# Elektra: Assassina - Podcast #120

An episode of [Fala, Animal!](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1565788013), 9 Mar 2026, 1 h 27 min.

Audio: https://anchor.fm/s/5926c678/podcast/play/116606803/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2026-2-9%2Feb58199a-ddb6-f08a-b1ae-9541e6483f3a.mp3

Hoje temos Leonardo Vicente (o Buddy), Roberto Segundo, Gabi Franco, Giovanni Spinelli e Phillyp Leroy falando sobre a maior HQ da ninja da Marvel, Elektra: Assassina! Nos apoie no Catarse: catarse.me/falaanimal Compre a HQ através do nosso link. Entre para nosso grupo de ofertas. Entre para nosso grupo aberto. Edição: Fred Santos Vitrine: Roberto Segundo Jabás: Site Fala, Animal! Fala, Animal! no Facebook e Instagram A Hora Suave no Youtube Podcast Momento Suave Podcast Mansão Wayne Podcast Imagina se Pega no Olho Site Gibizilla Podcast Imagina se Pega no Ouvido Nerd Vintage no Instagram Haterzasso no Youtube

## Transcript

[0:21] Fala em animais bem vindos a mais um episódio do podcast fala
[0:26] animal hoje, falando de um dos grandes quadrinhos dos anos 80,
[0:31] a época que o Frank mineiro ainda sabia fazer gibi.
[0:34] Calma, calma, calma. Calma, não que faz uns 30 anos
[0:39] hoje vamos falar de electra assassina e para isso a gente
[0:42] recebe aqui a nossa electra residente Gabi Franco.
[0:46] Ela muito honrada por estar participando desse programa e
[0:50] também não me chama. Assim, eu mataria cada um
[0:52] friamente com uma saia. E temos também aqui Giovanni
[0:56] Spinelli. Aí, que prazer você estar de
[0:58] volta dessa vez. Não é nem um gibi que a gente
[1:00] vai falar aqui, Hein? É uma viagem lisérgica.
[1:02] O que que esses 2 caras fizeram? Loucura?
[1:04] Tô adoro pra bater um papo com vocês sobre isso.
[1:06] E aquele cara que sumiu, mas agora voltou, Felipe Leroy?
[1:10] OPA. E aí, galera?
[1:11] Tudo bem? Vocês daí, apoiadores do fala
[1:14] mal, ficaram contentes, né? Mas eu voltei, acabo voltando,
[1:18] não tem como fugir de mim. E cara, estou muito feliz de vim
[1:21] falar sobre esse quadrinho incrível assim, cara, uma obra
[1:25] de arte que eu já gostei muito. Agora eu dei uma lida, não
[1:29] gostei tanto assim do Frank Muller.
[1:31] Ele olha para uma putinha do Frank Muller.
[1:33] Falar isso dá dá até uma dor no coração.
[1:35] Suas opiniões sempre são equivocadas.
[1:38] E o meu co apresentador é Roberto segundo.
[1:40] Olá, rapaziada. E por muito tempo o Frank Miller
[1:43] me fez acreditar que cheiro de leite podre era a pior coisa que
[1:46] existia. E é, é uma é uma delas, né?
[1:48] Que me dá muita ênfase é eu, eu vou te.
[1:50] Eu vou te falar que eu acho que o que ganha de leite tragado é
[1:53] ovo podre, cheiro de ovo podre é um negócio.
[1:56] Nossa, é ovo podre. É, é verdade, os 2 estão ali pau
[2:00] a pau. E vinagre.
[2:01] Vinagre no chão também para tirar o cheiro.
[2:03] É foda, cara, é horrível. Ah, vinagre é foda.
[2:05] Vinagre caralho, vai lágrimar entendendo.
[2:08] Da concentração. Mas ele, se fosse um robô,
[2:10] também colocaria sua cabeça no presidente dos Estados Unidos,
[2:13] Leonardo Vicente, ô Band. Eu não quero ser presidente
[2:15] daquilo lá, não. Mas gente, é, é.
[2:18] É o segundo programa que tem questões políticas que a gente
[2:21] vê como o mundo não muda, né? A gente grava o antes, o super
[2:23] meu homem de asten lá, o Lex Luther se metendo com a
[2:26] Venezuela, e aqui a gente tem um presidente louco com outro e 1 e
[2:30] 1 possível presidente maligno dos Estados Unidos.
[2:33] É todo mundo só dá algumas voltas e volta para o mesmo
[2:36] lugar. Né?
[2:36] Exatamente. Engraçado, vai?
[2:38] Vai ter política nesse quadrinho aqui que a gente vai falar,
[2:40] então nem vou participar dessa merda.
[2:42] Lacração Lacração a Lacração está impossível.
[3:00] O mais engraçado é que o can Wind lá.
[3:02] Eu acho que foi muita impressão minha, com certeza, porque o
[3:05] quadrinho é de 86, né? 40 anos atrás.
[3:07] Mas ele tem uma carinha de Trump, é quase uma premonição
[3:10] aquilo ali, ele. Tem uma carinha de Trump.
[3:11] Foi porque tentaram é como é que fala tentaram e fazer com que
[3:15] ele não ficasse tão parecido com o Reagan, mas.
[3:17] Cara, porque é pra mim, ele era muito Kennedy assim.
[3:20] Pra mim ele é o Kennedy. Mas tem 11 explicação oficial,
[3:23] né? Diz que na época fez barulho
[3:25] porque os leitores acharam parecidos com o don'kwell, que
[3:28] era o vice do Bush. Hum.
[3:30] Hum do Bush pai nossa. Quem saber disso?
[3:33] E mas pra mim ele é o Kennedy também.
[3:35] E mas na verdade ele é uma foto. São 2 fotos, só que o Bill 5
[3:39] evitz usou dele mesmo. Nossa, cara, eu.
[3:41] Eu achei uma das melhores ideias desse gibi.
[3:44] Eu, se eu não tivesse feito a piadinha da política, eu IA
[3:47] falar justamente que o Giovanni, cara, ele lembra bem o Kennedy
[3:50] mesmo ali, para quem é leigo nessas paradas Americanas.
[3:53] Né? É por causa da do sorriso.
[3:55] Sorriso é do Kennedy. É exatamente.
[3:57] A postura dele também quando aparece e tal meio.
[4:00] O boa pra sono assim. Mas ele me lembrou muito, o
[4:02] Trump também, até aquele Trump mais jovem que a gente viu
[4:05] naquela porra do maluco no pedaço, sabe não?
[4:08] É o cabelo, né? Cabelo dele?
[4:10] É, é, é igual. Ou a índole, né?
[4:12] A índole que transcendia o espaço, tempo, o.
[4:14] Cabelo, lembra do irmão, né? Todos eles, né?
[4:18] Todos eles são meio que pré fabricados, né?
[4:20] Saíram do mesmo Monte a. Besta fera, me lembra mais
[4:23] outro. Lembro exatamente.
[4:25] Ela é mais bonitinha, é mais corada naturalmente.
[4:28] Mas para mim é tudo a mesma coisa, para mim é o amar.
[4:30] Alga é um megazor de bosta. Aí então é o Kennedy, é o é o
[4:34] Trump ou Reagan, é tudo junto. A ideia aí é essa, né?
[4:38] E o cara que é o presidente e que está no momento é o Nixon,
[4:42] né? Eles fazem o Nixon
[4:43] descaradamente. Né?
[4:44] É não OOOO Frank Miller, provavelmente OOO presidente,
[4:50] que ele mais odiou foi o Nixon, né, cara?
[4:51] Que qualquer obra que ele pudesse colocar o Nixon como um
[4:54] filha da puta, ele colocava assim não, mas o.
[4:56] Nixon é aquele, né? O americano é aquele patriota
[4:59] babaca que defende. De todos os presidentes, menos o
[5:01] Nixon, né? O Nixon é o único que ninguém
[5:04] fala bem. Aí ele virou o demônimo.
[5:06] Só porque ele foi pego? É só exato.
[5:12] Tem que fazer direito ele não ser pego.
[5:13] Agora foi pego. Puta que pariu.
[5:15] É que é todos são pegos, né? Mas esse não conseguiu se
[5:18] livrar, né? Então ele falou, puta merda,
[5:20] vamos ter que jogar culpa em alguém.
[5:21] Mas realmente o Frank Miller odeia o Nixon, né?
[5:24] Cara? É maravilhoso.
[5:25] Cara, a gente sempre lembra, né? Mas quando ele veio aqui para o
[5:28] Brasil, que foi na época do cabelo da estreia.
[5:30] Mas a ficou criança dourada no Brasil.
[5:32] Isso isso mesmo. Eu eu fiz a pergunta, quase
[5:34] tiraram o microfone da minha mão e ele fala tipo, eu não sei se
[5:37] você ouviu falar de um presidente chamado Ronald
[5:39] Reagan. E aí começou a falar que tipo,
[5:40] muito do cavaleiro das trevas desse quadrinho, porque ele ele
[5:43] realmente detestava a política do do Reagan.
[5:45] E aí ele também remetia isso, a figura do Nixon, que era uma
[5:48] figura de hábito. Era fácil, né?
[5:50] Você colocar o Nixon como o cara inseguro quer ficar apertando Oo
[5:53] botão toda hora é, é muito fácil, né?
[5:55] Sim, o botão é muito bom, não, mas até é como a Gabi.
[6:00] E falou, né? Eles são meio que o megazords,
[6:02] você pegar o Nixon e o Reagan. Eles têm muito até fisicamente
[6:05] parecido. Então dá até para jogar o Reagan
[6:08] nessa parada. Aí que ele coloca lá a
[6:09] caricatura lá. Uma a marionetezinha do Nixon
[6:12] que era no tempo do Reagan, né? Era durante os anos Reagan.
[6:15] É EEE assim? Oo era o Reagan, não era o tempo
[6:18] do Reagan. Não tem como desassociar dessa
[6:20] visão do Frank Muller, né? Oo Frank Muller.
[6:22] Eu acho que esse período ele ele está meio que aquele Ah,
[6:25] político não presta, todos são iguais e tal, né?
[6:28] EEE acho que tem umas. Contato.
[6:30] Tudo isso que está aí. É tu contra tudo, contra todos,
[6:32] são saúde contra essa é esse papinho que acaba não levando em
[6:34] nada, mas nos Estados Unidos é é toda a mesma bosta, é só vamos
[6:37] bombardear todos, vamos bombardear todes é a única
[6:40] diferença entre os democratas e os republicanos, mas ele ele tem
[6:43] essa visão e que torna confuso também se você pega qualquer
[6:46] obra dele um pouco mais, é política por causa das trevas.
[6:49] Electra assassina é mais recentemente, ano passado
[6:52] retrasado, eu li Marta Washington.
[6:54] Fica Marta Washington, maravilhoso.
[6:55] Cara fica até confuso, entendeu? Que ele está criticando e que
[6:57] ele está satirizando ali, sabe porque ele realmente entra numa?
[7:00] O que ele é piração de de de nada presta tudo, tudo é maluco.
[7:04] Ó, às vezes, até o que ele está apoiando você fica meio perdido,
[7:08] você fala que que ele está querendo dizer, né?
[7:10] Tem um Retro gosto de anarcocapitalismo.
[7:12] Tem. Tem um pouquinho?
[7:14] Tem um pouquinho? É que exato, é exato.
[7:16] Quem não acredita mais? Nas instituições, todos são
[7:18] iguais e tal. Mas aqui eu acho que.
[7:20] Mas continua sendo americano e continua sendo conservador.
[7:23] E continua, é, então, sabe? Então aí é um aí quando você
[7:26] para deixar a revelação anarcocapitalista.
[7:28] Então, assim é, e também tem. Tem um lance interessante que aí
[7:31] até linka com outro quadrinho que a gente falar, né, que é é a
[7:34] gente sempre satiriza aqui, quando a gente fala de política,
[7:36] como os Estados Unidos não têm esquerda, né?
[7:38] São são partidos muito similares e tal, só que é muito difícil
[7:40] pro americano médio entender isso.
[7:41] Tem um tem um outro gibi que fala, eu acho que que passa por
[7:44] esse momento, né, que a gente tem essa paródia do Nixon e essa
[7:47] amálgama de político do outro lado, e os 2 são os merdas a
[7:50] cada um ao seu jeito, né, porque a gente vai ver durante a lética
[7:52] assassina. Isso lembra muito, é uma das
[7:54] campanhas presidenciais, eu acho que inclusive era com Nixon,
[7:58] talvez isso reflete. Do Hunter Thompson, né?
[8:01] Que é um dos pais do do jornalismo gonzo no
[8:03] transmetropolitan. Quando você vê a vida do Hunter
[8:05] Thompson, você vê que OOO, transmetropolitan é muito
[8:08] baseado, né? E o transmetropolitan tem um
[8:10] arco em que ele apoia Oo candidato que é oposição ao
[8:13] presidente atual, que ele tem 11 rixa e quando dá virada ele
[8:17] percebe que o cara é tão ruim quanto e ele quer pular o barco,
[8:19] só que o cara é chantageia e tal.
[8:20] Na vida do Hunter Thompson foi o contrário, tipo ele, ele
[8:22] entrevista o cara, entrevista dos presidentes, ele faz uma
[8:24] cobertura e ele apoia abertamente o outro candidato
[8:27] para bater de frente com o que eu acho que é o Nixon.
[8:29] Eu vou falar com essa informação aqui agora.
[8:30] Agora e depois ele percebe que ele está apoiando uma besta
[8:32] quadrada e ele meio que pula fora.
[8:34] Os 2 são a merda e tal, só que aí, tipo, meio que ficou essa
[8:37] imagem Pra Ele. Eu acho que isso também reflete
[8:39] um pouco aqui. Sim, ainda era recente na
[8:41] história Americana, né? Essa visão do talvez um que seja
[8:43] ruim, o outro é uma bosta igual. É todo 11 grande saco de merda,
[8:48] né, cara? E é você resumiu muito bem esse
[8:50] quadrinho que é justamente isso, né?
[8:52] Tá ruim, mas dá para piorar um pouco, ou talvez não seja tão
[8:55] pior. Seja igual.
[8:56] É. É complicado, viu?
[8:57] Quero. Complicado quando quando você
[8:58] tem um quadrinho que você tem pulido.
[9:00] De que agência? De de espionagem, tudo.
[9:02] E a pessoa mais certa é uma assassina psicopata.
[9:05] Você sabe que a coisa tá errada. Sim, EE, talvez, cara.
[9:09] O bastião da moral. Né, parando para porque?
[9:12] O resto é pior que ela, né? O furi totalmente cego está cego
[9:15] dos 2 olhos nessa nesse gibi. Que aí é foda.
[9:21] E o John garrett que é puta que pariu, né cara?
[9:24] Vai tomar no cu esse. O John garret, que é um negócio
[9:26] interessante. Olha, é engraçado que eu achei
[9:28] muita entrevista do Bill cickvitch, mas.
[9:30] Eles, Nando Muller falando sobre o gibi, né?
[9:32] E o sii que evite explica algumas coisas que diz que eles
[9:34] começaram a fazer, tanto electra assassina quanto o Demolidor,
[9:37] amor e guerra ao mesmo tempo, e eles achavam que o Demolidor IA
[9:41] ser o grande gibi ou electo. Eles aceitaram a proposta por
[9:44] dinheiro e mais nada. E não fui.
[9:45] Foi ao contrário, né? Exato.
[9:46] Né? É, na verdade eles o amor e
[9:48] guerra era era o era um era o começo do do electra assassino.
[9:52] Eles começaram AA fazer o amor e guerra e aí culminava no electra
[9:56] assassino era um tipo um pano de fundo besta Hum que depois AA
[9:59] the plofic. Você não sabe?
[10:00] De ganhou vida própria. É, depois IA, IA ficar muito aí.
[10:04] Aí ficou gigantesco. Quando eles apresentaram para a
[10:07] Marvel, eles falaram, vocês estão loucos?
[10:09] Maluco, que que é isso? Era passou uma gráfica e 9 o
[10:12] cacete, né? É, vocês estão maluco?
[10:14] Não. Aí eles aí eles quebraram tudo e
[10:17] refizeram e fizeram electra. Tanto é que aquele Maluquinho lá
[10:20] do amor do do da electra, o AI o aquele.
