo William
[34:15] colocou pra gente se controlar aqui, então quando apitar a
[34:18] gente tem que o William, você. Tem OAI 5 do programa.
[34:21] Não é possível. Você, você faz AI 5.
[34:23] William, é é que você não fica editando 4 horas de piso.
[34:27] Ah, eu faço sim, cara. Ir do dia para o outro.
[34:29] Ah, que que é isso, cara? Deixa mais falar, pô.
[34:31] Deixa. Não põe pilha, não põe a Renata
[34:34] até te até se cuida. Os 2 aí são terríveis.
[34:37] Deixar na edição do black algum, pra você ter uma ideia, eu
[34:41] coloco a música de fundo. No faixa faixa da intersedman
[34:45] tocou 4 vezes a música e a música tem 6 minutos.
[34:50] Tá por aí então já já não não dá corda.
[34:53] Isso isso é uma terça-feira no meu podcast.
[34:56] Não tem problema nenhum, cara. Vai lá, vai lá, vai lá, Renato.
[34:58] AI gente, mascara é um arpigos, é uma baita abertura.
[35:03] Ter disco não tem. É uma música assim igual.
[35:05] Ela é atemporal. Acho que todos nós vamos embora
[35:08] dessa Terra e essa música vai continuar aí.
[35:11] É durando de eternidade, em eternidade, porque ela é
[35:15] simplesmente maravilhosa. O que eles fazem aqui é uma
[35:18] execução deslumbrante, é, vocês falaram muito sobre o que o Tony
[35:23] faz com a guitarra, mas Deezer Butler, ele simplesmente
[35:26] arrebenta com aquele baixo gordo que enche o ouvido.
[35:30] Eu sou muito fã de baixo, né? Então tem aquela bateria que
[35:32] acompanha junto e faz com que essa música tenha esse
[35:35] apocalíptico, né, aquela coisa assim.
[35:38] Urgente. Ela é uma música que eu
[35:40] considero muito urgente assim. Eu gosto muito da letra dela,
[35:43] porque a letra dela continua sendo é atual, né?
[35:46] Nos dias de hoje sobre governantes estarem lá do poder
[35:50] enquanto mandam os outros pra guerra, que era o que aconteceu
[35:53] no passado e é o que acontece hoje em dia e talvez,
[35:55] infelizmente, vai ser o que vai acontecer, né?
[35:57] Pelo resto da humanidade, sempre esse dentro desse ritmo e cara,
[36:01] uma faixa maravilhosa, não tem mais o que falar dela não ser
[36:04] isso, porque ela simplesmente acho que.
[36:06] Não, não vou dizer que é melhor do disco.
[36:07] Tem algumas que tem outra que eu considero a melhor do disco.
[36:10] Não vou me antecipar. E tu, William, o que que tu acha
[36:13] dessa faixa? Eu vou usar uma palavra similar
[36:17] a que o Aroldo usou é eu sempre achei a warpigs imponente, sabe?
[36:23] Não teria outra música melhor para começar esse disco dentro
[36:26] das que nós temos a disposição aqui, porque ela chega marcando
[36:29] presença, literalmente. Então, no momento que tem aquele
[36:32] riff inicial, cara, aquele som da sirene que ele citou, né,
[36:35] cara, aquilo ali que arrepia, cara, isso é muito doido.
[36:38] Então, os primeiros anos que eu ouvi essa música, quando eu
[36:41] conheci o disco, quando eu ouvi essa música pelos primeiros
[36:44] anos, eu sempre tive uma ó, uma revelação aqui no podcast.
[36:48] Eu sempre tive uma grande admiração pela forma do billward
[36:51] tocar. Ele foi o primeiro ouvir a porra
[36:55] da moto passando aqui, esses corno do cacete.
[36:57] Uns. Lixos quando quando passa a moto
[36:59] na nossa gravação a gente fala que é o Robbie Ralf chegando pra
[37:02] ver essa gravação. Não, aqui é só um corno querendo
[37:08] avisar a esposa que tá chegando em casa.
[37:10] Então assim, ó, é. Então pra mim eu sempre tive
[37:13] cara a admiração pela forma do bilward tocar.
[37:16] Pra mim, o bilward foi o primeiro baterista, até por
[37:18] influência de um dos caras mais velhos com o qual andava.
[37:21] Eles falavam, cara, bilward é foda, bilward é foda.
[37:23] Então pra mim ele sempre foi. Pelo menos de início assim.
[37:26] Esse foi o primeiro grande baterista, na minha opinião.
[37:29] Assim que eu conheci, falei, cara, esse cara é muito bom.
[37:32] E então pra mim, quando eu falo de warpix, eu lembro muito disso
[37:35] dele, tá? Ele toca pra caralho, cara,
[37:37] dessa música aqui. Tony, como bem citado também o
[37:40] Deezer, enfim, né? Sobre a letra também sem, sem
[37:44] ressalvas, vai lá Thiago, contigo.
[37:47] E vocês já colocaram quase tudo assim.
[37:50] Eu acho isso que é imponente. É tensa essa entrada, né?
[37:52] Porque uma música que vai falar de guerra começa com as sirenes
[37:56] e entra tensa assim. Agora que eu acho legal do
[37:59] sabaque, o sabaque me ensinou AA apreciar a música que respira
[38:05] uma das coisas assim, tipo que você vê que o rif não precisa
[38:08] ser rápido, o rif pode ser devagar.
[38:10] A música pode te dando espaço para você ir tomando fôlego para
[38:14] as coisas. Que eu acho que era uma coisa
[38:17] que eu não gostava, que quando eu era moleque, naquela fase de
[38:19] ouvir metal melódico, eu viro made, eu vi thrash metal ou não
[38:22] era tanto uma coisa que me pegava assim, e o arpix é isso.
[38:26] Assim, eu acho que a interação de baixo com guitarra dessa
[38:28] introdução é uma das coisas mais bonitas que tem dizer,
[38:32] complementando, no baixo, respirado a guitarra dá antes de
[38:36] puxar de volta, então acho que é os negócios mais bonitos.
[38:41] Assim que tem começa e você já já te ativa imediatamente assim,
[38:45] né? Ela te deixa compenetrado do
[38:49] jeito que ela vem e como ela vai mudando os ritmos.
[38:51] Assim, é só de detalhezinho aquele final que a fita vai
[38:54] ficando rápida. Foi uma coisa que Oo toniel me
[38:56] disse que odiou, né? Mas eles não podiam fazer nada.
[38:59] O produtor achou que IA ser legal terminar daquele jeito.
[39:01] O toniel falou, o que a gente podia fazer, né?
[39:04] Não tinha voz nenhuma contra o cara.
[39:06] Mas o falou assim, eu não gostei dele, falei, Ah, senta lá,
[39:08] Cláudia. AI, só só antes.
[39:13] Antes de avançar, só uma pergunta para todo mundo aqui,
[39:15] fê, Bruno, Thiago, William. Vocês repararam que o Black
[39:20] Sabbath não errou nenhuma abertura de disco?
[39:23] Nenhuma faixa de música de disco do dos anos 70?
[39:26] Diz. Uma música de abertura de disco
[39:28] que vocês falam é, essa é fraca, me diz uma.
[39:31] Nem no never say day alguém, alguém tem eles?
[39:35] Não erraram em música, ponto cara.
[39:39] Ok, ok, mas mas por exemplo, mas vamos colocar assim, vamos
[39:43] colocar, tá, para estender até o bordo again, talvez, né, a gente
[39:46] até o bordo again, mas o Black Sabbath, ele sempre começa com
[39:49] uma música impacta, não é, não é música ruim, desculpa, Bruno, é
[39:52] isso, música, música de de que segura você, né?
[39:56] O Black Sabbath nunca começou com uma música tipo Hum, vamos
[39:59] ver no que vai dar. Nunca foi assim o.
[40:02] Tony yumi disse que ele tinha um conceito de que a melhor música
[40:06] do disco tinha que ser a primeira.
[40:08] Já. Não tinha muito essa ideia da
[40:10] jornada de um disco que vai terminar em crescendo.
[40:13] Ele tinha a ideia que você bota a primeira música ali.
[40:16] Acho até que aos poucos ele vai construindo isso aos longos do
[40:19] disco, ao longo da carreira. Tem outros discos que vão ter
[40:22] mais essa jornada, mas ele tinha essa ideia de que você já coloca
[40:26] o que vai assim. Acho que nesse caso, nem ele,
[40:28] acho que a gravadora mesmo. Coloca no lado a as 23 primeiras
[40:32] músicas, as músicas que você sabe que já vai trazer a galera
[40:35] para de volta e abre com o lado b uma música boa para manter o
[40:38] pessoal, manter o interesse do pessoal, mesmo se você não tiver
[40:42] um disco inteiro de alto nível assim.
[40:45] Mas o Toni yum. Ele diz assim que ele queria que
[40:47] o disco chamasse o warpix porque ele achava que o warpix era a
[40:50] melhor música que eles tinham desse desse 7.
[40:53] Então a ideia deles era essa. EE, era a primeira música, né?
[40:56] Do lado do a, então talvez eu também talvez tenha interferido
[41:00] um pouquinho Na Na, Na Na o desejo dele de chamar o warpix.
[41:03] Talvez, né? Daí não sei.
[41:04] Dizer é sim, é, era isso. Era para chamar o warpix e
[41:06] começar com o warpix. Exato, era.
[41:08] A. Melhor música que eles tinham
[41:09] feito pra. Seguir é o primeiro.
[41:11] É a Black Sabbath. Começou com Black Sabbath ou
[41:12] disse, com Black Sabbath. Pô, então na banda Black
[41:15] Sabbath, então era isso? É isso mesmo?
[41:45] Vamos lá, então, para a segunda faixa do álbum, pernoide ou como
[41:49] bom brasileiro, paranoide. Vai lá, Haroldo.
[41:53] Como bom cortibano. Paranoide, paranoide ou
[41:57] paranoide. OPA, vou escutar os paradoides
[42:01] lá no tubão, é não, vamos lá, vamos lá, vamos brincar aqui.
[42:03] Então tá aquilo que eu falei. Eu gosto muito do do do do disco
[42:08] inteiro, evidentemente, mas paranoi para mim é a é o Patinho
[42:11] Feio aqui é o é o ponto mais que nunca me atraiu, sabe?
[42:16] É uma música. Que tem um rifle muito legal,
[42:19] muito criativo, levando em conta que eles gravaram aos 47 do
[42:22] segundo tempo, que a inclusive tem uma letra alternativa, né?
[42:27] Na verdade, né, tem uma letra alternativa que quem tem aquelas
[42:31] edições especiais aparece ali. Essa essa parte alternativa da
[42:34] letra lá, muitas vezes você não tem essa edição, mas é uma
[42:37] música que eu acho legal pra pra show, funciona muito, é
[42:41] enérgica, ela influenciou muitas outras bandas aí também, muitas
[42:45] outras. Escuta essa guitarra em outras
[42:48] outras composições, outros artistas, mas nunca me pegou
[42:51] muito e o que mais me me me causa estranheza.
[42:54] William, que desse momento deve ter ido ao banheiro.
[42:57] Thiago Bruno herret é o seguinte, galera falando assim,
[43:01] eu não gosto de paranoide porque é muito comercial, cara.
[43:05] Música comercial é aquela que você pega para, analisa, vê o
[43:10] que está no mercado, vai. Essa música tem zero ti no
[43:14] comercial. Ela Foi feita tipo, gente, temos
[43:16] que preencher esse passo, o Toni, que que você tem aí na
[43:19] Manga? Ah, espera um pouquinho, tem um
[43:21] troço aqui que pode funcionar, fizeram rapidão lá a letra,
[43:24] colocaram e o troço foi desse jeito, então não teve, é.
[43:28] É tipo assim, quando o pessoal fala que é uma música comercial,
[43:30] não é? Ela estourou como single, o
[43:33] single anterior do primeiro disco não estourou, acho que foi
[43:36] Evil woman, que era até um cover, então não estourou, então
[43:39] eles apostaram uma música com uma pegada diferente.
[43:41] Que realmente estourou, entrou no top of the pops lá da da
[43:44] Inglaterra, coisa que só se repetiria com o single do Black
[43:49] Sabbath, aonde no grande deve ser a ideia que a música deve
[43:51] ser da outra vez que a banda participou do top of the pops,
[43:55] então é, eu acho que a música ela não é ruim, mas ela não é
[43:59] essa coisa toda. No entanto, seu William que
[44:03] acaba de voltar do banheiro. É, é é uma música que eu acho
[44:06] injusto quando alguém fala é a música comercial, porque uma
[44:08] música nunca foi com esse intuito comercial, ao contrário,
[44:12] é uma música interessante, que tem uma letra que é legal, não,
[44:16] não, não é ruim, né? Muita gente fala, pô, ele está
[44:19] falando de esquizofrenia, não é de paranoia, não sei o que tal,
[44:21] não, as coisa está falando de paranoia assim, que é
[44:24] sentimentos de que alguma coisa está errada, é a culpa é dele e
[44:26] tudo mais, né? Eu não sou psicólogo para falar
[44:28] sobre jornalista, mas enfim, William, depois você vai editar
[44:30] aqui, você vai ver porque eu falei que você esteve ausente na
[44:33] minha fala. E não sei se vai concordar
[44:35] comigo, mas diga que sim e eu vou passar a bola para Rê Rê,
[44:39] você concorda comigo ou eu estou louco?
[44:40] Pode me xingar se quiser. Não, não.
[44:44] Vou. Falar nada do?
[44:45] Opinião é válida. Toda opinião é válida.
[44:49] Cara, o que eu posso dizer dessa música é que ela já me cansou,
[44:52] tá? Ela entrou na lista daquelas
[44:54] músicas que. AI não é que eu fico mais
[44:57] ansiosa para ouvir isso, eu tô num show demanda cover, por
[45:00] exemplo, não foi a que eu tava mais ansiosa para ouvir, né?
[45:03] Quem é uma grande despedida do ozzi?
[45:05] Mas claro que eu me emocionei afinal, né, foi a última canção,
[45:08] tudo mais é, eu entendo a relevância, a importância dela.
[45:12] Se me perguntasse isso há uns 12 anos atrás, sei lá, 3 anos atrás
[45:16] eu com certeza IA dizer AI minha favorita do brechsaba, porque
[45:19] alucinei, mas hoje em dia eu já cansei, mas é, eu gosto assim,
[45:22] do ritmo dela, é legal ela. Ela é acelerada, ela é rápida,
[45:26] ela é totalmente diferente do airpigs, né?
[45:27] Ela tem essa também, esse senso de urgência.
[45:32] O ponto alto pra mim dela é só aquele, aquela frasezinha que o
[45:36] Ozzy solta ali, né? Quem pode ajudar, quem pode me
[45:41] ajudar a ocupar o meu cérebro? Acho que é alguma coisa do tipo
[45:45] que ele fala, sei, eu adoro isso.
[45:46] Pra mim poderia repetir, poderia ser um refrão assim, que eu
[45:49] adoro quando ele fala aquela partezinha.
[45:52] Mas de resto, é essa minha opinião sobre a faixa Thiago.
