# Tempos mais simples #153

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 24 Mar 2026, 30 min.

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Quando a gente é criança, quer crescer. Quando cresce, olha pra trás e sente saudade de tomar um Nescau, vendo três espiãs demais, sem se preocupar com nada. Quer ouvir episódios extras? Apoie a partir de 10 reais e tenha acesso a conteúdos exclusivos: apoia.se/donahelenapodcast Cx Postal: 85258 | CEP: 27253-970 Apoio: Estúdio Jukebox Produção: Alana Azevedo, Raíla Azevedo e Andre Leal

## Transcript

[0:00] Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
[0:09] senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
[0:28] Olá ouvintes, eu sou Alana Azevedo.
[0:30] E eu sou raila Azevedo. Cris cada fase da nossa vida tem
[0:34] seus ônus e bônus, né? Uma coisa que sendo adulta e a
[0:40] gente olha para trás e vê como era bom.
[0:43] Era ter mais tempo. E menos responsabilidade.
[0:47] Menos responsabilidade? Tipo assim, ó.
[0:49] Tomava um banhozinho, IA para a rua brincar, brincava até
[0:53] cansar, voltava para a. Responsabilidade era ser
[0:56] criança. Brincar, tomava outro banho, IA
[0:59] para o nosso evangelho, né? De. 2 horas.
[1:02] Culto do evangelho de 2 horas. Isso daí.
[1:05] Eu aí teve um dia até que eu fui falar com a minha mãe.
[1:08] Nossa, por que que a prece era tão demorada?
[1:11] Nunca demorou 2 horas. Nossa, demorou.
[1:13] E outra coisa, eu acho que faltar.
[1:15] Vamos vamos falar já que a gente está entrando aqui, bom senso,
[1:19] deixar um Monte de criança junto 2 horas ano que o que que a
[1:22] gente arrumava rizaiada não dava gente, né?
[1:25] Uma brincadeirinha. 2. Horas de Deus.
[1:28] E aí depois? Quem aguenta?
[1:30] Foram tomando chá de samancoll e foi diminuindo sim, de 2 horas,
[1:35] mas. Na época de vovô.
[1:37] Vovô era? 2 nossa senhora, me?
[1:39] Recordo muito disso da gente fazendo aprece e quando?
[1:43] Quando chegava algum irmãozinho, então?
[1:46] É naquele evangelho de capa azul, dura, lembra disso?
[1:50] Lembra. E aí, é, eram 2 horas.
[1:53] Aí veio o chá de samancol, foi para 1 hora.
[1:56] E agora, se eu não me engano, Oo evangelho não.
[2:00] É uns 30 minutos. 30 minutos. Eu acho ótimo o meu quando eu
[2:03] fazia, né? Que eu tô meio.
[2:04] Eu também desgarrada. Era até menos.
[2:06] O meu era 15 minutos. É esses dias.
[2:08] O Eduardo participou. Eu e o Eduardo a gente
[2:11] participou. Na tia melinha.
[2:12] Eu vi a foto, ele ficou. Aí depois ele também desceu e
[2:15] ficou correndo, mas é isso aí. Então aí a tia melinha falou,
[2:18] deixa, ele ficou andando. Aí de repente ele voltava,
[2:22] sentava. Aí eu ficava com uma vontade de
[2:25] rir que ele estava tão concentradinho.
[2:27] Aí ele olhava para mim e ficava assim.
[2:29] Fecha o olho, mamãe, é pra eu me concentrar pelo não tomando
[2:33] festinho da criança. Outra coisa também que teve uma
[2:36] mudança que no final, né, a gente cantava uma música que era
[2:40] quanta luz, quanta luz, nesse ano.
[2:43] Não, e era 2 vezes. Isso que eu IA falar para quê, 2
[2:46] vezes? Tinha que cantar música, a
[2:48] primeira já foi e tinha que repetir.
[2:51] Mas sabe o que que eu acho? Vovó?
[2:52] Adorava cantar. É então aquele momento ali, ela.
[2:54] Também na minha cabeça tava assim, quanta luz nesse ambiente
[2:57] ainda sobre nós. E se fosse pra deixar?
[2:59] Contar, né? Pelo amor de.
[3:01] Deus, mas continuando, porque a gente travou aí no na duração do
[3:06] evangelho. Tinha isso de brincar na rua.
[3:09] Era realmente pra mim tempos mais simples, porque graças a
[3:12] Deus a gente teve essa infância saudável, de brincadeira, de
[3:16] perder o tampão do dedão raíba, nunca.
[3:19] Perdeu eu já é ralei o dedo chutando, mas assim perder o
[3:24] tampão? Não, não me recordo.
[3:25] É, eu te imagino. Eu te imagino.
[3:27] Não. Você realmente era muito da
[3:29] televisão. É.
[3:29] Era o que uma criança culta era do livro, né?
[3:33] Eu adorava. Assistir o que que você estava
[3:35] falando? Assistir Xuxa.
[3:37] Xuxa AI, todo. Mundo da imaginação.
