# O meu lugar #127

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 12 Aug 2025, 35 min.

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Você é do time que não precisa sair do bairro porque tem tudo na palma da mão ou tá sempre tendo que dar um pulinho "lá fora"? Da senhorinha que vende doce há mais de 20 anos ao mercadinho da esquina que você encontra de tudo: cada bairro tem seus destaques e seu diferencial. Quer ouvir episódios extras? Apoie a partir de 10 reais e tenha acesso a conteúdos exclusivos: linktr.ee/donahelenapodcast Apoio: Estúdio Jukebox Produção: Alana Azevedo, Raíla Azevedo e Andre Leal

## Transcript

[0:00] Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
[0:09] senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
[0:28] Olá ouvintes, eu sou Alana Azevedo.
[0:30] E eu sou railla Azevedo. Cris hoje a gente veio aqui
[0:33] compartilhar vivências muito específicas de bairro.
[0:38] Sim. Eu acho que a gente pode começar
[0:41] pensando no que o bairro precisa ter.
[0:45] Para ele ser considerado assim, um bairro?
[0:47] Bom, acolhedor, é aconchegante, aquele bairro que você tem, você
[0:52] enche a boca para falar, gente, meu bairro é maravilhoso.
[0:55] É, sabe aquela frase clássica do tipo eu não preciso sair do meu
[0:58] bairro para nada, meu amor, porque aqui tem o que, uma
[1:02] padaria, sim, uma farmácia pra quem?
[1:05] Gosta de um pãozinho? Mercado próximo.
[1:08] Que assim, várias vezes aqui, ó, acabou, você está cozinhando?
[1:12] Nossa, faltou creme de leite. Espera aí.
[1:15] Vou sair ali, vou rapidinho sim e compra para receita farmácia.
[1:19] Farmácia é muito bom. Principalmente para quem tem
[1:23] criança, quem tem bebê, tipo assim, acabou a fralda, porque
[1:26] às vezes você não repara. De repente vem, cadê a fralda?
[1:29] O menino cagou. Cadê a fralda?
[1:31] Corre lá na farmácia. E pra qualquer coisa assim, né?
[1:34] Tipo, no bairro do meu sogro, aqui de Volta Redonda não tem
[1:36] farmácia, então assim. É menina?
[1:38] Ele tem que pegar, se você mora nesse bairro, ou um ônibus ou
[1:43] carro pra ir, dá pra. Ir é longe, dá pra ir a pé, mas
[1:46] não faz uma. Caminhadinha até Oo bairro do
[1:48] lado, né? Sim, não uma caminhadona não é
[1:52] uma caminhadinha, não é bem longe.
[1:53] É muito triste uma. Amostra terrível.
[1:56] Tem 2 coisas que eu acho que assim, plus, sabe aquela?
[2:00] Parada que tem no bairro que não é todo bairro que vai ter mais
[2:05] os que tem, para mim é diferencial lotérica.
[2:09] Lotérica. E feira na rua próximo, eu acho
[2:12] que são 2 coisas que fazem diferença.
[2:14] Eu assim vou estar te falando uma coisa, o meu bairro é
[2:18] perfeito, porque o meu bairro tem tudo isso e vai abrir agora
[2:23] uma farmácia praticamente na porta da minha casa.
[2:27] Se eu quiser resolver tudo no meu bairro, eu resolvo é se eu
[2:31] quiser, Ah, eu tenho que comprar um presente pra fulana?
[2:34] Tem lojinha, tem a lojinha. É.
[2:36] Tem sempre uma Ah, vai lá na lojinha roxa, na lojinha lilás,
[2:40] que tem tudo, é a lojinha de 99, tem sapataria, é aquela rua
[2:45] assim, ó, a feira, a feira. Livre e você não vai?
[2:48] Muito. E eu não vou.
[2:50] Porque, gente, eu não sou uma pessoa de acordar cedo.
[2:53] Eu não sou uma pessoa matinal, né?
[2:55] Assim, talvez quando eu virar idosa.
[2:57] Pode ser que eu mude esse hábito e de manhã, quando eu acordo, é
[3:02] correria. Eu não vejo nem o tempo passar,
[3:04] porque é arrumar Eduardo, adiantar alguma coisa e levar.
[3:07] Aí a minha vida começa. Crash, aí a feira já acabou.
[3:12] Não dá nem pra dar uma volta, você passar, comprar um
[3:15] pastelzinho. Já tá fechando.
[3:18] Quando eu vou pra levar o Eduardo, ainda tem gente
[3:21] comprando, mas é anão ser que seja data específica que aí fica
[3:27] a feira, fica mais tempo, mas assim é.
[3:30] É uma falta de vergonha na minha cara.
[3:32] Agora que eu sou uma menina da cidade grande, né?
[3:36] Eu sinto falta quando eu penso assim.
[3:38] Bairro que eu e André a gente morava.
[3:39] Que inverre que é um bairro, meu amor, que na moral eu sempre
[3:44] exalto Vila Rica, Vila Rica, Tiradentes.
[3:47] Mas não é melhor que o meu? Vai ter tudo e a gente, onde a
[3:50] gente morava era próximo do fervo, que eu digo assim.
[3:54] Eu sei tudo, de tudo, padaria, farmácia, loteria.
[3:59] É o salão para fazer a unha salão de bairro, lá na lojinhas.
[4:04] Nesse seu bairro, onde que você morava, é até tudo é mais
[4:08] próximo do que no meu. Então.
[4:09] Então isso que eu falo, o ponto de ônibus, gente, o ponto de
[4:13] ônibus era na esquina da minha. Rua porque é?