[45:55] Ô Thiago, antes da antes de você dar opinião antes da opinião,
[45:58] Thiago, só falar pra pra re. Então a paranoide seria a smocol
[46:02] do Water do do Black Sabbath em nível de saturação?
[46:06] Ah, seria sim, seria minha sweet in the mind aí do do Black
[46:10] Sabbath. É instauration heaven no black
[46:12] SAT, que tem a música saturadas, né?
[46:14] Que são não quer dizer que ela é ruim.
[46:15] Gente, exato. Não é que é ruim, cansou, é?
[46:18] Maturar exatamente é. Rapidinho, gente, vocês estão.
[46:21] Eu adoro ela assim, então eu não consigo falar mal da é assim.
[46:24] Eu não consigo cansar dela porque ela termina muito rápido,
[46:26] então não tem como você cansar aí.
[46:28] E eu ainda tem ela, ela passa a mensagem que ela precisa muito
[46:32] rápido pra você e eu acho que isso que é legal agora, assim,
[46:35] não dá pra falar com a música comercial porque assim a música
[46:37] não tem refrão. O paranoide, em nenhum momento
[46:40] ela repete da música, então não tem nada daquelas coisas que
[46:42] normalmente fazem uma música ser pegajosa, não tem absolutamente
[46:46] nada. Ela tem um riff pegajoso, mas
[46:48] tem uma melodia ultra longa, não sei qual que é o tempo dela.
[46:51] Depois o Bruno vai poder falar ali qual que é coisa que segura,
[46:55] sabe? Tipo uma difícil de cantar, é
[47:01] longo o negócio, sabe, se não dá fôlego de você fazer inteiro?
[47:05] Então assim, e ela, ainda assim, ela é cativante, ela é
[47:08] emocionante. Ela, baita solo do Tony, yomi na
[47:12] música, assim, baita rifa. Então foi aquilo para mim, tipo,
[47:16] acho que ela é um clássico, assim como ela virou esse hino
[47:19] todo. Essa é aquela coisa que é
[47:22] inexplicável, como o timing funciona com as coisas de vez em
[47:26] quando, porque ela não tem nada que faria ser uma música que
[47:31] todo mundo quisesse ouvir de novo.
[47:32] Smok on the OTA tem um refrão. Repetitivo que todo mundo canta
[47:35] junto com um rif repetitivo que todo mundo, todo qualquer
[47:38] guitarra gente tinha sabe tocar, essa não tem, mas ela ficou e aí
[47:42] é um ponto do tipo como se é gênio, né?
[47:44] Esquecer ser gênio é isso. Você faz uma música em 5
[47:48] minutos, porque OA música foi composta quando o Roger vem e
[47:51] falou, ó, gente, a gente precisa fazer 40 minutos de disco, a
[47:53] gente não tem 40 minutos, e os cara estavam brincando de fazer
[47:57] isso, você falou legal isso, grava isso, você está louco,
[48:00] isso parece comunication break. Tem nada a ver tal não tá legal.
[48:05] Grava aí que isso é bom, tal. Grava e a gravadora lança como
[48:07] single e de repente é um single que fica top five dela na
[48:11] Inglaterra. E aí o resto é história, né,
[48:14] Bruno? Cara, é, eu fico curioso quem
[48:18] fala que essa música é é é muito pop.
[48:22] Com qual foi a referência pra dizer isso, né?
[48:25] O que que veio antes que que podia ser OOOO pop pra essa
[48:30] música, né? É, eu.
[48:33] Eu entendo quem cansou da da música, né?
[48:37] Mas eu tô um pouco, talvez na linha do Thiago, não sei.
[48:40] Ela é curtinha demais né? E ela ganhou 11 significado
[48:44] diferente. A re comentou, né no back to the
[48:47] begini foi o último, a última faixa e você viu o Ozzy falando
[48:51] go o fucking Crazy one last time, né?
[48:53] Tipo é, é é meio de arrepiar lembrar desse evento cara com
[48:57] com Ozzy falando vamos. Meu amor, vamos ficar doido a
[49:01] última vez, né? E foi a última vez do do cara,
[49:04] né? É assim, eu falei da da War Pix
[49:09] que arrepia, cara, pensar nesse no que foi esse show e essas
[49:13] faixas aí é é para deixar a voz meio engasgada aqui mesmo, né?
[49:18] A paranoia realmente é a maior faixa do do Black Sabbath, né?
[49:21] Olhando o Spotify, por exemplo, como referência, ela tem 3 vezes
[49:25] mais. Execuções aí do que Iron Man,
[49:28] quase que que é a segunda, né? O clássico absoluto do rock, que
[49:32] beleza. Todo guitarrista que tá
[49:35] começando que tem o mínimo interesse em rock metal toca
[49:38] também, né, cara? É é outro clássico absoluto do
[49:43] do rock, todo mundo conhece, qualquer pessoa conhece cara,
[49:46] né? Paranoide é, é do imaginário
[49:49] popular e Thiago 4 por 4 normal, cara, não tem nada fora.
[49:54] Ela tem uma métrica de de voz muito esticada mesmo, né?
[49:59] Ela é é diferente, por isso o que também faz ela ser menos pop
[50:02] ainda que você comentou, cara, mas é, é, é um.
[50:06] Ela tava criando o clichê, cara. Ela não pode ser uma música pop,
[50:10] porque isso aí tava tava trazendo o clichê para o que
[50:13] viria de de rock, metal para frente, né?
[50:16] Eu acho que não tem como falar mal dessa faixa aí.
[50:20] É, vocês acabaram falando tudo que eu tinha no trato aqui, não
[50:24] sobrou muita coisa, mas assim, cara, eu acho que pra uma música
[50:27] que foi concebida tão rápida aos 47 do segundo tempo, né?
[50:32] Eu acho que e a ideia ela passar a ser a mais popular do Sabá
[50:36] olhar no Spotify, por exemplo, ela tá disparada assim.
[50:38] Ela esmaga as outras assim em termos de de quantidade de
[50:41] audições assim. Mas eu gosto dela porque ela tem
[50:44] essa pegada setentista tão evidente na sonoridade dela que
[50:48] é tão boa. E quando eu ouvi essa primeira
[50:51] essa música, a primeira vez foi naquela coletânea OE sodor
[50:54] software, rock in roll, não sei se vocês já chegaram a ver um
[50:56] vinil duplo, capa preta assim, cara lindo.
[50:59] Foi ali, através desse vinil, que eu vi muita coisa.
[51:01] É uma coletânea bizarra, desculpa, intrometer, porque ela
[51:03] tinha. Ela Foi lançada, acho que no
[51:05] final dos anos 70, e ela tinha músicos apenas.
[51:08] Até o sabotage. Ela não tinha nada do técnico
[51:10] ekson. Isso foi uma coisa indignante.
[51:14] É das tretas do Patrick merre, né?
[51:16] Que ele tinha exatamente tinha largado ele.
[51:19] Daí ele pegou os direitos dos discos que ele tinha e fez a
[51:23] coletânea para competir com os discos que o samba estava
[51:25] lançando. EOEOEO nome ao contrário, nós
[51:27] vendemos, vendemos, né? Comprado, vendido.
[51:30] Ó, ó, é, é, são. É um pilantra velho, né, cara?
[51:33] É inacreditável. Cara, essa coletânea dupla aí é
[51:36] aquela Kings of health. Tinha tipo uma bíblia, alguma
[51:39] coisa assim, com uma caveira em si.
[51:40] Caveira e. Eu tinha isso aí também, EAE eu?
[51:43] O warpix começava sem introdução longa.
[51:46] É isso aí, exatamente. E cara, assim, eu, eu me junto a
[51:50] Renata no sentido assim, tipo, saturou, sim, ela, ela, ela
[51:54] enjoou. Porque eu eu acho que de tanto
[51:57] ouvir, cara, o mal disso é que a gente ouve tanto essas músicas.
[52:00] Quando a gente descobre, depois a gente satura, mas quando a
[52:03] gente precisa revisitar, como é o caso que eu fiz, eu gosto
[52:06] então. É, a gente precisa fazer aquele
[52:08] exercício, cara, essa música está saturada, mas vamos
[52:10] analisar pelo que ela é, pelo que ela representa.
[52:13] Eu acho que ela é é perfeita. Eu nunca mais vou esquecer do da
[52:17] primeira vez que eu vi o clipe dessa música.
[52:20] Cara, o tognol está trigado nesse clipe.
[52:21] Aí eu tava no Olympia, no show do do, do, do Scorpions, olha
[52:28] só, 90 e. 4. 5 acho, né? 94 não foi Scorpions no Olympia
[52:35] em 94 face. Ah, não foi o com não, não e
[52:39] Bruce? Não, isso aí foi 97, foi 94 no
[52:42] Olympia. Eu estava na grade ali e tal.
[52:45] E aí antes do show, né? Aquelas imagens no telão que
[52:48] mostrava aí, mostrou o clipe paranoide cara, assim, o pessoal
[52:51] tirando assim, ô bah, o cabelo toré e olha meu cabelo toréu, me
[52:53] dando risada assim. Eu falei, cara, eu lá com 16
[52:57] anos em. Tipo deslumbrado com tudo
[52:59] aquilo. Então paranoide para mim, lembra
[53:01] muito isso. Aí, cara.
[53:26] Terceira faixa, Planet careven. Vai lá, Haroldo?
[53:30] É essa grande música do lado do a ela tá no meio de gigantes.
[53:35] É aquela casa bonitinha, bonitinha, bem organizada, linda
[53:39] demais. Mas tá no meio de alguns
[53:41] edifícios muito grandes ali, né? Buscado, não chega muito sol
[53:45] nela. Mas pra indicar uma música tão
[53:48] importante que o Black Sabbath, ela fez um plauto plágio no
[53:51] disco therthing anos depois, né? Dessa música aí deu a
[53:55] continuação lá. Eu gosto muito dessa música, eu
[53:57] acho espetacular. E a em algum momento da minha
[54:02] vida, não sei se na biografia do doutor nayomi, na iroméia, não
[54:05] lembro. Realmente amigos, vou ficar
[54:06] devendo. É uma situação do tipo, olha,
[54:11] tínhamos que fazer uma balada. Mas nenhum, vamos falar de amor
[54:14] e vamos falar de outra coisa. E falaram de uma caravana
[54:17] espacial, de de viagem, de espaço, aquela coisa toda, né?
[54:21] A voz do Ozzy todo mundo duvida que é o Ozzy, mas sim, é o Ozzy
[54:24] que tá cantando daqueles efeitos.
[54:25] Lá tem um pianinho no final que aparece bem suave, bem no final,
[54:30] bem legal, e o aqui tá a prova que toda é homem.
[54:35] É um excelente guitarriça, principalmente a parte mais
[54:39] unpugget ou sem distorção. Vamos colocar assim, né?
[54:43] Ele, vamos lembrar que o tonhoma ele, ele quase perdeu a
[54:47] motivação para tocar guitarra alguns anos antes, né?
[54:51] Quando houve um incidente que ele perdeu a ponta dos dedos,
[54:53] né? E o chefe, o capataz dele,
[54:56] mostrou o disco daquele guitarrista de jazz lá, o Jango,
[55:00] que que tinha perdido os dedos, não tinha 23 dedos e mesmo assim
[55:03] tocava, né? E aqui tá um Belo exemplo assim
[55:06] de de um de um tonhoma e jazzístico, né?
[55:09] E já apareceu o primeiro disco lá naquela Warner lá é uma parte
[55:12] de gística muito legal. Tecitoram me conseguiu fazer um
[55:15] solo hipnotizante, eu acho uma música hipnotizante, sabe?
[55:19] William sabe, Thiago sabe, Bruno sabe, eu acho uma música linda
[55:23] demais. O problema é que ela tá no meio
[55:25] de edifícios muito grande, não bate tanto solzinho ali, tem que
[55:28] colocar aquelas bichinhas do filme up lá que levanta a casa
[55:31] pra pra pra pegar um pouquinho disso, um pouquinho de ar que
[55:34] ela tá meio imprensada lá. Faz uma grande música sim, é o
[55:38] Oz que está cantando e olha Oo os batuque do Bill War ali para
[55:43] acompanhar. Que coisa linda demais para mim
[55:46] uma das grandes baladas do Black Sabbath anos 70, Oo, Black
[55:50] Sabbath não é roubalada, tá? AEX Gold é uma grande balada do
[55:54] técnico, esse às vezes que o miching também tá.
[55:57] Depois dos anos 80, eles erraram, essa é o Thiago.
[55:59] Fizeram algumas derrapagem lá no Strange, mas esse é o problema,
[56:04] não? Não, isso é maravilhoso, cara.
[56:07] Não, não, não. Melhor balada do Sabá, cara.
[56:10] Melhor balada do Sabá, não, não. Só o Tony é homem, levanta O
[56:14] Fora da mulher lá ele virando de tá?
[56:16] Ford cara. Que coisa ridículo.
[56:20] Ô, segura as pontas aí, seu filho, eu sei que só dou o
[56:22] programa. Sei que você é OAI 5 do
[56:24] programa. Mas agora eu chamei o tchau.
[56:27] Fala aí, tchau. E essa balada aí?
[56:29] É linda, né, cara? Assim, a letra é uma viagem
[56:32] total, né? Assim você vê dorgas, Manolo, os
[56:35] cara tava o que que a gente vai falar?
[56:38] Toma um ácido aí e a gente escreve.
[56:41] E é legal? É.
[56:42] É essas imagens que eles conjuram nas letras ali acabam
[56:46] sendo bonito pra caramba. Que combina, né?
[56:49] Com elas combinam com o climinha ali, que é um climinha bem anos
[56:53] 70, essa coisinha de batuquezinho segurando no Na Na
[56:57] conga ali do. O billward.
[57:01] Reza a lenda que quem gravou o piano desse finalzinho da música
[57:04] é o tom alon, que era engenheiro do som ali que vai ser o
[57:07] produtor de referência do Judas Priest da fase mais fase mais
[57:11] comercial do Judas Priest, eu vi.
[57:12] Isso Thiago, será que é também tem?
[57:15] Reza a lenda, assim, eu não vi nenhuma fonte confiável.
[57:18] Mas tá no wikipedia, tá no wikipedia.
[57:20] Você sempre segura ali assim, né?
[57:22] Vai colocar um não. Mas eu não vi ninguém dando essa
[57:25] certeza, nem o próprio tom alon. Eu nunca vi ele falando.
[57:28] Mas tava ali, então pode ser que seja mesmo, ele era engenheiro
[57:31] do som, de fato do disco, né? Mas assim, eu acho lindíssima a
[57:36] música e eu e eu acho que ela funciona muito, porque você tem
[57:40] 4 pedradas do lado AE, aí você tem uma música que você tem 3
[57:45] pedradas do lado AE, aí você tem uma musiquinha sensível no meio,
[57:50] talvez ela, e a função dela acaba sendo essa mesmo, sabe?
[57:53] Que parece que as outras são muito mais pesadas.