[3:40] Tempos mais simples. Eu na minha casa acordando,
[3:44] minha mãe me acordando para ir para a escola e ela fazendo o
[3:47] meu café da manhã, o meu Milk Shake, que nada é.
[3:51] A gente falava que era Milk Shake, mas era o nescau batido
[3:53] no liquidificador e eu achava o Laje pra mim.
[3:57] Milk Shake sim, quando eu fui descobrir.
[3:59] Que Milk Shake tinha sorvete já era.
[4:02] Para lá, a gente chamava. De Milk Shake e quando queria
[4:06] incrementar, botava biscoito de Maizena sim, que ficava uma
[4:09] delícia. Desbloqueou memórias.
[4:11] Desbloqueei, né? Então aí eu acordando.
[4:13] Nossa, não espera, vamos falar de novo aqui do Milk Shake?
[4:16] Que a gente. Batia o nescau leite no
[4:20] liquidificador e açúcar e aquela espuminha eu não estava.
[4:23] Nessa com açúcar eu eu tomava e às vezes batia com gelo para
[4:28] ficar aquela espuminha. Mas é AI que lembrando, mais um
[4:32] Milk Shake, que delícia. Era o máximo, né?
[4:34] Então aí. Esse meu café EE eu vendo é Xuxa
[4:40] aí quando tinha eu não, não me recordo quando que era já tipo
[4:44] assim, Ah, agora é a hora da keka da bruxa keca.
[4:47] Então é a hora de eu tomar o banho para ir para a escola.
[4:49] Mas Xuxa, no lindo mundo da imaginação, era filme, não?
[4:52] Não era o programa da Xuxa, imagine, imagine.
[4:57] Mas espera, agora eu estou esqueci.
[4:59] Todo dia passava a Xuxa. Mas era tipo uma serezinha
[5:02] desenho. Era um programa.
[5:04] Ah, tá. Aí ela passava desenhos no Ah.
[5:07] Não, beleza. Tinha o programa da Xuxa, que
[5:09] era tipo um bom dia e companhia. É, mas era o Xuxa no.
[5:13] Lindo mundo. Da imaginação, o nome.
[5:16] Xuxa no lindo mundo da. Imaginação.
[5:19] E eu amava. Aí depois IA para a escola, né?
[5:22] Chegava aí enquanto a minha mãe, aquele cheirinho de janta, IA
[5:26] tomando banho. A gente não foi criança, muito
[5:29] criança. Dança de bom dia e companhia
[5:30] foi? Não na SBT.
[5:32] Lá em casa foi, era mais globa. Lá na Vovó nem pegava.
[5:35] É SBT. Você se recorda que eu até hoje,
[5:39] gente, eu nunca vi. Não sei porque ASBT pegava de
[5:43] vez em quando. E aí também quando passava
[5:46] filme. Era o pessoal estava vendo
[5:48] novela Hum na Globo. Então quando passava assim, Ah,
[5:51] vai ter os batutinhas no SBT? Eu nunca assisti o os
[5:55] batutinhas. E eu ficava assim, você nunca.
[5:57] Assistiu? Eu já assisti, meu amor, eu já
[5:59] assisti. Até hoje não, mas não hoje em
[6:01] dia eu não assisti porque você não deixei para os.
[6:03] Batutinha. Nunca assisti os batutinha e eu
[6:06] ficava assim, gente, olha criança, né?
[6:08] Querendo ver. E não podia, porque não podia
[6:10] programação. Aí teve uma vez, agora só
[6:13] relembrando que eu meu filme, né preferido?
[6:17] E aí tava passando na Globo, Titanic, e veio a cena do Rose
[6:23] sendo o Jack pinton, Rose sem blusa.
[6:27] Vovó passou e viu e desligou. Eu fiquei arrasada, chorei,
[6:32] chorei. Falei, que você?
[6:34] Tava não. Já tinha.
[6:36] Acho que eu já tinha visto. Eu fiquei arrasada que ela
[6:39] desligou. Ela viu.
[6:40] Mas a Vovó, eu acho que ela tinha uma.
[6:43] General que a gente. Também tava vendo televisão, Do
[6:45] Nada ela pegava e desligava. Tá, Vovó?
[6:49] Qual que é o espírito que a Vovó fingiu que recebeu?
[6:52] O general é o general. Se manifestou que a gente fingiu
[6:55] que estava passando mal pra faltar aula.
[6:57] E aí? E general, general incorporou e
[7:00] Vovó? E fez.
[7:01] A gente dá uma faxina na casa. Na casa, que raiva do general.
[7:05] Mas eu IA falar, a gente tava falando de SBT, que a gente não
[7:08] era de bom dia e companhia. Só que teve um programa que eu
[7:10] gostava muito e esse eu lembro de eu assistindo com uma certa
[7:14] frequência. TV Cruz.
[7:16] Ah, TV Cruz assistia também? Mas era, não, já era SB.
[7:19] T produção TV Cruz já era SBT sim.
[7:22] Então, mas eu acho que aquele. Menino com cabelo espetativo.