[10:25] O robô de óculos lá o. Não é.
[10:27] Não é um robô, ele não o robô de.
[10:29] É o magrelo. Psicopata, o Arthur Perry.
[10:32] Magrão é o é o Perry, né? É o Perry isso?
[10:34] Perry é o Perry. Ele está no amor e guerra, ele e
[10:37] como ele aparece no amor e guerra.
[10:39] E se você pegar também AA questão narrativa da relação
[10:42] entre os personagens com no amor e guerra é a Vanessa, se eu não
[10:46] me engano, e aqui a electra, essa exaltação da mina assim
[10:50] fala puta mina é foda e os homens tudo babando Por Ela e
[10:53] começa a ter que esses esses pensamentos tipo, Ah, e se eu
[10:56] pegar ela todo mundo quer. É muito fetichista.
[10:59] É super seguido. Atualizado é muito totalmente
[11:02] fez que sexualizado. Puta é forte.
[11:04] EE, depois você vê isso. Não se insiste também na questão
[11:07] do Marvin lá com a dama fatal? Acho que é que ele fica atrás
[11:11] dela toda hora e pensando, é, é. Sim, é totalmente em céu, uma
[11:15] cara de uma coisa de Franklin. É meio louca, cara AA.
[11:19] Dama fatal é do outro personagem, o do Marvin é o
[11:22] SimCity, conto originâmica. Eduard McCartney é o McCartney.
[11:25] É o McCartney. O McCartney também, né?
[11:27] Que é AA ex namorada dele, que que domina o duma.
[11:30] Mas de qualquer eu esqueci o nome.
[11:32] O Marvel é a agente de de. Não, o Marvel é a prostituta que
[11:37] acusa aí de matar e depois tem AA gêmea.
[11:39] É a Gold. A prostituta que é uma a Gold,
[11:41] né? A Gold.
[11:42] A Gold. Isso mesmo, a Gold.
[11:44] Mas você incite soa mais natural por ser um Noah é extremamente
[11:48] Exagerado. Aqui é uma obra bem pesada.
[11:50] EEE eu nunca tinha parado para me tocar o quanto a cena inicial
[11:54] deletra matando o cara no manicômio é muito Kill Bill, né?
[11:57] É Ela matando o cara. Não é muito que o.
[12:00] Viu, cara? Não tinha me tocado.
[12:01] Disso. Mas tem muita coisa.
[12:03] Isso é o é o cinema imitando electra.
[12:05] Mas se a gente para pra ver a trama toda envolvendo lavagem
[12:09] cerebral, tudo lembra muito aquele filme que o clássico é
[12:12] que Frank Sinatra o sobre domínio do mal.
[12:14] Sobre o domínio do mal, né? Exatamente.
[12:16] Oo atuar com o livro schreber e uma coisa que o manula da
[12:19] editora heroica. Há uns anos atrás a gente estava
[12:21] conversando sobre electra assassino.
[12:22] Ele falou uma coisa que é tão óbvia e eu nunca tinha percebido
[12:25] todo o negócio de querer evitar um presidente que vai vai causar
[12:29] um. Calypso nuclear é a hora da zona
[12:32] morta do Stephen King. É é que era, na verdade o mote
[12:35] dos anos 80, né? A gente, os anos 80 viviam sobre
[12:38] essa ética de do, do de apertar o botão de ter a guerra nuclear.
[12:41] Quem é que vai apertar o botão? Quem é que vai acabar com o
[12:44] mundo? Gente assim é quem é mesmo
[12:47] criança. Eu vivendo nessa época, eu
[12:49] lembro que era era um medo pungente assim tipo quase sólido
[12:53] assim de de de guerra nuclear e que e aí surgiram milhares de
[12:57] filmes e aí também é é o pano de fundo.
[13:00] Dudu eletra. Assassino.
[13:01] É, era muita coisa do da era Reagan, né, que era aquele meio
[13:05] do real, da da guerra atômica, né?
[13:07] É guerra fria em geral, é guerra fria em geral.
[13:11] É, é bem, é bem aqueles. Filmes é, os anos 80 foram
[13:13] guerra, e eu acho que você falou, Leo, essa coisa do que o
[13:17] Bill foi o Leo foi Oo. Foi o Roberto?
[13:20] Fui eu, o Roberto falou, foi você, meu amor?
[13:22] É, desculpe, é. Você falou do que o Bill?
[13:25] E nossa, agora vem na minha cabeça os quadrinhos da electra,
[13:28] fugindo de lá, EE descalça e meu é igualzinho.
[13:33] É igualzinho que o Bill. Caraca, que o Bill.
[13:35] É, e o Tarantino é fã de quadrinho, né?
[13:36] Então não deixa de ser uma referência, cara.
[13:39] É super fã de. Quadrinho é, ele dirigiu uma
[13:41] cena do sencity, né? Nossa, sim.
[13:44] Né, de quadrinho e de pé velho é só dos 2.
[13:47] É, tem isso verdade? Ela fugindo do manicômio, ela é
[13:51] praticamente de de. De daquela camisola, de de de
[13:54] hospital e fugir. Nossa sensacional total, total.
[13:58] Comigo e o Giovani falou no começo, né?
[14:00] De ser um negócio que é uma viagem.
[14:02] EE, essa primeira edição é uma viagem porque a gente não sabe o
[14:04] que está acontecendo, né? É Ela alucinando, você não sabe
[14:07] onde ela está. Demora pra gente.
[14:09] A gente vai conectar tudo lá pro final da edição ou se não for na
[14:13] segunda edição. Né, demora bastante, né?
[14:15] Ou nunca, né? Ou nunca.
[14:18] A gente nunca sabe isso que está passando, né?
[14:20] Na Na história real ou não, o que que é que está acontecendo?
[14:23] No começo até fiquei a primeira vez que eu li, eu fiquei na
[14:26] dúvida se é era electra que morreu e estava ainda meio
[14:29] perdida no limbo ali entre a vida e a morte.
[14:31] Assim, porque eu tinha lido o primeiro, né?
[14:33] Oo Demolidor do Frank Miller. Então eu tinha essa dúvida.
[14:35] Boa, boa. De qual que era a posição da
[14:38] lectra assassina na cronologia? E até hoje eu não entendo.
[14:41] Pra mim não ficou claro ainda se é uma história canônica, se ela
[14:44] se passa antes, depois daquelas aventuras que ela morre pro pro
[14:47] mercenário. Que ela tem finalmente a sua lua
[14:51] de mel, entre aspas comete, né? Com a com ele já de Demolidor e
[14:54] tal. Eu não entendo onde você passa
[14:55] essa história e essa primeira edição.
[14:56] Eu acho ela bem confusa assim. Teoricamente, ela passa depois
[14:59] da morte. Tem até uma cena durante acho
[15:02] que a sétima, oitavo edição, que ela começa a sentir os negócios
[15:05] como se tivesse sido perfurada no peito.
[15:07] Ela começa a falar umas paradas assim, porque é meio que lembra
[15:10] de mais a ideia que você falou mesmo.
[15:12] Você fica meio perdido. Você não sabe se está
[15:13] acontecendo, se é uma questão. É tipo limbo, ou é, ou é algum.
[15:18] Tipo de purgatório? E ela fica falando de visitar
[15:22] Globos, né? Aquele Globo eu não posso
[15:24] visitar. Tem um Globo escuro ali.
[15:25] Que que é isso? Eu, eu, eu conectei com
[15:27] lembranças, né? Como se ela tivesse.
[15:29] É o cemitério do elefante, lá do rei leão.
[15:32] É, na verdade era um era uma os. Ela tentando organizar os
[15:36] pensamentos, né? Ela estava totalmente medicada,
[15:40] né? Totalmente drogada, totalmente
[15:43] drogada, igual a Fernanda. Torres, é, e ela estava tentando
[15:46] organizar os pensamentos dela, né?
[15:47] Então ela separava isso em em em Globos, e ele falou, Ah, isso
[15:51] aqui eu não. E assim, EEE traumas, né?
[15:54] Por exemplo, a questão da mãe dela é uma coisa muito
[15:56] traumatizante, né? De ela, de a mãe mãe dela ter
[15:59] morrido, EE ela ter. Do pai dela, o arrombado.
[16:04] Do pai dela tudo. Pai dela ou é, tem a ponta que o
[16:07] pai abusava dela, né? Questão da família é, existia
[16:11] toda essa questão aí que era meio que que.
[16:14] E na verdade velada, mas não tanto, né?
[16:17] Tipo sugerida, mas meio que eu li ela é que tá muito nova, na
[16:21] verdade, porque meu pai é desenhista, meu pai de
[16:24] desenhista de quadrinhos que legal, trabalhava na abril, é,
[16:26] meu pai trabalhava na abril e eu ganhava quadrinhos de sim de
[16:30] tonelada, ele levava para casa caixas e caixas de quadrinhos, é
[16:33] por isso que eu me tornei essa pessoa que eu sou hoje.
[16:35] EE, ele tinha alguns quadrinhos que eram proibidos, né?
[16:38] Então e aí ele guardava no alto de uma estante, tinha lá um
[16:42] Monte de quadrinho erótico e tinha electra.
[16:44] Assassina lá no meio também tinha alguns, outros tinha
[16:47] hangserox, tinha um Monte de outros mais violentos assim que
[16:50] ele guardava e Valentina, tudo isso, Justino, enfim, e aí, um
[16:56] dia, sei lá, acho que eu tinha uns quantos anos, uns 14 por aí,
[17:00] né? Uns é uns 1414, é, não lembro.
[17:03] Eu era do bem, bem nova, tipo, eu não tinha, não era, não tinha
[17:06] nem 15 anos ainda e eu eu peguei e eles eu fiquei sozinha em
[17:11] casa, eu já tinha lido tudo que tinha tudo, tudo, tudo que você
[17:14] pode. As marginal.
[17:15] E aí eu falei, putz, eu vou. Eu vou subir lá naquela naquela
[17:18] última prateleira lá e vou pegar os quadrinhos que tem lá.
[17:20] E aí tinha várias de putaria ali que eu queria ler, mas.
[17:24] Quando quando vi aquela capa com aquela mulher, com aquele tabuco
[17:29] muito maior que ela segurando aquilo ali, eu falei, nossa,
[17:32] quem é essa aqui? Na hora eu me apaixonei assim,
[17:34] tipo que demais. E aí eu e aí eu descobri o que,
[17:37] como que o quadrinho, que o quadrinho não precisava ser só,
[17:40] é todo direitinho, igual a gente lia nos quadrinhos de heróis,
[17:43] sabe? Tipo, com as páginas, os
[17:45] quadradinhos ali, os balões, tudo certinho, algumas splash
[17:48] pagees que a gente estava acostumado, mas não aquele
[17:52] aquela gráfica Nova Era totalmente maluca, eu tinha que.
[17:55] Meio que virar ela, tipo colocar na vertical.
[17:58] E aí é pra tentar entender a cena.
[18:01] E aí tinha um Monte de texturas. E aí aí eu entendi que o
[18:05] quadrinho, né? Podia ser feito de n formas, de
[18:07] diversas formas. Que demais.
[18:09] E eu falei inclusive, nossa, isso mudou minha vida pra
[18:12] sempre. Assim, eu fiquei sim apaixonado
[18:14] por esse quadrinho e inclusive eu falei isso pro Bill quando
[18:16] ele veio aqui. Nossa.
[18:17] Chorando e aí ele me abraçou, foi muito lindo.
[18:21] Olha que legal o. Que o Bill?
[18:25] O biosenkvitch e a gente é amigo no Facebook, a gente conversa no
[18:30] Messi. O dia da muito legal, porque eu
[18:31] falei para ele, falei, Ah, o seu, o seu desenho, a sua forma
[18:35] de fazer quadrinho. A lectascina mudou minha vida
[18:38] assim, mudou muito. E aí eu fiquei completamente
[18:42] obcecada. E aí eu inclusive eu entrei no
[18:44] kung Fu. Para vocês terem noção, eu fiz
[18:46] 10 anos de kung Fu por causa da ela é que tá assim.
[18:48] Caramba, mudou a vida mesmo que legal, cara.
[18:51] Mudei mesmo. Foi, essa foi, foi nesse nível.
[18:54] Então é, foi. E pra mim foi muito impactante,
[18:57] porque eu era muito nova e depois eu li várias vezes mais
[19:00] velha, e aí eu fui entendendo certas coisas, outros nuances,
[19:03] que mais nova não entendia, né? E mais velha, por exemplo, é é
[19:07] quando eu era mais nova, eu não percebia toda essa questão de
[19:09] ser. Pessoal que tinha velado, né?
[19:12] Toda é eu. Eu entendia que ela que ela
[19:15] exercia um certo fascínio, mas eu não tinha lido muitas assim.
[19:18] Tinha lido algumas coisas do Frank birlero, do Demolidor, mas
[19:20] eram histórias muito OK, não tinha, né?
[19:23] As mensais eram praticamente nossa infantis, né?
[19:26] Perto do electra assassino. É electra saia, até pelo selo
[19:29] epet. Né?
[19:30] É, então eu não tinha essa referência aí depois, mas ela é
[19:34] que eu fui lendo um pouco. Eu, eu leio sempre, né?
[19:37] É, EE continua sendo o meu, a minha HQ preferida da vida e eu
[19:42] acho que essa é toda essa essa questão sexual que tem ter dessa
[19:47] todas as mulheres são colocadas de uma forma muito inacessíveis,
[19:51] né? E endeusadas num pedestal muito.
[19:55] EE sempre semifatales, né, sempre com uma.
[19:58] Poderosas posadas. Né?
[20:00] Com uma forma de poderosa de seduzir?
[20:03] Exatamente. E mesmo a questão da besta, por
[20:05] exemplo. O leite da besta, gente, isso é
[20:07] extremamente sexual, que. Tem sim, com.
[20:09] Certeza é uma loucura isso, cara.
[20:10] É muito é. Isso, né?
[20:14] E eu não percebia isso quando eu era mais nova.
[20:16] Para mim era aquilo. Estava muito.
[20:18] Tem diálogos de relação sexual, né, no meio do gibi?
[20:20] Total, total é e tem pra mim AAA descrição do garrett, por
[20:25] exemplo, da electra, o que ele fala que ele vai fazer com ela?
[20:27] Nossa, aquilo é terrível, né? Super violento assim é pesado, é
[20:31] pesado e eu não EEE mais nova eu não tinha, não tinha no.
[20:35] Disso eu eu tava muito mais interessada na trama, sei lá, da
[20:39] conspiração por trás disso, né? Do satânico, no que tinha a
[20:44] besta que IA surgir, que IA encarnar No No presidente e IA
[20:47] destruir tudo. É muito mais.
[20:49] Era muito mais apelativo para mim, essa essa esse plot de
[20:53] James Bond, sabe? Tipo uma coisa mais é de
[20:57] investigação e tal, mas a ele também foi um acho que uma das
[21:02] primeiras HQs onde a mulher era a protagonista para mim.
[21:05] Então isso foi muito marcante também porque eu só lia gaquê de
[21:09] herói homem. Eu só lia Batman, Superman é é
[21:13] arqueiro verdes, é aranha, Wolverine ali é x Men.
[21:18] Mas mesmo assim os homens sempre se tinham um pouco mais de.
[21:21] Sim, até por ser x Men, né, é? Mas Gabi tinha mais
[21:26] protagonismo. Mas quando eu peguei eletra e vi
[21:29] que ela conduzia tudo que ela mandava na porra, todo mundo
[21:32] caralho, quero ser essa mulher. Sabe uma coisa?
[21:35] Que eu falei no início que mudou um pouco a minha opinião assim
[21:39] que pra mim é tipo, tirando a parte que eu sou homem, a
[21:42] história da Gabi contando assim sobre electra assassino é a
[21:45] mesma parada assim que me pegou muito mais pela arte, muito mais
[21:50] é até a representação dela endeusada e tal, só.
[21:53] E é aquela coisa meio etérea. Só que na minha mente ficou que
[21:57] era muito é AA história era guiada pela visão de electra.