[57:56] Inclusive a próxima, que vai ser tipo talvez uma das pedras
[57:59] fundamentais ali do doom metal, vem depois ali que vai ser
[58:04] pesadona para caramba, né? E eu acho certeza que a re
[58:07] também adora essa música, né? AI, com certeza, com certeza.
[58:10] Adoro muito, porque ela tem vários elementos que eu adoro
[58:13] dentro do rock, cara. O Black Sabbath pra mim ele é,
[58:16] é, é o Pilar de tudo, né? A gente fala obviamente do heavy
[58:20] metal, que é o. O maior de todos os pilares aí,
[58:24] mas ele serve de base para muitas outras, para o que vai
[58:27] ser o punk do metal e até quem diria que vai ter psicodelia
[58:35] dentro de um disco do Black Sabbath.
[58:37] E logo no segundo disco do Black Sabbath, né?
[58:39] Pós o então impactante como foi o primeiro.
[58:42] E ela, como o Haroldo bem mencionou no início, né?
[58:45] Essa pegada de jazz que traz uma coisa mais elegante, mais.
[58:49] Refinada, mais requintada, mostra o quanto eles já estavam
[58:53] caminhando. Assim é a passos largos e muito
[58:58] avançado da época que eles estavam ali, apesar de ser uma
[59:01] coisa da época, a psicodelia, mas trazendo elementos muito
[59:06] requintados para dentro dela. Então é uma faixa maravilhosa.
[59:09] Eu gosto muito dessa faixa. Não sei se o William vai
[59:11] concordar que o William não é. Acho que é muito favorável a.
[59:15] Alucinógenos. O único que eu tenho é a
[59:18] cerveja. O resto eu dispenso.
[59:22] Mas não que eu não tenha provado alguma coisa.
[59:24] Vamos lá, deixa de lado. Mas cara, assim ó, a primeira
[59:27] vez que eu ouvi essa música eu fiquei me eu.
[59:29] Estava falando de música, William, aí tu te entregou de
[59:32] graça. Então deixa eu paciência fazer
[59:34] o. Que cara é tão?
[59:35] Bonita. Cara, não.
[59:37] Tem problema o cara, o cara morde a isca e ainda ainda acha
[59:40] que não mordeu? É complicado.
[59:41] Tu sabe que a minha a minha vida é 1 l aberto, né, cara?
[59:44] Então assim, sabe que a primeira vez que eu ouvi essa essa música
[59:47] eu fiquei me perguntando quem é que cantava?
[59:50] Mas eu estranhei. Aí depois eu descobri que era a
[59:52] voz do Ozzy mesmo, né? O efeito que tu citaste ali, Oo
[59:56] Haroldo chama Leslie. Esse é o efeito que usava a voz
[59:59] dele. Isso.
[59:59] É um, é um amplificador. Sim.
[1:00:04] Mas é o efeito Leslie do do que que usa o Equalizador ali do do
[1:00:08] do amplificador. É, eu acho que tem essa raiz, aí
[1:00:10] sim, da da, da, da, do, do, do amplificador que o John Lord
[1:00:14] usava muito o viu William, acho que é isso mesmo.
[1:00:17] E eu acho que casou porque essa música ela tem essa sutileza,
[1:00:22] tem esse efeito psicodélico. Então acho que a voz
[1:00:26] intencionalmente ficou bem propícia pra música.
[1:00:30] Demorou a pegar essa música pra mim, mas depois que eu saquei,
[1:00:33] caiu no meu gosto. Eu só vou pontuar uma coisa que
[1:00:37] eu normalmente, quando eu ouço essa música, eu ouço isolada.
[1:00:40] Eu não coloco pra ouvir na sequência do álbum.
[1:00:43] E quando eu tô nessa Vibe assim, mais contemplativa, eu quero dar
[1:00:46] uma viajada. Eu ouço ela de forma isolada.
[1:00:49] Se eu ponho o disco pra ouvir, eu pulo nessa sequência, eu pulo
[1:00:52] porque eu acho que quebro o ritmo.
[1:00:54] Eu acho que essa música devia eu vou dar uma de Bruno aí querendo
[1:00:57] trocar a faixa de lugar, mas eu corro.
[1:00:59] Um pouco mais pra frente. Tiago, eu, eu, eu quero, eu, eu
[1:01:03] quero. Sei se vocês concordam comigo,
[1:01:06] mas acho que é crime, né? Acho que ele acabou de.
[1:01:10] Ei, Thiago, e o Bruno daqui a pouco vai falar também.
[1:01:12] Eu quero uma parte aqui para falar uma coisa EE para validar
[1:01:15] uma coisa que o Thiago falou, seu William, em cima do que você
[1:01:17] está falando, você me dá. Dá a vez quando?
[1:01:20] Mas é, pode falar, fica à vontade.
[1:01:21] Posso, tá bom, na música clássica, que eu gosto bastante,
[1:01:26] existe uma coisa chamada concerto, né?
[1:01:27] O concerto. O que que é o conceito de música
[1:01:29] clássica? É uma música programática ou não
[1:01:32] programática, dividido em 4 movimentos, música não
[1:01:36] programática, sinfonia número 5. Acabou?
[1:01:40] Não, não é programático porque não tem nada dizendo o que que é
[1:01:44] música programática. Sinfonia número 3 do Beethoven,
[1:01:47] conhecido como a heroica, que foi feita para o Napoleão e o e.
[1:01:51] O Beethoven rasgou AAA citação do Napoleão.
[1:01:54] Quando descobriu que o Napoleão se auto coroou, por exemplo, o
[1:01:57] que acontece é uma sinfonia. Ela tem 4 movimentos.
[1:02:00] Via de regra, tirando obrigado Hector bellios, que fez aqui as
[1:02:03] sinfonia fantástica, a primeira música feita sob efeito de
[1:02:06] drogas na história. Já que vocês citaram, né?
[1:02:08] As sinfonia fantástica tem 5 movimentos, normalmente são 4.
[1:02:12] Primeiro movimento é sempre a explanação, então é um alegro,
[1:02:15] aquela coisa mais intensa. O segundo também, geralmente é
[1:02:19] uma dança. Pode ser, talvez.
[1:02:22] AA pode ser 111 mazurca ou qualquer outra coisa incorporado
[1:02:26] com a música. O terceiro movimento é o momento
[1:02:29] de Descanso. É chamado escurso em italiano.
[1:02:34] É um momento de relaxa, relaxamento, porque você imagina
[1:02:36] você assistir 111 sinfonia heroica do Beethoven.
[1:02:39] Primeiro momento intenso pra caramba, né?
[1:02:41] Tem até a trompa que entra no contratempo de uma coisa
[1:02:44] inacreditável. Segundo, movimento intenso, o
[1:02:46] terceiro. A terceira música entre aspas e
[1:02:49] o terceiro movimento. Ela é uma piada musical, a coisa
[1:02:52] mais descontraída, mais leve, mais curta 23 minutinhos para o
[1:02:56] pessoal relaxar, preparando para o quarto movimento, que tem a
[1:02:59] recapitulação do primeiro. Ou uma coisa maior ainda, o
[1:03:02] grande finale, né? Levando em conta o que o Thiago
[1:03:06] falou, que eu concordo muito com ele.
[1:03:09] Se você colocar aqui o Black Sabbath, Oo gisabath
[1:03:13] principalmente nele. Era fanático por música
[1:03:15] clássica. Gustaf Malta gustaf host, ele
[1:03:18] gostava de rack. Malina, ele gostava de todos os
[1:03:20] grandes compositores, né? Tanto que usou o Triton da da da
[1:03:24] da sweet Martin, da suíte pros planetas, que é música.
[1:03:27] Martin, perdão. EE, eu tenho certeza que nesses
[1:03:30] lado AO primeiro, o segundo, terceiro e quarto da música tem
[1:03:33] muito essa sequência. Da da do que é uma sinfonia,
[1:03:36] primeiro movimento intenso apresenta deixa o pessoal com o
[1:03:40] queixo caído o arpix segundo movimento apresenta já AAAOO
[1:03:47] left motivf da música o motivo da música, ou seja, paranoide a
[1:03:51] música que fica na cabeça com preencheu cheque, terceira
[1:03:55] música, essa aqui é o Descanso porque você pensa, William, você
[1:03:58] imagina se o disco tivesse? Da da Planet carver.
[1:04:01] Vamos colocar aqui fairy boots, que é a última música, IA ficar
[1:04:05] 4 músicas intensas, pesadas, enérgicas, o diabo a 4, tipo, IA
[1:04:10] ficar muito saturado. Então aqui é o Descanso, eu
[1:04:13] esqueço, tá? Então eu concordo com a re, que
[1:04:16] é um crime que você está falando, mas você tem todo jeito
[1:04:18] de cometer o crime, né? Depois vai pagar a pena.
[1:04:21] EOE validando o que o Thiago falou, respaldo na música
[1:04:25] clássica, gente, então é o terceiro, a terceira música dá
[1:04:28] um Descanso, dá um relex. Então se você incorporar o que
[1:04:33] eu acabei de falar nesse conceito do disco para nós,
[1:04:35] principalmente o lado do a, entenda como uma sinfonia,
[1:04:38] primeiro, segundo, terceiro, quarto movimento.
[1:04:40] Esse é o movimento do Descanso. Pensa que lá antigamente, Viena,
[1:04:45] primeira escola de Viena, o pessoal IA, IA quando saiu as
[1:04:48] músicas da igreja e foram pra para as sala de orquestra e tudo
[1:04:51] mais. Pensa que a galera ficava tipo
[1:04:54] horas escutando uma apresentação?
[1:04:57] É intenso você ficar ouvindo uma música clássica gigantesca, né,
[1:05:00] que é muito longo, aquele calor desgraçado, um teco solo.
[1:05:03] Aquela época não tinha nem intricidade aquela época, então
[1:05:05] esse é o movimento que é pra relaxar, pra galera ir no
[1:05:08] banheiro. É o famoso solo de bateria do
[1:05:10] show ao vivo, né, que eu defendo solo de bateria.
[1:05:12] Mas a eu estou me estendendo demais.
[1:05:14] Mas assim, William coloca na cabeça que essa aqui é o
[1:05:16] relaxamento do primeiro lado. Desculpa Tiago, Bruno e rean, eu
[1:05:22] não me controlei. Eu tive que falar isso aí é.
[1:05:24] Mas aí eu eu pulo. Igual AI, AI gaguejou lá.
[1:05:30] Aí tu não diz mais nada? Depois dessa aula, só desamei.
[1:05:34] OOO, Haroldo e a e a versão do Pantera que que tu achou?
[1:05:39] Não conheço, não conheço. De verdade, é um peso.
[1:05:42] Ó, tem uma versão do Pantera, fizeram um cover dessa música
[1:05:45] aqui. Ah, espera um pouquinho.
[1:05:47] Está na, na, na TV black, está aqui, Na Na, Na Na aqui.
[1:05:50] Na está no Fábio e on drive foi a?
[1:05:54] Tech clipe todo eles tocaram. No back to the begining, né?
[1:05:57] Cara, tocaram também. Ah, que eu vi pela primeira vez
[1:05:59] que eu lembro dessa música. Eu já tinha ouvido no vinil, mas
[1:06:03] eu não tinha marcado tanto. Mas a primeira vez que eu lembro
[1:06:05] mesmo dessa música na versão do Pantera, depois, só que eu
[1:06:08] peguei a versão do Sabá para ouvir com mais atenção.
[1:06:11] Vamos lá então, para a quarta faixa, Iron Man.
[1:06:15] Ou o Bruno vai, Bruno, o Bruno Oo.
[1:06:17] Você vem? Haroldo.
[1:06:19] Eu, eu estou sendo. Censurado.
[1:06:21] Aqui, Bruno, eu eu vou. Manda o teu currículo no likedi
[1:06:24] procura lá. Conversa de câmera antiga,
[1:06:26] novidade, manda lá o currículo, eu vou mandar na cara.
[1:06:29] Tá valendo, é o. Bruno sofrendo represália do do
[1:06:32] último pessoa. Queimou a cota dele já por uma.
[1:06:35] Vai 5 aqui, tá? Vai lá, Bruno.
[1:06:38] Vai lá, vai lá. Vai lá, eu vou, cara, eu.
[1:06:40] Achei bem interessante, você falou, Aroldo, eu acho que eu.
[1:06:43] Levaria um passo adiante ainda, né?
[1:06:45] Assim, o Black Sabbath ele, as faixas são muito dinâmicas,
[1:06:49] cara, né? O warpix e ela começa com a
[1:06:51] introdução arrastada e tem o chimbalzinho com o tan, né?
[1:06:55] Tem um verso e o final é outra música, né?
[1:06:58] Quando chegar na melodia, cara, se você botasse aquela melodia
[1:07:00] do final que é épica e maravilhosa, e comparar com o
[1:07:03] começo. Parece uma outra faixa, né?
[1:07:05] É uma viagem musical mesmo, às vezes você pega paranoide, cara,
[1:07:09] fora intro, é um riff sem parar, né?
[1:07:11] É, é uma é uma música extremamente direta, né?
[1:07:16] E aí você junta ela com a Planet carevan, cara, você traz um
[1:07:18] pouquinho dessa dinâmica, porque AAA faixa seguinte ela também
[1:07:21] tem é pedaços diferentes, né? É, eu sempre falo de dinâmica
[1:07:26] aqui pra mim ela é um complemento perfeito pra
[1:07:29] paranoide dentro desse lado aí do álbum, né?
[1:07:32] Bem, o que você falou, cara, assim olhando num.
[1:07:34] No com viés da música clássica faz sentido, mas acho que ela é
[1:07:37] é de fato OOOO que mantém OOO fluxo do disco.
[1:07:44] Sei lá como é que se fala esse né, que mantém essa essa levada
[1:07:47] do disco aí preparando pra pra faixa seguinte, né, cara é
[1:07:51] porra, é perfeição. Agora você pode me me calar.
[1:07:56] O é, tem, tem. Essa falha, né, cara?
[1:08:00] Mas eu, eu. Perdoo nesse disco aí eu perdoo.
[1:08:04] Eu, eu, eu, eu não estou sozinho na questão do fedout.
[1:08:07] Também não. Eu tenho.
[1:08:08] Eu tenho parceiros aqui. É isso.
[1:08:10] Eu acho preguiçoso demais, cara. Eu acho que é companhia.
[1:08:14] Eu falo, eu falo que a Band não sabe.
[1:08:15] Como acabar a música? É é cagaram, eu ficava cagando
[1:08:18] com medo. Então é, eu também concordo.
[1:08:20] Mas nesse caso, deixa, nesse caso passa o pano aqui não tem
[1:08:23] problema, é isso aí, esse disco aqui merece, cara.
[1:08:44] Quarta faixa, Iron Man, ó ó, aqui pra mim a melhor música do
[1:08:48] do lado do a é. Iron Man encerra muito bem, tá?
[1:08:51] Pau a pau com com com warpix, pau pal com warpix.
[1:08:54] Diz a lenda que a música também tinha outra história, né?
