# Nem tudo sai como o planejado #88

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 3 Oct 2024, 29 min.

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Às vezes, as coisas não seguem como o planejado, tal qual a bolha do Akon no Rock in Rio. Nem tudo pode ser perfeito, né?! Já dizia Dinho Ouro Preto. 🚨 Estamos na Orelo! Apoie a partir de R$10 e tenha acesso aos conteúdos exclusivos: orelo.cc/donahelenapodcast

## Transcript

[0:00] Helena, o podcast tá pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena.
[0:09] A senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe.
[0:15] Pobretona! Olá, ouvintes.
[0:29] Eu sou a Alana Azevedo. E eu sou a Rael Azevedo.
[0:32] E eu já vou começar trazendo aqui uma reflexão.
[0:35] Sabe aquele momento que você planeja uma coisa e na tua
[0:40] cabeça vai dar certo, tá tudo ali no combinado, mas chega na
[0:43] hora H e o caldo desanda? A bolha estoura, tal qual a
[0:48] bolha do Eicon, coitado, no Rock in Rio.
[0:51] Coitado não que fez playback, todo mundo ficou com raiva, né?
[0:54] Vamos trazer já um pouco de contexto aqui pro início desse
[0:57] episódio. Hoje a gente vai falar de coisas
[1:00] na vida que não saem como planejado.
[1:02] E como exemplo, estamos aí, né? O show do Akon no Rock in Rio,
[1:06] que ele deu na cabeça dele. Aquilo lá não tem nem com o cara
[1:09] que foi planejado. Como que ele imagina que vai
[1:12] andar dentro de uma bolha em cima da plateia do Rock in Rio?
[1:16] Ele deve ter comprado na Uruguaiana a bolha.
[1:20] Falou, vou testar. O rapaz vendedor falou que é
[1:22] bom. Vamos testar essa forma.
[1:24] Isso daí foi na entrada ali do Rock in Rio.
[1:26] E aí ele comprou. Só que, gente, não sei se vocês
[1:28] viram esse show. Vou só dar um… Recapitulando
[1:32] aqui. O palco e o público… Não é uma
[1:35] coisa um pertinho da outra. Ele tem que descer.
[1:38] E aí, na hora que ele foi descer a escadinha, a bolha estourou.
[1:41] Obviamente que a bolha estourou e não deu certo.
[1:44] Ainda bem que não deu certo antes de iniciar.
[1:47] Imagina esse homem em cima do povo e a bolha estourando.
[1:50] Ele pisando em cima de todo mundo lá, na cabeça.
[1:54] E alguém ia segurar ele. E eu ia sair correndo, meu amor.
[1:57] Ô, gente, mas assim, se você é um artista, pensa um pouquinho.
[2:02] Dois segundos. Eu lembrei também da Cláudia
[2:03] Leite, quando ela foi voar e ficou lá… Se emaranhou nas
[2:07] costas. Nossa, e dando mortal triplo no
[2:10] ar, porque não conseguia terminar de fazer o trajeto.
[2:14] Não dá. Não dá pra acontecer.
[2:15] Eu seria, se eu fosse, né? Eu sou uma cantora famosa.
[2:19] Mas assim, nos meus shows, na minha turnê, eu jamais me
[2:23] colocaria assim. Eu ia fazer coisa simples.
[2:25] Porque o simples, ele sai bom. Não, mas se você também quiser
[2:28] fazer algo assim, fora do comum, é só você testar antes pra ver
[2:32] se vai dar certo, né? Eu tenho absoluta certeza que o
[2:35] Akon não cestou esse negócio da bolha.
[2:37] Mas eu sou a famosa cuzona. Eu prefiro nem tentar.
[2:42] Agora, vamos entrar aqui num tópico que vocês já devem ter
[2:45] percebido que não saiu como planejado.
[2:48] Essas duas vozes que vos falam hoje.
[2:50] Porque eu estou aqui gripada, anasalanda.
[2:54] Aqui, eu tô falando até assim, ó.
[2:55] Anasalanda. E a Raila com essa voz de pato
[2:59] roco. Uau!
[3:01] Gente, mas deixa eu explicar. Eu já estava um pouquinho rouca,
[3:07] sabe? Aí a gente foi fazer roteiro,
[3:09] fui levar o Eduardo pra minha mãe.
[3:11] E nesse dia tava muito calor. Aí o Eduardo começou a passar
[3:15] mal, começou a vomitar. Eu acho que eu fiquei, assim,
[3:19] tão nervosa que a minha voz simplesmente foi embora.
[3:22] Minha voz sumiu. E tá até hoje assim… E aí eu
[3:25] falei pra ela fazer o chazinho de gengibre, a melhor coisa pra
[3:29] garganta. E ele ajuda na roupidão.
[3:30] Eu tomei chá de hortelã, que eu vi também que era bom.
[3:33] Falou assim, você toma coisa quente, você faz gargarejo.
