# Adulto premium #111

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 22 Apr 2025, 34 min.

Audio: https://anchor.fm/s/ad9e4488/podcast/play/101595138/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2025-3-22%2Ff05bb4dc-a4b2-b742-91f0-1a827f68c38d.mp3

Tem o adulto que resolve tudo e o que entra em pânico só de ouvir que vai precisar ir pra outra cidade sozinho. Nesse episódio, o combate: adulto premium vs adulto "me ajuda aqui rapidinho". Quer ouvir episódios extras? Apoie a partir de 10 reais e tenha acesso a conteúdos exclusivos: linktr.ee/donahelenapodcast Apoio: Estúdio Jukebox Produção: Alana Azevedo, Raíla Azevedo e Andre Leal

## Transcript

[0:00] Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
[0:09] senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
[0:28] Olá ouvintes, eu sou Alana Azevedo.
[0:30] E eu sou railla Azevedo. Antes de começar, vamos traduzir
[0:35] para você, Pri, que está nos ouvindo, o que seria um adulto
[0:39] premium. Esse título do episódio que está
[0:42] aqui indo ao ar hoje. Porque vou explicar, existe o
[0:46] adulto e existe aquele adulto que é adulto com a maiúsculo.
[0:51] Quais são as características, Pri, desse, desse ser humano
[0:55] premium? Na minha visão?
[0:58] Adulto prêmio é aquele adulto que você fala Maduro.
[1:02] Ele tem uma maturidade, ele é desenrolado, ele faz desenrolado
[1:05] ele não, ele não tipo assim, não depende de ninguém para fazer
[1:09] nada. Se ele não sabe fazer, ele vai
[1:13] dizer, ele vai desenrolar, nem que ele seja tipo, ó, vou
[1:16] desenrolar a. Pessoa que vai fazer.
[1:19] Mas eu eu não preciso de ficar. Chamando, perguntando, AI
[1:23] conhece fulano? Ele pega e faz se fosse.
[1:27] Para eu definir um adulto premium produção, qual que é a
[1:30] melhor maneira de falar? É premium ou é premium?
[1:34] Então a gente vai falar premium porque a gente.
[1:37] É, eu sou brasileira. E a gente vai falar premium, eu
[1:41] acho que eu definiria um adulto adulto AAA mais.
[1:46] Se fosse para eu definir como a palavra seria desenrolado e você
[1:50] desenrolado também? Sim, se você está ouvindo esse
[1:53] episódio pelo Spotify. Spotify.
[1:56] Spotify esporte mãe. Pelo Spotify, tem uma caixinha
[2:01] ali e aí você responde para gente em uma palavra, como você
[2:06] definiria um adulto premium, um adulto plus, um adulto mais mais
[2:13] adulto, com a maiúsculo? Eu, particularmente, me
[2:16] considero esse tipo de adulta com a maiúsculo, mas é claro que
[2:19] às vezes a gente dá aquela leve escorregada, por exemplo, está
[2:24] doente aquela. Naquele dia que você está assim,
[2:26] meu Deus, o que que eu faço? Dá uma ligadinha para mãe?
[2:29] Então você não é adulto? Prêmio?
[2:31] Meu filho, mas todo. Mundo enquanto você liga para
[2:35] mamãe, meu amor, você não é adulto.
[2:37] Prêmio não, porque ele desenrola.
[2:39] Ele faz o próprio remédio, ele pega, ele planta o boldo dele e
[2:43] ele bate o boldo e faz. Mas agora, falando Sério, não
[2:46] tem aquele momento que você só quer uma validação?
[2:49] Tem, por exemplo, você está com uma dor.
[2:51] Aí eu ligo para minha mãe e falo, mãe.
[2:53] Tomei o remédio, tal. Estou com uma dor aqui é bom,
[2:56] né? Tipo, só pra falar é bom sim,
[2:58] esse é bom. Pode tomar.
[3:00] Aí te passa confiança, não é aquele ali eu vou tomar.
[3:03] Ou então pra você pedir ali aquele passe virtual é, sabe, um
[3:07] passe magnético? A distância da minha mãe, eu sei
[3:10] como fazer soro caseiro, mas eu tenho sempre que perguntar, mãe,
[3:13] como é que faz soro caseiro? E quando ela está eu falo, faz
[3:16] pra mim? Outra coisa que você falou que
[3:19] também e eu concordo, parece. Que tem gente?
[3:23] Eu sou a pessoa que eu não consigo esbranquiçar uma peça de
[3:27] roupa, não consigo perfeição. Tem gente que tem e é a fada, a
[3:31] fada. Né esbranquiçar?
[3:33] A fada do, do, do branqueamente, né?
[3:37] Porque esses dias eu estava aqui, ó, há tempos.
[3:40] Por isso que eu quero comprar pano de prato.
[3:42] Preto pra não ter problema que eu já vi.
[3:44] Eu estou. Eu estou pra pegar ele.
[3:46] Existe, existe. Minha cunhada comprou.
[3:50] Minha cunhada, eu. Estou chamando minha cunhada de.
[3:54] Não, eu estou falando que é coisa de gente porca, um plano,
[3:58] um plano de prato. Preto, mas o pano de prato a
[4:02] gente Lava, só que o branco você tem que ficar aqui, ó, colocando
[4:07] no. Água.
[4:09] Você vai ter que dar aquela quarada.
[4:11] Não, aí tem. Aí aí falam, AI, não pode usar
[4:14] isso, não pode usar aquilo. E eu já tava aí a minha sogra
[4:17] falou, me dá eu me. Eu me sinto 11 nenenzinha.
[4:21] Me dá isso daqui, e ela? Devolveu e devolveu, e ela passa
[4:26] o pano de prato aí, meu amor, entreguei para ela.