[1:08:59] Pra se chamar eu não lembro qual que era o nome gente, de verdade
[1:09:02] faz tempo que eu não não que eu não lembro aqueles livros tá
[1:09:04] tudo guardado aqui eu tenho que pegar os livros não acabei não
[1:09:06] fazendo o dever de casa. Sorry, mas a pra mim uma das
[1:09:10] grandes músicas assim realmente que o treinamento estava no
[1:09:13] estúdio e o Bill War tava dando uns batuque lá é meio
[1:09:16] impaciente, mais ou menos uma história do burn da música burn
[1:09:19] do the Purple também, né? Tipo impaciente?
[1:09:21] Que o hits black moorn começava, nunca o Yan peso bateu e saiu.
[1:09:24] A música lá, né? É uma das músicas que foram
[1:09:27] criadas ali No No, no estúdio. E aquela coisa, tem muita gente
[1:09:30] que odeia essa música e acaba jogando essa culpa ou ou não
[1:09:36] gostar do Ozzy no Black Sabbath por causa dessa história, dessa
[1:09:38] música que, por exemplo, ela ilustra bem como é que era a
[1:09:41] composição o Ozzy. Ele cantava de acordo com a
[1:09:44] melodia da música, né? Com o Ozzy cantava de acordo com
[1:09:49] o que a guitarra tava tocando, né?
[1:09:51] Essa música está bem evidente, mas é magistral, é a marca
[1:09:55] registrada da banda, né? Quando o dil entrou e disse que
[1:09:59] a primeira coisa que perguntou pro doutor neomi é, vamos fazer
[1:10:02] uma música em só maior, o doutor neomi falou assim, meu Deus, o
[1:10:04] ozi não sabia nem o que que era um dó, quanto mais maior, né,
[1:10:07] entendeu? Oz não era esse tipo de de cara,
[1:10:10] não fazia nem letra, né, era só um cara carismático, editava a
[1:10:13] galera tinha uma voz incrível e uma presença de palco fenomenal.
[1:10:16] Ponto, né? É um gênio do que ele fazia.
[1:10:19] Mas eu acho que foi uma das melhores músicas EAAO que me
[1:10:22] marca muito na Ironman. É, é aquela volta quando vem OA
[1:10:30] parte depois no final e tem aquela corridinha lá, aquele
[1:10:36] tananã Paraná, e o baixo vai numa, vai baixando, vai
[1:10:41] modulando pra baixo ali pra o baixo, modulando pra baixo é é
[1:10:44] redundância. Você entendi, vocês entenderam?
[1:10:46] Vai, vai modulando ali o somzinho vai ficando mais grave
[1:10:49] a as notas e pra mim encerra o lado do ar de uma maneira que dá
[1:10:54] vontade de pegar e voltar a música.
[1:10:56] Tanto que no disco de vinil do meu irmão, eu acho que o meu
[1:10:59] irmão, ele ele gostava muito dessa música.
[1:11:01] Por que que eu acho isso? Porque tava arriscado o disco.
[1:11:04] Eu acho que ele não tinha cuidado, ele é arriscado.
[1:11:07] Então você escutava aquela introdução do Iron Man.
[1:11:12] Era que tinha os seus tiados do vinil, era um inferno aquilo,
[1:11:17] mas a enfim, resumo da Oprah não estender muito que não estendi
[1:11:21] muito na música anterior, tentando fazer com que o William
[1:11:23] aceitava a frente, de cara ele não aceitou.
[1:11:25] Mesmo assim ele segue pulando a música, mas é uma grande música
[1:11:28] de encerramento de lado. A que lado a é esse, meus
[1:11:32] amigos? Vou jogar bola para quem o re
[1:11:35] vai você de novo, vai lá você. Não sei, acho que não tenho
[1:11:39] nenhum roupa. Para falar dessa música, porque
[1:11:42] ela é outro clássico e não, não sei.
[1:11:46] Eu vim para esse para esse episódio hoje, sem anotação,
[1:11:49] porque o cara, uma pouca vergonha eu levar anotação para
[1:11:52] um disco tão icônico e marcante como esse, essa faixa também.
[1:11:56] Eu não sei muito o que falar sobre ela, porque ela tem todos
[1:11:59] os elementos que tu muito bem mencionou que eu sou fissurada,
[1:12:03] é? Ela tem essas camadas dentro
[1:12:07] dela, apesar dela ter um a impressão que dá que ela tem 11
[1:12:11] fundo que é aparelho, sabe esse tom, tom, parece que ele é ele
[1:12:17] sempre. Esse fundo, essa camada atrás,
[1:12:19] você não penteada atrás e ela e ela segue e é daqui um pouco,
[1:12:24] ela muda e vira tudo e a voz do voz, assim ela entreguei Na Na
[1:12:27] minha cabeça, cara, é sensacional, é maravilhosa essa
[1:12:30] faixa. William vai azedar nessa faixa
[1:12:33] também. Não vai de ti.
[1:12:34] E aí de ti que tenha pego anotações sobre essa faixa e eu
[1:12:38] vou, eu quero foder cabeça isso. Vocês estão sendo injustos.
[1:12:41] Eu não. Falei que a Planet.
[1:12:42] Caravana. É ruim.
[1:12:43] Eu só falei que eu dou uma pulada e eu ouço ela de isolada.
[1:12:46] Eu sou burro com a sapável William.
[1:12:49] Espera aí, ô, é que a gente não aceita nenhum.
[1:12:51] Manso. Cara, tu sabe o que é essa faixa
[1:12:55] também foi? Onde?
[1:12:56] OA primeira vez que eu vi foi AO esodor sopher rock and roll
[1:12:59] outra. Outra vez, então, cara, pra mim,
[1:13:03] ela acha que ela ela é o riff dessa música, ele diz tudo, né?
[1:13:06] É gigante, é icônico, devia ser tombado como patrimônio do
[1:13:10] metal, sabe? Acho que quando o Tonhão compôs
[1:13:13] isso aqui, cara, eu acho que ele estava ou era maconha, acho que
[1:13:16] o pó ainda não tinha chegado à mesa da banda ainda, né?
[1:13:18] Acho que era era erva, cara, a maconha vai, a maconha vai
[1:13:23] chegar em Los Angeles. 2 anos depois, essa faixa aqui é é
[1:13:27] sensacional, cara. O guizer também tem um peso de
[1:13:31] responsabilidade na faixa. Sabe a linha de baixo
[1:13:34] psicodélica, pesada que ele toca aqui?
[1:13:36] O solo que o tonel me toca puta é muito boa, cara, pra mim a
[1:13:41] Ironman é o bê bá do metal, cara, é obrigatória pra qualquer
[1:13:44] pessoa aí que se preze, aí que seja fã de rock and roll, esteja
[1:13:47] iniciando, tem que ter, tem que gostar dessa música obrigatória.
[1:13:51] Se você não gosta de Ironman, você está errado, errado.
[1:13:56] Passo pro Bruno pra depois ele não falar que eu estou
[1:13:58] esquecendo. Cara, é é outro hino, eu acho
[1:14:04] que. Se se fosse pra falar de uma
[1:14:07] faixa que que eu já cansei, acho que Iron Man pra mim é um
[1:14:11] pouquinho mais que para nós, né? Mas é é cansar.
[1:14:16] Mas quando toca, eu gosto, né? É, é que eu ouvi tanto esse
[1:14:19] negócio que que. É, é, na verdade, cara, esse
[1:14:24] disco inteiro, ele tá entranhado na cabeça, né?
[1:14:26] Os 6 primeiros do Ozzy, os 8 primeiros do Black Sabbath, tão,
[1:14:29] tão, tão cravados Na Na cabeça aqui, né?
[1:14:33] Mas É Ela já é uma faixa que tem mais dinâmica, que é para nós,
[1:14:36] por exemplo, é sempre curtir demais quando ela acelera, que
[1:14:40] Oo Aldo comentou, tem a bateria, né, cara?
[1:14:42] Mas tem o dia do solo antes, ela já já dá uma, o Aldo comentou
[1:14:46] também não sabia de falar qual Aldo, ô.
[1:14:48] Haroldo, saudade do Aldo. O.
[1:14:53] Episódio do boi foi marcante, eu tô vendo macaré.
[1:14:58] É. Sonzeira, né, cara?
[1:15:00] Eu? Putz, eu chamava Iron blook, né?
[1:15:03] Só pra botar uma curiosidadezinha.
[1:15:05] Não é que chamava Iron blook, mas a ideia veio do Iron blook,
[1:15:08] né? Mas é o carinha que viaja no
[1:15:10] tempo, essa doideira aí o cara vê o fim do mundo, volta pra
[1:15:13] tentar prevenir o fim do mundo. EE se ferra depois de novo.
[1:15:17] Acho que o Thiago deve conhecer mais do do do contexto desse
[1:15:20] cara aí, cara. Eu só piro Na Na música mesmo.
[1:15:23] Manjado? Nenhuma ideia do contexto desse
[1:15:27] cara. Só sei que era um gibi, um HQ da
[1:15:30] época ali, mas assim, né, cara? Dá pra gente dizer que talvez
[1:15:34] esse seja o riff de assinatura do Tony yomi com a smoking the
[1:15:40] Water dele? Porque é um riffe que eu me
[1:15:44] lembro de sim, sim, convi desde. Antes de saber o que era Black
[1:15:48] Sabbath, esse rif já estava na. Minha cabeça sabe já ter ouvido
[1:15:51] milhões de vezes de ter ficado na minha cabeça, sim, ô, Tiago.
[1:15:54] E vamos vamos potencializar isso aí, porque.
[1:15:56] Essa música ela ganhou novas encarnações, inclusive com Ozzy
[1:16:01] solo, né? Inclusive, né, Na Na com range
[1:16:04] road, aquela coisa no aqueles contributos lá tá lá.
[1:16:07] E também no próprio filme Homem de Ferro, né?
[1:16:09] Que Ela Foi usada muito para divulgação.
[1:16:11] Então ela. Ela por si só, ela ganhou novas,
[1:16:14] novas roupagens, então eu concordo com você, mas eu acho
[1:16:16] que mesmo antes disso, porque não antes disso e depois?
[1:16:20] É uma coisa que tá na minha cabeça desde.
[1:16:27] Sempre sabe. Desde antes, desde antes de eu
[1:16:30] saber que que era Ozzy, que que era Black Sabbath, eu já esse
[1:16:32] riff já na minha cabeça, já existia de alguma forma, exato.
[1:16:35] Mas eu estou. Eu estou concordando com você.
[1:16:36] Estou só reforçando que assim, ao longo do.
[1:16:38] Tempo, a cultura pop, ela ela reforça isso?
[1:16:41] Então vai então. Novas gerações foram
[1:16:43] apresentadas essa música de uma maneira ou de outra, assim, eu
[1:16:46] concordo com isso, que ela é eterna.
[1:16:48] De certa forma, assim ela cativa por si.
[1:16:51] Só né? Por isso que eu digo, às vezes
[1:16:53] eu penso nela como uma espécie de smoking the Water do Tony
[1:16:56] yumi, eu gosto disso. Eu gosto dela que ela é
[1:16:58] arrastada para caramba e ela ganha velocidade.
[1:17:01] Ela volta o billward nessa música, o jeito como ele conduz
[1:17:04] para frente, ele traz de volta. Acho sensacional assim, né?
[1:17:08] É clássico assim pra mim, tipo uma das pedras fundamentais do
[1:17:11] metal, do dum metal. Depois das músicas mais
[1:17:13] arrastadas, acho pra mim sensacional.
[1:17:16] É um lado a perfeito dum disco perfeito assim.
[1:17:19] Então vamos virar o lado, né? Quinta faixa, eletric fieldral,
[1:17:38] viramos o vinilzão velho de guerra, o você não tem vinil.
[1:17:42] Vai OCD direto. Então aí aqui o negócio começa a
[1:17:45] ficar um pouquinho mais interessante do ponto de vista
[1:17:48] que não é tão saturado. O lado b não é um lado tão
[1:17:51] saturado, não tá presente em tantas coletâneas.
[1:17:54] Na própria execução do Spotify não é tão chupado também para
[1:17:57] para outras pessoas que, Ah, que querem conhecer black sabam,
[1:18:00] acabam não conhecendo, né elétrica e ficaram que trabalho
[1:18:04] sensacional essa ao lado da da da próxima Hands of doom.
[1:18:08] São 2 músicas assim, avassaladoras que por estão ali
[1:18:14] Na Na Na, né, no lado b, porque realmente o vinil daquela época
[1:18:17] lá tinha essa maldade, né? Tinha que cortar, né, lá
[1:18:20] merecia, tá do lado do a, mas aonde você coloca música dessa
[1:18:23] aí, né? Primeiro, OK, concordo ali o que
[1:18:28] o Thiago falou, quero vender a assinatura do tornei homem, mas
[1:18:32] que guitarra essa aqui, nesse, que que diabo é isso?
[1:18:40] Isso arrepia até cabelo de careca, cara, é é inacreditável
[1:18:44] o Ozzy de novo com aquela métrica dele cantando em cima da
[1:18:47] da, da do negócio dele. Quem fala mal.
[1:18:50] Tenta fazer igual, cara, ele não vai fazer, ele não vai ficar.
[1:18:53] Bem parecido, não vai? Ficar, sabe?
[1:18:55] Não vai conseguir fazer. Tem que ser gênio para fazer
[1:18:57] esse tipo de coisa, gente. Então, né?
[1:18:59] Detratores do Ozzy vão ter que engolir cerco, porque essa aqui
[1:19:02] é uma das melhores músicas da da do não só desse disco, mas da
[1:19:06] dos anos 70 do Black Sabbath. Aliás, que o filho eles tocaram
[1:19:09] inclusive, até eu não lembro se tocaram mais para frente, gente,
[1:19:13] talvez possa me lembrar. Mas naquele vídeo de 78 ao vivo
[1:19:17] no Hammer e Victor the onde toca?
[1:19:18] Essa música é uma música que sempre esteve presente no
[1:19:20] repertório, né? Electric finell, mesmo que
[1:19:23] incorporado com outro no meio do caminho lá EE aquela parte do
[1:19:27] meio do daquela aceleradinha lá da PAM, PAM, PAM vai, né, cara?
[1:19:33] E vai embora é para mim uma das grandes músicas do, do, do, do
[1:19:37] do disco que deveria estar no lado a só não está no lado a
[1:19:42] seu. William, que eu não chamei ainda
[1:19:43] para o primeiro, agora chamou você.
[1:19:45] Porque o adorna, naquela época tinha dificuldades físicas, seu
[1:19:49] William, de colocar mais uma música.
[1:19:51] Não cabia tanta coisa. Mas, se coubesse, essa música
[1:19:54] estaria lá. Quem sabe entre Planet carvan
[1:19:58] que o senhor odeia, entre aspas, e a Ironman.
[1:20:01] E aí, seu William, então eu trocaria ela de lugar com a
[1:20:05] Planet Caravan. Tranquilamente jogaria ela ali
[1:20:07] em terceiro. Jogava a Planet Caravan pro
[1:20:09] lugar dela em quinto e tava feliz da vida.
[1:20:11] Cara, aí ó. Respondendo sua carioca.
[1:20:15] Agora, William, é fazer o que, né?