[4:15] Óbvio que tem ruas que para você pegar o ônibus, você vai ter que
[4:19] descer ela toda. Só que eu dei a sorte de morar
[4:22] muito perto assim. Sorte?
[4:25] E aí os bônus e os ônus também, porque aí a gente morava muito
[4:29] perto. De uma igreja, gente, que o que
[4:31] ela tinha de pequena, ela tinha de alta.
[4:33] De fazer barulho, né? Saio 3 vezes na semana.
[4:37] Aí, enfim, ônus e bônus, né? De você morar num bairro que tem
[4:41] absolutamente todos. Verdade.
[4:44] Eu assim, acho importantíssimo essa parte do ponto de ônibus,
[4:50] tá? Principalmente quem tem que sair
[4:53] para trabalhar todo dia, porque aí se você não tem carro, aí
[4:56] você vai de ônibus para o serviço.
[4:59] Você pega o você tá na porta da sua casa?
[5:02] É muito bom porque você não tem que descer ladeira, tem gente
[5:06] que tem que andar pra caramba pra chegar no ponto de ônibus.
[5:08] Lá em São Paulo, o que a gente colocou quando se mudou do tipo
[5:12] vamos morar perto de algum lugar que tem metrô?
[5:14] E a raila virou e falou assim, nossa, o seu nem é tão perto.
[5:16] Eu falei, meu amor. 10. Minutos de pro metrô em São
[5:21] Paulo, pra mim é. Colado é como que é elite, né?
[5:25] Não é muito perto do tipo, tem que se fazer uma caminhadinha de
[5:28] subir a minha rua. Ali até chegar no metrô, tudo
[5:31] bem, mas não é aquela coisa que está inviável, sabe?
[5:35] Sei. E como eu dependo de metrô,
[5:38] dependo não, né? Eu utilizo o metrô para ir
[5:40] trabalhar e tudo mais. Esse é um diferencial de garotas
[5:45] de sampa. O seu bairro, eu acho, tipo
[5:49] assim, ele é meio, eu fico vendo, eu fico assim.
[5:52] Eu não vejo tantas pessoas aqui em Volta Redonda passeando com
[5:56] cachorro solto. Lá tem muito, né?
[5:57] A pessoa passeando com seu cachorro.
[5:59] O cachorrinho na frente sem coleira que eu estou falando é
[6:03] meu amor. Você reparou?
[6:04] Reparei. Eu já sou contra, sou contra,
[6:06] reparei, vocês sabem, toda oportunidade que eu tiver é de
[6:09] falar. Cachorro é na coleira só.
[6:12] Que tipo assim, lá eu não sinto que é um bairro com cara de.
[6:17] Não bairro. Não é, sabe igual o meu, igual,
[6:20] ó. Não é um bairro, vou.
[6:22] Vou dar um. Vou dar um exemplo.
[6:24] A Julie foi lá na minha casa, a gente ficou conversando.
[6:28] Ela saiu 11 e pouca da noite. E eu e o Pedro, a gente está sem
[6:32] carro, né? Feijãozinho deu problema?
[6:34] Não, não foi problema. Aí foi 11 pequeno acidente que
[6:38] ocorreu de batido de carro, né? Mas aí eu e o Pedro, a gente
[6:44] saiu e eu falei assim, Ah, não deve estar.
[6:46] Fico até com medo. A rua deve estar deserta, meu
[6:49] amor. Um Monte de gente.
[6:50] Cheio de gente, as lanchonetes todas abertas, é o motoboy
[6:55] passando. Mas é minha filha.
[6:56] Aquele, aquele acolhedor, é talento.
[6:58] É porque teu bairro, ele é um bairro residencial, quantidade
[7:02] de casa que tem ali. É o meu aí, eu acho que.
[7:05] Eu moro pelo menos na pelo menos na área onde eu moro é muito
[7:08] prédio. Então assim você vai ver pessoas
[7:11] circulando para ir em algum lugar, ir para academia ou fazer
[7:15] alguma coisa. Você não vê gente na rua
[7:18] papeando. Aquela rua que a criança tá?
[7:21] Se você sair 11 e pouca da noite No No seu bairro, já não vai ter
[7:25] ninguém. Ah, dificilmente anão.
[7:27] Ser que seja uma que tem barzinhos.
[7:29] Aí, rua de barzinho, tudo bem, você vai encontrar pessoas no
[7:32] barzinho, mas a parte de residência predial não tem.
[7:38] Então aí isso pra mim entra no quesito de um bairro perfeito.
[7:42] Uma coisa que eu. Queria, mas acho que tem a ver
[7:44] também com eu acho que em São Paulo, na grande São Paulo e nos
[7:49] bairros assim é tipo. Você viu que você me cortou, né?
[7:54] Que eu IA falar agora eu já até perdi, esqueci o que que eu IA
[7:56] falar. É difícil você ter essa coisa de
[7:59] vizinhança, de pessoas na rua, não tem, pelo menos num dos
[8:04] bairros que eu conheci eu. Não.
[8:06] Olha, gente, eu não vou. Não estou criticando.
[8:10] É São Paulo e as pessoas, mas. Como eu já falei, eu, uma pessoa
[8:15] que cheguei na cidade grande, reparei em certas coisas que é
[8:20] aquele negócio. Parece que assim ninguém olha na
[8:24] cara de ninguém, não dá um bom dia, não tem um, não é, nem é
[8:28] simpatia, não é educação. Tem gente que não é que é falta
[8:33] de educação. Mas é a simpatia.
[8:36] Elas são mais individualistas? Correria é aquele negócio.
[8:39] Você fica realmente muito alerta o tempo todo, sabe?
[8:44] De Ah, identidade. Você fica muito alerta.