[22:02] Então dessa última vez, quando eu peguei e cara, daí eu vi a
[22:05] John Gary. Pra todo lado eu falei, cara, eu
[22:06] não lembrava que era assim, sabe?
[22:08] Tipo, ele quase narra. E não era pra tudo.
[22:10] Lamber na mina a cada segundo, né?
[22:12] É o John garrett. Quando o Miller escreveu o
[22:15] roteiro, ele morria na segunda edição.
[22:17] Só que ele diz que ele gostou tanto do design que o 5 e 20 fez
[22:20] do garrett, que ele expandiu. E aliás, Oo garrett é o Charles
[22:23] browson. Né?
[22:24] Ah, exato, né? O Charles browson a
[22:25] hiperpotência, né? Tipo, o que o Charles browson
[22:28] não consegue fazer nos filmes dele?
[22:30] Fala. Vamos dar os braços e pernas
[22:31] robóticos que agora ele vai fazer, tá?
[22:33] Ligado, e também tinha essa coisa do garrett.
[22:35] Ser ser 111 robô, né? Ser um ciborgue.
[22:39] E isso era muito engraçado assim, tipo, era, era legal, ao
[22:43] mesmo tempo que era assustador. E eu gostei muito de outra, a
[22:46] gente que tinha também, que era chestit.
[22:49] Nossa. Que a.
[22:50] Cidade também gosto muito. Que essa era pura pornô, né?
[22:54] A Freira sexy. É ali, cara, nossa.
[22:58] Era a mega, uma freira ali, toda de branco, com umas botas até
[23:02] aqui em cima. Eu falei, uau, essa aqui uma
[23:04] freira sem. Sensacional.
[23:06] EE. Aí eu fiquei apaixonada pela
[23:07] chesset. Também achei maravilhosa.
[23:10] Olhei. Baita personagem.
[23:11] É baita personagem foda e também super pouco usada.
[23:14] Ela apareceu? Nossa, sei lá, acho que ela é
[23:17] que assassina. E depois em outra HQE, nunca
[23:20] mais usaram. Acho que ela nem aparece em
[23:21] nada. O garrett ainda, 10 anos depois,
[23:24] voltaria, né? Mas ela acho que nem.
[23:25] Aparece mais? Isso tudo me deixa muito na
[23:27] dúvida se esse quadrinho é canônico ou não, porque todo
[23:30] esse negócio da da história do presidente dos Estados Unidos, 2
[23:34] personagens que são. Constituídos da morte completa
[23:37] foram decepados estava à beira da morte.
[23:39] Viraram 11. Robô, um ciborgue, e isso a
[23:42] gente não tem na, no, na, na Marvel tradicional.
[23:44] Depois, em nenhum momento. Aos poderes, né?
[23:46] Electra sim, Ninja é muito daqueles filmes dos anos 80, né?
[23:50] Aquelas habilidades. Miss ela não tem isso em nenhum
[23:52] Woodstock. Não, nenhuma.
[23:54] Quando o Ninja era um inimigo, né, que depois Ninja virou
[23:57] terça-feira, né? Exato, é.
[23:59] É, eu acho que como era da Epic, eu acho que originalmente não
[24:03] fazia parte da cronologia. Só que aí depois, na época do na
[24:07] saga do Demolidor, começando a usar armadura, caindo em
[24:10] desgraça, eles trazem de volta o garrett electra, inclusive aí a
[24:13] gente vê que o final de electra assassina é mentira que acaba
[24:17] com o Gate no corpo do do presidente, né?
[24:19] No corpo do presidente? E na e aí no, né?
[24:22] Eles mostram que isso era ele mantido desligado e ele
[24:26] alucinando na cabeça dele. Cara, exato.
[24:29] E é isso também. Eu só fui entender na sei lá na
[24:32] terceira lida, entendeu? Que eu falei, putz, agora eu
[24:34] entendi porque você. Dá para entender que o que fica
[24:37] que parece que o garrett está mesmo no nele, né, é?
[24:40] Não é? É isso mesmo.
[24:41] O problema é que eles fazem o hatch com depois no Demolidor.
[24:44] Né? Depois eles tiveram que arranjar
[24:46] eles arranjaram uma desculpa depois, mas oficialmente ele
[24:48] vira presidente tranquilo. Oficialmente, era isso mesmo, é?
[24:51] Então e ao puta final, né? Pra você ver o cara.
[24:54] Lutou com é bom pra caralho. Puta final.
[24:57] Porra, puta, o cara lutou contra tudo lá e não sei o que e
[25:00] estava. Não é?
[25:01] É muito bom, né? Que Oo garrett pode ser, pode
[25:03] ser. 11 analogia para envelhar. Crescer, né?
[25:06] Porque cada vez ó o joelho, Ah, o cotovelo tem que tocar.
[25:10] E provando mais uma vez algo que eu sempre falo no podcast, o
[25:13] cara é um robô e é Calvo, comprovando que a calvície é uma
[25:17] Praga por Deus e que não tem cura.
[25:19] Olha, é, é. Estou aqui para para comprovar
[25:22] os fatos que eu trago. Isso é verdade, viu?
[25:24] Ele é um Calvo cabeludo na verdade, né?
[25:25] Calveludo. Um Calvo fingindo.
[25:27] O calveludo, ele dá aquela. Aquela penteada não, mas ele ele
[25:31] é muito bom quando ele coloca peruca e fica aquele topetão pro
[25:34] lado bonito, é. É do ronivon, sabe aí ele?
[25:37] Tira ele, tira todo depressivo, né?
[25:40] Coitado do cara. Eu te entendo, nerd.
[25:42] E é em céu. Todos eles são em séries, né?
[25:45] Na verdade, fica com. Todo mundo é todo mundo em céu.
[25:47] Todo mundo em céu. Tipo e qualquer um velho?
[25:50] Qualquer um que aparece ali, aquela aquela cena que eles vão,
[25:53] que eles estão num hotel, que é linda, aquela capa sim, que é
[25:56] aquela, na verdade é uma página splash page também, que ela ela
[26:00] é que está deitada numa cama em formato de coração uhum.
[26:03] Muito bom, muito bom sim. E aí, nossa, e ele?
[26:05] Fica só olhando para ela, tipo, ele fica vigiando enquanto ela
[26:08] dorme porque ela tá mega cansada, que ela tinha lutado
[26:10] com os caras assim, estava totalmente.
[26:13] E ela fica na cabeça dele para ele não fugir, né, é?
[26:15] É e ela. E aí ele fica lá, tipo obcecado,
[26:20] olhando para ela. Meu, aquela cena é tão linda, dá
[26:22] para você. OOO Bill, ele fez até OA textura
[26:26] do setinha assim, tem um brilho assim, tipo, é lindo demais.
[26:30] Aquilo teria um quadro enorme. Desse é um dos melhores
[26:32] trabalhos do Bill, né? E ele fala que como eles achavam
[26:35] que é. É, é essa.
[26:36] Era só pelo dinheiro e eles não estavam.
[26:38] IA sair por um selo mais adulto. Eles achavam que não iam vender
[26:41] tal é foi onde uma dos trabalhos que ele mais ousou, mas testou
[26:45] coisa, né? E ficou limpo.
[26:46] É é totalmente Oo. Leo, a Chester aparece em
[26:50] electravive, na verdade, porque ela, a electra, se lembra da da
[26:54] chest. Ah tá, flashback.
[26:55] É flashback. Eu não lembro disso, tem que tem
[26:58] que reler. É que eu não gosto de electravi.
[27:00] Ah, eu gosto. Também não gosto.
[27:02] Eu gosto um. Pouquinho eu não gosto.
[27:04] Eu odeio. Eu acho ruim, eu não gosto.
[27:05] Eu. Odeio, na verdade, ela tinha que
[27:07] continuar morta e acabou. Né, é quadrinho, né?
[27:23] É a Gabi, a gente está falando dessa questão sexual, a
[27:25] simbologia da assim, o 5 e 20, ele faz nosso querido 5 e 20
[27:29] para os mais índios, ele faz uma parada que é é é muito boa
[27:32] assim, ele brinca e eu tenho até.
[27:34] Eu sempre me pergunto como o 5 e 20 virou uma parada tão
[27:37] mainstream, porque cara, ele foge totalmente dos gibi de
[27:41] super herói, né? Até hoje eu fico pensando, como
[27:43] é que eu li isso com 14 anos e achei do caralho, porque eu acho
[27:46] que se eu mostrar isso hoje para o leitor médio e quadrinho não
[27:48] vai curtir, sabe? EEE.
[27:49] O cara tá falando, vai entender. E é muito louco porque tanto
[27:52] Bill quanto o milho. Eles queriam que o leitor
[27:54] ficasse perdido. Conseguiu.
[27:56] Que fosse uma experiência sensorial, como como o Giovani
[27:59] falou, né? Uma experiência lizérgica.
[28:01] Eles queriam que fosse uma coisa assim, que que o leitor olhasse
[28:04] para aquilo e falasse, que diabo é isso?
[28:06] Que diabo é? Isso é muito bom, que eu vi uma
[28:08] entrevista do David mcquim falando que foi esse quadrinho
[28:12] que deixou ele louco assim, cara.
[28:13] Sim, que influenciou exatamente influenciou o David mcquim.
[28:17] Ele falou, Mano, que você vê, cara, o David mcquim é incrível.
[28:20] As capas dele, né? E.
[28:21] E eu? Eu perguntei pro pro Bill, na
[28:25] verdade, o que que? O que que influenciou ele e tal?
[28:28] E depois, mais tarde, você vai ver como é.
[28:30] É comparando, ele fala que não sei se eles conhecem um pintor.
[28:33] Ele chama egon Chile. Esse eu não conheço.
[28:35] Não conheço de nome, eu não. Conheço, é um pintor, depois
[28:38] procura ele, chama egon Chile. Ele é sueco, se eu não me
[28:40] engano, EEO pollock, né? Também pollock, o egon Chile,
[28:45] Francis Bacon. São vários pintores assim da era
[28:48] Moderna, que influenciaram o Bill.
[28:51] Mas depois que vocês procurarem o egon Chile.
[28:53] Ele é. Vocês vão ver que é total ego.
[28:55] Chile assim, tipo você é muito. Ele bebeu muito de ego.
[28:58] Chile não EEEA influência dele. Andei como aqui, principalmente
[29:01] aquela sendo inicial da morte da mãe, que ele faz aquelas
[29:03] colagens com foto antiga e desenho de lápis de cor em cima
[29:06] demais demais, cara. É, é asilo arca?
[29:09] Tem muito disso, né? É.
[29:10] Corte, textura física é arte punk, né?
[29:14] Uma coisa underground. É EEE.
[29:16] Tem muito de de cultura pop aqui pra além do do assim.
[29:20] Eu já gosto porque a gente comentou, né?
[29:21] Do lance de ser 11, trama de guerra fria.
[29:23] Mas é muito legal porque uma trama de guerra fria que só os
[29:25] Estados Unidos deu errado, sim, né?
[29:27] AA dinâmica. É verdade, é então a.
[29:29] Dinâmica do mundo ela é da guerra fria dos cara, pô, se
[29:32] meterem em política da América do sul de ter influências
[29:36] externas, questões de comunista e tal.
[29:37] Mas, essencialmente, é uma trama em que os Estados Unidos está
[29:40] fazendo merda, né? O que o que é raro para cacete?
[29:43] Questão de guerra fria. Guerra fria feita na época da
[29:46] guerra fria, né? Vale ressaltar.
[29:47] Exato. É isso que eu IA falar,
[29:49] surpreendente por ser da época. Uma autocrítica, né, assim?
[29:53] Né, EE? E o sink, evite, cara, eu sei
[29:55] que a gente vai falar muito da arte dele, eu adoro a arte dele,
[29:57] mas ele ele sabe usar Oo imaginário coletivo também para
[30:02] para fazer a gente entender quando a gente estava fazendo a
[30:04] questão. EE, isso vem com a idade e com a
[30:07] referência que você traz das suas leituras, do que você
[30:09] consome, né? Por exemplo, eu fui pegar isso
[30:12] bem depois de adulto. Nas leituras eu também li
[30:15] electra assassina. Mais ou menos com a idade que a
[30:17] Gabi ali, uns 1314 anos, é, meus pais eram bem rigorosos com o
[30:21] que eu lia. Eles checavam.
[30:22] Felizmente eles não checaram. Isso que se a minha mãe abre a
[30:24] electra assassina e folha foda se eu nunca IA ler isso até
[30:27] ficar do. 5 banhos numa página só?
[30:30] Porra, pelo amor de Deus, cara. A minha mãe IA pegar e dar um
[30:33] caderno na minha cabeça. Assim IA machucar o caderno, né?
[30:36] Coitado. Vai estudar, meu filho?
[30:39] Meu pai nunca ficou sabendo que eu li electra, só depois, mais
[30:41] tarde, que eu li e falei para ele.
[30:43] Eu fui pego lendo electra No No meio de uma prova na quinta
[30:48] série, justamente na página que Oo John garret está imaginando
[30:51] ela montada nele. Você é louco?
[30:53] Olha na hora essa porra, como é horrível nisso aí.
[30:56] Nossa, eu amo essa, eu amo essa. Banda de precoce, sim.
[30:59] Aí que beleza, né, degenerado degenerado?
[31:02] Claramente degenerado. A prova da quinta série do
[31:05] menino aí? E a gente estava falando.
[31:07] Essa coisa, por exemplo, do do de como o Muller era muito,
[31:11] muito aficionado por por mitos japoneses, né?
[31:14] Pro Japão feudal e todas essas coisas.
[31:16] Ele adorava filme de kung Fu, adorava filme de karatê.
[31:20] Bruce Lee é o né Oo ídolo Pra Ele.
[31:23] E essa coisa, por exemplo, esses o Léo tava falando que a electra
[31:27] nunca teve poderes né? De Ninja tão é trabalhados
[31:32] quanto no electra assassina né? E ela essa coisa de
[31:34] transferência. É os poder maluco, né?
[31:37] Referência de mente, gente. É, é transferência de
[31:39] consciência, né, que você não? Troca de corpo é é uma.
[31:43] É transferência de consciência, troca de corpo.
[31:46] É maluco? É tipo desculpa pra fugir de
[31:49] tudo, né? Muito bom.
[31:51] Ilusões, né? Muito louco.
[31:53] Muito bom isso. Tem uns filmes do é, tem tipo,
[31:55] tem um. Tem um filme, se eu não me
[31:56] engano, do do Bruce Lee, que tem essa transferência de mente que
[32:02] chama five fingers of that. É sensacional, não?
[32:05] Depois ele é a. Assistam, né?
[32:07] Depois assistam o que é totalmente electra assassina.
[32:10] Aí você fala, Ah, daí que ele tirou isso daí?
[32:11] Na hora a gente já tinha visto o Stick fazendo alguns truques
[32:14] parecidos, esse de transferência de consciência transformar o
[32:17] corpo de outra pessoa no seu de forma ilusória, isso não, mas o
[32:21] Stick se comunicando sem falar nada.
[32:23] Sim. Sim, sem fazer som.
[32:25] Isso a gente já tinha visto ele fazer e acho, achava
[32:27] sensacional, tipo. Uma telepatia, né?
[32:29] Que era com dos virtuosas, na verdade é.
[32:31] Exato, né? Tanto que uma dos pontos Fortes
[32:34] do quadrinho para mim é a cena quando a gente vê a electro.
[32:37] Fernando com 12 anos, com o Stick, a gente vê que o Stick
[32:39] fez a mesma coisa que ele fez com match com electra, mesma
[32:42] idade. Ele testou os 2, né?
[32:44] E depois ele acaba escolhendo electra, né?
[32:45] É muito louco ver isso. Não.
[32:47] E é muito louco porque ela ela, na verdade, ela vai.
[32:49] Ela cumpre todos os ela cumpre todos os requisitos para ser 11,
[32:54] virtuosa, né? Ela cumpre todos os requisitos,
[32:56] mas ela é, ela cai, ela é rejeitada porque ela tem, ela
[32:59] tem raiva. Ela é o mal.
[33:01] Ela tem o mal dentro dela? É.
[33:03] Ela tem raiva? É, ela tem raiva.
[33:06] Ela gosta. De matar, né?