[7:24] Às vezes foi na sua casa, porque lá na Vovó não era igual na
[7:28] minha. Casa na minha casa, minha filha,
[7:30] eu fui era 13 anos que eu. Tinha, então, porque na minha
[7:32] casa igual é, eu estava na quinta série aí que eu já não
[7:36] morava na. Gente se mudou e eu assistia
[7:40] alegrifes e rabuj também, que era no SBT.
[7:42] É de novela. Quando você morava nessa em c,
[7:45] ali, no sim complexo Maria Regina, sim.
[7:48] Você assistia mais coisinha no SBT?
[7:50] É novelinhas assim, sim. Mas o que eu nunca me pegou foi
[7:53] rebelde. Eu tentei Hum, eu tentei me
[7:56] encaixar, eu eu gostava, mas assim não.
[7:59] Eu tenho uma memória, quando eu morava no outro bairro, quando a
[8:03] gente foi morar sozinho também, que Era Eu chegando em casa e
[8:07] tinha uma. Móvel da televisão era o móvel,
[8:10] tipo essas estantes que fica televisão, CD clássico, né, dos
[8:14] anos 90, anos 2000, móvel, mogno, e aí a televisão de
[8:18] turbo. E eu falei, Ah, vou ver rebelde,
[8:20] coloquei um capítulo, aí eu falei, AI, não, não quero mais
[8:23] ver não, aí troquei. Sabe o que que me dava raiva?
[8:25] Quando a gente tava brincando na rua E a Julie falava assim,
[8:29] agora eu vou ter que vou entrar porque eu vou ver rebelde.
[8:32] E deixava a brincadeira e às vezes só tava Eu e Ela e ela
[8:35] entrava e eu tinha que ficar esperando.
[8:38] É o de acabar para chamar Júlia. É porque também tinha esse lance
[8:41] quando a gente era criança, até pré adolescente, do tipo não
[8:44] entrar é isso daí, é, nem é uma experiência individual que eu
[8:48] tenho certeza que você sim. Que é uma regra.
[8:50] Nossa que está nos ouvindo, você já evitou entrar em casa para
[8:54] beber água com medo de não voltar para?
[8:57] Poder, não é? E aí?
[8:58] E ou então quando eu chamava Julie e ela chegava lá na sacada
[9:03] do. Da tia dela?
[9:05] Do quarto de, né? Era tio Zélia, este Marquinho,
[9:07] aquele quarto. Da giselia, EE falava assim,
[9:11] agora eu não posso, estou vendo rebelde.
[9:14] Aquilo acabava comigo. E aí a gente vai subindo de
[9:17] fase, né? Do tipo adolescência.
[9:20] É esse período onde você vai tendo mais responsabilidade
[9:23] dentro e fora de casa, que você vai ajudando mais nas coisas de
[9:26] casa. Na escola também, mais matérias,
[9:29] mais é dever que você tem que levar e que você tem que.
[9:32] Fazer um nível de dificuldade vai aumentando no colégio.
[9:36] Mas ainda assim. Eram tempos, não é que ser uma
[9:39] pessoa que AI nossa, não que agora a gente não tenha é coisas
[9:43] boas. Mas ainda assim, os tempos eram
[9:45] mais simples na questão da vagabundagem.
[9:48] É, a gente podia? A gente lembro muito disso, né?
[9:52] A gente com nossos 12 anos, 13 anos nessa, nessa fase assim.
[9:56] Até para até 14. 15. Não, 15 menos.
[9:59] Não. Não, mas a gente tinha um prédio
[10:02] que era tipo, não era esses prédios enormes, era um prédio
[10:06] que tinha na rua poucos andares. Né?
[10:08] Um predinho, sim. E aí a gente ficava dando volta
[10:11] nos prédios, conversando. Era nossa, nosso hobby.
[10:15] Horas e a ver assunto era. Esse e a ver.
[10:18] Vezes a gente chamava vamos dar a volta no prédio, lembra?
[10:21] Ô fulano, vamos, vamos lá dar a volta no prédio.
[10:23] E ficava de bracinho isso dando volta.
[10:27] E aí? Tinha a gente andava só de
[10:29] bracinho, né? Só de bracinho.
[10:30] Aí tinha uma rampinha que era para saída dos carros.
[10:34] E também outra coisa que a gente fazia muito era sentar naquela
[10:38] rampinha ficava conversando quando chovia.
[10:40] Ficava embaixo, ali. Ou então fazia rodízio de
[10:44] massagem, que era, pensa assim, ó, um trenzinho.
[10:48] Todas as crianças pré adolescentes sentados nesse
[10:51] trêzinho e um fazendo massagem, né?
[10:53] Os costos do outro aí virava. Aí sempre um se ferrava, porque.
[10:57] Era o que ficava. Atrás que na hora que chegava e
[11:00] acabava a brincadeira, é, sabe uma coisa que eu lembro muito
[11:04] disso. Uma vez eu não sei se você vai
[11:06] lembrar que a gente estava lá no prédio e começou a chover.
[11:09] Hum, e aí a gente falou assim, agora a gente vai, vai para
[11:13] casa. Aí alguém falou alguma coisa
[11:15] assim, sabia que eu sei fazer começar?
