# EP #176: Motörhead - 1916

An episode of [Rock na Mesa](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1705028669), 3 Jun 2026, 2 h 09 min.

Audio: https://anchor.fm/s/d918f07c/podcast/play/120465267/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-4-24%2F78a8fa0b-7d54-f043-9c37-aaea0c64cad5.mp3

Lançado em 1991, 1916 marcou uma nova fase na carreira do Motörhead. Foi o primeiro disco lançado após a mudança definitiva de Lemmy para Los Angeles, e essa nova fase trouxe diferenças perceptíveis no som da banda: uma produção mais refinada, músicas mais melódicas e um clima diferente dos trabalhos anteriores — sem perder o peso, a sujeira e a identidade rock ‘n’ roll que sempre definiram o Motörhead. Neste episódio, falamos sobre essa transformação da banda no início dos anos 90, a força de faixas como “The One to Sing the Blues”, “Going to Brazil”, “Love Me Forever” e a faixa título “1916”, além de curiosidades, bastidores e do impacto desse álbum na carreira do Motörhead. Episódio apresentado por William Faria, Bruno Glaser, Renata Costa e Thiago Zuma, com participação especial do amigo Álcio Villalobos (CMM). ++++++++++ Nossos links (Grupo de WhatsApp para ouvintes, Instagram, Contato, etc.)

## Transcript

[0:37] Fala povo lindo. Motorhead, bangers William faria
[0:41] na área abrindo os trabalhos para mais o episódio do rock na
[0:45] mesa casa cheia hoje, Hein? E por um motivo especial,
[0:49] conforme a nossa tradição, esse é um dos episódios presente de
[0:53] aniversário e toda vez que se aproxima o aniversário de um de
[0:56] nós, essa pessoa tem direito a escolher um tema.
[0:59] E essa pessoa hoje? Escolheu esse tema que você,
[1:03] ouvinte, não é bobo nem nada. Tu já sabe do que que a gente
[1:05] vai falar, mas eu vou segurar um pouco o suspense.
[1:10] Esse episódio vai ao ar no dia 3 do 6 e no dia 5 do 6.
[1:15] Quem comemora mais 1 ano de vida é a nossa amiga Renata Costa.
[1:20] E aí, Rê mais uma primavera, então?
[1:23] 18 aninhos, cara, parece que olha, foi ontem que eu tinha 15.
[1:28] Que loucura, né? Olha como a como a idade
[1:31] funciona pra uns da nossa. Eu tô ficando cada vez mais
[1:33] nova. Que maravilha e que presentão.
[1:37] Em que honra estar aqui com todos vocês.
[1:39] Falta só o Carlos pra fechar o pacote.
[1:43] Ah, sim, mas não te preocupa que terá uma surpresa que você só
[1:47] vai ouvir na edição final? Tá um.
[1:49] Aguarde tudo bom, Carlos aqui falando desculpa, não pude
[1:54] participar do. Episódio de comemoração do seu
[1:58] aniversário, da sua escolha, que aliás, eu fiquei bem surpreso
[2:01] quando você falou no nosso grupo que tinha escolhido esse antes
[2:05] da gravação. Mas depois que eu ouvi assim, eu
[2:08] eu ouvi ele inteiro, nunca tinha ouvido inteiro.
[2:10] E eu achei é muito, muito adequado, porque né, tem
[2:15] bastante hard rock, até rock and roll.
[2:17] O pessoal com certeza falou muito melhor do que eu tô
[2:19] falando aqui, mas gostei pra caramba alguns hits, né?
[2:22] Como o going to do Brazil, amistal bad, o próprio.
[2:26] Room mons, que eu acho maravilhosa.
[2:28] Então é isso. Tenho certeza que foi muito
[2:31] proveitosa. Aí é a comemoração, tamo junto.
[2:33] Um beijo, parabéns. Depois você vai ouvir.
[2:38] Cara, não me desculpa o calor do amor, me mandou mensagem.
[2:41] Não, não. Hoje ele não vai aparecer não.
[2:43] Hoje não é para ele aparecer. Passou, né?
[2:45] Passou. Agora eu preciso dar um jeito de
[2:47] fazer a voz funcionar de novo, porque, né, dependendo da
[2:50] demanda, a gente não vai desejar feliz aniversário agora, porque
[2:54] se não dá azar. A gente está gravando bem antes,
[2:56] mas você já sabe, né? Quando o dia chegar, certamente
[2:59] terá o carinho de todos aqui, da equipe e do pessoal que nos
[3:01] acompanha nessa caminhada. Eu só posso adiantar, né, que
[3:07] cada vez mais jovem ou não, mais velho, tô falando tu virou um
[3:12] Benjamin Button, agora versão feminina.
[3:14] Ah, então tá bom, jovem é jovem. Eu é só 18.
[3:19] Ano que vem fazer 18 de novo. Tá certo. 18.
[3:22] Quando tu criou o Orkut, né? Antigamente, né?
[3:25] Tua conta? Deixa quieto.
[3:28] Qual a graça de aniversário sem amigo?
[3:29] Certo? Então, aqui presente, depois de
[3:32] uma folga, Thiago zuma. Ei, pessoal, gargan tá
[3:36] recuperando, então infelizmente não posso brindar com a rena
[3:39] essa data, mas espero que quando o aniversário de fato chegar,
[3:43] esteja pronto para dar uma poder tomar uma com ela aí.
[3:48] OPA, todos faremos um brinde, Bruno glaser.
[3:53] E aí, nessa data de lançamento, estarei voando de volta do Rio,
[3:58] mas já estou no Brasil, beleza? Beleza e por fim, mas não menos
[4:05] importante, alcio, Villa-Lobos e aí, alcio, beleza?
[4:10] Salve, queridos. Mais uma vez, muito obrigado por
[4:13] esse convite numa data tão feliz como diria Leme.
[4:17] Parabéns pra você. Muito bom, bom, walcio, nem cabe
[4:23] mais dizer que você é convidado, né?
[4:25] Já apareceu aqui outras vezes, já é nosso amigo, então já é da
[4:28] casa, né? Vou começar a fazer assim pra
[4:31] fortalecer o vínculo, né? Empregatício?
[4:33] De repente tu resolve ficar. Quem acompanha é o cmm, já
[4:36] conhece o Austin, um grande cara aí que veio para somar a equipe
[4:39] do Rômulo. Um abraço para ele e para todo
[4:41] mundo por lá. E sobre o tema, o ouvinte não é
[4:45] idiota e nem nada, como eu já disse, já sabe que a gente está
[4:48] aqui para falar de uma banda estreante aqui em nossa
[4:51] programação, ó, enfim, correção moral totalmente necessária.
[4:56] Meus amigos, estamos aqui para falar do disco nineteen sixteen
[5:00] to motorhead. Renata, você que escolheu o tema
[5:17] de todos os discos possíveis do motorhead, por que esse aqui?
[5:23] Eu achei que IA perguntar de todos os discos possíveis,
[5:25] porque motorhead, acho que é a primeira vez que a gente vai
[5:29] estrear, né? Então.
[5:31] Já começo que sendo bem rápido, o motorhead é uma banda muito
[5:34] Importante Pra Mim, apesar de eu não falar tanto assim, né?
[5:36] Não ser algo tão exposto como outras bandas, é uma banda que é
[5:42] cara decoração assim. Ela me remete a fase tão boas,
[5:47] sabe? Me leva pra lugares tão bom, tão
[5:48] confortável da minha adolescência.
[5:50] E aí esse disco tá dentro dessa bagagem aí, dentro dessa, dessa
[5:54] minha mala. E escutar ele hoje com mais
[5:58] maturidade, me faz. Amar cada vez mais esse disco.
[6:02] Lembro de escutar ele bem guriazinha assim, ó, bons tempos
[6:07] e cara foi amor à primeira ouvida.
[6:10] Eu ouvi AA armsson, bad baby Don care e aquilo ali eu fiquei uau,
[6:15] e me pegou muito mais do que ence of spage, né?
[6:19] Que é o mais conhecido aí então esse disco está dentro do meu
[6:22] coração, é o meu favoritão e eu estou muito feliz de falar dele
[6:25] hoje. Olha só.
[6:27] Alcio, tu tem cara que gosta de motorhead?
[6:30] Meu amigo, a minha verruga, entregou.
[6:38] Mas sim, sim, somos. Somos amigos do esporte clube
[6:42] motorhead. Esse disco eu não escutava, pelo
[6:46] menos acho que uns 20 anos. Não sei inteiro se eu me lembro
[6:50] dele, porque eu ouvi muito esse disco quando saiu, né?
[6:54] E pra mim, a grande dúvida antes de escutar ele foi, será que
[6:57] ainda soa tão bem quanto eu me lembro esse disco?
[7:02] Porque foi um disco que realmente assim dividiu muito OA
[7:07] história da banda, dividiu opiniões na época também, muita
[7:12] gente considerando como a Renata o melhor disco da banda.
[7:16] Tem gente que até hoje considera isso também.
[7:20] E porra, motorhead, o que mais que eu vou falar dos caras?
[7:24] Os caras são lendas, eram lendas.
[7:27] AA formação original já se foi a que tá aí já foi quase todo
[7:31] mundo. Não sei nem se o worzel tá vivo
[7:33] ainda, mas é um. Só pra confirmar se.
[7:38] Morreu para. Ninguém vivo desses 4 aí.
[7:41] Ah, tá toda a galera já. Então em algum lugar do éter,
[7:45] né? E Ah pá.
[7:46] Motorhead, Leme. Só Alegria, só Felicidade e
[7:51] vamos lá. O Bruno, cara, Bruno nunca falou
[7:57] de motorhead com a gente, cara, nunca ouvi falar.
[8:00] Gosta ou não gosta? Cara, quem não gosta?
[8:04] Tá errado, né? Ah, mas devo dizer que eu não,
[8:08] não sou o maior fã do mundo. Cara, é a banda que assim eu,
[8:12] por algum motivo, nunca fiz uma super outra mega imersão, né?
[8:16] Conheço bastante, eu vi muito, mas sem sem grande profundidade,
[8:21] né? Eu e assim eu conheço.
[8:24] O disco que eu conheço melhor é o bomber, né?
[8:26] Nada a ver, cara. Eu aí depois eu acabei comprando
[8:30] mais alguns discos aí no na minha carreira de de
[8:34] colecionador. Mas cara, quem quem não gosta tá
[8:38] muito errado, né? Thiago, tu já tem uma
[8:41] caminhadinha também na cena, já? Já foi e voltou algumas vezes.
[8:46] Aí eu, eu, eu acho que é uma banda que que você curte
[8:50] bastante, Hein? Me surpreenderia se você não
[8:53] gostasse. Não gostar, eu gosto assim, não,
[8:56] não tá entre as favoritas da casa, se eu fosse colocar assim.
[8:59] Mas é uma banda que eu gosto muito e que eu vi muito show
[9:02] assim. Eu vi 12 vezes o motorhead ao
[9:04] vivo, o que eu me lembre assim, e tocou em festivais várias
[9:07] vezes que eu fui ver e show do motorhead era sempre um negócio
[9:09] que assim o que o motorhead é legal, um estúdio ao vivo é
[9:12] muito mais legal, era muito mais legal.
[9:15] Aquela sensação de Rolo compressor o tempo todo era alto
[9:18] pra cacete. O volume que ele estocava.
[9:21] Então ele foi uma banda que me conquistou no palco assim, eu
[9:24] quando era moleque, eu lembro de Ramones, motorhead, ECDC.
[9:27] Eram 3 bandas que todo mundo fazia aquela referência, que
[9:30] todos os discos são iguais e ou você gosta ou você odeia assim.
[9:36] E não foram nenhuma das 3 bandas que de de início me chamando
[9:39] muita atenção. A primeira que eu comecei a
[9:41] gostar mais foi CDC dessas e o motorhead.
[9:43] Eu lembro que eu achava legal, achava divertido ouvir motorhead
[9:46] com os amigos, mas eu não ouvia motorhead sozinho em casa até
[9:49] ver o show daquele Monster de 96, que aí aquele show foi o
[9:54] melhor show do dia. E aí eu passei a levar motorhead
[9:59] mais a Sério, mas o levar mais a Sério também.
[10:01] Nunca foi uma banda que eu tive discografia em casa, coisa do
[10:05] tipo. Tenho vários ao vivo, DVD, os
[10:08] discos ao vivo, tem aquela coletânea no remorso, né?
[10:12] Que pra mim acho que tá toda a primeira fase do motorhead, que
[10:14] a melhor fase do motorhead da ultra bem representada ali.
[10:18] E eu só fui ver mesmo, dar atenção pra discografia do
[10:21] motorhead com atenção. Assim na pandemia, na pandemia,
[10:26] peguei. Tive semanas da pandemia que eu
[10:29] falava essa semana eu vou ficar ouvindo só essa semana, mas eu
[10:31] quero ouvir do disco disco a disco de determinadas bandas.
[10:35] Eu fiz isso com motorhead, foi a primeira vez que vários discos
[10:38] eu ouvi pela primeira vez de cabarrabo assim, em 1916, foi a
[10:41] primeira vez que eu vi de cabarrabo foi na pandemia.
[10:43] Antes eu conhecia algumas músicas, mas o disco inteiro
[10:47] teve posto pra tocar. Eu foi ali e me surpreendeu
[10:50] porque eu achei que foi um disco bem mais legal do que eu ouvia
[10:54] falar apesar como o alce colocou, é, tem muito disso, né?
[10:58] Tem muita gente que odeia o 1916, tem muita gente que adora
[11:00] 1916, porque ele não ficou meio divisivo na carreira.
[11:05] Até por uma mudança de fases do motorhead, mas a gente vai falar
[11:08] disso mais pra frente. No meu caso, não demorou muito
[11:12] pra eu conhecer o motorhead. Na verdade, é a sensação que eu
[11:15] tenho é que o motorhead sempre esteve por perto, então por
[11:19] tabela clipe. Jace of spades era clássico,
[11:22] fúria passava sempre. Então, já, já eu tive uma
[11:26] experiência visual pelo clipe, então foi logo de cara quando eu
[11:30] comecei a ouvir e som. E depois um amigo meu comprou,
[11:35] aquele lembra o Thiago. Acho que deve lembrar o Bruno, o
[11:38] alce, não sei. Mas a kessel começou a lançar um
[11:40] Monte daqueles CDS bem baratinhos no Brasil e lançaram
[11:43] alguns da. Discografia inteira quase toda
[11:46] essa primeira fase da discografia do motorhead foi
[11:48] lançada. Eu lembro de ouvir vários desses
[11:50] discos clássicos nessa época, com outras pessoas que compravam
[11:53] e me emprestavam. E o os 2 discos que um amigo
[11:58] comprou moravam muito perto de casa, foi o bomber e o overquill
[12:01] comprou os 2. Então foram os 2 primeiros
[12:03] discos do motorhead que eu ouvi inteiro, depois o Waze of spads,
[12:07] depois o marthard day lá que que já vem vem um pouquinho perto
[12:12] dessa época aí, mas que que eu só fui ouvir bem depois assim,
[12:16] então cara pra eu fui no show do motorhead em 96 também lá No No
[12:20] Monster, puta show assim, porra. Eu fiquei enlouquecido com o
[12:24] Mickey de tocando. Aquele setlist foi muito bom.
[12:28] Eu sempre gostei assim da atitude do do Leme ao entrar no
[12:31] palco, assim, sem estilismo nenhum, sem ele, simplesmente
[12:35] chega o her motorhead naquele show, acho que ele falou o
[12:39] hergona Kicks, your has alguma coisa assim, né?
[12:41] Depois ele começou a falar, Ah, o hergona play rock and roll.
[12:44] O play rock and roll, né, mudou um pouco Oo discurso, porra, é
[12:49] pra mim, é 11 das figuras aí que certamente faz muita, muita
[12:54] falta pra cena. Um cara que viveu as próprias
[12:57] regras, teve uma postura muito fiel ao estilo dele até o fim.
[13:04] Só pra não. Eu não quero ficar para trás
[13:05] deles também, né? Falar que eu vi esse show do
[13:07] motorhead 96, mas eu vi no Rio. Ah, eu vi o Mini monsters que
[13:12] rolou no Rio, que foi só a motorhead Kid row e era o made,
[13:15] né? Que no Rio de Janeiro eles
[13:16] inverteram o Kid row com a com o motorhead, né?
[13:20] Porque cidade? Não teve chance naquele dia
[13:24] assim, depois do motored ali, não tinha a menor chance para o
[13:27] skidwol. Foi Oo dia que o Sebastian Bach
[13:29] botou o sebastiãozinho para fora lá para plateia do Rio, que
[13:32] estava jogando coisa nele, né? Essa fera?
[13:46] Eu só IA aproveitar o gancho. Olha só que lindo.
[13:49] Assunto que a gente saiu para entrar no outro é que o William
[13:52] estava falando do Leme. Cara, a minha paixão por motor é
[13:55] de e Leme é tanta. E é e é genuína que hoje o meu
[14:00] gatinho se chama Leme, mas já comentei isso aqui outras vezes,
[14:04] a Laila, se não fosse o menino, Era Para Ser o Leme, o nome dela
[14:09] em homenagem ao Leme. Então assim é, olha só o tamanho
[14:13] amor que eu tenho. Tipo, de fato, podia botar o
[14:15] nome de um filho que acho que coisa mais importante, né?
[14:18] A Laila vi falando pra isso. Sabia que se meu nome não fosse
[14:21] Laila, meu nome é cilene. Tipo, ela se acha, quero ver que
[14:24] que ela vai achar quem é. Muito bom, eu?
[14:30] Nunca vou esquecer daquele show, do música que aquela.
[14:32] Música que? Música, lembra que música fodida
[14:36] aquela over show de cara? Puta que pariu, que som.
[14:41] Vocês. Tiveram.
[14:43] A oportunidade de ver eles ao vivo eu não, não consegui, não
[14:46] assisti eles, mesmo. Eles vindo para cá algumas
[14:49] várias vezes. Mas a minha primeira experiência
[14:52] full com motorhead foi na verdade, assistindo, porque eu
[14:55] sou velho, né? Lembrando todo mundo.
[14:58] Eles vieram na turnê do rock in roll Brasil.
