# Lição de moral #89

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 10 Oct 2024, 30 min.

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## Transcript

[0:00] Helena, o podcast tá pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena.
[0:09] A senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe.
[0:15] Pobretona! Olá, ouvintes.
[0:29] Eu sou a Alana Azevedo. E eu sou a Raíla Azevedo.
[0:32] E hoje a gente veio aqui pra dar lição de moral.
[0:37] Ah, obrigada pelo toque, Lucinda.
[0:39] A coisa que eu mais prezo na vida é conselho de mendiga.
[0:42] Essa frase foi muito singela, né?
[0:44] Tantos momentos que vêm na nossa mente quando a Carminha fala
[0:47] isso. Ai, o que eu mais prezo,
[0:50] Lucinda... É conselho de mendiga, né?
[0:53] Porque ninguém merece, gente, ficar recebendo lição de moral.
[0:58] E lição de moral ainda de gente que faz a mesma coisa.
[1:02] Isso. Gente que não tem nada
[1:04] importante pra falar. Mas hoje a gente vai ser
[1:07] hipócrita aqui. Porque nós vamos falar de coisas
[1:11] que nós damos, às vezes, lição de moral.
[1:15] Inclusive, na nossa adolescência, a gente fazia
[1:18] muito isso. Mas é igual você falou, na
[1:20] adolescência a gente vai, né? Na vida adulta também, mas
[1:24] menos, mais consciente. Mas na adolescência, um que a
[1:27] gente, assim, não aceitava, né? Não era nem da nossa conta, era
[1:33] que a gente achava… Que todo mundo… Que todo mundo… Tipo
[1:37] assim, namorou… Tinha que esperar pelo menos dois anos pra
[1:41] poder furunfar. Você ia falar disso.
[1:43] Achei que você ia falar do espírito.
[1:44] Tá, vamos começar pela furunfada.
[1:46] A gente falava assim, porque teve uma colega nossa, né… Que
[1:50] rolou o boato. Saiu falando, nossa… Ela namorou
[1:53] e, tipo, um mês… Ela transou com o namorado dela.
[1:56] E a gente achava aquilo, tipo… Nossa, dois anos.
[1:59] Ela tinha que, no mínimo, dois anos.
[2:02] Ela transou com o namorado dela com um mês.
[2:04] Um mês, você não conhece a pessoa!
[2:06] Ela perdeu a Virgínia. É, ela perdeu a virgindade com o
[2:10] mês e a gente no auge dos nossos quinze anos.
[2:13] Não, eu acho, ó, vamos combinar. Começou a namorar qualquer uma
[2:17] de nós? Começou assim, gente, seis anos,
[2:20] no mínimo. Com quinze anos era seis anos,
[2:22] aí com dezesseis anos foi assim. Não, dois anos é o tempo ideal
[2:28] pra você conhecer uma pessoa. Até que a gente foi ficando mais
[2:33] velha e depois… Ah, depende, né, gente.
[2:37] Depende da sintonia. Mas isso a gente achava… Era
[2:41] tipo assim, a morte. O auge.
[2:45] Nossa Senhora. Isso daí, gente, mente de
[2:47] crianças espíritas, né? Crianças espíritas, assim, que
[2:51] você vai dar dois beijinhos num garoto, você já acha que é o
[2:54] fim. Tinha as meninas também que era
[2:57] igual a gente, tinha o mesmo pensamento.
[2:59] Mas tudo criança de catequese, assim, ó.
[3:03] Porque tudo a gente tinha medo de espírito contar.
[3:07] Inclusive, o medo de espírito, isso daí é um outro tópico.
[3:12] Que entra na gente também, dando lição de moral nos amiguinhos.
[3:16] Do tipo, olha, o espírito… Primeiro que a gente achava que
[3:19] todo mundo tinha que acreditar em espírito.
[3:21] E existia… Espírito de vida pós-morte.
[3:23] Não, e todo mundo tem que acreditar.
[3:25] Você não acredita em reencarnação?
[3:26] Mas a reencarnação, ela existe. E a gente já tentava falar… A
[3:30] Júlia sofreu, a Júlia penou. penúria na nossa mão porque a
[3:36] gente ficava falando Juli e a gente contava as coisas que
[3:40] aconteceu e ela indagava mas assim como que você sabe que era
[3:44] Juli como assim é óbvio que o espírito existe Eu lembro que eu
[3:49] falava, Júlia, tem a legião dos lanceiros de Maria, que existe.
[3:55] Eu acredito. Querendo ou não, existe.
[3:58] Eu acredito que existe. Aí a Dindinha falava, e eu
[4:02] falava, Júlia, os lanceiros de Maria, eles entram assim no
[4:06] local, são jovens, são homens, são jovens.
[4:09] Olha como que a Raíla descreve os lanceiros de Maria.
[4:12] Mas que eles usam o carro sacáprio.
[4:15] Eles usam a calça assim, com a canela, né?