[3:38] Eu fiz gargarejo. Com o quê?
[3:40] Fiz com água, vinagre e sal. Coloquei um pouquinho, fiz o
[3:44] gargarejo. Cheguei até a engolir um
[3:46] pouquinho pra ver se melhorava. Você gosta de engolir quando
[3:48] você tá fazendo gargarejo? Você me respeite.
[3:50] O que Jesus acharia disso? E aí eu vou puxar um pouquinho
[3:54] pra festa. Eu nunca tive uma frustração de…
[3:58] Ai, planejei fazer uma festona e deu errado.
[4:02] Nunca, eu acho. Nunca também… A única que eu
[4:06] planejei foi do Eduardo. Mas não teve nada que saiu fora
[4:10] do planejado. Só o meu atraso de sempre e
[4:14] algumas coisinhas. Nossa, você tá muito Aracy da
[4:16] Top Term. O seu sempre agora… De sempre.
[4:20] Me perdoe, gente. Isso daqui é...
[4:22] Como é que fala? É...
[4:24] Nervo. O que aconteceu lá foi o
[4:26] planejado, né? Que a moça do buffet falou
[4:29] assim. O buffet não tinha refrigerante
[4:31] incluso, bebida. Aí ela falou...
[4:34] Você compra tanto de suco, tanto de água, tanto de refrigerante.
[4:39] Ela falou, eu tô comprando a mais.
[4:41] Eu sei que deu uma hora de festa, já não tinha mais nada de
[4:44] suco. O refrigerante já tava acabando.
[4:46] Aí eu falei assim, meu Deus do céu.
[4:48] Aí o Pedro saiu. O Pedro ficou quase a festa do
[4:50] Eduardo toda procurando suco. Os pais, né, eles não descansam
[4:54] quando é festa de filho. E eu não comi.
[4:56] Depois a moleque fez a marmitinha que eu levei.
[4:58] Eu só fui comer no outro dia. Porque na hora, eu fiquei tão
[5:02] assim… Você fica tão ansiosa que você nem fome sente.
[5:06] Uma coisa que eu acho nada a ver, hein.
[5:09] É o selo nada a ver pra mim. Quando você, convidado, chega
[5:14] com outros convidados pra festa de uma pessoa.
[5:16] Porque a pessoa que às vezes tá dando a festa não tá planejando
[5:19] aquilo. Não, com certeza.
[5:20] Do tipo, ó… Isso daqui é uma festinha pra quinze pessoas.
[5:24] Aí, chego eu lá. Ah, eu trouxe três amigas.
[5:27] E as três amigas trouxeram três namorados.
[5:29] Já aconteceu isso. Que uma amiga nossa, no
[5:32] aniversário de quinze anos… De outra amiga nossa… Levou a
[5:36] limpa. Ela levou… Gente, é família.
[5:38] Levou… Eu acho que levou seis pessoas pro aniversário.
[5:40] E era festa de quinze anos. Ou seja, quando é aniversário,
[5:44] às vezes, uma comemoração especial… É com buffet.
[5:47] E aí, você paga por cabeça do gado, né?
[5:50] A cabeça do boi. É, você paga… Então assim, ó, é
[5:52] uma festa pra cem pessoas, o buffet ali, não é que tá
[5:55] contadinho pra cem pessoas, mas você tá pagando pra cem.
[5:58] Mas se você leva aquelas cem pessoas, a dona da festa, o dono
[6:01] da festa vai pagar por aquelas cem pessoas.
[6:04] No aniversário do Eduardo aconteceu isso de… não chegaram
[6:08] a levar, mas chegaram a pedir. Sempre tem, né, petição.
[6:11] Tem gente se convidando. Eu falei assim, parece até que
[6:14] era uma festa de… Aquela festa do ano.
[6:17] Vai parar a volta redonda. Mas aí, deu tudo certo nisso.
[6:21] Mas gente, convidado não convida.
[6:23] Não seja esse tipo de pessoa. Esses dias, a gente recebeu um
[6:27] convitinho de um evento de bebê. Chá de fralda, essas coisas.
[6:32] E aí, no convite tava. Convidado não convida.
[6:35] Aí eu lembro que alguém falou assim.
[6:37] Ai, achei isso daqui um pouco ruim.
[6:38] Eu falei, não, a pessoa já tá sendo direta.
[6:41] Ela já pensou, já tá calejada. E se tem uma mensagem, é porque
[6:44] tem um histórico. Ninguém faz isso à toa,
[6:47] entendeu? Porque tem muita gente sem
[6:48] noção, gente. Eu já passei por um aniversário
[6:50] meu que eu falei assim, eu não vou fazer nada.
[6:53] Foi só a gente lá de casa. Foi, chamaram um casal, apareceu
[6:57] um casal lá que eu nem era meu amigo.