[4:30] Voltou daquele jeito. Todo perfeito e cheiroso.
[4:35] Cheiroso, outra coisa de mãe tem um cheirinho.
[4:38] Né? Teve um dia que eu tava ajudando
[4:40] minha mãe a estender a roupa dela.
[4:42] Eu falei, caraca mãe, que cheiro bom, o que que você usou?
[4:45] Ela não só só tinha sabão em pó, nem amaciante tinha, porque
[4:48] acabou e um cheiro menina. Então eu falei assim, porque,
[4:53] porque? Sabe qual que é a nossa técnica
[4:55] agora lá em casa, responsável pelas roupas é André, né, ele
[4:59] que é responsável por lavar as roupas.
[5:01] E aí eu comprei um produto numa loja que chama inclusive prisma,
[5:05] indicaram que eu tava querendo cheirinho de casa, aí eu achei
[5:08] esse que também é de roupa, é a loja chama avantim.
[5:12] Você já ouviu falar? Não tem, inclusive no Park sul,
[5:15] mas eu comprei pela internet. E aí tem um produto que é de
[5:19] algodão, um preço mó bom, o pote.
[5:22] Ele é bem grande e aí você coloca numa negocinho de spray e
[5:26] quando a roupa sair da máquina, na hora que você for pendurar,
[5:29] você já borrifa aquele cheirinho de algodão, cheirinho fresco na
[5:34] roupa e fica um arominha muito gostoso depois, se você quiser.
[5:39] Ah, na hora de estender, estender não.
[5:41] Na hora de colocar lençol na cama, pode colocar mais ele no
[5:45] Travesseiro, toalha de. De banho é toalha de rosto.
[5:50] E aí fica essa dica para vocês, Cris, esses cheirinhos assim, ó,
[5:53] tem gente que faz esse cheirinho com amaciante.
[5:57] Com alfa vinagre, você faz? Faço com a maciante.
[6:01] Ajuda a deixar o cheirinho? Bom, depois você me passa.
[6:03] De adulto a mais. Depois você me passa direitinho,
[6:06] isso aí é para eu fazer. Mas falando em família, a gente
[6:10] tava comentando também que o tio Betinho, ele é super
[6:13] desenrolado, né? Tio Betinho?
[6:15] É uma Vibe meio. Pai da Joyce, aquele oi, meu
[6:19] nome é Joyce. Vocês conhecem Joyce Miller?
[6:21] Você sabia que Joyce Joyce Miller, ela é uma Pri?
[6:25] Joyce Miller Joyce Miller é uma Pri Joyce.
[6:29] Oi, meu nome é Joyce. Eu vou mandar mensagem Pra Ela e
[6:32] vou falar assim, vamos tomar um café?
[6:34] E detalhe, a família dela é de Campo Grande, ou seja, a gente
[6:37] tá ligada. Por esse ELO eu vejo o pai dela,
[6:41] eu vejo o meu pai. Eu falei?
[6:42] Papai faz uma coisa ali com a elétrica.
[6:44] O pai dela tá em 11, outro. Nível.
[6:48] Ele tá num nível, é engenheiro, astronáutico, ele tá num negócio
[6:53] lá em cima, outro patamar. Mas o meu pai é assim, o meu pai
[6:56] é o adulto, é o adulto mais prêmio que eu conheço, que ele
[7:00] não depende de ninguém. Ele faz, ele vai, ó, aconteceu
[7:04] isso aqui, deixa que eu vou. E às vezes ele pega quer, às
[7:07] vezes eu falo pai para. Porque tudo também, ele quer
[7:10] resolver pra mim eu falo, pai, aí eu até falo.
[7:13] Às vezes eu tipo assim, não, já resolvi, já fui, porque senão
[7:16] ele vai querer ir lá, lá em casa, qualquer problema que dá.
[7:19] Se eu falar assim, nossa, tem que ver que o meu chuveiro tá o
[7:23] meu pai no outro dia lá com a maletinha dele pra arrumar um
[7:27] chuveiro, aí eu tenho que ir, mas ele faz tudo.
[7:30] Ô, primas sem querer, agora julgar porque essa é uma
[7:33] conversa, inclusive. Já concorreu diversas vezes
[7:37] entre nós 2 e entre as nossas pris ouvintes também que você às
[7:42] vezes deixa a desejar enquanto adulto premium, adulto plus,
[7:47] inclusive, Hum até quanto adulto.
[7:51] Adulto, adulto, adulto, às vezes isso.
[7:53] Parece uma criança? E eu vou falar por quê posso?
[7:57] Pode, se só vou te falar uma coisa, se me atacar, vou atacar.
[8:02] Deixa eu falar com vocês, explicar a situação.
[8:05] Maio de 2025 vai ter um final de semana que eu não vou conseguir
[8:09] vir para Volta Redonda. E aí eu falei com a raíla não
[8:12] vai ter jeito. Adiamos o quanto foi possível,
[8:15] mas agora, meu amor, você vai ter que vir.
[8:18] Serena vai ter que ir para São Paulo.
[8:21] Serena. É aí eu falei com a raíla raíla,
[8:23] não vou conseguir mesmo. Se não a gente vai ficar sem
[8:25] episódio. Você vai ter que vim para São
[8:27] Paulo, aí você vem de ônibus. E aí minhas pris foi uma, já
[8:32] começou ali a dor de barriga, já comecei a tremedeira,
[8:36] tremedeira, eu? Estou com o tremor na mão, tá?
[8:38] Estou falando, olha aqui, Pedro, meu dedo não está parando de de
[8:41] tremer também. Sério?
[8:43] Juro hoje de manhã. O meu está assim.