[1:20:18] E respondendo a sua. Dúvida aí, Oo Haroldo, sim, eles
[1:20:21] tocaram no ramer Smith, essa música ela vem logo depois do
[1:20:24] solo do torne homem naquele show é eu lembro, eu lembro, eu, eu
[1:20:27] me lembro, vocês tocaram depois quando?
[1:20:29] Na época do Roney, James deal talvez, depois não lembro ou na
[1:20:32] volta do Ozzy mais pra frente eu não lembro se ela voltou pro
[1:20:35] repertório, é? Entendeu?
[1:20:36] Mas de 78 eu lembro que eles tocam, sim, eu tenho, eu tenho
[1:20:39] VHS, cara, que eu sou muito velho, que eu sou careca, é
[1:20:42] foda, então eu tenho VHS, essa porcaria, eu tenho isso aí em
[1:20:45] VHS, eles tocam lá assim, no meio do Sol, da bateria.
[1:20:48] Assim é para mim, cara, essa música aqui é o template do mal,
[1:20:52] vamos. Colocar assim dessa forma.
[1:20:53] Então o Tonhão tava possuído aqui quando ele compôs as partes
[1:20:57] de guitarra dessa música. Eu acho que ela é densa, ela é
[1:20:59] sombria. Eu acho que ao lado da própria
[1:21:02] Black Sabbath, pra mim é uma das músicas mais malignas da banda.
[1:21:05] Não é sobre o dito cujo, né? Que ela fala sobre o mundo
[1:21:08] destruído pela guerra nuclear e tal.
[1:21:11] Coisa linda, coisa fina. Vai lá, Renato tigu, Ah, fui a
[1:21:15] segunda vez. Acho que eu acho não.
[1:21:17] Segunda vez. Que eu falo dessa faixa aqui
[1:21:19] dentro do podcast, né? Primeiro eu falei lá no nosso
[1:21:22] episódio especial do Halloween. Acho uma boa conferir, porque tá
[1:21:24] bem legal e acho que essa é minha faixa favorita do disco.
[1:21:27] Eu digo, acho porque eu posso mudar, né?
[1:21:30] Porque a qualquer momento estou suscetível a mudanças.
[1:21:33] Mas assim, essa faixa. Ela é esplendorosa, ela ela é
[1:21:37] dinâmica, ela é densa, ela é carregada.
[1:21:40] Ela é tudo aquilo que o meu amigo Tiago gosta, né?
[1:21:43] Que é o do metal. Aí é a.
[1:21:45] Descarregada disso é, eu amo quando ela vai para aquele aí eu
[1:21:49] não sei gente, que é diferença a refrão e tal, mas eu quando ela
[1:21:53] vai para aquele electing funeral, electing funeral e ela
[1:21:57] faz essa rapidinha assim AI ela é muito boa, ela é maravilhosa,
[1:22:01] é simplesmente é minha parte favorita dentro do disco.
[1:22:04] E mais uma vez, né? Todos os músicos ali, eles
[1:22:07] trabalham. Perfeita a sintonia, que é onde
[1:22:11] um crava uma nota, o outro vai lá e puna bateria.
[1:22:14] Então aquilo ali cria uma Harmonia musical diabólica e
[1:22:19] muito boa. Se isso é música do diabo, então
[1:22:21] eu amo o diabo, porque o diabo tem ótimo gosto musical.
[1:22:25] Diga lá, Tiago, tudo que gosta de do metal, fala aí.
[1:22:29] Então, cara, é é essa tríade, né, que?
[1:22:32] Começa na Iron Man, vai até a rand of deom, que é assim, tipo
[1:22:37] um negócio que leva o disco ou arrasta o disco, né?
[1:22:42] Pra profundeza pro pântano, né? Pro lamaçal do disco assim.
[1:22:47] E aí eu vou. Rebater a opinião da pan de
[1:22:50] carvan que a pan de carvan precisava, ela precisava
[1:22:52] aparecer antes da Ironman, que ela precisava dar esse respiro,
[1:22:55] porque o que IA vim depois do disco IA te jogar, IA ser tanta
[1:22:58] pancada que você precisava ter um momento de calma antes disso.
[1:23:03] E se e se a Planet carvin? Vem no meio?
[1:23:07] Dessas 3 músicas ali, ela acha que ela vai ficar ainda mais
[1:23:10] esquecida, ela vai ficar meio sem sentido, até que são músicas
[1:23:14] lentas, músicas que estão te arrastando.
[1:23:16] E de repente, você vê uma música.
[1:23:17] Psicodélicazinha ali no meio, acho que era 11 quebrada que não
[1:23:21] funcionaria tão bem assim. O máximo que eu entenderia de
[1:23:25] tirar a Planet carever alist trocá la com a head sellege.
[1:23:27] Mas acho que a head sellege não IA encaixar tão bem como
[1:23:29] terceira música, como um preparo pro que viria depois.
[1:23:33] Acho que a head sellege funciona bem como uma transição.
[1:23:36] Depois, mas eu estou saindo do eletric fino, ela voltando para
[1:23:38] ela, vocês já falaram quase tudo assim, é um riff sensacional.
[1:23:41] Antônia é homem sensacional, daqueles ali, aquela levada
[1:23:44] arrastada. Na hora que ela vai, tem a parte
[1:23:47] que ela cresce de novo para depois voltar para aquilo.
[1:23:50] É linda assim, das músicas mais sensacionais da história do
[1:23:53] metal ali do Black Sabbath. E eu quero ver o Bruno falar mal
[1:23:58] dela só porque ela termina em Feige.
[1:23:59] Vai lá, Bruno, não, eu não falo mal não, cara, é impossível
[1:24:03] falar mal. Não sei se vocês adiantaram bem,
[1:24:06] né, cara? É, é.
[1:24:08] Um. Assim é, é.
[1:24:10] É meio redundante, né? Mas é só hino que tem aqui, cara
[1:24:13] a eletric finior talvez seja um minor, né?
[1:24:16] Um hino mais escondido, mas é outra, outra maravilha aí pra
[1:24:21] pra completar, Oo que o Haroldo falou, na verdade, lá na época
[1:24:25] da reunião, cara, a partir de 97, ela fez parte do setlist da
[1:24:30] da banda, né? É entrou em bastante show lá
[1:24:34] aqueles. Last supper essas.
[1:24:35] Coisas aí eles tocaram o tocaram no Brasil?
[1:24:39] Pelo menos não. Aqui que eu saiba não, mas cara.
[1:24:43] É dinâmica, né? Assim ela tem Oo lado arrastadão
[1:24:47] gosto pra caramba quando ela acelera, eu acho até meio meio
[1:24:50] atravessada, acelerada dela, meio gratuito.
[1:24:52] Mas fica lindo demais, né? E pô, tão feio de cara.
[1:24:58] Eles podem, cara, eles têm todo direito, porque eles estavam
[1:25:01] inventando esse negócio aqui, aquela nota de rodapé, né?
[1:25:05] Que o filme? Era o nome da banda do itão
[1:25:08] bones, né? Radialista clássico aqui de São
[1:25:10] Paulo de black SAD, de cover do Black Sabbath.
[1:25:15] Acho que vocês ninguém falou, né, que ela é meio sobre.
[1:25:18] Pelo menos a minha visão aqui da letra, que é meio apocalíptica,
[1:25:21] né, cara? O?
[1:25:22] O lance de de quem falou, né? Pós apocalíptico, ali falou
[1:25:27] alguma, então, mas, mas estão destruindo todo mundo.
[1:25:30] Eu eu acho que ela é antes e depois, né?
[1:25:33] É Ela tem um momento antes da da da bomba explodir e daí Na Na
[1:25:40] minha cabeça, super criativa, juvenil aqui, quando acelera, é
[1:25:44] o caos da bomba estourando. E aí volta pro.
[1:25:48] Pro pro lento que é cara, aí já é desolação, já tá tudo cagado,
[1:25:52] já, já foi tudo pro saco, é e é legal, né?
[1:25:56] Pode falar, desculpa, pode. Falar eu IA dizer que é, tá ok
[1:26:00] ela? Carrega essa essa a letra
[1:26:02] funeral, né? Mas esse início dela também é
[1:26:05] bem, aquela marcha fúnebre, né? Aquela coisa carregada assim de
[1:26:10] de realmente de de morte assim é, eu acho bem legal.
[1:26:14] Não há morte assim, mas o ritmo. Não, sim, sim, é.
[1:26:19] Lembrando que que a marcha. Forbe também é um, é um.
[1:26:22] É um modo de música clássica também, né?
[1:26:24] A Chopin tem muito, Beethoven também, então o Black Sabbath
[1:26:27] bebendo na música clássica. Mas o que eu IA dizer é o
[1:26:30] seguinte, em cima do que o Bruno falou, é engraçado como o Black
[1:26:33] Sabbath estava. Eles foram para uns temas mais
[1:26:36] de de rezados com guerra e tudo mais, né?
[1:26:39] Essa música tem a ver com guerra warpix também tem a ver com
[1:26:42] guerra. A próxima vai ter muito mais,
[1:26:45] daí com com a realidade de soldados que vão ficar viciados
[1:26:47] e já já vão chegar lá. Mas engraçado que uma banda foi
[1:26:50] posicionada e de novo, né? De um país que não entrou no
[1:26:53] conflito do Vietnã, que era o que estava em evidência.
[1:26:56] Isso é uma coisa muito impressionante.
[1:26:58] Assim da da do disco paranoide. EAE desconectores um pouco,
[1:27:03] queira ou não, daquela imagem da de, de, de, de bruxaria, de de,
[1:27:07] de, de não sei o quê e tudo mais da da que criou.
[1:27:09] Se no primeiro disco, né, que é que talvez O Mestre of the rech,
[1:27:14] ele eles ficaram mais ainda a reis, na realidade o nome do
[1:27:17] disco, né? Falar até de Jesus lá naquele
[1:27:19] álbum lá. Então eu acho que eu acho que
[1:27:20] foi legal essa essa desconstrução tá tão em modo
[1:27:23] dessa palavra, né, desconstrução, que o que a
[1:27:25] própria banda fez, não sei se consciente ou inconsciente,
[1:27:28] porque eles queriam falar, não sei.
[1:27:30] Mas é interessante, né? 3 músicas que falam sobre guerra
[1:27:33] de uma banda que nem tinha porque perder tempo falando com
[1:27:35] isso porque nem tava envolvido, né?
[1:27:37] É aqueles meio que são filhos, né?
[1:27:40] É galera da. Geração ali que os pais lutaram
[1:27:43] na segunda guerra, né? Acho que a Inglaterra estava
[1:27:46] envolvida pra pra na infância deles.
[1:27:49] Ali era ainda era reflexo, né? Acho que.
[1:27:51] E aí a para não é nuclear. Né, que eu acho que era mundial.
[1:27:56] Nessa época? O fato de que eles eram uns
[1:27:58] caras que estavam vivendo um apocalipse próprio assim, porque
[1:28:02] aquela situação que estava do da Inglaterra, que é ser Inglaterra
[1:28:05] começando a viver a crise, né? Do pós guerra, né?
[1:28:08] Que tem um momento de pós guerra dos gumers ali.
[1:28:10] Aí que começa que vai ter o Power Power, toda a expectativa
[1:28:13] e a expectativa vai para água abaixo. 4 caras do cu da
[1:28:17] Inglaterra ali de bamer, né? Que não tinham nada para fazer.
[1:28:20] Não sei se ficasse drogando e tentar fazer a vida com música,
[1:28:24] né? Existe essa visão apocalíptica
[1:28:26] do que estava acontecendo, é tipo, são.
[1:28:29] Francisco com. Flores na cabeça acho que até eu
[1:28:31] acho que o Ozzy é uma declaração.
[1:28:32] Pô, eu tinha que dividir o sapato com com Bill War, pô, a
[1:28:35] gente não tinha um sapato pra pra usar os 2 ao mesmo tempo,
[1:28:38] então é que espécie de paz e amor é esse?
[1:28:40] Então eles tinham uma outra visão.
[1:28:41] Concordo com você, Thiago. É, e o Ozzy diz na biografia
[1:28:46] dele, inclusive, que lá. Em esto, onde eles viviam?
[1:28:49] Tinha muitos lugares que eram lugares que foram bombardeados
[1:28:53] na guerra assim, então era muito comum as crianças brincarem em
[1:28:55] lugares que tinham que era um dos troços assim, coisas de
[1:28:58] resto de de de onde bombas explodiram e tal.
[1:29:02] Então para eles eram 11. Realidade assim fodida, né?
[1:29:05] A cidade industrial e que calcula cara tudo, né?
[1:29:08] É isso que calcula assim, ei, William, olha que eu achei aqui
[1:29:12] uma bomba. O que você achou?
[1:29:14] É, é isso aí? Vamos lá então para a sexta
[1:29:34] faixa, Hand of doom, lado b. É a melhor música Hand of doom.
[1:29:40] É. Tem essa pegada de blues, que
[1:29:42] não é uma coisa tão comum do Black Sabbath, não é?
[1:29:46] Pode ser. Led Zeppelin, o Purple tem muita
[1:29:50] coisa de blusa assim no som dele, no black, No No Black
[1:29:52] Sabbath, não é tão corriqueiro, acho que essa é a palavra.
[1:29:56] Mas aqui de novo, o tema de guerra aí, mais precisamente do
[1:30:00] soldado, eu eu vi uma vez a letra analisando, lendo ela
[1:30:04] analisando é é modo de falar como se eu fosse um grande
[1:30:06] estudioso, né? A babaca do arodo não, não é
[1:30:08] isso. Eu tava lendo a letra sim, e eu
[1:30:11] vi um cara falando assim, gente, a letra tá falando de um soldado
[1:30:14] indo pra guerra ou voltando da guerra do Vietnã.
[1:30:16] E ele tá traumatizado, e ele volta e tá, vai para as drogas,
[1:30:21] é peruína, vai pra coisa, né? E a letra fala justamente
[1:30:24] descreve isso. Eu não lembro da letra agora,
[1:30:26] pontualmente, mas na época fez muito sentido, então é uma letra
[1:30:31] muito realista. Eu adoro talvez uma das
[1:30:33] primeiras músicas que eu aprendi a tocar do baixo, sim, eu eu
[1:30:36] tentei aprender a tocar baixo eSIM, eu sei onde estão as
[1:30:38] notas, é diferente, você saber tocar é muito diferente, é outra
[1:30:41] coisa. E a é uma das músicas que eu
[1:30:45] mais gosto da história do black sabrodo, 10 músicas do Black
[1:30:49] Sabbath de toda história. Essa música tá lá, gente, tá tá
[1:30:52] lá. Vou até dizer que é a melhor
[1:30:53] música do lado b do disco. Paranoide, se não fosse a Iron
[1:30:58] Man, seria a melhor música do disco.
[1:31:00] Vou jogar pro tiagão aí, Tiago, e o que você acha da Hands of
[1:31:04] dum musical sem casa? Estou com você nessa daí e mas
[1:31:08] eu acho até que ela é. Minha favorita do disco assim?
[1:31:11] É pelo fato de ser não ser tão e não ser tão.