[7:00] Tipo, eu nem tinha chamado amigo, porque eu falei que eu
[7:03] não queria nada. Chegou lá, eu fiquei com uma
[7:05] cara de… Tipo, eu não ia tratar mal a pessoa.
[7:08] Mas eu fiquei assim. Aí depois eu falei, falei, ó…
[7:11] Não faça mais isso. Sim.
[7:13] Porque não tem, gente. Não tem nem intimidade com a
[7:15] pessoa. Não tem nem conversa.
[7:17] Minha avó tá me irritando. Gente, é isso que tem pra hoje.
[7:21] Me perdoem. Eu tô pensando aqui que a gente
[7:23] também já foi essa… Só que aí eu vou defender.
[7:26] Já vou acusar e vou defender a gente de ser adolescente.
[7:30] Sem noção. Porque todas as festas que
[7:33] tinham lá em casa, a gente levava todos os nossos amigos.
[7:35] Todo mundo. Aniversário da vovó.
[7:38] A gente chamava todos os nossos amigos pro aniversário da vovó.
[7:42] Então, talvez a gente fosse levemente sem noção.
[7:45] A gente vai aprendendo, né? Vai aprendendo.
[7:47] E uma coisa que eu lembro muito, quando tinha almoço, ai, vem o
[7:52] fulano de tal, vem os parentes aqui.
[7:54] E aí preparava um almoço especial.
[7:57] Primeiro que a gente ficava igual o obsessor em torno da
[7:59] mesa, né? Não, e só recebemos olhares.
[8:03] E aí, tipo, não tinha lugar pra todo mundo na mesa.
[8:07] Então comia uma primeira leva e depois ia a segunda leva.
[8:11] Aí quando a primeira leva tava comendo, a gente assim por trás,
[8:14] igual. Igual o Alexandre da viagem.
[8:16] Olhando pra ver se ia sobrar, preocupada.
[8:19] E quando a gente comia, e aí ia comer mais.
[8:22] A pessoa ficava... Era só aquele olhar, porque era
[8:25] tipo assim, ó. Uma sobrecoxa pra cada um.
[8:28] E não venha falar que é mentira, tá bom?
[8:33] Uma perfumada, Valéria Cláudia Fernanda.
[8:36] Aí tipo, era aquele almoço. Só que não era aquela coisa
[8:40] assim, descontrolada de... Tipo, era muita gente ali.
[8:44] Aí tinha visita ainda. Aí você tá indo pro seu terceiro
[8:47] pedaço. Aqui, ó.
[8:50] Só olhava. Ou então aqui.
[8:51] Vem cá, rapidinho. Amanda, vem cá.
[8:53] Vem cá. Aí atrás dos bastidores.
[8:56] Ninguém sabe como tava a mente do palhaço lá atrás.
[9:00] Uma coisa, deixa eu só abrir um parênteses.
[9:02] Pode. Enfim, isso aqui vai gerar muita
[9:04] identificação. A gente, com a graça de Deus,
[9:06] não passou nenhuma necessidade, né?
[9:09] Tipo, de ter uma infância que não tinha um acesso ao básico.
[9:14] Isso daí a gente tinha. Mas, por exemplo, um presunto,
[9:18] uma mussarela… Não era aquela coisa, sabe?
[9:21] Você pegando a hora que você quiser.
[9:23] Você fazer aquele sanduichão de presunto gordo.
[9:27] Não tinha isso. Tipo, não tinha, gente.
[9:30] Não tinha isso de você abrir a geladeira e pegar.
[9:34] Não tinha. Simplesmente não existia essa
[9:37] possibilidade de você abrir a geladeira e pegar a mussarela
[9:41] como você bem quiser. Não existia.
[9:44] Na face da terra, essa possibilidade.
[9:47] Ó, esses dias. eu fui, eu e o Pedro a gente discutiu e eu
[9:52] estava errada aí eu fui fazer o misto quente pra gente, eu falei
[9:57] assim ah, eu vou botar mais presunto, tadinho vou caprichar
[10:02] no misto quente dele, aí botei mais presunto, é a minha forma
[10:06] de amor, botar mais presunto e mais mussarela Ele não levou uma
[10:10] fatia só naquele musicante, não. Olha, mas já sabe.
[10:14] Ele levou, acho que umas duas, três aqui, ó, de cada.
[10:17] Isso daí era uma coisa que marcou muito a nossa infância,
[10:20] adolescência, de não pegar as coisas sem pedir.
[10:23] Jamais, jamais na face da terra. E aí, depois que você fica mais
[10:28] velha, que você tem a condição de comprar o seu próprio
[10:31] trezentos gramas de mussarela em casa, pra eu tirar isso da minha
[10:36] cabeça, do que, Alana, você pode comer um pão.
[10:39] Com três fatias de queijo. Gente, por isso que quando eu
[10:42] era criança, o meu sonho, eu falava pra mim mesmo, um dia eu
[10:46] vou trabalhar, vou ter o meu dinheiro pra eu comprar a minha
[10:49] lata de leite condensado e a minha azeitona.