[11:18] Chover, mas tem que falar assim, vento que venta lá e venta cá.
[11:22] Eu fui a pessoa falar, vento que venta lá e venta cá, a chuva
[11:26] aumentou, eu sei que deu raio, que a gente saiu correndo cada
[11:29] um pra até hoje eu uso isso. Vento, o vento que venta lá e
[11:33] venta cá, às vezes eu quero alguma coisa.
[11:35] Fala assim, nossa, gente, vai acontecer.
[11:37] Aí eu falo, vento que venta lá e venta cá.
[11:40] Eu eu não lembrava desse episódio, é?
[11:42] Já ouvi a expressão, a pessoa falou, o mundo caiu.
[11:47] E eu acho. Um raio, tá?
[11:49] Agora, pensando aqui, no uso da expressão o vento que venta lá e
[11:52] venta cá pra mim tá mais pra do tipo pau que bate em Chico
[11:58] também bate em Francisco, é, entendeu?
[12:01] O meu eu não sei. Eu uso na minha vida, tipo
[12:04] assim, nai, nossa, será que eu vou?
[12:07] Será que eu vou conseguir? Ah, é aquela vaga de emprego.
[12:09] O vento que venta lá e venta cá. Eu vou conseguir?
[12:12] Eu acho que eu faço. Isso eu acho.
[12:14] Eu, eu faço. Errado, porque o vento que venta
[12:17] lá. Lá.
[12:18] Então, tipo assim, AI fulano, vai, ele vai esquecer aquele
[12:22] negócio que eu fiz, vento que venta lá e venta cá.
[12:25] Se tipo. Assim é uma magia, estou jogando
[12:28] vento que venta lá e venta. Cá se eu não te informar que
[12:30] você deve estar usando errada porque, mas.
[12:32] É lá, faz muito sentido, vamos. Pesquisar no instituto
[12:35] Massachusetts. Vamos, porque vento que venta lá
[12:38] e venta cá é do tipo acontece lá.
[12:40] Cuidado, Hein, você está fazendo isso, vai voltar?
[12:43] Para você também. Para mim, o vento que venta lá
[12:45] é. É minha, não.
[12:46] Vento que venta. Então, a ventak é um provérbio
[12:50] popular que indica que as dificuldades, desafios e lições
[12:55] da vida são universais. A frase sugere igualdade nas
[13:00] situações, significando que o que aconteceu com uma pessoa, o
[13:05] que aconteceu lá pode acontecer com qualquer outra pessoa, que é
[13:09] o do lado de cá, sendo muito usada na cultura popular como
[13:14] essa expressão mesmo do tipo ó. Incrível.
[13:18] Deu a sua explicação, mas na minha vida vai continuar tendo
[13:20] esse sentido, porque já já faz parte, já é automático qualquer
[13:25] coisa que acontece vendo que venta lá e venta cá.
[13:28] Você usa como uma coisa de sorte?
[13:30] Né um mantra você? Usa como sorte você
[13:33] ressignificou o. Vento que venta lá e venta cá.
[13:38] Eu estou aqui, eu juro. Pasma com o uso que você deu
[13:41] para o vento inventar lá e vento acaba.
[13:43] Vamos, vamos seguir outra coisa. Raíla fazia mais do que eu,
[13:47] porque aí era muita disposição, se arrumar toda sempre.
[13:50] Foi uma espreguiçosinha, né? Para algumas coisas assim, se
[13:54] arrumar toda e bater perna lá na Amaral Peixoto, então o nosso
[13:57] Braz de volta ao redor é à disposição.
[14:00] Tinha 1 BRL, mas a gente IA andar.
[14:03] Eu lembro uma vez que eu falei, Julie, vamos vestido de
[14:06] patricinha Na Na Amaral? Peixoto e a gente foi na nossa
[14:10] cabeça, a gente tava e eu lembro até hoje, fui com o meu
[14:12] bolerinho marrom. Hum.
[14:14] Fui. Com uma batinha rosa por baixo,
[14:17] eu tinha uma. Eu.
[14:18] Tinha 11 pulseirinha de borboletinha transparente rosa
[14:23] Hum, coloquei e a bolsinha e a minha sandalinha preta
[14:27] transpassada de Saltinho, não, não era não.
[14:31] Era uma de Saltinho que eu usei muito tempo e aí a gente IA
[14:35] bater perna na Ana Amaral Peixoto.
[14:37] Ah, isso daí. E eu, eu sempre tive menos.
[14:39] Exposição lembro também que a gente às vezes IA na Vila para
[14:42] comer pastel. Isso eu amava.
[14:44] Na top? Aí já.
[14:46] Perto. Do shop nossa IA muito na top.
[14:50] E eu tinha. Nossa, que delícia.
[14:52] E eu lembro, eu, eu sempre com as minhas maniazinhas.
[14:55] Eu tinha o meu jeito de comer pastel, que eu dava uma
[14:58] mordidinha, e aí eu tirava o ar e encharcava de ketchup.
[15:03] Aí teve uma amiguinha. Nossa, que um dia foi que eu
[15:05] falei para ela, faz assim, fica muito melhor ela.