[8:45] Eu estava tomando café, eu mostrei para o André o meu dedo.
[8:48] Dedão. É o dedão.
[8:50] Dedão, dedão que que. Será?
[8:53] Eu falei, aqui, Pedro, meu dedão, ó, direto, ó, eu faço
[8:56] alguma coisa. Sim, hoje eu estava com o dedão
[8:58] tremendo. Eu também.
[8:59] Isso daí é de celular, de ficar muito no celular.
[9:02] Pode ser? Esforço ali por repetição.
[9:05] Mas enfim, vamos voltar. Gente, Sério, como que pode uma
[9:09] mulher, uma cavala velha de 33 anos, ter medo de pegar o
[9:13] ônibus? Ela vai pegar.
[9:15] Vamos levar ela, com certeza. Na Rodoviária aqui de Volta
[9:17] Redonda ela vai. Vai entrar no ônibus e vai
[9:19] descer na Rodoviária de São Paulo.
[9:21] E eu e André estaremos ali com plaquinha reila ahzeved
[9:26] bem-vinda, meu amor. Vou bem fazer uma plaquinha
[9:29] quando você chegar. Eu vou fazer, vai, vai sim.
[9:32] André leal vai ser o responsável por filmar, eu vou estar com a
[9:34] plaquinha aqui, ó, Ah, ele. Tá falando que não?
[9:38] Ah. Não pode porque São Paulo.
[9:40] Aí, tá vendo, é? Perigoso.
[9:42] De ficar, está vendo? Aí eu eu vou sair do interior e
[9:46] vou chegar. Aí eu desço e já meu meu
[9:48] celular. Não.
[9:49] Mas aí gente, só vai ser isso. Ela vai entrar no ônibus.
[9:53] Na hora que descer, a gente já vai estar.
[9:54] Não é e ela está. Armando, um fuzuê.
[9:57] Eu estou. Não é só isso.
[9:59] Tem a parada. Vai parar aonde?
[10:02] No grau? Quanto tempo que leva?
[10:05] E aí? Liberato vai estar lá no.
[10:06] Espírito, eu não sei nem como que entra, já fui 1°, sabe?
[10:11] Porque o medo dela? Entrar no grau.
[10:14] Ela não sabe como que entra. Sério, gente?
[10:17] Não tem como. Aí vocês vão falar aí a Alana
[10:19] pega no pé. Porque eu vou querer usar o
[10:21] banheiro, vou usar o banheiro lá.
[10:23] Então você vai lá fazer seu cocô no grau, minha filha.
[10:25] É só pegar OA plaquinha lá que eles dão o negocinho.
[10:29] Aí você vai entrar, faz e depois passa.
[10:32] Não tem mistério. E ela já está e.
[10:35] Depois você não lembra No No onde que está meu ônibus?
[10:37] Cadê meu ônibus? Me deixa lá, não.
[10:39] Não é possível. Aí Nessas Horas que eu falo, é
[10:42] uma adulta premium? Não é?
[10:44] Não é. É uma criança de 6 anos.
[10:45] Gente, mas isso daí e fala coisas do que?
[10:50] Fala a sua alternativa. A minha alternativa.
[10:53] Minha mãe não vai querer ir comigo porque minha mãe não anda
[10:56] em ônibus com ar-condicionado. Ela gosta de abrir a janela
[10:58] porque ela passa a Malta em fobia.
[11:00] Eu falei com a tia melinha, tia melinha vai comigo.
[11:03] Olha, vai estar minha. Acompanhando nessa porque.
[11:05] Vocês sabem, né, gente? Criança não pode andar de ônibus
[11:08] sozinha. Então a mulher é de 33, mãe, mãe
[11:13] de família, não quer pegar o ônibus.
[11:16] Sozinha ela vai na primeira vez, entendeu?
[11:19] Só para eu ver depois eu vou ter que ir sozinha.
[11:21] Vai ter, depois vai ter, porque depois da primeira terão outras.
[11:25] Aí agora vai a gente fazer um revezamento aí, entendeu?
[11:28] Entendeu? Mas assim.
[11:30] Nervoso, né? A gente não pode mudar em 1 dia
[11:32] o que a gente foi numa vida inteira.
[11:34] Isso aí eu terei que tratar na terapia.
[11:37] Ou é tratamento de choque? Tratamento de choque é te
[11:40] colocar no ônibus e você vai ter que se virar.
[11:43] Você vai, mas dessa vez eu vou com a chamelinha.
[11:45] Depois eu vou ir sozinha. Já te falei que eu vou sozinha
[11:47] da próxima vez. Eu vou falar igual o Eduardo.
[11:49] Falei, já não te falei? Eu já te falei.
[11:52] Então pronto. Não me aperrei não.
[11:55] Agora eu vou me julgar. Pri, agora eu vou aproveitar que
[11:58] tá falando de São Paulo, que igual eu disse, tem coisa que a
[12:02] gente ainda caminha, né? A mesma coisa aí você com essa
[12:05] situação de andar de ônibus e pra cidade grande eu tenho com
[12:09] OA panela de pressão. Eu não uso panela de pressão.
[12:13] Também não, não uso. Tanto que olha o privilégio,
[12:16] olha o meu luxo. Quando eu venho aqui para a
[12:19] Volta Redonda, minha mãe fala assim, quer feijão?
[12:22] E aí eu levo feijão congelado e temperado para eu comer lá na
[12:26] minha casa. Então, em maio, você vai ficar
[12:28] sem feijão. Por quê?
[12:29] Porque a gente não, Ah, não, a chamelinha vai junto, então ela
[12:32] pode fazer o feijão lá, né? Pode fazer, mas você tem panela
[12:35] de pressão. Mas dá para fazer feijão na
[12:37] panela de arroz elétrica, meu amor?