[8:46] Por isso que eu não me daria bem morando em cidade grande, é?
[8:50] Eu não me daria bem, eu sei. E eu não tenho vontade, porque
[8:53] eu sei que eu IA ter problema. Como tudo na vida, a gente vai
[8:57] se. Não é o ele.
[8:57] Vai se acostumado o? Ser humano ele é.
[9:00] Vou falar o que eu falei numa entrevista de emprego que eu
[9:04] fiz, que aí me falou. Mas raíla, você não faz isso.
[9:06] E eu falei assim, o ser humano, ele é adaptável a qualquer
[9:10] situação imposta. Aí eu esqueci o resto.
[9:12] Mas eu falei uma frase bonita que a pessoa ficou assim, nossa,
[9:16] acho que não. Mas eu falei, eu soltei a frase
[9:20] bonita, tipo assim, eu sou com a maleoa, me joga aos lobos que eu
[9:25] Au Au. Aí a mulher.
[9:28] Muito bom, Rai ela, a gente vai entrar em contato com.
[9:30] Você não muito bom. Rai Lin, toma aqui ó, toma o
[9:32] Excel aqui, mostra pra gente é você é adaptável?
[9:35] É mostra essa sua adaptação. Mas então vamos sair um pouco de
[9:38] São Paulo e voltar a falar de bairro, que a gente cresceu em
[9:42] um bairro. Que era um bairro, é um bairro
[9:45] bem localizado, assim você está próximo.
[9:48] De. Das coisas, mas não é aquele
[9:51] bairro que você encontra tudo coladinho?
[9:53] É, não encontra. Se você quiser comprar uma
[9:56] lembrancinha pra alguém, Ah, vou no aniversário.
[9:58] Você tem que andar até o miolo lá, até o principalzão, mas só.
[10:03] Lembrando que na fase que a gente morou, tipo quando eu
[10:08] morava lá no Dom Bosco. Já era diferente porque o Dom
[10:11] Bosco era um bairro periférico. Então você vai encontrar muitas
[10:15] coisas muito coladas ali, o que é melhor.
[10:18] E aí tem uma parada que eu gostava muito que tinha lá, que
[10:22] era uma locadora. Para você ver que a gente já
[10:24] está aqui revelando a nossa idade, você lembra que tinha uma
[10:27] locadora? Não lembro lá eu lembro da
[10:29] locadora na. Na principal?
[10:32] Do Dom Bosco, do Dom Bosco, não lembro.
[10:33] E. Aí a minha mãe tinha até conta,
[10:35] eu. Lembro naquela que tinha lá
[10:37] perto da Vovó, lembra. Lembro que a gente alugou,
[10:40] alugava muito aquele do Zé pequeno.
[10:43] Lembro até hoje com uma. Vizinha cidade de Deus.
[10:45] Cidade de Deus. Aí eu lembro até hoje, gente
[10:47] vendo em casa, aí foi uma vizinha lá e falou assim, nossa,
[10:50] vocês ficam vendo esse tipo de filme porque ela pegou na hora.
[10:54] Que o Zé pequeno dá um tiro no pé da criança e fala Na Na mão
[10:58] ou no pé e o menininho sai mancando.
[11:00] Ela pegou na hora desse filme e ela era a senhorinha já, né?
[11:04] Ó outra coisa que é um pouco das antigas, porque Eu Acredito que
[11:08] as novas gerações não frequentam.
[11:10] Não sei, posso estar errada. Tanto quanto a gente frequentou
[11:13] e quando tinha no bairro, ficava melhor ainda, que era lan House
[11:17] nossa, você ir numa lan House para você entrar no teu Orkut e
[11:21] ficar lá no seu. Fake que era ótimo e a gente
[11:25] jogava CS também no lan House, mas.
[11:26] Eu era muito ruim, eu não era bom.
[11:28] Eu, isso daí eu vou falar isso na sua mãe?
[11:31] Eu vou falar. Eu era estava só aqui head
[11:33] short. Ah, Raí, era Red short você.
[11:36] Jogava com quem era meu? Amor.
[11:38] Criança que você? Mesmo que você, mas eu jogava.
[11:42] Era mortal combate que eu ficava só pegando não sei como que é.
[11:46] O nome da quitana é quitana, que tem o cabelão grandão que é mãe
[11:50] de uma outra menina. Eu pegava só no cabelo dela e
[11:53] ficava todo. Mundo com ela.
[11:55] Sabe qual que é o perfil de jogador da raíla?
[11:57] Ela aprende um macete e eu e aí ela usa aquele mesmo macete sem
[12:01] parar. É o mesmo macetinho do chute.
[12:04] E aí eu vou, Mato. Todo mundo, ela só.
[12:06] Fica com as armas que tem. Com OCS era assim, provavelmente
[12:10] na fase da piscina, ela ficava no mesmo lugarzinho e só
[12:13] atirando não IA pro não. Era Eu desbravava, meu amor, eu
[12:17] tinha. Ficava.
[12:18] Eu adorava a fase da piscina, que tinha uma piscina.
[12:21] Você lembra de uma fase de piscina?
[12:23] Tinha um galpão assim. Eu era bem nessa.
[12:25] Eu era bem você. Gostava mais de ser polícia, de
[12:28] ser Oo terrorista. AI não lembro, acho que não.
[12:31] Lembro, eu era polícia. Você era polícia, eu era.
[12:33] Polícia. Eu botava que eu era polícia.
[12:35] FBI. Tá, meu amor?
[12:38] FBI. Mas.
[12:39] Vamos continuar no bairro, que é a minha avó paterna.
[12:43] Morava falecida. Deus a tenha é Deus a tenha.
