# Memórias gustativas #147

An episode of [Helena, o podcast tá pronto](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1637966745), 10 Feb 2026, 33 min.

Audio: https://anchor.fm/s/ad9e4488/podcast/play/115279773/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-1-10%2F9f6eb97a-e4f6-002a-fb47-9ce202b23188.mp3

Aqui a gente tem o pancalhau e a pergunta é: qual comida que você lembra e pá… te joga direto pra um momento específico da sua vida? Quer ouvir episódios extras? Apoie a partir de 10 reais e tenha acesso a conteúdos exclusivos: apoia.se/donahelenapodcast Apoio: Estúdio Jukebox Produção: Alana Azevedo, Raíla Azevedo e Andre Leal

## Transcript

[0:00] Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
[0:05] tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
[0:09] senhora vai querer mais alguma coisa?
[0:12] Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
[0:28] Olá ouvintes, eu sou a Lana Azevedo.
[0:30] E eu sou raila Azevedo. Vocês sabem, né, que tem sabores
[0:35] assim, pratos, comidinhas que nos transportam diretamente pra
[0:41] um momento da nossa vida, um lugar, e assim tudo.
[0:45] Essas lembranças fazem parte do que da nossa memória gustativa,
[0:50] eu acho tão bonito esse nome, memória gustativa, eu imagino 11
[0:54] memória ela tem cara, tem cara de Gustavo, porque o gustativo
[0:57] me lembra. Então é um.
[0:58] Um senhor que ele vai puxando o fio ali, ó da sua, cada vez que
[1:02] você come alguma coisa. Uma.
[1:03] Partezinha assim. E aí um Monte de hambúrguer.
[1:07] Vem hambúrguer Na Na parte gelatina, umas coisas assim.
[1:11] Porque talvez é o que você está marcado aí na tua.
[1:15] Memória gustativa. É isso?
[1:18] Você que está nos ouvindo já faz parte do Clubinho das fris,
[1:22] porque esse é o espaço exclusivo para apoiadores do dona Helena
[1:26] podcast. E a partir de 10 BRL mensais.
[1:29] Você apoia o nosso trabalho e ajuda a manter esse podcast aqui
[1:33] que vos fala de. Pé, meu amor.
[1:34] Exato. E, em contrapartida, tem acesso
[1:38] a mais de 100 episódios extras. Detalhe, tá, não são episódios
[1:43] curtinhos pílulas não episódiozão, meu amor.
[1:48] Sim, é. É o mesmo tempo?
[1:50] Não, aqui não tem essa. Não é isso aí.
[1:53] O link para se tornar um apoiador está na descrição desse
[1:56] episódio. E se você escuta pelo Spotify,
[1:59] consegue ouvir esses episódios extras também pela plataforma?
[2:04] É só procurar por Clubinho da spris e fazer a integração com o
[2:09] apoia se. Sabe uma coisa fofa?
[2:13] Minha mãe fez um caderninho, né? Pra mim, com várias receitas,
[2:18] vários pratos. Olha só, a gente está aqui, ao
[2:21] vivo, na nossa televisão. Mentira.
[2:23] Mas eu estou com um caderninho aqui.
[2:25] E aí ela mandou fazer com uma amiga, ó, ele tem 11 macaquinha
[2:30] com chaleira, né? Com frigideira e tal.
[2:34] Tem, olha, tem uma colherzinha e é de decoração.
[2:38] Está vendo? É um caderninho.
[2:39] De pano? De pano é um caderninho de
[2:41] receitas. Tem coisa que ela falou que ela
[2:43] já pegou da internet, fez e gostou e ela anotou aqui para
[2:46] mim. E outras receitas que realmente
[2:49] fazem parte da nossa história, tipo, vou falar dele mais para
[2:52] frente, mas. Fez o pavê da tia edite, que foi
[2:55] um pavê que eu comi. Eu amei.
[2:56] Minha mãe pegou a receita com essa tia nossa, que era amiga da
[2:59] tia Sônia. E aí ela colocou aqui a receita
[3:01] do pavê da tia edite. Mas o que eu IA falar aqui?
[3:04] Mais fofo do que esse caderninho propriamente dito é o recadinho
[3:09] que ela colocou na contracapa, eu posso ler aqui o.
[3:14] Recadinho. É evidente que sim.
[3:17] Caderno de receitas de mamãe para Lana, filha amada.
[3:22] Meu amor com muito carinho. Organizei neste caderno, apesar
[3:26] da letra não tão boa pela falta dos óculos.
[3:29] Mentira, olha AA letra. De professora, a letra
[3:33] bonitinha. Toda.
[3:34] Arrumadinha. Algumas receitas testadas e
[3:37] aprovadas, outras não. Espero que goste, que essas
[3:41] delícias possam contribuir para dar um sabor melhor as suas
[3:45] vidas. Não tenha preguiça para fazer.
[3:48] Conhece o eleitorado dela, né? Mesmo que seja aos finais de
[3:53] semana ou em dias especiais, que essas receitas possam oferecer a
[3:57] você o prazer de cozinhar. Parênteses aqui, eu sou ajudante
[4:02] de cozinha porque. Também vai aqui pra boca do?
[4:05] Fogão é André leal de frente. É André leal.
[4:10] Muitas delas nos remetem a pessoas queridas, tipo a tia
[4:14] gente, a um tempo de sonhos, de Alegria e magia que ficaram e
[4:19] ficarão em nossas memórias gustativas.