[12:39] Eu nunca vi. E a gente já fez uma vez.
[12:42] Uma vez isso deu certo, mas é isso.
[12:45] Eu não mexo na panela de pressão, não consigo.
[12:47] Eu tenho medo. E assim ainda tô Na Na saga da
[12:51] de comprar AA elétrica, porque não é uma coisa agora que é
[12:56] prioridade para mim, né? Eu tô fazendo outras coisas.
[12:59] Mas isso daí é uma coisa que me deixa com medo e relacionado
[13:03] também à cozinha, uma coisa que eu já não sou adulto.
[13:06] Prêmio para nada, mas assim. Eu vou entrar no tópico que você
[13:10] é muito. Mas comprar carne?
[13:13] Ah, isso daí. Entendeu?
[13:14] Você chegar e falar assim, o moço me vê esse essa traseira,
[13:19] dianteira e do não sei o quê eu tenho.
[13:23] Não sei comprar carne. Mas eu acho que nisso a gente
[13:26] não é não tá sozinha não. Entendeu?
[13:29] Não está sozinho. Teve um dia que o Pedro com
[13:31] Pedro também. Pedro é pior que eu, porque
[13:33] quando eu vou, sabe o que que ele faz?
[13:35] Vai ali que eu vou ali pegar não sei o quê.
[13:37] EE vai embora e. Me deixa lá, ele escondido ali
[13:42] Na Na área dos ovos. Teve dia que eu falei, aí ele
[13:45] comprou lá não sei o quê? É?
[13:47] Não sei se foi alcatra. É que veio escrito alcatra com
[13:51] maminha. Aí eu cheguei.
[13:53] Você chegou lá no açougue e falou, moça, me viu uma alcatra
[13:58] com maminha. O que que é isso?
[14:00] É aí ele não, eu só falei assim, eu quero essa aqui.
[14:03] E o que que é alcatra com maminha?
[14:05] Alcatra com o mamilo. É, é.
[14:09] Na vácuo do boi. Por isso que a alcatra com.
[14:12] Maminha. Eu tenho certeza que isso é
[14:17] mentira, mas eu não vou nem pesquisar.
[14:20] Aí ele comprou alcatra. Aí ele comprou, aí eu fiquei até
[14:23] 11, pouco assim. Falei, tadinho, né?
[14:26] Tadinho. O Sério ali, ó, o mamilo é isso
[14:30] daí, eu acho. Eu, Ah, eu não compraria, não.
[14:33] Eu nunca vou comprar o alcatra. Com maminha.
[14:34] Também não tem um amigo nosso, gordo, que ele, ele também é
[14:37] especialista em peixe. E ele falou inclusive lá no teu
[14:41] bairro, eu não vou expor aqui o nome do do teu bairro, nem o
[14:44] nome da. Deixaria que eu não sei, na
[14:45] verdade, mas que ele falou que ele foi num lugar pra comprar o
[14:49] peixe, aí pediu assim, Ah, eu vou querer uma tilápia, me dá aí
[14:53] 500 de tilápia. E aí o moço foi logo pegando
[14:56] assim, ó, uma outra coisa do tipo, e IA, se ele não soubesse,
[15:02] IA vender o gato pela lebre. Entendeu que aí ele falou assim,
[15:06] não, né, amigo? Isso daqui é um não sei o que eu
[15:08] quero, uma tilápia. Porque a gente às vezes não
[15:12] sabe, e só e. A pessoa vai, mas eu fico
[15:15] imaginando se nos mercados está aquelas peças embaladas, se está
[15:19] assim, AI, filé mignon, como é que você vai saber?
[15:22] Eu não sei se você me der um músculo.
[15:24] Se você me der uma 100, você me der uma alcatra ou contra filé.
[15:28] Eu vou comer para mim, ver se é tudo a mesma coisa.
[15:30] Ah, não, mas tem uns que são mais macios.
[15:31] Do que é igual cerveja? Se você me der, vai para mim.
[15:34] É tudo a mesma coisa. É, a gente tem que é questão de
[15:37] paladar e isso. Daí então, o que que a gente vai
[15:39] ter que começar? A gente vai ter que ganhar mais
[15:42] apoiadores pra gente poder frequentar lugares assim,
[15:45] comprar vários tipos de tipo, eu quero essa aqui pra gente
[15:49] aprender e levar isso pra nossa vida.
[15:51] Total Pri, agora você, você. Até falou bonito, peguei a bola
[15:54] na caçapa. Ah, e outra coisa, só pra
[15:56] encerrar o tópico comida, uma coisa que eu acho adulto
[16:01] premíssimo. É aquela pessoa desenrolada
[16:04] também na cozinha, sabe que ela faz o arroz e o feijão dela?
[16:08] É, já basta, não precisa de mais nada, tipo assim, a tia melinha.
[16:13] Tia melinha é uma adulta prêmio Na Na Na cozinha, porque ela
[16:17] quando a gente morava, né, que eu morava junto com a tia
[16:20] melinha, às vezes eu abria a geladeira e eu falava.
[16:22] O que que será que a tia Maria vai fazendo?
[16:24] Almoço só tem água, com todo respeito.
[16:27] Aí fechava quando IA dar o almoço, meu amor, coxinha de
[16:31] galinha com batata e brócolis e não sei o que.
[16:34] E ela fazia, tipo assim, aquilo que eu não enxergava, ela via
[16:38] potencial e fazia um banquete. É igual.
[16:41] Bolinhos do é de sobra. Você.
[16:46] Transformou em coxinha de batata.
[16:49] Aquela batata que tá ali. Aquela batata que tá lá no fundo
[16:52] da gaveta, aquele tomate, você fala, nossa, não tem nada.