[15:02] Que teve um famoso show que deu um quebra.
[15:04] Pau um quebra, pau pesado assim. Isso careca é cabeludo.
[15:08] Lá se pegar e o motorhead tocando e a manchete transmitiu
[15:13] show, então vira e mexe mostrava, sei lá, uns pedaço de
[15:17] cavalete voando, umas pipas se pegando, Ah, as que ganha?
[15:21] E foi a primeira vez que eu vi eles assim mesmo.
[15:24] E foi na casa de um amigo meu. Grande Leonardo, um abraço para
[15:28] a gente. Se a gente estiver ouvindo
[15:30] naquelas tvzinhas antiga que eram bem pequenininhas assim na
[15:33] manchete, e o som horrendo na própria gravação e naquela
[15:37] tvzinha pior ainda, e todo mundo se matando, eu eu não quero.
[15:41] E aí eu só pensei comigo mesmo, nunca eu quero ouvir essa banda.
[15:43] Imagina esses caras seu, o osso, você é capaz de eu apanhar
[15:47] deles. O disco deles?
[15:49] Não sei, mas daí, claro, o tempo passa, o tempo voa e a gente
[15:54] chega. Nesse disco, depois aqui, que
[15:57] foi quando eu ouvi pela primeira vez um disco inteiro deles
[16:00] também. Então começou aí.
[16:02] Mas eu vou dizer que eu gosto dessa primeira fase até aqui.
[16:05] Depois daqui o me perde um pouquinho.
[16:07] Mas saudade show onde tem um troca, troca, né?
[16:13] De energia livre. Show bom é show que tem
[16:17] patifaria é show. Patifaria tipo sebastiãozinho,
[16:22] né? Patifaria.
[16:24] Não, motorhead não tem patifaria, não.
[16:26] Motorhead era só o volume alto e pancadaria, não.
[16:30] Tá barulhando o cara, é bom, mas.
[16:31] Então, nesse sentido que é nesse sentido assim, é essa coisa
[16:35] livre. Eu lembro, teve época que vinha
[16:39] tanto motorhead aqui que a gente nem dava devido valor, era pra
[16:42] ter motorhead, vamos ver a vamos, né?
[16:44] Beleza, tá tendo aí, vamos ver outro.
[16:46] Né? Eu não quero.
[16:47] Eu não quero trair minha memória.
[16:50] Mas acho que 2011, o motorhead veio num acho não tenho quase
[16:53] certeza. Foi num Monster no Porto Alegre.
[16:55] É, teve o. Rock In Rio teve 2011 2015, que
[17:00] foi o Monster que aqui em São Paulo cancelou.
[17:03] Mas ele tocou. Nos outros dias.
[17:05] É, foi o motorhead sem Leme, né? Doideira, cara?
[17:08] E. Foi, mas ele tocou no Porto
[17:10] Alegre, nos outros lugares. Exato.
[17:13] E aí, cara, eu lembro assim de eu chorar copiosamente,
[17:16] implorando, implorando, implorando para minha mãe para
[17:18] ir em um show, porque foi bem naquela fase que eu estava
[17:20] curando em show. E aí tudo é criança, né?
[17:23] Eu era uma criança. Não, não, não, não, não.
[17:25] Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não.
[17:28] Não, amigo maravilha. 8 agora em 2000.
[17:32] E 15 tinha 78 fazendo. Uma conta rápida?
[17:35] Pega na mentira, pega na mentira.
[17:37] Vocês não precisam fazer conta nenhuma.
[17:42] Ó. É o que você viu ali quando
[17:45] tocou em Porto Alegre, foi no Zequinha, tocou Judas, prest,
[17:48] Ozzy e motorhead. AI foi essa tristeza aí?
[17:52] Aliás, uma curiosidade que que me contaram, eu vi uma
[17:56] entrevista de um membro da equipe do do motorhead que
[17:59] trabalhou nessa turnê, imagina a cena?
[18:01] Aeroporto, sargado filho, casa do pão de queijo, Leme, ozzi e
[18:06] Rob haufer conversando. Que loucura.
[18:11] Espetáculo um embate com limão assim.
[18:15] Pra coroar carreira, vamos tocar no Zequinha.
[18:19] Zequinha Joe é little joes. Tem outra foto icônica do Leme
[18:27] também. O Leme era foda, né cara?
[18:29] No próprio Monster de 96, lembra?
[18:32] Uma foto que divulgaram do talvez Steve Harris olhando Pra
[18:35] Ele assim, enquanto ele falava com um baita um cigarrão na boca
[18:38] assim, ele e o Nico olhando Pra Ele assim, prestando atenção no
[18:40] que ele tava falando. Eu lembro que aquela pose lá com
[18:42] um cigarrão na boca assim, tipo assim, tipo assim falando, sabe
[18:47] os cara, povo respeitando, pô, esse cara é foda.
[18:51] Ah, tem uma, a clássica, que é do da biografia do do Tony,
[18:55] yomi, que ele falou um pouquinho sobre o Leme.
[18:58] E aí eu disse assim, a quem era o Leme?
[19:00] O Leme era um cara que um dia eu estava com ele na passagem de
[19:03] som, ele tava tocando embaixo dele, chamou o técnico de som
[19:07] ali do do baixo, né? Assim, vem cá, tu tá escutando
[19:11] um som horrível saindo do meu amplificador, e aí o cara não,
[19:15] não tá tudo certo, não tá não, então aumenta muito mais.
[19:24] Tá. Louco, meu cara, que quando ele
[19:26] parou de beber ele teve. Ficou viciado em mirtilo, né,
[19:29] cara? Ele foi pro hospital internado,
[19:32] diabete, porque o cara não conseguia controlar e ingerir.
[19:36] Mirtilo assim nesse nível que a pessoa era, né?
[19:39] Esse nível de personalidade vocês.
[19:41] Assistiram aquele documentário dele?
[19:43] Que coisa mais curiosa, a vida do cara, o apartamento.
[19:48] Ficaram uma bagunça cheio de tranqueira.
[19:51] Umas cenas assim, muito doidas assim, o cara jogando Xbox 360,
[19:55] jogo de aviãozinho. É o mesmo apartamento para o
[19:59] qual ele se mudou na época do 1916, que ele morou ali até
[20:02] acabar a vida ali perto do Rainbow, que estava pra ir
[20:04] andando. É.
[20:07] Mas era essa doideira assim. Agora sim, foi a partir desse
[20:10] documentário que o Leme começou a deixar de ser uma figura do
[20:15] rock pesado pra virar esse meio que mito do da figura além rock
[20:20] and roll assim, né? Que acho que é uma das coisas
[20:22] que legal de falar que a gente tinha muito Leme.
[20:26] A gente que corte a metal sempre teve o Leme nessa figura.
[20:29] O Leme é Leme, Deus, quem que é? Mas quando você saia assim, o
[20:34] Leme era. Praticamente desconhecido fora
[20:37] desse meio. Foi a partir desse documentário
[20:39] que, de repente, uma galerinha começou a idolatrar o Leme
[20:43] também da figura do Leme do velho, que não faz concessões,
[20:47] que está morrendo. Aí vê que vai morrer no palco,
[20:50] como quase aconteceu. Aliás, outra curiosidade de
[20:54] bastidor da época do Monster é que eles foram 96.
[20:58] Eles foram No No manifesto. Aí o Leme ficou lá bebendo lá,
[21:02] levou uma fita cassete. De um disco que na época não
[21:05] tinha lançado ainda, Eu Acredito que seja Oo 96.
[21:11] É porque depois vem o sneak by to love, né?
[21:13] Mas acho que o vernad sensation, ele levou a fita, pediu para o
[21:16] pessoal tocar lá em primeira mão, né?
[21:18] Ela toca aí o esse meu disco novo.
[21:19] Aí foi embora e esqueceu a fita. OOOEO Vitão bonez pegou a fita
[21:27] depois e tocou no backstage. Lembro eu ouvir as músicas do
[21:31] backstage assim, que era um advanced, que não tava o show,
[21:33] não tava o turco inteiro. Eu tinha umas 4 ou 5 músicas,
[21:36] né? E aí eu lembro.
[21:37] Aí eu lembro de ouvir No No Vitão bonez essas músicas.
[21:40] Ainda assim, um hoffnix total e uma fita cassete, né cara?
[21:44] Então. É isso aí.
[21:45] Já falamos bastante um pouco da figura do Leme.
[21:48] É inevitável, né? Não tem como.
[21:50] É impossível. A gente poderia gastar um
[21:52] episódio fácil aqui contando as coisas, mas vamos dar um
[21:55] pouquinho de contexto pra gente seguir.
[21:58] Nineteen sixthing, nono álbum de estúdio do motorhead, foi
[22:01] lançado em janeiro de 91. Foi produzido inicialmente lá
[22:04] para o headstation. Quem ouviu nossas sagas Ramones
[22:07] vai lembrar dele posteriormente. Quem assume a produção foi o
[22:10] Peter solley. O headstation foi demitido, a
[22:13] banda não tava feliz com o trabalho do cara, formação da
[22:16] época Leme. Vocal, baixo, Phil Campbell
[22:21] guitarra, Michael virzel buston na guitarra, Phil filth, animal
[22:25] Taylor na bateria Leme que eu fui aprender, eu vou falar uma
[22:30] coisa para vocês, eu passei a vida inteira chamando ele de
[22:33] Leme kilmerster no show do bangers do do Jimmy Simmons, eu
[22:39] aprendi que na verdade é keymeister.
[22:42] Eu não sabia porque o gene dedicou uma música para ele.
[22:46] Ele falou do. Do funeral que ele foi tudo e
[22:49] ele falou Leme que o meister Leme que o meister várias vezes.
[22:55] Eu não confio em norte americano falando, usando o nome ali, viu?
[23:02] Os caras da luta, não. Mas o norte americano, os caras,
[23:07] eles não sabe, não são? São 100% ali eu sempre falei
[23:12] Leme, Leme e. Intimister a vida toda, a vida
[23:15] toda, daí depois esse. Vende tanto no Dinis Simons como
[23:18] ser como a pessoa pra gente saber como que pronuncia o nome.
[23:22] E nenhum americano em geral americano é muito vagabundo pra
[23:25] essas coisas. Eles lem do jeito que eles acham
[23:27] que é. É real isso falando assim, se o
[23:29] Carlos estivesse aqui, ele poderia até provocar eles não
[23:33] tem essa preocupação de querer saber qual que é a origem
[23:35] fonética da palavra e tal. Eles lem do jeito que eles acham
[23:38] que é, está lendo ali. O mais?
[23:41] Que o mais ele vai falando isso? Tanto é verdade que eu me lembro
[23:50] quando saiu, acho que um primeiro iPhone que uma amiga
[23:52] minha comprou e ela botou assim, Ah, o nome da pessoa.
[23:56] Quando ligasse, IA dizer o nome da pessoa, né?
[23:58] E o meu nome? Vamos lá, não é o nome mais
[24:01] comum que todo mundo já ouviu falar, né?
[24:04] Aí o iPhone dela, ela se matando de rir, me liga de novo aqui.
[24:07] Aí eu estava na frente dela e ela.
[24:10] Botou na minha cara assim. É muito bom.
[24:18] É então esse disco aqui também conta com um convidado aí, um
[24:21] cara que toca um chelo na faixa título, chama James hoskins.
[24:26] Foi o último disco com o animal Taylor na bateria.
[24:29] A gente comentou, já que o virzel já faleceu também, fio
[24:34] Campbell já faleceu, o Leme já faleceu, o animal Taylor faleceu
[24:38] também, não sobrou nada. Que tristeza.
[24:41] Tô rindo, mas é triste. E a capa do álbum?
[24:45] Meus queridos, o que que vocês acharam?
[24:46] Começa aí com a mãe do tema aí, Renata.
[24:50] Cara, essa capa, ela é tão pra mim, tá?
[24:52] Ela é muito icônica e muito memorável e muito marcante.
[24:57] Nossa, que redundante. Enfim, vou me permitir ser,
[24:59] porque é tudo que que eu amo tá dentro desse disco.
[25:04] É assim como o Leme, eu também. É como ele era, né?
[25:09] Mas assim, obcecada por história viciada em história, amo
[25:14] história da humanidade e principalmente tudo que fala da
[25:18] primeira, da Segunda Guerra Mundial.
[25:20] Sempre foi coisas assim que me chamaram muita atenção e sempre
[25:24] me fizeram pesquisar e ler muito, sabe?
[25:28] Então essa capa que retrata isso da da da primeira guerra
[25:32] mundial, as bandeirinhas, Oo logo do meio, ela sempre metrô,
[25:37] sim. Esse fascínio por retratar tudo
[25:40] que eu adoro, né, que é rock, história e curiosidade.
[25:44] E a diversão também. Mas aí vai vai ter dentro do
[25:48] disco, não da capa em si, mas ela ter esse o fundo preto, EE,
[25:53] só aquelas bandeirinhas ali no meio, marcando cara.
[25:56] Para mim, aquilo quanto criança era como ver tipo, sei lá, sabe?
[26:01] Antigamente tinha aqueles jornal, era jornal que tinha com
[26:05] as. Bandeiras da de quem IA jogar na
[26:08] copa, já que a gente tem ritmo de copa, né?
[26:10] Então eu ficava fascinada olhando porque eu queria ver e
[26:13] tal. Então aquilo ali para mim me
[26:14] representa isso. E eu adoro essa capa, eu acho
[26:16] ela super emblemática e ela condiz muito com o que o disco
[26:20] vai querer dizer. Thiago, você compartilha da
[26:23] mesma opinião que eu. Você acha essa capa zoada
[26:26] preguiçosa? Não pode falar mal dela hoje,
[26:29] tá? Ô, assim, é uma capa de guerra,
[26:34] né? 1900 a música 1916 é inspirada
[26:35] numa Batalha da guerra, e aí tem todo o faz todo o sentido, né?
[26:40] Você tem um aviãozinho ali, uma bombadeira, você tem os
[26:42] negotuficos com Chapeuzinho, né? Chapeuzinho de de oficial
[26:45] alemão, né, que era uma das coisas que muita gente achava
[26:50] que o Leme era nazista, porque o Leme usava, gostava da usava
[26:53] muito, o artefato alemão que ele colocava, mas o Leme, você tinha
[26:58] sempre a desculpa dele de que. Ele gostava de guerra, mas ele
[27:02] não tinha culpa que os vilões são sempre muito mais elegantes
[27:04] do que os heróis, né? Então aí ele gostava das roupas,
[27:09] mas é legal pra caramba, a capa ficou sensacional, esses
[27:13] megawtuf com chapéu com a cabeça, o chapéu, boina, sei lá
[27:17] o que que é exatamente desculpando a cabeça dele ali,
[27:20] as Correntes, acho que legal pra caramba com as bandeiras, todos
[27:23] os artefatos de guerra, acho uma baita capa de disco, funciona
[27:26] muito bem, você também acha isso?
[27:28] Alce? Ô louco, eu acho que sacava
[27:31] muito foda. Quando saiu esse disco, eu tinha
[27:34] 16 aninhos, não era muito versado em história e eu
[27:39] pensava, esse disco tem uma música sobre Brasil, cadê a
[27:42] Bandeira do Brasil aqui depois, né?
[27:45] Com o tempo, a gente ainda bem vai se dando conta das coisas.
[27:48] A contracapa também é massa, tem toda agradecimentos, que era um
[27:53] clássico disco antigo, fica lendo os agradecimentos e as
[27:56] fotinhas deles como caveirinhas assim, bem representativo.
[28:00] Diria os 4 como cabelo, acho maravilhosa essa capa.
[28:04] Quis ter uma camiseta de alma, nunca achei na época.
[28:09] Teria hoje em dia eu acho. Será, não sei.
[28:12] E você, Bruno? Classe, teria a camiseta do
[28:14] 1916? Teria fácil, cara?
[28:17] Teria fácil. Ela tem carinha de camiseta, né?
[28:20] Vai ficar. A capa não tá plenamente
[28:24] ocupada, né? O fundo preto ela tem.
[28:27] Tem carinhas de camiseta mesmo, mas assim é eu.
[28:29] Eu acho legal pra caramba, mas Pra Mim Não É AA capa que me vem
[28:33] à cabeça quando eu penso em motorhead, né?
[28:34] Na minha cabeça vem primeiro o bomber, que era Oo disco que
[28:39] tinha em casa, que esse aí o aviãozinho lá tá tá entranhado,
[28:43] mas sim esse of SPACE, né? Que então os caras de de cowboy
[28:48] ou overquill, cara, tem outras capas que que aparecem mais o
[28:52] orgasmatron, né? O trenzinho lá.
[28:55] É, são, são. Acho que me vem a cabeça
[28:57] primeiro, mas cara, não tem como não não achar legal, né?
[29:00] Além do chapéu que o Thiago comentou, cara, ele tá babando
[29:03] sangue, né, em cima de um cemitériozinho, cara, é legal
[29:06] demais. Isso aí é representativo demais
[29:09] do da da ideia do Leme pro pro disco.
[29:13] E aí, William, você acha que tem mais algum outro sentido
[29:19] subtexto aí? Acho que não, né?
[29:22] Eu li em algum lugar, se um de você souber a informação, joga
[29:26] na mesa. Aí parece que faltou uma ou 2
[29:29] bandeiras. Aí, alguma coisa, né?
[29:30] Que tem algum pessoal que chiou, que foram deixados de fora, sabe
[29:33] disso? Todos os países que participaram
[29:37] da primeira guerra aí, né, eu não.
[29:38] Sei o que eu estou vendo aqui. A França, né?
[29:40] Principalmente, principalmente a Batalha de sommy, que é o que
[29:43] ele usa ali, é. Especificamente a Batalha.
[29:45] Especificamente foi na foi na França, né?
[29:48] Não estou vendo só a Bandeira da França ali.
[29:52] Mas eu não sei também, sabe? Porque tem um Monte de Bandeira
[29:54] que ainda é de Império, né? Então é tipo de Bandeira.
[29:57] É ainda era Império Otomano, ainda tinha os outros.
[30:00] Ali tava o fim do antigo regime, né?
[30:03] Eu gosto mais de outras capas do motorhead, mas eu acho que essa
[30:06] aqui representativa para o conceito do disco funciona.