[15:08] Ela fez, mas ela atacou tanto que o pastel dela abriu todinho.
[15:10] Mas aí faltou sabedoria, né? Faltou sagacidade da parte dela.
[15:15] E você sabe, agora eu vou trazer aqui só uma curiosidade, em São
[15:18] Paulo, as pessoas comem pastel de queijo.
[15:20] É queijo muçarela. Lá em Volta Redonda, o queijo é
[15:24] o Minas. Né?
[15:25] Então eles vai e tanto. Por isso que fala, né?
[15:28] Oo pastel ele fica com 90% de vento e aí o pedaço de queijo
[15:33] ele fica lá em casa. É só 11 quadradinho.
[15:36] Gostoso. Né, mas o meu?
[15:38] Pastel eu sempre peço de carne ou de frango.
[15:41] Eu não, eu sou time e queijo. Eu sou agora.
[15:44] Eu detesto quando eu peço de carne, bem, batata, nossa.
[15:47] Odeio. Odeio onde?
[15:49] Foi que eu fui. É até a carne moída com não
[15:52] gosto, carne moída com batata não gosto.
[15:54] Fui em algum lugar para almoçar e aí eu fui, peguei, pastelzinho
[15:58] e coloquei no comi algum lugar? Não, mas.
[16:01] Aquela batata bem cozida e está meio bem mole.
[16:03] Graal, fui no Graal, menino, fui no Graal.
[16:06] Eu detesto descer. Para comer no grau com.
[16:09] Fome e eu não como, eu nem desço meu.
[16:11] Amor, eu gosto da pizza do grau, tá?
[16:12] Acho bem boa, é. E aí falei, estava com fome?
[16:15] Eu falei, vou pegar esse pastel aqui de carne, cheio de batata.
[16:18] Ah, não, depressão não. E eu sou chata.
[16:21] Eu fico tirando lá na padaria, perto de casa, tem um pastel que
[16:24] é muito gostosinho, só que tem batata.
[16:26] Aí eu fico tirando. Às vezes, quando eu quero comer
[16:28] Oo de carne, eu fico tirando a batata.
[16:32] Posso puxar para uma outra coisa aqui pode de de tempos mais
[16:35] simples também que. Isso eu sinto muita saudade e
[16:40] sei que hoje em dia é mais difícil, porque a vida, né,
[16:43] gente? A gente tem mais
[16:44] responsabilidades, uma vai, Raí, ela com filho não vai poder e
[16:48] tal. Quando você é mais à toa e mora
[16:51] perto, isso daí é mais fácil que era vamos lá comigo resolver um
[16:56] negócio. É, vamos lá, fala.
[16:57] Comigo? Ah.
[16:58] Minha mãe pediu para eu pagar a conta dela lá Na Na lotérica.
[17:01] Vamos, vamos, vamos. Aí a minha mãe pediu para eu
[17:04] comprar farinha de trigo, vamos lá no mercado, nossa, e a gente
[17:07] IA show. Debaixo de sol e chuva a gente
[17:11] estava. Isso era muito bom.
[17:14] Eu falei com a Lana que teve esses dias, Julie.
[17:17] Chamei Julie para ir em algum lugar comigo e ela simplesmente
[17:21] falou, Ah, não nega muito sol, tá?
[17:25] Levei para o coração. Porque se?
[17:29] Fosse alguma outra amiga dela, ela IA.
[17:31] É nossa, mas a gente era isso para mim era o sinônimo de.
[17:35] Tempo de sobra, sim, que vamos, vamos.
[17:37] Qualquer e a gente não tinha preguiça, né?
[17:39] Não tinha tanta preguiça. E em qualquer lugar.
[17:42] Outra coisa da vida adulta que não dá pra gente também agir e
[17:48] seguir da mesma maneira que fazia quando era criança
[17:51] adolescente, que é ficar doente. Ficou doente sim, e assim não
[17:56] estou falando. Uma doença que te deixa acamada?
[17:59] Na é. Tipo uma gripe forte.
[18:01] Uma cólica? Você não pode só virar e falar
[18:04] assim, estou com cólica, vou ficar.
[18:06] Meu sonho seria porque tem dia que a cólica está intensa.
[18:10] Cólica devia ser motivo de atestado.
[18:12] Eu não tenho muita cólica menstrual, mas eu tenho dor de
[18:15] cabeça menstrual. É, eu voltei a ter.
[18:18] Nossa. Então, aí, o que que você queria
[18:20] fazer? Só ficar deitada?
[18:22] Ninguém. Fala um lá comigo, mas aí o.
[18:23] Que que o que que você tem que fazer?
[18:25] Seguir a vida, né? Seguir a vida não é mais.
[18:28] Mas aqui primeiro eu não vou ficar chorando pitanga não,
[18:31] porque graças a Deus eu tenho rede já.
[18:33] Porque quando? Estou doente.
[18:36] Sempre tem gente pra me ajudar com o Eduardo, porém tem
[18:40] situações que você não eu estou ali e vamos ter que que fazer,
[18:46] né? Não tem, não tem jeito.
[18:48] Então esses dias eu estava é depois que eu fui reparar.