[16:56] Ela pega aquilo e ela faz. Transforma ela.
[16:59] Transforma aquilo num banquete. E eu acho isso muito bonito,
[17:03] sabe? Eu acho de uma atitude muito
[17:05] linda e muito significante. Vamos continuar?
[17:08] Vamos eu. Agora eu quero te exaltar,
[17:11] porque eu já te dei uma esculachada aqui com o lance de
[17:12] São Paulo que. Dia que você não esculacha, né,
[17:14] amor? Verdades aqui, aqui é troca de
[17:17] verdades. Mas, Pri, você pode ser jeca
[17:19] tatu. Você pode ter medo de ir para
[17:22] São Paulo, sim, de pegar um ônibus, de entrar no Graal, mas
[17:26] tem uma coisa que te faz uma adulta premium pluster master
[17:31] blaster, que é o que criar um filho.
[17:35] Não, nada se compara, meu amor, isso aí nada se compara.
[17:39] Às vezes eu fico, eu acabei, ó, fiz o dia inteiro, deitei no
[17:43] meu, na minha cama. Eu falo.
[17:45] Missão cumprida? Missão cumprida?
[17:47] Tudo bem, mas tudo bem e você não saber como que manda um como
[17:53] que coloca um convite na agenda do Google?
[17:56] Tudo bem? Mas você sabe?
[17:58] Não sei pegar um ônibus e ir pra cidade vizinha, tudo bem?
[18:02] Mas você está criando um ser. Humano educando um filho, isso?
[18:07] Daí é adulto demais. Não, eu fico vendo.
[18:10] Eu me sinto muito assim, tipo, Eduardo é doente.
[18:13] Eu vou No No hospital, eu com a criança no você não sabe o que
[18:18] que é. Você está no corredor aqui, ó.
[18:20] A criança no colo, doente, e ela fica molinha.
[18:24] E aqui, ó mãezinha, vai lá no raio x, que é do outro.
[18:27] Você tem que atravessar o hospital inteiro, que teve um.
[18:30] Dia e você, a mãe? Você que é a mãe?
[18:33] Vai ter que ter a boca. Pra falar que eles me mandaram,
[18:36] eu fiquei perdida, que eu nunca tive naquele hospital.
[18:39] Eu parei lá na aula de internação infantil e só que a
[18:42] mulher me mandou. A mulher falou, pega o elevador,
[18:44] peguei. Aí depois a enfermeira me
[18:47] ensinou, mas é umas porta, aí eu fico assim, caraca.
[18:50] Eu estou sendo adutista. Agora eu fico vendo na reunião
[18:54] de pais chegando lá. Caraca reunião de pais.
[18:58] Isso porque deve estar na fase de piketitinho, né?
[19:01] 3 anos eu já. Fico imaginando quando o Eduardo
[19:05] tivesse aprontar alguma coisa. 8 anos pais, olha, mãezinha,
[19:10] Eduardo não está se comportando dentro da sala de aula.
[19:15] Agora disso, só um abrir um parênteses que você falou de
[19:18] mãezinha? Não tem gente.
[19:20] Eu vejo muito, é pessoas reclamando assim, tô falando no
[19:24] meu ver, tenho até blusa, tipo, a mãezinha é o caralho, eu a eu
[19:28] não me importo de me chamarem de mãezinha, porque eu não me sinto
[19:33] assim, ofendida. Tem gente que que se ofende, né?
[19:37] Mas eu acho fofo as enfermeiras. Quando a gente vai no hospital,
[19:42] eu acho fofo. Entendi pra você, não é?
[19:44] Pra mim é pra mim. Cara mim?
[19:48] Não é um problema, né? Eu acho fofo, então assim pode
[19:51] me chamar de mãezinha à vontade. Sabe outra coisa relacionada à
[19:55] maternidade que eu também acho assim muito, meu Deus, você tem
[19:58] que ser muito rápida. E é ali No No desenrolo total,
[20:02] criança engasgou e vamos de manobra.
[20:06] Já fiz com o Eduardo, tá na hora você, nem na hora você não.
[20:09] Eu só pego e faço, mas. Por isso que eu falo, Pri, você
[20:15] não sabia como era ser mãe? Antes de ser mãe?
[20:18] Não sabia. E no início não vou também é
[20:22] mentir que no início, lembra, eu tinha medo até de botar blusa no
[20:25] Eduardo, na cabecinha mole dele. Lembro o bodyzinho.
[20:30] Eu sempre pedi alguém para passar pela cabeça que eu tinha,
[20:32] com medo de amassar a cabeça dele.
[20:34] Mas você tá aí, tá sendo uma mãe, fazendo aí acontecer, por
[20:39] isso que eu falo. Nem só que dá o primeiro passo,
[20:42] só subir a primeira escada do ônibus da aviação.
[20:47] É cometa, né? Aviação, cometa, EEE, voar.
[20:51] E segue. Voar, voar, não seguir na
[20:53] estrada, entendeu? É isso?
[20:55] Minha mãe já estou nervosa. Tá, Ah, mas a chamalé eu também
[20:57] tenho que entender que filho vira, passa.
[21:00] Passarinho quer voar? Mas igual eu falei eu porque
[21:03] minha mãe me passou esse medo que minha mãe é uma pessoa
[21:06] medrosa e acabou que eu fiquei assim.
[21:08] Agora, o Eduardo eu quero criar de outra forma.
[21:11] Se o Eduardo quiser a mãe amanhã, tem que ir lá para
[21:15] Amsterdã. Você tem dinheiro, meu filho,
[21:18] você tem como se vai? Segue teu caminho, vai, vou
[21:21] ficar triste, vou ficar triste, eu vou chorar, vou chorar, mas
[21:24] não na frente dele. Você vai deixar que ele?