[30:10] É bem legal, é sempre legal. As capas de disco com bandeiras,
[30:12] né? De de países assim.
[30:15] Já tem outras bandas que usaram bastante, né?
[30:17] Uma novidade, mas aqui a gente funciona bem, cara.
[30:20] É, o Bruno fez um gesto aí do menor.
[30:23] O Saxon já usou, enfim, bastante os exemplos.
[30:29] Os exemplos são muitos aí, mas se eu fosse citar outras capas
[30:31] do motorhead, cara a nother, perfect day, uma capa que eu
[30:34] gosto bastante, própria capa do verquil própria, capa lá do o
[30:40] Martin di, entendeu o inferno? Eu acho que as capas foram
[30:46] melhorando com o tempo after chock, uma capa legal também.
[30:49] Tá, mas aí vamos considerar a época.
[30:50] Vamos considerar que para a época aí acho que para o que se
[30:54] tinha, funcionou e funciona para o disco, isso é importante.
[30:59] Prontos para ir? Para o faixa faixa.
[31:11] O Leme sem bigode, cara. Meu filho fica puto da cara
[31:15] quando vê essa foto. Não me mostra a foto do Leme sem
[31:17] bigode que eu não. Quero foi um puta susto no
[31:19] monsters quando ele apareceu sem bigode.
[31:21] Cara, eu achei que não, não existisse isso.
[31:25] É bem estranho. Vamos lá para a faixa um the
[31:31] want to sing the blues? Abrindo os trabalhos pra mais
[32:03] não que sacanagem, cara. Que abertura fantástica.
[32:08] Ela vai com os 2 pé na porta é o volume no tal bem a la motorread
[32:13] e uma coisa que. Esse disco vai ser diferente de
[32:17] todos os outros, na minha opinião.
[32:20] É que ele vai além do volume. Alto, né?
[32:23] Que era padrão motorhead, tudo muito alto, fica dor alto, tudo
[32:27] super no talo. Aqui ele ele vai além disso,
[32:32] sabe? Ele vai trazer uma guitarra
[32:34] muito bem colocada. A bateria, cara, é, perdoe me,
[32:38] mas é animal. Ela é assim, sabe?
[32:45] Eu não sei nem exemplificar para vocês, mas ela É Ela do jeito
[32:49] que eu amo, de que eu adoro. O Leme tá com baixo dele,
[32:52] estourando, então assim, é uma disputa de baixo, bateria,
[32:56] aquele groove e a voz dele tentando sobrepor tudo aquilo,
[33:01] trazendo essa abertura super explosiva e que eu adoro.
[33:05] E essa a letra que fala sobre sobrevivência, né?
[33:08] Ela é gado, ela é. Todo disco vai retratar todo,
[33:11] não alguma. A maioria das faixas vai
[33:13] retratar um pouco sobre sobre isso, mas cara, puta, abertura,
[33:17] eu acho. Eu não, não, não acho nada.
[33:19] Eu tenho plena certeza. É a melhor abertura do que
[33:23] qualquer disco do motorhead para mim.
[33:25] Bruno glaser, sua opinião? Joga.
[33:29] Na mesa? Não sei opinar assim, OA melhor
[33:33] abertura de disco, não? Mas começa muito bem, né?
[33:35] Só que acho que a minha interpretação da letra vou
[33:38] ativar o modo Thiago zuma, que é meu novo problema, ouvindo o
[33:42] disco e analisando letra aqui, me parece na verdade uma letra
[33:46] de uma separação que o Leme está falando, cara, você que vai se
[33:50] ferrar. Mas OOOA mensagem aqui
[33:55] subliminar é que cara é, eles estavam trocando de management,
[33:58] né? O motorhead pra esse disco aqui.
[34:01] Deu foi 11 gap grande de tempo até sair entre o disco anterior
[34:05] e esse. E aí teve essa briga, né?
[34:09] Ele era da GW RE, foi pra wtg, que é uma subsidiária da app da
[34:13] Sonia, que ele tá falando, cara, quem vai ficar chorando no canto
[34:16] aí quem vai cantar o blues é você, né?
[34:18] Você que se lasque, minha vida tá seguindo, mas cara, começa
[34:23] bem demais, né? E acho legal assim.
[34:26] Ele, ele tem ouvindo, cara, eu ouvi muito pouco esse disco
[34:29] aqui, eu vou confessar que. Ouvi poucas vezes na vida, mas é
[34:32] assim, ele é um disco de 91, mas ele já tem uma sonoridade bem
[34:37] moderninha nos 90, né? Acho que ele tem um som legal
[34:40] demais que a ré comentou, né? Ele é, ele é bem quente, né?
[34:43] É bem, já não tem aquela cara de anos 80, ele já tinha virado
[34:47] essa página cara, o riff é legal demais e eu tava achando, pô, me
[34:52] lembra messacre do thimleasy, né?
[34:55] Achei que ele tinha feito uma relação cara que eu conheci, até
[34:58] pelo cover do Iron Maiden, né? E aí estudando pro disco, eu vi
[35:02] que galera já tinha falado isso antes, então nada de novo aqui,
[35:06] mas ele me lembra bastante, cara.
[35:07] E é engraçado, né? Porque o eles chegaram a tocar
[35:10] com o roubo lá com o Brian Robertson, que era do do Tim
[35:13] lise no passado, mas o cara já tinha saído sei lá quantos
[35:15] discos atrás, né, que ela já tava fora da banda há uns 10
[35:18] anos. Mas cara, é música aqui?
[35:21] É é simples no nível motorhead, né?
[35:25] Então não é que é boba, mas ela tem um arranjo que é mais retão.
[35:29] Que é mais tradicional de de rock in roll mesmo, eu acho OOO,
[35:34] tipo de riff né? A versão que a gente fizeram né,
[35:36] dessa mersa que é do Tim lise, que é um onda para esquisito,
[35:39] cara, é legal demais esse negócio né?
[35:41] Os solos acho bem fodas aqui cada guitarrista tem o seu solo
[35:44] né? Que que se em pegada bem bem
[35:47] rock in roll, acho bem foda, cara, bem foda.
[35:51] Não sei se eu vi o walce balançando a cabeça que que você
[35:54] acha, cara, lembra um pouquinho a messacre ou não?
[35:57] Acho que tem um pouquinho, tem um pouquinho sim.
[36:01] E eu não sei se também, como abertura, essa é uma banda que
[36:06] teve já com uma abertura de discoverquil, né?
[36:09] Que é um nossa senhora também é outra, sei lá, é um massacre,
[36:17] né? Para eu chamar no Teams de novo.
[36:20] Mas cara, voa pewt animal Taylor, o cara aqui.
[36:25] Tá enlouquecido que ele saiu do motorhead, né?
[36:29] Ali nos anos 80, voltou no disco anterior.
[36:33] Não sei se ele gravou o próximo, mas ele foi expulso do motorhead
[36:35] de novo, porque louco demais para estar no motorhead.
[36:39] Vai entender isso, né? Mas cara, é uma abertura assim,
[36:44] maravilhosa. E eu acho que falando um pouco
[36:47] do filt assim, ele acha um baterista subestimado, porque
[36:50] ele não é muito técnico. Mas ele tem um estilo que não é
[36:54] reto, que é o que me incomodava um pouco.
[36:56] Depois me incomoda um pouco no Mickey d quando entrou no
[36:59] motorrético. Daí fica muito retão e o field
[37:03] tem assim que dá umas quebradinha.
[37:08] Ele tem uma identidade e uma violência de um jeito meio
[37:11] shuffle de tocar junto com a martelada.
[37:14] Não sei se alguma coisa de jazz que ele gostava, enfim, mas é um
[37:20] grupo diferente, né? E acho que é não sei se é a
[37:24] minha preferida do disco, mas uma das preferidas assim tem
[37:29] essa coisa que levanta logo de cara, não deixa dúvidas pra
[37:33] dizer, Ah, vocês estão achando que a gente vai amansar?
[37:37] Não, não vamos. Então o motorhed começa esse
[37:41] disco assim, ó, roncando enlouquecido, né, seu Thiago
[37:44] zuma? É, não é o Rolo compressor, né?
[37:49] Acho que é essa o que o botohead novo é que o Rolo compressor que
[37:52] já começa destroçando, né? Essa música não, ela já tem uma
[37:55] pegada, mas rock and roll um pouco.
[37:58] Eu disse assim, eu, eu falo esse disco para mim é o primeiro da
[38:01] fase Los Angeles da banda, assim que quando Oo lemyte ainda
[38:05] estava muito nessa pegada e às vezes eu sinto que tem um groove
[38:08] dessa música que me lembre, às vezes Guns N' Roses, acho que é
[38:10] um dos motivos consigo imaginar o Guns N' Roses fazendo cover
[38:12] dessa música. Mas essa coisinha do riff indo
[38:16] com AA bateria na naquele jeito do filtro animal Taylor tocar,
[38:20] fazer o pedal duplo, que é um groove imundo, assim, só dele
[38:24] mesmo é sujo, mas ao mesmo tempo não é reto e mas tem aquele
[38:29] pedal duplo colocando, então é muito próprio dele assim,
[38:33] concordo sempre, sempre com você.
[38:34] Ele é uma atriz muito bem estimado.
[38:37] E essa música? Música abre o disco bem animado,
[38:41] mas não é aquela música que eu começo te destroçando, ela
[38:45] começa te te chamando pra curtir a festa junto que esse disco com
[38:49] uma cara mais de festa assim agora a letra, eu acho que é uma
[38:52] letra que é de relacionamento, menino termina com Melina, mesmo
[38:55] assim eu não consigo fazer nenhuma leitura muito subliminar
[38:58] disso. Só que tem a questão do Leme,
[39:00] né? Que o Leme ele começa falando
[39:01] que é você que vai sofrer e termina com eu que vou sofrer,
[39:05] né? Tipo, ele abre, mostra uma
[39:07] vulnerabilidade no final. Então o Leme tem essas questões,
[39:11] as letras do Leme também. O Leme era um letrista muito bem
[39:13] estimado, assim de querer falar. Leme só fala ali das mesmas
[39:16] coisas, mas ele sempre tinha um ponto de vista legal, do jeito
[39:19] que ele colocava, o jeito mesmo quando ele queria ser sexista,
[39:22] ele era não era sexista, do jeito mais desgraçado possível
[39:26] assim. Então acho que é uma letra legal
[39:30] pra caramba, é uma baita música, abre o disco muito bem assim
[39:33] começa muito bem, mas não William.
[39:35] Começa sim, começa ótimo. Eu confesso que assim que me
[39:40] estranhou um pouco o disco é, estou acostumado com a
[39:43] barulheira do motorhead. Eu achei ele um pouco.
[39:46] Vou tomar algum cuidado para falar limpo, não, talvez um
[39:49] pouco mais. É um pouquinho mais pé assim, No
[39:55] No freio assim, em relação à barulheira.
[39:57] Fala. Polido, polido, polido é um
[40:00] disco mais polido. Eles disseram que foi o disco
[40:03] que eles, foi a primeira vez na carreira que eles tiveram um
[40:05] tempo para gravar um disco. E até então ela acabava a turnê
[40:09] 3 semanas no estúdio e o grava outro volta pra turnê assim aí,
[40:12] por causa de toda a briga de saída de gravadora, mudança de
[40:16] empresário, eles acabaram tendo. Eles tiveram um orçamento da
[40:20] Sony, né? Da subsidiada da Sony pra
[40:22] gravar, tiveram um tempo pra gravar, pra gravar.
[40:25] O suficiente até pra demitir produtor, né?
[40:28] Esse aí. É então, e o que eu mais, o que
[40:32] eu gosto mais são as guitarras, os rifes, principalmente solo.
[40:37] Na hora que sola tem rifão de fundo ali pra mim é o auge da
[40:40] música. O vocês já citaram um animal
[40:42] Taylor que não passa batido mesmo, o cara tá tocando demais,
[40:46] mas pra mim as guitarras pra mim é que entregam o néctar, o
[40:49] néctar da música e o Leme é o Leme, né pessoal?
[40:52] Sem comentários. Aquela voz de mais parece um
[40:55] Opala subindo numa ladeira, engatada na primeira marcha e é
[41:00] muito foda, cara, é muito foda mesmo.
[41:02] A letra é isso aí, não tem muito mais na narra, tem até 11
[41:06] partezinha que fala, né? É assim.
[41:08] Traduzindo, os opostos se atraem até se tornarem o mesmo, né?
[41:13] Então é fala isso aí mesmo, de de ir embora, de deixar a outra
[41:17] pessoa e ela que vai sofrer as consequências.
[41:20] Isso aí foi um single do álbum essa música.
[41:23] Foi o primeiro e falaram que foi o primeiro single em CD do
[41:27] motorhead, né? O primeiro single do AD,
[41:28] primeiro que saiu em nessa mídia.
[41:32] Seminova na época aí, né? E tu vê o motorhead nessa época
[41:37] que o grunge ainda não tinha tomado de assalto o mundo, então
[41:39] eles estavam ali, esse som mais mais soft.
[41:42] Mas aí você vê quando grunge aparece.
[41:45] Aí o motorhead parece que ele caga pro grunge, mas ele mete a
[41:48] barulheira de novo e sai, né? Sai roncando por aí, né?
[41:52] Os discos ali que tu pegar de 94 pra 95 em diante, ali, isso é
[41:56] bacana. Segunda faixa, eyson bad baby.
[42:25] Idol care. Cara, eu sou completamente
[42:28] apaixonada por essa faixa, eu acho que essa faixa é minha
[42:30] cara, inclusive a maneira como ela sabe Como Ela É, ela é feita
[42:35] assim é por que que eu digo que ela é minha cara?
[42:38] Porque é o Leme sendo debochado, cara, essa música é um puro
[42:41] deboche, quem me conhece sabe que eu sou um pouquinho
[42:43] debochada, então eu eu me divirto horrores ouvindo essa
[42:47] música, é uma música que sempre me coloca para cima, eu sempre
[42:51] fico muito, muito feliz em escutar ela, é uma.
[42:54] Puta homenagem de que Berry, cara, ela tem essa coisa
[42:59] antiguinha dentro dela, mas ao mesmo tempo ela me coloca dentro
[43:02] de um hard rock, o oitentista, sabe?
[43:05] É como se eu tivesse ali caminhando Na Na sunset e
[43:10] tomando um jackzinho, ouvindo essa música feliz da vida,
[43:12] porque ela me deixa muito feliz. Não sei ela ela deve algum deve
[43:17] sair, algum estudo explicando é. Qual algum instrumento, alguma
[43:23] parte ali dele que causa isso no meu cérebro, esse esse sensor,
[43:26] sabe porque ela é maravilhosa, ela é maravilhosa, só sei dizer
[43:30] isso dela. Ela é muito boa.
[43:32] Ela começa assim, simplesinha, sabe, humilde como quem não quer
[43:37] nada diferente da primeira. EE aí ela vai para esse I'm so
[43:42] bad baby, I Don't Care. A Ana, cara, isso para mim é o é
[43:45] o ápice e eu sou apaixonado por esta faixa.
[43:49] Tu balançaria o ombrinho William para essa faixa?
[43:51] Faria bençinho, não, não merece. Essa não Ah, essa não deletado,
[43:57] bloqueado, Ah orgasmatron vai orgasmatron vai não tá tum, tum,
[44:02] tum, tá tum, tum. Pode bloquear.
[44:07] Tu acha que essa não não sai mais?
[44:11] Desistimos de YouTube. Não vai ter mais.
[44:12] Acabou é. Mas assim, vocês acham que essa
[44:17] atitude do Leme nos dias de hoje, isso seria de certa forma
[44:22] cancelado ou não? Cara, ó ninguém, ninguém cancela
[44:28] Leme, tá proibido cancelar a Leme.
[44:30] O Leme é o único ser que não pode ser cancelado.
[44:33] Eu passo quando? Ele não IA se importar com isso,
[44:35] né, cara? Ele tá pouco se fodendo.
[44:38] Foda se. Porque ele primeiro?
[44:41] É que ele IA perguntar assim, o que que é cancelamento?
[44:49] Assim IA aparecer várias mulheres assim que da cena rock
[44:54] and roll falam que o Leme era o tipo.
[44:58] Um cara mais gentil, cara que mais bem tratava elas de toda
[45:03] cena do rock, assim que mais dava espaço, que mais queria,
[45:07] tipo que trata se igualmente que não aceitasse, que não tratava
[45:09] se igualmente, né? Cara, ele deu um puta.
[45:13] Ele deu um puta conselho pra pra a lita.
[45:15] Inclusive ela fala Na Na biografia dela sobre isso, sobre
[45:20] 11 noite no bar, que ela tava com ele lá conversando e ele foi
[45:24] tipo brotherzaço dela. Então ele é um cara bem, ele era
[45:29] um cara bem quisto. Girl School, Angel Williams,
[45:33] assim era todo mundo, tipo, adoro o peste todo, sempre foi
[45:38] muito. Sempre fala dele como uma das
[45:40] pessoas mais respeitosas que eles conheceram, que mais bem
[45:43] tratavam. Ele disse, inclusive, que quando
[45:45] ele foi o road do Jimi Hendrix, ele diz que ele, o próprio
[45:49] Hendrix, era muito gentleman com as mulheres também.
[45:52] Você tratava daquele de puxar a cadeira para sentar assim,
[45:55] entendeu? Ele é meio que aprendeu, ele
[45:57] disse que ali, que ali que ele viu, como é que se trata, né?
[45:59] Coisa. E eu gosto da música, cara, eu
[46:02] gosto também, como eu já compartilhei, eu vi no fúria, eu
[46:05] acho que ela tem uma atitude grosseira, acelerada, bem
[46:09] característica, né, do do motorged, é o que se espera, né,
[46:12] da banda, né, vamos combinar, né, não tem muito o que falar
[46:15] não, né, essa temática de alta celebração aí da do berez, né,
[46:21] tipo, o cara durão tá nem aí pra crítica.
[46:24] Tipo, eu sou tudo isso aí que todo mundo diz mesmo eu sou mau
[46:27] e eu não ligo, entendeu? E isso é, tem 11 tom de exagero,
[46:34] mas é um exagero bem humorado, né, entendeu?
