# 118: O cinema e o sexo inventado

An episode of [Escafandro](https://invisiblenetwork.ai/podcast/1451605322), 10 Jul 2024, 1 h 01 min.

Audio: https://anchor.fm/s/a9f2877c/podcast/play/88975409/https%3A%2F%2Fd3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net%2Fstaging%2F2024-6-8%2F382742413-44100-2-7d1a0e4d16aa6.m4a

Em 2017, o jornal The New York times revelou uma série de acusações de abusos sexuais, ocorridos ao longo de décadas contra o então produtor de Hollywood Harvey Weinstein. Cada caso revelado incentivava uma nova denúncia, e, ao todo, 30 atrizes relataram terem sido abusadas por Weinstein - incluindo Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie. Weinsten foi preso, condenado por estupro e agressão sexual, e o movimento Me Too, que incentiva mulheres abusadas sexualmente a denunciarem seus agressores, ganhou força inédita. No mesmo período, entretanto, o mundo viveu uma forte onda conservadora. O cinema e as séries de TV parecem evitar erotismo e cenas de sexo, e plataformas como a Netflix desenvolveram até um botão para "pular" esses momentos. Neste episódio de podcast, falamos sobre como as produções audiovisuais estão cada vez menos eróticas, e sobre o desafio da criação de cenas de sexo para cinema e para TV. Episódios relacionados #05 – O papel secreto do alho-poró no som de cinema #60 – Arte em tempos de fascismo Entrevistados do episódio Larissa Bracher Atriz, preparadora de elenco e coordenadora de intimidade. Maeve Jinkings Atriz de teatro, cinema e televisão. Ficha técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

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