[4:18] E eles vêm sem blusa e com… E eles são fortes.
[4:23] E musculosos. E aí eles vêm, Júlia, com o
[4:26] olho… O olho não, o óleo no… Não, eu não falei óleo.
[4:31] Eu falei só que foi isso que eu ouvi.
[4:33] Que eram homens que chegavam a sair blusa e, tipo assim, tinham
[4:37] uma… Arco e flecha. Arco e flecha.
[4:40] E eles, ó, limpavam o lugar todinho.
[4:43] E a Júlia falava assim, mas eles são bonitos.
[4:45] E eu, Júlia, que falta de respeito.
[4:48] São os lanceiros de Marília. Gente… Mas a Raíla, imagina ela
[4:52] descrevendo. Ô, Júlia, ele vem com calça
[4:54] capra e aí ele tá sem camisa. Não, mas eu não… e aí o peito
[4:57] dele tá mostro aí você imagina os lanceiros I'm too sexy for
[5:02] this world aí o lanceiro, olá eu sou o lanceiro de Maria
[5:07] entendeu? mas não é assim, mas a Dindinha
[5:10] falou que eles que são jovens mesmo que eles têm uma lança Que
[5:17] existe, por isso que é o lanceiro de Maria.
[5:20] Mas eu sei que a gente ficava dando essa lição de moral.
[5:23] E eu explicava pra Júlia, acho que é porque eu queria que
[5:27] entrasse na cabeça dela. O lanceiro, o menino tá aqui e a
[5:31] gente infernizava a vida da Júlia, coitada.
[5:33] Mas com isso, porque qualquer coisa que a pessoa falasse… O
[5:37] espírito não vai gostar disso, Júlia.
[5:39] Vovó Júlia Maria. A gente tem um ponto que é,
[5:43] tinha uma vovó, tem uma vovó que tá aí nessa amizade, nessa
[5:48] sintonia com a nossa família de muitos anos, né?
[5:51] Deve ser de vidas aí passadas que nós acreditamos.
[5:54] E a vovó Júlia Maria. Essa entidade que virou assim.
[5:59] Qualquer momento a gente fala vovó Júlia Maria.
[6:01] Ela veio a família. E aí a gente usava Vovó Júlia
[6:06] Maria, não vai gostar disso Vovó Júlia Maria E na nossa
[6:10] realidade, ok Mas a gente queria Que todo mundo tivesse medo da
[6:14] Vovó Júlia Maria também A gente não tinha medo da Vovó Júlia
[6:17] Maria A gente tinha medo da Vovó Júlia Maria estar ali E contar o
[6:20] que Então a gente não era medo dela, era medo dela, tipo assim,
[6:24] ó, bater um fio lá. E aí por isso que a gente ficava
[6:27] nessas mini lições de moral. Mas lembrei de uma vez também,
[6:31] quando a gente estudava no ensino médio, né?
[6:34] Ensino médio é aquela fase que os adolescentes, eles vão ali
[6:37] descobrindo uma coisinha em outra, né?
[6:40] Fumam o cigarrinho ali, escondido e tal.
[6:44] E a gente não, porque a gente era cagona, não é porque a gente
[6:47] era melhor. superioralmente que ninguém, não.
[6:50] Era cagona, e a gente não fazia nada disso.
[6:52] E aí eu lembro que uma amiga nossa, não vou expor nomes, né.
[6:56] Um eu vou expor, que era a Letícia.
[6:58] Ela ficava infernizando a vida de um colega.
[7:00] Senta perto de mim. Não senta com eles, não.
[7:03] Porque ele tava fumando maconha. Olha, o que você acha de ir na
[7:06] catequese comigo? E ele falava, sai!
[7:10] Sai! Ela ficava assim, Deus te ama!
[7:13] Deus te ama! Olha a luz!
[7:15] Vai para a luz! Mas ela também pernizava a nossa
[7:19] vida quando a gente saía pra beber, lembra?
[7:22] Ela pegava o dinheiro da gente e não dava.
[7:25] A Letícia não dava. E eu falava, me dá meu dinheiro
[7:27] agora que eu quero comprar. Você não vai comprar.
[7:30] Você já está gastando dinheiro demais com a bebida.
[7:32] A sua mãe não vai gostar disso. Bebida alcoólica não leva
[7:36] ninguém a lugar algum. Nossa, Letícia, era uma briga.
[7:38] Quase que a gente saía no tato. Nossa Senhora, mas é isso.
[7:41] Eu lembro de muita lição de moral nessa fase de ensino
[7:44] médio. Da gente também recebendo lição
[7:48] de moral de espírito, porque não satisfeita em colocar o medo nos
[7:52] outros, a gente passava por isso também.
[7:55] Só que às vezes a gente olha tão terrível… fazendo malcriação,
[7:59] essas coisas que não era espírito nada, elas fingiam que
[8:02] era espírito, tá é verdade, igual a vovó quando fez a gente
[8:06] arrumar a casa, falando que era a vovó, como que era a vovó?