[46:37] É bem, é bem atípico. Motorhead, gosto, gosto também.
[46:41] É sensacional essa hora que chega, a música vai nascer
[46:44] crescendo todos. É na hora que ela para.
[46:46] É clássico pra caramba. É isso, né?
[46:50] Mas eu sinto o riff assim, tem uma pegada meio saco, são o riff
[46:53] dessa música, uma coisa meio new Wave, but the sheve metal total
[46:56] assim, nessa, na pegada dela com a levada da motorhead, mas de
[47:01] novo que a gente fala esse motorhead por lido, assim esse
[47:04] motorhead que nunca vira um Rolo compressor no disco inteiro.
[47:06] Aí eu entendo que o fã da velha guarda talvez não tivesse
[47:10] gostado tanto desse disco do motorhead, porque ele tava
[47:13] esperando. Vim atropelar, né?
[47:15] E o disco não te atropela, ele te carrega junto, então eu acho
[47:19] que é legal pra caramba. Mas eu acho musicaço assim da
[47:23] letra como a gente tava colocando ali, é, ele tá fazendo
[47:25] a caricatura, né? Ele tá zoando, né, ele falava
[47:28] mais velho que os Rolling Stones, é um momento, ele zoa,
[47:30] você auto zoa, ele tá tirando sarro dessa postura assim, então
[47:34] é debochado pra caramba, assim como a re falou, ele tá
[47:38] trouxendo uma caricatura desse super macho do rock and roll
[47:42] assim, acho que é Leme sendo Leme mais uma vez ali não é não,
[47:47] Bruno. Leme sendo Leme, cara, Leme é
[47:51] fodão, faz o cego ver, né? Coisa boa demais de de alguma
[47:56] forma. Cara, a Rê falou que é a música
[47:58] que ela ouviu primeiro. Eu não sei porque é uma das
[48:02] primeiras músicas que eu tenho memória também do do motorhead,
[48:05] eu não sei, eu não lembro se eles tocaram no naquele monstros
[48:08] ou não, mas por algum motivo essa faixa me marcou bastante,
[48:12] né? E eu também adoro, cara ela, ela
[48:14] tem essa carinha de de rock com os clichês de blues No No rif
[48:18] também. Tem esse lado que o tchau,
[48:20] comentou de de no wob, né? Mas ela me lembra um pouquinho o
[48:25] rock in roll, né? Tem aquele, né, o esquemom, né?
[48:30] De de ter uns leaks de guitarra durante a música, que são bem
[48:33] bem rock in roll também, cara. Eu eu gosto demais dessa faixa
[48:36] aí. Até aqui tamo tamo perfeito.
[48:40] Ô Bruno, é tocaram. Sim, eu estava consultando no.
[48:43] Sentido de São Paulo, tocaram. Terceira.
[48:45] Faixa, Ah, então. É, me marcou muito, cara.
[48:48] Eu lembro muito disso. E eu acho que aí desse show
[48:50] também que me marcou demais. Sacrifice cara, né?
[48:54] Eu nunca tinha ouvido, né? Então o impacto de ver esse
[48:57] negócio ao vivo é maravilhoso. Acho que o clipe já tocava no
[49:01] fúria, assim, nessa época. Tocava cara pra mim é uma das
[49:08] mais parecidas com um motorhead clássico aqui nesse disco.
[49:12] Que o até o Thiago comentou antes que é o primeiro da série
[49:16] motterhead em Los Angeles, né? E já mostra assim, daqui a
[49:21] pouquinho já vamos começar a ver essa essa mudança no som bem
[49:25] daqui a pouquinho mesmo. E essa ainda mantém.
[49:28] Eu acho que é a característica inicial da banda, ainda mais
[49:31] quando tem o field fazendo aquelas quebradinhas, né?
[49:36] Fazendo um diferentezinho ali No No shippo, no, no, no simbal,
[49:39] aqui No No somente fala xippomas é um simbal.
[49:42] E também a maneira como eles tocam, como é que tá aquela que
[49:46] é que é uma coisa que o Eddie Fest Clark fazia muito também
[49:51] adoro, adoro essa música do disco.
[49:54] De fato, assim é a que eu mais gosto é esse triknina pura
[49:59] armson bad Bay add on care, foda demais, uma das minhas
[50:03] preferidas da banda também. Então parabéns motorhead.
[50:35] Terceira faixa. Ó como eu achei a bateria dessa
[50:41] música animal e eu sei que tu toca baté alcio passo para você
[50:44] começar. Ô louco, bicho cara, é é uma das
[50:52] músicas assim mais interessantes desse disco para quem estava na
[50:56] época, porque de repente o motorhead começou extremamente o
[51:02] motorhead, esse disco. Como assim essa música está mais
[51:05] amigável? Ela está, sei lá, um pouco
[51:08] comercial, com várias aspas assim, 5 de cada lado.
[51:12] Pelo menos ela é mais amigávelzinha, mais melódica que
[51:18] que está acontecendo aqui. Os legislados da época, tipo eu
[51:22] assim, já ficaram meio ressabiada, já levantou um
[51:25] cabelinho do pescoço assim, mas cara, não tem como.
[51:29] Essa música é muito boa, ela é quase um hino lá.
[51:33] Ela é grandiosa? Ela é.
[51:36] Dá vontade de um show assim, cantar junto, refrão de bracinho
[51:41] levantado, um olhinho fechado e chute em quem tá por perto.
[51:44] Não tem escapatória, cara, ninguém no céu tá te ouvindo,
[51:49] pode pedir ajuda? Lide com isso, não vai
[51:52] acontecer, canta com a gente. E acho que no disco anterior
[51:57] teve uma, no rock and roll teve uma.
[52:00] Que já me começou a apontar é para esse lado.
[52:02] Acho que era a For You, se eu não me engano, que ela é um
[52:05] pouco mais melódica assim, mas não tanto quanto o novo sistema
[52:09] Sky. Mas essa é uma das músicas
[52:10] assim, vou dizer de novo, uma das preferidas do disco, que
[52:13] esse disco por enquanto só tem preferido, né?
[52:16] Então, cara, será que é a preferida do Tiago zuma?
[52:24] Olha, tá ali assim, junto com a Emerson bad beddon, que é como
[52:28] uma das favoritas do disco também.
[52:30] E assim era um sonho, era ouvir essa música ao vivo, cara, assim
[52:33] que você falou, é, é refrão para você cantar junto, sabe?
[52:36] Cadê essa ponte? AI AI, tu consegue imaginar ele
[52:42] parando de cantar e deixando para o público coisa que nunca
[52:44] vai acontecer no show do motorhed, cara?
[52:51] Mas sabe do tipo que acontecia só naquela parte do meio da act
[52:55] page, de vez em quando que o público atropelava ele, que ele
[52:57] perdia o fôlego, o público começava a cantar, a parte do
[52:59] meio conseguia conseguia imaginar ele chegando no refrão
[53:01] ele parando, não fazendo isso né, achando não vó, isso é
[53:04] assim, Deus que todo mundo cantando junto, mas o musica
[53:07] assim ele faz dia de bateria do filt animal pra caramba e minha
[53:11] mãe quando chega no solo ele começa a levar só no Ride ali
[53:13] cara puta, você vê aquele grovisão esquisito dele, mas que
[53:17] é. Que principal característica
[53:20] para fazer o motorhead ser legal com ele assim?
[53:23] Então assim ela é musicaça musicaça, você também não acha
[53:26] não re? Cara, essa é uma faixa que
[53:30] mostra a maturidade para mim do motorhead aqui, sabe?
[53:34] Ela traz um lado mais centrado, mais Sério ela.
[53:38] Sai um pouco daquela energia caótica acelerada EE rápida do
[53:45] motorge e cai pra um lado mais soturno.
[53:47] Assim, não sei, mas talvez um pouco melancólica, apesar da
[53:50] melodia. E eu curto pra caralho essa
[53:53] faixa, como eu disse, eu acho ela super madura, eu acho ela
[53:56] muito inteligente. A bateria dela, ela cara, tá
[54:00] simplesmente maravilhosa pra mim que sou uma, como sempre diz que
[54:04] sempre fosse dizer, amo bateria. Amo baixo, então eu me sinto
[54:08] muito bem servida, sabe? Me sinto muito bem, cara.
[54:11] Eu fico admirando e contemplando faixas assim.
[54:15] E é uma puta faixa, tá aí uma faixa é animal, Bruninho tua
[54:21] vez. Minha vez é, eu vou.
[54:28] Eu vou ser um semi do contra aqui, cara.
[54:30] Eu acho legal essa faixa, mas não é das minhas favoritas não.
[54:34] É, ela tem uma carinha pra mim assim, tem uma faixa aqui que é
[54:38] abertamente em Ramones, mas essa fechadamente Ramones, né?
[54:41] E aí vou jogar pro alcio já, cara, esse chimbal que tem na
[54:46] faixa é muito Ramones pra mim, né?
[54:48] O cara tá tocando, é muito frenético, cara, é muito
[54:53] frenético. Isso que é bem típico Pra Mim
[54:54] Não É não, esse velocidade de chimbal ali.
[54:58] É a mesma escola. Eu não sei os 2.
[55:02] Não sei se o Ramones se lançou um pouquinho antes ou não, mas
[55:05] de qualquer maneira é a mesma escola, né?
[55:07] Eles todos repetiram lá o ano do do chimbau e o cara?
[55:12] É muito frenético, né? É a música produzida pelo
[55:14] artistagem, né? Também.
[55:16] Ah, faz sentido, né? Ela tem uma pegada mais simples,
[55:20] né cara? Aquele pré refrão que o Thiago
[55:22] cantou empolgadamente que sobe um pouquinho.
[55:24] E aí o refrão é grandioso, cara. Eu acho bem legal, né?
[55:29] É esse lado bem mais cativante, sei lá, foi o que o Rossi falou,
[55:34] que é meio selot, né? Tem 11 lado um pouco mais pop, a
[55:37] música fica legal pra caramba, né?
[55:39] É, mas assim não, não é das minhas favoritas do disco não,
[55:43] cara, é, não sei. O William fez uma careta aqui,
[55:47] tô achando que eu tô sozinho nessa, né, William?
[55:49] É, tu tá mesmo, tá? Sim, porque não tem como, cara.
[55:53] Isso aqui é um. Isso aqui desce igual Um gole de
[55:56] uísque cowboy, aqueles uísque bem vagabundão assim, sabe?
[56:00] Cara, isso aqui, isso aqui é é um atropelo.
[56:04] Sabe? As 2 guitarras, o baixo do Leme,
[56:06] cara, puta merda, rápida, pesada.
[56:09] Eu acho que é uma fórmula que não tem como errar.
[56:12] E eu gosto dessa fórmula do motorhead de 2 guitarras, porque
[56:16] tem a parte onde onde você tem o solo e enquanto você tem um riff
[56:20] que eu acho que funciona bem e é o motorhead com uma guitarra só.
[56:24] Normalmente a gente tem ali ou um solo ou ou um riff, e o
[56:27] paixão do Leme lá, distorcido pra cacete.
[56:30] Fazendo lá o uma base, né? E aqui não, aqui, aqui fica uma
[56:34] coisa, uma camada assim, bem, bem pesadinha, assim, bem, bem
[56:38] boa, tá pra mim, é isso aí, cara, muito boa a faixa.
[56:43] Faltou alguém, todos foram. Só falar que tem 11 leve anti
[56:49] religião aí do do Leme, né cara? Ah, sim, é?
[56:51] Uma letra de crítica social, né? Ele fala de acumular dinheiro.
[56:55] Não significa Felicidade, né? Que você vai.
[56:57] A maioria dos bilionários tem overdose de.
[57:03] Hipocrisia, né? É isso.
[57:06] É uma das letras mais políticas, mais uma crítica sociopolítica
[57:09] do Leme ali. Nada extremamente profunda, mas
[57:13] funcional assim. Eu acho que tem isso sim.
[57:16] Mas eu assim também tem um mix de outras coisas, né?
[57:19] Não sei, também pode ser tanto, é uma crítica social, política,
[57:23] não, não tenho otimismo não, ela até vai pra essa.
[57:26] Ela também questiona se existe justiça divina, o recompensa
[57:31] após a morte, entendeu? Dá um pouquinho ali também de
[57:34] pregador de TV, ó eles de novo, aí ó tipo pregadores de TV,
[57:39] vendem salvação por por trocados.
[57:42] Entendeu a ideia do do sacrifício que é, é sem sentido,
[57:45] sem recompensa no além, entendeu?
[57:47] É isso, né? Então, mas ele fala que os
[57:50] piores assassinos são os que viram a luz, né?
[57:58] Bom demais. Quarta faixa, go to Brasil.
[58:39] Brasil, né, cara? Isso daí.
[58:46] Na veia, né, cara? Chuck Berry, meio Chuck Berry,
[58:49] aí depois vai entrar no finalzinho, vai ter pianinho lá,
[58:53] divertidíssima pra caramba, rapidona 2 minuto e meio que
[58:56] passa o recado ao vivo era muito mais rápido ainda do que essa
[59:01] versão do estúdio, então era colocado ali musica, você acha
[59:05] que errou? Virou um dos clássicos.
[59:07] O disco, talvez o maior clássico desse disco, acabou virando a
[59:10] música que eles mais tocavam em show.
[59:12] Provavelmente desse disco foi essa.
[59:15] E assim era o Leme tocando rock and roll do jeito do que o Leme
[59:20] chegava que tinha que ser rock and roll, né, cara?
[59:22] Então o clássico, o clássico, a letra fazendo contando os caos
[59:27] de uma viagem de avião para o Rio de Janeiro.
[59:30] Inclusive prevendo, né, que as as companheiras Aerolíneas iam a
[59:35] falência ficar se fosse ficar dando bebida de graça,
[59:37] principalmente para o outro head na viagem.
[59:40] É eu. Eu não colocaria a bebida de
[59:43] graça para o motorhead, não, senão eu tava bem ralado nessa
[59:47] vida. Mas cara, o Brasil ouviu, né?
[59:49] Motivo de orgulho para esse para esse país tão sofrido, esse povo
[59:53] trabalhador. Que maravilha de música, Chuck
[59:57] Berry, rocabilly by motorhead aliás, para quem curte assim
[1:00:04] mais essa essa essa Vibe assim, mas daí mais tranquila, tem a
[1:00:09] banda. Que o Lemmy fez com o sliminging
[1:00:12] Phantom straecats e mais um outro cara lá que eu não me
[1:00:15] lembro o nome chamado the head cat.
[1:00:18] Eles só tocam standards assim nos anos 50.
[1:00:21] Alguma coisinha bem, começo de 60 também que é maravilhoso.
[1:00:25] Então é todos os clássicos, né? Goldman smolle, P&G soo e todas
[1:00:33] essas coisas no. Ritmo super rockabilly.
[1:00:36] Bellizaço pra caramba com o Leme cantando de boa e ele canta que
[1:00:42] é uma coisa linda assim parece um passarinho fumante e cara,
[1:00:53] adoro essa música empolgante assim rock, rock pra se divertir
[1:00:57] meu motorhead, rock and roll e foda se se alguém não gosta,
[1:01:00] desculpa, desculpa mesmo, mas cara tem que gostar dessa
[1:01:04] música. Depois dessa chamada, Bruno,
[1:01:09] você gostou dessa música? Lógico, cara, lógico.
[1:01:15] Mas depois de uma dessa, ele IA concordar de qualquer jeito.
[1:01:18] Cara, hoje a cutucada é minha hoje.
[1:01:23] Eita, cara a cara é rock and roll, né?
[1:01:26] Cara é morto head me play rock and roll.
[1:01:28] Isso aqui é. É bom demais, cara, é bom
[1:01:31] demais. O pianinho que o Thiago falou
[1:01:33] fica legal demais. Tem todos os clichês, cara, mas
[1:01:35] são os clichês do melhor jeito possível, né?
[1:01:38] A versão motorhead de tocar, de tocar os clichezinhos, né?
[1:01:42] Bom demais, cara, bom demais. Não tem muito o que acrescentar
[1:01:44] não só celebrar e junto com o aniversário da re, né re.
[1:01:53] Por favor, vamos substituir o parabéns pra você e vamos
[1:01:57] começar a cantar o verdadeiro parabéns é um puta rock is.
[1:02:02] É um clássico energia lá em cima, super inspirado.
[1:02:06] A maneira como o Leme fazia as composições dele assim.
[1:02:12] EE usava assim, AAO que ele tinha inspiração.
[1:02:15] Era muito única dele assim, uma coisa que eu sempre admirei,
[1:02:19] porque ele sabia prestar homenagem.
[1:02:21] Ele sabia nos mostrar a referência dele, mas sem ser uma
[1:02:25] cópia barata, sem ser uma coisa. É copiadinha ali, sabe?
[1:02:30] Corriqueira. Ele trazia a identidade dele
[1:02:32] ali. Ele fazia porque aquela música.
[1:02:34] Ficasse realmente conhecido por ser do motorhead, sabe?
[1:02:39] São coisas que eu acho fantástico, primordial e não tem
[1:02:41] mais o que acrescentar nessa música, anão ser dizer,
[1:02:45] adivinhem só, a frase não é maravilhosa como todos os
[1:02:48] discos, vou passar pano, é o meu disco favorito.
[1:02:51] É isso aí. Vai ser daí pra pior, né,
[1:02:53] William? Não, não tem pior não.
[1:02:56] Esse disco é bom. O disco é bom e é.
[1:03:00] Eu li que essa música? Veja, eu, eu disse, eu disse
[1:03:03] assim, ó. Daí para pior.
[1:03:04] Os meus elogios, é tipo meus pés, sabe?
[1:03:08] Paz, filha, é esse sentido. A minha gata passou bem na hora,
[1:03:12] a mãe do Leme passou bem na hora.
[1:03:15] É, eu acho que o instrumental da faixa ela é mais rock and roll
[1:03:18] raiz que você pode ter no disco Chuck Berry.
[1:03:22] Eu li numa resenha que isso é como se fosse o Chuck Berry
[1:03:25] chapado de metanfetamina. E para mim, ela tem basicamente
[1:03:30] assim, um dos motivos pelo qual o Leme dispensou o Edge, né?