[10:52] Porque eu comia escondido, leite condensado da minha mãe e a
[10:56] azeitona. Eu misturava o leite condensado,
[10:58] todo mundo sabe que eu tenho esse distúrbio de comer...
[11:01] Leite condensado com azeitona. E aí eu falava, porque aquilo
[11:04] pra mim... Eu cometi um crime.
[11:07] Se a minha mãe visse eu pegando leite condensado, já era.
[11:10] Isso daí é tão marcante na vida de toda pessoa que foi pobre, de
[11:15] saber que geladeira você não sai mexendo, você não sai pegando
[11:18] com você. Aí você fala, não, também não
[11:21] era assim, não. Aí minha mãe...
[11:23] Aí admite. Não, gente, é porque...
[11:25] Tinha. Aquilo ali era pro almoço de
[11:27] domingo. Era pra lasanha de domingo.
[11:29] Vai pegar um… Não pode pegar da mussarela da lasanha.
[11:33] O hambúrguer era pro almoço. Era.
[11:36] Mas a vida… Nem sei, a gente abriu um parênteses nisso?
[11:38] Abriu um parênteses. Mas vamos fechar esse
[11:40] parênteses. Tá.
[11:41] Uma coisa de festa, que a gente tava falando de festa, que não
[11:45] saiu nada como planejado, foi a nossa formatura do terceiro ano.
[11:50] Porque, né, como todo mundo… A festa saiu como planejado.
[11:54] Não, pra você, né, meu amor. Porque, gente… A gente vai
[11:58] pagando durante o ano, durante o terceiro ano inteiro.
[12:01] A gente vai pagando pra se formar e ter a festa.
[12:04] Porém, eu não tive formatura, meu amor.
[12:06] Porque eu fiquei de dependência em inglês e química.
[12:09] Aí eu não tive formatura, ou seja… Não, você não colou o
[12:14] grau. Eu não fui na colação, mas eu
[12:16] não me formei. Não tive, não era formatura.
[12:19] Só que eu tinha pagado. Aí você foi na festa.
[12:20] Aí eu falei, eu vou na festa. Eu nem sei se eles falaram
[12:23] formanda, raíla… Eu fui com roupa de formanda, que era o
[12:27] vestido. Falei, não, eu paguei, eu vou.
[12:30] Mas na colação, então, você não foi nem como convidada?
[12:32] Eu acho que eu fiquei triste. Acho que eu fiquei muito triste,
[12:35] envergonhada… Outra coisa só do nosso terceiro ano, que aí não
[12:40] saiu como planejado. A gente fechou uma maquiadora.
[12:43] Ah, ela é ótima. É a maquiadora de la maquiadora.
[12:46] E aí ela chegou pra… Massachussets.
[12:48] Ela formou em Massachussets. Massachussets.
[12:52] Chegou com a maleta dela. E ela toda descolada, né?
[12:55] O cabelo curto. O cabelo, ele tinha… Ele era
[12:58] cabelo curtinho e de franjinha do lado.
[13:00] É, franja com bico. Uma coisa bem Rihanna, sabe?
[13:03] A Rihanna naquela fase que ela tava comendo.
[13:06] É, a Rihanna na fase Shine, Shine Together.
[13:09] E aí, ela chegou lá e a maquiagem ela fez lá em casa.
[13:14] Quando eu não morava lá com a vovó, que era aquela casa que
[13:16] era próxima. Gente, nossa.
[13:18] Ela não tacou nem o fixador, porque a gente estava suada.
[13:21] Ela não tacou o fixador. A maquiagem era cintilante.
[13:25] O meu rosto inteiro brilhava. Parecia que a gente era boneca.
[13:30] Boneca. E a boneca de cera que vai
[13:32] derretendo, a pele vai caindo. Eu não gostei.
[13:35] Quando eu olho as fotos, eu vejo aquele meu olho… Primeiro que o
[13:38] meu vestido já era brilhante, né.
[13:40] Que era o meu vestido imitação da Juliana Paes, que não deu
[13:43] certo. Mas ele era furta cor.
[13:45] A maquiagem que era o olho tinha um branco luminoso.
[13:49] Que, ai, eu não gostei. Eu pedi a minha prata, porque o
[13:52] meu vestido era grafite. Eu sei também que eu não gostei.
[13:55] E foi a primeira vez, né, que a gente usou maquiagem… Pagou, se
[13:59] eu não me engano, naquela época foi acho que cinquenta reais,
[14:02] cinquenta e cinco. Não lembro.
[14:03] Eu acho que foi na casa dos cinquenta.
[14:05] Um negócio caro e ruim. Eu vou procurar essa mulher.
[14:08] Quero meu dinheiro de volta. Não, e ela era… Quem que arrumou
[14:11] ela pra gente? Não lembro.
