# Barriga de chope faz mal mesmo? Por quê? #178

An episode of [Aprenda](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1650468691), 23 Feb 2026, 15 min.

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Tem coisas que a gente ouve falar praticamente a vida inteira, mas raramente chega a se questionar se são verdade. Muitas delas, sobre saúde. Por exemplo, a ideia de que ter barriga de chope oferece risco para o corpo humano. Não, não to dizendo aqui que não ofereça, calma. Apenas fazendo um teaser do que a gente aborda no episódio: quais são os riscos associados a ter muita gordura abdominal? E por quê?============================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Risco silencioso e alerta pela cintura: como a ‘barriga de chope” pode pesar no coração? Por Simone Blanes, Veja- Um homem sem barriga é um homem sem história?' Orgulho da 'barriga de chope' é ignorância sobre riscos da gordura visceralPor Roberto Peixoto, g1

## Transcript

[0:00] Já reparou que tem uns temas sobre saúde, principalmente, que
[0:04] a gente escuta falar a vida inteira, mas não necessariamente
[0:08] assim? Se pergunta, puxa, mas de onde
[0:11] veio isso? Será que é verdade?
[0:14] Por exemplo, a ideia de que ter barriga de chope pode ser
[0:18] perigoso, né? Pro coração, pro nosso corpo de
[0:21] modo geral. Será que é verdade isso?
[0:25] E caso seja? Por que motivo a pessoa com
[0:29] abdômen mais volumoso faria mal? Por que que isso representaria
[0:33] uma ameaça? Essas são as perguntas que eu
[0:36] vou responder para você no programa de hoje.
[0:40] Tem coisas que você nem sabia que precisava saber e é delas
[0:43] que a gente fala aqui no aprenda.
[0:46] Eu sou o Álvaro Leme, jornalista, professor, curioso,
[0:49] profissional, e aqui qualquer assunto pode virar aprendizado.
[0:57] E aí, aprendizes, cheguei com mais coisas que vocês nem sabiam
[1:02] que precisavam saber. E antes de começar aqui a contar
[1:05] sobre a barriga de chope, eu quero pedir para você seguir o
[1:08] aprenda aqui no Spotify ou na Apple, na Deezer, na Amazon, na
[1:13] plataforma em que você tiver me ouvindo agora.
[1:15] Clica aí em seguir, por favor, porque primeiro você vai sempre
[1:19] saber quando tiver episódio novo e além disso você ajuda a fazer
[1:23] o podcast aparecer como sugestão pra mais ouvinte.
[1:27] E vocês sabem que internet o produto tem que crescer, se não
[1:31] cresce, ele morre. Então se você quer que eu
[1:33] aprenda, continue vivo, siga ou aprenda, ok, bem dramático.
[1:38] Vou começar respondendo a dúvida principal do episódio.
[1:42] Barriga de chope realmente representa um perigo pra saúde e
[1:48] dá pra dizer que depende do tamanho da barriga.
[1:50] Pra algumas sim, pra outras não. Não é porque a pessoa tem uma
[1:55] barriguinha que ela vai cair dura a qualquer momento, senão
[1:58] se fosse assim, só quem tem abdômen Tanquinho que IA tá
[2:02] salvo, né? E a gente IA ver muito mais
[2:04] gente tendo um piripaque na rua, um pitipafe, como diz um amigo
[2:10] meu aqui a gente tá. Tá falando de quando a
[2:13] circunferência do abdômen cresce com mais intensidade, passa de
[2:18] determinada ponto. Que que é importante a gente
[2:22] esclarecer aqui que eu não tô falando de aparência, de
[2:25] estética, de nada disso, tá? Não é um episódio sobre Oo
[2:30] padrão de beleza, porque hoje existe essa ditadura da magreza,
[2:34] né? Que é absurda, que deixa muitas
[2:36] pessoas doentes em outros níveis, que não são os níveis
[2:39] que eu tô falando aqui. Aqui eu vou falar meramente.
[2:42] Da relação entre barriga de chope e possíveis riscos.
[2:46] Tá ênfase no possíveis. No meu roteiro aqui eu escrevi
[2:50] com tudo em caixa alta possíveis.
[2:53] A partir de que momento, de que tamanho que a barriga pode ser
[2:57] considerada um risco? Hoje em dia, tem 2 maneiras mais
[3:01] frequentes de tentar estimar isso.