[33:07] É, gosta, mas aí é muito louco isso porque a raiva feminina é
[33:11] uma coisa muito, muito mal é trabalhada em todos os todos os
[33:17] os, os produtos culturais, se você for ver, né, a raiva
[33:21] feminina é geralmente associada à histeria, loucura, a
[33:25] destempero, né? Sempre é uma, sempre é louca, a
[33:28] mulher sempre é doida, sempre é doida, né?
[33:29] Quando a mulher tem muita raiva, ela é louca.
[33:31] Agora, quando o homem tem raiva, não, aí ele é ele, é foda ele.
[33:34] É, ele é motivado. É motivado, justiça.
[33:37] Exato. O match, por exemplo, o match AO
[33:40] grande OA grande. O grande dilema do match, por
[33:43] exemplo, é essa coisa de ele ter dele sentir frisson quando ele
[33:46] está batendo nos caras. Ele gosta, ele gosta da coisa.
[33:50] Sim, é verdade. E é isso que liga ele electra e
[33:52] electra fala isso para ele várias vezes.
[33:54] Você é igual a mim, só que você não aceita.
[33:56] Você é igual a mim, só que você não mata, eu Mato, você só aleja
[33:59] eu Mato. É a grande diferença entre as
[34:01] vezes. Quem mata é Deus.
[34:02] Mulher quando está com raiva vira crise de identidade, né?
[34:05] AA mulher louca é uma. Sou super-heróis, não sei o que
[34:09] aí. O homem com raiva.
[34:11] É exatamente EE aí ela tem essa esse ela tem essa raiva e ela é
[34:15] rejeitada pelo Stick e por isso, nossa, depois lendo novamente
[34:19] assim, claro, com todo a minha formação feminista, um pouco
[34:23] mais velha, mais madura e com um Monte de referências que eu não
[34:26] tinha na época, eu fui vendo o quanto isso era machista, né?
[34:29] Eu falei, caraca, quer dizer, se porque ela tem raiva, ela ela
[34:32] ela saiu dos virtuosos, quer dizer, um homem com raiva, tudo
[34:34] bem, mas uma mulher com raiva não pode ser assim.
[34:37] Aí Ela Foi por tentar com, né? Isso me dá impressão o.
[34:39] Resto é história. Isso me dá impressão de que o
[34:41] treinamento deles foi meio que paralelo dela e do match.
[34:44] Porque o match ele vai ser deserdado, digamos assim.
[34:48] Já adolescente, adulto, né? É a electra.
[34:51] Aqui ela é bem mais nova, pelo que a gente está vendo.
[34:52] É, é. Mas teoricamente, eles têm a
[34:55] mesma idade porque eles se conhecem na faculdade.
[34:57] Tem a mesma idade? Faculdade, exatamente.
[34:59] Não, então, mas o que eu tô falando é que tipo assim, o
[35:01] Stick também conhece o match bem novo.
[35:03] Logo que ele fica cego, sim, então houve um período em que
[35:06] ele existe. Estavam treinando em paralelo.
[35:08] Só que electra por eu, justamente o que sempre dá
[35:10] entender electra sine, é que ela já tenha esse dom das
[35:13] habilidades de combate Ninja, essa mediunidade, que o match
[35:16] tenha as questões é, é os poderes dele.
[35:19] Por conta do acidente, o Miller. Sempre brinca ali querendo dizer
[35:22] que isso sempre teve ali, né? Um negócio só só fez ficar mais
[35:25] Exagerado mas parece que o treinamento rolou e quando eu
[35:28] leio o eletrocendo de novo e eu paro para ver a fase do Miller e
[35:31] o homem sem medo do que ele trabalha, principalmente quando
[35:33] parece que o Stick se arrepende de ter deixado o Eletro aí
[35:37] parece quem tem uma culpa é quando ele quando ele manda o
[35:39] match embora, quando ele mata AA prostituta na naquele que ele
[35:42] tenta seu herói primeira vez Oo acho que é o rocha fala Pra Ele
[35:46] que você está fazendo isso de novo, ele não, não, isso é não
[35:49] pode tipo, ou seja, ele foi mais.
[35:50] Conivente com o match porque ele se arrependeu do que ele fez com
[35:53] o elétrico? Sim, exatamente.
[35:55] Eu tenho assim tão relendo as coisas.
[35:56] Assim, exatamente porque ele jogou simplesmente Eletro na
[35:59] literalmente na mão do do tentar derrende aí vocês entenderam?
[36:05] É coisa da minha cabeça ou depois o Stick volta atrás.
[36:08] Ele, ele tenta recuperar electra.
[36:11] Eu não sei se eu estou me confundindo, se eu já Alice em
[36:12] algum lugar, mas eu tinha muito isso forte na minha cabeça.
[36:15] Tanto que eu falei, né, no podcast aqui que ele escolhe
[36:17] electra depois, mas não sei se eu criei isso na cabeça.
[36:19] Vocês lembram de alguma coisa assim?
[36:20] Ah, isso é na ressurreição, né? Que que ela fica vivendo com os
[36:23] virtuosos? É no electra?
[36:25] É. Ela fica com os virtuosos, é
[36:27] verdade. Ela fica com o inflame.
[36:28] Branco é isso, o electra viva até ela voltar no caindo em
[36:31] desgraça, ela fica lá na Montanha com os.
[36:33] As virtuosas de. Boa?
[36:35] Exatamente. Ela fica lá porque depois que
[36:37] ela morre, perfeito. Ou seja, ela alcançou a
[36:38] perfeição. Ela subiu aquela Montanha lá e
[36:40] aí ela galgou até o último, até o último estágio, e ela se
[36:44] purificou. Ela teve que morrer, ela teve
[36:46] que morrer é teve que ser perfeito.
[36:48] E era isso mesmo, né? Ela se purifica.
[36:50] E aí quando eles retornam, eles usam guerra pra isso, né?
[36:53] Que eles falam que ficou 11 parte dela por causa do controle
[36:57] mental, que é a parte ruim. Aí eles fazem a como que era o
[37:00] nome da personagem é desmorta, que era a partir da parte ruim.
[37:03] Desmorta. Ah, é uma bosta.
[37:05] Aí a eletra absorve de volta e volta a ser eletra de.
[37:07] Sempre exato. Tela assim é o mais cru.
[37:11] Por isso que pra AI que bosta. E por isso que pra mim a eletra
[37:14] sempre vai ser uma anti heroína, sempre vai ser uma anti heroína.
[37:18] E essa é a beleza dela, né? Assim como a Vilma negra, por
[37:20] exemplo. Para mim é a mesma coisa, né?
[37:22] As 2 são assassinas, as 2 têm, elas não estão ali para ser
[37:25] boazinhas, elas são capazes de atos heroicos, mas elas não vão
[37:29] sempre abdicar delas mesmas para ser, e isso é muito legal.
[37:34] É em em personagens mulheres, né?
[37:37] Porque da mulher sempre se espera que ela AI, que ela seja
[37:39] heroína e que ela abdic, que ela tem, né?
[37:42] Que ela se sacrifique, que ela seja uma Dean grave, uma coisa
[37:45] assim, né? Mas é, e não, não.
[37:48] Ela não vai fazer isso. Vai ter hora que ela vai
[37:50] simplesmente encher o saco e te matar.
[37:51] É tanto que electra assassina é a primeira vez que electra está
[37:55] fazendo algo para salvar o mundo, mas não porque ela é
[37:58] boazinha, porque ela sabe a desgraça que o tentaculo é, né?
[38:01] Então, mas é muito louco, Léo, porque mesmo as.
[38:03] Sim, eu acho que eletra. E é um pouco de vingança também,
[38:06] né, é? Eu acho que ela não salva o
[38:07] mundo. Na verdade, o Miller fala mesmo
[38:09] isso. Ele fala que eletra ela, não,
[38:11] ela não está ali para salvar o mundo, mas ela está ali para
[38:14] reagir. Aí ela reage ao mundo, né?
[38:16] Tipo ela, ela vai fazendo as coisas de meio que agora que eu
[38:20] estou fora do do manicômio, sei lá, é legal fazer isso que eu
[38:23] estou fazendo, né? É eu.
[38:25] Eu acho que não é salvar o mundo.
[38:26] Ela quer matar a besta. Exato.
[38:28] E ocorre, é, é. É mais vingança ao tentáculas,
[38:32] é, é. Ocorre.
[38:33] Morre da besta querer destruir o mundo, mas e aí?
[38:36] Destruiu o mundo? Exatamente.
[38:38] Mas não que ela tenha essa consciência de que, Ah, eu sou
[38:40] uma salvadora do mundo, não. E não, EEE é legal porque, tipo
[38:43] assim, ela é a única dos atores que movem essa trama que viu a
[38:48] forma real da besta, né? Que inclusive parabéns para o
[38:51] Bill se increve de que aquele boi touro de armadura Samurai é
[38:54] muito foda. É muito foda esse.
[38:56] Bicho é bicho. Que lembrou, me lembrou o
[38:59] minotauro do da, da, do picapa, o sítio do Picapau.
[39:03] Caralho o minotauro do sentido Picapau e amarelo que dava medo
[39:06] quando era criança assim tipo. É, é.
[39:08] Tanto parecia aquele minotauro queria morrer, é?
[39:10] Muito bom a besta e aí ela associa, né?
[39:12] Que ele derrama Oo leite sobre ela e aí ela associa em qualquer
[39:16] lugar que está esse cheiro de de leite podre.
[39:17] Mas eu acho legal que tipo assim, quando ela EEE, aí é uma
[39:20] é uma sutileza e eu posso até estar projetando aqui, não sei
[39:23] se era o negócio do Miller, porque ele vai galgando o poder,
[39:26] né? Ele é meio que um cara que
[39:28] quando ele é o cara do tapa olho que está ali, galgando o poder
[39:31] até chegar a algum lugar, até a. A presidência, então, tipo
[39:34] assim, a besta entende que ela tem que mudar a forma para
[39:36] conseguir o que ela quer, sabe? Eu acho que que isso também
[39:39] indica uma visão do Muller de política, né?
[39:41] Porque, Ah, é de um embaixador com cara de criminoso, né?
[39:45] Pode ser uma fiozinho, evolui para o próprio presidente.
[39:47] Então, aquela ligação do qual é a diferença do crime organizado
[39:49] para a política e tal, acho que tem um pouquinho disso aí no que
[39:52] o Muller quis contar. Eu acho que a besta faz uma
[39:54] representação assim do sistema, né, cara?
[39:56] 11 parada bem. Exato. 11 parada bem daquela
[40:00] coisa coletiva de como o mundo gira o.
[40:03] Que move o mundo? Uma questão até é naqueles
[40:06] períodos armamentista, militarizada e tal, que corre
[40:09] por trás, que está em todos os setores e quer chegar até o
[40:12] ponto que domina tudo essas baboseiras que todo mundo fala
[40:16] sobre o sistema. É o tipo os burocratas, líder
[40:19] religioso. Exato, entendeu?
[40:21] É militares? Tem que estar em todos os
[40:24] lugares, em toda, em toda a máquina.
[40:27] Ele está ali rodando, sabe? E o bom do do final da electra
[40:30] mesmo se a gente pegar OOA questão.
[40:33] Do da jornada dela, uma questão como o Roberto e a Gabi falaram,
[40:36] uma questão de vingança, tanto que no final ela não faz nada.
[40:40] Tipo assim, não, eu salvei o mundo, não, ela vê a merda que
[40:43] está acontecendo ali, ela percebe o que está colocando
[40:46] ali, reage aquilo. E depois, foda se vou embora.
[40:49] Depois ficar 3 meses presa até ir embora.
[40:52] Não a. Sensação que eu tenho de sempre
[40:55] é que ela está num limbo, sabe? Ela está sempre, ela está
[40:59] agindo. Ela age por instinto, assim como
[41:02] se fosse uma marca. De matar.
[41:03] Mas ela está sempre num lindo, ela está sempre.
[41:05] Ela está sempre tipo viajando, sei lá, tipo numa outra
[41:09] dimensão. É até até parece que ela é
[41:11] guiada para o algo além do corpo, sabe como meio morta
[41:14] mesmo, até a. Questão do desenho Gabi, é, é
[41:17] muito. Se você vê electra, cada
[41:19] personagem ali Oo sinkt, faz meio que o de um modo de o
[41:23] estilo, né? Electra?
[41:25] Toda vez que ela aparece, essa questão, até dela ser endeusada
[41:28] por palavras e tal, ela é um bagulho meio etéreo.
[41:30] Você não sabe se ela tá ali, não tá?
[41:33] O desenho reflete muito isso. Sabe?
[41:35] Exato. O traço dela é, é meio, é, é.
[41:38] Não é firme, né? Não é tipo, não é definido.
[41:41] É uma coisa que está é não. É uma coisa sólida, dura ali no
[41:45] meio. Das não é uma coisa sólida.
[41:46] Parece que ela está sempre sem um movimento, assim como um
[41:49] Ninja mesmo. Você não consegue identificar
[41:51] exatamente quem ela é, porque ela está sempre exato.
[41:53] Tá aplicando técnicas ninjas para não ser identificada e não
[41:56] ser percebida assim, né? É muito bem colocada no desenho.
[41:59] E ela fala pouco também, uhum, ela fala muito pouco.
[42:02] Ela é mal? Fala mesmo, né?
[42:03] Só pela mente, é? Ela, ela só pensa muito, tipo,
[42:07] ela vai pela mente e ela e ela não explica o que ela pensa.
[42:10] E ela age por instinto mesmo, sem justificar mesmo.
[42:13] Ela é meio que é. É 11, trauma ambulante.
[42:16] Né? É como eu falei lá do da minha
[42:18] releitura. Eu lembrava assim, a mente prega
[42:21] essas peças. Eu lembrava dela muito
[42:23] articulada, ela, ela mexendo assim na cabeça de todo mundo
[42:26] ali, principalmente do John garrett.
[42:28] Mas É Ela falando, ela agindo, mas você vê que ela tá ali.
[42:33] EE. Tudo, a maioria das coisas é
[42:34] perceção do John Gary. Assim, o que ela pensa, o que
[42:37] ela faz e tal. EE, só que nem eles sabem porque
[42:39] ele fala uma coisa, se contradiz na próxima.
[42:42] É barato essa lenda. Às vezes no mesmo quadro, né?
[42:45] Ele xinga e obedece. E ela não falou nada.
[42:47] É, é. E ela não falou nada, ele é.
[42:50] Não. Será que ele vai?
[42:51] Ele vai tirar ela da prisão, né? Que ela que ela está presa toda
[42:54] acorrentada aí, tipo ele, Ah, está bem, onde eu queria ir.
[42:56] Ela começa a induzir, ele entra. Aquele lance que eu falei, até
[42:58] acho que a Gabi pode complementar essa questão, que
[43:00] eu isso eu fui pegada por de adulto, né?
[43:02] Que ela fala isso, isso. Subjugue 1000 Mille é me
[43:05] machuque e tal. E aí é um quadro inteiro dela.
[43:07] E é muito lolita, essa porra dessa capa.
[43:09] Ele faz Oo desenho, que é como se fossem os eletrodos da
[43:12] bochecha dela. Sim, com.
[43:13] A maquiagem de bonequinha exato. E ela com o nariz arrebitado, é?
[43:17] Arrosadinho, né? O gancho?
[43:19] É, ela é frágil, né? Ela, ele é, porque ele projeta
[43:22] ela frágil. Ela está frágil ali.
[43:24] Ela está presa pelo pelo 2 braços, 2 pernas, ela está
[43:28] frágil. Então ele, ele vê ela como
[43:30] frágil e é o mesmo. É muito louco isso porque ele.
[43:33] Coloca ela no pedestal e vê ela como uma mulher foda, que é
[43:36] capaz de subir julgá lo mas ali ele IA ver como uma com uma
[43:39] bonequinha, com alguém que está a mercê dele, né?
[43:42] Ou seja, quando ela está presa e ela está frágil, então isso
[43:45] também. Quando ela está forte, ele ele
[43:47] fica pondo defeito, né? Fala, Ah, ela é muito musculosa,
[43:50] não gosta de mulher assim. Não sei o.