[14:12] Não lembro. Mas enfim, não saiu como
[14:14] planejado. Mas eu lembro que eu não deixei
[14:16] isso daí me abalar. Eu só fui.
[14:17] A gente chegou e… E eu achei que era… Então eu falei, então é
[14:20] isso que é maquiagem? Então essa que é o poder?
[14:23] Eu sei que eu falei assim, eu com a minha ignorância toda
[14:27] faria muito melhor. É.
[14:29] Vamos continuar saindo desse tópico de festa?
[14:31] Vou trazer uma história recente que aconteceu, que não saiu como
[14:34] planejado, que é o seguinte. Mais um capítulo da novela que
[14:40] vem se formando, chamada Corsinha.
[14:42] A gente tem o Corsinha, né? Que é o Corsinha do André, mas
[14:46] eu já chamo de nosso, pelo tempo que estamos juntos, já tá no
[14:49] Usos e Frutos. É, porque é meu é seu, porque é
[14:50] seu é meu. E aí, gente, o Corsinha, a gente
[14:53] tá na missão. Corsinha… Já andou muito, muito
[14:56] guerreiro, e aí a gente deixou com o pai dele e foi com o carro
[15:00] do pai dele pra São Paulo. E aí, enfim, resumindo da ópera,
[15:04] o Corsinha, alguma coisa aconteceu que o Corsinha deu um
[15:07] problema. E aí, meu amor, o Corsinha dá um
[15:09] problema? Não é apenas um problema.
[15:12] O problema é um problema de mil e poucos reais que você não
[15:15] estava esperando no meio da sua semana, entendeu?
[15:18] E assim, eu me senti você e Pedro com o Peugeot agora.
[15:21] Nem fala. Mas eu vou defender.
[15:23] O Peugeot tá tranquilo agora. Eu vou defender aqui.
[15:25] Não saiu como planejado, mas o Corsinha não é um carro que ele
[15:29] dá problema, tá? Eu recomendo a todo mundo, tipo
[15:32] assim, ó… Você tá começando a trabalhar agora… E aí tá
[15:36] juntando seu dinheirinho pra comprar o seu primeiro carro.
[15:39] Porque o primeiro carro da gente não vai ser um carro zero
[15:41] quilômetros, né? Se você vem, assim, de uma
[15:44] condição menos abastada, você vai construindo, né?
[15:48] Isso daí não significa que você também não possa ter um carro
[15:52] zero. Eu desejo isso na tua vida.
[15:54] Mas assim, se é o seu primeiro carro e você tá ainda numa
[15:57] condição de comprar um carro usado e tal, vai no Corsinha.
[16:01] Porque o Corsinha, ele não dá problema.
[16:03] Ele dificilmente vai te deixar na mão.
[16:06] E quando dá, não é aquela coisa cara, né?
[16:08] Não, e às vezes é um problema que, tipo, ah, isso daqui passou
[16:12] em um buraco, aí saiu a peça do lugar, e aí, enfim.
[16:15] Aí vai um problema, às vezes puxa o outro.
[16:17] Porque carro é assim também, né? O carro, ele não satisfeito de
[16:20] estragar uma coisa, ele vai e pega na mão.
[16:22] Eles são melhores amigos. Eu imagino que ali dentro do
[16:25] motor, rola, tipo assim, uma amizade terceirão de porto
[16:28] seguro. Tipo, não, se você estragou, eu
[16:31] vou estragar também. Não, eu não vou te deixar
[16:33] sozinho, não. E aí acontece isso.
[16:35] Mas não é um carro, assim, problemático.
[16:38] Diferente do Peugeot. Que o Peugeot, assim, respirou.
[16:41] Ai, meu Deus do céu. Eu já vi alguma coisa.
[16:43] Não, e você acredita que o Pedro falou assim, olha o carro do meu
[16:45] sonho. Aí me mostrou o outro Peugeot?
[16:47] Ah, para. Eu tomei ranço de… Eu acho que
[16:49] você me fez tomar ranço de Peugeot.
[16:50] Eu não, minha filha. O Peugeot te faz tomar ranço de
[16:53] Peugeot. Porque assim, ele é muito
[16:54] problema. Mas ele não tá dando problema.
[16:56] Ele tá de boa, tá tranquilo. Ele é um carro bom, a gente anda
[16:59] com ele. Super.
[17:01] Parece que você está, assim, em um avião.
[17:05] Mas o que eu tive problema agora não foi relacionado a carro.
[17:09] Mas foi o chuveiro. Rapidinho, posso só abrir um
[17:12] parênteses antes de você ir pro chuveiro?
[17:14] Porque esses dias eu peguei um Uber.
[17:16] E eu e a Raíla, a gente ficou encantada com o carro.
[17:19] Nossa, menina. Gente, era o Volkswagen.