[3:03] As 2 envolvem fita métrica, de preferência com acompanhamento
[3:09] de profissionais de saúde. Vamos deixar Combinado aqui que
[3:12] sempre que eu falar de um tema de saúde, nunca, nunca na vida é
[3:16] para vocês fazerem nada sozinhos, sem supervisão, sem
[3:20] orientação médica, ok? Eu sou um jornalista,
[3:23] pesquisador, cientista, não sou um médico, Combinado?
[3:29] Vamos voltar para as nossas medições aqui.
[3:31] Então, a primeira medição é a da circunferência abdominal.
[3:35] O médico, nutricionista, professor de educação física,
[3:38] ele vai pegar ou ela vai pegar a fita métrica, vai colocar em
[3:42] cima. Assim, mais ou menos em cima do
[3:44] seu umbigo, vai dar a volta no seu corpo.
[3:47] As diretrizes da organização mundial de saúde geralmente
[3:50] consideram que tem um risco mais grave, um risco mais acentuado.
[3:55] Em homens com circunferência abdominal acima de 102 cm e em
[4:01] mulheres com mais de 88 cm, a outra medição é a relação
[4:07] cintura quadril. Nesse caso, além de medir em
[4:10] cima do umbigo, o profissional de saúde, a profissional de
[4:13] saúde vai medir também a região dos glúteos, né?
[4:17] A parte maior aqui, onde fica maior a circunferência, é do
[4:21] quadril. E aí vai pegar a medida da
[4:24] cintura, vai pegar a medida do quadril e vai dividir a medida
[4:28] da cintura pela medida do quadril.
[4:31] Isso aqui é matemática simples, vai.
[4:33] Vocês não podem ter se enrolado aqui ainda, mas vamos para um
[4:36] exemplo que eu sei que isso ajuda.
[4:38] Vamos pensar se a pessoa tem 60 de cintura e 105 de quadril,
[4:44] igual a nova loira do Tchan. Essa conhecer, essa reta,
[4:50] entrega a idade, qual que é a relação cintura, quadril da
[4:53] loira do Tchan, calcula aí, tá, vou esperar vocês fazerem a
[4:57] matemática, é só você pegar 60, que é o número da cintura, e
[5:01] dividir por 105, certo? Vai, calcula.
[5:03] Aí abre a calculadora, tá com preguiça, né?
[5:06] Tudo bem, eu vou continuar aqui. Então 60 ÷ 105 dá 0,57.
[5:14] E aí você vai falar assim, bom, pra mim isso quer dizer nada,
[5:18] que que quer dizer 0,57 e você tá certo, tá certa de me cobrar,
[5:21] porque sem parâmetro, é só um número solto no espaço certo,
[5:24] tem que cobrar mesmo, exijam sempre que os números estejam
[5:28] contextualizados. Mas aí pra contextualizar, a
[5:31] gente vai voltar aqui na recomendação da organização
[5:34] mundial de saúde, que diz o seguinte, o ideal é que a
[5:38] relação cintura, quadril fique abaixo de 0,85 para mulheres.
[5:44] Então a loira do Tchan não tem com o que se preocupar, já que a
[5:48] dela é 0,57, certo luz na passarela que lá vem ela e pros
[5:52] homens. Pros homens, o ideal é que a
[5:56] relação cintura, quadril seja menor que um só que a gente tá
[6:01] falando e falando e falando aqui de barriga de chope.
[6:03] Eu preciso esclarecer pra você que nem só de chope vive a
[6:06] barriga de chope. É bem verdade que a bebida
[6:10] alcoólica ajuda no ganho de peso.
[6:14] Porque primeiro, a maioria delas tem caloria para caramba,
[6:17] segundo, algumas a gente consome com complementos bem açucarados,
[6:22] como a delícia, como os energéticos.
[6:24] E terceiro, porque no dia seguinte.
[6:27] Eu sei do que eu tô falando. Quando a pessoa bebe, ela acorda
[6:31] com a fome de 15000 gladiadores. Eu já já acordo abrindo
[6:37] aplicativo de pedir comida. Quer dizer, não tem aí,
[6:40] cientificamente o nome barriga de chope.
[6:43] Isso é algo cultural que a gente se acostumou a falar pra se
[6:46] referir à gordura visceral, ou seja, aquela que se acumula no
[6:50] nosso abdômen. E aí eu te pergunto, você sabe
[6:54] quais são os 2 tipos de reserva de gordura típicos do corpo
[6:58] humano? Tem a gordura subcutânea.
[7:02] Essa palavra aí quer dizer debaixo da pele, tá, que é uma
[7:05] camada de gordura que vai se formando onde, hã, hã,
[7:10] exatamente ali debaixo da pele. E tem a gordura visceral.