[8:09] Karate Kid, não, é o general é, o general fez a gente arrumar a
[8:14] casa, não era o general nada, a entidade do general era ela Era
[8:17] ela? Lembro de uma vez que a Raíla
[8:20] tava com a garganta ruim, foi chupar.
[8:21] Não, bronquite. Bronquite.
[8:23] E a minha mãe ficava, você não pode chupar picolé, você não
[8:25] pode… E tinha um geladinho de seu marinheiro, e eu pegava e ia
[8:28] comprar escondido. Aí, chegou o espírito.
[8:32] Engraçado que o espírito sempre chegava quando a gente tava
[8:35] fazendo alguma… Ah, ele chegou, eu chupei o picolé, chegou o
[8:39] espírito pra falar do picolé. Aí chegou e botou uma havaiana,
[8:43] você quer picolé? Amedrontando.
[8:45] Gente, amedrontando. Que espírito tem mais o que
[8:48] fazer? E a gente não vai expor quem
[8:49] fazia isso, né? Espírito tem mais o que fazer.
[8:52] Mas a gente tinha… Mas tem espírito fofoqueiro.
[8:54] Eu já ouvi relatos de Pri falando que o espírito contou
[8:58] pra mãe que tava fazendo merda e a mãe foi e brigou.
[9:02] É, tá vendo só? Mas eu lembro que quando a gente
[9:04] fazia o evangelho em casa, né? Que era o evangelho no lar.
[9:08] Gente, era uma aura do tipo assim, meu Deus… espírito vai
[9:13] contar, que eu colei na prova. Sério?
[9:15] Eu vou levar uma lição de moral aqui, porque eu dei dois
[9:20] beijinhos no menino na Feira da Roça.
[9:21] Gente, e assim, quem já viu, assim, quando um espírito vai…
[9:27] Eu esqueci a palavra. Manifestar.
[9:29] Manifestar. Lá em casa, era assim, ó.
[9:34] Não. Quando faziam… E aí, às vezes,
[9:37] qualquer coisa a gente já ficava com medo.
[9:38] Tipo assim, ó… Se arrastava a cabeça.
[9:41] Olhava pra gente… Já gritava. Era momentos de tensão.
[9:45] Qualquer coisa, assim, eu já mexia.
[9:48] Ô, Pri, mas saindo um pouco desse assunto, espírito, lição
[9:52] de moral… A gente nem começou a falar de um tópico que rende
[9:58] muita coisa. Que é a maternidade.
[10:01] Nem fala. Porque quando… A impressão que
[10:03] eu tenho é de que, tipo assim... A partir do momento que você
[10:05] anuncia uma gravidez, já era. Você vai levar lição de moral de
[10:09] todos os lados. Você não pode falar nenhum A.
[10:12] Igual quando eu tava grávida, eu falava assim...
[10:14] Nossa, tô cansada. Nossa, tô cansada.
[10:18] Aí já vinha. Nossa, você tá cansada?
[10:21] E na minha época... Que eu fazia isso, eu fui de
[10:25] ônibus ganhar, a minha bolsa estourou, eu tive o meu filho na
[10:29] rua, eu que peguei, eu que cortei o cordão, eu que fiz
[10:32] isso. E vira uma disputa, né, do que
[10:35] tipo, quem sofreu mais na maternidade.
[10:38] E eu assim, igual o Eduardo na introdução alimentar, eu acho
[10:41] que a gente tem que fazer o que os médicos falam, só que você
[10:45] também, você que é mãe, você tem que seguir o seu coração.
[10:48] Igual eu tinha medo de fazer aquele método BL, WWBL, sei lá.
[10:53] Método Get Ready With Me. Que é o… de você dar na mão,
[10:58] tipo, ah, o pedaço do brócolis, você não bater, nem amassar.
[11:02] E já ouvi, nossa, você não deve fazer isso, porque você está
[11:06] tirando… você está tirando do seu filho, dele conhecer, que
[11:10] não sei o quê. Só que eu tinha muito medo de
[11:12] engasgar. Até hoje, eu fico com medo de
[11:14] engasgar. Só que então, é muito
[11:15] julgamento, muita liçãozinha de moral, cada um faz o que quer.
[11:20] Eu até entendo a pessoa que, enfim, já vivenciou, tipo, mãe e
[11:25] tal, dá a dica ali, né? Porque já passou por aquilo,
[11:30] então já tem a experiência. Não, mas você dar a dica é uma
[11:32] coisa. Agora, você vir num tom de, tipo
[11:34] assim, repreendendo e apontando o dedo na cara da outra pessoa…
[11:39] E eu sempre fui de boa, cara. Todos os conselhos que a pessoa
[11:43] chega e fala. Mas quando você vai dar uma
[11:46] reclamadinha, você quer que a pessoa fale.
[11:48] É mesmo, é cansado. É, não sei o quê.