[12:47] É tão coisa de católico, né? Deus a tenha.
[12:50] Tinha uma padaria que é clássica aqui de Volta Redonda, pris,
[12:54] enfim, aquelas padarias de que? Que todo mundo conhece, que
[12:57] chama bracarense. Que fala assim, não gostoso, meu
[13:00] amor? No meu bairro tem 2, tá bom?
[13:03] 2 só que uma fica, uma é é próxima 5 minutinhos a outra é
[13:09] mais longe, só que tipo assim. Então a gente aqui está numa
[13:13] exaltação de comércio local. E aí para não ficar tão local
[13:16] assim, é vou trazer 11 comentário que a raíla falou que
[13:21] é aqueles mercados de bairro. E aí você vai se identificar?
[13:24] Pri, se você for de uma. De um bairro que tem a pegada do
[13:28] bairro, que são aqueles mercados de 20.
[13:31] Anos que não evolui, não. Evolui não, reformam, não, não
[13:36] colocam. Novas coisas eu lembro de eu ir
[13:40] nesse mesmo mercado quando eu tinha 7 anos e o mercado está
[13:44] igual. O mesmo carrinho, o mesmo.
[13:46] Carrinho? Eu acho que eles só eu acho que
[13:48] eles só mudaram o negócio de botar fruta, mas assim.
[13:53] Só OA bancada da fruta, mais nada.
[13:56] Tá tudo, tudo do mesmo jeito, o chão, os caixas, gente, tipo
[14:02] assim, velho, que você fala assim, caraca, é até aquele tipo
[14:06] de mercado que você fala assim, Ah, não sei se eu compraria
[14:09] carne aqui. Não, não sei.
[14:11] Me me passa a impressão. Que a carne deve ter 15 anos?
[14:14] Ali Oo estacionamento. Tudo, até o cheiro é o mesmo.
[14:19] Aí. Às vezes eu vou lá só para
[14:22] comprar, não gosto de comprar carne, essas coisas lá.
[14:25] Quando vou eu compro. Só é coisa fechada, sabe?
[14:29] Se não, tipo, Ah, biscoitinho Eduardo, adoro o biscoitinho que
[14:31] vende lá. Posso fazer um outro comentário?
[14:33] Nada a ver com isso de mercado, não, mas ainda nessa, nessa
[14:37] coisa de bairro, obviamente. Porque eu estava na priz de
[14:40] férias, e aí eu fui para Cuba, me mandaram e eu fui, e aí eu
[14:45] tava. Em e sabe uma coisa?
[14:59] Que eu observei lá, entre muitas coisas, mas é muita criança
[15:04] brincando na rua. Muita criança brincando na rua.
[15:07] Assim, infância tem infância, né?
[15:09] Vamos lá. É muito quente, caliente demais.
[15:12] É demasiado aí. Eu já IA me segurando.
[15:15] Demais, alta música, não? Posso parar?
[15:18] Quando eu calhei a. Intenção.
[15:20] Quando eu calhei a intenção? Falou de caliente, só me vende
[15:22] calhei teu. Sol e aí as pessoas, elas ficam
[15:24] de verdade sentadas na calçada, porque assim, dentro de casa é
[15:28] muito quente, não vai ter ali 111 ar-condicionado, né?
[15:32] E também eu acho que sabe uma coisa que eu.
[15:35] Que eu tenho na minha mente a questão da internet, que é mais
[15:39] limitada. Então você não vê muita criança
[15:41] assim, ó, com celular, ônus e bônus também, né?
[15:44] E aí muita brincadeira na rua assim ó, muita criança na rua.
[15:50] Eu não vejo isso nem em no nosso bairro.
[15:52] Você vê tanta criança brincando na rua, no teu bairro.
[15:55] Tem algumas, mas assim não é igual na nossa época.
[15:59] A nossa época, não. Eu acho que da da nossa época
[16:02] para cá. Mudou muita coisa, muita coisa,
[16:05] né? É, veio a internet, veio
[16:07] celular, tablet. Na Na rua tem criança do da
[16:10] idade do Eduardo. Eu acho que tem.
[16:13] Mas eles não brincam. Não brincam por que, no entanto,
[16:16] que assim teve um dia que eu fui, o Eduardo estava de férias,
[16:19] aí a gente foi lá na Pracinha aí que eu encontrei.
[16:23] O menininho lá com a vó, aí eles brincaram um pouco, mas não tem
[16:26] essa. É, você falou isso de vó?
[16:28] Só aproveitando o gancho, que bairro também os bairros
[16:34] clássicos tem aquelas figuras que se tornam marcantes, né?
[16:37] Personagens. A nossa vó Vovó Regina, não no
[16:41] bairro todo, mas ali no entorno. Ela era conhecida.
[16:45] Por ser a dona Regina que dava aula de reforço.
[16:49] É nossa vovózinha. Muitas crianças, né?
[16:52] Vizinhos, pessoas assim, das ruas, do lado e estudaram com a
[16:56] Vovó. E depois que a Vovó já não dava
[17:00] mais? É aula de reforço.
[17:02] Ela era a senhorinha que ficava no portão dando bom dia para as
[17:05] pessoas que iam trabalhar. Ela ficava lá no portão que
[17:08] fofuxa. Nosso bairro tinha.
[17:10] Que sem nada para fazer? Idoso, idoso, de boa, ficando
[17:15] lá, aproveitando a vida. No nosso bairro tinha umas
[17:18] outras pessoas que para gente não sei no geral, mas para gente
[17:22] eram. Figuras marcantes, o seu
[17:25] marinheiro que vendia geladinho que não.
[17:27] Tinha geladinho melhor que o do seu marinheiro.