[18:52] Que a minha pressão estava alta, que eu estou tomando remédio,
[18:55] né? Eu infelizmente agora sou uma
[18:57] jovem senhora, hipertensa, que tomo remédio pra pressão.
[19:01] E aí eu tava com tanta dor de cabeça que eu acho que até
[19:05] enxaqueca. Eu também acho, já te falei.
[19:07] Que a minha pressão subiu porque me dá enjoo.
[19:10] E aí eu tive que levar o Eduardo Na Na creche porque a minha
[19:15] sogra estava em casa. Ela mora em cima, mas eu não
[19:17] queria sabe incomodar porque a pessoa está hora de almoço.
[19:22] E eu fui, mas assim eu fui, sabe?
[19:24] Segurando com aquela dor e aquele sol latejando, eu falei,
[19:28] Jesus, me ampare que os amigos espirituais não me deixam cair.
[19:31] Levei Eduardo, voltei, só foi eu cheguei em casa, soltei um
[19:34] vomitão, meu amor, mas também deitei.
[19:37] Aí fiquei a tarde toda. Quando eu vi, já estava na hora
[19:39] de buscar o menino. Eu já te falei que isso da sua
[19:42] enxaqueca você tem que. Óbvio, passar pelo médico, mas
[19:46] também verificar a alimentação, tem gente que dependendo se
[19:50] comer chocolate. Não, mas o meu é especificamente
[19:55] na menstruação. É só durante esse período?
[19:57] Durante a, por exemplo. Será que se você trocar não sei,
[20:01] né? Não tem a ver também com o
[20:02] anticoncecional. É Oo que eu tomo.
[20:05] Eu tomo há muitos anos, né? Mas ele nunca me é.
[20:07] Às vezes me deu problema. Você tem que ir na, porque isso
[20:10] daí você vai ter que passar pela ginecologista.
[20:13] E apontar que durante AAO seu período pré menstrual você ataca
[20:17] a nossa. Gente, mas é é forte ao ponto de
[20:21] tipo assim, eu tenho que botar um pano na minha cara e ficar
[20:25] quieta. É porque fica latejando.
[20:28] A dor é tão forte e eu sou. Eu não sou de chorar para dor,
[20:31] que às vezes eu choro de dor. É horrível.
[20:33] Né, nossa senhora, é horrível. Misericórdia.
[20:35] Eu vou voltar um pouquinho aqui no tempo e relembrar também de
[20:40] uma coisa que a gente fazia com uma certa frequência.
[20:43] Era ver filme à tarde. É, não estava.
[20:46] Na casa de um, na casa de outro, vamos ver filme.
[20:48] E lembro que a gente assistiu. Não sei se vocês já viram esse
[20:51] filme ou se lembram um amor para recordar.
[20:55] E eu me recordo de ter assistido esse filme 13 vezes.
[20:57] Não, a gente já eu lembro e todo mundo chorando.
[21:00] A gente assistindo na casa da dona filhinha.
[21:02] Sim, da vó, da Júlia e todo mundo chorando.
[21:05] E eu assim, gente, Ah, eu acho. Eu, eu, eu não.
[21:08] Mas eu não sou de chorar com filme.
[21:10] Eu choro muito. Chorar anão ser que hoje em dia
[21:15] envolva criança, aí eu choro. Não, agora um filme nunca.
[21:19] Assista, então você vai se debulhar e lágrima.
[21:23] Hoje a gente tá falando muito da Júlia, né?
[21:24] Mas a Júlia ela gosta muito também dos filmes do Studio gib,
[21:28] e aí a gente pega um ou outro pra assistir pela primeira vez e
[21:32] tal. E eu fui ver um chamado, nunca
[21:35] vejam esse filme, túmulo dos vagalumes, não sei se é ou ou,
[21:38] enfim, túmulo dos vagalumes. Porque esse homem tem coragem de
[21:43] fazer um filme desse? Não.
[21:44] Eu sou muito sensível para eu choro qualquer coisa.
[21:48] Eu, eu me debulhava. Em lágrimas, chorava.
[21:50] Produção, nunca vi. Produção chorando com um filme
[21:57] sequer é coração de Pedra. Não, eu agora estou começando,
[22:01] não chega a chorar, mas estou começando a me emocionar com
[22:04] Naruto. Hum, entendeu?
[22:06] Mas não choro. Mas sou daquelas de tipo assim
[22:08] que o Pedro chora vendo Naruto, eu sou daquelas tipo, está
[22:12] chorando, ó, lá está chorando. Ridículo.
[22:15] Ridículo, ridículo, eu acho. Aí eu fico, aí ele, não, não,
[22:18] não estou chorando porque o meu óculos que está, meu olho que
[22:20] está. Vendo a memória, o último filme
[22:22] que eu chorei muito assistir. Sendo foi esse o túmulo dos
[22:24] vagalumes anteriormente, teve um outro que eu já comentei aqui no
[22:28] em algum episódio, e teve Pri que falou que realmente também
[22:31] achou muito lindo, muito emocionante que é.
[22:33] É um brasileiro, Marte um nossa, Marte um é muito.