[7:15] Quando a gente fala visceral, a gente está falando o que se
[7:17] referindo a vísceras, certo? Onde estão as nossas visceras?
[7:21] Estou falando com vocês aqui estou.
[7:22] Da mão na minha, no meu buchinho aqui, que é onde ficam os
[7:26] intestinos e outros órgãos, a barriga de chope.
[7:30] Ela pode surgir de uma combinação da gordura subcutânea
[7:34] e da gordura visceral, mas geralmente é mais da visceral
[7:38] mesmo, tá? Essa gordura que vai sendo
[7:41] armazenada entre os intestinos, perto do estômago, perto do
[7:45] fígado, ela vai sendo acumulada quando a pessoa consome muitas
[7:49] calorias. Então não é só a cerveja, não é
[7:51] só o chope. Ao álcool, tá?
[7:53] É AO consumo global de calorias que vem por meio dos alimentos.
[7:59] Mas por que que o nosso corpo guarda gordura?
[8:02] Por que, meus amores? Para existir no mundo a gente
[8:05] precisa de energia, né? Que, no caso dos seres vivos,
[8:09] costuma vir de onde? Da comida.
[8:12] E cada tipo de alimento colabora de algum modo.
[8:15] Outro dia talvez a gente aprofunde isso um pouco mais.
[8:18] Mas voltando aqui pra nossa linha da da barriga, o corpo
[8:22] humano, ele evoluiu no mundo em que a gente nunca sabia direito
[8:26] quando IA ter a próxima refeição.
[8:29] Pensa aí, por exemplo, no pessoal daqueles programas tipo
[8:32] largados e pelados, gente que tem que sobreviver na selva,
[8:36] aqueles que a galera tem que se virar pra conseguir uma
[8:39] refeição. Nos tempos das cavernas, aí ou
[8:42] antes, até essa era a regra e não A Exceção.
[8:46] Então o nosso corpo, ele evoluiu pra lidar com a incerteza da
[8:50] comida. Que que isso quer dizer?
[8:52] Que se a gente comesse muito e não tivesse necessidade de usar
[8:56] aquela energia naquele momento, não era uma boa ideia do ponto
[9:00] de vista biológico e evolucionário descartar aquilo.
[9:04] E aí o nosso corpo começou a criar depósitos de gordura que,
[9:09] na prática, são uma espécie de reserva de energia que o
[9:12] organismo vai criando pro caso de, por alguma razão qualquer, a
[9:16] gente não ter mais um fluxo de refeições frequente, um fluxo de
[9:21] refeições constante, tá? Mas se ter reserva de energia é
[9:26] importante, então as pessoas com mais gordura abdominal, elas
[9:30] deveriam estar. Mais protegidas, né?
[9:32] Afinal de contas, elas pouparam energia para o caso de
[9:35] acontecer, sei lá, o apocalipse zumbi e faltar comida aqui.
[9:40] Eu preciso pontuar para você que o mundo ele não é tão Preto no
[9:44] Branco assim, certo? Especialmente no que envolve a
[9:47] nossa vida, a biologia. Existem muitos tons de cinza na
[9:52] nossa vida. Não se esqueça disso nunca.
[9:55] Então, por um lado, sim, quem tem alguma reserva de gordura
[9:59] realmente pode contar com uma vantagem no caso de uma escassez
[10:03] geral de alimentos, temporariamente e em teoria
[10:06] apenas, mas pode, porém. Essa gordura visceral, ela não é
[10:11] uma gordura que ela fica lá, quietinha, paradinha, igual o
[10:14] meme da Gretchen sabe atrás da cortina.
[10:17] Assim, com a mãozinha para baixo, esperando pra entrar no
[10:18] palco. Ela não é assim.
[10:20] Ela tem atividade metabólica. O que que isso quer dizer?
[10:24] Que ela vai soltando umas substâncias ali no nosso, no
[10:28] nosso organismo, e essas substâncias podem inflamar o
[10:32] nosso corpo e no longo prazo isso vai abrindo caminho pra
[10:36] alguns riscos de desenvolver algumas doenças.
[10:39] Se você que tá me ouvindo, isso é criança, adolescente, jovem,
[10:43] geração alfa. Você só vai precisar pensar
[10:47] nisso realmente daqui a muitos anos, tá?
[10:50] Mas nos adultos, especialmente para quem, como eu, passou dos
[10:54] 30, mentira, dos 40 tem que ficar ligadinho, sim.
[10:59] E aí você vai falar, mas o que que é mesmo?
[11:01] Inflamação é outra coisa que eu já ouvi dizer, não sei.