[43:52] Que é exatamente Ah, é muito? Essa cachorra, ele começa a
[43:55] xingar ela. É muito, muito musculosa, não é
[43:59] bonita, é muito musculosa, muito musculosa, então, que é
[44:02] geralmente o cara. Faz.
[44:03] É tudo isso, ela tomando banho e ele fala, né?
[44:06] Ela não é tudo isso não. E não sei o que mais é que.
[44:08] É quem desenha quer comprar, né? Já vi melhores.
[44:12] Literalmente. É, já vi melhores.
[44:15] E é tudo projeção da cabeça dele.
[44:17] O John garrett é um dos personagens mais escrotos que já
[44:20] existiam nos quadrinhos, né puta que?
[44:21] Pariu, é? Ele é péssimo.
[44:23] Ele é. Péssimo.
[44:23] E é tudo projeção da cabeça dele.
[44:25] É muito louco aquela aquela capa linda também, que é é de Dia dos
[44:28] Namorados, que eles estão num coração assim, que ela está
[44:31] abraçada com ele e os 2 estão segura.
[44:33] Durando 2 trabucos assim que né, que tem Os Anjinhos em volta.
[44:37] Os Anjinho é muito engraçado. É muito linda essa capa
[44:39] maravilhosa, ou seja, também a projeção da cabeça dele, como se
[44:43] eles estivessem namorando, sabe? Tipo, AI eu tenho, eu tenho
[44:46] relacionamento com ela. A gente está junto nessa, sendo
[44:48] que ela é que a caga e anda para eles.
[44:50] É que o John garris, ele ele faz um simbolismo assim, tipo do do
[44:54] soldado americano, sabe? Ideal, aquele cara obediente.
[44:57] OOO hiper masculo, né? E tal, que é uma instituição que
[45:01] é como a gente falou, é meio. Meio que o assumiu o nome dele
[45:05] agora o bigodudo lá o. Charles Bronson.
[45:07] Charles Bronson, né? Que era o exemplo elevado da
[45:10] 1000ª potência, né? O cara que não, o cara que não,
[45:14] que não falha já naturalmente, OOO.
[45:16] Charles Bronson nos filmes dele, tudo que ele atua.
[45:19] Mas aqui o Charles brosson com pernas de robô, com com costas,
[45:23] medula, o caralho, é 4 coração, tudo.
[45:26] Ele mesmo, pô. E o Charles Bros que não tem 1 m
[45:28] e 70, né, bicho? Que o mal do Charles brosson era
[45:30] esse é o Charles brosson era o. Castor de Andrade, bicho, porra,
[45:36] você já viu? Botou a foto dos 2.
[45:37] Castor de Andrade é a mesma pessoa.
[45:40] Qual a diferença que os o. Nossa, o Charlie branson, tipo
[45:42] uma cabecinha assim de bater bife.
[45:44] Mano, não, e ele ainda botava aquele cabelinho.
[45:47] E aquela cara de velho desde os 15 anos, né?
[45:50] Exato, né? Eu IA falar isso.
[45:51] O cara nasceu velho. E o Luca foi um jovem, esse
[45:55] filho da puta. No estilo do Charlie Bronson, do
[45:58] do desejo de matar, já era piruquinha aquele cabelo, né?
[46:00] Exato, né? Claro, com certeza.
[46:03] Caralho, cara feio, nossa mãe. Ele era muito feio.
[46:06] Pegaram o cara na esquina, me falaram, vem fazer um filme, é
[46:09] isso? Charles browns que eu sempre vou
[46:10] lembrar o dia que ele apareceu no programa, como que é o do do
[46:15] cara que entrevista o famoso lá o.
[46:17] Fellow é o texto em 400. Amaury Júnior.
[46:20] Não do Brasil. Oo Amaury Júnior, Jô Soares,
[46:23] Amaury Júnior, Amaury Júnior na Disney.
[46:24] Aí Do Nada, o Charles brownson passando, ele foi lá, Ah, é rei,
[46:28] mister brownson foi no Brasil. Aí o Charles brownson falou,
[46:30] what's Brasil? Você vê, tá vendo, é o Jon
[46:36] garret mesmo. E aí também a gente volta no é a
[46:41] gente volta naquela questão do do cara sem céu, né?
[46:45] E ser ter hiper masculino e ser viril e ter que se provar o
[46:49] tempo todo. Com essa projeção de que ele tem
[46:52] um relacionamento com a electra, né?
[46:54] Então é que que geralmente todo masculinista faz, né?
[46:57] Ele projeta uma coisa que ele não tem.
[46:59] Ele projeta um nível de relacionamento ou um nível de de
[47:03] como é que fala? De intimidade.
[47:05] Intimidade de. Intimidade que ele não tem, não
[47:08] tem. É tudo.
[47:08] Tudo da cabeça dele, né? E até um nível de possessão
[47:11] também, né? Ele acha que ele possui, é dele,
[47:14] é dele. É dele, né?
[47:15] É tanto que AA grande motivação no controle mental é essa, né?
[47:19] Não? Ela é minha.
[47:20] Ele mata todo mundo para não tocar, né, Mano?
[47:22] Não. E é engraçado que quando ele ele
[47:25] fica lá, ela está na no cesto, banho, tomando lá, ela está se
[47:28] aparecendo para mim, não sei o que e tal.
[47:30] Ele fala agora eu vou agora. Eu sou uma máquina, tá ligado?
[47:32] Ele cai duro. Cara cheio do caralho, que é
[47:38] tipo um reflexo, aquele cara que não eu sou eu, sou o pegador, o
[47:42] redpill, eu pago a minha, o meu campari, não sei o que aí na
[47:45] hora de conversar com uma Minas, lógico que ele não IA conversar,
[47:48] mas na hora de conversar gagueja ficava vermelha.
[47:50] Ah, ele não sabe o que falar em vez de tomar desculpa e não vai.
[47:53] E aí a próxima página já ela acaba olhando ele lá com a
[47:56] coleria, achei do você, achei engraçado, pra boa.
[47:59] É o famoso 2 sanfonadas e o forró acaba, irmão. 2 sanfonadas
[48:03] e o forró acaba. 2 pandeiradas já está Na Na Na, na apoteose.
[48:07] É 2 pandeiradas, acabou o pagode e.
[48:09] É isso aí tudo, né? O Nixon lá também, né?
[48:11] Ele fala não, eles estão duvidando de mim, eu tenho o
[48:14] poder, é só apertar o botão, é a esposa dele é querido, é, né,
[48:18] deita aí. Lena, é isso sim, é isso.
[48:22] Sim, é isso mesmo. É muito bom, cara.
[48:26] E aí fica mexendo com essa, com essas, com essa polaridade o
[48:29] tempo todo, né? Tipo, é, é mexe com a
[48:31] masculinidade. Mostra o quão caricato é isso.
[48:35] E ao mesmo tempo a mulher também, tipo, Ah, ela, ela, ela,
[48:39] ela tira proveito dessa, tira sarro do cara, né?
[48:42] Tipo, fica meio que cômico essa situação.
[48:45] EE, ela ela seduz por 1/01/1 outra forma, né?
[48:50] Tipo ela, ela manipula os caras de uma outra forma, né?
[48:53] Não pela não pela violência ou pela não, mas por sutilezas, por
[48:58] certas coisas que os caras não percebem que elas fazem.
[49:00] Então é muito legal também ver isso, né?
[49:02] E que isso é o jogo da mulher EE do homem.
[49:05] Né? O jogo da Guerra dos Sexos desde
[49:07] que o mundo é mundo, né? Grandes reis foram manipulados
[49:10] por mulheres na vida toda e se sentiram os grandes ar se foda
[49:14] porque eu tomei essa decisão. E aí quando você vai ver isso da
[49:17] história, você vai entende que na verdade foram rainhas que
[49:20] foram lá seduziram o cara ou amantes que fizeram a cabeça
[49:23] deles não sei o quê e tomaram a decisão que elas achavam que
[49:26] eles tinham que tomar. Né?
[49:28] E é porque a mulher aprendeu a ser assim, né?
[49:31] É o jeito que ela aprendeu para sobreviver, né?
[49:33] Ela não podia. Ela não podia entrar num embate
[49:36] físico, né? Ela entrou num.
[49:37] É, ela não podia ir diretamente ao poder, né?
[49:40] Tinha que fazer por trás. Exato, ela tinha que fazer de de
[49:43] achar alto, subterfúgio. E esse capítulo é é é que eu não
[49:46] lembro se esse capítulo é o castidade ou o seguinte, que tem
[49:49] a questão do banho dele falar, eu acho que é o de castidade?
[49:51] É. Ele tem uma simbologia, uma
[49:53] construção muito interessante, que é geralmente ela tomando
[49:56] banho, ele, porra, ela está me provocando, ela está.
[49:57] Um pouco, olha, chega na hora, passa mal, bota a culpa na
[50:00] birita, quem nunca? E aí é tipo ela dominando ele,
[50:04] humilhando ele e tal, que porra, é um quadro belíssimo, né?
[50:07] E aí termina a história com os 2, né?
[50:09] Na cama de coração, ela afiando a saia e ele colocando a arma na
[50:12] bala, meio que dando a entender que é aquele posco 8 e ele
[50:15] falando, sabe, querida, a gente nunca conversa, que é que é meio
[50:18] justamente o estereótipo do que a mulher fala pro homem após o
[50:21] sexo, né, do tipo é, Ah, eles não conversa é só uma questão
[50:24] carnal e tal, então tipo é, é, é essa, assim, essa virada.
[50:27] Da né? De de colocar Oo cara, que é o
[50:30] que se acha, o fodão, que é o cara que anda com as armas
[50:33] gigantes e tal. Eu acho acho bem interessante
[50:35] esse capítulo específico. Assim, tem questão sexual o
[50:38] quadrinho inteiro, mas no justamente no capítulo que está
[50:41] escrito castidade, que eu nem lembro que estou até voltando
[50:43] para ser o castidade. Ou se é o seguinte, não é, é, é
[50:45] o é o seguinte, é o pelo que estamos lutando.
[50:47] Eu acho que é o seguinte, o castidade é a apresentação isso.
[50:52] É pelo que estamos lutando. Ele faz isso e cara, é é um
[50:55] capítulo dos mais divertidos assim do do.
[50:57] Do gibi e todo esse essa subtrama aí que vai rolando
[51:01] sexual é muito, muito boa assim EEO que o que a Gabi falou do do
[51:06] das mulheres, né? Tem no Game of Thrones tem uma
[51:08] parada que eu acho interessante que é da personagem da sercei
[51:10] que ela invejava o irmão, né? Porque o irmão podia lutar
[51:13] guerras ela, Ah, porque eu não posso lutar guerras, eu quero
[51:15] sim. E ela ouviu, não lembro se de
[51:17] uma ama que cuidava dela, que é a arma de um homem é espada e a
[51:21] arma de uma mulher é sua buceta está literalmente escrito assim
[51:24] no livro, gente, eu não estou sendo explícito, a sou e é por
[51:27] isso que. E ela usa o sexo para manipular
[51:29] ACCE usa isso direto. E a electra usa também, né?
[51:33] Às vezes diretamente ela chega AA ter uma relação com o
[51:35] garrity, ou às vezes só seduzindo e passando
[51:38] despercebido e tal. Só é?
[51:40] Exatamente. É.
[51:41] E assim você descobriu a minha personagem preferida do Game of
[51:45] Thrones. E assim, óbvio.
[51:47] E Ah, personagem. Maravilhosa, mas muito bom,
[51:50] muito bom. Altamente manipulativa, assim,
[51:53] manipuladora, extremamente, ao mesmo tempo que ela é super
[51:57] traumatizada. Ela é extremamente cruel assim.
[52:00] Ela não tem medo de ser quem ela é, né?
[52:02] De me mostrar que ela é tipo, é a bruxona do negócio, do rolê.
[52:05] E a e a Lena hidden nossa, que mulher foda.
[52:09] Tudo que essa mulher faz é maravilhoso.
[52:11] Inclusive 300 do Frank Miller, né?
[52:13] Sim, inclusive. 300 espera aí, espera aí, não vou falar, dizer
[52:18] que Snyder aqui. Não.
[52:19] E ela está bem. 300, isso que é incrível.
[52:21] Ela está bem. O resto a gente descarta, mas
[52:23] ela está bem. Mas é isso, é o que o que ele
[52:26] falou, tipo AA. É a electra.
[52:28] Tira a vantagem disso. Óbvio que ela que ela vai tirar,
[52:31] porque ela precisa que ele trabalhe para ela.
[52:33] Ela precisa é dele, o vlog dela, então óbvio que ela vai
[52:36] manipular. Aí eu digo, eu digo para as
[52:38] meninas, quem nunca? Esse negócio mesmo que o Leroy
[52:41] fala que na cabeça dele, electra era mais mais protagonista e não
[52:46] o garret. É isso, né?
[52:47] Porque ela manda o garrett para se foder no lugar dela, é?
[52:50] É. Ela põe ele.
[52:52] Porque já diria, já diria a figurinha do WhatsApp que nosso
[52:55] apoiador picho Moreno mandou no grupo se for para ser.
[52:57] Escravo de algo que seja de buceta?
[52:59] Exatamente. Maravilhoso, maravilhoso.
[53:03] Maravilhoso. Tanta coisa.
[53:05] Escravaceta. Porra, irmão, tanta coisa para
[53:07] mandar em mim. A minha mulher manda em mim.
[53:08] É a melhor opção, irmão. Porra, é só vantagens.
[53:11] Escravoceta. Não, meu Deus.
[53:12] Melhor que o chefe, né? OPA, a gente já obedece tanta
[53:15] ordem, pelo menos 11, tão doce. Assim, olha aqui, tem um homem
[53:18] que gosta de outro homem mandando, mas entendo em
[53:21] respeito. Adoro.
[53:22] É verdade, é verdade. Não, mas não, não, não.
[53:24] EE fica assim, entenda. Entenda o buceta por qualquer
[53:27] órgão, gente. Tal gente é o de sua
[53:28] preferência. Pode ser uma Casseta também.
[53:31] Exato, exato, pitoseta pitoseta. É escravoseta, é, somos.
[53:38] Discriminatórios aqui. É escrava ou seta?
[53:40] Pode ser tanto a boco quanto o pinto, é isso.
[53:42] Exato, exato. A gente falou várias vezes das
[53:47] dos trabucos, né? A biose quevinte, grande
[53:50] precursor da image comics aqui, né?
[53:52] Pô, ele faz uns trabucos e eu acho que também.
[53:54] Acho que é o primeiro gibi que tem uns Trabuco assim, né não?
[53:57] Faz. Falico gente novamente é falico
[54:00] para caralho, isso é totalmente falico.
[54:02] Só que ele desenha direito, cara, pega o Rob life.
[54:05] Até hoje o Rob life não sabe desenhar uma arma cilíndrica.
[54:09] Ele faz aquelas armas de de, sabe?
[54:10] Sei lá o que é aquela porra que ele desenha no lugar de arma.
[54:12] Cara, é a arte chama arte, não, mas aquela do eu.
[54:17] Eu gosto muito da cena do nickfield, né?
[54:19] Que ele aparece todo da arma, puta que pariu, do.
[54:22] Nada, né? É?
[54:22] E no corredor do negócio, para que que ele precisa daquelas
[54:26] armas? Aí não faz.
[54:28] Porra nenhuma. Só tem arma até um rabo ali,
[54:31] sabe? Bonita a cena, mais pra quê,
[54:33] sabe? Acho muito bom isso.
[54:37] Ah, tá conversando no corredor do porta aviões, com 11 Trabuco
[54:40] em cada mão. É muito bom.
[54:44] O. Fúria é o único homem que não é
[54:46] um ensel, mas ele só é burro nessa história, né?
[54:49] Porque ele não não pesca nada que está acontecendo em volta
[54:51] dele, né? Oo fully.
[54:53] É muito engraçado que ele é tipo total oposto do fully que você
[54:56] vê nos quadrinhos, né? Ele sempre tem a informação, ele
[54:58] sempre está um passo à frente. Aquele está um passo atrás, é
[55:01] todo mundo, conta para ele cada um.
[55:03] Ele não sabe nada. O negócio está na cara dele, né?
[55:07] Ah, não vai pondo mais arma nesses assassinos.