[17:22] Ela ouve a gente, né? A Volkswagen, ela ouve e ela
[17:25] assinou o podcast. Ela agora tá apoiando pela
[17:29] Poyace, a Volkswagen. Porque ela falou que a Orelo não
[17:31] tava conseguindo. Ela falou, apoiei pela Poyace
[17:33] mesmo, com Rm. E aí, a Volkswagen, meu amor.
[17:38] A Volkswagen, minha filha. O Virtus, não era esse o carro?
[17:41] Eu não lembro direito. Gente, que carro bonito,
[17:44] confortável. Eu entrei, eu já logo mandei pra
[17:48] Raíla. Nossa, que carro bonito, né.
[17:51] Pesquisa o preço aí pra ver se dá.
[17:53] Aí assim, nossa, achei um pouco caro.
[17:55] A partir de Rp. de Rp. de Rp. Mas ele é o zero a partir de Rp.
[17:59] de Rp. Aí eu vi na OLX, né.
[18:01] Aí eu já me empolgo, vi na OLX. Mas um carrão, né?
[18:05] E tá assim, tem aqui perto, tem um vendendo a Rp.
[18:09] Rp. Rp.
[18:09] Rp. Rp.
[18:09] Rp. Rp.
[18:10] Rp. Rp.
[18:10] Rp. Rp.
[18:10] Rp. com um vídeo e a gente coloca
[18:33] amamos Volks Nivus tô aberta, o coração aberto pro Nivus mas ele
[18:37] é muito bonito, né eu fiquei olhando, que eu até falei vou
[18:40] parar de ver que o menino fechou o vidro falei, o vidro fumei,
[18:43] ele deve tá bem olhando fala lá, pobre, olhando meu carro menina,
[18:46] você sabe que eu virei e falei assim, nossa, que carro espaçoso
[18:49] ele é, ele é bem bom nem me deu muita corda, eu queria que ele
[18:52] falasse quanto carro pra mim, no volante dele cheio de aparelagem
[18:56] ele ia falar, menina, isso aqui é bom, não deu problema nenhum
[18:58] é, eu queria saber disso quanto que é?
[19:01] Onde foi? Consome muita gasolina?
[19:04] Exatamente, Pri. Mas Volkswagen, a gente não tá
[19:07] fazendo publi não, tá? A gente aceitaria muito, mas se
[19:09] a Volkswagen quiser, a gente quer, né, Pri?
[19:13] Mas se ela não quiser também, a gente tá aberta pra outras
[19:15] marcas. Fala uma marca.
[19:17] Tem a Hyundai. HB-V.
[19:21] HB-V é Hyundai, meu amor. Qual é aquele que eu me apaixo?
[19:24] Fiat. Mas Fiat saiu do Brasil.
[19:27] Então, a Fiat não saiu do Brasil.
[19:29] A produção falou que a Fiat não saiu do Brasil.
[19:30] Você tá falando merda. Você bota na sua cabeça.
[19:33] Você não procura nenhuma informação.
[19:36] Enfim, né? Eu vou dar uma pesquisada mais
[19:39] em carros. Fala do teu chuveiro.
[19:41] Não, aí meu chuveiro estragou. Chuveiro não.
[19:44] Estragou o registro. Falando nisso, eu acho tão
[19:47] bonitinho a gente que fala registro.
[19:49] Registro, eu gosto. Meu pai fala, ele fala registro.
[19:52] Tá de apertar a bochecha dele. Mas aí estragou.
[19:56] Eu não tava esperando isso. Ia tomar meu banho prêmio.
[19:59] Tive que tomar um banho de mangueira gelada à noite.
[20:02] Por isso que você tá rouca, né, meu amor?
[20:03] Tô, tô. Ah, é psicológico.
[20:05] Eu fiquei nervosa depois de tomar três banhos de mangueira.
[20:08] Na hora que aconteceu que eu perdi a voz.
[20:10] Você sabe que a minha mãe também tem isso, né?
[20:12] Quando ela fica nervosa, ela... Sistema nervoso, enfim, com
[20:16] alguma coisa, a voz dela logo... Mas falhou, não é, minha filha?
[20:19] Mexeu com o Eduardo, me quebra todinha.
[20:21] Ô, Pri, o papo tá bom, mas hoje a gente ainda tem outras
[20:25] histórias das nossas Pris. Por isso, vamos logo pro
[20:29] nosso... Cafezinho com a audiência.
[20:38] Antes de começar, pode deixar que eu leio as mensagens, porque
[20:41] você está numa situação vocal mais debilitada, né?
[20:45] Começando pela da Vitória Vieira.
[20:48] Relacionamento sério há quatro anos.
[20:51] Morávamos juntos em São Paulo e decidimos lagar tudo e mudar
[20:56] para o interior de Minas Gerais, atrás de uma vida mais
[20:59] tranquila. Fiquei um mês em Minas, deu a
[21:02] louca e terminei o relacionamento.
[21:04] Agora tô no interior de São Paulo, recomeçando sozinha.
[21:09] Vim com uma mão na frente e outra atrás.