[21:26] Desculpa, ele vai voar e vai fazer o caminho que ele quiser.
[21:30] Uma situação que eu me considero a.
[21:33] Adulta premium, porque eu não tenho AA maternidade correndo
[21:36] aqui na minha. Você está no Brasil ou você está
[21:39] No No exterior? Eu?
[21:40] Estou no exterior. Volta Redonda Volta Redonda é
[21:43] tida como a cidade, Los Angeles a Los Angeles do do estado do
[21:49] Rio. Cidade das luzes.
[21:51] Eu me considero adulta plus adulta, mais, mais, às vezes
[21:57] numa questão de resolver. As coisas, coisas que caem assim
[22:01] no meu colo, resolver problema. Você é boa, Pri?
[22:04] Sou boa? Não, né?
[22:05] Às vezes eu sou até boba demais nisso que eu tento resolver e me
[22:09] meto aonde eu não precisaria. Então tem que aprender também a
[22:12] ficar de fora, ser adulto, premium também.
[22:15] É você saber os lugares que você não.
[22:17] Tem que entrar, ó, esse problema não é meu.
[22:19] É isso, esse problema não é meu, eu não me envolvo.
[22:22] Essa essa pica não é minha, não vou pegar para enfiar no meu cu,
[22:25] não. O que Jesus acharia disso,
[22:27] acharia disso. A zabela que eu sigo.
[22:30] Eu não estou fazendo terapia, mas eu estou vendo os vídeos da
[22:33] zabela. Hum, estão sendo bons para mim?
[22:36] E ela falou, esse negócio aí, ó, igual você falar Ah, sempre tem
[22:40] um otário malandro. Ela falou, ela falou assim.
[22:45] Todo dia uma pica e um curso aí de casa, você tem que decidir
[22:49] qual você vai ser. É verdade?
[22:52] Verdade? Muito bom esse conselho.
[22:55] Você vai aquecer o cu, é Isabela, gente, ó, quem puder,
[22:58] ó, vai lá que ela é maravilhosa. E eu também acho que burocracia,
[23:03] uma coisa que é chata. Mas assim, honestamente, tem
[23:06] coisa que eu e André a gente se divide muito.
[23:08] Carro, por exemplo, eu não envolvi nada.
[23:11] Tá aí uma coisa que eu sou uma criança de 6 anos.
[23:14] Problemas com carro, amor, não sei.
[23:16] Por favor, veja isso, ó, falei, né?
[23:19] Até num episódio anterior que uma pedrinha é bateu no vidro do
[23:25] carro eu não sei nem ligar o pro seguro, eu não sei nem como que
[23:28] eu vou. Eu eu saberia fazer, mas eu não
[23:30] quero. Você não quer?
[23:31] Não quero. Mas você é uma eu.
[23:33] Eu te acho muito adulto, premium, de tipo assim, se você
[23:36] falasse assim, ó, vamos lá para não sei aonde comigo.
[23:40] Eu ficaria, sabe aquela pessoa? Ah, ela está aqui.
[23:42] Eu estou tranquilo. Ela resolve tudo por isso.
[23:47] É, tá vendo? Não.
[23:49] Pode, é aí, ó o cu. Aí, ó, você apita.
[23:51] Eu sou o cu nessa situação não dá para ser.
[23:53] Vamos parar de falar palavrão que minha mãe vai ouvir assim,
[23:55] nossa. AI, gente, AI.
[23:57] Não precisa disso, né? Não precisa.
[23:59] Disso chama ele é é a linguagem internética.
[24:03] Outra coisa que aí eu vou puxar porque eu falei assim, é na
[24:06] situação do carro que eu me sinto, essa criança de 6 anos
[24:09] que eu só quero deixar. Deixar para um adulto resolver
[24:12] imposto de renda é outro tópico. Eu não sei, não estou disposta a
[24:18] aprender agora, entendeu? E como eu tenho uma contadora
[24:22] maravilhosa chamada Natália, que inclusive também se eu tivesse
[24:27] que contar quantas vezes eu falei, inclusive nesse episódio,
[24:29] daria +10. Mas a Natália, exatamente,
[24:32] exatamente Natália Vasconcelos. Ela é uma Pri.
[24:36] Também virou uma Pri e aí eu só coloco lá as coisinhas que
[24:40] precisa e ela faz o meu imposto de renda.
[24:42] Tem coisa que a gente pode fazer, mas a gente não quer, não
[24:45] quer igual assim, eu posso muito bem matar uma barata que entrou,
[24:49] mas você quer, mas eu quero, eu não quero.
[24:52] Aí eu chamo o Pedro igual. Teve um dia que eu estava
[24:54] gravando, a barata entrou e ela estava aqui, ó, do meu lado, ó
[24:57] eu e a. Aí, reunião aí aqui, Pedro,
[25:01] barata, barata ali, ó, ali, mas. Eu fico, eu fico nervosa.
[25:06] Por causa da menina, eu fico nervosa, ela, ela dentro de
[25:09] casa, parece que ela vira 11, bicho.
[25:12] Agora, quando eu estava sozinha com o Eduardo, o que que eu fiz?
[25:14] Eu falei, é, agora eu vou ter que pegar, vou ter que fazer
[25:17] isso, não vai ter como, não vai ter como, porque eu não vou
[25:19] pedir pro Eduardo, né? Esperar ele crescer mais um
[25:21] pouquinho pra depois ele começar a matar barata.
[25:23] Pra mim, eu nunca vou esquecer do dia que o vampirinho matou um
[25:27] camundongo dentro de casa. E aí eu só ouvia um barulhinho,
[25:30] gente, que parece que quando você pisa no pato de borracha.