[4:22] Mas não se esqueça de fazer no seu dia a dia o uso das melhores
[4:27] receitas para uma vida. Totalmente saudável, quilo de
[4:32] amor de bom. Humor tinha lacinha, gente.
[4:37] De Alegria, de simpatia, confiança, carinho, amizade,
[4:42] mãe, muitas coisas aqui na receita do dia a dia não dá para
[4:45] cumprir. As de 70, né?
[4:47] Respeito paciência aqui, o paciência aqui que eu pego.
[4:50] Aí pegou firme para você? Paciência, gentileza, fé.
[4:55] Positividade, criatividade, leveza, espontaneidade, Caridade
[5:01] e paz. Misture tudo e compartilhe com
[5:04] os corações amados e amigos. Mamãe te ama, 21/09/2021 merece,
[5:13] não merece uma salva, vai. Fofo, né?
[5:16] Fofo demais, detalhe, a. Valéria também colocou a receita
[5:20] do empadão dela aqui. Nossa empadão da minha.
[5:23] Mãe é maravilhoso. Empadão de mamãe.
[5:25] Mas a tia melinha, ela gosta de de fazer recadinho, né?
[5:29] Porque ela me deu o meu evangelho segundo espiritismo.
[5:34] E ela também fez 11 dedicatória, uma dedicatória.
[5:39] Ela para mim, só que eu não lembro.
[5:41] O que que estava escrito? E também não posso ler porque
[5:43] não estou com meu livrinho aqui, né?
[5:45] Mas vamos para as nossas lembranças, começando com a já
[5:49] citada tia dite. Não deixa eu só fazer a
[5:52] pergunta. Quais receitas você já fez desse
[5:55] caderninho? Agora eu quero saber.
[5:56] Minha filha, eu já fiz a humor de adolescente, a torta humor de
[6:01] adolescente já. Fez quanto tempo que você ganhou
[6:04] esse? Caderninho, 2021. 2021 eu quero
[6:07] saber quantas receitas você fez? Ah, não, mas aí eu fiz pouca, eu
[6:09] não vou ser hipócrita. Mas a chanelinha não está
[6:12] usufruindo tanto do seu. Já fiz torta, humor de
[6:16] adolescente já fiz. É suflê de espinafre.
[6:19] Bolinho de espinafre. Para os nossos ouvintes, que
[6:22] sabe? De adolescente eu já falei, é
[6:24] uma torta que é de limão, mas ela tem ganache porque lembra o
[6:27] humor de todo adolescente. E foi a Amélia Maria que botou
[6:31] esse nome, né? Ácidozinho, às vezes mais doce,
[6:33] então tem esse equilíbrio. Mas o que eu IA falar que tem no
[6:37] caderno? Tá da receita do pavê da tia
[6:39] edite. Tia edite, vamos ter que dar um
[6:42] contexto aqui para vocês. Tia edite era uma amiga da nossa
[6:46] tia avó, tia Sônia, que também era vizinha lá da tia Sônia, em
[6:50] Campo Grande. Na rua, na rua, camando caia e
[6:54] eram muito amigas, né? Amigas de.
[6:56] Eu chamava ela, não lembro. Eu chamava a gente.
[7:00] Chamava de dona edite, na minha cabeça é dona.
[7:03] Edite. Edit para você.
[7:06] Para mim é da. A gente chamava de tia edite.
[7:08] Meu amor, você eu tenho na minha mente que a gente chamava dona
[7:11] Edith. E aí?
[7:13] O pavê da tia edite era um pavê de chocolate que ela fazia
[7:18] delicioso. Não tinha muito mistério, não
[7:20] era diferente. Só que ficava gostosíssima.
[7:23] Eu não sei se Oo creme, mas. Foi a primeira vez que a gente
[7:25] comeu o pavê, foi dela. É isso na minha memória eu tenho
[7:29] marcado que a tia edite, que me apresentou o pavê de chocolate.
[7:34] E aí eu amei, amei, amei. E aí ela pegou a minha mãe,
[7:37] pegou a receita com ela, fez várias vezes em casa e ficou tão
[7:41] gostoso quanto, mas ficou marcado na.
[7:45] Minha mente? Faleceu tia gente faleceu.
[7:50] E eu lembro que a casa dela IA gostar.
[7:52] Eu sempre amei entrar na casa dos outros.
[7:54] Também eu tenho impressão, gente, tudo na casa dos outros é
[7:57] tipo assim, cafezinho? Você vai tomar o café na casa
[8:00] dos outros, é melhor do que o café do que você passa na sua.
[8:03] Amo entrar, olhar, sabe ver a decoração da casa.
[8:07] Dos outros eu não lembro muito da casa dela, mas eu eu lembro.
[8:11] Eu tenho a sensação de que era fresquinha, meio friozinho lá
[8:14] dentro ou estou equivocada? Isso daí é uma muito específico,
[8:19] não? Vou me recordar só.
[8:21] Que na minha cabeça era mais escuro, sabe?
[8:23] Uma casa mais fechadinha, não era tão arejada no sentido de
[8:27] bater a luz assim. Só que tinha uma coisa na casa
[8:31] da tia edite, que você passava pela casa nã, nã, nã.
[8:34] E lá atrás tinha um quintal. Você lembra disso?