[1:31:15] Não vou dizer não ser tão clássica, mas não ser tão carne
[1:31:18] de vaca, né? Acaba sendo aquela música que
[1:31:20] você pega mais amor, porque se descobre, né?
[1:31:23] Tem essa, uma gíra descoberta que é uma coisa que hoje em dia
[1:31:26] tá meio fora do fora do controle, fora do contexto de
[1:31:30] quem descobre música para o Spotify, que descobre uma música
[1:31:33] que gosta e depois 5 minutos depois, também no outra.
[1:31:35] Essa era aquela música que. Conforme repetidas audições do
[1:31:40] disco que eu IA tendo era não sei o que eu falava, nossa, como
[1:31:43] essa música é boa, sabe? Tipo a as dinâmicas dela, como
[1:31:46] que ela funciona arrastadona pra depois pegar a letra que é tensa
[1:31:51] pra caramba. Assim que tem essa questão do
[1:31:54] pessoa desiludida, do vai colocando ali, do soldado mesmo
[1:31:58] pensando como soldado, mas faz todo o sentido de ser um soldado
[1:32:01] desiludido, pensando numa pessoa desiludida, vendo realidade.
[1:32:05] Mundo indo pra merda e falando puta.
[1:32:07] Eu não tenho o que fazer anão ser me blindar de tudo isso, me
[1:32:10] isolar de tudo isso, me enfiando a seringa, né?
[1:32:14] Ou ácido, né? Vai ter algum momento, mas acho
[1:32:17] é um dos grandes clássicos do Sabá pra mim minha música
[1:32:19] favorita do disco, que top Ten do Sabá, pra não falar meu top
[1:32:23] Ten do Sabá deve ter umas 54 músicas, meu top 334 é isso,
[1:32:29] mais ou menos meu top. Ten do Sabá, daquelas músicas
[1:32:32] que queria ter visto ao vivo pra caralho.
[1:32:33] E. É, acho.
[1:32:36] Não consigo nem ter muito o que dizer sobre ela assim, de tanto
[1:32:39] que eu acho que ela é boa para cacete.
[1:32:41] Assim não vou. Vou jogar para rei, vai rei vai
[1:32:44] contigo uma Pérola escondida dentro desse disco.
[1:32:47] Thiago, eu te entendo perfeitamente, sabe?
[1:32:49] Porque quando você está numa roda assim de pessoas, e aí todo
[1:32:53] mundo, Ah, gosto de Black Sabbath é qual vão lá é Iron
[1:32:56] Maiden, o air pics. Ah, beleza, mas aí quando fala
[1:32:59] essas faixas assim que são escondidas.
[1:33:01] Dá aquela aqueles não sei aqueles ciuminhos de Ah, mas
[1:33:03] essa página só eu conhecia, só eu gosto essa página tu não
[1:33:07] gosta tanto assim é porque realmente Por Ela ser uma Pérola
[1:33:12] escondida dentro do disco, eu amo essa dinâmica dela.
[1:33:15] É quando eu escutei pela primeira vez, eu fui entender
[1:33:18] letra é, eu entendi assim que era um pessoa viciada, né?
[1:33:22] Em droga ali, aquela aquele ser humano ali é aflito e.
[1:33:28] Essa música passa a tensão durante a as.
[1:33:31] Notas dela. Né, daquela coisa da pessoa que
[1:33:34] é viciada mesmo, né? A tensão, a dinâmica e pra mim o
[1:33:38] grande destaque dela está na bateria assim que é surreal, ela
[1:33:42] é cavalar, pesada, carregada, é uma faixa maravilhosa também aí
[1:33:47] cara, eu vou bobar ova antes, disco até o fim, não esperem
[1:33:51] ouvir menos de mim. E tu, Bruninho, concorda com com
[1:33:54] nós aqui segue os relatores, não, lógico.
[1:33:58] É, cara, eu tô numa fase que as. Gravações do rock na mesa.
[1:34:01] Estão sendo quase. Monótoras, né?
[1:34:03] Porque eu tô lambendo saco de de tudo que tá passando por aí, né?
[1:34:07] Mas é, é, é de novo, né? Aquela viagenzinha de da faixa
[1:34:13] que tem um groove mais mais arrastado, não tão pesado.
[1:34:17] Aí fica pesado aí, cara, dá uma acelerada que é meio fora do
[1:34:21] lugar, mas que é perfeito também, cara, e no final volta
[1:34:24] pro. Para que ela entra?
[1:34:26] É, é, é lindo demais isso aqui. Só 2 coisas que eu queria
[1:34:30] comentar, cara, um da letra, parece que é sobre a os soldados
[1:34:36] no Vietnã usando droga mesmo, né?
[1:34:38] Que eles conseguiam a heroína lá Na Na guerra, né?
[1:34:41] E é o que eles tinham para para aliviar Oo sofrimento de lá.
[1:34:46] E aí, cara, tem desdobramento obviamente, né?
[1:34:48] O cara se vicia no ópio, volta para casa e está lascado, né?
[1:34:53] E. Aí, Haroldo, Haroldo, agora eu
[1:34:57] vou. Vou vou discordar de você, cara,
[1:34:59] que Black Sabbath é blues puro pra mim, esses trítonos todos
[1:35:02] aí, eles também são blue note, né, cara?
[1:35:04] Aquela notinha mais característica do blues, né?
[1:35:07] A minha aqui é é tudo blues, cara.
[1:35:10] É. É 11 blueseira na veia de de só
[1:35:14] pra ofender o William. Também quero ver ele se
[1:35:16] defender. Agora vai falar mal, William não
[1:35:19] é aquele blues. Não é aquele blues escarado, né?
[1:35:22] Não é aquela que é a sequência. Do.
[1:35:23] Tandã tandã isso isso. Isso que eu quis dizer, ele é,
[1:35:27] ele é, não é exemplo. Não é exemplo pegando
[1:35:30] emprestado. Sem pedir licença, entendeu, é?
[1:35:32] Isso então eu quis dizer, vai, Emílio.
[1:35:34] Fala, não é o blues bet to the Bonner.
[1:35:36] Tá bom, cara? Esses blues genéricos que tem
[1:35:39] por. Aí as banda que não leva a
[1:35:40] blusa, aí que se mete a misturar blues com William, você tem que
[1:35:43] conversar comigo meia horinha só.
[1:35:45] Pra, pra. Pra destravar a?
[1:35:47] Torelha tá muito travado a orelha.
[1:35:49] Isso não tá muito travado a orelha não, não tá tudo certo.
[1:35:53] Preciso não. Mas assim, ó, eu vou dizer para
[1:35:58] vocês, que renda. Of doom para mim é.
[1:36:01] Já tinha muitos anos, cara, muitos anos mesmo.
[1:36:04] Eu já vou colocar aqui uns 18 anos, tá?
[1:36:06] Eu sou velho, cara, 18 anos para mim é a Pérola do disco, é a
[1:36:11] melhor música do álbum, na minha opinião, ela é muito melhor que
[1:36:14] qualquer outra. Ela é minha preferida, tá?
[1:36:18] Para mim, a personificação do que era o Sabá nessa época, eu
[1:36:22] adoro, principalmente lá pelos 2 minutos e 18, você vai para
[1:36:26] aquele ritmo delicioso, foda demais.
[1:36:29] Lembra aquele Black Sabbath Cartoon?
[1:36:31] Vocês viram aquele desenho? 11 Anthony é engil.
[1:36:35] Será que tem o cachorro bundum que eles estão indo num avião
[1:36:38] com atribui indígena 2000 dos anos 2000?
[1:36:41] Lá do sábado é life. Vocês viram o Bruno, o.
[1:36:44] Tiago Renato desse desenho. Puta que eu vamos postar?
[1:36:46] No grupo para vocês aqui vale a pena, vale a pena.
[1:36:48] É um desenho curtinho, cara, que você vai assistir isso aí.
[1:36:51] Tu vai querer, cara. Como que eles não fizeram?
[1:36:53] Mais disso, porque é um desenho do Sabá, mostra eles no avião
[1:36:56] chegar, e aí toca uma questão da música, tem eles.
[1:37:00] Tocam da daí tipo tá, e cada desenho é uma.
[1:37:03] Personificação dos caras da banda, então tem lá o Ozzy
[1:37:06] loucaço bebendo não, louco Bill, OAS, cavernas, Bill, O Homem das
[1:37:10] Cavernas bebendo cachaça que nem um doido.
[1:37:12] Toné, homem e sabichão. Com aquela voz de de de
[1:37:15] gentleman. Deles, sabe?
[1:37:16] Aí eles descem numa tribo indígena.
[1:37:18] Enfim, é bem bacana o desenho. Aí toca essa música head of the
[1:37:21] doman, exatamente nos 2018, mas com outra letra, Hein?
[1:37:25] Seu, seu, seu, seu é outra letra, não é mesmo, Hein?
[1:37:29] Muda, muda, muda, muda. Mas é.
[1:37:30] É um instrumental, é uma. Paródia cara, muito bom esse
[1:37:35] desenho pra mim é a melhor música do álbum, sendo bem.
[1:37:36] Sucinto, aqui o Bruno já falou da letra.
[1:37:38] Eu tenho anotado aqui, mas ele já falou muito bem.
[1:38:01] Sétima faixa, read salad. É aquela coisa, né cara?
[1:38:05] Eu, eu. Eu não tem muito o que falar.
[1:38:08] Um solo? De de bateria, né?
[1:38:10] Ah, não tenho muito o que falar, o cara.
[1:38:11] Calma aí, calma aí. O eu eu sou o.
[1:38:14] Cara, eu, eu brigo lá no meu podcast, lá que eu sou eu, eu
[1:38:18] defendo o som de baterias, eu, eu defendo de verdade, de
[1:38:21] estúdio principalmente. Cara, nossa yampage grande funk
[1:38:24] de novo, grande funk. Foi a terceira vez, pô, achei
[1:38:26] ele falar com funk, caramba, é vontade de gravar um Grand funk,
[1:38:30] viu? É, já teve lá American bad
[1:38:37] gravar, cara. Tem que fazer, tem que fazer um
[1:38:39] bom. Disco, inclusive, mas é uma, é
[1:38:41] uma música. Interessante, bacana.
[1:38:44] O título é uma piadinha lá, se não falha, a menor tem a ver com
[1:38:47] com as piadas do bullying, do tonaiome com billward.
[1:38:51] Se o cabelo dele aparecer, não sei o que apareceu 11 emaranhado
[1:38:54] de ratos. Depois que derreter, veio o
[1:38:56] ratosado. Coisa assim, né?
[1:38:58] E eu acho legal OOAO som da guitarra, né?
[1:39:02] AA melodia, né? Então o que de de de James Bond,
[1:39:08] sei lá, de de coisa sabe de sabe de a gente 86 você tem até uma
[1:39:13] coisa meio Batman na, na, na, na, não sei algo dos anos 60
[1:39:17] barra 70 lá eu acho legal num mas assim não fede, não cheira e
[1:39:21] eu não sei se foi o Bruno ou se foi o Thiago que falou me
[1:39:24] corrijam um dos 2 aí ou me apontem.
[1:39:27] Quem falou que essa música serve como um interlúdio ali, né?
[1:39:30] 11 passagem entre uma música e outra, eu acho que é bem isso
[1:39:33] mesmo assim e Bill are em 2 minutinhos, um minuto e meio
[1:39:36] saco o tempo de sola de bateria aqui, que animal, cara, ele faz
[1:39:39] em 2 minutos que eu não vou fazer em 20 anos se eu estudar
[1:39:42] bateria em 20 anos não faço aquilo, cara, é um é um, é um
[1:39:45] cavalo, é homem das cavernas Na Na Na bateria assim, sabe?
[1:39:49] E vou ser polêmico, não sei se vou ser polêmico, que se dane,
[1:39:52] se vou ser polêmico, eu prefiro o solo de Red sallet.
[1:39:55] Ao solo de Moby Dick do John Bonner, em estúdio, prefiro eu
[1:40:01] acho muito ele funciona muito melhor esse solo aí da do como o
[1:40:05] War fez. Aliás, o be War é um excelente
[1:40:07] baterista de todos os tempos, assim, inacreditável.
[1:40:11] Então não é só uma música com solo de bateria não, seu
[1:40:13] William, tá? Você para de de difamar o nosso
[1:40:15] amigo aqui, ô Bruno, dá um dá um tapa na oreia do do teu AI 5 aí,
[1:40:20] cara, fala aí um pouquinho da Red saled.
[1:40:22] Tá difícil mesmo, cara. O William Tá Tá Tá pegando no pé
[1:40:25] aqui. Ainda bem que você.
[1:40:26] Me chamou pra falar, senão cara, é não tem muito mais falar do
[1:40:30] que você já falou. O Aroldo é, é, acho que é uma
[1:40:34] faixa que cabe muito bem aqui. Ela tem essa pegada de de além
[1:40:38] do solo, ela tem uma carinha de jam, né, que que tem o
[1:40:41] rifezinho, uns riquezinhos de guitarra.
[1:40:43] Ela tem esse solo estendido. Acho que ele é um pouco mais
[1:40:47] conciso que o Moby Dick. Acho que eu prefiro esse aqui
[1:40:49] também num num. Precisava ouvir mais 2 aí, mas
[1:40:54] de de bate pronto, acho que essa aqui me me agrada mais, que é 11
[1:41:00] jamzinha que leva pra pra jamzinha a seguinte, né cara?
[1:41:03] Jack the stripper, que nossa, acho que é um AA sequência, fica
[1:41:08] maravilhosa aí, né? Eu, eu adoro os rifes dessa
[1:41:10] faixa, cara, todo mundo fala da dos solos de bateria, mas eu
[1:41:13] gosto de todos os rifes do do do iom nessa faixa, cara, acho que
[1:41:16] é é muito mais que o solo de guitarra mesmo, né?
[1:41:20] E vamos lá. Vou.
[1:41:22] Vou passar para o William aqui porque precisa agradar o chefe
[1:41:25] também de vez em quando, né, cara?
[1:41:27] Eu acho de uma eu não vou aliviar, eu vou pegar.
[1:41:31] Meio termo, tá? Eu vou dizer assim, que para mim
[1:41:33] é como eu disse lá no warpix sobre o billord, ele é um dos
[1:41:38] maiores. E para mim, nessa época,
[1:41:41] principalmente quando eu conheci o disco, para mim ele era
[1:41:43] referência. E concordo com você, Haroldo.
[1:41:46] Para o meu gosto, sem avaliar do ponto de vista técnico, de ser
[1:41:50] um Batista, coisa que eu não sou melhor que o Bono, na minha
[1:41:53] opinião me agrada mais. Mas eu acho assim, até aí,
[1:41:57] puxando assim, eu entendo, pô, pra um disco que os caras
[1:42:01] puxaram, paranoide como uma opção, precisamos preencher o
[1:42:05] disco que tá faltando. Tem que tá sobrando um tempo e
[1:42:07] tem que preencher. Escreve uma música rápido, aí
[1:42:09] muito. Não me surpreende ter um solo de
[1:42:11] bateria numa faixa. Que para mim é de uma
[1:42:14] indulgência, de uma preguiça, de um de 11, coisa assim absurda em
[1:42:20] qualquer álbum, em qualquer banda.