[11:05] Então, resumidamente, é quando nosso corpo sofre uma agressão,
[11:08] uma lesão ou até uma infecção, ele reage, certo?
[11:12] A garganta inflamada, por exemplo, essa área ali, quando
[11:15] ela fica inflamada, tipo nesse caso da garganta, porque tem
[11:18] normalmente algum micro organismo ali, é mandando bala
[11:22] pra infectar a gente. E aí essa parte do corpo que
[11:25] está inflamada, ela pode ficar vermelha, pode inchar, pode
[11:28] doer. Essa parte aí do corpo, ela fica
[11:31] meio num estado de alerta, que vai deixando de ser alerta
[11:35] conforme a pessoa melhora. Só que a inflamação, ela não foi
[11:39] pensada, pensada, né? A inflamação ela não existe pra
[11:42] são um estado duradouro. Ela existe pra acontecer e
[11:46] deixar de acontecer. Por isso que quando a pessoa vai
[11:48] melhorando, ela sai de cena na inflamação crônica.
[11:52] Como é? AA inflamação que pode ser
[11:55] provocada pela barriga de chope, esse estado de alerta.
[11:58] Ele não vai deixando de ser alerta.
[12:00] Ele se mantém ali meio no mesmo nível ou até deixa, só que de
[12:05] maneira muito lenta. Então é como se o corpo fosse
[12:09] agredido aos pouquinhos, mas durante um intervalo de tempo
[12:12] mais longo. Pensa aí, se você dá um socão
[12:15] numa pessoa, é uma coisa, ela pode se recuperar.
[12:17] Se você todo dia dá algum soco, ainda que em intensidade menor,
[12:22] no longo prazo o acúmulo de socos vai ser pior do que um
[12:26] socão, mas não dêem soco em ninguém, por favor, tá?
[12:30] Quais são os resultados, então, dessa inflamação crônica que a
[12:34] gordura abdominal pode causar? A pessoa pode ter diabetes, a
[12:38] pessoa pode ter hipertensão, pode ter infarto e pode ter AVC.
[12:43] Ou seja, só coisa que é melhor a gente tentar evitar se a gente
[12:48] quiser viver por muito mais tempo, né?
[12:50] E como é que a gente pode evitar aqui?
[12:54] Pessoal não tem escapatória, né? A gente vai ter que vir para
[12:58] aqueles conselhos que. Parecem ser batidos, mas que são
[13:01] verdade. Você vai ter que procurar ter
[13:04] uma alimentação balanceada e atividade física constante.
[13:08] Vou dizer para vocês que assim eu se pudesse, eu comia
[13:12] hambúrguer de fast food todo dia, juro.
[13:17] Na pandemia eu fazia festival de pastel, cachorro-quente, doces.
[13:22] E aí, que que vocês acham que aconteceu com a minha barriga de
[13:25] chope, que era de chope também? Cresceu pra caramba naquela
[13:28] época, né? Depois eu fui tentando é
[13:31] diminuir um pouco. Mas você reparou que eu usei a
[13:34] palavra balanceada, né? Devia ter reparado, porque o que
[13:38] a gente diz significa alguma coisa.
[13:41] Que que eu estou querendo falar aqui que não é pra você surtar?
[13:45] Não é pra você achar que não vai poder, ó nossa, eu não posso
[13:47] mais comer um doce, uma besteirinha, vou ficar triste
[13:50] que eu não posso comer uma besteira não, você pode, só que
[13:53] isso é pra si, parte da vida e não a vida inteira vocês
[13:58] entendem a diferença, certo? Pra gente que é brasileiro,
[14:01] melhor conselho que o tio Álvaro aqui quarentão pode dar é pra
[14:05] você não deixar de comer arroz e feijão porque.
[14:09] Que coisa boa ter nascido brasileiro, porque aqui tem
[14:12] arroz e feijão, que é uma delícia e faz muito, muito bem.
[14:17] Só que aí isso aí já é tema para outro episódio, certo?
[14:20] Você quer que eu conte esse episódio?
[14:22] Me conta aí nos comentários. Aliás, se você gosta do meu
[14:25] trabalho, comenta qualquer coisa aí nos comentários, que é para
[14:28] eu saber se vocês ouvem mesmo. Podcast tá?
[14:32] Comenta aí, já comentou, vou contar até 3 aqui, Hein, vai lá
[14:35] comentar, ó um. 23, comentou, nem que seja para dizer que me
[14:43] acha super legal, tá? Beleza, gente?
[14:47] Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia
[14:51] que precisava saber.

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