[22:38] Legal, lembrei de uma série que falaram pra eu assistir e eu
[22:42] assisti toda. Que às vezes eu tinha crise de
[22:46] choro, eu tinha que parar de assistir.
[22:49] Porque ela era emocional. Assim, não muito forte que era
[22:52] aquele. Mas era triste, não?
[22:54] Triste é a história de os 6 dos Ah, não?
[22:58] Vejo essas coisas. Menina essa daí.
[23:00] Não essa daí. Não.
[23:01] Essa daí acabou comigo, que eu tinha que parar não.
[23:05] E às vezes eu ficava dias sem conseguir voltar a ver e eu
[23:08] ficava sonhando. Não, né?
[23:10] Ixi não faço. Isso nossa, mas me dava crise de
[23:13] choro, eu tinha que. E tipo assim, mas.
[23:15] E para que que você continuou vendo?
[23:16] Porque eu já estava vendo. Aí eu queria, entendi.
[23:19] Queria terminar de ver AA história nossa, mas é, acho que
[23:23] foi a que mais me. Não, isso daí não me pega, não
[23:26] sabia? Não é?
[23:27] Não me pega, não. Eu evito, porque aí mexe muito
[23:30] assim fico pensando, é, vou dormir pensando.
[23:34] Esses que eu falei são filmes assim que você fica pensando,
[23:37] mas ele é. Não é fato baseado em fatos
[23:40] reais. Você sabe o que aconteceu?
[23:42] Eu gosto de de filmes. De você gosta?
[23:44] Também de true crime, não? Gosto eu e o Pedro.
[23:47] A gente fica vendo. Pedro gosta mais, mas tem uns
[23:49] que eu não que é pesado para mim.
[23:52] Isso daí é não faz parte do. Meu, Ah, eu, mas eu, eu gosto.
[23:56] Às vezes eu fico. Ah, tem gente que.
[23:58] TikTok vendo história mas quando?
[24:00] Dormir. Ah, não.
[24:02] Mas eu quando eu vejo que tipo assim envolve criança, é não,
[24:07] não consigo. Hoje em dia não consigo mais.
[24:09] Antes da gente finalizar, vou trazer uma outra lembrança,
[24:12] também de tempos mais simples e que era muito legal de.
[24:14] De de fazer. De viver.
[24:16] Que era quando a gente decidia fazer fogueira na rua E aí
[24:21] pegava as madeiras, fazia fogueira, e aí cada um levava
[24:24] uma coisa pra fogueira e a gente sempre levava batata.
[24:26] Batata, todo mundo, batata inglesa.
[24:28] Só que nem era batata doce. Batata em inglesa, meu amor.
[24:31] Não era aquela fogueira, era só uma desculpa pra vamos fazer
[24:34] fogueira. E aí, e aquela quantidade de
[24:36] batata, né? E aquelas?
[24:38] Criançada toda botando fogo na fogueira, é, tinha algum adulto
[24:41] que ajudava a gente? Não era só nós.
[24:44] E aí a gente colocava batata e comia nossa batata.
[24:47] Alguém pegava sal em casa, levava um pouquinho de sal e a
[24:50] gente comia a nossa Batatinha. Nossa, me deu vontade de comer
[24:53] batata. Agora, batata é cozida mesmo,
[24:59] tipo batata assada, não a batata, batata é só.
[25:03] Batata. Esses dias eu comi uma batata
[25:05] recheda, eu como? Hum e.
[25:09] Sabe? Como que é que fica costela?
[25:10] Batata rachada com estrogonofe? Não gosto, não.
[25:13] Não gosto de nada de batata misturado com nada com frango.
[25:17] Não gosto de frango com batata. O frango para mim é frango,
[25:22] frango. Ah, deixa eu fazer um exposed
[25:24] rayla não gosta de ensopadinho? Não gosto como?
[25:28] Não gosto, soa. Com o cheiro.
[25:30] De não gostar de? Ensopadinho, eu gosto de carne.
[25:34] De panela, carne de panela, nossa se.
[25:36] Você eu gostasse. Mas não, não gostava, não era
[25:39] muito chegada, mas hoje em dia, nossa ensopadinha, frango, não,
[25:43] frango com batata, frango no máximo um frango com brócolis.
[25:49] Agora, frango, batata ensopadinha, quando a minha mãe
[25:53] fazia muitos ensopadinhos de linguiça de salsista amor.
[25:56] Mas eu comi tanto quando eu era criança que hoje em dia.
[26:00] Você tomou? Por exemplo, eu não não salsicha
[26:03] na comida jamais. Não consigo.
[26:05] Eu adoro. Não consigo.
[26:06] Eu prefiro macarrão. Fico triste quando macarrão não
[26:10] consigo, não consigo. E o Eduardo ama.
[26:13] Só que eu não deixo ele comer direto, né?
[26:15] Mas o Eduardo ama o macarrão, ele já ama se botar salsicha,
[26:18] então e eu fico assim, nossa, Eduardo.
[26:21] Meu filho? Não, eu não, não consigo.