[1:03:34] O produtor, porque tinha 4 faixas de estúdio que estavam
[1:03:40] sem som no durante a execução da música, quando o produtor tocou
[1:03:45] para ele e quando aumentou essas faixas.
[1:03:49] Revelou se eles som de claves e pandeiros que eles que ele
[1:03:53] colocou sem o consentimento da banda, entendeu?
[1:03:55] Daí eles ficaram puto com o cara e dispensaram ele, tá, essa essa
[1:04:00] é a história que que tá registrada, mas é outro
[1:04:03] clássico, cara. E acaba tendo essa puta
[1:04:06] identificação, né? Com o país, né?
[1:04:08] O cabe lembrar que nessa época 91, se vocês remexerem a memória
[1:04:15] de vocês. Não era muito comum ter
[1:04:18] manifestações sobre o Brasil em bandas de rock assim, letra,
[1:04:22] título, né? Então o brasileiro, ele nessa
[1:04:24] época, 91, ele era meio carentão de de shows internacionais, né?
[1:04:29] Quando eu vi uma banda para cá, era uma celebração, era uma
[1:04:32] coisa assim, nossa, meu Deus, tal banda vem para cá hoje, é
[1:04:35] uma oferta, né, hoje, hoje vem tudo amontoado aí o Brasil tá na
[1:04:39] rota nos shows, mas mas nessa época era um era um evento
[1:04:42] especial, né? Então quando você tinha uma
[1:04:44] banda aqui. Que fazia esse tipo de registro
[1:04:47] e colocava uma música com o título Brasil, cara, era o Elis
[1:04:53] Cooper também fez alguma coisa parecido no lastentation, ele
[1:04:57] colocou lá é citou o Rio de Janeiro também Na Na música its
[1:05:02] me, entendeu? Então, pô, é, é foda.
[1:05:05] Eu, eu curto essa música e eu acho que o Thiago já contou a
[1:05:08] história da da bebedeira lá No No 747 que eles estavam vindo lá
[1:05:13] da em sentido Rio de Janeiro, né?
[1:05:15] Em 89 é isso muito bom. Puxei na minha memória aqui e
[1:05:21] não veio nada, William, não lembro dessa fase.
[1:05:25] Que. Que você acha que fez o Leme
[1:05:29] querer escrever especificamente sobre o Brasil?
[1:05:32] William, o que que atraiu ele? Eu não sei se teve alguma coisa
[1:05:37] aqui. Especial no pós voo, eu acho que
[1:05:40] foi experiência do voo, pelo tamanho do do voo, a duração
[1:05:44] dele e o que eles devem ter aprontado dentro daquele avião,
[1:05:47] entendeu? Eu acho que foi mais assim,
[1:05:49] tipo, vamos escrever sobre um. Será que dá para chamar de
[1:05:52] perrengue de viagem? Não, mas talvez tipo, o voo mais
[1:05:56] longo que a gente já fez até hoje, de repente, não sei.
[1:06:00] Sessão da tarde, Hein? Vai ser a maior confusão.
[1:06:03] Eles vão aprontar? Que os caras da equipe técnica
[1:06:07] estão infelizes porque estão na classe econômica.
[1:06:13] É, eu só fico curioso pra saber o que diabos que o headstage
[1:06:17] botou a cara de clave e pandeiro.
[1:06:20] De certo o cara achou a Brasil. Vou meter um sambão aqui.
[1:06:23] Olha o motor head aí, gente. Tentou fazer tipo, tentou fazer
[1:06:30] tipo uma esse simple for the Devil, né?
[1:06:33] Fora que deve ser. Difícil tocar pandeirola nessa
[1:06:38] velocidade, né, cara? O cara caprichou.
[1:06:44] Leme, eles não ligam pra gente. A William também, mas a William,
[1:06:56] o William do Paraguai, tu que é gaúcho raiz aqui.
[1:07:01] Oo Leme poderia facilmente homenagear também dentro desse
[1:07:04] disco cantando do fundo da garota.
[1:07:06] Cara, eu acho que o Leme e o Baitaca tem coisas assim, ó.
[1:07:11] Extremamente. Comum, os 2.
[1:07:14] Deixava 100% Renata, agora eu quero, agora eu quero esse fit
[1:07:19] aí. Quem?
[1:07:21] Que precisávamos desse? Aí está aí para isso aí.
[1:07:25] Isso aí, vamos botar aí a para funcionar aí.
[1:07:50] Quinta faixa, Nightmare Dream time, Bruno, tu não começou
[1:07:55] ainda? Cara, eu curto demais essa
[1:08:00] doideira aí, né? Um lance meio psicodélico com o
[1:08:03] Leme falando invertido, né? Até fui ver o que que é, que
[1:08:08] diabos que ele tá falando ali, cara, os teoricamente é meio
[1:08:12] protesto. Na época tinha o PN, marcy, né?
[1:08:16] O lance da TIP gó lá, ele tava dando um.
[1:08:19] Uns recadinhos, né? De de free Speed, né, de
[1:08:22] Liberdade de expressão, mas cara, é é muito doido, né?
[1:08:26] Essas camadas de de som estranhos, cara, né?
[1:08:29] Teclado em baixo, meio meio doidos, cara, esse é um lance
[1:08:32] psicodélico meio de pesadelo lisérgico, né?
[1:08:36] Dá pra até imaginar o que tava na cabeça dele quando quando eu
[1:08:40] tava saindo a música, né? Umas cores diferentes e as cores
[1:08:43] distorcidas. Assim eu eu acho legal pra
[1:08:45] caramba, cara, e. Não sei, me lembrou de mais uns
[1:08:51] beach Boys lá, cara, acho que é sabotagem, né?
[1:08:54] Eu acho que eles ouviram essa música aí, né?
[1:08:56] Esse esse hiff esquisito, meio baixo, um poliritmo com com o
[1:09:01] resto da música aí, acho bem foda.
[1:09:02] Cara, legal demais. Acho que essa na eu não lembro
[1:09:05] desse disco lançado na época, né?
[1:09:07] Eu vou jogar pro alce porque acho que esse deve ter sido
[1:09:09] segundo a polêmica do disco. Sim, sem dúvida.
[1:09:13] Eu vou dizer que essa polêmica me atingiu sim na época, tá, eu
[1:09:17] não dava o trabalho, não me dava o trabalho escutar isso aqui,
[1:09:20] não, eu comprei o vi assim uma vez, tipo, que é isso?
[1:09:25] Vamos virar o lado, vamos virar o lado, né?
[1:09:28] Eu odiava com força lá, com força assim, tipo que isso,
[1:09:32] Lenny, o que está fazendo, cadê a porradaria, Lenny, mas hoje em
[1:09:37] dia a coisa já mudou. Totalmente assim, cara.
[1:09:41] Não é a minha preferida do disco, mas eu acho maravilhoso
[1:09:45] esse lance Sombrio, meio surreal, soturo nublado que essa
[1:09:50] música tem, assim que eu gosto pra caramba.
[1:09:53] E tem uns sintetizadores ali muito demonia, fantasmagóricos
[1:09:58] assim que tem um dá um toque meio gótico a coisa toda, eu
[1:10:03] acho que isso também. E o Leme andava muito com os
[1:10:05] góticos, especialmente com os Sisters of Mercy na época.
[1:10:09] Dos Cícero da primeira fase lá, né?
[1:10:12] Cheirava a anfetamina, tudo junto numa faca, né?
[1:10:15] O Leme enfiava a faca num saco de anfetamina e botava no nariz
[1:10:20] de todo mundo. E você só nunca disse não pra
[1:10:22] esse tipo de coisa, né? Então, cara, eu gosto demais
[1:10:25] desse clima lento, assustador, e assim é um pesadelo que o Freddy
[1:10:31] Krueger fugiria do Leme. Tenho certeza que isso
[1:10:35] aconteceria, né não, Renato? Certamente 123.
[1:10:42] O Lenny está atrás de você, cara.
[1:10:45] É, essa é uma faixa muito diferente daquilo que Oo fã
[1:10:52] Nutella está acostumado a ouvir do motorhead, né?
[1:10:56] Se nos tempos de hoje eu fosse apresentar esse disco, não seria
[1:11:00] com essa faixa, porque eu acho ela super diferente.
[1:11:02] Não, não, não, não. Ela não representa o que o
[1:11:05] motorhead é. Mas eu acho essa faixa muito
[1:11:08] boa, não, não, não tiro AA importância dela dentro do
[1:11:14] disco, ela é essa aí, ela é psicodélica, ela é uma viagem aí
[1:11:17] num ácido meio estragadinho, mas eu gosto disso é que é meio
[1:11:22] diferente, né? Ver o motorhead fazendo algo com
[1:11:25] algo sinógico assim essa essa parada mais mais viajada e tal.
[1:11:29] Mas eu curto muito essa faixa, Ela É Diferente.
[1:11:32] Isso aí é é é indiscutível. E é um momento mais denso,
[1:11:37] Sombrio, né? Mais carregado, acho que não
[1:11:40] tem, descreveu. Ó, isso não tem mais o que
[1:11:42] acrescentar. Não vamos passar para mais
[1:11:44] ninguém, né? Já encerramos aqui, então vamos
[1:11:46] para a próxima. Tiago, você vai elogiar?
[1:11:55] Não, não tem como não elogiar assim, Ah, então o Tiago vai?
[1:11:59] Falar agora? Aí eu IA ficar de trás, esqueci
[1:12:03] esquecida de novo. Né?
[1:12:05] Mas né, tipo Dream time, assim é o Leme, dando aquele aceno de
[1:12:10] volta pra época do rock indie, né?
[1:12:12] Assim, então hoje a gente talvez consiga enxergar.
[1:12:15] Acredito que a galera de 91 não nem nunca tivesse ouvido o rock,
[1:12:19] ouvido o rockwed na vida ainda. Quando começou a ouvir
[1:12:23] motorhead, sabia só que existia. Assim vocês falaram tudo, a
[1:12:26] música é sombria, é um pesadelo assim.
[1:12:28] Agora tem essa questão da crítica e a você vê os últimos
[1:12:31] versos da letra, ela meio que revelam que é a crítica social
[1:12:35] mesmo, né? Que é que é?
[1:12:36] O mal está dentro de nós mesmos, né?
[1:12:37] A gente não precisa de ninguém, não precisa de nenhuma outra
[1:12:40] pessoa, a gente diz pra nós mesmos, as as melhores das
[1:12:43] mentiras, ele fala isso, então, tipo, ele faz todo esse pesadelo
[1:12:48] pra querer falar do tipo Mano, é o problema, está dentro da
[1:12:50] gente, não adianta você querer ficar culpando.
[1:12:54] Pessoas pelo que os outros pela por causa de música e de outras
[1:12:57] coisas. Você que tá você que tá criando
[1:13:00] na sua cabeça todas essas coisas que tá querendo, tá culpando os
[1:13:03] outros. Então é musicaça assim,
[1:13:06] clássico, clássico, disco, imagino assim, né?
[1:13:10] Termina o lado a de um jeito muito esquisito pra quem era fam
[1:13:13] em 91 assim, você não acha isso também o. 11 faixas no disco
[1:13:20] cara. Se eu tivesse que enxugar uma,
[1:13:24] essa cairia fora, essa cairia fora, não é ruim.
[1:13:30] Confesso que eu fiquei mais simpático ela, depois dos
[1:13:33] comentários de vocês, porque vocês comentando, eu falei, eu
[1:13:35] não ouvi a mesma música, não é possível, não é possível, mas
[1:13:38] tudo bem, é diferente do que a gente está acostumado a ouvir.
[1:13:42] Eu, por exemplo, estou acostumado a ouvir no motorhead,
[1:13:44] né? Não é uma sonoridade diferente
[1:13:46] pra outras bandas aí que que o walce citou, que eu gosto
[1:13:49] também. Mas para mim é como se fosse 11
[1:13:54] vinheta maior do que ela precisa ser, sabe?
[1:13:57] Não é o tipo de música para o motorhead fazer assim, não sei,
[1:14:01] cara, eu estou sendo bem lexival aqui.
[1:14:04] Desses quase 5 minutos de duração, daria para enxugar para
[1:14:08] uma intro de uma música mais rápida, com no máximo um minuto.
[1:14:10] Aí que eu acho que ficaria legal antes antecedendo 11.
[1:14:13] Outra aí, tá? Mas tudo bem, tudo bem, fala de
[1:14:17] de pesadelos também AO protesto lá contra o pmrc, entendeu?
[1:14:22] Então, pensando assim, o alcio conseguiu me convencer realmente
[1:14:26] que ó eu, é realmente se eu parar para ouvir ela de forma
[1:14:30] isolada, só ela, só ela. E pensando assim, eu posso
[1:14:35] gostar, mas de todas as vezes que eu ouvi o disco de cabo a
[1:14:37] rabo quando chegou na parte dela, eu fiquei ih, caramba, né,
[1:14:41] diferente demais, prefiro aonde? Cadê a barulheira, cadê a?
[1:14:45] Agressividade quero, quero motorhead, quero rapidez.
[1:14:49] Vendo que o William está querendo falar pro Leme e o que
[1:14:52] que ele deve fazer, né? Vocês repararam aí o.
[1:14:54] Que que ele? Pode ou não pode fazer?
[1:14:57] Né, o que sou? Eu, de alguém que gosta da hard
[1:14:59] rock sueco. Não, não.
[1:15:01] Nada a ver não mistura, né? Também assim.
[1:15:05] Porque o Néstor é sujo também, que isso?
[1:15:07] Não é pouco assim? O Néstor é sujo.
[1:15:10] É, né, é? Sujo, né?
[1:15:13] O Néstor é sujo, né, cara? Assim de vez em quando.
[1:15:17] Mas eu vou dar um boot kick aqui na no William, vamos ver, né?
[1:15:22] Sujo. Sujo.
[1:15:24] Só que não. Sexta faixa, love me Forever
[1:15:55] sabe que a primeira vez que eu ouvi essa música teve uma época
[1:15:59] que eu costumava colocar música para dormir?
[1:16:02] É tempo de solteiro, né? Colocava um radiozinho, colocava
[1:16:06] uma música para ouvir e eu gostava de assim.
[1:16:08] Quando eu despertava de madrugada, tava tocando rádio.
[1:16:11] Aí às vezes casava de cair numa música legal.
[1:16:14] Uma música que gostava bastante parece aquele estado de de.
[1:16:18] De estar relaxado, de sono. Assim tu começa a prestar
[1:16:21] atenção na música de um jeito diferente.
[1:16:23] Tem aquele silêncio da madrugada, sabe?
[1:16:25] Não sei. É diferente pra acordar de
[1:16:26] madrugada ouvindo música. É, é gostoso.
[1:16:30] E. Uma vez tava tocando essa música
[1:16:33] e me chamou muito atenção pela melodia, pela forma Como Ela É
[1:16:37] executada, bonita, cara, diferente daquilo que eu tava
[1:16:41] acostumado ouvir no matorhead. Aí sim que eu digo isso, esse
[1:16:45] diferente pra mim desceu. Tranquilo, a anterior já não
[1:16:50] tanto essa aqui pra mim, fechou todas, entendeu?
[1:16:55] Puta som, cara, a primeira balada da banda, pelo que
[1:16:59] consta, perfeita, sólinho perto do final da música, ali lindo
[1:17:03] pra cacete, cara, o Leme é assim, tem aquele tom desolador,
[1:17:07] sofrido, né? E ele se sai muito bem em
[1:17:10] baladas, né? No disco a seguir, tem um outro
[1:17:12] exemplo aí que. Que é muito bom também.
[1:17:14] Se depender só de mim, pra mim eu acho que é o próximo disco
[1:17:18] que a gente vai acabar falando do motorhead aqui Na Na Na
[1:17:20] programação e temática. Eu não vou queimar agora, vou
[1:17:26] deixar pra pra vocês falarem, relata maladeira.
[1:17:33] Cara, virando essa bolacha sombria e sinuosa que é love me
[1:17:40] Forever. É Oo.
[1:17:42] Eu amo a maneira como Leme canta balada, porque parece que ele
[1:17:46] acabou de dar uma tragada EEE Um gole, sabe?
[1:17:49] Então me parece que ele está com um cigarro na boca, porque é ele
[1:17:58] está com a Buchecha assim, bem cheia para largar ela.
[1:18:01] E ela é porra, sombria. E aí já tem. 2 belíssimos solos
[1:18:07] dentro dela a guitarra para mim é aquilo que vai ganhar o
[1:18:10] destaque dentro da música. Ela não vai ser tão barulhenta,
[1:18:14] né? Ela não é tão carregada de tanta
[1:18:15] coisa dentro dela. Ela realmente ela é mais assim,
[1:18:20] uma linha mais reta e amo, amo, amo essa essa parte do disco,
[1:18:26] sou apaixonado por essa balada e acho que é minha favorita aí do
[1:18:30] motorhead. Zito, é o senhor, dei essa
[1:18:33] opinião para nós. Eu na madrugada tocando
[1:18:38] motorhead dançando com o Leme sem parar.
[1:18:43] Tocava Bon Jovi, motorhead, entrava de vez quando um
[1:18:47] ozzizinho, entendeu? Foi na época que lançou Carlos.
[1:18:53] Poderia estar aqui agora. Na época que lançou o keep the
[1:18:55] fafe do Bon Jovi, tocava keep the fafe de madrugada.
[1:18:59] Belo disco legal, porra, foda. Dele, maravilha.
[1:19:03] Aqui, balada maravilhosa, ainda que seja uma balada com filtão
[1:19:07] de marlboro vermelho do Leme, acho roda pra caralho.
[1:19:12] Esse refrão é mais um de fechar o olho e cantar com a braço
[1:19:16] levantado assim, mas essa deixando de escolher uma
[1:19:18] escorrer, uma lagriminha aqui, né?
[1:19:20] De cantinho solo é bombástico demais que nem a ré falou cara,
[1:19:24] muito total apoteose do rock dramaticidade total assim.
[1:19:30] É uma Bela música, cara, mas é engraçado, né?