[55:09] E é enquanto a gente investiga, porra.
[55:11] Tem alguma coisa, é? Eu falei, Sério, que coisa
[55:15] errada. Alguma coisa errada, mas vai.
[55:17] Vai deixando ele mais forte. Mesmo assim, é muito idiota.
[55:22] É maravilhoso. A doideira, cara, esse quadrinho
[55:24] aqui é uma viagem louca. Mano, eu amo, é doideira mesmo.
[55:27] Eu queria muito ver. É uma sessão de cartas na época
[55:30] para ver a reação das pessoas. Esse é um que se fosse sair hoje
[55:34] em dia era Lacração. Não, não sairia. 100%.
[55:36] Ah, nem sairia, você é louco. Eu vou te falar que só não seria
[55:40] Lacração porque a galera que fala contra Lacração é muito
[55:43] burra para. Que Nem Ela que trouxe.
[55:44] Assim, não IA passar da primeira edição.
[55:47] Eles iam ficar igual o John garret, né?
[55:49] IA ser o John garret eles é. Olha que tá gostosa.
[55:52] Mas gente, na época a galera não gostou.
[55:54] Não IA ser, IA ser, IA ser isso, Gabi.
[55:56] IA ser Oo cara, IA achar. Ah, isso aqui tem mulher pelada,
[55:59] tem, tem arma grande, tem explosão, tem sangue e é legal,
[56:02] exato. Não.
[56:03] E pior que a galera na época também não gostou.
[56:05] Gente, pior que falou, isso aqui não é Marvel, isso aqui não é um
[56:07] quadrinho Marvel. E aí, Oo, tanto Miller quanto
[56:10] Bill falaram, que bom, não é isso que a gente queria, mas a
[56:12] gente não queria fazer um quadrinho.
[56:14] O da Marvel a gente queria. É por isso saiu pela época e não
[56:17] pela Marvel. É, a gente queria sair ponto
[56:20] fora lacuna, a gente queria outra coisa e aí demorou pra pra
[56:24] ter esse status de cult que hoje tem, porra.
[56:27] Demorou isso daí foi foi nos anos 90 que a coisa foi ganhando
[56:31] corpo falando puta ela aí que a galera entendeu, Ah, ela é,
[56:34] entendemos, ela é tipo aquela aquele meme do do lobo lá da
[56:38] Laerte. Laerte, eu entendi, sabe o que
[56:40] foi? Entendi.
[56:41] Laerte, assassino. Mas, pô.
[56:44] Mas se a gente vê dos clássicos do Miller, realmente é um dos
[56:48] menos reimpressos, pelo menos no Brasil, e menos falados.
[56:51] Também. E menos falados, exato, menos
[56:54] falado, concordo. Ninguém fala aí, cara puta.
[56:57] Eu assim, eu acho uma qualidade até vai parecer criminoso que eu
[57:00] vou falar aqui até um pouco superior ao texto do cavaleiro
[57:03] das trevas, tá? Isso aqui é muita loucura, cara.
[57:05] Ah. É vixe, é muito melhor.
[57:08] Não, o cavaleiro das trevas é. Eu acho que é muito mais a arte
[57:12] do que o roteiro. O texto do cavaleiro das trevas
[57:14] é bem simples, visto hoje. Sim, eu adoro Batman, mas puta,
[57:18] isso aqui é outro nível, cara, isso.
[57:19] O cavaleiro das trevas é fascista pra caralho, eu?
[57:22] Acho, tá, sente. Então o moleque tá?
[57:24] Tá, tá, tá o quê? Mas.
[57:28] É, é fascistoide, gente, ele é que transassina, pelo contrário,
[57:32] é, é outra coisa, é anarquista, é totalmente fora de tudo, é, é,
[57:36] é tipo AI gobier, não sou contra.
[57:38] E o cavaleiro das trevas, não, pelo contrário.
[57:40] AI vamos estabelecer, eu vou ser o governante.
[57:42] Vamos estabelecer o meu governo, é.
[57:45] O meu governo? E novamente, é o é o Frank
[57:48] Muller, provando que ele odeia tanto o Nixon, que ele odeia ele
[57:51] nos 2 espectros políticos, né? Nada aqui no fascismo.
[57:55] Ele odeio o Nixon. É te?
[57:58] Odeio você, desgraçado. O Frank Miller é tipo electra
[58:02] com a besta, né? Ele não se importa.
[58:04] O espectro político, ele só quer odiar o Nixon.
[58:06] Ah, mas isso eu não posso. Eu vou é o Nixon.
[58:08] Isso é melhor? É.
[58:09] Eu vou de electra assassina saiu no Brasil 5 vezes, saiu pela
[58:13] abril em 88, depois novamente em 89 encalharnado.
[58:17] Aí saiu em 2005 pela panine 2016 e agora saiu uma edição recente,
[58:22] capadura, também de electra, assina pela panine então 5 vezes
[58:24] que electra assassina saiu e você quiser, pode.
[58:27] Comprar nosso link da Amazon que tem aqui embaixo.
[58:28] É, é bem? Pouco é bem pouco, cara, é bem
[58:31] pouco. Nossa, abril foi 2 vezes só.
[58:33] Só 5? Vezes, mas eu vou falar uma
[58:34] coisa para vocês também, gente, é, é, não é?
[58:37] É pouco falado na verdade. Por quê?
[58:40] Primeiro, porque é uma obra difícil de compreender.
[58:42] Realmente é, você precisa, é super politizada, você precisa
[58:46] meio que estar ligado nas coisas.
[58:47] Você tem que estar afim, cara, tem que.
[58:49] Estar é e tem que tem. Tem que ter ideia também do que
[58:51] aconteceu nos anos 80 no contexto que Ela Foi criada.
[58:54] Então, para você meio que sim captar a questão.
[58:57] Então, e outra é protagonizada. Por coisa que leitora atual não
[59:00] quer nem saber. Não tem exatamente não.
[59:02] EE outra uma coisa que é indício estatístico de quadrinho, que é
[59:07] que vende mal, é protagonizado por uma mulher.
[59:09] Pois é, né? É.
[59:11] Isso, infelizmente, no Brasil é mais forte do que lá fora até.
[59:14] Isso é uma pena, é isso? É muita gente tentar ler de uma
[59:17] maneira anacrônica as parada, né?
[59:19] É difícil pra caralho você conseguir encaixar uma obra que
[59:23] num tempo que era aquilo, né? Até por isso, talvez como?
[59:27] Uma Gabi trouxe nos Estados Unidos.
[59:29] Lá não teve uma boa aceitação porque estava criticando o
[59:31] momento atual deles, né? Só quando aquilo passou, você
[59:34] pode olhar para trás e falar, olha, eu acho que era meio ruim,
[59:37] sabe? Então é, é aí o pessoal levou
[59:40] mais pro coração, sabe? Talvez por conta disso.
[59:43] É, eu acho que que não tem só a ver com a crítica.
[59:45] Eu acho que AA primeira tecla é justamente o que a Gabi falou.
[59:48] Não é fácil de compreender, não é um gibi que você vai dar para
[59:50] alguém que nunca leu o gibi. Le sabe, se for uma pessoa que
[59:53] você sabe que tem hábitos de leitura, que tem reconhecimento
[59:56] de quadrinho, beleza, mas. Não é um quadrinho introdutório?
[59:58] É. Eu acho que ele funciona, porque
[59:59] você não precisa saber quem é electra, eu acho que fica.
[1:00:03] Fica assim se for para uma geração que não seja aquela
[1:00:05] final explicado, né? Porque também aí tu não consegue
[1:00:07] fazer nada. Exato.
[1:00:11] Caralho, cara. O que o que a Gabi falou, cara,
[1:00:14] a gente leu 14 anos e por algum motivo prendeu a gente.
[1:00:17] Pode ser porque, pô, a Gabi é a filha de um cara que trabalhava
[1:00:19] com quadrinho. Ela já estava meio inserida
[1:00:21] nesse meio. É eu.
[1:00:22] Eu cresci numa casa em que a leitura sempre foi incentivada,
[1:00:25] então a minha referência. Não vinha só do quadrinho.
[1:00:28] Casa de assassinos. Também também, mas isso a gente
[1:00:30] deixa na encolha a polícia. Federal Oo buddy é um psicopata.
[1:00:34] Leu com 5 anos Na Na quinta série.
[1:00:36] Lá então. É, então é, Ah, é que ele ele
[1:00:39] fala com 5 anos, mas foi, foi. Ele leu isso em 88, em 88 ele já
[1:00:43] tinha 48 anos, né? Ele quer mentir pra gente aqui.
[1:00:47] AI que a professora arrancou, não foi ler na igreja para
[1:00:50] causar tumulto. A Freira puxou de mão dele.
[1:00:52] Acontece cara a chastite velho Gaga.
[1:00:54] E depois ele comeu a professora, brincadeira meu.
[1:00:56] Deus. Exato, exato, caralho.
[1:01:00] Não é sem brincadeira isso que o que o que o Roberto está falando
[1:01:03] é total real e porque é, é virou uma obra cult, na verdade, que
[1:01:08] só quem tem vivência com quadrinhos entende e admira, ou
[1:01:13] quem tem vivência com arte, quem é artista que tem, né?
[1:01:17] Que falou puta, isso aqui é uma referência em arte, uma
[1:01:20] referência em quadrinho fora da casinha, lê isso aqui, aí o cara
[1:01:24] vai falar puta, que louco, então dá pra fazer quadrinho?
[1:01:27] Dessa forma é isso. Meu pai comprou elektra
[1:01:29] assassina, meu pai imagina tipo, era super assim, cabecinha, né,
[1:01:33] tipo, super conservador assim. Ele não comprava elektra
[1:01:37] assassina por causa da história, ele comprou por causa da arte.
[1:01:40] Comprou por causa da arte, porque ele gostou da de como era
[1:01:43] feito, né? Em termos artísticos, aquilo era
[1:01:46] realmente é Avant card assim. Não.
[1:01:49] Se você pegar o ano de 86, o que saiu em 86?
[1:01:53] Questão de quadrinhos. Foram todos bem, é, é como a
[1:01:57] gente pode falar. Foi.
[1:01:58] A coisa que trilhou foi é, colocou as pedras para o que os
[1:02:01] quadrinhos iam se tornar, né? Essa questão de abrir para não
[1:02:04] ser só super-heróis, para ter crítica, para criar grandes
[1:02:07] clássicos, et cetera. Mas se você pegar a arte não
[1:02:10] falando que as artes dos outros quadrinhos sejam ruim, cavaleiro
[1:02:13] das trevas, watchner a queda de morda que tudo que saiu naquele
[1:02:17] período ali, não que seja ruim, mas era tudo meio que o mesmo,
[1:02:21] né? Assim, eram artistas bons.
[1:02:23] Eles tinham cada um só personalidade.
[1:02:24] Era era padrão quadrinho, né? Exato que quebra com isso.
[1:02:27] Nossa, cara, e se e você pegar EE tentar fazer um exercício de
[1:02:32] imaginação de sódio. Pegar o texto do Muller ali,
[1:02:35] parece que ele escreveu tudo. Ele foi bem didático do que ele
[1:02:38] queria, todo no roteiro e tal, mas tirar o beosing, cavet,
[1:02:42] colocar qualquer outro artista que segue esse padrão paga aqui,
[1:02:45] ela até funcionaria, eu imagino que não, mas cara, eu não
[1:02:48] consigo ver esse tipo de coisa, sabe?
[1:02:50] É uma, é uma união perfeita, o momento perfeito, o escritor com
[1:02:53] a história, perfeito com o artista perfeito, num num selo
[1:02:56] que pude, que saiu pelo época, num selo que podia trazer tudo
[1:02:59] isso, né? Trazer esse tipo de arte, trazer
[1:03:01] esse tipo de de ideias, de conceito, tudo.
[1:03:04] Então, cara, é um é um negócio muito maluco.
[1:03:06] É tipo, acontece uma vez a cada, sei lá, 30 anos, uma coisa tão,
[1:03:11] tão genial de tudo se se converge assim de uma maneira
[1:03:15] perfeita. Por isso que o quadrinho é o que
[1:03:17] é. E é bem difícil ter uma leitura
[1:03:19] por conta disso, né? Sim, sim, até.
[1:03:21] É uma reação química perfeita. Cara, eu queria muito dar uma
[1:03:24] olhada no roteiro do do Frank Miller assim, sabe?
[1:03:26] Porque isso aqui é muito complexo, cara, eu queria ver se
[1:03:29] ele foi tão detalhista assim em tudo que ele queria, em cada
[1:03:31] página, em cada quadro. O qual que é o tamanho desse?
[1:03:34] Roteiro porque tem quadro que o que está no texto, o que está no
[1:03:37] recordatório, o que está no balão de fala, não tem a ver com
[1:03:39] a imagem, sim, e as 2 coisas se complementam, então qual que é o
[1:03:43] tamanho, como que é esse roteiro, cara, imagina mergulhar
[1:03:45] nesse texto? A gente fala muito da arte do
[1:03:46] will, se incavitt e é genial, é o que faz os quadrinhos seu, o
[1:03:49] que é e chama atenção, mas o texto do Frank Muller, cara, é
[1:03:52] fora da curva, isso daqui para ser feito em 86, né, cara,
[1:03:54] quando você estava ainda se os quadrinhos estavam soltando ali
[1:03:57] das Correntes de ser quadrinho por quadrinho, ainda mais no
[1:04:00] meio dos super-heróis, né? Queria muito dar uma olhada
[1:04:02] nesse roteiro, espero que saia alguma edição especial.
[1:04:04] Especial aí pra gente poder se deleitar e estudar roteiro
[1:04:06] também para quem curte, né? Nossa, que legal.
[1:04:08] Boa ideia, Hein, cara? Muito porque, né?
[1:04:10] Quando Oo roteirista também é desenhista, a gente sempre
[1:04:13] imagina, né? Um roteiro mais complexo
[1:04:15] descrevendo tudo. Eu tenho uma, eu tenho 11
[1:04:19] revista na verdade, que tem alguns esboços de roteiro do
[1:04:23] Frank Miller, berlectra assassina que é gringa.
[1:04:26] Olha só, e? É.
[1:04:27] E tem algumas coisas. Mas assim é.
[1:04:28] São fragmentos. Não é tudo porque tem uma
[1:04:31] entrevista dele, do Bill, no meio também, sim.
[1:04:33] É. É.
[1:04:34] E aí tem Dave mcken também falando de como a arte
[1:04:37] influenciou. Tem outras pessoas, tem Oo meio
[1:04:40] gamer? É.
[1:04:41] Mas enfim, também falando. Oo gartiennes também, né?
[1:04:45] É, tem outras outra galera falando o quanto o lectra
[1:04:48] assassina foi, é, foi influência para eles.
[1:04:51] Então tem alguns pedaços desses roteiros.
[1:04:53] Depois eu tiro foto, mando para. Vocês legal, vai ser bem-vindo,
[1:04:56] você IA falar? Roberto.
[1:04:57] Eu vou só pegar o meu jantar que chegou e eu volto com esse
[1:04:59] ponto. Continue, porque esse ponto é
[1:05:01] meio. É, é, era.
[1:05:01] Esse o ponto. Não, não, não, não era esse meu
[1:05:05] ponto, mas é que o ponto que eu quero fazer, ele meio que
[1:05:07] encaixa em qualquer coisa que a gente.
[1:05:09] Tiver falando sobre. Essa obra, então eu vou lá pegar
[1:05:10] de. Alguma.
[1:05:11] Ah, fechou, cara. Agora, alguém continua que eu
[1:05:14] perdi o perfil por causa da comida?
[1:05:17] Deu fome? Deu fome, deu fome, é?
[1:05:19] O mais o mais impressionante é pensar que ao mesmo tempo que
[1:05:22] estava saindo electra assassino, estava saindo Batman, o
[1:05:25] cavaleiro das trevas uma. Loucura, né, cara?
[1:05:27] No mesmo ano. É, foram paralelos nossa.
[1:05:30] E são obras tão diferentes, né, cara?