[11:50] Não quero ouvir lição de moral que você fazia da pirueta
[11:54] grávida e corria e fazia crossfit, meu amor.
[11:58] Eu fico vendo, às vezes, comentários, né?
[12:01] Sei lá, internet e tal. Nossa, gente, na moral.
[12:04] Você, enfim, é artista, às vezes é influenciador.
[12:09] Que fica compartilhando as coisas do filho.
[12:12] E às vezes compartilhando a experiência.
[12:14] O tanto de gente. Não vira nenhuma troca.
[12:18] Apenas no intuito de se meter. De falar que você está fazendo
[12:22] errado. E às vezes são pessoas que nem
[12:24] são mães. nem tem, sabe, filho e fica lá, então assim, é foda dá
[12:29] uma segurada mas como que você lida com isso de tipo, hoje de
[12:35] alguém vir dando lição de moral de maternidade ou eu deixo a
[12:38] pessoa falando sozinha ou eu falo, ah tá eu não estendo o
[12:42] assunto, porque eu não perco meu tempo é desgastante, né gente, a
[12:48] minha rua é uma rua que é movimento aí eu tenho que
[12:52] segurar a mão do Eduardo porque o Eduardo tá um foguete ele sai
[12:55] correndo, sai parado e tem carro que entra rápido aí sempre tem
[13:00] uma pessoa que fica larga o menino, deixa o menino sair
[13:03] correndo, criança tem que correr porra, eu vou deixar a criança
[13:06] correr assim pra moto vir pegar meu filho Aí já tá me irritando.
[13:09] E aí essa voz, você vai ficar mais rouca ainda.
[13:11] Aí eu vou perder a minha voz, que eu tô rouca.
[13:14] Que Deus quiser, isso vai passar.
[13:15] Eu acho que isso daria um episódio inteiro, né?
[13:18] Falar dos desafios da maternidade.
[13:21] Você ficaria falando aqui por horas.
[13:23] Ficaria uma temporada inteira. Por isso que eu vou já
[13:28] interromper, vou puxar pra um outro tópico.
[13:30] Sair de maternidade e falar sobre… Não que a maternidade não
[13:34] seja um trabalho, mas sobre ambientes de trabalho, sabe?
[13:38] Ambientes corporativos ali, que você também às vezes recebe
[13:43] lição de moral de quem não tem moral nenhuma ali pra falar com
[13:47] você, sabe? Nossa, gente, quem acha que é o
[13:50] chefe… Entendeu? É, tem isso.
[13:52] Por exemplo, você chega atrasado.
[13:54] Já aconteceu o caso de eu chegar atrasada e a pessoa… Tem pessoa
[13:58] que ela te dá a lição de moral só no olho, tipo assim.
[14:01] A pessoa tá lá. Você chegou, a pessoa tá tomando
[14:03] o cafezinho dela e só olha pra você, tipo assim.
[14:05] E faz aquela carinha, tipo assim.
[14:07] Ai, você tá chegando atrasado… Eu sou a favor da pessoa ficar
[14:11] puta com o atraso da outra, se o atraso da outra significar
[14:16] sobrecarga no teu trabalho. Ou atraso, não.
[14:19] Ou morcegação. Eu sou a favor.
[14:21] Tipo, você quer morcegar? Dá a sua morcegadinha, dá o seu
[14:24] migué. Agora, se a sua morcegadinha, o
[14:26] seu migué, virar trombolho pra mim, aí eu vou ficar puta.
[14:30] Não, mas agora todo mundo chega atrasado.
[14:33] Às vezes você chegou um pouquinho… É, gente, na moral… E
[14:37] aí, tipo, se alguém tiver que falar alguma coisa, é o seu
[14:41] chefe. Não a pessoa que tá ali
[14:43] trabalhando. Ê, atrasada de novo, hein.
[14:46] Ou então você é bom dia. Aconteceu alguma coisa?
[14:49] Boa tarde! Ah, e outro tipo, não sei se
[14:52] chega a ser lição de moral. Mas você vai dar um bom dia pra
[14:55] pessoa. E não é bom dia, é boa tarde.
[14:57] A pessoa já chega, bom dia, boa tarde, né.
[15:00] Você já olhou a hora? Já olhei, mas eu quero falar bom
[15:03] dia. Você falou… Que rolava muita
[15:06] lição de moral também entre funcionário de concursado versus
[15:12] funcionário… O que que significa o RPA?
[15:15] Ah, agora você me pegou. É funcionário que é contratado,
[15:18] né? Não é cargo público.
[15:21] É, não é. É concursado, quer dizer.
[15:23] É contratado, é contrato. E tem muita gente funcionária,
[15:26] né, que te olha assim, tipo… E aí se acha no direito de falar
[15:31] com você da forma que for… Porque é concursada.
[15:35] E acha que é o teu chefe. É.
[15:38] Aquele olhar de… Você faz qualquer coisinha, já te olha.