[1:42:21] Não justifica ter uma música com solo de bater.
[1:42:24] Obrigada, sou obrigado a fazer mais 5 não, você tem como.
[1:42:29] Eu falei isso no menor, eu estou eu tenho certeza que eles estão
[1:42:32] tudo esperando. Eu.
[1:42:33] Elogiar a música para falar assim é, mas no menor tu meteu
[1:42:36] pau, pois estou metendo o pau aqui também.
[1:42:38] Ô William, já ouviu falar de but the reach?
[1:42:41] Já claro, OK, então. Imagina o buddy?
[1:42:44] Eu imagino você ouvindo o disco. Do buddy, mas a diferença é que
[1:42:48] ele pode é que nem ouvir o Steve Vai e ver uma forda.
[1:42:51] Love of God, né? Ele pode ter isso disso agora
[1:42:54] vamos agora vamos brigar porque o Bill War pode e ele mostrou o
[1:42:57] bior já no primeiro. Disco, ele já mostrava que era
[1:42:59] um excelente baterista. Sim, tá, ele é e era, né?
[1:43:02] Pegada de com a pegada de jazz é fenomenal sim, que ele não tem,
[1:43:08] que ele não teve. E aqui, cara, assim que nem eu
[1:43:10] falo a. O Bruno falou uma coisa que eu
[1:43:13] assim, O Astro John boldo é melhor que ele.
[1:43:16] Ponto, tá, mas nessa música, nesse solo, nesse negócio aí,
[1:43:19] não acha preguiçoso, não, tipo assim, não.
[1:43:22] Eu digo de uma preguiça no sentido assim, ó, é, é o que eu
[1:43:25] quero dizer assim, ó. Não desmerece a técnica do cara.
[1:43:28] Eu tô dizendo que colocar um solo de guitarra, de baixo ou de
[1:43:33] bateria num disco de uma banda completa pra mim.
[1:43:37] Não, puta não, não é, cara? Não concordo.
[1:43:40] Vamos brigar a de eterno aqui. Não vamos porque vamos brigar
[1:43:44] de. Eterno assim.
[1:43:44] Eu concordo que havia exageros, porque o John Bono, por exemplo,
[1:43:48] acho que naquele show de yerres code 75, o som de bateria de de
[1:43:51] Bob Dick tem 45 minutos, né? Ah, e Deus me livre, não?
[1:43:54] E também até pra ir no banheiro era outro motivo, né?
[1:43:57] Para o som de bateria ser tão longa, né?
[1:43:59] Exatamente, exatamente. Assim eu vou entrar aqui porque
[1:44:02] eu vou defender a Red saled aqui.
[1:44:04] Depois desse ataque todo? Depois eu deixo para rede.
[1:44:07] Arrematar e ver quem que que ela concorda?
[1:44:15] Mas. Assim, então eu acho que a
[1:44:20] Headset funciona para caramba, porque você teve 3 músicas que
[1:44:23] foram ultra tensas na sequência, e aí você tem entra uma diazinha
[1:44:27] que tem um Monte de riff legal para caramba.
[1:44:29] Acho que eu nunca colocou isso, tipo resumir essa música, porque
[1:44:33] tem um só de bateria. Mas acho que só de bateria é
[1:44:36] rápido, ele é legal, ele é gostoso, ele mantém o ritmo dos
[1:44:40] rifles que a música vai levando. Ele não é aquele solo de bateria
[1:44:43] que pra mim parece indulgente, do tipo Do Nada, o cara tá
[1:44:45] fazendo só barulho pra ficar segurando o tempo, parece que é
[1:44:48] um solo de guitarra, só que tá com a bateria sozinha ali.
[1:44:52] E se a gente parar pra pensar de certa forma no Black Sabbath
[1:44:55] como 4 no primeiro disco tem solo de baixo, tem solo de
[1:44:58] guitarra, né? Ele não ficou com solo de
[1:45:00] bateria no primeiro disco. Então, talvez eles achassem que
[1:45:03] estivessem em débito. Cobil dá um momento para ele
[1:45:06] aparecer nesse segundo disco. Tem um momento de maior destaque
[1:45:09] dele, como se ele não merecesse o destaque pelo o que ele fez o
[1:45:12] disco inteiro. Mas eu acho isso acho que acaba.
[1:45:15] Eu falei naquele quando eu tava falando da elétric filme novo,
[1:45:18] dessa sequência, que eu acho que era hatch saled funciona como
[1:45:21] uma transição de tirar você daquele esgoto e te trazer de
[1:45:25] volta para uma jamzinha, para uma música que vai ter uma
[1:45:27] pegada mais jam e que vai ser a série your boot, que vai fechar
[1:45:30] o disco. E aí a guarare pode dizer com
[1:45:34] quem que ela concorda nessa história toda?
[1:45:37] Com todos vocês, menos com o William.
[1:45:39] Claro que não concorda comigo, né não?
[1:45:41] Concordou em 3 anos. Podcast sorte.
[1:45:43] Que vai concordar não é nada. Desculpa aí, ô William, enquete?
[1:45:52] Rápida ou Planet carven assim, ó, não a Planet carven, porque
[1:45:58] aí se eu falar. Que eu prefiro AA.
[1:46:01] O Red salary vou estar indo. Estou me contradizendo porque a
[1:46:04] Planet carven, como eu te disse, ela é uma música, entendeu?
[1:46:08] Também é um solo de bateria, não é um solo de bateria.
[1:46:12] Tem solo. Tem o comecinho ali e tal.
[1:46:17] Mas é para mim, a. A plana de.
[1:46:19] Quero ver 11 música completa, cara, é isso que eu quero dizer,
[1:46:22] é que se vocês ouvirem a música completa, OK, se vocês ouvirem o
[1:46:26] que eu quis dizer, vocês vão ver depois, vão ver que eu não
[1:46:28] desmerecia a música, nem o solo, nem o Bill, nem o disco.
[1:46:32] É só o lugar dela no disco, é só o lugar dela no disco, que eu
[1:46:36] acho que quem citou OLED Zeppelin, cara, Led Zeppelin, no
[1:46:39] disco ao vivo tem mais é que pôr solo mesmo.
[1:46:41] Aliás, é só isso que aquela banda é ao vivo, é 11 maranhado
[1:46:44] de solo e. E coisa chatice do álbum assim
[1:46:48] que eu já falei, isso que eu já falei Led Zeppelin para mim só
[1:46:52] presta em estúdio já. Falei, depende.
[1:46:55] Da turnê bebê da turnê é bebê, da turnê só muda.
[1:46:59] É o solo. Onde já se viu um solo de 45,
[1:47:01] cara? Acho.
[1:47:01] Que nem o new Pier colocou isso num disco, um solo de bateria,
[1:47:04] só uma faixa diário fez isso, Tiago.
[1:47:06] Mas é, mas é, mas é outra, outra razão.
[1:47:09] A banda tinha algumas coisas, não tem outra.
[1:47:11] Outra, outra. Mas aí a gente está entrando em
[1:47:12] outras searas aqui horas é? É uma preferência minha.
[1:47:15] Assim não. É, ele só tirou o foco da
[1:47:17] pergunta. Ele só tirou o foco da pergunta.
[1:47:19] Resolveu xingar OLED Zeppelin? Planet Caravan Planet Caravan, é
[1:47:23] impossível xingar OLED Zeppelin assim o que o Jim?
[1:47:26] Peixe errava muito ao vivo falei, errava, mas quem?
[1:47:27] Não erra, desculpa. Erra.
[1:47:29] Se erra, nem sei se erra. Errava, errava?
[1:47:31] Eu tenho um Monte de good lag aqui que ele erra pra caramba.
[1:47:33] Vai, desculpa, Riva. Não.
[1:47:35] Pode passar para a próxima faixa, que já falaram bastante
[1:47:37] sobre ela. Ih, é se eu, se eu alivio a.
[1:47:42] Faixa, Haroldo pode ter certeza. Eles teriam resgatado o episódio
[1:47:45] menor, tinham me me me marreteado aqui.
[1:47:48] Ouvi lá o menor que tu vai ver? Oitava faixa, feries warbutes, o
[1:48:16] fecha é grande. Estilo essa esse álbum aqui pra
[1:48:19] mim um grande. Um dos grandes momentos do do
[1:48:22] acho que do Black Sabbath é essa sim.
[1:48:24] Entra no meu top 10 das músicas do Black Sabbath.
[1:48:28] Fenomenal. Assim como eu gosto de música
[1:48:30] que abre disco, eu gosto de música que fecha o álbum também.
[1:48:33] Eu já vi declarações do doutor nham falando que a letra tá meia
[1:48:37] meio desconecta porque eles estavam fumando maconha a rodo
[1:48:40] assim, tipo, eles estavam fumando maconha assim como eu
[1:48:42] tomo café, então você calcula e a letra até no final, a última
[1:48:45] parte da letra eles falam isso, né?
[1:48:47] O médico fala, filho, você tem que parar de fumar que você tá
[1:48:49] viajando demais, é mais ou menos isso, trocando em miúdos, mas a
[1:48:53] é é uma música que é uma música leve assim, uma jazinha de novo,
[1:48:57] né? Assim tá Bruno aqui, sim,
[1:49:00] concordo que você tem uma pegada blues assim.
[1:49:02] Fui injusto, como é que sabe no meu comentário, mas me retrato
[1:49:05] aqui sim, né? Mas a mas assim não é aquele
[1:49:08] blue tradicional, não é esse aí, mas enfim, aqui tem essa pegada
[1:49:12] de blusa o Bill War, aqui Oo lado b é o lado b de Bill War,
[1:49:17] por isso que chama o lado b não é possível, cara, que ele não
[1:49:20] errou uma batucada, a música inteira que é o lado b inteiro,
[1:49:25] olha o lado a, lado a errou, não, não errou, mas aqui ele
[1:49:29] tava muito inspirado. Perfeito.
[1:49:31] Se o lado do a é o lado do tonaioma, dos riffs, aqui é o
[1:49:34] lado da cozinha, cara. Eu acho que o lado b, para quem
[1:49:37] gosta de baixo e bateria, cara, é um prato cheiíssimo.
[1:49:40] E essa música aqui é um tema entre aspas, assim, pesado,
[1:49:43] coisas apanhadas de skinheads, né?
[1:49:45] Lembrando gente que skinhead não é neonazista nessa época que o
[1:49:50] schengeads era outra coisa. Tem a ver com.
[1:49:52] Depois que o movimento Scar, então é outra coisa, não é não,
[1:49:55] não temos que pensam que a punk enquanto skin Heads é uma coisa,
[1:49:59] mais para frente, tá, é outro contexto, nem vamos entrar nessa
[1:50:02] Seara, mas assim eles apanharam de fato.
[1:50:06] Assim é uma das grandes músicas que o Ozzy usou muito também Na
[1:50:09] Na Na sua carreira solo, naqueles speak of the Devil
[1:50:13] barra, talk of the dever, depende do país que você comprou
[1:50:15] o disco. Acho que eles tocam essa música
[1:50:18] também lá da turnê é pós morte, Rage roads.
[1:50:21] É uma para mim, fecha o lado BE consequentemente o disco
[1:50:26] paranoide. Não vou me estender mais, eu vou
[1:50:29] jogar agora, quem que eu não joguei última vez aqui?
[1:50:32] Thiago, acho que é você, né, Thiago?
[1:50:33] O Bruno, o Bruno, quem que eu, quem que eu joguei menos aqui
[1:50:36] foi o William, William, vai, William, aqui não tem sol de
[1:50:39] bateria, então aqui você pode falar, bem, pois é, cara, para
[1:50:42] mim é a primeira vez que eu ouvi essa música, justamente foi no
[1:50:45] speak of the Devil. Olha só que coincidência, nossos
[1:50:47] comentários estão alinhados. Aqui foi a primeira vez que eu
[1:50:49] vi essa faixa. Aliás, muito material ao vivo da
[1:50:52] época do Sabá eu ouvi pela primeira vez esse disco do Oz,
[1:50:54] cara, Como Ele É todo composto de músicas do da fase Sabá e tem
[1:50:57] muita coisa que eu ouvi por aí e pra mim eu acho que é um
[1:51:00] encerramento foda pro disco. Eu adoro os rifes e eu acho que
[1:51:04] conforme a música vai se desenvolvendo, parece que eles
[1:51:06] veem maior intensidade, né? Mais pro final o bil pesa mais a
[1:51:09] mão, o lizer contribui muito pra isso também, sabe?
[1:51:13] E com certeza, né, pra escrever uma música com o título fadas
[1:51:16] usam botas, é porque os caras estavam bem loucos assim.
[1:51:20] E para mim encerra muito bem o álbum cara uma puta faixa, um
[1:51:23] baita clássico. Passo para o Thiago.
[1:51:27] Essa música primeiro é de anzinha e blues para caramba
[1:51:30] assim. Acho que era blues demais assim,
[1:51:34] sabe? Acho que Billboard massacrando
[1:51:41] assim e a seção instrumental do meio dela é uma delícia de
[1:51:46] levar. Sabe alguma coisa?
[1:51:48] Eu adoro. Aquele é do final, né?
[1:51:50] Porque ele quebra a sequência das frases, né?
[1:51:53] Então lá na cos balk, né? Você acha que vai vir uma outra
[1:51:56] frase? De repente eles soltam e ele não
[1:51:58] faz e solta que ele é empolgante.
[1:52:00] Eu lembro ao vivo assim, todas as vezes que eu vi com o Ozzy,
[1:52:02] com o sabão, na hora que chega desse e você dá um Berro com
[1:52:06] toda voz possível que você canta junto, porque é muito legal
[1:52:09] assim. Acho que é uma das músicas mais
[1:52:12] legais do sabado. Esse disco não, não chega a ser.
[1:52:16] Talvez não chegue a ser meu top Ten do buck Sabbath, mas se
[1:52:20] candidata a ela assim. Assim termina um disco com uma
[1:52:24] nota, mais uma música perfeita do disco.
[1:52:26] Agora é só falar, né, que o Bruno falou, né, da Jack the
[1:52:28] stripper, né? Que tinha essa questão que na
[1:52:31] versão Americana dos do disco do primeiro disco e desse, eles
[1:52:35] ficam colocando uns outros nomes junto com o nome das músicas,
[1:52:38] porque a intenção era fazer parecer que tinha mais músicas
[1:52:42] no disco. De fazer valer mais o valor do
[1:52:45] disco para o americano. De comprar o Thiago, o Thiago eu
[1:52:49] estou. Eu estou em mãos aqui no volume
[1:52:51] 4 também. Tem AO ISO, tinha a barra de
[1:52:55] como é que eu estou? Tem que atualizando, caramba,
[1:52:57] não sei o que das quantas aqui under the Sun, everyday comes
[1:53:01] and Goes. Então eles tinham essa palhaçada
[1:53:03] que aconteceu lá, né? De colocar isso.
[1:53:05] Isso era para o mercado americano que eles faziam de
[1:53:07] colocar outro nome para parecer que.
[1:53:08] Tinha mais música no disco assim?