[17:29] O seu Amorim, que tinha AA. Vendinha que vendia assim.
[17:34] Bebida alcoólica, caixa doce para as crianças.
[17:36] Também falar em vendia minha avó Cida paterna também era
[17:41] conhecida no bairro dela porque vendia pipa e doce.
[17:44] Meu pai tá vendendo pipa agora? Seu pai tá vendendo?
[17:47] Pipa. Meu pai tá vendendo pipa, é.
[17:48] E aí, meu pai empreendedor, ele é rei da pipa.
[17:51] Tinha essas personalidades que ficaram marcadas na nossa
[17:55] memória, né? De tipo, ou vendia doce, ou
[17:57] vendia geladinho, ou seu Zé que cortava cabelo.
[18:01] Né, você falou, Ah, porque eu falei do do juquiri?
[18:04] Você falou assim, Ah, não? Assim tinha o juqueri, eu falei
[18:06] o. Juqueri o.
[18:07] Juqueri era a figura conhecida do seu pai, não do bairro.
[18:10] Ele era amigo do meu pai. Eu acho que eu já falei aqui que
[18:13] ele era amigo do meu pai. E toda vez que ele passava a
[18:15] gente falava, ê, juqueri. Aí ele respondia, você de lá.
[18:19] E eu. Daqui você comendo abacaxi.
[18:21] Debaixo do pé de caqui. Mas o juqueri tinha.
[18:24] A mãe dele é que era uma benzedeira.
[18:26] Eu esqueci o nome dela. Eu já fui e.
[18:28] Eu também já fui, ela era famosa no bairro, eu.
[18:30] Não sei se eu fui me benze ou se eu só fui com alguém, mas eu
[18:33] lembro de eu. Dentro.
[18:35] Da casa, da casa. Eu, a dona jequiri, da dona
[18:38] jequiri É Ela. Eu IA com a minha mãe de.
[18:42] Onde que vem esse apelido de jequiri?
[18:43] Será que tem algum significado? Jequiri jequiri é uma fruta
[18:48] típica de do com boja. Não só um minutinho.
[18:53] Vamos ver no instituto Massachusetts essa palavra
[18:56] jequiri existe. Jequiri.
[19:00] Existe jequiri? O jequiri é uma planta medicinal
[19:06] também conhecida como juciri Juazeiro ou zisifos Juazeiro,
[19:12] tradicionalmente utilizado na medicina popular como
[19:15] adstringente para tratar problemas digestivos.
[19:19] Faz total sentido porque a mãe jequiri ela, ela era benzedeira
[19:25] e se ela tratou o filho com jequiri.
[19:29] E aí, melhorou, e aí? O apelido dele ficou em jequiri.
[19:33] Eu vou perguntar para o meu pai. Não, não faz total sentido.
[19:36] Mas. A dona jequiri, ela era
[19:38] benzedeira. Ela não era o nome dela, não era
[19:40] dona. Jequiri, mas ela provavelmente.
[19:42] Era dona Maria? Com jequiri jequiri ele foi, não
[19:46] teve mais problemas. E ela falou, você a partir de
[19:49] hoje você é o meu jequiri. Você vai se chamar jequiri?
[19:55] Eu não quero saber a verdade dessa história, porque para mim
[19:58] faz total. Sentido faz isso porque não, não
[19:59] faz sentido. Da onde que tirou?
[20:01] Isso é isso, nem sei mais o que que eu.
[20:03] Vou falar aqui, não, eu acho que a gente tem que puxar.
[20:07] É verdade? Porque a gente tá falando pra
[20:10] caramba ainda. Tem a história das nossas fris,
[20:12] Bora pro nosso. Cafezinho com audiência.
[20:22] Eu ainda estou impactada, eu não vou conseguir parar.
[20:25] De passar isso, vou começar com adalete Botelho.
[20:29] Cresci no bairro Vila Formosa, zona leste de São Paulo.
[20:32] Eu amo que temos 2 grandes recordes da América Latina aqui,
[20:36] o maior cemitério público e a maior piscina pública.
[20:40] Um bairro democrático que atende bem os banhistas e também quem é
[20:44] mais gótico. Crevoso.
[20:46] Sabe aqui que eu lembrei quando ela falou Vila Formosa?
[20:49] Da entrevista da cafrenda. Aí que a menina falou, aí eu
[20:52] estava com meu com meu marido, eu falei, não, meu amor, aqui é
[20:56] Vila Formosa, não. É Vila Formosa, olha aí.
[20:59] Errado não é Paraíso. A gente já está na Vila Formosa,
[21:02] não é Vila Formosa, ela falou Vila Nova Conceição.
[21:06] Paraíso é logo ali e ele falou. Você parece correr.
[21:11] Eu lembrei você agora, mas ela falou, Vila Formosa?
[21:14] Não, minha filha Vila Nova Conceição.
[21:16] Ela falou, Vila Formosa, não estou maluca.
[21:18] Isso só fazer um comentário em cima da do relato da nossa
[21:22] pirilette. Que a gente nunca foi jovem de
[21:25] beber vinho em cemitério, né? Não.
[21:27] Primeiro que a gente é a Lana tinha medo de espírito e a gente
[21:30] IA parar num cemitério, meu amor.
[21:33] Não IA. E também cemitério longíssimo da
[21:35] nossa casa. Tem uns 2, né?
[21:37] Os 2 que é em cima de um morro, a gente tem que tem um.
[21:40] Cemitério que é particular, que é o portal da saudade e o
[21:44] público, que é o cemitério do retiro.
[21:46] Ele deve ter um nome. Mas eu sempre ficava pensando,
[21:48] porque o cemitério do retiro tem a parte de Gramado e tem os
[21:50] gavetão é aí e eu ficava pro. Gavetão eu, eu vou.