[8:37] Que dava pro quintal da. Tia Sônia.
[8:40] E aí isso daí também ficou. Na memória, só que dela.
[8:43] O pavê ficou assim, top um de sobremesas da minha vida.
[8:48] Eu amo o pavê de chocolate. Vamos fazer um vídeo fazendo o
[8:53] pavê da tia dite? Podemos.
[8:55] Aí, ó, começar, vamos começar um como é que fala?
[8:59] Cozinhando com as pris, não. Pode ser?
[9:06] Você fez uma cabeça, deixa pra ó, continua.
[9:09] Vai o que que você lembrou da tia Geni?
[9:12] Ah, é de que? Do Rio, né?
[9:14] Que é. A tia Geni também morava lá no
[9:16] Rio, só que eu não lembro aonde que era, mas acho.
[9:19] Que era realengo, uma. Coisa realengo, não sei.
[9:23] Mas uma coisa que me marcou foi que quando a gente foi no
[9:26] enterro do nosso tio Altair, lá No No é não lembro o nome do
[9:31] cemitério era lá no Rio. E aí, como era muita gente da
[9:35] família, cada pessoa foi para casa de um parente que morava
[9:38] lá. Uhum e eu.
[9:39] Eu e minha mãe, não sei se tinha mais gente, e fomos para a casa
[9:41] de tia Geni. Chegando lá no café da manhã,
[9:45] tinha meu amor, que eu achei chiquérrimo.
[9:48] Eu achei muito chique pão com ovo, só que é um ovo bonito,
[9:51] sabe? Ovo bonito de se ver.
[9:53] E eu e eu lembro muito disso e lembro que eu acho que eu tomei
[9:57] coca, se eu não me engano, se eu não me engano.
[10:00] Eu posso estar equivocada nessa parte, mas o que me pegou mesmo
[10:04] foi o pão com ovo. Até hoje eu lembro nossa, eu
[10:07] tomando café na casa da tia Jeni e comendo pão com ovo.
[10:10] E eu pegava pedacinho do pão e molhava na gema, molinha.
[10:14] Amo, amo pão com ovo, gema mole pra mim também tem um lugar
[10:18] especial no meu coração. Você falou do tchautai, né?
[10:20] Tchautai era a já era guarda da nossa Portela, já muita gente já
[10:25] se foi, tchautai já faleceu, mas tchautai já faleceu.
[10:28] A gente era criança, é? E aí a esposa de chata aí
[10:33] chajita também. Muito querida, nossa tia.
[10:35] E a gente amava quando ela IA lá em casa.
[10:38] Sempre dava. Ela É Aquela visita que sempre
[10:41] dava 5, 10 BRL para os sobrinhos.
[10:43] Era aquele era igual a avó quando te chama no cantinho e te
[10:47] dá um embrulhadinho o dinheiro. Chajita sempre fazia isso.
[10:51] Chajita morava em realengo, num apartamento que era o
[10:55] apartamento era pequenininho, mas ele era tão aconchegante.
[10:59] Tão aconchegante. E eu vou puxar pra memória
[11:02] gustativa, mas agora tem outras lembranças que eu quero
[11:04] compartilhar aqui. Ela tinha um móvel, na casa dela
[11:08] era uma estante, uma cristaleira, não sei.
[11:10] E dentro desse móvel tinha vários objetos de decoração e um
[11:15] inseto de metal, né? Era alguma.
[11:19] Coisa assim. Uma.
[11:21] Mosca até o olho vermelho. E eu adorava aquela mosca.
[11:25] Então assim, a casa da tiajita e do chautaí.
[11:27] Mas quando ele faleceu, a gente IA só na casa da tiajita.
[11:30] Era assim, uma casa que tinha tantos detalhes que eu amava.
[11:34] Era uma casa aconchegante. Banheiro era pequenitinho, mas
[11:37] era fofinho também, o corredor, você lembra antes de entrar no
[11:41] apartamento? Era um corredorzinho assim.
[11:43] Enfim, muitas memórias. E eu passei uma quando a gente
[11:48] IA, né? De vez em quando, férias na casa
[11:50] da tia Sônia e às vezes IA para casa da tia Rita.
[11:53] Lembro, já deu dormindo lá na casa da tia Rita, lá em
[11:55] realengo. Lembro, lembro de eu.
[11:56] Dormir essa vez você não foi porque eu estava sozinha.
[11:59] Com a tiajita, não lembro quantos anos eu tinha.
[12:01] Era criança e tiajita fez um almoço delicioso.
[12:07] Era um almoço que no prato tinha muito queijo, muito queijo
[12:11] assim, e eu voltei. Abri meu apetite.
[12:15] Saí da casa da tiajita apaixonada naquela comida.
[12:19] Falei com minha mãe. Quando eu fui para Volta
[12:21] Redonda, mãe, comi um almoço na casa da tiajita, fala com a
[12:24] tiajita e tiajita não lembrou o que que era que ela tinha
[12:28] preparado? Não.
[12:29] Conseguiu reproduzir? Minha mãe não conseguiu
[12:32] reproduzir. Eu lembro que minha mãe ficava
[12:34] fazendo testes. Era isso.
[12:36] Se você achava que era bolo de batata, né?