[15:42] Você já foi contratada, não já? Já, já fui.
[15:44] E já trabalhou com gente que era concursada.
[15:47] Já. E aí tinha… E mesmo que não
[15:50] trabalhava com a gente. Gente de fora.
[15:53] Gente. Como assim?
[15:54] Tipo assim, de outros setores. Que vem e… Pra falar o quê no
[15:58] teu trabalho? Não.
[15:59] Que vem fazer alguma coisa, vem conversar com você sobre o
[16:03] trabalho. Porque é um setor, puxa o outro.
[16:05] Só que a pessoa não trabalha ali com você.
[16:08] E vem, ué, mas aí… Ih, esse documento aí, mas como que fica?
[16:11] Por quê? Que não foi dado até agora, que
[16:14] não sei o quê. Mas vindo num tom… Isso daqui
[16:16] não pode acontecer. Vindo num tom, tipo assim, de
[16:18] vontade de falar. Meu filho, você tá no mesmo
[16:20] parco que eu, meu amor. Tá achando que é o quê?
[16:23] Tá achando que é o prefeito? Se liga.
[16:26] Agora deixando, porque a gente tá falando muito de lições de
[16:29] moral, que a gente vai falar lições de morais.
[16:32] Lições de moral que a gente recebe.
[16:35] Mas eu ainda sei que eu sou uma pessoa que às vezes é
[16:38] inconscientemente, eu vou falar de um jeito que vai soar como
[16:42] uma lição de moral. É, você tem um pãozinho.
[16:44] Tipo, eu com você falando do teu cartão, do teu gasto.
[16:48] Eu falo dando lição de moral de você.
[16:51] E você fala, Raíla, você precisa organizar, você precisa anotar
[16:54] as suas coisas. Mas, na verdade, gente, vocês
[16:56] têm que me entender que é o seguinte.
[16:58] Trinta e dois anos, são muitos anos acompanhando o disco
[17:01] arranhado, o disco se repetir. Então, eu dou choque de
[17:06] realidade. Então, você fecha os olhos, meu
[17:07] amor, e toma conta da sua vida. É.
[17:10] É o choque de realidade. Porque se eu não falar, ninguém
[17:13] vai falar. Então eu tenho que ser essa
[17:15] pessoa que vai colocar, que vai ter a boca pra falar com ela e
[17:17] falar assim, ó. Meu amor, não tá funcionando
[17:20] dessa maneira. E eu não tô falando nem do tipo
[17:23] assim, ó. Eu querer que você te introduzir
[17:27] numa realidade que você ainda não tá.
[17:29] Do tipo... Raíla, igual, ah, estou com
[17:31] dívida Raíla, não tenha dívidas ou então gaste com o Eduardo
[17:35] Raíla, pare de gastar com o Eduardo eu não falo isso, porque
[17:38] eu não sou idiota, imbecil mas assim, você sabe onde a pessoa
[17:42] tá ali, ó dando o mole, aí você tem que dar aquela liçãozinha do
[17:46] tipo não é nem lição de moral, gente, é o aprendizado de falar
[17:50] anota a porra dos seus gastos, faz uma planilha.
[17:54] Já falei com ela mil vezes. A Nath Finanças, ela tem uma
[17:58] planilha de controle de gastos que eu já usei durante uma
[18:01] época, foi muito boa. É ótima pra você ter uma
[18:04] visualização. Fala de planilha não, que eu já
[18:06] estou nervosa. Cara, a planilha é automática.
[18:09] Você coloca ali e ela faz o cálculo.
[18:12] Você não tem que calcular nada. Você tem que colocar só os
[18:14] valores. E dessa planilha da Nath, então,
[18:16] como começar a usar? E aí é isso que eu falo com a
[18:18] Raíla. Você precisa se organizar pra
[18:21] você parar de me mandar ou tá aí.
[18:25] Quanto tempo que eu não te mando?
[18:26] Ou tá aí? Verdade, faz um tempinho.
[18:29] Não é, bocuda. Bocuda.
[18:31] Tá bom? Não, mas é nisso.
[18:32] Isso daí que eu falo e eu sou chata mesmo com isso.
[18:34] Eu não te dou muita lição de moral.
[18:36] Porque, como eu já te disse, eu cuido mais da minha vida do que
[18:40] da sua. Você dá sim.
[18:42] Quando eu falo alguma reclamação de São Paulo e você vira e fala
[18:45] assim, ué, não foi você que quis mudar?
[18:47] Isso daí é uma lição de moral. Igual aquele...
[18:50] Aquele menino, Diego Cruz. Escolhas e consequências.
[18:55] Escolhas e consequências. Você não quis, então...
[18:59] Uma coisa que eu tenho reclamado muito, posso falar de São Paulo?
[19:02] Sobre esse parênteses aqui. É que São Paulo, gente, eu não
[19:05] sei o que acontece, mas é uma carga energética.