[21:11] Mas vou vencer, Pris. Você vai vencer.
[21:14] Quem é a nossa campeã? Fala aqui agora.
[21:16] É a Vitória. É muito doido, né?
[21:18] Às vezes essa mudança foi o que ela precisava pra dar uma virada
[21:23] de chave. Do tipo, putz, tô querendo
[21:25] recomeçar. Porque isso daí partiu de um
[21:27] desejo de… De recomeçar, de sair, né?
[21:29] Quero sair de São Paulo, quero uma vida mais tranquila.
[21:32] Mas aí, quando fez essa mudança física… Viu que a mudança no
[21:37] relacionamento não tava… Sabe, o relacionamento não tava cabendo
[21:42] ali naquela mudança. Puxou um outro ponto, né, que
[21:45] ela viu. Um outro ponto.
[21:46] Mas eu vou dar uma dica. Corajosa também.
[21:48] Vou dar uma dica. Ela tá no interior de São Paulo.
[21:51] Ela quer uma cidade interior. Vem aqui pra Volta Redonda, meu
[21:54] amor. É, São Paulo e Volta Redonda nem
[21:56] tá tão longe. Quatro horinhas.
[21:58] Se bem que Volta Redonda não é aquela pegada interior.
[22:00] É mais tranquilo que capital. Ah, mas aqui também, o ar tá
[22:04] difícil. É, tá difícil.
[22:05] Não vai não, Vitória. Vai pra Pinheiral.
[22:07] Vou pra próxima. Vou pra próxima porque eu não
[22:09] quero me irritar hoje com a Raila, não.
[22:11] A Bea mandou assim pra gente. Passei pro intercâmbio dos
[22:16] sonhos pra faculdade. Comprei passagem, seguro, paguei
[22:19] o aluguel do alojamento e cheguei aí.
[22:22] Fiquei curiosa pra saber onde que ela foi, né?
[22:24] A Bea não falou. O país.
[22:26] Vou perguntar. Sou fofoqueira.
[22:28] Sabe quando foi isso? Fevereiro de dois mil e vinte.
[22:31] Três semanas depois, a universidade fechou por conta da
[22:34] Covid e mandou todos os alunos darem o jeito de meter o pé.
[22:38] Gente, a Covid pegou todo mundo de jeito, né?
[22:40] Tudo que aconteceu aí, nesse... tempo de dois mil e vinte até
[22:45] dois mil e vinte e três deu uma bagunçada em tudo né gente então
[22:49] assim o que eu falo o meu o meu conselho de PRI pra vocês é não
[22:54] se cobrem por nada que saiu do planejado durante a pandemia
[23:00] porque assim pandemia cara pegou todo mundo Nunca vivemos algo
[23:06] parecido. E foi assim, no mundo todo.
[23:08] Então a gente deu o nosso melhor.
[23:10] Eu sei que o que é foda é você chegar aí e aí de repente… E na
[23:15] hora mandar. E você gastou dinheiro, né.
[23:17] Eu não sei como que foi esse retorno pra casa.
[23:20] Eu acho que pelo menos a faculdade… A faculdade tem
[23:22] grana. Devia dar um auxílio ali pra
[23:25] você retornar. Porque assim, não é qualquer
[23:27] pessoa que vai ter condição de… Ah, estou indo e agora não deu
[23:31] certo, estou voltando. Tem que ter um planejamento
[23:33] financeiro. E às vezes você não tá contando
[23:36] com aquela graninha. Às vezes você vai… E pensa
[23:39] assim, ó, vou chegar lá, vou estudar e vou trabalhar pra
[23:41] juntar dinheiro pra quando eu comprar passagem pra voltar.
[23:44] É, porque uma passagem de retorno às vezes não é a coisa
[23:47] mais barata que tem, né? E aí é aí que o bicho pega.
[23:51] Eu vou agora pra da Maria Eduarda.
[23:53] Olha, o dela é importante, hein, esse planejamento.
[23:56] Acho que muitas pessoas vão se identificar.
[23:58] Ah, morar na casa da sogra, né? No começo era tudo maravilhoso e
[24:02] cheio de paparicagem, mas com o passar dos meses, nem foi dos
[24:05] anos não, dos meses, as máscaras foram caindo.
[24:09] Hoje tenho meu cantinho e Deus me livre de voltar a viver nessa
[24:12] situação. É delicado.
[24:14] É, tem pessoas assim, tem sogras e sogras, né?
[24:18] Você pode ter uma sogra maravilhosa, É o espaço dela.
[24:23] É. Com a dinâmica dela.
[24:25] Você tá na casa dela. É a sua sogra que gosta de
[24:28] acordar, sei lá, todo dia, cinco horas da manhã.
[24:31] E seis horas da manhã, ela gosta de tomar o café.
[24:33] Nove horas da manhã, ela gosta de ouvir música.
[24:36] Tô falando uma situação hipotética.