[21:54] Eu vou não, a gente não vai pro gavetão não, meu amor, porque a
[21:56] gente paga por tal da saudade. É se eu vier, falei.
[21:59] Ó, eu quero o Jardim, portal da saudade, lápide bonita, tá?
[22:02] É, eu quero, é bonequinhas na minha lápis que eu sou uma
[22:06] pessoa. Ah, não, eu acho meio.
[22:07] Ele não bota foto, não bota foto.
[22:09] Não começaram os outros ficar, porque eu vou e fico vendo a
[22:12] foto dos outros. Quando não tem nada para fazer
[22:13] no cemitério, eu vou e fico. Vendo, Ah, mentira, eu?
[22:16] Vejo, eu fico na? Nossa, você que morreu novo?
[22:19] Aí eu passo, garoto. Aí vejo a foto, é, eu não quero
[22:22] eu caber minha foto. Não, eu vou colocar tua foto.
[22:24] Vou colocar tua foto com um dedinho para cima assim ó,
[22:26] cantou para. Não coloca aquela então a minha,
[22:28] que eu estou de óculos escuro e luzes no cabelo, que eu estou
[22:32] daquele jeito? Vamos continuar, vou ler a do
[22:35] Wendel Martins. Olha, tem algo curioso no meu
[22:38] bairro que não é algo que eu odeio e nem gosto, é apenas uma
[22:42] igreja no formato de uma baleia. Ele disse que vai mandar fotos e
[22:45] a gente? Vai guardando, ele mandou.
[22:47] Ele mandou fotos e é uma baleia azul.
[22:49] É a foto de uma baleia. Mesmo, e eu acho que o bairro
[22:52] chama baleia azul, bairro de BH. É, será que faz sentido?
[22:56] Baleia azul, bairro de Belo Horizonte agora, porque que esse
[23:00] bairro chama baleia azul? Será que foi?
[23:02] Eu IA falar, será que foi visto uma baleia no mar?
[23:04] Mas meninas, não tem mar. Não sei, não sei de onde surgiu
[23:08] essa história. Eu.
[23:09] Acredito que. O filme do free Willy, hã?
[23:13] Fez muito sucesso, e aí eles fizeram a baleia azul.
[23:18] Nós o tanto de errate ramos, que vai sair desse episódio hoje,
[23:22] querer. Que a gente às vezes a gente
[23:23] abre a boca, só sai bosta. Só sai bosta, só sai.
[23:26] Bosta, mas é merda também. Não é aquela merda que faz mal
[23:28] pra ninguém, não aquela merdinha boba que você fala nossa.
[23:31] É o entretenimento? É.
[23:33] Você falou de bosta. Eu acho que combina com a do.
[23:36] O Felipe Azevedo, Felipe Azevedo, nosso primo.
[23:39] Nosso primo, nosso parente é nosso parente.
[23:42] Será que a gente tem 1° de parente?
[23:44] Vamos. Eu tenho grau de parente,
[23:47] antigamente, perto da minha casa tinha um muro com uma placa
[23:50] escrito. Proibido botar merda.
[23:54] Durou quase 10 anos. Essa placa até que tiraram no
[23:57] fim do ano passado. Foi o fim de uma era se.
[23:59] Tem fê. Fê, vai lá, vai lá e faz outra.
[24:04] Faz a tua história agora. Você não acha que se tem
[24:07] comunicado é porque teve alguma coisa, teve uma.
[24:10] História agora, isso me fez lembrar que esses dias não tem
[24:13] muito tempo que simplesmente jogaram um saco de cocô.
[24:18] Humano. Não acho que era de cachorro,
[24:20] né? Na calçada da minha casa?
[24:22] Ah, simplesmente eu acho que a pessoa foi passear com o
[24:26] cachorro, não foi passear com o cachorro.
[24:28] O cachorro fez um. Cocô de limpou pode será o quê
[24:33] que alguém teve a audácia de limpar a.
[24:36] Na rua E jogar o saco de cocô ali na frente?
[24:39] Não, não pra mim. Eu tava falando no sentido o
[24:42] cachorro fez o cocô na sua calçada, aí a pessoa.
[24:45] Não, mas tinha muito cocô. Eu acho que parecia que tipo
[24:48] assim, Ah, tô passeando com meu cachorro e vou recolhendo cocô.
[24:51] Ou alguém que recolheu cocô. Nossa, mas esse cachorro foi uma
[24:55] cocô, mas tinha tinha uma sacola.
[24:58] A sacola não tava assim, né? Era uma sacola de mercado cheia,
[25:01] mas tinha algumas quantidades de objetos de cocô.
[25:06] Aqui dentro. Aí só deixa eu puxar uma outra
[25:08] coisa que não tem a ver com isso de cocô, mas tem a ver com a
[25:10] frase que ele falou, que tinha uma frase a gente coisa de
[25:13] bairro também, perto da escola técnica.
[25:17] Bandi, a caloja acho que é uma escola técnica tradicional, que
[25:19] é de Volta Redonda. Tinha uma praça com uma pichação
[25:23] na parede que ficou gravada na minha memória.
[25:25] Não sei se ainda está lá. Eu acho que não, mas eu e você a
[25:29] gente sabe qual. Que é 123 e.
[25:31] Não seja. Não, eu esqueci.
[25:33] Essa parte já IA 123 e não seja um demente.
[25:37] Liberte, somente fume com a gente e fique contente.
[25:43] Eu não sou maluco. Eu.
[25:45] Adorava. Gente, eu não sou maluco.