[12:38] Não, eu não sabia o que que era. Ah, tá aí minha mãe, eu comia,
[12:42] eu falava, não era isso mãe, tipo, minha mãe fez fricassê, eu
[12:45] falei, não era essa. E a tiajita também não se
[12:48] recordava. Aí esses dias eu conversando de
[12:51] novo lá em casa, falei que que a tiajita fez, e aí a tia Valéria
[12:54] falou, será que não foi o bolo de batata?
[12:57] A tiajita gostava muito de fazer bolo.
[12:59] Bolo de batata? Falei, pode ser?
[13:02] O bolo, né? E ela colocou com muito queijo e
[13:05] eu amei, amei, amei. Isso aqui, ó, bolo de batata de
[13:08] mamãe, uma delícia, não tem igual.
[13:11] Deixa a galera falando com a carne moída também, não?
[13:13] É, mas o meu preferido é de atum.
[13:15] Atum, nossa. De atum.
[13:18] O bolo de. Batata e ele molinho.
[13:20] Eu gosto dele bem mole. Eu não gosto dele na textura de
[13:23] de tipo uma torta, um bolo. Ele é mole, Amélia.
[13:26] Maria, eu acho que essa te agita, não.
[13:29] Não sei se ela vai poder psicografar essa receita.
[13:31] O que que era? Mas tenho para mim agora, depois
[13:35] de mais de 20 anos, com certeza que a gente chegou aí num num
[13:39] ponto. Que porque ele leva queijo de.
[13:41] Conclusão, que era um bolo de batata com queijo, não tinha
[13:44] carne, não tinha nada, era só o bolo de batata com queijo.
[13:47] Às vezes, tinha até um atum. Cozinha não tinha, não.
[13:49] Não era bolo de batata, só com queijo não tinha.
[13:51] Não era purê não, porque tem gente que bota muito.
[13:54] Purê não, porque era o prato principal, era o prato
[13:57] principal. Tá entendendo qual sobre só um
[13:59] parênteses pode chargita morava em realengo.
[14:02] E o vou falar aí. Condomínio, né?
[14:05] Dela não era um condomínio. Era tipo, porque tinham.
[14:08] Vários era, era a partida, vários blocos.
[14:11] Né, na entrada e tinha, tinha na saída.
[14:14] E aí, tia, a gente morava de frente que a gente falava que
[14:18] era Rio, mas devia ser um córrego que fedia.
[14:21] Muito. Horrores fedia muito aquele
[14:24] córrego. E aí toda vez que eu IA Raí, a
[14:26] gente discutia ou brigava, a gente falava, e você?
[14:29] Que ó ó, boca de hit da tia Gi. Bafo de de.
[14:34] Bafo de rir da tia gente. Pringe realengo será que sabe do
[14:40] do córrego? Tinha um.
[14:42] Mercado perto? Não tinha, porra, nossa, agora
[14:45] vai ficar. Muito casa tem casa aqui, não
[14:47] tem mercado perto, nossa agora já já ajuda um condomíniozinho
[14:52] com córrego. Era um condomínio simples, tinha
[14:54] um córrego que era muito largo. Era assim, eu não lembro se era
[14:58] um balão ou a gente, né? Na nossa cabeça, parecia um
[15:01] córrego e a tia, agita, morava. Ficava perto de uma praça.
[15:04] Era uma praça bem grande assim, em realengo.
[15:07] Será que a gente Ah, mas eu acho que é fácil raila da gente
[15:11] encontrar no Google Maps. É só pedir para minha mãe falar.
[15:14] Lá com o endereço com. Certeza pedir para minha mãe ver
[15:17] lá com nossos tios lá, que também sobrinhos da.
[15:20] Tiajita, e. Aí a gente vê pelo Google Maps
[15:23] onde que era exatamente realengo, que ela morava.
[15:26] Mas a gente era, a gente tinha umas coisa, né?
[15:29] É? Ô boca de de de Rio da tiajita
[15:31] você tem? Ah, foi o da vida, tinha escrito
[15:35] e era assim o nível das nossas discussões, mas continuando aqui
[15:40] nas nossas memórias, gustativas porque até agora a gente não
[15:42] saiu de Campo Grande. Israel, vamos aterrissar?
[15:46] Em Volta Redonda, na casa da Vovó, o que que vem na tua
[15:50] lembrança de cheirinho, sabor comida quando você pensa lá?
[15:55] Em casa de Vovó? Casa de Vovó, Nhoque, Nhoque.
[15:59] Frango. Nhoque da nona na.
[16:01] Milanesa. Nhoque da nona, né?
[16:03] Frango à milanesa e aquele macarrão mais grossinho, sabe?
[16:07] Não é talharim, não talharim é o fino, não é?
[16:10] É. É um outro, um outro tipo de de
[16:13] macarrão que era o mais grossinho.
[16:15] Macarronada é o talharim. O espaguete é o mais.
[16:18] Fininho, Ah, é o espaguete, é o talharim macarrão, é o talharim.
[16:21] Mas o frango frito, tipo assim, frango que eu lembro que a
[16:25] estava de chanelinha. A tia Sônia fazendo.
[16:27] Eu sempre pedi um pedacinho. Chegava aí me dá um pedacinho.
[16:30] Ele falava, é pro almoço, só um pedacinho.
[16:33] Inclusive, esses dias, juro por Deus, estava falando no telefone
[16:36] com minha mãe. Eu falei, mãe, próxima vez que
[16:38] eu for, aí faz aquela comida. É porque teve um dia que ela
[16:42] estava que eu liguei para ela de chamada de vídeo e aí, nossa, eu
[16:45] estava uma cara boa. Eu falei, eu quero arroz.