[1:05:32] Pelo mesmo autor. Totalmente, praticamente
[1:05:35] opostas. Uma loucura isso tem um ponto
[1:05:36] que eu gosto. Eu acho que o goleiro das trevas
[1:05:39] é assim, aí é puro achismo assim.
[1:05:42] E lógico, com com você lendo e relendo as obras dele.
[1:05:45] Eu acho que o cavaleiro das trevas, ele exprime mais do
[1:05:48] müller assim como pessoa do que propriamente o electra, né?
[1:05:52] O elétrico. Eu acho que ele quis fazer
[1:05:53] realmente uma coisa totalmente fora assim.
[1:05:55] Ele quis dar, ele quis se dar. A Liberdade de sair da caixinha
[1:05:59] apesar de ter, como a gente falou aqui no início, tem muita
[1:06:02] coisa que se repete em todas as histórias dele.
[1:06:04] Assim, essa questão é das mulheres, de quanto elas são
[1:06:07] endeusadas e odiadas ao mesmo tempo.
[1:06:10] Quanto elas são é rechaçadas na em todas as obras dele, como foi
[1:06:14] amor e é amor e guerra, se insiste, é é algo que é cíclico
[1:06:19] nele assim, mas ele se permite é ir mais longe agora cavaleiro
[1:06:23] das transas, eu acho que tem muito dos pensamentos dele essa
[1:06:26] questão fácil. Pista e tal que tão falar é
[1:06:29] fascista, é fascista, né? Esse é o ponto, mas acho que é
[1:06:31] condiz muito mais com Frank Miller, até por conta dele tá na
[1:06:35] arte também, do que propriamente ser uma coisa mais aberta ali.
[1:06:38] É um pensamento dele, do personagem, né?
[1:06:40] É o eletra foi o foi um foi 11 experimento na verdade, e o
[1:06:45] cavaleiro das trevas foi uma coisa muito bem pensada.
[1:06:48] E foi o Marco nas HQs, porque era o Batman, né, gente?
[1:06:51] Porra, era o Batman. Ele pegou um puto de um
[1:06:53] personagem que já estava totalmente estabelecido, um dos
[1:06:56] maiores personagens das. Assim é que é.
[1:07:00] E que é que é amado no mundo inteiro.
[1:07:03] Ele reinventou o personagem, né? Tipo, antes o Batman era sempre
[1:07:06] visto como aquela coisa do é do resquício de Camp dos anos 60.
[1:07:11] Exato, né? Aventuras relativamente seguras,
[1:07:14] os vilões hipercaricados. Ele trouxe a mão.
[1:07:17] Ele no Batman, velho chato, fascista, obsessivo.
[1:07:21] É não, mas é ele. Né?
[1:07:23] E ele. E é isso.
[1:07:24] Ele reinventou o personagem e foi o primeiro que fez isso.
[1:07:27] Depois vieram vários que reinventaram o Batman ao longo
[1:07:30] de 1 anos. E vários que imitaram ele
[1:07:33] também. Eu não é o padrão.
[1:07:35] AAAOO tema herói velho já cansou, né, velho?
[1:07:41] Louco é o Timo Rolim. É, já foi.
[1:07:44] Aí teve velho? Exato.
[1:07:45] E teve vários velhos, vários. AO último que saiu foi o do
[1:07:49] Demolidor, no ano passado. Não foi que acho é verdade, acho
[1:07:51] que é. Nem leu eu.
[1:07:52] Eu queria. Dizem que é bom.
[1:07:54] É frio no inferno. Frio no inferno.
[1:07:56] Ouvi falar que é. Bom, eu gosto.
[1:07:58] Como mudou AA visão do velho, né?
[1:07:59] O Batman velho tinha 50 anos. Pois é, né?
[1:08:03] Eu, eu seria o Batman naquele tempo.
[1:08:06] Muito bom isso hoje em dia é os cara tudo com 8090.
[1:08:10] Pior que é? Vamos jogando lá para cima.
[1:08:12] Eu acho que o Batman tem 50 anos hoje, não é cronologia, se for
[1:08:15] parar para pensar mais pela. Quantidade de Robin tinha que
[1:08:18] ser, né? Nem.
[1:08:20] Isso é então só pelos homens? Nem isso ele deve estar nos 4243
[1:08:26] até hoje faz 50 anos que ele está com essa idade.
[1:08:29] Não, eu falei. Eu acho isso injusto, essa
[1:08:30] questão de colocar em o cavaleiro das trevas como uma
[1:08:34] definição, né? Tipo, redefiniu a graphic novos,
[1:08:37] redefiniu o personagem, porque lectra também podia ter feito
[1:08:41] isso, né? Electra foi muito mais.
[1:08:44] É é ousada nesse nesse quesito, mas porque ele pegou 11
[1:08:47] personagem canônico. Personagem foda, que já estava
[1:08:51] estabelecido. Isso foi tido como tipo AI, foi
[1:08:53] é legitimou as HQs, como é literatura adulta?
[1:08:57] Alguma coisa para adulto? Exatamente.
[1:08:59] É, então aí foi isso que mudou a chave, tipo, Ah, quadrinho
[1:09:02] também é para adulto, mas porra, ela é que não é para criança.
[1:09:04] Não nem um pouco, imagina? É, mas Oo que muda também, é?
[1:09:10] E aí isso mudou a indústria desde então.
[1:09:11] Aí entrou Na Na nos anos 90, que o né?
[1:09:14] Tipo, aí depois é zerouis, né? Depois teve a.
[1:09:17] É os os anos 90, foi a galera que.
[1:09:19] Não entendeu, Gabi, a galera que leu e não entendeu, mas assim.
[1:09:22] Não, mas aí tiveram os anti heróis dos anos 90, né?
[1:09:25] Tipo meio que pegaram a carona No No, no cavaleiro das.
[1:09:28] Trevas, o cavaleiro das trevas. Redefiniu, porque, querendo ou
[1:09:30] não, o que redefine também é a popularidade.
[1:09:32] A gente sempre fala aqui No No, no podcast por Matrix, Matrix.
[1:09:36] Ele é a obra, a obra. Não estou falando que seja ruim.
[1:09:38] Matrix é bom pra. Caralho, Ah bom, Ah bom.
[1:09:41] Não, eu amo Matrix, eu amo Matrix, mas, tipo, ele é a obra
[1:09:44] mais popular de algo que estava no imaginário popular daquela
[1:09:47] questão da da nossa realidade. Deve ser uma simulação. 13º
[1:09:50] andar, Cidade das Sombras. A gente tem vários filmes ali no
[1:09:53] intervalo de 23. Anos maravilhoso.
[1:09:55] E todos vêm antes. Né?
[1:09:56] É que vão criando esse e que vão criando essa, esse imaginário.
[1:10:01] Então, só só que matriz foi o que expandiu, é cada leiro das
[1:10:04] trevas. Ele não tem uma temática
[1:10:05] parecida, né? Ele tem uma questão do governo e
[1:10:08] tudo mais. É, fala mal do Nixon, né?
[1:10:09] Mas é. E do Reagan e do Reagan?
[1:10:12] Isso do Reagan e isso vai até casar com o que eu IA falar
[1:10:14] antes de pegar meu jantar, que é assim é é Eletro assassina e
[1:10:17] cavaleiro das trevas. EE watchman, são quadrinhos que
[1:10:21] só poderiam existir nos anos 80. Porque quando você pega o
[1:10:24] quadrinho de super herói, eu digo, obviamente é a era de
[1:10:27] ouro. Ainda estava achando um formato
[1:10:29] que o que viria a ser o quadrinho super herói.
[1:10:30] Quando você começa a era de prata e chega Marvel, você tem
[1:10:33] as pessoas que trabalham com quadrinho, porque quadrinho era
[1:10:36] uma forma de você tentar trabalhar em áreas que eram
[1:10:39] consideradas Nobres no. Caso da escrita, de livros e, no
[1:10:42] caso da arte, publicidade, era era isso, era era como se fosse
[1:10:46] um degrau na escada para você chegar no emprego de verdade.
[1:10:49] E quando o quadrinho vai virando é essa indústria ali pela década
[1:10:52] de 70, você já vai tendo os primeiros profissionais que
[1:10:55] trabalham, tendo o próprio quadrinho como referência, e aí
[1:10:58] você vai virando uma mídia mais visual do que texto, né?
[1:11:02] Os balões vão diminuindo um pouco, você já deixa o
[1:11:04] desenhista mais livre e a década de 80 é quando o quadrinho para
[1:11:09] de ser a única referência, né você?
[1:11:10] Tem a explosão inglesa, que é um país em que o quadrinho de
[1:11:13] superói não é tão cultural quanto os Estados Unidos.
[1:11:15] E você traz outras referências de literatura, de história.
[1:11:19] Você tem o Frank Miller, o Frank Miller, o ponto fora da curva
[1:11:22] americano, porque ele é um cara aficcionado por cinema, por
[1:11:25] cultura japonesa. Então ele traz muito do mangá,
[1:11:27] ele traz muito da das histórias japonesas, traz muito do cinema
[1:11:31] no ar, do cinema de detetive. Então ele é transassino.
[1:11:35] E do cinema marginal também, né? Do tipo.
[1:11:38] Sim, EE daquela e daquela questão da.
[1:11:40] Da. É taxi driver?
[1:11:42] Apocalipse? Sinal.
[1:11:43] Que os anos 80 tem com a cultura, a cultura social
[1:11:45] Americana, que é os anos 80. Foi um momento que a gente viu
[1:11:48] de perto de o sonho americano. Não é aquilo que prometeram pra
[1:11:52] gente, né? Já é pós Vietnã, a economia dá
[1:11:55] uma estagnada. É, na verdade.
[1:11:57] Exato. Então é, é, é uma tempestade
[1:11:59] perfeita também para criar esses tipos de quadrinhos, eu acho.
[1:12:02] É a grande, a grande, a segunda grande depressão, né?
[1:12:06] Depressão com os Estados Unidos, né?
[1:12:07] É os Estados Unidos que te deixou deprimido, isso?
[1:12:10] É, é grande. É a grande frustração, né?
[1:12:13] Eles viram que tipo, não adiantou nada.
[1:12:16] Né, é o Estados Unidos se reconhecendo, né?
[1:12:19] Mais ou menos. Mais ou menos, né?
[1:12:21] Porque depois eles voltaram a ser a achar a última bolacha do
[1:12:24] pacote. Eles se reconhecem, só que não
[1:12:26] dá o braço a torcer, né? Assim é.
[1:12:28] Mas AA pobreza foi AAA níveis inimagináveis, a inflação foi a
[1:12:33] níveis inimagináveis. Desemprego foi onde ele.
[1:12:36] Eles viveram 11 pedacinho de terceiro mundo ali durante um
[1:12:39] breve período. Que rendeu muito gibi bom por
[1:12:41] causa disso. Sofram, sofram o que reproduzem
[1:12:45] coisa boa. Ele.
[1:12:51] É o padrão, né? Cultura pop é sempre OOO.
[1:12:55] Momento de maior lucro é quando o país está fodido, é.
[1:12:58] É, é a válvula de escape, né? Onde você acaba recebendo, você
[1:13:02] acaba de é não se auto centrando e acaba recebendo.
[1:13:06] Influência externa, né? Porque você não está conseguindo
[1:13:08] produzir com ele. É, acho que não.
[1:13:09] Só cultura pop, né? Acho que tudo, né.
[1:13:11] A literatura gerou grandes livros também, períodos
[1:13:15] terríveis. Caraca, o cinema, né?
[1:13:17] Tudo, né. A gente reflete muito mais
[1:13:19] quando a gente está sofrendo. Ah, também?
[1:13:21] Quero mais refletir. Também não.
[1:13:23] Cansei de pensar. Cansei de pensar.
[1:13:27] Eu quero só eu quero só me embebedar agora.
[1:13:29] E ser feliz não é mais fácil. Bom, gente, acho que a gente
[1:13:45] pode fechar então com o que cada um mais gosta em electra,
[1:13:50] assassina, que tem muita coisa para escolher, esse eu acho que
[1:13:53] não iremos nos repetir para uma coisa rara, mas.
[1:13:55] Essa é a ideia. Começar com você, Gabi.
[1:13:57] Putz, meu momento, momento favorito, cara.
[1:14:00] É muito difícil. Putz, eu acho que eu acho que é
[1:14:05] esse esse, esse da essa parte aí do do motel aí onde eles estão
[1:14:10] aí. Eu acho muito legal, né?
[1:14:12] Essa essa a arte do Bill é linda.
[1:14:16] E também toda essa projeção do garrett em cima dela, hilária.
[1:14:19] E foi 11. Momento meio que um Alívio
[1:14:22] cômico assim, tipo no meio. De é uma edição inteira, né?
[1:14:25] De Alívio. É exatamente no meio de de de
[1:14:28] tanto tanta desgraça assim. Eu gosto muito dessa parte que é
[1:14:31] essa quando eu li. E que quando ele está
[1:14:33] observando, ela dormir ali? E você, giovan?
[1:14:36] Tem muita coisa que eu gosto, mas eu vou dizer para vocês que
[1:14:38] aquela Batalha entre aspas, final, que a Shield está
[1:14:43] perseguindo a electra e o garrett de helicóptero e explode
[1:14:46] o helicóptero deles, eles caem No No solo e começa aquela
[1:14:49] porradaria e tal é. Frenético.
[1:14:51] A electra engana o garrett para tirar Na Na castidade.
[1:14:56] Na castidade. Exato.
[1:14:57] Nossa, ela fica pendurada no, no, no, no, no helicóptero.
[1:15:01] Perfeito. Aquilo, cara.
[1:15:02] E aí ele atira e achando que matou electra.
[1:15:04] Mas não, na verdade, ele enganou todo mundo.
[1:15:06] Eu acho aquilo genial. Eu acho que toda essa sequência
[1:15:09] de cena de ação com helicóptero no céu, explosão, tiro, Trabuco,
[1:15:12] esses é cyborgs na HQ. Bem, bem filme dos anos 70, né?
[1:15:18] Tipo aqueles filme tipo o Rambo, né?
[1:15:20] Meio Rambo. Assim é muito, é muito, é muito
[1:15:22] a cara da época. E eu IA dizer que eu vejo muito
[1:15:25] esse essa aqui como quase um filme dirigido pelo James
[1:15:28] Cameron assim, sabe, eu terminei tour 2 assim, sabe?
[1:15:30] Para mim soa muito como isso assim, sabe?
[1:15:32] Tá hora. É, tem a cena de ação de
[1:15:35] explosão para caramba, que é na coisa toda, e futuísmo e
[1:15:38] helicóptero e agência Internacional e tal, agência de
[1:15:41] espionagem, muito legal. Então eu acho que esse é o é o
[1:15:44] meu principal momento. Mas uma coisa que eu queria
[1:15:46] comentar antes da gente encerrar o podcast que eu também estava
[1:15:48] reparando, né? Lá no homem sem medo a gente tem
[1:15:51] uma cena em que o Stick conversa com o rocha e ele diz aquela
[1:15:54] coisa, né? Ele, ele deixa subentendido que
[1:15:56] o Stick estava treinando meio que uma geração de Mini soldados
[1:15:59] escolhia essas crianças especiais ali que eles sentiam
[1:16:01] que tinha alguma coisa diferente e treinava uma geração de
[1:16:04] soldados para enfrentar alguma coisa.
[1:16:05] Um mal maior estava por vir, né? Uma coisa que IA acontecer no
[1:16:09] mundo que precisava desses soldados.
[1:16:11] Aí que só o Stick poderia treinar para para poder se
[1:16:14] preparar e era contra tentar. Né?
[1:16:16] Eu acho que o que o tentáculo estava tentando fazer, eles
[1:16:18] conseguiram aqui nessa HQ que era acordar essa besta da vida
[1:16:22] para essa besta horrível com esse leite esquisito, para aí
[1:16:25] sim ir de forma espiritual para o mundo real, dominar a cabeça e
[1:16:29] dominar o corpo de políticos e de pessoas com poder nas mãos no
[1:16:33] mundo físico e ir tomando atitudes para destruir o
[1:16:36] planeta. Eu acho que era isso que que o
[1:16:37] Stick estava preparando as crianças para poder lutar
[1:16:40] contra, né? E no fim, o Demolidor nem luta
[1:16:41] contra, né? Se encaixo.