[19:08] Não, brincadeira. Mas é uma parada que parece que
[19:11] você... Não sei nem como explicar o
[19:15] lance da atividade física. Parece que aquela cidade, ela
[19:18] funciona de uma maneira pra você não ter o seu tempo de cuidar do
[19:23] teu corpo, entendeu? É só trabalho, trabalho,
[19:25] trabalho. É, não é nem que é só… E quando
[19:27] não é o trabalho, é o momento que você, tipo, não quer pensar
[19:30] em se exercitar, sabe? E é isso que eu senti.
[19:32] Você quer descansar. É, então assim… Mas sabe o que
[19:35] eu acho? Porque as pessoas vão até chegar
[19:38] no trabalho. Eu acho que não chega rápido.
[19:42] Então você tem que pegar metrô, tem gente que pega ônibus.
[19:44] Aí demora pra chegar no trabalho, volta.
[19:47] Aí tem que fazer esse caminho todo.
[19:48] Chega em casa, só quer descansar.
[19:50] Mas enfim, eu acho assim, que às vezes dependendo da cidade que
[19:53] você tá, você tem um estímulo maior pra fazer atividade
[19:57] física. Eu vejo muitos amigos que estão
[20:00] em São Paulo com essa preguiça sabe, de tipo, e eu não tô
[20:03] falando nem dando de lição de moral não, do tipo vá se
[20:05] exercitar, não, é uma coisa que meio que, ai meu Deus do céu
[20:09] vira como se fosse uma tarefa super obrigatória, algo que
[20:12] antes era mais prazer você vai lá pro Rio, você vê o pessoal
[20:15] correndo na aula, ela te dá aquela vontade de viver, gente e
[20:19] eu acho que também é uma falsa sensação de que tipo igual
[20:22] quando eu tava no Rio eu vou morar no, e se eu morasse no Rio
[20:25] meu amor Era seis horas da manhã todo dia na orla ali, ó.
[20:29] Acordando, Eduardo, vamos jogar futebol aí, meu filho.
[20:32] Vamos lá que o Eric Johnson tá esperando a gente.
[20:35] A gente sabe que não é assim que a banda toca, né?
[20:37] Se você não morar ali perto, vai ficar difícil de você sair lá
[20:40] de… Sei lá, se você mora numa cidade que é mais… Num bairro
[20:44] que é mais afastado. De você criar essa rotina, vai
[20:47] ser cansativo também. Mas São Paulo dá uma canseira de
[20:51] trabalho, sabe? Parece que você só respira
[20:53] aquele ar de… De falar de trabalho, de estar trabalhando.
[20:57] Eu, na minha mente, São Paulo é trabalho.
[20:59] Porque todo mundo que eu conheço… Ninguém nunca mudou pra
[21:02] São Paulo porque quis se mudar pra São Paulo.
[21:04] Não tô falando mal, gente. Não tô falando mal.
[21:07] Tô falando o que eu vejo. Que é, tipo assim, oportunidade
[21:11] de emprego. Conseguiu e foi.
[21:14] Porque se a pessoa… Por exemplo, se você conseguisse uma
[21:16] oportunidade de emprego no Rio ou aqui em Volta Redonda… Em São
[21:21] Paulo, você ia escolher a mesma oportunidade.
[21:23] Você ia escolher Volta Redonda. Quente disso, meu amor.
[21:26] Você ia escolher Volta Redonda. Eu ia escolher o Rio.
[21:29] Eu tô gostando de morar lá, mas é só esse ponto que parece que
[21:33] você fica numa coisa que você não consegue colocar a atividade
[21:38] como parte da tua rotina, sabe? Pelo menos comigo tá sendo
[21:42] assim. Espero que mude.
[21:43] É uma meta minha a médio prazo. Voltar fielmente, porque me
[21:47] fazia um bem danado pras minhas atividades, entendeu?
[21:51] E, levando em consideração que também fazer atividade física em
[21:55] São Paulo, dependendo, não é uma coisa barata, entendeu?
[21:58] Assim, não é uma coisa que é... Óbvio que você pode fazer
[22:02] coisas, sei lá, correr, tudo bem.
[22:03] Ai, correr na rua e tal. Mas eu tô falando assim, você
[22:06] quer fazer uma natação, é caro. Eu vi uma academia, tava
[22:09] passando no Instagram, uma academia caríssima lá, que eu
[22:11] acho que a mensalidade dela, eu acho que era dois mil reais.
[22:15] Mas a academia dava até whey. Tinha lá uma geladeirinha pra
[22:18] você pegar whey, pra você pegar um monte de coisa, dava toalha.
[22:22] Você podia até dormir lá, eu acho, se você quisesse.
[22:25] É, e se tem oferta, porque tem demanda.
[22:27] Verdade. Deve ter gente lá.
[22:30] Isso aí é fichinha. Pode fechar o parênteses.