[25:33] E aí eu ouvi, eu falei, ele matou o camundongo.
[25:35] E aí eu estava no quarto. Quarto morava aqui em Volta
[25:37] Redonda, ele vem entrando pelo quarto com um camundongo na pra.
[25:40] Te dar os presentes. Porque gato tem isso, né?
[25:43] Ele vem mostrar o que que ele conquistou, o que que ele matou.
[25:46] Na hora que eu vi ele entrando na porta, eu falei, sai, sai,
[25:49] sai daqui, sai daqui. Aí ele foi saindo.
[25:52] Aí eu fechei a porta. Eu não IA resolver esse
[25:54] problema, eu não tinha. Condições.
[25:56] Eu liguei pra produção, produção, nem tava em casa, tava
[26:00] trabalhando, fazer alguma coisa no estúdio.
[26:02] Eu liguei e pedi pra posição voltar.
[26:05] Pra ir lá ver pra. Resolver.
[26:06] Porque eu não IA ter condição, não IA ter condição de tirar
[26:09] aquele camundongo de perto dele? Não, não IA dar.
[26:11] Pra mim, isso daí vai que tava vivo, o bicho começa, começa,
[26:15] saia correndo, é e eu tenho pavor de rato e sapo, rato, sapo
[26:20] não Conta Comigo, eu sou um recém nascido pra resolver esse
[26:24] problema. Tô longe, corro esses dias.
[26:27] Teve um dia que subir na minha mãe, tinha 11 perereca, eu
[26:32] fiquei na porta. E eu gritando, mãe, ela me
[26:34] atendendo. Aí chegou um vizinho que tirou e
[26:38] ela era pequena e eu fiquei com vergonha.
[26:41] Mas eu também tenho medo. Eu sou ser humano, eu tenho.
[26:43] Sei do meu limite. Aí até eu acho, tudo bem.
[26:46] Pri, você dividir ali esse problema com outra pessoa, né?
[26:51] Outra pessoa ali pode resolver para você, tirar a pererequinha
[26:55] e tudo mais. O que eu sou contra é você não
[26:58] ter o desenrola. A maturidade é você estar sempre
[27:01] jogando nas costas dos outros. Alguém vai estar se ferrando.
[27:04] E eu espero que a pessoa que esteja se ferrando.
[27:06] É o caso do conselho da Isabela. Ela perceba e fala, aqui não
[27:09] mais. Tudo tem limites, aqui não vai
[27:12] entrar. Mas eu tenho que que mudar
[27:15] relacionada agora a mim. Ray lazevede porque eu já perdi
[27:19] muitas oportunidades que me prejudicam.
[27:22] Isso me prejudica por causa do medo.
[27:25] Eu deixo o meu medo ser maior. É, não pode tratar isso daí.
[27:29] Terapia é na gatinha, né terapia?
[27:32] É verdade? Chegou a hora dele, o nosso.
[27:35] Momento refletindo, enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa
[27:40] livraria do Leblon. Quer começar?
[27:47] Tô sentindo que você já tem o que falar.
[27:49] Não, não. Não tem o que falar, menina,
[27:52] não. Agora, deixa AI uma coisa que
[27:55] veio agora na minha cabeça, eu peguei hoje a pastinha de
[27:59] trabalho, os trabalhozinho que o Eduardo faz.
[28:02] Que é tão bonitinho os rabiscos. Aí a professora escreveu, aqui
[28:07] Eduardo desenhou um cachorro e cheio de rabisco aí colando
[28:11] caixinha. Aí ela até falou que quem quiser
[28:14] guardar caixinhas, diferentes coisas de tipo papel, Pedra para
[28:20] guardar. E dá para ela não jogar fora,
[28:22] tipo assim, caixinha de sabonete.
[28:25] De remédio, tirar? Aí eu vou começar a juntar que
[28:28] eu achei tão fofo. Achei fofo também bem.
[28:31] Tão bonitinho os trabalhinhos dele.
[28:33] Posso pro meu momento? Pode.
[28:35] Que agora o meu momento vai ser um vou tentar ser mais rápida
[28:38] nele, mas como já passou e já tá tudo ok, vou contar pra vocês,
[28:41] né? Pris?
[28:42] Que eu fui fazer um exame, gente de de rotina, com ginecologista.
[28:47] Aí levei, né, os exames que eu já tinha feito para ela dar uma
[28:50] olhada para ver se precisava pedir de novo.
[28:52] E tinha uma outra ação da minha tireoide.
[28:55] E ela viu um nódulo, ela viu não.
[28:58] E aí ele tava lá que tinha um nódulo e aí era um nódulo de uma
[29:01] classificação x, enfim. E aí, gente, a mulher ela não
[29:06] teve. Era a primeira vez que eu tava
[29:07] indo nessa médica, né? Ela Foi me falando, mas me
[29:10] colocando assim em uma situação de medo, sabe?
[29:12] Do tipo já foi falando, Ah, isso daqui tem que ver, porque às
[29:16] vezes pode ser um câncer na tireoide, né?
[29:18] Mas é uma cirurgia super simples de fazer tan nã nã.
[29:20] Aí eu fui tipo assim, eu acho que ela não percebeu como Ela
[29:23] Foi falando, da maneira que eu fui, achando assim, meu Deus.
[29:27] Que parecia que já estava. É, parecia que estava.
[29:31] Era para um nódulo maligno. Do que um nódulo bem.
[29:34] E aí não. Aí ela me passou para fazer um
[29:37] exame que chama paaf, que é uma punção de aspiração por agulha
[29:41] fina, uma parada assim, que é tipo uma biópsia.