[1:19:34] Porque eu eu esqueci da existência dela quando eu fiz o
[1:19:37] disco assim, chegou lá me Forever, eu, caramba, eu me
[1:19:40] lembro dessa música, me lembro de gostar bastante dela assim,
[1:19:43] quando começou a primeira notinha e eu sim, veio tudo
[1:19:46] assim, veio toda a memória, que coisa assim, foda.
[1:19:51] Eu não chamaria ela de uma Power belad, mas de uma Power slow
[1:19:55] Song eu acho incrível. E você também na madrugada,
[1:20:01] Bruno de laser e um motorhead. Cara, é eu.
[1:20:08] Eu tinha. Ainda tem de vez em quando o
[1:20:10] hábito de antes de dormir, botar o fonezinho e ficar ouvindo
[1:20:12] alguma coisa, olhando para o teto.
[1:20:14] Mas é eu, eu, você, talvez semi do contra aqui.
[1:20:21] Cara, não é que eu não goste da faixa, mas ela não me pega tanto
[1:20:24] quanto deveria. Ou poderia.
[1:20:27] E aí eu até notei, eu concordo contigo, ó, se ela não chamaria
[1:20:30] de de Power Bella e de de de nada assim, cara, ela é uma
[1:20:32] música sombria, lenta, tem o Leme cantando assim, sofrido
[1:20:37] ali. Mas acho que é é é mais uma
[1:20:40] música lenta do que uma balada, né?
[1:20:42] Essa valsinha do do, do sofrimento aí, legal demais, mas
[1:20:47] queria que que que me tocasse mais.
[1:20:49] Talvez se eu tivesse ouvido desde 1991, ela tivesse já.
[1:20:54] É penetrado mais na minha mente é, seria mais, mais, mais
[1:20:59] tocante, cara, mas é legal pra caramba, né?
[1:21:02] Acho que a Rê comentou, né, o Leme cantando balada tem um
[1:21:06] sofrimento diferente, né, cara? Tem tem um outro tipo de dor que
[1:21:10] acho que poucos cantores conseguem conseguem.
[1:21:14] É trazer assim, né? Uma sensação diferente de de é
[1:21:20] um outro, uma outra dor, né? E aí aqui acho que ainda ele
[1:21:23] ainda está falando esse esse love me Forever, o love do
[1:21:26] título. Acho que é meio pegadinha, né,
[1:21:27] cara? Acho que ele é meio amor
[1:21:29] abusivo, né, cara? Talvez tenha mais umas camadas
[1:21:32] aí pro pro William trazer pra gente na letra depois que ele
[1:21:36] deixou pro final, mas acho que é 111, cara, pode ter assim, tem
[1:21:41] tem alguma coisa que me me me traz pra religião, mas como como
[1:21:44] um abuso, né? Meio meio puxadinho, mas sei lá,
[1:21:48] cara, acho que eu devo estar. Deve ser Oo de novo.
[1:21:51] A Exceção aqui de de de não curtir tanto essa música.
[1:21:55] Acho que Thiago imagino que é um dos que que gosta dessa aí
[1:21:59] também. Não, eu não sou dos mais fãs da
[1:22:02] sua música não. Também eu tô contigo nessa aí.
[1:22:05] Não que eu acho que ela seja ruim assim.
[1:22:06] Agora eu fico me imaginando no lugar do Élcio 1991 cara que tá
[1:22:10] o via motorhead de maluco ali ou ver kill ou bem termina o lado
[1:22:15] do a com uma música esquisita pra caramba.
[1:22:20] Você bota no lado b, você tem uma balada, cara, eu jogo pra
[1:22:24] cima. Tipo isso aqui que aconteceu,
[1:22:26] né? Que que tá acontecendo?
[1:22:27] Devolve meu Leme. O pesadelo.
[1:22:29] Não acabou, né? Eu ainda estou aqui no lado do a
[1:22:31] para assim. Eu diria que o pesadelo ficou
[1:22:33] pior assim, porque talvez não tivesse mais paciência com uma
[1:22:36] música esquisita do que com uma balada.
[1:22:40] Mas é isso, né? É uma letra de vulnerabilidade,
[1:22:43] é uma música de vulnerabilidade. Eu gosto dela porque assim é, eu
[1:22:46] acho corta um pouco de vocês 2, acho que seria uma Power ballet,
[1:22:50] mas é uma Power ballet a lá motorhed que ela é suja também.
[1:22:53] Ela vai ter essa questão muito mais blues e um pouco assim, uma
[1:22:58] introspecção própria dela e essa sujeira dos its que se fosse uma
[1:23:02] Power Bella de Power Bella que ela, essa introduçãozinha sem
[1:23:06] acústica, IA ser muito mais. Brilhante, o som mais
[1:23:09] estridente. Não sei dizer exatamente, mas
[1:23:12] assim, eu gosto da música, não vou dizer que eu não gosto dela,
[1:23:16] não acho ela legal assim, não acho que é o não é uma música
[1:23:20] que gostaria de ver o motorhead tocando ao vivo, por exemplo,
[1:23:23] nunca vi, não, não fez falta para mim.
[1:23:26] Agora acho uma letra legal assim, é uma letra que fala de
[1:23:28] vulnerabilidade, é uma letra parece de uma pessoa que tá
[1:23:30] procurando uma relação honesta, que ela sabe que é impossível,
[1:23:34] sabe? Ela sabe que em algum momento.
[1:23:36] Você vai ser humano, você vai espalhar e você vai fazer cagada
[1:23:40] e você vai o relacionamento vai pra merda.
[1:23:41] Então sabe, tipo, não tem muito como fazer, não tem muito como
[1:23:48] evitar, sabe? Mas ele mesmo assim ele busca,
[1:23:50] sabe, tipo, mesmo assim ele está querendo esse amor, sabe?
[1:23:53] Ele sabe que fez besteira e que quer recuperar isso que ele
[1:23:57] perdeu. Mas enfim, é uma música bonita,
[1:24:01] bem legal assim, ó, música boa, mas Pra Mim Não É ponto alto do
[1:24:04] dia. Eu não vou adicionar nada a
[1:24:07] letra porque o Tiago matou a pau.
[1:24:09] Aí é isso aí mesmo e só queria adicionar que adoro.
[1:24:13] Regravou também essa música mais tarde, tá?
[1:24:15] De alguns anos depois ela também fez uma versão.
[1:24:17] Vale vale conferir. Adoro.
[1:24:21] Adoro sétima faixa, Angel City.
[1:24:39] Olha aí, a gente já tem um saxofone aqui, Hein?
[1:24:40] Já tem mais alguma coisinha que não tá muito aí, os outros, quer
[1:24:47] dizer, é a primeira vez que aparece, né?
[1:24:49] Eu acho que não sei se foi AA última eu não lembro, mas mas é
[1:24:52] inusitado pro motorgés, cara. Eu acho que acho que só só
[1:24:56] estando na pele do Leme nessa fase que ele mudou pra Los
[1:24:59] Angeles, morando ali perto do Raymond, toda aquela oferta de
[1:25:02] mulher jogatime, birita, né? Aquele que ele tinha pra entrar
[1:25:06] no espírito da faixa, entendeu? Acho que ela retrata bem essa
[1:25:10] Vibe aí. Eu acho que Ela é Gostosa de
[1:25:12] ouvir, é gostosa, encorpadona foda.
[1:25:16] O saxofone não prejudicou em nada, absolutamente, tá, e é
[1:25:21] isso aí. Acho que a temática dela é auto
[1:25:25] explicativa pra mim. Passo pro Bruno.
[1:25:30] Cara, é farofinha, Los Angeles através do motorhead mesmo, né?
[1:25:36] É, Thiago tinha falado de de de ser a faixa do, do, do da vida
[1:25:42] de Los Angeles. O disco, né, da vida de Los
[1:25:44] Angeles. Esse aqui é o é é cara, é uma
[1:25:48] farofa tocada pelo motorhead, né?
[1:25:51] É que casa muito com a letra, né, cara?
[1:25:54] Ele tá zoando o estilo hard rock de Los Angeles, né?
[1:25:58] Só que ali o estilo tava, mas já na decadência, na iminência de
[1:26:03] de chegar ao grunge, né? É rockinho clássico, cara.
[1:26:08] Pianinho, né? É, eu não sei por que que você
[1:26:10] falou como se o saxofone fosse atrapalhar aqui William só dá
[1:26:14] traz ainda mais AA farofa que já tava ali na No No declínio, né?
[1:26:20] Na iminência da morte do estilo, mas é divertida, cara, assim é,
[1:26:25] mas não, não é um dos pontos altos para mim também não, cara,
[1:26:28] aqui é acho que eu entendo mais como uma piada do que como uma
[1:26:33] faixa realmente. É relevante.
[1:26:36] Marcante desse disco, né? Não?
[1:26:38] Rê você, que é a hard rock em Los Angeles, aqui do time.
[1:26:42] Cara, amo, óbvio. Ela vai representar tudo que eu
[1:26:47] mais adoro. Que que é essa decadência de Los
[1:26:51] Angeles, né? Essa coisa aí vai vai mostrar
[1:26:55] tanto na parte sonora quanto na letra, o que que era viver, né,
[1:26:59] na em Los Angeles, ali naquela época, o excesso, os vício, tudo
[1:27:04] muito fácil, it's ou easy e ao mesmo tempo, né?
[1:27:09] Tipo, tudo ali a mão. Então ela traz essa coisa tanto
[1:27:13] que ela é fácil de ouvir, ela é fácil de.
[1:27:16] De de penetrar dentro do ouvido assim, porque tu tu acompanha
[1:27:19] ela num ritmo bem gostoso, bem acelerado, bem rápida, bem
[1:27:21] motorhead. Então, cara, eu adoro essa
[1:27:25] faixa, adoro, adoro, adoro essa faixa, ela é incrível.
[1:27:27] Ela tem todos os elementos que eu gosto e também essa questão.
[1:27:31] Olha o dia que alguém me falar, saxofone faz mal pra uma música
[1:27:35] interna que tá louca porque é um puto instrumento.
[1:27:38] Ele é muito bom quando ele quando ele entra dentro de uma
[1:27:41] música só Pra Ele brilhar dentro, ele não atrapalha em
[1:27:44] nada. Desconheço músicas que sax
[1:27:46] atrapalha, concordo ti não. Nossa, eu discordo.
[1:27:52] Acho que tem um Monte de música que sax atrapalha.
[1:27:54] Simples, sim, sim, enquanto fã de Bruce Springsteen assim, eu
[1:28:02] não posso falar muito mal do saxofone, né?
[1:28:05] Mas assim, eu acho que pra mim essa música é 1.1, ponto baixo
[1:28:08] do disco. Assim, eu pelo menos gosto do
[1:28:09] disco. Entendo a piada, entendo o que
[1:28:12] eles tentaram fazer ali, o Leme. Tentando fazer esse a farofeira
[1:28:17] ali que o Bruno colocou a letra. É uma piada que ele faz com
[1:28:20] isso, né? Vai beber AA breja do Bon Jovi a
[1:28:24] gravadora tá pagando todo meu estilo de vida, essas coisas
[1:28:28] ali, brincando com os brinquedos químicos, né?
[1:28:32] Que ele coloca 1 hora. Assim, é uma música
[1:28:35] divertidinha, mas é uma música que eu espero do motorhead,
[1:28:37] então eu só tento me colocar em 1991, ou talvez eu já tivesse
[1:28:40] com a faca preparada para arriscar esse disco assim, sabe?
[1:28:43] Então não, não acho que é uma das músicas que funciona mais
[1:28:47] para mim. Eu não acho que é uma música
[1:28:49] ruim, mas acho que é uma música que eu não não é o que eu espero
[1:28:52] de um disco do motorhead, que eu espero de uma música do
[1:28:54] motorhead. Diz aí, ó.
[1:28:59] É o espírito do do tempo, né? O zait 91 tornava meio
[1:29:04] complicado nós da espinha na cara e pet do Creator, né?
[1:29:10] Fazer essa essa avaliação sobre naipe de metais, saxofones e
[1:29:18] música pesada, né? Mas é engraçado que eu me
[1:29:21] lembrava dela, assim como uma música que tinha durante a
[1:29:23] música inteira, saxofone e coisa.
[1:29:27] Não é mais assim do meio pro final ali.
[1:29:31] Mas é uma música que eu na época eu achava OK, segue OK.
[1:29:35] Hoje não me não me fez repensar nada assim de bah, como eu
[1:29:40] perdia, perdi tempo assim é meio a mesma coisa assim, vamos botar
[1:29:46] mesma turma que fez. Aliás, mesma turma não.
[1:29:49] Outra turminha muito metida em altas confusões que também
[1:29:53] meteu. Um rapzinho de metais no seu
[1:29:56] disco que foi o Guns com mult de City, que daquele epp lado Lies
[1:30:02] é e o liflex Suicide. Essa era a música que eu não
[1:30:05] gostava e até hoje eu até um tempo atrás eu ouvi o mult de
[1:30:08] City de novo e achei o mult d City meio assim não faz muito,
[1:30:13] né? AAA roda a girar no disco, então
[1:30:16] acho legal, eu também. Eu acho que estou contigo assim,
[1:30:19] não, não é a minha preferida do disco.
[1:30:22] Talvez seja não, não, não é a que eu menos gosto, tipo, a
[1:30:25] gente vai chegar lá. Então, mas falando assim é, tá
[1:30:28] até colocando essa. Eu consigo imaginar muito Guns
[1:30:31] N' Roses fazendo cover, né? Que fazer?
[1:30:32] Pegar uma música obscura do motorhead.
[1:30:35] Toca essa música, a galera, 90% da galera, vai boiar sem saber
[1:30:38] que eles estão tocando. Motorhead fica com a cara do
[1:30:42] Guns ao vivo assim. Tá vendo, ó?
[1:30:44] No fim, a nightmar Dream time saiu de graça.
[1:30:47] O meu aí, ó. Depois picataram a outra faixa.
[1:30:49] Sentaram o porre. Oitava faixa, Make My Day.
[1:31:20] Aqui a gente tem um motorhead de voltando pro pra zona de
[1:31:24] conforto dele, né? Com refisão mais revisão, com
[1:31:27] aquela pegada meio new e Brito de heavy metal, de novo a música
[1:31:29] ainda mais rápida. Mas também eu falo, esse disco
[1:31:33] não tem nenhum momento que eu sinto nesse disco que vem um
[1:31:35] Rolo compressor e talvez seja esse fosse seja um problema pra
[1:31:39] mim não, porque eu acho legal isso, mas pra quem fosse foi de
[1:31:42] motorhead em 1991 fosse sentiria falta disso daí, assim, apesar
[1:31:45] que eu acho que os discos com pitch girl.
[1:31:50] Algo, principalmente. Acho que o orgasmatron tem uma
[1:31:52] produção que também não facilita tanto isso, e o fritch animal
[1:31:56] Taylor traz um pouco mais de punch do que é do que o pitch
[1:31:59] gould tinha. Mas assim, ela é uma música
[1:32:04] legal, eu gosto dela. Ela tem um refrão divertido, mas
[1:32:07] não é o motorhead do maior da maior inspiração do Leme.
[1:32:13] Assim serve pra voltar pra zona de conforto, mas não deixa
[1:32:17] também a. Não levanta tanta peteca para
[1:32:21] você? Nossa, uma outra head está de
[1:32:23] volta. Não sei se o Bruno acha isso,
[1:32:25] essa música. É, eu acho ela cara, é, tem tem
[1:32:31] uma característica que me pega um pouco que Oo refrão dela tem
[1:32:36] cara de pré, pré refrão cara, isso me me tira do Sério com
[1:32:39] essa música eu fico esperando que depois disso ainda venha OOO
[1:32:42] refrão final né? Então me dá uma.
[1:32:45] Uma impressão que a música, sei lá que aqui eles já já estavam
[1:32:49] meio cansados, já queriam terminar logo o disco, né?
[1:32:51] Eu gosto do River principal cara, eu gosto da da, da
[1:32:54] subidinha de então que tem, né? Aquele clichezão é, mas ela não,
[1:32:59] não me marca tanto cara, né? Você tem tem as guitarrinhas
[1:33:02] harmonizadas aqui também legais, né?
[1:33:04] Mas já não me pega tanto quanto as outras, né?
[1:33:08] E aí aqui a letra é um pegador, né?
[1:33:11] Querendo ficar com a meninona bonitona, não é não, William?
[1:33:14] A letra Bruno, na temática eu eu vi mais como uma assim, tipo uma
[1:33:19] atitude desafiadora do tipo assim é, faço o meu dia, não
[1:33:24] sei, cara, alguma coisa assim, do tipo uma coisa que que vá
[1:33:27] trazer alguma recompensa pro cara é de que ou ele vai atrás
[1:33:31] disso. Eu não sei, cara.
[1:33:32] Eu confesso, assim que eu fiquei meio que no limbo aqui, tá?
[1:33:35] A recompensa? E o que ele tá indo atrás é a
[1:33:38] menina. É isso aí, minha leitura.
[1:33:41] Aqui, cara. Motorhead, barulhento, típico,
[1:33:43] essa faixa é caótica pra caramba.
[1:33:45] Foda de ouvir uma motorhead em casa que esse tipo de música que
[1:33:48] precisa do ambiente ideal, né cara, é é o lugar ideal pra
[1:33:52] ouvir uma música assim, cara, é uma pocilga.
[1:33:55] Essa faixa pede um ambiente elegante, tipo um puteiro de
[1:33:59] beira de estrada com mesa de sinuca torta e Neon queimado.
[1:34:04] Pessoal aí de zona sul de São Paulo, vou mandar um salve para
[1:34:07] vocês. Eu tenho William, tá sabendo?
[1:34:08] Altos detalhes. Essa.
[1:34:09] Música até o ângulo da, da, da, essa, da.
[1:34:12] Mesma. Sinuca aí?
[1:34:14] Essa frase, essa frase vai ser mais específica ainda.
[1:34:18] Pessoal da zona sul de São Paulo, essa música ela tem
[1:34:21] cheiro de madrugada no largo 13 de maio, mistura de cigarro,
[1:34:25] óleo de pastel e decisões ruins. Cara puta é muito foda, meu Deus
[1:34:32] do céu. Isso é o mundo do motorhead.
[1:34:37] Não sei nem o que que é isso para mim, isso aí, isso aí tá
[1:34:39] mais perto da tia Carmem que a gente tem em.