[16:48] Frango a melanesa é o frito. É.
[16:51] Frango, a melanesa, maionese e a farofa.
[16:55] Esses dias eu fiz lá em casa, mas não fica a lá.
[16:58] Amélia Maria não fica. Eu fiz a fiz batatonese.
[17:02] Batatonese. E o frango?
[17:05] E fiz só que o frango só. Nossa verdade, Nhoque, a gente
[17:08] comia muito na casa da Vovó. Outra Nhoque de mamãe também.
[17:12] É bom, né? Pra mim, a Valéria.
[17:14] Faz o Nhoque, né? E?
[17:16] A minha mãe, ela sabe como que eu, eu gosto.
[17:18] Do Nhoque suculento. Hum, não gosto daquele Nhoque
[17:21] seco não. E eu não gosto de Nhoque com
[17:24] carne moída, né? Com queijo e molho.
[17:26] AI, que delícia. Vou pedir para minha mãe fazer.
[17:29] Sabe o que que me lembra a? Isso daí você desbloqueou a
[17:32] minha memória também. Mas é a casa lá da Vovó.
[17:36] Quando a gente morava na minha memória.
[17:38] Vem pão de sal, pão francês, não sei como que você chama aí na
[17:42] sua cidade, manteiga e café com leite.
[17:45] Margarina. Margarina, margarina com ali
[17:48] porque e é o pão que o Davi jogava.
[17:51] O Davi era o padeiro que ele passava lá na rua.
[17:53] Até hoje passa. Padeiro, aí ele jogava o pão,
[17:57] então isso vem Na Na minha memória muito do café com leite
[18:01] que eu amava. Vou tomar café com leite e o meu
[18:03] café com leite pris ele é assim. Isso daí vai ficar de lembrança
[18:06] quando vocês lembrarem lá em casa.
[18:08] AI, como que ela não gostava do café com leite dela, lembra?
[18:12] Era um tiquinho de leite. E muito café, porque eu gosto do
[18:16] meu café assim, eu gosto dele mais escuro.
[18:18] Sabe, eu tomo café puro. Só que se eu for tomar é café
[18:23] com leite, porque eu sou tissinha, né?
[18:25] Eu sou patricinha. Tem que ser com leite em pó.
[18:27] Eu não tomo café com leite com leite.
[18:30] E aí olha como que é as nossas lembranças, elas vão vindo, né?
[18:34] Leite em pó já me lembro a tia Sônia que só tomava leite em pó.
[18:38] E era ninho, né? Ninho, meu amor, meu amor.
[18:40] Ninho não era qualquer. Gostava só.
[18:44] De leite? E aí teve tem uma coisa que eu
[18:47] já estava conversando, vou puxar isso daí, estava mais lá na
[18:49] frente. Mas acho que faz sentido a gente
[18:51] falar disso agora que a gente morou, né?
[18:54] Com a Vovó, no período muito longo da nossa vida.
[18:56] Mas a casa da Vovó, nossa avó materna, não era aquela casa.
[19:01] Estamos chegando na casa, no sítio do Pica-Pau.
[19:03] Amarelo é que a dona dona benta e a como que é daquela mesa,
[19:09] não? Tinha isso, não é?
[19:10] É. Não é a Vovó, mas a minha mãe
[19:12] até falou isso, a gente conversa.
[19:15] Aí minha mãe falou, a mãe, ela não tinha muito isso, de fazer
[19:18] coisas diferentes. Muito.
[19:20] Era o que tinha que ser feito. E é isso.
[19:23] Então não tem essa lembrança. Bolos diversos.
[19:28] Né não era? Praia de Vovó.
[19:31] Regina. Eu eu tenho uma lembrança forte
[19:33] de quando eu fui na minha outra vó, minha vó paterna, que ela
[19:37] fez Vovó Maria fez um bolo de chocolate e ele era.
[19:43] Com muito recheio caludo tinha cereja nesse bolo de chocolate.
[19:49] E tinha um negócio que na minha cabeça se chama Carolina.
[19:55] Eu não sei explicar, mas eu pesquisei num como que era?
[19:58] É é tipo uns fiozinhos amarelos em cima é tipo um.
[20:03] Eu não. Sei se é fios de ovos.
[20:04] Fios de ovos fios. De ovos, e.
[20:07] Fios de ovos. Por que que na minha cabeça é
[20:09] Carolina? Não sei, é fios.
[20:11] Eu cresci achando que era Carolina.
[20:13] E aí eu achei tão chique aquele bolo.
[20:17] E eu estava assistindo menino Maluquinho, então eu lembro até
[20:20] hoje. Ela chegou com aquele pedação de
[20:23] bolo com cereja e fios de ovos. Agora só puxando uma outra
[20:28] coisa, uma coisa que eu ainda tenho um sonho, eu ainda vou
[20:32] comprar um potão de cereja para eu comer sozinha, porque eu amo
[20:36] cereja. Deixa eu te.
[20:37] Falar, né? Só que eu descobri depois de de
[20:41] mais velha, né? Porque a gente IA no mercado.
[20:44] E aí a gente achava que aquilo ali que a gente estava comendo,
[20:48] pedindo, que a gente achava super chique, era a cereja.
[20:51] Aquilo ali, naquela parte de frios.