[26:24] Não consigo comer para mim, salsicha só no cachorro-quente e
[26:27] no máximo no enroladinho de salsicha.
[26:29] Chegou a hora dele, o nosso. Momento, refletindo, enquanto
[26:34] ouve o Tony Ramos tocar sax numa livraria.
[26:37] Do Leblon? Quer começar?
[26:44] Deixa eu começar, né? Porque você não falou que a
[26:46] gente agora está uniformizada, né?
[26:48] Ah, verdade. Que agora eu estou olhando a
[26:50] sua. A sua blusa está uniformizada
[26:53] aqui agora, Volta Redonda. É, eu ganhei uma camisa e a
[26:57] outra eu comprei para raíla. É uma camisa de de um grupo lá
[27:02] de Volta Redonda. Acho que eu vou.
[27:04] Vou denominar coletivo, né, produção?
[27:06] Vou denominar coletivo. Coletivo vela e estéril eles
[27:09] fazem várias coisas. Não é coletivo de que venda de
[27:14] de camisa? Não.
[27:15] Eles fazem coisas. Fizeram clipes em.
[27:18] Volta Redonda muito legal. E aí esse junto desse clipe,
[27:23] eles fizeram lançar essa camisa e aí a gente está aqui bem
[27:26] trajada de Volta Redonda, né prima?
[27:28] Eu quero fazer uma blusinha do dona Helena.
[27:31] A gente vai fazer, né? Outra coisa para gente colocar
[27:34] na nossa meta agora que a gente já tem a caixa postal.
[27:36] E os episódios no YouTube. Clube próxima parada vão vai ser
[27:40] o merchan. Caneca pode comer canequinha
[27:44] caneca e. Blusa.
[27:45] Caneca e blusa. Vem aí, vem aí, impre e.
[27:47] Eu quero que todo mundo compre. Vai, vai chegar esse momento,
[27:51] vai chegar, finalizar? Ah, não.
[27:53] Você não, você fala e. Faltou o seu?
[27:55] Ah, tá, vou, já sei o que que eu vou falar.
[27:57] Esses dias eu fui fazer eu amo, eu amo.
[27:59] Eu sou uma cadela do pilates, pilates.
[28:02] E aí a instrutora foi e passou um exercício que era assim, você
[28:06] fica com os calcanhos? Você junta o seu calcanhar, tipo
[28:09] em v, consegue visualizar? Juntou os seus calcanhares e
[28:13] colocou o seu pé para fora em VE.
[28:15] Aí era um exercício de agachamento.
[28:17] Menina, na hora que eu fui agachar, nunca tinha dado isso.
[28:20] Os meus 2 tornozelos instalaram pra.
[28:24] Ela falou, nossa, que barulho foi esse?
[28:26] Foi seu joelho? Eu falei, não foi meu tornozelo,
[28:28] não foi tão prazeroso. Pareceu uma quiropraxia.
[28:31] Eu adorei, eu adorei. Fazer esse quiropra um dia, mas
[28:34] eu tenho medo, deixa. Eu só fazer um último comentário
[28:37] aqui, reforçar. Eu amo eu.
[28:39] Eu sou muito de reparar em micro coisinhas de jeito de falar das
[28:44] pessoas, de expressão que ela sempre usa.
[28:47] Eu eu reparo muito, não assim que fico reparando, mas eu pego
[28:51] sim, e eu adoro quando você fala o seu aí.
[28:57] Eu nem reparo. Eu falo assim, eu amo o
[28:59] buqueira. Pra que aí aí?
[29:02] E você? Reparem, imprensa, reparem na
[29:04] Pride. Vocês falando aí, é uma coisa.
[29:06] Sua, né? Né, aí aí.
[29:12] Se você gostou desse episódio, não esqueça de comentar o que
[29:15] achou, seja no Spotify tem ali a caixinha ou também no YouTube
[29:20] tem espaço para deixar comentário like engajar aí com
[29:23] as suas? Sim, Instagram e TikTok arroba.
[29:28] Dona Helena podcast já? Sabe também já demos o nosso
[29:31] recadinho que você pode apoiar suas e ter acesso a conteúdos
[29:36] extras e exclusivos. Eu já falei, o meu sonho é a
[29:39] gente chegar a 1000 apoiadores. A.
[29:41] Gente, tá, eu fico tão triste quando eu vejo que tá baixando
[29:44] gente. Então, vem apoiar.
[29:46] É a partir de 10 BRL mensalmente.
[29:49] Tipo assim, ó, hoje você foi e apoiou.
[29:52] Com 10 BRL. Você tem acesso irrestrito?
[29:54] Se você quiser maratonar todos os episódios, você pode e.
[29:58] Quantas vezes quiser. Quantas vezes quiser.
[30:00] Então vem fazer parte do cubinho das fris, vem valorizar,
[30:03] incentivar o trampo das suas fris.
[30:07] Nos vemos na próxima semana, um beijo e até lá.
[30:11] Um beijo, um queijo e uma manteiga.
[30:23] E aí é, né? E aí, é aí.
[30:25] Não, não é? E aí, aí, aí, aí.
[30:28] É, né?

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