[1:34:42] Fortaleza. Inclusive, cara, inclusive
[1:34:52] aproveitando AA. Deixa o sai, filha.
[1:34:56] O Mickey dias teve, né? Na tia Carmem.
[1:34:59] E aí a tia Carmem pegou, tá? Passa, amor.
[1:35:02] E aí a tia Carmem pegou e postou, lá eu estou aqui com
[1:35:05] baterista do Iron maker, foi um Marco pra história.
[1:35:11] Ela falou mascar sobre essa faixa, e ela é um peso elemental
[1:35:16] pra mim. Ela é o peso que estava faltando
[1:35:18] dentro do dentro do disco, assim, sabe?
[1:35:20] Ela é carregadona e ela beira um trash assim, sabe?
[1:35:25] Ela vai pra mim, ela vai mais pra esse caminhozinho assim e eu
[1:35:28] acho ela. Também.
[1:35:31] Eu adoro essa faixa. Ela dá continuidade no disco.
[1:35:33] Assim, o andamento do disco, ele é muito bom que tu cai numa
[1:35:38] balada, daí ele é um pouco, tu toma um soco e vem essas
[1:35:41] porradaria Do Nada, sabe? Então eu acho interessante essa
[1:35:45] esse andamento que o disco vai. Então, se você já foi não,
[1:35:50] obrigado pela pergunta. Não, eu não fui na tia Carmen,
[1:35:53] nem pretendo ir, porém, essa música que eu posso falar sobre
[1:35:57] ela. É que é o motorhead, mais um
[1:35:59] motorhead clássico não tem erro. Se fosse hoje um qual é a
[1:36:03] música? E tocasse a primeira nota lá,
[1:36:05] como o maestro Zezinho, já dava para saber que era motorhead,
[1:36:09] adoro o solo no final dela, não sei se é do Campbell ou não.
[1:36:14] Rizuel Rizzo, acho que eu não. Eu não falei isso até agora
[1:36:19] assim, mas essa formação, quarteto quarteto do do
[1:36:24] motorhead, eu acho. Foda porque eles são sempre
[1:36:27] lembrados como trio, aquela coisa toda.
[1:36:30] Mas teve aqui essas esses 4 discos mais ou menos que foram
[1:36:33] como quarteto e esse aqui eu acho que tá bem azeitadinho
[1:36:39] assim, eu acho que essa música mostra isso, bom entrosamento da
[1:36:42] banda. Nona faixa, Ramones.
[1:37:00] Vai lá, Lúcio. Vamos, vamos sim.
[1:37:03] E isso, essa música me lembra uma grande banda.
[1:37:06] Não tão grande, na verdade, mas era uma banda divertida dos anos
[1:37:09] 90 também, que se chamava devotos de Nossa Senhora
[1:37:12] Aparecida, com o famoso thunderbird no vocal, o.
[1:37:16] Cara em casa além do Batman e mede escutando só Ramones.
[1:37:22] Exatamente, perfeito era um praticamente um lema de vida.
[1:37:28] Coisa maravilhosa. O Joe ramoni disse que ser
[1:37:31] homenageado pelo Leme assim Pra Ele era o equivalente ao John
[1:37:35] Lennon. Fazer uma música Pra Ele, eu
[1:37:37] imagino, eram grandes amigos e tudo mais, mas ainda assim ter
[1:37:41] 111 reconhecimento, ainda mais o Ramones, né?
[1:37:44] Essa banda que tão criticada por aí, né?
[1:37:48] Vamos fazer a crítica, né? Eu tenho que fazer a crítica,
[1:37:50] mas que. Nunca teve.
[1:37:54] Eu acho que eu reconheci merecido e necessário,
[1:37:57] especialmente nos Estados Unidos e o e o motorhead lá, fazer uma
[1:38:00] música com o nome da banda no primeiro disco americano, norte
[1:38:05] americano deles assim, eu acho que é 11 daquelas coisas, ó,
[1:38:09] Leme assina embaixo, é que nem ele quando levou outro
[1:38:12] estatister pro pra Londres, pra Inglaterra, né?
[1:38:16] Ninguém dava bola, o Leme foi lá, ouçam esses caras, porque
[1:38:19] esses caras são foda. Então assino o assino embaixo do
[1:38:23] Leme, conta muito. Adoro a música linda, perfeita,
[1:38:27] total Ramones. É cat.
[1:38:29] É rápida, é melódica dentro do possível e honesta para caramba.
[1:38:34] Assim você acha mesmo, Renata? AI com certeza ela é rápida, né?
[1:38:39] Ela é. Ela é rapidinha assim.
[1:38:41] Ela não, não é longa, uma belíssima e merecida homenagem.
[1:38:45] E acho que aqui ela vai fazer aquele aperto.
[1:38:50] De mão formal, né? Dentre AA conexão do heavy metal
[1:38:54] e o punk, que é o que o motorhead traz essa essência, eu
[1:38:58] acho que é uma das principais características aí da da banda.
[1:39:02] É essa mistura de de vários subgêneros do rock e
[1:39:07] principalmente do punk, e que casa perfeitamente bem a
[1:39:12] belíssima homenagem e justa homenagem.
[1:39:15] Amigo bola, um abraço. Na próxima copa eu prometo votar
[1:39:18] em algum disco do. Dudu, Ramones, aí brunito, diga,
[1:39:24] diga para nós o que você acha disso?
[1:39:26] Você não é tão fã de Ramones, né você?
[1:39:28] Não. Então eu, cara, eu entendo que é
[1:39:34] existiu esse essa admiração mútua que gerou essa faixa.
[1:39:39] E aí depois o os Ramones fizeram cover, né?
[1:39:42] Fica esse esse bololô aí. Mas não é uma coisa que que me
[1:39:45] me. Me encanta, né?
[1:39:48] Eu não sou super fã de de Ramones assim, essa faixa é tão
[1:39:51] boa quanto qualquer faixa do Ramones, das mais tradicionais,
[1:39:54] né? É, eu curto mais o Ramones
[1:39:57] quando eles dão umas umas saidinhas dessa caixinha, mas é
[1:40:01] legal, cara, né? Ela é curtinha, então não não
[1:40:05] traz nenhum problema, não é? A letra também é uma exaltação
[1:40:08] do dos Ramones, né? É, é legalzinha, mas nada que
[1:40:13] que super me encanta. E eu sou curioso para ver o que
[1:40:16] que o Thiago vai falar, porque eu não sei qual é a opinião dele
[1:40:18] sobre Ramones. É, eu nunca fui muito fã do
[1:40:22] Ramones, não. E acho que uns problemas para eu
[1:40:24] nunca ter virado do Ramones. Isso aí que eu nunca vi em
[1:40:26] Ramones ao vivo, né? Talvez tivesse visto o Ramones
[1:40:29] ao vivo, eu teria curtido mais. Assim como motorhead me pegou
[1:40:33] muito ao vivo, esse sim me pegou muito ao vivo.
[1:40:38] Mas assim é exatamente o que você espera, né?
[1:40:39] Uma música do Ramones tocada pelo motorhead, apesar que vai
[1:40:42] ser uma música escrita pelo um motorhead, né?
[1:40:44] E começa até com o grande e fora, antes de começar a música
[1:40:47] tem ali, e acho que fica legal, que eu acho divertido é que esse
[1:40:51] é o disco de primeiro disco de Los Angeles do motorhead,
[1:40:54] entende? É o City, que eles estão tirando
[1:40:56] sarro de todos os clichês, e aí de repente eles vão lá e colocam
[1:40:59] Ramones, né, que é tipo Oo anti Los Angeles, completamente no
[1:41:03] mesmo disco. Então acho que isso é curioso e
[1:41:05] eu acho que talvez é. O motorhead se situando, né?
[1:41:09] O Leme colocando do tipo beleza, eu estou em Los Angeles, mas a
[1:41:13] minha raiz ainda é outra coisa assim.
[1:41:16] Acho que usando uma música divertida, legal, um minuto e
[1:41:18] meio, passa rápido assim eu lembro de que te passava esse
[1:41:20] clipe, que passava na MTVE, passava ao vivo essa música
[1:41:23] assim. Eu achava essa música legal
[1:41:25] assim, tipo, gostava mais dessa música do que eu gostava de
[1:41:27] Ramones na época. Hoje eu gosto mais de Ramones um
[1:41:29] pouco, mas ainda assim não sou até um fã da banda.
[1:41:33] E acho que o William também não é muito fã da banda, né?
[1:41:36] Ou o William é. Vamos ver qual que vai ser a
[1:41:38] opinião dele sobre o motorhead fazendo Ramones.
[1:41:41] Eu gosto de Ramones e aprendi a respeitar mais ainda quando a
[1:41:44] gente fez as sagas, porque aí a gente passou por toda a
[1:41:47] discografia. EE, foi muito boa a imersão,
[1:41:51] então eu gosto, respeito bastante, gosto mesmo.
[1:41:54] Pra mim, minha opinião isolada, maior punk que tem assim, maior
[1:41:59] banda punk que tem do mundo. Tá, não tem igual para mim, são
[1:42:03] icônicos. E eu acho que essa a homenagem,
[1:42:07] Ela Foi muito genial até até nisso o Leme era genial, né?
[1:42:11] Porque ele fez até o uma música com a duração digna da banda
[1:42:16] homenageada, né? Um minuto e 26 de música curta,
[1:42:18] direta, e acho que é isso, cara. Homenagem para maior banda punk
[1:42:24] que já caminhou para esse planeta aí.
[1:42:26] Só assim fanático, meu Deus. Uso sempre?
[1:42:29] Não, mas eu respeito muito assim.
[1:42:30] Gosto demais, gosto mesmo. Décima faixa, shut down.
[1:42:58] Cara, outra direta e reta, motorredezão na pegada do meio
[1:43:03] que uma ideia aceleradassa. Cara, essa bobear é mais rápida,
[1:43:06] né? Do disco o rock and roll
[1:43:08] agressivasco cara, é, mas essa me pega um pouco mais, acho que
[1:43:11] OOO, duelo de solo que é legal, né cara que tão tão um depois do
[1:43:16] outro, né? Nesse disco acho que não teve
[1:43:18] nenhuma que tava na sequência assim tem tem as sessões de
[1:43:21] solo, mas não, não do Helinho desse, né?
[1:43:25] É bem legal, cara, mas é também não acho que é do lado b aqui eu
[1:43:33] só prefiro a faixa título já dando.
[1:43:36] Antecipado aqui é depois essa aqui, mas é o disco, dá uma dá
[1:43:40] uma cansadinha de novo, né? Tem sido um pouco aparece
[1:43:44] bastante esse fato de de de lado b perder força né?
[1:43:49] E aqui de novo assim, minha leitura da letra é mais um uma
[1:43:54] cutucada lá Na Na no ex gerenciamento, cara, né?
[1:43:58] Tá largando pra trás e fechou a porta e já era segue a vida, mas
[1:44:03] é é legal, cara. Uma faixa interessante aí pra
[1:44:07] pra dar uma ressustada de novo, né?
[1:44:08] No No meu gosto do disco. Vamos ver.
[1:44:11] Acho que o alce tá meio quieto aí, cara.
[1:44:13] O que? Que que aconteceu?
[1:44:15] Quieto, não estamos aqui prestando muita atenção.
[1:44:18] Bruno de laser, cara, pra mim, o motor head clássico, um pouco
[1:44:23] próximo de coisas mais antigas assim, tipo arostone Word, the
[1:44:27] top, love me like a rap um pouquinho talvez.
[1:44:31] É ruim nunca. Já escutei 1000000 de música
[1:44:35] deles desse tipo, nessa Vibe. Sim, é foda sim, mas é um pouco
[1:44:40] mais do mesmo assim. Mas dito isso, vocês nunca vão
[1:44:43] me ver reclamando de um bom pratinho de feijão com arroz,
[1:44:46] né? Então, deles sim, fecha bem
[1:44:50] assim e bom, eu fecha bem. Eu vou explicar muito bem daqui
[1:44:54] a pouquinho, enquanto não fechamos bem, talvez fechamos
[1:44:57] mal. Não sei, Thiago.
[1:44:59] Eu tô com o Bruno, que é a letra pra mim é alfinetada no ex
[1:45:04] empresário direto, enquanto você tiver lendo isso eu já vou estar
[1:45:08] longe, né? Porque se mudou pra Los Angeles,
[1:45:11] então acho que pra mim faz todo esse sentido.
[1:45:13] A letra você diz, e é isso, né? Uma música.
[1:45:16] Motorhead, de volta à zona de conforto ali, né?
[1:45:18] Make My Day, Ramones, chat da um outro head 1234 pancada, né?
[1:45:22] Vamos lá, não dá pra falar mal, você pode dizer que não é dos
[1:45:26] momentos mais inspirados do disco.
[1:45:28] Mas eu consigo imaginar nessa música ali, o Lars e o James
[1:45:32] Hetfield no início de carreira, ali no porão do rome Gov
[1:45:35] tentando compor uma música e sendo mais ou menos parecido com
[1:45:37] essa música assim. Então, sabe, tipo, a música
[1:45:42] legal é divertida, funciona muito bem, né?
[1:45:44] Não Rê. Funciona perfeitamente bem?
[1:45:48] Ela é. Eu vou ser bem objetiva.
[1:45:51] Que para mim ela é um rock Cruz. Já falaram da letra, né?
[1:45:54] Então ela é um rock Cruz direto, não tem experimentação, não tem
[1:45:57] nada de novo. E é isso aí.
[1:46:00] Eu gosto dela porque já está encerrando o disco, né?
[1:46:02] Então não tem porque botar uma firula aí, então uma motorhetti
[1:46:06] na ver isso aí. Nessa altura do campeonato, os
[1:46:10] nossos ouvidos já estão bem azeitadinhos, né?
[1:46:12] Com com essa porradaria do do do disco, né?
[1:46:15] Então é para mim, ela, ela continua muito boa.
[1:46:21] É, eu acho que que o negócio pega preço aqui as 2 guitarras
[1:46:26] estão assim, ó, tinindo aqui, acho que é bom demais, cara,
[1:46:30] entendeu? Eu gosto muito, gostei bastante
[1:46:32] dessa faixa. Ela vai ali para os finalmentes,
[1:46:35] encaminha para os finalmentes, mas em nenhum momento ela ela já
[1:46:39] pelo menos eu não concordei com isso, né?
[1:46:41] Eu não, eu não sinto assim que eu estou vindo a penúltima faixa
[1:46:44] do álbum, entendeu? É uma faixa que tenta brigar
[1:46:47] pelo seu lugar junto as outras. Que a gente ouviu até aqui,
[1:46:50] entendeu? E eu acho que eu não vou cansar
[1:46:53] de ouvir isso, entendeu? Ainda não tenho como ir contra
[1:46:56] isso aqui, contra esse tipo de som do motorhead, porque é o
[1:46:58] típico estilo do motorhead para mim, agressivo com com aquela
[1:47:02] atitude assim, de confronto, assim e tal, sabe?
[1:47:05] Se falarem da do do empresário, né?
[1:47:07] Do ex empresário. Então, cara, baita faixa, gosto,
[1:47:11] gosto muito, muito mesmo. 11ª e última faixa, Nine thing,
[1:47:49] six team ou 1916? Thiago, qual é a grande história
[1:47:53] dessa música aí, cara? A letra é sobre a Batalha de
[1:47:57] some, né? Que a gente tava falando na capa
[1:48:00] do disco. Ali foi uma das batalhas mais
[1:48:02] sangrentas da história. Foi uma Batalha que mudou
[1:48:05] paradigma, né? Da história mundial, assim que
[1:48:07] foi o primeiro momento na história.
[1:48:10] Batalha durou de julho a novembro de 2000 de 1916.
[1:48:12] Daí o título, né? E que morreram milhão e meio de
[1:48:17] pessoas. Foi a primeira vez que teve um
[1:48:19] número de mortos nessa quantidade, assim que foi uma
[1:48:23] das batalhas mais sangrentas. E de fato, foi a hora que essa é
[1:48:28] uma das batalhas que a galera olhou ali quando acabou a
[1:48:30] primeira guerra e foi. A gente tem que evitar que isso
[1:48:32] aconteça de novo, né? Mas infelizmente o reza lenda
[1:48:34] que um certo alemão disputou essa estava no meio dessa
[1:48:37] Batalha e só saiu ferindo, né? Talvez esse alemão tivesse
[1:48:41] morrido e a história do mundo tivesse sido diferente.
[1:48:44] Mas enfim, aí a letra do Leme é uma letra que é uma letra
[1:48:49] reflexiva sobre o que que é a vida de um soldado na guerra,
[1:48:52] né? Como no vida do soldado da
[1:48:54] guerra não funciona, quase não é nada, né?
[1:48:56] Não significa nada, só um negocinho ali que tá ali pra
[1:49:00] morrer de fato e tem toda uma. Tem todo uma parte pessoal que
[1:49:06] ninguém tá nem se importando só quem tá lá na guerra ou quem é
[1:49:09] parente dessa pessoa na guerra que vai sentir esse problema.
[1:49:14] Isso fala música é o que mais surpreende, né?
[1:49:17] Talvez a música que ninguém esperasse jamais ver o motorhead
[1:49:21] fazendo uma música desse tipo assim.
[1:49:23] É como se o Leme estivesse emulando o seu Leonard Cohen
[1:49:27] interior assim para uma música que não tem total gelos e.
[1:49:33] A instrumentação que não tem absolutamente nada a ver com
[1:49:36] motorhead, mas que eu acho bonita pra caramba.
[1:49:38] Mesmo assim, agora eu tô curioso pra saber o que que o alcio
[1:49:41] sentiu em 1991 quando ele ouviu a faixa título ser essa.
[1:49:48] Eu senti sentimentos muito conflitantes.
[1:49:51] Não vou te mentir, Thiago, porque sim, é impossível vendo a
[1:49:58] porradaria porradaria porradaria e de repente tá acontecendo
[1:50:03] aqui. É, eu não vou entrar em detalhes
[1:50:06] da letra assim, que eu acho que já explanou muito bem, mas mas
[1:50:10] foi uma quebra de expectativa muito grande, ainda mais de uma
[1:50:14] banda que poxa, Discover kil, a faixa overquill, né?