[20:53] Sim, meu amor. Cereja.
[20:55] A cereja. A cereja mesmo é outra coisa que
[20:58] não tem nada a ver com aquilo totalmente artificial que a
[21:02] gente. Compra e não é verdade, pois eu
[21:04] gosto dessa cereja e ficava muito triste quando você vai
[21:07] comer o bolo. E é aquela cereja que parece uma
[21:10] jujuba. Já viu?
[21:11] Aham, mas aquela cereja do. Mercado, não é?
[21:14] É a cereja, querida, não, não é. Eu vou te mostrar.
[21:17] Eu vou aqui, ó, pesquisar na parte gastronômica do instituto
[21:21] Massachusetts. Eu sei que eu gosto dele, então
[21:24] nunca provei cereja na minha vida.
[21:25] Eu acho que você nunca provou, eu já provei.
[21:28] Já provou, eu já. Provei eu já provei, onde eu?
[21:31] Fui aonde você provei cereja. Querida, você está querendo o
[21:34] quê? Falar com eu sou bonequinha de
[21:35] espica de livro. Eu já.
[21:37] Eu fui esses dias na casa da minha amiga, eu e a Andreia, da
[21:40] nossa amiga Carol e clara. E tinha cereja.
[21:43] Cereja que é isso aqui. Aqui, ó.
[21:45] É cereja em calda. Não Raí, meu.
[21:48] Amor, é? Não, mas deixa eu, só essa aí
[21:50] que eu estou trazendo a informação para você.
[21:52] Quero ver aquilo que a. Gente, aquilo que a gente come
[21:55] no mercado, que a gente achava super chique e tal.
[21:58] Docinho. Que chamam de cereja, eu nem sei
[22:02] o nome que daria certo para aquilo ali, porque a cereja é a
[22:05] fruta. E é isso.
[22:06] Daqui, ó você a. Lembra?
[22:08] Sabe o que que lembra por fora? Lembra uma acerola.
[22:11] Alana é cereja em calda. Eles fazem eu?
[22:15] Sei, querida, não, não. Precisa se pagar de?
[22:19] Você vai se pagar de burro, não? Vou me pagar de burro porque a
[22:23] minha opinião e eu vou defendê la até o fim.
[22:26] Aí ela, pera agora. Eu estou falando Sério.
[22:29] Tem a cereja do mercado, que a gente achava que aquilo ali é a
[22:32] cereja e chamam de cereja mais a cereja original é essa fruta
[22:35] aqui. Então tá bom?
[22:36] Não vamos nem precisar de errater ramos em outro episódio
[22:39] que eu já vou falar aqui agora. Muitas cerejas em calda vendidas
[22:43] no mercado brasileiro sem cabinho essa cereja, não são a
[22:48] fruta brunos avium, mas sim chuchu cozido, tingido de
[22:53] vermelho intenso e aromatizado chuchu, devido ao alto custo da
[22:58] fruta importada, a cereja verdadeira.
[23:03] Chuchu. Chuchu é moldado em pequenas
[23:06] esferas para imitar a textura da cereja.
[23:10] Marasquino sendo uma alternativa barata, eu estou e comum.
[23:15] Eu estou em choque que eu estou comendo chuchu a vida inteira,
[23:19] achando que é cereja. Por isso que eu não sei se
[23:22] falando, gente, mas vem um. Capinho eles eles fazem inventa
[23:26] até um caminho. Cozido e eu aqui tentando te
[23:30] explicar, porque quando me falaram também foi esse mesmo
[23:33] choque que. Você está sentindo?
[23:35] Agora eu vou falar assim, por que que está botando cereja
[23:37] aqui? Se é chuchu, é porque eles
[23:39] colocam cereja. Em casa, então, é, eles estão
[23:42] enganando a gente. É a chuchureja.
[23:46] Chocada. Choca e eu vou comprar.
[23:49] Aqui tem um hortifruti que vende cereja, cereja.
[23:52] Vou comprar para você experimentar e eu quero.
[23:55] Eu quero ver o teu react ao vivo de você comendo cereja.
[23:59] Nunca comi então nunca comi cereja comendo chuchu a vida
[24:02] inteira. Agora sim, agora eu vou dormir
[24:06] em paz. Está em choque ainda, né?
[24:08] Eu tô. Eu tô me sentindo enganada.
[24:10] Eu também. Eu fiquei.
[24:11] Por isso que eu queria te esclarecer, entendeu?
[24:14] Porque foi essa a sensação que eu senti também quando eu
[24:17] descobri a verdade. Mas vamos voltar lá No No nosso
[24:20] núcleo, o caso da Vovó na nossa época de infância, né?
[24:23] Pré adolescência que não podemos deixar de fazer uma menção
[24:26] honrosa ao pancalhau. Que foi muito criticado
[24:29] extremamente pela massa brasileira.
[24:32] De pris, porque, assim como a cereja não é cereja, o pancalhau
[24:36] não é bacalhau era só um chão aroma de bacalhau.
[24:40] Que é muito gostoso. Que, na verdade, também não
[24:43] tinha bacalhau, né? Era?
[24:45] Era pão, leite? Era atum, não era, não tinha.
[24:48] Tem alguma coisa ali, sardinha? Sardinha, pão, leite, temperos,
[24:52] isso. Aí vai sempre me lembrar, tia
[24:55] Cláudia. Igual bolinho de chuva tia
[24:57] Cláudia, também de tarde, fazia bastante bolinho de chuva.