[25:47] E aí eu ficava repetindo isso como se fosse realmente o poema
[25:50] de. Também achava uma colher.
[25:51] Fume com a gente e fique contente.
[25:54] Eu não sou maluco. Vamos continuar com a da Raiane?
[25:58] Um supermercado que sorteia uma vaca no aniversário dele.
[26:02] Eu amo o sorteio da vaca, mas odiaria ganhar 11 vaca.
[26:07] Onde que a Raiane mora, ela não falou?
[26:09] Ela não falou? Agora vou ter que saber.
[26:13] Rai, você mora onde? Porque assim, será que é um
[26:16] bairro mais de zona rural? Aí eu já, porque você não faz?
[26:22] Olha só eu, empreendedora. Pegou uma vaca?
[26:25] Ganhou, participa do próximo? Ganhou, você monta um gado,
[26:28] entendeu? Aí você já tem.
[26:29] Você é a rainha, você já. Ganhou algum sorteio de?
[26:33] Não ganhei, mas eu já participei.
[26:35] Acho que não sei também se eu já falei todas as vezes.
[26:38] Eu vou falar assim, não sei porque eu realmente não lembro
[26:40] se eu já falei, mas eu comprei um potão da da escala, aquele
[26:44] creme 3 em um. Que é muito bom.
[26:47] Eu amo passar no cabelo do Eduardo as vezes.
[26:49] Eu passo no meu que tá ouvindo? Muito bom, eu só uso escala no
[26:52] cabelo do Eduardo. Patrocinar a gente e.
[26:54] Aí a gente. Grava um episódio passando.
[26:56] Escala. E aí a menina falou que tinha
[26:59] uma promoção pra quem comprasse pra você escrever uma frase e
[27:04] colocar na urna. Hum, só que era uma frase
[27:06] relacionada ao. Produto, obviamente.
[27:09] Aí a minha frase foi, gentileza gera gente.
[27:13] Ok, gente, não ganhei, mas eu acho que não foi pela minha
[27:17] frase porque tinha que sortear, foi pela minha falta de sorte.
[27:21] Rapidão produção veio soprar nos nossos ouvidos aqui que a gente
[27:26] esqueceu de fazer uma menção honrosa a uma placa que tinha no
[27:30] nosso bairro que a gente cresceu.
[27:31] Eu não lembro. Perto era.
[27:33] Ficava perto de um barzinho, e aí a placa era.
[27:37] Cuidado, travessia de crianças e bêbados.
[27:41] Consciência. Consciência é consciência, mas.
[27:44] Ficava perna onde eu não lembro. Demais ali, quanto daquela ponte
[27:47] ponte que é meio que em arco, ficava ali do lado, ali do bar,
[27:50] praticamente eu vou agora para da Ana Isa, coisas que tem no
[27:54] bairro dela, a Quadra da escola de samba que sempre fica em
[27:58] último lugar no Carnaval da cidade.
[28:00] Eu fazia vôlei lá quando era criança, a gente ficava coriando
[28:04] por trás de um portão e via as sucatas dos restos do Carnaval.
[28:09] E era tudo muito. Feio Ah, que pecado pra.
[28:12] Mim é um patrimônio material e imaterial da minha infância, e
[28:16] isso a gente lembrou. A gente faz entre de celular
[28:20] agora e bateu. Os caretas.
[28:22] É que é que é uma escola de samba?
[28:24] Do escola de samba, e. Clube e um clube de.
[28:28] De de samba que às? Vezes tem pagode.
[28:30] E de tudo e o? Os caretas eu já fui, acho que
[28:33] eu fui uma vez só assistir, porque aqui?
[28:36] Na ilha São João tem o desfile das escolas de samba da cidade,
[28:39] né? E?
[28:40] Teve um hino dos caretas que ficou muito marcado na nossa
[28:43] memória. Eu acho que vale a gente cantar
[28:45] aqui para valorizar. É os nossos caretas no nosso
[28:49] lugar 123 e sinta o clima de mistério pelo ar.
[28:55] E nesse embalo, os caretas vem aí.
[28:58] Segredos hoje vão se revelar quando a máscara cair.
[29:05] No Egito. Com a colonização, várias
[29:18] culturas dentro de uma só nação. Mas aí só só só botou um
[29:48] detalhe, tá que é aqui em Volta Redonda, a escola de samba?
[29:52] Campeã do Rio de Janeiro, ela vem fazer.
[29:54] Eu nunca vi. Isso, meu amor, tem.
[29:56] Eu não tô mentindo. Ah, então a.
[29:58] Beija flor vem em Volta Redonda. Não é a escola inteira, não é a
[30:02] escola inteira, é uma parte da escola.
[30:05] Eles vem? Ué, depois que termina o
[30:08] Carnaval que eles ganham, passa uns uns dias, eles vieram aqui e
[30:13] teve desfile na Vila. Conjunto com a terceira idade
[30:18] daqui de Volta Redonda. Tá, meu amor, eu não tô falando
[30:20] mentira não, que depois eu vou pegar no Instagram de Volta
[30:23] Redonda e eu vou esfregar na tua cara quem é de Volta Redonda
[30:29] sabe que eu tô falando a verdade aqui.
[30:32] Eu não minto, tá? Tá bom.
[30:35] Me exaltei, fiquei exaltada, você me irrita, tá vendo?
[30:39] Deixa eu só puxar uma coisinha antes da gente encerrar o nosso
[30:43] cafezinho Pri, você que está escutando?
[30:46] Tem alguma coisa específica no teu bairro você quer dividir com
[30:49] a gente? Sendo boa ou não sendo tão boa
[30:52] assim? Utiliza, tá escutando?