[1:50:20] Pega Woods bomber, o próprio rock and roll orgasmatron todas
[1:50:25] faixas assim, fortíssimas. E aí é essa.
[1:50:29] Os caras resolveram experimentar desse jeito assim.
[1:50:31] Então na época eu achei um horror assim.
[1:50:35] Eu ouvi uma vez e nunca mais terminava ali.
[1:50:39] Shutdown. Eu até tirava a agulha do disco
[1:50:41] um pouquinho antes assim, pra ter certeza que não.
[1:50:43] Não IA pegar nada da outra, né? Nem deixava acabar, né?
[1:50:48] Então eu estava ali, terminando assim, OPA, tira, porque não
[1:50:51] podemos correr esse risco. Ameaça de 1916 tocar.
[1:50:55] Mas hoje em dia, tá entendo melhor assim consigo.
[1:50:58] Acho que apreciar um pouco melhor.
[1:51:00] Mas se tivesse acabado o disco em chat odown, eu não IA ficar
[1:51:03] nem um pouco triste. Sinceramente, é a música que eu
[1:51:06] menos gosto. Se eu colocasse agora o disco
[1:51:11] pra rodar de novo, provavelmente eu deixaria de terminar chat
[1:51:13] odown, mas provavelmente tiraria a agulhinha antes ali também ou
[1:51:17] começa pronto pro próximo disco. É o Bruno, você que é um
[1:51:22] colecionador também, você também faria isso?
[1:51:25] Seu disco? Não, cara, não eu.
[1:51:27] Eu gostei demais dessa faixa que eu não lembrava até ouvir o
[1:51:33] disco. E eu gosto demais da da ela.
[1:51:38] Ela vai ganhando camadinhas, né? Ela é meio meio solene, com
[1:51:43] órgãozinho de igreja. Aí vem um bumbinho, né?
[1:51:46] Aí vem o lêmico, aquela voz sofrida dele, aí começa a
[1:51:51] caixinha marcial, aí vem uma gatinha de fora, eu não sei o
[1:51:55] que diabo é aquilo, né? Assim, vai ganhando algumas
[1:51:57] camadinhas, né? Vai ficando, mas nunca chega a
[1:52:00] ser uma faixa grandiosa, né? Como se fosse um post rock que
[1:52:03] ficou na introdução, sei lá, mas é, é legal demais, cara, né?
[1:52:07] É com com o tema dela, eu eu achei que foi um negócio.
[1:52:14] É diferente pra caramba ou pro motorhead, né?
[1:52:17] Talvez pra algum outro artista funcionasse melhor, mas eu acho
[1:52:21] legal demais como cada camadinha vai vai trazendo um pouquinho
[1:52:24] mais de de melancolia, um pouquinho mais de de sofrimento
[1:52:28] desses horrores da guerra que o Thiago comentou, né?
[1:52:30] E aqui é especificamente sobre jovens, né, cara, né?
[1:52:33] O moleque de 16 anos que tá na guerra, que tá não só vendo o
[1:52:38] amigo morrer, mas ele tá morrendo junto com amigo, né,
[1:52:41] chamando a mãe, aquele negócio de de Inocência mesmo, né?
[1:52:45] Um momento de desespero, né? No campo de Batalha, né?
[1:52:48] O cara gritando pela mãe, achei bem.
[1:52:52] Né, pela muda paradigma, né? Foi a primeira vez que a
[1:52:54] população inglesa enxergou do tipo, a gente vai morrer nessa
[1:52:58] desgraça, porque antes você achava Ah, o cara do exército
[1:53:00] que vai morrer, né? Do tipo seu filho vai ter que se
[1:53:02] alistar e lutar e vai morrer. Então passou.
[1:53:06] Tipo, mudou a forma como eles encararam, encaravam o que era a
[1:53:09] guerra. Eu IA só falar que na hora que
[1:53:11] entrar a caixa marcelzinha, parece que é um tiro de
[1:53:13] metralhadora, né? Pode ser, é exatamente.
[1:53:17] Cara. Campo de Batalha, né?
[1:53:19] É exato, bem foda, bem foda. Fala aí, William, você vai ficar
[1:53:24] reclamando também que você reclamou da da nightmer, né?
[1:53:27] Jamais. Cara, essa música é linda pra
[1:53:29] cacete. É linda e triste na mesma
[1:53:32] proporção. Tristeza que você sente na base
[1:53:35] do Leme. E o violão chello.
[1:53:37] Cara, eu como uma luva pra música, né?
[1:53:40] É, eu acho que cabe o registro aqui que o que o motorhead fez
[1:53:46] nesse disco foi arriscar, inseriu elementos, coisas que
[1:53:49] normalmente eles não fazem, não fizeram em outros álbuns, né?
[1:53:53] Então acho que Oo grande legado desse disco que eu acho que o
[1:53:58] que fica é isso, boas músicas e também coisas que a banda se
[1:54:02] permitiu fazer, tá? Se é bom, se é ruim, aí acho que
[1:54:07] cabe cada um julgar. A letra já muito bem explicaram,
[1:54:12] tem um detalhe que não sei se vocês pegaram, que é essa
[1:54:17] música. Ela é narrada do ponto de vista
[1:54:19] de um soldado de 16 anos, porque ele mentiu a idade pra pra se
[1:54:24] alistar, porque ele acreditou que ele tava indo pra alguma
[1:54:27] coisa assim, digna de heróis, tá?
[1:54:30] E quando ele chega lá e o que que ele enxerga?
[1:54:32] Só brutalidade. Os amigos morrendo nos braços.
[1:54:35] Bruno citou ali chamando pelas mães.
[1:54:38] Corpos, pilhas de corpos acumulando, né?
[1:54:41] Tem uma frase que usam ali os corpos sendo comida para canhão,
[1:54:47] entendeu? Então é uma é uma crítica fodida
[1:54:49] à guerra, sabe, e o sacrifício inútil de jovens e cujos nomes
[1:54:54] foram esquecidos, entendeu? É 11 homenagem aí, nostálgica,
[1:54:59] tradicalmente nostálgica. Poderia colocar assim a vaso
[1:55:02] Leme, tá, tá uma delícia aqui. Eu mostrei ontem pro meu filho.
[1:55:05] Eu falei, ele dá uma ouvida nessa música aqui.
[1:55:07] Ele começou a ouvir e riu. Ele achou estranho porque é
[1:55:11] diferente, né? Para mim, encerra o disco muito
[1:55:14] bem, para mim, 11 digna faixa de de encerramento e merece o
[1:55:21] título do álbum, sim. Chegamos até aqui, né?
[1:55:23] Sobrevivemos. Afinal, esse disco trata muito
[1:55:27] disso. Sobrevivência e essa música.
[1:55:32] Ela para mim é obra prima emocional do disco, sabe?
[1:55:36] Ela vai provar que o motorhead é vai muito além da agressividade,
[1:55:40] da velocidade, que é o clássico, né?
[1:55:43] Que eu adoro. Então vai trazer, como o William
[1:55:47] usa muito a palavra, essa nova roupagem para banda e para mim.
[1:55:52] Eu, eu considero o disco mais importante aí da carreira da
[1:55:57] banda, porque. Traz elementos diferentes, traz
[1:56:00] experimentos diferentes, mistura é subgêneros do do rock com
[1:56:07] muita precisão e todo mundo falou aí da da parte da letra e
[1:56:12] isso eu acho a parte mais devastadora emocionalmente,
[1:56:16] porque uma coisa é a gente estudar história.
[1:56:19] E para filha, EE lê, sabe? Ler o que uma outra pessoa
[1:56:28] conta, o que uma outra pessoa vai falar, o que um, o que um
[1:56:31] historiador vai falar. E aí uma coisa é, tu pegar um
[1:56:34] rock and roll, assim como é motorhead.
[1:56:37] EE, ler sob o ponto de vista desse jovem e entender, sabe o
[1:56:43] que aconteceu? EE tentar se colocar no lugar e
[1:56:46] sentir essa dor. Então acho que essa música ela
[1:56:48] vai humanizar esses jovens, aí colocar eles num lugar como não
[1:56:52] era um. Robô eram seres humanos que
[1:56:56] tinham família, que tinham sonhos, enfim, e tudo mais.
[1:56:58] Então ela me faz pensar muito, faz refletir muito honra.
[1:57:04] Oo título é uma coisa que eu gosto sempre de falar, né?
[1:57:08] A faixa título ela tem que honrar para dentro do disco e
[1:57:12] aqui para mim encerra o disco. Perfeitamente bem.
[1:57:16] É motored. Para mim é isso, sabe?
[1:57:20] Essas várias nuances de sujeira, de humor, de melancolia, de
[1:57:23] guerra, de humanidade, da sobrevivência.
[1:57:26] E para mim, envelhece muito bem. E eu agradeço a todos vocês aí
[1:57:31] por terem participado comigo desse episódio que, pode ter
[1:57:34] certeza, gente, é tão importante quanto aquele duozzi no morte.
[1:57:38] Tiros que a gente fez, que tocou em pontos muito.
[1:57:43] Importante aí da minha vida pessoal.
[1:57:46] Ficou satisfeita com o tema de aniversário?
[1:57:48] Então gostou do presente no tema?
[1:57:51] Claro que sim, claro que sim. Sempre gosto.
[1:57:54] Então tá bom, ótimo, perfeito, bom, encerramos o faixa faixa
[1:57:59] foi um pouquinho longo. Se o Leme estivesse aqui,
[1:58:02] provavelmente já estaria no terceiro maço de cigarro.
[1:58:04] Então a gente pode ir pra pra nota do disco.
[1:58:08] Quarta, quarta garrafa de Jack. É, já, já daria, teria tempo?
[1:58:14] Renato, tu que é a mãe da da criança?
[1:58:16] Então comece de zero canecos de cerveja ou de uísque, vai saber.
[1:58:24] Coca-Cola com Jack Daniels, tá? Vai zero a 10. 101010.
[1:58:31] Bruno 8 verrugas do Leme. Puta merda alcio.
[1:58:38] Vamos lá, acho que é 9,2. Tiago. 9. 9 eu vou dar 8, Bruno.
[1:58:54] Ficamos com a média 8.8. A média boa, né?
[1:59:00] Excelente. Eu?
[1:59:01] Eu não consigo colocar o mesmo peso que a Renata coloca nesse
[1:59:04] disco em relação à discografia, né?
[1:59:06] Eu vi que em diversos momentos do episódio, ela a se posicionou
[1:59:10] ali abertamente sobre a questão da melhor faixa de abertura de
[1:59:14] um disco do motorhead. Ou então o melhor disco do
[1:59:17] motorhead, né? É subjetivo, é pessoal, né?
[1:59:20] Mas é que realmente o motorhead é uma banda assim, com muita
[1:59:24] muitas credenciais, muitos brasões, muitos clássicos aí
[1:59:27] então. Eu nunca, eu nunca consegui
[1:59:29] olhar pra esse disco como um clássico.
[1:59:32] Só eu consigo enxergar 11 bom disco, um ótimo disco.
[1:59:36] Longe de mais de ser ruim, né? Mas mas tá ótimo, tá tudo certo.
[1:59:42] Eu acho que eu prefiro mais o Martin di do que esse aqui, mas
[1:59:45] é, essa é a minha opinião. Pra mim não, mas não com força
[1:59:50] assim. Mas assim, eu acho que seu lado
[1:59:54] a de esse disco é perfeito. E o lado do b eu acho que ele
[1:59:56] cai um pouquinho, mas ele nunca chega a ficar ruim assim.
[1:59:59] Eu gosto dele, é isso, é esse. O lado a para mim é perfeito, o
[2:00:03] lado a que joga para cima. Assim o lado a seguraria um lado
[2:00:06] b se talvez se não tivesse Angel City assim e as 2 mais rápidas
[2:00:12] só ser um pouquinho mais inspiradas são, se não escutam
[2:00:14] 9610. É mais uma coisinha só, acho que
[2:00:17] esse para mim é o último disco do motorhead.
[2:00:20] Que eu realmente gosto. Aí teve o sacrifice depois que
[2:00:22] eu acho legal, mas depois pra mim ficou muito mais do mesmo.
[2:00:27] Eu não consigo discernir um disco do outro a partir de um
[2:00:30] certo ponto, mas o motorhead sempre é uma Alegria e é uma
[2:00:34] Alegria estar sempre aqui com vocês.
[2:00:36] Muito obrigado novamente por me acolherem aqui no rock da mesa.
[2:00:40] É uma honra geográfica, tecnológica e porque não
[2:00:45] informática estar aqui, meus amigos e amiga.
[2:00:50] Que Alegria, qualquer coisa é só me chamar tão perto.
[2:00:54] Maravilha, muito obrigado aí pela presença, por sempre estar
[2:00:57] aqui apoiando a gente dá o serviço aí.
[2:01:00] Podcast cmm alguma coisa mais que eu queria divulgar.
[2:01:05] Vamos lá? Cmm quase toda semana eu sou a
[2:01:08] Ana Furtado do cmm. Então sempre que o Rômulo marca
[2:01:11] alguma coisa e os outros não podem, eu entro.
[2:01:14] Ali dou uma ajudadinha, né? E estamos por aí também no mundo
[2:01:20] internético, né? Me acham Instagram essa coisa
[2:01:23] toda. E um beijo no coração de todes.
[2:01:28] Isso aí, meus queridos amigos, muito obrigado aí pela
[2:01:31] participação, pela parceria. Obrigado vocês ouvintes aí pela
[2:01:35] audiência. Deixem comentários que aliás,
[2:01:38] temos bastante Bruno no último episódio do Def lepper.
[2:01:42] Steve. Nós tivemos muita coisa, certo,
[2:01:46] movimentado, movimentado o episódio, aí até que não foi
[2:01:49] muito assim, de muita, muita audiência.
[2:01:53] Ele se saiu até aqui bem, né? Mas assim, em termos de
[2:01:56] comentários assim, olha, eu vou ler aqui, tentar ser rápido
[2:02:00] aqui, né, para não tomar muito tempo.
[2:02:04] Mas por exemplo, Bernardo Nunes, ele colocou assim, nunca tinha
[2:02:08] escutado o disco inteiro, parecia que Def leppour não me
[2:02:11] descia, mas. Dessa vez foi faltava um pouco
[2:02:14] mais de informação. Olha aí, coisa boa, lê isso?
[2:02:18] Obrigado Bernardo infinita kest. Este álbum realmente é muito
[2:02:22] bom. Já procurei pra comprar OCDE,
[2:02:24] não achei a critério de curiosidade.
[2:02:27] Esse é o álbum que, segundo Tobias summit, ouviu 1000000 de
[2:02:30] vezes. Abraços, Carlos Augusto
[2:02:33] Monteiro, nosso querido farofeiro do Rio de Janeiro.
[2:02:36] Muito top esse episódio raiz amigos, adorei o relato pessoal
[2:02:40] da rei com album, coisas que só o rock na mesa traz para você.
[2:02:43] Olha aí, é verdade, cara Charlie Jucá, uma obra de arte da música
[2:02:50] pop é hard, mas é pop dos bons. Todo ser humano deveria ter
[2:02:54] oportunidade de ouvir stiria, parabéns pelo episódio, obrigado
[2:02:58] José clairton Silva, bom episódio.
[2:03:00] William não é a minha área, conheço, claro, mas não gosto
[2:03:04] episódio curto para os padrões atuais.
[2:03:07] E como você não quis pagar insalubridade?
[2:03:10] Bruno e Thiago não quiseram participar.
[2:03:12] Foi isso aí, que sacanagem. Olha, eu vou dizer que eu queria
[2:03:18] ter participado desse sim, que eu gosto pra caramba desse
[2:03:21] disco, só que eu tava a garganta tava muito pior do que tá hoje,
[2:03:24] então imagina. Olha aí, Renata, queria ter se
[2:03:27] esfregado na farofinha, ó. Eu acho que.
[2:03:33] Mas não lembro porque que eu não gravei esse cara.
[2:03:35] Mas IA ser outro tema. Acho que eu viajei, não.
[2:03:37] Tava viajando, sei lá, cara. Tu tava viajando, é?
[2:03:40] Tu tinha. Tu tinha recém chegado na cidade
[2:03:42] e saiu pra jantar com o pessoal. Ainda não IA chegar a tempo.
[2:03:45] Verdade, verdade. Paulo Vicente país, nosso
[2:03:50] querido ouvinte, amigo lá de Portugal.
[2:03:53] Todos os top five que fiz na vida.
[2:03:56] Acho que ele quis falar de todos os top five que fiz na vida.
[2:03:58] Esse álbum sempre esteve presente.
[2:04:01] E sempre que quero me sentir um pré adolescente é o álbum que
[2:04:04] ouço. Muito bom o episódio ou
[2:04:06] desculpe, obrigado, quem? Diria que o puto ranhento que
[2:04:11] pediu o episódio do bitcoin teria?
[2:04:13] É cara, só pede os poderes, né? No No sorteio do grupo, por
[2:04:18] volta dele é fonte da five. Excelente cara still e ainda,
[2:04:21] né? Essa ainda é o the stelle fant
[2:04:22] da velha da velha. Centro da Night lá, né não?
[2:04:27] É, não e. Por último, Lipe.
[2:04:30] Já tentei, mas Def Leppard não desce, não consigo curtir e olha
[2:04:34] que adoro o glan metal, mas como sempre foi um excelente
[2:04:38] episódio, muito obrigado, a gente gosta, gostamos dos
[2:04:41] comentários positivos. E aí, e ainda que não seja o
[2:04:44] tema do agrado de vocês, só de saber que vocês pararam para nos
[2:04:47] ouvir e tem interesse em escutar, na sua opinião já vale
[2:04:52] todo o trabalho, a gente fica muito feliz, é mesmo.
[2:04:55] Aí, pessoal, tudo certo? Certo.
[2:05:00] Isso aí então tá. Então tá bom.
[2:05:02] Meus queridos Renata, aproveita aí o teu aniversário, quando
[2:05:05] esse episódio sair. Um grande abraço a todos, tudo
[2:05:08] do melhor para vocês. Obrigado pela audiência e um
[2:05:10] abraço, tchau.

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