[1:53:12] Mas enfim, eu acho que é sensacional ali.
[1:53:15] Vou passar para o Bruno. Vai lá, Bruno.
[1:53:20] É lindeza mesmo, né? Eu tinha.
[1:53:22] Eu fiquei pensando nisso, Thiago, que.
[1:53:24] Eu falei da Jack the stripper, mas é fairy's are boots, né?
[1:53:27] A gente sabe que é é fairy's are boots.
[1:53:29] Eu sempre ficava tentando imaginar onde que quebra, né?
[1:53:32] E pra mim, o comecinho era o primeiro minuto lá Jack the
[1:53:35] stripper e depois já vira fairy's are boots.
[1:53:38] Mas cara, de novo assim é uma jam, mas é uma jam com dinâmica,
[1:53:42] né, que dá pra imaginar os caras tocando como banda, olhando um
[1:53:46] pro outro e fica intensa e fica mais mais Na Na manha, né, cara?
[1:53:51] É é porra, é foda demais. Você falou da da parte
[1:53:53] instrumental do meio, é legal demais, cara.
[1:53:56] Melodiazinha de de de guitarra né, que é super marcante, é é
[1:54:01] maravilhosa pra terminar o disco, cara, e aí eu vou passar
[1:54:06] pra pra Rê. É um excelente encerramento do
[1:54:10] disco, né? Ela é o final, perfeita o.
[1:54:13] Grand finale, assim, a gente chega aqui super satisfeito, com
[1:54:16] a vontade de eu ver mais, querer mais.
[1:54:18] É, eu tava tentando me recordar que isso aqui não vem na minha
[1:54:21] cabeça, mas tem uma cena, é dos Beatles muito similar a essa
[1:54:26] jam, sabe? Eles fazendo lá, improvisando,
[1:54:29] eu não vou lembrar agora AI qual, mas tem, tem sim, e não
[1:54:33] sei, me remete muito a essa faixa, que é muito essa música.
[1:54:37] É, e vocês falaram muito bem, perguntaram muito bem, né?
[1:54:40] O fato de ter o blues escrachado, que eu sou muito fã,
[1:54:44] sou apaixonada, tenha. Ela é carismática, ela é
[1:54:48] divertida. É uma faixa assim que encerra
[1:54:50] com tudo aquilo que eu gosto. Então, super satisfeita, como
[1:54:53] uma boa sabatiseda que sou dentro de uma de um planeta de
[1:55:00] caverna. Perto de um homem?
[1:55:03] De ferro? Na paranoia?
[1:55:09] Agora. Se fizer uma sequência, só que é
[1:55:11] legal a. Música que Serra o paranoia tem?
[1:55:14] A ver com os caras com mora muito a maconha.
[1:55:16] E realmente tem a maconha envolvida, né?
[1:55:18] Faz uma conexão com a primeira música do mister of reality que
[1:55:21] está alto, engasgado com a maconha.
[1:55:24] Então aí a conexão tá lá outro nosso, gente, tá bacana isso aí
[1:55:29] também é. Tem um lance que AOOA bota, é
[1:55:33] nesse, nessa aí. Quando eles foram atacados aí
[1:55:36] pelos skinheads, é pelo pelo lado hippie deles, né?
[1:55:39] Eles eram uns riponga que eram as fadinhas usando botas, né?
[1:55:42] Tem esse lance doido aí. Uma provocação, né, cara?
[1:55:46] É exatamente. Exato, que música para fechar?
[1:55:51] Esse álbum assim e me faz lembrar.
[1:55:54] Aqui também. No na dos anos 70, eu acho que o
[1:55:57] Black Sabbath também não não fez feio em fechar Oo disco de
[1:56:02] estúdio. Anão ser não vou dizer fechar,
[1:56:06] fez feio o seu primeiro disco, porque a música Warner, ela é
[1:56:08] muito longa, né? A música é uma jam no meio e
[1:56:11] tudo mais, né? Ela é um pouco destoa dessa
[1:56:14] pegada de de de música, de pontuar, né pá, é isso aqui
[1:56:17] gente, não, mas aqueles pontuaram muito bem, cara,
[1:56:20] sempre pra mim. Fechou com chave de ouro, fecha
[1:56:24] com liquezinho de forma um da bel tows, né, inclusive.
[1:56:29] Verdade, caralho, que verdade? É isso aí, então, meus amigos,
[1:56:34] saideira, finalizamos aí o faixa, faixa.
[1:56:37] Vai lá, Bruno. Como é o último do ano, vamos
[1:56:39] dar uma nota para essa criança aí?
[1:56:40] Puxa a calculadora, Haroldo. Eu não vou nem pegar a
[1:56:43] calculadora para isso aqui, cara, porque se não for. 10 eu
[1:56:47] vou ficar muito decepcionado, mas vamos lá, eu já adiantei meu
[1:56:51] 10 antes. Haroldo, de 0 a 10 canecos de
[1:56:58] cerveja. Quanto você acha que?
[1:56:59] Vale essa criança aqui? Caneca de cerveja, puta caneca,
[1:57:03] cerveja é que a gente é o seguinte, estamos.
[1:57:05] Estamos entrando em. Clima de Ano-Novo, vamos?
[1:57:09] Brindagem tudo mais, sem briga, sem paz.
[1:57:12] É um disco que assim eles acertaram na mão, mas muito
[1:57:18] caro. Como é que você faz 3 músicas
[1:57:20] que os caras vão tocar daqui a 5060 anos?
[1:57:23] E aí exa galera, e vai ver você tocar.
[1:57:25] Caramba, o que que eu vou falar, maldício?
[1:57:28] Né? Tem uns palhaços que ficam
[1:57:30] falando mal da da, das músicas de balada, de som, de bateria,
[1:57:33] mas aí não é o programa meu. Mas nota 10, né, seu Rio?
[1:57:36] Nota 10, é isso aí, nota 10. E aí, bom, busão ali.
[1:57:42] Né, nora Rê, fala aí a tua. Nota, para fechar aqui precisa
[1:57:47] 10. Então, fechamos com média. 10
[1:57:51] não, não dei minha nota novo. Galera.
[1:57:54] Ano que vem? Oi galera, feliz ano.
[1:57:57] Novo, o solo de bateria vai tirar meio ponto.
[1:58:01] O solo de bateria vai tirar meio ponto.
[1:58:03] Eu vou tirar. Não acabou já.
[1:58:05] Haroldo, já já terminou a gravação aqui?
[1:58:07] Cara, o William já parou. Em 2026, já virou o ano, a gente
[1:58:12] volta. OK, disco com mais.
[1:58:15] Episódio, passando a régua, fechando, fui nota 9.
[1:58:23] Ah. Sai.
[1:58:24] Pra lá. Nota 9, desculpei meio ponto
[1:58:27] pela. Posição da da Planet Caravan.
[1:58:30] E meio pelo solo de bateria não tu dá 10 para um disco do
[1:58:34] Néstor? Ele foi me dá 9 para o disco do
[1:58:36] black. Sábado, né?
[1:58:37] Isso é isso é verdade, essa é. Verdade, quem dá, mas só.
[1:58:41] Nota 200, que fique registrado qualquer música do Néstor pelo
[1:58:45] solo de bateria estendido do. Bill Watt, que fique.
[1:58:47] Registrado, ó de solo de bateria, o Néstor não é copa dos
[1:58:51] anos 80. Meu filho, que isso?
[1:58:53] Cara, os cara. Criar um estilo.
[1:58:54] Ainda que na insanidade há coerência, eu disse no começo do
[1:58:58] episódio que ele não está entre. Meus top 3 não interessa não.
[1:59:06] Não tira em nada o cara, o disco é muito.
[1:59:09] Bom, o disco é. Ótimo, excelente.
[1:59:12] É tudo isso que vocês estão falando.
[1:59:14] São só 2 pontuações que não desmerecem as peças em si.
[1:59:18] São só colocações clássicas. É chato para que os mais, né?
[1:59:22] Não aceita? Aceitem, espera o que de alguém
[1:59:26] que coloca o disco do Fear of the Dark?
[1:59:28] Do Almeida conta um top. 3 do melhor do Almeida.
[1:59:31] O que que você vai esperar, né, cara?
[1:59:32] Esse disco magro aí abriu a caixa de ferro?
[1:59:35] Aí não. Boa noite, galera.
[1:59:37] Fui. Cara, eu acho, eu acho que eu
[1:59:40] vou, vou para os. Encerramentos finais.
[1:59:41] Aqui, mas eu acho que esse. Eu acho que o filho.
[1:59:43] É melhor que esse aqui em cara? Vamos lá então, para os
[1:59:46] encerramentos, os encerramentos, o fico ali melhor, de um lado,
[1:59:51] do outro, só só para esclarecer. É melhor o?
[1:59:57] Bico no play. Mas, de qualquer jeito, a nota
[2:00:00] redonda para. 10. Cara.
[2:00:01] Não tem essa. Pelos nossos analíticos, viu?
[2:00:04] Pelos nossos analíticos, ninguém chega até o.
[2:00:06] Final dos episódios ninguém ouve até o fim, então pode falar
[2:00:09] qualquer coisa. Mas assim, pessoal, muito bom
[2:00:14] aí, Haroldo, muito obrigado. Aí por por vir.
[2:00:16] Trocar essa ideia aí com a gente.
[2:00:17] Volte sempre, aproveita aí, divulga aí seus podcasts mais
[2:00:22] uma vez, como é que as pessoas podem encontrar aí ou o que mais
[2:00:25] você estiver afim, fica à vontade, o espaço é teu.
[2:00:28] Você eu vou divulgar. Você falou que ninguém fica até
[2:00:30] o fim, não, mas eu vou divulgar mesmo assim.
[2:00:34] Vamos lá? Deu esse espaço para você, que
[2:00:37] ninguém para eu ouvir. O Haroldo, só que ninguém está
[2:00:39] ouvindo Paulo. Eu vou te dizer.
[2:00:44] Ô, ô, Haroldo, não sei como é que é lá No No.
[2:00:46] Antigas, mas assim ó aqui. É o seguinte a.
[2:00:48] Equipe não ouve os os, os, os episódios, tá?
[2:00:52] Ninguém ouve, eu ouço. A Renata eu faço uma estratégia.
[2:00:57] A Renata solta o bote nele. Para dar audiência para o defes
[2:01:01] é AI, quero. Uma estratégia do do no final do
[2:01:05] programa, eu, eu, eu. Coloco uma palavrinha.
[2:01:07] Eu falei, ó você que? Quer bancada do programa,
[2:01:09] escreve. No nosso grupo, palavra tal é a
[2:01:10] palavra. O último foi xiu ao mas ninguém
[2:01:12] escreveu, então eles não ouviram.
[2:01:14] Oo Thiago acho que é o único que houve.
[2:01:16] A Renata soube os que ela participa.
[2:01:18] O Bruno deve estar lá no. Décimo ouvindo na sequência, ele
[2:01:20] não chegou aqui não, ele acorda to na semana do DF.
[2:01:25] Né? É meu do céu.
[2:01:28] Não, eu vou, vou, vamos lá. Deixa eu terminar aqui.
[2:01:30] Então foi um. Prazer ter conversado.
[2:01:31] Eu já com tô naquele grupo de vocês lá, que todo mundo fala de
[2:01:34] 1000 coisas ao mesmo tempo lá. Então é divertido, legal.
[2:01:37] Não consigo datar, acompanhar. É muita coisa, mas eu tô lá.
[2:01:40] É Thiago obrigadão por por ter é conversado, foi trocado de gueré
[2:01:45] comigo, eu já acompanho lá AO teu podcast, tudo certinho, já
[2:01:49] faz muito tempo. Bruno, prazer também falar
[2:01:51] contigo aqui, tá? A gente conversa muito lá no
[2:01:53] grupo também, Rê também aqui, a Rê, a Rê, fala menos comigo,
[2:01:56] acho que ela não gosta muito de mim, acho que sou careca, acho
[2:01:58] que é por isso, mas tudo bem, Rê, eu sou gente boa, eu gosto
[2:02:00] de blues, tá? Eu gosto só de bateria, tá?
[2:02:02] É ao contrário do do William, que é a em 5 aqui.
[2:02:05] E William assim de verdade, sem agradecido aqui ter OA
[2:02:09] retribuído aqui. A visita aqui é outra dinâmica,
[2:02:12] evidentemente, aqui e tal, né? Assim, mas assim, cara, deixa
[2:02:18] eles votarem bem. EE acompanha o voto deles, eles
[2:02:22] não são, não são gente ruim. Você é maldoso, cara, esse que é
[2:02:26] o problema, mas assim. Eu, William, você, você e todo
[2:02:30] mundo aqui da bancada, assim que der eu vou jogar o cardápio dos
[2:02:34] programas mais para frente, quem quiser participar e tiver tempo
[2:02:36] aí, disposição e querer participar daquela loucura.
[2:02:39] Se vocês acham que isso aqui é loucura, vocês não viram nada,
[2:02:41] né, William? Aquela ali é uma putaria
[2:02:43] organizada o troço cara, então é assim que funciona, é quem está
[2:02:48] aqui no Deezer, Spotify vai lá antes de virar o Ano-Novo, esse
[2:02:50] não vai estourar o rojão sem escutar primeiro o programa do
[2:02:53] converte câmera, o único podcast música clássica do Brasil,
[2:02:56] interrogação. E exclamação ao mesmo tempo.
[2:02:59] Tenho novidades do rock, que é um programa, um podcast novo,
[2:03:02] quem eu e o pessoal da bancada lá, meus amigos, trazemos
[2:03:05] novidades, cada um traz uma música lá escutamos e discutimos
[2:03:08] e damos risada e brigamos também que é legal brigar se não tiver
[2:03:10] briga, não tem por ter podcast e também o glorioso antigas
[2:03:14] novidades que já tem aí desde 2020, filho da pandemia, filho
[2:03:18] da pandemia, mas tá aí firme e forte, obrigado então todo mundo
[2:03:22] aqui, William, Thiago, Bruno e Rê.
[2:03:25] Foi um prazer encher o saco de vocês aqui.
[2:03:28] Bom demais. Vamos lá, meus queridos, muito.
[2:03:33] Obrigado, então agradeço a todos meus amigos aqui.
[2:03:35] Presentes estamos logo logo ainda para o terceiro ano de
[2:03:39] existência desse podcast. Não poderia estar mais feliz e
[2:03:42] orgulhoso por isso, né? Então, obrigado a todos os
[2:03:45] convidados também que participaram dos nossos
[2:03:47] episódios ao longo desse ano que passou.
[2:03:49] Amigos aí da fotosfera também de outros podcasts.
[2:03:52] E claro, mais importante aos nossos ouvintes, que fazem a
[2:03:55] coisa toda movimentar, aí nos motivam a continuar.
[2:03:59] Meu muito obrigado. E até ano que vem, preparem se
[2:04:02] que a programação promete, vai entregar muito. 2026 vai ser o
[2:04:07] ano do rock na mesa ou esse troço?
[2:04:09] Engrena de uma vez. Ele explode de uma vez.
[2:04:12] Um abraço. Fui.
[2:04:14] Tchau.

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