[24:38] Música no último volume. Ela está no ambiente dela.
[24:40] Se você tá chegando, você que tem que se adequar, sabe?
[24:44] Porque assim, isso que fica difícil às vezes é a
[24:46] convivência. eu morei com a avó do Pedro né, que a avó dele
[24:51] faleceu antes dela falecer a gente morou então assim, era
[24:55] muito difícil porque era uma idosa que tinha as manias dela
[25:01] era, gostava de tudo organizado e como sabe assim, eu sou um
[25:05] pouquinho desorganizada, mas eu tinha que entrar É, dançar
[25:08] conforme a música ali. Foi difícil, aí eu ficava
[25:10] pensando. Eu que em casa era uma
[25:12] preguiçosa, agora estou aqui, meu amor.
[25:15] É, eu acho que nada melhor, na medida do possível, se você
[25:20] pode, você ter o seu cantinho. Porque dá até essa sensação
[25:23] mesmo de pertencimento. Esse lugar aqui é um lugar
[25:26] nosso. Eu posso, tipo, a gente forma a
[25:29] nossa rotina. A gente forma a nossa dinâmica.
[25:32] Não, e por exemplo, você almoçou.
[25:33] Ai, almocei, não quero arrumar a cozinha agora.
[25:35] Vou arrumar só depois. Se você mora igual eu morava com
[25:39] a avó do Pedro, tinha que arrumar.
[25:41] Ela gostava das coisas limpinhas.
[25:42] Então, acabou de almoçar? Já tinha.
[25:44] E eu gosto de dar uma descansada.
[25:46] Pri, encerrando o nosso cafezinho com a do Marcos
[25:49] Antônio. Planejei ficar no estágio por um
[25:52] ano. Fiz dívidas, não com agiota.
[25:55] Ele colocou aqui entre parênteses.
[25:56] Contou bem. E fiquei dois meses, pois não
[25:59] aceitaram um atestado de duas semanas pra uma cirurgia.
[26:03] Vivo o presente e não o futuro. Ou seja, ele entrou no estágio,
[26:07] fez as dívidas dele e não se manteve lá no estágio.
[26:10] Eu já passei por uma situação dessa, que eu cheguei a fazer
[26:14] todos os exames adimissionais. E na semana de começar, não
[26:18] comecei por uns motivos que aconteceram lá.
[26:21] E eu tinha pegado dinheiro com a DinDin emprestado.
[26:24] Pra quê? pra sair, pra comemorar o meu
[26:26] estágio e pra pagar algumas contas contou com as galinhas
[26:29] antes dos ovos agora eu vou ter dinheiro porque tá tudo certo
[26:32] né, eu já ia começar, eu tinha mandado já a minha carteira,
[26:35] tava tudo eles foram filho da mãe ó, finalizamos o nosso
[26:39] cafezinho mas chegou a hora dele, o nosso momento refletindo
[26:43] enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa livraria do Leblon
[26:53] Posso começar? Vai.
[26:55] A gente comeu uma feijoada. E meu momento é meio bosta.
[27:00] E eu tô com sono. Agora que ela tá batendo a
[27:02] feijoada. Jura?
[27:04] E olha que eu comi pouco. E falar em bosta.
[27:06] Boa, já vou coisa aqui. Eu fiz hoje cocô três vezes na
[27:09] casa do pai do André. Pelo amor de Deus.
[27:11] Você não se preserva, né? Você não se prendeva.
[27:15] Ai, gente, eu queria ter o cotímido.
[27:17] Mas onde eu vou, eu tenho que se carimbar.
[27:20] Tem jeito. O meu momento é que eu tenho uma
[27:22] nova peça de roupa preferida. Que é shortinho tectel preto.
[27:27] Sem nada. E tá aberta, né?
[27:29] Lojas que quiserem fazer parceria com short tectel.
[27:33] É isso. Encerramos?
[27:35] Encerramos, Pri. Obrigada a vocês que ficaram até
[27:38] aqui. Se gostaram, compartilhem o
[27:40] episódio. Digam o que vocês acharam.
[27:42] Comentem também, utilizando a hashtag...
[27:44] Dona Helena Podcast. Já sabe, na descrição do
[27:49] episódio de hoje tem um link pra você se tornar um apoiador.
[27:53] A partir de dez reais você tem acesso aos nossos conteúdos
[27:56] exclusivos. Ou seja, episódio extra
[27:59] terça-feira, Umbral FM sexta-feira.
[28:01] Hits aveludados na voz de Rayla Azevedo.
[28:05] Gente, dez reais e você ouve mais de oitenta e cinco
[28:09] episódios extras. Olha só.
[28:12] Olha que massa. Que delícia.
[28:15] Eu sei que seu cartão está virando.
[28:16] Pode fazer esse apoio. Estamos esperando.
[28:19] Um beijo e até mais. Um beijo, um beijo, você não vai
[28:23] tomar.

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