[30:54] Pelo Spotify? Utiliza a caixinha de pergunta
[30:57] para deixar o seu comentário. Se não tiver, só quiser deixar
[31:01] um recadinho para gente de alguma parte que você quer
[31:04] comentar. Esse é o momento, né?
[31:07] Engaja aí com as suas pelo Spotify e agora chegou a hora da
[31:11] gente encerrar o nosso cafezinho e ir para ele.
[31:13] Com o nosso momento refletindo, enquanto ouve Tony Ramos tocar
[31:18] sax numa livraria do Leblon. Posso começar?
[31:27] Vai. Eu venho aqui assumir o meu
[31:30] erro. Hum.
[31:31] E dizer. Que nunca mais vocês ouviram
[31:34] dessa boquinha aqui falar de coisas de TikTok assim, Ah, eu
[31:39] vi no TikTok que isso aqui é bomba, não sei o quê.
[31:42] Não falarei mais. Reconheço que errei um erro
[31:45] feio. Um erro rude é, errei feio,
[31:47] errei. Rude eu nem vou.
[31:48] Bater Paulo? Aí a Lana.
[31:50] Aí a Lana falou assim que você viu lá na caixinha?
[31:53] Eu falei, eu comecei a ver, parei de ler, porque eu fiquei
[31:55] com vergonha. Falei, eu não vou ler mais, eu
[31:57] não vou ler. Eu já vi uma.
[31:58] Mulher que influencia as pessoas?
[32:01] Gente, me perdoe. Não, não vai acontecer aqui uma
[32:04] nova raila que está nascendo aqui.
[32:06] Para vocês, não? Eu estou falando de verdade?
[32:08] Eu estou brincando, não. Isso daí, não é?
[32:10] Brincadeira não é brincadeira, eu estou falando você não
[32:13] precisa vir me esculaxar porque eu já estou me esculaxando.
[32:15] Não precisa você vim não tá? Tá que eu estou reconhecendo meu
[32:18] erro só que também aqui, ó, aceito crítica, mando também,
[32:21] fico quieta, vem que você leva. Tá, o meu momento é o seguinte,
[32:25] rayla. Hoje eu descobri que raíla
[32:29] sempre fica com aquele olho inchado.
[32:31] É gente? Sempre com o olho inchado e
[32:34] alguma coisa que estava dando alergia, eu falei, óbvio que é
[32:38] da maquiagem vencida que ela usa.
[32:40] Mas eu não sei se estava. Eu acho que não estava vencida.
[32:42] Eu acho que é 2026 que vence. Eu vou até olhar.
[32:45] Mas foi no primeiro Dia das Mães que você me deu AA maquiagem,
[32:49] minha filha. É não, não sei porque maquiagem
[32:51] tem um período de duração longa. Mas aí?
[32:53] Mas é verdade, a raíla? Hoje a gente saiu para gravar.
[32:56] Aí ela passou a base, o olho começou a.
[32:58] Coçar e eu não tinha reparado. Então a minha dica para ela,
[33:03] Cris, não é envolvendo medicina, tá?
[33:05] E aí? Se você concordar comigo ou
[33:08] tiver uma dica parecida, melhor para dar para para reila, que é
[33:12] o seguinte, talvez você usando maquiagem vegana não te dê
[33:16] alergia. Me dêem dicas de base.
[33:19] Do dia a dia eu não gosto de base pesada, sabe?
[33:21] É só uma base assim para passar. Alguma da Dior?
[33:25] Não. E é.
[33:25] E barata, tá que eu não. Não tenho coragem de pagar o que
[33:28] a. Você aqui não, mas falam que
[33:31] agora falando Sério, que a Natura.
[33:33] Tem é maquiagens em conta aí que são boas.
[33:37] Que são boas? Sim.
[33:37] É porque eu quero base assim para o dia a dia.
[33:40] Eu nem uso maquiagem no. Dia a dia que é o ouvinte, ela
[33:42] pode indicar para você? É me dêem.
[33:45] Dicas. Então sim, tá?
[33:47] Por favor, porque eu não entendo nada de maquiagem.
[33:49] Eu sempre pesquiso, salvo tudo no meu celular, mas eu esqueço.
[33:53] Então é isso. Finalizamos.
[33:56] Se você gostou desse episódio, comenta, compartilha.
[33:59] Também usa suas redes. Se for colocar lá no Twitter, se
[34:03] você ainda tiver no Twitter blue Sky hashtag.
[34:06] Dona Helena podcast. Também estamos no Instagram e no
[34:10] TikTok com a mesma arroba, dona Helena.
[34:12] Podcast. Lá você pode engajar, conversar
[34:15] com as suas prides, mandar seu recadinho, enfim, espalhar essa
[34:19] palavra. Já sabe também que para se
[34:22] tornar um apoiador, uma apoiadora a partir de apenas 10
[34:26] BRL mensalmente você tem acesso a mais de 120 episódios extras e
[34:30] o link para se tornar um apoiador pela apóia se.
[34:33] E está. Na descrição desse episódio.
[34:36] Tá e um Brau FM, gente, a um Brau FM é aquela.
[34:40] Do. AI, aquele foi demais.
[34:43] Foi demais. Eu fiquei, eu ri de mim mesma.
[34:47] Aí o Pedro veio me colocar aquele negócio numa altura.
[34:49] Eu falei, para. Gente, eu fico com vergonha.
[34:52] Eu fico, não tem vergonha, não. Isso daí é talento fazer o que
[34:54] você faz, mas o. Pedro queria botar alto, queria
[34:57] botar alto e todo mundo lá no meio da rua.
[35:01] Então é isso, Prince? Um beijo e até a próxima.
[35:03] Um beijo, um queijo e uma manteiga.

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