[25:00] É isso, eu não. Tenho, você não lembra?
[25:02] Eu lembro porque, assim, eu sempre fui uma criança muito
[25:05] chatinha. Eu comi o bolinho de chuva que
[25:08] ela passava no açúcar e na canela.
[25:10] Aí de repente eu falei, não quero mais com açúcar e canela.
[25:13] Aí ela separava o meu. Aí de repente era sem açúcar e
[25:16] canela, era só o bolinho. Aí, de repente, eu.
[25:18] Parei de gostar, hoje em dia não gosto de bolinho de chuva.
[25:21] Você não gosta de bolinho de? Chuva não gosto de rabanada, não
[25:25] gosto. Nada disso, meu Deus.
[25:27] Tem uma vizinha, uma vizinha minha, que toda vez que ela faz
[25:31] bolinho de chuva, ela leva pro Eduardo e pro Pedro, porque eu
[25:34] não gosto, né não, ela leva pra gente, né?
[25:36] Mas aí o Pedro é Eduardo que come que o Eduardo provou e
[25:39] gostou a tadinha, achei tão bonitinho, toda vez que ela faz,
[25:42] ela leva ela pra casa. Eu não, não adianta, não gosto
[25:46] bolinho de vinagre, já comeu? Bolinho de?
[25:48] De vinagre. De vinagre, minha mãe fazia
[25:50] bolinho de vinagre. Esse eu não.
[25:51] Lembro, não sou chegada também. Bolinho de arroz?
[25:53] Amo chegar. Nada.
[25:55] Disso, bolinho de sobra? Sabe quando tem?
[25:57] Aquela coisa que mistura. Eu comi o bolinho de arroz, mas
[26:01] como sou enjoadinha, parei de gostar, tia.
[26:03] Valéria me lembra muito bolinho de arroz, mais nada, compara ao
[26:07] enroladinho de salsicha. É enroladinho de salsicha que a
[26:09] tia Valéria fazia e a gente levava para o Getúlio.
[26:12] Você levava, né? Levava para.
[26:13] Você, minha mãe, nunca mais fez enrolardinho.
[26:15] De salsicha, a gente comendo no Getúlio, e aí?
[26:18] É só já emendando, o Getúlio também.
[26:21] Eu me lembro assim, da pizza frita do colégio Getúlio Vargas.
[26:26] Não tinha igual, que era um. Real não era.
[26:28] Era 1, BRL uma. Pizza e era uma senhora pizza.
[26:31] E aí a pizza com o suco de laranja ficava 1 e 25.
[26:35] Uma coisa assim é. Era uma, era um a nota e uma.
[26:40] Moedinha. E eu lembro que às vezes até
[26:41] sobrava para comprar um brigadeiro, que o brigadeiro eu
[26:43] acho que era AI 25. Alguma coisa assim, nossa
[26:46] cantina do Getúlio de colégio, para mim era.
[26:48] Agora, de almoço no Getúlio eu não lembro, mas a minha memória
[26:52] gustativa do brizolão, eu não sei porque é polenta, porque
[26:58] fala é, é, mas eles botavam lá, polenta com carne moída, arroz,
[27:04] feijão, polenta, carne moída. E eu lembro que às vezes
[27:07] ensopadinho também de alguma coisa.
[27:10] Teve um dia que teve um negócio de peixe lá que eu encontrei o
[27:12] dente de peixe. Na minha comida que eu mordi,
[27:15] quase quebrei o meu próprio dente com dente de peixe.
[27:19] A gente não costumava comer, né? É porque no ensino médio o
[27:23] colégio que a gente estudava não era distante da nossa casa.
[27:27] Então a gente almoçava em casa. Se bem que às vezes a gente era
[27:30] sem vergonha. O cheiro da comida ali do
[27:32] colégio estava tão bom que a gente almoçava no colégio e
[27:35] depois almoçava. Em casa que às vezes a gente não
[27:37] levava, às vezes eu não levava lanche uhum tinha lanche no
[27:40] colégio também, né? Sim.
[27:41] Só que eu não gostava, porque eu sempre.
[27:44] Que foi uma criança que gostava do nescau?
[27:45] Bem Pretinho, bastante nescau. E no colégio era a caneca.
[27:50] Vinha assim, Ah, achocolatado. E era aquele aquele nescau.
[27:53] Branco devia ser. Devia ser só um botava um
[27:56] cheirinho do nescau, aí eu não conseguia tomar eu amo e tinha
[27:59] nata também. Ah, eu também não gosto de nata
[28:01] não, Pri, sabe o que eu tava pensando esse episódio, juro.
[28:05] Ele teria que ter ou 2 horas e meia de duração.
[28:09] Ou nós vamos ter que fazer parte 2 e parte 3, porque assim?
[28:13] Muita coisa. Já a produção já nos avisou que
[28:16] estamos no limite do limite e tem várias lembranças que a
[28:20] gente não conseguiu compartilhar.
[28:22] Tem roteiro para mais de metro? E eu acho muito injusto a gente
[28:26] fazer um episódio de memória gustativa, sem citar as várias
[28:31] lembranças de pratos, comidas e sabores que a gente tem
[28:34] relacionada com tia Sônia. Nossa, é e.