[1:16:42] Pode ser? É quem quem acaba fazendo tudo é
[1:16:45] elétrica. É muito interessante isso.
[1:16:46] Espero que isso em algum momento volte.
[1:16:48] E a gente tem uma grande saga que coloque electro Demolidor e
[1:16:51] destique de volta. Por que não lutando contra?
[1:16:54] Tenha do justiceiro que ele virou líder do tentágono.
[1:16:58] Muito bom, cara. Pior que nessa época tem o
[1:17:01] Demolidor indo pro inferno, enfrentando a besta mesmo.
[1:17:03] Depois é, né? E ele vai atrás do jutieiro lá
[1:17:06] no temtado. Claramente, eles deviam ter
[1:17:07] enfrentado a parmalat para acabar com o leite é lá.
[1:17:12] Parmalat existe, ainda nem sei. Existe o pior que?
[1:17:15] A qualy pronto e você, Leroy? Cara, eu vou.
[1:17:19] Eu vou falar para vocês primeiro.
[1:17:21] Eu só queria dar uma coisa em nada a ver assim com o assunto,
[1:17:24] mas que me surgiu na cabeça quando o Giovanni falou James
[1:17:27] Cameron, eu eu não estava assistindo o Avatar, que eu acho
[1:17:30] uma bosta, né? O primeiro filme acho muito.
[1:17:32] Assisti o 2 e gostei pra caralho.
[1:17:34] Então assista o Avatar 2 aqui. Não, não assistem pior que o
[1:17:37] primeiro. Lixo, lixo, lixo.
[1:17:40] Puta filme legal da porra. Não é bom, cara.
[1:17:43] Não é maravilhoso, cara. Tem 2 tempos.
[1:17:46] Para mim, essa questão do melhor.
[1:17:48] Quando. A minha primeira, a segunda
[1:17:50] leitura lá anos 90, até os 2000, eu particularmente a gente
[1:17:54] falou, a Gabi falou muito sobre essa parte, tá?
[1:17:57] O Roberto também é uma. A minha parte favorita era o
[1:18:00] treinamento de electra com Stick.
[1:18:02] Eu achava aquilo muito legal. Eu gostava ali das
[1:18:05] representações que tinha. A questão dela assumir ele como
[1:18:08] uma segunda figura paterna e novamente ela ser machucada por
[1:18:11] essa figura paterna, eu achava legal pra caralho.
[1:18:13] Só que agora, nessas, nessas releituras mais recentes, a
[1:18:17] minha parte favorita. Acabou sendo tirando a do motel,
[1:18:20] a gente achou que não IA se repetir, mas a Gabi falou
[1:18:23] primeiro, então pode ficar com ela, que eu acho, por favor,
[1:18:25] muito boa, mas eu gosto muito quando a besta mostra pro John,
[1:18:28] pro John garret, Oo plano, né? O quando ele tem a revelação,
[1:18:32] né? Nem Ela mostra, mas é, ele tem a
[1:18:34] revelação do plano, como é que funciona tudo é uma sequência
[1:18:37] muito louca, você imagina aquilo como o filme do Kubrick, tudo
[1:18:41] cortando assim, aquelas coisas maravilhosa acontecendo, aquelas
[1:18:44] letras garrafais e as bombas caindo, puta, achei do.
[1:18:48] Caralho, aquilo, eu vi isso agora, sabe?
[1:18:50] Tirou uma coisa que naquele tempo meio que eu dei uma cagada
[1:18:54] assim, sabe? Tipo, Ah, foda se isso aí eu
[1:18:56] gosto mais do treinamentinho de electra aqui, que eu acho.
[1:18:59] Até porque, por ser muito fã do Demolidor, muito fã do que o
[1:19:02] Frank Miller fez com o personagem do Stick, de toda a
[1:19:05] mitologia, eu me apeguei muito a ela nas minhas primeiras
[1:19:07] leituras, mas agora, tirando a parte do motel, eu acho essa da
[1:19:11] revelação da grande revelação do plano que ele fica, não, eu
[1:19:14] sinto muito não, não era o que eu queria e tal.
[1:19:16] Não sei o que eu acho maravilhosa também.
[1:19:18] Você, Roberto? Eu vou botar 2, eu vou roubar
[1:19:20] colocando 2, porque eu não sei que ninguém vai citar, porque só
[1:19:23] um momento muito engraçado, mas eu guardo comigo que é quando OA
[1:19:26] besta ganha a eleição. E aí Oo garrett percebe que o
[1:19:29] plano dela vai acontecer e ele tira a piruquinha e segura no
[1:19:33] peito. Assim parece uma criança
[1:19:35] segurando uma boina. Bom, velho.
[1:19:38] Bom, bom, bacana, caralho. Cara, esse momento ninguém mais
[1:19:41] está, mas isso é muito engraçado.
[1:19:44] Mas eu vou te falar que eu gosto assim, pra também não ficar
[1:19:47] repetido. Eu gosto muito do momento dela
[1:19:49] com a besta na forma original pela primeira vez, porque eu
[1:19:52] acho que tudo aquilo que depois virou meio que um pastiche do
[1:19:56] que o próprio Miller faz até com um Noah Exagerado de de
[1:20:00] sensíria, o que depois ele fez em em Batman e tal é aqui é bem
[1:20:04] usado, né? Que é quando ela ela, ele
[1:20:07] derrama o leito sobre ela. E aí?
[1:20:08] Porra, tem 3 dias querendo me matar?
[1:20:10] Tá difícil pensar sem correr no rápido, sabe?
[1:20:12] Tipo, melhor fazer uma, o gato, ela lembra, porque o pai dela é
[1:20:14] chamado de gato de chesile, né, que é o gato do Alice, do país
[1:20:17] das Maravilhas. Aí Ah, eu sorrio meu pai, ri
[1:20:20] pugo, aí só a corrente quebrando.
[1:20:21] Eu acho que aqui ele ele atinge um ponto de dessa narrativa no
[1:20:25] ar com a sutileza que depois dos anos ele perdeu.
[1:20:29] Mas eu acho que aqui é perfeitamente utilizado.
[1:20:31] Boa, boa, boa, Roberto. Quem faz muito isso, e eu acho
[1:20:35] que é um do dos dos piores, piores é como é que eu vou fazer
[1:20:40] tiques deles, métodos ou ou ou marca registrada dele é o tom
[1:20:44] King, cara, tom King, quando ele cai nessa aí, Mano, puta que
[1:20:48] pariu, eu amo o tom King. É o tom King.
[1:20:50] Eu gosto. Eu acho que ele.
[1:20:51] Eu acho que ele sabe usar. Mas eu acho que não.
[1:20:54] Eu acho que ele exagera, cara. Ele exagera.
[1:20:55] Aquela quando ele estava no Batman, principalmente, que era
[1:20:58] gato. Ah, no Batman.
[1:20:59] No Batman ele fazia. No, no Batman ele fazia.
[1:21:02] Ela, ela sorri, eu sorri. Nossa, é o que eu mais lembro.
[1:21:05] Dele e tá claro a referência do tom King, cara que é funk,
[1:21:08] Miller, total esses, esses, essas cartas que eles trocam e
[1:21:11] tal. É, é total.
[1:21:13] Ele foi. Ele foi bem fanzoca ali, né?
[1:21:15] Né? Mas eu amo Frank o tomk, tanto o
[1:21:18] tom k consoakimilian. Eu amo é homem, eu amo também
[1:21:20] eu. Sou sou um defensor de tom King.
[1:21:22] Eu também, cara. Essa fase do Batman é
[1:21:24] sensacional, cara. Eu acho a melhor fase do Batman
[1:21:27] de todos os tempos. Eu gosto, eu gosto.
[1:21:29] Não, não. Espera aí também, pô.
[1:21:30] Calma, um dia a gente vai falar sobre calma.
[1:21:34] Mas tem que falar, tem que. Falar esse ano está fazendo 10
[1:21:36] anos, né? Além de defensor do tom King, eu
[1:21:39] sou o defensor de Leonardo Vicente, que ainda não falou a
[1:21:42] parte favorita dele. Antes eu vou abrir um parêntese
[1:21:44] de uma coisa que eu eu esqueci de falar antes, que tem aqueles
[1:21:47] anãozinho feito em laboratório. Nossa que não é bizarro, cara,
[1:21:51] é? O Muller estava com uma fixação
[1:21:53] em anão, né, que tinha aquele que trabalhava com Coringa no
[1:21:55] cavaleiro das trevas. É mesmo?
[1:21:58] É, você estava numa ficação, nesses anão.
[1:22:00] Esquisito, né? E anões que voam, né?
[1:22:02] Porque esses azulzinho voam. Tudo bem, é referência
[1:22:04] claramente à ilha da fantasia, em que o único anão gritava o.
[1:22:07] Avião o avião eu lembrei do do senhor Burns abrindo AA
[1:22:13] gaiolinha, voe meus animais, voe os bichinhos, macaco com asa
[1:22:18] cair. Mais macaco cai aí, gente vira
[1:22:20] Smith. Mande investir mais na pesquisa.
[1:22:22] Muito bom, Edu. Mas.
[1:22:24] Eu vou dizer que eu eu gosto muito do final, né?
[1:22:26] Porque AAA parte da ação conclui Na Na penúltima edição, né?
[1:22:30] Aí a última edição é só dando desenrolar, né, que a gente acha
[1:22:33] que é que é eléctor está presa no fim ela fica esperando 3
[1:22:37] meses pra pra pra ver se funcionou tudo do jeito que ela
[1:22:40] queria. E a gente vê que o garrett ficou
[1:22:42] presidente. É um detalhe da história que se
[1:22:44] você parar para pensar ou pensar que não precisava ter feito
[1:22:47] nada, né? Porque o Nixon já queria soltar
[1:22:48] a bomba, o candidato da da, da, da, da Wim, da besta também que.
[1:22:54] IA soltar bomba? E o garrity no lugar dele
[1:22:57] também? Quer soltar bomba?
[1:22:58] Todos os presidentes querem soltar bomba.
[1:23:00] Não precisava ter feito nada, mas.
[1:23:01] Estados Unidos, né? Está assim até hoje, não?
[1:23:06] Precisava ter feito nada, acho muito engraçado.
[1:23:09] Isso a galera brigando para quem fica com o botão na mão, né,
[1:23:12] cara? É a mesma coisa.
[1:23:14] Eu só quero ter o meu nome como destruidor da humanidade.
[1:23:17] Exatamente. Mas vamos a hora para o jabas
[1:23:21] Gabi, onde o pessoal te encontra?
[1:23:22] Pessoal me encontra no gibzila. Ponto com ponto BR.
[1:23:26] E também imagina se pega no olho, imagina se pega no ouvido,
[1:23:29] que são nossos podcasts, né? E o jibzila que onde eu é o site
[1:23:33] que eu tenho com o meu querido amado Tiago cardin.
[1:23:36] Estou bem. E você?
[1:23:37] Giovanni, galera, eu faço coisa para danar.
[1:23:39] O pessoal me conhece. Mais fala nerd, vintage nerd.
[1:23:42] Underline vintage. Mas você vai lá e vai ver a
[1:23:43] página parada, tá? Ela vai voltar um dia, estou
[1:23:45] prometendo e vai mesmo da hora pra você ver o mostrando a
[1:23:51] minha. Coleção publicando as minhas.
[1:23:53] Participações de podcast, mostrando o dia a dia do meu
[1:23:56] trabalho, que envolve produção de quadrinhos, evento, enfim, um
[1:24:00] Monte de coisa nesse meio nerd que a gente ama, música,
[1:24:02] quadrinho, entretenimento. É só ir lá no Instagram g
[1:24:05] spinellian. Underline NVONV está lá por
[1:24:08] conta do nerd vintage. Ainda tenho certeza que você vai
[1:24:10] se identificar ou vai querer me xingar por muita coisa lá.
[1:24:12] A gente vai acabar batendo um papo.
[1:24:13] E você, Leroy? Bom, se eu não deixei vocês com
[1:24:16] raiva ainda, alguns. Apoiadores do fala mal.
[1:24:19] Deixa eu sempre, pois é só de ver se é um ó, vamos lá conhecer
[1:24:24] a nossa páginazinha. Lá, hater, zastro a gente está.
[1:24:26] Em todas as redes sociais, todas elas é o Instagram e o Trad.
[1:24:29] Porque eu não sou nazista e não fico em qualquer redezinha por
[1:24:33] aí. Não tenho paciência para o
[1:24:34] resto. E temos também a nossa.
[1:24:36] Nosso canalzinho lá no YouTube, hater zaço e o nosso podcast
[1:24:39] também, o hater cat, que sai quando eu eu quero, quando eu
[1:24:42] tenho tempo, aí a gente publica, então a raiva vai momentando.
[1:24:45] Você fica com raiva uma horinha, 2, depois você esquece de mim aí
[1:24:48] por um tempo, tá bom, muito obrigado.
[1:24:50] Passou, passou, passou, passou. É é que nem merthiolate
[1:24:53] merthiolate passa arte e. Depois ela esqueceu, está de?
[1:24:55] Boa está de boa. Nem ar demais, pô.
[1:24:57] É nem arde demais. Verdade.
[1:24:59] Depois de um tempo você acostuma.
[1:25:01] Estar e ficava gostando. Né?
[1:25:02] Então você é. Masoquista masoquista, Roberto,
[1:25:05] bom é que não tem nem aonde você acha.
[1:25:06] É o Roberto? Né, já ouve mais carinho nessa
[1:25:07] relação? Mas ô, pra quem?
[1:25:09] Quiser me ouvir falando besteira?
[1:25:11] Eu também falo besteira no youtube.com barra hora suave,
[1:25:13] tem vídeo quase todo dia falando cinema, quadrinho, série,
[1:25:16] videogame e muito mais. Tem as nossas Lives, momento
[1:25:18] suave e tem também o nosso catarse, na verdade.
[1:25:21] Lana Vicente, é isso aí, visita lá, catarse, ponto ME barra,
[1:25:24] fala animal, você pode apoiar a gente.
[1:25:26] A partir de 10 BRL, conforme for subindo a categoria, você entra
[1:25:30] no nosso grupo do WhatsApp. Concorre a quadrinhos.
[1:25:33] Todo mês pode visitar nosso estúdio de transito.
[1:25:36] Permite um momento suave e muito mais.
[1:25:38] Inclusive, fica aqui o nosso agradecimento aos apoiadores,
[1:25:41] Aline Aparecida Matias, Antônio Eduardo da renascimento filho,
[1:25:46] Antônio ravoni, Antônio Santos, Arthur Jefferson Teles, Ailton
[1:25:50] José Vasconcelos, Carolina schelfmer, Cláudio Bento de
[1:25:54] Oliveira, Fabiano jabur. Sesi, Fernando Felipe
[1:25:58] esmeraldino, Dione Teles, Juliano Souza Ribeiro, Júlio
[1:26:02] César, Lucas Soares, Luciano Cruz, Luiz Henrique Mendes.
[1:26:06] Luiz Ribeiro, Luiz Antônio Ferreira filho, Luiz chiaradia,
[1:26:10] Murilo Santos, Rafael flemen, Rafael madeira, Ramiro Viana,
[1:26:14] Reinaldo Guedes Ribeiro, Renato Pereira, choytime dzuno
[1:26:18] motoyama, Sidney Mendes Júnior, Thiago Cardim, Thiago Goes dos
[1:26:22] Santos e Victor Silva. Se você não pode contribuir todo
[1:26:27] mês lá apoiando a gente tem aqui no na descrição do do do
[1:26:31] podcast, em todas as nossas redes sociais, tudo o nosso
[1:26:35] grupo de. É todos no nosso link da Amazon.
[1:26:37] Qualquer compra que você fizer ajuda bastante a gente nas redes
[1:26:42] sociais você acha a gente como fala animal.
[1:26:45] E lembrando que o podcast é quinzenal.
[1:26:47] Então segunda-feira sim, segunda-feira não tem episódio
[1:26:50] novo. Obrigado a todos e até o próximo
[1:26:53] episódio. Este podcast foi editado por
[1:27:08] Fred medias, procure no Instagram por.
[1:27:11] Fred ponto medias.

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