[22:33] Vamos continuar falando de coisas que a gente dá lição de
[22:37] moral. Vai, sem hipocrisia.
[22:39] Uma coisa do teu dia a dia ou que você já se pegou dando uma
[22:43] lição de moral. Ah, sim.
[22:45] Não que eu seja um alecrim dourado, gente.
[22:49] Eu não sou. Eu comento, eu tenho meus
[22:50] defeitos e minhas falhas, sabe? Mas teve um dia que uma amiga
[22:54] minha veio comentar sobre um artefato usado por uma pessoa.
[23:00] E ela chegou aí, e o que ela queria ouvir era assim, nossa,
[23:03] sério, muito ridícula, que não sei o quê.
[23:05] Um acessório. né? É, e eu virei e falei assim,
[23:09] não, eu super usaria eu acho que isso daí cada um tem que usar o
[23:14] que se sentir melhor, você não tem que pensar no que as
[23:17] pessoas, você tem que ver o seu, como é que fala?
[23:20] Conforto e eu fui falando a pessoa só mandou assim, ah tá eu
[23:25] acho que ela queria, tipo assim, vamos falar mal da pessoa que eu
[23:28] não gosto aí eu dei uma quebrada porque também, eu achei, ué
[23:32] gente Eu não concordei também, ué.
[23:35] Quando eu não concordo, eu vou falar.
[23:36] Eu, às vezes, dou uma lição de moral.
[23:37] O pessoal lá em casa tá vendo televisão, aí, sei lá, tá vendo
[23:40] altas horas. Aí aparece um cantor, uma
[23:42] cantora da época dela. Nossa, como que tá acabada, né?
[23:46] Olha como… Eu olho assim, olha que roupa dela… Aí eu olho e
[23:50] falei, nossa, vocês são realmente, né, as deusas da
[23:53] moda. Vocês são, ó, as pessoas que
[23:57] estão abalando a boca do Bangu pra falar dos outros.
[24:01] Eu falo, gente, as pessoas envelhecem.
[24:02] Vai… Envelhece. Ou então, de roupa, deixa usar.
[24:07] Só porque mais velho não pode usar uma roupa com, sei lá, um
[24:10] paite, não sei o quê, entendeu? A Lana tem fama de chata lá em
[24:14] casa. Às vezes eu tenho uma faminha de
[24:16] chata. Mas não muito, mas eu tenho.
[24:18] Não, você tem. Muito não, você tem muito sim.
[24:20] Não, mentira. Fama de chata não.
[24:22] É porque ninguém fala na sua cara.
[24:24] Pri, agora a gente tá encaminhando pro final do
[24:26] episódio. Mas antes, uma frase de lição de
[24:29] moral que você abomina. Quem quer, dá um jeito.
[24:33] Quem não quer, arruma desculpa. Me irrita.
[24:36] Sabe por quê? Você não sabe a realidade da
[24:39] outra pessoa. Você tá numa realidade
[24:40] totalmente diferente. É até gaguejo.
[24:43] E aí você fica… Ai, se quisesse mesmo ia.
[24:47] Acorda mais cedo. Dá pra fazer isso.
[24:50] Dá pra fazer aquilo. O dia tem vinte… Todo mundo tem
[24:52] as mesmas vinte e quatro horas. Essa eu odeio!
[24:56] Todo mundo… tem as mesmas vinte e quatro horas.
[24:58] Só se for no meio do teu cu, meu amor.
[25:00] Não, não dá. Todo mundo… Nossa, essa daí pra
[25:03] mim é pior do que quem quer dar um jeito, quem não quer dar uma
[25:05] desculpa. Porque você ignora totalmente
[25:08] que existam realidades que é diferente da sua, entendeu?
[25:11] Você acha que o mundo é lindo, bonito pra todo mundo.
[25:14] É, e assim, você vai ter as mesmas vinte e quatro horas de
[25:17] uma pessoa que pega três horas de condução na ida e três horas
[25:21] de condução na volta pra ir pro trabalho?
[25:22] Não vai. Não vai, meu amor, não vai.
[25:24] Então assim, se coloca no seu lugar, não dê lição de moral.
[25:28] Por isso que às vezes a gente tem um ranço de coach.
[25:32] Porque coach, ele vem de uma realidade de vida que tudo, além
[25:37] de tudo virar uma lição de moral, é tudo em torno da
[25:40] meritocracia. Trabalha enquanto eles dormem.
[25:44] É, olha só. O impossível é só questão de
[25:48] opinião. Se tá mais difícil, é porque vai
[25:52] valer mais a pena. Cara, que isso?
[25:55] Você tem que sofrer. Você tem que passar a sua vida
[25:58] inteira sofrendo pra no final você falar, ai, valeu a pena.
[26:00] Aposentei. Aposentei.
[26:03] Morreu. Morri.
[26:04] Ai, mas pelo menos morreu com a...
[26:06] Com a consciência limpa, né? O travesseiro lá.