[28:37] Nadinha caseira da tia Sônia. Pra mim, nós teríamos que ter um
[28:41] episódio só de tia. Sônia.
[28:44] E aí a gente vai falar de todas as memórias envolvendo tia
[28:47] Sônia, que é a nossa tia avó, irmã da Vovó Regina, as 2 já.
[28:52] Minha madrinha? Já se foram, né?
[28:54] Já faleceram. Mas a gente tem muita memória de
[28:57] comer lá em Campo Grande. Quando eu eu morei com a tia
[29:00] Sônia, né? A gente morou com a tia Sônia e
[29:03] aí as coisas gostosíssimas que ela fazia quando tinha trabalho
[29:07] de colégio lá em casa. Ela fazia, era.
[29:09] Banquete. Eu lembro de uma vez que ela fez
[29:13] como que chama aquele é um doce que ele fica meio papado na
[29:17] boca, produção, você sabe, é tipo uma rosca, brevidade,
[29:23] brevidade. Tia Sônia fez a brevidade, ficou
[29:26] assim. Tia Sônia, ela cozinha uma
[29:28] delícia. Era aquela pessoa que o arroz e
[29:30] o feijão dela acabou ela. Amava, né?
[29:32] Ela amava, ela amava ela parou. Tia Sônia parou de de cozinhar
[29:36] quando não conseguia ficar muito mais tempo na.
[29:39] E a. Vista também já.
[29:41] Enquanto ela pode, ela. Quis e ela amava nossa AA
[29:45] empadinha. Caseira a pizza Nazaré, nossa,
[29:49] mas eu bem acho. A comida da tia melinha bem
[29:52] parecida com o sabor da minha mãe.
[29:54] Pelo amor de Deus, eu? Acho, eu acho.
[29:56] Bem parecido, delícia demais. É faz, não.
[30:00] Faz muito? Tempo, a minha mãe fez uma.
[30:02] Eu eu acho que era uma moqueca. Ela disse que não, mas me
[30:05] lembrou muito. Uma moqueca?
[30:07] Que delícia de molho top, né? Eu virei e falei assim, mãe, dá
[30:10] um nugget que ela frita, fica. Mais gostoso, mãe, eu não lembro
[30:13] de ter comido uma. Moqueca tão gostosa como essa
[30:16] sua mão de fada. Muito mão de fada.
[30:19] Mas é isso. A gente vai ter que voltar nesse
[30:21] tópico, nesse assunto. Gente.
[30:23] Em outro episódio, mais para frente, muita coisa para.
[30:26] Falar ficou muito. Ainda falando pra Manga, chegou
[30:29] a hora dele o nosso momento refletindo.
[30:32] Enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa livraria.
[30:36] Do Leblon posso começar, pode? Eu IA falar?
[30:44] Que às? Vezes é quando está quente.
[30:47] Eu não sei o que que ativa, mas sou uma mulher, né?
[30:50] Uma mulher de muitas tatuagens. Tenho o braço.
[30:53] Ela é tatuada, não, mas agora falando Sério?
[30:59] Às vezes a minha tem tatuagem minha que fica até falei com
[31:03] ela, coloca a mão aqui, fica inchada, como se desse um relé.
[31:07] Aí depois volto ao normal. Mas eu não sei EOMA minha às
[31:10] vezes. Fica inchado e dá uma coçadinha.
[31:12] Às vezes, não, a minha não tá coçando, mas ela.
[31:14] Fica esse alto relevo, né? E depois passa 3D, né?
[31:19] Mais 3. DO meu momento é que você tinha
[31:22] comentado e hoje estou usando minha dacotinha, porque teve
[31:26] muita gente que perguntou. Quando eu falei que eu comprei,
[31:29] falou, cadê sua dacotinha? Pri, mostra pra gente e tá aqui
[31:32] no vídeo. Tá a minha, a minha dacotinha,
[31:35] muito bonita. Que no dia que fui comprar a
[31:38] moça falou assim, você deu sorte porque tinham, só tinham essa
[31:42] daqui é a última, porque a outra eu peguei para minha filha de 8
[31:45] anos. Aí eu catei minha dacotinha
[31:47] muito da é macia, boa de usar dacotinha tô aqui, tá?
[31:54] Me mandem dacotinha, pampilli tudo isso aí, todos, todos
[31:59] vocês, é, pode mandar, pode mandar que eu tô usando.
[32:04] Finalizamos se você gostou desse episódio.
[32:07] Não esqueça de comentar o que que você achou.
[32:09] Tá ouvindo pelo Spotify? Utiliza ali a caixinha de
[32:12] interação e deixe o seu o seu comentário.
[32:15] Compartilha com a gente alguma memória degustativa também que
[32:18] você tenha e que tenha desbloqueado.
[32:21] Ao ouvir esse esse episódio, vamos aí interagir com as suas
[32:25] frees, Instagram, TikTok também estamos presentes, arroba dona
[32:29] Helena. Podcast, e para encerrar, se
[32:32] você. Ainda não apoia, vem?
[32:34] Fazer parte do Clubinho das fris?
[32:35] A partir de 10 BRL, você tem acesso a mais de 150 episódios
[32:39] inéditos, imagina o tanto de piada interna que você não está
[32:44] perdendo informações? Novas.
[32:46] Do mundinho Azevedo é. Isso um beijo e.
[32:52] Até a próxima, um beijo, um. Queijo e uma manteiga.

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