[29:44] E aí eu falei assim, gente, e não satisfeita, já me mandou uma
[29:51] carta de encaminhamento para um oncologista.
[29:54] Olha lá, esse médico aqui, ó, operou a minha irmã.
[29:57] Eu fiquei, aí você já achou que já estava?
[29:59] Aí eu cheguei em casa. Aí eu fiquei até assim, ó,
[30:02] gente, meu Deus. Aí falei com o André.
[30:05] Aí até falei com a raíla também. Aí dei.
[30:08] Falei assim, nossa, amor, dei até uma choradinha, mas de
[30:09] nervoso. Sabe que é uma notícia, né, que
[30:12] você fica? Eu só fui ali fazer meu meu
[30:15] examezinho para ela colocar o patinho ali, ó, na minha, nas
[30:18] minhas patas estava como é que chama aquele?
[30:21] É o bico de pato, o. Bico de pato e aí é enfim.
[30:25] Aí no mesmo dia eu consegui ir numa consulta.
[30:27] Com uma endócrino, encaixe de uma endócrino que eu já tinha.
[30:31] Ela que pediu esses exames e ela me tranquilizou de uma maneira
[30:34] que eu tirei um caminhão. É de preocupação?
[30:37] Mas assim ela não tirou. É?
[30:39] Falou assim, não é nada, mas ela soube.
[30:41] Falar Alana, a probabilidade do jeito que tá nã nã nã tá nessa
[30:46] classificação. Mas ele é 90% de chance de ser
[30:50] um nódulo benigno. É, não tem assim de verdade,
[30:54] porque você ficar preocupada, anão ser que você esteja mesmo
[30:57] nessa? Essa porcentagem que vai ser de
[31:01] 11 pra gente averigual do que que se trata, em que nível, tá
[31:05] nã nã. Aí ela falou, você quer fazer a
[31:08] biópsia, que já estava marcada para mesma semana uhum para você
[31:11] ficar tranquila, vai te tranquilizar, você faz, mas eu
[31:14] estou te falando aqui que eu nem passaria isso agora para você.
[31:18] Aí enfim, fiz a biópsia, foi super rápido, o resultado saiu,
[31:21] nódulo benigno, graças a Deus. Graças a Deus, só.
[31:23] Que eu fiquei pensando que às vezes vai ter gente
[31:27] profissional. Que não tem um?
[31:29] Tato, às vezes de. Comunicar, sabe, se fosse
[31:33] realmente até AI, você. Tem que saber, né?
[31:36] É o médico. Ele tem que ser ser humano,
[31:39] tipo, você está lidando com um humano.
[31:41] Você não está lidando com um pedaço de grama.
[31:43] É, mas eu achei AA postura dela ali, muito só cuspindo.
[31:47] Sabe o que que poderia ser. Enfim, deu tudo certo.
[31:50] Estou ótima, é, só tenho que ir. Exames mesmo de fazer.
[31:55] Eu até marquei os meus. Até marcou e aí fala quando foi
[31:59] pra raíla, fala o seu da academia, que ela, a ridícula,
[32:03] foi na academia e aí falou que tava lá na academia.
[32:06] Saiu até mais cedo do que com a música que tava tocando.
[32:09] Aí a Alana me contou isso, né? Tira da primeira.
[32:12] Aí eu fiquei, ó, já me deu dor de barriga, já fiquei arrasada,
[32:16] fiquei nervosa. Aí eu falei assim, AI, vou pra
[32:19] academia. Aí fui pra academia, tava lá, aí
[32:21] já fiz meia boca, né? Aí tô lá, tô bem na esteira e
[32:27] botei música pra tocar. Aí começou, gente, 1010 minutos
[32:31] que eu tava na esteira, começou a música.
[32:33] Devia ter armado mais. Eu dei stop na hora, fui pro
[32:37] banheiro e chorei lá no banheiro da academia.
[32:39] Nossa, aí eu já, eu falei, aí eu já.
[32:41] Aí você já começa a pesquisar as coisas, né, Pedro?
[32:44] O Pedro? Já sabia tudo, já sabia?
[32:48] De cabo a rabo, o que que IA fazer?
[32:50] E o Pedro é assim, qualquer coisa.
[32:52] Se eu tenho qualquer coisa também, ele já pesquisa e tudo.
[32:55] Não, você pode ficar tranquilo. O Pedro, ó que a gente não tem
[32:58] dinheiro para ele fazer uma medicina, que ele IA se dar bem
[33:00] na medicina. É, mas foi isso.
[33:01] Meu momento foi mais longo, mas eu quis compartilhar aí com
[33:04] vocês essa situação. Mas tá tudo bem.
[33:06] E é isso, finalizamos. Finalizamos.
[33:08] Se você gostou desse episódio, não esqueça de comentar.
[33:11] O que que você achou utiliza a hashtag?
[33:14] Dona Helena podcast se. Você tá lá no Twitter ou no blue
[33:17] Sky? Compartilha também.
[33:19] Episódio, deixa ele seu comentário também no nosso
[33:21] Instagram, arroba. Dona Helena podcast.
[33:24] Pode também compartilhar o episódio pelo Instagram e
[33:29] marcar. Gente, se você achou legal, ó,
[33:31] no início a gente comentou para você dizer em uma palavra, o que
[33:36] que você? Que você acha que resume um
[33:38] adulto premium? E aí, agora no final você deixa
[33:42] um outro comentário falando, o que que você achou deste EP?
[33:46] E na descrição também tem um link para você se tornar um
[33:49] apoiador, uma apoiadora do dona Helena podcast, nos vemos na
[33:54] próxima, um beijo e até mais. Um beijo, um queijo e uma
[33:58] manteiga. Posto zero FM eu?
[34:16] Osso pra caralho.

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