[26:10] Deitou a cabeça no travesseiro. Se matou de trabalhar, entendeu?
[26:13] Então assim, não sabe da realidade do outro.
[26:16] Não vem com essas frases prontas, não.
[26:17] Porque se você fala pra mim, você vai ver.
[26:19] E a lição de moral, às vezes, vem de uma pessoa que não tá com
[26:23] a moral lá, sabe? Não tem nem moral.
[26:26] Não tá com uma boa moral pra ficar te julgando.
[26:29] Aí você vai puxar a capivara, meu amor.
[26:32] Não faça isso, entendeu? Te vira, te orienta, te manca.
[26:35] É. E assim nós vamos para o nosso
[26:39] momento refletindo enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa
[26:43] livraria do Leblon. Posso começar?
[26:51] Pode. Gente, estamos aqui gravando e
[26:54] aí a produção nos deixou só. Ah, nos deixou assim, ó, livres.
[27:00] Porque foi resolver alguma coisa, foi pegar o carro que
[27:03] tava na oficina e falou, ó, tô deixando gravando aqui, se tiver
[27:07] que fazer alguma pausa, fala, né, durante a gravação, ó, vamos
[27:12] pausar aqui, vamos retomar aqui, nananã.
[27:15] Enfim, mas estamos aqui nós duas.
[27:17] E fala, quando voltar, bate uma palma.
[27:19] Tá uma palmanhada aqui, tem uma tosse.
[27:21] Eu tô com essa voz rouca. Minha voz de repente falha, tem
[27:25] que voltar. E esse foi o meu momento, que eu
[27:29] tô aqui. A gente fica numa segurança
[27:31] maior, né? Quando a produção tá aqui junto,
[27:33] acompanhando. É, porque a gente sente, é como
[27:34] um pai. Um acalento.
[27:36] O meu momento é que a gente vai sair daqui, a gente vai lá pra
[27:40] Tia Melinha ou vai parar lá no pai da Andréa?
[27:43] Não, vai direto pra minha mãe. Por quê?
[27:45] Porque eu queria mais pedaços de bolo.
[27:47] Agora eu me arrependi. Não, minha filha.
[27:49] Eu te ofereci e você não aceitou.
[27:50] Então agora a Inês é morta. Mas você pode me dar um pedaço
[27:53] amanhã? Não, não posso.
[27:54] Não posso. Amanhã é outro dia.
[27:55] Você não vai comer aquilo tudo? Eu vou comer.
[27:57] Não vai. Você não gosta nem de doces pra
[28:00] você acabar com aquele bolo todo?
[28:02] É eu, hein. Finalizamos?
[28:05] Finalizamos, Pri. Se você gostou desse episódio,
[28:08] comenta com a gente, compartilha.
[28:10] Deixa ali na caixinha, se você tá ouvindo pelo Spotify, tem uma
[28:13] caixinha de interação. Comenta pra gente qual que é a
[28:17] pior lição de moral que você já recebeu.
[28:21] Ou uma frase que você odeia ouvir quando você tá contando
[28:24] alguma coisa. Te dá aquele que...
[28:26] E aí a pessoa vem pra dar uma lição de moral em você.
[28:31] Compartilha também o episódio se gostou.
[28:33] Utiliza a hashtag Dona Helena Podcast.
[28:36] Pra também comentar nas suas redes sociais, marcar a gente,
[28:40] Blue Sky. Eu estou no Blue Sky, tá?
[28:42] Eu vou fazer. Não sei porque toda vez que você
[28:45] fala Blue Sky, me vem aquela música.
[28:47] Blue Sky, Blue Sky, Sun is calling.
[28:52] Sun, please. Guarda essa vozinha que a gente
[28:57] já tem mais episódio pra gravar. E por último, a gente também tá
[29:02] na Orelo, tá na Apoia-se. Valorize o trabalho da sua
[29:06] expri. Se você aí tiver podendo
[29:09] contribuir com dez reais mensalmente, você apoia o nosso
[29:13] trabalho. E Contrapartida também recebe um
[29:17] episódio extra que sai todas as terças-feiras.
[29:19] Umbral FM, sexta-feira. Detalhe, tá?
[29:22] Apoiando agora, você não ouve só o episódio que sai essa semana
[29:26] pra frente. Você consegue escutar tudo que
[29:29] rolou até o momento. Entendeu?
[29:31] São mais quantos episódios, Pri? Mais de oitenta.
[29:33] Olha só, coisa pra caramba. É, meu amor.
[29:35] Você não vai nem conseguir colocar em dia.
[29:37] Tamanha episódio, tamanha cartela de episódios que tem aí
[29:41] pela frente. Então, ó, chega mais, ó.
[29:44] A roda tá girando. Beijos e até a próxima.
[29:49] One cheese, one kiss e one montague.
[30:03] Vou te mostrar como que fala manteiga.
[30:05] Mas eu quero falar manteiga. Tá.
[30:07] Rayla Azevedo.

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